Views
3 months ago

Peripécias 12

Versão multimídia da Revista Eletrônica Peripécias nº 12 de maio de 2018! Esta é uma Edição Especial, completando um ano da nossa Revista e o conteúdo está muito bacana, destacando-se homenagens ao Marco Antônio (Aniversariante do Mês) e ao Ney Francisco (Personalidades), os dois fariam aniversário em Maio. Nesta edição também o segundo artigo sobre a Rua Santa Luiza - “Os Moradores” - e muito mais!

motorista para levá-lo

motorista para levá-lo ao serviço. Acenava para mim e retornava por volta das 17 horas, quando Dona Áurea, já estava sentada na área do jardim, se abanando com uma ventarola. Ele que colocou o apelido de Janeleiro em mim. E realmente eu era Janeleiro! Casa verde do Sr. Meirelles E Ele era considerado praticamente o prefeito da Rua. Como tinha um cargo de Assessor de Ministro, tudo que precisava na Rua, o Sr. Meirelles resolvia. A lâmpada do Poste queimou, o Sr. Meirelles ligava para a Light, vinham arrumar na hora. Um caminhão com carga mais alta arrebentou um fio de telefone, a CTB – Companhia Telefônica Brasileira providenciava o conserto rapidamente se fosse feito o pedido pelo Sr. Meirelles. Todos os moradores gostavam dele e o respeitavam. Até porque falava com todo mundo. Tinha uma voz forte e era bem alto. Morou nessa casa até o tio Waldemiro casar. A casa era dele e tinha alugado para o Sr. Meirelles. Então ele mudou-se para o Edifício Corrêa Nunes, na Rua São Francisco Xavier e morava no apartamento térreo ao lado do apartamento em que morava o Tio Chiquinho. Ao lado do Sr. Meirelles, morava o Sr. Jorge Pena, casado com a Dona Rosa. Tinham cinco Filhos e duas filhas. Francisco, conhecido como Chiquinho, Evangelina (que foi noiva do Mário Maggiogli) morreu de pneumonia muito nova, ainda noiva,

Orlando, Carlos (conhecido como Terreis) Paulo, Jorge (conhecido como Jujuba) estudou na mesma turma que eu, no Colégio Juventus, e a Nurimar. Casa do tio João O Chiquinho regulava mais ou menos com a idade da Nilda. Gostava muito de música e colocava sempre uns discos para tocar em volume alto, e ficavam na calçada encostados ao muro da frente, vendo o movimento. Normalmente eram Tangos, ou Rumbas, que retratavam o sucesso da época. Às vezes Boleros. Certa vez, o Sr. Jorge e a Dona Rosa, não estavam em casa, e o Orlando e o Terreis se desentenderam começaram a brigar e vieram lutando até a calçada. A Nilda, que estava na janela, viu e disse “para com isso“. Eles continuaram, ela saiu foi até lá perto deles e sem receio nenhum disse “ Chega. Parem com isso. Coisa Feia “ e Eles pararam. O Orlando que era mais velho, sempre que via a Nilda abaixava a cabeça, e ficava um tanto envergonhado. O Terreis, não. Falava normalmente. Também pudera, graças a ela parou de apanhar. Na casa de número 27, morava a família do Sr. Jorge Marques, com a esposa Dona Carmem e o filho Jorge (que depois foi Coronel da Policia Militar) era amigo do Jeremias, tinham a mesma idade. Moravam ainda duas irmãs do Sr. Marques, como era conhecido, a Zélia e a Lourdes. Trabalhavam no Armarinho dele, na Rua São Francisco Xavier, que tinha o nome A TUPY.

Revista Igreja Viva Maio 2018
Almanaque nº 1
Almanaque2
24.Março 2016
Edição Maio de 2012 - Versão em PDF - Revista Anônimos
12 de maio de 2013 (Ascenção do Senhor) - Arquidiocese de Goiânia
Revista Vitrine do Varejo - Edição Maio -2010 - O Vendedor Pit Bull
Edição n. 112 - 12 de Maio de 2.012 - Prefeitura Municipal de Caieiras
programa da 142ª corrida em 02 de maio de 2010 - domingo
Edição nro. 50 - maio 2003 - União Nacional dos Analistas ...
Revista Super Moderna - Maio/Junho 2017