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Almanaque2

Almanaque número 2, com o conteúdo completo das edições nº 7 a nº 12 da Revista Mensal Peripécias Contendo as Seções Destaques, Túnel do Tempo, Sociais, Turismo, Literatura, Sala de Leitura, Teatro, Arte, Personalidades, Poesias, Atualidades, do Fundo do Baú, Fotografia, Formaturas, Humor, Culinária, Esportes, Curiosidades, Aniversariantes, Classificados, Biblioteca, História de Família e Espaço do Leitor.

A HISTÓRIA DOS

A HISTÓRIA DOS CELULARES A história começa em 1888, quando o físico alemão Heinrich Hertz transmitiu pela primeira vez códigos sonoros pelo ar, o que possibilitou não somente o desenvolvimento dos rádio transmissores, como também a primeira ligação telefônica intercontinental em 1914. Em 1956 a Ericsson, então, resolveu unir todas as tecnologias desenvolvidas anteriormente e finalmente criar o celular, chamado de Ericsson MTA (Mobilie Telephony A). O aparelho só era móvel se fosse levado em um carro, porque pesava quase 40 quilos, e o custo de produção também não facilitava sua popularização. Seis anos mais tarde os telefones celulares começaram a funcionar no Japão e na Suécia. Nos EUA, apesar de ser o país sede da invenção, o funcionamento só começou em 1983, 10 anos depois de sua apresentação. Alguns anos se passaram até que em abril de 1973 a Motorola, concorrente da Ericsson, lançasse o Motorola Dynatac 8000X, um verdadeiro celular portátil (para a época), com 25 cm de comprimento e 7 cm de largura, pesando “apenas” 1 quilo e com uma bateria que durava 20 minutos. Na década seguinte ficou muito popular no Brasil o Motorola PT-550 (acima), vendido inicialmente no Rio de Janeiro e logo depois em São Paulo. O aparelho já era bem mais compacto.

ENCONTRAM UM “IPHONE” EM UM QUADRO DO SÉCULO XIX Uma mulher caminhando pelo campo, concentrada em um pequeno objeto retangular preto que sustenta entre as mãos. Se a cena tivesse lugar hoje, sem dúvida pensaríamos que a personagem simplesmente passeia olhando seu smartphone. O problema é que o quadro foi pintado em 1860. O quadro é intitulado "A esperada" ("The Expected One") e está exposto no museu Neue Pinakothek de Munique. Não é necessário dizer que a protagonista de "Expected One" não está vendo sua mais recente foto no Instagram em seu iPhone X nem em um Galaxy Note 8. O quadro é obra do pintor austríaco Ferdinand Georg Waldmüller e foi pintado em uma época em que nem sonhavam com celulares, o que mais de um já suspeita, em função do rosário pendurado das mãos da personagem. O que a esperada leva nas mãos é um missal, um pequeno livro litúrgico que contém todas as cerimônias, orações e rubricas para a celebração da missa católica.

Almanaque nº 1
Peripécias 12