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Edição 890

Jornal Folha do Norte Paranaense

GERAL BANDEIRANTES,

GERAL BANDEIRANTES, QUARTA-FEIRA, 04 DE ABRIL DE 2018 - Edição 890 08 UENP recebe três novos veículos A U E N P (Universidade Estadual do Norte do Paraná) recebeu, nesta segunda-feira (02), três novos veículos para a frota da instituição. São dois automóveis Gol e uma Saveiro repassados pelo Governo do Estado, por meio da SETI (Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superi-or). O evento, realizado nesta manhã no Campus Luiz Meneghel – de Bandeirantes, contou com a presença do secretário da SETI, João Carlos Gomes, e da reitora da UENP, Fátima Apa-recida da Cruz Padoan. Durante a visita, o secretário ressaltou a importância dos investimentos realizados neste Go-verno para o crescimento da Instituição. “Mesmo sendo uma das mais novas das nossas es-taduais, a UENP tem apresentado um crescimento acelerado e se destacado em inovação. Entre tantos cursos de qualidade ofertados pela instituição, temos o de Direito que é referência nacional. O curso de Odontologia tão importante para a região e que agora pode con-tar com a nova Clínica entregue no mês passado pelo governador Beto Richa, que beneficia não só a população como os estudantes do curso”, ressaltou o secretário. Com os campi nas cidades de Jacarezinho, Bandeirantes e Cornélio Procópio, os novos veícu-los reforçarão a frota da Universidade. “Cada veículo atenderá a um dos campi, com prioridade para os projetos da extensão. É um investimento muito importante para o desenvolvi-mento das nossas atividades diárias”, destaca a reitora. A reitora ressaltou o trabalho realizado pelo secretário João Carlos em benefício da UENP. “Nos últimos quatro anos, tivemos conquistas muito importantes para a Universidade como a criação do curso de Odontologia, em 2014, a construção da Clínica de Odontologia, o início das obras que irão possibilitar a unificação do Campus de Cornélio Procópio, além de todo apoio e investimentos para diversos setores do Campus Luiz Meneghel”, disse a reitora Fátima Padoan. Desde 2011, o Governo do Estado por meio do Fundo Paraná/SETI investiu cerca de R$24milhões na UENP. Entre as principais obras estão a construção de laboratórios e melhori-as na infraestrutura dos três campi, além da construção da Clínica de Odontologia em Jacare-zinho com recursos da Secretaria de Estado da Saúde (SESA), no valor de R$ 9,7 milhões. “Gostaria de agradecer todo o apoio do secretário João Carlos à UENP nesses últimos anos. Ressalto que o trabalho do secretário foi muito importante para (Da esq. para a dir) Fabiano Gonçalves Costa, Sérgio Roberto Ferreira, Éderson Sgarbi, Fátima Padoan, João Carlos Gomes, Fábio Neia Martini durante entrega de carros aos campi da UENP todas as conquistas da Universidade nesses quatro anos. Nossa gestão teve total apoio para realização de todos os pro-jetos, por isso nosso profundo agradecimento ao nosso amigo, conselheiro e secretário João Carlos Gomes”, finalizou a reitora. Durante o evento, os diretores dos campi, Éderson Marcos Sgarbi (Bandeirantes), Fábio An-tonio Neia Martini (Jacarezinho), e Sérgio Roberto Ferreira (Cornélio Procópio), destacaram as conquistas de cada campus e agradeceram ao apoio do secretário à Universidade. Partici-param também do evento os pró-reitores de Extensão e Cultura, Simone Castanho; de Pes-quisa e Pós-Graduação, Terezinha Esteves da Silveira Reis; de Planejamento, Bruno Galindo; de Recursos Humanos, Lucas de Oliveira Araújo; além de diretores de Centros dos três campi, professores, agentes universitários e alunos. (Da assessoria) Clínica de Odontologia da UENP inicia atendimento à comunidade A Clínica de Odontologia da UENP (Universidade Estadual do Norte do Paraná) realizou, neste mês de março, os primeiros atendimentos à comunidade. Com capacidade para tratamento do público infantil ao adulto, a Clínica possui estrutura para realizar 280 procedimentos odontológicos e 520 exames semanalmente. José Benedito da Silva Filho, de 38 anos, do município de Jacarezinho, foi o primeiro paciente da Clínica da UENP. Ele disse que procurou atendimento por estar com forte dor de dente. “Fiquei com dor por quatro meses mais ou menos. Quando vi que começou a piorar, tive que buscar uma solução”, conta. O senhor José foi encaminhado pelo Posto de Saúde e aprovou o trabalho realizado pelas graduandas do curso de Odontologia. “O atendimento está sendo ótimo. Às vezes você vai em alguns dentistas. Chega lá, ele só pede para você abrir a boca. Aqui eles perguntam, fazem uma radiografia completa de você. Tava precisando disso em Jacarezinho mesmo”, acentua. Pela qualidade e gratuidade, o