Revista Coamo - Janeiro/Fevereiro de 2018

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Revista Coamo - Janeiro/Fevereiro de 2018

INAUGURADAS NOVAS UNIDADES EM SIDROLÂNDIA E ITAPORÃ, NO MS

www.coamo.com.br

JANEIRO/FEVEREIRO/2018 ANO 44

EDIÇÃO 477

ANA MARIA BRAGA É

A EMBAIXADORA DOS

ALIMENTOS COAMO

REUNIÃO DE CAMPO

Participação expressiva de

mais de 11 mil cooperados

DESEMPENHO

POSITIVO

A Coamo fechou 2017 com receita global de R$ 11,07 bilhões e

R$ 318,5 milhões em sobras distribuídas aos cooperados


EXPEDIENTE

Órgão de divulgação da Coamo

Ano 44 | Edição 477 | Janeiro/Fevereiro de 2018

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO COAMO

Ilivaldo Duarte de Campos: iduarte@coamo.com.br

Wilson Bibiano Lima: wblima@coamo.com.br

Ana Paula Bento Pelissari: anapelissari@coamo.com.br

Antonio Marcio dos Santos: amsantos@coamo.com.br

Contato: (44) 3599-8126/3599-8129

Jornalista responsável e Editor: Ilivaldo Duarte de Campos

Reportagens e fotos: Antonio Marcio dos Santos, Wilson Bibiano Lima,

Ana Paula Bento Pelissari e Ilivaldo Duarte de Campos

Edição de fotografia: Antonio Marcio dos Santos e Wilson Bibiano Lima

Colaboração: Gerência de Assistência Técnica e Milena Luiz Corrêa

Contato publicitário: Agromídia Desenvolvimento de Negócios Publicitários Ltda

Contato: (11) 5092-3305 e Guerreiro Agromarketing Contato: (44) 3026-4457

É permitida a reprodução de matérias, desde que citada a fonte. Os artigos assinados

ou citados não exprimem, necessariamente, a opinião da Revista Coamo.

COAMO AGROINDUSTRIAL COOPERATIVA

SEDE: Rua Fioravante João Ferri, 99 - Jardim Alvorada. CEP 87308-445. Campo Mourão - Paraná - Brasil. Telefone (44) 3599.8000 Fax (44) 3599.8001 - Caixa Postal, 460

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CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO: Presidente: Engº Agrº José Aroldo Gallassini, Vice-Presidente: Engº Agrº Claudio Francisco Bianchi Rizzatto, Diretor-Secretário: Engº Agrº

Ricardo Accioly Calderari. MEMBROS VOGAIS: Nelson Teodoro de Oliveira, Joaquim Peres Montans, Anselmo Coutinho Machado, Wilson Pereira de Godoy, João Marco

Nicaretta e Alessandro Gaspar Colombo.

CONSELHO FISCAL: Halisson Claus Welz Lopes, Willian Ferreira Sehaber e Sidnei Hauenstein Fuchs (Efetivos). Jovelino Moreira, Diego Rogério Chitolina e Vendelino Paulo

Graf (Suplentes).

SUPERINTENDENTES: Administrativo: Antonio Sérgio Gabriel; Comercial: Alcir José Goldoni; Industrial: Divaldo Corrêa; Logística e Operações : Airton Galinari;

Técnico: Aquiles de Oliveira Dias.

Extensão Territorial: 4,5 milhões de hectares. Capacidade Global de Armazenagem: 6,41 milhões de toneladas. Receita Global de 2016: R$ 11,07 bilhões. Tributos e taxas

gerados e recolhidos em 2017: R$ 463,63 milhões.

Janeiro/Fevereiro/2018 REVISTA

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SUMÁRIO

Encontro de Cooperados

A próxima edição da Revista Coamo destacará o 30º Encontro de Cooperados na Fazenda Experimental. Serão

várias páginas destinadas ao evento, que contou com a participação de milhares de cooperados. Foram dez

estações em que os visitantes conhecerem novas tecnologias para ampliar a produção.

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Janeiro/Fevereiro/2018


SUMÁRIO

Entrevista

Orlando Pessuti, diretor-presidente do BRDE, fala dos serviços e desempenho do banco, além

da parceria para o desenvolvimento das cooperativas no Paraná

A Coamo faz bem pra você

Com o objetivo de mostrar a origem dos Alimentos Coamo, produtos da linha alimentícia passarão

a contar com selo indicando se tratar de produto de cooperativa

Ana Maria Braga é a nova embaixadora dos Alimentos Coamo

Em ação inédita, Coamo traz consagrada apresentadora global como nova garota propaganda da

linha alimentícia para campanha publicitária de 2018

Reuniões de Campo

Entre os dias 24 de janeiro e 05 de fevereiro, a diretoria da Coamo percorreu toda a região da cooperativa

para as tradicionais Reuniões de Campo. Foram 29 encontros com grande participação dos cooperados

Inauguradas novas unidades no Mato Grosso do Sul

Foram entregues oficialmente os entrepostos em Sidrolândia e Itaporã. As novas estruturas já

estão recebendo a produção dos cooperados da região, importante produtora no MS

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16

18

26

44

R$ 318,5 milhões em sobras

Cooperados de toda a área de ação da Coamo comemoram o valor distribuído e o

sucesso da cooperativa em 2017, assim como a família Brunetta, de Mamborê (PR)

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EDITORIAL

PARTICIPAÇÃO GARANTE SUCESSO DA COAMO

Encerramos o balanço

do exercício 2017 com

bons resultados, apesar

de adversidades encontradas

em razão dos preços dos produtos.

O ritmo de comercialização

foi lento, dada a retração

dos produtores quando

os preços recuaram para níveis

mais baixos.

Mas, mesmo assim,

podemos afirmar que 2017 foi

um ano positivo para a Coamo

e seus cooperados. Registramos

uma receita global no

valor de R$ 11,07 bilhões e a

distribuição de sobras aos associados

no montante de mais

de R$ 318 milhões - no dia 19

de fevereiro. Os associados

comemoram esses bons resultados

com a certeza da segurança

e solidez da sua cooperativa,

totalmente voltada para

os seus interesses e o desenvolvimento

técnico, econômico

e social.

O interesse dos associados

pela Coamo é um fato

muito importante e merece

elogios por parte da Diretoria.

O número é expressivo,

encerramos as tradicionais

Reuniões de Campo, consideradas

“Pré-Assembleias”

com mais de 11 mil associados

neste primeiro semestre

de 2018. Tive a oportunidade

de estar presente em todas as

reuniões deste ano a exemplo

do que vem ocorrendo desde

o início da Coamo, em 1970.

Neste evento podemos

aumentar os laços e o

contato entre a diretoria e os

associados, conversar e ouvir

os anseios dos associados. De

maneira didática e transparente

mostramos ao quadro social

a realidade da agricultura brasileira

e mundial, e também a

situação sólida da Coamo por

meio de projetos e benefícios

realizados em todas as unidades

para o desenvolvimento

dos associados e familiares.

Agradecemos esta

expressiva participação. O associado

sabe, devido ao trabalho

de cooperativismo que

realizamos, da sua importância

na Coamo. Sem ele, a cooperativa

simplesmente não

existiria e sem a cooperativa

muitos não estariam seguramente

na atividade.

Desta maneira, temos

a certeza que os nossos mais

de 28 mil associados, nos 71

municípios onde a Coamo está

com 117 unidades, estão contentes

e felizes com os bons

resultados novamente proporcionados

pela Coamo.

Os associados sabem

que na Coamo estão seguros

e são fortes. Quanto maior for

a sua movimentação, seja no

abastecimento dos insumos

ou na entrega da produção,

mais forte será a Coamo e

eles também. Esta participação

consciente, responsável

e atuante dos associados tem

garantido o sucesso e o desenvolvimento

da Coamo.

"Registramos uma

receita global no valor

de R$ 11,07 bilhões e

a distribuição de sobras

aos associados no

montante de mais de

R$ 318 milhões."

JOSÉ AROLDO GALLASSINI,

Diretor-presidente da Coamo

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ENTREVISTA: ORLANDO PESSUTI

"AO LONGO DA HISTÓRIA, O COOPERATIVISMO DO

PARANÁ E O BRDE ANDARAM DE MÃOS DADAS"

Ex-governador do Paraná, Orlando Pessuti, 64 anos, é médico veterinário, graduado pela Universidade

Federal do Paraná. Paranaense de Califórnia, foi deputado estadual por cinco mandatos, representando

o Vale do Ivaí e a região Central do Estado. Exerceu a presidência da Assembleia Legislativa e participou

da elaboração da Constituição do Paraná.

Pessuti também foi vice-governador do Estado do Paraná, secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento,

presidente do Conselho de Administração da Ceasa, Claspar, Codapar, Emater/Pr e Iapar. Fez

parte ainda do Conselho de Administração do BNDES e da Itaipu Binacional. Em março de 2015, assumiu,

a convite do governador Beto Richa, à Diretoria Administrativa do BRDE.

Como controladores do BRDE, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul estabeleceram governança

colegiada na instituição, cabendo a cada estado assumir a presidência do Banco por um período de um

ano e quatro meses, dentro do tempo de mandato de seus respectivos governadores.

Costumo dizer que o cooperativismo

do Paraná, a extensão

rural e o BRDE formam

um tripé que se fortaleceu ao longo

das últimas décadas." A frase é do

diretor- presidente do Banco Regional

de Desenvolvimento do Extremo

Sul (BRDE), Orlando Pessuti.

De acordo com ele, o banco

está ligado à história do cooperativismo

do Paraná. "Queremos manter

e ampliar nossa parceria de sucesso

com as cooperativas", diz o entrevistado

do mês na Revista Coamo.

Revista Coamo: Qual a missão do

BRDE?

Orlando Pessuti: O BRDE é um

banco público, focado no desenvolvimento

socioeconômico dos três

Estados do Sul e também do Mato

Grosso do Sul. Tem por missão promover

e liderar ações de fomento

ao desenvolvimento econômico e

social das regiões onde atua. Apoia

e financia investimentos de empresas

e de produtores rurais de

todos os portes, nos mais variados

segmentos de atividade. A visão da

instituição é ser reconhecida como

parceira estratégica na promoção

do desenvolvimento econômico e

sustentável da região de atuação.

RC: Quais os resultados do exercício

2017?

Pessuti: O BRDE contratou R$ 2,2

bilhões em financiamentos nos

Estados do Paraná, Santa Catarina

e Rio Grande do Sul em 2017.

Encerramos o ano como o maior

repassador de recursos entre as

instituições credenciadas pelo

BNDES na Região Sul e o sexto colocado

quando são considerados

todos os Estados do País. Esse desempenho

impactou na criação ou

manutenção de 33 mil empregos.

As operações também geraram o

recolhimento de ICMS incremental

de R$ 359 milhões nos três

Estados. Das 4.744 operações de

crédito realizadas pelo BRDE, 79%

foram para micro, pequenas e médias

empresas (MPMEs). Somado

o valor de R$ 2,2 bilhões das contratações

aos recursos próprios

dos investidores, o total aplicado

nos projetos financiados pelo banco

chega a R$ 4 bilhões.

RC: Quais os desafios para os próximos

anos?

Pessuti: No momento, a principal

prioridade é restabelecer os níveis

de financiamento que vínhamos

praticando e que, em 2017, foram

reduzidos por conta da crise

nacional e da exigência para que

o BNDES devolvesse recursos ao

Tesouro Nacional. Isso provocou

8 REVISTA

Janeiro/Fevereiro/2018


ENTREVISTA: ORLANDO PESSUTI

redução do volume de recursos

repassados pelo BNDES. Por isso,

estamos buscando a diversificação

das fontes de recursos, por meio

de recursos próprios e de parcerias,

como a que firmamos com a

Agência Francesa de Desenvolvimento

(AFD). O BRDE está captando

50 milhões de euros na AFD,

que serão investidos em projetos

voltados à produção e consumo

sustentáveis. Além disso, o Banco

passou a operar linhas do Fungetur,

do Funcafé e do programa Avançar

Cidades, que vem ao encontro

de outro programa já existente, o

BRDE Municípios. Temos ainda os

recursos do FCO, para empreendimentos

em Mato Grosso do Sul, e

pretendemos ampliar os repasses

pelo FGTS, para investimento em

saneamento, mobilidade e infraestrutura,

e pela FINEP, apoiando

projetos inovadores. Mesmo operando

somente no Sul, o BRDE é o

campeão em repasses de linhas de

inovação no país.

RC: O BRDE é parceiro há várias

décadas do cooperativismo, inclusive

da Coamo desde o seu surgimento.

Pessuti: Ao longo da história, o

cooperativismo do Paraná e o

BRDE andaram de mãos dadas.

Na década de 1970, muitas cooperativas

do ramo agropecuário

foram criadas por meio de uma

ação efetiva do governo e da extensão

rural desenvolvida pela

Acarpa, atual Emater. Os primeiros

financiamentos da maioria das

cooperativas do Paraná surgiram

dentro do próprio BRDE, resultado

dessa parceria maravilhosa

entre o banco e o setor cooperativista.

Costumo dizer que o cooperativismo

do Paraná, a extensão

rural e o BRDE formam um tripé

que se fortaleceu ao longo das últimas

décadas. Da mesma forma,

ouço líderes cooperativistas afirmarem

que o cooperativismo do

Paraná não seria o que é, não fosse

o BRDE. O banco está ligado à

história do cooperativismo do Paraná.

Queremos manter e ampliar

nossa parceria de sucesso com as

cooperativas. Sem a menor dúvida,

o cooperativismo é o grande

responsável pela pujança do campo

paranaense. A Coamo, parceira

histórica do BRDE, por exemplo, é

referência dentro e fora do país,

pelo desempenho, organização e

abrangência.

RC: O BRDE tem vínculo forte com

a Coamo e Credicoamo, como

analisa essa parceria?

