Revista Biosfera - 4ª Edição

luca.buffo

Revista do Grupo PET Biologia - UFSCar

Março de 2019

BIOSFERA

Desenho:

Leonardo Assis

BEM VINDO (A),

CALOURO (A)

Entrevistas com alunos e professores

Conheça a Bio UFSCar

Vida em São Carlos

Lugares para visitar e comer em São Carlos

Departamentos e Assistência Estudantil

Oportunidades que a Universidade oferece


A Revista Biosfera

Com intuito de promover um espaço para os

alunos da biologia compartilhar suas ideias,

trabalhos acadêmicos e ter contato com

informações sobre o curso, o PET-Bio

UFSCar possui um projeto semestral, a revista

Biosfera!

A quarta edição da Biosfera tem como público

alvo os calouros e calouras da biologia UFSCar

e buscamos, com muito carinho, inserir

informações relevantes, trazer

entretenimento e divulgar o trabalho dos

estudantes da biologia.

Para as próximas edições, envie seu texto (que

pode ser um trabalho acadêmico, alguma

informação que queira compartilhar com os

colegas de curso, poemas, desenhos, etc) e

ficaremos felizes em publicar!

Email para envio dos textos e dúvidas:

pet.bio.ufscar@gmail.com

1

Atenciosamente,

Comissão Biosfera


2

SOBRE NÓS

O que é o PET?

O Programa de Educação Tutorial (PET) é um programa do

Governo Federal brasileiro de estímulo à Pesquisa, Ensino e

Extensão, no nível de graduação. O Programa é subordinado à

Secretaria de Ensino Superior (SESu) do Ministério da Educação

(MEC).

Nosso grupo PET-Biologia é formado por um tutor,

12 bolsistas e 4 voluntários.


3

Pesquisa

Ensino

Extensão

O QUE FAZEMOS?

Com o objetivo de complementar a formação acadêmica

dos alunos da graduação e contribuir para a formação de

profissionais com alto nível de conhecimento técnico,

científico e social, nosso grupo organiza eventos e

desenvolve projetos baseados na tríade - Ensino,

Pesquisa e Extensão.

Para melhor execurtamos as nossas atividades, nos

dividimos em comissões (subgrupos) de acordo com cada

projeto/evento. Atualmente temos 10 comissões: Bio na

UAC, Calourada, Guia PET, PAPPET, PET-UFSCar,

Pesquisa, Saída de Campo, Seleção, Revista e

Zooenduro.

Em cada edição da nossa Revista, traremos a

descrição de algumas dessas comissões.

Fique atento também ao nosso mural e as nossas

redes sociais para saber mais informações


4

Coletiva

mente

Trilha da Natureza

A Trilha da Natureza é um projeto de extensão fundado pelo

Departamento de Botânica e existe há aproximadamente 26 anos.

Atualmente, o projeto é coordenado pelo Departamento de Apoio à

Educação Ambiental (DeAEA) e possui como principal objetivo fazer

com que tanto a comunidade interna, quanto externa à UFSCar

conheça o fragmento de Cerrado da Universidade. Além das visitas

guiadas, o projeto vem desenvolvendo outros eventos, os quais

buscam relacionar educação ambiental e diversidade cultural com

enfoque na conservação do Cerrado: Yoga, Concurso de Fotografia,

Passeio de Bicicleta, Capoeira, Sarau, Palestras e Minicursos de

Formação. O projeto conta com monitores bolsistas e voluntários,

sendo que a participação voluntariada não exige processo seletivo, basta entrar em contato com a

Trilha da Natureza e frequentar as reuniões do grupo. Membros voluntários são bem vindos durante o

ano todo e todos os participantes recebem certificados de horas complementares!

Associação Atlética da Biologia

A Associação Atlética Acadêmica da Biologia UFSCar é a entidade

responsável por promover e coordenar a parte esportiva do curso,

atuando na realização de treinos e campeonatos com diversas

modalidades esportivas. A AAABio também é responsável pela

integração e interação dos alunos através da organização de festas e

eventos, e trabalha ativamente na semana da calourada, promovendo

a recepção e a integração dos calouros. A Atlética da Biologia também

é responsável por levar a Biologia UFSCar para o maior evento de

jogos universitários da Biologia no Brasil, o INTERBIO, evento anual

que envolve as maiores universidades do Brasil. Dentre os eventos

esportivos, destaca-se o InterDepartamentos que ocorre anualmente e

reune diversos cursos da Universidade e o Passeio Ciclístico no Cerrado, em parceria com a Trilha

da Natureza. A AAABio realiza reuniões semanais, e está aberta para receber calouros e calouras

para agregar na equipe


5

Centro Acadêmico da Biologia

O C.A Bio é a entidade que representa os alunos da Biologia. Há

mais de 30 anos, alunos e alunas se reuniram para formar um grupo

que representasse a biologia como um todo e defendesse nossos

interesses no curso e também do movimento estudantil. Somos

estruturados em autogestão em cima do nosso estatuto, e pautamos

questões em debates para questões sociais, ambientais e políticas,

através de rodas de conversas e intervenções. Além disso, somos

o cordão comunicador entre coordenação/docentes e discentes, sendo

então responsáveis por gerenciar o espaço da Biologia e promover a

articulação dentro do curso com alunos, professores, grupos formados

na biologia, além de articularmos ideias com o DCE da Universidade.

Como uma extensão do Movimento Estudantil, integramos a Entidade Nacional de Estudantes da Biologia,

a qual representa o Movimento Estudantil da Biologia no país. Deixamos o convite a todos e todas virem

colorir nossos dias passando na salinha e dando seu sorriso, e que o convite não fique só na passagem,

mas também na participação. Como autogestão qualquer um que quiser fazer parte do nosso coletivo,

trazendo acréscimos e construções estará somando!

EMA Bio Jr.

A EMA BIO EMPRESA JUNIOR DA BIOLOGIA é uma entidade sem

fins lucrativos que visa a aplicação prática dos conhecimentos teóricos

relativos a formação do profissional Biólogo, e incentivar a capacidade

empreendedora do aluno, dando visão profissional durante a

formação. Uma Empresa Júnior pode , através da orientação de um

professor, desenvolver projetos na área de envolvimento (Biologia)

para aplicação prática da função antes mesmo de se formar, além de

exercer paralelamente seu lado empreendedor.

Semana Acadêmica da Biologia

A Semana Acadêmica da Biologia UFSCar é um evento realizado

anualmente pelos alunos dos cursos de Licenciatura e Bacharelado

em Ciências Biológicas do campus São Carlos, com o apoio e

participação das coordenações dos cursos. Temos como objetivo

proporcionar espaços de discussão e troca de conhecimento entre

estudantes da área de Ciências Biológicas, abrangendo alunos tanto

da própria universidade como alunos de outras instituições de ensino.

De forma que se possa estabelecer uma relação direta entre

estudantes e especialistas através de palestras, minicursos, oficinas,

mesas redondas, filmes e outras atividades que são de grande valor

para a formação dos futuros biólogos. A comissão conta com cerca de

16 pessoas, e a seleção ocorre no começo do ano. O evento da SemaBio geralmente ocorre no segundo

semestre e conta com a participação de todos e todas para engrandecer esse evento lindo.


6

Coletivo do Cerrado

O Coletivo existe desde 2006 e é composto por estudantes de

graduação e pós-graduação, professores e membros da comunidade

da região de São Carlos que atuam voluntariamente. Tem como

objetivo a divulgação de informação e a preservação do cerrado

presente dentro do campus de São Carlos da Universidade Federal de

São Carlos. Somos favoráveis a uma expansão da universidade que

preserve sua riqueza natural. Utilizamos recursos materiais e

imateriais próprios.

Coletivo do Lago

O projeto do Monjolinho (Coletivo do Lago) visa a articulação entre

universidade, comunidade e poder público objetivando a recuperação

do Lago da UFSCar, proporcionando maior qualidade ambiental na

região. Além disso, o projeto se propõe a abordar as problemáticas

ambientais com enfoque na educação ambiental, realizando oficinas,

palestras, rodas de conversa e cines.

Coletivo Bia

O nome BiA surgiu do feminino de Bio(logia). Nos unimos a princípio

para estarmos lado a lado das mulheres da biologia. Fundamos assim,

em Janeiro de 2017, o mais novo coletivo feminista de São Carlos.

