Newslab 155
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do diagnóstico laboratorial<br />
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Ano 26 - Edição <strong>155</strong> - Ago/Set 2019<br />
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Ano 26 - Edição <strong>155</strong> - Ago/Set 2019<br />
editorial<br />
Chegamos à <strong>155</strong>ª edição da Revista <strong>Newslab</strong>, cuidadosamente preparada trazendo a maior gama<br />
de assuntos referentes ao setor de diagnóstico laboratorial. Com a expectativa do 53º Congresso da<br />
SBPC/ML, onde distribuiremos esta Revista, e que ocorrerá de 24 a 27 de setembro, trazendo uma preciosíssima<br />
programação técnico-científica. A nossa revista também traz um material bem abrangente.<br />
Contamos, desta vez, com três artigos que abordam diferentes temas: o primeiro sobre a importância do<br />
conhecimento e esclarecimento sobre o papilomavírus humano (HPV) na adolescência, especialmente<br />
por conta da iniciação da vida sexual ativa precoce em muitos adolescentes; o segundo sobre as relações<br />
das dislipidemias e o uso da terapêutica em indivíduos infectados pelo vírus HIV; e o terceiro sobre a<br />
incidência de infecções no trato urinário em gestantes.<br />
Além dos artigos científicos supracitados, seguimos com a seção de Gestão Laboratorial e Profissional<br />
que discorre sobre soluções em gestão para pequenos e médios laboratórios clínicos. Temos como<br />
Laboratório em Destaque o Bioma4me, apresentando um texto sobre a importância do sequenciamento<br />
de microbioma para uma vida saudável. Na seção Minuto Laboratório falamos sobre a importância da<br />
fase pré-analítica para o sucesso do diagnóstico. Na seção de Radar Científico, abordamos sobre a importância<br />
do controle do resfriamento em criopreservação e sobre o impacto da análise de esfregaços<br />
por metodologia digital. Somado a isso, seguimos com a seção Direito a Saúde, que expõe o tema da<br />
problemática da judicialização na área da saúde. Seguimos, então, para a seção Lady News que fala<br />
sobre os processos de gestão, especialmente sob a ótica feminina, e sobre as novidades de microscopia.<br />
Por fim, nossa despojada e divertida coluna Analogias em Medicina, conta como foi a descrição da<br />
doença de Paget.<br />
Todo esse conteúdo, associado à uma importante agenda de eventos e as melhores inovações e soluções<br />
do mercado de análises clínicas, reunindo as maiores empresas do ramo. Agradecemos à todos que<br />
colaboraram com essa edição, e a todos os leitores.<br />
Boa leitura a todos!<br />
JOÃO GABRIEL DE ALMEIDA<br />
Expediente<br />
Realização: DEN Editora<br />
Conselho Editorial: Sylvain Kernbaum | revista@newslab.com.br<br />
Jornalista Responsável: João Gabriel | redação@newslab.com.br<br />
Assinaturas: Daniela Faria 11 98357-9843 | assinatura@newslab.com.br<br />
Comercial: João Domingues - 11 98357-9852 | comercial@newslab.com.br<br />
Coordenação de Arte: HDesign - arte@hdesign.com.brr<br />
Impressão: Vox Gráfica | Periodicidade: Bimestral<br />
Ano 26 - Edição <strong>155</strong> - Ago/Set 2019<br />
DEN Editora - Revista NewsLab - Av. Nove de Julho, 3.229 - Cj. 1110 - 01407-000 - São Paulo-SP<br />
tel.: 11 3900-2390 - www.newslab.com.br - revista@newslab.com.br<br />
CNPJ.: 23.057.401/0001-83 - Insc. Est.: 113.931.870.114 - ISSN 0104-8384<br />
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Revista NewsLab | Ago/Set 2019
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Ano 26 - Edição <strong>155</strong> - Ago/Set 2019<br />
Normas de Publicação<br />
para artigos e informes assinados<br />
A Revista <strong>Newslab</strong>, em busca constante de novidades em divulgação científica, disponibiliza abaixo as normas para publicação de artigos, aos autores interessados.<br />
Caso precise de informações adicionais, entre em contato com a redação.<br />
Informações aos Autores<br />
A Revista <strong>Newslab</strong>, em busca constante de novidades<br />
em divulgação científica, disponibiliza abaixo<br />
as normas para publicação de artigos, aos autores<br />
interessados. Caso precise de informações adicionais,<br />
entre em contato com a redação.<br />
Informações aos autores<br />
Bimestralmente, a Revista NewsLab publica<br />
editoriais, artigos originais, revisões, casos educacionais,<br />
resumos de teses etc. Os editores levarão em<br />
consideração para publicação toda e qualquer contribuição<br />
que possua correlação com as análises<br />
clínicas, a patologia clínica e a hematologia.<br />
Todas as contribuições serão revisadas e analisadas<br />
pelos revisores. Os autores deverão informar<br />
todo e qualquer conflito de interesse existente, em<br />
particular aqueles de natureza financeira relativo a<br />
companhias interessadas ou envolvidas em produtos<br />
ou processos que estejam relacionados com a<br />
contribuição e o manuscrito apresentado.<br />
Acompanhando o artigo deve vir o termo de<br />
compromisso assinado por todos os autores, atestando<br />
a originalidade do artigo, bem como a participação<br />
de todos os envolvidos.<br />
Os manuscritos deverão ser escritos em português,<br />
mas com Abstract detalhado em inglês. O Resumo<br />
e o Abstract deverão conter as palavras-chave<br />
e keywords, respectivamente.<br />
As fotos e ilustrações devem preferencialmente<br />
ser enviadas na forma original, para uma perfeita reprodução.<br />
Se o autor preferir mandá-las por e-mail,<br />
Contato<br />
A sua opinião é muito importante para nós. Por isso, criamos<br />
vários canais de comunicação para você, nosso leitor.<br />
REDAÇÃO: Av. Nove de Julho, 3.229 - Cj. 1110 - 01407-000 - São Paulo-SP<br />
TELEFONE: (11) 3900-2390<br />
EMAIL: redacao@newslab.com.br.<br />
Acesse nossa homepage: www.newslab.com.br<br />
Siga-nos no twitter: @revista_newslab<br />
pedimos que a resolução do escaneamento seja de<br />
300 dpi’s, com extensão em TIF ou JPG.<br />
Os manuscritos deverão estar digitados e enviados<br />
por e-mail, ordenados em título, nome e<br />
sobrenomes completos dos autores e nome da<br />
instituição onde o estudo foi realizado. Além disso,<br />
o nome do autor correspondente, com endereço<br />
completo fone/fax e e-mail também deverão constar.<br />
Seguidos por resumo, palavras-chave, abstract,<br />
keywords, texto (Ex: Introdução, Materiais e Métodos,<br />
Parte Experimental, Resultados e Discussão,<br />
Conclusão) agradecimentos, referências bibliográficas,<br />
tabelas e legendas.<br />
As referências deverão constar no texto com o<br />
sobrenome do devido autor, seguido pelo ano da<br />
publicação, segundo norma ABNT 10520.<br />
As identificações completas de cada referência<br />
citadas no texto devem vir listadas no fim, com o<br />
sobrenome do autor em primeiro lugar seguido pela<br />
sigla do prenome. Ex.: sobrenome, siglas dos prenomes.<br />
Título: subtítulo do artigo. Título do livro/periódico,<br />
volume, fascículo, página inicial e ano.<br />
Evite utilizar abstracts como referências. Referências<br />
de contribuições ainda não publicadas deverão<br />
ser mencionadas como “no prelo” ou “in press”.<br />
Os trabalhos deverão ser enviados ao endereço:<br />
Revista NewsLab<br />
A/C: João Gabriel – redação<br />
Av. Nove de Julho, 3.229 - Cj. 412<br />
CEP 01407-000 - São Paulo-SP<br />
Pelo e-mail: redacao@newslab.com.br<br />
Ou em http://www.newslab.com.br/publique/<br />
o que dá resultado<br />
o o crescimento da saúde no Brasil,<br />
cana Beckman Coulter investe<br />
s no país e apresenta lançamentos que<br />
ssibilidades de erros nos diagnósticos do setor.<br />
Esta publicação é dirigida aos laboratórios, hemocentros e universidades de todo o país. Os artigos e informes assinados<br />
são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião da DEN Editora.<br />
Filiado à:<br />
06<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
TRANSFUSION MEDICINE
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Índice remissivo de anunciantes<br />
ordem alfabética<br />
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pág<br />
AdebLine 28-29<br />
Aimara 75<br />
Apparat Brasil 51 | 111<br />
Beckman Coulter 01<br />
Becton Dickinson 53 | 88 - 89<br />
Bio Advance 25<br />
Biodinâmica 99<br />
BioSystems 133<br />
Biotecno 151<br />
Brazilian Journal Of Microbiolog 161<br />
Celer Biotecnologia 95<br />
Cellavision 27<br />
Cepheid 117<br />
Comercial 3Albe 143<br />
Control Lab 115<br />
DB Diagnósticos 164<br />
Diagno 137<br />
Diagnóstica Rio 79<br />
Erba Diagnostics 17 | 119<br />
Álvaro Apoio | Folder 82<br />
FirstLab 101<br />
Fujirebio 67<br />
Gilson S.A. 141<br />
GoldAnalisa 139<br />
Greiner Bio-One Brasil 81 | 131<br />
Grifols 5-7<br />
GT Group (Biosul) 49<br />
Hermes Pardini 63<br />
Horiba 2-3 | 159<br />
InVitro 121<br />
IDS Immunologia 153<br />
J. R. Ehlke 54-55<br />
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pág<br />
Labrede 42 - 43<br />
Labteste 87<br />
Liga Sistemas 145<br />
Livro Proced. Básicos 104<br />
LumiraDx 71<br />
Mayo Clinic 47<br />
Médica Com Repr. LTDA 91<br />
Mobius Life Science 93<br />
Mbiolog 10-11<br />
Molecular do Brasil 157<br />
NeoLab 45<br />
NewProv 129<br />
Nihon Kohden do Brasil 65 | 102-103<br />
PNCQ 127<br />
Prime Cargo 162-163<br />
Quest Diagnostics 35<br />
Roche 39<br />
São Marcos Laboratório 37<br />
Sarstedt 14-15<br />
Sebia 135<br />
Serion 105 | 109<br />
Seegene Brazil 13<br />
Siemens 23 | 77<br />
Snibe 149<br />
Stramedical 73<br />
Sysmex 125<br />
TBS Binding Site 33<br />
ThermoFisher 09<br />
Union Lab 147<br />
Veolia 106-107<br />
Vida Biotecnologia 69<br />
Vyttra 18-19<br />
Conselho Editorial<br />
Luiz Euribel Prestes Carneiro – Farmacêutico-Bioquímico, Depto. de Imunologia e de Pós-Graduação da Universidade do Oeste Paulista, Mestre e Doutor em Imunologia pela USP/SP | Prof. Dr. Carlos A. C. Sannazzaro<br />
– Professor Doutor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP | Dr. Amadeo Saéz-Alquézar - Farmacêutico-Bioquímico | Prof. Dr. Antenor Henrique Pedrazzi – Prof. Titular e Vice-Diretor da Faculdade de Ciências<br />
Farmacêuticas de Ribeirão Preto - USP | Prof. Dr. José Carlos Barbério – Professor Emérito da USP | Dr. Silvano Wendel – Banco de Sangue do Hospital Sírio-Libanês | Dr. Paulo C. Cardoso De Almeida – Doutor<br />
em Patologia pela Faculdade de Medicina Da USP | Dr. Zan Mustacchi – Prof. Adjunto de Genética da Faculdade Objetivo/UNIP | Dr. José Pascoal Simonetti – Biomédico, Pesquisador Titular do Depto de Virologia do Instituto<br />
Oswaldo Cruz - Fiocruz - RJ | Dr. Sérgio Cimerman – Médico-Assistente do Instituto de Infectologia Emílio Ribas e Responsável Técnico pelo Laboratório Cimerman de Análises Clínicas | Dra. Suely Aparecida Corrêa Antonialli<br />
– Farmacêutica-Bioquímica-Sanitarista, Mestre em Saúde Coletiva.<br />
Colaboraram nesta Edição:<br />
José de Souza Andrade-Filho, Tainá Cardoso dos Santos Pires, Rosalina Guedes, Ana Clara da Silva, Karla Valéria Santos de Campos, Izalina Carla Oliveira do Nascimento, José Eduardo<br />
Batista Filho, Vanessa Danille Diniz da Silva, Gerusinete Bastos Santos, José Eduardo Batista, Guilherme Ribeiro Juliano, Aline Cristina Souza da Silva, Mariana Silva Oliveira, Lourimar<br />
José de Morais, Camila Lourencini Cavellani, Vicente de Paula Antunes da Teixeira, Mara Lúcia da Fonseca Ferraz, Kairo Silveira, Patricia Fukuma , Ana Hasegawa, Marilene Scodeler,<br />
Mauren Isfer Anghebem, Amanda Navarro D’Oliveira, Fábia Yves.<br />
08<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
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For Research Use Only. Not for use in diagnostic procedures. © 2019 Thermo Fisher Scientifi c Inc. All rights reserved. All<br />
trademarks are the property of Thermo Fisher Scientifi c and its subsidiaries unless otherwise specifi ed.<br />
For Research Use Only. Not for use in diagnostic procedures. © 2019 Thermo Fisher Scientifi c Inc. All rights reserved. All<br />
trademarks are the property of Thermo Fisher Scientifi c and its subsidiaries unless otherwise specifi ed.
010<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
evista<br />
Í n d i c e<br />
Ano 26 - Edição <strong>155</strong> - Ago/Set 2019<br />
MATÉRIA<br />
DE CAPA<br />
Investimento que dá resultado<br />
Acompanhando o crescimento da saúde no Brasil,<br />
a norte-americana Beckman Coulter investe<br />
US$ 15 milhões no país e apresenta lançamentos que<br />
reduzem as possibilidades de erros nos diagnósticos do setor.<br />
04 Editorial<br />
16 Agenda<br />
70 Laboratório em destaque<br />
76 Radar Científico I<br />
84 Radar Científico II<br />
86 Radar Científico lll<br />
90 Direito e Saúde<br />
96 Informe Científico<br />
98 Lady News<br />
104 Minuto Laboratório<br />
108 Informes de Mercado<br />
128 Logística Laboratórial<br />
160 Analogias em Medicina<br />
56<br />
ARTIGO 1<br />
O PAPILOMAVÍRUS HUMANO<br />
(HPV) E SUA ASSOCIAÇÃO COM O<br />
CÂNCER DE COLO DE ÚTERO NA<br />
ADOLESCÊNCIA<br />
AUTORES:<br />
JOICIANE JÉSSICA PANTOJA RAMOS;<br />
MICHELE AMARAL DA SILVEIRA.<br />
ARTIGO 2<br />
VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA<br />
ADQUIRIDA E AS DISLIPIDEMIAS PROVOCADAS EM<br />
PACIENTES QUE UTILIZAM ANTIRETROVIRAIS<br />
AUTORES:<br />
LUCIA BUENO;<br />
POLIANA VARGAS PORTO;<br />
BRUNA GRASIELA BARBOSA;<br />
MORGANA SCHMITT;<br />
ANA CLAUDIA MACHADO SILVEIRA;<br />
GEISIBEL ROBERTA DE VARGAS;<br />
FABIANO COSTA OLIVEIRA;<br />
GUSTAVO MULLER LARA;<br />
ELOIR DUTRA LOURENÇO.<br />
ARTIGO 3<br />
INVESTIGAÇÃO DA INCIDÊNCIA DE INFECÇÃO<br />
DO TRATO URINÁRIO EM GESTANTES<br />
ATENDIDAS NO LABORATÓRIO MUNICIPAL DE<br />
ANÁLISES CLÍNICAS DO MUNICÍPIO DE SÃO<br />
BENTO DO SUL/SC<br />
AUTORES:<br />
KARINA TOMELIN;<br />
SHEILA KATY BARON;<br />
DEISY ALINI RUTHESE;<br />
DANIELA DELWING DE LIMA.<br />
GESTÃO LABORATORIAL<br />
E PROFISSIONAL<br />
PROGRAMA NACIONAL PARA PROFISSIONALIZAÇÃO DA GESTÃO<br />
LABORATORIAL - PROGELAB<br />
LADY NEWS<br />
NOVIDADES DO SCARPIN MICROSCÓPIO<br />
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30<br />
40<br />
64<br />
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Revista NewsLab | Ago/Set 2019
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Revista NewsLab | Ago/Set 2019
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MAJOR JILL A. LEMIEUX - Hospital da Força Aérea dos Estados Unidos<br />
Comandante de vôo do 88° Esquadrão de Operações Médicas e Emergência, da Base Wright Patterson Air<br />
Force, Ohio, o qual lidera o maior e mais diverso esquadrão aéreo contendo 112 militares, civis e contratados.<br />
O departamento de emergência promove atendimento de urgência e emergência para 22.000 pacientes por ano<br />
e abriga estudantes de medicina, residentes, estudantes técnicos de fase II e III, e uma plataforma de treinamento<br />
de prontidão para mais de 200 médicos.<br />
Nativa de Massachusetts e graduada da escola Bartlett, está na Força Aérea desde novembro de 1994.<br />
Em dezembro de 2000 transferiu-se para a Guarda Aérea Nacional. Lá ingressou na escola de enfermagem e<br />
depois obteve a graduação como bacharel de enfermagem pela Universidade de Massachusetts. Comandou as<br />
atividades como Segundo Tenente em janeiro de 2006. Major Lemieux ocupou diversos cargos incluindo líder e<br />
gerente de enfermagem, instrutora de enfermagem de traumas no Defense Institute of Medical Operations,<br />
instrutora ACLS (Advanced Cardiovascular Life Support) e comandante de vôo.<br />
MICHAEL O´BRYAN, MD<br />
Bacharel em Ciências Biológicas da Universidade de Kentucky (Lexington, KY) e especializado em<br />
Obstetrícia e Ginecologia pela Universidade de Medicina da Holanda. Apaixonado na busca de<br />
melhorias dos resultados dos pacientes. Dr. O’Bryan é autor, palestrante em qualidade de amostras<br />
e mais recentemente como colaborador do Clinical Laboratory Standards Institute.<br />
Dr. ALEXANDRE BELMONTE SIPHONE<br />
Advogado e economista; pós-graduado em Direito Médico pela Universidade de Coimbra; possui MBA em Gestão<br />
Empresarial pelo INPG; Mestre em Direito Empresarial pela UNIMES; Doutorando em direito internacional do trabalho<br />
pelo ISPED - Instituto Sul Americano de Pesquisa e Desenvolvimento em pareceria com a Universidad Nacional de<br />
Córdoba. Trabalhou durante 15 anos no setor de Recursos Humanos de empresas multinacionais e, em seguida,<br />
especializou-se na carreira da advocacia trabalhista e na responsabilidade civil e criminal na atuação médica, onde<br />
passou a defender o interesse de grupos empresariais dos mais diversos segmentos. Atualmente, é o sócio<br />
responsável pelas áreas de direito médico e do trabalho no escritório.<br />
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24 a 26 de setembro<br />
15:15 | 16:00<br />
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Major Jill Lemieux<br />
Reduzindo Hemólises com o sistema de coleta de sangue S-Monovette ®<br />
Entenda como o Centro Médico Wright Patterson da Força Aérea dos EUA -<br />
uma das maiores bases aéreas dos Estados Unidos - reduziu drasticamente<br />
as taxas de hemólises no processo de coleta de sangue<br />
Dr. Alexandre Siphone - Como evitar o Passivo Trabalhista e a responsabilização<br />
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agenda<br />
agenda<br />
XLIV Annual Congress of the Brazilian Society of Immunology /<br />
XII ESCI – Extra Section of Clinical Immunology<br />
Data: 29 de setembro a 2 de outubro - Local: Florianópolis/SC<br />
Site: https://sbicongressos.com/immuno2019/<br />
30º congresso de microbiologia<br />
Data: 6 a 9 de outubro<br />
Local: Centro Cultural e de exposições ruth cardoso – Maceio/AL<br />
Site: https://sbmicrobiologia.org.br/30cbm2019/<br />
48º Congresso Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem<br />
Data: 10 a 12 de outubro<br />
Local: Centro de Eventos do Ceará – Fortaleza/CE<br />
Site: https://congressocbr.com.br/<br />
XVI Congresso Brasileiro de Cardiogeriatria<br />
Data: 11 a 12 de outubro<br />
Local: Hotel Pestana – São Paulo/SP<br />
Site: http://departamentos.cardiol.br/decage/congresso2019/<br />
XII Congresso Brasileiro de Bioética<br />
Data: 15 a 18 de outubro<br />
Local: PUC-Goiás - Goiânia/GO<br />
Site: https://win.iweventos.com.br/evento/bioetica2019/home<br />
XXII Congresso da Sociedade Brasileira de Diabetes<br />
Data: 16 a 18 de outubro<br />
Local: Centro de convenções de Natal – Natal/RN<br />
Site: https://diabetes2019.com.br/<br />
XVI Congresso Brasileiro de Transplantes<br />
Data: 16 a 19 de outubro<br />
Local: Royal Palm Hall – Campinas/SP<br />
Site: http://congressoabto.org.br/2019/<br />
XLIV Congresso da Sociedade Brasileira de Biofísica<br />
Data: 17 a 20 de outubro<br />
Local: Mendes Plaza Hotel – Santos/SP<br />
Site:http://easyapp.ekmf.com.br/sites/sbbf2019/<br />
XXI Congresso da Sociedade Brasileira de Radioterapia<br />
Data: 23 a 26 de outubro<br />
Local: Rio de Janeiro/RJ<br />
Site: https://www.semanaonco.com.br/radioterapia/<br />
016<br />
5º Simpósio Internacional de Cardiologia<br />
Data: 25 a 26 de outubro<br />
Local: Hotel Intercontinental – São Paulo/SP<br />
Site: https://www.bp.org.br/educacao-e-pesquisa/eventos-cientificos/5-simposio-internacional-de-cardiologia/<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
ERBA Mannheim chega ao mercado brasileiro com nova subsidiária direta<br />
Lançamento durante o 53º Congresso Brasileiro de Patologia Clínica no Rio de Janeiro<br />
Londres, Reino Unido (22 de agosto de 2019) – Erba Mannheim fortalece sua presença no mercado ao abrir<br />
sua mais nova subsidiária no Brasil, aproximando-se de seu objetivo de oferecer suas soluções em escala<br />
global. O lançamento ocorrerá durante o 53º Congresso Brasileiro de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial.<br />
Com sede em Nova Lima, Minas Gerais, a nova organização planeja ofertar ao mercado toda a sua gama<br />
de soluções semi-automatizadas e automatizadas de química clínica, hematologia, hemostasia, imunoensaio,<br />
urinálise, diabetes, cuidados intensivos e microbiologia.<br />
“O Brasil é um mercado primordial e inserido em nossa visão estratégica de oferecer soluções dedicadas de<br />
diagnóstico in vitro para mercados emergentes. Vemos que as necessidades dos pacientes e laboratórios<br />
brasileiros caminham em direção à maior qualidade e tecnologia, muito alinhado ao perfil das soluções que<br />
a Erba oferece” comentou Nikhil Vazirani, Diretor Executivo da Erba Mannheim. “Temos o compromisso de<br />
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AUTORES:<br />
JOICIANE JÉSSICA PANTOJA RAMOS 1 ;<br />
MICHELE AMARAL DA SILVEIRA 2 .<br />
artigo 1<br />
1Graduanda do curso de pós-graduação em Citopatologia Clínica com ênfase no trato genital feminino. Faculdade<br />
Integrada Brasil Amazônia (FIBRA) - Belém (PA), Brasil.<br />
2 Docente, Mestre em Genética e Biologia Molecular. Universidade Federal do Pará (UFPA) - Belém (PA), Brasil.<br />
Correspondência: Joiciane Jéssica Pantoja Ramos - Pós-graduação em Citopatologia Clínica com ênfase no trato<br />
genital femenino, Faculdade Integrada Brasil Amazônia (FIBRA), Rua do arsenal vila martins, n 178 - Cidade velha -<br />
CEP: 66023-300 - Belém (PA), Brasil - Email: pantoja.joyce@gmail.com<br />
O Papilomavírus Humano (HPV) e<br />
sua associação com o Câncer de<br />
Colo de Útero na Adolescência<br />
imagem ilustrativa<br />
RESUMO<br />
O câncer do colo do útero é considerado a segunda neoplasia maligna do<br />
mundo. O principal fator de risco para o desenvolvimento dessa patologia é<br />
a infecção pelo papilomavírus humano (HPV). Objetivo: realizar um estudo,<br />
sobre a relação do HPV com o câncer uterino em adolescentes, enfatizando<br />
a importância do conhecimento sobre o tema. Métodos: Realizou-se revisão<br />
da literatura que buscou artigos científicos publicados entre 2013 a 2017, nas<br />
bases de dados eletrônicas: Scielo, Google Acadêmico, Scientia Medica, Pub-<br />
Med, LILACS e DECS realizada em Março a Julho de 2017, utilizou-se os descritores:<br />
neoplasias do colo do útero, papilomaviridae e adolescente. Resultados:<br />
Selecionou-se 21 (vinte um) artigos, deste total, 20 (vinte) em português e 1<br />
(um) em inglês versaram sobre a relação do HPV com o câncer sendo utilizados<br />
por conter informações sobre o tema. Conclusão: Foi verificado na literatura<br />
que a falta de conhecimento sobre o HPV na adolescência é algo preocupante,<br />
pois demonstra que as informações não estão esclarecidas nas adolescentes<br />
com a vida sexual precoce, pois estas possuem conceitos errôneos sobre o que<br />
se trata o HPV, sendo de suma importância o diagnóstico e tratamento precoce<br />
para a redução das possíveis sequelas.<br />
Palavras-Chave: Neoplasias do colo do útero. Papillomaviridae. Adolescente<br />
ABSTRACT<br />
The Cervical Cancer is considered the second malignant neoplasm of the<br />
world. The main risk factor for the development of this pathology is human papillomavirus<br />
(HPV) infection. Objective: Realize a study about the relationship<br />
between HPV and uterine cancer in adolescents, emphasizing the importance<br />
of the knowledge of adolescents about the subject, proposing measures that<br />
could improve the dissemination of this subject. Method: Realized a systematic,<br />
that searched article from the year 2013 to 2017 consulting electronic databases:<br />
Scielo, Google Academy, scientia medica, PubMed, LILACS and DECS<br />
maded on may to july 2017 and teens Result: Twenty-one articles were selected<br />
being 20 (twenty) in Portuguese and 1 (one) in English all of them about<br />
the general context of the relationship between HPV and cancer being used<br />
for containing information about the subject. Conclusion: It was showing on<br />
databases that the lack of information about HPV in adolescence is a matter of<br />
concern, because the informations about the theme is not clarified to adolescents<br />
with an early sexual life, which have wrong concepts about what really<br />
is HPV, being very important the early diagnosis and treatment, for chances to<br />
reduce the sequels.<br />
Keywords: Uterine Cervical Neoplasms. Papillomaviridae. Teens.<br />
INTRODUÇÃO<br />
O câncer do colo do útero é considerado a segunda neoplasia<br />
maligna do mundo, é uma grande preocupação da saúde pública<br />
por apresentar um número alto de óbitos, onde o principal fator de<br />
risco para o desenvolvimento do câncer uterino é a infecção pelo<br />
Papilomavírus Humano 1 .<br />
Novos casos de câncer ocorrerão por ano no mundo cerca de 15<br />
milhões a partir do ano de 2020, segundo a Organização Mundial de<br />
Saúde, o Papilomavírus Humano (HPV) é o principal fator associado<br />
com este câncer. De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 95 %<br />
dos casos ocorre devido a correlação do HPV com o mesmo 2 .<br />
Estudos ressaltam que o contagio do HPV em meninas ocorre<br />
020<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
com maior frequência, na adolescência ou<br />
na fase dos 20 anos, o que torna maior a<br />
transformação neoplásica no colo do útero<br />
na presença do HPV existindo um risco futuro<br />
de câncer 3 .<br />
Existem mais de 200 tipos de HPV, sendo<br />
classificados em baixo risco oncogênicos, os<br />
de médio alto riscos e os que estão associados<br />
ao câncer do colo do útero, os quais<br />
estão relacionados ao 16 e 18 que são considerados<br />
os mais agressivos4.<br />
O contágio do HPV ocorre por meio de<br />
relações sexual desprotegidas, podendo<br />
causar lesões nas áreas genitais, no colo do<br />
útero, no ânus e no pênis, ocorre também a<br />
presença incomum desse vírus na pele ,laringe,<br />
cordas vocais e esôfago, o tempo de<br />
incubação do vírus pode variar de 2 meses<br />
até 2 anos, onde o mesmo apesar de não<br />
apresentar sintomas pode ser transmitido5.<br />
É importante detectar precocemente<br />
o câncer do colo do útero onde a principal<br />
estratégica é a realização do exame citopatológico<br />
ou papanicolau, este consiste na<br />
coleta de células do colo do útero, células<br />
da região ecto e endocervical, realizados em<br />
mulheres sexualmente ativas6.<br />
Considerando a alta prevalência do câncer<br />
do colo do útero, onde é o segundo tipo<br />
de câncer mais comum entre as mulheres,<br />
sendo que a incidência ocorre mais entre a<br />
faixa 16 a 20 anos onde abaixo de 20 anos<br />
a ocorrência do HPV pode afetar cerca de<br />
30 a 40 % dos casos, sendo considerada<br />
uma doença passiva de ser prevenida<br />
onde apesar de ser um assunto bastante<br />
debatido ainda é considerado um problema<br />
de saúde pública.<br />
O presente trabalho teve como objetivo<br />
realizar um levantamento bibliográfico<br />
sobre o conhecimento das adolescentes<br />
em relação ao papilomavírus humano<br />
(HPV) e sua associação com o câncer de<br />
colo de útero.<br />
MATERIAL E MÉTODOS<br />
A metodologia utilizada foi uma revisão<br />
bibliográfica do tipo sistemática, retrospectiva,<br />
quantitativa que buscou artigos<br />
científicos publicados nos anos de 2013<br />
até 2017, em bases de dados eletrônicas:<br />
Scielo, Google Acadêmico, Scientia Medica,<br />
PubMed, LILAC e DECS realizada no período<br />
de Março a Julho de 2017. Os descritores<br />
utilizados foram: neoplasias do colo do útero.<br />
papillomaviridae e adolescente para a realização<br />
geral do contexto aplicado ao tema.<br />
Os critério utilizados para a avaliação criticas<br />
do estudos estão apresentados no quadro 1:<br />
(vide quadro 1)<br />
Os artigos foram selecionados pelos seus<br />
títulos, seguido de resumos, estes foram<br />
avaliados de forma crítica, onde os que<br />
atenderam os critérios previamente estabelecidos<br />
foram selecionados e posteriormente<br />
lidos na íntegra para fins de estudo. Após<br />
a leitura dos selecionados, prosseguiu-se<br />
com análise e organização das ideias para<br />
a estrutura dos resultados, que foram apresentados<br />
em um quadro, organizados em<br />
ordem cronológica de publicação e descrevendo<br />
os achados dos autores.<br />
RESULTADOS<br />
Foram encontrados 1.600 (mil e seiscentos)<br />
resultados pesquisados, desse<br />
total, 21 (vinte um) artigos fizeram parte<br />
do resultado, sendo 20 (vinte) em português<br />
e 1 (um) em inglês que se encaixavam<br />
na composição do desenvolvimento<br />
do estudo, como demonstra o fluxograma<br />
1, levando-se em consideração a data<br />
de publicação, título, resumo e posteriormente<br />
a leitura completa dos mesmos<br />
conforme explanado na metodologia do<br />
presente artigo. (vide fluxograma 1)<br />
Desse montante, 11 (onze) versaram<br />
sobre o contexto geral sobre relação<br />
do câncer do colo do útero com<br />
HPV e 10 (dez) artigos sobre as características<br />
gerais da doença, incluindo<br />
epidemiologia, prevenção primária,<br />
além de pontos relevantes para a<br />
construção do resultado.<br />
No quadro 1, estão apresentados os artigos<br />
selecionados que versaram o contexto<br />
geral sobre a relação do câncer do colo do<br />
útero com HPV. (vide Quadro 1)<br />
Posteriormente, foi realizada a<br />
seleção de artigos que versaram sobre<br />
características gerais da doença,<br />
incluindo epidemiologia, prevenção<br />
primária, além de pontos relevantes<br />
para a construção do artigo, como demonstra<br />
o Quadro 2.<br />
DISCUSSÃO<br />
As adolescentes nem sempre fazem o<br />
uso de métodos contraceptivos segundo<br />
Arruda e colaboradores3 (2013), método<br />
esse que as protegem contra uma possível<br />
infecção. Alguns estudos retratam que o<br />
contágio pelo HPV ocorre na adolescência<br />
ou por volta dos 20 anos, essa fase sexual<br />
Quadro 1. Critérios estabelecidos para a inclusão e exclusão de artigos.<br />
INCLUSÃO<br />
Contextos relacionados ao tema.<br />
Descritores neoplasia do colo do<br />
útero, papilomaviridae,<br />
adolescência, epidemiologia,<br />
prevenção e tratamento.<br />
Publicados em inglês ou português<br />
Formato de artigo<br />
EXCLUSÃO<br />
Artigos que não apresentavam<br />
disponibilidade nas bases de dados<br />
pesquisadas na íntegra<br />
Artigos que apresentavam informações<br />
ultrapassadas<br />
Artigos que não se encaixavam entre o ano<br />
de 2013 a 2017<br />
5<br />
Os artigos foram selecionados pelos seus títulos, seguido de resumos, estes<br />
foram avaliados de forma crítica, onde os que atenderam os critérios previamente<br />
estabelecidos foram selecionados e posteriormente lidos na íntegra para fins de<br />
021
Imagem Ilustrativa<br />
AUTORES:<br />
JOICIANE JÉSSICA PANTOJA RAMOS;<br />
MICHELE AMARAL DA SILVEIRA.<br />
6<br />
artigo 1<br />
publicação, título, resumo e posteriormente a leitura completa dos mesmos conforme<br />
explanado na metodologia do presente artigo.<br />
Fluxograma publicação, 1. Fluxograma título, resumo do quantitativo e posteriormente de artigos selecionados a leitura completa para obtenção dos de mesmos resultados. conforme<br />
Total de<br />
explanado na metodologia do presente artigos artigo.<br />
encontrados<br />
Fluxograma 1. Fluxograma do quantitativo de artigos selecionados para obtenção de resultados.<br />
(n = 1.600)<br />
Total de<br />
artigos<br />
encontrados<br />
(n = 1.600)<br />
Total de artigos<br />
encontrados em<br />
português<br />
(n= 21)<br />
Estudos<br />
analisados com<br />
base no título e<br />
abstract (n= 21)<br />
Estudos<br />
analisados com<br />
base no título e<br />
abstract (n= 21)<br />
Total de artigos<br />
encontrados em<br />
português<br />
(n= 1)<br />
Total de artigos<br />
encontrados em<br />
português<br />
(n= 1)<br />
Total de artigos<br />
encontrados em<br />
Fonte: Elaborado pelo autor, 2017<br />
português<br />
Desse (n= montante, 21) 11 (onze) versaram sobre o contexto geral sobre relação do<br />
câncer do colo do útero com HPV e 10 (dez) artigos sobre as características gerais da<br />
Fonte: Elaborado pelo autor, 2017<br />
doença, incluindo epidemiologia, prevenção primária, além de pontos relevantes para<br />
Desse montante, 11 (onze) versaram sobre o contexto geral sobre relação do<br />
a construção do resultado.<br />
câncer do colo do útero com HPV e 10 (dez) artigos sobre as características gerais da<br />
No quadro 1, estão apresentados os artigos selecionados que versaram o<br />
doença, incluindo epidemiologia, prevenção primária, além de pontos relevantes para<br />
contexto geral sobre a relação do câncer do colo do útero com HPV.<br />
a construção do resultado.<br />
Quadro 1. Artigos selecionados versando sobre o tema correlação do câncer uterino com HPV.<br />
No quadro 1, estão apresentados os artigos selecionados que versaram o<br />
AUTORES<br />
TÍTULO<br />
contexto geral sobre a relação do câncer do colo do útero com HPV.<br />
ARRUDA et al., (2013) 3 apresentam informações importantes a respeito do<br />
Quadro 1. Artigos selecionados versando sobre o tema correlação do câncer uterino com HPV.<br />
HPV onde eles afirmam que o inicio da atividade<br />
AUTORES<br />
TÍTULO<br />
sexual influência no aumento do contagio do HPV,<br />
ARRUDA et al., (2013) 3 apresentam informações importantes a respeito do<br />
7<br />
pois é nessa faixa etária que essas meninas não<br />
HPV onde eles afirmam que o inicio da atividade<br />
fazem uso de preservativos que é a principal medida<br />
sexual influência no aumento do contagio do HPV,<br />
de prevenção, onde quanto mais precoce o contagio<br />
pois é nessa faixa etária que essas meninas não<br />
maior é o risco de desenvolver o câncer de útero.<br />
COSTA et al., (2013) 7<br />
ARAÚJO et al., (2014) 8<br />
PANOBIANO et al.,<br />
(2013) 9<br />
doença abordam em e seu não artigo sabem a complexidade como contrair, da ocorrência alguns<br />
sentimentos do HPV, destacando como timidez, a preocupação constrangimentos em valorizar impedem os<br />
essas sentidos meninas da prevenção de procurar dos um jovens, serviço de subjacente saúde para ao<br />
fazer desencadeamento o rastreamento da vivência do câncer sexual. através do exame<br />
papanicolau, decorrem sobre o que estudos pode levar que a confirmam diagnósticos a relação tardios<br />
estabelecendo direta HPV de com fato o desenvolvimento um problema saúde, do câncer o que do<br />
poderia colo do útero. ser resolvido na adolescência com uma<br />
simples existem consulta pesquisas reduzindo que mostra o índice que de as mortalidade. adolescentes<br />
possuem conceitos errôneos sobre o que se trata o<br />
SANTOS et al., (2014) 10 contém informações a respeito da importância do<br />
HPV de conceitos relacionados a ele como de que<br />
diagnóstico precoce para o câncer do colo uterino<br />
forma é contraída, pensamentos equivocados como<br />
através do exame citopatológico, sendo importante na<br />
que pode ser adquirida por transfusão sanguínea,<br />
diminuição da mortalidade da doença.<br />
seringas de agulhas ou por o simples convívio com<br />
pacientes infectados, outras concepções é sobre o fato<br />
SILVA et al., (2014) 4 obteve seu artigo selecionado, por apresentar<br />
de que somente o homem.<br />
informações acerca do tema a ser estudado, e por<br />
possuir informações importantes, mulheres com idade<br />
CARVALHO; ALMEIDA; de aborda 14 anos, a importância tem tido cada das vez adolescentes mais precoce saberem relação das<br />
SCALDAFERRI (2014) 5 sexual informações desprotegida a respeito o que do aumenta HPV, pois o risco ele afirma do câncer que a<br />
cervical, grande maioria o qual justifica delas que nunca a zona ouviram de transformação falar sobre ao a<br />
epitélio cervical é mais proliferativa durante a puberdade<br />
e adolescência, sendo principalmente susceptível a<br />
alterações que podem ser transmitidas pelo HPV.<br />
BARRUFI, (2015) 11<br />
informa a respeito da população jovem em relação ao<br />
8<br />
6<br />
iniciada precocemente influência no maior<br />
risco de desenvolver transformações<br />
neoplásicas no colo do útero. Miranda e<br />
Gonçalves20 (2016), concorda que esta<br />
doença acomete mulheres que iniciam<br />
a sua vida sexual precocemente, onde as<br />
adolescentes representam uma parte da<br />
população vulnerável.<br />
Estudos complementam que o câncer do<br />
colo do útero é uma neoplasia que acomete<br />
mais mulheres que iniciam a sua vida sexual<br />
precocemente e que possui fatores de riscos<br />
que estão associados ao desenvolvimento<br />
do câncer, as adolescentes representam uma<br />
parte da população que é altamente vulnerável<br />
à medida que o inicio da sua vida sexual<br />
as deixam mais vulneráveis a problemas<br />
relacionados a nível reprodutivo sexual21.<br />
Desde 2015, Segundo Baruffi12, o HPV<br />
vem levando a óbito mais de meio milhões de<br />
mulheres, sendo que a incidência ocorre mais<br />
entre mulheres da faixa etária de 16 a 20 anos<br />
de idade e em pacientes abaixo dos 20 anos<br />
estima-se que as taxas de incidência de infecção<br />
pelo HPV pode alcançar de 30 a 40% dos<br />
casos. De acordo com o Ministério da Saúde<br />
(MS) e Segundo Santana, Neves2, cerca de<br />
95 % dos casos ocorre devido a correlação do<br />
HPV com o mesmo. Entre as adolescentes, o<br />
HPV é muito frequente, pois a falta de informação<br />
sobre os fatores de risco acarretam o<br />
problema de saúde, sendo que muitas vezes<br />
essa doença manifesta-se de forma latente e<br />
não existem aparecimentos de lesões, o que<br />
acomete um mau prognóstico18 .<br />
Segundo estudos relatados, evidenciam<br />
que a sexualidade na idade precoce seguido<br />
de práticas ou maus comportamentos, deixam-as<br />
sobre risco de contaminação, os quais<br />
estão relacionados à falta de informação<br />
sobre os meios de conhecimentos, métodos<br />
contraceptivos e baixos níveis de escolaridade<br />
o que acarreta o aumento das DST´s18,19.<br />
Os principais fatores de riscos para<br />
o desenvolvimento do HPV são, o tabagismo,<br />
a multiplicidade de parceiros<br />
sexuais, o uso de contraceptivos<br />
orais, múltiplos partos e confecção por<br />
agentes infecciosos como o Vírus da<br />
Imudeficiência Humana (HIV) e Chamydia<br />
trachomatis além de aspectos<br />
relacionados como subtipo, carga viral<br />
e infecção múltipla4.<br />
A infecção pelo HPV é o fator de risco que<br />
estar diretamente relacionado ao desenvolvimento<br />
do câncer do colo do útero cerca de<br />
99 % dos casos, porém são vários os fatores<br />
de riscos relacionados ao acometimento do<br />
câncer do colo do útero, estes ao múltiplos<br />
parceiros, relação precoce desprotegida, tabagismo,<br />
etilismo, DIU e alimentação e relata<br />
que as lesões precursoras do câncer do colo<br />
do útero que apresentam o DNA do HPV,<br />
16,18 e 45 estão mais suscetíveis a progredir<br />
para o carcinoma in situ1.<br />
A influência de concepções erradas sobre<br />
o HPV e a falta de informação sobre o<br />
mesmo, podem acarretar em um contágio<br />
de grandes proporções, relata Panobiano9.<br />
A grande maioria das adolescentes nunca<br />
ouviram falar sobre o HPV, tornando um<br />
problema a saúde pública segundo Carvalho,<br />
Almeida, Scaldaferri5. De acordo com<br />
Andrade e colaboradoes17 (2014), através<br />
de estudos realizados com adolescentes,<br />
esclarecem a análise do conhecimento delas<br />
sobre o HPV, a maioria das adolescentes<br />
entrevistadas, 52.5 % já ouviram falar<br />
e 62,5% não tinham noção sobre a relação<br />
do HPV com o câncer do colo do útero.<br />
A classificação do HPV varia de acordo<br />
com seu potencial de transformação<br />
neoplásica, existem mais de 200 tipos<br />
de vírus sendo que os 16 e 18 são<br />
considerados os mais agressivos16. O<br />
contágio do HPV é por transmissão direta<br />
com o epitélio oral, vaginal ou anal,<br />
indivíduos que fazem sexo desprotegi-<br />
022<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
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9<br />
AUTORES:<br />
JOICIANE JÉSSICA PANTOJA RAMOS;<br />
MICHELE AMARAL DA SILVEIRA.<br />
artigo 1<br />
inicio da vida sexual onde vem ocorrendo cada vez<br />
mais precoce, ocorre na maioria dos casos com<br />
multiplicidade de parceiros e sem proteção e com isso<br />
vem aumentando a exposição ao HPV que se não for<br />
tratado precocemente leva a grandes consequências.<br />
RODRIGUES et al., relatam em seu artigo a cobertura do exame<br />
(2015) 12<br />
papanicolau pelo Sistema Único de Sáude (SUS)<br />
enfatizando que o exame é gratuito orientando os<br />
pacientes a seguirem o protocolo exigido para a<br />
realização do exame.<br />
SILVA, (2015) 1<br />
enriquece de informações a respeito do diagnóstico<br />
precoce, assim como demostra o câncer do colo do<br />
útero como uma grande preocupação da saúde<br />
pública por apresentar um número alto de óbitos e o<br />
apresentam os principais fatores de riscos associados<br />
ao câncer uterino.<br />
10<br />
SANTANA; NEVES, apresenta informações acerca do diagnóstico encontra-<br />
(2015) 2<br />
dos nas adolescentes, o HPV é encontrados em 2.3 %<br />
nessas meninas, ressaltando que as adolescentes na<br />
Posteriormente, foi sua realizada primeira a relação seleção sexual de artigos nem sempre que utilizam versaram méto- sobre<br />
características gerais da doença, dos contraceptivos incluindo epidemiologia, facilitando portando prevenção que ocorra primária, a além<br />
de pontos relevantes para a contaminação construção do pelo artigo, HPV. como demonstra o Quadro 2.<br />
Quadro 2. Relação de artigos selecionados para obtenção de informações gerais acerca da doença<br />
AUTORES<br />
TÍTULO<br />
CRUZ; JARDIM, (2013) 13 apresenta informações sobre o método mais utilizado<br />
para a detecção precoce do vírus HPV, o exame<br />
citopatológico, simples que tem por finalidade<br />
detectar alterações celulares da cérvice uterina.<br />
DINIZ, (2013) 14<br />
relata que a detecção precoce através do exame e<br />
associada ao tratamento em seus estádios normais<br />
tem um prognóstico e uma redução das taxas de<br />
incidência do câncer invasor o que chega a 90 %<br />
quando ocorre o rastreamento com boa qualidade o<br />
que acarreta a modificação de incidência e<br />
mortalidade causada pelo câncer do colo do útero.<br />
FRANÇA et al., (2013) 15 decorre a respeito da via de transmissão do HPV,<br />
relatando que em alguns casos a infecção decorrente<br />
pode ser responsável pelo desenvolvimento de lesões<br />
de alto grau de malignidade.<br />
dos com parceiros contaminados, tem<br />
maior probabilidade de contaminação,<br />
em alguns casos a infecção decorrente<br />
pode ser responsável pelo desenvolvimento<br />
de lesões precursoras de alto<br />
grau de malignidade, podendo evoluir<br />
para neoplasias intraepiteliais e câncer<br />
cervical5,15. Essa doença pode<br />
manifestar-se nas formas clínicas, sub<br />
clinicas e também na forma latente,<br />
em mulheres a forma sub clínica é mais<br />
prevalente, cerca de 90 % das infecções<br />
regridem mais espontaneamente7.<br />
O método mais utilizado para a detecção<br />
precoce do vírus HPV é o exame citopatológico,<br />
este consiste em um método<br />
simples que tem como finalidade detectar<br />
alterações celulares da cérvice uterina de<br />
acordo com Cruz, Jardim13. Segundo Rodrigues<br />
e colaboradores11 (2016), enfatizam<br />
que o exame é gratuito, orientando os pacientes<br />
a seguirem o protocolo exigido para<br />
a realização do exame. A detecção precoce<br />
associada ao tratamento em seus estádios<br />
inicias tem um prognóstico e uma redução<br />
das taxas de incidência do câncer invasor<br />
o que chega a ser 90 % quando o rastreamento<br />
apresenta boa cobertura e 80 % dos<br />
casos é realizado dentro das normas de qualidade<br />
onde modifica as taxas de incidência<br />
e mortalidade que é causada pelo câncer de<br />
útero14.<br />
O diagnóstico precoce através do exame<br />
citopatológico é de extrema importância<br />
para a diminuição de mortalidade desta<br />
doença. 10 É importante o conhecimento<br />
dessas adolescentes sobre as medidas de<br />
prevenção do câncer do colo do útero e a<br />
infecção do HPV3,17.<br />
O reconhecimento da importância do<br />
HPV e das sequelas associadas a este vírus<br />
emerge um novo desafio para a saúde pública,<br />
onde tornar-se importante levar em<br />
conta as formas de transmissão e de manifestações<br />
ao decorrer da vida7.<br />
CONCLUSÃO<br />
A partir das informações obtidas das<br />
bibliografias pesquisadas e relatadas no<br />
presente estudo, conclui-se que a falta<br />
de informação sobre o Papimolavírus<br />
024<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
Doença inflamatória intestinal (DII)<br />
Sintomas Comuns,<br />
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Imagem Ilustrativa<br />
AUTORES:<br />
JOICIANE JÉSSICA PANTOJA RAMOS;<br />
MICHELE AMARAL DA SILVEIRA.<br />
artigo 1<br />
humano (HPV) na adolescência é uma<br />
preocupação para saúde pública, é preocupante<br />
perceber que as informações não<br />
estão esclarecidas na vida daqueles que<br />
estão na fase inicial da atividade sexual<br />
precoce onde essas adolescentes possuem<br />
conceitos errôneos o HPV, sendo de suma<br />
importância o diagnóstico precoce através<br />
da triagem do exame citopatológico, onde<br />
quanto mais cedo o tratamento específico<br />
este irá reduzir possíveis sequelas na adolescente.<br />
Sendo que a adoção de medidas<br />
preventivas e esclarecimentos sobre o<br />
tema em questão pode influenciar na redução<br />
de taxas de infecção pelo vírus.<br />
FIGUEIREDO et al.,<br />
(2013) 16<br />
apresentam informações a cerca do vírus, descoberta,<br />
classificação taxonômica, tipos, mostrando que<br />
existem mais de 200 tipos de vírus e estes<br />
são classificados de acordo com seu<br />
potencial de transformação neoplásica.<br />
ANDRADE et al., (2014) 17 descrevem um estudo em que mostrou que a maioria<br />
Almeida et al. (2014) 5<br />
DANO et al., (2016) 18<br />
ROCHA et al., (2016) 19<br />
das adolescentes não tem noção sobre a relação do<br />
HPV com câncer do colo do útero.<br />
apresentam um estudo a respeito da transmissão e<br />
manifestações clínicas da doença, sendo importante<br />
o conhecimento das adolescentes sobre esses<br />
aspectos.<br />
relatam que a sexualidade na adolescência adotando<br />
práticas ou maus comportamentos deixam-as sobre<br />
risco de contaminação os quais estão relacionados a<br />
falta de conhecimento sobre a doença.<br />
abordam que entre as adolescentes o HPV é muito<br />
frequente, a falta de informação sobre o mesmo<br />
acarreta maior possibilidade de contrair a doença.<br />
MIRANDA;<br />
contém informações acerca do índice de infecção<br />
GONCALVES (2016) 20 neoplásicas no mundo inteiro, nos países de<br />
LUSTOSA et al., (2016) 21 desenvolvimento como Brasil e regiões mais pobres<br />
da África, enfatizando que esta doença acomete<br />
12<br />
mulheres sexualmente ativas e que iniciam a sua vida<br />
sexual precocemente, onde as adolescentes<br />
representam uma parte da população.<br />
REFERÊNCIAS<br />
1. SILVA, Luana Carvalho da. Conhecimento e percepção<br />
dos acadêmicos de enfermagem sobre a infecção<br />
pelo papilomavírus humano (HPV), o câncer no colo do<br />
útero e a vacina anti-HPV. 2015. 45 f. Dissertação (Mestrado)<br />
- Curso de Mestrado em Ciências Ambientais e Saúde,<br />
Pontifícia Universidade Católica de Goiás, Goiânia, 2015.<br />
2. SANTANA USS, NEVES JB. Vacinação contra<br />
o papilomavírus humano: na população das<br />
adolescentes. Revista Enfermagem Integrada,<br />
Ipatinga, v. 1, n. 8, p.1314-1324, jul. 2015. Unileste.<br />
3. ARRUDA FS, OLIVEIRA FM, LIMA RE, PERES AL. Conhecimento e prática<br />
na realização de Papanicolaou e infecção por HPV em adolescentes de escola<br />
pública. Revista Paraense de Medicina, Belém, v. 27, n. 4, p.59-65, out. 2013.<br />
4. SILVA DSM, SILVA AMN, BRITO LMO, GOMES SRL, NAS-<br />
CIMENTO MDSB, CHEIN MBC. Rastreamento do câncer<br />
do colo do útero no Estado do Maranhão, Brasil. Ciência &<br />
Saúde Coletiva, Maranhão, v. 19, n. 4, p.1163-1170, abr. 2014.<br />
5. ALMEIDA FL, BEIRAL JS, RIBEIRO KR, SHIMODA<br />
E, SOUZA CHM. A vacina contra o vírus HPV para meninas:<br />
um incentivo à vida sexual precoce? Linkscien-<br />
11<br />
ceplace, Rio de Janeiro, v. 1, n. 1, p.49-71, 29 set. 2014.<br />
6. CARVALHO AV, ALMEIDA OS, SCALDAFERRI MM.<br />
Conhecimento das adolescentes do colégio José Marcos<br />
Gusmão do município de Itapetinga – BA sobre o<br />
HPV e a prevenção do câncer de colo uterino. Revista<br />
Ensino & Pesquisa: Revista Multidisciplinar de Licenciatura<br />
e Formação Docente, Bahia, v. 12, n. 1, p.77-100,<br />
2014.7. COSTA LA. GOLDENBERG P. Papilomavírus<br />
