Especial de Jacinto Machado 2018 - JORNAL VOLTA GRANDE

Wesllen26

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CDL há mais de 40 anos fazendo parte da história

de Jacinto Machado

Galeria de ex-presidentes da CDL de Jacinto Machado

A CDL de Jacinto Machado

foi fundada em 16 de

Junho de 1977, sua criação

se deu por comerciantes

do movimento lojista municipal,

buscando defender

os anseios e suas necessidades

sempre de maneira

transparente. Teve como

seu presidente fundador o

Sr. Ivaldo Tuon, passando

por José Marns da Rosa,

José Trevisol, Zélio Aguiar,

Silvino Daré, Alcides Tuon,

Neoci Ceconi, Irio Tuon,

Carlos Afonso Savi Mondo,

Edino Abba, Roque Mar-

ns da Rosa, José Guilherme

Zanaa, Murialdo Búrigo,

Aelson Lessa, Mário César da Silva Tomé, Francisco de

Assis Da Ros Nunes, José Mota Alexandre, Eládio Rocha

Hahn, Sander Santos Elias e Rosinei Tomasi Isoppo.

Atualmente, a CDL é composta por 64 associados, tendo

como presidente a Sra. Josli Ronsani Peres. Sua sede

própria conta com auditório climazado e um moderno

espaço de atendimento e está situada na Rua Pool Jorge

Zacca, 76 – Centro de Jacinto Machado. A CDL é uma

Endade de classe, sem fins lucravos, afiliada a FCDL -

Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Santa

Catarina e a CNDL - Confederação Nacional dos Dirigentes

Lojistas.

Em sua história de lutas, conquistas e sucessos, a CDL

de Jacinto Machado, dentre as várias ações que vem sendo

desenvolvidas pela Endade, está o incremento do

SPC - Serviço de Proteção ao Crédito, maior Banco de Dados

de Informações de Crédito da América Lana, fomentando

de forma segura o nosso Comércio. Contamos ainda

com serviços, como: Treinamentos e Workshop; Plano

XML, uma forma segura de armazenamento das notas

fiscais eletrônicas; Cerficado Digital para pessoas sicas

e jurídicas. Realizamos também ações sócio-educavas,

como: Campanha do Recicla CDL lixo eletrônico e Recicla

CDL na Escola. Estamos engajados em prestar um ómo

atendimento às empresas associadas de nosso município

e toda a população.


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Trabalho, conquistas e vitórias

O Sindicato dos Trabalhadores

Rurais de jacinto Machado, desde

1970 vem colaborando para o desenvolvimento

do Município, dando

apoio aos agricultores e atendendo

suas necessidades. Uma

endade forte, precisa de grandes

deres e dirigentes compromedos

com a causa sindical. Nestas

mais de 4 décadas sete diretorias

passaram pela endade. A força e

a garra desses representantes fizeram

do sindicato uma referência

em termos de conquistas e prestação

de serviços aos associados e a

população em geral.

No decorrer destes 48 anos, várias

foram as mobilizações e reivindicações

por polícas agrícolas,

públicas, sociais e previdenciárias,

sendo atuante também no atendimento

ao assistencialismo.

E neste dia tão especial o Sindicato

parabeniza o Município pelos

60 anos de emancipação polícaadministrava;

e nos senmos orgulhosos

de fazer parte desta história

de luta, trabalho e conquista.

O STRJM nos seus 48 anos de

fundação tem trabalhado para

melhorar a vida dos agricultores

familiares de Jacinto Machado; na

busca de benecio, na área da Previdência

social, saúde, agricultura

e crédito rural , declarações de ITR,

Cadastro Ambiental Rural CAR), e

atuando em vários conselhos Municipais.

Queremos connuar trabalhando

juntos semeando sonhos e colhendo

realizações.

Galeria de presidentes do Sindicato dos Trabalhadores Rurais

Valdir Barbosa de Oliveira, atual presidente


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19


Hospital São Roque: peça importante para a história

de Jacinto Machado

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Muitas pessoas já esveram à frente do Hospital, esses são os ex-presidentes que também fazem parte da história

Devido à grande necessidade de assistência médico-hospitalar

e não havendo, na época, um grupo de pessoas abnegadas

resolveram construir seu próprio Hospital. Assim,

com recursos próprios, foi fundado em 12de março de 1950,

o Hospital São Roque de Jacinto Machado, teve como primeiro

presidente Francisco Trevisol. O Hospital iniciou suas

avidades, o qual é mando por uma associação comunitária

e presta assistência na área da saúde até os dias de hoje.