O objetivo do BiA é dar visibilidade às mulheres, aos seus espaços,

valorizá-los, facilitar o acesso do público que os procure, buscar apoio,

fomentar redes, discussões e propôr parcerias. Também estamos aqui

para direcionar denúncias a instâncias maiores, para que nenhuma

mulher seja silenciada. Todas nós, mais cedo ou mais tarde, fomos

objetos de - ou pelo menos presenciamos - assédio, discriminação,

silenciamento, entre tantas outras situações a que somos sujeitas

por sermos mulheres. Durante muito tempo, o espaço acadêmico não

nos pertencia e até hoje é preciso disputar essa esfera hegemonicamente masculina. É nesse sentido que

a organização feminista se torna tão imprescindível. A iniciativa da formação do coletivo partiu das

mulheres membros da Atlética da Biologia e do Centro Acadêmico do curso, diante de alguns

acontecimentos que tornaram necessária nossa união.


PET Biologia

O Grupo PET (Programa de Educação Tutorial)

Biologia é um programa financiado pelo MEC e é

composto por um professor tutor, 12 alunos

bolsistas e 4 alunos voluntários. Juntos

promovemos atividades e eventos que visam

preencher lacunas do curso, para que possamos

auxiliar na formação dos graduandos como

biólogos e também atividades para a sociedade

como um todo, como a Bio na UAC e a

Universidade Aberta.

O PET segue três pilares de atuação, o pilar do

ensino, da pesquisa e da extensão, sobre o qual

efetuamos nossas atividades. O PET realiza

duas reuniões semanais e é dividido em frentes e

comissões para a melhor realização do trabalho.

Dentre nossas comissões, destacam-se:

Alcaloses

As alcaloses são seminários realizados pelos

membros do grupo PET. Todo petiano e petiana

realiza uma alcalose por ano, de tema variado e

de escolha do petiano (a). Esses seminários são

abertos ao público e duram no máximo 50

minutos. A ideia é compartilhar conhecimento e

também como uma forma de treinamento para os

membros do grupo para melhorar a desenvoltura,

postura e falas em público. Atente-se na página

do PET para não perder nenhuma alcalose!

Processo Seletivo

O PET realiza cerca de dois processos

seletivos por ano, para preencher as 16 vagas do

grupo, visto que somos uma equipe bastante

rotativa. O processo seletivo do PET dura cerca

de 2 semanas, com datas pré definidas para as

etapas do processo, que consiste em dinâmicas,

apresentações e entrevista. Estamos abertos

para recebê-los, e para participar, basta ficar

atento às datas que serão disponibilizadas no

site e facebook do PET!

7

Saída de Campo

A comissão da Saída de Campo é a maior

responsável por preencher as lacunas do curso

de Biologia. A saída ocorre uma vez por ano, e

os destinos são variados. Possui o objetivo de

apresentar outras áreas de atuação para o

biólogo, assim como transmitir mais

conhecimento e trocar experiências. As saídas

de campo sempre contam com a participação de

um professor e existe a emissão de um

certificado de participação. Fiquem atentos à

nossa próxima saída para garantir sua vaga!

Bio na UAC

A comissão Bio na UAC realiza atividades de

educação ambiental para crianças de até 5 anos

na Unidade de Atendimento a Criança (UAC) da

UFSCar. O intuito do projeto é ensinar ciências

de forma lúdica, desconstruída e divertida,

focando na conscientização e preservação do

meio ambiente. As atividades na UAC acontecem

a cada 15 dias e conta com o apoio das

professoras da unidade. Em 2018 a atividade

focou na realização de hortas e os planos para

2019 são de expandir os horizontes do projeto.

Pappet

O programa de aprimoramento profissional do

PET é um projeto que visa trazer novas

perspectivas para os estudantes da graduação,

por meio de palestras, cursos, minicursos e

visitas técnicas. A comissão traz profissionais de

diversas áreas de atuação, para mostrar um

pouco mais da profissão biólogo e também leva

os graduandos até empresas para conhecer mais

de perto essa área pouco trabalhada na

universidade.


2018

de Campo

Em novembro de 2018, o PET Bio da UFSCar realizou uma saída de campo para a Ilha do Cardoso,

Cananéia e Ilha Comprida. Essa saída contou com 3 dias de muito conhecimento, troca de experiências e

Saída

aprendizado, além de ter proporcionado uma abordagem diferente de ensino e extensão para os alunos do

curso. A saída teve início com a visita à comunidade quilombola do Mandira, onde o grupo foi recepcionado

com um café feito pela comunidade. Depois houve uma introdução histórica do quilombo e em seguida o

grupo foi conhecer o viveiro de ostras, fonte da principal renda da comunidade, onde pôde conhecer o

cultivo e o manejo desses animais, e também experimentar essa iguaria. Ao final do primeiro dia, ocorreu

uma visita até a cachoeira do Mandira que se encontra também na comunidade, onde a equipe descansou.

No dia seguinte, o destino foi a Ilha do Cardoso logo de manhã, e no percurso observou-se a fauna marinha,

em que destacam-se os botos, que nadaram muito próximos das embarcações. O percurso todo foi guiado

por dois monitores, que explicaram sobre nomenclatura, influência do homem nesse ecossistema,

importância da sua conservação e do seu conhecimento. Já na Ilha do Cardoso, o grupo conheceu os

diferentes ecossistemas presentes ali, e o processo de sucessão desde a área de restinga, até o interior da

Mata Atlântica. Dentro desse contexto, ocorreu a visita ao manguezal, bençário da vida marinha e fonte de

matéria orgânica, que necessita nossa atenção e esforço para preservação. Ao final do dia, ocorreu um luau

na praia, regado a comida boa e muito forró.

No terceiro dia, o grupo visitou a Ilha

Comprida, e lá pôde conhecer o sambaqui, que

são morros feitos por deposição de conchas

durante séculos. Além disso, houve também

uma apresentação do centro histórico de

Cananéia, o primeiro município do Brasil, local

de muita história. Após um passeio pela cidade,

todos voltaram ao hotel, onde a viagem foi

finalizada.

Durante todas as atividades, a professora

Dra. Lívia Maria Fusari acompanhou os alunos e

alunas, dando total suporte aos estudantes. Por

esse motivo, o PET gostaria de agradecer mais

uma vez a professora, e a todos os

participantes, que engrandeceram a viagem e

fizeram a saída de campo ser incrível.

O PET já deixa o convite para a Saída de

Campo de 2019, com local ainda a ser

divulgado, ressaltando a importância de ter essa

vivência durante a formação como biólogo.

Pra ver um pouquinho mais como foi essa

saída, confira o vídeo da viagem disponível no

canal do PET no YouTube pelo link abaixo e

fique por dentro das redes sociais, para não

perder nenhuma novidade do grupo.

www.youtube.com/watch?v=U-OWmgcM17I&t=521s

8

Foto: Letícia Keller

Foto: Letícia Keller


2018

Alcaloses

Alcaloses são apresentações realizadas a cada 15 dias pelos integrantes do grupo PET. Os

temas das alcaloses são variados e de escolha do próprio petiano ou petiana. Essas

apresentações acontecem sempre de quarta-feira, das 13 às 13:50 e tem como objetivo a

disseminação de conhecimento e aprimoramento, desenvoltura e técnica de apresentação dos

membros do grupo. Abaixo, algumas das alcaloses que aconteceram no último ano:

Aves: Diversidade e Curiosidades

Alcalose apresentada pelo petiano Luca, trouxe

de forma interativa curiosidades sobre diversas

aves da nossa fauna, uma abordagem sobre o

cerol e a importância da conservação.

Dieta Baseada em Plantas

Alcalose apresentada pela petiana Julia, trouxe

para discussão as dietas baseadas em plantas,

evitando o consumo de carne, apresentando

soluções para as problemáticas envolvidas.

Ecologia do movimento e migração

Alcalose apresentada pelo petiano Rodrigo,

trouxe de forma didática os conceitos de migração e

suas extensões, baseando-se em artigos científicos

atuais.

Ilha Anchieta

Alcalose apresentada pelo petiano Lucas, trouxe

a história da Ilha Anchieta, abordou unidades de

conservação e ainda falou sobre voluntariados.

Setembro Amarelo

Alcalose apresentada pelo petiano Bruno, trouxe

como tema o Setembro Amarelo, um mês dedicado

à saúde mental, à ajuda ao próximo e à prevenção

do suicídio.

Anuros: desconstruindo mitos

Alcalose apresentada pela petiana Nilmara,

trouxe uma conversa sobre anuros, reforçando sua

paixão por esses animais, apresentando

curiosidades e desconstruindo mitos.

Gigantes do mar

Alcalose apresentada pela petiana Belle trouxe

uma apresentação sobre as baleias, ressaltando

algumas características como a dança das baleias e

o acasalamento.