Pessuti: O BRDE tem histórico longo

de relacionamento com a cooperativa,

que é nossa cliente desde

1971. Nos últimos cinco anos,

a cooperativa contratou R$ 213,80

milhões em financiamentos, os

quais foram aplicados para a expansão

e modernização das operações

da cooperativa. Hoje, a Coamo tem

16 contratos ativos com o Banco. Há

projetos em andamento pela cooperativa,

no valor de mais de R$ 16

milhões, relativos à modernização

de 38 unidades armazenadoras de

cereais no Paraná (27), Santa Catarina

(3) e Mato Grosso do Sul (8).

Mês passado, foi aprovada linha de

crédito no valor de R$ 30 milhões

para a cooperativa, dos quais 50%

representam investimentos em modernização

de sete unidades de

recebimento, beneficiamento e armazenamento

de grãos no Paraná e

em Santa Catarina (1).

BRDE EM NÚMEROS

Fundado em 1961, o BRDE tem 536 funcionários,

três agências e 10 espaços de

divulgação nas capitais da Região Sul, um

escritório de representação em Campo

Grande (MS) e outro no Rio de Janeiro

(RJ). Hoje são R$ 16,8 bilhões em ativos,

dos quais R$ 13,9 bilhões em financiamentos,

sendo R$ 5,7 bilhões investidos

no Paraná. O patrimônio líquido do banco

é de R$ 2,4 bilhões.

O BRDE tem 35.377 clientes ativos e está

presente em 1.083 (90,9%) dos 1.191

municípios do Sul. É o maior repassador

de recursos do BNDES na Região Sul e o

6º no Brasil. Foi o primeiro agente financeiro

do país cadastrado para repasse da

linha INOVACRED e o maior repassador de

linhas de inovação do Brasil.

O banco é agente financeiro da ANCINE

para produções de cinema e obras audiovisuais

em todo o Brasil e também do

Fundo Constitucional de Financiamento

do Centro-Oeste (FCO), para operações

rurais e empresariais em Mato Grosso do

Sul. É também agente financeiro do FGTS,

beneficiando municípios e infraestrutura

privada nas áreas de saneamento, resíduos

sólidos e mobilidade urbana.

Neste ano, o BRDE fecha sua primeira parceira

para captação de recursos externos,

destinados ao financiamento de projetos de

produção e consumo sustentáveis. O parceiro

é a Agência Francesa de Desenvolvimento

(AFD). Em 2017, o Banco foi credenciado

pelo Ministério do Turismo para operar o

FUNGETUR – Fundo Geral de Turismo, beneficiando

a infraestrutura deste setor.

O BRDE apoia a indústria, empresas de

todos os portes, comércio e serviços, agronegócio

e infraestrutura. De 2012 a 2016,

a média anual de investimentos no Paraná

tem se mantido acima de R$ 1 bilhão.

Janeiro/Fevereiro/2018 REVISTA

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OPINIÃO

"MOLDAR O FUTURO DA PRODUÇÃO

ANIMAL DE FORMA SUSTENTÁVEL,

RESPONSÁVEL E PRODUTIVA."

NO FÓRUM GLOBAL PARA A ALIMENTAÇÃO E A

AGRICULTURA, NA ALEMANHA, O MINISTRO AFIRMOU

QUE O PAÍS TEM RESPOSTAS PARA PRODUZIR MAIS

ALIMENTOS DE MANEIRA SUSTENTÁVEL

BLAIRO MAGGI,

Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

"Em relatório recente, as Nações Unidas

estimaram que a população mundial

crescerá cerca de 1 bilhão nos próximos 13

anos, alcançando a marca de 8,6 bilhões de

pessoas, em 2030. Como alimentar esse contingente

populacional de forma adequada,

sem que os recursos naturais sejam exauridos

e comprometam o bem-estar das gerações futuras?

O Brasil encontrou algumas respostas

sobre o tema, principalmente, oriundas da

decisão estratégica de transformar o país de

grande importador a grande exportador de

alimentos, com sustentabilidade, mesmo no

desafiante ambiente tropical.

O rebanho no Brasil saltou de 145

milhões, em 1990, para os 218 milhões em

2017, reduzindo o tamanho da área destinada

a pasto que caiu, no período, de 188 milhões

de hectares, para menos de 167 milhões. Essa

tendência deverá ser intensificada no futuro

com o uso de novas tecnologias como a

integração agricultura, pecuária e florestas.

O resultado acima é ainda mais importante

na área de produção de grãos. Houve

incremento de produção de 386%, em 40

anos, com aumento de área de apenas 33%,

resultando em aumento de produtividade de

270%. O uso de tecnologia e da inovação,

em ambiente tropical, propiciou plantio de

duas safras de grãos no mesmo ano, utilizando

a fixação biológica do Nitrogênio e o plantio

direto, além de técnicas que auxiliam na

incorporação de matéria orgânica e proteção

dos solos de cerrado. Esses solos eram considerados

inapropriados para o plantio por sua

baixa fertilidade e hoje, as técnicas modernas

de cultivo, garantem a melhoria contínua da

qualidade do solo e da produção.

Aliado a esse esforço, o apoio da

política agrícola propiciando crédito para financiamento,

com recursos captados no mercado,

resultou na criação de classe rural estimulada

para o uso de novas tecnologias e

enfretamento de desafios, como a deficiência

de infraestrutura de transporte e armazenamento.

Atualmente, mais jovens e mulheres

procuram a atividade agropecuária brasileira

pelo interesse de aplicar tecnologia e inovação

no ambiente rural.

A legislação ambiental brasileira é

uma das mais rígidas e exigentes, principalmente

com os produtores rurais. O Código

Florestal, aprovado pelo Congresso Nacional,

em 2012, estabeleceu regras específicas para

a atividade agropecuária, definiu áreas dedicadas

à preservação ambiental nas beiras de

rios e fontes de água, topos de morros e encostas,

criando corredores ecológicos e preservando

a biodiversidade. As propriedades

10 REVISTA

Janeiro/Fevereiro/2018


OPINIÃO

rurais no Brasil são obrigadas também, a contarem

com área de proteção permanente que

varia de acordo com o bioma em que estão

localizadas, na Amazônia, 80% da área deve

ser protegida, no cerrado 35%, e nos demais

biomas, 20%, sem receberem subsídios do

governo por essa prática.

O resultado desse esforço dos produtores

rurais e da sociedade brasileira indica

atualmente que mais de 66,3% do território

brasileiro é coberto por vegetação nativa e mais

de 20,5% do território nacional é preservado

nas propriedades rurais. Os 66,3% do território

nacional, compreendem 5,64 milhões de Km2

área maior do que a dos 28 países da União

Europeia (4,49 milhões de km2), maior do que

a área da Índia ou mesmo equivalente a duas

Argentinas. Os 20,5% do território nacional de

área dedicada à preservação ambiental pelos

produtores rurais brasileiros equivalem a 1,77

milhões de km2, área maior do que qualquer

país europeu.

Complementado esse esforço, desde

2009 o governo federal implantou o Plano de

Agricultura de Baixa Emissão de Carbono, denominado

Plano ABC. Até o ano passado, o

Plano ABC havia financiado mais de 30 mil projetos

e investido cerca de US$ 6,4 bilhões. Mais

de 12 milhões de hectares estão hoje sobre

o sistema integrado de agricultura, pecuária

e floresta. Essa área é maior que toda a área

cultivada no Reino Unido, Holanda, Bélgica e

Dinamarca, juntas. Muitas vezes, os próprios

agricultores financiam essa prática sem contar

com financiamentos bancários, pois acreditam

no aumento da renda e da produção utilizando

essa tecnologia inovadora.

O sistema integrado de produção permite

uso mais eficiente da terra, preservando

os solos e os recursos hídricos, unindo produtividade,

bem-estar animal e diversificação

da produção. Com eficiência e produtividade,

aumenta a resiliência do agricultor frente às

mudanças climáticas e alivia a pressão para a

abertura de novas áreas de produção.

O sucesso dessas e outras tantas

iniciativas do Brasil voltadas para o setor

"A agricultura

ocupa apenas 8%

do nosso território.

Produzimos muito

com pouco, isso é

sinal de eficiência."

agropecuário, pode levar a atividade pecuária

a ter um sequestro de carbono de até 4,5

bilhões de toneladas nos próximos 30 anos

ao recuperar 15 milhões de hectares de pastagens

degradadas e reflorestar 12 milhões de

hectares, até 2030.

Os dados apresentados provam que

é possível produzir mais com sustentabilidade.

No entanto, o surgimento do Brasil no

mercado internacional agropecuário enfrenta

muita resistência e preconceito, fundamentados

na falta de conhecimento da realidade

brasileira. Fatos isolados e negativos muitas

vezes são supervalorizados em detrimento de

visão mais holística sobre o país. Campanhas

mal-intencionadas de competidores ineficientes

tentam denegrir a trajetória mais vitoriosa

de um país tropical no mercado internacional

agropecuário, historicamente dominado por

países que não se encontram na área tropical

do globo.

O exemplo inovador do Brasil aliando

produção com sustentabilidade pode

minimizar os efeitos do aquecimento global,

conservar a biodiversidade, contribuir para

a segurança alimentar e para a qualidade de

vida no planeta."

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Janeiro/Fevereiro/2018 REVISTA 11


ALIMENTOS COAMO

A COAMO FAZ BEM PRA VOCÊ

Os Alimentos Coamo trazem

consigo a marca da

qualidade e da origem.

Isso porque são produzidos nos

campos dos mais de 28 mil associados

da cooperativa, que

contam com assistência técnica

em todas as etapas da produção.

Além disso, a Coamo prima pela

qualidade em todas fases da produção,

desde a escolha da semente,

à industrialização até a entrega

deste produto. Por este motivo,

para marcar esse diferencial que

somente uma cooperativa tem, a

partir deste ano, todos os Alimentos

Coamo compostos das marcas

Coamo, Primê, Anniela e Sollus,

terão nas embalagens um selo indicativo

com o seguinte texto: “A

Coamo faz bem pra você. Produto

de Cooperativa”.

A iniciativa de demonstrar

que os Alimentos Coamo são de

uma cooperativa, partiu do resul-

Embalagens dos Alimentos Coamo passam a ter o selo "Produto de Cooperativa"

tado positivo de uma pesquisa encomendada

pelo Sistema Ocepar

(Organização das Cooperativas do

Estado do Paraná), ao Grupo Datacenso,

que resultou na Pesquisa

de Imagem e Posicionamento do

Cooperativismo e suas marcas no

Paraná, onde a origem e qualidade

dos alimentos produzidos pelas

cooperativas do Paraná foram

reconhecidos pelo consumidor.

O superintendente Comercial

da Coamo, Alcir José Goldoni,

afirma que essa divulgação

voltada a demonstrar a origem

dos Alimentos Coamo objetiva

reforçar a confiança que o consumidor

pode ter nos alimentos das

marcas Coamo, Primê, Anniela e

Sollus. "Estamos sintonizados com

as tendências dos consumidores,

que desejam estar muito bem informados

sobre o alimento que

estão consumindo. A Coamo tem

origem desde a sua fundação,

com um processo de qualidade

que começa na escolha da semente

que será semeada no campo

dos donos da cooperativa, até o

momento da entrega da produção.

Assim, com essa rastreabilida-

Janeiro/Fevereiro/2018 REVISTA 13


ALIMENTOS COAMO

de dos Alimentos Coamo, temos a

certeza de entregar um alimento

seguro e com qualidade e sabor

ao consumidor."

Para que a produção da

semente seja realizada com perfeição,

a Coamo conta com um

corpo técnico de especialistas no

assunto, conforme explica o superintendente

Técnico da Coamo,

Aquiles de Oliveira Dias. “Além de

contarmos com quase 300 agrônomos

em campo, temos um grupo

de profissionais que orienta

cada cooperado de produção de

sementes sobre a importância no

processo de produção de sementes

com qualidade para a Coamo.

Essa qualidade só vai aparecer se

o cooperado seguir orientações

desde o plantio até a colheita. ”

Destaca-se ainda o fato de

que por meio de diversas certificações

e sistemas implementados, é

possível assegurar que os alimentos

produzidos pela Coamo, têm

origem. “Com base em sua visão

e valores, a Coamo tem desenvolvido

vários processos operacionais

e industriais que tem permeado

em várias certificações, tais

como: FSSC 22000 (Food Safety

System Certification); GMP+B2

(Feed Safety Assurance - Holanda);

GMP+B3 Internacional; PQC

- Programa de Qualidade do Café

da ABIC - Associação Brasileira da

Indústria de Café na Torrefação de

Café; e pela Kosher, que atestam

que os alimentos foram produzidos

dentro dos requisitos exigidos

de qualidade”, explica o superintendente

Industrial da Coamo,

Divaldo Correa.

O presidente da Coamo,

José Aroldo Gallassini, reforça

que todo esse trabalho sempre fez

parte da Coamo e que existe uma

busca constante de evolução comercial

e técnica, e os cooperados

já estão conscientes dessa necessidade.

“Em nossos eventos técnicos

e reuniões de campo, sempre

orientamos os associados, que a

matéria-prima gerada no campo

só agregará valor se for produzida

dentro dos padrões de qualidade

e sustentabilidade. Produzir

alimentos é uma grande responsabilidade

e, por isso, cumprimos

essa tarefa com muita seriedade e

comprometimento. Essa postura,

o nosso quadro social adota há

vários anos”, registra o presidente.

PORTFÓLIO

Os Alimentos Coamo, comercializados por

meio das marcas Coamo, Primê, Anniela e

Sollus, contam com um amplo portfólio de

produtos alimentícios que abrange: óleo refinado

de soja, linha completa de margarinas,

linha diversificada de gorduras vegetais, várias

categorias de café e também uma linha

diversificada de farinhas de trigo e misturas

para pães e bolos. Todos produtos atendem

a linha varejo e industrial, com qualidade,

sabor e economia.

Para outras informações e consulta técnica de

cada alimento, acesse os sites da cooperativa:

www.coamo.com.br ou www.alimentoscoamo.

com.br. Curta também a fan page dos Alimentos

Coamo, onde você encontra deliciosas receitas

de família para curtir e compartilhar.