Estatutariamente, o Hospital São Roque éuma endade

civil de caráter filantrópico, por tempo indeterminado, sem

visar lucro de qualquer espécie. É formada por uma diretoria

execuva, eleita pelos sócios patrimoniais, a cada 2

anos, atualmente o hospital tem como presidente Renato

Zanaa.

Tem como Missão Proporcionar saúde e bem estar de

forma humanizada. A Visão é de tornar-se um hospital de

referência no atendimento a geriatria. Os Valores são Éca,

Respeito, Honesdade, Acolhimento, Entusiasmo, Espírito

de equipe, Compromemento e Execução dos serviços.

Além da assistência aos habitantes de Jacinto Machado,

o Hospital atende outros municípios vizinhos da região da

AMESC (Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense).

O atendimento é realizado vinte e quatro horas por

dia e abrange a todos sem disnção. O hospital mantém

convênios com o SUS/MS e outras instuições privadas.

Com uma área construída de 2.500m² sobre um terreno

de 9.559,32m² o Hospital São Roque é um hospital de atendimento

geral tendo uma capacidade instalada de 38 leitos,

sendo distribuídos nas clínicas médicas, cirúrgicas, pediátrica

e Obstétrica.

Dispõe também de atendimento ambulatorial e de urgência/emergência,

além dos serviços de Raio X, Ultrassonografia,

Endoscopia, Colonoscopia e exames de laboratórios,

que estão dentro das dependências do hospital,

trabalham de forma terceirizada.

A atual gestão iniciou uma reforma estrutural que se encontra

parcialmente concluída, totalizando mais de 60%,

trazendo melhor conforto, proporcionando maior sasfação

quanto o atendimento e resoluvidade nas necessidades

dos pacientes.


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Das ferramentas reutilizáveis a criação de móveis

rústicos

Da Redação

Mariane Rodrigues

Criavidade e dedicação

são duas palavras que definem

o morador de Jacinto

Machado, Rogério Dal Pont.

Ele que começou a poucos

meses na criação de móveis

rúscos também adapta e

cria as próprias ferramentas.

Os maquinários ulizados

para fazer os móveis,

ele mesmo adapta com

ferramentas agrícolas. Por

exemplo ele precisava de

uma serra fita para cortar os

barrotes de madeira, então

de uma tecedeira de fumo

ele transformou e fez a ferramenta

que precisava.

“ Tudo se transforma.

Tem que ter as ferramentas

certas.Uma maca de hospital

virou uma lixa para apoiar

a peça de madeira. Eu trabalhei

com serralheria, então

eu vou vendo vídeos na internet

e vou criando e adaptando.

Vou adaptando conforme

a minha necessidade,

duas tecedeiras de fumo fiz

uma serra fita. O escovão

pra deixar a madeira lisinha

eu também adaptei com alguma

peça. Ulizo peças de

arado, alerador, carpideira.

São peças agrícolas que não

são mais ulizadas” completa

Rogério.

Algumas das peças criadas por ele

Maquinário criado com peças reutilizáveis

Móveis Rústicos

“Meu interesse por

criar móveis rúscos

veio da necessidade de

mudar. Já trabalhei em

diversos setores e já estava

ficando saturado

então resolvi invesr

e me dedicar. Sempre

gostei de trabalhar com

madeira, trabalhar com

o ango, de preservar,

aí fui descobrir que meu

bisnono era marceneiro.

Queria uma coisa nova,

então comecei a comprar

e brincar com madeira

velha ir fazendo os

móveis”explica.

Rogério faz vários -

pos de peça: Faço decoração,

cristaleiras, mesas,

mesinhas de centro.

Ele começa a peça do

zero, e vai criando. “É

tão bom transformar

aquela madeira velha e

anga, num móvel bonito.

Além disso, até o

próprio pavilhão onde

ele guarda as ferramentas

e os maquinários são

com peças reulizadas

como pilares de um viaduto,

telhas reulizadas.


Há 50 anos fazendo parte da

História de Jacinto Machado

Fundado em 20 de

abril de 1961, como Associação

Rural, tendo

como primeiro Presidente

Vitório Zanaa.

A finalidade era pracamente

comercial como

posto de revenda de

produtos agropecuários.