humano (HPV) entre jovens: um sinal de alerta. Saúde<br />
e Sociedade, São Paulo, v. 22, n. 1, p.249-261, mar. 2013.<br />
8. ARAÚJO MVA, PINHEIRO HHC, PINHEIRO JJV,<br />
QUARESMA JAS, FUZII HT, MEDEIROS RC. Prevalência<br />
do papilomavírus humano (HPV) em Belém,<br />
Pará, Brasil, na cavidade oral de indivíduos sem lesões<br />
clinicamente diagnosticáveis. Cadernos de Saúde Pública,<br />
Rio de Janeiro, v. 30, n. 5, p.1115-1119, maio 2014.<br />
9. PANOBIANCO MS, LIMA ADF, OLIVEIRA ISB, GOZZO<br />
TO. O conhecimento sobre o HPV entre adolescentes estudantes<br />
de graduação em enfermagem. Texto & Contexto -<br />
Enfermagem, Florianópolis, v. 22, n. 1, p.201-207, mar. 2013.<br />
10. SANTOS MA, AUDICKAS RC, COUTINHO SC,<br />
SILVA J, SOUZA LG. A importância da prevenção<br />
do câncer do colo uterino: em pauta o exame<br />
de papanicolaou. Revista Científica de Enfermagem,<br />
São Paulo, v. 4, n. 12, p.15-20, 10 dez. 2014.<br />
11. RODRIGUES AF, SOUSA JA. Papilomavírus<br />
humano: prevenção e diagnóstico. Revista<br />
de Epidemiologia e Controle de Infecção, Santa<br />
Cruz do Sul, v. 5, n. 4, p.197-202, 14 jan. 2016.<br />
12. BARUFFI, LM. Estudo exploratório do conhecimento<br />
das adolescentes sobre o Papiloma Vírus Humano<br />
relacionado ao câncer de colo do útero. Revista Unilus<br />
Ensino e Pesquisa, São Paulo, v. 12, n. 27, p.5-15, abr. 2015.<br />
13. CRUZ DE, JARDIM DP. Adolescência e Papanicolau:<br />
conhecimento e prática. Adolesc. Saúde,<br />
Rio de Janeiro, v. 10, n. 1, p.34-42, abr. 2013.<br />
14. DINIZ, Santos Aline. Assistência a saúde da mulher<br />
na atenção primária: prevenção do câncer do colo do<br />
útero. Rev. APS. Minas Gerais. jul/set; 16(3): 333-337. 2013<br />
15. FRANÇA MCA, FRANÇA MCS, MORAES SDS.<br />
Conhecimento de mulheres acerca do papilomavírus<br />
humano e sua relação com o câncer de colo uterino.<br />
Cogitare Enferm, Piauí, v. 18, n. 3, p.509-514, 2013.<br />
16. FIGUEIRÊDO CBM, ALVES LDS, SILVA CCAR, SO-<br />
ARES MFLR, LUZ CCM, FIGUEIRÊDO TG et al. Abordagem<br />
terapêutica para o Papilomavírus humano (HPV).<br />
Rev. Bras. Farm, Pernambuco, v. 94, n. 1, p.4-17, 2013.<br />
17. ANDRADE VRM, RIBEIRO, JC, VARGAS FA. Conhecimento<br />
e atitude das adolescentes sobre o exame de<br />
Papanicolaou e papilomavírus humano. Adolescência<br />
& Saúde, Rio de Janeiro, v. 12, n. 2, p.69-75, abr. 2015.<br />
18. DANNO CH, TAKEDA E, MAZZETTO FMC, TONHOM<br />
SRF. Adolescente: compreendendo sua susceptibilidade<br />
às lesões intraepiteliais cervicais. Adolesc.<br />
Saúde,, Rio de Janeiro, v. 13, n. 3, p.60-68, jul. 2016.<br />
19. ROCHA EJF, PEIXOTO HMC, LOPES VC, SILVA VF,<br />
ALVES CR, SILVA PLN. Integração do programa saúde<br />
na escola por meio de ações de promoção e prevenção<br />
durante o estágio curricular supervisionado de enfermagem:<br />
relato de experiência. Revista da Universidade Vale<br />
do Rio Verde, Três Corações, v. 14, n. 2, p.220-228, 2016.<br />
20. MIRANDA AS, GONÇALVES LHT. Autocuidado<br />
de mulheres amazônidas na prevenção e controle do<br />
papiloma virus humano (HPV) – participação da(o)<br />
enfermeira(o). Enferm. Foco, Belém, v. 7, n. 1, p.8-12, 2016.<br />
21. LUSTOSA NHR, SANTOS RSD, RODRIGUES WS, CA-<br />
VALCANTE IB, ROLIM LADMM. Conhecimento e atitudes<br />
de adolescentes em relação à prevenção da infecção por<br />
HPV e sua correlação com o câncer de colo do útero. Temas<br />
em Saúde, João Pessoa, v. 16, n. 3, p.333-352, 2016.<br />
026<br />
DISCUSSÃO<br />
As adolescentes nem sempre fazem o uso de métodos contraceptivos segundo<br />
Arruda e colaboradores 3 (2013), método esse que as protegem contra uma possível<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
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MM-128-08 2019-03-18
028<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
029
AUTORES:<br />
BUENO, LUCIA¹;<br />
PORTO, POLIANA VARGAS1,<br />
BARBOSA, BRUNA GRASIELA¹,<br />
SCHMITT, MORGANA1;<br />
SILVEIRA, ANA CLAUDIA MACHADO¹;<br />
VARGAS, GEISIBEL ROBERTA DE¹;<br />
OLIVEIRA, FABIANO COSTA1;<br />
LARA, GUSTAVO MULLER²;<br />
LOURENÇO, ELOIR DUTRA2.<br />
artigo 2<br />
imagem ilustrativa<br />
¹ Acadêmicas do curso de Biomedicina da Universidade Feevale<br />
² Professor da Universidade Feevale<br />
Endereço: Universidade Feevale, Novo Hamburgo/ Rua Rolante n° 651, Sapiranga RS/<br />
lucyabueno@gmail.com<br />
Vírus da Imunodeficiência<br />
Adquirida e as Dislipidemias Provocadas<br />
em Pacientes que utilizam Antiretrovirais<br />
Resumo<br />
Objetivo: investigar as alterações dislipidêmicas causadas pelo uso dos<br />
antirretrovirais e a importância do tratamento na vida do portador do HIV.<br />
Métodos: Foi realizada uma pesquisa através da base de dados Scielo,<br />
Pubmed, Medline e Google Acadêmico com ênfase nos últimos 10 anos,<br />
relacionando alterações dislipidêmicas com o portador do HIV em uso de<br />
antirretrovirais e seu perfil epidemiológico. Foram usados dados do boletim<br />
epidemiológico do departamento de DST, AIDS/Hepatites do ministério da<br />
Saúde. Resultados: Foram notificados no Brasil nos anos de 2007- a junho<br />
2015, 93.260 casos de HIV, sendo que 19.374 casos foram na região Sul;<br />
9.031 no Rio Grande do Sul. No ano de 2012 foram notificados 761 c casos<br />
de infecção pelo HIV; em 2013 aumentou para 2.081 casos de HIV no RS.<br />
Já em 2014 no RS notificaram 23.729 casos, os quais 16.317 eram do sexo<br />
masculino. Porto Alegre apresentou maior taxa de detecção neste mesmo<br />
ano com 92,4 casos/100.000 habitantes. Conclusão: Foi possível avaliar as<br />
informações relacionadas aos dados de indivíduos infectados pelo vírus do<br />
HIV; e as relações com as dislipidemias, as quais podem ocorrer com o uso<br />
da terapêutica ou não; porém os antirretrovirais trazem como características<br />
alterações nos perfis lipídicos dos portadores.<br />
PALAVRAS-CHAVE: HIV/ AIDS, dislipidemias, antirretrovirais<br />
Abstract<br />
Objective: to investigate the dyslipidemic changes caused by the use of<br />
antiretrovirals drugs and the importance of the treatment in the life of the HIV<br />
carrier. Methods: A research was conducted through the data base of Scielo,<br />
Pubmed, Medline and Google scholar emphasizing the last ten years, related<br />
to the dyslipidemic changes with the HIV carrier in use of antiretrovirals drugs<br />
and his epidemiological profile. Data from the epidemiological bulletin of<br />
the STD department, SIDA/Hepatitis from the Ministry of Health were used.<br />
Outcomes: It was observed that in Brazil from 2007 to June 2015, 93.260 HIV<br />
cases were notified, and from this number, 19.374 cases were in the South area;<br />
9.031 in Rio Grande do Sul. In 2012, 761 cases by HIV infection were notified;<br />
In 2013 the number of cases increased to 2.081 in RS. In 2014, 23.729 cases<br />
were notified in RS, which 16.317 were from the male gender. Porto Alegre<br />
presented a higher detection rate in the same year with 92,4 cases/100.000<br />
population. Conclusion: It was feasible to evaluate the information related to<br />
the data from a person who is infected by HIV virus and the relations with<br />
the dyslipidemias, which may occur because of the use of the therapy or not;<br />
however the antiretrovirals drugs bring as characteristics changes in the lipid<br />
profile of the carriers.<br />
KEYWORDS: : HIV/SIDA, dyslipidemias,antiretrovirals<br />
INTRODUÇÃO<br />
A terapia antirretroviral combinada de alta atividade provocou uma<br />
grande mudança na história da infecção pelo HIV, com drástica diminuição<br />
da mortalidade e da ocorrência das infecções oportunistas, e o<br />
aumento da sobre vida dos portadores(ALMEIDA; GIUDICI; JAIME, 2009).<br />
No Brasil a queda da mortalidade por AIDS evidencia o atual caráter<br />
crônico, e o controle da evolução da doença. Por outro lado, eventos<br />
adversos associados à terapêutica vêm sendo descritos em pessoas<br />
com HIV em uso de antirretrovirais, trazendo outras demandas nos<br />
serviços responsáveis pelo cuidado integral a esses pacientes. Nes-<br />
030<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
se cenário destacam-se as dislipidemias<br />
como uma das características da síndrome<br />
lipodistrófica do HIV, bem como alterações<br />
glicêmicas e alterações morfológicas com<br />
lipoatrofia e lipohipertrofia. A dislipidemia<br />
associada à infecção pelo HIV caracteriza-se<br />
por baixos níveis séricos de HDL colesterol<br />
(HDL-c) e elevação do colesterol total (CT),<br />
LDL - colesterol (LDL-c) e triglicerídeos (TGC),<br />
constituindo perfil sabidamente aterogênico<br />
(ALMEIDA, et al.,2009).<br />
Estudos de observação revelam que a<br />
incidência de alterações cardiovasculares<br />
em pacientes infectados pelo HIV em uso de<br />
antirretrovirais é maior do que a observada<br />
na população em geral. A explicação para a<br />
ocorrência de tais alterações lipídicas, envolvendo<br />
a infecção em si pelo HIV está no tipo<br />
de droga utilizada, e o esquema terapêutico<br />
antirretroviral, e fatores de risco tradicionais,<br />
como dieta rica em gorduras e sedentarismo.<br />
Na população geral, um extenso corpo<br />
de evidências comprova a relação entre o<br />
consumo alimentar, alterações do perfil<br />
lipídico e a ocorrência de doenças cardiovasculares.<br />
A intervenção dietoterápica tem sido<br />
recomendada para a prevenção e controle<br />
primário da hipercolesterolêmica e da hipertrigliceridemia<br />
nos pacientes infectados pelo<br />
HIV em uso de antirretrovirais (ALMEIDA;<br />
GIUDICI; JAIME, 2009).<br />
O objetivo desse artigo é investigar as<br />
alterações dislipidêmicas caracterizadas<br />
pelo uso dos antirretrovirais associadas ao<br />
HIV, à importância do tratamento e o significado<br />
para a saúde do portador do vírus,<br />
determinado a incidência do HIV e o perfil<br />
epidemiológico no Rio Grande do Sul.<br />
Microrganismos<br />
Os microrganismos apesar de ser uma<br />
minoria causadora de doenças infecciosas, o<br />
conhecimento prático sobre eles mostram-<br />
-se necessários, pois antigamente várias<br />
mortes foram oriundas da infecção pelos<br />
mesmos, epidemias devastadoras eram<br />
inelutáveis, portanto com a invenção do microscópio,<br />
os microrganismos tornaram-se<br />
conhecidos, possibilitando a compreensão<br />
da sua transmissão e os mecanismos das<br />
quais ele precisa pra seu desenvolvimento<br />
(TORTORA, et al., 2017).<br />
Os vírus são estruturas pequenas, com<br />
poder infeccioso, que é constituído por RNA<br />
ou DNA em seu genoma e revestido por uma<br />
membrana proteica chamada envelope que<br />
protege esse material genético. Os vírus em<br />
ambiente não possuem poder de replicação,<br />
pois precisam de células vivas para que isso<br />
ocorra. O tipo de ácido nucleico e de onde<br />
provém seu genoma depende das características<br />
de todos os vírus (JAWETZ, et al., 2014).<br />
De um modo geral os vírus são caracterizados<br />
como microrganismos obrigatórios,<br />
pois necessitam de um hospedeiro para<br />
fazer sua replicação. Quando ele entra na<br />
célula, afeta a síntese das proteínas normais<br />
e insere o material genético para replicar, resultando<br />
em algum dano no organismo do<br />
hospedeiro (ABBAS, et al., 2015).<br />
As doenças são causadas quando um<br />
vírus consegue ultrapassar as barreiras<br />
celulares, desestruturando todo o sistema<br />
imunológico causando uma resposta imune.<br />
O tropismo que o vírus possui por certas<br />
células alvo vai determinar o tipo de doença<br />
e sua patogenicidade. Portanto, estes<br />
microrganismos entram nas células de sua<br />
preferência, onde expressam seus receptores<br />
virais e a capacidade para sintetizá-las<br />
(MURRAY, et al., 2014).<br />
O vírus da Imunodeficiência Adquirida<br />
(HIV) é restrito aos humanos, mas não é um<br />
vírus que teve sua origem na espécie humana.<br />
Acredita-se que sua origem, segundo<br />
pesquisas, tenha relação com chipanzés que<br />
habitam a África ocidental. Em geral sua replicação<br />
segue o modelo parecido com a infecção<br />
pela hepatite B, exceto pelo fato que<br />
é transferido com menos efetividade. Mesmo<br />
com o uso potente de antirretrovirais e a<br />
redução da multiplicação dos vírus pelo uso<br />
dos mesmos, uma vez infectado pelo vírus<br />
será por toda a vida (WARREN, et al., 2016).<br />
HIV no mundo<br />
O vírus do HIV é responsável por causar<br />
grande impacto epidemiológico na saúde<br />
mundial, sendo um dos maiores desafios<br />
para a saúde pública. A epidemia que antes<br />
era vinculada à população masculina, homossexuais,<br />
usuários de drogas injetáveis e<br />
hemofílicos, a partir dos anos 1990, atingiu<br />
o público feminino acarretando mudanças<br />
no perfil epidemiológico (PADOIN et. al,<br />
2015). Hoje é a quinta causa de morte entre<br />
adultos e a principal causa de mortes entre<br />
mulheres com idades entre 15 a 49 anos<br />
(ROSABAL et. al, 2016).<br />
Cerca de 7.000 pessoas são infectadas pelo<br />
vírus diariamente no mundo, e a cada 20 segundos<br />
morre uma pessoa com alguma doença<br />
relacionada ao HIV, Este número crescente<br />
de diagnósticos de HIV traz consequências<br />
devastadoras a famílias, comunidades e países<br />
nos alertando que esta é uma realidade bastante<br />
preocupante (LAZAROTO et. al, 2007).<br />
No Brasil a AIDS surge no momento de<br />
mais intensidade por busca científica em<br />
controlar a epidemia no mundo. Nessa fase<br />
de descoberta observou que os antirretrovirais<br />
iniciados na fase inicial da infecção<br />
apresentam uma boa expectativa de vida<br />
em relação ao não infectado; logo estudos<br />
demonstraram uma queda superior a 90%<br />
da transmissão do HIV em pessoas com HIV<br />
em tratamento e anulação da replicação<br />
total do vírus. Valendo-se desses princípios<br />
os estudos indicam que o tratamento universal<br />
dos indivíduos infectados pelo vírus<br />
teria a chance de eliminar a transmissão de<br />
novas infecções. Assim as nações Unidas<br />
se motivaram a chamar os outros países<br />
com o intuito de traçarem uma meta para<br />
diagnosticar 90% das pessoas e tratar com<br />
antirretrovirais 90% dos portadores do HIV<br />
até 2020. Essa denominada meta 90-90-90<br />
poderia levar ao fim da epidemia até 2030<br />
(GRANGUEIRO, et. al, 2015).<br />
Várias cidades do Brasil tiveram um<br />
acréscimo de AIDS; 87% destes municípios<br />
apresentando registros de pelo menos 1<br />
caso somente no ano de 2008. No entanto<br />
os casos permanecem centralizados nas<br />
cidades com maior número de população<br />
(MARTINS, et al., 2014)<br />
031
Imagem Ilustrativa<br />
AUTORES:<br />
BUENO, LUCIA¹;<br />
PORTO, POLIANA VARGAS1,<br />
BARBOSA, BRUNA GRASIELA¹,<br />
SCHMITT, MORGANA1;<br />
SILVEIRA, ANA CLAUDIA MACHADO¹;<br />
VARGAS, GEISIBEL ROBERTA DE¹;<br />
OLIVEIRA, FABIANO COSTA1;<br />
LARA, GUSTAVO MULLER²;<br />
LOURENÇO, ELOIR DUTRA2.<br />
artigo 2<br />
HIV no Rio Grande do Sul<br />
Atualmente à cerca 39,5 milhões de<br />
indivíduos infectados pelo HIV no mundo.<br />
Desde 1980 até junho de 2016, foram<br />
notificados 842.710 casos de AIDS no país,<br />
com média de 41,1 mil casos nos últimos 5<br />
anos. Nos últimos 10 anos houve uma estabilização<br />
do número de detecção de AIDS<br />
no Brasil apresentando uma média de 20,7<br />
casos para cada 100 mil habitantes (SVS –<br />
Secretaria de Vigilância da Saúde).<br />
Na região Sul houve uma leve queda de<br />
30,1 casos / 100 mil habitantes em 2006 e<br />
para 27,9 em 2015. O estado do Rio Grande<br />
do Sul é o estado que apresenta o maior índice<br />
de AIDS, 34,7 casos /100mil habitantes,<br />
sendo Porto Alegre a cidade com maior índice<br />
do país, com casos notificados de AIDS,<br />
o valor corresponde ao dobro da taxa do estado<br />
e quatro vezes a taxa nacional, são 74,0<br />
casos / 100 mil habitantes (SVS – Secretaria<br />
de Vigilância da Saúde).<br />
Inicialmente estava associada somente<br />
às pessoas jovens ou adultas jovens; hoje<br />
há uma crescente taxa de idosos acima<br />
de 60 anos diagnosticados com o vírus<br />
do HIV (MARTINS, et. al, 2014). Com os as<br />
descobertas da indústria farmacêutica os<br />
idosos aumentaram sua vida sexual ativa,<br />
tornado suscetível às infecções sexualmente<br />
transmissíveis, dentre elas o vírus do HIV<br />
(LAZZAROTTO, et. al, 2007).<br />
A taxa de detecção do HIV nos estados<br />
brasileiros nesses últimos 10 anos<br />
sofreu uma elevação de mais ou menos<br />
2%, porém no Rio Grande Do Sul e região<br />
sudeste houve diminuição dos casos<br />
(MARTINS, et. al, 2014).<br />
Em um estudo realizado na cidade de<br />
Cruz Alta no Rio Grande Do Sul, foi contextualizado<br />
que esse município encontra-se<br />
em 5°lugar em casos de AIDS, Os aspectos<br />
mais relevantes incluem idade, escolaridade,<br />
cor da pele, estado civil, número<br />
de filhos, renda familiar entre outros. Foi<br />
observado um aumento na disseminação<br />
do vírus entre as mulheres por conta de<br />
agressões psicológicas ou relações sexuais<br />
ainda na adolescência, onde muitas destas<br />
jovens se relacionam com parceiros mais<br />
velhos o que exercem um poder sobre a<br />
relação afetiva, ou mães com mais de 3<br />
filhos (CECCON, et al., 2015).<br />
Imunologia e o HIV<br />
Em 1980 o HIV foi definido como um<br />
patógeno humano e atribuído por infecções<br />
oportunistas e alterações no sistema nervoso<br />
central (SNC). Após sua entrada nas células<br />
imunológicas, o vírus infecta as células<br />
TCD4+ auxiliares, macrófagos e dendríticas<br />
devido ao seu acentuado tropismo por este<br />
tipo celular (ABBAS et al., 2015).<br />
O vírus do HIV tem características moleculares<br />
e biológicas específicas próprias<br />
do seu grupo; É um retrovírus envelopado<br />
contendo em suas partículas infecciosas<br />
duas cópias de genoma RNA constituído por<br />
bicamada lipídica da célula hospedeira, e codificam<br />
enzimas logo após a infecção, indispensáveis<br />
à multiplicação do vírus. Através<br />
da transcriptase reversa, protease e integrase<br />
o genoma viral é codificado em DNA na célula<br />
infectada (MURPHY et al., 2014).<br />
A contaminação do indivíduo pelo HIV<br />
acontece porque partículas do vírus estão<br />
no sangue, fluidos corporais, sêmen, seringas<br />
com agulhas contaminadas, e também<br />
pode ocorrer de forma direta da mãe para o<br />
feto através da via transplacentária (ABBAS,<br />
et al., 2015). As relações homossexuais e o<br />
uso de drogas injetáveis eram classificados<br />
como os mais suscetíveis a infecção pelo<br />
vírus, portando nota-se que há outros perfis<br />
de pessoas infectadas. Através das relações<br />
heterossexuais percebe-se um número<br />
elevado de mulheres contaminadas. Além<br />
disso, muitos casos de crianças infectadas<br />
têm ocorrido via transplacentária ou na<br />
amamentação (VALENTE et al., 2005; AB-<br />
BAS et al., 2015). Os idosos estão incluídos<br />
em um novo perfil de portadores do HIV<br />
(KRAEMER, et al., 2009).<br />
A grande maioria das pessoas infectadas<br />
pelo HIV evolui para AIDS (síndrome da<br />
imunodeficiência adquirida) gradativamente<br />
com o passar do tempo; raros indivíduos<br />
não evoluem para a AIDS, mas a progressão<br />
tem aumentado nos portadores do vírus<br />
com idade acima dos 40 anos na época<br />
da infecção: e os indivíduos que não forem<br />
submetidos ao tratamento morrem de câncer<br />
ou infecções oportunistas. Uma parcela<br />
mínima de pessoas infectadas produz anticorpos<br />
contra uma gama de proteínas do<br />
HIV, e as células TCD4 permanecem; e inesperadamente<br />
os níveis de vírus circulando<br />
são baixos; Os estudos sobre estes ainda estão<br />
em andamento (MURPHY, et al., 2014).<br />
A utilização dos fármacos no intuito<br />
de bloquear a replicação do vírus tem diminuído<br />
a mortalidade e a gravidade da<br />
infecção. A terapia antirretroviral altamente<br />
ativa (HAART) inibem a protease e análogos<br />
de nucleosídeos com uma larga eficácia<br />
havendo uma diminuição significativa da<br />
virulência (Murphy et al., 2014). Entretanto<br />
os antirretrovirais (TARV) foram um marco<br />
positivo nos indicadores de qualidade de<br />
vida aos pacientes HIV/AIDS. No entanto os<br />
níveis de toxicidade dos fármacos contribuíram<br />
para um novo perfil metabólico nos<br />
pacientes em uso do TARV (MURPHY, et al.,<br />
2014; SILVA et al., 2014).<br />
Segundo Silva (2014) a dislipidemia<br />
atinge 70% dos pacientes infectados<br />
pelo HIV que fazem uso da TARV e que<br />
os eventos cardiovasculares nesses<br />
pacientes são mais frequentes do que<br />
032<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
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PORTO, POLIANA VARGAS1,<br />
BARBOSA, BRUNA GRASIELA¹,<br />
SCHMITT, MORGANA1;<br />
SILVEIRA, ANA CLAUDIA MACHADO¹;<br />
A inserção do HIV em uma célula hospedeira ocorre quando uma VARGAS, GEISIBEL ROBERTA DE¹;<br />
OLIVEIRA, FABIANO COSTA1;<br />
glicoproteína do envelope gp120 do vírus é aderida no citoplasma celular, às células<br />
LARA, GUSTAVO MULLER²;<br />
TCD4 e aos correceptores de quimiocinas (CXCR4 e o CCR5) com função de LOURENÇO, ELOIR DUTRA2.<br />
facilitar a entrada do vírus (ABBAS et al., 2015). Através da enzima viral protease as<br />
partículas virais se integram para se replicarem. A enzima viral protease é inibida<br />
pelas drogas disponíveis no tratamento (VALENTE, et al., 2005). O uso das drogas<br />
tende aumentar o perfil lipídico do paciente infectado pelo HIV, mas a infecção por si<br />
só, acarreta causas dislipidêmicas principalmente por baixar o HDL (SILVA, et al.,<br />
2014).<br />
Imagem Ilustrativa<br />
artigo 2<br />
034<br />
Tabela 1: Drogas utilizadas na terapia do HIV<br />
Classificação Função Fármacos<br />
Inibidores da Inibe a infecção Abacavir, didanosina,<br />
transcriptase reversa<br />
e nucleosídios<br />
Inibidores não<br />
nucleosídeos da<br />
transcriptase reversa<br />
Inibidores da<br />
protease (IP)<br />
nas fases aguda, Estavudina, Lamivudina,<br />
impossibilitando a zidovudina, e a<br />
replicação do vírus. conbinaçãoLamivudina/zidovudina,<br />
Tenovir<br />
Age diretamente Efavirenz, Nevirapina e<br />
na ação da enzima Etravirina<br />
bloqueando a<br />
multiplicação do vírus.<br />
Age diretamente Atazanavir, Darunavir,<br />
na enzima protease, fosamprenavir, lopinavir / ritonavir,<br />
inibindo a produção de saquinavir, Nelfavir<br />
cópias do RNA viral.<br />
Inibidores de Impossibilita a Enfuvirtida<br />
fusão<br />
entrada do material<br />
genético viral nas<br />
células.<br />
Inibidores da<br />
integrase<br />
(KRAEME et al., 2009)<br />
Faz o bloqueio Raltegravir<br />
da ação da enzima<br />
integrase responsável<br />
pela introdução do<br />
DNA viral ao DNA<br />
humano, assim<br />
dificulta a multiplicação<br />
das moléculas virais,<br />
tornam-se incapaz de<br />
infectar novas células.<br />
na população em geral. Um dos efeitos<br />
colaterais da TARV é a dislipidemia<br />
onde há um aumento do colesterol sérico<br />
e dos triglicerídeos. O HDL- colesterol<br />
diminuído pode levar o paciente<br />
à formação de lesões ateromatosas<br />
(VALENTE, et al., 2005).<br />
A dislipidemia é uma das principais causas ocasionadas pelos inibidores da<br />
transcriptase reversa, portando nem sempre a lipodistrofia traz consequência, pois a<br />
infecção viral do HIV causa alterações lipídicas principalmente quando os níveis de<br />
HDL estiverem diminuídos (SILVA et al., 2014).<br />
Dislipidemias associados<br />
aos TARVs<br />
O uso de antirretrovirais tem sido<br />
eficaz nos últimos anos, pois há uma<br />
diminuição significativa da replicação<br />
viral e assim mantém os níveis imuno-<br />
Os inibidores da protease usados no tratamento do HIV trouxeram como<br />
efeito à alteração nos lipídios do portador do vírus; pois esses distúrbios metabólicos<br />
causam a síndrome da hiperlipidemia, hiperglicemia e acúmulo de gordura corporal.<br />
No entanto é de fundamental importância o exercício físico, e dietas no intuito da<br />
eficácia no tratamento destes distúrbios (TERRY, 2006). O sedentarismo contribui<br />
lógicos normais. Os fármacos utilizados<br />
incluem inibidores de protease aumentando<br />
a sobrevida do indivíduo infectado<br />
pelo HIV (GUTIÉRREZ et al., 2008).<br />
A inserção do HIV em uma célula hospedeira<br />
ocorre quando uma glicoproteína<br />
do envelope gp120 do vírus é aderida no<br />
citoplasma celular, às células TCD4 e aos<br />
correceptores de quimiocinas (CXCR4 e o<br />
CCR5) com função de facilitar a entrada<br />
do vírus (ABBAS et al., 2015). Através da<br />
enzima viral protease as partículas virais<br />
se integram para se replicarem. A enzima<br />
viral protease é inibida pelas drogas disponíveis<br />
no tratamento (VALENTE, et al.,<br />
2005). O uso das drogas tende aumentar<br />
o perfil lipídico do paciente infectado<br />
pelo HIV, mas a infecção por si só, acarreta<br />
causas dislipidêmicas principalmente<br />
por baixar o HDL (SILVA, et al., 2014).<br />
A dislipidemia é uma das principais<br />
causas ocasionadas pelos inibidores da<br />
transcriptase reversa, portando nem sempre<br />
a lipodistrofia traz consequência, pois a<br />
infecção viral do HIV causa alterações lipídicas<br />
principalmente quando os níveis de HDL<br />
estiverem diminuídos (SILVA et al., 2014).<br />
Os inibidores da protease usados no<br />
tratamento do HIV trouxeram como<br />
efeito à alteração nos lipídios do portador<br />
do vírus; pois esses distúrbios<br />
metabólicos causam a síndrome da hiperlipidemia,<br />
hiperglicemia e acúmulo<br />
de gordura corporal. No entanto é de<br />
fundamental importância o exercício<br />
físico, e dietas no intuito da eficácia no<br />
tratamento destes distúrbios (TERRY,<br />
2006). O sedentarismo contribui para<br />
alteração da gordura corporal, mas o<br />
paciente em ativo exercício físico melhora<br />
seu quadro clinico, pois há uma<br />
redução dos níveis de triglicerídeos e<br />
das dosagens de colesterol total; e eleva<br />
os níveis de HDL (FARHI, et al., 2008).<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
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079
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PORTO, POLIANA VARGAS1,<br />
BARBOSA, BRUNA GRASIELA¹,<br />
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SILVEIRA, ANA CLAUDIA MACHADO¹;<br />
VARGAS, GEISIBEL ROBERTA DE¹;<br />
OLIVEIRA, FABIANO COSTA1;<br />
LARA, GUSTAVO MULLER²;<br />
LOURENÇO, ELOIR DUTRA2.<br />
artigo 2<br />
Metodologia<br />
Foi realizada uma revisão bibliográfica<br />
nas bases de dados Scielo, Pubmed, Medline<br />
e Google Acadêmico, com ênfase<br />
nos últimos 10 anos, referente à relação<br />
das alterações dislipidêmicas caracterizadas<br />
pelo uso de antirretrovirais associados<br />
ao HIV. Foram utilizados dados do<br />
Boletim epidemiológico do departamento<br />
de DST, Aids e Hepatites, do Ministério<br />
da Saúde determinando a incidência do<br />
HIV e seu perfil epidemiológico.<br />
Número de casos descritos<br />
de HIV e sua relação<br />
dislipidêmica<br />
O Sistema de Informação de Agravos de<br />
Notificação (SINAN) notificou 93.260 casos<br />
de HIV no Brasil, no ano de 2007 a junho de<br />
2015, sendo 19.374 casos na Região Sul e<br />
9.031especificamente no Rio Grande do Sul.<br />
De 2007 a 2010 os casos de HIV tiveram<br />
um crescimento que não excede 382<br />
quadros de infecções, em 2012 foram<br />
notificados 761 novas infecções pelo HIV,<br />
porém no ano seguinte houve um aumento<br />
considerável de 2.081 novos casos<br />
registrados no Rio Grande do Sul.<br />
A infecção pelo HIV entre homens e<br />
mulheres nos anos de 2007 a 2015 apresentou<br />
um total de 93.260 casos, entretanto<br />
somente no ano de 2014 foram notificados<br />
23.729 casos, sendo que 16.317 eram do<br />
sexo masculino. .<br />
No ano de 2014, o Rio Grande do Sul juntamente<br />
com o Amazonas apresentaram<br />
as maiores taxas de detecção de AIDS, com<br />
38,3 e 39,2 casos para cada 100 mil habitantes<br />
respectivamente. .<br />
Porto Alegre apresentou a maior taxa de<br />
detecção neste mesmo ano, com 92,4 casos<br />
para cada 100 mil habitantes.<br />
O perfil lipídico dos pacientes com HIV<br />
apresenta-se alterado, tendo iniciado ou<br />
não a terapia com antirretroviral. A forma<br />
de tratamento para o HIV são os inibidores<br />
de proteases, que estão associados às diversas<br />
alterações metabólicas que ocorrem<br />
no organismo de um paciente infectado por<br />
HIV. As alterações metabólicas são hiperlipidemia,<br />
disfunção endotelial, hiperglicemia<br />
e obesidade central, sendo que a hiperlipidemia<br />
é a alteração mais severa encontrada<br />
nos pacientes que utilizam a terapia antirretroviral<br />
(JÚNIOR, 2005).<br />
As alterações nos níveis lipídicos são comuns<br />
nos portadores do HIV independente<br />
da terapia antirretroviral ou não, pois somente<br />
o HIV pode causar alterações dislipidêmicas<br />
em 50% dos casos, principalmente<br />
nos casos em que o HDL se apresenta baixo<br />
(SILVA, et. al, 2014).<br />
CALZA e Cols. (2009) realizaram um<br />
estudo no período de 1988 a 2000, com<br />
212 portadores do HIV que recentemente<br />
iniciaram o tratamento com inibidores da<br />
protease. Após um ano de tratamento,<br />
este medicamento causou um aumento<br />
nos níveis lipídicos desses pacientes,<br />
sendo que 38,2% apresentaram hipertrigliceridemia<br />
e 25% hipercolesterolêmica<br />
(KRAEMER, et al., 2009).<br />
Um estudo Realizado com 79 pessoas<br />
durante o período de janeiro de 2010 a<br />
março de 2012 mostrou que 43% possuíam<br />
colesterol elevado, sendo frequente<br />
no sexo feminino com 46,7% dos casos. A<br />
maioria dos pacientes possuía níveis de HDL<br />
e LDL normais, com 76 e 93,7% dos casos<br />
respectivamente. Os Níveis de triglicerídeos<br />
estavam elevados em 63% sendo o sexo<br />
masculino o mais frequente em 77,6% (SIL-<br />
VA, et al., 2014).<br />
Em outro estudo foram utilizados dados<br />
de prontuários cadastrados até janeiro<br />
de 2010, com um total de 113 pessoas<br />
sendo 55 mulheres e 58 homens com<br />
idade entre 20 a 67anos. As alterações<br />
lipídicas foram comuns nos pacientes<br />
com idades entre 26 a 45 anos, sendo 41<br />
homens e 32 mulheres. O perfil lipídio de<br />
76 pacientes (67,25%) tiveram alteração<br />
antes do inicio do tratamento, no qual o<br />
HDL baixo era o mais comum. Após o inicio<br />
do tratamento 64,60% apresentaram<br />
dislipidemias. O uso da terapia antirretroviral<br />
agrava cerca de 70% as dislipidemias<br />
nos pacientes (LANG, et al., 2012).<br />
Em santa Maria no Rio Grande do<br />
Sul foi realizado um estudo com 210<br />
pacientes adultos de ambos os sexos<br />
com idade superior ou igual à 20 anos<br />
na data do mês de julho a dezembro<br />
de 2011. Nesse estudo foram utilizadas<br />
86 mulheres, nas quais 5 delas não<br />
participaram, logo a amostra foi constituída<br />
por 81 pacientes. Dentre estas<br />
mulheres 77 sabiam por que deveriam<br />
tomar os fármacos disponíveis ao<br />
tratamento do HIV sendo que 41 delas<br />
achavam fácil o tratamento e 57 delas<br />
não sentiam qualquer efeito colateral<br />
relacionado às TARV. Esse estudo indica<br />
percepção que favorece o uso dos medicamentos<br />
(PADOIN, et al., 2015).<br />
Discussões:<br />
Desde seu aparecimento nos anos 1980, a<br />
AIDS, por seu caráter danoso, heterogêneo e<br />
instável, configura-se como uma das maiores<br />
preocupações em saúde pública em todo<br />
o mundo. Apesar dos avanços no tratamento<br />
trazidos pelo uso de terapias antirretrovirais,<br />
a AIDS continua sendo a quinta causa de<br />
mortalidade entre adultos e a primeira entre<br />
mulheres jovens (SALDANHA; SILVA, 2016).<br />
Após três décadas, a doença apresenta<br />
características epidemiológicas e clínicas diferentes<br />
daquelas inicialmente observadas.<br />
Os avanços no diagnóstico e tratamento foram<br />
significativos e o Brasil tem se destacado<br />
no panorama internacional com a disponibilização<br />
dos medicamentos pelo sistema<br />
público de saúde (FERREIRA et al., 2012).<br />
A dislipidemia associada à terapia antirretroviral<br />
combinada (TARV) é caracterizada<br />
pelo aumento nos níveis de VLDL, LDL,<br />
lipoproteína e redução do HDL29. O mecanismo<br />
responsável pela indução da dislipidemia<br />
em portadores do HIV ainda não está<br />
completamente elucidado. Ainda não está<br />
estabelecido se a dislipidemia ocorre por<br />
um efeito direto da TARV ou se é resultado<br />
da interação entre diversos fatores, como o<br />
tratamento antirretroviral, a predisposição<br />
genética, fatores ambientais como dieta e<br />
exercício físico ou outros fatores como a resposta<br />
do hospedeiro à infecção pelo HIV33.<br />
O presente estudo procurou avaliar, através<br />
de estudos bibliográficos, a epidemiologia<br />
do HIV no mundo, no Brasil e no estado<br />
do Rio Grande do Sul, além de investigar as<br />
alterações dislipidêmicas em portadores de<br />
036<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
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artigo 2<br />
HIV associadas à terapia antirretroviral.<br />
O número de casos de HIV cresce a cada<br />
ano. Em 2012, cerca de 35,3 milhões de<br />
pessoas possuíam HIV em todo o mundo.<br />
De 2007 à junho de 2015, de 93.260 casos<br />
de HIV no Brasil, 9.031 foram notificados<br />
somente no Rio Grande do Sul, correspondendo<br />
à 9,7%. Ainda no ano de 2014, o Rio<br />
Grande do Sul teve uma das maiores taxas<br />
de detecção de AIDS, apresentando em<br />
torno de 38 casos para cada 100 mil habitantes.<br />
Na capital, Porto Alegre, apresentou<br />
a maior taxa, também em 2014, com 92,4<br />
casos para cada 100 mil habitantes. Já na<br />
cidade de Cruz Alta houve um número significativo<br />
pontuando esse município em 5º<br />
lugar na contaminação pelo vírus do HIV.<br />
No Brasil foram declarados 11.896 óbitos<br />
por AIDS. Porém, nos últimos 10 anos, houve<br />
redução de 14% na taxa de mortalidade.<br />
No mesmo período, na Região Sul, seguida<br />
pela Região Norte e Região Sudeste, obtiveram<br />
a maior taxa de detecção de casos<br />
de AIDS. A utilização da terapia antirretroviral<br />
(TARV) foi marcante no Brasil, a qual<br />
resultou positivamente nos indicadores de<br />
morbimortalidade e qualidade de vida dos<br />
portadores de HIV/AIDS (SILVA et al., 2014).<br />
De acordo com Montessori et al. (2004),<br />
a dislipidemia atinge cerca de 70% dos pacientes<br />
infectados pelo HIV que fazem uso<br />
da TARV, e que, os eventos cardiovasculares<br />
nesses pacientes é mais frequente do que na<br />
população em geral.<br />
Desse modo foi discutido que dentro<br />
deste cenário os portadores de HIV de um<br />
modo geral sofrem de alterações dislipidêmicas,<br />
alterações estas que independem do<br />
uso ou não dos antirretrovirais, porém as<br />
pessoas em tratamento são os mais suscetíveis<br />
a estas alterações.<br />
CONCLUSÃO<br />
De acordo com trabalhos já realizados e<br />
conforme os dados obtidos através da presente<br />
pesquisa pode-se perceber que a região<br />
Sul continua sendo o local com um número<br />
elevado de AIDS no país, sendo que Porto<br />
Alegre é a cidade de maior número de casos<br />
notificados, e Cruz Alta segue em 5º lugar.<br />
Os pacientes do sexo masculino apresentam<br />
maior prevalência das dislipidemias quando<br />
comparados aos do sexo feminino. O tempo<br />
de uso dos antirretrovirais está diretamente<br />
associado às dislipidemias.<br />
O papel dos antirretrovirais no tratamento<br />
da AIDS é incontestável por aumentar a expectativa<br />
de vida dos indivíduos, pois diminuem a<br />
morbidade e a mortalidade dos mesmos. Faz-<br />
-se necessário o acompanhamento laboratorial<br />
frequente e a mudança de hábitos de vida para<br />
amenizar os possíveis efeitos colaterais associados<br />
às classes de antirretrovirais em uso.<br />
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038<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
imagem ilustrativa<br />
KARINA TOMELIN 1 , SHEILA KATY BARON 1 ,<br />
DEISY ALINI RUTHESE 2<br />
E DANIELA DELWING DE LIMA 3<br />
imagem ilustrativa<br />
1 Acadêmicas do curso de Farmácia, Universidade da Região de Joinville, UNIVILLE<br />
2 Bioquímica do Laboratório Municipal de Análises Clínicas do município de São Bento<br />
do Sul/ SC<br />
3 Professora Doutora do curso de Farmácia, Universidade da Região de Joinville,<br />
UNIVILLE<br />
artigo 3<br />
Investigação da Incidência de<br />
infecção do trato Urinário em Gestantes<br />
atendidas no laboratório municipal de<br />
análises clínicas do município de São Bento<br />
do Sul/SC<br />
Resumo<br />
As infecções do trato urinário (ITU), conhecidas por afetarem homens e<br />
mulheres em todas as faixas etárias, combinadas com as alterações anatômicas<br />
e fisiológicas ocorridas durante a gestação tornam essa infecção mais<br />
comum durante a gravidez. Sua frequência neste período varia de 5% a 10%,<br />
em termos de patologia médica das gestantes, ficando atrás apenas da anemia.<br />
Desde o desconforto causado a gestante pelas infecções sintomáticas<br />
até os riscos aos quais o feto é exposto mesmo quando não se tem sintomas<br />
de infecção, é de fundamental importância o diagnóstico laboratorial precoce<br />
para que a ITU não se agrave. Por isso, este trabalho buscou avaliar a incidência<br />
das infecções urinárias nos três trimestres de gestação, bem como os<br />
principais patógenos responsáveis e a sensibilidade destes frente aos antibióticos<br />
testados no Laboratório Municipal de Análises Clínicas de São Bento<br />
do Sul/SC durante o período de março à julho de 2014. Foram analisadas 180<br />
amostras de urina de pacientes gestantes usuárias do Sistema Único de Saúde<br />
e encaminhadas ao laboratório de Análises Clínicas Municipal de São Bento<br />
do Sul, as quais foram separadas por trimestres de gestação. Os resultados<br />
mostraram que 157 amostras obtiveram urocultura negativa (87,3%) e 23<br />
(12,7%) apresentaram urocultura positiva, destas, 13,2% ocorreram no primeiro<br />
trimestre, 14,3% no segundo e 10,7% no terceiro trimestre gestacional.<br />
A bactéria isolada com mais frequência nas uroculturas das gestantes foi<br />
Escherichia coli, seguida de Staphylococcus spp, Proteus mirabilis e Proteus<br />
vulgaris. A Escherichia coli apresentou 100% de sensibilidade para Amoxicilina<br />
com Ácido Clavulânico, Ceftazidima e Ceftriaxona. Frente a Cefalexina<br />
93,3% das cepas foram sensíveis, um bom resultado já que as cefalosporinas,<br />
principalmente a Cefalexina, são as drogas mais utilizadas no tratamento de<br />
gestantes. As ITU ocorreram com mais frequência no segundo trimestre de<br />
gravidez, porém, é de extrema importância o tratamento em qualquer idade<br />
gestacional para evitar futuras complicações até o nascimento.<br />
Palavras-chaves: Infecção urinária, gestantes, resistência microbiana,<br />
complicações infecciosas na gravidez<br />
Abstract<br />
Urinary tract infections (UTI), known to affect men and women in all age<br />
groups,combined with anatomical and physiological changes during gestation<br />
became the most common infection during pregnancy. Its frequency in this<br />
period varies from 5% to 10%, in terms of medical pathology of the pregnant<br />
women, second only to anemia. Since the discomfort caused by the pregnant<br />
symptomatic infections until the risks to which the fetus is exposed even when<br />
there is no symptoms of infection is of fundamental importance early laboratory<br />
diagnosis to prevent UTI from getting worse. Therefore, this study evaluated the<br />
incidence of urinary tract infections in the three trimesters of pregnancy, as well<br />
as major pathogens responsible and their sensitivity to antibiotics tested in the<br />
Municipal Clinical Analysis Laboratory of São Bento do Sul / SC during the period<br />
of March to July 2014. It was evaluated 180 urine samples of pregnant women<br />
patients of the Public Health System and forwarded to the Clinical Laboratory<br />
Municipal of São Bento do Sul, which were separated by trimesters of pregnancy.<br />
The results showed that 157 samples have obtained negative urine culture<br />
(87.3%) and 23 (12.7%) positive urine culture, 13.2% of these occurred in the first<br />
trimester, 14.3% on the second and 10.7% in the third trimester gestational. The<br />
most frequently isolated bacteria in urine cultures of pregnant was Escherichia<br />
coli, followed by Staphylococcus spp, Proteus mirabilis and Proteus vulgaris. The<br />
Escherichia coli showed 100% sensitivity to amoxicillin with clavulanic acid,<br />
ceftazidime and ceftriaxone. Front Cephalexin 93.3% of the strains were sensitive,<br />
a good result given that cephalosporins, mainly Cephalexin, are the most<br />
commonly used drug for treating pregnant women. UTI occurred more frequently<br />
on the second trimester of pregnancy, however, is of utmost importance, in any<br />
gestational age, the treatment to avoid future complications until birth.<br />
Keywords: Urinary tract infection, pregnant women, microbial<br />
resistance, infectious complications in pregnancy.<br />
040<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
INTRODUÇÃO<br />
As infecções do trato urinário (ITU) podem<br />
afetar toda a população, homens e mulheres<br />
de todas as idades. Segundo Heilberg<br />
e Schor (1) na vida adulta as mulheres são<br />
mais acometidas, devido à atividade sexual,<br />
gestação e menopausa, de forma que apresentam<br />
pelo menos um episodio de ITU ao<br />
longo da vida.<br />
Segundo Silveira et al (2) as ITU são<br />
definidas pela presença e multiplicação<br />
de microorganismos, sendo os principais<br />
agentes as bactérias gram negativas, que<br />
causam agressão tecidual, podendo estar<br />
presentes entre o cortéx renal e o meato<br />
uretral. Os microorganismos podem chegar<br />
até o trato urinário por diferentes vias, sendo<br />
elas ascendente, hematogênica e linfática,<br />
tendo como principal via de contaminação<br />
a ascendente (2).<br />
Estas infecções podem ser divididas em<br />
quatro grupos: uretrites, síndrome uretral<br />
aguda, cistites e pielonefrites. Além disso,<br />
podem ser subdivididas em sintomáticas,<br />
assintomáticas, agudas, recorrentes, crônicas,<br />
complicadas e descomplicadas (3).<br />
Quando o comprometimento causado<br />
pela infecção é apenas do trato urinário<br />
baixo especifica-se o diagnóstico de cistite,<br />
quando houver comprometimento simultâneo<br />
do trato urinário inferior e superior<br />
denomina-se infecção urinária alta, chamada<br />
de pielonefrite. Essas infecções podem<br />
ser complicadas ou não complicadas, sendo<br />
que as complicadas possuem um maior<br />
risco de falha terapêutica (4). De acordo<br />
com Lopes e Tavares (4) as alterações estruturais<br />
ou funcionais do aparelho urinário<br />
favorecem o desenvolvimento de infecções<br />
complicadas.<br />
Em pacientes com quadro de disúria,<br />
polaciúria e urgência miccional, porém não<br />
acompanhadas de urocultura positiva, serão<br />
rotuladas síndrome uretral aguda e podem<br />
resultar de infecções por número reduzido<br />
de bactérias gram-negativas, infecção uretral<br />
causada por Chlamydia trachomatis e<br />
Neisseria gonorrhoeae ou ainda vaginites<br />
agudas causadas por Herpesvirus ou Candida<br />
albicans (5). De acordo com Srougi (5), as<br />
manifestações irritativas de duração crônica<br />
e que apresentarem uma urocultura também<br />
negativa podem estar relacionadas à<br />
doença infecciosa como uretrite, podendo<br />
ser causadas por Neisseria, Chlamydia, Trichomonas<br />
e Herpesvirus. Segundo Lopes<br />
e Tavares (4) as cistites são consideradas as<br />
infecções não complicadas e quando sintomáticas<br />
caracterizam-se pela presença de<br />
disúria, urgência miccional, polaciúria e dor<br />
suprapúbica, enquanto as pielonefrites são<br />
consideradas complicadas, em geral são resultantes<br />
da ascensão de microorganismos<br />
do trato urinário inferior, estão associadas<br />
frequentemente a presença de cálculos renais.<br />
Quando sintomáticas as pielonefrites<br />
são habitualmente acompanhadas de febre,<br />
calafrios e dor lombar. Podem estas serem<br />
infecções agudas ou crônicas e sua origem<br />
pode ser comunitária ou hospitalar.<br />
As ITU podem atingir ambos os gêneros<br />
e faixas etárias, sendo em mulheres a maior<br />
prevalência. Segundo Heilberg e Schor (1) as<br />
mulheres são acometidas até 20 vezes mais<br />
do que os homens, devido à atividade sexual,<br />
gestação e menopausa. A susceptibilidade<br />
na mulher está relacionada à uretra mais<br />
curta e a maior proximidade do ânus com<br />
o vestíbulo vaginal e uretra. No homem o<br />
maior comprimento uretral, o maior fluxo<br />
urinário e o fator antibacteriano prostático<br />
são considerados fatores protetores (1).<br />
As incidências dessas infecções estão<br />
aumentadas entre as gestantes, em resposta<br />
as transformações anatômicas e<br />
fisiológicas que ocorrem no trato urinário<br />
durante a gestação, as quais são fatores que<br />
contribuem para o desenvolvimento das<br />
infecções urinárias sintomáticas. Mudanças<br />
como a compressão extrínseca dos ureteres<br />
e a diminuição da atividade peristáltica<br />
provocadas pela progesterona ocasionam<br />
dilatação progressiva das pelves renais e<br />
ureteres. Esses fatores associados ao débito<br />
urinário levam a estase urinária, que por sua<br />
vez é favorecida pela diminuição do tônus<br />
vesical com aumento da capacidade da<br />
bexiga e seu esvaziamento não completo,<br />
facilitando o refluxo vesico uretral e pielonefrites.<br />
Além disso, o rim tem sua função<br />
de concentrar a urina diminuída, reduzindo<br />
sua atividade antibacteriana (6). De acordo<br />
com os estudos de Pereira e Bordignon (7)<br />
no período gestacional a urina possui uma<br />
maior concentração em nutrientes e vitaminas,<br />
o que favorece o meio de cultura mais<br />
rico para o crescimento bacteriano.<br />
Dentro do espectro bacteriano destaca-<br />
-se a Escherichia coli como o uropatógeno<br />
mais comum, sendo responsável por<br />
aproximadamente 80% dos casos de<br />
ITU, seguido de Klebsiella spp, Proteus<br />
mirabilis e bactérias do gênero enterobacter.<br />
Podendo também ser causadas por<br />
bactérias gram positivas destacando-se<br />
Staphylococcus saprofhyticus, Streptococcus<br />
agalactiae e outros estafilococos não<br />
produtores de coagulase (8).<br />
Segundo Coelho e colaboradores (9) a<br />
maioria das gestantes apresentam surtos<br />
assintomáticos de infecção urinária que<br />
eventualmente poderão evoluir para sintomáticos,<br />
a prevalência de bacteriúria<br />
assintomática é de até 10% na gestação<br />
podendo ser observado do início até o<br />
terceiro trimestre. Até 57% dessas bacteriúrias<br />
não devidamente tratadas poderão<br />
evoluir para uma infecção sintomática inclusive<br />
para pielonefrite.<br />
A ocorrência de pielonefrites no primeiro<br />
trimestre é de aproximadamente 2% dos<br />
casos, sendo que no segundo e no terceiro<br />
trimestre a ocorrência é maior que 52% e<br />
46% respectivamente (2).<br />
Conforme literatura outras complicações<br />
destacadas durante a gestação,<br />
em gestantes não tratadas de ITU,<br />
incluem a restrição de crescimento<br />
intra-uterino, recémnascido de baixo<br />
peso, trabalho de parto e parto prematuro,<br />
ruptura prematura de mem-<br />
041
PIONEIRISMO<br />
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042<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
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Imagem Ilustrativa<br />
KARINA TOMELIN 1 , SHEILA KATY BARON 1 ,<br />
DEISY ALINI RUTHESE 2<br />
E DANIELA DELWING DE LIMA 3<br />
artigo 3<br />
ANTIBIOGRAMA<br />
Foi testado também a sensibilidade e resistência<br />
a antibióticos utilizando o método<br />
de Kirby-Bauer, seguindo as recomendações<br />
técnicas da CLSI (Clinical and Laborabranas<br />
amnióticas e óbito perinatal,<br />
além de hipertensão, pré-eclâmpsia,<br />
anemia, coreoaminionite, endometrite<br />
e sepsemia, em que os fatores<br />
que levam a essas complicações estão<br />
associados ao dobro da mortalidade<br />
