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Almanaque2

Almanaque número 2, com o conteúdo completo das edições nº 7 a nº 12 da Revista Mensal Peripécias Contendo as Seções Destaques, Túnel do Tempo, Sociais, Turismo, Literatura, Sala de Leitura, Teatro, Arte, Personalidades, Poesias, Atualidades, do Fundo do Baú, Fotografia, Formaturas, Humor, Culinária, Esportes, Curiosidades, Aniversariantes, Classificados, Biblioteca, História de Família e Espaço do Leitor.

chaleira no fogo, um

chaleira no fogo, um franguinho pego no quintal para fazer uma canja para a parturiente, após o nascimento. Fosse a hora que fosse, de dia de madrugada etc. A foto acima foi na Ilha Terceira em 1938 Dona ZILAH, por vezes dormia lá em que se fizeram prementes durante a casa aguardando a chegada do novo Segunda Guerra Mundial e os membro da família. Minha mãe hábitos, perduraram por algum estava sempre pronta para os trabalhos de apoio e logística. Tem tempo. O Nilson ia de carro apanhar em casa a D. Edith, sogra dele, para frango, ou galinha nova no participar também do evento da galinheiro? Naquele tempo quase todas as casas que tinham um quintal, faziam um galinheiro, para subsistência, de carne de galinha, ovos frescos etc.Foram situações realização do parto. Francisquinha ficava alegre e satisfeita, mais um neto ou neta para aumentar a família. Sempre foi muito bem acolhida pela

família de meu pai. E Francisquinha sempre gostou muito de todos os primos, que eram além de primos cunhados de meu pai do primeiro casamento. Uma vez perguntei ao tio Chiquinho, por que ele chamava minha mãe de madrinha. Ele me respondeu que Deolinda a primeira esposa de meu pai era madrinha de Batismo dele, juntamente com Francisco. Em consequência do falecimento dela e do casamento de Francisco com Francisquinha, ele passou a considerá-la como madrinha, uma vez que gostava muito dela. E sei que a recíproca era verdadeira. Minha mãe chamava a avó Maricota de Tia Maricota e se davam muito bem. Quanto a família do tio Manoel, o entrosamento era bem acentuado, até porque a tia Maria esposa do tio Manoel, era prima de minha mãe, por parte de pai. Por tudo isso e muito mais fatos que se contar dá um livro, homenageio minha mãe, nesse mês de abril, a D. Francisquinha do Maracanã, como a chamava sua irmã Paulina, quando aqui esteve no Brasil. Como faço toda noite ao deitar, peço à sua Benção minha mãe, tenho certeza que está num bom lugar, e cuidando de nós sempre que tem oportunidade e permissão.

Almanaque nº 1
Peripecias 11
Peripécias 12