*Agosto/2019 - Revista Biomais 34

jota.2016
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Entrevista: Bruno Laviola, da Embrapa, mostra perspectivas da biomassa

9 7 723 59 458085 0 0 0 3 4

TECNOLOGIA

INTERNACIONAL

EMPRESA PROPORCIONA

SALTO DE EFICIÊNCIA EM USINAS

PELLETS NA EUROPA

MERCADO TEM

NORMAS ESPECÍFICAS

LUZ PARA TODOS

STARTUPS IMPULSIONAM SETOR


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SUMÁRIO

04 | EDITORIAL

Evolução

06 | CARTAS

08 | NOTAS

18 | ENTREVISTA

22 | PRINCIPAL

28| PELO MUNDO

Sem fronteiras

32| BIOMASSA

Novas possibilidades

38| INOVAÇÃO

Energia de dejetos

44 | CASE

50 | ARTIGO

56 | EVENTO

Congresso Internacional da Biomassa

64 | AGENDA

66| OPINIÃO

Bons ventos

REVISTA + BIOMASSA + ENERGIA

03


EDITORIAL

A Revista BIOMAIS destaca a eficiência operacional

da Vallourec com as usinas de açúcar e etanol por

meio de suas soluções tubulares

EVOLUÇÃO

C

onexão, inovação e tecnologia. Todos nós, de maneira geral, estamos acostumados e

ambientados em uma esfera global que produz e diagnostica, de forma única, novidades

em ferramentas que facilitem o cotidiano – empresarial e social. Olhar atentamente para as

plataformas e ferramentas que começam a ganhar notoriedade no mercado é se antever

e compreender anseios do setor, sempre auxiliando na busca pela evolução. Por isso, nessa edição da

Revista BIOMAIS, em nossa reportagem principal trazemos a história e as novas tecnologias da Vallourec,

empresa francesa, há sete décadas no Brasil. Além disso, abordamos a certificação Enplus, essencial para

entrar no mercado europeu de pellets de madeira e conversamos com Bruno Laviola, pesquisador da Embrapa,

que tem desenvolvido um sistema que mapeará e organizará dados sobre as formas de biomassa

utilizadas pela indústria brasileira. Ótima leitura!

EXPEDIENTE

ANO VI - EDIÇÃO 34 - AGOSTO 2019

Veículo filiado a:

Diretor Comercial

Fábio Alexandre Machado

(fabiomachado@revistabiomais.com.br)

Diretor Executivo/Editor

Pedro Bartoski Jr

(jornalismo@revistabiomais.com.br)

Dep. de Criação

Fabiana Tokarski - Fabiano Mendes - Supervisão

(criacao@revistareferencia.com.br)

Representante Comercial

Dash7 Comunicação - Joseane Cristina Knop

Dep. Comercial

Gerson Penkal, Jéssika Ferreira,

Tainá Carolina Brandão (comercial@revistabiomais.com.br)

Fone: +55 (41) 3333-1023

Dep. de Assinaturas

Cassiele Ferreira - Supervisão

(assinatura@revistabiomais.com.br)

ASSINATURAS

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A REVISTA BIOMAIS é uma publicação da

JOTA Editora - Rua Maranhão, 502 - Água Verde -

Cep: 80610-000 - Curitiba (PR) - Brasil

Fone/Fax: +55 (41) 3333-1023

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A REVISTA BIOMAIS - é uma publicação bimestral e independente, dirigida aos

produtores e consumidores de energias limpas e alternativas, produtores de resíduos

para geração e cogeração de energia, instituições de pesquisa, estudantes universitários,

órgãos governamentais, ONG’s, entidades de classe e demais públicos, direta e/

ou indiretamente ligados ao segmento. A REVISTA BIOMAIS não se responsabiliza por

conceitos emitidos em matérias, artigos, anúncios ou colunas assinadas, por entender

serem estes materiais de responsabilidade de seus autores. A utilização, reprodução,

apropriação, armazenamento de banco de dados, sob qualquer forma ou meio, dos

textos, fotos e outras criações intelectuais da REVISTA BIOMAIS são terminantemente

proibídas sem autorização escrita dos titulares dos direitos autorais, exceto para fins

didáticos.

REVISTA BIOMAIS is a bimonthly and independent publication, directed at clean alternative

energy producers and consumers, producers of residues used for energy generation and

cogeneration, research institutions, university students, governmental agencies, NGO’s, class

and other entities, directly and/or indirectly linked to the Segment. REVISTA BIOMAIS does

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by others; these are the responsibility of their authors. The use, reproduction, appropriation,

databank storage, in any form or means, of the text, photos and other intellectual property

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authorial rights, except for educational purposes.

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Caldeiras Alfa Laval Aalborg para

queima de biomassa


CARTAS

ECONOMIA

Excelente reportagem sobre como a utilização de pellets tem impulsionado o mercado das

energias renováveis no Brasil e no mundo. Parabéns para toda a equipe da Revista BIOMAIS.

Elthon Aragão – São Luís (MA)

Foto: divulgação

DIÁLOGO

Ótima entrevista com o professor José Frederico Rehme! Abordar possibilidades de crescimento e a importância de

demanda e capacidade instalada andarem lado a lado é fundamental para evitarmos novos apagões.

Diego Vieira – Coari (AM)

PELO MUNDO

Mesmo no deserto o Marrocos se torna exemplo no que se refere ao incentivo de energias renováveis: é a prova

concreta que aqueles que querem, fazem!

Gabriel Bayol – Osasco (SP)

EXEMPLO

O Parque Barigui, em Curitiba (PR), está se tornando símbolo de energia limpa e

renovável na região. Importante que exemplos como este sejam divulgados para serem

replicados pelo restante do Brasil!

Jorge Medon – Volta Redonda (RJ)

Foto: divulgação

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NOTAS

Foto: divulgação

NEOENERGIA NA ONU

A diretora presidente adjunta da Neoenergia,

Solange Ribeiro, participou do: SDGs in Brazil – The

Role of the Private Sector; evento do Pacto Global da

ONU, realizado em Nova Iorque e cujo foco consiste

em mostrar ações de empresas voltadas para atender

aos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável).

