Analytica 95

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Destaque Obtenção do hidróxido de cobre (II) através de reação química Artigo científico Determinação e eficácia do teor de cloro em águas sanitárias comercializadas na cidade de Maceió/AL Análise de minerais Utilização da titulação potenciométrica para determinação do teor de ferro em amostras de minério de ferro Microbiologia Água na indústria farmacêutica do ponto de vista microbiológico Instrumentação e normalização Os ensaios em argamassas inorgânicas decorativas

REVISTA

Mídia oficial da Instrumentação e

Controle de Qualidade Industrial

Ano 16 - Edição 95 - Jun/Jul 18

R$25,00

OBTENÇÃO DO HIDRÓXIDO DE COBRE (II)

ATRAVÉS DE REAÇÃO QUÍMICA

ARTIGO CIENTÍFICO

Determinação e eficácia do teor de cloro em

águas sanitárias comercializadas na cidade de Maceió/AL

ANÁLISE DE MINEIRAIS

Utilização da titulação potenciométrica para determinação

do teor de ferro em amostras de minério de ferro

MICROBIOLOGIA

Água na indústria farmacêutica do

ponto de vista microbiológico

INSTRUMENTAÇÃO E NORMALIZAÇÃO

Os ensaios em argamassas

inorgânicas decorativas


Há 10 anos

ajudando

a construir

um Brasil

mais saudável.

Há uma década, nos comprometemos a tornar

nosso país mais saudável, ao estabelecer bases

nas quais o conhecimento, aliado à ação, pode

beneficiar a vida de milhões de brasileiros.

Nosso comprometimento é com ideias, estratégias,

parcerias e soluções, estabelecendo padrões

para promover a qualidade dos medicamentos

e suplementos em todo o mundo.

Saiba mais:

www.usp.org/usp-brazil


U.S. Pharmacopeia


REVISTA

Ano 16 - Edição 95 - Jun/Jul 18

ÍNDICE

05 Editorial

06 Agenda

Artigo 1 10

Obtenção do Hidróxido de Cobre (II)

através de reação química

Autores:

Nascimento, L.1*;

Melnyk,A.2;

Santos,N.T.F.3

Artigo 2 14

Determinação e eficácia do teor de cloro

em águas sanitárias comercializadas na

cidade de Maceió/AL

Autores:

João Paulo dos Santos1,

Lílian Márcia Dias dos Santos2,

Patrícia Miranda Lima3,

Eliane Costa Souza4,

Nely Targino Do Valle Cerqueira5,

Waléria Dantas Pereira6,

Yáskara Veruska Ribeiro Barros7.

20 Instrumentação

e Normalização

Análise de Minerais 26

24 Microbiologia

4

30 Em foco


REVISTA

Ano 16 - Edição 95 - Jun/Jul 18

EDITORIAL

Análise nunca é demais

Nunca antes a análise de materiais e o controle de qualidade foram tão importantes na produção industrial

como agora. Atualmente, a excelência, no que diz respeito aos produtos, se faz fundamental para

o crescimento econômico e financeiro da empresa. São diversos os mecanismos e órgãos de fiscalização

que buscam, desse modo, a normalização e padronização para bom proveito do consumidor final.

De olho nisso, a Analytica 95 vem abordando temas interessantes para os profissionais da área. Dos

quais podemos destacar dois.

Primeiramente, em microbiologia, Claudio Hirai aborda a importância da análise da água da indústria

farmacêutica, do ponto de vista microbiológico. Isso se deve ao fato dela poder ser usada como matéria

prima, excipiente e solvente. Ou seja, está presente em quase todo o processo da pesquisa, desenvolvimento

e fabricação de medicamentos. Também são abordados, nesse material, os diversos tipos de água

utilizados na indústria farmacêutica.

Também nessa edição, um artigo que tratará da determinação e eficácia do teor de cloro em águas

sanitárias comercializadas na cidade de Maceió/AL. O produto tão comum para a higienização de verduras,

legumes e frutas foi avaliado pelos pesquisadores como o objetivo de verificar o teor de cloro

presente nas marcas comerciais de água sanitária comercializadas na capital alagoense e sua eficiência

na sanitização. A importância desse tipo de pesquisa se dá ao fato de, se a higienização for aplicada de

maneira incorreta, poderá desencadear um veículo importante de contaminação microbiana.

Esses foram dois destaques dessa edição, mas ainda há muito mais para nossos leitores, como análise

de minerais e nossa seção de instrumentação e normalização, onde serão avaliados os ensaios em

argamassas inorgânicas decorativas.

Confira também na Analytica 95 as principais novidades do mercado, bem como as datas dos principais

eventos do setor para o segundo semestre de 2018.

Boa leitura.

Esta publicação é dirigida a laboratórios analíticos e de controle de qualidade dos setores:

FARMACÊUTICO | ALIMENTÍCIO | QUÍMICO | MINERAÇÃO | AMBIENTAL | MÉDICO | COSMÉTICO | PETROQUÍMICO | TINTAS

Os artigos assinados sâo de responsabilidade de seus autores e não representam, necessariamente a opinião da Editora.

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Jornalista Responsável: Paolo Enryco - MTB nº. 0082159/SP | redação@newslab.com.br

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Coordenação de Arte: HDesign - arte@hdesign.com.br

Produção de conteúdo: Hdesign Comunicação - arte@hdesign.com.br

Impressão: Vox Gráfica | Periodicidade: Bimestral

5


agenda

Agenda 2018

6

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 18

Simpósio Internacional – Empowering a healthy tomorrowt

Data: 01 a 03/08/2018

Local: Sheraton WTC - São Paulo/SP

Informações: uspbrasil@usp.org

II Seminário sobre métodos analíticos avançados em microbiologia

Data: 20/08/2018

Local: Anfiteatro Porf.Urgel de Almeida Lima (Jumbão), no Departamento de Agroindústria

da ESALQ/USP - Piracicaba / SP

Informações: cdt@fealq.com.br ou (19) 3417- 6604 | cdt_apoio1@fealq.com.br ou (19)

3417 - 6637

2nd Pan-American Conference for Alternative Methods 2018

Data: 23 a 24/08/2018

Local: Windsor Florida Hotel - Rio de Janeiro / RJ

Informações: metrologia.org.br/wpsite/pan-main/

III Encontro Internacional BrCAST e EUCAST / 6º Simpósio Internacional

Microbiologia Clínica

Data: 10 a 12/08/2018

Local: Hotel Bourbon Ibirapuera - São Paulo / SP

Informações: sbmicrobiologia.org.br/BrCast_SIMC_2018/index.php

Analitica Latin America

Data: 24 a 26/09/2019

Local: São Paulo Expo - São Paulo / SP

Informações: analiticanet.com.br

BrMass 2018 | 7ª Conferência de Espectrometria de Massa

Data: 08 a 12/12/2018

Local: Hotel Windsor Barra - Rio de Janeiro / RJ

Informações: congresso2018.brmass.com

V Congresso Brasileiro de Metrologia das Radiações Ionizantes

Data: 26 a 28/11/2018

Local: Instituto de Radioproteção e Dosimetria (IRD) - Rio de Janeiro / RJ

Informações: cbmri.org.br

7th Latin American Pesticide Residue Workshop (LAPRW)

Data: 05 a 09/05/2019

Local: Foz do Iguaçu / PR

Informações: contato@laprw2019.com.br | (55) 3220 9458

CURSOS

Sociedade Brasileira de Metrologia - Cursos EAD

23/07 a 08/08 - Incerteza da medição

30/07 a 09/08 - Validação de métodos de ensaios

30/07 a 13/08 - Análise e interpretação da Norma ABNT NBR ISO 15189

06/08 a 20/08 - Sistema de gestão da qualidade laboratorial NBR ISO / IEC 17025

13/08 a 17/08 - Indicadores de desempenho da qualidade

20/08 a 30/08 - Controle de instrumentos de medição

27/08 a 06/09 - Auditoria Interna


280


Las do Brasil 31

REVISTA

Ano 16 - Edição 95 - Jun/Jul 18

Índice remissivo de anunciantes

ordem alfabética

Anunciante

pág

Analitica Lab 7

BCQ 48

Bruker do Brasil 31

Chemetric 23

Greiner 39

Laborclin 33

Las do Brasil 29

Anunciante

pág

Nova Analítica 35 | 45

U.S Pharmacopeia 2 - 3

Prime Cargo 47

Vacuubrand 21

Veolia 37

Vibra-Stop 25

Waters 19

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8

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 18

Conselho Editorial

Carla Utecher, Pesquisadora Científica e chefe da seção de controle Microbiológico do serviço de controle de Qualidade do I.Butantan - Chefia Gonçalvez Mothé, Prof ª Titular da Escola de Química da

Escola de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro - Elisabeth de Oliveira, Profª. Titular IQ-USP - Fernando Mauro Lanças, Profª. Titular da Universidade de São Paulo e Fundador do Grupo de

Cromatografia (CROMA) do Instituto de Química de São Carlos - Helena Godoy, FEA / Unicamp - Marcos Eberlin, Profª de Química da Unicamp, Vice-Presidente das Sociedade Brasileira de Espectrometria

de Massas e Sociedade Internacional de Especteometria de Massas - Margarete Okazaki, Pesquisadora Cientifica do Centro de Ciências e Qualidade de Alimentos do Ital - Margareth Marques, U.S

Pharmacopeia - Maria Aparecida Carvalho de Medeiros, Profª. Depto. de Saneamento Ambiental-CESET/UNICAMP - Maria Tavares, Profª do Instituto de Química da Universidade de São Paulo - Shirley

Abrantes Pesquisadora titular em Saúde Pública do INCQS da Fundação Oswaldo Cruz - Ubaldinho Dantas, Diretor Presidente de OSCIP Biotema, Ciência e Tecnologia, e Secretário Executivo da Associação

Brasileira de Agribusiness.

Colaboraram nesta Edição:

Anastasia Melnyk, Azevedo, K.M., Claudio Kiyoshi Hirai, Cruz, A.M.S, Eliane Costa Souza, Fernandes,T.L.A.P., Francisco Tadeu do N. Santos, João Paulo dos

Santos, Julliany Correia de Oliveira, Luciano Nascimento, Mauricio Ferraz de Paiva, Melo, E. P.A, Moreira, E.W., Priscila de Lima Alves, Waléria Dantas Pereira,

Yalli da Silva Leite Lessa e Yáskara Veruska Ribeiro Barros


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A Revista Analytica, em busca constante de novidades em divulgação científica, disponibiliza abaixo as normas

para publicação de artigos, aos autores interessados. Caso precise de informações adicionais, entre em contato

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publica editoriais, artigos originais, revisões,

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com as análises industriais, instrumentação

e o controle de qualidade.

Todas as contribuições serão revisadas

e analisadas pelos revisores.

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em particular aqueles de natureza

financeira relativo a companhias interessadas

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ou processos que estejam relacionados

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em português, mas com Abstract detalhado

em inglês. O Resumo e o Abstract

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e keywords, respectivamente.

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onde o estudo foi realizado. Além disso,

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keywords, texto (Ex: Introdução, Materiais

e Métodos, Parte Experimental,

Resultados e Discussão, Conclusão)

agradecimentos, referências bibliográficas,

tabelas e legendas.

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segundo norma ABNT 10520.

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referência citadas no texto devem vir

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autor em primeiro lugar seguido pela

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dos prenomes. Título: subtítulo do

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-, a decisão sobre a publicação dos artigos pesa nesse sentido. Além disso, por questões estratégicas, a revista é

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REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 18

9


artigo 1

Obtenção do Hidróxido de

Cobre (II) através de reação

química

Autores:

Nascimento, L.1*;

Melnyk,A.2;

Santos,N.T.F.3

1*Departamento de Física-DF/CCEN-UFPB,

Cidade Universitária - Caixa Postal: 5008 -

CEP: 58059-900, João Pessoa - PB, Brasil.

2Programa de Pós-Graduação em Letras-PPGL,

Centro de Ciências, Letras e Artes-CLA/UFPB, Brasil.

Castelo Branco, Cidade Universitária-Campus I,

CEP: 58051-970,João Pessoa-PB.

3Departamento de Engenharia Civil-DEC,

Centro de Tecnologia-CT/ESTÁCIO-UNIOUL.

Av. Pres. Epitácio Pessoa, 4657 – Tambaú,

CEP: 58039-000, João Pessoa – PB, Brasil.

E-mail(s): luciano.ufcg@gmail.com1*

Imagem ilustrativa

10

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 18

Resumo

Esse trabalho consistiu na preparação e estabilização

do hidróxido de cobre (II) a partir do nitrato de cobre (II)

(Cu(NO3)2) da simples adição de uma solução de NaOH em

temperatura ambiente. Os efeitos do dos íons de Cu2+/Na+

também foram investigados pelo mecanismo de equações na

forma iônica. Desse modo, o objetivo desse trabalho consistiu

em preparar e estabilizar o Cu(OH)2 partindo de rotas simples

em solução aquosa, dispensando o uso de surfactantes para

obter produtos puros.

Palavras-chave: Hidróxido de cobre (II); Equações

Iônicas; Solução de NaOH.

Abstract

Obtaining Copper Hydroxide (II) through Chemical

Reaction

This work consisted in the preparation and stabilization of

copper (II) hydroxide from copper (II) nitrate (Cu (NO3)2) from

the simple addition of a NaOH solution at room temperature.

The effects of Cu2 + / Na + ions were also investigated by the

mechanism of equations in the ionic form. Thus, the objective

of this work was to prepare and stabilize Cu(OH)2 starting from

single routes in aqueous solution, avoiding the use of surfactants

to obtain pure products.

Keywords: Copper hydroxide (II); Ionic equations; NaOH

solution.

1. Introdução

O cobre é um elemento metálico, que pertence ao

grupo 11 (ou 1B) da tabela periódica, está localizado no

4º período. É um metal de transição, de número atômico

29, peso atômico 63,54, dureza 2,5 a 3,0, ponto de

fusão 1.023ºC, brilho metálico, ótimo condutor de calor

e eletricidade, dúctil e maleável. Possui cor marrom-

-avermelhada, é bastante maleável e dúctil (NASCI-

MENTO & MELNYK, 2017).

Apresenta elevada resistência à tensão física e à corrosão.

Possui propriedade não magnética e é de fácil

formação de ligas com outros metais. O cobre em estado

puro, denominado cobre nativo, raramente é encontrado

na natureza.

Normalmente estão associados a outros elementos

químicos em várias formas estruturais, proporções estequiométricas

e combinações químicas, formando diversos

minerais.

Existem dois grupos de minerais: os primários ou

sulfetados, ocorrentes em zonas mais profundas da

crosta terrestre, com mais alto teor em cobre, e os oxidados

ou secundários, de origem mais superficial, de

menor teor em cobre (CHÁVEZ, 2000).

Na natureza, o cobre é um dos poucos metais que

são encontrados naturalmente na sua forma metálica,

que é quimicamente combinado em uma variedade de

compostos na natureza, mas mais comumente na forma

de um sulfeto, como na forma de minerais, como

calcopirita (CuFeS2, com 34,6 % de Cu), a calcocita

(Cu2S, com 79,9 % de Cu), a bornita (Cu5FeS4, com

63, 3 % de Cu), a covellita (CuS, com 66,4% de Cu) e a


• Deixar secar e pesar. Registar o valor.

enargita (Cu3AsS4, com 48,3% de

Cu). Entre os secundários, incluem-

-se os oxidados cuprita (Cu2O,

com 88,8% de Cu), e a tenorita

(CuO, 79,8%Cu); os carbonatados

malaquita (CuCO3.Cu(OH)2,

57,5%Cu), e a azurita (2CuCO3.

Cu(OH)2, 55,3% Cu) e os silicatos

do tipo crisocola (CuSiO3.2H2O,

36 % Cu) (EVANGELISTA, 2002).

O cobre apresenta dois estados de

oxidação Cu+ e Cu2+ (BRADY &

HUMISTON, 1986).

O Hidróxido de Cobre (II),

Cu(OH)2, é um material que apresenta

diversas aplicações, por

exemplo em catálise heterogênea

e em compósitos óticos. É considerada

uma fase metaestável, pois

se converte espontaneamente a

CuO no estado sólido a 150°C e

em solução aquosa a temperatura

ambiente (MACHADO et al.,2014).

Por esse fato, é um potencial

precursor dos óxidos de cobre,

largamente empregados como

semicondutores, precursores de

cerâmicas, eletrodos e sensores de

gás. Objetivo principal deste artigo

é verificar a ocorrência da reação

química e obtenção do hidróxido

de cobre (Cu(OH)2) na obtenção de

um sensor eletroquímico.

2. Materiais e Métodos

2.1 Materiais e

reagentes

• Balança Analítica Digital Microprocessada

com Calibração

Automática, marca Bel, modelo

M214AiH,com resolução 0,0001

g, Repetibilidade 0,0002 g, Linearidade

+/- 0,0003g, campo de

pesagem de 0 a 210 g, campo de

taragem de 0 a 210, tempo de estabilização

4 segundos;

• Nitrato de Cobre II

Cu(NO3)2.3H2O,com teor mínimo

de 99% , e pH 3,5 – 4,5 (5% a

20ºC) do LabFarm.;

• Hidróxido de sódio (NaOH),

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

idade do precipitado. O grau de hidratação do precipitado diminui com o aumento da

concentração de álcalis (l). Além da metaestabilidade do hidróxido, a possibilidade do a

comprado no comercial presença Maia/João de CuO coloidal Começando ou Cu(OH)2 com também cobre deve metálico ser considerada na avaliação do

Pessoa-PB.

dados de solubilidade (AASTRUP

no topo,

et

a

al.,2000).

sequência de produtos

• Erlenmeyer de 250ml; formados é mostrada no diagrama

• Cronômetro de celular, Medições para ver de condutância (VOGEL,1981): (2) e viscosidade (3) indicam que o hidróxido é pelo

o tempo da reação;

menos parcialmente peptizado

• Luva plástica descartável para

Figura em 1- Mecanismo soluções de sequência NaOH de de reações que produzem um

produtos Cu.

manipulação do experimento.

número de compostos coloridos. Começando com cobre metálico no topo, a sequência

2.2 Procedimento de produtos formados é mostrada no diagrama (VOGEL,1981):

Cu

Mg

HNO 3

Experimental

• Pesar a amostra na Balança

Analítica Digital. Registrar o valor;

• Colocar a amostra num Erlenmeyer

e adicionar 30 mL de NaOH,

agitando com uma vareta de vidro

até precipitar todo o Cu(OH)2;

• Deixar sedimentar o sólido e

decantar o líquido sobrenadante;

• Filtrar a mistura;

• Colocar o sólido num vidro de

relógio;

• Deixar secar e pesar. Registar

o valor.

Para o estado de oxidação bipositiva do cobre há um óxido sólido, CuO, e um

hidróxido sólido, Cu(OH)2 No entanto, em alguns ambientes, o hidróxido é metaestável

em relação ao óxido. O hidróxido foi referido como um óxido hidratado cujas

propriedades dependem da temperatura de precipitação, a quantidade de álcali usada, e a

CuSO 4

H 2SO 4

Cu(NO 3) 2

NaOH

CuO Cu(OH) 2


Figura 1- Mecanismo sequência de produtos do Cu.