fetal (9). Por esse motivo é de suma<br />
importância a realização do exame<br />
de urina na rotina do pré-natal. O<br />
exame parcial de urina é importante<br />
para detectar a presença de bactérias,<br />
leucócitos, hemácias, células e principalmente<br />
microorganismos, os quais<br />
estão relacionados com casos de ITU<br />
(10), sendo utilizada a cultura como<br />
padrão para fechar o diagnóstico. Considera-se<br />
essa patologia uma das preocupações<br />
adicionais aos profissionais<br />
de saúde, pois é nesse período que o<br />
arsenal terapêutico e as possibilidades<br />
profiláticas são restritos. Segundo Pereira<br />
e Bordignon (7), a prescrição de<br />
antimicrobianos durante a gestação é<br />
frequente, mesmo sabendo que quase<br />
todos esses fármacos atravessam<br />
a placenta podendo causar efeitos<br />
adversos ao feto. Contudo há conhecimentos<br />
suficientes para a prescrição<br />
destes fármacos em limites seguros<br />
utilizando-os depois de uma rigorosa<br />
avaliação de risco e beneficio. Ressalta-se<br />
como de extrema importância<br />
o conhecimento do microorganismo<br />
causador, sua característica epidemiológica<br />
e sua susceptibilidade a antimicrobianos<br />
para garantir a eficácia ao<br />
tratamento e dificultar o surgimento<br />
de resistência bacteriana.<br />
Para tanto, este trabalho buscou avaliar<br />
a incidência das infecções urinárias<br />
nos três trimestres de gestação, bem<br />
como os principais patógenos responsáveis<br />
e a sensibilidade destes frente<br />
aos antibióticos testados no Laboratório<br />
Municipal de Análises Clínicas de São<br />
Bento do Sul/SC durante o período de<br />
março a julho de 2014.<br />
MATERIAIS E MÉTODOS<br />
AMOSTRA<br />
Este estudo foi realizado no período de<br />
março a julho de 2014, utilizando amostras<br />
de urina de pacientes gestantes usuárias do<br />
Sistema Único de Saúde, encaminhadas por<br />
Unidades Básicas de Saúde, após consultas<br />
médicas, e enviadas ao laboratório de Análises<br />
Clínicas Municipal de São Bento do Sul.<br />
O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética<br />
em Pesquisa da Universidade da Região de<br />
Joinville (Univille) sob o Parecer número<br />
545.024 e o Termo de Consentimento Livre<br />
e Esclarecido (TCLE) foi assinado pelo Laboratório<br />
de Análises Clínicas.<br />
Foram analisadas 180 amostras de<br />
urina de pacientes gestantes separadas<br />
por trimestres de gestação. As<br />
amostras foram obtidas através da<br />
coleta em frascos estéreis, os quais<br />
foram fornecidos pelo laboratório, e as<br />
gestantes foram orientadas a coletar a<br />
primeira urina da manhã, realizando<br />
a higiene perianal antes da coleta e a<br />
desprezar o primeiro jato de urina, coletando<br />
o jato intermediário da mesma.<br />
No momento da entrega do material<br />
ao laboratório as pacientes foram<br />
questionadas se estavam utilizando ou<br />
se fizeram uso de antibióticos.<br />
UROCULTURA E PROVA DE<br />
IDENTIFICAÇÃO<br />
As amostras foram submetidas à cultura,<br />
onde foi realizada a semeadura quantitativa<br />
em placa de meio CLED. A semeadura<br />
foi realizada através de uma estria<br />
central na superfície do Ágar utilizando-se<br />
alça de níquel-cromo calibrada de 1μL, seguindo<br />
de um estriamento perpendicular<br />
a estria inicial. As placas semeadas foram<br />
colocadas em estufa (35ºC a 37ºC) onde<br />
permaneceram por um período de 18 a<br />
24 horas para posterior identificação. Foram<br />
consideradas culturas positivas as que<br />
apresentaram um crescimento de 100.000<br />
UFC/ml ou superior a esse valor.<br />
Nas placas consideradas positivas<br />
foram realizadas as provas de<br />
identificação através da coloração<br />
de Gram e provas bioquímicas. Se<br />
a bactéria fosse gram negativa e<br />
apresentasse o meio CLED com coloração<br />
amarela (fermentado) era<br />
utilizado o kit para identificação de<br />
Enterobactérias - Newprov, se apresentassem<br />
o meio CLED com coloração<br />
verde era realizada a prova da<br />
oxidase para se fazer a distinção entre<br />
enterobactérias e Pseudomonas<br />
spp. Se as bactérias fossem identificadas<br />
como cocos gram positivos<br />
eram submetidas à prova da catalase.<br />
As amostras contendo cocos<br />
gram positivos e com prova da catalase<br />
negativa foram encaminhadas<br />
ao laboratório de Apoio para devida<br />
identificação. Os cocos gram positivos<br />
com resultado positivo na prova<br />
da catalase (Staphylococcus spp.)<br />
eram identificados no laboratório<br />
municipal através da adição do disco<br />
de Novobiocina no antibiograma.<br />
EXAME PARCIAL DE URINA<br />
Após a semeadura as amostras foram<br />
submetidas ao exame parcial de urina<br />
através de fitas reativas (Biopix) onde<br />
foram analisados parâmetros como<br />
densidade, pH, presença de leucócitos,<br />
nitritos, proteínas, glicose, hemoglobina,<br />
bilirrubina, corpos cetônicos e urobilinogênio.<br />
Após foi realizada a leitura<br />
do sedimento urinário em microscópio.<br />
Alguns parâmetros do exame parcial de<br />
urina servem para avaliar a ocorrência<br />
de ITU, como nitrito positivo, leucocitúria<br />
e bacteriúria.<br />
044<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
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Imagem Ilustrativa<br />
KARINA TOMELIN 1 , SHEILA KATY BARON 1 ,<br />
DEISY ALINI RUTHESE 2<br />
E DANIELA DELWING DE LIMA 3<br />
artigo 3<br />
tory Standards Institute) 2011. Foram colocados<br />
discos de antibióticos em uma placa<br />
de Ágar Mueller Hinton onde havia sido semeado<br />
um inóculo das colônias isoladas em<br />
meio CLED e incubados por um período de<br />
18 - 24 horas em uma estufa (35ºC a 37ºC)<br />
para leitura posterior realizada através da<br />
medida do halo, assim foram classificados<br />
em sensível, intermediário e resistente.<br />
Os antibióticos utilizados foram:<br />
Amoxicilina com Ácido Clavulânico<br />
(30μg), Ampicilina com Sulbactam (20<br />
μg), Cefalexina (30μg), Ceftazidima<br />
(30μg),Cefotaxima (30μg), Ceftriaxona<br />
(30μg), Ciprofloxacino (5μg), Norfloxacino<br />
(10μg), Nitrofurantoína (300μg),<br />
Sulfametoxazol com Trimetoprim<br />
(25μg) fabricados pela Laborclin.<br />
RESULTADOS<br />
No presente estudo foram analisadas<br />
amostras de 180 gestantes usuárias do<br />
Sistema Único de Saúde coletadas no<br />
período de março a julho de 2014, sendo<br />
que estas amostras foram provenientes<br />
dos três trimestres de gestação, deste<br />
modo 68 amostras foram de gestantes<br />
no primeiro trimestre de gestação e 56<br />
amostras de gestantes no segundo e no<br />
terceiro trimestre.<br />
De acordo com a tabela 1, intitulada<br />
“Faixa etária e Uroculturas de pacientes<br />
gestantes usuárias do Sistema Único<br />
de Saúde analisadas no laboratório de<br />
Análises Clínicas Municipal de São Bento<br />
do Sul/SC” do total de 180 amostras<br />
analisadas, 157 amostras obtiveram<br />
urocultura negativa e 23 (12,7%) uroculturas<br />
positivas. Na faixa etária de 15-<br />
20 anos 34,8% das gestantes tiveram<br />
urocultura positiva, entre 21-30 anos<br />
39,1% obtiveram resultado positivo,<br />
para as mulheres com idade entre 31-<br />
40 anos esse valor foi de 21,7% e nas<br />
gestantes com mais de 40 anos 4,3%.<br />
Conforme a tabela 2, a qual mostra a<br />
distribuição das uroculturas positivas<br />
por trimestre de gestação, os resultados<br />
foram 9 (13,2%), 8 (14,3%) e 6 (10,7%)<br />
uroculturas positivas respectivamente<br />
para o primeiro, segundo e terceiro trimestre<br />
gestacional.<br />
Posteriormente avaliaram-se as<br />
principais bactérias causadoras de infecção<br />
do trato urinário nas pacientes<br />
gestantes usuárias do SUS. De acordo<br />
com a tabela 3, do total de 23 uroculturas<br />
positivas, 15 amostras (65,2%)<br />
apresentaram como resultado positivo<br />
o patógeno Escherichia coli, 4 amostras<br />
(17,39%) Staphylococcus spp, 3<br />
amostras (13,04%) Proteus mirabilis<br />
e 1 amostra (4,35%) Proteus vulgaris.<br />
Conforme o gráfico 1 A no primeiro<br />
trimestre de gestação o uropatógeno<br />
predominante foi a Escherichia coli<br />
com 66,7%, seguida de Staphylococcus<br />
spp 22,2% e Proteus mirabilis 11,1%.<br />
No gráfico 1 B podemos observar os<br />
uropatógenos prevalentes no segundo<br />
trimestre gestacional, sendo eles: Escherichia<br />
coli 66,5%, Staphylococcus<br />
spp 12,5%, Proteus mirabilis 12,5% e<br />
Proteus vulgaris 12,5%. O terceiro trimestre<br />
de gestação pode ser observado<br />
no gráfico 1 C, sendo o uropatógeno<br />
predominante a Escherichia coli 66,6%,<br />
seguida pelo Staphylococcus spp 16,7%<br />
e pelo Proteus mirabilis 16,7%. Por fim,<br />
na tabela 4 podemos avaliar os perfis<br />
de suscetibilidade das bactérias isoladas<br />
nas uroculturas das gestantes frente aos<br />
antibióticos testados. Conforme a tabela,<br />
para o total de 15 amostras com o patógeno<br />
Escherichia coli 100% apresentaram<br />
sensibilidade a Amoxicilina + Ácido<br />
Clavulânico, Ceftazidima e Ceftriaxona<br />
e 93,3% apresentaram sensibilidade a<br />
Ampicilina+Sulbactran, Cefalexina, Cefotaxima,<br />
Ciprofloxacino, Norfloxaxino, Nitrofurantoína<br />
e Sulfametaxazol + Trimetoprima.<br />
Para o total de 4 amostras com<br />
o patógeno Staphylococcus spp 100%<br />
apresentaram sensibilidade a Amoxicilina<br />
+ Ácido Clavulânico, Ampicilina<br />
+ Sulbactam, Cefalexina, Cefotaxima,<br />
Ceftriaxona, Ciprofloxacino, Norfloxacino<br />
e Nitrofurantoína e 75% apresentaram<br />
sensibilidade a Ceftazidima e Sulfametaxazol<br />
+ Trimetoprima. Para o total de<br />
3 amostras com o patógeno Proteus mirabilis<br />
100% apresentaram sensibilidade<br />
a Ampicilina + Sulbactam, Ceftazidima,<br />
Ciprofloxacino e Norfloxacino; 66,6%<br />
apresentaram sensibilidade a Amoxicilina<br />
+ Ácido Clavulânico, Cefalexina, Cefotaxima,<br />
Ceftriaxona e Sulfametaxazol<br />
+ Trimetoprima e 100% apresentaram<br />
resistência a Nitrofurantoína. Para o total<br />
de 1 amostra com o patógeno Proteus<br />
vulgaris 100% apresentaram sensibilidade<br />
a Amoxicilina + Ácido Clavulânico,<br />
Ampicilina + Sulbactran, Cefalexina,<br />
Ceftazidima, Cefotaxima, Ceftriaxona,<br />
Ciprofloxacino, Norfloxacino, Nitrofurantoína<br />
e Sulfametaxazol + Trimetoprima.<br />
DISCUSSÃO<br />
A ITU representa uma das patologias<br />
mais frequentes em toda população, perdendo<br />
apenas para as infecções do trato<br />
respiratório, tendo uma maior incidência<br />
no sexo feminino (11). De acordo com<br />
Duarte et al (6) o estudo das infecções do<br />
trato urinário em gestantes tem adquirido<br />
relevância diante de sua associação com<br />
piores prognósticos maternos e perinatais.<br />
Devido à maior incidência de ITU durante<br />
o período gestacional este estudo buscou<br />
investigar a incidência de ITU nos diferentes<br />
trimestres de gestação em pacientes<br />
gestantes usuárias do SUS cujas amostras<br />
foram analisadas no laboratório de Aná-<br />
046<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
Exames complexos.<br />
Respostas pessoais.<br />
T +1-855-379-3115 E mclglobal@mayo.edu W mayocliniclabs.com<br />
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Imagem Ilustrativa<br />
KARINA TOMELIN 1 , SHEILA KATY BARON 1 ,<br />
DEISY ALINI RUTHESE 2<br />
E DANIELA DELWING DE LIMA 3<br />
artigo 3<br />
lises Clínicas Municipal de São Bento do<br />
Sul/SC, bem como, quais os patógenos<br />
responsáveis por essas infecções e sua<br />
resposta frente aos antibióticos testados.<br />
No presente estudo, das 180 uroculturas<br />
analisadas 87,3% obtiveram resultado<br />
negativo, o que difere do estudo de Duarte<br />
e colaboradores (8) que analisou 136 uroculturas<br />
e encontrou 36% negativas. Neste<br />
contexto devemos ressaltar algumas intercorrências<br />
pré-analíticas que podem afetar<br />
o resultado das culturas, dentre elas a coleta<br />
inadequada sem descartar o primeiro jato, a<br />
ausência de higienização correta ou ainda o<br />
armazenamento e processamento incorreto<br />
da amostra. Além disso, durante a coleta de<br />
dados para este estudo observou-se casos<br />
em que foi solicitada coleta de nova amostra<br />
para confirmação da urocultura, porém estas<br />
gestantes não atenderam ao pedido do<br />
laboratório, impossibilitando a identificação<br />
do uropatógeno responsável pela ITU.<br />
Neste estudo metade das gestantes<br />
selecionadas (n=90) encontrava-se<br />
na faixa etária de 21 a 30 anos, sendo<br />
que a média de idade foi de 25,6 anos,<br />
resultado concordante com o encontrado<br />
por Coelho e colegas (9), cuja<br />
média de idade das gestantes avaliadas<br />
foi de 25,3 anos. Este mesmo<br />
autor encontrou uma prevalência dos<br />
casos de infecção no segundo trimestre<br />
de gestação devido à compressão<br />
vesical pelo útero favorecendo o refluxo<br />
uretral durante a micção podendo<br />
aumentar o risco de infecção urinária,<br />
o que corrobora com os dados encontrados<br />
neste estudo, cuja frequência<br />
de casos neste trimestre foi de 14,3%,<br />
seguida de 13,2% e 10,7% no primeiro<br />
e terceiro trimestre, respectivamente.<br />
Porém, no trabalho de Duarte e colaboradores<br />
(6), a prevalência entre os<br />
trimestres gestacionais foi equivalente.<br />
Ainda sobre a relação entre prevalência<br />
de ITU e idade gestacional Rosal<br />
e colegas (12) discordam dos autores<br />
já citados afirmando que a infecção<br />
urinária é mais frequente até o terceiro<br />
mês de gestação, pois nesse período<br />
ocorrem modificações, aumentando<br />
a susceptibilidade de adquirir essas<br />
infecções, tais como aumento de vitaminas<br />
e nutrientes na urina, dilatação<br />
da pelve e do ureter, mudança<br />
de posição da bexiga, que se torna<br />
abdominal, aumento do tamanho dos<br />
rins e da capacidade vesical e relaxamento<br />
da musculatura da bexiga e do<br />
ureter ocasionando um aumento no<br />
número de micções. Observa-se que<br />
o uropatógeno isolado na maioria das<br />
amostras analisadas foi a Escherichia<br />
coli, sendo esse resultado compatível<br />
com a literatura, isso pode ser explicado<br />
pela presença de adesinas nesses<br />
microorganismos, o que permite a<br />
adesão e invasão bacteriana nas células<br />
do trato urinário. A Escherichia<br />
coli apresenta 90% de fímbrias tipo I,<br />
o que leva a ser o seu principal fator<br />
de virulência, apresentam também as<br />
fímbrias P, que se ligam a receptores<br />
específicos no tecido do epitélio renal,<br />
além de seu habitat natural ser o<br />
intestino e que por sua proximidade<br />
com a região geniturinária favorece<br />
o acesso das enterobactérias às vias<br />
urinárias (13).<br />
Outros uropatógenos isolados nas<br />
amostras em ordem de frequência<br />
foram Staphylococcus spp, Proteus<br />
mirabilis, Proteus vulgaris, compatível<br />
com achados de outros autores, porém<br />
a ordem de frequência varia de um estudo<br />
para outro (6,14).<br />
Em um estudo realizado por Rosal et al<br />
(12), onde buscou identificar os principais<br />
uropatógenos responsáveis por infecção<br />
urinária na gestação e a susceptibilidade<br />
destes aos antimicrobianos através das<br />
publicações científicas,obtiveram como r<br />
sultado em maior incidência a Escherichia<br />
coli, presente em 82,3% das publicações, o<br />
uropatógeno Proteus mirabilis apareceu em<br />
três estudos e no grupo dos uropatógenos<br />
Gram-positivos o Staphylococcus aureus<br />
apareceu em um único estudo. De acordo<br />
com Schenkel e colaboradores (14), ao realizar<br />
um estudo com 481 uroculturas também<br />
encontraram a Escherichia coli como<br />
patógeno predominante, sendo isolada em<br />
75,4% das culturas, seguida de Streptococcus<br />
agalactiae (3,9%), Proteus mirabilis<br />
(3,7%) e Klebsiella pneumoniae (3,3%). E<br />
no período de 2000 a 2004 Koch et al (15)<br />
também apresentou Escherichia coli como<br />
a bactéria isolada com mais frequência em<br />
957 uroculturas (66,2%), seguida por Proteus<br />
mirabillis e Klebsiella sp. que tiveram<br />
8,4% e 5,6% respectivamente. Segundo<br />
Rosal e colegas (12), a prescrição incorreta<br />
de antimicrobianos é influenciada por vários<br />
fatores durante a gestação, entre eles<br />
a falta de conhecimento dos profissionais,<br />
fatores culturais, econômicos e toxicidade<br />
de alguns fármacos. O uso indiscriminado e<br />
abusivo desses antimicrobianos pode levar<br />
à emergência e aumento da resistência microbiana.<br />
O uso de antimicrobianos sempre<br />
apresenta risco fetal, pois em geral esses<br />
fármacos apresentam baixo peso molecular<br />
facilitando sua difusão através da placenta,<br />
expondo o feto aos possíveis efeitos tóxicos.<br />
Devido a esse aspecto, o médico sempre<br />
deve avaliar a relação risco benefício ao indi-<br />
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Imagem Ilustrativa<br />
KARINA TOMELIN 1 , SHEILA KATY BARON 1 ,<br />
DEISY ALINI RUTHESE 2<br />
E DANIELA DELWING DE LIMA 3<br />
artigo 3<br />
car o uso desses fármacos para as gestantes.<br />
As informações referentes à segurança e<br />
eficácia do uso de antimicrobianos durante<br />
a gestação ainda são poucas em virtude do<br />
estudo da ação desses fármacos em fetos e<br />
neonatos ser escasso. Por questões éticas e<br />
legais os estudos clínicos e epidemiológicos<br />
referentes à segurança de antimicrobianos<br />
são realizados em mulheres não grávidas e<br />
seus resultados expandidos para as grávidas<br />
(16). O Ministério da Saúde publicou, no ano<br />
de 2006, um manual orientando o uso de<br />
antimicrobianos em infecções urinárias em<br />
gestantes, sendo estes: cefalosporinas de 1ª<br />
geração (cefalexina), penicilinas (amoxicilina<br />
e ampicilina) e nitrofurantoína (17). Frente<br />
aos 10 antibióticos testados neste trabalho<br />
a maioria das bactérias isoladas demonstrou<br />
boa sensibilidade. A Escherichia coli,<br />
patógeno prevalente nas amostras analisadas<br />
apresentou 100% de sensibilidade<br />
para Amoxicilina com Ácido Clavulânico,<br />
Ceftazidima e Ceftriaxona. Num estudo realizado<br />
por Schenkel et al (14), a sensibilidade<br />
da Escherichia coli diante das cefalosporinas<br />
de terceira geração (Ceftazidima e Ceftriaxona)<br />
foi de 98,3%, demonstrando que para<br />
esta classe de antibióticos, a sensibilidade<br />
dos dois trabalhos é bem semelhante. Já a<br />
sensibilidade da Escherichia coli para a Cefalexina<br />
descrita por estes autores foi menor<br />
(71,8%) do que a frequência apresentada<br />
no atual trabalho (93,3%). Dos outros três<br />
microorganismos isolados, Staphylococcus<br />
spp e Proteus vulgaris apresentaram boa<br />
susceptibilidade frente às cefalosporinas,<br />
porém, o Proteus mirabilis mostra-se menos<br />
sensível aos antimicrobianos desta classe,<br />
apenas 66,6% das cepas apresentaram<br />
sensibilidade à Cefalexina, Cefotaxima e<br />
Ceftriaxona. A susceptibilidade do Proteus<br />
mirabilis neste estudo difere da sensibilidade<br />
encontrada por Duarte et al (6), onde<br />
100% das cepas pesquisadas eram sensíveis<br />
às cefalosporinas testadas. Segundo Baumgarten<br />
e colaboradores (18) as cefalosporinas<br />
são seguras e bem toleradas durante<br />
a gestação, sendo que a mais comumente<br />
utilizada é a cefalexina. Os β-lactâmicos,<br />
entre eles a ampicilina, estão entre os<br />
mais antigos antimicrobianos utilizados<br />
no tratamento das infecções bacterianas.<br />
Porém penicilinas e cefalosporinas estão<br />
associadas à alergia e reações anafiláticas.<br />
O uso de β-lactâmicos para o tratamento<br />
das infecções urinárias como as penicilinas<br />
vem sendo praticado cada vez menos devido<br />
ao constante aumento nos índices de<br />
resistência ao patógeno Escherichia coli, que<br />
é um dos principais agentes causadores das<br />
infecções urinárias<br />
(16). Contrariando a crescente resistência<br />
às penicilinas, as cepas isoladas neste<br />
trabalho demonstraram um bom perfil de<br />
sensibilidade para a Amoxicilina com Ácido<br />
Clavulânico e Ampicilina com Sulbactan,<br />
principalmente o Staphylococcus spp e Proteus<br />
vulgaris, seguidos da Escherichia coli e<br />
do Proteus mirabilis, apenas 66,6% das cepas<br />
deste último foram sensíveis à Amoxicilina<br />
com Ácido Clavulânico. A sensibilidade<br />
da Escherichia coli (93,3%) e do Proteus mirabilis<br />
(100%) à Ampicilina foi maior do que<br />
a encontrada por Santos e colaboradores<br />
(13), cuja sensibilidade foi de 71,1% e 80%<br />
respectivamente.<br />
No que se refere ao uso de<br />
Sulfametoxazol+Trimetoprima, medicamento<br />
que não é indicado para<br />
uso durante o primeiro trimestre de<br />
gestação devido a sua capacidade de<br />
interferir na formação do feto (19), a<br />
Escherichia coli obteve sensibilidade<br />
de 93,3% mostrando-se 30% mais<br />
sensível do que as cepas isoladas<br />
por Schenkel et al (14). O uropatógeno<br />
com menor sensibilidade ao<br />
Sulfametoxazol+Trimetoprima foi<br />
Proteus mirabilis (66,6%), compatível<br />
com o resultado de Pires et al (20), no<br />
qual 62,4% das cepas eram sensíveis<br />
ao antimicrobiano.<br />
Segundo Baumgarten e colaboradores<br />
(18) as sulfonamidas são contra<br />
indicadas no terceiro trimestre de gestação<br />
pelo risco de ocorrer kernicterus<br />
no recém-nascido e de seus efeitos<br />
no metabolismo do folato. Quanto às<br />
fluoroquinolonas que são comumente<br />
utilizadas em pacientes não gestantes,<br />
em mulheres grávidas seu uso não é<br />
indicado pelo risco de alterações nas<br />
articulações dos recém-nascidos (18).<br />
Mesmo não sendo indicado durante a<br />
gestação o Ciprofloxacino e Norfloxacino,<br />
pertencentes às fluoroquinolonas,<br />
foram testados e se mostraram<br />
eficazes contra as bactérias isoladas.<br />
Das cepas de Escherichia coli 93,3%<br />
são susceptíveis aos antimicrobianos e<br />
das outras bactérias 100% das cepas<br />
foram sensíveis. Esses resultados são<br />
semelhantes ao encontrado por Duarte<br />
et al (6), cuja sensibilidade das cepas<br />
de Escherichia coli ao Ciprofloxacino e<br />
ao Norfloxacino foram 97% e 98,5%<br />
respectivamente e as outrasbactérias<br />
mostraram 100% de sensibilidade a<br />
estes antimicrobianos.<br />
De acordo com a literatura a nitrofurantoína<br />
é recomendada para o tratamento<br />
deinfecções não complicadas<br />
do trato urinário. Possui um baixo nível<br />
de resistência aosuropatógenos e é<br />
um agente terapêutico ideal e seguro<br />
para uso na gestação, sualimitação,<br />
porém está relacionada à baixa atividade<br />
contra Proteus spp (18).Frente à<br />
Nitrofurantoína, o Staphylococcus spp<br />
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artigo 3<br />
e Proteus vulgaris demostraram100%<br />
de sensibilidade, seguidos da Escherichia<br />
coli com 93,3%, o que corrobora<br />
com apesquisa de Pires et al (20),<br />
que identificou 96,3% das cepas de<br />
Escherichia colisensíveis a nitrofurantoína.<br />
Todas as cepas de Proteus mirabilis<br />
se mostraramresistentes a esse<br />
antimicrobiano concordando com o<br />
resultado encontrado por Duarte etal<br />
(6), apesar do gênero Proteus spp. ser<br />
menos suscetível à nitrofurantoína a<br />
cepa deProteus vulgaris isolada neste<br />
estudo mostrou-se sensível ao antimicrobiano,<br />
esse fato pode estar relacionado<br />
à formação de um véu no Ágar<br />
Mueller Hinton causada pelascepas de<br />
espécies de Proteus, este véu pode dificultar<br />
a medição do halo de inibição<br />
doantibiótico, o que pode gerar resultados<br />
errôneos caso não seja escolhida<br />
uma fonte deluz adequada para a leitura.Segundo<br />
Pereira e Bordignon (7)<br />
uma alternativa de tratamento seria<br />
afosfomicina, que é um agente bactericida<br />
e possui um amplo espectro de<br />
ação, atingindomicrorganismos gram<br />
positivos e gram negativos. Seu mecanismo<br />
de ação ocorrebloqueando a<br />
síntese de peptideoglicanos, além<br />
de ser capaz de diminuir a aderência<br />
dasbactérias ao urotélio. A fosfomicina<br />
ainda pode ser administrada durante<br />
a gestação, nãohavendo associação a<br />
efeitos teratogênicos.<br />
Mediante os resultados encontrados<br />
observa-se a importância dos cuidadosdurante<br />
a gestação a fim de evitar<br />
o surgimento de ITU e consequentemente<br />
aantibioticoterapia, pois tanto<br />
um quanto outro podem oferecer riscos<br />
ao feto.<br />
AGRADECIMENTOS<br />
Ao Laboratório Municipal de Análises<br />
Clínicas de São Bento do Sul por<br />
ceder os dados.<br />
REFERÊNCIAS<br />
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Catarinenses de Medicina. Florianópolis,<br />
2008. Vol. 37, no. 3. 10. Strasinger<br />
SK. Uroanálise & Fluidos Biológicos.<br />
3.ed. São Paulo: Premier,<br />
1998. 11. Queiroz CA, Felício VPT.<br />
Infecções Urinarias de Origem Bacteriana<br />
em Pacientes Atendidos em<br />
Laboratórios de Analises Clinicas<br />
de Presidente Olegário – MG. 101 ed.<br />
NewsLab, 106-110, 2010. 12. Rosal<br />
CJG, Silva CA, Bezerra DS, Vasconcelos<br />
GM, Passos XS, Monini JBM.<br />
Infecção Urinaria em Gestantes e a<br />
Suscetibilidade aos Antimicrobianos.123<br />
ed. NewsLab,96- 102, 2014.<br />
13. Santos TKP, Sanches IT, Pittner<br />
E, Sanches HF. Identificação e perfil<br />
antimicrobiano de bactérias isoladas<br />
de urina de gestantes atendidas<br />
na Irmandade da Santa Casa de<br />
Misericórdia de Prudentópolis, Paraná.<br />
Semina: Ciências Biológicas<br />
e da Saúde, Londrina, v. 33, n. 2, p.<br />
181-192, jul./dez. 2012. 14. Schenkel<br />
DF, Dalle J, Antonello VS. Prevalência<br />
de uropatógenos e sensibilidade<br />
antimicrobiana em uroculturas<br />
de gestantes do Sul do Brasil. Rev.<br />
Bras. Ginecol. Obstet., Rio de Janeiro,<br />
v. 36, n. 3, Mar. 2014. 15. Koch<br />
CR, Ribeiro JC, Schnor OH, Zimmermann<br />
BS, Müller FM, D' Agostin J,<br />
Machado V, Zhang L. Resistência antimicrobiana<br />
dos uropatógenos em<br />
pacientes ambulatoriais, 2000-2004.<br />
Revista da Sociedade Brasileira de<br />
Medicina Tropical, Uberaba, v. 41,<br />
n. 3, p. 277-281, maio/jun. 2008. 16.<br />
Fiol FSD, Gerenutti M, Groppo FC.<br />
Terapêutica Antimicrobiana durante<br />
a Gestação. Moreira Jr. Editora,<br />
111- 119, 2006. 17. Brasil. Ministério<br />
da Saúde. Manual Técnico: Pré-natal<br />
e Puerpério, Atenção Qualificada<br />
e Humanizada. Brasília, 2006. 18.<br />
Baumgarten MCS, Silva VG, Mastalir<br />
FP, Klaus F, Azevedo PA. Infecção<br />
Urinaria na Gestação: uma Revisão<br />
da Literatura. UNOPAR Cient, Ciênc.<br />
Biol Saúde, 333-342, 2011. 19. Czeizel<br />
AE, Rockenbauer M, Sorensen<br />
HT, Olsen J. The teratogenic risk of<br />
trimethoprim-sulfonamides: a population<br />
based case-control study. Reprod<br />
Toxicol. 2001; 15: 637-646. 20.<br />
Pires MCS, Frota KS, Martins Junior<br />
PO, Correia AF, Cortez-Escalante JJ,<br />
Silveira CA. Prevalência e susceptibilidade<br />
bacterianas das infecções<br />
comunitárias do trato urinário, em<br />
Hospital Universitário de Brasília,<br />
no período de 2001 a 2005. Revista<br />
da Sociedade Brasileira de Medicina<br />
Tropical, Uberaba, v. 40, n. 6, p. 643-<br />
647, nov./dez. 2007.<br />
052<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
Importador e Distribuidor Master<br />
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(extensível até 100) posições para reagentes<br />
e 50 (extensível até 100) posições para amostra.<br />
• 240 testes fotométricos por hora constante,<br />
até 400 testes/ hora com ISE (K, Na, Cl - opcional<br />
• 24 horas de refrigeração para carrossel de reagente<br />
• Cuvetas reutilizáveis com estação de lavagem automática<br />
• Mixer independente<br />
• Detecção de: coágulo, proteção contra colisão (vertical e horizontal), nível de líquido,<br />
monitoração de inventário e pré-aquecimento do reagente.<br />
Volume de reação com 100µL de reagente.<br />
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a partir de 10 microlitros;<br />
• Carrossel com posição para 25 Reagentes;<br />
• Capacidade de processar 60 amostras simultâneas ( 6 Rack´s de 10<br />
posições);<br />
• Carregamento contínuo de cubetas e substrato sem precisar parar o<br />
equipamento;<br />
• Suporta 176 cubetas por rodada. Cubetas prontas para uso sem provocar<br />
congestionamento de cubetas;<br />
• Reagentes com estabilidade on board de até 56 dias;<br />
• Solução Wash Buffer pronta para uso de 10 Litros;<br />
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BC-5150 foi desenvolvido sob medida para atender aos laboratórios<br />
de diagnóstico que trabalham com resultados de 5 partes +<br />
hemograma completo, com volume de<br />
amostra diário relativamente baixo, com<br />
restrição de espaço no laboratório e um<br />
orçamento limitado.<br />
• 220 hemogramas por hora e 120 lâminas por hora<br />
• Diferencial de WBC em 5 partes, 25<br />
parâmetros reportáveis e 4 parâmetros de<br />
pesquisa, 3 histogramas e 3 gráficos de<br />
dispersão<br />
• Modo Sangue total, modo Sangue<br />
total capilar e modo Pré-diluído<br />
• Laser de três ângulos disperso +<br />
Coloração química + Tecnologia<br />
• Equipamentos podem trabalhar em conjunto ou<br />
isolados dependendo da rotina<br />
• As esteiras de carregamento dos analisadores são<br />
bidirecionais (patente Mindray)<br />
• O software labXpert é o padrão para o CAL 6000 e<br />
gerencia todo o sistema com a possibilidade de auto<br />
validação e análise de amostras com base em regras<br />
predefinidas, além de possuir uma interface mais<br />
de Citometria de fluxo.<br />
O<br />
compacto<br />
intuitiva para validação manual.<br />
da categoria!<br />
Leader Diagnósticos<br />
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021 055
matéria Beckman de capa Coulter<br />
Investimento que dá resultado<br />
Brasil puxa crescimento do setor de Medicina Diagnóstica na América Latina<br />
e atrai recursos de multinacional do segmento<br />
Desde 2015, a norte-americana<br />
Beckman Coulter, pioneira<br />
em medicina laboratorial, análises<br />
clínicas e biotecnologia, investiu<br />
US$15 milhões em sua filial brasileira.<br />
O otimismo, justificado pela<br />
estabilidade ascendente do setor, já<br />
se demonstra oportuno. Em 2018, a<br />
empresa cresceu 17%, e a tendência<br />
permanece positiva para 2019.<br />
“Projetamos um crescimento de<br />
cerca de 15% neste ano”, aponta<br />
Marcos Philippsen, gerente geral da<br />
Beckman Coulter Brasil.<br />
Para alcançar esses números,<br />
a empresa passou por uma extensa<br />
renovação, ampliou sua estrutura<br />
física, melhorou processos e direcionou<br />
boa parte de seus investimentos<br />
para o capital humano. “A previsão<br />
é que os colaboradores recebam<br />
mais de mil horas de treinamento<br />
e qualificação só este ano”, afirma<br />
Philippsen.<br />
056<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
Saúde segue em alta<br />
A saúde é um dos poucos setores<br />
no Brasil que segue em crescimento<br />
há anos, independentemente<br />
das incertezas e turbulências político-econômicas.<br />
A Medicina Diagnóstica<br />
é um destaque à parte. Segundo<br />
a revista “Forbes”, em 2017 foram<br />
realizados 2 bilhões de exames laboratoriais<br />
e de imagem, 817 milhões<br />
na rede privada, gerando uma receita<br />
bruta de R$ 35,4 bilhões. O Brasil<br />
é o exemplo mais notável de uma<br />
região que cresce como um todo –<br />
calcula-se que só o mercado de análises<br />
clínicas na América Latina tenha<br />
movimentado mais de 14 bilhões de<br />
dólares, o equivalente a 55 bilhões<br />
de reais, de acordo com a empresa<br />
de consultoria Grand View Research.<br />
Com mais investimentos e<br />
demanda dos consumidores, sobe<br />
também a necessidade de resultados<br />
rápidos, confiáveis e processos que<br />
melhorem o fluxo de trabalho. Com<br />
uma expertise única no mercado, a<br />
Beckman Coulter oferece soluções<br />
que elevam o nível das análises<br />
laboratoriais e geram economia de<br />
recursos.<br />
Mercado pede inovação<br />
Além do investimento no treinamento<br />
da equipe e da qualificação<br />
e retenção de talentos, novos lançamentos<br />
justificam o otimismo da<br />
empresa. “Em 2019, a Beckman Coulter<br />
traz ao Brasil quatro soluções para<br />
laboratórios de todos os portes, que<br />
incluem maquinários mais modernos<br />
e novos exames laboratoriais”. Eles<br />
estão alinhados à busca constante<br />
pela redução de custos, do tempo<br />
gasto com tarefas manuais do índice<br />
de erros, pontos cruciais em uma área<br />
cada vez mais concorrida e em que a<br />
precisão dos resultados é decisiva.<br />
Nos últimos anos, a indústria<br />
buscou atender a essa demanda e a<br />
automação no laboratório chegou a<br />
um novo patamar. A Beckman Coulter<br />
incorporou essas inovações para<br />
criar novos equipamentos, conectáveis<br />
à sistemas já utilizados nas<br />
instituições e com novas tecnologias<br />
que identificam e resolvem erros<br />
pré-analíticos, facilitam o workflow,<br />
processam amostras prioritárias e<br />
reduzem significativamente possibilidades<br />
de erros.<br />
Nosso comprometimento<br />
Oferecemos uma combinação<br />
única de pessoas, processos e<br />
soluções projetadas para ajudar<br />
os laboratórios clínicos e as redes<br />
de saúde a elevar seu desempenho<br />
e promover melhor atendimento<br />
ao paciente.<br />
Acelerar o<br />
cuidado com um<br />
menu de ensaios<br />
que importa<br />
Trazer o benefício<br />
da automação<br />
para todos<br />
Fornecer mais<br />
insights por meio<br />
da informática<br />
clínica<br />
Desbloquear o<br />
valor oculto através<br />
de parcerias de<br />
desempenho<br />
Para saber mais, acesse: https://www.beckmancoulter.com/en/about-beckman-coulter<br />
057
Beckman Coulter<br />
matéria de capa<br />
O diagnóstico precoce<br />
de 1% dos casos de<br />
sepse no Brasil pode<br />
salvar 2.300 pacientes*.<br />
É por isso que a<br />
Beckman Coulter criou<br />
o exclusivo ESId.<br />
Confira a seguir como esta<br />
inovação colabora com<br />
a jornada do paciente.<br />
2.<br />
Amostra de sangue<br />
Uma amostra de<br />
sangue é analisada no<br />
DxH 900, equipamento<br />
que caracteriza as<br />
células em seu<br />
estado quase nativo.<br />
* Fonte: Instituto Latino Americano<br />
de Sepse – ILAS<br />
1.<br />
Para quem o exame é indicado?<br />
Pacientes que chegam ao<br />
departamento de emergência<br />
com suspeita de infecção.<br />
** Crouser et. al. Monocyte Distribution Width, A Novel Indicator<br />
of Sepsis-2 and Sepsis-3 in High Risk Emergency Department<br />
Patients. Crit Care Med. 2019 Aug; 47(8): 1018–1025<br />
058<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
3.<br />
Risco de sepse<br />
Quando há risco<br />
de sepse, o agente<br />
infeccioso entra<br />
na circulação e os<br />
glóbulos brancos<br />
do sangue passam<br />
a lutar contra ele.<br />
4.<br />
Monócitos alterados<br />
Os monócitos são algumas<br />
das primeiras células a<br />
apresentar alterações.<br />
6.<br />
5.<br />
Tempo de espera<br />
Análise do exame<br />
Com uma tecnologia exclusiva, o DxH 900 consegue<br />
não apenas contar os monócitos, mas determinar<br />
seu tamanho e distribuição no sangue.<br />
Os resultados ficam prontos em minutos,<br />
diminuindo o tempo de início de tratamento.<br />
68%<br />
100%<br />
7.<br />
Resultados<br />
Estudo** sugere que 68% dos<br />
pacientes com sepse podem<br />
potencialmente se beneficiar do ESId.<br />
dos pacientes com<br />
sepse identificados<br />
com o ESId.<br />
1h34min para o<br />
tratamento com<br />
antibióticos.<br />
dos pacientes com sepse<br />
identificados pelos<br />
protocolos disponíveis.<br />
4h43min para o<br />
tratamento<br />
com antibióticos.<br />
059
matéria Beckman de capa Coulter<br />
Conheça os lançamentos<br />
Beckman Coulter<br />
Menos processos manuais, mais eficiência e segurança na análise<br />
de exames essenciais para o diagnóstico do paciente<br />
DxH 900 + SMS II<br />
Trata-se da nova geração da<br />
linha DxH de analisadores hematológicos,<br />
que permitem a caracterização<br />
das células em seu estado<br />
quase nativo. Através da tecnologia<br />
VCS 360, DataFusion e do Princípio<br />
Coulter aprimorado, é possível fornecer<br />
uma caracterização de alta<br />
resolução sem alterar a morfologia<br />
celular. O equipamento realiza<br />
contagem tripla e fornece dados<br />
precisos sobre volume e padrões<br />
morfológicos das partículas, fornecendo<br />
excelentes resultados. Inclui<br />
ainda o novo e exclusivo parâmetro<br />
Indicador Precoce de Sepse (ESId).<br />
Ele é um biomarcador hematológico<br />
de primeira classe aprovado pela<br />
FDA e Anvisa, que é relatado como<br />
parte de um CBC de rotina com teste<br />
diferencial para adultos que entram<br />
pelo departamento de emergência.<br />
Medindo mudanças na morfologia<br />
dos monócitos – células do sistema<br />
imune que atuam na linha de frente<br />
no combate à infecções, o parâmetro<br />
fornece informações valiosas e acionáveis<br />
para os médicos. Juntamente<br />
com outras descobertas laboratoriais<br />
e informações clínicas, um resultado<br />
positivo do Indicador Precoce de<br />
Sepse alerta os clínicos para uma<br />
maior probabilidade de sepse. Saber<br />
mais cedo sobre o risco da doença<br />
auxilia na tomada de decisão clínica<br />
quando o tempo é essencial.<br />
DxH 900 – número de registro ANVISA 10033120993<br />
SMS II – número de registro ANVISA 10033120994<br />
060<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
Sistema de bioquímica<br />
clínica DxC 700 AU<br />
Ideal para laboratórios e hospitais<br />
de médio e grande porte, o analisador<br />
é totalmente automatizado e<br />
pode realizar até 800 testes fotométricos<br />
por hora (ou 1.200 com ISE). Tem<br />
capacidade para analisar de uma vez<br />
até 150 amostras de diferentes fluidos<br />
com rapidez e precisão, com a possibilidade<br />
de priorizar testes urgentes<br />
e substituir peças em menos de um<br />
minuto. Possui uma interface amigável<br />
e intuitiva, que permite a criação<br />
de um menu personalizado de acordo<br />
com as necessidades de cada usuário.<br />
Sua operação é compatível com diversos<br />
sistemas de automação.<br />
Além dos testes PCR ultrassensível e Lactato que auxiliam no diagnóstico<br />
de sepse, teremos em breve disponível no Brasil o teste de Hemoglobina<br />
glicada (HbA1c) sem necessidade de qualquer necessidade de preparo.<br />
* HbA1c e PCT em processo de registro na ANVISA.<br />
DxC 700 AU -<br />
número de registro<br />
ANVISA 10033120973<br />
TAT rápido e consistente. “Estamos<br />
ansiosos pelo lançamento do teste<br />
de Procalcitonina (PCT) para os equipamentos<br />
DxI 800 e Access 2, completando<br />
assim o portfólio Beckman<br />
Coulter para sepse em nossas plataformas”,<br />
afirma Philippsen.<br />
DxI 800 - número de<br />
registro ANVISA 10033120403<br />
Sistema de Imunoensaio DxI 800 Access<br />
• O sistema proporciona até três horas<br />
de walkaway.<br />
• Os reagentes líquidos, prontos para<br />
uso com códigos de barras podem<br />
ser carregados no sistema de forma<br />
rápida e fácil. Armazena 50 packs de<br />
reagentes com vedação automática,<br />
o que oferece a flexibilidade de con-<br />
figurar o menu do sistema de forma<br />
a atender à necessidade de análise<br />
exclusivas.<br />
• Os operadores podem carregar até<br />
quatro packs de reagentes de uma vez,<br />
sem tocar o console do equipamento.<br />
• Todo pack de reagentes é líquido e<br />
pronto para uso.<br />
• Os reagentes são armazenados em<br />
um refrigerador integrado, preservando<br />
sua estabilidade até as datas de<br />
validade declaradas.<br />
• Os packs de reagentes são compatíveis<br />
com o sistema de imunoensaio<br />
Access 2.<br />
061
matéria Beckman de capa Coulter<br />
DxM MicroScan WalkAway<br />
Uma solução completa para<br />
análises microbiológicas que ajuda a<br />
combater de maneira mais assertiva a<br />
resistência antimicrobiana. Para deter<br />
infecções hospitalares, um problema<br />
recorrente no Brasil, é preciso identificar<br />
corretamente os agentes patógenos<br />
o mais rápido possível. Além<br />
de possuir ferramentas que auxiliam<br />
na manutenção e informações dos<br />
resultados obtidos, o DxM está vinculado<br />
a um software simples, amigável<br />
e completo - o LabPro, que possui a<br />
funcionalidade de emissão de relatórios<br />
de epidemiologia a nível de<br />
incidência bacteriana, incidência por<br />
fármacos, MIC 90 e a possibilidade<br />
DxM MicroScan WalkAway - número de registro ANVISA 10033120997<br />
de emissão de relatórios totalmente<br />
configuráveis e exportáveis (Excel).<br />
O DxM possui um banco de dados de<br />
centenas de micro-organismos causadores<br />
de doenças - incluindo as de<br />
difícil diagnóstico e crescimento lento<br />
- graças ao sistema MicroScan, com<br />
mais de 40 anos de experiência em<br />
testes de sensibilidade aos antimicrobianos<br />
e de detecção rápida de patógenos,<br />
assim como seus mecanismos<br />
de resistência. Sua tecnologia única<br />
auxilia na redução de custos, promovendo<br />
tratamentos eficazes, saúde<br />
financeira ao hospital/laboratório e a<br />
qualidade de vida ao paciente.<br />
062<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
gestão laboratorial<br />
Programa Nacional para<br />
Profissionalização da Gestão<br />
Laboratorial - PROGELAB<br />
Por Humberto Façanha*<br />
Gestão econômica aplicada para laboratórios clínicos. Este artigo (seção) apresenta o PROGELAB. Os seguintes itens<br />
mostrarão de forma individual, entretanto, sintética, todos os sete produtos (softwares) componente do Programa.<br />
1) A IMPORTÂNCIA DOS PEQUE-<br />
NOS E MÉDIOS LABORATÓRIOS<br />
CLÍNICOS: o PROGELAB somente é<br />
importante pela suma importância dos<br />
laboratórios. Não obstante ignorarmos<br />
o seu número exato no Brasil, podemos<br />
considerar de uma forma aproximada que<br />
é grande o contingente de pessoas que<br />
trabalham nos pequenos e médios laboratórios,<br />
os quais sabidamente são os que<br />
geram o maior número de empregos do<br />
setor no País (Entre empregados e familiares,<br />
estimamos um universo de 400.000<br />
pessoas). Ainda, a grande capilaridade<br />
dos serviços de recepção e coleta, permite<br />
atender uma enorme população disseminada<br />
em grandes extensões territoriais,<br />
que sem os pequenos e médios laboratórios,<br />
certamente enfrentariam dificuldades<br />
quase intransponíveis para receberem<br />
atenção básica em saúde (Estimamos<br />
mais de 600.000 pessoas diariamente).<br />
Finalmente, segundo a literatura médica,<br />
“70% das decisões tomadas pelos profissionais<br />
de saúde, estão baseadas nos<br />
resultados dos exames laboratoriais, os<br />
quais fornecem informações que podem<br />
ser utilizadas para fins de diagnóstico e<br />
prognóstico, prevenção, grau de risco para<br />
determinadas doenças, definição de tratamentos<br />
e até mesmo, em alguns casos,<br />
evitar os que podem ser desnecessários”.<br />
Portanto, ajudar na sobrevivência destas<br />
pequenas e médias empresas é fundamental<br />
para a saúde pública.<br />
2) A NECESSIDADE DO PROGELAB:<br />
O setor de saúde no Brasil está vivendo o<br />
impacto de quatro revoluções, cujas mudanças<br />
provocadas deverão ser radicais<br />
e irreversíveis, transformando completamente<br />
o negócio, a forma de atuação e as<br />
perspectivas para todos no setor. São elas:<br />
tecnológica; econômica; socioeconômica<br />
e demográfica. Nos laboratórios clínicos, o<br />
impacto pode ser sintetizado, no mínimo,<br />
pelos seguintes cenários:<br />
•Exigência maior pelos testes laboratoriais<br />
remotos (point of care). Idem<br />
para a biologia molecular ou genética;<br />
•Crescente exigência para serviços<br />
e dispositivos de monitoramento<br />
residencial. Foco em telemetria, dispositivos,<br />
artefatos, sensores e outros<br />
equipamentos acoplados aos smartphones<br />
e voltados a personalização<br />
dos serviços de cuidado pessoal;<br />
•Interpolaridade crescente entre os<br />
smartphones e as tecnologias vestíveis;<br />
•As relações entre os diversos atores<br />
do “cluster da saúde” serão realizadas<br />
de forma cada vez mais remotas;<br />
•A crescente conscientização da<br />
saúde pessoal deverá criar um perfil<br />
de sociedade, com novas exigências<br />
e orientações dogmáticas em saúde;<br />
•As soluções tecnológicas irão exigir<br />
grande capacidade para lidar com<br />
enorme volume de dados aliada à<br />
velocidade de processamento, na área<br />
da saúde. Isto deverá proporcionar<br />
transformar rapidamente registros<br />
clínicos em informação para a tomada<br />
de decisão em favor dos pacientes;<br />
•Os laboratórios clínicos deverão sair da<br />
sede física para chegar junto aos pacientes,<br />
médicos, fornecedores e pagadores<br />
dos serviços (convênios...), através da<br />
conectividade eletrônica;<br />
•Deverá haver demanda crescente<br />
pelos serviços de análises clínicas. Ainda,<br />
necessidade crescente de reduzir o prazo<br />
de entrega dos exames (menor tempo de<br />
resposta), necessidade crescente do diagnóstico<br />
precoce de doenças bem como<br />
crescimento de subespecializações dentro<br />
das especialidades clínicas;<br />
•Novos “entrantes” na área de auxílio ao<br />
diagnóstico médico: equipamentos que<br />
utilizam pequenos volumes de amostra<br />
(uma gota...) para realizar centenas de<br />
exames, laboratórios portáteis, exames<br />
remotos e junto aos pacientes;<br />
•União entre os serviços de diagnósticos<br />
por imagem com os laboratórios clínicos,<br />
junções, fusões, aquisições buscando<br />
soluções ecologicamente corretas;<br />
•Deverá haver demanda crescente para<br />
testes preventivos e de fatores de risco,<br />
particularmente nas áreas de oncologia,<br />
endocrinologia e ginecologia. Idem para<br />
testes de toxicologia/abuso de drogas;<br />
•Pressão maior sobre os laboratórios<br />
hospitalares para recolher, interpretar e<br />
fornecer informações para os médicos<br />
e outros profissionais de saúde com a<br />
finalidade de monitorar a condição do<br />
paciente e de sua saúde em geral, visando<br />
reduzir o tempo de estadia;<br />
•É esperado um aumento no número<br />
de laboratórios clínicos, em<br />
particular no setor independente,<br />
O<br />
tot<br />
ho<br />
064<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
Tomioka, Japan<br />
Inovações para uma confiança superior<br />
A tecnologia chamada “DynaHelix Flow” alinha perfeitamente as células WBC, RBC e PLT<br />
para uma contagem de alta impedância com precisão usando um fluxo hidrodinâmico<br />
focado antes de passar pela abertura. Somado a isso, o” DynaHelix Flow” previne<br />
TECNOLOGIA DE PONTA<br />
expressivamente a precisão e confiabilidade das contagens.<br />
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associados ao programa gerenciador de dados do Celltac G . Isso aumenta<br />
muito a eficiência do laboratório sem investimento extra, sem aumento de<br />
espaço e sem a necessidade de treinamento extra para o operador. O sistema<br />
O sistema “Smart ColoRac Match” ajuda a localizer rapidamente amostras<br />
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Revista NewsLab | Jun/Jul 2019<br />
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Deverá haver uma contínua pressão<br />
descendente de preços; no entanto, o<br />
mercado vai ser compensado por um<br />
aumento no volume;<br />
•Entrada no mercado de “players”<br />
como o Google com altos investimentos<br />
em pesquisas etc.<br />
Todos estes cenários previstos para<br />
o mundo dos negócios que envolvem<br />
os laboratórios, chegam em um momento<br />
no qual estas organizações<br />
ainda não conseguiram, de uma forma<br />
geral, enfrentar com a necessária<br />
resolutividade a primeira disrupção.<br />
Esta é sintetizada pela precipitação<br />
generalizada dos preços dos exames,<br />
ocorrida de forma simultânea com a<br />
inflação dos custos, principalmente<br />
os controlados pelo Governo. A primeira<br />
disrupção levou os laboratórios<br />
clínicos, enfaticamente os pequenos<br />
e médios, a um problema quase que<br />
unânime, materializado pela queda<br />
significativa da competitividade empresarial<br />