senhor José pretende garantir acompanhamento odontológico à família inteira. “Quero trazer minha mulher e meus dois filhos de 11 anos e de 2 meses, para serem acompanhados pela Clínica. Fiquei bastante satisfeito”, disse. Quem realizou o primeiro atendimento pela Clínica da UENP foram as acadêmicas Giovanna Moretti, que atuou como operadora, e Fernanda Millan, que a auxiliou. Giovanna fala da emoção pela experiência. “Foi mágico, foi encantador. Esperamos muito por esse momento. É uma sensação inexplicável ter um paciente sentado na nossa cadeira, e a gente trabalhar pela primeira vez como (aprendiz de) cirurgiã dentista. Estou muito feliz”, partilha. Giovanna conta que antes do primeiro procedimento realizado no senhor José, foi preenchida uma Fixa de Anamnese, com dados sobre exames físicos intraorais, extraorais que ficarão arquivados na Clínica da Universidade. “Esse documento vai dizer tudo que foi feito, que já estava feito e que fizemos com aquele determinado paciente”, explica Giovanna. Para Fernanda, havia muita expectativa em relação ao atendimento. “A gente esperou muito por isso. Chegamos aqui e foi tudo que imaginávamos. Foi demais!”, resume. “Lógico que há dificuldades, principalmente para a gente que é a primeira vez. Alguns procedimentos podem demorar mais que o normal, mas nos preparamos para isso”, finaliza. Dona Regina Freitas Alves, de 55 anos, moradora de Jacarezinho, também foi uma das primeiras pacientes da Clínica. Com necessidades especiais em relação ao tratamento por realizar hemodiálise semanalmente, dona Regina necessitará de um acompanhamento bastante cuidadoso. “O dente meu já faz tempo que era para eu ter vindo fazer. Porque meu dente amoleceu, quebrou e ficou só a raiz. Quando foi ano passado, eu fui lá no postinho, a moça examinou minha boca e me deu uma cartinha. Daí levei no posto e demorou para me chamar. Eu fui, conversei, e o Posto me encaminhou para cá”, relata. Após os primeiros tratamentos recebidos, dona Regina aprovou. “Gostei do atendimento, foram bem atenciosas. Se continuar assim, está excelente”. Laura Camargo e Liciane Meire, que realizaram o atendimento à dona Regina, contam que a bagagem teórica oferecida pelo curso de Odontologia proporcionou segurança para realizar os procedimentos, embora o natural e esperado nervosismo. “Eu fiquei um pouco nervosa antes, porque muita coisa que você vê na teoria e não faz na prática, acaba não sedimentando. Principalmente atendimento a pacientes”, pondera Laura. “Mas o atendimento foi muito tranquilo porque ela é uma senhora muito querida. Foi muito gostoso – uma sensação muito boa”, complementa. Liciane destaca que, durante o procedimento, os estudantes puderam contar com a atenção dos professores, caso houvesse alguma dúvida. “Os professores nos deram todo auxílio que precisávamos”, disse. O professor José Sidney Roque, que acompanhou os atendimentos, explica que na primeira clínica foi realizado exame clínico radiográfico e uma triagem dos pacientes. Após a triagem, aqueles aptos a receber atendimento foram agendados para serem operados. De acordo com o professor, os alunos vão atuar sempre com a supervisão de três docentes, um responsável e dois assistentes. “Os professores vão orientar desde o exame clínico radiográfico até o planejamento cirúrgico pré, trans e pós-operatório. Vão acompanhar todo o procedimento”, disse Sidney. Também acompanhou os estudantes nos primeiros atendimentos o professor Mário César de Souza. Como ressalta o diretor da Clínica, João Lopes Toledo Neto, o atendimento odontológico prestado pela Universidade beneficiará o público infantil e adulto. Na Clínica, as crianças poderão receber atendimento de restaurações, estética, cirurgias, próteses removíveis, endodontia (tratamento de canal), periodontia (limpezas e cirurgias) e ortodontia preventiva. Já o paciente adulto poderá ser atendido também em procedimentos de restaurações, estética, cirurgias, periodontia (limpezas e cirurgias) próteses fixas / removíveis e endodontia. “O paciente terá duas formas básicas de chegar à Clínica para receber atendimento. Uma é direta, ligando no telefone da Clínica (43-3525-5162) e agendando. A outra é por meio da rede (Sistema Estudantes de Odontologia da UENP realizam primeiros atendimentos na Clínica da Universidade Único de Saúde) através do sistema Graduaceo – Centro de Especialidades Odontológicas”, comenta o professor João Neto. CONSTRUÇÃO - A Clínica Odontológica da UENP conta com três clínicas com 22 cadeiras cada (totalizando 66 equipamentos), anfiteatro, salas de aula, laboratórios e central de esterilização. A construção é o primeiro passo para a implantação do novo campus da universidade, em Jacarezinho.