Fonte: Elaborado pelo próprio autor

Fonte: Autor

A metaestabilidade de soluções

de Cu(OH)2 em NaOH aquoso também

foi é verificado numa temperatura

de 298 K. O hidróxido de

3. Resultados e

cobre (II), Cu(OH)2, um sólido marron

escuro, precipita no fundo do

Discussão

Para o estado de oxidação bipositiva

do cobre há um óxido só-

recipiente com a solução; Ou seja,

com Cu(OH)2 dissolvido em NaOH

lido, CuO, e um hidróxido sólido,

aquoso, a fase sólida se aproxima

mas não atinge a composição

Cu(OH)2 No entanto, em alguns

A metaestabilidade A de metaestabilidade soluções de de soluções de Cu(OH)2 em NaOH aquoso também foi é

Cu(OH)2 em NaOH aquoso também foi é

ambientes, o hidróxido é metaestável

em relação ao óxido. O hi-

CuO. Da mesma forma, a solução

verificado numa temperatura de 298 K. O hidróxido de cobre (II), Cu(OH)2, um sólido

verificado numa temperatura de 298 K. O

diminuiu

hidróxido

no

de cobre

teor

(II),

de

Cu(OH)2,

cobre, mas

um sólido

marron escuro, precipita no fundo do recipiente com a solução; Ou seja, com

o

Cu(OH)2

marron escuro, precipita no fundo do recipiente

dróxido foi referido como um óxido

valor com não a atingiu solução; Ou o valor seja, com de Cu(OH)2

dissolvido em NaOH aquoso, a fase sólida se aproxima mas não atinge uma a composição

dissolvido em NaOH CuO. aquoso, Da mesma a fase forma, sólida a

hidratado cujas propriedades de-

solução se aproxima diminuiu saturada mas no teor não de cobre, atinge CuO mas em a composição

o valor NaOH não atingiu o

A metaestabilidade de soluções de Cu(OH)2 em NaOH aquoso também foi é

CuO. Da mesma forma, valor a de solução uma solução diminuiu saturada

pendem da temperatura precipitação,

a quantidade de álcali

aquoso,que no de teor CuO de em cobre, NaOH podem mas aquoso,que o valor ser podem não descrito atingiu ser descrito o pela

verificado numa temperatura equação (1) de (PETRUŠEVSKI 298 K. O

pela

hidróxido et equação al., 2005). de cobre

(1)(II), (PETRUŠEVSKI

Cu(OH)2, um sólido

valor de uma solução saturada de CuO em NaOH aquoso,que podem ser descrito et pela

marron escuro, precipita no fundo do recipiente equação

usada, e a idade do precipitado.

al., (1) 2005). com (PETRUŠEVSKI a solução; et Ou al., seja, 2005). com Cu 3 2( )

2 2

2 Cu(OH)2

equação (1) (PETRUŠEVSKI et al., 2005).

3


(1)

aq

s

s

aq

dissolvido em NaOH aquoso, a fase sólida equação

O grau de hidratação do precipitado

diminui Da mesma

Cu se

aproxima (1) (PETRUŠEVSKI

3 2( )

2 mas não

atinge et al.,

a composição 2005).

Vamos escrever a equação na forma 2

2 aqiônica:

s

s

3

aq

CuO.

com 3 forma, 2

o aumento a solução

da


2

2 OH

( aq) Cu( aq) Vamos Cu( OH escrever )

2( s)

a equação na forma iônica:

(2)

concentração de álcalis (l). Além


2

2( ) s

diminuiu OH no teor NaNO de cobre,

2

3

aq

3 2 mas o valor

não

atingiu (1) o

aq

s


2

2( ) s

2 s

3

aq

valor de uma solução saturada de CuO em NaOH Vamos aquoso,que escrever podem a equação ser descrito na pela

NaNO

Vamos escrever a equação na

2

2 OH

No forma nosso caso, iônica: o hidróxido ( aq) Cu de ( aqsódio, )

Cu NaOH ( ) e 2( nitrato s)

de cobre (II), Cu(NO3)2,

da metaestabilidade equação (1) (PETRUŠEVSKI do dissociarão hidróxido, et al., 2005). Vamos forma escrever iônica: a equação na forma iônica:


2

2 OH completamente em solução aquosa para formar cátions e ânions, em fases

( aq) Cu( aq) Cu( OH )

2( s)

(2)

a possibilidade do a presença sólida e líquida de

equação

2

diluída, conforme 2 OH (1)

( aq) as equações Cu (PETRUŠEVSKI

( aq) abaixo: Cu( OH ) et al.,

2( s)

2005).

CuO coloidal No 3

ou nosso caso, 2

Cu(OH)2 o hidróxido

NaOH também

Cu de sódio,



( s) Na( s) OH

sólida

NaOH 2 e 3 nitrato de cobre (II), Cu(NO3)2, (1)

2( aq) s

2 s

aq

( aq)

e líquida diluída, conforme as equações abaixo:

(3)

2


deve ser dissociarão considerada completamente na avaliação em solução aquosa No para nosso 3

formar caso, 2

cátions o



e

hidróxido

ânions, Cu em fases

2

2( ) s

de

aq

2 s

3

aq

Vamos escrever a equação Cu( NOna 3) 2( forma aq) Cu iônica:

NaNO

( aq) NaOH 2NO

( s) ( aq)

( s) OH( aq)

sódio, NaOH e nitrato de cobre (II),

2


do dados sólida de e líquida

solubilidade diluída,

2

conforme

A (AAS- as equações

reação produzirá Cu( Vamos hidróxido 3) abaixo: escrever

2( aq)

de ( aq) cobre a equação 2NO

(II), ( aq)

Cu(OH)2, na forma um iônica:

2 OH composto iônico

( aq) Cu( aq) Cu( OH )

2( s)

sólida Cu(NO3)2, e líquida diluída, dissociarão conforme completamente

NaOH

as equações (2) abaixo:



TRUP et NaOH al.,2000). insolúvel que se precipita da solução e nitrato 2de sódio aquoso, NaNO3 (cristalino

( s) Na( s) OH( aq)

2 OH( aq) Cu

( aq) Cu( OH )

2( s)


No nosso caso, o hidróxido de sódio,

Medições de condutância inodoro e (2) incolor), e outro NaOH composto ( s) em iônico Na e nitrato solução

( ssolúvel. )

OH

de cobre aquosa (II), Cu(NO3)2, para (3)

2


A ( aq equação ) química equilibrada para

Cu( NO3) 2( aq) Cu( aq) 2NO( aq)

2


viscosidade

dissociarão

(3)

completamente

indicam esta que reação em

o seria solução

hi-semelhantdróxido sólida é pelo e líquida menos diluída, parcialmente

conforme Cu( NOas 3) equações

aquosa formar

Cu( NO a esta para cátions

3) 2( (FELTRE, formar

aq) Cu2005),

cátions e ânions,

( aq) 2NO

e ânions, em em fases fases

( aq)

A reação produzirá hidróxido de sólida cobre (II), e líquida Cu(OH)2, diluída, um composto conforme iônico

2( aq) esta NaOH reação abaixo:

( s) seria Cu( semelhante OH )

2( s) a 2esta NaNO (FELTRE,

3( aq)

2005), (4)

peptizado

insolúvel

em

que

soluções

se precipita

de

da

Agora, NaOH

solução e as nitrato

observe que sólida equações

precisamos Cu( NO e líquida de

3) sódio

2( aqde ) 2 NaOH diluída, abaixo:



aquoso,

mols ( sde conforme

) hidróxido CuNaNO3 ( OH ) (cristalino

2( de as

s) sódio equações 2NaNO

para 3( aq cada abaixo:

NaOH ) 1

( s) Na( s) OH( aq)

de reações inodoro e que incolor), produzem outro mole composto de nitrato um de iônico cobre NaOH solúvel. (II) que participa A equação

Na da reação. química

2


OH

Para equilibrada obter a equação (3) para iônica

Cu( NO3) 2( aq) Cu( aq) 2NO( aq)

número esta de reação compostos seria semelhante completa, coloridos. a esta reescreva (FELTRE, os compostos 2005), iônicos solúveis como cátions e ânions,

A metaestabilidade A metaestabilidade de soluções de soluções de de Cu(OH)2 em Cu(OH)2 NaOH aquoso em NaOH também aquoso foi é també

verificado numa numa temperatura temperatura de 298 K. de O 298 hidróxido K. O de hidróxido cobre (II), de Cu(OH)2, cobre (II), um sólido Cu(OH)2, u

marron escuro, escuro, precipita precipita no fundo no do fundo recipiente do recipiente com a solução; com Ou a seja, solução; com Cu(OH)2 Ou seja, com

dissolvido em NaOH aquoso, a fase sólida se aproxima mas não atinge a composição

dissolvido em NaOH aquoso, a fase sólida se aproxima mas não atinge a com

CuO. Da mesma forma, a solução diminuiu no teor de cobre, mas o valor não atingiu o

CuO. Da A mesma metaestabilidade forma, a solução de soluções diminuiu de no Cu(OH)2 teor de cobre, em NaOH mas o aquoso valor não tam

valor de uma solução saturada de CuO em NaOH aquoso,que podem ser descrito pela

valor verificado de uma numa solução temperatura saturada de de CuO 298 K. em O NaOH hidróxido aquoso,que de cobre podem (II), Cu(OH)2, ser desc

marron escuro, precipita no fundo do recipiente com a solução; Ou seja, com

(1)

dissolvido em NaOH aquoso, a fase sólida se aproxima mas não atinge a c

CuO. Da mesma forma, a solução diminuiu no teor de cobre, mas o valor nã

(2)

valor de uma solução saturada de CuO em NaOH aquoso,que podem ser de

No nosso caso, o hidróxido de sódio, NaOH e nitrato de cobre (II), Cu(NO3)2,

dissociarão completamente em solução aquosa para formar cátions e ânions, em fases

No nosso caso, o hidróxido de sódio, NaOH e nitrato de cobre (II), C

dissociarão completamente em solução aquosa para formar cátions (3) e ânions,

A reação produzirá hidróxido de cobre (II), Cu(OH)2, um composto iônico

insolúvel que se precipita da solução e nitrato de sódio aquoso, NaNO3 (cristalino

No nosso caso, o hidróxido de sódio, NaOH e nitrato de cobre (II),

inodoro e incolor), outro composto iônico solúvel. A equação química equilibrada para

dissociarão completamente em solução aquosa para formar cátions e ânions

A reação produzirá hidróxido de cobre (II), Cu(OH)2, um compost

(4)

insolúvel que se precipita da solução e nitrato de sódio aquoso, NaNO3 (c

Agora, ( s) observe ( sque ) precisamos ( aq)

de 2 mols de hidróxido de sódio para cada 1

inodoro e incolor), outro composto iônico solúvel. A equação química equilibr

mole de nitrato de cobre (II) 2que participa

Cu( NO da reação. Para obter a equação iônica

3) 2( aq) Cu( aq) 2NO( aq)

A reação produzirá hidróxido

completa, reescreva os compostos iônicos solúveis como cátions e ânions,

11

NaOH de esta cobre reação Cu( NO(II), 3)

seria Cu(OH)2, semelhante um a composto esta (FELTRE, iônico 2005),

Cu( NO3 )

2( aq) NaOH ( s) Cu( OH )

22( s) 2NaNO

3( aq)

(4)


insolúvel que se precipita 2 Na da ( aq) solução OH( aq) e Cu nitrato ( aq) 2 NO

NaOH Cu

A de ( NO

reação

3( sódio aq) Cu( Cu( NO )

2( 3)

s2) 2Na aq) 2NO3( aq)

(5)

3) aquoso, produzirá

2( aq) NaOH hidróxido

( s) Cu( OH

de

)

cobre

2( s) 2NaNO

(II), Cu(OH)2, um compo

NaNO3 (cristalino

3( aq)

Agora, observe que precisamos

2

2de Na2 mols

( aq) OHde ( aq) hidróxido Cu ( aq) de 2 NOsódio NaNO3

3( aq) para Cu( OH cada ) 1

inodoro e incolor), outro composto iônico insolúvel solúvel. 2( s) 2Na ( aq) 2NO


3( ) (5)

Isso é equivalente a, Agora,

A que equação se precipita

observe

química da

que precisamos

equilibrada solução e

de

para nitrato de sódio aquoso, NaNO3

2 mols de hidróxido de sódio par

NaNO3

mole de nitrato de cobre (II) que participa da reação. Para obter a equação iônica

esta reação seria semelhante a esta (FELTRE, inodoro

2

2Na( aq) 2OHIsso mole

2005), e incolor), outro composto iônico solúvel. A equação química equili

( aqé )

equivalente Cu de nitrato

( aq) 2 a, NOde cobre

3( aq) Cu( (II) OH ) que

2( aq) participa 2Na ( aq) 2da NOreação. Para obter a equaçã

3( aq)

completa, reescreva os compostos iônicos esta reação solúveis seria semelhante como cátions a esta (FELTRE, e ânions, 2005),

Cu( NO 2

3) 2( aq) NaOH ( s) Cu( OHcompleta, )

2( s) 2 Na 2NaNO

reescreva 2OH3( aq)

Cu os compostos 2 NO iônicos (4) Cu( OH ) solúveis (6)

2Na como 2NOcátions e

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 18

aq aq aq aq aq aq aq

( ) ( ) ( ) 3( ) 2( ) ( ) 3( )


marron escuro, precipita no fundo do recipiente com a solução; Ou seja, com Cu(OH)2

Cu equação (1) (PETRUŠEVSKI et al., 2005).

NO 3 2 NaOH dissolvido

dissolvido Cu em

OH A NaOH metaestabilidade em NaOH


2

aquoso, NaNO aquoso, a fase sólida se aproxima fase 3 de soluções sólida se de aproxima Cu(OH)2 mas em (1) mas não atinge a composição

2( aq) s

2 s

aq

não NaOH atinge aquoso a composição também foi é

metaestabilidade A metaestabilidade de soluções

CuO. Da NO

de CuO. de soluções Da Cu(OH)2 mesma

verificado 3 mesma forma, numa 2 NaOH de forma, Cu(OH)2 em NaOH a solução

temperatura a solução Cu em aquoso

diminuiu de OH NaOH diminuiu também aquoso no

298 K. no

O teor hidróxido 2 NaNO teor foi também de é cobre, foi mas é o valor não atingiu o

amos de cobre, 3

de cobre mas o (II), valor Cu(OH)2, não atingiu um (1) sólido

2( aq) s

2 s

aq

o

verificado numa

escrever

temperatura numa

a equação

temperatura de 298

na forma

K.

iônica:

valor de O 298 hidróxido de uma K. O solução hidróxido de cobre saturada (II), de cobre de Cu(OH)2, CuO (II), em Cu(OH)2, NaOH um sólido aquoso,que um sólido podem ser descrito pela


2

valor de marron uma solução escuro, precipita saturada no de fundo CuO do em recipiente NaOH aquoso,que com a solução; podem Ou ser seja, descrito com Cu(OH)2 pela

scuro, marron 2 OH( aq precipita ) escuro, Cu( aqno ) precipita fundo Vamos Cu( OH no do escrever equação fundo recipiente )

2( s)

do (1) a equação recipiente com (PETRUŠEVSKI a solução; na com forma a Ou et solução; iônica: al., seja, 2005). com Ou seja, Cu(OH)2 com (2) Cu(OH)2

artigo equação 1 dissolvido (1) (PETRUŠEVSKI em NaOH aquoso, et al., 2005). a fase sólida se aproxima mas não atinge a composição


2

o dissolvido em No NaOH nosso em aquoso, NaOH caso, o a aquoso, 2 hidróxido fase OH( sólida )

Cu( aq) Cu( OH )

2( s)

(2)

CuO. a fase de

Da

sódio,

mesma

NaOH

forma, a

e

solução

nitrato

diminuiu

de cobre

no

(II),

teor

Cu(NO3)2,

NO aproxima sólida se

3 2 NaOH aproxima mas não atinge mas

de cobre, mas o valor não atingiu o

Cu No NO valor 3 nosso 2 NaOH Cu Cu OH não a composição atinge


2 NaNO a composição

3


(1)

2( aq) s

OH 2 s


2( de ) 2

2 NaNO

aq

issociarão mesma CuO. Da forma, mesma completamente a solução forma, a diminuiu em solução diminuiu

aq uma aquosa teor caso, solução de o no para cobre, hidróxido teor

s saturada formar de mas cobre, de o cátions valor sódio, CuO mas

s em não e NaOH o ânions, valor atingiu e 3 aquoso,que não nitrato

em o


fases atingiu de cobre podem o (II), ser descrito Cu(NO3)2, (1) pela

Vamos escrever a equação na forma iônica:

uma valor lida e solução de líquida uma saturada diluída, solução dissociarão conforme de saturada CuO

Vamos

equação em as de

escrever

completamente equações NaOH CuO (1)

a equação

(PETRUŠEVSKI em aquoso,que abaixo: NaOH

na

em aquoso,que

forma

solução podem et

iônica:

al., aquosa 2005). ser podem descrito para ser formar pela descrito cátions pela e ânions, em fases


2

2 OH



( aq) Cu( aq) Cu( OH )

2( s)

(2)

1) equação aOH (PETRUŠEVSKI sólida e líquida

2

2 OH( aq Cu )

Cu NO diluída, conforme

( 3

aq )

Cu 2 NaOH as equações

( )

2( s)

(2)

Cu OH abaixo:

( s) (1) Na(PETRUŠEVSKI ( s) OHet al., 2005). et al., 2005).

( aq)

No nosso

2( ) 2

2 NaNO

aq caso, o hidróxido s de sódio, (3)

s NaOH e nitrato 3

aq de cobre (II), Cu(NO3)2, (1)

2



u( NO Cu 3) 2( aq) Cu( aq) NaOH 2NO( s( ) aq

) Na( s) OH( aq)

NO 3 2 NaOH Vamos No dissociarão nosso escrever caso, completamente a o equação hidróxido na em forma de solução sódio, iônica: aquosa NaOH para e nitrato formar de cátions cobre (II), e ânions, Cu(NO3)2, em (3) fases


Cu OH

2( ) 2


2 NaNO

3 2 NaOH

aq

Cu OH s

2 NaNO

s 3

3

aq (1) (1)

2( aq) s

2 s

aq

A reação produzirá Cu( NO

dissociarão hidróxido 3sólida )

2( aqcompletamente )


e líquida de Cu( cobre ) diluída,

2(II), NO

em conforme (

solução

aq Cu(OH)2, ) as aquosa equações um para composto abaixo: formar iônico cátions e ânions, em fases

2 OH Cu Cu( OH ) (2)


2

A reação ( aq) produzirá ( aq) hidróxido 2( s)

solúvel

crever Vamos a escrever

que

equação

se precipita

a na equação forma de cobre (II), Cu(OH)2, um composto iônico

sólida da

iônica: na

e A solução

forma iônica:

líquida reação diluída, e produzirá nitrato

conforme de hidróxido sódio

NaOH as equações aquoso, de cobre NaNO3 abaixo: (II), (cristalino Cu(OH)2, um composto iônico

( s) Na( s) OH( aq)


2

2

insolúvel No nosso que se caso, precipita o hidróxido da de solução sódio, NaOH e nitrato e nitrato de sódio de cobre aquoso, (II), Cu(NO3)2, NaNO3 (3)

) odoro 2 Cu OHe ( aq ( aq incolor), ) )

Cu( aq outro ( OH

) insolúvel

)



NaOH

composto 2(

Cu

s)

( OH

(cristalino que

)

dissociarão ( s)

iônico

Nase precipita

( s) inodoro completamente


solúvel.