FROTA COM NOVA PLOTAGEM

Os Alimentos Coamo

estão sendo entregues

por caminhões com nova

plotagem. A identidade da frota é

mais uma maneira de ser percebido

e estar perto do consumidor. É

a forma de dizer que você está junto

de quem diariamente compra e

valoriza a linha alimentícia da Coamo.

São sete designs diferentes,

demonstrando imagens e alimentos

distintos em toda a frota, que

conta com cerca de 60 caminhões.

Identidade da frota é mais uma maneira de ser percebido e estar perto do consumidor

14 REVISTA

Janeiro/Fevereiro/2018


ALIMENTOS COAMO

O layout destaca os alimentos

da linha varejo separados por

tipo e com suas imagens ilustrativas.

A arte foi desenvolvida com traçados

coloridos, agregando leveza ao design.

Outro destaque, é que os caminhões

contam com o novo selo da

cooperativa que traz o seguinte texto:

"A Coamo faz bem pra você. Produto

de Cooperativa". Além de demonstrar

na parte traseira do veículo,

as marcas dos Alimentos Coamo, o

site, fan page e o número de contato

com o Atendimento aos Clientes e

Consumidores.

Layout destaca os Alimentos Coamo da linha varejo separados por tipo e com suas imagens ilustrativas

FARINHA DE TRIGO COAMO FAZ PARTE DA FAMÍLIA CLEMENTE

A

panificação está no sangue de Helton Diego

Rosales Clemente, cliente dos Alimentos

Coamo de Santa Rita do Oeste, São Paulo.

Filho caçula de um casal de padeiros, Luis e Sueli,

ele trabalha com dois irmãos na padaria da família.

Além de terem uma indústria de pão de alho. Com

esse DNA, todos os 4 sobrinhos de Helton, no primeiro

aninho de vida, foram fotografados comendo pão.

“Para nossa família o pão nos alimentou e sustentou,

e o consideramos abençoado”, afirma o empresário.

Recentemente chegou a vez de Lorenzo, filho de

Helton e Larissa, ser fotografado, e a família fez questão

de enviar a foto deste momento para a Coamo, já que na

foto a Farinha de Trigo Coamo também marcou presença.

“Quando Lorenzo começou a comer pão tirei várias

fotos, e não via a hora de fazer um ensaio de fotos de

padeirinho, esperamos até ele estar mais firminho sentado”,

relata. Clemente conta que devido a importância da

foto, foi pensado com carinho os vários detalhes para se

montar o cenário que marcaria este fato.

Cliente desde 2012 dos Alimentos Coamo,

ele relata sua trajetória como cliente. “Inauguramos

nossa indústria em 2010 e somos clientes Coamo

desde 2012, quando deixamos de trabalhar com outra

empresa. Então temos muito carinho pela marca

Coamo, que nos acompanha durante nossa trajetória,

gratidão pelo respeito e profissionalismo com que

somos tratados. Então eu e minha esposa fizemos

questão que a Coamo estivesse presente nesta incrível

lembrança da nossa vida”, elogia.

Segundo Helton, a escolha pelos Alimentos

Coamo se deve a uma série de fatores. “Uso Coamo pela

qualidade e regularidade, normalmente as farinhas internacionais

ou blend apresentam problemas sazonais,

de qualidade ou até mesmo falta de matéria prima, já a

farinha de trigo fornecida pela Coamo me dá tranquilidade

e padronização durante todo o ano. Além do respeito

pelo cliente. Também usamos a Margarina Coamo Cremosa

com 80% de Lipídios no processo industrial. ”

Janeiro/Fevereiro/2018 REVISTA 15


ALIMENTOS COAMO

ANA MARIA BRAGA É A

NOVA EMBAIXADORA

DOS ALIMENTOS COAMO

Apresentadora é destaque na campanha da

maior cooperativa agrícola da América Latina

para a linha de alimentos em 2018

Pela primeira vez em sua

história, a Coamo, por meio

da sua linha alimentícia

comercializada pelas marcas

Coamo, Primê, Anniela e Sollus,

elegeu uma embaixadora para

representar todas elas, que já

são preferidas por milhares

de consumidores brasileiros e

reconhecidas como marcas de

confiança. A escolha não poderia

ter sido mais assertiva do que

Ana Maria Braga, apresentadora

consagrada por sua simpatia,

carisma, e claro, por suas receitas.

Por isso, o conceito escolhido

para traduzir essa parceria foi “De

sabor você entende”, reforçando a

característica que a Ana e a Coamo

têm em comum: o cuidado com a

qualidade e o sabor dos alimentos

que vão para a mesa.

Carregando a promessa

de marca “É de casa, pode

confiar”, a intenção dos Alimentos

Coamo sempre foi encontrar

um ícone que representasse

toda a confiança e proximidade

que a marca construiu junto a

milhares de famílias nesses anos

de atuação. Por este motivo, não

existe ícone melhor do que Ana

Maria Braga, que há 20 anos tem

um espaço cativo na rotina das

famílias brasileiras para falar de

qualidade, sabor e economia.

Em franco crescimento no

país, cada vez mais as cooperativas

são associadas à qualidade pela

procedência dos alimentos, se

destacando na preferência entre

os consumidores. É nesse cenário

promissor que a Coamo decidiu

lançar sua nova campanha, que

entra no ar em março de 2018,

com ampla cobertura nacional,

nos Estados do Rio Grande do Sul,

Santa Catarina, Paraná, São Paulo,

Mato Grosso do Sul e Minas Gerais,

com plano de mídia abrangendo

TV, rádio, mídias sociais, pontos

de vendas e demais materiais de

merchandising.

Segundo

o

superintendente Comercial da

Coamo, Alcir José Goldoni, a

divulgação dos Alimentos Coamo

por uma personalidade como

Ana Maria Braga está voltada à

demonstrar a origem das marcas

Coamo, Primê, Anniela e Sollus,

para reforçar a confiança que

o consumidor pode ter. "Os

consumidores finais estão cada

vez mais interessados em saber

a origem dos alimentos que

consomem. Eles buscam por

alimentos de alta qualidade,

seguros, produzidos de forma

ambientalmente sustentável e

16 REVISTA

Janeiro/Fevereiro/2018


ALIMENTOS COAMO

que preservam o seu sabor. E na

Coamo o processo de qualidade

começa na escolha da semente

que será plantada, nos campos

dos donos da cooperativa, nas

boas práticas de produção e

nos Programas de Certificações,

até o momento do produto de

venda. Isso nos permite afirmar

que estamos comprometidos em

oferecer um alimento seguro,

de qualidade e com sabor e

economia, aos consumidores. E

agora, tudo isso sendo divulgado

por uma personalidade como

Ana Maria Braga que diariamente

fala com as famílias brasileiras

e que engloba os mais diversos

consumidores é para nós a

confirmação do que estamos

fazendo e falando”.

O presidente da Coamo,

José Aroldo Gallassini, acrescenta

que os associados da Coamo

estão conscientes da importância

que o consumidor tem em suas

atividades. “Em nossos eventos

técnicos e reuniões de campo,

sempre orientamos os associados

de que a matéria-prima gerada

no campo só agregará valor se

for produzida dentro dos padrões

de qualidade e sustentabilidade.

Produzir alimentos é uma grande

responsabilidade e, por isso,

cumprimos essa tarefa com muita

seriedade e comprometimento.

Essa postura, de pensar no

consumidor, o nosso associado

adota há vários anos e com a

divulgação dos Alimentos Coamo

pela nossa embaixadora – Ana

Maria Braga – temos certeza de

que os consumidores saberão

escolher um produto com origem

e qualidade para consumirem

junto com suas famílias", registra

o presidente.

A Coamo está entre uma

das maiores empresas do Brasil.

Um sonho que começou com

apenas 79 famílias, que buscavam

viabilizar suas atividades agrícola

e hoje ganham, com a sua linha

alimentícia, espaço importante

na casa de milhares brasileiros.

Do início até agora, já são 47

anos de fundação que vem

acumulando experiência no

cooperativismo, onde se destaca

anualmente. Muito devido a

qualidade da matéria-prima,

originária dos campos dos mais

de 28 mil associados, que são

os donos da cooperativa e que

atuam na Coamo.

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REUNIÃO DE CAMPO

UMA AULA COM

MUITA INFORMAÇÃO

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REUNIÃO DE CAMPO

José Aroldo Gallassini, presidente da Coamo, faz questão de ir a campo e levar aos cooperados a situação da Coamo e o cenário da agricultura brasileira e mundial

Na busca por informações para planejar o

plantio das futuras safras e, principalmente,

comercializar a produção das lavouras que

estão sendo colhidas, milhares de cooperados de

toda a área de ação da Coamo participaram entre os

dias 24 de janeiro e 05 de fevereiro das tradicionais

Reuniões de Campo da diretoria. Foram 29 reuniões

coordenadas pelo diretor-presidente da Coamo,

José Aroldo Gallassini. “É uma tradição da cooperativa

desde a fundação, há 47 anos. Duas vezes por ano

passamos pelas unidades para apresentar aos cooperados

uma retrospectiva e fazer uma perspectiva

sobre a economia brasileira, comercialização e estoque

dos principais produtos comercializados pelos

produtores associados à Coamo”, comenta.

No encontro também foram apresentados

dados da Credicoamo, Via Sollus, Alimentos Coamo,

além de assuntos ligados a área técnica e cooperativismo.

“Tivemos uma grande participação

dos cooperados, o que mostra o interesse pela

cooperativa e por informações para um melhor resultado

na atividade agrícola. Isso fortalece ainda

mais a Coamo e o quadro social”, assinala o presidente.

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REUNIÃO DE CAMPO

Abelardo Luz e Ouro Verde (SC)

Amambai e Aral Moreira (MS)

Araruna e Peabiru (PR)

Boa Esperança e Janiópolis (PR)

Caarapó (MS)

Coronel Vivida e Honório Serpa (PR)

Campo Mourão, Farol, Luiziana e Corumbataí do Sul (PR)

BIBIANA SPAUTZ DA COSTA,

Abelardo Luz (Santa Catarina)


Importante acompanhar os assuntos ligados “Os

à cooperativa. Na Coamo não somos somente

números. Podemos opinar, contribuir e usufruir

dos bons resultados. Cada um fazendo a sua

parte, fortalece ainda mais a cooperativa.

CLÁUDIO DE SOUZA MARQUES,

Aral Moreira (Sudoeste do Mato Grosso do Sul)

assuntos tratados fazem parte do nosso dia

a dia. Precisamos nos atualizar para não ficar

para trás. Precisamos buscar informações e

utilizar novas tecnologias para continuar produzindo

bem.

20 REVISTA

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REUNIÃO DE CAMPO

DESTAQUE PARA A COMERCIALIZAÇÃO

Um assunto que sempre chama a atenção dos

cooperados é a comercialização dos produtos agrícolas.

Saber sobre o estoque mundial e nacional, e as previsões

de área de plantio e produção ajudam na tomada

de decisão. “Orientamos os cooperados para que

façam a comercialização de forma escalonada e que

aproveitem as modalidades de comercialização oferecidas

pela Coamo. Ninguém sabe quando será o maior

preço e quem segue essa orientação acaba tendo um

melhor resultado”, afirma Gallassini.

Engenheiro Beltrão e Quinta do Sol (PR)

SOJA COM ALTOS ESTOQUES

Grandes e boas safras na América do Sul e

EUA em 2017, somando-se ao bom desenvolvimento

da safra a ser colhida na América do Sul em 2018 mantém

os preços pressionados, mesmo com demanda

internacional por soja e seus derivados crescente.

No mercado interno, a situação só não foi de

queda mais acentuada em virtude do ritmo compassado

de vendas dos produtores. 2018 tende a ser de

preços próximos do piso dos últimos anos, há que se

observar o impacto no dólar do risco político-eleitoral

e o desenvolvimento da próxima safra nos EUA.

MILHO COM PRODUÇÃO RECORDE

A colheita das safras verão e inverno 2016/2017

bateram o recorde de produção brasileira de milho,

atingindo 97,84 milhões de toneladas. Isto trouxe alívio

aos consumidores, mas por outro lado jogou o preço

aos patamares mais baixos dos últimos anos, exigindo

a intervenção do governo federal através dos mecanismos

de garantia do preço mínimo – PEP e PEPRO – aos

produtores da região Centro-Oeste brasileira.

A demanda interna do milho ficou represada

Faxinal, Marilândia do Sul e Cruzmaltina (PR)

Goioerê, Quarto Centenário, Rancho Alegre, Moreira Sales e Mariluz (PR)

Guarapuava, Candói, Cantagalo, Pinhão e Goioxim (PR)

PAULO RONALDO SALVADOR,

Guarapuava (Centro-Sul do Paraná)

DIRCEU DE PAULA

Ivaiporã (Centro-Norte do Paraná)

“ “

São informações que ajudam na tomada de decisão.

Saber como está o mercado e o estoque

de produtos é essencial para comercializarmos

a nossa produção. Temos confiança na diretoria

que sempre está presente com os cooperados.

Uma reunião participativa como essa fortalece

ainda mais a cooperativa e os cooperados.

As informações e orientações repassadas pelo

presidente ajudam o cooperado a melhorar na

atividade agrícola.

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REUNIÃO DE CAMPO

pela situação econômica do país, mas a exportação

absorveu a oferta excedente, valendo-se dos leilões de

PEP e PEPRO, dos momentos de desvalorização do real

e de países que pagam prêmio para o milho brasileiro,

como o Irã. Foi possível escoar via exportação 29,25 milhões

de toneladas durante todo ano de 2017.

A comercialização cadenciada de milho por parte

dos produtores também ajudou na recuperação dos

preços após o término da colheita, somado à mudança

de comportamento por parte das indústrias processadoras

de carne que aumentaram a formação de estoque.

Os estoques mundiais foram recompostos

nos últimos anos, tanto pelas boas produtividades

como pela estabilização do consumo de milho para

etanol nos Estados Unidos.

Os mecanismos de apoio a comercialização

do governo federal facilitaram o escoamento do cereal.

