Views
2 months ago

Almanaque2

Almanaque número 2, com o conteúdo completo das edições nº 7 a nº 12 da Revista Mensal Peripécias Contendo as Seções Destaques, Túnel do Tempo, Sociais, Turismo, Literatura, Sala de Leitura, Teatro, Arte, Personalidades, Poesias, Atualidades, do Fundo do Baú, Fotografia, Formaturas, Humor, Culinária, Esportes, Curiosidades, Aniversariantes, Classificados, Biblioteca, História de Família e Espaço do Leitor.

OS MIL KM DE BRASÍLIA

OS MIL KM DE BRASÍLIA Colaboração: Luiz Fernando Lapagesse Alves Corrêa Os “Mil Quilômetros De Brasília” é, juntamente com as Mil Milhas, os 500 Km de Interlagos e as 12 Horas de Porto Alegre, uma das provas mais tradicionais do automobilismo Brasileiro. O evento começou a ser idealizado na época da inauguração de Brasília e a escolha do percurso de mil quilômetros se deve à distância aproximada entre a antiga e a nova Capital da República. brasileiro de velocidade, que foi disputado naquele ano. Nesse período, que se prolongou até 1970, as provas foram disputadas por veículos de Turismo, Grã- Turismo e Protótipos, conforme previam os regulamentos técnicos e desportivos da época. A partir de 1971 foi proibida a realização de corridas de automóveis nas ruas de Brasília e assim, os Mil Quilômetros somente voltariam a ser disputados em 1974, depois da inauguração do autódromo, com veículos de Turismo que tinham um pequeno nível de preparação. Na sua primeira edição, realizada em 1962, a prova foi vencida pelo FNM 2000 JK pilotado pelos paulistas Antônio Carlos Aguiar e Antônio Carlos Avallone e contou com a estréia da equipe Willys em competições, com Interlagos. De 1963 a 1965 a prova teve duração de 12 horas e não de mil quilômetros, critério que voltou a ser usado a partir de 1966, quando a prova abriu o primeiro campeonato A partir de 1983 a prova Mil Km de Brasília passou a fazer parte do calendário do recém-criado Campeonato Brasileiro de Marcas e Pilotos, situação que permaneceu até 1985, quando estas provas deixaram de fazer parte do calendário nacional.

BODAS NILSON E EDINA Colaboração: José Geraldo de Almeida Corrêa O comerciante Nilson Simões Alves Corrêa e a professora Edina Alves de Almeida, são os protagonistas de uma história que permanece viva em nossos corações. Nilson, filho de Francisco Alves Martins Corrêa e Francisca Menezes Simões Corrêa, estudava no Colégio Vera Cruz na rua São Francisco Xavier. Edina, filha de Nilo Máximo de Almeida e Edith Alves de Almeida, estudava no Instituto de Educação, na rua Mariz e Barros. Em 07 de abril de 1940 num piquenique promovido pelo Centro Espírita que os pais deles frequentavam, os jovens se conheceram e o destino conspirou para que vivessem uma maravilhosa história de cumplicidade e amor. Não demorou para Nilson no dia 11 de abril de 1940 quando Edina passava pelo Colégio pediu para um amigo entregar um bilhete para Edina perguntando se ela era comprometida. Então tudo começou após Nilson ter ido falar com a mãe dela. No início o namoro era às escondidas porque Edina temia que seus irmãos Nilton e Nilson não aprovassem o relacionamento. O tempo passou e os três se tornaram grandes amigos.

Almanaque nº 1
Peripecias 11
Peripécias 12