e o consequente incremento<br />
no risco de insolvência. As causas fundamentais<br />
podem ser resumidas na alta<br />
capacidade instalada (produção industrial<br />
de exames) frente à real demanda da população<br />
e a socialização da medicina (planos<br />
de saúde, seguros), que praticamente<br />
levou à extinção dos clientes particulares.<br />
Ainda, colaboraram para a primeira disrupção,<br />
causas secundárias, tais como:<br />
globalização da economia, aporte do<br />
capital internacional, Código de Defesa do<br />
Consumidor – CDC, requisitos crescentes<br />
de qualidade pelos órgãos fiscalizadores,<br />
incentivo à cultura das demandas judiciais<br />
(trabalhistas e cíveis) etc.<br />
Os gestores dos pequenos e médios<br />
laboratórios estão enfrentando<br />
grandes dificuldades para vencer os<br />
desafios da primeira disrupção e, já se<br />
defrontam com a segunda! Pelo exposto,<br />
fica claro que atualmente não<br />
basta simplesmente se formar e abrir<br />
um novo laboratório. Não existe mais<br />
espaço para a aventura, para o amadorismo<br />
na gestão destes negócios.<br />
Há sim, a imperiosa necessidade de<br />
gestões profissionais nos laboratórios.<br />
Se não formos competitivos, não sobreviveremos<br />
como empreendedores!<br />
É neste contexto que se insere a proposta<br />
do PROGRAMA NACIONAL PARA<br />
A PROFISSIONALIZAÇÃO DA GESTÃO<br />
LABORATORIAL – PROGELAB. Trata-se<br />
de um projeto pragmático para ajudar<br />
os gestores dos pequenos e médios<br />
laboratórios do Brasil a enfrentarem<br />
este grande desafio presente e futuro,<br />
não só da sobrevivência, mas de tornar<br />
suas organizações competitivas e<br />
rentáveis. Os donos destas organizações<br />
normalmente não dispõem de<br />
recursos para contratar gestores profissionais,<br />
restando a alternativa deles<br />
se profissionalizarem. Trata-se de<br />
uma saída para salvar este importante<br />
segmento da economia, mais ainda,<br />
pode-se dizer, da sociedade brasileira.<br />
3) VISÃO, MISSÃO E OBJETIVOS<br />
3.1-VISÃO<br />
O Programa Nacional para a Profissionalização<br />
da Gestão Laboratorial –<br />
PROGELAB tem como visão aumentar<br />
a competitividade e reduzir o risco de<br />
insolvência dos laboratórios clínicos<br />
do País, proporcionando a manutenção<br />
dos empregos e uma justa remuneração<br />
aos seus acionistas.<br />
3.2-MISSÃO<br />
O Programa Nacional para a Profissionalização<br />
da Gestão Laboratorial –<br />
PROGELAB tem como missão oferecer<br />
aos gestores dos laboratórios clínicos<br />
do País, capacitação administrativa e<br />
gestão aplicada, através de eficientes<br />
sistemas de controles e auxílio à decisão,<br />
com custos acessíveis, ferramentas<br />
basilares para a correta tomada de<br />
decisões inteligentes, fundamentadas<br />
em comparações competitivas de âmbito<br />
nacional, influenciando de forma<br />
incisiva no incremento da lucratividade<br />
destes laboratórios, reduzindo<br />
o risco de insolvência e aumentando<br />
sua competitividade.<br />
3.3-OBJETIVOS<br />
O Programa Nacional para a Profissionalização<br />
da Gestão Laboratorial –<br />
PROGELAB tem os seguintes objetivos:<br />
1. Promoção de eventos para capacitação<br />
em gestão dos administradores<br />
de pequenos e médios laboratórios<br />
do País.<br />
2. Socialização de sistemas de gestão<br />
e apoio à decisão para o mais amplo<br />
conjunto de laboratórios do País.<br />
3. Promoção de um sistema de<br />
comparação de desempenho, ou seja,<br />
resultados de gestão administrativa,<br />
entre os laboratórios participantes do<br />
programa, assegurando a mais absoluta<br />
confidencialidade das informações.<br />
4. Prover aos gestores dos pequenos<br />
e médios laboratórios, uma ferramenta<br />
de auxílio às decisões administrativas,<br />
proporcionando o devido controle dos<br />
processos organizacionais.<br />
5. Formação de um banco de dados,<br />
base das informações gerenciais<br />
de todo o sistema.<br />
6. Contribuir para a melhoria contínua<br />
dos processos de gestão administrativa<br />
pelo amplo acesso às informações<br />
do banco de dados.<br />
7. Implantar um sistema de indicadores<br />
padronizados em nível nacional.<br />
8. Estimular e capacitar os administradores<br />
dos pequenos e médios laboratórios<br />
para a utilização dos indicadores<br />
padronizados, como ferramenta gerencial<br />
e criar referenciais adequados visando<br />
à execução de análises comparativas.<br />
9. Socializar entre os participantes<br />
do programa, as experiências bem-<br />
066<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
gestão laboratorial<br />
-sucedidas, através de seminários periódicos,<br />
para disseminar as melhores<br />
práticas gerenciais.<br />
10. Estimular a pesquisa científica<br />
e produzir novos conhecimentos pela<br />
análise dos dados gerados pelo PRO-<br />
GELAB, desenvolvendo a especialidade<br />
das análises clínicas no propósito<br />
de acompanhar as necessidades da<br />
população para receber uma atenção<br />
primária de saúde com qualidade.<br />
4) MODELO DE OPERAÇÃO DO PRO-<br />
GRAMA<br />
Tendo sempre presente proporcionar<br />
o mais amplo e democrático acesso ao<br />
PROGELAB, estruturamos o seguinte modelo<br />
de operação:<br />
1. Como operador do programa<br />
a empresa Unidos Consultoria<br />
e Treinamento LTDA. A razão<br />
desta proposição é a notória especialização<br />
na área de gestão profissional<br />
de laboratórios, sendo a única<br />
fornecedora de sistemas de gestão<br />
e apoio à decisão com processos de<br />
benchmarking de âmbito nacional.<br />
Não basta proporcionar programas de<br />
qualidade e produtividade, mensurar<br />
resultados de processos organizacionais<br />
através de indicadores e metas.<br />
Isto é a condição mínima necessária,<br />
mas não suficiente. É preciso comparar<br />
com a concorrência, estabelecer<br />
valores referenciais para os indicadores<br />
dos processos administrativos<br />
dos laboratórios. A Unidos Consultoria<br />
e Treinamento pode atender tal<br />
exigência, com exclusividade, através<br />
de sete sistemas inéditos no mercado.<br />
São eles: 1) Programa de Proficiência<br />
em Gestão Laboratorial (PPGL)<br />
– Desempenho da organização. 2) Programa<br />
de Proficiência em Gestão<br />
Laboratorial (PPGL) – Desempenho<br />
da produção. 3) Avaliação de laboratórios<br />
– Valuation. 4) Sistema de<br />
Apoio à Decisão Rápida e Inteligente<br />
– S.A.D.R.I. 5) Sistema de<br />
benchmarking – Relatório de gestão.<br />
6) Terceirização rentável de exames<br />
– Apoio inteligente. 7) Sistema<br />
de Gestão Custo Certo – SGCC.<br />
2. A operação do PROGELAB deve<br />
ocorrer em dois momentos distintos. Um<br />
por meio da capacitação dos gestores,<br />
através de minicursos, cursos, seminários<br />
e palestras, presenciais e/ou à distância.<br />
O objetivo é transmitir os fundamentos<br />
teóricos, método de implantação e análise<br />
dos resultados dos sistemas de gestão,<br />
através de um todo harmônico, constituindo<br />
a capacitação (referencial teórico<br />
e prático) mínima necessária para exercer<br />
uma gestão profissional em laboratórios<br />
clínicos. O segundo momento ocorre na<br />
gestão aplicada, onde a Unidos Consultoria<br />
e Treinamento disponibiliza com<br />
custos acessíveis, para os interessados, os<br />
seus inéditos sistemas de gestão e apoio à<br />
decisão. Desta forma, o PROGELAB pode<br />
proporcionar um meio de gestão<br />
profissional aos pequenos e médios<br />
laboratórios, com custo acessível e<br />
para profissionais cuja formação é essencialmente<br />
técnica. A acessibilidade<br />
aos produtos é possível pelas alternativas<br />
proporcionadas: implantação presencial<br />
ou à distância (via web) e aquisição ou<br />
aluguel dos programas (softwares). Nós,<br />
da consultoria, vemos no PROGELAB,<br />
mais uma oportunidade de cumprir nossa<br />
parte na missão de ajudar os pequenos e<br />
médios laboratórios a sobreviverem com<br />
dignidade e o justo retorno financeiro aos<br />
que empreendem, investem, trabalham,<br />
correm riscos e ajudam milhões de pessoas<br />
no País.<br />
Estes pequenos negócios pertencem a<br />
um dos poucos segmentos que não ganham<br />
nenhum subsídio do governo, entretanto,<br />
são de suma importância para a saúde da<br />
população e, hoje enfrentando grandes dificuldades,<br />
lutando para sobreviver num contexto<br />
muito adverso, necessitam de ajuda.<br />
Esta pode vir através de um aporte de gestão<br />
profissional via PROGELAB!<br />
Esperando termos contribuído para os<br />
negócios na área das análises clínicas, nos<br />
despedimos até a próxima edição da revista<br />
NewsLab, onde iremos apresentar os produtos<br />
do PROGELAB.<br />
*Humberto Façanha da Costa Filho<br />
Professor e engenheiro, atualmente é diretor da Unidos Consultoria e Treinamento<br />
e do Laboratório Unidos de Passo Fundo/RS, professor do Centro de Ensino e<br />
Pesquisa em Análises Clínicas (CEPAC) da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas<br />
(SBAC) e professor do Instituto Cenecista de Ensino Superior de Santo Ângelo<br />
(IESA), curso de Pós-Graduação em Análises Clínicas.<br />
CONTATO: 51-99841-5153 | humberto@unidosconsultoria.com.br<br />
068<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
Laboratório em Destaque<br />
Bioma4me: sequenciamento do<br />
microbioma e o caminho para uma<br />
vida saudável<br />
O microbioma é o conjunto de microrganismos<br />
(bactérias, vírus, fungos<br />
e arqueas) que habitam em cada um<br />
de nós. Estão em todas as partes do<br />
nosso corpo como pele, narinas, boca,<br />
genitais e principalmente intestino.<br />
Para cada célula do que chamamos de<br />
“meu corpo” existem nove células que<br />
não são expressão do nosso DNA. Neste<br />
sentido, somos apenas 10% humanos.<br />
Os outros 90% são células de mais de<br />
2.000 espécies diferentes de bactérias<br />
que colonizam nosso corpo. Assim,<br />
cada pessoa é um “superorganismo”,<br />
uma coletividade de espécies vivendo<br />
lado a lado, em profunda interação. Cada<br />
pessoa está longe de abrigar um mesmo<br />
conjunto de micróbios. Pelo contrário,<br />
pouquíssimos grupos de bactérias são<br />
comuns a todo mundo. Cada um de<br />
nós contem comunidades de microrganismos<br />
tão singulares quanto nossas<br />
impressões digitais. É bem provável que<br />
os genes do nosso microbioma tenham<br />
maior influência sobre a nossa saúde do<br />
que os nossos próprios genes. Algumas<br />
bactérias desempenham papel benéfico<br />
sobre a nossa saúde, como o equilíbrio<br />
do sistema auto-imune, enquanto outras<br />
estão associadas a diversos problemas<br />
como obesidade, diabetes tipo 2,<br />
refluxo, câncer de cólon, gastrite, artrite,<br />
doenças auto-imunes, ansiedade, depressão,<br />
dentre outros.<br />
A boa notícia é que ao contrário do<br />
nosso genoma (que não podemos alterar)<br />
o perfil genético do nosso microbioma<br />
pode ser modulado para desfrutarmos<br />
uma vida mais saudável. Este é<br />
o propósito da Bioma4me.<br />
O sequenciamento genético de microbiota<br />
realizado na Bioma4me identifica a<br />
diversidade bacteriana que habita nosso<br />
corpo, bem como sua abundância. O resultado<br />
do sequenciamento é um mapa<br />
que identifica a presença e a participação<br />
relativa de diversos filos, gêneros, classes e<br />
espécies de bactérias, que de acordo com<br />
os mais recentes estudos científicos, estão<br />
fortemente correlacionadas com diversas<br />
condições de saúde ou doença.<br />
O relatório produzido pela Bioma-<br />
4me traz um primeiro nível de interpretação<br />
clínica. Para construir um<br />
microbioma adequado, a partir do mapeamento<br />
realizado e visando o efeito<br />
070<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
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Laboratório em Destaque<br />
desejado, é extremamente importante<br />
a discussão dos resultados do sequenciamento<br />
junto à profissionais especializados<br />
da área de saúde. Já é sabido<br />
que os resultados de sequenciamento<br />
de microbiota intestinal possuem 1)<br />
valor prognóstico, por predizer o estado<br />
de saúde do paciente se ele não for tratado;<br />
2) valor diagnóstico, por auxiliar<br />
nos casos de diagnóstico diferencial em<br />
doenças intestinais; e, principalmente,<br />
3) valor preditivo de resposta a tratamento<br />
com probióticos e prebióticos.<br />
Após a realização do sequenciamento<br />
de microbiota intestinal na Bioma-<br />
4me além do auxílio prognóstico e<br />
diagnóstico, o profissional de saúde<br />
daquele paciente poderá desenhar<br />
o probiótico específico para aquele<br />
paciente. Ou seja, aquele conjunto de<br />
abordagem (probiótico + prebióticos)<br />
ao qual ele de fato irá responder.<br />
A Bioma4me oferece a possibilidade<br />
de sequenciamento de 5 diferentes<br />
microbiomas: oral, nasal, genital, dermatológico<br />
e intestinal. O microbioma<br />
intestinal abriga mais de 70% dos microrganismos<br />
do nosso corpo, e é o que<br />
possui maior relação com diversos aspectos<br />
da nossa saúde física e mental.<br />
Sendo assim, a Bioma4me é a empresa<br />
pioneira na prestação de serviços<br />
de sequenciamento de microbioma<br />
humano no Brasil e na interpretação<br />
de seus resultados clínicos. A empresa<br />
acredita em uma medicina personalizada,<br />
auxiliada por diagnósticos genéticos<br />
do microbioma de cada indivíduo,<br />
oferecidos a custo acessível, com grande<br />
precisão e no menor prazo possível.<br />
Como é o processo da compra até o resultado?<br />
O procedimento de coleta das amostras é feito pelo próprio paciente, prezando pelo<br />
máximo conforto do mesmo. Nosso material é organizado com instruções claras e objetivas,<br />
buscando certificar que a adequação da coleta seja mantida.<br />
Assim, após adquirir o sequenciamento através de nosso site, em poucos dias, você receberá<br />
um kit com todo o material necessário para a realização da coleta.<br />
Todo o material é etiquetado e possui as instruções para que a coleta adequada de cada<br />
material. Após seguir todos os procedimentos para a coleta e embalagem de cada material,<br />
os materiais são colocados dentro de uma caixa que possui um código de identificação.<br />
072<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
073
Laboratório em Destaque<br />
Este código, próprio de cada paciente,<br />
é inserido pelo mesmo em<br />
seu perfil pessoal no site Bioma4me.<br />
Esse passo garante que essa amostra<br />
será associada unicamente a você e<br />
controla a vida útil da amostra.<br />
Após esse procedimento de coleta<br />
e registro, as amostras são colocadas<br />
nos correios, usando um envelope<br />
plástico fornecido no próprio kit. Não<br />
se preocupe: o envio já está pago!<br />
Assim, após recebermos iremos dar<br />
início à todas as análises e em um<br />
prazo de 50 dias a partir da data de<br />
recebimento da amostra em nosso<br />
laboratório o seu sequenciamento<br />
estará disponível.<br />
Nós produzimos um relatório, buscando<br />
respaldo na própria literatura<br />
científica, com uma equipe extremamente<br />
qualificada, para construir<br />
uma interpretação clínica em um<br />
primeiro nível. Entretanto, para que<br />
o mapeamento realizado tenha um<br />
efeito desejado, é imprescindível que<br />
a análise do resultado seja realizada<br />
junto à profissionais especializados<br />
da área da saúde.<br />
Rafael Malagoli, biólogo, doutor<br />
em Patologia Geral e realizou pós-<br />
-doutorado Alemanha na área de<br />
identificação e caracterização de<br />
células tumorais circulantes. Atualmente,<br />
é pesquisador nível 2 do<br />
CNPq, assessor científico e pesquisador<br />
FAPESP e CNPq e diretor executivo<br />
da Bioma4me.<br />
Sobre a Bioma4me:<br />
Hoje, a Bioma4me é a maior empresa de sequenciamento de microbioma do Brasil. Os exames podem<br />
ser comprados pelo próprio paciente pelo site da empresa (www.bioma4me.com.br) mediante<br />
encaminhamento médico ou do profissional de saúde, ou em clínicas e laboratórios conveniados.<br />
Para se tornar uma clínica ou laboratório conveniado e vender o sequenciamento de microbiota da<br />
Bioma4me basta entrar em contato com a empresa através do telefone (11) 3834-0134.<br />
074<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
Radar Científico I<br />
076<br />
Avaliação de Desempenho do<br />
Ensaio Atellica IM Troponina I de<br />
Alta Sensibilidade<br />
Payne R, Zhang H, Halik L, Conklin J, Valdivia B, Chase A, DiPasquale C, Lu F, Balderson J, Gorman R, Lei J, Mindicino H,<br />
Conarpe C, Anostario M, Plouffe B, Freeman J. Siemens Healthcare Diagnostics Inc., Tarrytown, NY, EUA.<br />
Abstract<br />
Introdução<br />
As diretrizes de 2015 da Sociedade<br />
Europeia de Cardiologia propuseram algoritmos<br />
para a rápida inclusão/exclusão<br />
do Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)<br />
em pacientes e para o gerenciamento de<br />
IAMSEST. Ensaios de troponina I de alta<br />
sensibilidade (TnIH) medem, mais precisamente,<br />
mudanças nas concentrações<br />
de TnIH em dosagens sanguíneas seriadas,<br />
fornecendo dados úteis para apoiar<br />
na identificação de elevações agudas versus<br />
elevações crônicas de TnIH e com desempenho<br />
aceitável de inclusão/exclusão<br />
dentro de 1 a 3 horas de admissão.<br />
Esse estudo avaliou o desempenho do<br />
Ensaio de Troponina I de Alta Sensibilidade<br />
(TNIH) da Siemens Healthineers*<br />
desenvolvido para uso no Analisador de<br />
Imunoensaios (IM) Atellica®. O ensaio é<br />
um imunoensaio do tipo sanduíche de<br />
captura dupla utilizando partículas látex<br />
magnéticas, um éster de acridina próprio<br />
para detecção quimioluminescente e três<br />
anticorpos monoclonais<br />
Métodos<br />
As avaliações de limite de branco (LoB)<br />
e limite de detecção (LoD) utilizaram três<br />
lotes de reagentes em dois Analisadores<br />
Atellica IM com ambas matrizes de soro e<br />
heparina de lítio (LiHep) e foram processadas<br />
de acordo com o CLSI EP-17A2.<br />
Estudos do LoD foram realizados totalizando<br />
60 replicatas para cada uma das 10<br />
amostras de soro e das 10 amostras LiHep<br />
por lote e por analisador. O estudo de<br />
comparação entre o ensaio TnIH Atellica®<br />
IM e o ensaio TnIH ADVIA Centaur® foram<br />
executados de acordo com as recomendações<br />
CLSI EP12-A2 com n=144 amostras<br />
de pacientes de IAM, abrangendo o intervalo<br />
de resultados reportáveis. Os valores<br />
de corte do percentil 99 foram estabelecidos<br />
utilizando uma população bem caracterizada<br />
de indivíduos aparentemente<br />
saudáveis (n=2007), em ambas as matrizes<br />
LiHep e soro. A correlação clínica dos<br />
níveis de TnIH do ensaio Atellica IM TnIH<br />
acima do percentil 99 para o diagnóstico<br />
de IAM foi avaliada em toda a população<br />
do departamento de emergência (DE),<br />
em ambas as matrizes de amostra.<br />
Resultados<br />
O LoB foi de 0,50 ng/L (pg/mL) entre<br />
dois Analisadores Atellica IM e três lotes<br />
de reagente. Determino -se o LoD de 1,60<br />
ng/L (pg/ mL).<br />
A concentração de TnIH no CV Total 20%<br />
(LoQ) teve um valor de 2,50 ng/L (pg/mL).<br />
Da população normal, 75% das amostras<br />
de soro e 66% das amostras LiHep apresentaram<br />
valores maiores que do LoD. A repetibilidade<br />
observada do ensaio no Analisador<br />
Atellica IM variou de 4,0 a 5,4% CV, e<br />
a precisão intralaboratorial variou de 5,2 a<br />
7,0% CV entre 9 e 20 ng/L (pg/mL). Acima<br />
de 20 ng/L (pg/mL), a repetibilidade no<br />
Analisador Atellica IM variou de 0,9a 3,2%<br />
CV, e a precisão intralaboratorial variou de<br />
1,9 a 5,2% CV. A repetibilidade e a precisão<br />
intralaboratorial no pool (feminino e masculino)<br />
do percentil 99 (45,2 ng/L, pg/mL)<br />
foi de 2,8% e 3,7% CV, respectivamente. O<br />
percentil 99 observado para mulheres foi<br />
de 34 ng/L (pg/mL) e para homens de 53<br />
ng/L (pg/ mL). A comparação de métodos<br />
entre o Ensaio Atellica IM TnIH e o ADVIA<br />
Centaur TNIH produziram slopes de 1,01 a<br />
1,04 entre os três lotes de reagente. A sensibilidade<br />
e a especificidade clínica em gêneros<br />
agrupados para 1, 2, 3 e 6 horas pós<br />
admissão na emergência foi de 84,3% a<br />
94,7% e 86,9% a 91,1%, respectivamente.<br />
Conclusão<br />
O ensaio Atellica IM TnIH possui um CV<br />
total de 10% em uma concentração de<br />
TnIH 10 vezes menor que o percentil 99.<br />
Esse novo ensaio TnIH permite o estabelecimento<br />
dos cutoffs do percentil 99 específicos<br />
do sexo e demonstra utilidade clínica<br />
aceitável em todos os indivíduos do DE com<br />
sinais e sintomas sugestivos de síndrome<br />
coronariana aguda. Os critérios IFCC para<br />
um teste de troponina de alta sensibilidade<br />
foram satisfeitos.¹<br />
* A disponibilidade pode variar de<br />
acordo com o país e está sujeita a<br />
requisitos regulatórios.Entre em<br />
contato com seu representante<br />
local para saber mais sobre a<br />
disponibilidade.<br />
Introdução<br />
Em 2015, a Sociedade Europeia de Cardiologia<br />
publicou diretrizes que propõem<br />
algoritmos para inclusão/exclusão mais<br />
rápida de Infarto Agudo do Miocárdio<br />
(IAM) em pacientes admitidos no setor<br />
de atendimento agudo e para o gerenciamento<br />
de pacientes com infarto agudo do<br />
miocárdio sem elevação do segmento-ST<br />
(IAMSEST). Medidas seriadas com ensaios<br />
de troponina I de alta sensibilidade<br />
(TnIH) irão medir, com maior precisão,<br />
mudanças nas concentrações de TnIH,<br />
permitindo a diferenciação de elevações<br />
agudas e crônicas de TnIH e permitindo<br />
alegações aceitáveis de inclusão/exclusão<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
Tempo é vida<br />
Apenas um deles está com Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)<br />
Tome a decisão segura no tempo certo<br />
Ensaio de Troponina I de Alta Sensibilidade<br />
siemens-healthineers.com/br
Radar Científico I<br />
dentro de 1 a 3 horas.2 O Ensaio Atellica<br />
IM High-Sensitivity Troponin I (TnIH) é<br />
um imunoensaio diagnóstico in vitro para<br />
a determinação quantitativa de TnIH na<br />
heparina de lítio (LiHep), plasma ou soro<br />
(sem EDTA). O objetivo principal desse estudo<br />
foi demonstrar o desempenho analítico<br />
do Ensaio TnIH no Analisador Atellica<br />
IM da Siemens Healthineers.<br />
Princípios do Procedimento<br />
O Ensaio Atellica IM TnIH utiliza a mesma<br />
formulação de reagente que o ensaio<br />
ADVIA Centaur TNIH. O Ensaio TnIH é um<br />
imunoensaio do tipo sanduíche de captura<br />
dupla. O reagente de detecção é um<br />
anticorpo Fab de ovelha ligado covalentemente<br />
ao conjugado trisulfopropil éster de<br />
acridina-BSA. A amostra é incubada com<br />
uma captura magnética de fase sólida e os<br />
reagentes de detecção são subsequentemente<br />
lavados e tratados com reagentes<br />
ácidos e básicos para iniciar a quimioluminescência.<br />
As unidades leves relativas são<br />
proporcionais a concentração de TnIH. O<br />
tempo para o primeiro resultado é de 9,8<br />
minutos.<br />
Métodos<br />
Repetibilidade (intracorrida) e<br />
precisão total (intralaboratório) -<br />
(CLSI EP05-A3)<br />
O estudo experimental envolveu três<br />
lotes de reagente, um lote de calibrador<br />
por lote de reagente, dois Analisadores<br />
Atellica IM, calibração a cada 14 dias, 20<br />
dias de testes, 2 corridas por dia de teste,<br />
mínimo de 2 horas entre medidas e medidas<br />
em duplicata.<br />
Os tipos de amostras incluíram quatro<br />
pools de soro controle e amostras de soro<br />
e plasma LiHep de concentrações altas e<br />
baixas. As alíquotas preparadas foram<br />
descongeladas diariamente.<br />
Limite do Branco e Limite de<br />
Detecção (CLSI EP17-A2)<br />
Os testes de limite do branco (LoB) e limite<br />
de detecção (LoD) foram conduzidos<br />
com três lotes de reagente TnIH, de acordo<br />
com a diretriz CLSI EP17-A2: Evaluation of<br />
Detection Capability for Clinical Laboratory<br />
Measurement Procedures; Approved<br />
Guideline- Second Edition. Para o LoB,<br />
duas amostras de branco LiHep e duas de<br />
soro (total de quatro) foram processadas<br />
com três lotes de reagente TnIH por 3 dias<br />
(não consecutivos) e com dois Analisadores<br />
Atellica IM. Cada dia, 10 replicatas<br />
foram realizadas para cada amostra para<br />
um total de 240 medidas de LoB por lote<br />
de reagente. O LoB no percentil 95 para<br />
todos os valores (ordenado do maior para<br />
o menor) foi determinado utilizando uma<br />
abordagem não paramétrica.<br />
Além disso, foram processadas 13<br />
amostras baixas de soro e plasma LiHep<br />
com todos os três lotes de reagente de<br />
verificação de TnIH para 20 dias (2 corridas<br />
por dia e 2 replicatas por corrida), em<br />
dois analisadores para um total de 2080<br />
medidas por lote para calcular o LoD. LoD<br />
é considerado a maior determinação da<br />
combinação individual do lote de reagente<br />
e do analisador.<br />
Sensibilidade funcional (limite<br />
de quantificação) (CLSI EP17-A2 e<br />
CLSI EP05-A3)<br />
• O limite de quantificação (LoQ) para<br />
os ensaios TnI é definido como a sensibilidade<br />
funcional, a dose de TnIH com um<br />
CV 20%, e a maior concentração determinada<br />
a partir da combição individual<br />
do lote de reagente e do analisador.<br />
• Três lotes de reagente (1, 2, 3) e dois<br />
Analisadores Atellica.<br />
• Tipos de amostra: seis pools de plasma<br />
LiHep de baixa concentração de TnIH,<br />
sete pools de soro de baixa concentração<br />
de TnIH e quatro pools de soro de controle.<br />
Cada dia de teste, uma nova alíquota<br />
para cada amostra foi descongelada.<br />
• Para cada lote de reagente, a precisão<br />
intralaboratorial de 20 dias para cada<br />
amostra, expressada como CV%, foi traçada<br />
contra a concentração média de cada<br />
amostra. Os dados foram ajustados usando<br />
uma função de potência para fornecer<br />
um perfil de precisão.<br />
Intervalo de Referência (Percentil<br />
99 de uma população saudável<br />
normal) - (CLSI EP28-A3c)<br />
Aproximadamente 2000 indivíduos<br />
saudáveis foram inscritos prospectivamente<br />
e com consentimento informado.<br />
A população incluiu doadores de sangue<br />
ou pacientes de unidade primária de<br />
atendimento com uma razão pretendida<br />
entre homens e mulheres de 1:1. O estudo<br />
envolveu:<br />
• Quatro pools de soro de controle<br />
• Um Analisador Atellica IM<br />
• Amostras plasma LiHep e soro coletados<br />
de cada indivíduo<br />
• Análise não-paramétrica<br />
Desempenho Clínico<br />
• Amostras plasma LiHep e soro (baseline<br />
e quatro outros pontos de tempo) foram<br />
prospectivamente coletadas de indivíduos<br />
sendo admitidos no departamento<br />
de emergência (DE) com sinais e sintomas<br />
sugestivos de síndrome coronariana aguda,<br />
sob consentimento informado.<br />
• 29 sites de coleta nos EUA entregaram<br />
amostras congeladas para um laboratório<br />
central, onde eles foram classificados<br />
e enviados em lotes para os três sites<br />
qualificados para teste clínico, sendo um<br />
deles um laboratório interno Siemens Healthineers.<br />
Um lote do reagente do Ensaio<br />
Atellica IM TnIH foi utilizado.<br />
• A exatidão diagnóstica foi definida<br />
como a concordância clínica entre<br />
o ponto de cutoff do percentil 99,<br />
previamente, estabelecido utilizando<br />
a população de indivíduos aparentemente<br />
saudáveis e a presença ou<br />
ausência de um diagnóstico de IAM<br />
em cada um dos pontos de tempo.<br />
Análises estatísticas: Sistema SAS<br />
para Windows (ver. 9.3).<br />
078<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
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“A sua Excelência é o nosso Negócio”<br />
Analisador Bioquímico<br />
- Modelo A15 – Marca Biosystems<br />
Analisador Bioquímico totalmente automatizado de<br />
acesso contínuo e randômico, com sistema de leitura<br />
fotométrica direta; capacidade de processamento de no<br />
mínimo 150 testes/hora; sistema aberto; tubos primários<br />
e pediátricos; mínimo de 70 amostras e 30 reagentes por<br />
rotina; sistema de detecção de nível; programação de volume<br />
de reativos e amostras; impressão automática de resultados;<br />
Analisador Bioquímico Automatizado<br />
- Modelo BA-400 – Marca Biosystems (Com módulo Ise)<br />
Analisador automatizado de acesso contínuo e randômico, princípio de<br />
espectrofotometria e turbidimetria, com capacidade de realização de no mínimo 720<br />
testes/hora incluindo módulo ISE, sendo mínimo de 400 para análises de provas de<br />
química clinica e proteínas específicas, e mínimo de 320 testes/hora para dosagem<br />
de Na+, K+, Cl- e Li+ , por metodologia de íons seletivos. Equipamento composto<br />
de: sistema de refrigeração por alimentação elétrica independente para reagentes<br />
com temperatura entre 5°C e 8° C ou até 35° C abaixo da temperatura ambiente, com<br />
autonomia de 88 posições para reagentes com leitor de código de barras interno e<br />
135 posições para amostras, controles e calibradores adequados para tubos<br />
primários e pediátricos, sendo 90 deles com leitor de código de barras; Sistema<br />
óptico com tecnologia LED monocromática como fonte de luz, para 8 diferentes<br />
comprimentos de ondas de trabalho; Sistema eletrônico de barramento CAN<br />
(Controller Área Network) para aumento de robustez e simplificação de manutenção<br />
e redução dos tempos de inatividade; Software com interface gráfica intuitiva para<br />
monitoramento em tempo real da sessão de trabalho e de controle de qualidade com<br />
regras de Westgard, diagramas de Youden e Levey-Jennings, gerenciamento de<br />
banco de dados e histórico de resultados.<br />
Levey Jennings e sistema de interfaceamento.<br />
Analisador Bioquímico automatizado<br />
– Modelo BA-200 – Marca Biosystems<br />
Analisador bioquímico totalmente automatizado de acesso contínuo e randômico com capacidade p/ 200 testes/hora<br />
com linha de base dinâmica com tecnologia de smart led, Sistema de refrigeração por alimentação elétrica independente para<br />
reagente com temperatura variável entre 6 a 11°c ou ate 21°c abaixo da temperatura ambiente, 88 posições para amostras<br />
intuitiva para monitoramento em tempo real da cessão de trabalho e de controle de qualidade com regras de westgard,<br />
diagramas de youden e levey-jennings, gerenciamento de banco de dados e histórico de resultados.<br />
Analisador hematológico<br />
– Modelo HA3 – Marca Biosystems<br />
HA3 Biosystems: Analisador hematológico com tecnologia<br />
garantindo baixíssimo consumo de reagentes e<br />
amostras, 22 parâmetros, 3 histogramas, 60 testes/hora, tubo<br />
aberto e fechado, compacto, touch screen, alta capacidade de<br />
armazenamento de resultados.<br />
Coagulômetro semiautomático<br />
– Modelo Coax – Marca Biosystems<br />
Coagulômetro semiautomático, com 1, 2 ou 4 canais, para<br />
dosagens de PT, APTT, FIB e TT. Além disso o COAX (2 e 4 canais),<br />
oferece parâmetros que são detectados por métodos turbimétricos<br />
e cromogênicos, como fatores de coagulação, antitrombina III,<br />
proteína C ou D Dimer.<br />
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A sensibilidade funcional (LoQ) estimada foi obtida<br />
utilizandotrês lotes de reagentes analisados em dois Analisadores<br />
Atellica IM determinado como a maior concen-<br />
Repetibilidade<br />
Interensaio<br />
Tabela 1. Repetibilidade e precisão total<br />
O LoB para o Ensaio Atellica IM TnIH foi estabelecido como<br />
TnIH Média (intracorrida) (precisão total)<br />
Lote de # # amostras<br />
sendo Tabela 0,50 2. LoB ng/L e (pg/mL) LoD e o LoD como 1,60 ng/L<br />
LoB<br />
(pg/mL).<br />
LoD<br />
Ensaio Atellica IM TnIH<br />
Reagente Analisadores<br />
Tabela 1. Repetibilidade (ng/L, e<br />
SD<br />
precisão total<br />
LoB; LoD (ng/L, pg/mL) (ng/L, pg/mL)<br />
SD<br />
Tabela 2. LoB e LoD Ensaio Atellica IM TnIH<br />
pg/mL) (ng/L, Repetibilidade %CV (ng/L, Interensaio %CV<br />
1 2 240; 160 0,45 1,53<br />
Ensaio Atellica IM TnIH<br />
TnIH Média (intracorrida) (precisão total)<br />
Lote de # # amostras<br />
pg/mL)<br />
pg/mL)<br />
Ensaio Atellica IM TnIH LoB<br />
LoD<br />
Repetibilidade<br />
Interensaio<br />
2 2 240; 160 0,44 1,34<br />
Reagente Analisadores LoB; LoD (ng/L, pg/mL) (ng/L, pg/mL)<br />
(ng/L, TnIH Média Lote SD 1(intracorrida)<br />
SD (precisão total)<br />
Lote de # # amostras LoB<br />
LoD<br />
3 2 240; 160 0,43 1,13<br />
Reagente<br />
pg/mL) (ng/L, %CV (ng/L, %CV<br />
1 Analisadores 2 LoB; 240; LoD160 (ng/L, pg/mL) 0,45 (ng/L, pg/mL)<br />
(ng/L,<br />
1,53<br />
SD<br />
SD<br />
Pool de Soro 1 9,56<br />
pg/mL)<br />
0,52 5,5 0,63 6,6<br />
pg/mL) (ng/L, %CV pg/mL) (ng/L, %CV<br />
1<br />
2<br />
2<br />
2<br />
240;<br />
240;<br />
160<br />
160<br />
0,45<br />
0,44<br />
1,53<br />
1,34<br />
Soro 20,48 0,61pg/mL)<br />
3,0 0,90 pg/mL) 4,4 A sensibilidade<br />
2 2<br />
funcional<br />
240; 160<br />
(LoQ) estimada<br />
0,44<br />
foi obtida<br />
1,34utilizando<br />
Lote 1<br />
3 2 240; 160 0,43 1,13<br />
Pool de Plasma<br />
Lote 1<br />
três lotes de reagentes analisados em dois Analisadores Atellica<br />
3 2 240; 160 0,43 1,13<br />
Pool de Soro 1 27,87 9,56 0,78 0,52 2,8 5,5 0,93 0,63 6,6 3,4 IM determinado como a maior concentração de TnIH da<br />
Pool de Soro 1 9,56 0,52 5,5 0,63 6,6<br />
Soro 20,48 0,61 3,0 0,90 4,4<br />
sensibilidade funcional (LoQ) estimada foi obtida utilizando<br />
Pool White de Soro Paper 2 | Avaliação 39,18 de Desempenho 1,09 do Ensaio 2,8 Atellica 1,34IM Troponin 3,4 combinação individual do lote de reagente e instrumento com<br />
Soro 20,48 0,61 3,0 0,90 4,4 I de Alta A sensibilidade Sensibilidade funcional (LoQ) estimada foi obtida utilizando<br />
três lotes de reagentes analisados em dois Analisadores Atellica<br />
Pool Pool de de Soro Plasma 3 147,59 27,87 2,41 0,78 1,6 2,8 3,58 0,93 2,4 três um lotes CV interlaboratorial de reagentes analisados ≤20%. em O dois Ensaio Analisadores Atellica IM Atellica TnIH possui<br />
Pool de Plasma<br />
3,4<br />
27,87 0,78 2,8 0,93 3,4 IM IM<br />
umdeterminado determinado<br />
LoQ 2,50 como como<br />
ng/L a maior (pg/mL).<br />
a maior concentração concentração<br />
Uma curva TnIH de<br />
de<br />
precisão<br />
TnIH da da<br />
composta<br />
Pool de Soro 4 1626,99 29,82 1,8 36,24 2,2<br />
Pool Resultados<br />
de Soro 2 39,18 1,09 2,8 1,34 3,4<br />
tração de TnIH da combinação do lote deindividual reagente e do instrumento lote de reagente<br />
e instrumento com ≤20%. um CV O Ensaio interlaboratorial Atellica IM TnIH ≤20%. possui<br />
com<br />
Pool de Soro 2 39,18 1,09 2,8 1,34 3,4 combinação é demonstrada individual na Figura do lote 1. de reagente e instrumento com<br />
Pool de Plasma<br />
Pool<br />
Tabela<br />
de Soro<br />
1.<br />
3Repetibilidade 147,59<br />
e precisão<br />
2,41<br />
total<br />
1,6 3,58 Pool de Soro 15820,68 3 147,59 230,652,41 1,5 1,6 315,27 3,58 2,0 2,4 um CV interlaboratorial ≤20%. O Ensaio Atellica IM TnIH possui<br />
O LoB para o Ensaio Atellica IM TnIH foi estabelecido como<br />
Resultados<br />
um LoQ de de 2,50 ng/L (pg/mL). Uma Uma curva curva de precisão de precisão composta composta<br />
Pool de Pool Soro de 4 Soro 41626,99 1626,99 29,82 29,82 1,8 1,8 36,24 2,2<br />
sendo<br />
O Tabela Ensaio<br />
0,50 ng/L<br />
3. Atellica Sensibilidade<br />
(pg/mL)<br />
IM TnIH<br />
e o<br />
possui<br />
LoD<br />
funcional<br />
como<br />
um<br />
1,60<br />
LoQ<br />
ng/L 2,50<br />
(pg/mL).<br />
ng/L (pg/mL).<br />
Soro 21513,76 302,52 1,4 404,69 1,9 é demonstrada na na Figura 1. 1.<br />
Pool Tabela de Pool Plasma 1. Repetibilidade de Plasma e precisão total<br />
15820,68 15820,68 230,65 230,65 1,5 1,5 315,27 315,27 2,0 Uma curva de precisão composta Ensaio Atellica é demonstrada IM TnIH na Figura 1.<br />
Tabela 2. LoB e LoD<br />
Lote 2<br />
Ensaio Atellica IM TnIH<br />
Tabela 3. 3. Sensibilidade funcional funcional Analisador 1 Analisador 2<br />
Soro 21513,76 302,52 1,4 404,69 1,9<br />
Ensaio Atellica IM TnIH<br />
Pool Soro de Soro 1 21513,76 9,54 302,52<br />
Repetibilidade<br />
0,48 1,4 5,0 404,69<br />
Interensaio 0,71 1,97,5<br />
Ensaio Atellica IM TnIH<br />
TnIH Média (intracorrida) (precisão total)<br />
Lote de Reagente # # amostras CV Ensaio % Atellica IM TnIH<br />
TnIH<br />
Lote 2<br />
LoB<br />
LoD<br />
Lote 2<br />
Analisador<br />
Reagente Analisadores LoB; LoD (ng/L, 1<br />
(ng/L, Analisador<br />
pg/mL) Analisador<br />
pg/mL) (ng/L, 1 pg/mL) Analisador<br />
(ng/L, 2<br />
Soro 18,90 0,57 3,0 1,02 5,4<br />
pg/mL)<br />
2<br />
Pool de Soro 1 (ng/L, 9,54 SD 0,48 5,0 SD 0,71 7,5<br />
Pool Pool de de Plasma Soro 1 9,54 0,48 5,0 0,71 7,5<br />
pg/mL) (ng/L, %CV (ng/L, %CV<br />
1 Reagente 2 CV 240; % 20 TnIH<br />
160 0,45 2,50 TnIH<br />
1,53 2,25<br />
Soro 27,50 18,90 0,77 0,57 2,8 3,0 1,38 1,02 5,0 5,4<br />
Reagente 1<br />
CV % (ng/L, pg/mL) TnIH (ng/L, pg/mL) TnIH<br />
Soro 18,90 pg/mL) 0,57 3,0 pg/mL) 1,02 5,4 2 2 240; 10 160 (ng/L, 0,44 4,86 pg/mL) 1,34(ng/L, 5,43 pg/mL)<br />
Pool de Plasma<br />
20 2,50 2,25<br />
Pool de Soro 2 39,10 27,50 Lote 0,921<br />
0,77 2,4 2,8 1,52 1,38 3,9 5,0 3 1<br />
Pool de Plasma<br />
2 240; 160 0,43 1,13<br />
10 20<br />
4,86 2,50 2,13<br />
5,43 2,25 2,38<br />
27,50 0,77 2,8 1,38 5,0<br />
12<br />
Pool Pool de Soro de Pool Soro 3 de 1Soro 2 147,37 9,56 39,10 0,52 2,56 0,92 5,51,7 2,4 0,634,39 1,52 6,6 3,0 3,9<br />
20 10 2,13 4,86 4,56 2,38 5,43 5,37<br />
Pool Pool Soro de de Soro Soro 4 2 1610,40 20,48 39,10 28,61 0,61 0,92 3,0 1,8 2,4 0,90 50,95 1,52 4,4 3,2 A sensibilidade 2<br />
Pool de Soro 3 147,37 2,56 1,7 4,39 3,9 3,0<br />
funcional (LoQ) estimada foi obtida utilizando<br />
10 20 20 4,56 2,13 2,33 5,37 2,38 2,18<br />
três lotes de reagentes analisados em dois Analisadores Atellica<br />
Pool de Plasma<br />
2<br />
Pool Pool de de Plasma Pool Soro de 3 Soro 4 147,37 1610,40 2,56 28,61 1,71,8 4,39 50,95 3,0 3,2<br />
3<br />
15822,86 27,87 200,07 0,78 2,81,3 0,93 395,37 3,4 2,5 IM determinado como a maior 20 10 10concentração 2,33 4,56 de 4,64 TnIH da 2,18 5,37 4,63<br />
Pool de Pool Soro de 4 Plasma<br />
3<br />
1610,40<br />
Pool de Soro 2 39,18<br />
15822,86 28,61<br />
1,09<br />
200,07 1,8<br />
2,8<br />
1,3 50,95<br />
1,34<br />
395,37 3,2<br />
3,4<br />
2,5 combinação individual do 10lote 20 de reagente 4,64 e instrumento 2,33 com 4,63 2,18<br />
Soro Pool de Plasma 21392,14 411,79 1,9 534,59 2,5<br />
Pool de Soro 3 147,59 2,41 1,6 3,58 2,4 um CV interlaboratorial<br />
3<br />
≤20%.<br />
10<br />
O Ensaio Atellica<br />
4,64<br />
IM TnIH possui<br />
Soro 15822,86 21392,14 200,07 411,79 1,31,9 395,37 534,59 2,5<br />
4,63<br />
um LoQ de 2,50 ng/L (pg/mL). Uma curva de precisão composta<br />
Pool de Soro 4 1626,99<br />
Lote<br />
29,82<br />
3<br />
Lote 3<br />
1,8 36,24 2,2<br />
25<br />
Pool Soro 21392,14 411,79 1,9 534,59 2,5 é demonstrada na Figura 1.<br />
Pool de Soro de Plasma 1 9,78 0,42 4,3 0,65 6,6<br />
25<br />
Pool de Soro 115820,689,78 230,650,42 1,5 4,3 315,27 0,65 2,0 6,6<br />
2,50 ng/L com CV 20%<br />
Lote 3<br />
2,50 ng/L com CV 20%<br />
Soro Soro 20,89 20,89 0,55 0,55 2,6 2,6 1,03 1,03 4,9 4,9 Tabela 20 3. 25 20Sensibilidade funcional<br />
20 20<br />
Pool Pool Soro<br />
de de Plasma Soro 1 21513,76 9,78 302,52 0,42 1,4,3 404,69 0,65 1,9 6,6<br />
Pool de Plasma<br />
28,67 0,69 2,4 1,26 2,50 ng/L Ensaio com Atellica CV 20% IM TnIH<br />
28,67 0,69 2,4 1,26 4,4<br />
Soro 20,89 Lote 0,55 2 2,6 1,03 4,9<br />
15 20<br />
Analisador 1 Analisador 2<br />
20<br />
Pool Pool Pool de de Soro de Pool Plasma Soro 2de 1 Soro 239,42 9,54 39,42 1,06 0,481,06 2,7 5,0 2,7 0,71 1,60 1,60 7,5<br />
4,0<br />
4.86<br />
28,67 0,69 2,4 1,26 4,4<br />
4.86 ng/L ng/L com com CV 10%<br />
Reagente 10<br />
CV 10%<br />
CV % TnIH<br />
TnIH<br />
15<br />
Pool Soro de Soro Pool 3de Soro 148,67 3 148,67<br />
18,90 3,19 3,19<br />
0,57 3,0 2,1 2,1<br />
1,02 4,94 4,94<br />
5,43,3<br />
3,3<br />
10<br />
10<br />
10<br />
(ng/L, pg/mL) (ng/L, pg/mL)<br />
Pool<br />
Pool de Pool Soro de 2 Soro 4 39,421618,23 1,0622,54 2,71,4 1,60 52,52 4,0 3,2<br />
Pool de Soro de Plasma 4 1618,23 22,54 1,4 52,52 3,2<br />
5<br />
4.8620 ng/L com CV 10% 2,50 2,25<br />
Pool de Soro 3 148,67<br />
27,50<br />
3,19<br />
0,77 2,8<br />
2,1<br />
1,38<br />
4,94<br />
5,0<br />
3,3<br />
1105<br />
Pool de Plasma<br />
Pool de Plasma<br />
15947,22 236,74 1,5 421,06 2,6<br />
10 10 4,86 5,43<br />
15947,22 236,74 1,5 421,06 2,6<br />
0<br />
Pool Pool de de Soro 42 1618,23 39,10 22,54 0,92 2,4 1,4 1,52 52,52 3,93,2<br />
50<br />
20 2,13 2,38<br />
Soro 21629,95 313,38 1,4 552,87 2,6<br />
0 10 20 30 40<br />
2<br />
Soro Pool Pool de de Plasma Soro 3 21629,95 147,37 2,56 1,7 4,39 3,0<br />
10 4,56 5,37<br />
15947,22 313,38 236,74 1,4 1,5 552,87 421,06 2,6<br />
0 Troponina 10 I (ng/L, 20 pg/mL) 30 40<br />
2,6<br />
Pool de Soro 4 1610,40 28,61 1,8 50,95 3,2<br />
0<br />
Troponina I (ng/L, pg/mL)<br />
20 2,33 2,18<br />
Soro Pool de Plasma 21629,95 313,38 1,4 552,87 2,6<br />
3<br />
Figura 1. 0 Dados de 10 20 30 40<br />
15822,86 200,07 1,3 395,37 2,5<br />
10<br />
precisão do ensaio<br />
4,64<br />
Atellica IM TnIH:<br />
4,63<br />
dois Troponina I (ng/L, pg/mL)<br />
Figura Analidadores 1. Dados Atellica de precisão IM, três do lotes ensaio de reagente, Atellica 20 IM TnIH:<br />
Soro 21392,14 411,79 1,9 534,59 2,5 dias, 40 corridas. n = 4320 medidas; 480 medidas a cada<br />
dois Analidadores Atellica IM, três lotes de reagente, 20<br />
nove amostras.<br />
Lote 3<br />
Figura 1. Dados de precisão do ensaio Atellica IM TnIH:<br />
25<br />
dias, 40 corridas. n = 4320 medidas; 480 medidas a cada<br />
Pool de Soro 1 9,78 0,42 4,3 0,65 6,6 Os dois nove valores Analidadores amostras. determinados Atellica do percentil IM, três 99 lotes para de amostras reagente, de 20 plasma<br />
2,50 ng/L com CV 20%<br />
Soro 20,89 0,55 2,6 1,03 4,9<br />
20 dias, 40 corridas. n = 4320 medidas; 480 medidas a cada<br />
20<br />
nove<br />
LiHep<br />
amostras.<br />
e amostras de soro (feminino, masculino e combinado)<br />
Pool de Plasma<br />
28,67 0,69 2,4 1,26 4,4<br />
Os valores são 15 demonstrados determinados do percentil na 99 para tabela amostras 4. de plasma O percentil 99th foi determinado<br />
LiHep e amostras de soro (feminino, masculino e combinado) são<br />
Pool de Soro 2 39,42 1,06 2,7 1,60 4,0<br />
demonstrados em 45,20 na tabela ng/L O percentil 99th foi determinado em<br />
4.86 ng/L (pg/mL). com CV 10%<br />
45,2010<br />
ng/L (pg/mL).<br />
Pool de Soro 3 148,67 3,19 2,1 4,94 3,3<br />
10<br />
Table 4. Intervalo de referência (percentil 99 de uma população aparentemente saudável)<br />
Pool de Soro 4 1618,23 22,54 1,4 52,52 3,2<br />
Os valores determinados do percentil 99 para amostras de plasma<br />
5<br />
LiHep Soro<br />
4<br />
LiHep e amostras de soro (feminino, masculino e combinado) são<br />
Pool de Plasma<br />
Grupo N Percentil 99<br />
90% CI<br />
N Percentile 99<br />
90% CI<br />
nho do Ensaio Atellica IM Troponin I de Alta Sensibilidade<br />
demonstrados na tabela 4. O percentil 99th foi determinado<br />
15947,22 236,74 1,5 421,06 2,6<br />
(ng/L, pg/mL) (ng/L, em pg/mL)<br />
(ng/L, pg/mL) (ng/L, pg/mL)<br />
45,20 ng/L (pg/mL).<br />
Combinado 0<br />
2007 45,20 (33,21, 64,30) 2001 45,43 (35,47, 63,63)<br />
Masculino 1000 53,48 (38,73, 80,22) 994 53,53 (33,77, 78,03)<br />
4 Soro 21629,95 313,38 1,4 552,87 2,6<br />
Table 4. Intervalo 0 de referência (percentil 10 99 de uma população 20 aparentemente 30 saudável) 40<br />
Feminino 1007 34,11 (27,36, 66,23) 1007 38,64 (28,58, 72,36)<br />
Troponina LiHep I (ng/L, pg/mL)<br />
Soro<br />
Grupo N Percentil 99<br />
90% CI<br />
N Percentile 99<br />
90% CI<br />
4<br />
O estudo de referência foi desenvolvido com (ng/L, um pg/mL) lote de (ng/L, pg/mL)<br />
(ng/L, pg/mL)<br />
O LoB para o Ensaio Atellica IM TnIH foi estabelecido como<br />
reagente. LoD para esse lote foi determinado em 1,27 ng/L<br />
O estudo de referência foi desenvolvido com um lote de reagente.<br />
Analidadores valores O maiores LoD que para o LoD Atellica coletivo esse (1,60 lote IM, ng/L, foi três pg/ determinado lotes reagente, em 1,27 20 ng/L (pg/<br />
(pg/mL). Figura De 2007 1. Dados indivíduos aparentemente de precisão saudáveis, do ensaio 75% Atellica IM TnIH:<br />
e o LoD 1,60 ng/L de amostras de soro e 66% de amostras de plasma LiHep<br />
sendo 0,50 ng/L (pg/mL) e o LoD como 1,60 ng/L (pg/mL).<br />
possuem dois<br />
total<br />
mL).<br />
Tabela 2. LoB e LoD<br />
dias, 40 corridas. n = 4320 medidas; 480 medidas a cada<br />
O<br />
Tabela mL). estudo de referência foi desenvolvido com um lote de<br />
5. Estatísticas De para 2007 tipos indivíduos de amostras LiHep e aparentemente soro.<br />
saudáveis, 75% de<br />
a IM TnIH<br />
nove reagente. amostras.<br />
O LoD para esse lote foi determinado em 1,27 ng/L<br />
Ensaio Atellica IM TnIH<br />
(pg/mL). De 2007 indivíduos aparentemente LiHepsaudáveis, 75%<br />
Soro<br />
ibilidade<br />
Interensaio<br />
amostras de soro e 66% de amostras de plasma LiHep possuem<br />
corrida) (precisão total)<br />
)<br />
1<br />
Radar Científico I<br />
%CV<br />
SD<br />
(ng/L,<br />
pg/mL)<br />
%CV<br />
5,5 0,63 6,6<br />
3,0 0,90 4,4<br />
2,8 0,93 3,4<br />
2,8 1,34 3,4<br />
1,6 3,58 2,4<br />
1,8 36,24 2,2<br />
080<br />
5 1,5 315,27 2,0<br />
Resultados<br />
Lote de<br />
Reagente<br />
#<br />
Analisadores<br />
# amostras<br />
LoB; LoD<br />
LoB<br />
(ng/L, pg/mL)<br />
LoD<br />
(ng/L, pg/mL)<br />
1 2 240; 160 0,45 1,53<br />
2 2 240; 160 0,44 1,34<br />
3 2 240; 160 0,43 1,13<br />
4<br />
A sensibilidade funcional (LoQ) estimada foi obtida utilizando<br />
três lotes de reagentes analisados em dois Analisadores Atellica<br />
IM determinado como a maior concentração de TnIH da<br />
combinação individual do lote de reagente e instrumento com<br />
um CV interlaboratorial ≤20%. O Ensaio Atellica IM TnIH possui<br />
um LoQ de 2,50 ng/L (pg/mL). Uma curva de precisão composta<br />
é demonstrada na Figura 1.<br />
CV (%)<br />
CV (%)<br />
CV (%)<br />
Avaliação de Desempenho do Ensaio Atellica IM Troponina I de Alta Sensibilidade | White Paper<br />
Avaliação de Desempenho do Ensaio Atellica IM Troponina I de Alta Sensibilidade | White Paper<br />
(ng/L, pg/mL)<br />
Combinado 2007 45,20 (33,21, 64,30) 2001 45,43 (35,47, 63,63)<br />
Masculino 1000 53,48 (38,73, 80,22) 994 53,53 (33,77, 78,03)<br />
Feminino 1007 34,11 (27,36, 66,23) 1007 38,64 (28,58, 72,36)<br />
de amostras de soro e 66% Masculino de amostras de plasma LiHep Feminino Masculino Feminino<br />
possuem valores que Percentil o LoD 99 coletivo (1,60 ng/L, Percentil pg/ 99<br />
Percentil 99<br />
Percentil 99<br />
mL). valores maiores 53,5 ng/L que (pg/mL) o LoD coletivo 34,1 ng/L (pg/mL) (1,60 ng/L, 53,5 pg/ ng/L (pg/mL) mL).<br />
38,6 ng/L (pg/mL)<br />
Tabela Faixa Etária 5. Estatísticas (Anos) TnIH para média os tipos (ng/L) de amostras SD (ng/L) LiHep TnIH média e soro. (ng/L) SD (ng/L) TnIH média (ng/L) SD (ng/L) TnIH média (ng/L) SD (ng/L)<br />
≥22 a
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Revista NewsLab | Ago/Set 2019
White Paper | Avaliação de Desempenho do Ensaio Atellica IM Troponina I de Alta Sensibilidade<br />
Avaliação de Desempenho do Ensaio Atellica IM Troponina I de Alta Sensibilidade | White Paper<br />
Avaliação de Desempenho do Ensaio Atellica IM Troponina I de Alta Sensibilidade | White Paper<br />
Desempenho Desempenho Clínico Clínico<br />
Tabela 6. Informação demográfica para a população global de<br />
emergência incluída na análise do ensaio Atellica IM TnIH.<br />
N = 2409 Idade Média (Anos) Faixa Etária (Anos)<br />
56,96 23-93<br />
Sexo n %<br />
Feminino 1046 43,4<br />
Masculino 1363 56,6<br />
Raça n %<br />
Caucasiana 1350 56,0<br />
Negra 958 39,9<br />
Asiática 22 0,9<br />
Havaiana 3 0,1<br />
Índios Americanos 16 0,7<br />
Diversas 20 0,8<br />
Outros 40 1,7<br />
Os status clínico dos indivíduos foram avaliados e estabelecidos,<br />
por meio de um painel de cardiologistas e clínicos de emergência,<br />
baseados na Diretriz do Consenso da Quarta Definição Universal de<br />
Infarto do Miocárdio. 3<br />
Para fins de decisão e estabelecimento de um diagnóstico de<br />
IAM padrão ouro, os resultados de TnIH do hospital local foram<br />
utilizados. Os tomadores de decisão não tiveram acesso aos resultados<br />
dos testes investigacionais de troponina da Siemens e para o<br />
Os status clínico dos indivíduos foram avaliados e estabelecidos,<br />
por meio de um painel de cardiologistas e clínicos de<br />
