*Agosto/2019 - Revista Biomais 34

jota.2016
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Na Alemanha, muitas empresas iniciantes

aproveitam a transformação, trazendo novas ideias

de negócios para o mercado e conquistam espaço

concorrendo com operadores tradicionais em setores

que vão de fontes renováveis, até a indústria e a mobilidade.

A cena verde de startups é tão aquecida que o

país foi apelidado de Green Energy Valley.

A Alemanha conta com pelo menos 6 mil startups

verdes. Cerca de um quarto de todas as startups alemãs

classificam-se como ecológicas porque contribuem

para a sustentabilidade. Destas, uma em cada

dez atuam em energia ou eletricidade, e cerca de uma

em cada quinze em mobilidade ou setor automotivo.

No país, pioneiro na transição para energia renovável,

tanto o governo quanto as grandes corporações

apostam cada vez mais em uma cenário verde

quando se trata de reconciliar a mudança para as

fontes renováveis com sucesso econômico. Um total

de aproximadamente € 4,6 bilhões foram investidos

em startups alemãs em 2018, o maior número da

história, de acordo com a consultoria de negócios EY.

A Alemanha ocupa o segundo lugar na Europa em

investimentos na área, atrás apenas do Reino Unido

(€ 7,2 bilhões).

"Precisamos desafiar os paradigmas convencionais",

defende Christoph Frei, secretário-geral e CEO

do WEC (Conselho Mundial de Energia). "É exatamente

isso que as startups são. Elas entregam esse tipo de

pensamento fora da caixa e a atitude necessária. As

startups não têm medo de reinventar tudo ", elogia.

"Precisamos desafiar

os paradigmas

convencionais",

defende Christoph Frei,

secretário-geral e CEO

do WEC

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