OH( aq)

e da A 2

Cu( NO 2( s)

equação

incolor), solução química

em solução outro e nitrato equilibrada

aquosa composto de

(2)

sódio para

para formar iônico aquoso,

(2)

cátions solúvel. NaNO3

e A ânions, equação (cristalino

3) 2( aq) Cu( aq) 2NO( aq)

em química

equilibrada 2

Cuo ( NO hidróxido a de esta e para esta reação seria semelhante a esta (FELTRE, 2005),

(3) fases

sta o nosso reação No caso, seria nosso o semelhante hidróxido caso, inodoro

sólida 3) sódio, incolor), (FELTRE,

2( aq) e A de NaOH

líquida Cu reação sódio, outro 2005), e

( aq) diluída, produzirá composto nitrato NaOH 2NO

de e iônico solúvel. A equação química equilibrada para

conforme ( aq)

hidróxido nitrato cobre (II), de

as equações de cobre Cu(NO3)2, (II),

abaixo:

Cu(NO3)2, Cu(OH)2, um composto iônico

dissociarão o completamente Cu( NOcompletamente ) em NaOH esta solução reação em aquosa seria solução Cu( OH semelhante para ) aquosa formar 2para NaNO a esta cátions formar (FELTRE, e cátions ânions, 2005), e em ânions, fases (4) em fases

3 2( aq) ( s) A

insolúvel

reação

que

produzirá

2( sse ) precipita

hidróxido

da 3( aqsolução )

de cobre

e nitrato

(II),

de

Cu(OH)2,

sódio aquoso, NaNO3 um composto

(cristalino

NaOH iônico

( s) Na( s) OH( aq)

íquida sólida (3)

Agora, diluída, e líquida observe conforme diluída, que insolúvel conforme as precisamos equações Cu inodoro 2

Cu ( que NO NOas e


3se precipita da solução e nitrato de sódio aquoso, NaNO3 (cristalino

3 ) abaixo: equações

2( de incolor),

aq) 2( aq) 2 NaOH Cu mols outro abaixo: de composto

( s

( aq) ) 2 hidróxido NOCu( OHiônico ) de 2( s) sódio solúvel. 2NaNO

para A equação cada 3( ) 1 química equilibrada (4) para

( aq)



esta reação seria semelhante a esta (FELTRE, 2005),

ole NaOH de

( s( )

nitrato

s) OH

Nade ( aq ( s)

cobre OH

inodoro ((II) aq)

Agora, que e incolor), participa

A observe reação outro da que produzirá composto reação. precisamos hidróxido

Para iônico de obter solúvel. 2 de mols a

cobre

equação A de equação (II), hidróxido iônica

Cu(OH)2, química de um sódio equilibrada composto para cada para iônico 1

Cu( NO

ompleta, reescreva mole os esta compostos reação de insolúvel nitrato seria que semelhante de iônicos

3) 2( aq) NaOH cobre precipita solúveis a esta (FELTRE,

( s) Cu( OH )

(II) que da participa solução como e cátions 2005),

2( s) (3) 2NaNO

(3)

2

2


da nitrato reação. de e sódio ânions,

3( aq)

(4)

2(

Cu

aq) ( NOCu

3) 2( ( aq )) 2Cu NO

( aq( ) aq)

2NO( aq)

Para aquoso, obter a NaNO3 equação (cristalino iônica

NaOH

Cu( NO3)

Cu( NO

Agora,

3) 2( aq)

observe

NaOH

que

( s)

precisamos

Cu( )

de

2( s)

2

2

mols

NaNO

de hidróxido de sódio para cada 1

2

reação A produzirá reação produzirá hidróxido completa, inodoro hidróxido de reescreva cobre e incolor), de (II), os cobre outro Cu(OH)2, compostos (II), Cu(OH)2, um iônicos composto um solúvel. solúveis composto iônico A 3( equação aq)

como iônico química cátions equilibrada e (4) ânions, para

2

Na

( aq) OH( aq) Cu mole

( aq) esta 2 Agora, reação NOde nitrato

NaOH 3( aq) observe seria semelhante Cu de ( OH cobre

Cu) (II)

( 2( NOs )

que precisamos a 3)

que esta 2(FELTRE,

2

participa Na

( )

da

de 2 mols 2005), 2NO

reação.


Para

3( aq)

(5) obter a equação iônica

insolúvel que se precipita que se precipita da solução cátions da e solução nitrato e ânions, e de nitrato sódio de aquoso, sódio NaNO3 aquoso, (cristalino NaNO3 de hidróxido (cristalino de sódio para cada 1

completa, reescreva 2 os compostos iônicos NaNO solúveis como cátions e ânions,

3

2mole Nade ( aq) nitrato OH Cu( aq ( de NO ) cobre 3) Cu 2( aq) (II) ( NaOH aq) que 2 NO

( s) participa 3( aq Cu ) ( OH Cu )

2( sreação. ( OH

)

2) 2( NaNO s) Para 2 3( aq obter )

Na a ( aqequação )

2NO3( iônica aq)

(4)

(5)

inodoro incolor), e outro incolor), composto outro composto iônico solúvel. iônico A solúvel. equação A química equação Cu( NO3)

equilibrada química equilibrada para para

NaOH

2

so é equivalente a,

NaNO3

completa, reescreva Agora, observe os compostos que 2precisamos iônicos de 2 solúveis mols de hidróxido como cátions de sódio e para ânions,

o esta seria reação semelhante seria semelhante a esta (FELTRE, a 2esta cada 1

Na(FELTRE, ( aq 2005), )

OH( aq) 2005), Cu ( aq) 2 NO3( aq) Cu( OH )

2( s) 2Na ( aq) 2NO3( aq)

(5)

2

2Na( aq) 2OH Isso

( aq) é Cu equivalente mole NaOH ( aq de 2 nitrato NO a,

3( aq de )

cobre Cu ( NO ( OH (II) 3)

)

2 que 2( aq) participa 2Na da ( aq) reação. 2NO

Para 3( aq)

obter a NaNO equação iônica

3

u( NO3 )

2(

Cu

aq) ( NO NaOH

3) 2( aq( ) s) NaOH Cu( OH

( s) ) 2(

Cu

s )

( OH 2NaNO

)

2( s)

2

3( aq2)

NaNO

2 3( aq)

(4) (4)


2 Nacompleta, 2( aq )

OH( aqreescreva ) Cu ( aq os )

compostos 2 NO3( aq) iônicos Cu( OH ) solúveis 2( s) 2como Na

( aq) cátions 2NO3( aq e ) ânions,

(5)

( aq) 2OH ( aq) Cu ( aq) 2 NO

3( aq) Cu( OH )

(6)

Isso é equivalente a,

2( aq) 2Na ( aq) 2NO

3( aq)

gora, Agora, observe Agora, para que observe obter precisamos que a equação precisamos de 2 iônica mols NaOH de de líquida, 2 hidróxido mols você de Cu hidróxido de ( NO deve 3)

sódio

2 eliminar para de sódio cada os para íons 1 cada do 1 NaNO3

Isso é 2

2Na equivalente (6)

( aq) 2OH a,

( aq) Cu ( aq) 2 NO

3( aq) Cu( OH )

2( aq) 2Na ( aq) 2NO

3( aq)

2

spectador, nitrato mole de de nitrato ou cobre seja, de (II) os cobre íons Isso que é que participa equivalente (II) Agora, 2estão Na que ( aq para presentes participa da )

a,

OH reação. obter ( aq) em da a Para Cu equação ambos reação. ( aq obter )

os 2 Para iônica NO lados a 3( equação aq obter ) líquida, equação. Cu a iônica ( equação OH você )

2( Neste s) deve iônica 2eliminar Na

( aq) 2os NOíons 3( aq)

do (6)

(5)

2

NaNO3

aso,teriámos:

, completa, reescreva reescreva os compostos

espectador, os compostos 2Na iônicos ou Agora,

( aq) seja, 2OH solúveis iônicos para íons obter

( aq) que Cu solúveis como a estão equação

( aq) 2 cátions presentes NO como iônica e

3( aq) cátions em líquida, Cu ânions, ambos ( OHe você )

2(

os ânions,

aq) lados deve 2Na da eliminar

(

equação.

aq) 2os NOíons Neste do

3( aq)

2 Isso é equivalente a,


NaOH

caso,teriámos:

(6)

( aq) 2 NaOH Cu( NO3)

2

( aq) ( aq) espectador, Cu( NO3)

2

2 3( aq) ou Cu seja, ( OH os ) íons que

2( aq) 2estão Na presentes

( aq) 2NOem ambos

3( aq)

(7) os lados da equação. Neste

2 2 2

Agora, 2para Na( aq) obter OHa equação aq) Cu iônica ( aq) 2 NO líquida, 3( aq) você Cu( OH deve )

2( aq eliminar )

2Naos ( aq) íons 2NO

2

do 3( aq)

que é equivalente 2Na a,


caso,teriámos:

( aq) 2OH

2

2 OH ( aq) Cu ( aq) NO


q) 2 OH Na( aq ( aq ) ) OH Cu( aq( ) aq ) Cu 2 NO( 3( aq aq) )

2 NO Cu3( (

aq

OH

) ) 2(

Cu

s) ( OH 2) 2( Na

s)

( aq

3( aq) ) 2 2Na NO

Cu( OH

( 3( aq aq) )

2(5)

NO

2( aq) 3( 2aqNa ) (5)

( aq) 2NO


3( aq)

(7)

( aq) Cu ( aq) Cu( OH)

2( s)

(8)

2

(6)

espectador, 2Naou seja, os íons que estão presentes em ambos os lados da equação. Neste

( aq) 2OH ( aq) Cu ( aq) 2 NO NaNO3

3( aq) Cu( NaNO OH ) 3

2( aq) 2Na ( aq) 2NO

3( aq)

(7)


2

que é equivalente Agora, para a, obter 2 OHa equação iônica líquida, você deve eliminar os íons do

( aq) Cu ( aq) Cu( OH)

2( s)

(8)

Isso ivalente é equivalente a, a, caso,teriámos:


2

que é equivalente a, 2 OH

espectador, ou seja, os íons que estão

( aq) Cu presentes

( aq) Cu( OH)

em ambos

2(

os

s)

(8)

equação. Neste caso,teriamos:

lados da equação. Neste

2

2Na ( aq) 2

Na OH

( aq)

( aq) 2 NO

3( aq Cu( OH )

2( aq) Na

Na ( aq) 2NO

3( aq)

(7)

( aq) 2OH ( aq) ( aq) 2OH Cu ( aq )

caso,teriámos:

Cu 2 NO( aq 3( ) aq) 2 NOCu3( ( OH

aq) ) 2(

Cu

aq) ( OH2) Na

2( aq) ( aq


)


2Na NO( aq 3( ) aq)

2NO

3( aq)


2

que é equivalente a, 2 OH 2 2Na ( aq) Cu ( aq) Cu( OH(6)

)

2( s

(6)

(8)

( aq) 2OH ( aq) Cu ( aq) 2 NO

3( aq) Cu( OH )

2( aq) 2Na ( aq) 2NO

3( aq)

(7)

gora, para Agora, obter para a equação obter a iônica equação líquida, iônica você líquida, deve você eliminar deve os eliminar íons do os íons do


2

que é equivalente a, 2 OH

( aq) Cu ( aq) Cu( OH)

2( s)

(8)

espectador, ou seja, os ou íons seja, que os estão íons que presentes estão presentes em ambos em os ambos lados da os equação. lados da Neste equação. Neste

12

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 18

Agora, observe que precisamos de 2 mols de hidróxido de sódio para

cada 1 mole de nitrato de cobre (II) que participa da reação. Para obter a

equação iônica completa, reescreva os compostos iônicos solúveis como

Agora, para obter a equação iônica líquida, você deve eliminar os íons

do espectador, ou seja, os íons que estão presentes em ambos os lados da

caso,teriámos:

que é equivalente a,

2 2Na OH 2OH Cu

2 Cu 2 NO


2 NOCu( OH) Cu( OH2) Na 2Na NO


2NO

(7) (7)

( aq) ( aq) ( aq ) ( aq 3( ) aq) 3( aq) 2( aq) 2( aq) ( aq) ( aq 3( ) aq)

3( aq)


2

2

e é equivalente que é equivalente a, 2 OH a, 2 OH Cu Cu Cu( OH)

Cu ( OH)

(8) (8)

( aq) ( aq ) ( aq) 2( s)

2( s)

Hidróxido de cobre (II) é o composto químico inorgânico de fórmula

Cu(OH)2, é o hidróxido de metal cobre com estado de oxidação 2+,ou seja

([Cu(OH)2]2+) que que precipita da solução, veja o mecanismo do processo

da reação descrito na Figura 1.

1º Copo Becker: Existem íons Cu2+ estão presentes na solução, tornando

a solução azul, e excesso de íons hidrônio (H3O+) que será acrescentada

hidróxido de sódio.

2º Copo Becker: Ao adicionar NaOH(s) à solução azul resulta nos íons OH–

neutralizando os íons H3O+ para formar água: H3O+ (aq) + OH- (aq) ->

2H2O(l). Os íons Na+ não são mostrados, mas diluído na solução que atingir

a fase estável no equilíbrio termodinâmico de soluções, neste processo.

3º e 4º Copo Becker: Uma vez neutralizados todos os H3O+, adicionar

mais NaOH(s) resulta nos íons OH- reagindo com o Cu2+ para formar o pre-

Autores:

Nascimento, L.1*;

Melnyk,A.2;

Santos,N.T.F.3

cipitado azul de Cu(OH)2(s) mostrado

na parte inferior do copo Becker.

5º Copo Becker: Quando todos

os íons Cu2+ foram convertidos

em Cu(OH)2(s) precipitam, adicionando

mais NaOH(s) resulta em

íons OH- não reagidos em solução,

o que torna a solução básica,

mas ainda com predominância de

Cu2+,em maior quantidade de população

de íons em cima de íons

de sódio. Podemos usar um papel

tornassol para confirmar que a solução

é básica.

Note que a solução não é mais

azul já que nenhum íon Cu2+ está

presente na solução. Na realidade,

sua solução ainda pode aparecer

azul por causa da dispersão do

Cu(OH)2 na solução por mistura,

mas depois de um certo tempo,

as duas fases presentes precipitado

(Cu(OH)2) e nitrato de sódio

NaNO3 (líquido cristalino inodoro

e incolor),estarão bem visível, ver

Figura 2. Depois de efetuar uma filtração

por gravidade, lavar o erlenmeyer

com água destilada (cerca

de 5 mL de água destilada). Despejar

o filtrado, deixarmos hidróxido

de cobre secar no papel de filtro, e

por fim colocamos no prato relógio,

conforme a ilustração da Figura 3.

Conclusões

As reações são realizados adicionando

NaOH(s). Verificamos que

ocorre uma reação, os íons de hidróxido

(OH–) do NaOH(s) neutralizando

o excesso de íons hidrônio

(H3O+) remanescentes, uma vez

que todos os íons H3O+ são neutralizados,

íons OH– adicionais reagem

com o íon Cu2+ formar o precipitado

de Cu(OH)2 (que aparece como

um precipitado preto). Uma vez que

todos os íons Cu2+ tenham reagido

não mais formas precipitadas, mas

a solução fica pouco azul bem claro,

que depois de algumas semanas,


Hidróxido de cobre (II) é o composto químico inorgânico de fórmula Cu(OH)2, é

o hidróxido Figura de 1 metal - Mecanismo cobre com do estado processo de oxidação reação 2+,ou para seja Cu(OH)2. ([Cu(OH)2] 2+ ) que que

precipita da solução, veja o mecanismo do processo da reação descrito na Figura 1.

Figura

Fonte:

1- Mecanismo

Autor

do processo da reação para Cu(OH)2.

Fonte: Autor

1º Copo Becker: Existem íons Cu 2+ estão presentes na solução, tornando a

solução azul, e excesso de íons hidrônio (H3O + ) que será acrescentada hidróxido de

sódio.

Figura 2 - Preparação do produzirá hidróxido de cobre (II), Cu(OH)2 precipitado

2º Copo Becker: Ao adicionar NaOH(s) no fundo do Erlenmeyer.

à solução azul resulta nos íons OH–

neutralizando os íons H3O + para formar água: H3O + (aq) + OH - (aq) → 2H2O(l). Os íons

incolor),estarão bem visível, ver Figura 2. Depois de efetuar uma filtração por

Figura 3 - Hidróxido de cobre (II), Fonte: Cu(OH)2 Autor no prato relógio.

gravidade, lavar o erlenmeyer com água destilada (cerca de 5 mL de água destilada).

Despejar o filtrado, deixarmos hidróxido de cobre secar no papel de filtro, e por fim

colocamos no prato relógio, conforme a ilustração da Figura 3.

Figura 3- Hidróxido de cobre (II), Cu(OH)2 no prato relógio.

Fonte: Autor

Fonte: Autor

Figura 3- Hidróxido de cobre (II), Cu(OH)2 no prato relógio.

CONCLUSÃO

Fonte: Autor

fica bem visível devido o nitrato de

sódio (NaNO3(aq.)),fica na parte de

cima em forma aquosa, do qual é

formado pela ligação iônica entre o

cátion sódio (Na+) e o ânion nitrato

(NO3-), ocorrendo a transferência de

um elétron. Todos os íons Cu2+ foram

convertidos em Cu(OH)2(s) precipitados,

a adição de mais NaOH(s)

resulta em íons OH– não reagidos

em solução, o que torna a solução

básica. Uso de papel de tornassol

vermelho pode ser usado para confirmar

que a solução é básica.

Agradecimentos

Os autores agradecem ao Conselho

de Desenvolvimento Científico

e Tecnológico CNPq pelo apoio

financeiro.

Referências

Na + não são mostrados, mas diluído na solução que atingir a fase estável no equilíbrio

AASTRUP, T.; WADSAK, M.; SCHREINER, M.;

termodinâmico de soluções, neste processo.

LEYGRAF, C. Experimental in situ studies of

3º e 4º Copo Becker: Uma vez neutralizados todos os H3O + , adicionar mais copper exposed to humidified air, Corrosion

Science, 42(6),p.957-967,2000.

NaOH(s) resulta nos íons OH - reagindo com o Cu 2+ para formar o precipitado azul de

BRADY, J.E; HUMISTON, G.E. Química Geral.

Cu(OH)2(s) mostrado na parte inferior do copo Becker.

Volume 1 e 2. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e

5º Copo Becker: Quando todos os íons Cu 2+ foram convertidos em Científicos, 1986.

Cu(OH)2(s)

CHÁVEZ, W. Supergene oxidation of copper

precipitam, adicionando mais NaOH(s) resulta em íons OH - não reagidos em solução, o deposits: zoning and distribution of copper

que torna a solução básica, mas ainda com predominância de Cu 2+ ,em maior quantidade oxide minerals. Society of Economic Geologists

Newsletter.41(1), p. 10-21, 2000.

de população de íons em cima de íons de sódio. Podemos usar um papel tornassol para

EVANGELISTA, H. J. Mineralogia Conceitos

confirmar que a solução é básica.