Mercados com melhores prêmios, como Irã e

Cuba estão sendo aproveitados pelo produtor brasileiro.

A estimativa de produção de milho da China sofreu

uma redução, e deve ser a menor em cinco anos.

No entanto, a China continua a vender, em leilões,

estoques de safra velha. Neste cenário de elevados

estoques de passagem, os preços do milho tendem a

situar-se muito próximos ao custo de produção.

TRIGO COM ALTOS E BAIXOS

A colheita da safra 2017 no Brasil foi 37%

inferior a 2016, atingindo 4,26 milhões de toneladas,

resultante de uma área 9,6% menor e uma

produtividade 29,9% inferior. Houve geada e seca

no Paraná e excesso de chuvas no Rio Grande do

Ivaiporã (PR)

Itaporâ e Dourados (MS)

Juranda e Altamira do Paraná (PR)

MILTON DOS SANTOS,

Altamira do Paraná (Centro-Oeste do Paraná)

LOACIR MÁRIO STEFANELLO,

Laguna Carapã (Sudoeste do Mato Grosso do Sul)

“ “

A Coamo nos ajuda em tudo que precisamos.

Com trabalho, comprometimento e investimento,

a produção vem aumentando. Nas reuniões

aprendemos muita coisa e, depois, dividimos os

aprendizados com os demais familiares.

Sou associado desde a chegada da Coamo no

município. Trabalhava como empregado e hoje

tenho minha área graças ao apoio da cooperativa.

É um trabalho de parceria com a Coamo me

oferecendo tudo que preciso para produzir.

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Janeiro/Fevereiro/2018


REUNIÃO DE CAMPO

Mamborê (PR)

Sul. A qualidade foi muito boa nas lavouras paranaenses

e fraca na gaúcha. Os preços recuaram no

período de colheita, mas reagiram logo em seguida

com a baixa oferta do grão no mercado e, também,

com a baixa qualidade do trigo argentino.

A reação dos preços está limitada pela paridade

de importação do trigo argentino que, apesar

da qualidade inferior, ainda atende a necessidade dos

moinhos. Os moinhos reconhecem a boa qualidade do

trigo do Paraná, especialmente o da Coamo, utilizando

o produto no blend para corrigir as deficiências do trigo

importado da Argentina. O que dificulta a comercialização

ainda é o valor do frete até a região de consumo,

o ICMS entre os Estados e, não raro, o dólar baixo.

Laguna Carapã (MS)

Mangueirinha (PR)

Manoel Ribas, Cândido de Abreu e Reserva (PR)

Maracaju (MS)

CRISTIANE MANOSSO,

Mangueirinha (Sudoeste do Paraná)

JOÃO LEVISKI

Reserva (Centro-Norte do Paraná)

“ “

As informações nos ajudam a planejar e tomar a

melhor decisão. Sou de família cooperada desde

o início da Coamo em Mangueirinha e essa

parceria é movida pela segurança que temos na

cooperativa.

Sempre aprendemos algo diferente. É um privilégio

ser cooperado da Coamo e receber todas

essas informações. A Coamo nos fornecesse

ferramentas e tecnologia para continuar investindo

na nossa atividade.

Janeiro/Fevereiro/2018 REVISTA 23


REUNIÃO DE CAMPO

Nova Santa Rosa (PR)

Palmas (PR)

Pitanga, Boa Ventura de São Roque, Palmital e Santa Maria do Oeste (PR)

São Domingos e Ipuaçu (SC)

São João do Ivaí, Fênix e Barbosa Ferraz (PR)

Sidrolândia (MS)

Toledo, Dez de Maio, Dois Irmãos, Vila Nova, São Pedro do Iguaçu e Ouro Verde do Oeste (PR)

LENOR ZANELA,

Santa Maria do Oeste (Centro do Paraná)

MARCELO KRAUCZUK,

Roncador (Centro-Oeste do Paraná)

“ “

Precisamos trabalhar com alta tecnologia e a

Coamo nos proporciona isso. Evoluímos bastante

nos últimos anos e foi graças a eventos como

esses em que a cooperativa nos apresenta informações

necessárias para investir.

As Reuniões de Campo é um projeto importante.

É o momento de ficarmos por dentro das

novidades e dos assuntos relacionados a comercialização.

Ficamos mais confiantes para plantar

e utilizar as novas tecnologias.

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REUNIÃO DE CAMPO

Roncador e Iretama (PR)

Tupãssi, Bragantina e Brasilândia do Sul (PR)

Xanxerê (SC)

COM A PALAVRA, A GERÊNCIA TÉCNICA

O engenheiro agrônomo, Marcelo Sumiya,

gerente de Assistência Técnica, mostrou os custos

de produção e, neste ano, apresentou ao quadro

social os novos programas tecnológicos que a

Coamo está implantando para melhorar a produtividade

e a gestão na propriedade. "Sempre apresentamos

assuntos de interesse dos cooperados.

São temas ligados a área técnica e que ajudam a

melhorar o rendimento das atividades agrícolas."

Assuntos apresentados: Programas Agricultura

de Precisão, Mobilidade Agronômica, e

Gestor Rural, além dos projetos que estão sendo

estudados a viabilidade como, por exemplo, o projeto

Drones.

Marcelo Sumiya mostrou os custos de produção e novas tecnologias para

melhorar a produtividade e a gestão na propriedade

OSVALDO LOMBARDI,

Fênix (Centro-Oeste do Paraná)

ADEMIR ANTONIO ZOTTIS,

Toledo (Oeste do Paraná)

“ “

Na Coamo, só vemos bons resultados. É uma

grande família e reuniões como essas são importantes

para sabermos sobre a administração

da cooperativa e recebermos informações das

novas tecnologias.

Sempre participo das reuniões. É a oportunidade

de conhecer as tendências de mercado e

a situação da cooperativa para que possamos

tomar a melhor decisão de como e quando comercializar

a nossa produção.

Janeiro/Fevereiro/2018 REVISTA 25


REUNIÃO DE CAMPO

COOPERATIVISMO E SEUS BENEFÍCIOS

Nas reuniões, o assessor de

Cooperativismo, Guilherme Savio, falou

sobre os benefícios Coamo aos

associados. "É importante sempre levar

em consideração todo o pacote

de serviços que a cooperativa oferece

aos seus associados e não somente o

preço. Sabemos que preço é um item

importante, mas no cooperativismo há

outros benefícios que rentabilizam a

atividade agrícola."

Guilherme Savio: benefício para impulsionar a produção e a renda

CONHEÇA ALGUNS BENEFÍCIOS

AOS COOPERADOS COAMO:

PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO

Assistência técnica, do planejamento à comercialização

da safra agrícola.

Fornecimento de sementes produzidas e tratadas

em Unidades de Beneficiamento próprias.

Fornecimento de toda linha de insumos agropecuários

de alta tecnologia e com qualidade assegurada.

Fazenda Experimental própria, realizando trabalhos

experimentais e testes de novos produtos, para

posterior recomendação aos Cooperados.

Parcerias com instituições e empresas de pesquisa

voltadas à inovação agropecuária.

Realização de Dias de Campo na Fazenda Experimental

e eventos demonstrativos em todas as unidades

da Cooperativa.

Disponibilidade de assistência técnica em diversas

modalidades.

Rapidez na disseminação e implantação de novas

tecnologias, por meio de equipe qualificada e

treinada de engenheiros agrônomos e médicos veterinários.

Disponibilidade aos cooperados de consultas e

operações, através de sistemas web, tais como: Cooperado

On-line e Gestor Rural, voltados ao gerenciamento

da propriedade rural.

LOGÍSTICA, GESTÃO E SUPORTE

Armazenagem gratuita dos insumos adquiridos

antecipadamente pelo Cooperado.

Estruturas tecnologicamente atualizadas e ágeis

para recepção, classificação, armazenamento e expedição

de produtos agrícolas.

Logística adequada e segura para movimentação de

produtos agrícolas, industrializados e insumos agrícolas,

através de frota própria, frota dedicada e frota spot (parcerias

com fornecedores de serviços de transporte).

Redução do custo de transporte, por meio de sinergia

na ida de produtos agrícolas e industrializados

até o Porto de Paranaguá e retorno com insumos.

Agregação de valor aos negócios através da industrialização

de produtos agrícolas em modernas

unidades industriais.

Estrutura Portuária própria para exportação de produtos

agrícolas e industrializados.

Comercialização de produtos agrícolas e industrializados

(mercado interno e externo).

Modalidades diferenciadas no mercado para fixação

de produtos agrícolas.

Recursos próprios para disponibilização de crédito

aos Cooperados para realização de operações junto à

Cooperativa, com diversas opções de pagamento, inclusive

a prazo de safra.

Cooperativa de Crédito – Credicoamo, exclusiva

dos cooperados da Coamo.

Corretora de Seguros própria – Via Sollus.

Políticas de geração de resultado com distribuição

de Sobras.

Planejamento e organização da produção agrícola,

de acordo com as particularidades de cada região

de atuação da Cooperativa.

COOPERAÇÃO ALÉM DO CAMPO

Estabelecimento de padrões comerciais para determinados

produtos no mercado.

Eventos para acompanhamento da gestão da

Cooperativa, promovendo práticas sustentáveis de

gerenciamento dos negócios e de bem-estar do

Cooperado e sua família, atuando como agente de

desenvolvimento social, técnico e cultural.

Política de retirada de capital.

Geração de emprego e renda, impostos, desenvolvimento

do comércio local e regional e integração com

a comunidade através do apoio da Cooperativa às ações

de responsabilidade social, cultural e ambiental.

Representação política junto às entidades de classes

e órgãos públicos na busca de soluções para o sistema

produtivo.

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Janeiro/Fevereiro/2018


CHEGOU A SAFRA!

O cooperado da Coamo teve ótima assistência técnica,

plantou com insumos de comprovada eficiência, e está

colhendo os frutos do seu trabalho.

SE ESTÁ NA COAMO,

ESTÁ SEGURO,

ESTÁ EM CASA.

Forte como o homem do campo.

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EXPANSÃO NO MS

INAUGURADAS NOVAS UNIDADES

NO MATO GROSSO DO SUL

José Aroldo Gallassini acompanhado do

governador do MS, Reinaldo Azambuja,

autoridades e cooperados durante o

descerramento da placa em Sidrolândia

Regiões de Sidrolândia

e Itaporã foram

contempladas com

modernos entrepostos da

Coamo

A

Coamo está presente no

Mato Grosso do Sul desde

maio de 2004, quando

foi inaugurado o entreposto em

Amambai – primeira unidade da

cooperativa no Estado. Desde então,

a cooperativa vem realizando

grandes investimentos em uma

das regiões mais importantes na

produção agrícola do país. A Coamo

conta com 13 Unidades no Estado.

Sidrolândia e Itaporã foram

inauguradas oficialmente pela diretoria

no final de janeiro.

Em Sidrolândia, a inaugu-

ração foi na noite de 29 de janeiro,

durante a tradicional Reunião

de Campo da diretoria. Estiveram

presentes na ocasião o governador

do Estado do Mato Grosso do

Sul, Reinaldo Azambuja, prefeito

de Sidrolândia, Marcelo Ascoli,

vice-prefeito Wellison Muchiutti,

deputado federal Geraldo Resende,

deputados estaduais Enelvo

Felini, Beto Pereira e Mara Caseiro,

e os secretários de Estado Eduardo

Riedel (Governo) e Jaime Verruck

(Meio Ambiente, Desenvolvimento

Econômico, Produção e Agricul-

28 REVISTA

Janeiro/Fevereiro/2018


EXPANSÃO NO MS

Cooperado Norberto Jacir Rubert recebe talão de cheque e cartão de crédito da Credicoamo em Sidrolândia

tura Familiar). Também marcaram

presença secretários municipais,

vereadores, produtores rurais cooperados

e empresários locais.

“A participação dos cooperados

vem crescendo ano a

ano e para melhor atendê-los estamos

investindo em modernas

unidades com estruturas completas,

que oferecerão serviços

desde o planejamento das safras

com fornecimento dos insumos,

recebimento, comercialização e

industrialização da produção. A

Coamo é totalmente voltada para

os interesses e desenvolvimento

dos seus cooperados”, afirma

José Aroldo Gallasisni, diretor-

-presidente da Coamo.

Para o governador do

Mato Grosso do Sul, Reinaldo

Azambuja, a parceria do poder

público com o setor privado é

uma maneira eficiente de levar

desenvolvimento, geração de emprego,

renda e qualidade de vida

aos municípios. “Estamos contentes

por receber mais esse investimento

da Coamo no Mato Grosso

do Sul. Isso mostra a pujança do

nosso Estado. A Coamo traz desenvolvimento,

oportunidade de

emprego e renda. O Estado está

de portas abertas para receber investimentos

como esse”, pondera.

O secretário de Governo

e Gestão Estratégica, Eduardo

Riedel destaca que a inauguração

da unidade mostra a capacidade

dos produtores do município. “O

Governo do Estado desde o início

desse projeto de crescimento

da Coamo tem buscado por meio

de uma política clara de incentivos

fiscais de trazer empreendimentos

para cá e graças a esse empenho

de todo o conjunto a gente tem

avançado cada vez mais nesse desenvolvimento”,

afirmou.

Marcelo Áscoli, prefeito

de Sidrolândia, salienta a satisfação

do município receber o grande

investimento efetuado pela

cooperativa. “A Coamo é exemplo

de sucesso. Em Sidrolândia encontrou

um cenário com produtores

comprometidos em produzir e

trabalhar pelo desenvolvimento.

Estamos de braços abertos para

a Coamo e felizes pela cooperativa

ter escolhido Sidrolândia para

esse grande investimento.”

O ex-prefeito e cooperado

Ari Basso foi um dos incentivadores

para que a Coamo

se instalasse no município. Ele

recorda que esteve em Campo

Mourão (PR), município sede da

cooperativa, e acompanhou os

primeiros contatos da instalação.

“Na época, mostrei que a região

era promissora e hoje a Coamo é

uma realidade. Sempre falei que

queria ser o primeiro cooperado

e foi o que aconteceu. Só temos

a agradecer a diretoria da Coamo

por ter confiado em Sidrolândia.”