A executiva apresentou iniciativas do PEE (Programa

de Eficiência Energética) com foco na multiplicação de

informação entre estudantes, como o “Projeto Aulas

de Energia”, uma rede de espaços pedagógicos que

auxiliam a compreensão sobre como a energia elétrica

é gerada, seu percurso, custo e como utilizá-la de maneira

eficiente. Solange abordou também o programa

“Energia que Transforma”, que fornece conteúdo e metodologia

para que educadores multipliquem o tema

do uso eficiente da energia. De 2013 a 2018, o projeto

capacitou 3.589 professores de 2007 escolas, em 657

municípios, com alcance de 370.730 alunos.

CONTAS PAGAS

Em seis meses de gestão, a Sejuf (Secretaria da Justiça, Família

e Trabalho), isentou de pagamento um milhão de faturas

de energia elétrica para famílias beneficiadas pelo programa

social Luz Fraterna – um subsídio de energia elétrica que atende

famílias de baixa renda que tem consumo mensal igual ou

inferior a 120 KW/h (kilowatts/hora). O benefício é fornecido

pela Sejuf em parceria com as companhias de energia elétrica

Copel, Cocel, Celesc, Forcel, Energisa e Santa Cruz. O benefício

é destinado a famílias com renda per capita de até meio

salário mínimo, inscritas no Cadastro Único, e cujo consumo da

residência não ultrapasse 120 KW/h. Também são aceitas no

Luz Fraterna famílias com portadores de doenças que utilizem

equipamentos elétricos de sobrevida – como os concentradores

de oxigênio, por exemplo –, desde que o limite de consumo

mensal não ultrapasse os 400 KW/h e a renda total da família

seja de até três salários mínimos. Famílias indígenas e quilombolas

inscritas no Cadastro Único e que atendam aos requisitos

também tem desconto de 100% até o limite de consumo de 50

KW/h por mês.

Foto: divulgação

Foto: divulgação

AQUECIMENTOS URBANOS

A biomassa florestal já é vista como substituta ao gás natural em aquecimentos

urbanos. A inovação foi colocada em prática na Holanda por meio de um projeto

que pretende abastecer 52 mil residências até 2020 somente com calor gerado

a partir de fontes sustentáveis. As residências que já são abastecidas de maneira

mais sustentável e acessível estão localizadas na província de Utrecht, de acordo

com a empresa de energia com estratégia sustentável Eneco. A expectativa é que

até 2050 todas as seis milhões de residências da Holanda sejam livres do gás. No

processo da Eneco, o calor é gerado a partir de pedaços e aparas de madeira, que

são resíduos retirados regularmente de parques e florestas da região. O projeto já

instalado na província de Utrecht contou com o apoio da associação habitacional

Portal, que tem o objetivo de contribuir com a redução das emissões de CO² (gás

carbônico) na atmosfera.

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NOTAS

GRAFENO PARA BIOCOMBUSTÍVEL

Uma equipe da Universidade de Tsukuba introduziu um novo procedimento

de coleta de energia e moléculas orgânicas de algas usando grafeno

nanoporoso e espumas de grafeno poroso. A inovação tem um grande potencial

para a aplicação de biocombustíveis, vitaminas e produtos químicos mais

limpos, baratos e eficientes. O processo acontece através do desenvolvimento

de um sistema reutilizável que pode evaporar a água a uma taxa elevada sem

a necessidade de centrifugação ou compressão. O método para remover a

água da biomassa de algas não danifica os compostos frágeis a serem colhidos.

Diferentemente de métodos anteriores que dependem de centrifugação

mecânica ou compressão, esta abordagem utiliza irradiação solar e materiais

de suporte nanoestruturados reutilizáveis. Este novo material desenvolvido

protege a biomassa do superaquecimento enquanto captura mais energia do

sol para evaporar a água.

Foto: divulgação

Foto: divulgação

USINAS NA SÉRVIA

O governo da Sérvia está implementando

um projeto financiado para a construção

de instalações de aquecimento movidas

a biomassa em cidades e municípios. As

usinas de aquecimento a biomassa, cujo

projeto é financiado pelo banco KfW,

deverão ser entregues em 2019 e 2020. Segundo

o diretor do Escritório de Gestão de

Investimentos Públicos, Marko Blagojevic, o

projeto prevê a substituição de caldeiras e a

construção de pequenas usinas de aquecimento

movidas a biomassa, cujo objetivo

é aquecer as instalações públicas. De todas

as fontes de energia renováveis na Sérvia,

a biomassa tem o maior potencial, e o país

aumentará consideravelmente a parcela de

energia que recebe das fontes renováveis

nos próximos anos, graças à biomassa.

BIOGÁS EM ATERROS

O Estado do Rio de Janeiro inaugurou duas usinas de biogás em aterros

sanitários. Localizadas nos municípios de Nova Iguaçu e Seropédica, o objetivo

das usinas é gerar energia limpa do lixo produzido nos aterros. A expectativa

é que o biogás produzido nas usinas seja comercializado para veículos e

para a indústria. O biogás produzido nas usinas também deverá abastecer a

usina térmica da Gás Verde S.A., empresa responsável pelo empreendimento.

A usina de Seropédica produzirá em torno de 200 mil m3 (metros cúbicos)

diários, sendo 73 milhões de m3 de gás natural renovável. Já a usina de Nova

Iguaçu produzirá 9,5 mil m3 de biogás, que serão responsáveis por gerar até

150 mil MW/h (megawatts/hora) de energia elétrica limpa.