emergência, baseados na Diretriz do Consenso da Quarta<br />
Definição Universal de Infarto do Miocárdio. 3<br />
Tabela 8. Concordância clínica do Ensaio Atellica IM TnIH foram calculadas utilizando o percentil 99 para o sexo masculino, de<br />
Tabela 8. Concordância clínica do Ensaio Atellica IM TnIH foram calculadas utilizando o percentil 99 para o sexo masculino, de<br />
Para 53,48 fins ng/L (pg/mL) de para decisão amostras LiHep e estabelecimento e 53,53 ng/L (pg/mL) para amostras de soro um diagnóstico de<br />
53,48 ng/L (pg/mL) para amostras LiHep e 53,53 ng/L (pg/mL) para amostras de soro<br />
Sensibilidade Especificidade VPP VPN<br />
Sensibilidade Especificidade VPP VPN<br />
IAM padrão ouro, os resultados de TnIH do hospital local<br />
foram utilizados. Os tomadores de decisão não tiveram acesso<br />
LiHep<br />
aos LiHep resultados dos testes investigacionais de troponina da<br />
Siemens e para o diagnóstico final do hospital local.<br />
Até Soro cinco coletas de sangue foram obtidas dos indivíduos e<br />
Soro<br />
cada uma delas incluiu um tubo de coleta de soro e de<br />
LiHep. Todas as amostras coletadas foram testadas e os<br />
Tabela 9. Concordância clínica do Ensaio Atellica IM TnIH foram calculadas utilizando o percentil 99, para ambos os sexos, de<br />
resultados foram comparados com o cutoff do percentil 99<br />
45,20 Tabela ng/L 9. Concordância (pg/mL) clínica do Ensaio Atellica IM TnIH foram calculadas utilizando o percentil 99, para ambos os sexos, de<br />
45,20 ng/L (pg/mL)<br />
para avaliar se a<br />
Sensibilidade<br />
interpretação<br />
Especificidade<br />
do teste<br />
VPP<br />
individual foi<br />
VPN<br />
Sensibilidade Especificidade VPP VPN<br />
positiva ou negativa. As interpretações do teste foram<br />
então LiHep comparadas com o diagnóstico do indivíduo para<br />
LiHep<br />
avaliar a sensibilidade, especificidade, valor preditivo<br />
positivo (VPP) e valor preditivo negativo (VPN).<br />
Soro<br />
Soro<br />
Finalmente, os dados foram agrupados baseando-se nos<br />
intervalos de tempo nos quais as amostras de sangue foram<br />
coletadas. Esse agrupamento foi realizado utilizando-se<br />
Conclusão<br />
Referências:<br />
diferentes Conclusão definições de intervalo de tempo, 1. Referências: Apple FS, et al. como Clin Chem. 2012;58:54-61. demonstrado<br />
Conclusão<br />
2. 1. Apple Roffi M, FS, et et al. al. Eur Clin Heart Chem. J. 2016;37:267-315.<br />
2012;58:54-61.<br />
Atellica IM TnIH demonstrou:<br />
nas O Ensaio Tabelas Atellica 7-9. IM TnIH demonstrou:<br />
3.<br />
2.<br />
Thygesen<br />
Roffi M, et<br />
K,<br />
al.<br />
et al.<br />
Eur<br />
Circulation.<br />
Heart J. 2016;37:267-315.<br />
O Ensaio Atellica IM TnIH demonstrou:<br />
2012;126:2020-35.<br />
de 0,50 ng/L (pg/mL), LoD de 1,60 ng/L (pg/mL), e<br />
3. Thygesen K, et al. Circulation. 2012;126:2020-35.<br />
• LoB LoQ de 0,50 de 2,50 ng/L 0,50 (pg/mL), (pg/mL). ng/L LoD de (pg/mL), 1,60 ng/L (pg/mL), LoD e de 1,60 ng/L (pg/mL), e LoQ de<br />
A sensibilidade LoQ de 2,50 ng/L e a especificidade clínica nos pools de amostras<br />
• Demonstrou acurácia e precisão para uso na detecção de<br />
baixas concentrações de TnIH.<br />
de 2,50 • Demonstrou<br />
LiHep/soro ng/L acurácia (pg/mL). e precisão para uso na detecção de<br />
baixas concentrações de na TnIH. admissão e 1, 2, 3 e 6 horas após a admissão no<br />
O percentil 99 é de 45,20 ng/mL (pg/mL). De 2007 indivíduos<br />
DE, • Demonstrou aparentemente O percentil 99 é<br />
foi 84,3% saudáveis, de 45,20 ng/mL<br />
a acurácia 94,7% 75% das (pg/mL). amostras e De 2007<br />
eprecisão 86,9% de soro indivíduos e para 66% a 91,1%, uso na respectivamente detecção de (Tabela<br />
das aparentemente amostras LiHep saudáveis, apresentaram 75% das valores amostras maiores de soro que e 66% o<br />
9). LoD das amostras (1,60 ng/L, LiHep pg/mL). apresentaram valores maiores que o<br />
Tipo de Amostra Tempo da Coleta N % 95% IC N % 95% IC N % 95% IC N % 95% IC<br />
Tipo de Amostra Tempo da Coleta N % 95% IC N % 95% IC N % 95% IC N % 95% IC<br />
Basal 193 81,9 75,8–86,7 1100 91,1 89,3–92,6 256 61,7 55,6–67,5 1037 96,6 95,3–97,6<br />
1 Basal (≥0,75 a 1,5) 163 193 81,9 89 83,2–92,9 75,8–86,7 1036 1100 91,1 89,1–92,6 89,3–92,6 238 256 60,9 61,7 54,6–66,9 55,6–67,5 1037 961 96,6 98,1 95,3–97,6 97,1–98,8<br />
21 (≥0,75 (≥1,5 a a 2,5) 1,5) 163 95 88,4 89 80,4–93,4 83,2–92,9 1036 607 89,8 91 87,1–92,0 89,1–92,6 146 238 60,9 57,5 49,4–65,3 54,6–66,9 556 961 98,1 96,5–98,9 97,1–98,8<br />
32 (≥1,5 (≥2,5 a 2,5) 3,5) 95 77 90,9 88,4 80,4–93,4 82,4–95,5 364 607 89,8 91,2 87,9–93,7 87,1–92,0 146 102 68,6 57,5 49,4–65,3 59,1–76,8 339 556 97,9 98 96,5–98,9 95,8–99,0<br />
63 (≥2,5 (≥3,5 a 3,5) 9) 159 77 90,9 93,1 88,0–96,1 82,4–95,5 364 652 86,8 91,2 84,0–89,2 87,9–93,7 234 102 63,2 68,6 56,9–69,2 59,1–76,8 339 577 98,1 97,9 96,6–98,9 95,8–99,0<br />
16 6 (≥3,5 (≥9 a 24) 9) 159 147 91,2 93,1 88,0–96,1 85,5–94,8 652 525 86,8 87,4 84,3–90,0 84,0–89,2 234 200 63,2 67 56,9–69,2 60,2–73,1 472 577 98,1 97,2 96,6–98,9 95,3–98,4<br />
Basal 16 (≥9 a 24) 147 193 91,2 82,9 85,5–94,8 77,0–87,6 1124 525 87,4 91,2 84,3–90,0 89,4–92,7 200 259 61,8 67 60,2–73,1 55,7–67,5 1058 472 96,9 97,2 95,3–98,4 95,7–97,8<br />
1 Basal (≥0,75 a 1,5) 164 193 87,2 82,9 81,2–91,5 77,0–87,6 1051 1124 91,2 91,2 89,4–92,8 89,4–92,7 235 259 60,9 61,8 54,5–66,9 55,7–67,5 1058 980 97,9 96,9 96,7–98,6 95,7–97,8<br />
21 (≥0,75 (≥1,5 a a 2,5) 1,5) 164 94 87,2 79,0–92,5 81,2–91,5 1051 617 89,8 91,2 89,4–92,8 87,1–91,9 235 145 60,9 56,6 48,4–64,3 54,5–66,9 566 980 97,9 96,3–98,8 96,7–98,6<br />
32 (≥2,5 (≥1,5 a 2,5) 3,5) 94 75 90,7 87,2 82,0–95,4 79,0–92,5 358 617 89,8 91,3 88,0– 87,1–91,9 93,8 145 99 56,6 68,7 48,4–64,3 59,0– 77,0 566 334 97,9 96,3–98,8 95,7–99,0<br />
63 (≥2,5 (≥3,5 a 3,5) 9) 158 75 90,7 93 82,0–95,4 88,0–96,1 648 358 91,3 87,8 88,0– 85,1–90,1 93,8 226 99 68,7 65 59,0– 58,6–71,0 77,0 580 334 98,1 97,9 96,6–98,9 95,7–99,0<br />
16 6 (≥3,5 (≥9 a 24) 9) 149 158 89,9 93 88,0–96,1 84,1–93,8 648 535 87,8 87,9 84,8–90,4 85,1–90,1 226 199 67,3 65 60,5–73,5 58,6–71,0 580 485 96,9 98,1 96,6–98,9 95,0–98,1<br />
16 (≥9 a 24) 149 89,9 84,1–93,8 535 87,9 84,8–90,4 199 67,3 60,5–73,5 485 96,9 95,0–98,1<br />
Tipo de Amostra Tempo da Coleta N % 95% IC N % 95% IC N % 95% IC N % 95% IC<br />
Tipo de Amostra Tempo Baseline da Coleta 299 N 84,3 % 79,7–88,0 95% IC 2003 N 90,8 % 89,4–92,0 95% IC 437 N 57,7 % 53,0–62,2 95% IC 1865 N 97,5 % 96,7–98,1 95% IC<br />
1 Baseline (≥0,75 a 1,5) 255 299 90,6 84,3 86,4–93,6 79,7–88,0 2003 1871 90,8 89,4–92,0 403 437 57,3 57,7 53,0–62,2 52,4–62,1 1723 1865 98,6 97,5 96,7–98,1 97,9–99,1<br />
21 (≥0,75 (≥1,5 a a 2,5) 1,5) 138 255 90,6 92,8 86,4–93,6 87,2–96,0 1042 1871 89,8 90,8 89,4–92,0 87,8–91,5 234 403 54,7 57,3 48,3–61,0 52,4–62,1 1723 946 98,9 98,6 98,1–99,4 97,9–99,1<br />
32 (≥1,5 (≥2,5 a 2,5) 3,5) 138 118 92,8 93,2 87,2–96,0 87,2–96,5 1042 682 89,8 90 87,8–91,5 87,6–92,1 234 178 54,7 61,8 48,3–61,0 54,5–68,6 946 622 98,9 98,7 98,1–99,4 97,5–99,3<br />
63 (≥2,5 (≥3,5 a 3,5) 9) 251 118 93,2 94 90,4–96,3 87,2–96,5 1120 682 86,9 90 84,8–88,7 87,6–92,1 383 178 61,8 61,6 54,5–68,6 56,7–66,4 622 988 98,7 98,5 97,5–99,3 97,5–99,1<br />
16 6 (≥3,5 (≥9 to a 24) 9) 251 224 92,4 94 90,4–96,3 88,2–95,2 1120 885 86,9 86,6 84,8–88,7 84,1–88,6 383 326 63,5 61,6 58,1–68,5 56,7–66,4 783 988 97,8 98,5 96,6–98,6 97,5–99,1<br />
Baseline 16 (≥9 to 24) 294 224 84,7 92,4 80,1–88,4 88,2–95,2 2035 885 86,6 91 89,7–92,2 84,1–88,6 432 326 57,6 63,5 52,9–62,2 58,1–68,5 1897 783 97,6 97,8 96,6–98,6 96,8–98,2<br />
1 Baseline (≥0,75 a 1,5) 252 294 88,1 84,7 83,5–91,5 80,1–88,4 1881 2035 91,1 89,8–92,3 89,7–92,2 389 432 57,6 57,1 52,9–62,2 52,1–61,9 1897 1744 98,3 97,6 96,8–98,2 97,6–98,8<br />
21 (≥0,75 (≥1.5 a a 2.5) 1,5) 252 134 91,8 88,1 85,9–95,4 83,5–91,5 1048 1881 91,1 90 89,8–92,3 88,0–91,7 389 228 53,9 57,1 47,5–60,3 52,1–61,9 1744 954 98,8 98,3 97,6–98,8 97,9–99,4<br />
32 (≥1.5 (≥2.5 a 2.5) 3.5) 134 113 91,8 92 85,9–95,4 85,6–95,8 1048 680 90,4 88,0–92,4 88,0–91,7 228 169 53,9 61,5 54,0–68,5 47,5–60,3 954 624 98,8 98,6 97,9–99,4 97,3–99,2<br />
63 (≥2.5 (≥3.5 a 3.5) 9) 245 113 94,7 92 85,6–95,8 91,1–96,9 1124 680 90,4 87,7 88,0–92,4 85,7–89,5 370 169 62,7 61,5 54,0–68,5 57,7–67,5 999 624 98,6 98,7 97,8–99,2 97,3–99,2<br />
16 6 (≥3.5 (≥9 a 24) 9) 225 245 91,6 94,7 87,2–94,5 91,1–96,9 1124 895 87,4 87,7 85,0–89,4 85,7–89,5 319 370 64,6 62,7 59,2–69,6 57,7–67,5 801 999 97,6 98,7 96,3–98,5 97,8–99,2<br />
16 (≥9 a 24) 225 91,6 87,2–94,5 895 87,4 85,0–89,4 319 64,6 59,2–69,6 801 97,6 96,3–98,5<br />
Tabela 7. Concordância Clínica do Ensaio Atellica IM TnIH para amostras • especificidade, O estudo de de indivíduos concordância VPP e VPN demonstrou clínica do sensibilidade, sexo desempenho feminino, calculadas utilizando o cutoff<br />
do percentil 99 específico do sexo de 34,11 ng/L (pg/mL) para LiHep e especificidade, 38,64 VPP ng/L e VPN demonstrou (pg/mL) desempenho<br />
aceitável para uso como auxílio no diagnóstico para da IAM. amostras de<br />
diagnóstico final do hospital local.<br />
aceitável para uso como auxílio no diagnóstico da IAM.<br />
soro<br />
Até cinco coletas de sangue foram obtidas dos indivíduos e cada<br />
Sensibilidade Especificidade VPP VPN<br />
uma delas incluiu um tubo de coleta de soro e de LiHep. Todas as<br />
Tipo de Amostra Tempo da Coleta N % 95% CI N % 95% CI N % 95% CI N % 95% CI<br />
White Paper | Avaliação de Desempenho do Ensaio Atellica IM Troponina I de Alta Sensibilidade<br />
amostras Basalcoletadas foram 106 testadas 87,7 e os resultados 80,1–92,7 foram 903 comparados<br />
com 1 (≥0,75 o cutoff a 1,5) do percentil 92 9990,2 para avaliar 82,4–94,8 se a interpretação 835 91,5 do • 89,4–93,2 O estudo de 154 concordância 53,9 clínica 46,0–61,6 de sensibilidade, 773 especificidade,<br />
98,8 97,8–99,4<br />
ADVIA Centaur (0,5, 1,60, 2,50, e 47,34 ng/L, pg/mL, respectivamente).<br />
91,4 89,4–93,0 171 54,4 46,9–61,7 838 98,4 97,4–99,1<br />
Desempenho Clínico2 (≥1.5 a 2.5) 43 97,7 87,9–99,6 435 91,7 88,8–94,0 78 53,8 42,9–64,5 400 99,8 98,6–100,0<br />
LiHep teste individual foi positiva ou Para negativa. fins de decisão As e estabelecimento interpretações de um diagnóstico do teste de VPP e VPN demonstrou desempenho aceitável para uso como auxílio<br />
Tabela 6. Informação demográfica para a população global de IAM padrão ouro, os resultados de TnIH do hospital local<br />
3 (≥2.5 a 3.5) 41 95,1 83,9–98,7 318 87,7 83,7–90,9 78 50 39,2–60,8 281 99,3 97,4–99,8<br />
emergência incluída na análise do ensaio Atellica IM TnIH.<br />
foram então comparadas com o diagnóstico do indivíduo para avaliar<br />
a 16 sensibilidade, (≥9 a 24) especificidade, 77 93,5 valor preditivo 85,7–97,2positivo 360 (VPP) 86,1 e<br />
no diagnóstico da IAM.<br />
foram utilizados. Os tomadores de decisão não tiveram acesso<br />
aos resultados dos testes investigacionais de troponina da<br />
N = 2409 6 Idade (≥3.5 Média (Anos) a 9) Faixa Etária (Anos) 92 94,6 87,9–97,7 468 88,2 85,0–90,9 142 61,3 53,1–68,9 418 98,8 97,2–99,5<br />
Siemens e para o diagnóstico final do hospital local.<br />
Referências:<br />
56,96 23-93<br />
Sexo n %<br />
Até cinco coletas de sangue foram obtidas dos indivíduos e 82,2–89,3 122 1. Apple 59 FS, 50,1–67,3 et al. Clin Chem. 315 2012;58:54-61.<br />
98,4 96,3- 99,3<br />
Feminino 1046 43,4<br />
cada uma delas incluiu um tubo de coleta de soro e de<br />
2. Roffi M, et al. Eur Heart J. 2016;37:267-315.<br />
Masculino valor Basal preditivo 1363 negativo 56,6 (VPN). 101 LiHep. 86,1 Todas as amostras 78,1–91,6 coletadas foram 911 testadas e 91,7 os 89,7–93,3 163 53,4 45,7–60,9 849 98,4 97,3–99,0<br />
resultados foram comparados com o cutoff do percentil 99<br />
3. Thygesen K, et al. Circulation. 2012;126:2020-35.<br />
Raça<br />
Finalmente, 1 (≥0.75 n a 1.5) %<br />
os dados 88 foram agrupados 88,6 80,3–93,7 baseando-se 830 nos intervalos<br />
de 22 tempo nos quais 0,9 as amostras avaliar a sensibilidade, de sangue especificidade, foram valor coletadas.<br />
preditivo<br />
para avaliar se a interpretação teste individual 91,7 foi 89,6–93,4 147 Atellica 53,1 e todas 45,0–60,9 as marcas associadas 771 98,7 são marcas 97,6–99,3<br />
Caucasiana 1350 56,0<br />
positiva ou negativa. As interpretações do teste foram<br />
Negra 2 (≥1.5 958 a 2.5) 39,9 40 então comparadas 95 com 83,5–98,6 o diagnóstico do 431 indivíduo para 92,3 89,4–94,5 registradas 71 53,5 da Siemens 42,0–64,6 Healthcare 400 Diagnostics 99,5 98,2–99,9 Inc.,<br />
Asiática Soro<br />
3 (≥2.5 a 3.5) 38 positivo 94,7 (VPP) e valor 82,7–98,5 preditivo negativo (VPN). 322 88,8 84,9–91,8 72<br />
ou de<br />
50<br />
suas afiliadas.<br />
38,7–61,3<br />
Todas<br />
288<br />
as outras<br />
99,3<br />
marcas<br />
97,5–99,8<br />
e<br />
Havaiana 3 0,1<br />
Índios Americanos 16 0,7<br />
Esse<br />
6<br />
agrupamento<br />
(≥3.5 a 9)<br />
foi realizado<br />
87 Finalmente, utilizando-se<br />
95,4os dados 88,8–98,2 foram agrupados diferentes baseando-se 476<br />
definições<br />
marcas registradas são de propriedade de seus<br />
Diversas 20 0,8<br />
nos 89,1 86,0–91,6 135 61,5 53,1–69,3 428 99,1 97,6–99,6<br />
Outros 40 1,7<br />
intervalos tempo nos quais as amostras de sangue foram<br />
respectivos donos.<br />
de intervalo 16 (≥9 a de 24) tempo, como 76 coletadas. demonstrado 93,4 Esse agrupamento 85,5–97,2 nas foi Tabelas realizado utilizando-se 360 7-9. 88,6 84,9–91,5 A disponibilidade 112 63,4 do produto 54,2–71,7 pode variar 324 de acordo 98,5 com 96,4–99,3 o<br />
Os status clínico dos indivíduos foram avaliados e estabelecidos, diferentes definições de intervalo de tempo, como demonstrado<br />
por meio de um painel de cardiologistas e clínicos de<br />
país e está sujeita aos requisitos regulatórios. Entre em<br />
VPP: Valor Preditivo A sensibilidade Positivo; VPN: Valor a especificidade Preditivo Negativo. clínica nos pools de amostras de<br />
nas Tabelas 7-9.<br />
emergência, baseados na Diretriz do Consenso da Quarta<br />
A sensibilidade e a especificidade clínica nos pools de amostras<br />
contato com seu representante local para saber mais<br />
Definição Universal de Infarto do Miocárdio. 3<br />
de LiHep/soro na admissão e 1, 2, 3 e 6 horas após a admissão no<br />
sobre a disponibilidade.<br />
LiHep/soro na admissão e 1, 2, 3 e 6 horas após a admissão no DE,<br />
DE, foi 84,3% a 94,7% e 86,9% a 91,1%, respectivamente (Tabela<br />
9).<br />
foi 84,3% a 94,7% e 86,9% a 91,1%, respectivamente (Tabela 9).<br />
Tabela 7. Concordância Clínica do Ensaio Atellica IM TnIH para amostras de indivíduos do sexo feminino, calculadas utilizando o cutoff<br />
do percentil 99 específico do sexo de 34,11 ng/L (pg/mL) para LiHep e 38,64 ng/L (pg/mL) para amostras de soro<br />
Sensibilidade Especificidade VPP VPN<br />
% 95% % 95% Tipo de Amostra Tempo da Coleta N CI N CI N % 95% CI N % 95% CI<br />
Basal 106 87,7 80,1–92,7 903 91,4 89,4–93,0 171 54,4 46,9–61,7 838 98,4 97,4–99,1<br />
1 (≥0,75 a 1,5) 92 90,2 82,4–94,8 835 91,5 89,4–93,2 154 53,9 46,0–61,6 773 98,8 97,8–99,4<br />
2 (≥1.5 a 2.5) 43 97,7 87,9–99,6 435 91,7 88,8–94,0 78 53,8 42,9–64,5 400 99,8 98,6–100,0<br />
LiHep<br />
3 (≥2.5 a 3.5) 41 95,1 83,9–98,7 318 87,7 83,7–90,9 78 50 39,2–60,8 281 99,3 97,4–99,8<br />
6 (≥3.5 a 9) 92 94,6 87,9–97,7 468 88,2 85,0–90,9 142 61,3 53,1–68,9 418 98,8 97,2–99,5<br />
16 (≥9 a 24) 77 93,5 85,7–97,2 360 86,1 82,2–89,3 122 59 50,1–67,3 315 98,4 96,3- 99,3<br />
Basal 101 86,1 78,1–91,6 911 91,7 89,7–93,3 163 53,4 45,7–60,9 849 98,4 97,3–99,0<br />
1 (≥0.75 a 1.5) 88 88,6 80,3–93,7 830 91,7 89,6–93,4 147 53,1 45,0–60,9 771 98,7 97,6–99,3<br />
2 (≥1.5 a 2.5) 40 95 83,5–98,6 431 92,3 89,4–94,5 71 53,5 42,0–64,6 400 99,5 98,2–99,9<br />
Soro<br />
3 (≥2.5 a 3.5) 38 94,7 82,7–98,5 322 88,8 84,9–91,8 72 50 38,7–61,3 288 99,3 97,5–99,8<br />
6 (≥3.5 a 9) 87 95,4 88,8–98,2 476 89,1 86,0–91,6 135 61,5 53,1–69,3 428 99,1 97,6–99,6<br />
16 (≥9 a 24) 76 93,4 85,5–97,2 360 88,6 84,9–91,5 112 63,4 54,2–71,7 324 98,5 96,4–99,3<br />
baixas<br />
LoD (1,60<br />
concentrações<br />
ng/L, pg/mL).<br />
de TnIH.<br />
Os valores do LoB, LoD, LoQ, e percentil 99 para o Ensaio<br />
TnIH Os valores do Analisador LoB, Atellica LoD, LoQ, IM e são percentil comparáveis 99 para àqueles o Ensaio<br />
• O percentil 99 é de 45,20 ng/mL (pg/mL).<br />
do<br />
De 2007 indivíduos aparentemente<br />
saudáveis, 75% das amostras de soro e 66% das amostras<br />
ensaio TnIH do TNIH Analisador sistema Atellica ADVIA IM Centaur são comparáveis (0,5, 1,60, àqueles 2,50, e do<br />
47,34 ensaio ng/L, TNIHpg/mL, do sistema respectivamente).<br />
ADVIA Centaur (0,5, 1,60, 2,50, e<br />
• O 47,34 estudo ng/L, de pg/mL, concordância respectivamente).<br />
clínica de sensibilidade,<br />
LiHep apresentaram valores maiores que o LoD (1,60 ng/L, pg/mL).<br />
• Os valores do LoB, LoD, LoQ, e percentil 99 para o Ensaio TnIH do Analisador<br />
Atellica IM são comparáveis àqueles do ensaio TNIH do sistema<br />
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7<br />
Radar Científico I<br />
VPP: Valor Preditivo Positivo; VPN: Valor Preditivo Negativo.<br />
6<br />
083
Radar Científico ll<br />
A importância do controle da<br />
taxa de resfriamento em<br />
criopreservação<br />
A resposta é que a temperatura a que<br />
as células congeladas são armazenadas<br />
pode ter efeitos importantes sobre o<br />
seu tempo de vida. Tipicamente, quanto<br />
mais baixa a temperatura, maior<br />
será o período de armazenamento<br />
viável. Por exemplo, enquanto muitas<br />
amostras podem ser armazenadas<br />
a -70 ° C durante meses ou mesmo<br />
anos, as reações químicas responsáveis<br />
pela deterioração celular não são<br />
completamente interrompidas a esta<br />
temperatura, pois observa-se mesmo<br />
que pouca, porém existente, migração<br />
de componentes celulares que podem<br />
reagir quimicamente.<br />
As amostras a temperaturas inferiores<br />
a “transição vítrea da água” ou<br />
-130C , onde se diz que o tempo biológico<br />
está parado, podem ser armazenadas<br />
durante milênios (Karow 1981,<br />
Mazur 1984).<br />
Algumas definições:<br />
Criobiologia é o estudo dos efeitos<br />
de temperaturas ultra baixas em sistemas<br />
biológicos, tais como células ou<br />
organismos.<br />
A criopreservação proporciona uma<br />
fonte contínua de tecidos e células vivos<br />
geneticamente estáveis para uma variedade<br />
de fins, incluindo pesquisa e processos<br />
biomédicos.<br />
Um princípio básico de criobiologia<br />
é que a extensão do dano por congelamento<br />
depende da quantidade de<br />
água livre no sistema e a capacidade de<br />
que a água tem para cristalizar durante<br />
o congelamento. A água é o principal<br />
componente de todas as células vivas e<br />
tem de estar presente para que reações<br />
químicas ocorram dentro de uma célula.<br />
Durante o congelamento, a maioria<br />
das mudanças de água para gelo, e<br />
metabolismo celular cessam.<br />
É possível congelar muitos tipos de<br />
células isoladas e agregados celulares<br />
pequenos, no entanto, a obtenção de resultados<br />
reprodutíveis para tecidos mais<br />
complexos, tais como válvulas cardíacas,<br />
tecido com estruturas obtidos através de<br />
engenharia celular, ou tipos de células<br />
mais sensíveis, requer uma compreensão<br />
das principais variáveis envolvidas<br />
no método de criopreservação<br />
A formação de gelo inicia-se no ambiente<br />
extracelular, resultando em um<br />
aumento da concentração de sal visto<br />
que a água é removida para formar o<br />
gelo. Esta formação de gelo resulta em<br />
um desequilíbrio osmótico e por consequência<br />
na desidratação celular.<br />
Desta forma é possível mitigar os efeitos<br />
potencialmente prejudiciais da desidratação<br />
e formação de gelo através de:<br />
• Manutenção de temperaturas de armazenagem<br />
adequadas<br />
• Controlando a taxa de reaquecimento<br />
Todos estes eventos interagem para<br />
influenciar o resultado da criopreservação,<br />
sendo que a maior taxa de sobrevivência<br />
celular é atingida através da optimização<br />
da série de variáveis inter-relacionadas<br />
dentre as quais destacamos abaixo a importância<br />
da taxa de resfriamento durante<br />
o processo de congelamento<br />
A importância da taxa de resfriamento<br />
Taxa de resfriamento é conhecida por<br />
ter uma influência mais significativa sobre<br />
a sobrevivência da célula. Controlar a<br />
taxa de congelamento antes de armazenamento<br />
a longo prazo maximiza a<br />
viabilidade de uma ampla variedade de<br />
células, onde é possível destacar a sua<br />
importância para as seguintes aplicações<br />
• AIDS Research<br />
• Medula óssea - Tratamento de câncer<br />
• Banco de sangue - HLA, as células<br />
vermelhas<br />
• Pesquisa em Câncer - Células Tumorais<br />
• Engenharia genética<br />
• HLA - Transplante (linfócitos) de órgãos<br />
• FIV - (Embrião, Esperma) infertilidade<br />
humana<br />
• Microbiologia - vírus, bactérias,<br />
cultura celular<br />
• Farmacêuticas - Culturas<br />
• Células de plantas - Células vegetais,<br />
sementes<br />
• Repositórios - Cultura de Células<br />
•Banco de tecidos<br />
-pele<br />
084<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
-osso<br />
-válvulas cardíacas<br />
-córneas<br />
Uma das principais razões para a utilização de um<br />
equipamento com taxa de congelamento controlada ao<br />
invés de simplesmente utilizar um sistema ou equipamento<br />
que congele a amostra porém sem controle sobre<br />
as variáveis de temperatura é devido a que o sistema com<br />
taxa de congelamento pode compensar a temperatura<br />
durante a preparação da amostra, o que é denominado de<br />
LHF, ou calor latente de fusão. Esta compensação durante<br />
o processo de congelamento possibilita o aumento da<br />
taxa de viabilidade celular pós – criopreservação<br />
LHF é a energia de calor latente que pode gerar picos durante<br />
o processo de congelamento de uma amostra<br />
O objetivo de um congelador com taxa controlada<br />
Um congelador de taxa controlada (CRF) é um dispositivo<br />
de preparação de amostra projetado para levar amostras de<br />
CONCLUSÃO<br />
Uma importante conclusão geral que surgiu de estudos<br />
de criopreservação é que diferentes tipos de<br />
células têm requisitos diferentes para uma melhor<br />
preservação. A partir das considerações descritas, pode<br />
-se dizer que criopreservação de longo prazo de células<br />
depende de procedimentos definidos e condições ótimas<br />
para um considerável número de variáveis inter-<br />
-relacionadas, no qual dentre estas variáveis a taxa de<br />
congelamento, quando bem controlada, desempenha<br />
papel importante para o sucesso no armazenamento e<br />
viabilidade celular.<br />
um estado líquido para um estado congelado ou vitrificado<br />
por meio de um processo dinâmico de aquecimento e resfriamento<br />
da câmara.<br />
• Densidade da amostra<br />
• Viscosidade da amostra<br />
• pH<br />
• Solubilidade do gás<br />
• Movimento molecular cinético<br />
• Taxas fisiológicas (mitocôndrias ATP)<br />
Quanto mais complexa a amostra, maior o impacto que<br />
pode ocorrer na formação de gelo intracelular.<br />
Temperaturas de transição e aplicações<br />
Daniel Freitas<br />
Especialista de produtos América do Sul<br />
Thermo Fisher Scientific<br />
Email: produtosdelaboratorio@thermofisher.com<br />
085
RESUMO DA AVALIAÇÃO DO PRODUTO:<br />
IMPACTO DA IMPLEMENTAÇÃO DO CELLAVISION DC-1<br />
EM UMA REDE DE LABORATÓRIOS AFILIADOS<br />
INTRODUÇÃO:<br />
A recente introdução do analisador CellaVision DC-1 possibilita que<br />
laboratórios com pequenos volumes de amostra implementem a<br />
mesma metodologia digital usada por laboratórios maiores para realizar<br />
contagens diferenciais de células sanguíneas.<br />
O CellaVision DC-1, como todos os analisadores CellaVision, emprega<br />
uma combinação de análise de microscopia de alta resolução, imagens<br />
digitais e análise baseada em inteligência artificial para identificar a<br />
mono camada, localizar células individuais, capturar imagens de elevada<br />
qualidade de células e fornecer uma pré-classificação das células<br />
para uma confortável revisão em tela por parte do analista clínico.<br />
e de conclusão, com especial atenção ao tempo inicial de avaliação<br />
emHigh River até a avaliação final em Calgary.<br />
Após a análise dos esfregaços usando a metodologia digital do<br />
CellaVision, os mesmos esfregaços foram analisados pelos analistas de<br />
High River, usando protocolos normais e microscopia manual seguida<br />
do transporte dos esfregaços para Calgary, para revisão por um<br />
patologista.<br />
RESULTADOS:<br />
Os resultados da avaliação demonstram claramente que podem<br />
ser alcançadas eficiências de fluxo de trabalho consideráveis ao<br />
implementar o CellaVision DC-1 em uma rede de laboratórios afiliados.<br />
Tempo de revisão de amostras reduzido em 50%<br />
A avaliação comparou o tempo necessário para rever um conjunto<br />
de esfregaços de sangue usando a metodologia digital do CellaVision<br />
com a revisão do mesmo conjunto de esfregaços usando microscopia<br />
manual. A metodologia digital do CellaVision demonstrou um tempo de<br />
revisão inferior ao da microscopia tradicional (média de 1,92 vs. 4,05<br />
minutos).<br />
FIGURA 1: COMPARAÇÃO DOS TEMPOS DE REVISÃO DE AMOSTRAS<br />
MM-140-08 2019-03-18<br />
O CellaVision uniu-se recentemente aos Serviços Laboratoriais de<br />
Calgary (CLS) para realizar uma avaliação de campo do produto com a<br />
finalidade de avaliar a utilidade e o impacto do CellaVision DC-1 em uma<br />
rede de laboratórios afiliados.<br />
O CLS é um laboratório de diagnóstico médico de referência que serve<br />
uma vasta área do sul de Alberta, no Canadá. Em uma organização<br />
composta de mais de 15 laboratórios em locais geograficamente<br />
dispersos, o laboratório de alta demanda de Calgary serve como<br />
laboratório de referência central para os laboratórios menores, tais<br />
como o laboratório de teste escolhido na cidade de High River. Em High<br />
River, a eficiência do fluxo de trabalho e a velocidade do serviço para<br />
os técnicos teve um impacto negativo pela necessidade de transportar<br />
todos os casos de difícil diagnóstico para o laboratório de referência,<br />
em Calgary, o que resultou em prazos (TAT) prolongados.<br />
OBJETIVO:<br />
O objetivo do estudo foi avaliar a utilidade e o impacto do CellaVision<br />
DC-1 quando implementado em uma rede de laboratórios afiliados,<br />
com foco em dois indicadores de desempenho importantes:<br />
1. tempo de revisão;<br />
2. prazos de execução, para esfregaços enviados para Calgary.<br />
METODOLOGIA:<br />
Para estabelecer uma referência para comparação, o CLS realizou<br />
uma revisão retrospetiva dos esfregaços de sangue periférico de<br />
High River registrados entre Março e Junho de 2017 à partir do<br />
momento da recepção das amostras.<br />
Durante a avaliação, foram processadas 21 amostras usando<br />
o CellaVision DC-1. Em seguida, as pré-classificações geradas<br />
foram revistas por analistas clínicos de High River com o apoio dos<br />
patologistas de Calgary.<br />
Para cada etapa do processo foram registrados o tempo de recepção<br />
Metodologia do CellaVision<br />
Microscopia manual<br />
Melhoria de 94% nos prazos de execução (TAT) dos esfregaços<br />
enviados para Calgary<br />
A avaliação demonstrou claramente a melhoria nos prazos de execução<br />
dos esfregaços que têm que ser enviados para o laboratório central, em<br />
Calgary, para revisão por um patologista (média de 1 hora e 22 minutos<br />
de fluxo de trabalho assistido pelo CellaVision vs. média 24 horas e 6<br />
minutos de referência).<br />
FIGURA 2: COMPARAÇÃO DOS PRAZOS DE EXECUÇÃO DOS ESFREGAÇOS<br />
ENVIADOS PARA CALGARY<br />
Fluxo de trabalho assistido<br />
pelo CellaVision<br />
Fluxo de trabalho de referência<br />
0 1 2 3 4 Minutos<br />
0 6 12 18 24 Horas<br />
COMENTÁRIO:<br />
A avaliação in-situ demonstrou efetivamente que podem ser alcançadas<br />
eficiências de fluxo de trabalho consideráveis ao implementar<br />
o CellaVision DC-1 em uma rede de laboratórios afiliados.<br />
A tecnologia do CellaVision ajuda os analistas clínicos a agilizarem a<br />
avaliação morfológica, permitindo simultaneamente a colaboração<br />
com colegas, supervisores e patologistas externos. Em uma rede de<br />
laboratórios, a adaptação de uma metodologia digital pode ajudar<br />
a poupar tempo considerável ao remover eficazmente a principal<br />
causa dos prazos de execução prolongados (o transporte rodoviário<br />
necessário para enviar os casos difíceis para revisão por patologistas<br />
externos).<br />
Para obter mais informações sobre a avaliação deste produto, contate a CellaVision através do endereço de email marketing@cellavision.com
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Revista NewsLab | Ago/Set 2019
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089
Direito e Saúde<br />
Judicialização na área da Saúde<br />
“ No período de 2008 a 2017, as ações judiciais em primeira instância, relacionadas ao direito à saúde, teve um crescimento de<br />
mencionam os NATs e 0,51% citam a Conitec e seus respecti<br />
130%.”<br />
clínicos e diretrizes terapêuticas, já considerando as variações reg<br />
Por Patrícia Fukuma*<br />
A procura pelo Judiciário objetivando<br />
o fornecimento de medicamentos, insumos,<br />
materiais, órteses, próteses, meios<br />
auxiliares de diagnóstico e vagas para<br />
internação em hospitais públicos e privados,<br />
entre outros tratamentos de saúde,<br />
tornou-se nos últimos anos um recurso<br />
muito utilizado pela população brasileira<br />
para a possibilidade de materialização do<br />
direito à saúde, garantido na Constituição<br />
Federal como um direito social e vinculado<br />
ao direito fundamental à vida, mediante<br />
o ajuizamento de ações judiciais dirigidas<br />
aos entes públicos (saúde pública) e empresas<br />
de planos de saúde (saúde suplementar<br />
ao dever do Estado ).<br />
O fenômeno da judicialização na área<br />
da saúde surgiu diante da insuficiência e<br />
ineficiência das ações e serviços de promoção,<br />
proteção e recuperação de saúde pelos<br />
sistemas de saúde existentes no Brasil: o<br />
público, composto pelo Sistema Único de<br />
Saúde (SUS), e o privado, de caráter suplementar,<br />
constituído pelos planos de saúde e<br />
profissionais autônomos.<br />
O tema tem sido profundamente debatido<br />
entre juristas, sociólogos, economistas entes<br />
públicos (União, Estados, Distrito Federal e<br />
Municípios), órgãos reguladores (ANVISA e<br />
ANS), operadoras de planos de saúde e profissionais<br />
da área da saúde, tendo em vista o<br />
grande impacto político, econômico, social e<br />
moral da judicialização da saúde.<br />
Nessa linha, o Conselho Nacional de Justiça<br />
– CNJ recentemente divulgou o estudo<br />
denominado “Judicialização da Saúde no<br />
Brasil: Perfil das demandas, causas e pro-<br />
postas de soluções” (2019) desenvolvido<br />
pelo Instituto de Ensino e Pesquisa – Insper,<br />
com o objetivo de compreender a amplitude<br />
e complexidade da judicialização<br />
da saúde para assim estabelecer políticas<br />
judiciais que orientem a solução racional<br />
dos conflitos na área da saúde.<br />
De acordo com a pesquisa realizada<br />
pelo Insper, no período de 2008 a 2017,<br />
o número de ações judiciais em primeira<br />
instância, relacionadas ao direito à saúde,<br />
teve um crescimento de 130%, ao passo<br />
que o número total de ações judiciais<br />
envolvendo outros assuntos aumentou<br />
50%. Identificou-se que “Plano de saúde”,<br />
“Seguro” e “Saúde” são os assuntos mais<br />
debatidos nas ações judiciais de primeira e<br />
segunda instância, sendo “Plano de saúde”<br />
e “Seguro” discussões envolvendo a Saúde<br />
Suplementar e “Saúde” questões relacionadas<br />
à Saúde Pública, seguindo-se dos<br />
assuntos “Fornecimento de Medicamentos”<br />
e Tratamento médico-hospitalar .<br />
Ao analisar as decisões judiciais em<br />
primeira e segunda instâncias, a pesquisa<br />
constatou que os magistrados pouco se<br />
socorrem dos órgãos que fornecem parâmetros<br />
técnicos para auxiliá-los nas soluções<br />
dos casos concretos, como o Núcleo<br />
de Apoio Técnico do Poder Judiciário - NAT<br />
criado por orientação do Conselho Nacional<br />
de Justiça - CNJ e Comissão Nacional de Incorporação<br />
de Tecnologias ao SUS - Conitec<br />
e Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas,<br />
responsáveis por indicar ao Ministério da<br />
Saúde quais tecnologias e práticas devem<br />
ser incorporadas ao SUS, indicando que<br />
Para uma melhor compreensão sobre a judicialização na área da s<br />
ser examinada à luz da saúde pública e saúde suplementar, u<br />
sistema de saúde público e privado possuem característic<br />
regulações distintas, de modo que, em sua grande maioria, os p<br />
judiciais diferem entre si.<br />
090<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019<br />
Ao analisar as decisões judiciais em primeira e segunda instânc<br />
constatou que os magistrados pouco se socorrem dos órgãos
Direito e Saúde<br />
0,29% das decisões judiciais mencionam<br />
os NATs e 0,51% citam a Conitec e seus<br />
respectivos protocolos clínicos e diretrizes<br />
terapêuticas, já considerando as variações<br />
regionais do país.<br />
Para uma melhor compreensão sobre a<br />
judicialização na área da saúde, esta deve<br />
ser examinada à luz da saúde pública e<br />
saúde suplementar, uma vez que o sistema<br />
de saúde público e privado possuem características<br />
próprias e regulações distintas,<br />
de modo que, em sua grande maioria, os<br />
pleitos nas ações judiciais diferem entre si.<br />
JUDICIALIZAÇÃO DA<br />
SAÚDE PÚBLICA<br />
O Sistema Único de Saúde – SUS – é<br />
constituído por uma rede regionalizada e<br />
hierárquica de ações e serviços de saúde,<br />
garantindo acesso integral, universal e gratuito<br />
para toda a população do país, prestados<br />
pela União, Estados, Distrito Federal<br />
e os Municípios por meio da formulação e<br />
execução de políticas públicas de saúde, na<br />
forma da Lei nº 8.080/90.<br />
O SUS compreende a atenção primária e<br />
de média e alta complexidades, os serviços<br />
de urgência e emergência, serviços hospitalares,<br />
ações e serviços das vigilâncias epidemiológica,<br />
sanitária e ambiental e assistência<br />
terapêutica integral, inclusive farmacêutica.<br />
As políticas públicas determinadas pelo<br />
SUS são estabelecidas de maneira ascendente<br />
e integrada entre os entes federativos<br />
e devem servir como indutoras para as<br />
políticas da iniciativa privada, consideradas<br />
as características das regiões de saúde,<br />
os mapas de saúde e o perfil epidemiológico<br />
da população .<br />
É fato que os gastos com a judicialização<br />
da saúde são crescentes e expressivos no<br />
Brasil, tendo o Tribunal de Contas da União<br />
publicado, em 2017, a auditoria realizada<br />
“com o objetivo de identificar o perfil, o<br />
volume e o impacto das ações judiciais na<br />
área da saúde”. Tal auditoria apurou que<br />
os valores despendidos pelo Ministério da<br />
Saúde no cumprimento das determinações<br />
judiciais cresceram mais de quatorze<br />
vezes no período de 2008 a 2015, passando<br />
de 70 milhões de reais para mais de 1<br />
bilhão de reais, levando em consideração<br />
apenas os gastos contabilizados na aquisição<br />
de medicamentos e insumos.<br />
Nesse aspecto, no rol de fornecimento<br />
dos medicamentos que mais causam impacto<br />
no orçamento público estão os medicamentos<br />
de alto custo não incorporados<br />
no SUS, medicamentos sem registro na AN-<br />
VISA e de uso off label, especialmente para<br />
o tratamento de doenças crônicas, como<br />
câncer, hepatites, diabetes e doenças raras.<br />
Como forma de mitigar os efeitos negativos<br />
da judicialização no sistema público<br />
saúde e as políticas e finanças públicas em<br />
decorrência do fornecimento de medicamentos<br />
de alto custo para doenças raras<br />
pelos entes públicos, o Estado deve avaliar<br />
sob o enfoque custo-efetividade a incorporação<br />
de novas terapias na lista do SUS.<br />
Recentemente o Supremo Tribunal Federal<br />
julgou 02 (dois) casos extremamente<br />
relevantes envolvendo o tema, a saber,<br />
Recursos Extraordinários (RE) nºs 855.178<br />
e 657.718, e que refletem em milhares de<br />
ações judiciais até então suspensas aguardando<br />
os desfechos destes casos.<br />
Nos autos do RE nº 855.178, o STF firmou<br />
o entendimento sobre a responsabilidade<br />
solidária dos entes federados em<br />
matéria de saúde, tais como, fornecimento<br />
de medicamentos e o custeio de tratamento<br />
médico adequado aos necessitados e<br />
“diante dos critérios constitucionais de<br />
descentralização e hierarquização, compete<br />
à autoridade judicial direcionar o cumprimento<br />
conforme as regras de repartição de<br />
competências e determinar o ressarcimento<br />
a quem suportou o ônus financeiro”.<br />
Já no RE nº 657.718 o STF fixou a tese<br />
de que o Estado não pode ser obrigado a<br />
fornecer medicamentos experimentais<br />
e sem registro na ANVISA. Ainda restou<br />
decidido que é possível, excepcionalmente,<br />
“a concessão judicial de medicamento<br />
sem registro sanitário, em caso de mora<br />
irrazoável da ANVISA em apreciar o pedido<br />
(prazo superior ao previsto na Lei nº<br />
13.411/2016), quando preenchidos três<br />
requisitos: (i) a existência de pedido de<br />
registro do medicamento no Brasil (salvo<br />
no caso de medicamentos órfãos para doenças<br />
raras e ultrarraras); (ii) a existência de<br />
registro do medicamento em renomadas<br />
agências de regulação no exterior; e (iii) a<br />
inexistência de substituto terapêutico com<br />
registro no Brasil”.<br />
Ainda, importante destacar que, no<br />
dia 23/10/2019, o STF julgará o Recurso<br />
Extraordinário nº 566.471, processo<br />
em que se discute se é dever do Estado<br />
fornecer medicamento de alto custo à<br />
portador de doença grave.<br />
Afora do entendimento individual de<br />
cada um sobre a judicialização da saúde,<br />
não há como negar que o fenômeno representa<br />
a efetivação do direito à saúde ao<br />
cidadão e, por outro lado, ocasiona desequilíbrio<br />
nas contas públicas e a realocação<br />
de recursos escassos em uma sociedade<br />
complexa, prejudicando o sistema público<br />
e acesso da população à saúde, além da judicialização<br />
apresentar-se como expressão<br />
de implantação de políticas públicas, de<br />
competência do Poder Executivo.<br />
Desse modo, é de extrema importância<br />
traçar o perfil e volumes das demandas<br />
judiciais, como instrumento para avaliação<br />
do impacto orçamentário da judicialização<br />
na área da saúde, bem como avaliar quais<br />
medidas estão sendo tomadas para aperfeiçoar<br />
a atuação do Poder Judiciário nos<br />
processos relativos ao direito à saúde. Bem<br />
como, é importante analisar quais ações<br />
o Ministério da Saúde tem realizado para<br />
conhecer e mitigar os efeitos negativos da<br />
judicialização da saúde e avaliar a distribuição<br />
de recursos escassos em uma sociedade<br />
complexa, determinando o que é prioritário<br />
e quem deve ser o foco dessas prioridades.<br />
092<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
093
Direito e Saúde<br />
JUDICIALIZAÇÃO DA SAÚDE SUPLE-<br />
MENTAR<br />
Entende-se por saúde suplementar como<br />
“o sistema privado de assistência à saúde<br />
das operadoras de planos de saúde e prestadores<br />
de serviços aos beneficiários, sob a<br />
regulação da Agência Nacional de Saúde<br />
Suplementar (ANS)” , regulada principalmente<br />
pelas Leis nº 9.656/98 e 9.961/00.<br />
Muito se discute sobre a judicialização<br />
na saúde pública, mas não se pode deixar<br />
de considerar que o trabalho divulgado<br />
pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ)<br />
indicou a alta incidência de demandas judiciais<br />
que tratam dos temas como “Plano<br />
de Saúde” e “Seguro”, as quais afetam<br />
direta ou indiretamente as relações contratuais<br />
de cerca de 50 milhões de beneficiários<br />
de planos de saúde, operadoras<br />
e prestadores de serviços de assistência<br />
à saúde, demonstrando a relevância da<br />
judicialização na esfera privada.<br />
O documento apontou que no setor privado<br />
as questões mais recorrentes se referem<br />
às dietas, insumos ou materiais, leitos<br />
e procedimentos, destacando que o tema<br />
de maior expressão é o que envolve órteses<br />
e próteses, mencionados em mais de 108<br />
mil decisões de tutela antecipada em uma<br />
amostra de 188 mil.<br />
Por sua vez, a Agência Nacional de Saúde<br />
(ANS) divulgou estudo denominado<br />
“Judicialização na Saúde Suplementar –<br />
Pesquisa realizada no âmbito do programa<br />
parceiros da cidadania” , tendo constatado<br />
que dentre os temas mais judicializados<br />
estão: cobertura, cláusulas contratuais<br />
irregulares ou abusivas e reajustes dos planos<br />
de saúde. O estudo também aponta<br />
que o judiciário tem cultura disseminada<br />
de considerar princípios aplicáveis ao SUS<br />
à Saúde Suplementar, especialmente<br />
quanto à garantia universal de acesso à<br />
saúde, utilizando-se do Código de Defesa<br />
do Consumidor e em alguns casos decidindo<br />
de forma distinta das normas reguladoras<br />
instituídas pela ANS.<br />
Não se pode deixar de lembrar<br />
que a ANS, criada por meio da Lei<br />
nº 9.961/00, autarquia sob regime<br />
especial, vinculada ao Ministério da<br />
Saúde, tem por finalidade “promover<br />
a defesa do interesse público na<br />
assistência suplementar à saúde,<br />
regulando as operadoras setoriais,<br />
inclusive quanto às suas relações<br />
com prestadores e consumidores,<br />
contribuindo, assim, para o desenvolvimento<br />
das ações de saúde no<br />
país”, estabelecendo normas e diretrizes<br />
que devem ser seguidas pelos<br />
cidadãos e empresas privadas, visando<br />
a sustentabilidade do setor<br />
e o acesso à saúde.<br />
*Patrícia Fukuma<br />
A ponderação do direito à saúde do<br />
consumidor e o interesse econômico<br />
das operadoras, além da questão da<br />
transferência das obrigações do Estado<br />
à iniciativa privada no setor da saúde<br />
suplementar, são problemas que os<br />
integrantes do Poder Judiciário se deparam<br />
em seu dia a dia, de modo que<br />
seus atos devem estar pautados na<br />
busca da harmonização na proteção do<br />
consumidor e garantia da sustentabilidade<br />
da saúde suplementar do Brasil.<br />
CONCLUSÃO<br />
O presente artigo não tem a pretensão<br />
de esgotar o tema, mas sim de<br />
despertar o interesse do leitor para a<br />
problemática que envolve a judicialização<br />
na área da saúde, dada a sua<br />
amplitude, complexidade e consequências<br />
para a sociedade. Também<br />
não deixa de destacar o quanto a<br />
judicialização afeta entes públicos<br />
no âmbito das políticas de saúde<br />
pública e gestão orçamentária, saúde<br />
suplementar (impactando a oferta<br />
de serviços de assistência à saúde e<br />
as operadoras de planos de saúde),<br />
demonstrando ser este um constante<br />
desafio para toda a cadeia na busca<br />
por soluções e proposição de medidas<br />
concretas para equacionar todos<br />
os direitos envolvidos.<br />
É sócia e fundadora do escritório Fukuma Advogados,<br />
escritório altamente especializado na área regulatóriasanitária.<br />
Com agradecimento à colaboração de Flavia Antonanzas.<br />
094<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
Informe Científico<br />
A síndrome do X-Frágil<br />
A síndrome do X-Frágil é a forma mais frequente de deficiência intelectual herdada.<br />
A síndrome do X-Frágil (SFX) é uma<br />
condição genética que acomete cerca de<br />
1 a cada 4.000 meninos e 1 a cada 6.000<br />
meninas. O mecanismo etiológico da SFX<br />
é a expansão dos nucleotídeos CGG no<br />
primeiro éxon do gene FMR1, que se localiza<br />
no cromossomo X, acarretando na<br />
ausência da proteína FMRP.<br />
Na maioria da população, o número de<br />
repetições CGG encontra-se entre 6 a 55.<br />
Entretanto, quando ocorre a amplificação<br />
e o número de repetições ultrapassa de<br />
200 (mutação completa), o indivíduo<br />
manifesta o quadro clínico da SFX. Já os<br />
indivíduos que estão entre 55 e 200 repetições<br />
são chamados de portadores da<br />
pré-mutação, podendo não apresentar<br />
sintomas completos, mas, mesmo assim,<br />
correm o risco de passar a condição genética<br />
aos descendentes.<br />
Mais frequentes em homens do<br />
que em mulheres, os sintomas também<br />
podem variar na diferença de<br />
sexo. Segundo a ONG Eu Digo X,<br />
indivíduos do sexo masculino são<br />
mais afetados pela doença do que as<br />
mulheres. Entres eles estão sintomas<br />
como comprometimento intelectual,<br />
atraso na fala, fala repetitiva, ecolalia,<br />
hiperatividade, estereotipias, impulsividade,<br />
dificuldade de socializar,<br />
entre outros. Além de sinais visíveis<br />
como orelhas grandes e em forma de<br />
abano, articulações mais flexíveis que<br />
o normal, face alongada e mandíbula<br />
proeminente. As meninas, apesar de<br />
apresentarem sintomas parecidos,<br />
possuem sinais menos aparentes e refletem<br />
basicamente a dificuldade na<br />
aprendizagem, ansiedade, impulsividade,<br />
dificuldades nas relações sociais<br />
e fobias. Segundo o Dr. Roberto Herai,<br />
geneticista e pesquisador da ONG,<br />
essa diferença de sintomas se dá pelo<br />
fato da síndrome ser causada por uma<br />
mutação genética no cromossomo X.<br />
“Homens que apresentam a mutação<br />
possuem maior gravidade nos sintomas;<br />
enquanto que as mulheres, por<br />
terem dois cromossomos X, sendo<br />
um deles não mutado, apresentam<br />
sintomas mais leves”, explica o médico.<br />
Algumas características da SXF se<br />
sobrepõem as identificadas no Transtorno<br />
do Espectro do Autismo (TEA).<br />
Em decorrência desta sobreposição,<br />
o teste do X-Frágil é indicado a todas<br />
as crianças com comportamentos<br />
autísticos. “Há uma grande sobreposição<br />
de sintomas entre as condições,<br />
096<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
suportar o preconceito de todos aqueles que não sabem<br />
ou não conseguem conviver com uma criança especial.<br />
Apesar das dificuldades, conseguimos adequar a rotina<br />
para estimular ao máximo sua capacidade de aprendizagem<br />
e desempenho, proporcionando uma qualidade de<br />
vida melhor ao Jorge. Hoje meu filho é um adolescente<br />
saudável e feliz dentro do seu universo de possibilidades<br />
e limitações”, comenta a mãe.<br />
Para as famílias acometidas pela mutação genética, o<br />
ideal é o acompanhamento e o aconselhamento médico,<br />
já que hoje há diferentes alternativas que podem ser<br />
consideradas no momento do planejamento familiar. Para<br />
as pessoas já diagnosticadas, o Dr. Herai indica um tratamento<br />
específico que leve em consideração a melhora no<br />
aprendizado, o desenvolvimento da fala e o uso de medicação<br />
para controlar a hiperatividade e a falta de atenção.<br />
O DB Molecular disponibiliza o exame para detecção da<br />
SXF e apoia a causa juntamente com o Instituto Liko Kaesemodel,<br />
que desenvolve o projeto Eu Digo X, para auxílio<br />
do diagnóstico, prevenção e tratamento da doença.<br />
sendo um desafio para os profissionais, até para os mais<br />
preparados. Ainda há muito para ser feito: faltam políticas<br />
públicas que eduquem a população para que se entenda<br />
melhor o que são essas condições e de que forma elas podem<br />
ser diagnosticadas e tratadas para melhorar a qualidade<br />
de vida das pessoas acometidas e de seus familiares”,<br />
complementa o Dr. Herai.<br />
Sabrina Mugiatti enfrenta esses desafios com seu filho<br />
Jorge, de 15 anos, que inicialmente foi diagnosticado<br />
com autismo. “O momento do diagnóstico da SXF foi<br />
difícil, ninguém está preparado para saber que seu filho<br />
viverá para sempre com uma deficiência que não tem<br />
cura. A primeira sensação foi de tristeza, revolta e muito<br />
desespero. Não sabíamos como procurar ajuda e nem<br />
como seria o futuro do nosso filho. Depois vem a dor de<br />
Referência Bibliográfica<br />
http://genoma.ib.usp.br/pt-br/servicos/consultas-e-testes-geneticos/doencas-atendidas/sindrome-do-cromossomo-x-fragil<br />
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK1384/<br />
http://psiqweb.net/index.php/infancia-e-adolescencia/sindrome-do-x-fragil/<br />
https://www.eudigox.com.br/<br />
DB Molecular | Diagnósticos do Brasil<br />
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097