Reinaldo Azambuja, governador do MS: "Estamos contentes por receber mais esse investimento da Coamo no

Mato Grosso do Sul. A Coamo traz desenvolvimento, oportunidade de emprego e renda.”

Janeiro/Fevereiro/2018 REVISTA 29


EXPANSÃO NO MS

NOVOS ENTREPOSTOS CONTAM COM CREDICOAMO E TODA ESTRUTURA

PARA ATENDER OS COOPERADOS DE FORMA RÁPIDA E EFICIENTE

Norberto Jacir Rubert, é outro

cooperado entusiasta com a Coamo.

Ele participava da cooperativa

em Maracaju, município distante 90

quilômetros de Sidrolândia. “Hoje a

Coamo é uma realidade. Esperamos

com muita ansiedade e expectativa

por essa inauguração. E a cooperativa

veio com toda sua estrutura, desde

assistência técnica, loja de peças

e Credicoamo, que é a nossa cooperativa

de crédito”, assinala.

De acordo com o gerente

da Unidade, Walmir Ritter, toda

estrutura foi erguida com o planejamento

de receber essa safra de

verão, e o objetivo foi alcançado.

“Não tenho dúvida que é a melhor

unidade de atendimento ao produtor

de Sidrolândia. É um entreposto

com o que há de mais moderno

e que oferece serviços de

qualidade para melhorar a renda

dos agricultores.”

INAUGURAÇÃO EM ITAPORÃ

Em Itaporã, a inauguração

foi no dia 30 de janeiro, com a presença

de cooperados e lideranças.

O gerente da Unidade, Zenobio

Francisco Festa, acompanhou toda

a obra e, desde o início, já vinha

visitando as propriedades rurais.

“Tivemos uma boa recepção e os

produtores estão encontrando na

Coamo uma grande parceria.”

O cooperado Paulo Sérgio

Scalisse iniciou o trabalho com a

Coamo em 1987, em Engenheiro

Beltrão (Centro-Oeste do Paraná),

onde morava. Quando mudou

para o Mato Grosso do Sul reencontrou

a cooperativa. “A Coamo

nos dá todo respaldo para trabalhar,

seja na hora de adquirir os

insumos ou entregar a produção”,

observa. Até a chegada da Coamo

em Itaporã, Scalisse movimentava

em Dourados. A distância da propriedade

até o entreposto era de

50 quilômetros e agora será de 20

quilômetros. “Economia de tempo

e de dinheiro”, frisa.

Guilherme Thiesen também

se deslocava até Dourados para

buscar os insumos, entregar os produtos

e fazer as movimentações na

Credicoamo. “Agora, temos tudo

que precisamos para produzir bem

mais perto de casa. É um dia que ficará

marcado. Uma data histórica.”

O prefeito de Itaporã,

Marcos Pacco, avalia a instalação

da Coamo como uma grande conquista

para o município. “É um

orgulho para nós termos esta cooperativa

gerando renda e empregos

em nosso município, sobretudo,

dando um grande suporte por

meio de sua respeitada estrutura

que garante solidez e promove

o desenvolvimento econômico

onde está presente.”

O secretário de Estado

de meio ambiente e desenvolvimento

econômico, Jaime Verruck,

comemora a expansão da Coamo

no Mato Grosso do Sul. “O Estado

agradece a confiança da Coamo.

A região foi beneficiada com uma

das melhores empresas do Brasil.

A atividade agrícola irá expandir e,

consequentemente, trará todo um

impacto na economia”, afirma.

30 REVISTA

Janeiro/Fevereiro/2018


EXPANSÃO NO MS

Gallassini com secretário de Estado de meio ambiente e

desenvolvimento econômico, Jaime Verruck, autoridades

e cooperado no Descerramento da placa em Itaporã

INVESTIMENTOS

Os investimentos das

duas unidades no Mato Grosso

do Sul somam cerca de R$ 100 milhões

e a estrutura dos Entrepostos

conta com escritório administrativo

e operacional, armazém de

insumos, loja de peças e agência

da Credicoamo – Cooperativa de

Crédito Rural dos associados da

Coamo. “É uma estrutura completa

que vem ao encontro das

necessidades dos nossos cooperados,

com uma assistência completa

e serviços, para agregar valor

aos associados. Acreditamos

no Mato Grosso do Sul, por isso

é que esses investimentos estão

sendo realizados para a satisfação

e o crescimento das atividades

dos produtores rurais”, comemora

o presidente da Coamo, José Aroldo

Gallassini.

Com as novas unidades

de Sidrolândia e Itaporã, a Coamo

está presente no Mato Grosso do

Sul com 13 unidades nas regiões

de Amambai, Aral Moreira, Laguna

Carapã, Caarapó, Maracaju e

Dourados. E para o ano que vem

serão inauguradas em Dourados

duas novas indústrias da cooperativa

no MS - O novo empreendimento

da Coamo constará de uma

indústria de processamento de

soja para 3.000 toneladas de soja/

dia, produção de farelo e óleo, e

uma refinaria para 720 toneladas/

dia de óleo de soja refinado, equivalente

a 15 milhões de sacas de

soja /ano, com investimento de R$

650 milhões.

Entrega simbólica do cheque e cartão da Credicoamo ao cooperado Guilherme Thiesen

Secretário de Estado de meio ambiente e desenvolvimento

econômico, Jaime Verruck, comemora a expansão

da Coamo no Mato Grosso do Sul

Janeiro/Fevereiro/2018 REVISTA 31


DESEMPENHO

RECEITA GLOBAL DE

R$ 11,07 BILHÕES

32 REVISTA

Janeiro/Fevereiro/2018


A

Coamo realizou no dia 16

de fevereiro, em Campo

Mourão (Centro-Oeste do

Paraná), a 48ª Assembleia Geral

Ordinária (AGO), com participação

de centenas de associados de

todas as regiões atendidas pela

cooperativa no Paraná, Santa Catarina

e Mato Grosso do Sul. Na

AGO foi apresentado e aprovado

o balanço do Exercício 2017 que

registrou receita global de R$

11,07 bilhões e, também, a distribuição

das sobras aos associados

no montante de R$ 318 milhões,

de acordo com a movimentação

de cada um no exercício de 2017

na cooperativa.

A receita global da Coamo

de 2017 sofreu uma redução de

3,32% em relação ao ano anterior.

O presidente da cooperativa, José

Aroldo Gallassini explica que o estoque

de passagem dos produtos

agrícolas tem aumentado significativamente

nos últimos anos -

em 2017 foi de 43,66 milhões de

sacas. “Se estes volumes fossem

comercializados no ano, ao preço

médio de venda, importaria em R$

2,24 bilhões. Os bens de fornecimento

que foram contratados em

2017 e não retirados importaram

em R$ 805,98 milhões. Considerando

a somatória dos valores dos

estoques de passagem de produ-

Receitas Globais

(em bilhões de Reais)

(em bilhões de Reais)

R$ 10,66

DESEMPENHO

RECEITAS GLOBAIS

R$ 11,45

R$ 11,07

ESTOQUE DE PASSAGEM

DE PRODUTOS AGRÍCOLA

(em milhões de sacas)

Conselho Fiscal 2018: Halisson Claus Welz Lopes, Vendelino Paulo Graf, Diego Rogério Chitolina, Willian Ferreira

Sehaber, Sidnei Hauenstein Fuchs e Jovelino Moreira

Janeiro/Fevereiro/2018 REVISTA 33


DESEMPENHO

tos agrícolas, ao preço médio de

venda e dos valores dos bens de

fornecimento contratados e não

retirados, elevaria as receitas globais

do ano para R$ 14,12 bilhões,

o que proporcionaria um crescimento

de 23,3% em relação ao

ano anterior.”

De acordo com Gallassini,

os preços dos produtos agrícolas

sofreram menos variações ao longo

de 2017, decorrentes dos estoques

confortáveis após grandes

safras ao redor do mundo. “A cota-

ção do dólar também não sofreu

variações expressivas, ficaram em

média 9% inferior a 2016. O ritmo

de comercialização foi lento, dada

a retração dos produtores quando

os preços recuaram para níveis

mais baixos.”

Gallassini informa que

essa postura do cooperado causou

grande pressão sobre a logística,

ocasionou falta de espaço

para armazenar a safra, mas um

impacto positivo na recuperação

dos preços. “A soja que chegou a

R$ 55,00 durante a colheita foi a

R$ 65,00 na entressafra e o milho

que ficou em R$ 16,00 durante a

colheita, foi para R$ 23,00. Ficaram

distantes dos níveis praticados

em 2016, porém acima do valor

obtido no período da colheita.

O trigo também recuou na colheita

para R$ 32,00 recuperando-se

gradualmente para R$ 35,00 após

constatadas as quebras de produtividade,

caminhando para níveis

mais próximos da paridade de importação.”

No ano passado, a Coamo fez um grande esforço na busca de alternativas para estocar a produção e atender as necessidades dos associados

RECEBIMENTO DA MAIOR SAFRA DA HISTÓRIA

No ano passado, a

Coamo recebeu 7,66 milhões

de toneladas de produtos, que

se constitui na maior safra já

recebida pela cooperativa e

representa 3,2% da produção

brasileira de grãos. Para o recebimento

desta produção, a

cooperativa conta com uma

capacidade estática de armazenagem

de 5,42 milhões de

toneladas a granel e 983,26 mil

toneladas de ensacados, totalizando

6,40 milhões, representando

um crescimento de 3,7%

em relação ao ano anterior.

Recebimento de

Produtos Agrícolas

(em milhões de toneladas)

Capacidade de

Armazenagem

(em milhões de toneladas)

34 REVISTA

Janeiro/Fevereiro/2018


DESEMPENHO

DO CAMPO PARA A INDÚSTRIA

Em 2017, foram industrializados 1,34 milhão de toneladas de

soja; 202,87 mil toneladas de trigo; 3,37 mil toneladas de café beneficiado

e 6,09 mil toneladas de algodão em pluma, no Parque Industrial

composto por indústrias para o processamento de soja, refinadora de

óleo vegetal, fábrica de margarina e gordura vegetal hidrogenada, torrefadora

e moagem de café, fiação de algodão e moinho de trigo.

MOAGEM DE TRIGO

(em mil toneladas)

ESMAGAMENTO DE SOJA

(em milhões de toneladas)

ALIMENTOS COAMO COM GRANDE FATURAMENTO

Os Alimentos Coamo produzidos

no Parque Industrial com

as marcas Coamo, Primê, Anniela,

Sollus e Dualis, são compostos por

margarinas, cafés, gorduras vegetais

hidrogenadas, óleo de soja refinado,

farinhas de trigo especiais

e misturas para pães e bolos. Em

2017 este setor faturou R$ 946,29

milhões.

FATURAMENTO

ALIMENTOS COAMO

(em milhões de Reais)

Janeiro/Fevereiro/2018 REVISTA 35


DESEMPENHO

COOPERATIVA ENTRE AS MAIORES EXPORTADORAS

EXPORTAÇÕES

(em milhões de toneladas)

VENDAS DE PRODUTOS

DESTINADOS À EXPORTAÇÃO

(em milhões de Dólares)

Em 2017, a Coamo exportou 3,84 milhões de toneladas de

produtos com um faturamento de US$ 1,29 bilhão e continua entre

as maiores empresas exportadoras brasileiras. Além destes volumes,

foram comercializadas 796,69 mil toneladas de produtos destinados à

exportação, no montante de US$ 272,64 milhões.

Investimentos

(em milhões de Reais)

INVESTIMENTOS

(em milhões de Reais)

R$ 297,01

R$ 391,57 R$ 391,77

INVESTIMENTOS

Com a finalidade de melhor

atender os associados, a

Coamo continua investindo em

modernizações e ampliações das

Unidades já existentes e na construção

de novas unidades e indústrias,

frota de veículos leves

e pesados, tratores, máquinas e

equipamentos, móveis e utensílios,

sistemas administrativos, terrenos,

dentre outros. O total de

investimentos no ano foi de R$

391,77 milhões.

36 REVISTA

Janeiro/Fevereiro/2018


DESEMPENHO

INSUMOS NA HORA CERTA

A Coamo tem realizado

um trabalho constante para garantir

aos seus associados os insumos,

na hora e quantidade certa para

a implantação das lavouras. Para

isso disponibiliza diversos planos

de fornecimento dos melhores

produtos do mercado. Em 2017, o

faturamento deste setor atingiu o

montante de R$ 3,35 bilhões.

FATURAMENTO BENS DE

FORNECIMENTO

(em bilhões de Reais)

UMA FROTA DE RESPEITO

Para a realização de toda logística

para disponibilidade de estoques

e distribuição da produção dos

associados, entrega dos Alimentos

Coamo aos clientes no prazo contratado,

distribuição dos insumos e

operações portuárias, a cooperativa

conta com uma frota própria de 686

caminhões, além de mais 1.400 caminhões

de frotas dedicada e autônomas.

Utiliza-se também 698 veículos

leves para a realização de assistência

técnica agronômica e veterinária e

serviços administrativos.

ASSISTÊNCIA TÉCNICA CAPACITADA

EQUIPE DE

ASSISTÊNCIA TÉCNICA

(número de técnicos)

A cooperativa conta com uma equipe de assistência

técnica composta por 276 profissionais nas

áreas de engenharia agronômica e medicina veterinária,

os quais são capacitados e atualizados constantemente,

para a difusão de conhecimento de forma

eficaz e direta aos associados.

Janeiro/Fevereiro/2018 REVISTA 37


DESEMPENHO

PRÊMIOS E RECONHECIMENTOS

A Coamo conquistou importantes prêmios e citações nas principais

publicações do Brasil, demonstrando o reconhecimento da cooperativa e

a qualidade dos produtos e serviços prestados. Destacam-se os principais

prêmios recebidos: Melhores da Dinheiro da Editora Três e revista Isto é Dinheiro

como “Melhor Cooperativa Agrícola do Brasil”; A Granja do Ano da

revista A Granja como “Destaque no Setor Cooperativismo”; Melhores da

Dinheiro Rural da Editora Três como “Campeã na categoria Cooperativas e

a Melhor Gestão Financeira”; Prêmio Ímpar 2017 (Índice das Marcas de Preferência

e Afinidade Regional) como 1º lugar na categoria Cooperativa de

Agronegócio do Paraná, nas regiões Oeste e Leste do Paraná, em eventos

do Grupo RIC/Rede Record Paraná e o Ibope Inteligência.