GERAL BANDEIRANTES, QUARTA-FEIRA, 04 DE ABRIL DE 2018 - Edição 890 Estimativa de grãos no Paraná em 2018 é de 39 milhões de toneladas Esse volume, se consolidado, representa que a produção da safra 2017/18 está acima da média dos últimos quatro anos, que foi de 38 milhões de toneladas O Paraná deverá produzir neste ano de 2018 um total de 39 milhões de toneladas de grãos, considerando a segunda safra de milho e a safra de inverno que estão sendo plantadas. Esse volume, se consolidado, representa que a produção da safra 2017/18 está acima da média dos últimos quatro anos, que foi de 38 milhões de toneladas. Essa é a projeção da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento para este ano, divulgada nesta segunda-feira (02), cujo acompanhamento mensal passou a incorporar os resultados da safra de inverno que se inicia. O Departamento de Economia Rural (Deral) está estimando uma safra de cereais de inverno entre 3,9 e 4,0 milhões de toneladas se não ocorrer problemas climáticos graves. A safra de verão se encaminha para o final de colheita devendo atingir uma produção de 22,4 milhões de toneladas, e a segunda safra de milho deve contribuir com um volume esperado de 12,3 milhões de toneladas, também se o clima não atrapalhar. Para o secretário Norberto Ortigara, o Paraná está encerrando a colheita de sua safra de verão com um volume muito próximo à média que vem oscilando entre 20 e 22 milhões de toneladas desde a safra 2014/15, com exceção da safra 16/17 que contou com um clima extremamente favorável e proporcionou produtividades excelentes. “O olhar dos produtores e do setor público se voltam para a segunda safra de outono e a de inverno. A expectativa é conferir se a segunda safra de milho será consolidada em 12,3 milhões de toneladas e se a safra de feijão será de 400 mil toneladas, conforme a projeção do Deral para essas duas culturas no ano agrícola 2017/18”, disse o secretário. Segundo ele, uma vez definidas essas estimativas que dependem de clima, a conclusão de colheita da soja que está ocorrendo nos Campos Gerais e consolidada a produção de trigo e demais cereais de inverno, o Paraná deverá produzir volume correspondente a 18% ou 19% da produção nacional de grãos, que é a sua média histórica. “Isso significa que o setor agrícola paranaense continua olhando pra frente, investindo, acreditando no potencial do agronegócio paranaense, não só na questão grãos mas também na produção de proteínas, considerando que soja e milho também são proteínas”, acrescentou. (Da assessoria) Com uma população de 11,3 milhões de habitantes, o Paraná tem 23.661 médicos, o que resulta numa proporção de 2,09 profissionais por mil habitantes. São 67,7% de especialistas para 32,3% generalistas, o que dá uma razão de 2,10 especialistas para cada generalista. Os homens são 59,4% dos profissionais e as mulheres, 40,6%. A idade média dos profissionais é de 44,1 anos, com um tempo de formação médio de 18,4 anos. A maioria dos médicos (58,9%) tem até 44 anos. Os dados constam da pesquisa Demografia Médica 2018, realizada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), com o apoio institucional do Conselho Federal de Medicina (CFM) e do Conselho Regional de Medicina de São Paulo. O levantamento, coordenado pelo professor Mário Scheffer, usou ainda bases de dados da Associação Médica Brasileira (AMB, Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e Ministério da Educação (MEC). No Estado, a clínica médica concentra o maior número de especialistas (2.391), seguida pela pediatria (2.197), cirurgia geral (2.087), ginecologia e obstetrícia (1.746) e anestesiologia (1.619). As especialidades com menor número de especialistas são genética médica (13), medicina física e de reabilitação (21), radioterapia (42), patologia clínica (43), medicina esportiva (45). Na capital paranaense, moram 1,9 milhão de curitibanos, que são atendidos por 10.867 médicos, o que dá uma razão de 5,69 profissionais por mil habitantes, sendo que a proporção de médicos morando na capital é de 45,9%, o que mostra uma boa distribuição desses profissionais pelo interior do estado. Dos médicos que moram em Curitiba, 53,1% são homens e 46,9%, mulheres. Os especialistas são 71,5% e os generalistas, 28,5% dos médicos que atendem na capital paranaense. Para os Conselhos de Medicina, os números apresentados confirmam o equívoco do Governo, que tem defendido o aumento da