9

Quem é você?

Alcalose apresentada pela petiana Gabriela,

trouxe de forma filosófica um questionamento sobre

quem somos, qual nosso papel e quais as coisas

importantes na nossa vida.

Uma conversa sobre cotas

Alcalose apresentada pela petiana Bárbara,

trouxe para discussão as políticas assistencialistas,

que foram debatidas de forma bastante

engrandecedra.

Plantas Alimentícias não convencionais

Alcalose apresentada pela petiana Ana Beatriz,

trouxe para o conhecimento de todos as PANCs,

apresentando formas de preparo, dicas e ainda

ocorreu uma degustação deliciosa.

Mundo dos Games

Alcalose apresentada pela petiana Karina, trouxe

uma abordagem diferente sobre a evolução dos

games, alguns questionamentos e a extensão do

mundo virtual..

Do meme ao meme

Alcalose apresentada pelo petiano Gabriel,

trouxe uma relação do meme criado por Richard

Dawkins em comparação com os memes atuais que

circulam a internet.

Um cérebro bilíngue

Alcalose apresentada pela petiana Lida, trouxe

conceitos fisiológicos e literários, apresentando

características do cérebro e seu funcionamento na

linguagem.

Seleção natural e teleologia cósmica

Alcalose apresentada pelo petiano Júlio, trouxe

uma discussão filosófica sobre a criatividade da

seleção natural em resposta à teleologia cósmica.


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PAPPET

Programa de Aprimoramento Profissional do PET

O Programa de Aprimoramento Profissional do PET tem o intuito de

realizar cursos, minicursos, palestras, visitas técnicas e feira de profissões

para mostrar para o estudante de Biologia as diversas áreas que o curso

abrange, além de tentar preencher lacunas do curso, formando biólogos mais

completos. Dentre as atividades realizadas pelo PAPPET em anos anteriores,

destacam-se:

Minicurso de Anatomia

O minicurso de anatomia possibilita o contato com uma área que não possuímos nas disciplinas

obrigatórias do nosso curso. Os cursos já ofertados de anatomia foram de 2 dias de duração, sendo o

primeiro teórico e o segundo prático, e os temas focados foram diversos, incluindo sistema

respiratório, reprodutor e digestivo.

Minicurso de R

O minicurso de R foi ofertado pela primeira vez no ano passado pelo professor Marco Batalha.

Esse curso possibilita o entendimento maior dessa ferramenta bastante utilizada nos laboratórios

de biologia, principalmente para análise de dados. Esse minicurso teve a duração de um dia e tem o

objetivo de facilitar o trabalho para discentes, mestrandos e doutorandos que fazem essas análises.

Minicurso de Resina

O minicurso de resina foi ofertado pela primeira vez no ano passado e devido ao seu sucesso,

teve sua segunda edição na calourada deste ano. O minicurso possui uma introdução teórica e depois

uma parte prática em um segundo momento. Os materiais fixados em resina são trazidos pelos

próprios participantes, que podem levar o trabalho final para casa.

Visita técnica à EMBRAPA

Parte do projeto de profissionalização oferecido pelo PAPPET, as visitas técnicas tem como

objetivo levar os alunos e alunas da graduação para conhecer áreas de trabalho para biólogos, nem

sempre muito explícitas durante a graduação. Além da visita técnica à EMBRAPA, o projeto já trouxe

também profissionais biólogos que trabalham em empresas para a realização de palestras e bate

papo para solucionar algumas dúvidas, como foi o caso da Laís, que trabalha com Microbiologia na

empresa Faber Castel Cosmetics.


Você sabia da

LUTA estratégica

das libélulas?

Em riachos ensolarados, próximo à

margem em regiões de cerrado, é possível

observar libélulas vermelhas voando uma ao

redor da outra. Essas libélulas são machos

da espécie Mnesarete pudica e eles se

exibem para as fêmeas ou disputam o

território com outros machos, para garantir

um ambiente satisfatório para que as fêmeas

botem ovos. Já se sabia que o vermelho nas

asas é o responsável pelo sucesso dessas

libélulas, e então o professor Rhainer

resolveu pesquisar um pouco mais a fundo

para responder a questão: eles são capazes

de enxergar e avaliar isso?

O professor, após observar o confronto

dos machos no seu ambiente natural e

também fazer análises detalhadas da

coloração das asas, verificou que as libélulas

não apenas avaliam e estimam os atributos

de seus oponentes, como também os seus

próprios, e analisam tudo em uma mesma

equação. Segundo o professor, os machos

fracos não se aventuram nas prolongadas

sessões de voos que demonstram força. Em

vez disso, partem logo para a agressão.

Os machos fortes, por sua vez,

ponderam mais a situação. Se estão diante

de um oponente visivelmente fraco, resolvem

o assunto com perseguições e ameaças

diretas. Se o rival está mais à sua altura,

esses machos adotam as demonstrações em

voo que exigem um investimento maior de

energia. Esses confrontos podem durar

horas, até que um deles desista.

Os pesquisadores pintaram asas de

alguns machos com caneta hidrocor, de

maneira a aumentar tanto a intensidade do

vermelho como o tamanho da mancha.

Esses foram vistos pelos adversários

como mais fortes, alterando a estratégia

adotada pelos oponentes.

Esses experimentos do professor Rhainer

abrem uma janela sobre aspectos intrigantes

que também podem valer para outras

espécies, como a sugestão de que o

comportamento que essas libélulas adotam

revela que animais com um cérebro simples

podem ter um sistema complexo de tomada

de decisão.

Rhainer Guillermo Nascimento Ferreira

Atualmente é professor titular da Universidade Federal de São

Carlos. Tem experiência em Zoologia e Ecologia, atuando nas

seguintes áreas: comportamento animal, seleção sexual,

taxonomia, interações ecológicas, conservação e morfologia

funcional.

11


R. Sou professor do Departamento de

12

R. O investimento em pesquisa varia ao longo do

ENTREVISTANDO O PROFESSOR

PROF. DR. DOUGLAS VERRANGIA CORRÊA DA SILVA

É graduado em Bacharelado e Licenciatura em Ciências Biológicas

pela Universidade Federal de São Carlos (2000), Mestre (2004) em

Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da

Universidade Federal de São Carlos e Doutor em Educação pelo

PPGE-UFSCar com estágio doutoral na City University of New York

(CUNY) (2009). É consultor da UNESCO na área Relações

Etnicorraciais e recentemente finalizou estágio pós-doutoral na

Universidade Autônoma de Barcelona. Atualmente é professor

adjunto do Dep. de Metodologia de Ensino (DME) da UFSCar.

BIOSFESRA. Ha quanto tempo você trabalha como

docente da UFSCar?

R. Faz 10 anos. Fui contratado como professor

BIOSFESRA. Você já sentiu que a sua atuação como

profissional foi prejudicada pelo investimento escasso

em pesquisa?

efetivo em fevereiro de 2009, mas já era professor da

universidade como substituto um ano antes, e já

tempo, e é desproporcional entre áreas do

conhecimento. As diversas áreas têm demandas

tinha sido substituto há 2 anos antes, então, minha

BIOSFESRA. Nos fale um pouco mais sobre sua pesquisa.

são distribuídos pelo governo ou pelas agências de

diferentes por recursos, e há o balanço de como eles

primeira experiência como professor foi em 2003.

fomento, que não é equitativo. Por exemplo, muitas

pesquisas em engenharia de materiais necessitam

Metodologia de Ensino (DME). Faço parte de um

de equipamentos que não sejam antigos, obsoletos,

para que os estudos possam ser adequados e

grupo de pesquisa do CNPq, sobre formação de

professores no contexto de Ciência, Tecnologia e

contemporâneos. Assim, há uma demanda grande

por recursos e pela manutenção deles. Na área da

Sociedade. A minha linha, especificamente, tem a

ver com Cultura e Ciências. Eu e a professora

Educação a demanda também existe, mas é de

outro caráter, tendo a ver com outros usos de

Carolina de Souza, que também faz parte do grupo,

tentamos entender as implicações das diferentes

recursos, como: pagamento de serviços, bolsas,

investimento em infraestrutura para formação de

identidades e da cultura, num sentido mais amplo,

no processo de ensino e aprendizagem de Ciências,

grupos, entre outras. Sentimos menos ao longo do

tempo porque sempre tivemos menos recursos,

focando na Biologia, no meu caso, e na Física, no

dela. Tentamos entender essas inter-relações entre

porque sempre teve essa concepção de que

algumas áreas precisam de equipamento, outras

conhecimento científico sociedade, os impactos da

Ciência na sociedade –por exemplo, como ela

não, então “não precisa de nada”.