Foto: divulgação

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NOTAS

Foto: divulgação

BIOMASSA

SUL-AFRICANA

A província de Mpumalanga, na África do Sul,

recebeu investimentos na área de energia elétrica

renovável. O projeto contemplará a construção de

uma ilha de energia voltada para produção elétrica a

partir de biomassa. O empreendimento já começou a

ser construído pela empresa ELB Engineering Services

dentro da fábrica de papel e celulose Ngodwana. A

usina terá capacidade para produzir cerca de 25 MW

(megawatts) de energia, que serão gerados a partir de

resíduos agrícolas resultantes da produção da fábrica.

O empreendimento completo contará com caldeira,

turbina e torres de resfriamento e um sistema de controle

de poluição.

RECICLAGEM PARA

BIOFERTILIZANTES

O Colégio Marista Arquidiocesano, em São Paulo (SP),

desenvolveu um sistema para compostagem rápida de todos

os resíduos orgânicos descartados na instituição. O processo é

feito com um equipamento próprio que processa os resíduos,

que chegam a 50 kg de materiais impróprios para consumo. No

processo do colégio, os resíduos são triturados e pesados em

uma área dedicada a compostagem. Em seguida, são adicionados

a serragem e enzimas de bases naturais para facilitar o

processo de decomposição biológica. Após isso, o material é

aquecido e depois resfriado. O resultado final é um adubo orgânico

em pó, seco, sem cheiro e com metade do volume inicial. O

biofertilizante, batizado de “Adubarqui”, é usado como fertilizante

nas plantas, jardins e nas hortas pedagógicas do colégio e

da chácara dos Irmãos Maristas, localizada em São Bernardo do

Campo (SP).

Foto: divulgação

Foto: divulgação

OPORTUNIDADE

O governo do Estado do Rio Grande do Sul está propondo a alteração da Política Estadual

do Biometano para expandir os benefícios também à produção do biogás e seus produtos

derivados. Um dos objetivos do texto é estabelecer mecanismos de incentivo à produção dos

combustíveis. Para isso, o governo estadual poderá adquirir energia elétrica produzida a partir

do biogás e biometano, criar linhas de crédito especial para a produção e conceder tratamento

tributário diferenciado para produtos da cadeia de produção dos combustíveis, e até criar um

fundo garantido para projetos de produção de pequeno porte. Na justificativa do projeto, o

executivo admite que enquanto o biometano demanda processos mais dispendiosos para

purificação e, portanto, maiores escalas de produção para se tornar economicamente viável,

“a produção de biogás e seu uso para geração de energia elétrica ou calor, juntamente com a

exploração de biofertilizantes, não requer maiores escalas para a sua instalação.”

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NOTAS

USINA FLUTUANTE

Foi inaugurada no início de agosto no Estado da Bahia a etapa inicial

da Usina Solar Flutuante instalada no Reservatório de Sobradinho, da Chesf

(Companhia Hidro Elétrica do São Francisco). Trata-se do maior projeto de

Pesquisa & Desenvolvimento de tecnologia flutuante instalado em reservatório

de hidrelétrica do Brasil, com investimento superior a R$ 50 milhões.

“As impressões colhidas aqui despertam sentimentos, muito além dos ideais

de fazer do Brasil uma grande nação”, garante o ministro de Minas e Energia,

Bento Albuquerque, durante a solenidade de inauguração.

Foto: divulgação

FOTOVOLTAICA

EM ALTA

O Brasil acaba de atingir a marca histórica

de 1 GW (gigawatt) de potência instalada

em sistemas de microgeração e minigeração

distribuída solar fotovoltaica. Segundo mapeamento

da Absolar (Associação Brasileira

de Energia Solar Fotovoltaica), a fonte solar

fotovoltaica, lidera com folga o segmento

de microgeração e minigeração distribuída,

com mais de 99,7% das instalações do país,

trazendo inúmeros benefícios para o Brasil: redução

de gastos com energia elétrica, atração

de investimentos, geração de empregos locais

de qualidade, redução de impactos ao meio

ambiente, redução de perdas elétricas na rede

nacional, postergação de investimentos em

transmissão e distribuição e alívio do sistema

elétrico em horários de alta demanda diurna,

como nos meses de verão.

BIOEDIESEL

A ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis)

aprovou aumento da mistura do biodiesel de 10% para 11% no óleo diesel,

a partir de 1º de setembro, após novos testes mostrarem-se satisfatórios

a partir de estudos feitos pelo INT (Instituto Nacional de Tecnologia).

O despacho da ANP fixa o percentual de adição de até 15%, em volume,

de biodiesel ao óleo diesel vendido ao consumidor final, devendo o

percentual mínimo obedecer ao cronograma previsto na Resolução Cnpe

nº 16, de 2018. Com essa medida, a partir de 1° de setembro, o percentual

mínimo de biodiesel a ser acrescido ao óleo diesel comercializado no

país passará dos atuais 10% para 11%.

Foto: ilustrativa Foto: divulgação

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NOTAS

BIOENERGIA PARA TODOS

O Brasil é o terceiro maior gerador de energia renovável do mundo, segundo um estudo realizado pela IEA (Agência

Internacional de Energia), e desponta como a nação com o maior potencial de produção bioenergética. No ranking,

que considera a capacidade instalada em GW (gigawatts), o país fica somente atrás da China e dos EUA (Estados Unidos

da América). Buscando possibilitar que a cadeia produtiva se beneficie desse cenário, a XXVII Fenasucro & Agrocana

apresentará produtos e soluções ao setor, além de estimular o debate sobre estratégias e oportunidades. Ainda segundo

a IEA, o Brasil tem o mix energético mais ecológico e com a maior participação de renováveis entre os grandes consumidores

de energia do mundo, com quase 45% do consumo total de energia final em 2023.

A EPE (Empresa de Pesquisa Energética), vinculada ao MME (Ministério de Minas e Energia), aponta que entre as vantagens

competitivas da matriz energética brasileira se destacam a abundância de biodiversidade e de recursos naturais,

potencial de energia renovável não aproveitado e setores com alta competitividade como o agropecuário e a indústria

de insumos básicos.