lady news<br />
Novidades do Scarpin Microscópio<br />
Bianca Calasans Silva Pimentel Franco.<br />
Em junho do presente ano foi realizado<br />
o 470 Congresso Brasileiro<br />
de Análises Clínicas (CBAC), evento<br />
promovido pela Sociedade Brasileira<br />
de Análises Clínicas (SBAC), e a Organização<br />
Feminina de Análises Clínicas<br />
(OFAC) esteve presente com todas as<br />
suas integrantes. Momento único,<br />
pois a interação que, anteriormente,<br />
apenas era lógica, através de mídias<br />
sociais, passou a ser mais humanizada,<br />
uma vez que nos conhecemos<br />
pessoalmente e pudemos nos relacionar<br />
fisicamente, transmitindo sentimentos<br />
pelo diálogo, pelo toque e<br />
pelo olhar. Nada mais feminino!<br />
Entretanto, a ida ao congresso não<br />
foi apenas para interação pessoal,<br />
o que, de fato, é imprescindível!<br />
Mas, ao contrário, a nossa presença<br />
ressaltou ainda mais a nossa<br />
capacidade de gestão, liderança e,<br />
especialmente, a potencialidade na<br />
produção científica.<br />
Além de exercer efetivamente a<br />
gestão através das intensas negociações<br />
e trocas de experiências com<br />
vários colegas de distintas realidades,<br />
o 470 CBAC propiciou um momento<br />
de exaltar a participação das ofacanas<br />
na ciência, um dos princípios basilares<br />
desse grupo tão plural de gestoras. E<br />
foi extremamente positiva a participação<br />
sob este aspecto.<br />
Durante todo o evento, algumas<br />
integrantes apresentaram painéis e<br />
palestras sobre diversos temas na<br />
área afim. E, mediante prévio convite<br />
da mediadora Dra Marbenha Linko,<br />
eu e as ofacanas Dra. Taís Pozza e<br />
Dra. Mônica Amaral participamos<br />
de uma mesa redonda, a qual tinha<br />
como tema central a gestão corporativa<br />
empreendedora ética e transparente<br />
sob o prisma feminino e como<br />
ela se adequaria frente ao laboratório<br />
do futuro.<br />
Em uma breve síntese, passa-se a<br />
relatar a dinâmica empregada por nós<br />
para discussão do tema proposto. Dra. Taís<br />
evidenciou a importância de uma gestão<br />
focada no empreendedorismo, baseada<br />
na humanização, e o quão a sensibilidade<br />
e a criatividade feminina salienta a<br />
exploração estratégica de novas soluções<br />
e oportunidades, sem desviar do caráter<br />
cooperativo direcionado, inovador, sustentável,<br />
técnico, objetivo e rentável.<br />
Por sua vez, Dra. Mônica salientou<br />
o laboratório do futuro, a convergência<br />
entre os mundos físico e<br />
virtual, e como as novas tecnologias<br />
robóticas podem ser inseridas em<br />
nossos serviços sem desprivilegiar o<br />
ser humano com suas competências<br />
sensoriais e emotivas e sua capacidade<br />
técnica laboral. Exaltou que a<br />
tecnologia futurística impõe uma<br />
maior produtividade e tem o condão<br />
de minimizar os erros e, consequentemente,<br />
custos, já que a automação<br />
tem proporcionado uma inteligência<br />
lógica integrativa e eficaz.<br />
E, por fim, evidenciando a versatilidade<br />
da mulher visionária e<br />
ciente de sua responsabilidade civil<br />
enquanto gestora corporativa, participei<br />
da mesa redonda salientando a<br />
importância da implantação do programa<br />
de compliance em empresas,<br />
direcionando o entendimento para<br />
laboratórios de análises clínicas,<br />
sejam eles do segmento privado ou<br />
mesmo público.<br />
Em minha exposição, ressaltei a<br />
imprescindibilidade de seguir normas<br />
internas e externas, a fim de<br />
098<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
HDESIGN<br />
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A cobas analyser series cobas 8000 foi projetada para laboratórios com alta<br />
carga de trabalho, e pode cobrir uma faixa de produção de 3 a 15 milhões de testes<br />
por ano. As combinações desses módulos oferecem mais de 19 configurações com<br />
muitas escolhas para adaptar soluções a necessidades laboratoriais específicas.<br />
Analisadores Hematológicos Automatizados<br />
Sysmex Série-XN<br />
Alta performance, capacidade de expansão e possibilidade de reportar<br />
parâmetros clínicos avançados. O novo design permite que os laboratórios<br />
criem a configuração perfeita para suas necessidades de evolução. A série-XN torna<br />
desnecessário adquirir analisadores que necessitam de muito espaço físico e de um<br />
investimento excessivo para obter alta performance.<br />
sistema Cobas b 123 gasometria<br />
Analisador rápido portátil de múltiplos parâmetros que fornece muitos dos<br />
resultados vitais para tomada de decisões emergenciais. A partir de uma gota de<br />
sangue, o sistema avalia o estado de oxigenação, de ácido/base assim como fornece<br />
informações sobre eletrólitos e metabólitos, glicose e lactato dentro de 2 minutos.<br />
sistema Cobas H 232 para POC<br />
Determinação rápida e fácil de marcadores cardíacos no sangue<br />
como a troponina T, a CK-MB, a mioglobina, o D-dímero, e o<br />
NT-proBNP para dar suporte a decisões sobre diagnóstico e<br />
tratamento de DCV no local.<br />
analisador cobas T 411<br />
Indicado para laboratório de baixa a média rotina. Máxima eficiência e flexibilidade,<br />
possui recursos inovadores, como a leitura de código de barras automatizada<br />
e integrada para amostras e reagentes. Com o carregamento contínuo de reagentes,<br />
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lady news<br />
fiscalizar possíveis irregularidades,<br />
dirimir, erradicar possíveis desvios<br />
antiéticos, com o fito de efetivar uma<br />
gestão transparente e íntegra, baseada<br />
na legalidade, na moralidade,<br />
na honestidade e na probidade.<br />
Ainda destaquei que a implantação<br />
da política de compliance não<br />
é algo utópico e inalcançável, independentemente<br />
do porte da empresa.<br />
Ao contrário, é bem mais fácil do<br />
que se imagina e os resultados são<br />
extremamente positivos, uma vez<br />
que transmite ao cliente a responsabilidade<br />
civil com os interesses<br />
sociais, bem como sobreleva os valores<br />
culturais e morais empregados<br />
pelo estabelecimento, pois evidencia<br />
o código de postura e oferece a<br />
publicidade necessária da conduta<br />
dos gestores atentos aos anseios da<br />
sociedade e dos colaboradores participantes<br />
do processo.<br />
Há que se entender que, nos dias<br />
atuais, tal premissa, embora pareça<br />
tão simplória e evidente, é sobremaneira<br />
relevante, já que transmite<br />
a ideia de uma gestão voltada para<br />
o combate à corrupção e às mazelas<br />
que tanto infringem nossa sociedade<br />
em tempos contemporâneos. Enfim,<br />
compliance é, traduzindo objetivamente,<br />
a materialização da ética<br />
e a personificação da moralidade,<br />
alicerçada pelos princípios da legalidade<br />
e da honestidade.<br />
Com essa temática, vislumbrou-se<br />
um horizonte promissor e empreendedor<br />
no ramo das análises clínicas na<br />
promoção do cuidado, obviamente,<br />
com a participação efetiva da mulher<br />
em cargos de liderança e gestão.<br />
Destarte, aproveitando a participação<br />
feminina de sucesso em nosso<br />
segmento profissional e destacando<br />
a questão da prevenção – o que<br />
transmite a ideia de constante vigilância<br />
e um olhar apurado acerca da<br />
gestão em saúde para este público<br />
alvo, a OFAC enaltece as ações durante<br />
o mês de outubro em alusão<br />
ao diagnóstico precoce e ao combate<br />
aos cânceres de mama e colo do útero,<br />
quando, mundialmente, celebra-<br />
-se a promoção da saúde da mulher<br />
através da conscientização sobre a<br />
doença, com o intuito de propagar<br />
o alerta preliminar e permitir que a<br />
mulher empodere-se frente ao cuidado<br />
de sua própria saúde.<br />
E as gestoras da OFAC sabem muito<br />
bem estimular tais ações, pois,<br />
com o bico do nosso Scarpin Microscópio<br />
– que, em outubro, passa a<br />
ser rosa - chutamos o preconceito, e<br />
com a base do salto evidenciamos a<br />
inserção da ciência médica sob a ótica<br />
feminina na saúde da população.<br />
Bianca Calasans Silva Pimentel Franco<br />
Bióloga e Biomédica (UNIT) e Bacharel em Direito (UESPI).<br />
Especialista em Análises Clínicas (UNIT), em Gestão em Saúde (UESPI), em Saúde da Família<br />
(UFPI) e pós-graduanda em Direito Público (FCP).<br />
0100<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
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Minuto Laboratório<br />
‘O temido tubo de<br />
tampa azul’<br />
Por Fábia*<br />
“Coletou abaixo da marca, coletou<br />
acima da marca – nova coleta”.<br />
Esta frase já deve ter sido ouvida por<br />
todos ou pela maioria que já trabalhou<br />
ou trabalha com coleta de sangue. E<br />
a primeira coisa que vem a mente de<br />
quem está no setor é: “Mas será que<br />
precisa mesmo”? Ou, “não acredito que<br />
faça tanta diferença assim” e por aí vão<br />
os mais diversos questionamentos.<br />
Insatisfação para o profissional, que<br />
precisará puncionar de novo – manobra<br />
que nem sempre é simples – principalmente<br />
quando se tratam de pacientes<br />
oncológicos, crianças, idosos e aqueles<br />
que fazem uso de anticoagulante. E<br />
reclamação do paciente – que muitas<br />
vezes, não quer ser “furado” novamente.<br />
E, Sim! Faz uma enorme diferença, e<br />
vamos além: segundo estudos já realizados,<br />
não apenas o volume inadequado<br />
interfere em um resultado, como a<br />
ordem correta dos tubos e o TEMPO de<br />
centrifugação – que deve ser no mínimo<br />
de 15 minutos e de preferência em<br />
centrífugas refrigeradas – para maior<br />
estabilidade da amostra.<br />
Os tubos com Citrato de Sódio – nome<br />
do conservante do tubo de tampa azul<br />
– cor preconizada mundialmente – servem<br />
para inúmeros testes laboratoriais e<br />
em sua maioria, utiliza-se o plasma da<br />
Fábia *<br />
* Biomédica, especializada em Auditoria,<br />
com mais de 20 anos na área Laboratorial.<br />
Atualmente é consultora e auditora da<br />
Empresa Suzimara & Sarahyba Consultoria<br />
e Treinamentos LTDA.<br />
amostra para realização dos ensaios.<br />
Triagem também é uma fase pré-<br />
-analítica de suma importância. Não<br />
queira “ganhar tempo” diminuindo o<br />
tempo de centrifugação – além de<br />
contribuir para o analista liberar um resultado<br />
errado, prejudicará o paciente.<br />
Uma forma simples e eficiente de<br />
averiguarmos a fidelidade do tempo<br />
em que a amostra foi centrifugada é:<br />
dosar no plasma, a contagem de plaquetas.<br />
Uma amostra adequada deve<br />
conter abaixo de 10.000 plaquetas.<br />
E acredite, o pré-analítico é fundamental<br />
para o sucesso do diagnóstico. Não<br />
subestime seu papel na coleta ou triagem.<br />
4ª edição do livro:<br />
Procedimentos Básicos em<br />
Microbiologia Clínica<br />
Edição amplamente revisada<br />
Novos capítulos:<br />
Pesquisa e cultura de fungos;<br />
Coleta de Amostras Biológicas<br />
para diferentes exames.<br />
LANÇAMENTO: Congresso Brasileiro da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial<br />
Rio de Janeiro, de 24 a 27 de setembro 2019.<br />
0104<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019<br />
Informações para compra: www.sarvier.com.br
0105
lady news
informe de mercado<br />
Informes de Mercado<br />
Esta seção é um espaço publicitário dedicado<br />
para a divulgação e ou explanação dos produtos e<br />
lançamentos do setor.<br />
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2013, adota as melhores práticas de<br />
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das entregas, veículos próprios e tudo<br />
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dentro das condições de uso estabelecidas<br />
pelos fabricantes e normas da<br />
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Por ser uma empresa cumpridora<br />
das normas e sempre focar nas necessidades<br />
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hematologia e urianálise, linhas<br />
de hemoculturas, soros para identificação<br />
microbiana, meios de cultura,<br />
testes rápidos para doenças autoimunes,<br />
infecciosas e alérgicas, de urianálise,<br />
de esterilização, de materiais da<br />
linha médica hospitalar e laboratorial:<br />
seringas, agulhas, tubos de coleta, tubos<br />
de ensaio e todos os equipamentos<br />
acessórios necessários para o funcionamento<br />
dos laboratórios: microscópios,<br />
contador de células, centrifugas,<br />
pipeta e outros.<br />
São 13 anos de atuação no mercado,<br />
onde os resultados deste trabalho são<br />
evidentes, e, graças a muita seriedade<br />
e dedicação, sempre visando oferecer<br />
cada vez mais produtos e serviços objetivando<br />
a excelência, temos conquistado<br />
um espaço crescente no mercado.<br />
DIAGNÓSTICA RIO PROD. SERV. MÉDICOS<br />
HOSPITALARES LTDA.<br />
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0108<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
Biodinamica, 32 anos de dedicação ao mercado de<br />
diagnóstico in vitro<br />
A Biodinamica atua em todo o estado<br />
do Rio de Janeiro vendendo produtos e<br />
soluções para todos os tipos e tamanhos<br />
de laboratórios. Nossa equipe tem o objetivo<br />
de atender necessidades dos clientes<br />
e transformar nossa visão da empresa em<br />
realidade. Nossa visão é “Ser reconhecida<br />
pelo mercado como uma empresa de<br />
ponta na comercialização de produtos<br />
para saúde e na prestação de serviços técnicos<br />
específicos”.<br />
Neste longo caminho a empresa tem<br />
investido em parcerias com marcas sólidas<br />
e na excelência dos atendimentos técnico<br />
e científico. Nossa principal parceria é com<br />
a ROCHE onde distribuímos todos os tipos<br />
de soluções, desde glicemia hospitalar,<br />
passando por todas as áreas do laboratório,<br />
tais como, bioquímica, imunologia,<br />
hematologia, gasometria, coagulação,<br />
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veterinárias, consultoria laboratorial e soluções<br />
de TI para laboratório.<br />
Nosso pessoal comercial, técnico e científico<br />
é treinado para assessorar os clientes<br />
a definirem soluções para todos os tipos<br />
de desafios, desde a montagem inicial do<br />
laboratório, como para planejar a expansão<br />
e liberação de modo interfaceado das rotinas.<br />
A parceria que mantemos com nossos<br />
clientes e nossa dedicação a estes, é o que<br />
tem feito nossa história de sucesso. Quando<br />
houver um problema, nos consulte, talvez<br />
nós possamos ajudar a encontrar a solução<br />
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informe de mercado<br />
0110<br />
Recirculação ou armazenamento estático?<br />
As bactérias desenvolvem-se em água<br />
pura e formam biofilmes nas superfícies em<br />
contacto com a água, a menos que sejam<br />
tomadas medidas de prevenção. São utilizados<br />
sub-mícrons 0,2 ou ultrafiltros para<br />
remover bactérias, mas se a água que os<br />
alimenta se encontrar muito contaminada<br />
o armazenamento é necessário na maioria dos sistemas<br />
de purificação de água após fases de purificação iniciais<br />
com bactérias o filtro enfrentará um desafio<br />
relativamente lentas, tais como a destilação ou a osmose<br />
muito<br />
inversa.<br />
elevado<br />
a água purificada<br />
resultante<br />
pode ser<br />
da<br />
armazenada<br />
acumulação<br />
de várias<br />
de<br />
formas:<br />
bactérias e detritos com riscos elevados de<br />
Opção 1<br />
crescimento Num reservatório e ou até depósito de contaminação, flexível para utilização bem após<br />
como troca iónica, libertação radiação de UV detritos e filtração. na água.<br />
O controlo dos níveis bacterianos antes<br />
Opção 1<br />
dos<br />
Armazenamento<br />
filtros é alcançado<br />
estático<br />
através da Áreas recirculação<br />
e da utilização de radiação ultravioleta. É<br />
para<br />
oclusão de ar<br />
essencial um plano cuidadoso para A alcançar água não<br />
Zona<br />
o controlo adequado. A recirculação é abordada<br />
nesta Nota tecnológica; a aplicação de<br />
estática estagnação<br />
UV no controlo bacteriano é abordada na<br />
Alimentação do<br />
purificador<br />
Nota tecnológica 17 “Utilização da luz UV<br />
Ponto de<br />
no controlo bacteriano”.<br />
distribuição<br />
Recirculação comparada com armazenamento<br />
estático<br />
o armazenamento é necessário na maioria<br />
dos sistemas de purificação de água após<br />
fases de purificação iniciais relativamente<br />
lentas, tais como a destilação ou a osmose<br />
inversa. a água purificada pode ser armazenada<br />
de várias formas:<br />
Opção 1<br />
Num reservatório ou depósito flexível<br />
para utilização após passagem simples, através<br />
de uma combinação de resinas de troca<br />
iónica, radiação UV e filtração<br />
flui para a área<br />
resultando em<br />
Recirculação ou<br />
armazenamento estático?<br />
As bactérias desenvolvem-se em água pura e formam biofilmes nas superfícies em contacto com a<br />
água, a menos que sejam tomadas medidas de prevenção. Alimentação São utilizados sub-mícrons 0,2 ou ultrafiltros<br />
do purificador<br />
para remover bactérias, mas se a água que os alimenta se encontrar muito contaminada A água recircula com bactérias<br />
Bomba de ininterruptamente<br />
o filtro enfrentará um desafio muito elevado resultante da acumulação recirculação de bactérias quando e não detritos existe com<br />
solicitação<br />
riscos elevados de crescimento e até de contaminação, bem como libertação de detritos na água.<br />
O controlo dos níveis bacterianos antes dos filtros é alcançado através da recirculação e da utilização de<br />
radiação ultravioleta. É essencial um plano cuidadoso para alcançar o controlo adequado. A recirculação<br />
é abordada nesta Nota tecnológica; a aplicação de UV no controlo A recirculação bacteriano da é água abordada num sistema na Nota de<br />
tecnológica 17 “Utilização da luz UV no controlo bacteriano”.<br />
Recirculação comparada com armazenamento estático<br />
o armazenamento é necessário na maioria dos sistemas<br />
de purificação de água após fases de purificação iniciais<br />
relativamente lentas, tais como a destilação ou a osmose<br />
inversa. a água purificada pode ser armazenada de várias<br />
formas:<br />
Opção 1<br />
Recirculação ou<br />
armazenamento estático?<br />
As bactérias desenvolvem-se em água pura e formam biofilmes nas superfícies em contacto com a<br />
água, a menos que sejam tomadas medidas de prevenção. São utilizados sub-mícrons 0,2 ou ultrafiltros<br />
para remover bactérias, mas se a água que os alimenta se encontrar muito contaminada com bactérias<br />
o filtro enfrentará um desafio muito elevado resultante da acumulação de bactérias e detritos com<br />
riscos elevados de crescimento e até de contaminação, bem como libertação de detritos na água.<br />
O controlo dos níveis bacterianos antes dos filtros é alcançado através da recirculação e da utilização de<br />
radiação ultravioleta. É essencial um plano cuidadoso para alcançar o controlo adequado. A recirculação<br />
é abordada nesta Nota tecnológica; a aplicação de UV no controlo bacteriano é abordada na Nota<br />
tecnológica 17 “Utilização da luz UV no controlo bacteriano”.<br />
Num reservatório ou depósito flexível para utilização após<br />
passagem simples, através de uma combinação de resinas de<br />
troca iónica, radiação UV e filtração.<br />
Opção 1<br />
Armazenamento estático<br />
Alimentação do<br />
purificador<br />
Recirculação comparada com armazenamento estático<br />
passagem simples, através de uma combinação de resinas de<br />
Zona<br />
estática<br />
Áreas para<br />
oclusão de ar<br />
A água não<br />
flui para a área<br />
resultando em<br />
estagnação<br />
Ponto de<br />
distribuição<br />
Opção 2<br />
Num reservatório com recirculação<br />
periódica através de uma combinação<br />
de resinas de troca iónica, radiação UV e<br />
filtração. A opção 1 não fornece controlo<br />
ou remoção e não é recomendada para<br />
Opção 2<br />
aplicações em que os níveis bacterianos<br />
Num reservatório com recirculação periódica através de<br />
uma combinação resinas de troca iónica, radiação<br />
necessitem de ser controlados. a opção 2<br />
UV e filtração.<br />
a é opção a melhor 1 não fornece escolha controlo para ou remoção baixos e não níveis é de<br />
recomendada para aplicações em que os níveis bacterianos<br />
necessitem contaminação de ser controlados. no reservatório a opção 2 é a melhor e purificação<br />
final anterior à utilização. ambas as<br />
escolha<br />
para baixos níveis de contaminação no reservatório e<br />
purificação final anterior à utilização. ambas as opções<br />
são comparadas abaixo.<br />
opções são comparadas abaixo.<br />
Opção 2<br />
Armazenamento com recirculação periódica<br />
Retorno para<br />
repurificação<br />
Opção 2<br />
Num reservatório com recirculação periódica através de<br />
uma combinação de resinas de troca iónica, radiação<br />
UV e filtração.<br />
armazenamento de água purificada tem<br />
dois propósitos. a água em movimento<br />
tende a interferir com o estabelecimento<br />
e crescimento de biofilmes, que actuam<br />
como núcleos para o crescimento bacte-<br />
a opção 1 não fornece controlo ou remoção e não é<br />
recomendada para aplicações em que os níveis bacterianos<br />
necessitem riano. a de passagem ser controlados. repetida a opção de 2 água é a melhor através escolha<br />
para baixos níveis de contaminação no reservatório e<br />
de uma câmara UV e de um meio de pu-<br />
purificação final anterior à utilização. ambas as opções<br />
são comparadas abaixo.<br />
Opção 2<br />
Armazenamento com recirculação periódica<br />
Retorno para<br />
repurificação<br />
Alimentação<br />
do purificador<br />
Bomba de<br />
recirculação<br />
Filtro de ventilação<br />
composto para<br />
remoção de<br />
contaminantes<br />
atmosféricos<br />
A água flui<br />
constantemente –<br />
não existem áreas<br />
estáticas<br />
Ponto de<br />
distribuição<br />
rificação remove as bactérias e outras impurezas<br />
de forma contínua, minimizando a<br />
acumulação. em contraste, a água estática<br />
em reservatórios ou em dead-legs (secções<br />
estagnadas) é sempre considerada<br />
Filtro de ventilação<br />
como uma fonte altamente composto indesejável para de<br />
remoção de<br />
contaminação bacteriana, contaminantes como recomendado<br />
em clSi, iSPe, USP, A água eP. flui a recirculação<br />
atmosféricos<br />
constantemente –<br />
pode produzir melhoramentos não existem áreas drásticos<br />
estáticas<br />
nos níveis de contaminação bacteriana,<br />
Ponto de<br />
distribuição<br />
conforme ilustrado abaixo. a água purifi-<br />
A água recircula<br />
ininterruptamente<br />
quando não existe<br />
solicitação<br />
cada foi armazenada em dois reservatórios<br />
esterilizados de 25 litros equipados com<br />
filtros de protecção. em ambos os casos, foi<br />
distribuído 1 litro de água por minuto por<br />
hora, o correspondente a dois volumes de<br />
reservatório por dia. os reservatórios foram<br />
higienizados periodicamente. Num dos reservatórios<br />
não foi efectuada recirculação e<br />
foram recolhidas amostras de forma asséptica.<br />
a água que se encontrava no segundo<br />
sistema foi recirculada ininterruptamente<br />
através de uma resina de troca iónica e<br />
de uma câmara UV. as amostras foram<br />
recolhidas de dois pontos: do reservatório<br />
e depois da câmara UV. os resultados são<br />
ilustrados abaixo. como esperado, os níveis<br />
bacterianos no reservatório estático foram<br />
muito elevados, aumentando de 4 para<br />
mais de 1000 UFc/ml. os níveis no reservatório<br />
onde ocorreu a recirculação apresentaram<br />
uma média de 2,1 UFc/ml, realçando<br />
a carga mais baixa em qualquer filtro final.<br />
os melhores resultados foram obtidos a<br />
partir de amostras recolhidas após as tecnologias<br />
de purificação, tipicamente 0,1<br />
UFc/ml ou menos.<br />
a recirculação da água num sistema de armazenamento de água purificada tem dois propósitos. a água em movimento tende<br />
a interferir com o estabelecimento e crescimento de biofilmes, que actuam como núcleos para o crescimento bacteriano.<br />
a passagem repetida de água através de uma câmara UV e de um meio de purificação remove as bactérias e outras impurezas<br />
de forma contínua, minimizando a acumulação. em contraste, a água estática em reservatórios ou em dead-legs (secções<br />
estagnadas) é sempre considerada como uma fonte altamente indesejável de contaminação bacteriana, como recomendado<br />
em clSi, iSPe, USP, eP.<br />
a recirculação pode produzir melhoramentos drásticos nos níveis de contaminação bacteriana, conforme ilustrado abaixo.<br />
a água purificada foi armazenada em dois reservatórios esterilizados de 25 litros equipados com filtros de protecção. em<br />
ambos os casos, foi distribuído 1 litro de água por minuto por hora, o correspondente a dois volumes de reservatório por dia.<br />
os reservatórios foram higienizados periodicamente. Num dos reservatórios não foi efectuada recirculação e foram recolhidas<br />
amostras de forma asséptica. a água que se encontrava no segundo sistema foi recirculada ininterruptamente através de uma<br />
resina de troca iónica e de uma câmara UV. as amostras foram recolhidas de dois pontos: do reservatório e depois da câmara<br />
UV. os resultados são ilustrados abaixo. como esperado, os níveis bacterianos no reservatório estático foram muito elevados,<br />
aumentando de 4 para mais de 1000 UFc/ml. os níveis no reservatório onde ocorreu a recirculação apresentaram uma<br />
média de 2,1 UFc/ml, realçando a carga mais baixa em qualquer filtro final. os melhores resultados foram obtidos a partir de<br />
amostras recolhidas após as tecnologias de purificação, tipicamente 0,1 UFc/ml ou menos.<br />
contagem total viável<br />
*Contagem total viável<br />
Reservatório estático Reservatório de recirculação<br />
torneira de distribuição de recirculação<br />
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watertech.marcom.latam@veolia.com<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019<br />
Reservatório estático<br />
Reservatório de recirculação<br />
torneira de distribuição de recirculação
Fujirebio estará presente no 53º Congresso Brasileiro<br />
de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial<br />
A Fujirebio estará presente no 53º<br />
CBPC/ML (Congresso Brasileiro de Patologia<br />
Clínica/Medicina Laboratorial) no<br />
Centro de Convenções Sul américa no Rio<br />
de Janeiro entre os dias 24 a 27 de setembro<br />
de 2019 no estande # 69. A feira estará<br />
em sua 53ª edição, contará com diversos<br />
expositores e uma grande programação<br />
científica. Será imperdível para todos os<br />
profissionais da área da saúde.<br />
A Fujirebio, ao longo dos anos, foi<br />
moldada pela integração bem-sucedida<br />
com experientes empresas no ramo de<br />
diagnóstico in vitro, como a Centocor em<br />
1998, a CanAg Diagnostics em 2006 e a<br />
Innogenetics em 2010.<br />
Hoje, a Fujirebio inclui escritórios nos<br />
Estados Unidos, Europa, América Latina<br />
e Ásia, bem como uma vasta rede de distribuição<br />
internacional.<br />
A linha de produtos da Fujirebio possui<br />
soluções avançadas de testes laboratoriais<br />
clínicos totalmente automatizados.<br />
Além disso, inclui biomarcadores novos e<br />
de rotina. Eles cobrem uma variedade de<br />
diagnósticos, como as doenças infecciosas,<br />
oncologia, testes genéticos, tireoide,<br />
fertilidade, tipagem de tecido, neurodegeneração<br />
e metabolismo ósseo.<br />
Envie um e-mail para brazil@fujirebio.com<br />
e agende uma reunião com representantes<br />
da empresa durante o evento.<br />
Fujirebio<br />
Telefone: (11) 2176-2070<br />
brazil@fujirebio.com<br />
www.fujirebio.com<br />
0111
informe de mercado<br />
FirstLab apresenta um novo conceito na<br />
fabricação de coletores<br />
A proposta da FirstLab é fornecer<br />
produtos para laboratórios dedicados<br />
à área de análises clínicas com responsabilidade<br />
e sustentabilidade. A<br />
nossa linha de produção usa de forma<br />
consciente toda a matéria-<br />
-prima, como por exemplo, a utilização<br />
da menor quantidade de plástico<br />
necessária na produção sem perder a<br />
resistência e a qualidade.<br />
“Fizemos um estudo de mercado e<br />
percebemos uma oportunidade para<br />
nos diferenciarmos oferecendo um<br />
produto com um novo conceito em<br />
sua produção”, explica Laura Santos,<br />
da FirstLab. Os coletores são fabricados<br />
em polipropileno, material<br />
resiliente que deixa o produto mais<br />
maleável minimizando o risco de<br />
rachaduras, inclusive nas tampas. O<br />
sistema de vedação tipo rosca<br />
facilita o transporte e evita qualquer<br />
tipo de perda da amostra. Além disso,<br />
para facilitar a coleta de amostra do<br />
paciente, principalmente o feminino,<br />
num trabalho conjunto entre as equipes<br />
de desenvolvimento de produtos<br />
e assessoria científica, foi elaborado<br />
um coletor de 50 mL com a boca<br />
mais larga, do mesmo tamanho da<br />
boca do coletor de 80 mL.<br />
E o nosso compromisso vai além,<br />
os produtos de fabricação própria<br />
passam por 4 etapas de inspeção<br />
até a entrega final: inspeção física<br />
(vedação, rebarbas e empenamento<br />
de tampa); inspeção de quantidade<br />
por pacote (peso e unidades); inspeção<br />
da integridade do produto final e<br />
inspeção dos dados técnicos. E todos<br />
os produtos estéreis passam pelo processo<br />
de radiação ionizante.<br />
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0112<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
Publieditorial<br />
O Laboratório São Marcos construiu, ao longo da sua<br />
trajetória, uma história de quase 80 anos<br />
baseada em valores e princípios sólidos.<br />
Nessas oito décadas, o São Marcos<br />
se tornou sinônimo de tradição<br />
e credibilidade em Minas Gerais,<br />
sendo hoje uma das referências<br />
no Mercado de Medicina<br />
Preventiva e Diagnóstica.<br />
A experiência acumulada com<br />
o tempo e a busca constante<br />
pela evolução, contribuíram para<br />
a nossa expansão, fazendo nascer assim o<br />
Grupo São Marcos. Atualmente, possuímos 76<br />
unidades nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte<br />
e de São Paulo. Além da atuação em Análises Clínicas,<br />
oferecemos serviços de Anatomia Patológica e<br />
Citologia, Biologia Molecular, Genética, Diagnóstico por<br />
Imagem, Medicina Nuclear e Vacinas.<br />
O São Marcos Laboratório de Apoio é parte fundamental<br />
desse crescimento. Atuando diretamente em mais 16<br />
estados brasileiros, além de Minas Gerais, contribuímos<br />
efetivamente com o desenvolvimento do negócio<br />
de mais de 600 clientes.<br />
A capacidade da nossa área produtiva é de 3 milhões de<br />
exames por mês. Por meio de uma tecnologia avançada,<br />
utilizando sistemas automação total, com esteiras<br />
de alta performance, desde 2015, oferecendo resultados<br />
laboratoriais com precisão e agilidade.<br />
Nosso sistema oferece aos laboratórios apoiados, não<br />
só geração de etiqueta primária, como rápida integração,<br />
seja via WebService ou XML (upload de dados no<br />
nosso portal).<br />
Somos reconhecidos pela qualidade de nossa equipe e<br />
de nossa Área Técnica por meio dos certificados: ONA;<br />
PALC; SBIm e ISO 2008.<br />
Oferecemos aos clientes diversos canais de comunicação<br />
com a nossa Assessoria Científica, sempre pronta<br />
para oferecer o suporte necessário.<br />
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Médica Comércio - Há 15 anos contribuindo para o<br />
segmento de diagnóstico clínico<br />
logística rápida e eficiente para armazenamento<br />
e transporte de produtos, com<br />
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arcadores cardíacos mLabs<br />
equipe administrativa e comercial de alto<br />
omarcadores cardíacos no mLabs diagnóstico ® do infarto agudo nível do e miocárdio<br />
técnicos e assessores científicos<br />
capacitados, conquistando assim, respeito<br />
iomarcadores cardíacos no diagnóstico do infarto agudo do miocárdio<br />
e credibilidade junto aos clientes e ao mercado<br />
de diagnóstico clínico.<br />
A MÉDICA LTDA acredita na importância<br />
de procurar sempre os melhores<br />
diagnóstico precoce do Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) e o imediato início do<br />
Hoje, estamos diante de um grande<br />
tamento diagnóstico são precoce essenciais do desafio: Infarto para proporcionar reduzir Agudo do a ao mortalidade Miocárdio mercado de (IAM) e<br />
padrões<br />
morbidade e o imediato de atendimento<br />
dos início pacientes<br />
e do se compromete<br />
em oferecer dos pacientes uma ampla gama<br />
ratamento ometidos. são essenciais<br />
diagnóstico<br />
para reduzir<br />
clínico soluções<br />
a mortalidade<br />
inovadoras<br />
de maneira mais rápida e eficiente<br />
e morbidade<br />
cometidos.<br />
de instrumentos para diagnósticos em<br />
análise dos marcadores contribuindo cardíacos com (Troponina excelência I, na CK-MB resposta<br />
cardíacos aos e pacientes. na (Troponina estratificação I, CK-MB de risco e Mioglobina), de hormônios, pacientes uroanálise, é de admitidos extremo gasometria, na<br />
e hematologia, Mioglobina), bioquímica, é de extremo imunologia,<br />
lor análise no diagnóstico dos marcadores diferencial<br />
Por isso, há 15 anos a MÉDICA LTDA<br />
alor ergência no diagnóstico com dor torácica. diferencial e na estratificação de risco de eletrólitos, pacientes point admitidos of care na e diagnóstico<br />
através da detecção do material<br />
comercializa produtos e equipamentos de<br />
mergência com dor torácica.<br />
alta qualidade para o diagnóstico laboratorial.<br />
Distribuidora exclusiva dos produ-<br />
ao longo dos anos focamos em satis-<br />
importante observar a típica elevação e queda dos padrões dos genético. marcadores Com a expertise de necrose adquirida<br />
rdíaca importante juntamente observar com a típica<br />
tos<br />
achados elevação<br />
Roche nos<br />
clínicos e queda<br />
estados<br />
consistentes dos padrões<br />
de Pernambuco,<br />
de dos Síndrome marcadores Coronária de necrose Aguda<br />
fazer nossos clientes com produtos e<br />
CA).<br />
ardíaca juntamente com achados clínicos consistentes de Síndrome Coronária Aguda<br />
Alagoas e Paraíba, dispõe de estrutura serviços diferenciados, em valorizar<br />
SCA).<br />
pidez e precisão no diagnóstico do infarto agudo do miocárdio, avaliação de dispneia<br />
apidez e precisão no diagnóstico do infarto agudo do miocárdio, avaliação de dispneia<br />
or torácica através da quantificação dos marcadores cardíacos utilizando o analisador<br />
dor torácica através da quantificação dos marcadores cardíacos utilizando o analisador<br />
ltiparâmetros mLabs ® .<br />
ultiparâmetros mLabs ® .<br />
Múltiplo de amplitude referência superior<br />
Múltiplo de amplitude referência superior<br />
nossos colaboradores através do seu<br />
desenvolvimento profissional e em<br />
promover a solidez e sustentabilidade<br />
da nossa organização.<br />
A MÉDICA LTDA possui as certificações<br />
necessárias para garantir a qualidade<br />
de seus produtos e serviços o que<br />
garantiu seu crescimento tanto no setor<br />
público como no privado, se posicionando<br />
com destaque no segmento de<br />
diagnóstico clínico, sendo considerada<br />
empresa sólida e inovadora.<br />
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cardíacos no diagnóstico do infarto agudo do miocárdio<br />
Padrão temporal de liberação<br />
Padrão temporal de liberação<br />
Horas após o início do IAM<br />
Marcador cardíaco Aumento inicial Pico Retorno - Valor - Valor basal basal<br />
Mioglobina 2-3h 6-9h 18-36h<br />
CK-MB 3-8h 10-24h 3-4 3-4 dias dias<br />
Troponina 4-6h 10-24h 10-24h 7 dias 7 dias ou ou mais mais<br />
ara<br />
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informações,<br />
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contato<br />
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e-mail<br />
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faleconosco@lumiradx.com<br />
faleconosco@lumiradx.com<br />
ou (11) 5185- 0114 8181.<br />
(11) 5185- 8181.<br />
AGILIDADE NA TOMADA DE DECIS<br />
DOS DIAGNÓSTICOS<br />
O diagnóstico precoce do Infarto Agudo do Miocárdio<br />
(IAM) e o imediato início do tratamento são essenciais para<br />
reduzir a mortalidade e morbidade dos pacientes acometidos.<br />
A análise dos marcadores cardíacos (Troponina I, CK-MB e<br />
Mioglobina),<br />
Point<br />
é<br />
of<br />
de<br />
Care<br />
extremo<br />
e Testes<br />
valor<br />
Rápidos.<br />
no diagnóstico diferencial e<br />
na estratificação de risco de pacientes admitidos na emergência<br />
com dor torácica.<br />
É importante Point of observar Care proporciona a típica elevação inúmeras vantagens: e queda dos padrões<br />
dos marcadores • Rápida de tomada necrose de decisão cardíaca juntamente com achados<br />
• Redução do Tempo de Resposta – TAT*<br />
clínicos consistentes • Redução no de tempo Síndrome de internação Coronária Aguda (SCA).<br />
• Menor proporção de erros pré e pós analíticos<br />
Rapidez e precisão no diagnóstico do infarto agudo do<br />
• Volume baixo de amostras<br />
miocárdio, • Precisão avaliação e exatidão de dispneia compatíveis e dor aos torácica através da<br />
métodos convencionais<br />
quantificação dos marcadores cardíacos utilizando o analisador<br />
multiparâmetros mLabs®.<br />
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Revista NewsLab | Ago/Set 2019<br />
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informe de mercado<br />
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dispersão laser em 3 ângulos fornece<br />
uma melhor detecção de células WBC<br />
usando medidas precisas de dispersão<br />
de luz. A partir de um sensor de detecção<br />
de pequeno ângulo dianteiro<br />
(FSS), no qual se obtém informações<br />
sobre o tamanho do leucócito em<br />
análise. Um segundo sensor de grande<br />
ângulo dianteiro (FLS), no qual se<br />
obtém informações sobre a estrutura<br />
celular e complexidade de partículas<br />
de nucleocromatina, e finalmente a<br />
partir de um sensor de ângulo lateral<br />
(SDS), obtemos informações de granularidade<br />
interna e globularidade. Esta<br />
informação gráfica 3D é calculada por<br />
um algoritmo de software exclusivo<br />
da Nihon Kohden.<br />
Sem processamento<br />
químico de WBC<br />
O reagente de classificação de leucócitos<br />
patenteado pela Nihon Kohden<br />
provoca a hemólise seletiva das hemácias,<br />
deixando os leucócitos intactos.<br />
O núcleo, os grânulos e a celularidade<br />
são preservados em seu estado original.<br />
As células não são alteradas por<br />
coloração, retração ou lise diferencial,<br />
desta forma não há distorção dos resultados<br />
da medição. O Celltac Es<br />
pode obter informações morfológicas<br />
a partir de núcleos e grânulos de WBC<br />
de forma natural e realizar contagens<br />
diferenciais (5 diff) mais precisas.<br />
Medição em um único canal<br />
O Celltac Es mede cada célula em<br />
um único citômetro de fluxo. Isso elimina<br />
erros de medição usando vários<br />
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0116<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
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Plataforma 28<br />
28 Testes<br />
Testes ~2,000<br />
~2,000 Resultados/Dia<br />
Resultados/Dia *^ *^<br />
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Infecções<br />
Associadas Infecções<br />
Associadas<br />
aos<br />
Cuidados aos<br />
de de Cuidados<br />
Saúde<br />
de Saúde<br />
Saúde da da<br />
Saúde da<br />
Mulher<br />
Mulher<br />
Oncologia<br />
Oncologia e<br />
Genética Genética<br />
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Doenças<br />
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Xpert ® ® MRSA/SA SSTI<br />
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Xpert ® ® C. C. difficile BT BT<br />
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Xpert ® ® vanA/vanB<br />
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Virologia<br />
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Xpert ® ® Xpress Flu/RSV<br />
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Xpert ® ® Ebola<br />
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Viral Load<br />
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Análise interna Cepheid do GeneXpert Infinity-80 usando ensaios mistos durante um período de tempo de 24 horas<br />
^ ^<br />
^Chernesky MA MA et et al. al. Comparação dos dos ® ®<br />
instrumentos<br />
®<br />
cobas cobas 4800, 4800, MA et al. Comparação dos instrumentos cobas 4800, m2000, m2000,<br />
m2000, Viper Viper<br />
Viper XTR XTR<br />
XTR e Infinity e Infinity<br />
Infinity 80 80<br />
80 emparelhamentos<br />
emparelhamentos automáticos<br />
automáticos durante<br />
durante o o processamento<br />
processamento<br />
de de amostras amostras<br />
de amostras de de urina urina<br />
de urina para para<br />
para o o diagnóstico<br />
o diagnóstico de de<br />
de Chlamydia<br />
Chlamydia trachomatis<br />
trachomatise e Neisseria Neisseria gonorrhoeae.<br />
gonorrhoeae. Doença<br />
Doença sex. sex.<br />
sex. trans. trans.<br />
trans. 2017 2017<br />
2017 Mar;44(3):161-165.<br />
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0118<br />
Mobius lança kit para detecção do<br />
Vírus John Cunningham<br />
O vírus John Cunningham (JCV)<br />
pertence à família do poliomavírus<br />
humano e foi identificado pela primeira<br />
vez em 1965. Este vírus foi batizado<br />
com os dois primeiros nomes do paciente<br />
diagnosticado com uma doença<br />
causada pelo vírus, a leucoencefalopatia<br />
multifocal progressiva (LEMP).<br />
Estima-se que cerca de 80% da população<br />
tenha este vírus, geralmente sendo<br />
infectado na infância de forma assintomática,<br />
provavelmente por vias respiratórias.<br />
Em um sistema imunológico sadio<br />
o JCV não oferece grandes riscos.<br />
Contudo, indivíduos com o sistema<br />
imunológico comprometido como<br />
portadores de HIV, transplantados ou<br />
quem faz tratamento com imunossupressores<br />
tem chances de reativar o<br />
vírus e levar a LEMP.<br />
Portadores de esclerose múltipla<br />
normalmente utilizam como forma<br />
de tratamento uma droga chamada<br />
de natalizumabe. Seu uso crônico, por<br />
mais de dois anos, está associado ao<br />
desenvolvimento de LEMP, principalmente<br />
em pacientes com JCV positivo.<br />
Diagnóstico molecular<br />
A Mobius Life Science lançou recentemente<br />
o Kit XGen Master JCV<br />
faz a detecção e quantificação do DNA<br />
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em tempo real com uma amostra de<br />
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ou urina. Nessa técnica não é<br />
necessária a realização de biópsia do<br />
tumor, um procedimento mais invasivo<br />
e de maior risco para o paciente.<br />
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Revista NewsLab | Ago/Set 2019
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informe de mercado<br />
A importância da dosagem do D-Dimer.<br />
A importância da dosagem do D-Dimer.<br />
O D-Dímero é um produto de degradação específico da fibrina (FDP). Ocorre quando um coágulo de sangue<br />
é degradado pelo fibrinogênio. Portanto, indica a possível presença de coágulos sanguíneos<br />
potencialmente perigosos organismo.<br />
O teste de D-Dímero é usado como uma ajuda no diagnóstico de tromboembolismo venoso, uma doença<br />
disseminada mundialmente e a terceira doença depois de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral.<br />
O D-Dímero é um produto de degradação<br />
específico da fibrina (FDP). Ocorre quando<br />
um coágulo de sangue é degradado pelo<br />
fibrinogênio. Portanto, indica a possível presença<br />
de coágulos sanguíneos potencialmente<br />
perigosos organismo.<br />
O teste de D-Dímero é usado como uma<br />
ajuda no diagnóstico de tromboembolismo<br />
venoso, uma doença disseminada mundialmente<br />
e a terceira doença depois de ataque<br />
cardíaco e acidente vascular cerebral.<br />
Os principais tipos de VTE são a trombose<br />
venosa profunda (DVP) e embolismo pulmonar<br />
(EP). Em combinação com uma avaliação<br />
clínica é recomendado como primeiro teste<br />
no gerenciamento de pacientes com suspeita<br />
de tromboembolismo venoso.<br />
Existem 3 diferentes métodos para a<br />
detecção de D-Dímero. O kit HemoStat D-<br />
-Dimer da In Vitro/Human é um imunoensaio<br />
aprimorado de micropartículas pra a<br />
determinação quantitativa de D-Dímero. Utiliza<br />
um anticorpo monoclonal que reage especificamente<br />
com o D-Dímero, e não com<br />
outros produtos de degradação da fibrina.<br />
Os principais tipos de VTE são a trombose venosa profunda (DVP) e embolismo pulmonar (EP). Em<br />
combinação com uma avaliação clínica é recomendado como primeiro teste no gerenciamento de<br />
pacientes com suspeita de tromboembolismo venoso.<br />
Existem 3 diferentes métodos para a detecção de D-Dímero. O kit HemoStat D-Dimer da In Vitro/Human é<br />
um imunoensaio aprimorado de micropartículas pra a ser determinação usado em quantitativa combinação de D-Dímero. com Utiliza um um<br />
anticorpo monoclonal que reage especificamente com o D-Dímero, e não com outros produtos de<br />
degradação da fibrina.<br />
teste de baixa probabilidade para a<br />
O teste é simples porque é fácil de ser usado. É rápido por fornecer o resultado em 3 minutos. Possui<br />
excelente custo benefício se comparado com testes de imagem.<br />
É seguro. Testes provaram que o kit HemoStat D-Dimer da In Vitro/Human tem um alto valor preditivo<br />
negativo (VPN) de 99%, acompanhado de alta sensibilidade. Nestas condições o teste cumpre<br />
Um resultado positivo de D-Dímero pode<br />
perfeitamente com as diretrizes CLS H59-A , e é recomendado para ser usado em combinação com um<br />
teste de baixa probabilidade para a exclusão de DVP e indicar EP. VTE, mas outras causas potenciais<br />
Um resultado negativo de D-Dímero praticamente descarta trombose.<br />
Um resultado positivo de D-Dímero pode indicar VTE, mas outras causas potenciais (ex. gravidez) ainda são<br />
possíveis.<br />
Abaixo do Cut-off<br />
Sem tratamento<br />
EP/DVP improvável<br />
(paciente de baixo risco<br />
EP/DVP improvável<br />
(paciente de baixo risco<br />
Acima do Cut-off<br />
Determinar a probabilidade de<br />
EP / DVP<br />
O teste é simples porque é fácil de ser<br />
usado. É rápido por fornecer o resultado em<br />
3 minutos. Possui excelente custo benefício<br />
se comparado com testes de imagem.<br />
É seguro. Testes provaram que o kit<br />
HemoStat D-Dimer da In Vitro/Human<br />
tem um alto valor preditivo negativo<br />
(VPN) de 99%, acompanhado de alta<br />
sensibilidade. Nestas condições o teste<br />
cumpre perfeitamente com as diretrizes<br />
CLS H59-A , e é recomendado para<br />
exclusão de DVP e EP.<br />
Um resultado negativo de D-Dímero praticamente<br />
descarta trombose.<br />
(ex. gravidez) ainda são possíveis.<br />
EP/DVP provável<br />
(paciente de alto risco<br />
Imagem: Ultrassonografia, Raio X – Venografia (DVP) ou<br />
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0120<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
HUMASRATE 24PT<br />
Sedimentação<br />
com velocidade<br />
e precisão<br />
O procedimento no HumaSRate 24PT contempla as três da fases da sedimentação,<br />
sendo uma leitura realizada a cada dez segundos, o que confere mais precisão e alta<br />
correlação com Westergren.<br />
Taxa de Sedimentação Eritrocitária<br />
A sedimentação eritrocitária no HumaSRate 24 PT ocorre em três fases:<br />
- Fase 1 Agregação: A agregação de eritrócitos é um aglomerado reversível de<br />
glóbulos vermelhos.<br />
- Fase 2 Sedimentação: Eritrócitos se agregam de maneira especial para formar<br />
um rouleaux e descem para o fundo do tubo.<br />
- Fase 3 Acomodação: As formações de rouleaux se reúnem na parte inferior.<br />
Medição Real da Sedimentação<br />
- Resultados precisos com sedimentação em curva única;<br />
- Registro contínuo a cada 10 segundos;<br />
- Uma curva ESR oferece mais informação do que apenas uma leitura<br />
ESR após 20 minutos;<br />
- Até três etiquetas no tubo EDTA não afeta a leitura;<br />
- Níveis de sedimentação pouco precisos são corrigidos;<br />
- Erros por manchas de sangue na parede do tubo são<br />
eliminados pelo algoritmo da curva de sedimentação.<br />
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Cuidando do futuro, juntos.