Quando há menos dinheiro disponível, temos

transforma conceitos em práticas sociais ou em

formas de orientação da vida cotidiana – e, ao

menos possibilidades de bolsas, de financiamento

universal ou específico. Então sentimos quando, por

mesmo tempo, como a sociedade influencia na

produção de conhecimentos científicos . Nós

exemplo, você submete um projeto e ele é negado.

Quanto menos dinheiro tem para investimento em

pensamos nas implicações desse fluxo Ciência-

Sociedade para a Educação.

Ciência e Tecnologia, mais as áreas com menos


R. A Educação é o processo pelo qual a

13

R. Gosto da ideia [da questão], “para ser

A função da Educação é, em termos mais amplos, a

recursos são impactadas, com menos financiamento

de projetos, menos bolsas disponíveis. Então, sim, eu

transmissão da cultura.

Tem, também, a educação institucional, formal,

já tive projetos que não foram financiados, e a única

justificativa foi a falta de recursos disponíveis, para

que compreende todas as instituições educativas,

como escolas e universidades, sobre as quais há

aquela linha de pesquisa, naquele momento. Então,

tem muito a ver também com a direção dessas

diferentes visões acerca de sua função social. A

educação escolar básica, que é onde estudamos do

agencias, o que elas querem financiar em um

determinado momento, ou outro.

primeiro ano até o final do ensino médio tem, no

Brasil, como função social o preparo para a

É mais complexo do que isso, não é

simplesmente parece que hoje tem menos dinheiro

cidadania, para o trabalho e a preparação para

estudos posteriores, segundo a Constituição.

que no passado, porque hoje, ou até ano passado,

tinha bem mais dinheiro que num passado mais

É uma questão difícil, não tenho uma visão

pessoal única. Existem sistemas educacionais

distante, proporcionalmente talvez não, mas em

termos absolutos tem muito mais. Ao mesmo tempo

públicos, privados, então, talvez, o interessante dessa

questão seja pensar que é importante que a

tem muito mais gente trabalhando, então aumenta

a competição pra acessar os recursos.

sociedade discuta isso, não seja algo simplesmente

dado por uma lei num papel que as pessoas não

Recentemente, ano passado, tivemos sim, um corte

de recursos considerável. Então, os recursos variam

compreendem bem. Talvez essa seja a questão mais

importante, que a sociedade não pare de analisar

muito de acordo com a conjuntura políticaeconômica.

Vivemos, desde 2004/2005, um avanço

que a função social da educação formal tem que ser

todo dia revista, pensada, e se as instituições estão

muito grande, o maior da história desta

universidade, depois de sua criação nos anos 70.

efetivamente correspondendo a essa função social,

se tem recursos para isso, se dão condições para

vivemos um momento de muitas incertezas.

Porém,

BIOSFESRA. Você diria que esse é um futuro incerto?

seus profissionais cumprirem com seus papéis

R. Totalmente. O orçamento da universidade (de

custeio, por exemplo) foi reduzido em 40%. São só

conjecturas, não dá pra ter certeza, mas se olhar

BIOSFESRA. Quais dicas você daria para quem se

interessa em ser futuros/as educadores/as?

adequadamente.

para um panorama geral de investimentos em

educador”. Mas, ao mesmo tempo, isso pode ser

Ciência e Tecnologia no Brasil, ele faz parte do

orçamento que foi congelado pelos próximos 20

interpretado de formas diferentes. Talvez

pudéssemos considerar, de uma forma mais ampla,

anos, então, é difícil imaginar que vai haver aumento

no investimento na Universidade se congelaram

que todas as pessoas são educadoras, porque

educam seus filhos, seus irmãos, seus amigos, por

todo gasto social, inclusive relacionado à Educação,

Saúde, Pesquisa, etc. É incerto, mas o panorama não

meio do processo de educação não formal. Mas, no

que diz respeito aos profissionais da educação, os

é muito favorável, a menos que isso seja mudado,

BIOSFESRA. Na sua concepção qual a relevância social

da educação?

desvalorização social muito intenso. Na mídia, na

própria representação social sobre essa função e

professores, eles vem sofrendo um processo de

que a sociedade se mobilize para exigir que mude.

também no que diz respeito aos salários e condições

humanidade se perpetua enquanto ser social. Tem a

de trabalho.

Então, uma dica seria que ser docente não é algo

perpetuação biológica, reprodutiva, e a reprodução

da cultura, que nos faz sermos humanos. E a

em que você deveria “cair de paraquedas”, mas sim

algo para o qual você se profissionaliza da melhor

Educação é a forma pela qual a cultura é transmitida

forma possível, com uma visão crítica sobre a

de uma geração para outra, então, a humanidade é

profissão, entendendo a fundo como ela é.

completamente dependente dos processos

Esse é um ponto de vista pessoal, porque vejo que

educativos desde sempre, desde que a cultura foi

quando alguém estuda para outra profissão, mas

nos transformando em seres biológicos e sociais.

não arruma emprego naquela área e, então,


R. É necessário observar as várias dimensões em

14

Tínhamos 2 campi, aqui e em Araras, a

vai ser professor, em geral é mal preparado do ponto

de vista técnico, científico e do ponto de vista político

universidade praticamente não funcionada em

período noturno, e ampliou tudo isso

também, acerca da profissão e do trabalho.

Professores indevidamente preparados não sabem se

radicalmente a partir dos anos 2000, e a expansão

organizar, ou como acessar a profissão, resultando em

mesmo em 2009. A universidade melhorou

inícios de carreira precários, em que não s escolhe bem

bastante, também, com relação ao acesso e

o tipo de escola e sistema em que vão trabalhar e

permanência dos estudantes, que sempre foi uma

como ingressarão nas escolas, carga de aulas, etc.

questão delicada. Um pouco antes de eu chegar

Creio que é importante se profissionalizar,

aqui, em 1994, fez-se uma pesquisa para saber o

entendendo que ser professor não é só “dar aula”, mas

perfil de estudantes da universidade, era mais ou

sim ser um profissional com conhecimento técnico,

científico, político e administrativo, acerca de uma

menos 70% de estudantes oriundos de escolas

públicas. Quando se faz de novo essa análise, em

profissão extremamente complexa. Há muito

2004, percebeu-se que isso havia invertido. Então,

conhecimento sobre isso, e os cursos de licenciatura

tratam disso.

a universidade se comprometeu com essa

questão, de pensar o acesso e permanência. Para

Outra dica é que essa profissão, como qualquer

outra no Brasil, depende, de uma forma mais ampla,

vocês terem uma ideia, em 97, 98, era uma

proporção de 0,7% de estudantes negros. Isso é

de como a sociedade se organiza. Ser professor

também depende das condições de trabalho e essas

um aspecto que avançou bastante. Ainda não

corresponde a estrutura da sociedade, mas hoje

questões não são resolvidas individualmente. O

profissional tem escolhas, e isso é importante no

chega a 25%.

Durante minha graduação, houve um processo

desenvolvimento da carreira, mas as condições de

trabalho que estão dadas só podem ser resolvidas de

de greves consecutivas, porque havia um projeto

claro de precarização e privatização da

forma coletiva, com organização social. Temos que

entender que precisamos pensar mais coletivamente

universidade, que essas greves ajudaram a barrar.

sobre o trabalho e emprego no nosso país, e esse é um

Eu vivenciei isso. Alguns colegas achavam ruim,

ponto fundamental sobre ser professor.

BIOSFESRA. Na sua opinião, o que mudou na graduação

desde a época em que você era discente?

outro ano mais 3 meses de greve”, só que isso foi o

que garantiu que a universidade chegasse ao

que não tinha aula: “nossa, 3 meses de greve, no

período dos anos 2000, que foi um período muito

benéfico. Essa é outra mudança: as greves

que isso aconteceu. Quando eu vim para São Carlos,

diminuíram muito, resultado desse período de

era uma piada recorrente que a universidade não

maior recurso disponível.

tinha papel higiênico. Então, a universidade sempre

Tenho uma visão positiva sobre o passar do

teve recursos muito escassos para custeio, a

tempo na UFSCar. Já tivemos momentos muito

estrutura geral, de manutenção, era muito precária,

graves, como de uma emenda constitucional que

vocês nem imaginam como, e eu analiso que teve

atrelava o orçamento da universidade a

uma melhoria considerável em termos da

manutenção e custeio da universidade, de quando

financiamento externo. Não foi aprovado, mas já

tivemos ameaças bastante concretas em relação à

vim para cá até hoje.

