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Anatomia_Topogrfica__MMSS_resumo

exercicios

Ana Karoline Bittencourt

Ana Karoline Bittencourt Alves MED 12.2 ANATOMIA DO MEMBRO SUPERIOR – Carla Gabrielli o o Músculo bíceps braquial (cabeças longa e curta) - proximamente a cabeça longa vai no tuberculo glenoidal superior e a cabeça curta no processo coracoide, as duas cabeças passam na frente da articulação do ombro, e têm inserção distal única na tuberosidade do rádio, por atravessar as duas articulações (ombro e cotovelo) e ter função sobre ambas ele é BIARTICULAR (auxilia a flexão do ombro, se posiciona anteriormente) Músculo tríceps braquial (três cabeças - a cabeça longa se insere no tubérculo infraglenoidal, e outras duas se inserem nas diáfeses do úmero, enquanto a inserção distal única se dá no olécrano) - em relação ao ombro, só a cabeça longa atravessa o ombro e auxilia no movimento de extensão, mas em relação ao cotovelo todo o músculo auxilia no processo de extensão. Teste da atividade no nervo axilar: põe abduzido em 90 graus. BRAÇO A fáscia braquial (muscular) emite dois septos, um lateral e um medial em relação ao úmero e divide a musculatura do braço em dois compartimentos (anterior e posterior) • Os músculos do braço do compartimento anterior são: o Coracobraquial que vai atuar somente sobre a articulação glenoumeral, do ombro - tendo ações de flexor e adutor. É perfurado pelo nervo musculocutâneo. o Bíceps braquial que tem a cabeça longa (se insere no tubérculo supra glenoidal, ao passar pelo sulco intertubercular formador da parede lateral da axila, e ter sua estabilidade garantida pelo ligamento transverso do úmero) e a cabeça curta (com inserção no processo coracoide), e distalmente se inserem na tuberosidade do rádio - em relação ao ombro auxiliam na flexão, em relação ao cotovelo ele é o principal supinador (puxa o rádio para rodar) e auxiliar da flexão. Chamado de agonista da supinação. o E músculo braquial (profundo ao bíceps) - principal flexor do cotovelo • Músculo do compartimento posterior: o Tríceps braquial: que tem uma cabeça longa que fica no meio das outras duas se insere no tuberculo infraglenoidal na escápula), e tem as cabeças medial e lateral que se inserem na diáfise do úmero. Fazem a extensão do cotovelo e em relação ao ombro somente a cabeça longa auxilia na extensão • Artérias: o Artéria braquial: continuação da axilar que tem como limite proximal a margem inferior do redondo maior, termina na fossa cubital dando origem às artérias radial e ulnar, seus ramos terminais. Quanto à sua posição é medial ao bíceps braquial (a maior parte dos nervos, artérias e veias são medial ao bíceps - proteção). Vai apresentar ramos colaterais: • Musculares (inominados) • Artéria braquial profunda: que se dirige para o compartimento posterior do braço, vai acompanhar o nervo radial posteriormente ao úmero (ele passa no sulco do nervo radial). Essa artéria se bifurca em colateral radial e colateral média • Artéria colateral ulnar superior: que também vai acompanhar um nervo, passa atrás do epicôndilo medial do úmero, acompanha o nervo ulnar - ambos passam pelo sulco para o nervo ulnar no epicôndilo medial • Artéria colateral ulnar inferior: ultimo ramo da artéria braquial já próximo da altura do cotovelo, não acompanha nenhum nervo, e ao contrário da artéria colateral ulnar superior vai passar pela frente do epicôndilo medial do úmero. • Veias profundas

Ana Karoline Bittencourt Alves MED 12.2 ANATOMIA DO MEMBRO SUPERIOR – Carla Gabrielli o Veias braquiais: que se formam pela união entre as radiais e as ulnares (duplas e satélites das artérias radiais e ulnares) o local que desembocam é variável, podem confluir para a axila ou para a parte profunda da basílica o Veias satélites dos ramos das artéria braquial (portanto, tem os mesmos nomes: veia colateral ulnar inferior, veia colateral ulnar superior, veia braquial profunda e veias musculares inominadas) o 2/3 superiores da veia basílica (que se tornam profundos) • Veias superficiais: o Cefálica (lateral) o Basílica (terço inferior) • Nervos do braço o o o Nervos motores: • Nervo musculocutâneo, vai inervar os 3 músculos do compartimento anterior. É uma ramo terminal do fascículo lateral, em 99% dos casos atravessa as fibras do musculo coracobraquial e depois dessa perfuração ele vai ficar situado entre o bíceps braquial e o músculo braquial. Depois de inervar os músculos ele sai lateralmente ao bíceps e dá origem a um ramo terminal que vai para a pele da porção lateral do antebraço: musculo cutâneo lateral do antebraço (lateralmente ao bíceps, durante alguns centímetros na porção lateral do cotovelo, ele aparece na superfície, próximo à prega cubital) • Nervo radial: vai inervar o tríceps braquial: origina-se do fascículo posterior, entra no braço posteriormente à artéria braquial, dirige-se para o compartimento posterior do braço acompanhando a artéria braquial profunda no terço interior do braço, situa-se lateralmente ao úmero, entre os músculos braquial e braquiorradial. Em seguida, dirige-se para o compartimento posterior do antebraço (vem do fascículo posterior, segue pelo posterior, e vai para o posterior do antebraço também) - inervando alguns músculos, todos extensores quanto ao movimento Nervos cutâneos • Nervo cutâneo lateral superior do braço (vindo do nervo axilar, passando pelos espaço quadrangular juntamente com a artéria circunflexa posterior do úmero) • Cutâneo lateral inferior do braço (tem origem no nervo radial) • Nervo cutâneo posterior do braço (também proveniente do nervo radial radial) • Medialmente tem o nervo cutâneo medial do braço (ramo colateral do fascículo medial) • Nervo intercostobraquial (ramo do segundo nervo intercostal) Nervos de passagem, não inervam nada no braço, vão inervar estruturas do antebraço e/ou da mão: • Nervo mediano (geralmente cruza anteriormente a artéria braquial de lateral para medial) - inervação motora da mão, intrínsecos da mão, além de inervar parte do antebraço • Nervo ulnar (mesma coisa do outro quanto à mão e o antebraço) • Nervo cutâneo medial do antebraço MEMBRO SUPERIOR IV • Articulação do cotovelo • Fossa cubital • Antebraço Prova 04/04 - quarta-feira às 15:00h Anfiteatro I Prova teórica: 5,0

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