informe de mercado<br />
0122<br />
ESTEIRA DE INTEGRAÇÃO EM LABORATÓRIO DE APOIO<br />
Com ESTEIRA visão empreendedora DE INTEGRAÇÃO e foco no atendimento EM ao LABORATÓRIO cliente, o Lab Rede® implantou DE APOIO modelo de<br />
esteira de integração. ESTEIRA Os resultados DE INTEGRAÇÃO mostram o impacto EM LABORATÓRIO positivo desta mudança DE APOIO no processo de<br />
Com visão empreendedora e foco no atendimento ao cliente, o Lab Rede® implantou modelo de<br />
esteira de integração. Com visão automação, empreendedora com aumento<br />
Os resultados e foco mostram no atendimento da produtividade<br />
o impacto ao cliente, e<br />
positivo o redução Lab desta Rede® do<br />
mudança implantou TAT.<br />
no modelo processo de de<br />
esteira de integração. Os resultados mostram o impacto positivo desta<br />
automação, com aumento da produtividade e redução Um mudança cenário do TAT. comparativo no processo de incluindo<br />
um dos diferentes ESTEIRA ESTEIRA<br />
modelos DE DE automação,<br />
de<br />
INTEGRAÇÃO com aumento<br />
mesmo perfil EM da EM produtividade<br />
de LABORATÓRIO e redução do TAT.<br />
exames os setores DE<br />
de automação, APOIO<br />
manual<br />
processos<br />
A decisão de A optar e implementar ControlLab® com laboratórios de Um cenário comparativo incluindo<br />
um Com dos visão Com<br />
diferentes<br />
visão<br />
Com decisão visão empreendedora automação empreendedora optar e implementar<br />
modelos e e (quantitativo), foco<br />
e foco ControlLab®<br />
mesmo no atendimento<br />
no atendimento bem com laboratórios<br />
perfil de<br />
ao<br />
ao como cliente,<br />
cliente,<br />
ao cliente, a de<br />
o<br />
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Lab<br />
Lab<br />
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Rede® cenário<br />
Lab quarteirizado Rede® implantou comparativo implantou<br />
modelo incluindo mostra de<br />
de o<br />
laboratorial modelo de deve um esteira dos<br />
esteira considerar diferentes integração. modelos integração. o Os evolução resultados de mesmo mostram<br />
Os resultados TAT perfil o impacto<br />
mostram (turnaround<br />
de exames positivo desta<br />
o impacto crescimento os setores mudança de automação, no<br />
processos de automação<br />
positivo global, processo manual<br />
desta mantendo de manual<br />
esteira processos integração. de Os resultados mostram o<br />
bem<br />
impacto positivo desta mudança no processo<br />
mostra mudança<br />
no processo estratégico automação, deve considerar da time) com (quantitativo),<br />
de<br />
o<br />
posicionamento<br />
laboratorial o com para aumento o aumento exame da TSH. produtividade bem como e a redução e quarteirizado<br />
da produtividade automação TAT. mostra o<br />
laboratorial deve automação, considerar com<br />
evolução o aumento evolução do<br />
da do TAT<br />
produtividade TAT (turnaround e redução crescimento do e TAT. redução global,<br />
em torno<br />
global, do mantendo TAT. de 90%,<br />
mantendo<br />
empresa, sua A decisão posicionamento forma de de optar atuação, e estratégico implementar Observou-se da ControlLab® time) para um o exame crescimento com laboratórios TSH. em de como automação Um cenário se segue em comparativo torno na tabela de incluindo 90%, abaixo.<br />
posicionamento estratégico da time) para o exame TSH.<br />
automação em torno de 90%,<br />
análise A decisão<br />
um<br />
empresa, A decisão do empresa, de<br />
dos<br />
optar<br />
sua de optar volume diferentes sua e implementar<br />
forma modelos<br />
forma e implementar atuação,<br />
de atuação, um exames de<br />
ControlLab®<br />
mesmo Observou-se de 37,8% com<br />
perfil um laboratórios desde crescimento 2012, exames<br />
de em Um como os setores<br />
cenário segue de<br />
comparativo na automação, tabela abaixo. incluindo<br />
manual<br />
um dos diferentes modelos de perfil Observou-se mesmo de exames perfil um (quantitativo), crescimento de exames bem em os como Um setores cenário segue de comparativo automação, na tabela incluindo manual abaixo. os<br />
processamento, processos análise a viabilidade<br />
do de volume automação mantendo de (quantitativo), exames um de 37,8% percentual bem desde como 2012, de a e quarteirizado mostra o<br />
análise dos diferentes processos do modelos volume de processos exames de 37,8% desde 2012,<br />
econômica laboratorial processamento, de<br />
e outros critérios. deve automação considerar a viabilidade como<br />
automação o (quantitativo), evolução<br />
a mantendo evolução<br />
em torno do<br />
do um bem TAT<br />
TAT percentual (turnaround<br />
de 90%. (turnaround como de a setores e crescimento quarteirizado de automação,<br />
global,<br />
manual mostra mantendo<br />
e quarteirizado<br />
crescimento automação mostra em global, o crescimento torno mantendo de 90%, global,<br />
o<br />
processamento, automação laboratorial laboratorial posicionamento econômica deve a deve e viabilidade<br />
outros considerar estratégico critérios. o o time) da mantendo evolução para time) automação o exame para do um o em TSH. exame TAT percentual torno (turnaround<br />
TSH. de 90%. de<br />
O Lab Rede® decidiu pela A produtividade, exames /<br />
econômica posicionamento posicionamento empresa, e O outros estratégico<br />
Lab sua critérios. Rede® estratégico forma da empresa,<br />
decidiu atuação, da pela automação Observou-se time) Observou-se A para produtividade, em o um exame torno crescimento um TSH. crescimento de 90%. exames<br />
em exa-emes<br />
/<br />
mantendo automação como se segue automação em na torno tabela em abaixo. de torno 90%, de<br />
implementação da “esteira de<br />
O sua forma empresa, Lab de análise implementação<br />
Rede® atuação, sua forma análise decidiu do do volume da atuação, “esteira colaborador<br />
pela de de<br />
A Observou-se produtividade, exames colaborador e um 37,8% crescimento e benchmarking<br />
exames desde 2012, em / como se segue na tabela abaixo.<br />
transporte” devido à garantia de<br />
implementação análise processamento,<br />
transporte”<br />
do<br />
de processamento, a viabilidade “esteira volume<br />
devido<br />
a<br />
à<br />
viabilidade<br />
garantia variaram<br />
econômica<br />
e outros critérios. devido à a garantia viabilidade critérios.<br />
de de<br />
de<br />
de<br />
colaborador exames mantendo<br />
variaram<br />
37,8%<br />
de<br />
desde<br />
de 9.097 de<br />
37,8% e um<br />
9.097<br />
2012, mantendo<br />
benchmarking<br />
percentual desde<br />
(Mínimo 2012,<br />
2483,<br />
um 90%, como segue na tabela abaixo.<br />
de<br />
um fluxo automatizado um fluxo automatizado com Média com percentual Média 3701 de automação 3701 e Máximo e Máximo em torno 5636) 5636) de 90%. em em<br />
transporte” processamento, econômica e outros<br />
de variaram mantendo automação<br />
de 9.097 um em torno<br />
(Mínimo percentual de 90%.<br />
2483, de O TAT de liberação do TSH evoluiu<br />
possibilidade de integrar<br />
de liberação do TSH evoluiu<br />
possibilidade de integrar 2012 para 15.125 em 2019<br />
um<br />
econômica O Lab<br />
O Lab fluxo Rede® automatizado<br />
e outros Rede® critérios. decidiu pela A produtividade, 2012 para<br />
decidiu pela implemen-<br />
Média<br />
automação A produtividade, exames 15.125 /<br />
3701<br />
em<br />
e Máximo<br />
torno de exames colaborador<br />
A e benchmarking colaborador produtividade, 4079, Média variaram e benchmarking<br />
exames 5914 de 9.097 e /<br />
em 2019<br />
5636)<br />
90%. / de 4:06:03 dias para 00:15:51<br />
metodologias e compartilhar (Mínimo 4079, Média 5914 em e de 4:06:03 dias para 00:15:51<br />
metodologias O Lab implementação Rede® e compartilhar decidiu da “esteira pela (Mínimo de<br />
horas. O TAT de liberação do TSH evoluiu<br />
possibilidade analisadores,<br />
tação “esteira de transporte” de integrar otimizando<br />
devido à 2012 a Máximo para 15.125 8379). A em distribuição 2019 horas.<br />
analisadores, implementação transporte”<br />
produtividade. otimizando da devido “esteira A automação<br />
à garantia a de Máximo (Mínimo de<br />
dos colaborador variaram<br />
escalonada 2483, 8379). Média de<br />
nos e 9.097 A 3701 anos benchmarking<br />
distribuição<br />
(Mínimo e pré Máximo e<br />
2483,<br />
pós de 4:06:03 dias para 00:15:51<br />
metodologias e compartilhar (Mínimo 4079, Média 5914 e<br />
produtividade. garantia transporte” de<br />
um processos fluxo<br />
fluxo<br />
A devido automação automatizado analíticos automatizado<br />
à garantia dos com laboratoriais de<br />
com<br />
escalonada 5636) variaram em<br />
Média implementação 2012 de<br />
3701<br />
nos para 9.097 15.125<br />
e Máximo<br />
anos da (Mínimo esteira em pré 2019<br />
5636)<br />
e seguem 2483, (Mí-enimo<br />
4079,<br />
pós horas. O TAT de liberação do TSH evoluiu<br />
analisadores, possibilidade otimizando a Máximo 8379). A distribuição<br />
processos possibilidade um analíticos fluxo de<br />
pressupõe<br />
integrar automatizado laboratoriais<br />
metodologias<br />
a redução de<br />
com e<br />
de integrar vários 2012 para 15.125 em 2019<br />
implementação Média 3701 e da Máximo esteira 5636) seguem em<br />
produtividade. metodologias A automação e compartilhar<br />
no gráfico<br />
dos escalonada (Mínimo<br />
Média<br />
abaixo:<br />
nos 4079,<br />
5914 e Máximo<br />
anos Média<br />
8379). de<br />
pré e pós O<br />
O<br />
TAT<br />
TAT 4:06:03<br />
de<br />
de<br />
liberação<br />
liberação dias para<br />
do<br />
do<br />
TSH<br />
TSH 00:15:51<br />
evoluiu<br />
evoluiu<br />
pressupõe<br />
processos compartilhar possibilidade recursos,<br />
a<br />
analíticos redução de maximizando<br />
laboratoriais<br />
otimizando de vários integrar a<br />
5914 e<br />
a no 2012<br />
implementação<br />
gráfico para abaixo: 15.125 em 2019 horas.<br />
analisadores, otimizando A a distribuição Máximo escalonada 8379). da esteira nos A anos distribuição seguem pré e de de 4:06:03 4:06:03 dias dias para 00:15:51 para 00:15:51 horas.<br />
segurança e a produção.<br />
recursos,<br />
metodologias<br />
pressupõe produtividade. a A maximizando<br />
e compartilhar<br />
automação redução dos de processos<br />
analíticos e processos a laboratoriais Congresso produção. analíticos Brasileiro<br />
vários<br />
a<br />
(Mínimo 4079, Média 5914 e<br />
produtividade. Este estudo, A automação apresentado dos pós<br />
analisadores, otimizando a<br />
no gráfico implementação escalonada<br />
abaixo:<br />
nos da esteira anos pré seguem e pós horas.<br />
Máximo 8379). A distribuição<br />
segurança<br />
recursos, maximizando pressupõe laboratoriais de Análises<br />
produtividade. A automação a no gráfico implementação abaixo: da esteira seguem<br />
dos escalonada nos anos pré e pós<br />
Este<br />
segurança redução estudo, pressupõe Clínicas<br />
de vários e a produção.<br />
recursos, apresentado 2019, a redução avaliou o<br />
maximizando no de impacto vários na no gráfico abaixo:<br />
processos recursos, produtividade analíticos maximizando laboratoriais da instalação a implementação da esteira seguem<br />
Congresso<br />
Este a segurança pressupõe estudo,<br />
Brasileiro e a produção. a apresentado redução<br />
de Análises<br />
segurança pioneira e de a produção. um tipo de de vários no esteira de no gráfico abaixo:<br />
Clínicas Congresso Este recursos, estudo, 2019, Brasileiro avaliou apresentado maximizando o impacto de no Congresso<br />
Brasileiro segurança 2019, Congresso de<br />
Análises na<br />
Este automação, estudo, através apresentado de análise a no de<br />
Desta forma, o laboratório<br />
produtividade Clínicas dados avaliou Análises e a da produção. em Brasileiro o Clínicas<br />
uma instalação impacto série<br />
2019, de na Análises histórica.<br />
aumentou a eficiência em<br />
pioneira produtividade avaliou Este o<br />
de<br />
impacto<br />
Clínicas estudo, um Foram tipo<br />
na<br />
2019, da produtividade<br />
de apresentado avaliou esteira instalação o impacto de analisados<br />
produtividade e tempo de<br />
da no<br />
automação, pioneira Congresso<br />
instalação pioneira de produtividade através comparativamente<br />
um Brasileiro<br />
de tipo de<br />
um de análise<br />
tipo esteira de da o<br />
Análises de instalação número de<br />
Desta liberação de forma, resultados o através laboratório da<br />
de esteira<br />
de automação, através série avaliou de<br />
de<br />
Na tabela a seguir, a série histórica<br />
dados automação, Clínicas em pioneira<br />
exames<br />
uma 2019,<br />
e<br />
um<br />
parque<br />
através de histórica. tipo<br />
tecnológico aumentou<br />
de análise o impacto de esteira de na de<br />
no<br />
melhoria do processo de<br />
e o comparativo da produtividade Desta Desta forma, forma, a o laboratório eficiência o laboratório aumentou<br />
de benchmarking a eficiência em em toda produtividade<br />
a série<br />
em<br />
ano de 2012 e após a instalação da<br />
automação laboratorial. A análise<br />
Foram dados<br />
produtividade automação, através em em uma uma série série<br />
da analisados<br />
produtividade<br />
histórica. histórica.<br />
instalação de análise de com dados de benchmarking Desta forma,<br />
aumentou a e o laboratório<br />
eficiência tempo em de<br />
esteira FlexLab® em 09/09/2013,<br />
Foram<br />
comparativamente pioneira dados de um em<br />
Foram<br />
o tipo uma<br />
número de série esteira histórica.<br />
analisados comparativamente<br />
analisados de de obtidos pelo programa aumentou a eficiência em<br />
versus mão de obra setor de<br />
e liberação histórica de resultados e tempo através da de<br />
exames automação,<br />
Foram<br />
o número Na tabela a seguir, a série histórica<br />
comparativamente e parque através tecnológico análise<br />
analisados<br />
o número no de<br />
melhoria Desta produtividade<br />
tempo de do liberação indicador<br />
forma, e<br />
de<br />
do tempo<br />
de resultados da<br />
indicadores da ControlLab®.<br />
processo laboratório de<br />
automação. Desde 2012 foram<br />
ControlLab® situa o setor de<br />
através de<br />
comparativamente o número da<br />
ano de exames e parque tecnológico no ano e de<br />
Na o Na comparativo tabela a seguir,<br />
tabela a seguir, da a produtividade<br />
série histórica através<br />
série exames de dados 2012 e parque e em após uma a tecnológico instalação série histórica. da<br />
Na tabela a seguir, a série histórica<br />
aumentou<br />
liberação da de melhoria resultados laboratorial. a eficiência<br />
através processo da de<br />
incorporadas 5 plataformas<br />
automação como um outlier. A<br />
Ou<br />
análise em<br />
exames e parque tecnológico de<br />
esteira de 2012 Foram e após a instalação da analisados esteira com no e<br />
melhoria do processo de<br />
o comparativo e dados o comparativo de da produtividade da benchmarking<br />
da produtividade com automação<br />
ano de FlexLab® 2012 e após em a 09/09/2013,<br />
de<br />
produtividade<br />
laboratorial.<br />
instalação da<br />
benchmarking<br />
e em<br />
tempo<br />
A análise<br />
toda A a análise série<br />
de<br />
de<br />
analíticas na esteira, sendo todas<br />
seja, o Lab Rede® lidera o quesito<br />
ano de 2012 e após a instalação automação laboratorial. A análise<br />
versus esteira FlexLab® comparativamente da série Abbott<br />
mão FlexLab® em de 09/09/2013, o<br />
obra em do 09/09/2013,<br />
versus número - Architect®,<br />
setor mão de obtidos dados<br />
de com com de dados benchmarking dados pelo de de obtidos benchmarking<br />
programa pelo benchmarking liberação produtividade de resultados em por toda a colaborador<br />
série através histórica<br />
da<br />
esteira FlexLab® em 09/09/2013, Na tabela a seguir, a série histórica histórica de benchmarking do em em indicador toda toda a série<br />
totalizando 9 equipamentos em<br />
a série da<br />
exames e parque tecnológico no<br />
automação. versus de obra do mão setor Desde obra automação. 2012 do setor foram Desde indicadores obtidos<br />
obtidos da pelo ControlLab®. pelo melhoria do processo de<br />
versus mão de obra setor de<br />
programa indicadores da ControlLab®. programa<br />
programa do<br />
entre<br />
indicador<br />
os pares,<br />
da ControlLab®<br />
laboratórios<br />
situa o<br />
2019. Os resultados de foram e o comparativo da produtividade ControlLab® realizando histórica do acima do situa indicador de indicador o 250.000 setor da de da<br />
ano de 2012 e após a instalação da indicadores da ControlLab®. setor automação laboratorial. A análise<br />
incorporadas automação. 2012 foram automação. incorporadas Desde 5 plataformas<br />
2012 5 Desde 2012 foram indicadores da ControlLab®.<br />
foram com dados de benchmarking automação ControlLab® de automação<br />
ControlLab® como situa como<br />
situa um o setor um outlier.<br />
submetidos à análise de<br />
exames/mês.<br />
o outlier. de<br />
setor Ou<br />
esteira FlexLab® em 09/09/2013,<br />
de benchmarking em toda a série de<br />
incorporadas benchmarking 5 através plataformas do<br />
Ou automação seja, o como Rede® um lidera outlier. o quesito Ou<br />
analíticas incorporadas na na esteira, sendo 5 sendo plataformas<br />
todas todas série obtidos pelo programa seja, automação Lab Rede® como lidera um outlier. quesito<br />
versus mão de obra do setor de<br />
histórica do indicador da Ou<br />
analíticas indicador na esteira, de produtividade sendo todas da<br />
seja, o Lab Rede® lidera o quesito<br />
da analíticas Abbott série automação. - Architect®, Abbott na esteira, Desde totalizando - sendo Architect®, 2012 9 todas equipamentos<br />
incorporadas série em totalizando 9 Abbott 2019. equipamentos Os resultados 5 - 9 Architect®,<br />
equipamentos plataformas foram em em<br />
indicadores da ControlLab®.<br />
produtividade Assessoria por Médica colabora-dor Lab Rede® entre<br />
foram<br />
produtividade ControlLab® seja, o Rede® situa por lidera o setor colaborador<br />
pares,<br />
da série Abbott - Architect®,<br />
produtividade por colaborador<br />
laboratórios<br />
o quesito de<br />
os<br />
totalizando da automação produtividade entre os como pares, 31. realizando<br />
um<br />
2519-7500<br />
por laboratórios outlier. acima<br />
colaborador<br />
realizando<br />
Ou<br />
2019. totalizando submetidos analíticas Os 2019. à análise 9 resultados na equipamentos esteira, Os de benchmarking<br />
resultados sendo foram em todas foram<br />
seja,<br />
de<br />
entre o<br />
250.000 www.labrede.com.br<br />
Lab Rede® os acima exames/mês.<br />
pares, lidera de laboratórios<br />
o 250.000 quesito<br />
submetidos 2019. através da série Os indicador<br />
submetidos à resultados Abbott de análise produtividade - à Architect®, foram análise de<br />
produtividade<br />
da<br />
de<br />
realizando exames/mês. acima por de colaborador<br />
exames/mês. entre os pares, laboratórios<br />
250.000<br />
benchmarking submetidos totalizando benchmarking<br />
ControlLab® com laboratórios à 9 através equipamentos análise<br />
através<br />
de mesmo do de em do<br />
indicador benchmarking 2019. indicador<br />
de Os produtividade resultados de produtividade<br />
através da foram da<br />
realizando Assessoria<br />
do<br />
acima Médica<br />
Médica de Lab<br />
Lab 250.000 Rede®<br />
Rede®<br />
indicador<br />
submetidos<br />
de produtividade<br />
à análise<br />
da<br />
de<br />
exames/mês. Assessoria Assessoria 31. Médica 2519-7500<br />
Lab Rede®<br />
benchmarking através do<br />
www.labrede.com.br 31. 25149-7500 2519-7500<br />
indicador de produtividade da<br />
Assessoria www.labrede.com.br<br />
Médica WWw.labrede.com.br<br />
31. Lab 2519-7500 Rede®<br />
www.labrede.com.br<br />
31. 2519-7500<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019<br />
www.labrede.com.br<br />
A decisão de optar e implementar ControlLab® com laboratórios de<br />
Esteira Integração em Laboratório Apoio
Tecnologia e agilidade<br />
em sua rotina de<br />
testes quantitativos<br />
WF 500<br />
Leitor Fluorescente<br />
Testes Rápidos Quanti<br />
PCT<br />
D-Dimer<br />
cTnl<br />
hs-CRP+CRP<br />
HbA1c<br />
Resultados Rápidos e Quantitativos com<br />
alta Sensibilidade e Especicidade<br />
A Linha Imuno-Rápido Quanti traz um novo conceito de testes para o laboratório clínico,<br />
unindo a rapidez e praticidade dos testes rápidos com a sensibilidade dos testes uorescentes.<br />
Através de uma moderna metodologia, os testes rápidos uorescentes da Wama Diagnóstica<br />
são capazes de quanticar parâmetros importantes da rotina laboratorial e hospitalar em<br />
poucos minutos. A leitura realizada unicamente pelo equipamento produz um registro de teste<br />
e exclui qualquer subjetividade de interpretação, tornando os resultados seguros e conáveis.<br />
Memória para armazenar 10.000 resultados.<br />
Placas-teste especícas para cada parâmetro e vinculadas ao cartão SD correspondente.<br />
Possibilidade de uso em local sem energia elétrica utilizando bateria de lítio-ion (acessório).<br />
Armazenamento de curvas para cada lote.<br />
Sistema Android com tela colorida e touch screen.<br />
Impressora interna.<br />
Conexões: 2 USBs, rede e leitor de códigos de barras.<br />
Garantia de 1 ano contra defeitos de fabricação.<br />
Registros no Ministério da Saúde (MS).<br />
Assessoria técnica e cientíca para todo o Brasil.<br />
Testes Quantitativos:<br />
Dímero-D<br />
Hemoglobina Glicada<br />
Microalbuminúria<br />
PCR Ultrassensível<br />
Procalcitonina<br />
Troponina I<br />
Apresentações: 10, 20, 25, 30, 40, 50 e 80 testes<br />
Breve:<br />
CK-MB<br />
hCG<br />
NT-proBNP<br />
T3<br />
T4<br />
TSH<br />
tPSA<br />
Vitamina D<br />
Rev.: 06/2019<br />
+ Tel: 55 16 3377.9977<br />
SAC: 0800 772 9977<br />
wamadiagnostica.com.br<br />
atendimento@wamadiagnostica.com.br<br />
facebook.com/wamadiagnostica<br />
linkedin.com/wamadiagnostica<br />
instagram.com/wamadiagnostica<br />
Rua Aldo Germano Klein, 100 - CEAT, São Carlos/SP – Brasil<br />
Constante Evolução
informe de mercado<br />
Os testes rápidos MEDTESTE<br />
Os testes rápidos MEDTESTE<br />
» São testes baseados principalmente em imunocromatografa<br />
INFORME em DE MERCADO tiras reagentes de fluxo lateral, sem o uso de um<br />
equipamento adicional.<br />
Os » testes Fornecem rápidos MEDTESTE resultados em menos de 30 min.<br />
» São<br />
ANTICORPOS<br />
testes baseados principalmente<br />
(Ac) ou IMUNOGLOBULINAS<br />
em imunocromatografa em tiras<br />
(Ig)<br />
reagentes de fluxo<br />
lateral, sem o uso de um equipamento adicional.<br />
» Fornecem Células resultados de defesa em menos do de organismo.<br />
30 min.<br />
ANTÍGENOS (Ag)<br />
ANTICORPOS (Ac) ou IMUNOGLOBULINAS (Ig)<br />
Células Substância de defesa do que organismo. ao entrar em um organismo se liga a anticor-<br />
ANTÍGENOS (Ag)<br />
pos iniciando uma resposta imune (vírus, bactéria, fungo, etc.)<br />
Substância que ao entrar em um organismo se liga a anticorpos iniciando uma resposta imune<br />
(vírus, bactéria, fungo, etc.)<br />
PODEM SER<br />
» Qualitativos – POSITIVO ou NEGATIVO<br />
» Semiquantitativos – FAIXAS DE MEDIÇÃO ou INTERVALO<br />
DE VALORES<br />
» Quantitativos – Fornece VALORES<br />
PODEM SER UTILIZADOS COMO<br />
» Triagem (Outros testes/exames são realizados para o<br />
diagnóstico definitivo)<br />
» Diagnóstico (O resultado confirma ou exclui a doença<br />
em investigação)<br />
DE AMOSTRAS BIOLÓGICAS<br />
TIPOS DE AMOSTRAS BIOLÓGICAS<br />
» ser utilizados como triagem e diagnóstico de doenças.<br />
» Podem ser utilizados como triagem e diagnóstico<br />
de doenças.<br />
Os Testes Rápidos e a Reação Antígeno Anticorpo no Organismo Humano<br />
Os Testes Rápidos e a Reação Antígeno Anticorpo<br />
no Organismo Humano<br />
0124<br />
PODEM DETECTAR<br />
» Antígenos (são utilizados anticorpos na área do teste)<br />
PODEM DETECTAR<br />
» Anticorpos PODEM (são DETECTAR<br />
utilizados antígenos na área do teste)<br />
» Antígenos (são utilizados anticorpos na área do teste)<br />
» Antígenos (são utilizados anticorpos na área do teste)<br />
» Anticorpos (são utilizados antígenos na área do teste)<br />
» Anticorpos (são utilizados antígenos na área do teste)<br />
PODEM SER<br />
» Qualitativos – POSITIVO ou NEGATIVO<br />
PODEM SER<br />
» Semiquantitativos – FAIXAS DE MEDIÇÃO ou INTERVALO DE VALORES<br />
» Qualitativos – POSITIVO ou NEGATIVO<br />
» Quantitativos – Fornece VALORES<br />
» Semiquantitativos – FAIXAS DE MEDIÇÃO ou INTERVALO DE VALORES<br />
» Quantitativos – Fornece VALORES<br />
Obs.: O MedTeste PSA pode ser utilizado como seguimento de pacientes e o MedTeste Sífilis<br />
para início de tratamento.<br />
Obs.: O MedTeste PSA pode ser utilizado como seguimento de pacientes e o MedTeste Sífilis<br />
para início de tratamento.<br />
Distribuidor Exclusivo PR e SC.<br />
41 3146-0802<br />
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Revista NewsLab | Ago/Set 2019
informe de mercado<br />
PNCQ conquista a Acreditação ABNT NBR ISO 17034:2017<br />
como Produtor de Material de Referência Certificado<br />
O PNCQ conquista, através da Coordenação<br />
Geral de Acreditação do<br />
INMETRO (Cgcre), a Acreditação como<br />
Produtor de Materiais de Referência<br />
Certificados, de acordo com a norma<br />
ABNT NBR ISO 17034:2017.<br />
O MRC PNCQ é um Material de Referência<br />
acompanhado por um certificado,<br />
com valores de propriedade e<br />
incertezas definidas, utilizado em todos<br />
os estágios de medição, inclusive<br />
para a validação de métodos analíticos<br />
como também na calibração de um<br />
sistema de medição. Este MRC é um<br />
calibrador de origem humana estabilizado<br />
e liofilizado de concentrações<br />
e pureza conhecidos. Os padrões de<br />
medição com valores certificados foram<br />
determinados usando padrões<br />
rastreáveis internacionalmente. O MRC<br />
é envasado e liofilizado em frasco âmbar<br />
em volume de 2mL.<br />
Estão disponíveis os seguintes MRC<br />
de Bioquímica: Ácido Úrico, Cálcio,<br />
Cloro, Colesterol, Creatinina, Glicose,<br />
Magnésio, Potássio, Sódio, Triglicerídeos<br />
e Ureia.<br />
A demanda por novos materiais de<br />
referência de maior qualidade está<br />
crescendo, tanto como consequência<br />
da melhoria da precisão dos equipamentos<br />
de medição, quanto pela<br />
exigência de dados mais exatos e confiáveis<br />
na área de procedimentos analíticos<br />
nos processos de Acreditação<br />
dos Laboratórios Clínicos e validações<br />
das reações de diagnósticos in vitro.<br />
Novos parâmetros estão em fase de<br />
caracterização para ampliar o escopo<br />
do MRC do PNCQ na atividade de análises<br />
laboratoriais.<br />
Um Produtor de Material de Referência,<br />
precisa demonstrar a sua<br />
competência técnica e científica para<br />
assegurar a qualidade apropriada na<br />
produção de um MRC. O PNCQ é o pioneiro<br />
na produção de um MRC nesse<br />
segmento da Química Clinica.<br />
O PNCQ foi avaliado por uma equipe<br />
de especialistas da Coordenação Geral<br />
de Acreditação do Inmetro (Cgcre),<br />
que outorgaram ao PNCQ a competência<br />
na operação de Produção de Material<br />
de Referência.<br />
Informações pelo e-mail pncq@pncq.<br />
org.br ou pelo telefone (21) 2569-6867.<br />
Seegene Allplex Respiratory Panel Assays<br />
Detecção e identificação de 26 patógenos do trato<br />
respiratório utilizando PCR em tempo real multiplex one-step<br />
Com sede na Coreia e presente em<br />
mais de 60 países, a Seegene chega<br />
oficialmente ao Brasil, trazendo tecnologia<br />
e produtos inovadores, como<br />
o Allplex Respiratory Panel Assays.<br />
Composto por 4 diferentes painéis<br />
esse ensaio detecta e identifica múltiplos<br />
alvos patogênicos em uma única reação.<br />
Baseado na exclusiva tecnologia MuDT<br />
da Seegene, informa valores individuais<br />
de Ct de múltiplos patógenos em um<br />
único canal. Sua cobertura inclui 16 vírus,<br />
3 subtipos de Gripe A e 7 bactérias.<br />
Em conjunto com a plataforma automatizada<br />
da Seegene, oferece resultados<br />
mais rápidos e precisos que qualquer outro<br />
produto. Precisão e rapidez que possibilitam<br />
aos profissionais uma melhor<br />
escolha do tratamento.<br />
A plataforma All in One da Seegene<br />
executa uma ampla gama de testes<br />
de diagnóstico molecular, otimizando<br />
o fluxo de trabalho, com eficiência e<br />
redução de custos para o laboratório.<br />
O software Seegene Viewer, interligável<br />
ao sistema LIS do laboratório faz a<br />
análise de dados automatizada, entregando<br />
um relatório personalizado e de<br />
fácil leitura.<br />
Saiba mais sobre a Seegene e conheça toda<br />
a gama de produtos licenciados pela ANVISA:<br />
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0126<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
logistíca laboratorial<br />
ACQUAPLUS<br />
ACQUAPLUS<br />
CAIXA COM 10 TESTES<br />
CAIXA (REESTRUTURAÇÃO COM 10 TESTES DA EMBALAGEM)<br />
(REESTRUTURAÇÃO DA EMBALAGEM)<br />
O Grupo Prime Cargo sempre atento e acreditando no<br />
mercado nacional e internacional realiza frequentemente<br />
massivos investimentos em suas instalações e filiais.<br />
Contando com estrutura de em todas as etapas de transporte, distribuição<br />
e armazenamento.<br />
Rapidez<br />
7000mts² em<br />
e<br />
Barueri<br />
precisão<br />
- SP, e filiais<br />
no<br />
em<br />
controle<br />
pontos estratégicos por todo território<br />
nacional, e sendo precisão eles da totalmente Água. no controle nessa Consulta Pública vieram para<br />
As alterações e novidades abordadas<br />
Rapidez microbiológico<br />
adequados ao segmento médico- harmonizar os requerimentos sanitários<br />
microbiológico -laboratório-hospitalar, o da Grupo Água. Prime da Anvisa com aqueles definidos nas<br />
Cargo disponibiliza aos seus clientes diversas diretrizes internacionais.<br />
um novo conceito em transporte e Portanto, agora mais do que nunca,<br />
armazenagem, que segue em conformidade<br />
com as boas práticas exigidas doras, precisam realizar processo de<br />
os gestores das empresas embarca-<br />
pelas diretrizes.<br />
Qualificação de Fornecedores de forma<br />
a garantir a integridade do produto<br />
Dispondo de áreas técnicas, laboratórios<br />
para manutenção de equipamentos farmacêutico de ponta a ponta.<br />
e espaço para treinamento de equipes, Em fevereiro de 2019, a Agência Nacional<br />
de Vigilância Sanitária, inclusive,<br />
a PRIME inova mais uma vez no atendimento<br />
e velocidade nos processos, promoveu o Diálogo Setorial, justamente<br />
para apresentar as alterações na CP<br />
claro, tudo isso possuindo todas as certificações<br />
e adequações necessárias. 343/2017, além de ouvir as considerações<br />
e preocupações dos empresários,<br />
O investimento em pessoal é constante<br />
com treinamentos e atualizações especialistas e técnicos do setor.<br />
FINALIDADE<br />
de equipamentos e materiais, isso faz<br />
FINALIDADE<br />
Kit para controle microbiológico<br />
Foram<br />
da água<br />
enviadas<br />
(testes<br />
445 contribuições<br />
de<br />
com que além de atender os prazos,<br />
presença/ausência de coliformes totais<br />
pelos participantes,<br />
de fecais).<br />
que receberam a<br />
Kit seja para feito com controle qualidade microbiológico e segurança. versão da prévia água da publicação, (testes bem de como<br />
presença/ausência O que é a CP 343/2017?<br />
A detecção dos coliformes de coliformes totais é totais as<br />
baseada<br />
alterações de fecais). na<br />
do texto<br />
hidrólise<br />
inicial com<br />
de<br />
todas<br />
A CP 343/2017 da Agência Nacional<br />
<br />
as sugestões e comentários recebidos.<br />
A Vigilância Sanitária se refere às boas<br />
vez detecção que mais dos coliformes de 98% das totais cepas é baseada Com<br />
de<br />
o<br />
coliformes<br />
texto na consolidado, hidrólise totais de a norma<br />
<br />
práticas de armazenagem e transporte<br />
e que tem o mais intuito de promover 98% das maior<br />
possuem a enzima galactosidade,<br />
reduziu<br />
que<br />
a<br />
degrada<br />
quantidade<br />
aquele<br />
de artigos de<br />
vez substrato.<br />
cepas 127 de para coliformes 90. totais<br />
possuem controle da a cadeia enzima produtiva, galactosidade, garantindo<br />
a qualidade dos medicamentos<br />
que degrada aquele<br />
substrato. A adição de uma substância indutora do operon lac ampli-<br />
<br />
A bilidade<br />
do teste.<br />
adição de uma substância indutora do operon lac ampli-<br />
<br />
bilidade<br />
<br />
do teste.<br />
lactosideo)<br />
- e pela prova do indol. O crescimento de<br />
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coli, com<br />
Detecta <br />
coli, uso de comv<br />
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0128<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
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PRODUTOS PARA LABORATÓRIO<br />
NEW<br />
PRODUTOS PARA LABORATÓRIO
informe de mercado<br />
AV400: um aparelho único, diversas possibilidades<br />
Projetado para facilitar a localização de veias, o visualizador Greiner Bio-One AV400 pode<br />
ser utilizado em inúmeros procedimentos – da coleta de sangue ao tratamento estético!<br />
A punção venosa é um dos procedimentos<br />
médicos invasivos mais<br />
comuns. A dificuldade em encontrar<br />
a veia apropriada pode frustrar muitos<br />
profissionais da saúde, que não<br />
querem causar desconforto e estresse<br />
adicionais ao paciente, além do tempo<br />
prolongado em demasiadas tentativas.<br />
Felizmente, existe uma solução<br />
para aliviar a frustração, o estresse<br />
e o desconforto, o Greiner Bio-One<br />
AV400, um scanner vascular que projeta<br />
a vasculatura do paciente na superfície<br />
da pele. Um aparelho versátil<br />
e diferenciado pela sua tecnologia de<br />
última geração, que oferece diversos<br />
benefícios aos médicos, enfermeiros,<br />
flebotomistas e pacientes.<br />
O scanner vascular Greiner Bio-One<br />
AV400 utiliza luz infravermelha, que<br />
através da absorção da hemoglobina,<br />
detecta veias subcutâneas e projeta-as<br />
com a máxima definição na superfície<br />
da pele em tempo real. O modo<br />
inverso destaca ainda mais as veias<br />
pequenas, que podem ser visualizadas<br />
tanto escurecidas como iluminadas.<br />
Intuitivo para o usuário, o dispositivo<br />
faz a projeção a partir de qualquer<br />
ângulo que seja posicionado, de 10 a<br />
45 centímetros acima da pele, e assim,<br />
possibilita avaliar e definir o melhor<br />
acesso em menos de um minuto, sendo<br />
que localiza veias com até 10 mm<br />
de profundidade.<br />
Eficaz e prático para quaisquer procedimentos<br />
em que a visualização das veias<br />
é necessária, o AV400 pode ser utilizado<br />
desde a coleta de sangue, infusão de<br />
quimioterápicos e contraste em pacientes<br />
oncológicos até em tratamentos faciais<br />
de dermatologia, estética ou mesmo vasculares.<br />
Com o dispositivo, o profissional<br />
consegue conferir visualmente a permeabilidade<br />
da veia, a fim de evitar válvulas e<br />
bifurcações, sendo também muito importante<br />
em cirurgias e procedimentos estéticos<br />
onde as veias precisam ser evitadas.<br />
O design ergonômico facilita sua<br />
higienização, podendo ser ensacado<br />
para o uso isolado. Não requer calibração,<br />
manutenção de rotina ou preventiva,<br />
pois está permanentemente<br />
alinhado. Não precisa estar conectado<br />
a uma tomada elétrica por ser alimentado<br />
pela bateria interna de longa duração<br />
e aprovado para operação contínua,<br />
sendo que sua recarga é rápida<br />
quando não estiver em uso. Portátil e<br />
leve, pesa apenas 277 gramas, é pequeno<br />
o suficiente para ser transportado<br />
nos bolsos de jalecos e uniformes<br />
tradicionais. Converte-se facilmente<br />
no modo “mãos livres“ com o uso de<br />
suportes opcionais móveis ou fixos,<br />
para um único profissional conseguir<br />
realizar o procedimento.<br />
Para saber mais, entre em contato:<br />
info@br.gbo.com.<br />
Painel de genes direcionados a RAS/RAF<br />
resistência a terapias de câncer específicas<br />
0130<br />
Painel de genes direcionados a RAS/RAF<br />
O painel ampliado de RAS/RAF da Mayo Clinic aplica o sequenciamento direcionado de próxima<br />
geração para avaliar mutações somáticas com utilidade clínica no interior dos genes BRAF, HRAS, NAS<br />
e KRAS. O uso mais frequente do exame se dá em pacientes com carcinoma colorretal metastático, com<br />
o intuito de determinar se os pacientes são candidatos à terapia anti-EGFR. Os pacientes com outros<br />
tipos de tumores, como câncer de pulmão, também poderão ser favorecidos.<br />
Exame em destaque<br />
• RAS/RAF Targeted Gene Panel by Next-Generation Sequencing, Tumor (ID da Mayo: RASFP)<br />
Útil para<br />
• Identificação de tumores que possam responder a terapias direcionadas por meio da avaliação<br />
simultânea de vários genes alvo<br />
• Identificação de mutações que possam ajudar a determinar o prognóstico de pacientes com<br />
tumores sólidos<br />
• Identificação de mutações específicas dentro de genes sabidamente relacionados à resposta ou<br />
O painel ampliado de RAS/RAF da<br />
Mayo Clinic aplica o sequenciamento direcionado<br />
de próxima geração para avaliar<br />
mutações somáticas com utilidade clínica<br />
no interior dos genes BRAF, HRAS, NAS e<br />
KRAS. O uso mais frequente do exame se<br />
dá em pacientes com carcinoma colorretal<br />
metastático, com o intuito de determinar<br />
se os pacientes são candidatos à terapia<br />
anti-EGFR. Os pacientes com outros tipos<br />
de tumores, como câncer de pulmão, também<br />
poderão ser favorecidos.<br />
Exame em destaque<br />
• RAS/RAF Targeted Gene Panel by Next-<br />
-Generation Sequencing, Tumor (ID da<br />
Mayo: RASFP)<br />
Útil para<br />
• Identificação de tumores que possam responder<br />
a terapias direcionadas por meio da<br />
avaliação simultânea de vários genes alvo<br />
• Identificação de mutações que possam<br />
ajudar a determinar o prognóstico de pacientes<br />
com tumores sólidos<br />
• Identificação de mutações específicas<br />
dentro de genes sabidamente relacionados<br />
à resposta ou resistência a terapias de<br />
câncer específicas<br />
Requisitos da amostra<br />
• Preferencial: bloco de tecido – enviar um<br />
bloco de tecido fixado em formalina e embebido<br />
em parafina.<br />
• Aceitável: lâmina de tecido – enviar<br />
uma lâmina corada com hematoxilina e<br />
eosina e 10 lâminas não coradas e não<br />
cozidas com seções espessas de 5 micra<br />
do tecido tumoral.<br />
• Aceitável: lâmina citológica (esfregaços<br />
diretos ou ThinPrep) – enviar 1 ou 2 lâminas<br />
(coradas e cobertas) com o mínimo de<br />
5.000 células nucleadas no total.<br />
Para obter mais informações<br />
• mayocliniclabs.com<br />
• mclglobal@mayo.edu<br />
• +1 855-379-3115<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
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VISITE-NOS NA 53° CBPC/ML!<br />
De 24 a 26/9, no Centro de Convenções<br />
SulAmérica, no Rio de Janeiro. Estande 41.<br />
Greiner Bio-One AV400<br />
Um aparelho único. Diversas possibilidades.<br />
O AV400 é um scanner vascular que ajuda o profissional a<br />
localizar o melhor acesso venoso para punção, projeta as<br />
veias periféricas na pele em tempo real e com o máximo de<br />
definição.<br />
Foco automático, sem necessidade de ajustes<br />
Visualização perfeita em qualquer ângulo<br />
Fácil de usar, leve e portátil<br />
Encaixado em suporte móvel ou fixo, as mãos ficam<br />
livres para realizar o procedimento<br />
O Greiner Bio-One AV400 foi projetado para facilitar a arte<br />
de encontrar e avaliar a veia adequada em conjunto com a<br />
ciência do mapeamento de veias em tempo real.<br />
Greiner Bio-One Brasil | Avenida Affonso Pansan, 1967 | CEP 13473-620 | Americana | SP<br />
Tel: +55 (19) 3468-9600 | Fax: +55 (19) 3468-3601 | E-mail: info@br.gbo.com<br />
0131<br />
www.gbo.com/preanalytics
informe de mercado<br />
Acreditação Progamas Prevecal da BIOSYSTEMS<br />
Fornecedor de programas<br />
de intercomparação acreditado<br />
segundo a norma ISO/IEC 17043:2010<br />
De acordo com a ISO/IEC<br />
17043:2010<br />
A BioSystems S.A., conforme sua política<br />
de melhoria contínua da qualidade, tem o<br />
prazer de anunciar a recente acreditação<br />
de acordo com a ISO/IEC 17043:2010<br />
“Requisitos gerais para ensaios de proficiência”<br />
dos programas PREVECAL BIOQUÍMICA<br />
e PREVECAL BIOQUÍMICA HUMANO.<br />
A obtenção dessa acreditação, a primeira<br />
no âmbito espanhol, ocorreu no dia 26<br />
de abril através da Entidad Nacional<br />
de Acreditación (ENAC) da Espanha.<br />
A ENAC faz parte de uma infraestrutura<br />
global de acreditação que opera por meio<br />
de duas organizações, a International<br />
Laboratory Accreditation Cooperation<br />
(ILAC) e o International<br />
Accreditation Forum (IAF), que se<br />
apoiam em organizações regionais (América,<br />
Ásia-Pacífico etc.).<br />
No Brasil, o órgão acreditador é a<br />
Coordenação Geral de Acreditação (CG-<br />
CRE), um membro signatário da ILAC.<br />
Portanto, a acreditação dos programas<br />
PREVECAL realizada pela ENAC também<br />
é endossada pela CGCRE.<br />
