portfolio

rural

portfólio

thiago andrello


formação acadêmica

2009 - 2011

2013 - 2018

experiência acadêmica

2013 - 2014

thiago andrello

arquiteto e urbanista

+55 31 99376 7828

thiagoandrello@hotmail.com

ensino médio

Colégio ÁvilaCOC

ensino superior

Escola de Minas

Universidade Federal de Ouro Preto

pesquisa: Paisagens urbanas dos distritos de Ouro Preto

Orientadora: Dra. Sandra Maria Antunes Nogueira

2015 - 2015

2016

2016

2013

2013

2016

2016

2016 - 2017

formação complementar

softwares

extensão: Arquitetura aberta: aprender, diiscutir e

Informar sobre a produção do espaço

orientadora: Ma. Sulamita Fonseca Lino

curso: Lumion

ministrantes: Thiago Andrello e Eduardo Barbosa

local: Núcleo de Projetos/UFOP

curso: Grasshopper

ministrantes: Thiago Andrello e Eduardo Barbosa

local: Núcleo de Projetos/UFOP

oficina: Patologia em edificações . 12h

local: Fundação de Arte de Ouro Preto.

oficina: Parede de Estuque e Tabique . 12h

local: Fundação de Arte de Ouro Preto.

oficina: Arquitetura Paramétrica - Módulo I e II . 120h

ministrante: Me. Rafael Lemieszek

local: Universidade Federal de Ouro Preto

oficina: Práticas Arquitetônicas Populares . 30h

ministrante: Ma. Giselle Oliveira Mascarenhas

local: Universidade Federal de Ouro Preto

centro acadêmico dos estudantes de

arquitetura e urbanismo - CAEAU/UFOP

cargo: presidência

interesses

2014 - 2014

2014 - 2014

2013 - 2014

2014

monitoria: voluntário na disciplina ARQ113 -

Computação Gráfica Aplicada à Arquitetura

Orientador: Me. Maurício Leonard

monitoria: bolsista na disciplina ARQ113 - Computação

Gráfica Aplicada à Arquitetura

Orientador: Me. Maurício Leonard

pró-ativa: criação do banco de dados georreferenciado

do distrito sede de Ouro Preto

orientadoras: Dras. Sandra Maria Antunes e Monique Sanches

seminário: ONβIOMA 1.0.Impressão 3D e design

paramétrico: form finding X form making

local: lab2, Universidade Federal de Ouro Preto

adobe illustrator

adobe photoshop

rhinoceros

grasshopper

sketchup

autocad

revit

lumion

v-ray

qgis

desenhar

aquarela

computador

gatos


[P2] 4-5

[P4] 6-8

[P5] 9-13

[TFG] 14-20

[URBAN21] 21-27

[ARKxSITE] 28-29

[GUIGNARD] 30-34

[OPINIÃO2018] 35-37

[OBJ] 38


[P2]

situado

[thiago andrello e valmir júnior]

[4º período] [ouro preto/mg]

em ouro preto/mg, o produto da disciplina é uma escola de ensino

fundamental e médio, que substituiria a atual, que apesar de atender a

população do bairro são cristóvão, está implantada em uma área de risco

geológico com graves problemas estruturais.


a quadra é um ponto que se

destaca no projeto devido à

forma orgânica. Criada através

do software grasshopper, assim

como sua estrutura de treliças

espaciais, a cobertura difere do

estilo usado no projeto, que usa

apenas de traços ortogonais.

as paredes laterais possuem

vazios irregulares que fazem

ligação com os níveis criados na

calçada, para que ocorra essa

permeabilidade de se ver de fora

o que está acontecendo, sem

necessariamente entrar na

escola.