FATOS RELEVANTES

PRESENÇA NA COMUNIDADE

- Reestruturação Organizacional

para adequação às atuais

atividades da cooperativa e a

busca de maior agilidade e

produtividade das operações;

- Entrada em funcionamento

de dois novos Entrepostos no

Mato Grosso do Sul, em Itaporã

e Sidrolândia e do Posto

de Recebimento de Produtos

Agrícolas no Distrito de Ivailândia,

município de Engenheiro

Beltrão (PR);

- Inauguração de dois novos

Escritórios Administrativos, em

Xanxerê (SC) e Ivaiporã (PR);

- Começo efetivo das obras das

indústrias de processamento

de soja e refinaria de óleo de

soja em Dourados-MS.

Contando com a participação

do quadro de funcionários foram

realizadas diversas ações voluntárias

em prol das comunidades na área de

ação, tais como: doações de sangue,

combate à dengue, apoio à diversas

entidades por meio da arrecadação de

alimentos, roupas, calçados, brinquedos

e produtos de higiene pessoal.

Eles participaram do Dia “C” de

Cooperar, que é um compromisso das

cooperativas brasileiras com a ação voluntária

em benefício de quem precisa

e que movimentou milhares de funcionários

voluntários, com ação concreta

em prol de dezenas de entidades, em

mais de 60 municípios na área de ação

da cooperativa, com arrecadação de

alimentos, materiais de limpeza, roupas

Dia “C” de Cooperar, movimentou milhares de

funcionários voluntários, com ação concreta em prol

de dezenas de entidades, em mais de 60 municípios

e calçados, entre outros.

Utilizando da Lei de Incentivos

Fiscais, a Coamo destinou recursos no

montante de R$ 2,13 milhões, distribuídos

para o Fundo de Caráter Cultural

e Artístico (Lei Rouanet); Fundo

dos Direitos da Criança e do Adolescente;

Programa Nacional de Apoio à

Atenção Oncológica (Pronon); Fundo

de Atividades de Caráter Desportivo e

Fundo do Idoso.

No final do ano, foi realizado

o tradicional evento Natal de Luzes,

destinado a comunidade de Campo

Mourão, cidade sede da cooperativa,

que marcou oficialmente a abertura

das festividades natalinas do município

e contou com a participação de

mais de sete mil pessoas.

38 REVISTA

Janeiro/Fevereiro/2018


DESEMPENHO

ASSOCIADO É A RAZÃO DA COAMO

A organização do quadro social é de fundamental importância para a

continuidade da cooperativa, com a criação neste ano da Assessoria

de Cooperativismo foram reestruturados 24 Comitês Educativos das

Unidades da Coamo e o Comitê Educativo Central, os quais estão em

plena atividade, promovendo maior integração da Diretoria e seus

associados e a difusão dos princípios cooperativistas.

Em 2017 houve o lançamento do sistema informatizado, denominado

Gestor Rural, que está à disposição de todos os associados, sendo

uma ferramenta de auxílio na gestão da propriedade, possibilitando

conhecer o custo real de sua produção.

O Programa Jovens Líderes Cooperativistas, formou a sua 21ª turma

completando mais de 900 jovens formados.

Foi realizada mais uma etapa do Programa Mulher Atual, em parceria

com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar, desenvolvido

em dez módulos, destinado às associadas, esposas e filhas

de associados, com o foco em despertar uma nova postura frente

aos desafios pessoais, sociais e profissionais, que contou com 150

participantes, bem como nova etapa do Programa FamíliaCoop, também

destinado às associadas, esposas e filhas de associados, que

tem como objetivo valorizar e incentivar a participação da mulher na

vida da Coamo e a integração da família cooperativista, o qual contou

com a participação de 1.500 mulheres.

Foi realizada a 14ª Edição da Copa Coamo de Cooperados – Futebol

Suíço, onde estiveram em campo 500 equipes, com a participação de

mais de sete mil cooperados atletas e dirigentes e no geral, um público

de 30 mil pessoas prestigiou as sete etapas regionais e a final.

Durante o ano foram realizados um total de 1.830 eventos nas áreas

técnica, educacional e social, onde foram envolvidos 43.575 participantes,

que receberam conhecimentos que geram resultados em

suas propriedades rurais.

A Coamo encerrou o ano com 28.293 associados, os quais tem participado

ativamente nas operações com a Coamo, contribuindo para

o seu desenvolvimento e proporcionando os bons resultados alcançados.

Durante o ano a Coamo proporcionou a devolução do Capital Social

para os associados que completaram mais de 65 anos de idade, no

valor de R$ 9,51 milhões.

Janeiro/Fevereiro/2018 REVISTA 39


DESEMPENHO

FUNCIONÁRIOS TREINADOS E RECONHECIDOS

Foram realizadas 2.072 treinamentos de capacitação

de funcionários, incluindo eventos internos, in

Company e externos, com 21.312 participantes. Parte

dos eventos contaram com o apoio do Serviço Nacional

de Aprendizagem do Cooperativismo – Sescoop/PR.

O Programa Jovem Aprendiz que forma adolescentes

de 14 a 16 anos na área administrativa, e

de 18 a 21 anos, na área de eletromecânica, com a

possibilidade de seguir carreira na Coamo, em 2017

contou com 365 participantes. Foram efetivados 52

aprendizes da última turma.

A Coamo encerrou o ano com 7.460 funcionários

efetivos, dos quais 10,7% foram promovidos

internamente e utilizados uma média mensal de

1.514 colaboradores temporários e terceirizados.

No Programa Tempo de Casa, cujo objetivo é valorizar

os funcionários que completam 10, 20, 30 e 40

anos de serviços prestados à cooperativa, em 2017

foram homenageados 162 funcionários com 10

anos, 86 com 20 anos, 56 com 30 anos e 02 com 40

anos. Ao todo são 1.885 funcionários com mais de

dez anos de Coamo.

HARMONIA COM O MEIO AMBIENTE

A Coamo desenvolve importante trabalho

na conservação de recursos naturais, onde destaca-

-se a matriz energética que utiliza lenha e cavaco

de lenha, produzidas em reflorestamentos próprios

numa área de 3,85 mil hectares, para secagem de

grãos nas unidades de recebimento de produtos e

produção de vapor nas indústrias.

Em consonância com suas diretrizes corporativas

e conduta empresarial responsável, no

intuito de manter-se atualizada com o que há de

mais moderno em práticas de mercado, atender os

anseios dos consumidores por produtos que não

apenas aportem qualidade e preço, mas que também

tenham sido comprovadamente produzidos

com respeito ao meio ambiente, aos trabalhadores

e às leis, o Programa Coamo de Produção Sustentável

na Produção de Soja encontra-se em processo

de implementação, com a finalidade de atender os

requisitos da Federação dos Fabricantes de Ração

da Europa.

40 REVISTA

Janeiro/Fevereiro/2018


DESEMPENHO

AUTORIDADES EM COOPERATIVISMO

Quando o assunto é cooperativismo

José Roberto Ricken,

Presidente do Sistema Ocepar e

Osmar Serraglio, deputado Federal,

Presidente da Frencoop

(Frente Parlamentar do Cooperativismo),

são autoridades. Sempre

lutando por este sistema, eles estiveram

presentes na 48ª Assembleia

Geral Ordinária da Coamo.

Ricken destaca que a Coamo

é a expressão maior do cooperativismo

que se tem no Paraná. “O

ano foi muito difícil, e talvez tenha

sido o mais difícil, em termos de

mercado e política, que já tivemos.

Mas, assim mesmo o cooperativismo

teve um resultado relativamen-

Osmar Serraglio, deputado federal

José Roberto Ricken, presidente do Sistema Ocepar

te bom. Em todo o Paraná tenho

participado de assembleias e visto

bons resultados. Porém, obviamente,

talvez nem todos conseguirão o

resultado da Coamo, pela estrutura,

capitalização e porte que tem."

O presidente do Sistema

Ocepar ainda parabenizou a Coamo

pelos resultados. “Com todos

os cooperados reunidos, vimos na

Assembleia a demonstração da

importância da Coamo. Precisamos

valorizar como cooperados

as cooperativas, pois se não fossem

as cooperativas, os associados

também não teriam a melhor

tecnologia e infraestrutura que

garantissem as oportunidades de

renda que eles têm.”, ressalta José

Roberto Ricken.

Para Osmar Serraglio, os

números por si só já constatam o

orgulho que se deve ter da Coamo.

“Tudo que vemos na Coamo é

macro e só podemos nos orgulhar

por ter uma cooperativa assim, e

acima de tudo que poderia já estar

satisfeita, pois já tem um patrimônio

líquido de cinco bilhões,

em que cada um dos cooperados

são sócios.”

Outro ponto que Serraglio

ressaltou é que os membros

da Coamo são arrojados. “A Coamo

vai investir em mais uma refinaria

de óleo de soja, em mais

uma fábrica de rações, ou seja, a

Coamo não para. Tenho certeza

que daqui um ano voltarei para a

próxima assembleia e verei essa

alegria e orgulho da diretoria que

mostra a competência que tem,

e dos associados de verem que

entregam os produtos para eles

próprios, pois são donos da cooperativa”,

considera.

Marlene Teresinha Bragagnolo,

São Pedro do Iguaçu (Oeste do PR)

“Na Coamo não existe instabilidade,

temos segurança na comercialização e

pagamento no ato. Sem contar o apoio

que temos do Departamento Técnico.

Assim, com esses resultados vemos que

nosso trabalho no campo vale a pena.

Com a Coamo fica tudo mais fácil.”

João Delorenzo Neto,

Amambaí (Sudoeste do MS)

“Os resultados da Coamo significam a

prosperidade da agricultura e do cooperativismo.

Apesar da crise que vivemos,

com a Coamo vemos que quem trabalha

e produz conquista bons resultados.

Isso nos dá tranquilidade e certeza para

continuar. Estamos no caminho certo.”

André Luis Zanatta,

Coronel Vivida (Oeste do PR)

“A Coamo tem demonstrado ser uma

cooperativa consolidada, o que nos traz

segurança, principalmente para quem

está assumindo em sucessão familiar.

É uma empresa parceira que nos traz

produtos de confiança e comercialização

honesta.”

Antoninho Andolfato,

Xanxerê (Oeste de SC)

“Esses resultados apresentados pela

Coamo são uma certeza para o cooperado.

Que cooperativa consegue um faturamento

igual ao da Coamo e entrega

sobras tão expressivas? Sem dúvidas, a

Coamo é um exemplo para o país e nos

dá mais coragem para trabalhar.”

Janeiro/Fevereiro/2018 REVISTA 41


DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 2017

BALANÇO PATRIMONIAL LEVANTADO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2017 E 2016

(Valores expressos em R$ 1,00)

ATIVO

2017 2016

CIRCULANTE

Reclassificado

CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA

Caixa ........................................................................ 1.079.287 721.227

Bancos conta movimento ......................................... 4.850.449 3.848.808

Aplicações de liquidez imediata ............................... 1.486.161.020 1.544.931.514

CRÉDITOS

Aplicações financeiras .............................................. 2.692.446 265.217.938

Adiantamentos a fornecedores ................................ 150.174.442 181.211.114

Associados ............................................................... 899.872.090 760.898.405

Não associados ........................................................ 4.980.791 2.078.182

Clientes ..................................................................... 533.862.132 571.804.770

Mercadorias a receber ............................................. 828.539 702.413

Tributos a recuperar ................................................. 349.171.865 287.486.236

ICMS homologado para venda ................................. 103.465.290 100.494.335

Outros créditos ......................................................... 6.716.180 2.806.547

ESTOQUES

Produtos agrícolas ................................................... 1.537.457.087 1.058.790.950

Bens de fornecimento .............................................. 1.132.528.388 1.133.194.060

Prod. industr., mat. primas e mat. secundários ........ 242.136.974 237.381.601

DESPESAS PAGAS ANTECIPADAMENTE ............. 2.698.364 1.611.573

BENS DESTINADOS À VENDA ................................ 6.701.189 1.500

TOTAL DO CIRCULANTE ............................................ 6.465.376.533 6.153.181.173

NÃO CIRCULANTE

Aplicações financeiras .............................................. 107.558.248 -

Créditos com associados ......................................... 322.930.412 57.865.909

Créditos com não associados .................................. 5.542.485 80.361

Clientes ..................................................................... 8.326.843 7.137.217

Tributos a recuperar ................................................. 44.586.388 56.187.809

Depósitos judiciais .................................................... 330.327.792 255.499.259

Bens destinados à venda ......................................... 3.681.396 4.148.083

Outros créditos ......................................................... 5.362.224 636.484

Investimentos ........................................................... 12.398.922 15.261.428

Imobilizado ............................................................... 2.166.149.414 1.964.792.807

Intangível .................................................................. 11.389.948 11.965.076

TOTAL DO NÃO CIRCULANTE ................................... 3.018.254.072 2.373.574.433

TOTAL DO ATIVO ........................................................ 9.483.630.605 8.526.755.606

42 REVISTA

Janeiro/Fevereiro/2018


DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 2017

PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO

2017 2016

CIRCULANTE

Débitos com associados ............................................. 2.060.714.654 1.642.005.750

Débitos com não associados ...................................... 71.905.759 86.240.879

Obrigações sociais, tributárias e trabalhistas ............. 116.360.610 70.097.635

Adiantamentos de clientes .......................................... 3.479.566 19.645.992

Fornecedores .............................................................. 231.203.165 235.378.073

Instituições financeiras ................................................ 560.365.785 624.551.748

Imposto de renda e contribuição social ...................... 2.512.972 57.814.482

Sobras a distribuir “ad referendum” da A.G.O. ........... 225.426.748 246.207.821

TOTAL DO CIRCULANTE ............................................ 3.271.969.259 2.981.942.380

NÃO CIRCULANTE

Débitos com associados ............................................. 51.579 84.610

Débitos com não associados ...................................... 4.009 59.866

Obrigações tributárias ................................................. 295.556.805 1.405.253

Instituições financeiras ................................................ 985.456.511 1.118.216.240

Provisões fiscais, trabalhistas e cíveis ....................... 296.266.593 222.802.132

Receitas diferidas ....................................................... 2.450.730 4.890.047

Outras obrigações ....................................................... 3.494.602 2.767.568

TOTAL DO NÃO CIRCULANTE ................................... 1.583.280.829 1.350.225.716

PATRIMÔNIO LÍQUIDO

Capital social integralizado ......................................... 268.649.320 250.818.125

Reserva legal .............................................................. 583.610.591 518.100.831

Reserva de assistência técnica, educacional e social ... 1.353.588.723 1.282.640.451

Reserva de desenvolvimento...................................... 2.193.816.503 1.913.867.239

Reserva de incentivos fiscais ...................................... 7.014.897 -

Reserva para cobertura de riscos e auto seguro........ 77.102.593 78.237.944

Reserva para manutenção do capital de giro próprio . 131.670.464 131.670.464

Ajuste de avaliação patrimonial .................................. 12.927.426 19.252.456

TOTAL DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO ............................ 4.628.380.517 4.194.587.510

TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO........ 9.483.630.605 8.526.755.606

As demonstrações contábeis, acompanhadas das notas explicativas e do relatório sem modificação,

da Nardon, Nasi – Auditores Independentes S/S, estão disponíveis no site: www.coamo.com.br.