O levantamento da EPE aponta ainda que a matriz energética brasileira utiliza 43,5% de biomassa, enquanto a média

mundial é de apenas 14%, e que o sistema de cogeração, a partir da biomassa, é responsável por 8,2% da energia elétrica

consumida no Brasil. Em escala mundial, a média é de 2,3%.

O tema é um dos principais focos de debate e de interesse do setor que estará na feira a ser realizada de 20 a 23

de agosto, em Sertãozinho (SP). Representantes de 100% das usinas do Brasil, além de visitantes de mais de 40 países,

estarão reunidos para debater estratégias e buscar oportunidades, visando contribuir com o processo para atender essa

demanda global em relação à bioenergia. "Inúmeras empresas querem se relacionar e desenvolver produtos para esse

setor e teremos uma agenda diversificada para atualização dos profissionais da cadeia bioenergética", garante Paulo

Montabone, diretor da feira.

De acordo com o MME, 2020 será um ano crucial para as políticas de biocombustíveis com a presença do RenovaBio

(Política Nacional de Biocombustíveis). A expectativa é que o programa fortaleça a economia da produção de biocombustível,

acelerando o investimento em nova capacidade. "A bioenergia é uma grande oportunidade para o Brasil. A nossa

eficiência em relação à energia de biomassa é a melhor do mundo", explica Miguel Ivan Lacerda de Oliveira, diretor do

Departamento de Biocombustíveis do MME.

As oportunidades do Renovabio serão debatidas em diversos painéis e palestras com representantes de entidades

e do setor público na feira, visando contribuir para garantir o papel estratégico dos biocombustíveis e a segurança

energética.

Foto: divulgação

16 www.REVISTABIOMAIS.com.br


AVIAÇÃO SUSTENTÁVEL

A Boeing Brasil anunciou que investirá em uma usina de biogás para abastecimento

de aviões. A empresa investirá um milhão de dólares na iniciativa. O

objetivo é produzir combustível sustentável para aviação e fortalecer o desenvolvimento

local com o uso de matérias primas. A usina de biomassa será construída

em parceria com a WWF e com as Mesas Redondas para combustíveis

sustentáveis. Quando estiver em funcionamento, a usina produzirá combustível

renovável a partir de resíduos vindos de agricultores familiares e pequenas

comunidades rurais. De acordo com a Boeing, , o projeto é parte de esforços

da empresa para fortalecer o ecossistema da aviação e aeroespacial brasileira

por meio de programas de educação, capacitação, iniciativas de pesquisas e

desenvolvimento.

Foto: divulgação

PLANTAS

AQUÁTICAS

O ISI (Instituto Senai de Inovação em Biomassa)

em parceria com a empresa chinesa

CTG Brasil, anunciou um novo projeto que envolve

a produção de biocombustível a partir

de plantas aquáticas. Chamado de “Macrofuel:

Aproveitamento Energético de Bio-Óleo

Pirolítico de Macrófitas Aquáticas para Produção

de Biocombustível”, o projeto pretende

estudar o aproveitamento energético de

biocombustível gerado a partir de macrofitas

aquáticas, uma espécie de planta aquática

que, se não controlada, pode gerar problemas

ambientais. A pesquisa será desenvolvida

durante três anos, com investimento total

previsto em 4,6 milhões de reais. O objetivo

da parceria é gerar biocombustível a partir de

macrofitas e também trabalhar a integração

de processos com a aplicação do conceito de

bioeconomia.

DE BIOMASSA A BIOPRODUTOS

Uma startup finlandesa está inovando com um projeto que visa

fracionar a biomassa e converter os seus componentes em materiais de

alto valor. A startup CH- Bioforce já está conseguindo extrair biomateriais

como polpa solúvel, hemicelulose polimérica e lignina livre de enxofre.

O objetivo é transformar as substâncias em novos produtos que poderão

substituir os materiais fósseis usados nas indústrias têxteis, embalagens

e também cosméticos, de forma mais ecológica e econômica. O processo

desenvolvido pela CH- Bioforce extrai todos os três componentes da

biomassa no mesmo processo. Isso permite que tanto a hemicelulose polimérica

quanto a lignina sejam utilizadas para os materiais. O processo é

inovador pois muitas vezes as substâncias não são utilizadas em outros

processos por falta de tecnologia.

Foto: divulgação Foto: divulgação

REVISTA + BIOMASSA + ENERGIA

17


ENTREVISTA

Foto: divulgação

ENTREVISTA

BRUNO

GALVEAS

LAVIOLA

Formação: Graduado em Agronomia pela

Ufes (Universidade Federal do Espírito

Santo) e Doutor em Fitotecnia (Produção

Vegetal) pela UFV (Universidade Federal

de Viçosa)

Cargo: Pesquisador da Embrapa

Agroenergia, onde atua nas áreas de

Genética, Melhoramento e Produção de

Espécies para fins Energéticos

SISTEMA

UNIVERSAL

C

om o objetivo de reorganizar o agronegócio brasileiro, a Embrapa tem desenvolvido

um projeto inovador, passando pela criação de um sistema que mapeará e

organizará dados sobre as formas de biomassa utilizadas pela indústria brasileira.

O sistema, feito em parceria com a Abid (Agência Brasileira de Desenvolvimento

Industrial), procura medir insumos, alinhar a produção, entender o mercado e organizar todos

os gargalos de produção de biomassa no país. A Revista BIOMAIS conversou com um dos

pesquisadores responsáveis, o agrônomo Bruno Laviola, que contou um pouco mais sobre a

iniciativa da Embrapa Agroenergia.

18 www.REVISTABIOMAIS.com.br


REVISTA + BIOMASSA + ENERGIA

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esde 1952 no Brasil, a Vallourec sempre buscou

trazer as mais recentes tecnologias para os

mercados de energia, petrolífero, industrial,

automotivo e também para a construção civil.

Em seu DNA, busca pela inovação e a preocupação com as

necessidades dos clientes são elementos constantes.

