Revista VOi 166

jota.2016

entrevista

por música e a fazer parte dos corais da igreja. Pouco

tempo depois, já fazia parte do grupo que apresentava

peças bíblicas, o que me chamou a atenção para a atuação.

Quando tinha sete anos, por questões de família,

nos mudamos para o subúrbio do Rio de Janeiro. Senti

muito essa mudança e pelo menos os cinco anos que

se sucederam foram para mim os piores da minha vida.

Comecei a trabalhar muito cedo. Aos 13 anos minha

família retornou para Minas, mas já não imaginava

minha vida em uma cidade pequena. Com 16 anos fui

passar as férias escolares no Rio de Janeiro e, por insistência

de um amigo, fui até uma agência de modelos,

a Elite Models - uma das maiores agências da época

- onde iniciei minha curta carreira como modelo.

Depois disso muita coisa aconteceu. Minha primeira

aparição na TV foi em um comercial publicitário de

refrigerantes, aos 16 anos. Hoje carrego muitas campanhas

no currículo. Fiz três peças teatrais, participei de

séries e novelas, mas nada se compara a experiência

que estou vivendo em Jezabel.

Qual a diferença entre gravar uma macrossérie e vídeos

publicitários?

Trabalhar em um produto com gravações diárias é uma

imersão, algo completamente diferente da publicidade,

onde tudo acontece muito rápido.

Como é a sua relação com a família neste período de

gravações?

Minha família é, em grande parte, evangélica tradicional,

presbiterianos e batistas. Sou Cristão e minha fé

se baseia nos ensinamentos de amor, compaixão e liberdade

transmitidos por Cristo. Sou louco pela minha

Durante todo

o processo de

gravação só

voltei para casa

três vezes

família. Para mim, a única dificuldade dessa produção

foi ficar longe deles. Quando estamos juntos nos divertimos

muito. Eu e minha esposa, Carla Lima, estamos

juntos desde abril de 2008 e antes disso já trabalhamos

algumas vezes. Ela é produtora de elenco e me dá muita

força na minha carreira. Temos dois filhos, Arthur,

de 9 anos, e Victoria, de 7 anos. São nossos maiores

presentes da vida. Dou graças a Deus pela família que

tenho.

Quando não está trabalhando, o que gosta de fazer?

Sou ciclista de estrada, apesar de ter anos que não participo

de uma competição, andar de bike ainda é meu

maior hobbie. Gosto de ficar com a minha família e

encontrar com nossos amigos. Isso foi outra coisa que

Jezabel trouxe, uma grande e linda família de amigos

queridos.

Como funcionam esses bastidores da gravação de Jezabel?

Ficamos sempre muito concentrados quando estamos

na locação, mas essa produção nos deu a oportunidade

de vivermos em diversos locais. Durante todo o

processo só voltei para casa três vezes. Então atores,

diretores e equipe se tornaram parte da minha família.

Nos divertimos muito nos momentos de lazer. As gravações

terminaram em junho, porém durante o processo

gravamos em torno de cinco a seis horas diárias por

semana.

É difícil administrar seu tempo?

Como todo ator, a minha cabeça não para um minuto.

Preciso sempre de muita ajuda da minha esposa e

sócia, Carla Lima, do meu empresário Fábio Rios e da

minha assessora de imprensa Marcia Dornelles. Eles

me ajudam a organizar as coisas.

Quais as cenas que mais gostou de fazer na novela até

agora?

Tenho tanta paixão por todas que não consigo escolher

uma. Mas as cenas de batalha e de família para mim

são as mais marcantes.

O que ainda está para acontecer na novela?

Muitas emoções ainda estão por vir. Vale a pena acompanhar

tudo. Não percam!

E se pudesse deixar um conselho para os seus fãs, o

que diria?

Acho que o maior conselho que posso dar para todo

mundo é: acredite nos seus sonhos e não desista nunca.

Sou a prova viva de que sonhar dá certo!

36

agosto 2019

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