Engº. Agrº. JOSÉ AROLDO GALLASSINI

Diretor Presidente

Engº. Agrº. CLAUDIO FRANCISCO BIANCHI RIZZATTO

Diretor Vice-Presidente

Engº. Agrº. RICARDO ACCIOLY CALDERARI

Diretor Secretário

ALCIR SEBASTIÃO RIBEIRO

Contador CRC - PR 31808/O-3

Janeiro/Fevereiro/2018 REVISTA 43


DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 2017

DEMONSTRAÇÃO DE SOBRAS OU PERDAS

ENCERRADA EM 31 DE DEZEMBRO DE 2017 E 2016

(Valores expressos em R$ 1,00)

2017 2016

ATO ATO NÃO

PRODUTOS E SERVIÇOS COOPERATIVO COOPERATIVO TOTAL TOTAL

COMPLEXO SOJA

Ingressos/vendas líquidas e receitas operacionais . 5.439.451.425 326.511.291 5.765.962.716 5.180.936.244

(-) Dispêndios operacionais e custo das vendas ..... 5.165.334.769 286.269.528 5.451.604.297 4.895.674.509

RESULTADO LÍQUIDO .......................................... 274.116.656 40.241.763 314.358.419 285.261.735

COMPLEXO TRIGO

Ingressos/vendas líquidas e receitas operacionais . 412.607.534 9.120.443 421.727.977 444.748.669

(-) Dispêndios operacionais e custo das vendas ..... 399.977.540 8.798.967 408.776.507 431.038.022

RESULTADO LÍQUIDO .......................................... 12.629.994 321.476 12.951.470 13.710.647

MILHO

Ingressos/vendas líquidas e receitas operacionais . 900.904.960 20.971.053 921.876.013 1.789.226.894

(-) Dispêndios operacionais e custo das vendas ..... 862.266.375 20.574.255 882.840.630 1.726.602.506

RESULTADO LÍQUIDO .......................................... 38.638.585 396.798 39.035.383 62.624.388

CAFÉ

Ingressos/vendas líquidas e receitas operacionais . 8.206.305 26.558.265 34.764.570 33.648.350

(-) Dispêndios operacionais e custo das vendas ..... 8.139.591 25.209.535 33.349.126 33.077.526

RESULTADO LÍQUIDO .......................................... 66.714 1.348.730 1.415.444 570.824

AVEIA

Ingressos/vendas líquidas e receitas operacionais . 4.854.871 58.814 4.913.685 3.097.244

(-) Dispêndios operacionais e custo das vendas ..... 4.777.926 40.036 4.817.962 2.971.115

RESULTADO LÍQUIDO .......................................... 76.945 18.778 95.723 126.129

BENS DE FORNECIMENTO

Ingressos/vendas líquidas e receitas operacionais . 3.390.733.337 49.597.923 3.440.331.260 3.401.493.800

(-) Dispêndios operacionais e custo das vendas ..... 3.079.148.465 39.615.859 3.118.764.324 3.022.880.710

RESULTADO LÍQUIDO .......................................... 311.584.872 9.982.064 321.566.936 378.613.090

OUTROS ATIVIDADES

Ingressos/vendas líquidas e receitas operacionais . 71.700.176 76.144.820 147.844.996 124.435.542

(-) Dispêndios operacionais e custo das vendas ..... 60.562.881 61.904.020 122.466.901 119.275.488

RESULTADO LÍQUIDO .......................................... 11.137.295 14.240.800 25.378.095 5.160.054

RESULTADO DE OPERAÇÕES FINANCEIRAS

Receitas financeiras ................................................ - 182.707.601 182.707.601 297.928.243

(-) Despesas financeiras.......................................... - 93.276.980 93.276.980 93.488.541

RESULTADO LÍQUIDO ......................................... - 89.430.621 89.430.621 204.439.702

SOBRA E LUCRO DO EXERCÍCIO ANTES DO

IRPJ E CSLL ............................................................. 648.251.061 155.981.030 804.232.091 950.506.569

(-) Imposto de renda ................................................ - 46.156.785 46.156.785 69.391.400

(-) Contribuição social.............................................. - 17.559.492 17.559.492 25.815.558

SOBRA E LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO .......... 648.251.061 92.264.753 740.515.814 855.299.611

DESTINAÇÕES LEGAIS E ESTATUTÁRIAS

Reserva legal .......................................................... 64.123.616 - 64.123.616 60.460.674

Reserva de assistência técnica, educacional e social ....... 32.061.808 38.234.426 70.296.234 78.563.123

Reserva de desenvolvimento .................................. 224.432.658 54.030.327 278.462.985 368.315.362

Reserva de incentivos fiscais .................................. 7.014.897 - 7.014.897 -

Reserva p/ cobertura de riscos e auto seguro ......... - - - 9.693.607

Sobras a distribuir “ad referendum” da A.G.O. .......... 320.618.082 - 320.618.082 338.266.845

TOTAL DAS DESTINAÇÕES .................................... 648.251.061 92.264.753 740.515.814 855.299.611

Engº. Agrº. JOSÉ AROLDO GALLASSINI

Diretor Presidente

Engº. Agrº. CLAUDIO FRANCISCO BIANCHI RIZZATTO

Diretor Vice-Presidente

Engº. Agrº. RICARDO ACCIOLY CALDERARI

Diretor Secretário

ALCIR SEBASTIÃO RIBEIRO

Contador CRC - PR 31808/O-3

44 REVISTA

Janeiro/Fevereiro/2018


DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 2017

Liquidez Corrente

LIQUIDEZ CORRENTE

2,06

1,62

1,98

Margem de Garantia

MARGEM DE GARANTIA

196,82% 195,33%

182,38%

tal

$)

ATIVO TOTAL

(bilhão R$)

R$ 8,09

R$ 8,53

R$ 9,48

Patrimônio Líquido

(em bilhões de Reais)

PATRIMÔNIO LÍQUIDO

(bilhão R$)

R$ 3,66

R$ 4,19 R$ 4,63

Receitas Globais

(em bilhões de Reais)

RECEITA GLOBAL

(bilhão R$)

R$ 11,45

R$ 10,66

R$ 11,07

Sobra Líquida

SOBRA E (em LUCRO milhões LÍQUIDO de Reais)

(milhão R$)

R$ 816,03 R$ 855,30

R$ 740,52

Janeiro/Fevereiro/2018 REVISTA 45


SOBRAS DO EXERCÍCIO

Alcides Brunetta de Mamborê (Centro-Oeste do

Paraná) acompanhado da esposa Vanice e da filha

Geovana Brunetta Patrício recebe cheque das mãos do

presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini

46 REVISTA

Janeiro/Fevereiro/2018


SOBRAS DO EXERCÍCIO

FRUTO DO CAMPO

QUE CAI NO BOLSO

Valor das sobras

distribuídas somam

R$ 318,5 milhões.

Dinheiro é pago ao

cooperado de acordo

com a movimentação de

cada um no exercício de

2017 na cooperativa

Cooperado Yoshio Sakurada, de Campo Mourão (PR) com os filhos Thomaz e Henrique

Na manhã do dia 19 de fevereiro,

como de costume,

o cooperado Alcides Brunetta

de Mamborê (Centro-Oeste

do Paraná) pulou cedo da cama.

Porém, ao invés de cuidar da lavoura,

neste dia, ele e sua filha

Geovana Brunetta Patrício foram

até a Coamo para receber as sobras

referentes ao exercício de

2017. Um dia aguardado não só

pela família Brunetta, como também,

por todos cooperados que

fazem parte da família Coamo nos

entrepostos do Paraná, Santa Catarina

e Mato Grosso do Sul.

O valor distribuído neste

ano totaliza R$ 318,5 milhões,

sendo que parte do benefício

foi adiantado em dezembro. Os

cooperados da Coamo valorizam

esse momento e destacam as

vantagens de ser cooperativista.

‘Seo’ Alcides Brunetta, por exemplo,

que sempre recebeu o valor,

destaca que as sobras representam

muito para o associado. “Com

esse resultado eu posso fazer algum

negócio, pagar alguma dívida.

É um montante que já deve ser

estudado para gastar. Como trabalho

somente com a Coamo, há

muito tempo, já me organizo para

receber as sobras.”

Ele ainda ressalta que para

obter boas sobras é preciso trabalhar

integralmente com a cooperativa.

“Eu movimento somente com

a Coamo, pois ela tem condições

de fazer bom preço e ter qualidade

naquilo que vende.”

Para Geovana, que trabalha

lado a lado com o pai, apesar

das sobras terem se tornado uma

tradição, é sempre um motivo de

celebração. “É novamente a Coamo

entregando aquilo que é do

cooperado. Aí vemos o diferencial

da Coamo. Nessas ações sentimos

o valor do cooperativismo, um sistema

onde todos ganham. Basta

participar , que o resultado é certo.

Sem contar todo o apoio que

temos desde o início da produção

com a assistência técnica até a comercialização

com esse retorno

que cai muito bem.”

Yoshio Sakurada de Campo

Mourão (Centro-Oeste do Paraná),

também estava na Coamo

Janeiro/Fevereiro/2018 REVISTA 47


SOBRAS DO EXERCÍCIO

DISTRIBUIÇÃO DAS SOBRAS É UMA TRADIÇÃO DA COAMO. COOPERADOS

VALORIZAM ESSE MOMENTO E DESTACAM AS VANTAGENS DE SER COOPERATIVISTA

logo cedo com os filhos Thomaz

e Henrique, que ajudam na condução

da lavoura. Os três também

valorizam o benefício das sobras e

já planejam o que fazer com o valor

recebido. “Esperamos o ano inteiro

pelas sobras, pois o valor recebido

facilita a aquisição de insumos,

revisão de maquinários e alguns

imprevistos. Esse dinheiro vem em

uma ótima hora, no início da colheita”,

considera o cooperado.

Segundo o presidente da

Coamo, José Aroldo Gallassini, as

sobras são entregues a cada cooperado

de acordo com a sua movimentação

durante o ano. “Desde

o começo da Coamo temos tido

bons resultados e uma coisa que

sempre fizemos é, quando sobra,

devolver aquilo que é do cooperado.

Neste ano tivemos uma grande

sobra, ou seja, 100% do que é

do associado nós devolvemos na

proporção do que ele operou na

cooperativa. É um valor importante

que ajuda o cooperado nesse

início de ano, além de movimentar

a economia das cidades onde a

Coamo está instalada.”

“As sobras fazem com que o associado

se sinta mais confiante na

Coamo. É um benefício que valoriza

e nos faz sentir mais dono da

cooperativa.” Renato Simon, São

Domingos (SC).

PAGAMENTO DE SOBRAS EM ALGUMAS UNIDADES

Quarto Centenário (PR)

Iretama (PR)

“É um valor significativo que já

consideramos que vamos receber

quando realizamos negócios

com a Coamo.” Dionei Guedin,

de Caarapó (MS), que recebeu

as sobras de seu grupo familiar,

composto por ele e seu irmão

Douglas Guedin.

Nova Santa Rosa (PR)

Boa Ventura de São Roque (PR)

Palmital (PR)

Laguna Carapã (MS)

Bragantina (PR)

48 REVISTA

Janeiro/Fevereiro/2018


AGRICULTURA

À PROCURA DE

ALTERNATIVAS

Atraso na colheita da

soja obriga produtores a

refazerem o planejamento

da safrinha para minimizar

os riscos

A

vida dos produtores rurais

na temporada 2017/18

não anda nada fácil. Depois

de amargar seca no plantio

da soja na safra de verão, que

atrasou em até 40 dias o processo

em algumas regiões do Paraná, e

excesso de chuva no desenvolvimento

das plantas, que ainda prejudica

consideravelmente o trabalho

de colheita, o próximo desafio

recai sobre a safrinha. Sem tempo

hábil para a semeadura dentro do

calendário recomendado, os agricultores

paranaenses estão revendo

seus planejamentos para minimizar

ao máximo os riscos.

Apesar de o Ministério da

Agricultura, Pecuária e Abastecimento

(Mapa) ter aumentado em

20 dias o Zoneamento Agrícola

de Risco Climático (Zarc) para 170

municípios produtores de milho,

conforme solicitação da FAEP, a situação

no campo ainda é de incertezas.

Tudo por conta do lento trabalho

de colheita da oleaginosa.

