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dissertação parcial r1 11042018 formatacao igor rev02

TÍTULO DA HORA COM

TÍTULO DA HORA COM MUITAS LINHAS! . As verticalizações das regiões centrais só aumentaram, porém a especulação imobiliária agia de maneira insistente, fazendo com simultaneamente, as classe menos favorecidas fossem obrigadas a se distanciar do centro, e consequentemente das atividades culturais e sociais que ali existiam, em direção às periferias, essas, sempre carentes de equipamentos e de estrutura urbana de modo geral. O processo de verticalização, no entanto, teve como cliente prioritário as classes médias abastadas e capazes de se endividar. Os pobres prosseguiam com seu processo de aquisição de lotes ilegais e longínquos, comprados dos loteadores clandestinos. A formação da periferia, lamentavelmente, prosseguia aceleradamente. (SOUZA, 2004. P. 547) O crescimento acelerado da cidade e de seus novos edifícios não aconteceu de maneira homogênea, e eventualmente faziam com que as desigualdades só aumentassem, assim como sua numerosa população. Enquanto os edifícios cresciam, aumentava também o número de pessoas que habitavam cortiços insalubres nas regiões próximas às indústrias, já que as questões de déficit habitacional eram antigas conhecidas da capital, mas se tornaram alarmantes durante o período de intenso crescimento industrial. Mas as opções para os operários não eram muito tentadoras, e se resumiam em cortiços super lotados e insalubres próximos aos locais de trabalho, ou habitações precárias nas periferias da ◊ 100 ◊

São Paulo: a metrópole do “pogréssio” cidade. Pontos esses que sofriam com o constante número de enchentes em regiões de várzea e onde o serviço público não alcançava. E nesse sentido, parecia que nem a iniciativa privada, nem a esfera pública conseguiam coordenar o desenvolvimento da própria cidade de modo que nenhuma parcela do espaço nem de sua população ficassem de fora. Saes (2004) compreende que situações precárias de habitação às quais muitos trabalhadores e imigrantes estavam submetidosseriam consequência do modo como a industrialização nacional foi tratada historicamente, e como a migração massiva pode ter não ter encontrado destino certo em todas as indústrias de São Paulo, acabando por engrossar o processo de marginalização urbana. Ainda segundo Saes (2004), no início dos anos de 1970 já se admitia a existência de cerca de 540 favelas na capital, formadas ao lado de mansões e grandes casarões. O autor ainda compreende que tais situações precárias de habitação seriam consequência do modo como a industrialização nacional foi tratada historicamente, e como a migração massiva pode ter não ter encontrado destino certo em todas as indústrias de São Paulo, acabando por engrossas o processo de marginalização urbana. ◊ 101 ◊

Formatação: Guilherme Augusto Pinotti - COPEN
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