Mas em 09 de dezembro

de 1967 por assembleia

geral foi aprovado as

prerrogavas de Sindicato

Rural de Jacinto Machado,

sendo reconhecido

oficialmente pelo

Ministério do Trabalho

e Previdência Social. Estando

assim oficializada,

a endade sindical con-

nuou batalhando pelos

direitos dos agricultores,

adquirindo também

muitas conquistas. Ao

longo de todos esses

anos a endade vem defendendo

os direitos e

buscando benecios aos

agricultores de Jacinto

Machado.

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O QUE JACINTO MACHADO REPRESENTA PARA VOCÊ?

Presidente da Credija -

Wolni José Walter

Nos seus vinte e seis anos de

existência, Sicoob Credija vem contribuindo

para o desenvolvimento

local e regional, visando sempre

a melhor qualidade de vida das

pessoas. Muito nos orgulha em

fazer parte da história de Jacinto

Machado onde o povo acreditou

e abraçou o Cooperavismo como

uma forma e esperança de se desenvolver

para uma vida melhor.

Parabéns a todos.

Antônio José Porto -

Presidente do Sindicato dos

Produtores Rurais

Tenho este município, meu berço

natal como um grande celeiro da

agricultura e muitas outras avidades

existentes, as quais todas juntas

dão com seus trabalhos impostos a

sustentabilidade ao órgão público,

a Prefeitura Municipal, a gestora e

executora de toda a funcionalidade

pública para o bem estar de seus munícipes. Que nestes 60

anos de existência , em 23 de julho de 2018 seja de comemoração

e confraternização com alegria.

Adelar Machado -

Presidente Cejama

Há 60 anos

Jacinto Machado

começou a traçar

a sua história

repleta de muito

trabalho, beleza

e conquistas.

Parabéns a nossa

cidade querida. Desejo que os munícipes

de nossa cidade tenha mais união na

luta pelas causas que irão trazer o desenvolvimento

para Jacinto Machado.

João Basta Mezzari

(Gaiola) - Prefeito

“Temos orgulho do nosso município e nesses 60 anos

de história temos o desenvolvimento da cidade para

comemorar, mesmo que aà vezes os recursos sejam

poucos, mas o carinho que temos pela cidade nos

faz batalhar a cada dia. Jacinto avançou muito nesses

anos e acredito que nesses 4 anos da nossa administração

o município vai dar um grande salto e vamos

trabalhar para dar ao povo de Jacinto Machado a

atenção que eles merecem”.

Valdir Barbosa de Oliveira - Presidente do

Sindicato dos Trabalhadores Rurais

Nosso senmento é de sasfação e alegria por fazer parte

deste movimento que trouxe inúmeros benecios a categoria

dos agricultores e que também faz parte da história do

município. E juntos vamos comemorar nossas conquistas juntamente

com o aniversário do município com a certeza que

teremos uma agricultura forte e sustentável. Seremos fortes

se nos mantermos unidos e com o Sindicato fortalecido. Parabéns

Jacinto Machado pelos 60 anos de conquistas.


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Vanir Zanaa - Presidente Cooperja

Sendo um Jacinto Machadense desde o nascimento,

como posso não gostar de nosso município? Já se foram

54 anos de convivência. Nesse pedaço de chão, aconteceu

e acontece a minha vida. Sou grato por essa terra,

por essa gente. Já fomos mais de 16 mil, hoje estamos

em 10 mil habitantes. Todos precisam encontrar seus

caminhos, as viagens da vida nos levam a encontrar

nossa melhor localização neste planeta. A felicidade

deve ser nosso principal objevo. Quero connuar

sendo úl, na busca de uma sociedade justa, fraterna

e ordeira, aqui neste município. Merecemos isso, mas todos precisamos fazer a nossa

parte. Tenho muito prazer de contribuir, com o desenvolvimento de Jacinto Machado,

através da COOPERJA, junto com nossos associados e colaboradores. Parabéns pelos

seus 60 anos e obrigado por nos acolher.

Josli Ronsani Peres - Presidente CDL -

Jacinto Machado é para mim um grande orgulho, cidade

que meu tataravô João Basta Ronsani, vindo da

Itália, escolheu para formar sua família, ao pé da Serra

na comunidade de Costão da Pedra e no sangue carrego

essa paixão pela natureza que me faz suspirar todos

os dias ao contemplar a Serra Geral e seu esplendor

que encanta a quem olhar. Como presidente da CDL,

endade pela qual tenho muito carinho e admiração e

reconheço sua importância para o fortalecimento do

comércio local, espero contribuir com o crescimento e

o desenvolvimento de nosso amado município”.