Básicos. Ouro Preto: Editora UFOP, 2002.

Note que a solução não é mais azul já que nenhum íon Cu 2+ está presente na

FELTRE, R. Fundamentos de Química:

Figura 2- Fonte: Preparação Autor do produzirá hidróxido de cobre (II), Cu(OH)2 precipitado no

solução. Na realidade, sua solução ainda pode aparecer azul por causa da dispersão do Vol. Único. 4ª.Ed. São Paulo: Moderna,

Figura 2- Preparação do produzirá

Cu(OH)2 na solução por mistura, fundo hidróxido

mas do depois Erlenmeyer. de cobre (II), Cu(OH)2 precipitado 2005. no 700 p.

de um certo tempo, as duas fases

presentes precipitado (Cu(OH)2) e fundo nitrato Fonte: de do sódio Erlenmeyer.

Autor NaNO3 (líquido cristalino inodoro e

MACHADO, I. P.; MERÍZIO, L. G.; MURI, E. J.

B.; MARINS, A. A. L.; MACHADO, L. C.; PASSOS,

C. A. C.; ABÍLIO, V. T.; RODRIGUES, R. V.; "Síntese

e estabilização do Hidróxido de Cobre (II)

preparado em solução aquosa livre de surfactantes",

p. 86-87. In: Anais do V Encontro Científico

de Física Aplicada (Blücher Physics Proceedings,

n.1, v.1). São Paulo: Blücher, 2014.

NASCIMENTO, L.; MELNYK, A. Obtenção do

Nitrato de Cobre (II) através reação química

do Cobre com Ácido Nítrico. Revista Mangaio

Acadêmico, 2(1), 2017.

PETRUŠEVSKI, M.V.; TASESKA, M;

MONKOVIĆ, M. Reaction of Copper with Fuming

Nitric Acid: A Novel Lecture Experiment

in Passivation. Chemical Educator 10. p.208-

210,2005.

VOGEL, A. I. Química Analítica Qualitativa.

Trad. Antônio Gimero. 5 Ed. Rev. (português).

São Paulo: Editora Mestre Jou, 1981. 665p.

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 18

13

CONCLUSÃO As reações são realizados adicionando NaOH(s). Verificamos que ocorre uma


artigo 2

Determinação e eficácia

do teor de cloro em águas

sanitárias comercializadas na

cidade de Maceió/AL

Imagem ilustrativa

Autores:

João Paulo dos Santos1,

Lílian Márcia Dias dos Santos2,

Patrícia Miranda Lima3,

Eliane Costa Souza4,

Nely Targino Do Valle Cerqueira5,

Waléria Dantas Pereira6,

Yáskara Veruska Ribeiro Barros7.

1. Analista de Hemoterapia Pleno, Sociedade Beneficente Israelita

Brasileira Albert Einstein, Depto. De Hemoterapia e Terapia Celular

– HMVSC, Mestrando em Ciências da Saúde aplicada à Medicina,

Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP, Disciplina de

Reumatologia.

2. Biomédica, Centro Universitário Cesmac.

3. Biomédica, Centro Universitário Cesmac.

4. Especialista em Qualidade na Produção de Alimentos, Mestre em

Nutrição Humana/UFAL - Área de Concentração Segurança Alimentar

e Nutricional. Nutricionista do Hospital Escola Dr. Hélvio Auto-

UNCISAL. Docente de Microbiologia e Imunologia, Microbiologia e

Controle Sanitário de Alimentos do Centro Universitário Cesmac.

5. Doutora em Ciência e professora

do Curso de Biomedicina Centro Universitário Cesmac.

6. Docente de Microbiologia e Imunologia,

Microbiologia e Controle Sanitário de

Alimentos do Centro Universitário Cesmac.

7. Professora de Microbiologia no

Centro Universitário Cesmac.

Instituição: Faculdade De Ciências Biológicas e da Saúde– FCBS –

Centro Universitário - CESMAC. Rua. Cônego Machado, no 918, CEP

57051 -160 – Maceió-AL. Correspondência para: João Paulo dos

Santos. Rua Jornal de Alagoas, 41, Farol. Maceió-AL. CEP: 57051-

420. Email: joaobiome@hotmail.com. Tel. (11) 96473-7972

14

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 18

Resumo

O consumo de verduras, legumes e frutas in natura é muito

comum entre a população, porém consumir esses alimentos

crus sem higienização ou executado tal procedimento de maneira

incorreta pode desencadear um veiculo importante de

contaminação microbiana. Por isso é de suma importância realizar

a higienização correta desses alimentos, existindo métodos

fáceis e econômicos como, por exemplo, o uso da água sanitária.

O objetivo deste trabalho foi avaliar o teor de cloro presente

nas marcas comerciais de água sanitária comercializadas em

Maceió/AL e sua eficiência na sanitização. O presente estudo

foi realizado no mês de setembro de 2013, sendo adquiridas

100% das marcas comerciais (n=12) disponibilizadas no comércio

varejista. Para análise da eficiência microbiológica foi

coletado no mercado público 12 pés de Alfaces. A análise do

cloro residual das aguas sanitárias e microbiológico das alfaces

foi por titulação volumétrica e número mais provável de coliformes

fecais respectivamente. Das 12 marcas comerciais de

aguas sanitárias analisadas, 2 (a marca B e K) e 2 ( marca C e

F) apresentaram percentuais de cloro abaixo e acima do permitido

pela legislação respectivamente. 75% das alfaces, que

não passaram pelo processo de higienização, apresentaram

uma carga microbiana inicial elevada, e destas apenas a marca

comercial K com o teor de cloro de 1,21% não apresentou eficácia

no processo de sanitização. Concluiu-se que nem todos

os produtos seguem os padrões exigidos pela legislação e que

algumas dessas divergências podem trazer riscos à saúde do

consumidor e deficiência nos resultados de higienização esperado

nos hortifrútis.

Palavras chave: Alface. Higienização. Hipoclorito de sódio

Abstract

Determination and efficacy of chlorine content in sanitary

waters marketed in the city of Maceió/AL

The consumption of vegetables, in natura fruits and vegetables

is very common among the population, but consume these raw

foods without cleaning or run this procedure incorrectly may

trigger an important vehicle of microbial contamination. So it is

of utmost importance to perform correct hygiene these foods,

with easy and economical methods such as, for example,

the use of bleach. The aim of this study was to evaluate the

amount of chlorine present in the trademarks of bleach sold

in Maceió/AL and its efficiency on sanitization. The present

study was carried out in September 2013, being acquired 100

of trademarks (n12) available in the retail trade. For analysis

of microbiological efficiency was collected in the public market

12 feet of rain. Analysis of residual chlorine of sanitary and

microbiological water lettuce was for volumetric titration and

faecal coliform most probable number of respectively. Of the

12 trademarks of sanitary water analyzed, 2 (the mark B and

K) and 2 (C and F) showed chlorine percentage below and

above the permitted by legislation respectively. 75 of lettuces

that have not gone through the sanitization process, presented

a high initial microbial load, and of these only trademark K with

chlorine content of 1.21 showed no efficacy in disinfection

process. It was concluded that not all products comply with the

standards required by the legislation and that some of these

divergences may pose risks to consumer health and deficiency

in the results of hygienization expected in fruit and vegetable.

Keywords: Lettuce. Sanitizing. Sodium hypochlorite


1. Introdução

As doenças transmitidas por

alimentos (DTAs) afetam muitos

consumidores, tal fato deve-se as

condições higiênico-sanitárias na

produção dos alimentos. Essas doenças

podem ser provocadas por

diversos tipos de micro-organismos

tais como: bactérias, fungos e

vírus. As bactérias por sua diversidade

e patogenia, desencadeiam o

grupo microbiano mais importante

associado às doenças transmitidas

por alimentos1.

Os riscos de origem microbiológica

podem estar presentes em

qualquer ponto da cadeia produtiva,

desde o cultivo, colheita, lavagem,

armazenamento, transporte,

comercialização e finalmente a

mesa do consumidor2.

Quando ocorre uma doença de

origem bacteriana geralmente vem

com os seguintes sintomas: diarreia,

vômitos, dores abdominais,

desidratação e febre. E só aparece

depois de um período de incubação

que pode ser de horas ou até mesmo

de dias. Algumas bactérias responsáveis

por intoxicação são: Staphylococcus

aureus, Salmonella sp.,

Escherichia coli e Bacillus cereus1.

O consumo de verduras, legumes

e frutas crus é muito comum

entre a população, porém consumir

esses alimentos crus sem higienização

ou executado tal procedimento

de maneira incorreta pode

desencadear um veiculo importante

de contaminação microbiana.

Por isso é de suma importância realizar

a higienização correta desses

alimentos, existindo métodos fáceis

e econômicos como, por exemplo,

o uso da água sanitária3.

Quanto ao sanitizante utilizado

na higienização, a ANVISA4 salienta,

“A água sanitária é resultante da

mistura de água (H2O) e hipoclorito

de sódio (NaClO)”. Segundo a portaria

SVS 89, de agosto de 1994 da

Vigilância Sanitária define-se como

água sanitária qualquer solução

aquosa a base de hipoclorito de

sódio ou cálcio com o teor de cloro

ativo entre 2,0% p/p a 2,5% p/p.

A água sanitária é utilizada para

desinfecção, devido ao seu baixo

custo, fácil aplicação, ação bacteriana

e tempo curto para exercer

sua atividade antimicrobiana5.

O cloro é a substância historicamente

escolhida para desinfecção

da água para o consumo humano

e de limpeza de frutas, legumes e

verduras, visando à destruição de

micro-organismos patogênicos e

prevenção das doenças transmitidas

através da água. Para o tratamento

da água, o uso de cloro

é justificado em função do baixo

custo, fácil aplicação, ação antibacteriana

à temperatura ambiente

e tempo relativamente curto para

exercer sua atividade antimicrobiana,

entre outros5.

A concentração de cloro presente

no produto, quando em níveis

menores que o estabelecido pela

legislação, fará com que o consumidor

esteja comprando um produto

onde a água apresenta-se quase

pura, porém caso seja uma solução

com níveis de cloro ativo elevados,

poderá levar a agravos a saúde,

pois o mesmo em excesso pode

se transformar em gás e entrar em

contato com a pele e sistema respiratório6.

De acordo com Andrade e Pinto7

o cloro como qualquer sanificante

apresenta vantagens e desvantagens.

O cloro é bastante efetivo

para grande número de bactérias,

esporos bacterianos e bacteriófagos.

Não é afetado pela dureza da

água e relativamente barato, ele é

corrosivo e pode provocar irritação

na pele de manipuladores. Ele em

suas várias formas é o sanificante,

mais comumente usados no

processamento de alimentos e em

aplicações de manipulação.

A sanitização é uma das etapas

da higienização, tem como objetivo

eliminar os micro-organismos presentes

em ambientes, alimentos,

equipamentos e utensílios que não

foram removidos após o tratamento

de limpeza química, realizado anteriormente7.

A preparação da solução desinfetante

muitas vezes utiliza marcas

comerciais de água sanitárias

comercialmente disponíveis em

praticamente todo o comércio varejista.

Porém, o uso de medidas

caseiras, frequentemente disponibilizados

nos próprios rótulos destes

produtos, pode não assegurar

a correta eficiência do sanificante

preparado, uma vez que o teor de

cloro informado pode não ser condizente

com o cloro ativo que ele

de fato apresenta5.

Por isso, o consumidor sempre

que for comprar água sanitária,

deve estar atento com a questão

da rotulagem e embalagem dos

produtos a serem comprados no

mercado, pois ao adquirir um produto

clandestino, podem estar sendo

enganado além de acarretar pra

si mesmo sérios danos a saúde8.

No âmbito doméstico, a assepsia

de hortaliças e frutas para consumo

pode ser realizada por imersão

em solução de cloro preparada a

partir de água sanitária comercial.

Assim, o objetivo deste trabalho foi

avaliar o teor de cloro presente nas

marcas comerciais de água sanitária

e sua eficiência na sanitização.

2. Material e Método

O presente estudo foi realizado

no mês de setembro de 2013, sendo

adquiridas 100% das marcas

comerciais (n=12) disponibilizadas

no comércio varejista de Maceió.

Todas as marcas comerciais de

água sanitária estavam na embalagem

original apresentando registro

no Ministério da Saúde, dentro do

prazo de validade e trazia informação

no rótulo sobre concentração

entre 2,0 e 2,5% de cloro livre.

Para análise da eficiência microbiológica

das águas sanitárias

foi coletado no mercado público,

em sacos estéreis individuais, 12

pés de Alfaces (Lactuca sativa).

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 18

15


artigo 2

Autores:

João Paulo dos Santos1, Lílian Márcia

Dias dos Santos2, Patrícia Miranda

Lima3, Eliane Costa Souza4, Nely Targino

Do Valle Cerqueira5, Waléria Dantas Pereira6,

Yáskara Veruska Ribeiro Barros7.

16

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 18

Foi escolhido este hortifrúti por ser

um alimento comumente utilizado

pela população na elaboração de

saladas cruas.

Após a aquisição das amostras

de águas sanitárias e dos pés da

Alface, estes foram encaminhadas

em temperatura ambiente e em

caixas térmicas com gelo respectivamente,

ao laboratório de microbiologia

do Centro Universitário

Cesmac para as devidas análises.

A metodologia utilizada para

análise do teor de cloro residual foi

pela ABNT9. Para análise microbiológica

foi utilizada a metodologia de

Silva et. al10.

3.Procedimentos

Análise do cloro residual

Após a preparação das soluções

de ácido sulfúrico a 10% (p/p), de

iodeto de potássio a 20% (p/p), de

tiossulfato de sódio a 0,1M, foram

pipetados 10 mL de cada amostra

e transferidos para um balão volumétrico

de 100 mL. Em seguida

aferiu-se com água destilada e

homogeneizou-se. Mediu-se 10

mL em uma proveta, desta solução

recém-preparada e transferiu-se

para um erlenmeyer de 250 mL.

Depois foram adicionados ao erlenmeyer

10 mL da solução de ácido

sulfúrico (H2SO4) a 10% (p/p),

10 mL de KI a 20% (p/p) e 5 mL

de água destilada com o auxílio de

pipetas graduadas de 10mL com

pêra de borracha. Utilizando uma

bureta de 50 mL titulou-se com a

solução de Na2S2O3 0,1 mol/L até

a amostra apresentar a coloração

amarelada. Em seguida, colocou-

-se 5mL da solução de amido 5%

(p/v) observando o surgimento de

uma coloração azul escura. Continuou-se

a titulação até que a cor

azul escura desaparecesse. Ao final,

anotou-se o volume gasto em

mL. O procedimento foi realizado

em duplicata.

Após a análise foram realizados

os cálculos da porcentagem de

cloro ativo na amostra através da

fórmula da ABNT9.

% de cloro ativo = (V1 x N1 x

Meq Cl2 x 100) / Valiq x Vdil

Onde: V1 = volume de Na2S2O3

gasto na titulação;

N1 = Normalidade da solução de

Na2S2O3;

MeqCl2 = Miliequivalente-grama

do Cl2 = 35,5.10-3 ;

Valiq = volume da alíquota para

a diluição utilizada na titulação;

Vdil = volume final a diluição da

solução após a diluição;

% de cloro ativo = (V1 x N1 x

Meq Cl2 x 100) / Valiq x Vdil

Análise Microbiológica

para coliformes

termotolerantes

De cada pé de alfacenão higienizada,

foram pesadas 25g e colocadas

em um erlenmayer com 225

mL de solução salina a 0,8% esterilizada.

Foram realizadas diluições

decimais até 10-3, utilizando-se

tubos contendo 9mL de solução

salina a 0,8% estéreis. Após as diluições.

Para determinação presuntiva

de coliformes fecais inoculou-

-se 1 mL de cada diluição em uma

série de três tubos contendo 9 mL

de caldo lauril sulfato triptose (LST).

Os tubos foram homogeneizados e

incubados a 35°C/48 horas. De

cada tubo positivo, com crescimento

e produção de gás no interior do

tubo de Durham, foi transferida

uma alçada para tubos contendo

caldo E. coli(EC), e incubados em

banho-maria a 44,5ºC/24-48h

observando-se a existência de tubos

positivos com crescimento e

produção de gás no interior dos

tubos de Durham, confirmativos

da presença de coliformes fecais.

Após a contagem de tubos positivos

foi determinado o Número Mais

Provável (NMP∕g).

Das mesmas amostras de Alface,

foram pesadas 25g lavadas

em água corrente potável e individualmente

foram sanitizadas de

imersão em solução de água sanitária

a 200 ppm de cloro ativo (5,0

mL,/500 mL de água), por um tempo

de 15 minutos conforme recomendado

pela Anvisa11. Decorrido

o tempo de contato estabelecido

estas foram enxaguadas em água

corrente potável e foi realizada a

mesma análise microbiológica citada

acima para coliformes termotolerantes.

Resultados e Discussão

A legislação (Portaria nº 89/94)5

define que o teor de cloro ativo

na água sanitária comercial deve

atender o intervalo entre 2,0 a

2,5% p/p para fins de registro. Entretanto,

para fins de fiscalização, a

ANVISA considera um intervalo de

aceitação entre 1,75 e 2,75 % p/p

(RDC nº 184/2001)12.

Na Tabela 1 das 12 marcas comerciais

de águas sanitárias analisadas,

2 (a marca B e K) e 2 (marca

C e F) apresentaram percentuais de

cloro abaixo e acima do permitido

pela legislação respectivamente.

O controle microbiano é dependente

da qualidade e da carga microbiana

inicial da matéria-prima,

portanto como podemos observar

na Tabela 1, 75% (n=9) das alfaces,

que não passaram pelo processo

de higienização, apresentaram

uma carga microbiana inicial

elevada, e destas apenas a marca

comercial K com o teor de cloro de

1,21% não apresentou eficácia no

processo de sanitização, pois o índice

de contaminação para coliformes

fecais da alface ficou acima do

permitido pela legislação que é de

100 NMP/g.

Na marca comercial B apesar de

possuir um teor de cloro de 1,47%

e reduzir a carga microbiana da

alface a níveis aceitáveis de contaminação

por coliformes fecais, a

contaminação inicial desta horta-


liça foi baixa, portanto o resultado

esperado seria de uma redução

total destes micro-organismos,

comprovando assim a ineficiência

dessa marca comercial no poder

de sanitização. Apenas as marcas

comerciais A, D e I apresentaram o

teor de cloro de acordo com a rotulagem

de 2 a 2,5%.

O processo de sanitização das

hortaliças é considerado uma etapa

crítica para a segurança no

consumo do alimento e a seleção

dos sanitizantes a serem empregados

deve ser baseada não apenas

na eficácia dos mesmos, mas

também na segurança do ponto de

vista toxicológico. Portanto, todo o

processo deve ser conduzido, sob

condições higiênicas e estruturais

satisfatórias, visando minimizar os

riscos potenciais a saúde do consumidor13.

Apenas as marcas A, D, E, G,

H, I, J e L apresentaram limites

adequados de percentual de cloro

ativo pela a RDC nº 184/2001 da

ANVISA, sendo assim eficazes no

processo de sanitização.