Nas últimas décadas, a companhia tem ajudado seus

clientes a atingirem seus mais difíceis desafios, desde a exploração

e produção de óleo e gás do pré-sal, até a melhoria

de produtividade industrial do setor sucroenergético,

criando produtos de alta tecnologia. Contando atualmente

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Foto: Vallourec/Franck Dunouau

REVISTA + BIOMASSA + ENERGIA

23


PRINCIPAL

com cerca de19 mil colaboradores, espalhados em 50

unidades industriais, a Vallourec trabalha lado a lado com

seus parceiros para desenvolver soluções inteligentes, que

contribuam ainda mais para a evolução de cada segmento.

PARCERIAS

Preocupada em desenvolver parcerias com gigantes da

indústria, a Vallourec desde 2011 mantém contato com os

principais fabricantes de etanol de cana-de-açúcar do país

para apurar quais eram os principais desafios industriais do

setor.

A resposta desse trabalho conjunto evidenciou a

necessidade de repensar tecnologias de tubos para o

pré-aquecedor de água e ar, que possuem curta vida útil e

demandam de substituição frequente, elevando os custos

de manutenção e o período de desligamento da caldeira.

Após seis anos de testes e estudos aprofundados,

surgiu no mercado o VBRMo4, um tubo de aço sem costura

específico para o pré-ar, com alta eficiência e desempenho

industrial, que tem uma vida útil já comprovada, em dados

reais, de 3 vezes maior que o tubo de aço carbono 1010

Foto: divulgação

com costura sem ter apresentado nenhuma perda de massa

com relação a sua fabricação, o que projeta uma vida

útil muito estendida a este material, presente em cerca

de 80% das empresas que utilizam caldeiras no segmento

sucroenergético.

O VBRMo4 foi desenvolvido pelo time de P&D e engenharia

da empresa, que avaliou por completo processos

vinculados a operação do pré-ar. Assim, o produto já

nasceu como a solução que vai impactar positivamente a

eficiência da usina.

Foto: divulgação

DIFERENCIAIS

Com o objetivo de mudar a perspectiva de eficiência

e desempenho industrial de toda uma cadeia produtiva, o

VBRMo4 traz uma longevidade maior que a de aço carbono

1010, suprindo a demanda por um tubo tão duradouro

quanto os fabricados em aço inox. E o diferencial é o aço

carbono utilizado, que possui propriedades que agregam

maior condutividade de calor ao tubo.

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REVISTA + BIOMASSA + ENERGIA 25

Foto: Thiago Fernandes


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REVISTA + BIOMASSA + ENERGIA

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PELO MUNDO

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SEM

FRONTEIRAS

PALESTINA LANÇA

INICIATIVA

INOVADORA NO

PAÍS EM ENERGIA

RENOVÁVEL

FOTOS DIVULGAÇÃO

A

Autoridade Nacional Palestina embarcou

em um projeto para incorporar energia

renovável na infraestrutura hídrica da

Cisjordânia, em cooperação com a União

Europeia e a Agência Francesa de Desenvolvimento. O

projeto, lançado em 20 de junho, abrange as províncias

de Tubas e Jenin, onde serão instaladas células

solares e turbinas eólicas, uma novidade para a Palestina.

A energia produzida deve ser usada para projetos

hídricos, incluindo estações de tratamento de água,

reduzindo assim os custos da Palestina ao importar

eletricidade de Israel.

"A produção de energia limpa a partir de biomassa

ou energia solar é necessária para atender ao crescimento

da demanda de eletricidade na Cisjordânia,

que aumenta 3,5% ao ano. Isso também é necessário

para ajudar a limitar a dependência de energia de

Israel", adverte Amjad el-Qanni, professor de engenharia,

energia e meio ambiente na Universidade Nacional

An-Najah.

REVISTA + BIOMASSA + ENERGIA

29


PELO MUNDO

O projeto custará US$ 20,3 milhões, dos quais US$

9 milhões foram fornecidos pela União Europeia e US$

11,3 milhões pela Agência Francesa de Desenvolvimento,

de acordo com o porta-voz da Comissão da UE

em Jerusalém, Shadi Othman.

"Este projeto é uma iniciativa decisiva que ajudará

a conceder ao povo palestino o direito à água", comemora

o cônsul-geral francês, Pierre Cochard. "A França

e a UE estão comprometidas com a implementação da

reforma da água na Palestina", acrescentou.

A iniciativa visa abastecer dois poços artesianos

com energia renovável, substituindo a energia que

atualmente é importada de Israel, bem como, as

estações elevatórias do Conselho Conjunto de Água e

Saneamento de Tubas. Quando for concluído em 2022,

o projeto produzirá 3,6 MW/h (megawatts por hora).

Ziad Daraghmeh, gerente de projetos da Autoridade

Palestina da Água, acredita que o projeto deve

reduzir o custo operacional dos serviços de água e

saneamento e reduzir os custos de energia, melhorando

os serviços de água e saneamento fornecidos para

65 mil pessoas em Jenin e 50 mil pessoas em Tubas.

Já para o projeto de energia eólica, serão instaladas

duas turbinas eólicas em uma área florestal na

cidade de Tubas. Cada turbina produzirá cerca de

800 KW/h (quilowatts por hora). Cada usina é composta

por uma torre de 50 m (metros) (164 pés) e

um ventilador com três lâminas de 25 m (82 pés) de

comprimento.

Issa Dababat, engenheiro do Conselho de Serviços

Conjuntos de Tubas, afirma que a iniciatva abrirá

perspectivas de investimento em energia renovável,

especialmente no campo da energia eólica – e também

deverá reduzir a conta de eletricidade comprada

de Israel e melhorar os serviços de tratamento de água

e esgoto.

NOVAS POSSIBILIDADES

Se for bem sucedida, a iniciativa acabará com a

dependência de eletricidade do governo israelense

que frequentemente deixa a Cisjordânia e a Faixa de

Gaza sem energia.