Renato Zanata - Presidente Hospital São Roque

Neste dia 23 de Julho, a nossa cidade completa 60 anos, e hoje,

nada mais justo que parabenizar o povo jacintomachadense,

gente de bem, guerreira, honesta e batalhadora que, com seu

trabalho diário, constrói o desenvolvimento do município e

dentro das suas possibilidades não mede esforços na busca do

crescimento e de melhores dias para essa cidade. É com orgulho

de ser jacintomachadense, de pertencer a esta cidade que deixo

minha mensagem de agradecimento a toda essa gente que

trabalha para que seus filhos possam sonhar com um futuro melhor.

Tenho muito respeito e carinho pelo povo desse município,

homens e mulheres que com suas mãos sabem valorizar o fruto

da terra, defendendo e lutando pelos interesses da população.Parabéns a todos que diariamente

cumprem sua missão, contribuindo assim com o desenvolvimento do município.

Vereador Valdir Trombim - Presidente

da Câmara

Neste dia fesvo em que se comemora os 60 anos de

emancipação de Jacinto Machado, gostaria de parabenizar

todos os cidadãos jacintomachadenses que, com a força

do seu trabalho buscam dias melhores num futuro bem

próximo, construindo uma cidade cada vez melhor.

Muitos aqui nasceram, outros aqui chegaram e permaneceram,

como no meu caso, um criciumense que foi

adotado por esta terra de grandes belezas naturais, com

uma rica história de luta dos pioneiros pelo seu progresso.

A nós jacintomachadenses, os parabéns pelos 60 anos de

emancipação políco-administrava


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Prefeito em 1977 ele conta que as lajotas em frente à igreja matriz

foram feitas em parceria com o Padre Herval Fontanella

Mário Recco e Maria Recco, filhos de agricultores,

moraram em Engenho Velho, interior

de Jacinto Machado. Mário, filho de agricultores.

Ela veio de Criciúma com 2 anos de idade,

sua mãe contava que eles levaram 8 dias de

viagem de carro de boi, onde no caminho faziam

comida, amontoavam pedras botavam a

panela em cima e fazia ali mesmo a polenta. O

leite era rado da vaca que traziam.

Ao chegarem foram trabalhar com engenho

de farinha e de milho. Cresceram juntos

pois eram vizinhos e iam para a escola juntos,

casaram novos, ele aos 19 anos de idade, e

ela aos 18 anos. Um casamento que já dura

64 anos, veram 4 filhos: João Luiz (in memorian),

Vânio, Valcirlei e José Aldo, que lhe deram

7 netos e 2 bisnetos.

Hoje aos 83 anos de idade, o homem do

Bigode Preto, apelido que pegou na políca,

está um pouco fragilizado, devido a uma cirurgia

que fez do joelho, mas espera que mais

uns 30 dias já esteja bom para cuidar do gado

que ele gosta de fazer todos os dias. Sua esposa,

Maria Recco, hoje com 82 anos de idade,

faz os afazeres da casa, mas já foi responsável

por armazém que por muitos anos servia a comunidade

de Serra da Pedra onde moram, no

armazém ela diz que vendiam desde remédios

que naquele tempo era permido.

Muitas histórias ele conta, pois quem foi

prefeito 3 vezes, tem muitas coisas para relatar.

Mas falamos mais sobre seu primeiro

mandato, há 40 anos.

Na políca, o agricultor Mario Recco, surgiu

a 35 dias antes do pleito municipal de 1976,

quando o sobrinho Deoclides Recco que era

candidato a prefeito pelo MDB, foi impedido

de disputar a eleição. Um grupo de amigos insisu

para que o mesmo fosse candidato com

Elidio Casemiro de vice. Mas na época, eram

4 candidatos, dois do MDB e dois da Arena.

Onde a soma dos candidatos do mesmo pardo

vencia a eleição e o mais votado era o prefeito.

Mário Recco foi a surpresa, pois nem ele

acreditava que seria possível em 35 dias fazer

uma campanha e ser vitorioso.

