Jornal Cocamar Setembro 2019

LuRecco

EM MEMÓRIA

Um cooperativista que gostava de estar entre amigos

Osvaldo Tezolin fez parte do conselho fiscal

em várias oportunidades. E, nas reuniões

ordinárias e extraordinárias, era um dos

primeiros a chegar

Foi num sítio de café que

Osvaldo Tezolin nasceu

e cresceu. A propriedade

situada na Gleba

Pinguim, em Maringá, ainda

guarda reminiscências daquele

tempo em que todos acordavam

antes do sol para cuidar da

lavoura. Ora, a capina; ora, a

colheita. Com o passar dos

anos o perfil da propriedade

mudou. O café deu lugar à soja

e a família espalhou. Osvaldo

permaneceu ali mesmo depois

que os pais se foram.

Produtor de soja e milho, ele

sempre fez da Cocamar a sua

segunda casa. Gostava da cooperativa

e se sentia bem na

Unidade Maringá, onde várias

vezes durante a semana era

visto conversando com outros

cooperados e colaboradores,

em meio a risadas, um cafezinho

e outro. Se o convidassem

para um chur-rasco, não faltava.

Se o chamassem para

uma pescaria, estava sempre

pronto.

Osvaldo fez parte do conselho

fiscal em várias oportunidades.

E, nas reuniões ordinárias e extraordinárias,

era um dos primeiros

a chegar. Todos o viam

como um amigo próximo, um

temperamento sereno.

No dia 12/7, aos 67 anos, ele

tomou outro caminho e foi sepultado

com uma camisa do

Santos, seu time do coração,

autografada por Neymar e Edu

Jonas. Um de seus companheiros

de pescaria, Valdomiro

Peres Júnior, o Carnei- rinho, o

definiu como “Grande amigo,

coração puro e parceiro”.

Dez dias antes de sua partida a

Cocamar havia perdido ou-tro

cooperado dos mais antigos:

Caetano Agrário Beltran Cervantes.

Genro de Joaquim Romero

Fontes, um dos 46

fundadores da cooperativa,

coube a ele, na função de advogado,

organizar toda a papelada

para que a entidade pudesse

iniciar suas atividades.

Apaixonado pela

pescaria, não recusava

nenhum convite

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