"Este é o primeiro investimento da Palestina no

campo da energia e no fortalecimento de fontes de

energia", avalia Ragheb Abu Diak, diretor-geral do

ministério de governo Local da província de Jenin,

localizada na parte norte da Cisjordânia. O plano é

usar a biomassa em decomposição no aterro de ZF

(Zahrat Al Finjan) e convertê-la em energia. Mais da

metade do lixo produzido na Palestina é orgânico e

biodegradável.

"Este projeto é uma

iniciativa decisiva que

ajudará a conceder ao

povo palestino o direito

à água", comemora o

cônsul-geral francês,

Pierre Cochard

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BIOMASSA

NOVAS

POSSIBILIDADES

FOTOS DIVULGAÇÃO

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PARA ENTRAR

NO MERCADO

EUROPEU PELLETS DE

MADEIRA PRECISAM

SER APROVADOS

NO SISTEMA DE

CERTIFICAÇÃO ENPLUS

P

olíticas e acordos para a redução da dependência

de combustíveis fósseis são uma

oportunidade para o mercado de pellets

de madeira. Estima-se que 28 milhões de t

(toneladas) de pellets são consumidos por ano no

mundo. Dentre os maiores exportadores do produto

estão o Canadá, o Leste Europeu, a China e também a

Rússia. A expectativa é que o setor cresça ainda mais,

chegando a 41 milhões de t no mercado mundial.

Estudos apontam que a maior parte da demanda

de biomassa na UE (União Europeia) até 2050

seja abastecida por biomassa sólida. De acordo com

especialistas, o alto consumo de pellets na Europa se

deve ao continente ser signatário de acordos para a

redução da emissão de CO2 (gás carbônico) e precisar

ter, até 2020, ao menos 20% de suas fontes de energia

a partir de recursos renováveis.

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INOVAÇÃO

ENERGIA DE DEJETOS

SUÍNOS ILUMINA

PRÉDIOS PÚBLICOS

FOTOS DIVULGAÇÃO

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INICIATIVA ENVOLVE PARQUE

TECNOLÓGICO, MANTIDO PELA ITAIPU

BINACIONAL, CIBIOGÁS E COPEL

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INOVAÇÃO

U

ma minicentral termoelétrica de biogás com

480 KW (kilowatts) de potência instalada em

Entre Rios do Oeste, no extremo Oeste do

Paraná, vai zerar a conta de energia de 72

unidades consumidoras da prefeitura municipal.

O projeto, que reúne o PTI (Parque Tecnológico

Itaipu), mantido pela Itaipu Binacional, Cibiogás

(Centro Internacional de Energias Renováveis) e Copel

(Companhia Paranaense de Energia), foi inaugurado

pelo governador Carlos Massa Ratinho Júnior e diretores

das instituições envolvidas na parceria.

A longo prazo, a iniciativa vai resultar em economia

para a população do município, além de resolver o

problema ambiental causado pela grande quantidade

de dejetos gerada pela produção animal local.

Entre Rios do Oeste tem menos de 5 mil habitantes,

mas a quantidade de resíduos orgânicos produzidos

no município é equivalente à de uma cidade

de mais de 500 mil habitantes. O que antes era um

problema ambiental foi transformado em solução para

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encantando


CASE

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TECNOLOGIA

VERDE

NOVAS SOLUÇÕES

PARA DESCARBONIZAR

OS DIVERSOS SETORES

DA ECONOMIA SÃO

IMPULSIONADAS PELAS

STARTUPS

FOTOS DIVULGAÇÃO

REVISTA + BIOMASSA + ENERGIA

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CASE

M

udanças e inovações para redução do

consumo de carbono estão trazendo

transformações para a economia. Apesar

das políticas públicas e legislações terem

um papel crucial nesse sentido, as empresas têm as

ferramentas necessárias para colocar em prática o

futuro da energia renovável.

A transição da energia para o setor da indústria

e mobilidade, bem como, a crescente participação

da energia renovável em diversos países ao redor do

mundo, colocam um novo foco na importância da

inovação para o sucesso dos projetos: novas soluções

para descarbonizar os diversos setores da economia

são impulsionadas pelas startups.

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Na Alemanha, muitas empresas iniciantes

aproveitam a transformação, trazendo novas ideias

de negócios para o mercado e conquistam espaço

concorrendo com operadores tradicionais em setores

que vão de fontes renováveis, até a indústria e a mobilidade.

A cena verde de startups é tão aquecida que o

país foi apelidado de Green Energy Valley.

A Alemanha conta com pelo menos 6 mil startups

verdes. Cerca de um quarto de todas as startups alemãs

classificam-se como ecológicas porque contribuem

para a sustentabilidade. Destas, uma em cada

dez atuam em energia ou eletricidade, e cerca de uma

em cada quinze em mobilidade ou setor automotivo.

No país, pioneiro na transição para energia renovável,

tanto o governo quanto as grandes corporações

apostam cada vez mais em uma cenário verde

quando se trata de reconciliar a mudança para as

fontes renováveis com sucesso econômico. Um total

de aproximadamente € 4,6 bilhões foram investidos

em startups alemãs em 2018, o maior número da

história, de acordo com a consultoria de negócios EY.

A Alemanha ocupa o segundo lugar na Europa em

investimentos na área, atrás apenas do Reino Unido

(€ 7,2 bilhões).

"Precisamos desafiar os paradigmas convencionais",

defende Christoph Frei, secretário-geral e CEO

do WEC (Conselho Mundial de Energia). "É exatamente

isso que as startups são. Elas entregam esse tipo de

pensamento fora da caixa e a atitude necessária. As

startups não têm medo de reinventar tudo ", elogia.

