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Anatomia_Topogrfica__MMSS_resumo

exercicios

Ana Karoline Bittencourt

Ana Karoline Bittencourt Alves MED 12.2 ANATOMIA DO MEMBRO SUPERIOR – Carla Gabrielli • As divisões anteriores do tronco superior e médio se unem e formam o fascículo lateral; • As três divisões posteriores se unem e formam o fascículo posterior; • A divisão anterior do tronco inferior continua como nervo medial. Nessa região já estamos na altura da axila. E os fascículos recebem esse nome: lateral, posterior e medial de acordo com a posição deles em relação à artéria axilar. Cada fascículo agora "se bifurca": • O fascículo lateral se bifurca em nervo músculo cutâneo e na raiz lateral do nervo mediano; • O fascículo posterior bifurca em nervo axilar e nervo radial; • E o fascículo medial se bifurca na raiz medial do nervo mediano e no nervo ulnar. Logo os nervos terminais do plexo braquial são o nervo músculo cutâneo (proveniente do fascículo lateral), o nervo axilar (proveniente do fascículo posterior), o nervo radial, o nervo ulnar e o nervo mediano. Fazem parte da porção supraclavicular: os ramos ventrais, os troncos e as suas divisões; enquanto a parte infraclavicular é formada pelos fascículos e pelos nervos terminais Dos fascículos se originam alguns outros nervos, o mesmo acontecem com alguns ramos ventrais do nervo espinal, com os troncos (...). Esses são os ramos COLATERAIS, que são subdivididos em supraclaviculares e infraclaviculares. Os supraclaviculares vão sair de ramos ventrais dos nervos espinais ou de um dos troncos do plexo: • O primeiro nervo é o nervo DORSAL DA ESCÁPULA, que sai do ramo ventral de C5 e inervam o rombóide maior, rombóide menor e o levantador da escápula. • Outro nervo é o torácico longo, que tem filetes nervosos provenientes dos ramos ventrais C5, C6 e C7, que inervam o serrátil anterior. • O nervo supraescapular sai do tronco superior, que inerva o supraespinal e o infraespinal. • Nervo para o músculo subclávio: outro nervo que sai do tronco superior para o músculo subclávio (músculo que se fixa entre a clavícula e a primeira costela). Os infraclaviculares são 6 e saem dos fascículos lateral, posterior e medial. • Saindo do fascículo lateral temos o nervo peitoral lateral porque sai do fascículo lateral (motivo do nome), inerva principalmente o músculo peitoral maior, mas também o músculo peitoral menor. • Saindo do fascículo posterior tem o nervo subescapular, que podem ser dois (superior e inferior) e inervam o músculo subescapular e o músculo redondo maior entre a escápula e o úmero. • Saindo também do fascículo posterior tem o nervo tóraco-dorsal que vai inervar o latíssimo do dorso (antigo grande dorsal). • Saindo do fascículo medial temos o nervo peitoral medial que vai perfurar o peitoral menor, vai inervar então os dois peitorais, o menor e o maior. Ramos desse nervo peitoral menor se comunicam, ramos comunicantes, com o peitoral lateral, e ambos inervam os músculos peitorais. • Saindo também do fascículo medial tem o nervo cutâneo medial do braço; • E o nervo cutâneo medial do antebraço. Os territórios de inervação dos nervos terminais do plexo braquial são: • O nervo músculocutâneo que vem do fascículo lateral vai fazer a inervação motora dos músculos do compartimento anterior do braço e vai terminar como um ramo que vai se distribuir pela pele da face lateral do braço (nervo destinado à pele tem cutâneo no seu nome) o ramo terminal do nervo musculocutâneo é o nervo cutâneo lateral do antebraço (que surge na porção lateral do bíceps do braço).