Ele nha apenas 4 candidatos

a vereadores que lhe

apoiavam, mesmo assim ele

venceu do seu companheiro

de chapa que era Silvino Daré

(in-memorian) e os dois juntos

fizeram mais votos que o

pardo da Arena.

Seu mandato foi de muito

trabalho pois naquela época

não exisa quase nada, estradas

eram precárias. Na cidade

a única pavimentação era a

rua Irmãos Trevisol, do posto

até perto do Hotel Zanaa. Ele

conta que o jardim da igreja era de barro ainda,

fato que ele fez uma parceria com a igreja

e o padre Herval Fontanella deu o cimento e

a brita, onde a prefeitura colocou uma fábrica

de lajotas e as primeiras foram para fazer as

lajotas para pavimentar a frente da igreja, lajotas

que estão até hoje. “Tudo era prioridade,

as estradas para Serra da Pedra atolavam, os

agricultores que na época plantavam fumo e

banana, precisavam de estrada para escoar a

produção. O maquinário era precário, as necessidades

eram muitas. Governo do estado

e Federal não ajudavam. A prefeitura estava

com muitas dividas, vemos que ir pagando

para que os credores fossem vendendo novamente.

Tive que dar meus bens como garana

para venderem para a prefeitura.” conta Mário

Recco, com sua memória muito boa.

O Povo aprovou seu jeito humilde, de ajudar

os que mais precisavam e de não ter hora

para trabalhar, tanto que ainda elegeu ele para

mais duas vezes administrar o município de Jacinto

Machado, em 1989 e depois em 2001.

Sempre fez seu sucessor, um deles foi o sobrinho

Deoclides Recco. Também teve um filho

que foi vereador e presidente da Câmara João

Luiz, que já faleceu. Ainda na políca, Mário

Recco ocupou o cargo de presidente da Ceasa.

Gosta muito de políca, na úlma eleição ainda

ajudou a eleger o prefeito de seu pardo. É

o ex-prefeito mais idoso que o município tem.


Cruzadas da História de Jacinto Machado

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Horizontais

Vercais

2- ‘Cachoeira (?) Schiraa’, também chamada de Cachoeira do Canyon da Pedra, com 70 metros de altura,

com queda d’água em formação basálca localizada num diedro.

3- Cooperava de crédito de Jacinto Machado, presente em todo o Sul do estado, presidida por Wolni José

Walter.

4- Pe. (?) Agenor Benedet da Silva, pároco da Igreja Santa Terezinha em Jacinto Machado.

5- ‘Capital da (?)’, apelido de Jacinto Machado.

6- (?) e banana, principais produtos agrícolas do município.

7- Padre (?) Fontanela, ex-pároco de Jacinto Machado, no período de 1913 a 1915.

12- Apelido de Valdir Trombim, atual presidente da Câmara Municipal.

14- (?) Zanaa, presidente do Hospital São Roque.

16- Morro (?)’, montanha formada por rochas arenícas, com penhascos que variam de 15 a 40 metros na

localidade de Lebra.

18- (?) e Sombrio, municípios limites da região leste de Jacinto Machado.

19- Ocorrida em 1995, que contribuiu para o êxodo rural dos moradores de Pinheirinho Alto.

21- ‘Cachoeira do (?)’, propriedade privada localizada na comunidade de Engenho Velho.

22- ‘Parque Nacional de (?) da Serra’, limítrofe do Parque Nacional da Serra Geral (no qual está inserido o

município de JM).

25- ‘Cachoeira do (?)’, situada em meio a bananais e mata Atlânca, com 29 metros de altura, local propício

para a práca do rappel.

26- Morro da (?), em formato e pão de açúcar, localizado na divisa de Jacinto Machado com os municípios de

Sombrio e Santa Rosa do Sul.

27- ‘Mesotérmico úmido’, predominante em JM, sem estação seca, de verões quentes e temperatura média

anual de 19,1 graus C.

28- Denominação do jornal local, há 22 anos levando informações de Jacinto Machado, homônimo do nome

anterior de JM, até o ano de 1943.

29- (?) Bozzelo, atual operador da Tafona de Lebra.

31- (?) Recco, Deoclides Recco e Alcides Ângelo Sareo, ex-prefeitos de JM, residentes na comunidade Serra

da Pedra.

35- (?) Pagani Bristot, fundador das Rádios Integração FM e Mampituba FM, ex-prefeito de Jacinto Machado

pelo PMDB.