"Precisamos desafiar

os paradigmas

convencionais",

defende Christoph Frei,

secretário-geral e CEO

do WEC

REVISTA + BIOMASSA + ENERGIA

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REVISTA + BIOMASSA + ENERGIA

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ARTIGO

ENERGIA DE BRIQUETES PRODUZIDOS COM

REJEITOS DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS

E MADEIRA DE EUCALYPTUS GRANDIS

FOTOS DIVULGAÇÃO

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JOSÉ E. GONÇALVES

Departamento de Ciências

Ambientais (Unesp)

MARIA M. P. SARTORI

Departamento de Engenharia de

Produção (Unesp)

ALCIDES L. LEÃO

Departamento de Ciências

Ambientais (Unesp)

REVISTA + BIOMASSA + ENERGIA

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ARTIGO

RESUMO

O

incentivo ao consumo e à produção em

grande quantidade na sociedade atual gera,

exageros de resíduos sólidos urbanos que,

em alguns casos, podem ser utilizados para

a geração de energia. Neste sentido e visando reduzir os

resíduos dos aterros municipais e gerar energia, buscou-se

produzir briquetes com mistura de Rrsu (Rejeitos de Resíduos

Sólidos Urbanos) e resíduos de madeira de Eucalyptus

grandis. Os briquetes foram fabricados com 0, 5, 10, 15,

20 e 25% de Rrsu na mistura com resíduos madeireiros

contendo 12% de umidade. Os parâmetros analisados para

a escolha da melhor mistura, foram: análise de combustibilidade

x cinzas, resistência e energia utilizável. Os briquetes

com até 10% de Rrsu se mostraram com baixa resistência

e os acima de 15% apresentaram grande aumento no teor

de cinzas; portanto, os que melhor atenderam aos requisitos

combustibilidade x cinzas e resistência mecânica, foram

aqueles com 15% de Rrsu, pois não se conhece a procedência

das cinzas. Considerando-se a energia utilizável, o

briquete com 25% de Rrsu é o que apresenta maior poder

calorífico útil na ordem de 17.175 kJ kg-1 (kilogramas)

motivo pelo qual se indica a produção de briquetes com

adição Rrsu; ressalta-se, porém, a necessidade de estudos

sobre a emissão de gases.

INTRODUÇÃO

O desenvolvimento de um país está diretamente

relacionado ao aumento do consumo energético e, conseqüentemente,

ao crescimento da geração de lixo urbano

por habitante. O lixo se torna problema quando a capacidade

de tratamento adequado é ultrapassada (Jardim &

Wells, 1995), ou seja, produzir lixo além da capacidade de

tratamento se torna condição insustentável (Kanayama,

1995).

Todo e qualquer tipo de lixo produzido nas cidades,

proveniente de atividades humanas e que são lançados no

ambiente, é classificado RSU (Resíduos Sólidos Urbanos) ou

Municipais. A composição desses resíduos pode variar conforme

as características de cada cidade (Calderoni, 1997).

Em 1995 o Brasil produzia 241.614 t (toneladas) de lixo

por dia e 76% ficavam expostos a céu aberto, em lixões;

hoje, a produção brasileira de lixo "per capita" gira em

torno de 600 g (gramas) hab-1 dia-1 com a existência de

poucos aterros sanitários ou aterros controlados para esta

demanda (Cempre, 2005).

Estima-se que em São Paulo cada habitante produz 1

kg de lixo por dia e este valor tende a crescer, tornando a

problemática do lixo inexorável e irreversível legitimando,

assim, a necessidade de alternativas eficazes e custo-efetivo

para o destino do lixo na Grande São Paulo (Cempre,

2005).

O estímulo ao consumo e à produção em larga escala

na sociedade atual, gera grandes quantidades de RSU, dente

os quais se encontram os Rrsu em diversos setores do

mercado, cujo destino diz respeito aos aterros municipais

(Tillman et al., 1989).

Os Rrsu são misturas complexas de compostos orgânicos,

polímeros artificiais, produtos de celulose, inorgânicos;

esta complexidade torna difícil sua reciclagem para a

produção de energia pelo fato de seus insumos químicos

serem poluentes. Desta forma, a briquetagem, que segundo

Quirino (1991), é um processo no qual os materiais

são densificados concentrando energia e diminuindo

significativamente o volume, é uma possível solução para

o problema.

É possível economizar energia com gerenciamento integrado

de Resíduos Sólidos Urbanos, conservando aquela

decorrente da redução do consumo, reutilizando ou usando

materiais recicláveis no processo de produção, através

da queima de resíduos. Segundo Gripp (1998), o Rrsu pode

ser reduzido, reutilizado e, principalmente, reciclado.

A indústria madeireira tem a característica de gerar

grandes volumes de resíduos no processo de beneficiamento

de madeira. Esta geração ocorre nos processos

normais ou mesmo antes da madeira ser introduzida

no processo propriamente dito, por não atenderem às

exigências do mercado consumidor, tornando-se resíduo,

juntamente com as serragens, maravalhas, costaneiras,

aparas, pó de serra etc. (Pereira Júnior, 2001). Atualmente,

esses resíduos são procurados por granjas mas a oferta de

serragem ainda supera, em muito, a procura, e o material

muitas vezes não tem finalidade específica. A vantagem

de se utilizar a serragem na forma de briquetes consiste

em um gerenciamento sustentável desses resíduos como

forma de gerar energia em volumes compactos a partir de

um recurso natural renovável, além de não possuir caráter

poluidor de fontes fósseis de energia (Acioli, 1994).

Na geração de energia a partir da biomassa, um

parâmetro que deve ser controlado é o teor de umidade

uma vez que, quanto menor o teor de umidade maior

será a produção de calor por unidade de massa (Vale et

al., 2000), haja vista que a presença de água representa

poder calorífico negativo, pois parte da energia liberada é

gasta na vaporização da água e se o teor de umidade for

muito variável, poderá dificultar o processo de combustão,

havendo necessidade de constantes ajustes no sistema

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REVISTA + BIOMASSA + ENERGIA

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EVENTO

CONGRESSO INTERNACIONAL DA BIOMASSA

SURPREENDE

EMPRESÁRIOS

Fotos: BIOMAIS

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O

quarto congresso internacional

da Biomassa, mais conhecido

como Cibio, aconteceu final

de junho em Curitiba (PR), no

Expotrade Convention Center. Pelo evento,

as empresas participantes apresentaram seus

principais produtos e serviços a todos os setores

da cadeia da energia renovável. Outro

ponto forte da feira foram as palestras, que

fomentaram conteúdo e o networking entre

os empresários. Confira o que eles comentaram

sobre o assunto.