[P4]

[6º período . ufop] [belo horizonte/mg]

Situado no centro de Belo Horizonte, o edifício possui o objetivo de requalificar uma região que se encontra degradada. O terreno, que possui aproximadamente

3.500m², está inserido em uma via arterial. A Avenida do Contorno é de grande fluxo e por isso, pode ser um fator negativo para o fluxo de pedestres, que já é

pequeno por conta dos poucos usos que geram movimento, como comércio e serviços. Este projeto visa, portanto, privilegiar o pedestre, assim como o

comerciante local. Além disso, um dos grandes problemas dos centros urbanos das médias e grandes cidades brasileiras é o pouco fluxo de pessoas durante o

final de semana. A partir dessa demanda, a diretriz seguida foi o uso esportivo, que é capaz de trazer vida ao projeto e ao entorno, podendo potencializar usos que

visem atender ao público. A ideia é atender também a públicos que não são contemplados comumente, como a natação.


[P5]

[larissa camargo e thiago andrello]

[7º período . ufop] [ouro preto/mg]

situado no Parque Horto dos Contos, em Ouro

Preto/MG, o parque se encontra fechado para

reforma atualmente. Este projeto tem por

objetivo a construção de um equipamento que

permita a revitalização do local, por meio de

poder proporcionar novos usos. Ouro Preto possui

grande potencial para atrair eventos de diversos

portes, como o mimo e festival de inverno, e

muitas vezes tais eventos demandam locais que

permitam atividades ligadas aos eventos, como

exposições temporárias ou apenas espaços

flexíveis que comportem tais usos.


[thiago andrello] [ouro preto/mg]

[TFG][trabalho final de graduação]


Questões relacionadas ao conceito de segurança são frequentemente associadas ao isolamento do objeto para garanti-la. Enquanto equipamento de

grande porte, os campi das universidades públicas brasileiras se situam, em geral, isolados, seja socialmente ou fisicamente. Não diferente, o campus

Morro do Cruzeiro da UFOP também se encontra murado. Junto a isso existe a falta de espaços públicos em Ouro Preto, que é um fato intensificado pela

ocupação e topografia local. Apesar do campus ser um espaço público, ele não é reconhecido como um. Tal não-reconhecimento é potencializado pelo

seu muro, que segrega o campus da população e cria zonas de fronteiras que não são vistas com o devido potencial que possuem.

Este trabalho teve por objetivo estudar os motivos, causas, efeitos e influências que o muro traz tanto para a cidade quanto para as pessoas, além de

ilustrar situações de ocupação de áreas de transição cidade-campus denominadas “zonas de fronteiras”.


[A1]


[A1]


[A2]


[A3]


[A3]

[A4]


[URBAN21]

[eigi okada, heitor prucoli, igino de oliveira, larissa faloni, laura lanna, pedro hastenreiter, raone tomazelli e thiago andrello]

[concurso nacional] [ouro preto/mg] [2016] [orientadora: dra. alice viana]

[menção

honrosa]


[ARKxSITE]

[eduardo barbosa, thiago andrello e wellington spínola]

[concurso internacional] [são martinho do porto/portugal] [2017]


Prezado Sr. Guignard,

Já conhecemos você e frequentamos sua casa aqui nessa inspiradora ladeira da Rua Direita

desde algum tempo. Somos um pouco jovens, de outra geração. Vivemos em um mundo um

pouco diferente do que pertenceu a você. As coisas por aqui mudaram, as ruas estão cheias de

carros, os casarões tiveram alguns retoques, as perigosas pretensões dos modernistas também

chegaram por aqui. Talvez essa cidade já não seja tão calma, talvez faça mais calor à noite e

tenha umas duas estrelas a menos no céu. Talvez o céu também não esteja sempre nas mesmas

cores lindas que você pintou. Fecharam alguns becos, acenderam algumas luzes a mais durante

a noite. Muita coisa mudou.

Mas nem tudo mudou, Guignard. Nós ainda vivemos nessa cidade que tanto o inspirou há algum

tempo, nem tanto assim, atrás. E sabe, acreditamos que a mudança faça parte das paisagens,

acreditamos que o mundo precise de mais arquitetura e mais arte para ser melhor. Acreditamos

que o tempo passe e que muitas coisas são eternas. E nesse contexto, na mesma cidade

diferente que você viveu, nós, enquanto pequeno grupo de estudantes de Arquitetura e

Urbanismo da Universidade fundada nessa cidade que você tanto amou, ousamos nos sentir

inspirados e produzir algumas coisas que andam chamando de arte por aí.