Embora as marcas C e F tenham

sido eficazes no processo de sanitização,

a quantidade de cloro elevada

pode acarretar danos à saúde

do manipulador, uma vez que o

hipoclorito de sódio apresenta propriedades

que podem ser adversas

ao ser humano, podendo causar

irritabilidade nos olhos, queimaduras

na mucosa da boca, esôfago

e estômago, entre outros14. Por

isso, o ideal é que todo produto que

contenha cloro na sua composição

respeitem a legislação, assegurando

assim a saúde do manipulador e

uma boa sanitização15.

López-Gálvez et al16, argumentam

que a baixa ação do cloro pode

estar relacionada à localização das

células bacterianas, que podem

estar protegidas nas folhas de alface,

o que talvez dificulte a exposição

ao sanitizante. Assim sendo,

Tabela 1- Resultado das análises microbiológicas em amostras de alfaces

(Lactuca sativa) e percentual de cloro ativo nas marcas comerciais de águas

sanitárias comercializadas em Maceió- AL.

apesar de lavadas e sanitizadas

com solução de água sanitária, as

alfaces poderiam ainda apresentar

micro-organismos e dessa forma

apresentariam um veículo de transmissão

de doenças. BERBARI et

al17 observaram redução na carga

microbiana de bolores e leveduras

e de coliformes em alface tratada

com soluções de cloro de 2,4%.

Os resultados foram comparados

com trabalhos realizados em regiões

distintas do Brasil. Os dados

apresentaram um índice de conformidade

de 25% das amostras, resultados

menores que os 55,5% de

amostras, citado em SILVA et al6, e

os 50,0% de amostras, citado em

MIRANDA et al18.

Em estudo realizado em São Luís

do Maranhão por Figueiredo et

al19, de 8 marcas comerciais de

água sanitárias analisadas os valores

médios do teor de cloro ativo

variaram de 2,01% a 2,50%, em

87,5% das amostras em conformidade

com a legislação, apresentando

apenas uma marca com o

valor abaixo do esperado de 1,71%

de teor de cloro ativo e resultou em

12,5% de não conformidade.

Diante do exposto, os resultados

do presente estudo, indicam que

os responsáveis pela produção

das águas sanitárias comercializadas

na cidade de Maceió ou não

tem formação química para fazer

o controle da qualidade de seus

produtos, ou se há tem, não estão

preocupados em obedecer às

legislações vigentes, ignorando os

riscos que os consumidores poderão

estar expostos tanto a nível de

saúde como na eficácia da higienização

dos seus produtos.

Conclusão

Com o presente trabalho concluiu-se

que, até o momento, nem

todos nos produtos seguem os

padrões exigidos pela legislação e

que algumas dessas divergências

podem trazer riscos a saúde do

consumidor e deficiência nos resultados

de higienização esperado

nos hortifrútis.

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 18

17


artigo 2

Autores:

João Paulo dos Santos1, Lílian Márcia

Dias dos Santos2, Patrícia Miranda

Lima3, Eliane Costa Souza4, Nely Targino

Do Valle Cerqueira5, Waléria Dantas Pereira6,

Yáskara Veruska Ribeiro Barros7.

18

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 18

Referências

1. Portal Saúde [serial online]. Doenças

Transmitidas por alimentos e bactérias patogênicas;

2010 [acesso 15 mar 2013]. Disponível

em: http://portal.saude.gov.br

2. Santos HS, Muratori MCS, Marques ALA,

Alves VC, Cardoso Filho FC, Costa APR, et al.

Avaliação da eficácia da água sanitária na sanitização

de alfaces (Lactuca sativa). ReV Inst

Adolfo Lutz. 2012; 71(1):56-60.

3. Neutzling MB, Rombaldi AJ, Azevedo MR,

Hallal PC. Fatores Associados ao Consumo de

Frutas, Legumes e Verduras em Adultos de

uma Cidade no Sul do Brasil. Cad Saúde Pública.

2009; 25(11):2365-2374.

4. ANVISA – Agência Nacional de Vigilância

Sanitária [serial on line]. Saneantes, 2006

[acesso 04 jun 2013]. Disponível em: http://

www.anvisa.gov.br/saneantes/conceito.htm.

5. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria

nº 89 de 25 de agosto de 1994. Determina

que o registro dos produtos saneantes domissanitários

"Água sanitária" e "Alvejante"

categoria Congênere a Detergente Alvejante

e Desinfetante para uso geral seja procedido

de acordo com as normas regulamentares

anexas a presente. Diário Oficial da União [on

line] Brasilia(DF), 1994. [acesso 18 set 2013].

Disponível em: http://www.suvisa.rn.gov.br/

contentproducao/aplicacao/sesap_suvisa/

legislacao/gerados/legislacao_saneantes.asp

6. Silva JSC, David DP. Determinação de Cloro

Ativo em Água Sanitária Comercializada em

Pelotas – RS. In: XII ENPOS- II Mostra Científica;

2010. Pelotas.

7. Andrade NJ, Pinto CLO. Higienização na

Indústria de Alimentos. Viçosa, MG, CPT, livro

atualizado em 2008.

8. INMETRO - Instituto Nacional de Metrologia.

[serial on line] Água Sanitária, Desinfetante

e Detergente. [acesso 10 ago 2013]

Disponível em: http://www.inmetro.gov.br/

consumidor/produtos/agua_sanitaria.asp.

9. ABNT - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NOR-

MAS TÉCNICAS. Solução de hipoclorito de sódio

comercial- determinação do teor de cloro

ativo pelo método volumétrico: NBR 9425. Rio

de Janeiro; 2004. [acesso 10 ago 2013]. Disponível

em: http://www.abnt.org.br/IMAGENS/

NORMALIZACAO_HOMOLOGACAO/Lista%20

de%20publicacao%20%202010%2008%20

31%20a%202010%2008%2001.pdf.

10. Silva N, Junqueira VCA, Silveira NFA.

Manual de métodos de análise microbiológica

de alimentos e água. São Paulo: Varela; 2010.

11. BRASIL. Ministério da Saúde. Resolução

RDC nº 216, de 15 de setembro de 2004.

Dispõe sobre o Regulamento Técnico de Boas

Práticas para Serviços de Alimentação. Diário

Oficial da República Federativa do Brasil. Brasília,

DF, 16 set 2004. [Acesso 18 set 2013].

Disponível em: http://www.paulinia.sp.gov.

br/downloads/RDC_N_216_DE_15_DE_

SETEMBRO_DE_2004.pdf.

12. BRASIL. Ministério da Saúde. RDC nº

184, de 22 de outubro de 2001, revoga a

Resolução 336, de 30 de julho de 1999. Considerando

a necessidade de atualizar normas,

desburocratizar e agilizar os procedimentos

referentes a registro de produtos Saneantes

Domissanitários e outros de natureza e finalidades

idênticas, com base na Lei 6360/76

e seu Regulamento Decreto 79094/77 e Lei

9782/99. [Acesso 18 set 2013]. Disponível em:

http://pnass.datasus.gov.br/documentos/

normas/69.pdf.

13. Food And Drug Administration. Bacteriological

Analitical Manual. 8 ed., 1998

14. Nerva LG, Paduan O, Mariano R, Matsura

VS. Avaliação do teor de hipoclorito de sódio

em água sanitária: execução e validação de

metodologia. Lins-SP, 2009.

15. NASCIMENTO, Adenilde Ribeiro et al.

Sanitização de saladas in natura oferecidas

em restaurantes self-service de São Luis, MA.

Higiene Alimentar.2002;16(92)63-67.

16. López-Gálvez F, Gil ML, Truchado P, Selma

MV, Allende A. Cross-contamination Of

fresh-cut lettuce after a shorte-term exposure

during pre-washin cannot be controlled after

subsequent whashing with chlorine dioxide

or sodium hypochlorite. Food Microbiol. 2010,

27(2):199-204.

17. Berbari SAG, Paschoalino JE, Silveira

NFA. Efeito do cloro na água de lavagem para

desinfecção de alface minimamente processada.

Rev. Ciência e Tecnologia de Alimentos.

2001;21(2)197-201.

18. Miranda MVB, Coringa EAO, Silva LB, Coringa

JES. Parâmetros físico-químicos de qualidade

de águas sanitárias comercializadas no

município de Cuiabá - MT. In: XLVI Congresso

Brasileiro de Química; 2006. Salvador.

19. Figueiredo EF, Filho JS, Silva WL. Avaliação

dos parâmetros físico - químicos da

água sanitária registrada e comercializada em

Garanhuns – PE. In: Anais do 51º Congresso

Brasileiro de Química; 2011 out. Maranhão.


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Instrumentação e normalização

Construção civil

Os ensaios em argamassas inorgânicas decorativas

É fundamental especificar os requisitos, critérios e métodos de ensaio para caracterização e avaliação

do desempenho, em laboratório, de argamassas técnicas decorativas. Também contempla os requisitos

e critérios de desempenho para aceitação dos revestimentos obtidos a partir do uso de argamassas

técnicas decorativas.

Por Mauricio Ferraz de Paiva

20

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 18

A função das argamassas decorativas

não é só para a valorização

estética das construções, pois elas

contribuem para a estanqueidade

das edificações. Para que todas as

propriedades das argamassas sejam

garantidas, não basta apenas

uma correta formulação e aplicação.

O projeto de arquitetura e o projeto

executivo de revestimentos devem

conter informações e detalhes

construtivos que previnam o surgimento

de patologias e estendam a

vida útil do revestimento e os ensaios

devem ser realizados conforme

a norma técnica. De forma geral,

as argamassas decorativas atuam

como reboco e pintura, mas não

dispensam as camadas de chapisco

e emboço. A exceção é a monocamada

que, além de regularizar, dá

acabamento às fachadas.

A NBR 16648 de 04/2018 - Argamassas

inorgânicas decorativas

para revestimento de edificações

- Requisitos e métodos de ensaios

especifica os requisitos, critérios e

métodos de ensaio para caracterização

e avaliação do desempenho, em

laboratório, de argamassas técnicas

decorativas. Também contempla os

requisitos e critérios de desempenho

para aceitação dos revestimentos

obtidos a partir do uso de argamassas

técnicas decorativas.

Pode-se definir uma argamassa

técnica decorativa (ATD) como

aquela obtida da mistura de um

ou mais aglomerantes inorgânicos,

agregados e água, podendo ou não

conter pigmentos e/ou aditivos e/

ou adições, adequada à utilização

como última camada (camada

aparente) do revestimento de edificações,

podendo ser aplicada em

camada única ou sobre argamassa

de regularização (AR) ou sobre argamassa

de emboço técnico (AET).

As ATD devem ser classificadas

conforme critérios da tabela abaixo,

com base em ensaios realizados

conforme a NBR 13277. A classe do

produto deve ser informada pelo fabricante.

A ATD não pode apresentar

retenção de água inferior a 70 %.

A densidade de massa (d) e o teor

de ar incorporado (A) da argamassa

técnica decorativa devem ser determinados

conforme estabelecido na

NBR 13278. O fabricante deve informar

a classe da argamassa em

função da densidade de massa obtida,

de acordo com a NBR 13281,

e o teor de ar incorporado com sua

faixa de variação, de acordo com a

NBR 13278.

O tempo de uso da ATD é definido

como o intervalo de tempo

decorrido entre a mistura da argamassa

e a sua aplicação, no qual

a argamassa mantém inalterado

seu desempenho no estado fresco,

considerando os requisitos e critérios

estabelecidos nesta norma.

O tempo de uso da ATD deve ser

informado pelo fabricante e esse é

o critério de aceitação.

Para a definição do tipo da ATD a

ser avaliada no estado endurecido,


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Tabela 1:Critério de classificação da retenção de água

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REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 18

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21


Instrumentação e normalização

22

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 18

primeiramente deve ser considerado

o tipo de revestimento do qual

a ATD fará parte. Nesta norma são

considerados alguns tipos de revestimentos.

O revestimento ATD Monocamada:

revestimento obtido da

aplicação da ATD diretamente sobre

a alvenaria e/ou concreto (com ou

sem presença de chapisco) em uma

única camada ou em camadas sobrepostas

do mesmo material ainda

no estado fresco.

O revestimento ATD Multicamadas:

revestimento obtido da aplicação

da ATD sobre AET ou sobre AR,

com ou sem a presença de PR. Os

revestimentos ATD Multicamadas

diferenciam-se entre si quanto à

origem das argamassas (fabricante)

e quanto ao processo de aplicação.

O revestimento ATD multicamadas

se divide em dois tipos: um

constituído de argamassas fornecidas

por um único fabricante e outro

tipo constituído por argamassas de

fabricantes distintos.

Os requisitos e critérios de desempenho

estabelecidos para as

ATD no estado endurecido estão

apresentados na tabela abaixo. As

AET devem atender aos requisitos

e critérios de desempenho da NBR

13281 e aos estabelecidos para a

resistência potencial de aderência à

tração constante da tabela 2.

A execução do revestimento com

ATD requer cooperação e atitudes

coordenadas de todos os envolvidos

nos processos de projeto, execução

e controle da qualidade, considerando

a programação do serviço,

o armazenamento dos materiais, a

produção da argamassa, a preparação

do substrato, a aplicação da

argamassa e o acabamento do revestimento.

Devem ser atendidas as

especificações da NBR 7200 para a

elaboração das especificações do

projeto e para a execução do revestimento

com ATD.

Para a aceitação do substrato de

AR para execução de revestimento

com ATD de fabricantes diferentes,

nos casos em que a AR e a ATD não

são de mesma origem (diferentes

fabricantes), ou seja, a ATD será

aplicada sobre uma AR existente,

o contratante do serviço do revestimento

com ATD (incorporador, construtor,

empreiteiro, dono da obra ou

seu preposto) é responsável por garantir

que a AR apresenta condições

mínimas para a aplicação da ATD.

A AR deve atender aos requisitos

e critérios da NBR 13749, principalmente

quanto à espessura mínima,

resistência de aderência à tração e

ausência de fenômenos patológicos.

Em caso de não atendimento, deve

ser realizada nova regularização do

substrato. A ATD somente deve ser

aplicada após as devidas correções

do substrato com AR. Todo o

revestimento reexecutado com AR

ou reparado deve ser novamente

submetido à inspeção, sendo aceito

se estiver em conformidade com a

NBR 13749.

A AR deve ser ensaiada para determinação

de sua resistência de

aderência à tração superficial. O

ensaio deve ser realizado de acordo

com as diretrizes estabelecidas

no Anexo E. A superfície da AR

para receber o revestimento com

ATD deve ser aceita. Com base no

relatório de inspeção, as áreas de

revestimento ATD que apresentem

aspecto insatisfatório devem ser

reexecutadas ou reparadas.

Imagem ilustrativa

A reexecução ou reparo deve ser

feito após a identificação das causas

prováveis da (s) manifestação

(ões) patológica (s) observada (s).

Todo o revestimento ATD reexecutado

ou reparado deve ser novamente

submetido à inspeção, devendo ser

aceito se estiver em conformidade

com esta norma. Para a avaliação

das diretrizes do ensaio e construção

do protótipo, deve-se construir

um protótipo de revestimento ATD

representativo do sistema de revestimento

para o qual a ATD se

destina, considerando as condições

e procedimentos de aplicação e de

cura estabelecidos pelo fabricante

da (s) argamassa (s), os tipos de

substratos indicados e o emprego

ou não de chapisco.

As dimensões recomendadas dos

protótipos estão estabelecidas na

NBR 15575-4:2013 em seu Anexo

D. Os ensaios para as determinações

da resistência de aderência

à tração, antes e depois da exposição

do revestimento ATD a ciclos

de calor e choques térmicos (B.3 e

B.4), devem ser realizados no mesmo

protótipo, de forma a permitir

comparações do comportamento da

resistência de aderência à tração,

considerando as mesmas condições

de aplicação, cura, substrato, etc.

No caso específico dos revestimentos

ATD cujas AR e ATD sejam

de fabricantes diferentes, empregar

AR que atenda aos requisitos da


NBR 13749 quanto a espessura

mínima, resistência de aderência

à tração e ausência de fenômenos

patológicos. A AR também deve

apresentar resistência de aderência

à tração superficial média maior ou

igual a 0,4 MPa e valor mínimo necessário

maior ou igual a 0,30 MPa,

considerando 12 determinações. O

ensaio de determinação da resistência

de aderência à tração superficial

deve ser realizado de acordo com as

diretrizes estabelecidas no Anexo E.

Uma argamassa decorativa de

qualidade deve ser aplicada em

fachadas e paredes e, além de

oferecer funções de proteção e

decoração em um único produto,

também apresenta vantagens

pela redução de custo e de tempo

na obra. Pode ser utilizada como

argamassa para ser aplicada diretamente

sobre a alvenaria tendo

inúmeras utilizações com bons resultados

e efeitos originais.

Reduz as etapas e os custos do

sistema de construção tradicional,

pois elimina o método de multicamadas

(chapisco, emboço, reboco

e pintura). Este novo sistema poupa

estas etapas tradicionais dando

velocidade ao canteiro de obra,

resultando em alta produtividade e

eficiência nos revestimentos.

Mauricio Ferraz de Paiva é engenheiro

eletricista, especialista em desenvolvimento

em sistemas, presidente do Instituto

Tecnológico de Estudos para a

Normalização e Avaliação de Conformidade

(Itenac) e presidente da Target Engenharia e

Consultoria - mauricio.paiva@target.com.br

Imagem ilustrativa


Microbiologia

Água na indústria farmacêutica do ponto de

vista microbiológico

Por Claudio Kiyoshi Hirai*

24

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 18

Como se sabe a água na indústria

farmacêutica é uma das principais

matérias primas que entram

na formulação dos produtos, sendo

amplamente utilizada como matéria

prima, excipiente e solvente.

A água utilizada na produção

farmacêutica, mesmo na lavagem

dos equipamentos, rinsagem dos

containers, ou como reagente analítico,

deve estar de acordo com

os requisitos compendiais como a

Farmacopéia Brasileira, ou outras

aceitas pela Anvisa.

Existem tipos diferentes da água

utilizada pela indústria farmacêutica.

A maioria estão descritas na Farmacopéia

Brasileira ou em outros

compêndios aceitos pela Anvisa e

em monografias que especificam o

seu uso, métodos de preparação e

os atributos de qualidade.

Podemos dividir em duas categorias:

em bulk, o qual é produzido

no local onde é utilizado; ou a

água embalada, onde é produzida,

embalada e esterilizada. Existem

também tipos de águas embaladas,

diferindo quanto as finalidades

de utilização, limitações de

embalagem e diferentes atributos

de qualidade.

Tipos de água:

Água potável – deve atender os

padrões de qualidade da Organização

Mundial de Saúde (OMS).

Não deve ser utilizada na produção

farmacêutica devido a concentração

alta de sólidos dissolvidos.

Água purificada – é utilizada

com excipiente na produção de

não parenterais, e em outras aplicações

farmacêuticas, tais como a

limpeza de equipamentos e utensílios

que entram em contato com

o produto. A água purificada é

produzida por troca iônica, osmose

reversa, ultrafiltração ou eletrodeionização

e destilação.

Sistemas que operam a temperatura

ambiente tais como

troca iônica, osmose reversa e a

ultrafiltração são sensíveis a contaminação

microbiana, sendo de

importância considerar os mecanismos

de sanitização e controle

microbiológico, tais como;

• Controle da temperatura do

sistema através do uso de trocadores

de calor, ou sistema de refrigeração

da água com o objetivo

de reduzir o risco do crescimento

microbiano. ( 65ºC.