37- ‘Cachoeira (?) da Antena, formação basálca com 25 metros de altura, localizada no Morro Dois Irmãos.

39- Rio de (?)’, principal núcleo de colonização polonesa em JM.

41- ‘Empresa responsável pelo abastecimento de água em JM.

42- Denominada ‘Nossa Senhora de Lourdes’, um dos pontos turíscos do município, localizada na Linha

Rovaris.

1- ‘Cachoeira dos (?)’, inserida no roteiro para o

interior do Canyon Fortaleza.

3- ‘(?) de Cultura de Jacinto Machado’, criado

durante o mandato do prefeito Aldoir Brisot.

8- ‘Região Turísca Caminho dos (?)’, da qual faz

parte Jacinto Machado.

9- Comunidade pertencente a Jacinto Machado,

ligada a paróquia de Praia Grande.

10- ‘Cachoeira do (?)’, localizada na localidade

de Morro Dois Irmãos.

11- ‘Nossa Senhora do (?)’, padroeira da comunidade

Tenente.

13- Capitão (?) Tramonm, salvo por milagre o

naufrágio do navio Baependi em 15/08/1942,

homenageado com busto em JM.

15- A maior indústria de agronegócios e umas

das maiores do país, presidida por Vanir Zanatta.

17- (?) Hipolito, presidente da Câmara em

2015/2016.

20- (?) Jorge Zacca, primeiro prefeito eleito de

Jacinto Machado.

22- Sigla da Associação dos Arstas e Amigos da

Cultura de Jacinto Machado.

23- Município ao qual pertencia Jacinto Machado,

antes de pertencer ao município de Turvo.

24- ‘Canyon (?)’, cujas paredes se assemelham

as muralhas de fortes medievais.

26-’Centro Cultural Ângelo Savi (?)’, localizado

na Praça Capitão Jorge Tramonn.

27- ‘Canyon (?) ’, localizado no Bairro Costão da

Pedra.

30- ‘Jubileu de (?)’, cuja comemoração em Jacinto

Machado ocorre em 23/07/2018.

32- Apelido de João Basta Mezzari, atual prefeito de Jacinto Machado.

33- (?) João de Fáveri, ex-prefeito de JM, autor do hino do município.

34- (?) Cardoso, responsável pela instalação em JM da primeira Igreja Assembleia

de Deus.

36- (?) Mota, que embora cega angiu o octogenário, cuja lição de vida

deu origem ao livro “Coragem para enfrentar os desafios”.

38- ‘Trilha de Jipeiros do (?)’, evento tradicional de JM, ocorrido em Agosto.

40- Evento com o intuito de valorizar e comercializar os principais produtos

da agricultura local, ocorrido a cada biênio do mês de agosto.

43- ‘(?) Preto’, localidade na qual está localizada a Cachoeira dos Piazza.

44- Patente militar de Jacinto Machado de Bitencourt, bravo lutador na

Guerra do Paraguai, honrado com o nome inserido no município em foco.

45- Albino (?), estádio municipal, transformado em moderno Complexo

Esporvo.

46- Índios (?), que habitavam no território atualmente ocupado por Jacinto

Machado.

47- Carregado de banana, figura inserida no Brasão de armas de JM.

Solução

2- Anna; 3- CREDIJA; 4- Hélder; 5- Banana; 6- Arroz; 7- Herval; 12-

Popo; 14- Renato; 16- Pelado; 18- Ermo; 19- Enchente; 21- Burim;

22- Aparados; 25- Zelindo; 26- Moça; 27- Úmido; 28- Volta Grande;

29- Vande; 31- Mário; 35- Aldoir; 37- Morro; 39- Dentro; 41- SAMAE;

42-Gruta.

Vercais

1- Piazza; 3- Conselho; 8- Canyons; 9- Tenente; 10- Pícolo; 11- Caravágio;

13- Jorge; 15- COOPERJA; 17- Daniel; 20- Pool; 22- ART&JAM;

23- Araranguá; 24- Fortaleza; 26- Mondo; 27- Cambajuva; 30- Diamante;

32- Gaiola; 33- Antonio; 34- Dorval; 36- Custódia; 38- Colono;

40- Banarroz; 43- Tigre; 44- Brigadeiro; 45- Zanaa; 46- Xokleng;

47- Caminhão.

