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dissertação parcial r1 11042018 formatacao igor rev02

TÍTULO DA HORA COM

TÍTULO DA HORA COM MUITAS LINHAS! A indústria cultural paulistana evidenciava a pluralidade cultural da metrópole através das diversas manifestações e produções durante o período. Segundo José Geraldo Vinci de Moraes: O movimento da cultura musical paulistana construído entre o final do século XIX e as primeiras décadas do século XX apresentou um quadro de múltiplas características. Se, de um lado a música culta de tradição europeia criou suas instituições e lutou muito para construir a de “perfil nacional”, de outro, uma extensa e crescente estrutura de difusão da música popular ergueu-se baseada nas transições e fusões entre as tradições musicais das festas populares religiosas/profanas rurais – por onde eram veiculadas as tradições caipiras – a cultura negra africana e a dos imigrantes (principalmente italianos), apontando para certo cosmopolitismo característico da Cidade. (MORAES, 2004. P.614) Transformações no cenário urbano alcançavam os meios de comunicação e difusão cultural. Tais mudanças resultaram em alterações nos valores da produção cultural e o modo como se tornaram “produção” de fato. Isso gerou grande ambiguidade dentro do cenário musical popular, pois enquanto, como modelo de produção havia a necessidade de enquadramentos e regras que geravam uma massificação do consumo, por outro lado também foi possível que muitos artistas populares se afirmassem como tal e conseguissem certa divulgação e profissionalização que até então era impossível imaginar. A indústria fonográfica e a grande radiodifusão ◊ 122 ◊

São Paulo: a metrópole do “pogréssio” fizeram com a música popular deixasse de ser símbolo de marginalidade e característico de determinados grupos excluídos da sociedade para alcançar as lojas de discos e as rádios de todas as residências. Silva (2011) fala em sua tese sobre o conceito de urbanização do samba. Muitas festas que eram consideradas profanas na cidade foram se transformando e se tornando o samba da primeira metade do século. Ele discorre da urbanização do samba como o processo onde as práticas do samba acontecem na cidade e como elas vão se transformando ao longo dos anos e de acordo com as mudanças do próprio cenário urbano. Nesse sentido ele consegue identificar espaços de sociabilidade dos sambistas e de seus públicos. O autor ainda compreende como é possível interpretar as transformações da cidade através de uma leitura dos sambas – principalmente no que diz respeito à parcelas da população que mais se identificavam com o estilo musical, que acabou avançando para outros campos da vida social urbana – sendo possível obter um olhar mais sensível, ou ao menos, diferente, da historiografia que trata apenas de urbanização e urbanismo com caráter científico. ◊ 123 ◊

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