Água para injeção - (WFI) é

utilizada como excipiente na produção

de parenterais e outras preparações

aonde a concentração de

endotoxinas deve ser controlada e

em outras aplicações farmacêuticas

tais como a limpeza de equipamentos

e utensílios que entram em

contato com o produto.

A água para injeção (WFI) deve

ser preparada a partir da água

potável (com tratamento posterior)

ou a partir da água purificada. A

água para injeção (WFI) não é a

agua estéril e não é o produto final.

É um produto intermediário e tem

a finalidade de ser utilizada como

ingrediente durante a formulação.

A WFI para reduzir os riscos da

contaminação microbiana, deve:

• Controlar a temperatura do

sistema através do aquecimento e

circulação da água, > 65º.

• Utilizar a desinfeção com luz

ultravioleta.

• Utilizar componentes que possam

sofrer a esterilização terminal

• Utilizar a sanitização química

(como ozônio, peróxido de hidrogênio

ou ácido peracético.)


outras preparações aonde a concentração de endotoxinas deve ser controlada e em

outras aplicações farmacêuticas tais como a limpeza de equipamentos e utensílios que

entram em contato com o produto.

A água para injeção (WFI) deve ser preparada a partir da água potável (com tratamento

posterior) ou a partir da água purificada. A água para injeção (WFI) não é a agua estéril

e não é o produto final. É um produto intermediário e tem a finalidade de ser utilizada

como ingrediente durante a formulação.

A WFI para reduzir os riscos da contaminação microbiana, deve:





Controlar a temperatura do sistema através do aquecimento e circulação da

água, > 65º.

Utilizar a desinfeção com luz ultravioleta.

Utilizar componentes que possam sofrer a esterilização terminal

Utilizar a sanitização química (como ozônio, peróxido de hidrogênio ou ácido

peracético.)

Padrões de qualidade das águas:

Padrões de qualidade das águas:

Tipo de água Característica Padrões de qualidade

Água potável

Obtido de mananciais ou da Legislação específica

rede de distribuição pública

Água purificada

obtido por osmose reversa ou Condutividade 0,1 a 1,3

por combinação de técnicas µS/cm a 25ºC ± 0,5 º

de purificação a partir da água

potável

(resistividade > 1,0 Ω-

cm); COT < 0,50 mg/L;

Contagem total de

bactérias heterotróficas


Análise de Minerais

Autores

Moreira, E.W.1; Melo, E. P.A2; Fernandes,

T.L.A.P.3; Cruz, A.M.S4; Azevedo, K.M.4,

1 Analista da garantia da qualidade Companhia siderúrgica Nacional (CSN)

2 Gerente de desenvolvimento e Laboratório

3 Especialista em garantia da qualidade CSN

4 Técnico de desenvolvimento CSN

Utilização da titulação potenciométrica

para determinação do teor de ferro em

amostras de minério de ferro

26

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 18

Resumo

O principal parâmetro nas negociações comerciais de

minério de ferro é o teor de ferro contido neste. Embora

a presença e quantidade de outros elementos químicos

também contribuam na precificação, garantir uma

caracterização eficiente desse elemento (Fe) é fundamental.

Internacionalmente, as metodologias para essa

determinação são normatizadas, visando garantir a padronização

do método e qualidade dos resultados.

Este estudo teve como objetivo avaliar a capacidade

e aplicabilidade da titulação potenciométrica na determinação

do teor de ferro total no minério de ferro. O

grande diferencial da proposta é a total independência

do processo quanto a percepção visual do analista, como

acontece no método de titulação normatizado vigente.

Palavras chave: minério de ferro, titulação potenciométrica

1. Introdução

O ferro é um dos elementos químicos mais abundantes

da crosta terrestre e sua principal reserva natural são

os depósitos minerais. Por definição, mineral ou associação

de minerais, que podem ser extraídos e possuem

valor econômico agregado, são denominados minérios,

nesse caso específico, minério de ferro. O ferro extraído

da natureza é transformado na indústria siderúrgica

para geração de aço, produto de grande relevância em

sociedades desenvolvidas e em desenvolvimento. [1]

A concentração de ferro em amostras de minério

depende da formação geológica do mineral e do tipo

de beneficiamento empregado. Quanto maior o teor

de ferro e mais controlada a quantidade de outros elementos

químicos, maior valor comercial tem o produto.

A exatidão nas determinações deste parâmetro (Fe) é

importante tanto para fins comerciais quanto operacionais.

Na cadeia produtiva do ferro, desde a prospecção

até a comercialização são requeridas análises químicas

rápidas e com qualidade.[2]

Segundo informação disponibilizada no site do Financial

Times, as negociações de minério de ferro deixaram

de ser acordos bilaterais anuais em 2010, para atender

às necessidades do mercado, porém, uma importante

característica dessas negociações não mudou, o preço

continua sendo fixado para faixas de teores de ferro, e

caso o minério fornecido ao comprador não atenda às

características acordadas, bônus e penalidades financeiras

são aplicados na transação comercial.[3]

A norma que define a metodologia para determinação

de ferro em amostras de minério de ferro é a ISO 2597-

2:2015 - “Determinação do teor de ferro total - Método

de redução por cloreto de titânio (III). O passo a passo

descrito no documento é amplamente difundido, além

da utilização em laboratórios que atendem a mineração,

é referência em situações de litígios comerciais, nacionais

e internacionais. [4]

A metodologia descrita na norma contempla etapas

sucessivas de redução e oxidação volumétricas, cuja

determinação do ponto final de análise se dá por avaliação

visual baseada na mudança de cor do indicador.

Essa determinação depende da acuidade visual e percepção

do analista.

Este estudo tem como objetivo a utilização da titulação

potenciométrica, mantendo fixas as inferências de

reagentes e proporções normatizadas e substituindo a

determinação do ponto final da titulação de visual para

instrumental via diferença de potencial de uma célula

eletroquímica. A potenciometria não requer a utilização

de indicadores, pode ser aplicada a amostras incolores

ou coloridas e é simples e barata. É uma medida físico-

-química seguida por tratamento matemático para determinação

do ponto final da análise.

Embora os equipamentos para titulação potenciométrica

já sejam difundidos e utilizados em diversas

aplicações, para determinação de Fe em minério foi

necessário adequar as ferramentas convencionais às

necessidades específicas do método. Também foi preciso

avaliar, detalhadamente, a exatidão e compatibilidade

entre a nova metodologia e a corrente.

Cabe ressaltar que o impulso para esse estudo foi a

necessidade de modernização da metodologia atual de

análise. Visando uma maior automatização das etapas

envolvidas e uma menor dependência de avaliações

subjetivas. Grupos de estudo da ISO pelo mundo vem

aplicando esforços nesse sentido, com participação

de laboratórios brasileiros da área de mineração (ISO/

TC102/SC 02 - SG 29).


2. Justificativa

A proposta apresentada neste

trabalho é o desenvolvimento de

um método analítico que inclui a titulação

potenciométrica nas etapas

de redução e oxidação inerentes a

análise de Fe em minério de ferro

pelo método de redução por cloreto

de titânio (III).

3. Materiais e Métodos

O estudo foi realizado utilizando o

sistema de titulação automática da

Metrohm, Titrando 904, no modo

dinâmico, com eletrodo de ouro e a

temperatura ambiente. A aquisição

de dados e tratamento matemático

destes foi feita no software Tiamo

que também gerencia a operação

automática do sistema.

Testes iniciais mostraram que

o eletrodo de platina, comumente

comercializado nos sistemas de titulação

potenciométrica disponíveis

no mercado, não apresentava boa

performance para análise de ferro.

Nas primeiras tentativas de reprodução

da metodologia usando a nova

ferramenta, o eletrodo de platina

não se mostrou estável na etapa

de titulação com cloreto de titânio

(III) a frio. A solução encontrada foi

a substituição do eletrodo de platina

por eletrodo de ouro.

O ponto de partida para criação

do novo método foi a norma vigente,

ISO 2597-2:2015. A principal

alteração proposta à metodologia

descrita na norma foi a eliminação

das etapas de aquecimento, requeridas

no método anterior para

facilitar a visualização dos pontos

de viragem dos indicadores. Na

titulação potenciométrica, a determinação

do volume final de titulante

é dada através da diferença de

potencial entre o eletrodo indicador

e o de referência, assim sendo a

temperatura não interfere diretamente

no ponto de equivalência.

Os dados armazenados ao longo

da análise foram tratados pelo software

Tiamo e a resposta final fornecida

pelo equipamento foi o teor

de ferro total. A validação do método

proposto foi feita pela comparação

dos resultados obtidos usando as

duas metodologias e comparando

valores obtidos por titulação potenciométrica

com valores certificados,

em amostras de rotina, materiais de

referência certificados (MRC) e materiais

de referência interna (MRI).

4. Resultados e

Discussão

As amostras escolhidas para

execução do estudo têm os teores

de Fe contidos na faixa entre 23 –

68 %, esses são, aproximadamente,

os teores cobertos pela norma

supracitada.

A primeira etapa do trabalho

consistiu na execução de análises

em materiais certificados, para

avaliação da exatidão do novo método.

Os resultados encontrados

demonstraram boa performance

da técnica, uma vez que os desvios

entre valores certificados e valores

encontrados foram comparados

usando o teste de hipótese t pareado

e não demostraram desvios

significantes. O gráfico da Figura 1

relaciona os valores obtidos analisando

MRCs por titulação potenciométrica

com valores certificados

destes materiais. A boa correlação

entre os dados indica o potencial

de assertividade do método.

Figura 1: Representação gráfica da correlação entre os valores certificados das amostras analisadas e resultados da

titulação potenciométrica dos materiais

70

Estudo de correlação titulação potenciométrica ( % Fe total)

Titulação potenciométrica (%)

60

50

40

30

20

20

30

40

50

60

Materiais de referência certificada (%)

Figura 1: Representação gráfica da correlação entre os valores certificados das amostras

analisadas e resultados da titulação potenciométrica dos materiais

70

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 18

27


Materiais de referência certificada (%)

28

Análise de Minerais

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 18

Figura 1: Representação gráfica da correlação entre os valores certificados das amostras

analisadas e resultados da titulação potenciométrica dos materiais

O conjunto de dados gerados, nos 62 testes realizados (Tabela 2), foi submetido a análises

estatísticas objetivando avaliar a compatibilidade entre a metodologia proposta e a

normatizada. O teste de Grubbs mostrou a inexistência de “outliers” no conjunto de

dados e o teste de hipótese t pareado dá evidências estatísticas de que não há diferenças

significantes entre as metodologias.

Tabela 2 - Resultados analíticos de ferro total (%) obtidos usando o

método normatizado e a titulação potenciométrica

Tabela 2 - Resultados analíticos de ferro total (%) obtidos usando o método normatizado

e a titulação potenciométrica

Amostras

Método A (%)

baseado na norma

2597-2:2015

O conjunto de dados gerados,

5. CONCLUSÃO

nos 62 testes realizados (Tabela

2), foi submetido a análises estatísticas

objetivando avaliar a compatibilidade

entre a metodologia

proposta e a normatizada. O teste

Método B (%)

(titulação potenciométrica)

Diferença

SG9 160 62,75 62,73 0,02

SG9 216 62,04 62,12 -0,07

SG9 238 62,33 62,41 -0,08

SG9 244 64,42 64,50 -0,08

SG9 245 68,27 68,32 -0,04

SG9 250 68,67 68,68 -0,02

SG9 251 34,08 34,05 0,03

SG9 263 53,48 53,43 0,05

301/1 23,83 23,86 -0,03

677-1 51,59 51,67 -0,08

677-1 51,51 51,55 -0,03

677-1 51,55 51,43 0,12

677-1 51,52 51,42 0,10

681 33,19 33,13 0,06

683-1 55,99 55,96 0,03

693 65,14 65,15 -0,01

693 65,13 65,05 0,08

693 65,09 65,12 -0,02

693 65,10 65,12 -0,02

JK-28 65,90 65,92 -0,03

21A 68,50 68,43 0,07

21-A 68,45 68,52 -0,07

27 61,90 61,86 0,04

AMOSTRA - 01 61,36 61,36 0,00

AMOSTRA - 02 62,22 62,35 -0,13

AMOSTRA - 03 62,29 62,34 -0,05

AMOSTRA - 04 62,53 62,41 0,12

AMOSTRA - 05 62,78 62,90 -0,12

AMOSTRA - 06 63,32 63,22 0,10

AMOSTRA - 07 63,45 63,54 -0,09

AMOSTRA - 08 63,50 63,46 0,04

AMOSTRA - 09 63,62 63,75 -0,14

AMOSTRA - 10 63,62 63,71 -0,09

AMOSTRA - 11 63,61 63,61 0,00

AMOSTRA - 12 63,64 63,60 0,05

AMOSTRA - 13 63,71 63,63 0,08

AMOSTRA - 14 64,24 64,35 -0,11

AMOSTRA - 15 64,25 64,37 -0,12

AMOSTRA - 16 64,24 64,25 -0,01

AMOSTRA - 17 64,53 64,66 -0,13

AMOSTRA - 18 64,55 64,62 -0,07

AMOSTRA - 19 65,37 65,48 -0,11

SF 02 64,30 64,20 0,10

SF 02 64,32 64,24 0,08

SF 02 64,33 64,39 -0,06

SF 02 64,38 64,34 0,04

SF 02 64,33 64,31 0,02

SF 02 64,37 64,30 0,06

SF 02 64,35 64,31 0,03

SF 02 64,35 64,39 -0,03

SF 02 64,31 64,26 0,05

SF 02 64,36 64,26 0,10

SF 02 64,38 64,31 0,07

SF 02 64,33 64,31 0,02

SF 02 64,39 64,36 0,02

SF 02 64,40 64,38 0,03

SF 02 64,30 64,25 0,05

PF 02 67,03 67,09 -0,06

PF 02 67,01 67,01 0,00

PF 02 67,07 67,15 -0,08

PF 02 67,08 67,03 0,06

PF 02 67,07 67,06 0,01

de Grubbs mostrou a inexistência

de “outliers” no conjunto de dados

e o teste de hipótese t pareado dá

evidências estatísticas de que não

há diferenças significantes entre as

O método proposto mostrou-se promissor no que diz respeito a compatibilidade

entre metodologias e exatidão. A comparação com valores certificados de materiais de

referência internacionais atestou a exatidão, e a comparação com resultados obtidos

pelo método normatizado confirmou a compatibilidade metodologias.

dos métodos.

Cabe ressaltar que a metodologia baseada na titulação potenciométrica significa

uma maior independência da análise quanto a determinações subjetivas.

Tanto na experiência própria com o equipamento quanto durante a participação

nos grupos de estudos a respeito da técnica, foi consenso que ainda são necessários

5. Conclusão

O método proposto mostrou-se

promissor no que diz respeito a

compatibilidade entre metodologias

e exatidão. A comparação com

valores certificados de materiais de

referência internacionais atestou

a exatidão, e a comparação com

resultados obtidos pelo método

normatizado confirmou a compatibilidade

dos métodos.

Cabe ressaltar que a metodologia

baseada na titulação potenciométrica

significa uma maior

independência da análise quanto a

determinações subjetivas.

Tanto na experiência própria com

o equipamento quanto durante a

participação nos grupos de estudos

a respeito da técnica, foi consenso

que ainda são necessários esforços

dos fornecedores de equipamento

para garantir maior disponibilidade

e robustez instrumental.

Bibliografia

1. DE LA CRUZ, A.R.H, Quantificação de

ferro em minério de ferro por espectrometria

de fluorescência de raios-X por dispersão de

energia: estudo comparativo de desempenho

metrológico e impacto econômico. 2013.

136f. Dissertação de Mestrado- Pontifícia

Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio

de Janeiro, 2013.

2. RHODES, F.H.T. Geology a Golden guide 1

edition. New York: St Martin Press, 1991.

3. HOW IS IRON ORE PRICED? Disponível

em:https://www.ft.com/content/aeaaddf4-

-e5de-11e5-a09b-1f8b0d268c39 Acesso em

16/05/2018

4. INTERNATIONAL STANDARD – ISO

2597:2015 – Iron ores -- Determination of total

iron content -- Part 2: Titrimetric methods

after titanium(III) chloride reduction

5. VOGEL, A. Análise Química Quantitativa

6a. Edição. Rio de Janeiro. Ed. LTC, 2002.

6. BUSSAB, W. O.; MORETTIN, P. A. Estatística

Básica 9a Edição São Paulo Editora

Saraiva, 2017.

7. LEITE, F.; Validação em Análise Química,

4a ed., Campinas. Editora Átomo, 2002.

8. A estatística de Anderson-Darling. Disponível

emhttps://support.minitab.com/pt-

-br/minitab/18/help-and-how-to/statistics/

basic-statistics/supporting-topics/normality/

the-anderson-darling-statistic/ Acesso em

20/05/18

9. Comparativo entre o método visual

e o potenciométrico para determinação

da concentração de ferro, Relatório de

Aplicação,BR1-0031-112009, São Paulo,

Metrhon-Pensalab


MATERIAIS DE REFERÊNCIA DE ALTA

QUALIDADE, FABRICADOS NA SUIÇA

• Materiais de referência calibrados disponíveis em forma de pó e solução;

• Datas de reteste fornecidas para a maioria dos lotes;

• Apresentações variadas: 0,1 mg /ml, 1 mg, 1 mg /ml, 10 mg, 50 mg, 100 mg;

• Certifi cado GMP / GDP e ISO 9001 para produção e distribuição de produtos farmacêuticos;

• ISO / IEC 17025 para teste de padrões de referência analítica;

• ISO 17034 para produção de material de referência.

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Denatran que realizam exame toxicológico, que atendem a “Lei dos Caminhoneiros”,

para detecção de drogas de abuso (maconha, cocaína, crack, opiáceos,

morfi na e heroína, ecstasy (MDMA e MDA) anfetamina e metanfetamina).

SEGMENTOS:

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em foco

A vantagem de utilizar gases de alta pureza para

proteção de equipamentos analíticos

30

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 18

Precisão e controle de qualidade

são de extrema importância para

analistas de laboratório e engenheiros

de processo em todo o mundo,

porém seus equipamentos podem

ser muito sensíveis as impurezas

nos gases que eles precisam para

operar. Ao analisar cuidadosamente

a qualidade e, ainda mais importante,

a consistência dos gases utilizados,

você auxiliará na preservação

destes equipamentos.

Ao selecionar gases de alta pureza

(Ultra High Purity), nosso conselho

é além de analisar a pureza do título

de um gás, também considerar a

concentração de impurezas menores

na especificação do produto. Os

usuários podem já ter um bom entendimento

de quais impurezas são

mais importantes em seu processo,

caso contrário, procure orientação

de seu fornecedor de gás.

O oxigênio e a umidade são considerados

críticos em uma ampla

variedade de aplicações, onde esses

componentes devem ser minimizados

para garantir a integridade

do processo, a qualidade do produto

e a eficiência operacional. Muitas

vezes, é a presença destes contaminantes

específicos no gás que

causam danos reais à planta e ao

equipamento, daí a importância de

sempre ficar atento a eles.