Outra dimensão é que a estrutura física e o

soberania e autonomia da universidade, que

também não foram concretizados. Esses projetos

investimento tiveram avanço significativo. Em

termos de área construída, deve ter ampliado uns

vivem rondando a universidade, assim como a

falta de recursos também. Por fim, considero que

40% só no campus São Carlos, mas a universidade

criou também mais dois campi. Ampliou muito a

avançamos em áreas muito importantes, como

favorecendo a diversidade da sociedade na

estrutura da universidade. Ao longo do tempo, teve

uma ampliação significativa no número de vagas, na

universidade. Cabe a nós continuarmos lutando

por uma Universidade Pública, Gratuita e de

contratação de professores. Foram bastante

positivos, esses 23 anos, a base de muita luta.

Qualidade para todos.


15

Conheça as linhas de

pesquisa da

biolo gia

DEBE - Departamento

de Ecologia e Biologia

Evolutiva

Angélica M. P. Martins Dias

Linha de pesquisa: biotaxonomia de hymenoptera

parasitoides neotropicais

Contato: angelica@ufscar.br

Odete Rocha

Linha de pesquisa: Ecotoxicologia

Contato: doro@power.ufscar.br

Mirna H. R. Seleghim

Linha de pesquisa: Ecologia de microrganismos

aquáticos e terrestres e taxonomia de

protozoários

Contato: seleghim@uol.com.br

Marcelo Adorna Fernandes

Linha de pesquisa: Paleoicnologia, Paleoecologia

e Geoecologia

Contato: marcelicno@yahoo.com.br

Manoel M. Dias Filho

Linha de pesquisa: Aves neotropicais

Contato: manoelmd@power.ufscar.br

Maria Elina Bichuette

Linha de pesquisa: Biologia subterrânea, com

enfoque em estudos sobre a fauna subterrânea

brasileira

Contato: lina.cave@gmail.com

DME - Departamento

de Metodologia de

Ensino

O Departamento de Metodologia de Ensino tem como

objetivo produzir, analisar, sistematizar, divulgar, e

compartilhar saberes, no âmbito da formação de

professores e outros agentes da educação, que

fundamentem e/ou contribuam para a compreensão e o

aprimoramento dos processos educacionais.

Denise Freitas

Linha de pesquisa: Ensino de Ciências e Ensino de

Biologia; Formação de Professores; Ambientalização

curricular e Educação Alimentar e Educação.

Contato: dfreitas2011@gmail.com

Douglas Verrangia

Linha de pesquisa: O Ensino de Ciências e Biologia e as

relações sociais; Projeto de vida e escolarização de

jovens.

Contato: douglasverrangia@gmail.com

Juliana Rink

Linha de pesquisa: Ensino de Biologia; Ensino de

Ciências; Formação de Professores; Educação

Ambiental.

Contato: julirink@gmail.com


DCF - Departamento

de Ciências

Fisiológicas

Lab. de Bioquímica e Biologia Molecular

Pesquisa relacionada às funções da matriz

extracelular sobre envelhecimento, exercício e

microambiente tumoral.

Heloisa Sobreiro Selistre de Araújo

Contato: hsaraujo@ufscar.br

Lab. de Farmacologia Cardiovascular

Pesquisa estratégias farmacológicas e não

farmacológicas para o tratamento de doenças do

sistema cardiovascular

Gerson Jhonatan Rodrigues

Contato: gerson@ufscar.br

Lab. de Zoofisiologia e Bioquímica

Comparativa - LZBC

Desenvolvimento de investigações complexas

com o monitoramento de múltiplas variáveis do

sistema cardiovascular, do sistema respiratório e

do metabolismo de uma variedade de grupos de

vertebrados.

Cléo Alcântara da Costa Leite

Contato: Cleo.leite@gmail.com

Francisco Tadeu Rantin

Contato: frantin@ufscar.br

Diana Amaral Monteiro

Contato: dianamonteiro@ufscar.br

DHB - Departamento

de Hidrobiologia

Lab. de Fisiologia do Exercício

Fisiologia do Exercício Humana; do Exercício

Celular e Molecular; do Exercício & Bioenergética

Mitocondrial; Biofísica e Fisiologia Muscular.

Gliberto Eiji Shiguemoto

Contato: gileiji@gmail.com

Roberto Márcio Machado Verzola

Contato: rmmverzola@ufscar.br

Sérgio Eduardo de Andrade Perez

Contato: seaperez@ufscar.br

Vilmar Baldissera

Contato: vilmarb@ufscar.br

Lab. de Neuroendocrinologia

Propriedades e efeitos fisiológicos da melatonina

em modelo humano e animal; Consequências do

déficit de estrógenos; Efeitos da modulação do

balanço energético sobre o metabolismo

intermediário.

Wladimir Rafael Beck

Contato: beckwr@ufscar.br

16

Alberto Carvalho Peret

Dinâmica de população de peixes

Contato: peret@power.ufscar.br

Dalva Maria da Silva Matos

Ecologia e conservação

Contato: dmatos@power.ufscar.br

Evelise Nunes Fragoso de Moura

Ecologia aquática e dinâmica de populações de

peixes

Contato: evelise.fragoso@gmail.com

Hugo Sarmento

Biodiversidade e ecologia de microrganismos

aquáticos

Contato: hsarmento@ufscar.br

Irineu Bianchini Jr.

Macrófitas aquáticas, substâncias húmicas, ciclo

do carbono, ecossistemas aquáticos, matéria

orgânica e detritos

Contato: irineu@power.ufscar.br


17

Jane Eyre Gabriel

Bioinformática

José Roberto Verani

Aquicultura e dinâmica de população de peixes

Contato: verani@power.ufscar.br

Lívia Maria Fusari

Biologia de insetos aquáticos

Contato: liviafusari@ufscar.br

Marcela Bianchessi da Cunha Santino

Limnologia

Contato: cunha_santino@ufscar.br

Maria da Graça Melão

Ecotoxicologia, ecologia do zooplâncton,

biodiversidade, ecofisiologia de organismos de

água doce

Contato: dmgm@power.ufscar.br

Rhainer Guillermo Ferreira

Comportamento animal, seleção sexual,

taxonomia, interações ecológicas, conservação e

morfologia funcional

Contato: rhainer@ufscar.br.

Patrícia Cristina Vizzotto

Citogenética e Biologia Molecular

Contato: pcvissotto@yahoo.com

Reinaldo José de Castro

Ecologia de peixes de água doce

Contato: reinaldocastro@ufscar.br

DGE - Departamento

de Genética e

Evolução

Flávio Henrique Silva

Biotecnologia Molecular e Estrutural

Contato: dfhs@ufscar.br

Anderson Ferreira Cunha

Genética de Leveduras; Genética de Células

Vermelhas e Doenças Eritrocitárias

Contato: anderf@ufscar.br

Reinaldo Alves de Brito

Arquitetura Genética de Caracteres Complexos;

Estudo de Marcadores Genéticos em Espécies

Nativas Brasileiras; Genética da Conservação

Contato: brito@ufscar.br

Maria Teresa Marques Novo Mansur

Aplicação da Análise Proteômica para fins

biotecnológicos

Contato: marinovo@ufscar.br

Orlando Moreira Filho

Citogenética Básica e Molecular e Evolução de

Peixes

Contato: omfilho@ufscar.br

Iran Malavazi

Biologia Molecular e Celular de Fungos

Filamentosos

Contato: imalavazi@ufscar.br

Marcelo de Bello Cioffi

Origem e evolução de cromossomos Sexuais;

Evolução Cromossômica e Biogeografia de Peixes

de Água Doce

Contato: mbcioffi@ufscar.br

Maria Cristina da Silva Pranchevicius

Análise molecular e genética da virulência e dos

perfis de resistência de microrganismos, para o

desenvolvimento de métodos diagnósticos e

terapêuticos

Contato: mcspranc@gmail.com


Marco Antonio Del Lama

Dispersão sexo-assimétrica e estrutura genética das

populações de abelhas e vespas

Contato: dmdl@ufscar.br

Felipe Roberti Teixeira

Caracterização funcional da E3 ubiquitina ligase

SCF(Fbxo7/PARK15);

Contato: felipebqi@gmail.com

Ricardo Carneiro Borra

Estudo da resposta imunológica e inflamatória

associada às doenças do Sistema Estomatognático

Contato: rcborra@gmail.com

Lisandra Marques G. Borges

Grupo de Bioquímica e Biofísica de Proteínas; Grupo

de Bioquímica de Proteínas

Contato: lisandramgava@gmail.com

Francis de Morais F. Nunes

Genética de Sistemas; Genética do Desenvolvimento;

Análise de Genes e Genômica;Transcriptoma; RNAs

não-codificadores

Contato: francis.nunes@ufscar.br

Andrea S. da C. Fuentes

Expressão heteróloga de proteínas de interesse

biotecnológico; Genética Molecular de plantas

produção de plantas transgênicas resistente a insetos

Contato: andreasc@ufscar.br

Pedro Galetti

Genética Evolutiva; Genética da Conservação

Contato: galettip@ufscar.br

Marcos Roberto Chiaratti

Genética Citoplasmática; Herança Mitocondrial;

Biotecnologia Animal

Contato: chiarattimr@gmail.com

Andréa Cristina Peripato

Bases Genéticas e Epigenéticas do Cuidado Materno;

Genética de Caracteres Complexos; Genética de

Comportamento; Ensino em Genética.

