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Revista Nossos Passos Abril

revista nossos passos edição abril

20 para um risco maior

20 para um risco maior de desenvolver essas doenças, como o Infarto agudo do miocárdio e o acidente vascular cerebral, tão temidas pela população. Sabemos que alguns desses fatores não temos como mudar: idade, sexo, história de doença cardíaca na família. Devemos então trabalhar a mudança nos fatores que podemos modificar: fumo, alimentação inadequada, obesidade, estresse e a falta de exercícios físicos. O sedentarismo, atualmente, aparece como um dos principais responsáveis por problemas no coração, aumentando as chances de doenças coronarianas, acidentes vasculares cerebrais (AVC) e hipertensão arterial sistêmica, por exemplo. No último dia 10 de março foi comemorado o Dia Mundial de Combate ao Sedentarismo, data criada pela OMS - Organização Mundial de Saúde, para destacar a importância de práticas saudáveis entre a população. Uma atividade física regular com duração de 30 minutos diários é capaz de auxiliar no controle da hipertensão, melhorar a taxa glicêmica do sangue, aumentar o colesterol bom (HDL) e reduzir o ruim (LDL), além de controlar o peso do indivíduo. Praticar esportes ainda diminui o estresse e a ansiedade. Quando o objetivo é promover a saúde, não há motivos para que o indivíduo chegue sempre ou quase sempre ao seu limite máximo. Isso é válido tanto nos exercícios aeróbicos como naqueles não aeróbicos, especialmente quando não monitorado ou supervisionado presencialmente por um profissional da saúde capacitado para tal. Embora signifique qualidade de vida, os exercícios diários nunca devem ser praticados em excesso. Lesões nos joelhos, nos pés, nos ombros, em articulações e até mesmo no coração podem ocorrer, caso a pessoa não esteja atenta aos exageros. Os treinos devem começar de forma leve e evoluírem gradativamente, conforme o corpo responde ao esforço. Não é recomendado que, logo no início, seja feito esforço além da capacidade do iniciante, pois são em momentos como este que a pessoa pode se sentir mal, ter arritmia, dores no peito e, em casos mais sérios, até sofrer um infarto. Nunca se esqueça: antes de começar a praticar qualquer modalidade esportiva, é imprescindível que seja feito um check up rigoroso com um cardiologista para que todo o sistema cardiovascular seja examinado. Só com essa análise é possível ter certeza de que o corpo da pessoa está apto ao esforço ao qual será submetido durante a prática.

NOSSOS PASSOS 21 A CLÍNICA PSICANALÍTICA COM CRIANÇAS Quando trabalhamos com crianças na clínica, devemos atender também a família, especialmente os pais, e “entender” a dinâmica familiar. Temos que conhecer o contexto da criança e um pouco de sua história. No texto “Notas sobre a criança” (Outros Escritos- pág. 369), Lacan diz que “ o sintoma da criança pode representar a verdade do casal parental”. Muitas vezes, o sintoma da criança está relacionado ao que há de sintomático na estrutura familiar. Porém, não podemos esquecer que o paciente é a criança. É ela que tem que ser escutada prioritariamente. É importante também deixar claro para criança que tudo o que ela fizer ou falar nas sessões ficará entre nós e não será exposto. Ela precisa estar implicada no tratamento. Ela deve saber e querer. Na clínica devemos acolher o desejo da criança. Ela tem que ser vista como sujeito. A mãe deve ser acolhida sim, mas com cuidados. Algumas vezes, a demanda é só da mãe e não da criança. Sendo assim, quem deverá ser tratada será apenas a mãe. Precisamos ouvir os pais tanto na 1ª entrevista quanto ao longo do tratamento. É importante que eles “autorizem” o tratamento do seu filho. As sessões com criança devem ser lúdicas, pois ela vai se expressar através da brincadeira, desenhos, modelagens, diálogos, etc. Para psicanálise o “Brincar” é estrutural. Brincando, desenhando, dramatizando, ela vai elaborando suas questões e mostrando para o analista o que está acontecendo e o que a incomoda. Assim, ela vai conseguindo lidar melhor com suas angústias, seus medos, seus desejos. Com a colaboração da responsabilidade que transfere para o analista, ela vai elaborando seus conflitos e liberando suas pulsões ambivalentes. No desenho, a criança se retrata, pois, pode se ver em partes do desenho. Cabe ao analista ajuda-la perguntando, por exemplo: “Onde você está? ” ou “Onde você estaria neste desenho?” Assim ela vai interagindo com o outro. O desenho é um tipo de linguagem diferente da linguagem falada. “ O desenho é uma estrutura do corpo que a criança projeta e com a qual articula sua relação com o mundo. Quero dizer que, através do desenho a criança espaço-temporaliza sua relação com o mundo”. (A criança do Espelho – Françoise Dolto) Enfim, não existe contraindicação em tratar uma criança na clínica psicanalítica, pois quanto mais cedo tratarmos uma neurose, mais evitaremos futuras complicações. Mesmo sendo curto, o tratamento costuma trazer resultados futuros positivos. A criança ficará menos vulnerável aos futuros desafios, mesmo que nem tudo de sua primeira infância tenha sido eliminado. Ela estará mais fortalecida para enfrentar os desafios que virão. Na nossa Paróquia realizamos atendimento social com crianças, adultos e adolescentes. Os interessados deverão passar pela Triagem que acontece nas quartas-feiras, de 9h às 11h, na sala B5 do Centro Social. >>Luciana Medicis Psicóloga e psicanalista CRP : 9967

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