Um bom exemplo disso é quando

gases de alta pureza como Hélio,

Nitrogênio ou Hidrogênio são usados

como um gás de arraste em

cromatografia gasosa - um método

pelo qual os componentes são

separados uns dos outros em uma

mistura para serem medidos ou

detectados. Minimizar a presença

de umidade e oxigênio nesta aplicação

é fundamental para reduzir o

ruído da linha de base, diminuindo

os limites de detecção e permitindo

a medição mais precisa do componente

que está sendo testado. Consumíveis

caros, como a coluna GC

(cromatografia gasosa), são irremediavelmente

danificados com esses

contaminantes.

Então, como os analistas de laboratório

e os operadores de processo

podem proteger seus equipamentos

e aplicações?

A maioria das pessoas tendem

a concentrar seus esforços no fornecimento

do gás "mais puro" que

pode encontrar em cilindros ou

cestas de cilindros e, em seguida,

instalar sistemas de purificação projetados

para remover as impurezas,

sendo que estes podem causar ainda

mais danos. Essa abordagem é

certamente muito comum, mas na

verdade tem vários inconvenientes.

Devido ao local e método de

instalação, os purificadores estão

sempre rodeados pelo ar atmosférico.

As conexões de tubulação e as

válvulas de isolamento acabam ficando

muito expostas e vulneráveis

a vazamentos e à entrada de oxigênio

e umidade. Isso significa que

os purificadores externos em linha

muitas vezes podem ser uma fonte

das próprias impurezas que eles foram

projetados para eliminar. Além

do seu custo inicial, os purificadores

externos também trazem desafios

adicionais em termos de descarte,

e a inconveniência de necessitarem

de uma parada de processo para

troca, quando ocorre a saturação.

Uma maneira de superar esses

problemas é considerar o uso de cilindros

de gás com sistemas de purificação

incorporados. Como o meio

purificador funciona mais eficientemente

a alta pressão dentro do cilindro

de gás (princípio de adsorção

de Langmuir), e considerando que

o gás flui a baixa velocidade linear,

um purificador localizado dentro do

cilindro de gás é otimamente aplicado

e protegido de vazamentos.

Com este tipo de sistema, é possível

garantir uma purificação altamente

eficiente de forma muito simples, e

alcançar gases com menos de 20

partes por bilhão de H2O e menos

de 10 partes por bilhão de O2.

Essa escolha muito simples elimina

a necessidade de purificação

downstream, reduzindo custos e

chances de falha, otimizando e fornecendo

ainda mais qualidade ao

seu processo.

Escrito por: Stephen Mellor

Air Products


MPA II. NIR EM UMA NOVA PERSPECTIVA

Compartimento de amostra para líquidos

Esfera de Integração para amostras sólidas e semissólidas

Sondas de Fibra Óptica para medições diretas em recipientes

Unidade de Transmitância para análise de comprimidos

O novo MPA II é o resultado de mais de 40 anos de experiência no desenvolvimento e

fabricação de espectrômetros FT-IR e FT-NIR. É uma ferramenta poderosa para a construção

de métodos sofisticados para suas necessidades de laboratório ou processo.

Com sua tecnologia modular, ele pode ser configurado individualmente para qualquer tarefa

analítica.

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Innovation with Integrity

FT-NIR


em foco

ALPHA II, FTIR com confiabilidade

O espectrômetro FTIR ALPHA II

combina excelente qualidade com

um pequeno espaço físico e estabelece

uma referência em termos de

conveniência do usuário. Com o tlabet

de painel integrado e a operação

baseada em toque, a espectroscopia

FTIR nunca foi tão fácil.

Espectrómetro FTIR muito robusto

e compacto com design integrado.

Operação conveniente do painel

de toque com software intuitivo,

adequado até para iniciantes.

O monitoramento e a automatização

do sistema inteligente garantem

alta confiabilidade.

Design dedicado para qualquer

aplicação por módulos de amostragem

intercambiáveis.

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bruker.com

Tecnologia “sem banho” Distek agora em um equipamento de baixo custo

32

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 18

Após o sucesso do dissolutor

Symphony 7100 nos laboratórios de

pesquisa e desenvolvimento, a Distek

lança agora o Dissolutor “2500

Select” um equipamento com todas

as vantagens da tecnologia “sem-

-banho” voltado para a pesada rotina

dos laboratórios de controle de

qualidade. Essa tecnologia não utiliza

o antiquado banho hidrostático,

atingindo em até 15 minutos a temperatura

programada por meio de

jaquetas térmicas, economizando

tempo, água e energia elétrica. Sensores

“wireless” monitoram e registram

continuamente a temperatura

dentro de cada cuba onde está

ocorrendo a dissolução, eliminando

a necessidade de leituras adicionais.

Todos os recursos dos equipamentos

são operados a partir de

uma tela “soft-touch” colorida, por

meio de uma interface intuitiva e

de fácil operação, onde é possível

acessar o manual do equipamento,

armazenar e editar até 100 métodos,

guardar dados de qualificação,

imprimir resultados na sua impressora

de rede e muito mais, tudo isso

com níveis diferenciados de acesso

e protegidos por senhas. Há mais de

15 anos a Distek se preocupa com o

meio ambiente e com o uso da água

do nosso planeta, e a tecnologia

“bathless” comprova que a dissolução

de comprimidos pode ser mais

rápida, prática, limpa, econômica

além de ecológica.

A Chemetric é a responsável pela

Distek no Brasil. Conheça a linha

completa da empresa que mais

apresenta inovações associadas a

dissolução de comprimidos em:

www.chemetric.com.br


em foco

Analítica: Uma Ótima Opção para Terceirização de Rotinas, Estudos e P&D

A Analítica é um Centro analítico

e de P&D acreditado segundo os

requisitos da ABNT NBR ISO/IEC

17025:2005, habilitado pela ANVI-

SA (Reblas 131 e EQFAR048), bem

como, Licenciado MAPA (Licença

SP000545-2) para estudos e ensaios

em medicamentos, matérias-

-primas, cosméticos, correlatos,

produtos de higiene e meio ambiente

(águas e solos).

A crescente demanda de qualidade

exigida pelas agências reguladoras

brasileiras e estrangeiras

fez com que a Analítica se desenvolvesse

não só na área de serviços

analíticos, mas também como

Centro de Estudos e Pesquisa &

Desenvolvimento, nas áreas Farmacêuticas,

Cosmética, Alimentícia,

Ambiental e Toxicológica, todos

distribuídos em uma estrutura de

laboratórios com mais de 1.600m²

de área, divididos em células físico-químicas

e microbiológicas,

inclusive com Área limpa e de análises

em produtos Oncológicos e de

alta toxidade.

Nossos principais serviços são:

- Estudos de Degradação Forçada

conforme RDC-53 de 04 de

dezembro de 2015.

- Estudos de Estabilidade de Fármacos,

Cosméticos e Medicamentos

de uso Humano e Veterinário.

- Estudos de Equivalência Farmacêutica

em medicamentos sólidos,

semi-sólidos e líquidos, estéreis e

não estéreis, inclusive oncológicos.

- Desenvolvimentos e Validações

de Metodologias Analíticas, inclusive

de Dissolução de Medicamentos

com Estudos de Solubilidade.

- Análises Físico-químicas em

Águas, Solos, Combustíveis, Óleos,

Cosméticos, Hemodiálise, Domissanitários,

Matérias-primas e

Medicamentos de Uso Humano e

Veterinário.

- Análises Microbiológicas em

Águas, Hemodiálise, Cosméticos,

Matérias-primas, Correlatos, Embalagens,

Produtos de Higiene

(Absorventes, Fraldas, Papel Higiênico),

Domissanitários e Medicamentos

de Uso Humano e Veterinário,

inclusive ensaios de Esterilidade

e Endotoxinas Bacterianas (Gel clot,

colorimétricas e Turbidimétricas).

A Analítica tem como objetivo a

satisfação de seus Parceiros, portanto

oferecemos flexibilidade de

contratos, adequando forma de

trabalho e/ou prazos as suas necessidades.

Seja nosso Parceiro!

Contato Analitica Lab

Tel: 11 4748-2730 / 4747-7485

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34

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 18


RAININ

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Estados Unidos e referência no fornecimento de soluções avançadas

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qualidade, design inovador e tecnologias de

última geração, para uma pipetagem precisa

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em foco

Como funciona a troca iônica?

As resinas de troca iônica removem

eficazmente os íons da água catiônicas ou aniônicas e trocam

As resinas de desionização são

trocando-os por íons H+ e OH-. As íons de hidrogênio por cations, por

resinas são grânulos inferiores a 1 exemplo, sódio, cálcio e alumínio

mm, compostos por polímeros insolúveis

de elevada carga com um por exemplo, cloretos, nitratos e

ou íons hidroxílicos por anions,

número elevado de locais de forte sulfatos. O íon de hidrogênio da

troca iônica.

permuta do cation une-se ao íon

hidroxílico da troca do anion para

Como a troca iônica remove formar água pura.

na a troca iônica? os íons da água

As resinas de troca iônica estão

ica removem eficazmente Os os íons íons na da solução água fixam-se trocando-os às por disponíveis íons H + em e OH cartuchos - . As ou cilindros.

elevada São carga normalmente com um utilizadas

nferiores a 1 mm, compostos resinas, por onde polímeros – em função insolúveis das suas de

ais de forte troca iônica. densidades de carga relativas (carga

por volume) – competem pelos são substituídas quando os ca-

durante um período de tempo e,

locais de troca.

tions e anions tiverem exaustos,

a iônica remove os íons da água

am-se às resinas, onde –

ensidades de carga

lume) – competem pelos

ação são catiônicas ou

s de hidrogênio por

sódio, cálcio e alumínio ou

nions, por exemplo,

fatos. O íon de hidrogênio

ne-se ao íon hidroxílico da

rmar água pura.

36

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 18

ica estão disponíveis em

São normalmente

período de tempo e, são

s cations e anions tiverem

rem substituído a maior

e OH - ativos nas resinas.

restrições

ou seja, tiverem substituído a

maior parte dos locais de H+ e

OH- ativos nas resinas.

Vantagens e restrições

Vantagens:

• Remove íons dissolvidos até

18,2 MΩ-cm, TOC < 1ppb

• Regeneração por desionização

utilizando ácidos e bases

• Solução de purificação de água

econômica

Restrições:

• Não remove eficazmente bactérias,

matéria orgânica, partículas ou

agentes pirogênicos

• Capacidade finita – depois de

ocupados todos os locais iônicos, os

iões já não são retidos

• As resinas regeneradas quimicamente

podem produzir matéria

orgânica e partículas

• As resinas requerem a alimentação

com de água pré-tratada de

boa qualidade que seja eficaz e

econômica

Para mais informações no e-mail:

watertech.marcom.latam

@veolia.com


em foco

Base Antivibratória

A VIBRA-STOP, pioneira na fabricação

de amortecedores de vibração

no Brasil possui vasta linha de amortecedores

para variadas aplicações.

O seu portfolio conta com amortecedores

em borracha, molas e bases

inerciais, que conjugados, eliminam

até 97% das vibrações.

Conta com um departamento de

engenharia, sempre apto a oferecer

as melhores soluções.

Desenvolveu recentemente bases

em granito, associadas a molas helicoidais,

prontas para a aplicação em

instrumentos de medição e análise.

O resultado é excelente e o acabamento

fino.

A empresa é certificada de qualidade

ISO 9001:2015 e garante

a qualidade e excelência de seus

produtos.

O catálogo encontra-se disponível

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Industria de Amortecedores de

Vibração ViBRA-STOP Ltda.

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CELLview Slide

Para cultivo, marcação fluorescente e análises microscópicas de células

38

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 18

A CELLview Slide é ideal para

as aplicações microscópicas que

requerem cultura de células, na

presença ou não de diferentes tratamentos

e subsequente marcação

fluorescente diretamente no poço

da lâmina.

O fundo da CELLview Slide da

Greiner Bio-One é composto por

uma lamínula de vidro com espessura

de 0.17 mm e por um compartimento

de cor preta, único no mercado,

que reduz o crosstalk entre os

poços adjacentes durante a aquisição

de imagens. O compartimento

pode ser removido se necessário e,

assim, a lamínula pode ser selada e

armazenada para futuras análises.

A lamínula de vidro garante um

plano focal único, pré-requisito básico

para microscopia de alta resolução.

Sendo que o vidro óptico com

reduzida autofluorescência permite

a transmissão máxima do espectro,

sem despolarização da luz transmitida.

Tanto o compartimento como

a lamínula apresentam codificação

alfanumérica idêntica, assegurando

a identificação de amostra.

Enquanto produtos com poços no

formato quadrado acentuam o efeito

do menisco, a Greiner Bio-One

apresenta a CELLviewTM Slide com

poços no formato redondo, o que

ajuda a reduzir tal efeito e assegura

a distribuição homogênea das células

dentro dos poços. O design redondo

dos poços, que corresponde

ao mesmo layout de uma placa de

96 poços padrão, facilita o uso de

pipetas multicanais, simplificando

as etapas de pipetagem.

Além da superfície para cultivo

de células aderentes (TC), a CELLviewTM

Slide também está disponível

na opção de superfície com o

tratamento Advanced TC, utilizado

para adesão de células sensíveis.

Conheça mais sobre as soluções

da Linha BioScience da Greiner Bio-

-One Brasil no XIX Congress of the

Brazilian Society for Cell Biology

(CBBC), que acontecerá de 18 a 21

julho, no Hotel Maksoud Plaza, em

São Paulo (SP). Além de visitar o

nosso estande, participe também do

simpósio Magnetic 3D Cell Culture

and Bioprinting for Drug Screening

and Disease Modeling, no dia 19/07

das 12h30 às 13h30.

O simpósio será ministrado pela

especialista de produtos da Greiner

Bio-One, a Dra Angélica Silveira,

graduada em farmácia pela Universidade

São Francisco e mestre e

doutora pela Faculdade de Ciências

Médicas da Unicamp.

Assessoria de Imprensa

Greiner Bio-One Brasil

info@br.gbo.com

www.gbo.com/


VISITE-NOS NO XIX CBBC!

De 18 a 21/7, no Hotel Maksoud Plaza, em

São Paulo (SP), no estande 20

PARTICIPE DO NOSSO SIMPÓSIO!

Sobre o tema Magnetic 3D cell culture and

bioprinting for drug screening and disease

modeling, dia 19/07, das 12h30 às 13h30

CELLview TM Slide

Para cultivo, marcação fluorescente e análises microscópicas de células

Compartimento na cor preta, único do mercado,

reduz o crosstalk entre os poços

Lamínula de vidro borossilicato de apenas 0.17 mm

Plano focal único para microscopia de alta

resolução

Poço com exclusivo design redondo que reduz o

efeito do menisco, assegura a distribuição celular

homogênea e facilita o uso de pipeta multicanal

Tratamentos de superfície disponíveis nas opções

para cultivo de células aderentes (TC) e para

adesão de células sensíveis (Advanced TC)

Greiner Bio-One Brasil | Avenida Affonso Pansan, 1967 | CEP 13473-620 | Americana | SP

Tel: +55 (19) 3468-9600 | Fax: +55 (19) 3468-3601 | E-mail: info@br.gbo.com

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em foco

Os exames toxicológicos já são obrigatórios!

em foco

OS EXAMES TOXICOLÓGICOS JÁ SÃO OBRIGATÓRIOS!

40

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 18

Segundo a Deliberação CONTRAN No. 145 de 30

de dezembro de 2015, os exames toxicológicos

de larga janela de detecção obrigatórios pela Lei

federal 13.103, para habilitação e renovação das

CNHs categorias C, D e E, e também na admissão

e desligamento de motoristas contratados em

Segundo a Deliberação CON-

TRAN No. 145 de 30 de dezembro

de 2015, os exames toxicológicos

de larga janela de detecção obrigatórios

regime de

pela

CLT para

Lei federal

as mesmas

13.103,

categorias.

para

habilitação e renovação das CNHs

categorias C, D e E, e também na

admissão e desligamento de motoristas

contratados clínicos. em regime de

laboratórios

CLT para as mesmas categorias.

Os exames devem ser realizados

por laboratórios toxicológicos especializados

e devidamente acredita-

para nossos parceiros sem investimentos extras.

dos com coleta realizada em parceria

com laboratórios clínicos.

Isso gera, portanto, uma grande

cos. oportunidade para os laboratórios

clínicos. Serão até 3 milhões de coletas

por ano, propiciando uma nova

receita para nossos parceiros sem

Acreditação investimentos específica. extras.

A regulamentação da Lei 13.103

de 2015 (Portaria 116 do MTE e

Deliberação CONTRAN 145) estabeleceu

as exigências para os laboratórios

que desejem executar os

incluam exames integralmente toxicológicos. as “Diretrizes sobre o

Os laboratórios deverão comprovar

sua proficiência nos exames

toxicológicos de larga janela (de

execução mais complexa do que

exames toxicológicos em amostras

de urina ou sangue) através de

Os exames devem ser realizados por laboratórios

toxicológicos especializados e devidamente

acreditados com coleta realizada em parceria com

Isso gera, portanto, uma grande oportunidade

para os laboratórios clínicos. Serão até 3 milhões

de coletas por ano, propiciando uma nova receita

A regulamentação da Lei 13.103 de 2015

(Portaria 116 do MTE e Deliberação CONTRAN

145) estabeleceu as exigências para os laboratórios

que desejem executar os exames toxicológi-

Os laboratórios deverão comprovar sua proficiência

nos exames toxicológicos de larga janela (de

execução mais complexa do que exames toxicológicos

em amostras de urina ou sangue) através de

As Acreditações aceitas são: CAP-FDT – Acreditação

forense para exames toxicológicos de larga

janela de detecção do Colégio Americano de

Patologia ou Acreditação concedida pelo

INMETRO de acordo com a Norma ABNT NBR

ISO/IEC 17025, com requisitos específicos que

Exame de Drogas em Cabelos e Pelos: Coleta e

Análise” Acreditação da Sociedade específica. Brasileira de Toxicologia,

além As de Acreditações requisitos adicionais aceitas de toxicologia são:

forense CAP-FDT reconhecidos – Acreditação internacionalmente. forense

Segundo para exames a Lei 13.103 toxicológicos (Ministério do de Trabalho larga e

CONTRAN)

janela de

as

detecção

seguintes

do

drogas

Colégio

devem

Americano

de Patologia ou Acreditação

ser

testadas no exame toxicológico de larga janela de

detecção:

concedida pelo INMETRO de acordo

• Cocaína e derivados (crack, merla, etc…);

com a Norma ABNT NBR ISO/IEC

• Maconha e derivados (skunk, haxixe, óleo, etc…);

17025, com requisitos específicos

• Anfetaminas;

que incluam integralmente as “Diretrizes

sobre o Exame de Drogas em

• Metanfetaminas;

• Ecstasy (MDMA);

Cabelos e Pelos: Coleta e Análise”


da

Ecstasy

Sociedade

(MDA);

Brasileira de Toxicologia,

Opiáceo, além incluindo de codeína, requisitos morfina adicionais e heroína;


• de Anfepramona toxicologia ( rebite forense ); reconhecidos

• internacionalmente.

