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Revista +Saúde - 10ª Edição

NEVE + VINHO EM SANTIAGO

NEVE + VINHO EM SANTIAGO COMBINAÇÃO PERFEITA, FRIOZINHO + NEVE + TAÇA DE VINHO. Quer viver essa expeiência? Vamos conosco para Santiago no Chile, com visita ao Valle Nevado. Incluso no pacote: Aéreo saindo de São Paulo 7 noites de hospedagem em hotel 4* *Excursão ao Valle Nevado *Excursão a Vinicula Concha Y Toro *Excursão a Vinã del Mar *Transfer *City tour DATA DA SAÍDA 19/07 RETORNO 00/07 A partir de 9X de R$ 459,75 ou à vista R$ 4.137,32 116, Igor de Paula Xavier 64 9.9909.8484 igor.paula.xavier Itumbiara-GO | Uberlândia-MG Vagas limitadas. Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio. Preço referência por pessoa em apartamento duplo.

PTERÍGIO PTERÍGIO Por ser muito frequente em nossa região, é muito difícil encontrar quem não possua um amigo, um parente ou conhecido que apresente um pterígio em um dos olhos. O pterígio é definido como uma neoformação fibrovascular da conjuntiva, que se projeta superficialmente em direção ao centro da córnea. Traduzindo, é uma alteração da conjuntiva (camada mais superficial da “parte branca” do olho), que de forma anormal apresenta vasos e fibrose que se dirigem ao centro da córnea. É a popular “carninha no olho”, que é muito confundida pela população leiga com a catarata, que não é a mesma coisa. A catarata é a perda da transparência de uma lente interna do olho chamada cristalino, que ao contrário do pterígio, não é esteticamente perceptível em seus estágios iniciais. O pterígio pode acometer apenas um olho ou ambos, sendo mais frequente do lado mais próximo do nariz (conjuntiva nasal). A causa do pterígio não é cientificamente comprovada, porém há uma forte evidência de que um dos principais estímulos ao seu crescimento seja a exposição à radiação ultravioleta (solar). Por isso é mais comumente encontrada em trabalhadores rurais, pescadores, garis, pedreiros, etc. Áreas geograficamente mais quentes também possuem uma prevalência maior se comparadas com áreas mais frias. Outro fator de risco importante são as irritações oculares crônicas, decorrentes de poluição, poeira, ressecamento, processos alérgicos, etc. O fator familiar também pode ser considerado, já que alguns estudos sugerem hereditariedade com herança autossômica dominante. O pterígio pode aparecer em qualquer fase da vida, sendo raro em crianças, podendo estacionar seu crescimento em qualquer fase e podendo tornar a crescer novamente em qualquer tempo. Os sintomas são: • Baixa de visão por alteração da curvatura corneana ou por opacidade; • Ardores; • Lacrimejamento; • Alteração estética; • Prurido (coceira); • Fotofobia (sensibilidade a luz); • Limitação de movimentos oculares; O tratamento nos casos iniciais, onde não há comprometimento da visão ou da estética, tendo apenas sintomas leves, é basicamente com colírios lubrificantes e compressas frias. Nos casos de sintomas mais severos, onde há acometimento visual, ou o resultado estético precisa ser melhorado; há a necessidade de intervenção cirúrgica. O número de técnicas cirúrgicas para a retirada do pterígio é gigantesco, podendo ser associada ou não a terapias chamadas antimitóticas, para reduzir o risco de recidiva. A técnica de melhores resultados e menor risco de reaparecimento, considerada “padrão ouro”, é a técnica de remoção com transplante autólogo de conjuntiva. Nesta técnica, que utilizo em 100% de meus pacientes, retira-se uma área de conjuntiva sadia de formato retangular da área superior do olho (que fica sob a pálpebra mesmo com o olho aberto) e fixa-se na área branca que havia ficado desnuda (após tirar o pterígio), podendo a fixação ser feita com pontos ou cola biológica. A cirurgia é feita com anestesia em forma de colírio, onde o paciente permanece acordado durante o procedimento. É um procedimento rápido, indolor e relativamente seguro, sendo muito raras as complicações. O pós-operatório é bastante tranquilo, sendo um pouco doloroso apenas o primeiro dia, porém o paciente usará em casa medicamentos analgésicos e colírios antibióticos e antiinflamatórios que amenizam o desconforto. Outro fator que ameniza muito o desconforto é o fato de poder ser retirado o curativo oclusivo de forma bastante precoce (ao chegar em casa após sair do hospital), pois a córnea será protegida com uma lente de contato terapêutica. Dr. Thiago Berlingeri Riva CRM/GO: 12.598 ,117 MAIS INFORMAÇÕES CONSULTE NOSSO GUIA NAS PÁGINAS 06 E 07

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