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Almanaque2

Almanaque número 2, com o conteúdo completo das edições nº 7 a nº 12 da Revista Mensal Peripécias Contendo as Seções Destaques, Túnel do Tempo, Sociais, Turismo, Literatura, Sala de Leitura, Teatro, Arte, Personalidades, Poesias, Atualidades, do Fundo do Baú, Fotografia, Formaturas, Humor, Culinária, Esportes, Curiosidades, Aniversariantes, Classificados, Biblioteca, História de Família e Espaço do Leitor.

Lembramos aos nossos

Lembramos aos nossos leitores que as publicações da Editora “PERIPECIAS” podem ser solicitadas gratuitamente através do e-mail da redação: peripecias2017@gmail.com. A FAMÍLIA CORRÊA 208 páginas Pelos idos de 1700 a 1800 muitos portugueses que habitavam os Açores começaram a rumar em direção à nova nação livre e independente – o Brasil – que, além das suas riquezas e produções, continuava a partilhar com a terra de origem dos embarcados a língua, a religião e os costumes, tornando-se o “El Dorado” brasileiro, território de acolhimento para nossos patrícios. Este é o relato da história da família Alves Corrêa, uma extensa, exaustiva e divertida pesquisa sobre a origem, descendentes, fatos e “causos” pitorescos desta grande família com riqueza de detalhes e um tributo a esses corajosos e ousados aventureiros. Trabalho realizado em parceria por Antônio Carlos Lapagesse Alves Corrêa e José Francisco Simões Corrêa

Lá pelos idos de 1934, Antoninho (Antônio Alves Corrêa Netto), retirou o seu automóvel FORD TUDOR SEDAN 0 KM – Placa 17-781 - na agencia e levou a noiva Mariazinha e “Dona Pequetita”, sua futura sogra, para um passeio até o Méier. Empolgado, querendo impressionar a noiva e a futura sogra, “pilotava” o carro seguindo os trilhos do bonde, evitando a trepidação da rua 24 de maio que era de paralelepípedos, mas acabou perdendo o controle do automóvel, indo de encontro a um poste. Um policial, que estava nas proximidades, comentou achar que o poste estava mal posicionado e que a rua tinha um buraco aberto pela Cia de Águas e Esgotos... Indignado, Antoninho foi à delegacia prestar queixas sobre o buraco, com a pretensão de receber uma indenização da Prefeitura, além do ressarcimento pelas avarias que seu carro sofrera... Pouco depois, precisou telefonar para seu tio Chiquinho pedindo que pagasse a fiança, pois estava detido por dirigir sem ser habilitado. E ainda teve que pagar à Light por um poste novo! Repetiu a façanha anos depois em Piratininga, quando depois de uma “rodada” espetacular “atropelou” com seu Maverick por um poste da estrada Francisco da Cruz Nunes. Depois do incidente cuidou de tirar sua carteira de habilitação.

Almanaque nº 1
Peripecias 11