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Alexandra Garcês “Ter ganhado o título de ‘Miss Queen Madeira’ foi uma experiência única” Nasceu na freguesia de Paúl do Mar e desde cedo se sentiu atraída pelo mundo dos concursos de beleza em que se aventurou com sucesso em 2017, quando venceu o ‘Miss Queen Madeira’. No concurso nacional, viu-lhe ser atribuída a faixa de ‘Miss Top Model Portugal’. A moda é uma paixão assim como a sua profissão de cabeleireira. Quisemos saber tudo sobre os concursos em que participou Alexandra Garcês nesta entrevista a que a própria nos respondeu por escrito. • Dulcina Branco • Fotos: UpFashion Agency (Gary Rodrigues). 24

Quem é a Alexandra Garcês e como aconteceu a sua participação no ‘Miss Queen Madeira 2017’? Nasci num berço humilde mas rico em valores. Cresci numa família que me educou e me preparou para a vida. Fui uma criança feliz rodeada de amigos. Aos 19 anos, tirei o curso de cabeleireira e que é a minha profissão. Tenho duas paixões que me completam: a minha profissão e a moda. Para além de cuidar dos cabelos das pessoas, gosto de desfilar e tenho jeito para o design de moda. Então, sempre me atraiu o mundo da moda e todo o glamour que envolve. Nos últimos anos, estive a acompanhar nas redes sociais os concursos de beleza que se fazem em Portugal, o que acabou por me despertar o interesse em participar num deles. Aproveitando o casting realizado na Calheta, decidi tentar e passei no casting. Como é que viveu a experiência de ter ganhado o concurso regional e viveu a experiência no continente, representando a Madeira? Ter ganhado o título de “Miss Queen Madeira 2017” foi uma experiência única e enriquecedora. Além desse título, conquistei ainda as faixas de “Miss Simpatia” e “Miss Popular”. A sensação de ter ganhado a coroa foi indescritível. Recebi-a com muita emoção. Participar no “Miss Queen Portugal” foi importante por várias razões. Para além de ser uma experiência nova para mim, vi neste concurso uma oportunidade de dar voz a causas sociais e ambientais, por ser algo que sempre quis fazer mas não sabia como, e o concurso ajudou-me a orientar-me nesse sentido. Outro motivo foram as vantagens que posso retirar do concurso em termos de visibilidade, pois pode abrir portas para trabalhos a nível profissional. Desde que ganhei o concurso regional, não parei para descansar, principalmente porque tive de me preparar arduamente para a gala final. Representar a Região Autónoma da Madeira foi, para mim, um orgulho e uma honra. Na gala final, trouxe para a Madeira a faixa de ‘Miss Top Model Portugal’. Como é que se sentiu? Independentemente do resultado, senti-me confiante pois o meu objetivo sempre foi dar o melhor de mim sem querer ser melhor do que ninguém. Foi um trabalho exaustivo mas gratificante. A faixa “Miss Top Model Portugal” é um dos títulos mais importantes do concurso e ter ganhado este título foi, de facto, um dos momentos mais marcantes para mim pois foi o reconhecimento de todo o trabalho desenvolvido. Julgo que me destaquei dentre 29 rainhas da beleza pela minha atitude positiva, boa desenvoltura em palco e o meu empenho, muito graças ao apoio incondicional da minha família, dos meus amigos e de todas as pessoas que, mesmo sem me conhecer, torceram sempre por mim. Atendendo a toda a experiência que retira do concurso “Miss Queen Portugal”, que conselhos dá a quem se quer candidatar a uma iniciativa do género? Para participar num concurso desta envergadura é preciso termos já uma certa maturidade emocional, é preciso termos o sentido de responsabilidade bem desenvolvido e uma mente minimamente preparada para assumirmos um compromisso. O meu conselho é que tentem encontrar um equilíbrio entre as vossas expetativas e o potencial que realmente têm, inscrevam-se quando se sentirem preparadas e não porque acham que vão conquistar a fama. O mundo das misses é muito competitivo, e muito violento até, quando nos deixamos afetar pela derrota pois a nossa autoestima é destruída. Achamos logo que não somos bonitas nem altas o suficiente para triunfar. O que não é verdade. Não precisamos de ser perfeitas para vencer na vida. Devemos encarar este tipo de concurso como um desafio e, independentemente do resultado, devemos nos valorizar sempre sem nunca nos esquecermos das nossas origens. O que tem feito depois do concurso? - O concurso “Miss Queen Portugal 2017” já passou mas o trabalho como “Miss Queen Madeira” continua ao nível de desenvolvimento de projetos, a exemplo do programa de intervenção educacional, voltado para as escolas da região e que arrancou no ano letivo 2017/2018. Entretanto, comecei a colaborar na Upfashion que foi uma agência que viu em mim potencial e tem feito uma boa promoção da minha imagem. Sei que aqui na Madeira não há um mercado estável no mundo da moda, por isso, prefiro encarar a carreira de manequim meramente como um “hobbie”. Não sei o que o futuro me reserva mas pretendo continuar a exercer a minha profissão a tempo inteiro, quem sabe um dia abrir o meu próprio salão de cabeleireiro e internacionalizar a minha marca. Paralelamente à minha profissão, gostava de poder desenvolver as minhas competências na área da moda e dar asas ao projeto educativo que estou a desenvolver. •• 25

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