Contato: peripato@gmail.com / peripato@ufscar.br

Patrícia D. de Freitas

Genética e Evolução, conservação e aquicultura

Contato: patdf@ufscar.br

18

DMP - Departamento

de Morfologia e

Patologia

O DMP possue linhas de pesquisa em patógenos

de veiculação hídrica, epidemiologia de infecções

e infestações parasitárias, imunopatologia das

infecções, modulação da resposta biológica,

isolamento, cultivo, identificação e ação de drogas

sobre microrganismos de interesse médico e

sanitário, morfologia das mucosas bucais,

aparelho locomotor, sistema reprodutor sob

alcoolismo crônico experimental.

Clovis Wesley O. de Souza

Contato: clovis@ufscar.br

Cristina Paiva de Sousa

Contato: prokarya@ufscar.br

Fábio Gonçalves Pinto

Contato: fgpinto@ufscar.br

Fernanda de Freitas Aníbal

Contato: ffanibal@ufscar.br

Karina Nogueira Zambone Pinto

Contato: karina@ufscar.br

Luiz Fernando Takase

Contato: ltakase@ufscar.br

Maíra Aparecida Stefanini

Contato: stefanin@ufscar.br

Marcelo Martinez

Contato: martinez@ufscar.br

Maria José Salete Viotto

Contato: viotto@ufscar.br

Paulo Teixeira Lacava

Contato: ptlacava@ufscar.br


19

DCAM -

Departamento de

Ciências Ambientais

DB - Departamento

de Botânica

O DCAM tem os seguintes grupos de pesquisa:

Novos Direitos

Líder: Prof. Dr. Celso Maran de Oliveira

Contato: celmaran@gmail.com

Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação

Ambiental (GEPEA)

Líder: Profa. Dra. Haydée Torres de Oliveira

Sustentabilidade e Gestão Ambiental (SUSTENTA)

Líder: Prof. Dr. Frederico Yuri Hanai

Contato: fredyuri@ufscar.br

Ecologia de Ecossistemas Ripários

Líderes: Prof. Dr. Marcel Okamoto Tanaka e Profa.

Andréa Lúcia Teixeira de Souza

Contato: : marcel@ufscar.br

altdesouza@gmail.com

GEOSUS - Geotecnologias, meio ambiente e

sustentabilidade

Líderes: Prof. Dr. Luiz Eduardo Moschini e Prof. Dr.

Vandoir Bourscheidt

Contato: lemoschini@ufscar.br

vandoir@gmail.com

Marco Antônio Batalha

Ecologia de comunidades vegetais, florística,

fitossociologia e fenologia.

Contato: marcobat@fastmail.fm

Inessa Bagatin

Ecologia de protozoários

Contato: inessalacativa@gmail.com

Ana Teresa Lombardi

Ecofisiologia de microalgas e química ambiental

Contato: anateresalombardi@gmail.com

Marcos Arduin

Anatomia vegetal

Contato: darduin@ufscar.br

Leonardo Maurici Borges

Taxonomia e evolução de Mimosa L.

Contato: aquitemcaqui@gmail.com

Carlos Henrique Britto de Assis Prado

Ecofisiologia e fisiologia vegetal

Contato: kiq.prado@gmail.com

DCAm

DB

DMP

DEBE

DGE

CCBS DHb DCF


20

Life in

Plastic

it's NOT FANTASTIC

Texto adaptado da Revista QG de Portugal

As imagens que retratam a quantidade de

plástico que existe no oceano chocam, mas

também nos faz refletir que o lixo que descartamos

pode viajar quilometros a nado, e se juntar ao lixo

de tantas outras pessoas, de tantos lugares do

mundo.

A National Geographic dá inúmeros exemplos,

como por exemplo a Ilha Henderson, no meio do

pacífico, que apesar de desabitada, conta com 19

toneladas de lixo, misturado na sua areia branca.

Mas como essa grande quantidade de lixo chegou

até lá?

Todo lixo que descartamos incorretamente

acabam poluindo os rios, que desaguam nos

oceanos. Esse lixo viaja quilometros a nado e polui

cada vez mais esse ambiente marinho.

Estima-se que até hoje produzimos mais de mil

milhões de toneladas de plástico e cada pedaço

precisa de, pelo menos, 400 anos para se

decompor. A ONG The Ocean Cleanup

Foundation afirma que parte dessas toneladas está

neste momento flutuando em 1,6 quilometros

quadrados do Oceano Pacífico.

Apesar de alguns países adotarem uma

política de redução do plástico, essa realidade está

longe de acabar. Felizmente, o bombardeamento

de movimentos plastic-free e zero-waste têm

chegado de todas as frentes, seja em forma de

ONG ou redes sociais, e a mudança de hábitos

parece só depender de uma mistura de força de

vontade e imaginação.

O trabalho de persuasão feito com a ajuda das

redes sociais, chega a fazer diferença em casa, no

trabalho, no supermercado e na vida em geral. Do

canudinho de bambu ao cinzeiro ecológico, existem

inúmeras sugestões de substituição do plástico,

basta fazermos a nossa parte e usarmos a

criatividade. O planeta agradece.

12 Sugestões para substituição do plástico

no nosso dia a dia:

1) Canudinho de bambu ou de metal;

2) Escova de dente de madeira;

3) Talheres de madeira;

4) Garrafa de água reutilizável;

5) Ecobag para fazer compras no mercado;

6) Copos/canecas ecológicos;

7) Dar preferência a marcas ecológicas;

8) Potes de vidro;

9) Cotonetes de papel;

10) Fraldas de pano;

11) Coletor menstrual;

12) Produtos de limpeza caseiros;

É possível substituir o plástico em inúmeros

produtos que utilizamos no dia a dia. Assim, a

geração de resíduos é menor, os produtos são

mais duradouros e você ainda vai estar ajudando a

preservar o meio ambiente.

Você como futuro(a) biólogo(a), dê exemplo,

comece do básico e elimine o plástico da sua vida.

Divulgue essa ideia! Hoje em dia, com as redes

sociais, somos formadores de opinião. Se cada um

conscientizar 5 pessoas, essa corrente aumenta e

se fortalece! Não usar plástico, salva vidas!


21

Depoimento de quem é novo na UFSCar

Impressões, expectativas, dificuldades e conselhos dos estudantes

da biologia

Qual foi a sua primeira impressão sobre o curso? Cumpriu suas expectativas?

(Camila) O primeiro semestre foi um baque

muito grande para mim. Não estava acostumada

com o ritmo, nem com a complexidade das

matérias, então foi um desafio enorme. E o

início do curso foi um pouco abaixo das minhas

expectativas, achei que o aluno passa muito

tempo em sala de aula, aprendendo os

conteúdos da maneira mais ultrapassada e

maçante.

(Pamela) Um curso bom, porém precisa de

mudanças na grade.

Qual foi a sua maior dificuldade no primeiro semestre?

(Camila) Química ogânica, sem dúvidas

(risos). Brincadeiras à parte, acho que a minha

falta de base em algumas matérias e, também, a

falta de didática de alguns docentes me

complicaram bastante.

(Pamela) Minha maior dificuldade foi ter

química geral, química orgânica e bioquímica 1

ao mesmo tempo.

O que você faria diferente (mudaria) do seu primeiro ano?

(Camila) Me organizaria melhor, me dedicaria

às matérias com mais qualidade e usaria para

valer alguns recursos que não aproveitei, como

as monitorias.

(Pamela) Não deixaria as coisas acumulrem.


