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Almanaque2

Almanaque número 2, com o conteúdo completo das edições nº 7 a nº 12 da Revista Mensal Peripécias Contendo as Seções Destaques, Túnel do Tempo, Sociais, Turismo, Literatura, Sala de Leitura, Teatro, Arte, Personalidades, Poesias, Atualidades, do Fundo do Baú, Fotografia, Formaturas, Humor, Culinária, Esportes, Curiosidades, Aniversariantes, Classificados, Biblioteca, História de Família e Espaço do Leitor.

Personalidade: Cely

Personalidade: Cely Maria Brito Corrêa Nunes Colaboração: Myriam Brito Corrêa Nunes Reproduzimos reportagem publicada na revista Manchete. Cely Maria formou-se em Engenharia e foi trabalhar no início dos anos 70 na construção da Ponte Rio-Niterói e era a única mulher engenheira trabalhando no empreendimento. E comandava uma equipe de quase 200 homens! Naquela época era muito incomum a presença de mulheres em algumas profissões, Cely foi uma pioneira e a Revista Manchete dedicou uma reportagem sobre o assunto.

FRANCISCO ALVES MARTINS CORRÊA Colaboração: Antônio Carlos Lapagesse Alves Corrêa Meu avô Francisco (Chico) nasceu na Ilha Terceira – Açores, em 2 de janeiro de 1887 e estaria completando 131 anos este mês. Quando tinha 13 anos embarcou num vapor, vindo da Ilha Terceira para o Brasil onde chegou em setembro de 1900, para trabalhar com seu tio Antônio Alves Corrêa (meu bisavô) que tinha vindo para o Brasil em 1876. Trabalhou com o tio em diversos estabelecimentos comerciais, sendo que logo que chegou ao Brasil, durante a noite, juntava as cadeiras do restaurante onde trabalhava para dormir, até quitar a dívida que assumiu com meu bisavô para pagar a passagem de vinda. Trabalhou também no “Hotel Cruzeiro do Sul” na Praça da República, consolidando sua atividade de comerciante, e nessa época enamorou-se de sua prima Deolinda, a filha do proprietário do hotel, meu bisavô Antônio Alves, com quem acabou casando em 1912 e a lua de mel foi em Portugal, na Ilha Terceira, onde nasceu o primogênito “Antoninho”, meu pai, em 30 de janeiro de 1913. Retornaram ao Brasil e dois anos depois nasceu o segundo filho do casal Waldemiro, que faleceu poucos dias depois de nascer. Logo depois, vítima de pneumonia, faleceu sua esposa Deolinda, minha avó, com pouco mais de 20 anos. Meu avô permaneceu viúvo por 6 anos e retornou a Portugal, levando consigo meu pai Antoninho, então com 8 anos. Na Ilha Terceira, meu avô Chico conheceu e cortejou Francisca Menezes Simões com quem casou em 1922. Ao retornar, meu avô tornou-se sócio de outro empreendimento, o “Ao Lunch da Moda” e foi comprando a parte do Hotel que pertencia ao meu bisavô acabando sócio majoritário do Hotel Cruzeiro do Sul. Meu avô Chico, a “Vó Francisquinha” e meu pai moraram na Rua D. Zulmira 50, onde nasceram a tia Nilda em 2 de novembro de 1922 e o tio Nilson em 27 de março de 1924. Posteriormente mudaramse para a rua Santa Luiza 145, onde nasceram a tia Neuza em 28 de agosto de 1926 e Jeremias, em 20 de maio de 1930 que faleceu com pouco mais de um ano. Em 1934 mudaram-se para a rua Santa Luiza, 90, onde nasceram em 30 de novembro de 1935 (dia do casamento dos meus pais), o sétimo filho de Francisco que também recebeu o nome de Jeremias e o caçula, tio José Francisco, em 25 de janeiro de 1941. Meu avô Chico faleceu em 21 de junho de 1946, eu não era nascido ainda. A história completa do meu avô Chico e outras estão na Coletânea “A Família Corrêa” vide pag. 23 – Seção Biblioteca

Almanaque nº 1
Peripecias 11