Mazindol ( rebite );

• Femproporex Segundo ( a rebite Lei ). 13.103 (Ministério

do Trabalho e CONTRAN) as seguintes

janela drogas de detecção devem (período ser no testadas qual é possível no

A

detectar exame o toxicológico consumo de drogas de larga após janela este ter

ocorrido)

de detecção:

depende das técnicas usadas e da

amostra biológica (queratina ou fluidos corporais)

• Cocaína e derivados (crack,

examinada.

merla, etc…);

Exames toxicológicos baseados em fluidos

corporais • Maconha como sangue, e derivados urina e cabelo, (skunk, mas

recentemente haxixe, óleo, suor etc…); foram – durante alguns anos –

a única • Anfetaminas;

opção para detecção do consumo de

drogas. • Metanfetaminas;

• Ecstasy (MDMA);

• Ecstasy (MDA);

• Opiáceo, incluindo codeína,

morfina e heroína;

• Anfepramona ( rebite );

• Mazindol ( rebite );

O sangue é o que propicia uma menor janela de

detecção: Apenas algumas horas, no máximo um

dia. O sangue é um tecido líquido que tem como

uma das suas funções transportar toxinas para

órgãos com funções excretoras, logo ele é

desintoxicado mais rapidamente e por isso não é

um bom material biológico para exames toxicológicos.

A urina funciona melhor, propiciando uma janela

de detecção que vai de um a três dias para drogas

hidrosolúveis (todas menos a maconha) até

aproximadamente dez dias, no caso de consumo

intenso de drogas liposolúveis (maconha).

A queratina (cabelos, pêlos e unhas) é a amostra

que propicia uma maior janela de detecção;

porque quando uma droga é consumida ela vai

para a corrente sanguínea e acaba por nutrir os

bulbos capilares. Nesse momento pequenas

quantidades de moléculas das drogas consumidas

são “aprisionadas” pela estrutura de queratina

que está sendo formada. Essas moléculas

permanecem estáveis, independentemente do

tempo, e podem ser pesquisadas com equipamento

e processos técnicos avançados.

Sendo assim, um segmento de cabelo pode ser

analisado para detecção do consumo de drogas e

a janela de detecção será igual ao período que

este segmento levou para crescer.

• Femproporex ( rebite ).

A janela de detecção (período no

qual é possível detectar o consumo

de drogas após este ter ocorrido)

depende das técnicas usadas e da

amostra biológica (queratina ou fluidos

corporais) examinada.

Exames toxicológicos baseados

em fluidos corporais como sangue,

urina e cabelo, mas recentemente

suor foram – durante alguns anos

– a única opção para detecção do

consumo de drogas.

O sangue é o que propicia uma

menor janela de detecção: Apenas

algumas horas, no máximo um dia.

O sangue é um tecido líquido que

tem como uma das suas funções

transportar toxinas para órgãos com

funções excretoras, logo ele é desintoxicado

mais rapidamente e por

isso não é um bom material biológico

para exames toxicológicos.

A urina funciona melhor, propiciando

uma janela de detecção que

vai de um a três dias para drogas

hidrosolúveis (todas menos a maconha)

até aproximadamente dez dias,

no caso de consumo intenso de drogas

liposolúveis (maconha). +55 62 3085 1900

LAS do Brasil

A queratina www.lasdobrasil.com.br

(cabelos, pêlos e

unhas) é a amostra que propicia uma

maior janela de detecção; porque

Fonte: https://www.psychemedics.com.br


quando uma droga é consumida

ela vai para a corrente sanguínea

e acaba por nutrir os bulbos capilares.

Nesse momento pequenas

quantidades de moléculas das drogas

consumidas são “aprisionadas”

pela estrutura de queratina que está

sendo formada. Essas moléculas

permanecem estáveis, independentemente

do tempo, e podem ser

pesquisadas com equipamento e

processos técnicos avançados.

Sendo assim, um segmento de

cabelo pode ser analisado para detecção

do consumo de drogas e a

janela de detecção será igual ao período

que este segmento levou para

crescer.

Fonte:

https://www.psychemedics.com.br

LAS do Brasil

+55 62 3085 1900

www.lasdobrasil.com.br

United States Pharmacopeia Brasil realiza Simpósio Internacional em

comemoração aos 10 anos no País

Em comemoração aos 10 anos de

Brasil, a U. S. Pharmacopeia (USP)

realizará o Simpósio Internacional

– Empowering a healthy tomorrow.

Serão 3 dias de evento, com abordagens

técnico-científicas e regulatórias,

com a presença de grandes

especialistas internacionais e regionais.

O evento acontecerá de 1º a

3 de agosto, no Sheraton WTC, em

São Paulo/SP.

O Simpósio é voltado para profissionais

das indústrias farmacêuticas,

farmo-química, de alimentos

e suplementos alimentares, bem

como instituições acadêmicas e órgãos

públicos da área da saúde. O

Simpósio terá como principal foco

o diálogo técnico-científico entre os

representantes do setor e acadêmicos,

sobre a visão atual da globalização

farmacopeica, abordando

aspectos relacionados aos medicamentos

sintéticos e biológicos e sua

evolução regulatória.

Anvisa, Sindusfarma, Universidade

de São Paulo (USP), Associação

Brasileira da Indústria de Alimentos

para Fins Especiais e Congêneres

(Abiad) e Instituto Nacional de

Controle de Qualidade em Saúde

(INCQS) estão entre as entidades

já confirmadas. Para se inscrever

e conhecer a agenda completa do

Simpósio, envie um e-mail para uspbrasil@usp.org.

Palestras – No dia 1º de agosto

será realizado o Pré-Simpósio com

foco científico, abordando temas

relevantes e da atualidade, como:

Métodos Indicativos de Qualidade,

Estudo de Degradação Forçada,

Avaliação de Dados de Estabilidade,

entre outros. Já o Simpósio que se

inicia no dia seguinte (2 de agosto)

terá, entre os destaques, a participação

do CEO da USP, Ron Piervincenzi,

que fará uma palestra com o

tema “Melhorando a qualidade de

medicamentos para ajudar a construir

um mundo mais saudável”.

Piervincenzi vai falar sobre como

a USP vem contribuindo para melhorar

a qualidade de medicamentos ao

longo de sua trajetória de 200 anos

no mundo e nos 10 anos em que

a empresa está instalada no Brasil,

abordando as contribuições efetivas

da USP para a saúde pública, apresentando

os padrões, programas e

serviços prestados à comunidade.

Já a sessão “Combatendo medicamentos

de baixa qualidade e

falsificados” abordará os esforços e

perspectivas de organizações relevantes

no combate aos medicamentos

de baixa qualidade e falsificados,

com a participação de representantes

da indústria e da Anvisa.

A importância da qualidade de medicamentos

no combate à resistência

antimicrobiana é o tema da discussão

seguinte, que apresentará o status do

Plano Nacional de Vigilância Sanitária

da Anvisa e a Campanha da USP pelo

direito aos medicamentos seguros e

de qualidade.

O novo painel regulatório de suplementos

alimentares no País, bem

como os desafios e impactos para

o setor produtivo, frente a este novo

cenário, também serão objetos de

debate no Simpósio.

U.S. Pharmacopeia

http://www.usp.org/usp-brazil

Avenida Ceci, 1600 –

Tamboré – Barueri/SP

(11) 3245.6400

uspbrasil@usp

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 18

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em foco

Soluções para Microscopia

42

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 18

A MOTIC, é uma empresa Canadense

presente em vários países

e com mais de 30 anos de experiência

no mercado de microscopia,

sempre fornecendo tecnologia, inovação

e qualidade em seus produtos.

A marca é reconhecida por unir

desempenho, robustez e conforto ao

usuário em todos os seus modelos

de equipamento. O portfólio de equipamentos

da MOTIC inclui microscópios

para ensino, rotina e pesquisa,

invertidos e de fluorescência.

Para ensino e rotina, os equipamentos

são projetados para ambientes

educacionais desde ciências

biológicas básicas até aplicações

médicas. São modelos que levam

para o mercado um novo sistema

óptico resultando em um alto nível

de desempenho com baixo custo.

Métodos como contraste de fase,

polarização e campo escuro são

facilmente executados. Para modelos

mais completos, dedicados a

pesquisa, a MOTIC uniu facilidade

e tecnologia de ponta para oferecer

aos usuários imagens mais precisas

e detalhadas resultando em trabalhos

mais rápidos e eficientes. Utilizando

recursos inteligentes em seus

equipamentos mais sofisticados, a

marca transforma a ideia de microscopia

unindo computador, software

e microscópio em um único equipamento

reduzindo custos ao usuário.

Pensando em seus acessórios,

a MOTIC desenvolveu uma linha

de objetivas Planacromáticas que,

ligada a alta tecnologia dos seus

equipamentos, resultam em imagens

com a maior fidelidade de cor

já vista no mercado de microscopia.

Além disso, a MOTIC também trabalha

com câmeras de alta tecnologia

complementando, assim, o conjunto

para obtenção de ótimos resultados.

Há uma grande variedade de

câmera, desde as mais simples de

3 megapixels até mesmo câmeras

com conexão via Wi-Fi.

No Brasil, a MOTIC é representada

pela Analítica. Empresa fundada

em 1992 que tem como objetivo

promover e garantir a satisfação dos

clientes, atendendo ou superando

expectativas com a qualidade dos

produtos e serviços. Entre em contato

com a Analítica e solicite mais

informações!

Saiba mais

(11) 2162-8080

marketing@novanalitica.com.br

www.analiticaweb.com.br


Pesquisa de maneira fácil - Heidolph Instuments

A Heidolph, fabricante alemã

líder de equipamentos de laboratório,

presente no mercado há 80

anos, é uma empresa inovadora e

globalmente ativa. Atende mais de

80 países, apoiando a pesquisa

farmacêutica, a indústria de cosméticos,

a biologia, bem como o

setor de química, contribuindo para

melhorar o dia a dia do pesquisador

e operador e a qualidade da

pesquisa em todo o mundo.

O portfólio de equipamentos da

Heidolph inclui rotaevaporadores

de bancada e industriais, agitadores

magnéticos, agitadores mecânicos,

shakers, mixers e bombas

peristálticas.

Para a confecção e fornecimento

de todos os componentes utilizados

nos equipamentos, a Heidolph

definiu altos padrões de qualidade.

Todos eles são fabricados exclusivamente

na Alemanha, com o selo

“Made in Germany” de qualidade,

internacionalmente reconhecido

por confiabilidade e robustez. Além

disso, os motores dispensam manutenções

frequentes e dispendiosas.

É por estas razões que a

Heidolph oferece aos seus clientes

anos de operação contínua, garantia

de 3 anos, com um tempo de

vida operacional médio dos equipamentos

de 10 anos!

No Brasil, a Heidolph é representada

oficialmente pela Analítica,

empresa há mais de 25 anos no

mercado que conta com uma equipe

completa para atender ao cliente

desde a pré-venda até o pós-venda.

Entre em contato com a Analítica e

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REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 18

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em foco

Miele Professional – A Garantia da Lavagem Perfei

Miele Professional – A Garantia da Lavagem Perfeita

A Miele iniciou a produção de

lavadoras de vidrarias para laboratório

em 1967 e é hoje a mais

renomada e premiada fabricante.

As lavadoras Miele Professional

são as únicas recomendadas pela

Duran® e são projetadas para

durarem mais de 15.000 horas

operacionais.

Além dos já conhecidos benefícios

das lavadoras Miele Professional,

como economia de água e tempo,

segurança, eficiência, facilidade

A Miele iniciou a produção de lavadoras de

a mais renomada e premiada fabricante. As la

recomendadas pela Duran® e são projetadas para d

Além dos já conhecidos benefícios das lavad

água e tempo, segurança, eficiência, facilidade d

lavadoras PG 8583, PG 8593 e PG 8583 CD contam c

- Maior capacidade – em decorrência das bo

utilizar mais acessórios com injetores para, por exem

simultaneamente.

- Bomba de circulação com pressão var

eficientes e reprodutíveis, ajustando a pressão idea

- Elementos de aquecimento integrados à b

de operação e reprodutibilidade, as produtíveis, ajustando a pressão

novas lavadoras PG 8583, PG as 8593 chances ideal de para contaminação cada programa. da câmara de lavagem

e PG 8583 CD contam com:

- Elementos de aquecimento

- Maior capacidade – em decorrência

das bombas de circulação – reduz drasticamente as chances

- integrados Novo sistema à bomba de módulos de circulação de lavagem – ai

mais potentes, é possível utilizar - de Novo contaminação design – mais da câmara moderno, intuitivo e fá

mais acessórios com injetores lavagem e traz mais segurança ao

Award 2015.

para, por exemplo, lavagem de até usuário.

128 vials ou 98 pipetas simultaneamente.

lavagem – ainda mais flexível que

A Analítica - Novo sistema conta de com módulos equipe de de especia

- Bomba de circulação fornecimento com a geração de peças anterior. de reposição garantido por

pressão variável – lavagens ainda - Novo design – mais moderno,

mais econômicas, eficientes Miele e re-

Professional intuitivo e fácil a escolha de limpar, definitiva ganhador para seu labo

do prêmio iF Design Award 2015.

A Analítica conta com equipe de

Saiba Mais:

especialistas

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treinados pelo fabricante

e com o fornecimento de peças

8080 de reposição garantido por no

(11) 2162

mínimo 20 anos, fazendo das lavadoras

Miele Professional a escolha

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definitiva para seu laboratório.

44

REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 18

Nova lavadora Nova Miele lavadora PG 8583 Miele CD, instalada PG 8583 sob CD, bancada. instalada sob bancada

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em foco

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REVISTA ANALYTICA - JUN/JUL 18

PRESS RELEASE 07/2018

Vácuo? – Simplesmente sob controle!

VACUU·SELECT® - o novo controlador

interativo da VACUUBRAND

oferece um novo conceito de operação

para todos os processos típicos

de vácuo em laboratórios de química

para resultados rápidos e garantidos,

com economia de tempo. A interface

gráfica com display moderno

touchscreen permite a entrada de

dados simples e intuitiva. Em combinação

com fontes de vácuo novas

vez.

e existentes, o VACUU·SELECT é o

parceiro perfeito para todas as suas

aplicações de laboratório.

Outra aplicação, outro

ajuste de vácuo

Dependendo do processo, as

configurações de cada aplicação de

vácuo podem ser muito diferentes.

O VACUU·SELECT oferece procedimentos

pré-definidos para todas

integrados.

as aplicações comuns de vácuo,

que podem ser iniciadas ou ajustadas

facilmente através da interface

intuitiva com a tela touchscreen. O

editor de aplicativos permite arrastar

e soltar programas facilmente para

Vácuo? – Simplesmente sob controle!

VACUU·SELECT ® - o novo controlador interativo da

VACUUBRAND oferece um novo conceito de operação para todos os

processos típicos de vácuo em laboratórios de química para

resultados rápidos e garantidos, com economia de tempo. A interface

gráfica com display moderno touchscreen permite a entrada de dados

simples e intuitiva. Em combinação com fontes de vácuo novas e

personalização e ainda inclui uma

ferramenta útil, permitindo que você

salve seus processos favoritos para

que você não precise começar do

início toda vez.

Robusto, mas sensível

A operação com produtos químicos

agressivos é o trabalho diário

das bombas de vácuo com resistência

química. O VACUU·SELECT

possui materiais resistentes a produtos

químicos, ainda assim, a tela

touchscreen de vidro é sensível o

suficiente para ser operada no laboratório

com luvas de segurança.

existentes, o VACUU·SELECT é o parceiro perfeito para todas as

suas aplicações de laboratório.

Outra aplicação, outro ajuste de vácuo

Dependendo do processo, as configurações de cada aplicação de

vácuo podem ser muito diferentes. O VACUU·SELECT oferece

procedimentos pré-definidos para todas as aplicações comuns de

vácuo, que podem ser iniciadas ou ajustadas facilmente através da

interface intuitiva com a tela touchscreen. O editor de aplicativos

permite arrastar e soltar programas facilmente para personalização e

ainda inclui uma ferramenta útil, permitindo que você salve seus

processos favoritos para que você não precise começar do início toda

Robusto, mas sensível

A operação com produtos químicos agressivos é o trabalho diário das

bombas de vácuo com resistência química. O VACUU·SELECT possui

materiais resistentes a produtos químicos, ainda assim, a tela

touchscreen de vidro é sensível o suficiente para ser operada no

laboratório com luvas de segurança.

Uma solução que

sempre funciona

O VACUU·SELECT está disponível

em várias configurações projetadas

para atender a todas as situações

de laboratório:

- O controlador autônomo completo

tem todas as conexões necessárias

para trabalhar imediatamente

com suas fontes de vácuo existentes

- A versão fornecida com uma

unidade de bombeamento é uma

Uma solução que sempre funciona

solução completa que inclui uma

das nossas bombas de diafragma

VACUUBRAND com resistência química

em conjunto com um controlador

e sensor integrados.

- A combinação mais eficaz,

no entanto, é o novo controle

VACUU·SELECT em conjunto com

nossa bomba VARIO de velocidade

controlada, oferecendo evaporações

totalmente automáticas, com o toque

de um botão, e os menores tempos

de processo sem formação de espuma.

Também não há necessidade de

qualquer ajuste manual ou supervisão

constante. Além disso, a bomba

com velocidade controlada significa

menor emissão sonora, menor con-

O VACUU·SELECT está disponível em várias configurações

projetadas para atender a todas as situações de laboratório:

- O controlador autônomo completo tem todas as conexões necessárias para trabalhar imediatamente com

suas fontes de vácuo existentes

- A versão fornecida com uma unidade de bombeamento é uma solução completa que inclui uma das nossas

bombas de diafragma VACUUBRAND com resistência química em conjunto com um controlador e sensor

sumo de energia e intervalos de manutenção

mais longos.

O VACUU·SELECT não trabalha

exclusivamente com bombas de

diafragma, mas com todas as fontes

de vácuo. Para aplicações como

liofilização ou linhas Schlenk, que

precisam de um vácuo superior a 1

mbar, existem soluções de pacotes

disponíveis para controle de vácuo

fino. Quer seja portátil ou instalado

no mobiliário de laboratório, o versátil

VACUU·SELECT oferece todas as

possibilidades para um espaço de

trabalho prático e ergonômico.

O novo controlador VACUU·SELECT

da VACUUBRAND também está preparado

e pronto para o futuro para

a integração em redes modernas

de laboratório e sistemas de geren-

- A combinação mais eficaz, no entanto, é o novo controle VACUU·SELECT em conjunto com nossa bomba

VARIO de velocidade controlada, oferecendo evaporações totalmente automáticas, com o toque de um

botão, e os menores tempos de processo sem formação de espuma. Também não há necessidade de

qualquer ajuste manual ou supervisão constante. Além disso, a bomba com velocidade controlada significa

menor emissão sonora, menor consumo de energia e intervalos de manutenção mais longos.

O VACUU·SELECT não trabalha exclusivamente com bombas de

diafragma, mas com todas as fontes de vácuo. Para aplicações

como liofilização ou linhas Schlenk, que precisam de um vácuo

superior a 1 mbar, existem soluções de pacotes disponíveis para

controle de vácuo fino. Quer seja portátil ou instalado no mobiliário

de laboratório, o versátil VACUU·SELECT oferece todas as

possibilidades para um espaço de trabalho prático e ergonômico.

O novo controlador VACUU·SELECT da VACUUBRAND também

está preparado e pronto para o futuro para a integração em redes

modernas de laboratório e sistemas de gerenciamento de dados.

Bem-vindo ao futuro do controle de vácuo.

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