Depoimento de quem está a mais tempo na UFSCar

Impressões, expectativas, dificuldades e conselhos das veterenas da

biologia.

Qual foi a sua primeira impressão sobre o curso? Cumpriu suas expectativas?

(Isabelle) No começo achei o curso bem difícil,

com matérias que não me atraíam. Isso acontece

porque no primeiro semestre tem as matérias mais

básicas, então fica cansativo. Mas ao longo do

curso isso melhorou. Começamos a ver mais

conteúdo ''biológico'' e aprendi a lidar com a

demanda das disciplinas.

O que a profissão de biólogo pode me fornecer

foi o que superou minhas expectativas.

(Nilmara) No primeiro semestre, na verdade

quase ao longo do primeiro ano todo, fiquei me

perguntando quando ia ter aula de biologia

(risos). Por isso não se assustem, esse primeiro

ano pode acabar desanimando um pouco, mas as

aulas de zoologia, genética e evolução vão chegar.

Num primeiro momento, então, o curso ficou um

pouco abaixo das minhas expectativas, mas aos

poucos elas foram sendo atingidas.

Qual foi a sua maior dificuldade no primeiro semestre?

(Isabelle) Eu tive bastante dificuldade burocrática

durante o curso - ir atrás de recurso de disciplina,

conseguir eliminar outras e até mesmo conseguir

documentação para as atividades complementares.

Uma dica que eu dou é de se alguém enfrentar esse

problema, procure a coordenação e tente todas as

possibilidades, que no final dá tudo certo.

(Nilmara) A minha maior dificuldade em relação

ao curso no primeiro semestre, foi a matéria de

química geral, pois os professores queriam dar

aula de química quântica para nós. Foi feito até

abaixo assinado para trocar de professores. Além

disso, também tive dificuldades de me acostumar

a ficar longe de casa. Acabava voltando todo fim

de semana o que me atrapalhou um pouco nos

estudos.

O que você faria diferente (mudaria) do seu primeiro ano?

(Isabelle) Eu teria participado de mais laboratórios

durante a graduação. Acho que isso agrega bastante

na formação.

22

(Nilmara) Eu teria voltado menos para casa, pois

poderia ter estudado mais e aproveitado as

atividades que acontecem de final de semana. Além

disso, se no primeiro ano eu tivesse a maturidade

que tenho hoje, eu teria ido conhecer mais os

laboratórios e já procurado Iniciação Científica

desde o princípio.


23

RECADINHOS PARA OS BIXOS E BIXETES!

(Camila) Não alimentem a competitividade. Não

se comparem aos seus amigos, não se sintam

inferior ou superior a ninguém. É uma grande

verdade que cada um tem seu tempo, ritmo e

maneira de aprendizado, além de uma bagagem

anterior que pode ou não ajudar quando chegamos

na graduação. No mais, vá nas festinhas,

conversem com todo mundo sem rixa e se engajem

politicamente.

(Isabelle) Aproveitem as coisas fora da área

acadêmica - grupos de extensão e voluntariados,

por exemplo. Isso permite que a gente se

descubra tanto profissionalmente quanto

pessoalmente, cresça e faça muitas amizades.

(Pamela) Aproveitem muito o que a universidade

tem a oferecer. Não deixem as coisas acumularem e

ajudem os colegas.

(Nilmara) Não fiquem presos somente na grade

do nosso curso de bio. Façam parte de algum time

de esporte, do Centro Acadêmico, do PET, do

coral, da orquestra, de projetos de extensão...e

por aí vai! Tudo isso vai fortalecer sua saúde física

e mental, além de trazer muitos amigos e novas

experiências.

Camila Neves

18 anos

Guarulhos - SP

Ano de ingresso 2018

Pamela Oliveira

19 anos

São Carlos - SP

Ano de ingresso 2018

Isabelle Avolio

23 anos

São Carlos - SP

Ano de ingresso 2015

Nilmara Amaral

27 anos

Amparo - SP

Ano de ingresso 2016


24

PET na Web!!!

O PET-Bio para facilitar o contato com vocês da graduação, além de páginas

nas redes sociais como Facebook e Instagram, possui também um site com

várias informações interessantes, como o funcionamento do nosso grupo,

nossas atividades e também formulários de inscrições, ou seja, vale a pena

conferir pra sempre estar por dentro de tudo!!!

Algumas das coisas que vocês

encontrarão no nosso incrível site:

Notícias & Publicações

Nessa aba, mostramos as novidades

lançadas pela nossa equipe, como

vídeos no YouTube e também notícias

relevantes pra comunidade científica.

Equipe

Nessa aba você pode conferir como

nossa equipe é formada, o contato dos

petianos e as atividades que cada

petiano está engajado.

Contato

Caso você precise tirar alguma dúvida

ou queira entrar em contato com nossa

equipe aqui é o espaço onde essa

comunicação é facilitada!

Eventos

Aqui é onde deve-se sempre ficar

atento para não perder os eventos que

estão rolando e as inscrições para

minicursos e seleções!

Atividades

Se você tiver interesse em

conhecer todas as atividades

desenvolvidas atualmente pelo

nosso grupo e uma descrição

delas, é nessa aba que elas se

encontram.

Acesse

www.petbioufscar.com/


25

Estágios e Voluntariados

Oportunidades de atividades extracurriculares e complementares à graduação

ICMBio

O ICMBio é o instituto Chico Mendes de Conservação da

Biodiversidade, e através dessa instituição é possível

encontrar em diversos parques estatuais e nacionais, unidade

de conservação e outras instituições, oportunidades de

trabalho voluntário o ano todo. Para saber mais, acesse:

http://www.icmbio.gov.br/portal/sejaumvoluntario

Fundação Florestal

A Fundação Florestal é a Fundação para a Conservação

e a Produção Florestal do Estado de São Paulo, um órgão

vinculado a Secretaria do Meio Ambiente, e através dele

também é possível encontrar diversos parques estatuais e

nacionais, unidades de conservação e outras instituições,

que oferecem oportunidades de trabalho voluntário o ano

todo. Para saber mais, acesse: http://fflorestal.sp.gov.br/

Parque Ecológico

O Parque Ecológico de São Carlos oferece atividades de

voluntáriado nos meses de janeiro, fevereiro e julho. O foco é

em educação ambiental. Para saber mais, acesse:

https://www.facebook.com/ParqueEcologicoSaoCarlos/ ou pelo

email pq.ecosc@saocarlos.sp.gov.br.

Outras instituições

Outras instituições, particulares ou não, também oferecem

oportunidades de trabalho voluntário, como o Instituto

Argonauta, Aquário de Ubatuba, entre outros. Acesse o site da

instituição de seu interesse e fique por dentro das datas dos

processos seletivos. Vale a pena conferir!


26

ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL

Fornece refeições diárias no restaurante universitário.

ALIMENTAÇÃO

Fornece duas opções: ocupar uma vaga na moradia

estudantil ou receber uma quantia de R$350,00 por mês

para o aluguel.

MORADIA

Fornece R$180,00 como pagamento para um trabalho de 8

horas semanais em atividades de pesquisa, ensino e

extensão, preferencialmente na área de formação do

estudante.

ATIVIDADE

PARA O BENEFÍCIO

CONDIÇÕES

Estar matriculado (a) na PRIMEIRA graduação, vunerabilidade

socioeconômica e renda familiar per capta inferior a um salário

mínimo e meio.

EXIGIDOS

DOCUMENTOS

1. Identificação do grupo familiar / 2. Comprovante de situação de

emprego e renda / 3. Rendas complementares /

4. comprovantes de situação de moradia / 5. comprovante de

situação de deficiência ou agravamento de saúde.

SiTE DA PROACE PARA CONFERIR O EDITAL DO PROCESSO SELETIVO PARA O

PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL (PAE) DO CAMPUS SÃO CARLOS

www.bolsas.ufscar.br/BOLSAS/ProACE/


27

BATEU AQUELA

FOME?

O PET tem umas sugestões pra você!

RU - Restaurante Universitário

O restaurante universitário funciona das 11:15 às 13:30 e das

17:15 às 19:00, de segunda à sábado (sendo sábado apenas no

horário de almoço). O valor da refeição é de R$ 4,20. Bolsistas

alimentação não pagam e tem direito a café da manhã e

refeições aos domingos.

Food Trucks

Os Food Trucks estão espalhados por todo o campus, com

comidas variadas e preços também variados. Vale a pena

conferir os cardápios e escolher seu favorito!