Horizontais


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Quatro irmãos e uma paixão em

comum: ser cabeleireiro

Da Redação

Mariane Rodrigues

Moradores de Jacinto

Machado os quatro de seis

irmãos tem algo em comum:

o amor pela profissão, e o

mais curioso é que é a mesma:

os quatro são Cabeleireiros.

Cada um com seu

salão os irmãos exercem a

profissão a menos de 300

metros cada um.

Edevaldo José Inácio(Ponta),Amarildo

José Inácio,Ariovaldo

José Inácio(Dado),-

Jailson da Sila Inácio (Jai)

cada um com seu eslo e

jeito de trabalhar, todos iniciaram

no ramo através de

Edevaldo que foi o primeiro

a exercer a profissão.

“Tínhamos um primo e

três os que já trabalhavam

como cabeleireiro e inspirado

neles entramos para o

meio pois ficava mais fácil já

que nha alguém na família

e que estava dando certo.

Cada um com seu salão a menos de 300 metros um do outros mas a união permanece

como se trabalhassem juntos

Fiz curso , comecei trabalhar

com meu o, depois em

1998 coloquei um salão pra

mim, aí foi vindo bastante

serviço e fui incenvando os

irmãos a começarem comigo.

A gente faz cabelo e barba

e o diferencial está nas

amizades e no atendimento”

relata Edevaldo, conhecido

como Ponta.

Ariovaldo José Inácio popular

Dado foi o segundo a

iniciar junto com o irmão.

“Começou a sobrar cliente

e vi que nha espaço para

mais, foi onde incenvei

eles a virem comigo e depois

então de certa experiência

cada um montou seu salão.

Não existe concorrência entre

nós, sempre torcemos

um pelo outro” completa

Ponta.

Mais que cabeleireiro: Amigo

Ainda conforme Ponta a

profissão é muito mais que

apenas cortar cabelo ou

aparar a barba, é um trabalho

de contato onde acaba

fazendo muitos amigos, um

ramo de aproximação muito

grande, acaba conhecendo

as pessoas e até se tornando

amigo.

O amor pela profissão é

tanto que um dos irmãos

inclusive largou emprego

fixo para connuar somente

como cabeleireiro. “É

algo que eu parcularmente

gosto, pois estamos fazendo

amigos e trabalhando,

ganha para sobreviver

e está sempre em contato

com pessoas. É o melhor

serviço que ve ate hoje

na minha vida” completa

Dado.

Entre eles não existe concorrência, um sempre torce pelo

outro

Do tradicional barbeiro para o atualizado cabeleireiro

“É o tradicional barbeiro

de angamente

só que hoje em dia é

mais atualizado, pois já

modernizou um pouco.

Daquela época pra cá

tem que estar sempre se

atualizando, assisndo

TV, pois não é somente a

moda feminina que varia,

é um jogador de futebol,

ou arsta que muda o

corte de cabelo, então

tem sempre que estar se

atualizando, aprendendo,

olhando e fazendo .

Naquela época era mais

tradicional hoje são mais

exigentes e vaidosos” explica

Ponta.

Segundo os irmãos

eles fazem uma média de

350 a 400 atendimentos

por mês cada um. E já

chegaram a cortar 50 cabelos

em um dia, levando

15 minutos cada corte.


13


14

Água que abastecia a atafona passa embaixo da casa

Jacinto Machado- Entrevistamos um

casal muito conhecido em Serra da Pedra,

Adelor Titoni e Edi Henriques, ele 79 anos

e ela 78. Perguntamos para seu Adelor se

gosta de morar em Serra da Pedra, interior

de Jacinto Machado. “Nasci aqui em Serra

da Pedra gosto de morar aqui, tenho quatro

filhos e uma filha. Esse córrego que passa

aqui em baixo de nossa casa foi eu, meu falecido

pai e mais dois carpinteiros que fizemos,

fizemos a braço, tem mais ou menos

uns oitocentos metros de comprimento, e

o pessoal gosta de passar aqui e ver, pois a

água é limpa e já tocou atafona e serraria e

gerava energia. A energia vinha de um gerador

movido a água que nha a capacidade

de 15 mil velas que fornecia energia aqui

para a praça. O problema é que o gerador só

gerava energia connua, daí só funcionava

lâmpadas e rádios, não funcionava geladeiras.

Para economizar energia nhamos que

ir cedo para a cama.