Ana Karoline Bittencourt Alves MED 12.2 ANATOMIA DO MEMBRO SUPERIOR – Carla Gabrielli • O nervo mediano vai passar pelo braço como nervo turista, sem inervar nada. E vão inervar a maioria dos músculos anteriores do antebraço (flexores, pronadores...) e vai chegar até a mão inervando a músculatura "do polegar" - a musculatura da eminência tenar, o nervo mediano tem também um território cutâneo na mão. • O nervo ulnar vai inervar dois músculos flexores do antebraço e vai chegar até a mão, sendo responsável pela inervação da maioria dos músculos intrínsecos da mão - músculos próprios da mão e também tem um território cutâneo na mão. • O nervo axilar proveniente do fascículo posterior vai inervar dois músculos: o músculo deltóide e o músculo redondo menor (superiormente ao redondo maior), ele tem como ramo cutâneo o nervo cutâneo lateral superior do braço (da pele que recobre o músculo deltóide). • O nervo radial inerva músculos de compartimentos posteriores do braço e do antebraço (tríceps, extensores e o próprio supinador) que fazem a extensão do cotovelo e do punho. Possui vários ramos cutâneos, geralmente também são posteriores: nervo cutâneo lateral inferior do braço, o cutâneo posterior do braço, o nervo cutâneo posterior do antebraço e o ramo superficial do nervo radial (terminação - é um ramo que vai para o dorso da mão - pega o processo estilóide do rádio para encontrá-lo) Território de inervação CUTÂNEA do MEMBRO SUPERIOR: • Os nervos supraclaviculares saem do plexo cervical e inervam a parte em amarelo. • O nervo cutâneo lateral superior do braço inerva a parte em cinza (ramo do axilar). • Nervo cutâneo lateral inferior do braço inerva a parte em rosa (ramo do radial) • Nervo cutâneo posterior do braço (vem do radial) rosa no braço com visão posterior • Nervo cutâneo medial do braço inerva a área em cor laranja (sai direto do fascículo medial) • Nervo intercostobraquial (que não provêm do plexo braquial) que sai do segundo espaço intercostal e vem até a pele do braço e ele é um ramo do segundo nervo intercostal • Nervo cutâneo medial do antebraço e sai direto do fascículo medial • Nervo cutâneo lateral do antebraço (se origina lateralmente ao músculo bíceps braquial) • Nervo cutâneo posterior do antebraço (provêm do nervo radial) VEIAS SUPERFICIAIS DO MEMBRO SUPERIOR: Iniciam a partir de duas redes venosas superficiais da mão: rede venosa palmar superficial e rede venosa dorsal superficial da mão. Da rede dorsal originam-se as veias cefálica e a basílica. Da rede palmar se origina a veia intermédia do antebraço, entre a cefálica que é lateral e a basílica que é medial. A veia cefálica, na sua origem, se relaciona com o ramo superficial do nervo radial e no antebraço relaciona-se com o nervo cutâneo lateral do antebraço, no braço é lateral ao músculo bíceps braquial. E na altura do ombro percorre um sulco entre o deltóide e o peitoral maior - o sulco deltopeitoral. A veia cefálica passa então pelo trígono deltopeitoral (um trígono formado pelo peitoral maior, deltóide e clavícula - trígono clavopeitoral também, quando se eleva o membro superor anteriormente ou lateralmente formam-se duas depressões por onde passa a veia cefálica. Após percorrer o sulco e o trígono deltopeitorais, se aprofunda, perfura a fáscia clavapeitoral, para desembocar na veia axilar (logo ela é tributária à veia axilar, bem como a veia toracoepigástrica).. A veia basílica vai se originar da rede venosa dorsal superficial da mão, mas agora pelo lado medial, no antebraço vai ter um trajeto medial e se relaciona com o nervo cutâneo medial do antebraço, no cotovelo ela continua sendo medial e no braço, medial ao bíceps braquial. No limite entre os terços inferior e médio do braço, perfura a fáscia muscular e passa a ser profunda, depois que cruza a margem inferior do músculo redondo maior ela, já aumentada de

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