Até o final de fevereiro, apenas 9%

dos mais de 5,4 milhões de hectares

semeados no Estado haviam

sido colhidos, conforme relatório

da Secretaria da Agricultura e do

Abastecimento do Paraná (Seab).

Na mesma época do ano passado,

o índice era de 31%. A região

de Campo Mourão é um exemplo

nítido do atraso. Dos 682 mil hectares

ocupados pela soja, apenas

3% tinham sido colhidos (20 mil).

Diante deste cenário nada

confortável, os produtores têm

procurado alternativas para, dentro

do possível, realizar uma boa

safrinha. Para isso, muitos optaram

por sementes de ciclo curto com

variedades precoce, superprecoce

e hiperprecoce, na intenção de

que essas se adaptem melhor ao

curto calendário.

“Essa é uma estratégia

que pode ser utilizada para ajudar

na safrinha. Claro, vai depender

do clima para o desenvolvimento

das plantas. Se for muito frio, chuvoso

ou nublado, pode não dar

certo, pois alongaria o ciclo. Mas

é uma alternativa adotada”, aponta

Maiko Zanella, engenheiro agrônomo

e analista técnico da Gerência

Técnica e Econômica (Getec)

da Organização das Cooperativas

do Estado do Paraná (Ocepar).

Apesar de o planejamento

de plantio ser realizado com meses

de antecedência, as intempéries

climáticas da safra de verão

têm feito com que produtores recorram

sementes de ciclo curto.

Na área de atuação da

Coamo, a situação é semelhante.

De acordo com Marcelo Sumiya,

gerente de Assistência Técnica, a

maior parte dos produtores também

irá utilizar variedade superprecoce.

“Dentro de um planejamento,

o pessoal tem analisado o

potencial produtivo [da semente]

levando em consideração deficiência

hídrica e temperatura

para dividir o risco. Essa tomada

de decisão, considerando essas

duas características, tem permitido

maior assertividade no pós-

-soja”, destaca. “Produtores que

pegaram uma só variedade terão

mais riscos.”

Janeiro/Fevereiro/2018 REVISTA 49


AGRICULTURA

COBERTURA

Neste jogo de indefinição da safrinha em função

dos atrasos na soja, muitos produtores têm optado

por não plantar o milho. Ou seja, apenas fazer

uma cobertura para garantir a conservação no solo e,

posteriormente, já destinar os esforços para a próxima

temporada de verão.

“Lá no plantio da soja, por conta da seca,

os nossos associados não tiveram movimento de

compra para 100% da área da safra passada. Nossa

redução na safrinha será de 20%. Essa decisão tem

como base os problemas na semeadura de verão e

os preços atuais do cereal”, diz Sumiya, da Coamo.

“Se os produtores pudessem prever os problemas

na colheita, o índice de redução seria ainda maior”,

acrescenta.

Na safra 2016/17, somando as áreas no Paraná,

Mato Grosso do Sul e Santa Catarina, os cooperados

da Coamo semearam 1,2 milhão de hectares de

milho safrinha. Na atual temporada, Santa Catarina

está com uma situação climática mais equilibrada. Por

outro lado, parte do Mato Grosso do Sul encontra-se

na mesma situação do Paraná.

O técnico da maior cooperativa da América

Latina vai além. Há uma parcela dos produtores que

ainda está na dúvida, aguardando os desdobramentos,

principalmente climáticos, das próximas semanas.

“Muitos estão na dúvida se plantam ou não. Se

persistir o clima e não tiver prorrogação do zoneamento

vão desistir. Esse porcentual de 20% ainda

pode aumentar. Produtor conhece bem o seu ofício,

e não vai fazer plantio de área para perder”, aponta.

Até o dia 15 de fevereiro, os produtores ligados

a Coamo tinham colhido apenas 6% da área de

soja. No ano passado, a marca era de 27%. Na regional

Goioerê, são 7% deste ano contra 50% de 2017.

A média histórica para esse mês no município

é de 188 milímetros. A poucos quilômetros dali,

em Palotina, o acumulado no primeiro mês do ano

atingiu 212,8 milímetros, bastante superior à média

histórica de 145 milímetros.

Em Maringá, os pluviômetros marcaram 349

milímetros em janeiro, sendo que a média é de 229

milímetros. Na cidade de Londrina, a situação foi ainda

mais complicada, com 394 milímetros no primeiro

mês do ano, contra 215 milímetros do histórico. Em

Guarapuava, o Simepar registrou 240 milímetros,

quase 50 milímetros acima da média (193).

O clima só deve começar a melhorar no Paraná

a partir de abril. “Massas de ar frio vão conseguir

atingir a região Sul do Brasil em abril e as coisas devem

melhorar”, aponta Rebello.

DOENÇAS

As chuvas em excesso também têm tirado o

sono dos produtores em função das doenças. Com

umidade em abundância, o que forma um ambiente

ideal para proliferação de fungos e bactérias, os índices

no Estado estão acima da média.

De acordo com dados do Consórcio Antiferrugem,

coordenado pela Embrapa Soja, o Estado

contabiliza 109 casos de ferrugem asiática até o

final fevereiro. Na safra 2016/17, o Paraná registrou

78 ocorrências. Na sequência, o Rio Grande do Sula

registra 99 casos, Mato Grosso do Sul 65 e o Mato

Grosso com 51.

Fonte: Boletim Informativo do Sistema Faep

TEMPO CHUVOSO

Janeiro já foi um mês com chuvas acima das

médias históricas. Dados do Sistema Meteorológico

do Paraná (Simepar) mostram que muitas zonas produtoras

no Estado ficaram reféns de São Pedro. Em

Cascavel, na região Oeste, choveu 404,8 milímetros

no acumulado de janeiro, a máxima registrada desde

1998, quando começou a medição.

Diante de um cenário nada confortável, os produtores têm procurado alternativas

para, dentro do possível, realizar uma boa safrinha

50 REVISTA

Janeiro/Fevereiro/2018


DICA DO CAMPO

Aprendendo mais sobre...

A

alcachofra é uma hortaliça para paladares refinados, trazida para o Brasil

pelos italianos. Pertencente à família Asterácea, a mesma da alface,

chicória e girassol, é nativa da região mediterrânea e cultivada como

planta perene. Consome-se o botão floral, formado por um conjunto de escamas

e uma base carnosa de onde saem as escamas. A alcachofra é fonte de vitamina C,

ácido fólico e de sais minerais como magnésio e potássio. Possui poucas calorias.

Necessita de calor para se desenvolver e emitir os brotos, que serão aproveitados

para a formação de novas culturas. Precisa de temperaturas baixas para emitir os

botões florais. As folhas são usadas na indústria farmacêutica e de bebidas. Cultura

adequada para regiões de verão quente e inverno frio sem geadas.

ALCACHOFRA

Mudas: são retiradas de culturas já instaladas. Aparecem ao redor da planta

adulta, após a floração e na época quente.

Preparo da muda: retirar com cuidado, de modo que venha com uma porção

de raízes. Aparar as folhas externas. A muda deve ficar com 15 a 20 cm de altura.

Época do transplantio: março a abril.

Espaçamento: de 2 a 2,5 m entre linhas e 1,5 a 2 m entre plantas.

Adubação: aplicar por planta: 15 a 20 litros de esterco de curral ou 5 litros

de esterco de galinha mais 300 a 4009 de superfosfato simples e 50 a 80 9

de cloreto de potássio. Estes últimos podem ser substituídos por 400 a 500

9 de NPK na formulação 4-14-8.

Transplantio: a muda deve ficar enterrada até a altura das primeiras folhas.

Irrigação: regar diariamente até o pegamento das mudas e, a partir daí,

de 3 em 3 dias.

Adubação em cobertura: aplicar mensalmente até o final da colheita 50

g de sulfato de amônio por planta.

Colheita: cortar os botões florais quando ainda estiverem fechados e com

coloração roxa. A abertura e o esverdeamento indicam que o botão floral

está passando do ponto de colheita. Os botões principais podem ser cortados

com hastes de até 50 cm e os secundários com 20 a 30 cm.

Manutenção da cultura: após a fase de produção dá-se o secamento das

folhas e a morte da planta adulta e começam a aparecer os brotos que são

aproveitados para o plantio de novas áreas. No caso dessas mudas não serem

aproveitadas, deve-se fazer a raleação, deixando as mais desenvolvidas para

a continuação da cultura. Após a raleação faz-se a adubação em cobertura, a

irrigação e os outros tratos culturais indicados para a condução da cultura.

COMO COMPRAR

Há diferentes formas de botões, desde os compridos e pontudos, até aqueles

com extremidade redonda ou quase achatada. Os dois grupos principais

são os de botões verdes e os de botões arroxeados. No presente texto,

somente a alcachofra de botões arroxeados será considerada, por ser o tipo

em geral encontrado no mercado brasileiro. Os botões devem estar bem

fechados, com as escamas bem aderidas e com a tonalidade roxo escuro

na ponta e verde na base. Quando a cor roxa começa a ficar mais clara, as

escamas ficam fibrosas e de baixa qualidade e ocorre o afrouxamento das

mesmas. Evite alcachofras com talos murchos, com áreas machucadas que

se tornam escuras ou com mofo. A alcachofra é muito sensível ao manuseio,

portanto escolha-as com cuidado sem machucá-las.

COMO CONSERVAR

A alcachofra pode ser refrigerada, mantendo a aparência de produto fresco por

até quatro dias, desde que seja acondicionada dentro de sacos de plásticos.

Pode ser guardada até na parte superior da geladeira, pois tolera temperaturas

baixas. Os botões não devem ser lavados antes de colocados na geladeira. Para

congelar a alcachofra lave-as bem, corte o talo rente à base e apare cerca de 2

cm da ponta das escamas. Coloque em vasilha ou saco de plástico e leve ao

congelador. A alcachofra pode ser mantida congelada por até 3 meses.

COMO CONSUMIR

A alcachofra é uma excelente entrada, acompanhada de molhos de queijo,

manteiga ou vinagrete. Serve de recheio, base para molho ou preparo de massas.

É usada como guarnição para acompanhar carne, frango ou peixe. Também

pode ser utilizada como sobremesa. Com uma faca afiada corte o talo próximo

à base, e descarte as pontas das escamas. Até prepará-la, mantenha-a em água

com limão ou vinagre para que não perca a cor natural. As flores bem pequenas

podem ser servidas cozidas inteiras ou cortadas em fatias bem finas. Quando

as flores são maiores, a maneira tradicional de preparo é o cozimento em água

com sal e suco de limão. Este cozimento deve ser feito por cerca de 30 minutos,

ou até que as escamas se soltem com facilidade. Para consumi-la, serve-se a flor

inteira, suga-se a seiva das escamas uma a uma, depois de passá-las no molho

de vinagrete ou outro molho de acordo com a preferência. Depois de tirar todas

as escamas tem-se o fundo ou coração. Esta parte, de textura bastante tenra

também é consumido, da mesma maneira que as escamas, ou seja, com o molho

de sua preferência. O fundo também pode ser usado sozinho, para preparar

diferentes pratos como pastas, massas, acompanhamento de carnes diversas.

Para descongelar a alcachofra deixe-a na parte baixa da geladeira de um dia

para o outro ou por quatro horas à temperatura ambiente, antes do preparo

do prato. Em seguida, cozinhe-a em água fervente com sal e algumas gotas de

limão, com a ponta das escamas para cima.

Fonte: Embrapa Hortaliças

Janeiro/Fevereiro/2018 REVISTA 51


52 REVISTA

Janeiro/Fevereiro/2018


CURSOS SOCIAIS

APRENDIZADO QUE SEMPRE SE RENOVA

O

ano mal começou e os cursos sociais realizados

pela Coamo em parceria com o Serviço

Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo

(Sescoop) já estão a todo vapor. Em 2017

foram mais de 320 cursos e participação de 4,8 mil

pessoas. Para 2018, a promessa é de mais novidades,

com temas inéditos para serem ensinados à cooperadas,

esposas e filhas de cooperados.

Curso de aplique, em Boa Esperança (Centro-Oeste do Paraná)

Flores e fitas, em Boa Ventura de São Roque (Centro-Sul do Paraná)

Culinária a base de mandioca, em Faxinal (Centro-Norte do Paraná)

Receitas light, em Iretama (Centro-Oeste do Paraná)

Receitas integrais, em Juranda (Centro-Oeste do Paraná)

Produtos de limpeza, em Nova Santa Rosa (Oeste do Paraná)

Chocolate artístico, em Pitanga (Centro do Paraná)

Bolachas caseiras, em Reserva (Centro-Norte do Paraná)

Janeiro/Fevereiro/2018 REVISTA 53


Pizza

enrolada

Ingredientes

Massa:

1 xícara de leite

2 ovos

3 colheres (de sopa) de Óleo de Soja Coamo

½ colher (de sopa) de açúcar

1 colher (café) de sal

1 envelope de fermento biológico instantâneo

5 xícaras de Farinha de Trigo Coamo (aproximadamente)

Recheio

Opção 01:

2 xícaras de presunto picado em cubinhos

2 xícaras de mussarela ralada grossa

1 colher (sopa) de orégano

Opção 02:

1 lata de atum escorrido

½ xícara de cebola picada

½ xícara de pimentão picado

½ xícara de azeitonas picadas

1 tomate sem sementes picado

1 colher (sopa) de orégano

Modo de preparo

Misture o fermento em 1 xícara de farinha, acrescente os demais

ingredientes da massa e junte a farinha aos poucos até o ponto de

massa macia de modelar. Deixe descansar por 45 ou 50 minutos

para dobrar de volume, divida a massa em duas partes. Abra com

um rolo e distribua 1 recheio e enrole tipo rocambole. A outra parte

da massa, faça da mesma forma utilizando 2 recheios. Coloque em

uma assadeira retangular untada e polvilhada com farinha e leve

ao forno pré-aquecido médio, asse até dourar.

Para mais receitas acesse:

www.facebook.com/alimentoscoamo

www.alimentoscoamo.com.br

54 REVISTA

Janeiro/Fevereiro/2018

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