população de médicos 09 Demografia Médica 2018 Paraná tem 2,09 médicos por mil habitantes Na avaliação dos conselhos de medicina, baixo número de profissionais decorre da falta de políticas públicas para fixação em munícipios mais distantes e regiões menos desenvolvidas como solução para resolver as dificuldades de acesso aos serviços de saúde no País. Pelos dados, esse crescimento, percebido em nível nacional nos últimos anos, não tem repercutido nas regiões mais distantes e menos desenvolvidas. Por outro lado, avaliam as entidades, a presença significativa de profissionais, como registrado em alguns estados e municípios, não tem sido suficiente para eliminar problemas graves de funcionamento da rede pública e de acesso aos serviços, decorrentes da falta de qualidade na gestão e da adoção de políticas públicas eficientes no setor. DADOS NACIONAIS - Para uma população de 207,7 milhões de pessoas, o Brasil tem hoje 452,8 mil médicos, o que corresponde a 2,18 médicos por mil habitantes. Os homens são maioria nessa profissão, 55,1%, enquanto as mulheres são 44,9%. Em 2010, data de realização da primeira demografia médica, as mulheres eram 41% do conjunto de profissionais. Na primeira Demografia Médica, os médicos generalistas correspondiam a 44,9%, contra 55,1% de especialistas. Agora, estes são 62,5, enquanto àqueles representam 37,5% dos profissionais. A razão entre especialistas e generalistas é de 1,66. Segundo o coordenador da pesquisa, Mário Scheffer, este aumento no número de especialistas se deve não só à melhoria na formação, como a um aperfeiçoamento na captura de dados nas bases dos conselhos regionais de medicina, Associação Médica Brasileira (AMB) e Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM). Em nível nacional, a clínica médica concentra o maior número de especialistas (42.728, o que corresponde a 11,2% do total), seguida pela pediatria (39.234, ou 10,3%), cirurgia geral (34.065, 8,9%), ginecologia e obstetrícia (30.415, 8%) e anestesiologia (23.021, 6%). A pesquisa não conseguiu localizar nenhum especialista em Emergência Médica, especialidade reconhecida recentemente e com poucos centros formadores. Em seguida, a especialidade com o menor número de especialistas é genética médica (305, ou 0,1%), radioterapia (734), cirurgia de mão (791) e medicina de esporte (827), que correspondem, cada uma, a 0,2% dos especialistas. Vale destacar que clínica médica é pré-requisito para 12 especialidades e cirurgia geral para 10. A idade média dos médicos é 45 anos, sendo que a grande maioria (49,8%) está na faixa etária entre 30 a 49 anos. O tempo de formado é de 19 anos. REGIÕES - Enquanto a média nacional é de 2,18 médicos por mil habitantes, na Região Norte ela é de 1,16. Para uma população de 17,9 milhões de habitantes, o que corresponde a 8,6% de brasileiros, trabalham nessa região, 20.884 médicos, o que dá 4,6% dos médicos brasileiros. O estado nortista com melhor proporção de médicos é o Tocantins, com 1,67 médicos por mil habitantes, já o menor é o Pará, com 0,97. Em seguida como pior distribuição de médicos está a região Nordeste, com 1,41 médicos por mil habitantes. Moram na região 80.623 médicos (17,8% do total de profissionais), para atender 57,2 milhões de nordestinos (27,6% da população). O estado nordestino com melhor proporção de médicos é Pernambuco (1,73) e o menor é Maranhão (0,87). A região Sul vem em seguida, com 2,31 médicos por mil habitantes. São 68.430 médicos (15,2%) para uma população de 29,6 milhões (14,3%). Não há muita diferença entre a melhor e a pior distribuição: a melhor distribuição é o Rio Grande do Sul, com 2,56, e o pior é o Paraná, com 2,09. Puxado pelo Distrito Federal, que tem 4,35 médicos por mil habitantes, o Centro- Oeste é a segunda região com melhor distribuição: 2,36. Nessa região, moram 15,8 milhões de habitantes (7,6% da população), que são atendidos por 37.536 médicos (8,3% desses profissionais). A pior distribuição é em Mato Grosso, que tem 1,63 médicos por mil habitantes. O Sudeste, que responde por 41,9% da população brasileira, com 86,9 milhões de habitantes, também concentra o número de médicos: são 244.304 profissionais, que representam 54,1% da comunidade médica, o que dá uma proporção de 2,81 médicos por habitantes. O melhor percentual é no Rio de Janeiro, 3,55, e o pior em Minas Gerais, 2,30. (Da assessoria)

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