REVISTA + BIOMASSA + ENERGIA

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EVENTO

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REVISTA + BIOMASSA + ENERGIA

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AGENDA

AGOSTO 2019

AUSTRALIAN UTILITY WEEK 2019

Data: 14 e 15

Local: Melbourne (Austrália)

Informações: www.australian-utility-week.com

DESTAQUE

FENASUCRO & AGROCANA

Data: 20 a 23

Local: Sertãozinho (SP)

Informações: www.fenasucro.com.br

EXPO EFICIENCIA ENERGÉTICA 2019

Data: 21 a 23

Local: Monterrey (México)

Informações: http://expoeficienciaenergetica.com

INTERSOLAR

Data: 27 a 29

Local: São Paulo (SP)

Informações: www.intersolar.net.br

Imagem: divulgação

SETEMBRO 2019

ASIAN BATTERY CONFERENCE | ABC 2019

Data: 3 a 6

Local: Bali (Indonésia)

Informações: http://16abc.conferenceworks.com.au

THE GREEN EXPO 2019

Data: 3 a 5

Local: Cidade do México

Informações: www.thegreenexpo.com.mx

III LIGNUM LATIN AMERICA

Data: 11 a 13

Local: Curitiba (PR)

Informações: www.lignumlatinamerica.com

FENASUCRO & AGROCANA

Data: 20 a 23 de agosto

Local: Sertãozinho (SP)

Informações:

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O único evento do país com foco exclusivo em

bioenergia discute soluções para indústrias de biocombustíveis;

transporte e logística; papel e celulose;

e de alimentos e bebidas. Nesta, que é a XXVII edição

da Feira Internacional da Bioenergia, a programação

da Fenasucro & Agrocana contempla troca de experiências

e networking com os principais compradores

do setor. O evento acontece de 20 a 23 de agosto, em

Sertãozinho (São Paulo).

INTERMACH

Data: 17 a 20

Local: Joinville (SC)

Infomações: www.intermach.com.br

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OPINIÃO

Foto: divulgação

BONS

VENTOS

BRASIL, ALÉM DE BONS VENTOS, TAMBÉM TEM PROFISSIONAIS

EXTREMAMENTE DEDICADOS E QUE ACREDITAM NO PODER RENOVÁVEL

N

o último dia 15 de junho, comemoramos

o Dia Mundial do Vento. E, como sabemos,

tendo um dos melhores ventos do mundo,

o Brasil tem muito a comemorar, já que

desenvolvemos uma eficiente indústria de energia eólica,

fazendo do vento, hoje, a segunda fonte de nossa matriz

elétrica com mais de 7.500 turbinas em operação e mais

de 600 parques eólicos.

Em 1992, no arquipélago de Fernando de Noronha,

entrou em operação o primeiro aerogerador instalado

no Brasil, resultado de uma parceria entre o Cbee (Centro

Brasileiro de Energia Eólica) e a Celpe (Companhia Energética

de Pernambuco), com financiamento do instituto

de pesquisas dinamarquês Folkecenter. Durante os 10

anos seguintes, a energia eólica pouco cresceu, em parte

pela falta de políticas, mas principalmente, pelo alto

custo da tecnologia.

Durante a crise energética de 2001, houve a tentativa

de incentivar a contratação de empreendimentos

de geração de energia eólica no país. Criou-se, então,

o Proeólica (Programa Emergencial de Energia Eólica).

Esse programa tinha como objetivo a contratação de

1.050 MW (megawatts) de projetos de energia eólica até

dezembro de 2003. Já se falava da complementaridade

sazonal do regime de ventos com os fluxos hidrológicos

nos reservatórios hidrelétricos.

A iniciativa, no entanto, não obteve resultados, e foi

substituída pelo Proinfa (Programa de Incentivo às Fontes

Alternativas de Energia Elétrica). Além de incentivar o desenvolvimento

das fontes renováveis na matriz energéti-

ca, o Proinfa abriu caminho para a fixação da indústria de

componentes e turbinas eólicas no Brasil com exigências

de conteúdo nacional para os aerogeradores frutos desse

programa.

Já no final de 2009 ocorreu o primeiro leilão de

comercialização de energia voltado exclusivamente para

a fonte eólica. Este leilão, denominado LER (Leilão de

Energia de Reserva), foi um sucesso, com a contratação

de 1,8 GW (gigawatts), e abriu portas para novos leilões

que ocorreram nos anos seguintes. O segundo LER ocorreu

em dezembro de 2009 e contratou usinas eólicas com

início do suprimento em 2012 e cujo prazo dos contratos

era de 20 anos.

Na curva de desenvolvimento e instalação da fonte

eólica ao longo dos anos, que você pode encontrar no

site da Abeeólica (no Infovento, nosso infográfico dos

principais dados do setor), é possível visualizar como

a fonte eólica iniciou seu efetivo crescimento a partir

do leilão ocorrido em 2009, sendo que as instalações

começaram a se intensificar a partir de 2010, ano em que

tínhamos menos de 1 GW. Hoje, já passamos dos 15 GW

e, em 2023, apenas considerando os leilões já realizados,

teremos 20 GW. Vale lembrar que, neste ano, teremos

dois leilões: um A-4 e um A-6.

Este nosso breve histórico é a prova de que o Brasil,

além de bons ventos, também tem profissionais extremamente

dedicados e que acreditam no poder renovável

da energia eólica para construir uma relação sustentável

e respeitosa com a natureza, cuidando do nosso planeta

para as gerações futuras.

Por Elbia Gannoum

presidente executiva da Abeeólica (Associação Brasileira de Energia Eólica)

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