Apesar de diferentes, mestre, nós o admiramos. Nós adoramos sua silenciosa casa. Adoramos

esse refúgio de paz, as cores dos cartões de aniversário que você escreveu, adoramos os retratos

e amamos, amamos muito as paisagens. Como a gente já disse, elas mudaram, mas isso não

necessariamente é ruim, certo? A mudança faz parte, determina novas formas de pensar, novas

correntes, novas sociedades e culturas. As coisas se inter-relacionam. Existe essa Ouro Preto

que é antiga, que é moderna, que é contemporânea. Existe essa mistura de cores, estilos, até de

sotaques. Muitas pessoas vêm do mundo todo visitar essas ruas estreitas, sabe. As influência são

muitas, os recortes ilimitados. Por isso acreditamos na ideia de que a cidade é a mesma e é

diferente. E inspira de forma diferentes, mas às vezes também iguais. Existe algo que nos

aproxima.

[GUIGNARD: OS PASSOS, O ESPAÇO E O TEMPO]

[GUIGNARD]

Museu Casa Guignard

2016

Dar uma volta no passado, mesmo que recente e, acredite, Guignard, o tempo passa realmente

cada vez mais rápido, nos torna mais seguros, mais fortes, nós acreditamos na importância de

trabalhos como os que você desenvolveu. Podemos ultrapassar alguns limites graças à ousadia

de pessoas como você, que ultrapassaram limites anteriores. Estamos mais expostos, talvez

mais subjetivos, talvez mais loucos. Estamos mais frágeis, nossa sociedade talvez faça isso,

vulneráveis. Mas isso nos torna sensíveis, certo? O que seria da sua obra sem tamanha

sensibilidade? Do traço ao ponto. Do verde ao rosa. Da tela ao violão.

Essa introdução, talvez muito delongada, mas também muito sincera, é para fazer um pedido:

gostaríamos de refazer os seus passos, sentar nos mesmos lugares que você sentou, observar as

paisagens dos mesmos ângulos. Gostaríamos de propor esse novo exercício, inspirados em sua

prática e, dispostos a expressar o que conseguimos ver e sentir, retratar essa nova Ouro Preto do

contemporâneo.

Esperamos estar à altura e não decepcioná-lo.

Alunos, admiradores e inspirados:

Ana Laura Neves, Priscila Cristeli, Raone Tomazelli, Roberta Bragança e Thiago Andrello


a exposição

a exposição, que integrou a 14ª Semana de Museus, evento esse em que os museus do Brasíl abrem suas

portas para celebrar o Dia Internacional do Museu (18 de maio), aconteceu no Museu Casa Guignard, em

Ouro Preto/MG. A equipe é fomada por estudantes de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de

Ouro Preto/UFOP. Chamada “Guignard: os passos, o espaço e o tempo”, a exposição tinha por objetivo

refazer a cartilha, chamada Os Passos de Guignard, que é disponibilizada pelo próprio museu, e que fala dos

locais que Guignard costumava frequentar quando ia fazer suas pinturas por Ouro Preto. A ideia foi refazer

seus passos e , a partir de cada local, redesenhar dos mesmos ângulos suas pinturas, retratando a Ouro

Preto contemporânea, que difere da retratada por ele.


[OPINIÃO2018]

O olhar especial dos artistas ouro-pretanos sobre o rico universo estético da

Tropicália. Coletiva de artistas que propõe revisitar a mostra Opinião 65 que

reuniu artistas em torno das reflexões sobre a identidade nacional, a liberdade

e a resistência, unindo várias vertentes artísticas.

07 a 22 de junho de 2018

Museu Casa dos Contos


Vila (des)Aparecida

70x70cm, 2018


[OBJ]

Luminária de concreto feita como forma de aprendizado sobre a técnica.

O desenho acima da base de concreto, de minha autoria, foi feito com nanquin

e aquarela preta, e foi feito sobre Papel Aquarela Montval gramatura 300g/m².


:)

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