Restaurante UTI e do Português

Ambos localizados na Área Sul da UFSCar, o primeiro na

região do DCE, e o segundo na região do Clube Atlético

Paulistinha. São opções para quem gostaria de variar a

alimentação.

PQ e Quiosque da Materiais

Pra quem prefere um lanche ou salgado, o Pão de Queijo

Mineiro está localizado na Área Sul, em frente ao AT1 (lá

também são servidos pratos no almoço). O Quiosque da

Materiais está localizado na Área Norte, entre a BCo e o AT5.

Lanchonete da BCo

No vão da BCo, logo na entrada, é possível comprar um

salgado, um lanche natural ou apenas um suco também,

durante os intervalos dos estudos.

Tio e Tia da Bio

Logo ali no pátio da Bio, tio e tia estão quase todos os dias

servindo salgados, lanches naturais, café, refrigerante ou um

mate. Há opções vegetarianas também!

Pastelanche

Pra quem gostaria de comer comida, mas não consegue

sair no momento, o Pastelanche serve marmitas e a entrega

na federal é grátis! Também existe a opção vegetariana. O

telefone para fazer o pedido é (16) 3351-0339.

Feirinha da Bio

Eventualmente, o Centro Acadêmico realiza a Feirinha da

Bio, onde pode-se encontrar além de artesanatos, comidas

pra lá de deliciosas. Vale a pena conferir!


28

PARA ONDE IR

Lugares para visitar em São Carlos

C I N E M A S

Cine São Carlos

Preço: 16,00 (inteira). Estudantes pagam meia.

Endereço: Major José Inácio, 2154 e 2166. Centro.

Site com programação: http://www.cinesaocarlos.com.br

Cine Iguatemi

Preço: 34,20 (inteira). Estudantes pagam meia.

Endereço: Passeio dos Flamboyants, 200 - Parque Faber Castell II (dentro do Shopping Iguatemi)

Site com programação: https://iguatemi.com.br/saocarlos/cinema

T I V I D A D E S A O A R L I V R E

A

Parque Ecológico de São Carlos

Zoológico de São Carlos, com foco em reintrodução da fauna e educação ambiental, aberto de terça a

domingo, das 08:00 às 16:30. Excepcionalmente promove passeios noturnos e outras atividades.

Cerrado UFSCar

Fragmento de Cerrado localizado na área norte da UFSCar, apresenta flora e fauna características do

bioma. O grupo Trilha da Natureza realiza trilhas guiadas no cerrado de tempos em tempos.

Parque do Kartódromo

O parque do kartódromo possui pistas de corrida e caminhada, aparelhos de ginástica ao ar livre e é

aberto a toda a comunidade. Excepcionalmente, possui atividades guiadas e feirinhas.

Pista da Saúde

É um ótimo ambiente para caminhadas e corridas, com trilhas cercadas pela natureza. Lugar calmo e

fácil de chegar, localizado na Rodovia Washington Luís.

Parque Eco-esportivo Damha

Ambiente que possui trilhas, campo de golfe e o centro hípico. Para mais informações,

acesse o site do parque: http://parquedamha.com.br/

Parque do Bicão

Além de um pequeno lago com aves e peixes, o parque possui pista de

caminhada/corrida, quadras, parque infantil, academia ao ar livre e muito mais.


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DE SHOWS

CALENDÁRIO

07/04 – Ferrugem

Oasis eventos

12/04- Dilsinho

Banana Brasil

28/04 – CPM22 na Festa do Clima

Praça do Mercadão - Gratuito

18/05 – Nando Reis e Melim

Oasis eventos

04/04 - Sintéticas: Bala bala ou Bala Halls

05/04 - Baile do Cajado

06/04 - Formatura Engenharia 014

11/04 - Beer Pong

11/04 - Skolquimfarma

12/04 - Alcafolia

12/04 - Bixos e Veteranos

13/04 - Bem Vindos a Selva

25/04 - Danonada

25/04 - Cervejada da Gratino

26/04 - Absinta-me

26/04 - Estatesão

27/04 - Baile na Gaiola

27/04 - Lapa XV

30/04 - Sarraday III

04/05 - Churrasco da Aruêra XXII

09/05 - AFEFsta

CALENDÁRIO DE FESTAS

09/05 - Deus ta Peladão

11/05 - Beerstock

16/05 - Moulin Rouge 10

17/05 - Canacopos 3

17/05 - FZ friday

18/05 - BoraLá

18/05 - G7 pecados: 500 Dias

23/05 - Rota bar

24/05 - Churrasco da materiais

24/05 - Fantaria

25/05 - Boteco da Para

25/05 - Beertrip Festival

01/06 - Nois q Copa

07/06 - Ourgia

13/06 - Festa JuninAAA

14/06 - Arraia da Gratino

15/06 - Joao Rock

20-23/06 - CIA

28/06 - Inter REC

FONTE: Festas CAASO, UFSCar, Repúblicas

(página do facebook: https://pt-br.facebook.com/FestasCAASOUFSCar/)


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Dicas de filmes e livros

Para assistir

O menino que descobriu o vento (2019)

Gênero: Drama

Sempre esforçando-se para adquirir conhecimentos cada vez

mais diversificados, um jovem de Malawi se cansa de assistir

todos os colegas de seu vilarejo passando por dificuldades e

começa a desenvolver uma inovadora turbina de vento. Existe

algo fundamentalmente contraditório no costume de identificar casos

excepcionais dentro da sociedade e utilizá-los como modelos que

qualquer um poderia seguir. William Kamkwamba (Maxwell Simba) foi

um garoto inteligentíssimo, autodidata, que descobriu um método de

criar energia eólica no meio das terras secas do Malawi, de modo a

garantir a irrigação das colheitas e a sobrevivência de uma população

faminta. O diretor Chiwetel Ejiofor faz deste caso real um exemplo

sobre a importância dos estudos, da ecologia, de políticas

humanitárias e do senso de comunidade

Sementes Podres (2018)

Gênero: Comédia

Atormentado pelo passado, um trapaceiro que vive de pequenos

golpes com sua mãe adotiva encontra a redenção como mentor de

grupo de estudantes com dificuldades.

Waël vive nos arredores de Paris dando pequenos golpes com

Monique, uma mulher aposentada.

Sua vida se transforma no dia em que um amigo, Victor, oferece a

ele, por insistência de Monique, um pequeno trabalho voluntário no

centro de crianças excluídas do sistema escolar.

Wael se encontra gradualmente responsável por um grupo de seis

adolescentes expulsos por insolência ou porte de armas.

Deste encontro explosivo entre "ervas daninhas" nascerá um

verdadeiro milagre


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Para ler

O Mulato (1881)

Aluísio Azevedo

O romance O Mulato, do escritor maranhense Aluísio

Azevedo, inaugurou um novo estilo literário no Brasil: o

naturalismo. O Mulato é uma narrativa inspirada essencialmente

na vida maranhense da época, sem dúvida é um dos mais

importantes romances do naturalismo brasileiro.

O Mulato é uma obra com forte crítica social. Por meio de

seus personagens estereotipados, Aluísio de Azevedo aborda

temas como o preconceito racial, a escravidão, a hipocrisia do

clero e ainda o provincianismo.

Com 19 capítulos sem título, O Mulato foi uma revelação para

a sociedade da época e recebeu muitas críticas. Além dos temas

explorados pelo autor, o final da obra distancia-se dos moldes

clássicos e românticos onde o bem sempre vence o mal.

Morangos Mofados (1982)

Caio Fernando Abreu

Morangos Mofados, autoria de Caio Fernando Abreu, foi

publicado em 1982, período caracterizado pela abertura política e

pelo início de um processo de democratização em conseqüência

do fim da Ditadura Militar no Brasil. Trata-se de um livro de

contos onde, em quase todos eles, o escritor aborda seus temas

preferidos: o estranhamento, a solidão, a dor e o sentimento de

marginalização.

Mergulhada no espaço contaminado da pós-modernidade,

sua narrativa representa seres degradados pelas drogas,

paranóias, AIDS, esquizofrenia, desencanto, muita procura e

muito desamparo. São vitimas de uma sociedade massificada,

dominada pelos símbolos de sua indústria cultural.

A literatura urbana de Caio incorpora ao espaço urbano novos

significados, ampliando o repertório e o alcance da literatura,

representando seres diversificados ou muitas vezes

melancólicos.


PETIANA

e

PETIÃO

O Retorno

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Textos e edição:

Camila Neves

Gabriel Zucolotto

Isabelle Avolio

Luca Buffo

Nilmara Amaral

Vitor Muzzel

Integrantes da Comissão Biosfera do PET Bio.

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