Para ir a cidade só a cavalo, bicicleta ou a pé

“Comparado com o

tempo de quando eu era

criança, acredito que hoje a

vida está mais fácil, temos

mais estradas, temos mais

recursos, temos carros pra

andar, hoje tem aposento

o governo ajuda, na época

pra ir na praça em Jacinto

só a cavalo, bicicleta ou a

pé, fui muitas vezes, inclusive

a pé. Depois vieram as

estradas, o calçamento, na

época o município pertencia

a Turvo, depois de um

tempo houve a emancipação,

antes de se chamar Jacinto

Machado, o município

se chamava Volta Grande.

Quando enchia o rio eu passava na ponte e cavalo passava nadando

Dona Edi Henriques, conta

que por várias vezes já se assustou

com o rio em baixo da

casa. Professora aposentada,

deu aula no Costão e ia a cavalo,

“Passei muito trabalho, para

passar no rio, quando eu nha

que enchia eu rava a encilha

do cavalo e passava pela ponte

pênsil e o cavalo passava nadando

e me esperava no outro

lado do rio pra colocar a encilha

nele de novo.” Foi um tempo

muito dicil, hoje as coisas

estão muito fáceis. Na época

sem energia e sem geladeira,

a gente nha que comprar os

alimentos só na hora de cozinhar,

po carnes; as galinhas

eu preparava e comia no mesmo

dia, não dava de guardar,

custamos a comprar a geladeira,

frízer e televisão, a televisão

nos compramos do falecido

Pedrinho Daré, não me

recordo do primeiro programa

que minha TV pegou, mas no

rádio eu ouvia uma rádio de

Criciúma, eu gostava bastante,

nha uma novelinha que eu

escutava antes de lavar roupa,

depois não dava pra ouvir então

eu deixava as roupas pra

depois e ouvia a novela pelo

radio, já agora a gente escuta

pela televisão né.”


Atafona tocada a água ainda é tradição em

Jacinto Machado

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Da Redação

Mariane Rodrigues

Na comunidade de Pinheirinho do

Meio, o agricultor Vanderlei Buzello ainda

mantém viva a tradição de moer milho

em uma Atafona tocada a água e também

uma Serraria que foi montada pelo pai

Abramo Bozello e que funciona até hoje.

Segundo ele faz 65 anos e ele lembra

que desde a infância ajudava o pai a moer

o milho e trabalhar na serraria. O pai foi

um dos pioneiros a ter a Atafona e a Serraria.

“Hoje a gente até que mói pouco, quando

a pedra está bem picada dá de moer

um saco por hora, mas eu não controlo

pois o milho hoje está pouco mas dá uma

média de 12 sacos. Mas há uns 40 anos

era muito movimentado, a gente moía a

semana toda sem parar, sempre tocada a

água, assim como a serraria que também

era tocada a água, famosa Roda D’água,

depois é que passei para turbina. Angamente

nós serrava muita madeira de

mato, hoje em dia já é mais limitado” conta

o agricultor.

Vanderlei hoje com 76 anos ainda segue

a tradição deixada pelo pai, e queria

que um dos filhos seguisse. “Nenhum filho

quer manter a tradição, queria que eles

connuassem, mas acho dicil. Uma pena

pois é uma bonita tradição” relata.

Ainda segundo ele as pessoas ainda

trazem o milho pra moer e também moer

para vender a farinha, eles sempre tem farinha

para vender.

È muito comum as escolas levarem alunos para conhecerem a atafona. No dia de nossa

reportagem alunos e professores da Escola Municipal do Arizona estavam presentes

Sofremos com as enchentes de 74 e 95

Ainda relembrando como era o município

em sua infância, ele conta apontando

para o quintal, as mudanças que

fizeram a comunidade evoluir e se transformar

no que é hoje. “Mudou muito,

antes era pouca casa, estrada ruim, muito

dicil, hoje a turma ainda reclama,

mas não dá de reclamar não, facilitou

muita coisa. A gente ia para a cidade a

pé ou de charrete. Energia demorou a

chegar, mais para nossa casa nós nhamos

gerador tocado a água. Quando

deu enchente aqui nós nhamos gerador,

ninguém nha televisão. Nós serrava

quase dia e noite. Pegamos duas

grandes enchentes, em 1974 e 1995 , foi

de assustar, teve água até em cima do

assoalho. Esse quintal aqui só se via as

ponnhas de fora.” Relembra Vandi Bozello

como é conhecido.


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