Nessas organizações, foram estabelecidos<br />
acordos internacionais com base no<br />
reconhecimento mútuo de certificados e<br />
relatórios emitidos pelas instituições acreditadas,<br />
a fim de facilitar a concretização<br />
do objetivo final: um relatório ou certificado<br />
emitido com a acreditação da ENAC será<br />
reconhecido pelos demais signatários do<br />
mundo todo.<br />
A acreditação dos programas PREVECAL<br />
destaca a maior exigência técnica do programa,<br />
além de melhorias significativas nos<br />
benefícios recebidos pelos usuários, dentre<br />
os quais destacamos:<br />
• estatísticas robustas (ISO 13528:2015)<br />
• eliminação de valores discrepantes segundo<br />
o protocolo padronizado da IUPAC<br />
• especificações baseadas na variabilidade biológica<br />
• escore z<br />
• avaliação final com base no erro total cometido<br />
• assessoria técnica sobre o desempenho<br />
obtido<br />
O programa PREVECAL está ao mesmo<br />
nível de outras instituições organizadoras<br />
de programas de intercomparação, com a<br />
vantagem de uma grande internacionalidade<br />
de participantes, o que permite obter<br />
uma comparação mundial que a maioria<br />
dos programas nacionais não pode oferecer.<br />
Essa conquista e o esforço contínuo na<br />
obtenção de novas acreditações para o<br />
restante dos programas PREVECAL nos permitem<br />
ser referência como um programa<br />
externo acreditado internacionalmente para<br />
os laboratórios de análises clínicas no Brasil.<br />
Contato:<br />
www.biosystems.es<br />
biosystems@biosystems.es<br />
0132<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
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informe de mercado<br />
Acesso remoto aos analisadores CellaVision:<br />
Telepatologia acessível a todos<br />
Muitos profissionais de laboratório que<br />
trabalham na área da hematologia já conhecem<br />
ou trabalham com a tecnologia<br />
CellaVision para a realização da contagem<br />
diferencial automatizada de leucócitos. O<br />
equipamento faz a leitura das lâminas e fornece<br />
ao analista uma pré-classificação dos<br />
leucócitos, bem como a pré-caracterização<br />
dos eritrócitos através da análise morfológica<br />
conduzida por inteligência artificial.<br />
Nos últimos quinze anos a morfologia<br />
celular digital tem se tornado uma realidade<br />
na maioria dos laboratórios de grande volume<br />
de amostras. Nestas instituições, é muito<br />
comum o acesso remoto aos analisadores<br />
CellaVision, onde um ou mais analistas acessam<br />
de forma remota as imagens das células<br />
dos pacientes que tiveram suas amostras<br />
selecionadas para a contagem diferencial.<br />
Este acesso remoto permite que colaboradores<br />
trabalhem remotamente, analisando<br />
amostras processadas em outro local, por<br />
exemplo, em um laboratório satélite, um<br />
hospital afastado dos grandes centros ou<br />
outro laboratório afiliado.<br />
Os benefícios da tecnologia CellaVision,<br />
antes disponível apenas para laboratórios<br />
de grande volume de amostras, agora estará<br />
disponível para laboratórios de todos<br />
os portes. Durante a edição deste ano do<br />
AACC, maior evento de análises clínicas<br />
do mundo, a CellaVision apresentou um<br />
novo equipamento de pequeno porte, o<br />
DC-1 - ideal para laboratórios com pequeno<br />
volume de amostras. O novo modelo processa<br />
uma lâmina por vez e possui todas as<br />
funcionalidades dos equipamentos Cella-<br />
Vision maiores. Desta forma, laboratórios<br />
pequenos também poderão contar com os<br />
recursos CellaVision, o que inclui o acesso remoto,<br />
permitindo a colaboração de analistas<br />
localizados em outros centros diagnósticos.<br />
Especialistas em morfologia poderão opinar<br />
ou até mesmo assinar casos processados<br />
em laboratórios afastados. A telepatologia<br />
aumenta a precisão dos exames e a atuação<br />
dos especialistas em morfologia celular. É<br />
notável a redução do tempo de entrega dos<br />
resultados (TAT), o incremento da acurácia<br />
diagnóstica e da produtividade e, sobretudo,<br />
da consistência, uma vez que o processo de<br />
contagem diferencial se torna padronizado.<br />
Saiba mais em www.cellavision.com<br />
Contato: Wagner Miyaura - Market Support<br />
Manager, South America<br />
wagner.miyaura@cellavision.com<br />
0134<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
informe de mercado<br />
KIT ESPERMOTESTE - VIDA Biotecnologia<br />
A VIDA Biotecnologia se destaca<br />
como uma das mais eficientes empresas<br />
brasileiras fabricantes de reagentes para<br />
diagnóstico clínico. E já a alguns anos, a<br />
empresa comercializa mais um produto de<br />
fabricação própria, o Kit de Espermoteste.<br />
O produto tem como finalidade realizar<br />
o espermograma, exame utilizado<br />
para a avaliação da qualidade e capacidade<br />
de produção do espermatozoide,<br />
indicando assim, a sua capacidade ou<br />
não de fecundação e a saúde de todo<br />
sistema reprodutivo masculino.<br />
O teste se divide em exames macroscópicos,<br />
microscópicos e bioquímicos.<br />
O kit de Espermoteste da VIDA<br />
Biotecnologia, é uma ótima forma de<br />
padronização do exame nos laboratórios<br />
clínicos e de fertilidade.<br />
A VIDA Biotecnologia se destaca no<br />
mercado de ciências da vida, se fazendo<br />
presente nas maiores clínicas de<br />
fertilidade do Brasil.<br />
Para mais informações, entre em contato<br />
com sua Central de Atendimento (31) 3466-3351<br />
ou através do site www.vidabiotecnologia.com.br.<br />
0136<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
informe de mercado<br />
Plataforma point of care SelexOn certeza de<br />
resultados precisos<br />
Menu de testes registrados na ANVISA:<br />
BNP<br />
CK-MB<br />
Hs-CRP<br />
D-Dímero<br />
Troponina<br />
Trio Cardíaco<br />
TSH<br />
T4 Total<br />
Com cerca de 8 anos atuando no mercado<br />
Mundial e com pouco mais de 2<br />
meses no mercado Brasileiro o sistema<br />
Point of Care SelexOn da Bio Advance<br />
vem demonstrando que veio para ficar.<br />
Quando comparado com outros sistemas<br />
existentes no mercado, fornece<br />
resultados mais precisos, alinhados com<br />
praticidade e rapidez.<br />
Diferente de outros sistemas, o<br />
SelexOn permite ao usuário realizar<br />
múltiplos marcadores simultaneamente, e<br />
com leitura entre eles de apenas 10 segundos.<br />
Também tem sua determinação em<br />
apenas um único passo, não requerendo<br />
qualquer diluente de amostra, e a utilização<br />
de amostra é de sangue total – EDTA.<br />
Vale ainda destacar outros diferenciais<br />
do SelexOn:<br />
- Os kits não necessitam de refrigeração:<br />
permitindo ao usuário maior flexibilidade e<br />
economia no processamento da amostra.<br />
- Tela touch screen capacitiva: o que<br />
permite trabalhar com as informações de<br />
vários toques ao mesmo tempo. A precisão<br />
dessa tela pode chegar a 100% e é<br />
de alta durabilidade.<br />
- RFID: sistema de reconhecimento<br />
que integra os dados do produto ao<br />
equipamento e com apenas um único registro<br />
inicial é possível utilizar todo o kit<br />
sem necessidade de nova identificação.<br />
- Cassete teste rastreáveis: sistema<br />
inteligente que permite rastreabilidade<br />
do analito, lote e validade durante as<br />
análises, tornando todo o processo de<br />
execução do teste seguro.<br />
- Software de interface: sistema próprio<br />
para interface de dados, modo simples<br />
e direto no PC do usuário.<br />
Bio Advance<br />
Tel.: (11) 3445-5418<br />
contato@bioadvancediag.com.br<br />
www.bioadvancediag.com.br<br />
0138<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
informe de mercado<br />
Pipetagem exata e precisa de plasma, Sangue total e<br />
outro líquidos problemáticos<br />
Líquidos mais viscosos que a água como<br />
glicerol ou que contenham proteínas ou<br />
células em suspensão quando em contato<br />
com a ponteira formam espuma fazendo<br />
com que seja difícil uma pipetagem precisa.<br />
Nas pipetas comuns, de deslocamento<br />
de ar, uma bolha de ar separa o líquido do<br />
interior da ponteira do pistão da pipeta. Essa<br />
bolha de ar, como todo gás, interage com o<br />
líquido pipetado de acordo com suas características<br />
como densidade, viscosidade, volatilidade<br />
e presença de surfactantes e isso pode<br />
gerar uma redução do volume pipetado.<br />
A MICROMAN®E é uma pipeta de deslocamento<br />
positivo, e o líquido não entra<br />
em contato com o corpo da pipeta, pois<br />
a amostra é aspirada e dispensada por<br />
uma ponteira capilar. Essa ponteira pos-<br />
sui um pistão interno que elimina a bolsa<br />
de ar formada nas pipetas comuns, sendo<br />
assim, as propriedades do líquido não<br />
influenciam o volume de líquido aspirado<br />
e dispensado.<br />
Líquidos viscosos são aspirados e dispensados<br />
lentamente, isso faz com que certo<br />
volume residual permaneça na ponteira<br />
reduzindo o volume de líquido dispensado<br />
influenciando a exatidão da pipetagem.<br />
Essa nova versão da MICROMAN®E tem<br />
design que se acomoda melhor na mão, um<br />
botão de pipetagem maior e necessita de mínima<br />
força de pipetagem (apenas 26N). Além<br />
disso, com o display de volume na parte frontal<br />
propicia melhor visibilidade do volume<br />
a ser pipetado e o sistema QuickSnap para<br />
perfeita fixação da ponteira capilar na pipeta.<br />
As ponteiras com pistão capilar interno<br />
melhoram muito a precisão da<br />
pipetagem e eliminam a contaminação<br />
cruzada entre amostras.<br />
Estão disponíveis 6 modelos de<br />
MICROMAN®E para volumes de pipetagem<br />
de 1-1000 µl e suas respectivas<br />
ponteiras capilares.<br />
Para mais informações:<br />
https://www.gilson.com/system-microman-e.html<br />
Os produtos Gilson podem ser<br />
adquiridos nos distribuidores oficiais:<br />
Bioresearch - www.bioresearch.com.br<br />
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Sinapse - www.sinapsebiotecnologia.com.br -<br />
(11) 2605-5655<br />
Pensabio - www.pensabio.com.br -<br />
(11) 3868-6500<br />
0140<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
0141
informe de mercado<br />
Plataforma Optilite da Binding Site é sucesso nos<br />
grandes laboratórios e destaque nos eventos da área clínica<br />
O FUTURO DAS<br />
Como principal lançamento no Brasil em<br />
ANÁLISES DE PROTEÍNAS ESPECIAIS<br />
2018, a Binding Site do Brasil disponibilizou<br />
O Optilite ® é a mais moderna plataforma para quantificação de proteínas<br />
especiais. De tamanho<br />
para seus<br />
compacto,<br />
clientes<br />
software<br />
o<br />
intuitivo,<br />
Optilite®,<br />
a plataforma<br />
sua mais<br />
foi<br />
nova<br />
desenvolvida para trazer simplicidade a processos analíticos complexos.<br />
plataforma para automação laboratorial.<br />
Trata-se Menu de um testes analisador projetado para<br />
Gamopatias Monoclonais<br />
Nefrologia<br />
Freelite simplificar o processo analítico de proteínas<br />
® (quantificação de cadeias leves e Cistatina, Microalbumina e<br />
livres) e Hevylite ® (quantificação de cadeias Beta-2-Microglobulina, Transferrina<br />
leves/pesadas das imunoglubulinas)<br />
plasmáticas, fazendo Proteínas Específicas com que o fluxo de<br />
Sistema Imune<br />
PCR, ASO, fator Reumatóide, Ferritina,<br />
IgA, IgM, IgG, IgD e IgE, Suclasses de IgG Transferrina, Pré-Albumina, Ceruloplasmina,<br />
e IgA, Sistema Complemento trabalho (CH50, C1 seja otimizado. Haptoglobina, Alfa-1-Antitripisina, Através do carregamento<br />
contínuo de amostras e reagentes, e<br />
inativador, C1q, C2, C3c e C4)<br />
Alfa-2-Glicoproteína Ácida, Lipoproteína(a),<br />
entre outras.<br />
Sistema nervoso central<br />
Albumina, Freelite, Cistatina e<br />
Imunoglobulinas no liquor.<br />
completa rastreabilidade de reagentes, controles<br />
e calibradores por código de barras, o<br />
® é marca registrada da empresa The Binding Site Group, Birmingham, Reino Unido<br />
Freelite<br />
Filial no Brasil:<br />
DIAMEDICA - Uma empresa do grupo<br />
The Binding Site<br />
Rua: Gastão Vieira, n. 451<br />
Pq: Santa Felicia Optilite® Tel: +55 16 3415-2829 é a solução ideal para laboratórios<br />
CEP: 13.562 - 410<br />
info@bindingsite.com.br<br />
São Carlos - SP, Brasil<br />
www.freelite.com.br<br />
que buscam eficiência e segurança para<br />
seus processos.<br />
No último mês de junho a empresa<br />
participou de dois importantes eventos<br />
da área clínica: o 46 Congresso Brasileiro<br />
de Análises Clínicas (CBAC) em Belo Horizonte<br />
com a exposição do Optilite® e<br />
materiais específicos sobre nos produtos; e<br />
no II Encontro de Gamopatias Monoclonais<br />
em São Paulo. Durante o CBAC, nos dias 16<br />
a 19 de junho na cidade de Belo Horizonte,<br />
os visitantes do stand tiveram a oportunidade<br />
de conhecer o Optilite®, assim como<br />
participar de uma explicação guiada pelos<br />
assessores científicos da empresa, e conhecer<br />
todo o menu de produtos que pode<br />
ser realizado pelo analisador.<br />
Melhora a eficiência Otimiza o fluxo de trabalho Segurança nos resultados<br />
0142<br />
Já no II Encontro de Gamopatias Monoclonais<br />
em São Paulo no período de<br />
28-29 de junho, a empresa participou juntamente<br />
com os médicos hematologistas<br />
da Associação Brasileira de Hematologia e<br />
Hemoterapia (ABHH) e do Grupo Brasileiro<br />
de Mieloma Múltiplo (GBRAM) com apoio<br />
da Clínica Mayo dos Estados Unidos. Estiveram<br />
presentes médicos, farmacêuticos,<br />
biomédicos e outros profissionais da área<br />
da saúde totalizando mais ou menos 240<br />
participantes. A Binding Site disponibilizou<br />
materiais contemplando a utilidade<br />
clínica do Freelite, Hevylite e outros testes<br />
que fazem parte do painel diagnóstico<br />
e do monitoramento dos pacientes com<br />
Mieloma e outras enfermidades relacionadas.<br />
Além disso os especialistas da empresa<br />
discutiram a interpretação do Freelite e<br />
sua utilidade na prática clínica diária.<br />
A empresa comercializa um menu<br />
produtos para a área de proteínas plasmáticas,<br />
sendo mundialmente reconhecida<br />
pelo desenvolvimento, produção e<br />
comercialização de kits para dosagens<br />
de biomarcadores utilizados da área de<br />
Onco-Hematologia, como o Freelite®<br />
(dosagem de Cadeias Leves e Livres<br />
(CLLs) Kappa (κ) e Lambda (λ) em soro)<br />
e o Hevylite® (dosagem dos isotipos entre<br />
as cadeias leves e pesadas das imunoglobulinas-<br />
IgG, IgM e IgA).<br />
No Brasil, o menu de produtos ofertado<br />
é bastante amplo. Além do Freelite®<br />
e Hevylite® como já comentado, destacam-se<br />
outros testes para:<br />
Imunodeficiência: IgA, IgM, IgG, IgD<br />
e IgE, Suclasses de IgG e IgA, Sistema<br />
do Complemento (CH50, C1 inativador,<br />
C1q, C2, C3c e C4).<br />
› Sistema nervoso central: Albumina,<br />
Freelite e Imunoglobulinas no líquor.<br />
› Nefrologia: Cistatina, Microalbumina<br />
e Beta-2-Microglobulina.<br />
› Proteínas Específicas: PCR, ASO, Fator<br />
Reumatóide, Ferritina, Transferrina, Pré-<br />
-Albumina, Ceruloplasmina, Haptoglobina,<br />
Alfa-1-Antitripisina, Alfa-2-Glicoproteína<br />
Ácida, Lipoproteína(a), entre outros.<br />
Como já mencionado, atualmente o<br />
Optilite já está na rotina de grandes laboratórios<br />
como no grupo Diagnósticos<br />
da América (DASA), Grupo Fleury Medicina<br />
e Saúde, Diagnósticos do Brasil<br />
(DB) e em etapa final de validação em<br />
diversos outros hospitais e laboratórios<br />
de renome. “Já são 8 Optilites instalados<br />
até o momento. Nossos parceiros tem se<br />
preocupado em utilizar o que há de mais<br />
moderno e seguro para o resultado clínico<br />
dos pacientes”, comenta Fúlvio Facco,<br />
diretor geral da empresa.<br />
Quanto ao Freelite®, é importante relembrar<br />
que a incorporação do exame no<br />
ROL de procedimentos e eventos em saúde<br />
da Agência Nacional de Saúde (ANS),<br />
está em vigor desde janeiro de 2018.<br />
Desde então, todos os planos de saúde<br />
são obrigados a cobrir os custos desse<br />
exame. O código utilizado para os pedidos<br />
do exame é: 4.03.24.26-5 – Quantificação<br />
de cadeias kappa/lambda leves<br />
livres, dosagem, sangue.<br />
www.bindingsite.com.br<br />
www.freelite.com.br • info@bindingsite.com.br<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
As Vantagens Analíticas da Imunofixação Automatizada –<br />
SEBIA<br />
aplausos e as demais honrarias. As medalhas<br />
O teste agora de imunofixação são do coração é muito dos solicitado<br />
pelos médicos por conhecimento para a tipificação e de das todas imu-<br />
jovens,<br />
sedentos<br />
nós noglobulinas, mulheres principalmente que compomos para a apoio OFAC. ao<br />
Empreendedor, diagnóstico pacientes justo, sonhador com doenças e preocu-<br />
tais<br />
como mieloma múltiplo, amiloidose, macroglobulinemia<br />
de Waldestrom, ou para<br />
monitorar os pacientes que já foram diagnosticados<br />
e estão em tratamento.<br />
Existe um fluxograma para detectar e<br />
monitorar as doenças que produzem as<br />
proteínas monoclonais, também conhecidas<br />
como paraproteínas ou ainda proteínas<br />
M, que tem como o teste de triagem a eletroforese<br />
de proteínas.<br />
Todas as vezes que se detecta uma<br />
proteína M no teste de eletroforese, esta<br />
proteína tem que ser caracterizada por imunofixação.<br />
As imunoglobulinas têm uma<br />
pado com todos à sua volta: é assim que Fica a lição de que, dinamismo,<br />
o porção definimos. cadeia Dr. pesada Abol ainda que pode possui ser uma IgG, aprendizado, da diminui a subjetividade conhecimento da interpretação. e troca<br />
disposição IgA, IgM, IgD em ou aprender IgE, e as uma cadeias nova leves, tecnologia<br />
podem e com ser Kappa a maravilhosa ou Lambda. atitude em nos sinônimo vez mais de utilizada muita pelos sabedoria laboratórios, e expe-<br />
que vão A além Imunotipagem da idade, que tem na realidade sido cada é<br />
ceder Esta uma tipificação palestra é virtual. importante pois pode, riência. exatamente E a emoção por promover ainda automação conta.<br />
a partir daí, dar a direção para o diagnóstico Obrigada e por. Em Dr. muitos Abol casos, Correa. ser mais elucidativa<br />
do que os testes realizados em<br />
além disso, a Imunofixação é utilizada para<br />
o estadiamento da doença.<br />
gel de agarose.<br />
O teste de Imunofixação é uma técnica<br />
semiautomática, realizada em gel de<br />
agarose, onde se tem a migração eletroforética,<br />
Taís a aplicação Machado manual de anti- Pozza Fucks<br />
-imunoglobulinas Farmacêutica Bioquímica, específicas e Diretora ao final, a da OFAC com especialização em gestão<br />
interpretação<br />
em Saúde e<br />
visual<br />
Estética<br />
dos resultados.<br />
A Sebia tem uma solução totalmente<br />
automatizada para este teste, a Imunotipagem.<br />
É uma técnica realizada nos equipamentos<br />
Minicap e Capillarys, que minimiza<br />
consideravelmente as etapas manuais e ain-<br />
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- S.Paulo / SP - CEP 04602 002<br />
0143
informe de mercado
0145047
informe de mercado<br />
Unionlab 30 Anos<br />
Roberley Polycarpo e Francisco Nogueira em recente participação<br />
no AACC Califórnia 2019.<br />
<strong>Newslab</strong> : Como a Unionlab foi idealizada?<br />
Há trinta e três anos eu, Roberley, e<br />
Francisco nos conhecemos trabalhando no<br />
mesmo grupo empresarial. Eu, formado<br />
em administração de empresas e direito,<br />
vindo do mercado financeiro, Francisco,<br />
biomédico do segmento de vendas editoriais.<br />
Pensando em empreender começamos<br />
atendendo inicialmente indústrias,<br />
como Vale do Rio Doce, Aracruz Celulose,<br />
Siderúrgica de Tubarão (hoje ArcelorMittal)<br />
e o polo de indústrias em Ilhéus; tendo<br />
como foco a demanda de seus laboratórios<br />
de controle de qualidade, fornecendo basicamente<br />
equipamentos de instrumentação<br />
analítica e reagentes.<br />
<strong>Newslab</strong>: Como foi o inicio?<br />
Como todo início, a situação não era das<br />
melhores, mas isto nos forçou desenvolver:<br />
“perseverança, resistência e resiliência (acreditar<br />
e prosseguir na busca do objetivo) e o<br />
rígido controle de gastos”. Assim começou<br />
a Unionlab. Aos poucos, o setor de laboratórios<br />
clínicos foi tomando espaço dentro<br />
da incipiente empresa, mas o faturamento<br />
começava ficar prejudicado, pois a atuação<br />
da empresa se limitava ao fornecimento de<br />
equipamentos básicos.<br />
<strong>Newslab</strong> : Faça uma breve retrospectiva<br />
Naquela época o segmento de equipamentos<br />
de maior valor agregado para os<br />
laboratórios, como contadores semiautomáticos<br />
de células, equipamentos semiautomáticos<br />
de bioquímica, analisadores de<br />
gases e íons, eram dominados por equipamento<br />
de marcas já mundialmente consolidadas<br />
e entravam nos laboratórios através<br />
de vendas institucionais.<br />
O estado do Espírito Santo era pouco conhecido,<br />
e os importadores das marcas consolidadas<br />
o enxergava, como uma extensão<br />
do Rio de Janeiro e Minas Gerais. Então nós<br />
(Eu e Francisco) percebemos uma possibilidade.<br />
Não podendo ser distribuidores<br />
das marcas estrangeiras já estabelecidas,<br />
a Unionlab inicia um processo de parcerias<br />
com empresas tendo com premissa irredutíveis<br />
a qualidade dos produtos e efetivo suporte<br />
técnico e científico no Espírito Santo.<br />
Seguindo a premissa de prestar eficiente<br />
e resolutivos suportes técnico e científico,<br />
começa a ser estruturado aquele que hoje<br />
é umas das principais ferramenta de vendas<br />
da empresa – o departamento de assistência<br />
técnica e assessoria científica - contratando<br />
engenheiro, técnicos e farmacêuticos<br />
bioquímicos, sempre não medindo esforços<br />
financeiros para sua atualização tecnológica<br />
quer seja em treinamento e/ou participações<br />
em congressos.<br />
Com a estratégia de profissionalização<br />
e montagem do departamento técnico, a<br />
Unionlab começa a ter a personalidade do<br />
que é hoje. Atraindo parcerias para as linhas<br />
de bioquímica e hematologia (onde fomos<br />
campeões de venda), automação de hemoculturas<br />
e microbiologia, analisadores de<br />
gases e íons, ampliando as possibilidades da<br />
empresa nos clientes privados e também no<br />
setor público, porque em paralelo continuávamos<br />
a comercializar a linha de equipamentos<br />
de suporte, tais como microscópios,<br />
câmaras de conservação, centrífugas e outros,<br />
nos tornando assim, o parceiro preferencial<br />
para montagem dos laboratórios das<br />
maiores universidades do Espírito Santo.<br />
Por prestar um serviço de excelência<br />
aos laboratórios e alguns deles estarem<br />
instalados dentro de hospitais, a Unionlab,<br />
começa a fazer parcerias também para a<br />
venda de equipamentos hospitalares e<br />
materiais para procedimentos médicos,<br />
levando a excelência de seu pós-venda<br />
também para esta área, tornando-se um<br />
dos principais fornecedores do mercado<br />
de equipamentos para centrais de esterilização,<br />
centro cirúrgicos, unidades de tratamento<br />
intensivo e procedimentos médicos<br />
invasivos como endoscopia e cateterismo,<br />
sendo admitidos para o setor de suporte<br />
técnico para a área hospitalar, Engenheiro<br />
Clínico (pioneira no Brasil neste sentido),<br />
enfermeiros e fisioterapeutas.<br />
Mantendo a premissa de foco no cliente<br />
e severo controle financeiro atravessamos<br />
estes 30 anos, enfrentamos muitas dificuldades,<br />
pois não é fácil empreender no<br />
Brasil. Contamos hoje com uma família<br />
de 58 colaboradores, muitos deles do<br />
início de nossa fundação. É para nós uma<br />
grande satisfação, mas também uma<br />
grande responsabilidade, manter a saúde<br />
financeira da empresa de forma a conser-<br />
0146<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
Há 30 anos<br />
a serviço da vida<br />
>> Soluções em Diagnóstico<br />
Laboratorial (pequeno, médio e grande porte)<br />
>> Refrigeradores e freezers para<br />
laboratório, banco de sangue e farmácia.<br />
Rua Sertório Franco, nº 38, Antonio Honório - Vitória, ES<br />
Tel: +55 (27) 2121-0750 | www.unionlab.com.br<br />
Distribuidor autorizado:
informe de mercado<br />
var o emprego destes colaboradores e se<br />
possível ampliar seu número, pois temos<br />
a convicção que sem eles, a empresa não<br />
teria chegado até aqui.<br />
<strong>Newslab</strong> : E qual o segredo desta<br />
longevidade?<br />
Um dos fatores chaves para a Unionlab<br />
chegar até hoje: é sempre tentar ter um diferencial,<br />
“enxergar o que o mercado deseja”.<br />
Foi aí que decidimos nos associar e tocar<br />
um negócio no qual a venda não fosse<br />
tão impessoal, que fosse além do setor de<br />
compras das empresas, que entrasse dentro<br />
dos laboratórios, que se interessasse<br />
pelo dia-a-dia do usuário, do proprietário,<br />
em resumo “foco no cliente”, oferecendo<br />
soluções criativas e sob medida, visando<br />
maximizar a relação custo/benefício nos<br />
processos em que nos envolvesse. E não<br />
menos importante, enfatizamos a importância<br />
do apoio de nossas famílias, nossa<br />
Fé inabalável em Deus e a participação<br />
inestimável de nossos colaboradores.<br />
<strong>Newslab</strong> : E o futuro ?<br />
Achamos que temos que preparar a<br />
Unionlab para ser entregue a nossa próxima<br />
geração. Vamos continuar acreditando<br />
no Brasil, continuar investindo nos nossos<br />
colaboradores, buscar a melhora de nossos<br />
processos internos. Externamente vamos<br />
buscar dar transparência às nossas relações<br />
através de um programa de Compliance,<br />
que já há dois anos está sendo instalado,<br />
inclusive com participação efetiva no conselho<br />
da ABRAIDI. Com estas ações e aquelas<br />
que nos nortearam desde a fundação: foco<br />
no cliente e rígido controle financeiro, com<br />
certeza vamos estar aqui novamente para<br />
falar dos 60 anos da Unionlab.<br />
www.unionlab.com.br<br />
E-mail: unionlab@unionlab.com.br<br />
A J.R.EHLKE aposta em Nova linha de análise celular<br />
hematológica – Mindray - CAL 6000<br />
0148<br />
O CAL 6000 faz parte de uma nova geração<br />
em análise celular de hematologia, para<br />
bancada. A combinação de duas unidades<br />
de analisadores hematológicos BC-6000<br />
(amostras de sangue total ou fluidos biológicos)<br />
e uma unidade de SC-120 (automação<br />
em distensão e corador de lâminas)<br />
perfaz a velocidade de 220 hemogramas/<br />
hora e 120 lâminas/hora. O CAL 6000 é<br />
um equipamento com três plataformas de<br />
carregamento e três plataformas de descarregamento<br />
contínuos com alta capacidade<br />
de amostras. As esteiras de carregamento<br />
dos analisadores hematológicos são bidirecionais,<br />
sendo uma patente Mindray. O<br />
primeiro analisador de hematologia permite<br />
a distribuição rápida de amostras, melhorando<br />
a eficiência e produtividade. Caso os<br />
resultados da amostra acionem os critérios,<br />
o carregador automático de cada analisador<br />
retornará os racks de amostra para verificação<br />
automática ou repetição de reflexo.<br />
Amostras de emergência são permitidas<br />
com resultados em tempo reduzido. Utilizando<br />
adaptador com patente própria, vários<br />
tipos de tubos são permitidos. Simples-<br />
mente seguindo 3 etapas de “load and go”,<br />
os usuários do SC-120 podem obter lâminas<br />
finalizadas que estão prontas para a revisão<br />
microscópica. As racks de tubos podem ser<br />
personalizadas em cores diferentes determinando<br />
os modos de teste específicos. As<br />
amostras STAT podem ser carregadas em<br />
modo aberto para diminuir o tempo de execução<br />
do teste ou em racks com prioridade.<br />
Ao mudar o status on-line para o off-line, os<br />
usuários podem desconectar cada analisador<br />
de hematologia da estação de trabalho<br />
e operar como uma unidade apenas.<br />
J.R.EHLKE<br />
Av. João Gualberto, 1.661 Juvevê –<br />
Curitiba-PR Cep: 8003-001<br />
Tel : +55 41 3352-2144<br />
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jrehlke@jrehlke.com.br<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
Date:Sep. 24-27<br />
Booth No.:112<br />
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Integrated System<br />
Automated Chemiluminescence Immunoassay (CLIA) Analyzer<br />
Biolumi 8000<br />
Automated Biochemistry Analyzer<br />
MAGLUMI 2000 Plus<br />
MAGLUMI 4000 Plus<br />
MAGLUMI X8<br />
HCV<br />
25-OH Vitamin D<br />
PCT<br />
rT3<br />
GAD65<br />
TRAb<br />
NT-PRO<br />
BNP<br />
TROPONIN I<br />
17 OH-Progesterone<br />
Free Testosterone<br />
IA2<br />
CA50<br />
CA724<br />
Biossays 240 Biossays 240 Plus Biossays BC1200<br />
Biossays BC2200<br />
Estamos contratando: gerente de vendas; Engenheiro Técnico e<br />
Gerente de produto no Brasil. Se você tiver interesse envie seu currículo<br />
para hr_international@snibe.com<br />
Estamos a procura de novos distribuidores<br />
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informe de mercado<br />
Novo Celltac-G – Segurança, Qualidade e Tecnologias<br />
Exclusivas para seu laboratório<br />
Tecnologias Exclusivas para o seu Laboratório<br />
DynaHelix Flow<br />
DynaScatter Laser<br />
Smart ColoRac Match<br />
Walk Away System - O sistema<br />
“Walk Away System” de acesso randômico<br />
e totalmente automatizado atinge<br />
até 90 testes por hora, apenas inserindo<br />
os racks no carregador.<br />
DynaScatter Laser - A tecnologia<br />
ótica ”DynaScatter Laser” analisa e diferencia<br />
as células WBC em seu estado<br />
“quase-nativo” com muita precisão. O<br />
inovador sistema de detecção de espalhamento<br />
de laser de 3 ângulos provê<br />
uma melhor detecção de WBC realizando<br />
uma medição precisa de luz dispersada.<br />
Obtendo a informação do tamanho do<br />
WBC de um sensor chamado “FSS”, as<br />
informações de estrutura e complexidade<br />
das partículas do núcleo são coletadas<br />
por um sensor chamado “FLS” e a<br />
informação da granularidade interna e da<br />
lobularidade são obtidas através de um<br />
sensor chamado “SDS”. Essa informação<br />
gráfica 3D é calculada então por um algoritmo<br />
exclusivo da Nihon Kohden.<br />
DynaHelix Flow - A tecnologia chamada<br />
“DynaHelix Flow” alinha perfeitamente as<br />
células WBC, RBC e PLT para uma contagem<br />
de alta impedância com precisão usando um<br />
fluxo hidrodinâmico focado antes de passar<br />
pela abertura. Somado a isso, o” DynaHelix<br />
Flow” previne totalmente contra o risco de a<br />
mesma célula ser contada duas vezes (retorno)<br />
usando o exclusivo “DynaHelix Flow stream”.<br />
Esse avançado sistema recém desenvolvido,<br />
melhora expressivamente a precisão e<br />
confiabilidade das contagens.<br />
Smart ColoRac Match - O sistema<br />
“Smart ColoRac Match” ajuda a localizar<br />
rapidamente amostras clinicamente alteradas<br />
e tubos cujo código de barras não<br />
pôde ser lido usando uma exclusiva codificação<br />
através de racks coloridos que são<br />
associados ao programa gerenciador de<br />
dados do Celltac G. Isso aumenta muito a<br />
eficiência do laboratório sem investimento<br />
extra, sem aumento de espaço e sem a<br />
necessidade de treinamento extra para o<br />
operador. O sistema “Smart ColoRac Match”<br />
definitivamente maximiza a produtividade<br />
do seu laboratório proporcionando<br />
resultados mais rápidos e precisos.<br />
Seamless information transfer - O<br />
sistema de troca de dados baseado no protocolo<br />
HL7 permite transferência de informação<br />
bidirecional sem interrupção.<br />
Reagent Management - O sistema<br />
de gerenciamento de reagentes do Celltac<br />
G torna muito fácil a manipulação dos mesmos.<br />
Contribuindo assim para resultados<br />
com o mais alto padrão de qualidade.<br />
Novos parâmetros – Os novos<br />
parâmetros Índice de Mentzer e RDW-<br />
-I adicionam valiosas informações clínicas<br />
para que se possa diferenciar os traços de<br />
possibilidade de uma Beta-talassemia de<br />
uma possível anemia ferropriva nos casos<br />
de anemia microcítica. E com os novos parâmetros<br />
Band%, Band# e Seg%, Seg# sua<br />
análise diferencial será muito mais precisa<br />
e confiável, já que o equipamento separa a<br />
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Revista NewsLab | Ago/Set 2019
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0151
informe de mercado<br />
ESI - Indicativo de sepse precoce da Beckman<br />
Coulter, rapidez nos resultados.<br />
0152<br />
Uma doença da qual pouco se fala,<br />
mas muito se teme. Cerca de 20% dos<br />
casos de sepse terminam em óbito,<br />
segundo a Organização Mundial de<br />
Saúde. O número é ainda mais alarmante<br />
quando se pensa em Brasil:<br />
mais de 55%. Por isso, avançar no<br />
diagnóstico e tratamento da condição<br />
é mais do que necessário, é vital.<br />
Um novo exame, que recebeu o<br />
registro da comunidade europeia,<br />
pode reforçar a luta contra a doença.<br />
Trata-se do ESI, Early Sepsis Indicator,<br />
(Indicativo de sepse precoce) da Beckman<br />
Coulter. O marcador ESI é o primeiro<br />
teste em hematologia da Beckman<br />
Coulter que pode sinalizar, já na<br />
triagem dos serviços de emergência, a<br />
possibilidade de um quadro de sepse.<br />
“O fato do indicador de alerta precoce<br />
da sepse fazer parte de um exame de<br />
sangue de rotina significa que os médicos<br />
receberão os resultados rapidamente,<br />
sem sobrecarga adicional de<br />
fluxo de trabalho para o laboratório ou<br />
para o setor de emergência “ explica<br />
Peter Soltani, pH.D. , vice-presidente<br />
sênior e gerente geral de negócios de<br />
hematologia Beckman.<br />
O marcador ESI utiliza a tecnologia<br />
exclusiva do analisador de hematologia<br />
DxH 900 da Beckman Coulter, que<br />
caracteriza a célula em seu estado<br />
quase nativo. A poderosa tecnologia<br />
de sistema VCS 360 pode detectar<br />
com exclusividade alterações morfológicas<br />
em monócitos – células inatas<br />
do sistema imunológico que funcionam<br />
como a primeira linha de defesa<br />
conta infecções. Os monócitos desempenham<br />
seu papel na resposta imune<br />
desregulada à sepse, e a identificação<br />
de alterações morfológicas fornece ao<br />
profissional de saúde informações sobre<br />
a possibilidade de sepse mais cedo<br />
do que outros indicadores.<br />
O novo marcador ESI assim como o<br />
analisador de hematologia DxH 900 já<br />
estão disponíveis comercialmente.<br />
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informe de mercado<br />
0154<br />
LINHA DE TESTES RÁPIDOS QUANTITATIVOS.<br />
Tecnologia e agilidade em sua rotina de testes<br />
fluorescentes quantitativos.<br />
A Linha Imuno-Rápido Quanti traz<br />
um conceito de testes para o laboratório<br />
clínico, que une a rapidez e praticidade dos<br />
testes rápidos com a sensibilidade dos testes<br />
fluorescentes quantitativos. Através de uma<br />
moderna metodologia, os testes rápidos da<br />
Wama Diagnóstica são capazes de quantificar<br />
parâmetros importantes da rotina laboratorial<br />
e hospitalar em poucos minutos.<br />
A Wama Diagnóstica inova e traz<br />
para o mercado um conceito revolucionário<br />
em teste rápido para a<br />
quantificação de PCR.<br />
O kit Imuno-Rápido Quanti PCR Ultrassensível<br />
é capaz de detectar quantitativamente<br />
em níveis muito baixos o indicador de inflamação<br />
Proteína C Reativa (PCR) em amostras<br />
de sangue, soro e plasma.<br />
Destaque no mercado nacional de testes<br />
rápidos, a WAMA Diagnóstica apresenta o<br />
seu novo produto para diagnóstico preditivo<br />
de doenças cardiovasculares: o kit Imuno-Rápido<br />
Quanti PCR Ultrassensível, um imunoensaio<br />
de fluorescência capaz de determinar<br />
quantitativamente o indicador de inflamação<br />
PCR (Proteína C Reativa) em baixas concentrações<br />
no sangue, soro ou plasma.<br />
A Proteína C Reativa é uma proteína<br />
de fase aguda produzida no fígado e tem<br />
seus níveis elevados no sangue em resposta<br />
a processos infecciosos e inflamatórios,<br />
aumento de risco de doenças arterial<br />
periférica, infarto do miocárdio, acidente<br />
vascular cerebral (AVC) e morte súbita cardiovascular.<br />
Sabendo-se que os valores de<br />
concentração da PCR em pacientes saudáveis<br />
geralmente encontram-se abaixo de<br />
0,8 mg/L, a Proteína C Reativa é utilizada<br />
como um marcador sensível e dinâmico de<br />
inflamação permitindo o rastreio e monitoramento<br />
de infecções e inflamações através<br />
de seus níveis séricos.<br />
Desenvolvido com uma alta sensibilidade<br />
na determinação quantitativa da PCR, o<br />
kit Imuno-Rápido Quanti PCR Ultrassensível<br />
tem como propósito predizer um evento<br />
cardiovascular através da dosagem da Proteína<br />
C Reativa de forma eficiente, simples,<br />
com baixo custo e em apenas 15 minutos<br />
utilizando o leitor de testes rápidos imunoflorescentes<br />
WF500. O teste permite a classificação<br />
de pacientes em três faixas de risco<br />
de desenvolvimento de doenças cardiovasculares<br />
de acordo com sua concentração<br />
da PCR sérica: baixo risco (concentração<br />
de PCR menor que 1,0 mg/L), médio risco<br />
(concentração de PCR entre 1,0 e 3,0 mg/L)<br />
e alto risco (concentração de PCR acima de<br />
3,0 mg/L).<br />
O kit Imuno-Rápido Quanti PCR Ultrassensível<br />
da WAMA é um teste altamente<br />
sensível para determinação quantitativa<br />
da PCR e pode ser utilizado com amostras<br />
de sangue total, soro ou plasma humano<br />
identificando precocemente indivíduos com<br />
risco de eventos cardiovasculares. Dessa forma,<br />
mais uma vez a WAMA Diagnóstica<br />
reafirma seu compromisso em oferecer a<br />
seus clientes excelência em seus produtos,<br />
através de inovação, qualidade e eficiência<br />
assegurados pelo rígido controle de qualidade<br />
ao qual seus kits são submetidos.<br />
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80 testes.<br />
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o Brasil.<br />
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Revista NewsLab | Ago/Set 2019
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0<strong>155</strong>
informe de mercado<br />
0156<br />
Roche e Sysmex anunciam a renovação<br />
do compromisso com o mercado de<br />
hematologia no Brasil<br />
A Sysmex America Inc., Sysmex do<br />
Brasil Indústria e Comércio Ltda. e a<br />
Roche Diagnóstica Brasil anunciaram<br />
um novo contrato de distribuição de<br />
quatro anos. Pelo acordo, a Roche<br />
continuará a distribuir os produtos<br />
de hematologia da Sysmex, incluindo<br />
instrumentos e reagentes no Brasil. A<br />
parceria brasileira entre a Sysmex e a<br />
Roche começou em 2000. Desde então,<br />
ambas as empresas têm aplicado<br />
forças para expandir participação e<br />
conquistar a liderança de mercado.<br />
Por meio deste acordo, as empresas<br />
pretendem fortalecer a posição de liderança,<br />
focadas em fornecer um suporte<br />
superior ao cliente. “Com compromisso<br />
renovado para o mercado brasileiro, a<br />
Roche e a Sysmex fornecerão suporte,<br />
treinamento e serviços sem precedentes<br />
na região. Isso proporcionará uma vantagem<br />
estratégica sobre nossos concorrentes<br />
e impulsionará novas oportunidades<br />
de crescimento para os negócios de<br />
hematologia”, disse Ralph Taylor, Diretor<br />
Executivo da Sysmex America.<br />
“O acordo assegura que o Brasil continue<br />
a ter acesso às soluções de hematologia<br />
mais avançadas garantindo<br />
aos parceiros da Roche uma oferta<br />
integrada do Core Lab e hematologia<br />
baseada em excelência operacional e,<br />
mais importante, o paciente que será o<br />
maior beneficiado com essa inovação”,<br />
reforça Antonio Vergara, presidente da<br />
Roche Diagnóstica.<br />
Depois de imunologia e bioquímica,<br />
hematologia é a terceira linha de negócios<br />
da Roche Diagnóstica no Brasil, e<br />
representa 12 por cento do faturamento<br />
local. A empresa é líder mundial em<br />
diagnóstico in vitro e diagnóstico de<br />
câncer em tecido e vem transformando<br />
o modo como as doenças podem ser<br />
prevenidas, diagnosticadas e monitoradas,<br />
oferecendo a melhor medicina de<br />
precisão. Desenvolve e integra soluções<br />
de diagnóstico e de big data para superar<br />
os desafios de hoje e antecipar as necessidades<br />
do futuro.<br />
Sobre a Sysmex<br />
A Sysmex está empenhada em ajudar<br />
a melhorar a saúde com soluções de<br />
diagnóstico que transformam o futuro<br />
dos cuidados médicos e contribuem para<br />
uma vida mais saudável. Sua tecnologia<br />
inovadora nas linhas de hematologia,<br />
urinálise e citometria de fluxo está mudando<br />
o mundo dos diagnósticos. Como<br />
afiliada regional no continente americano<br />
da Sysmex Corporation, sediada em<br />
Kobe, no Japão, a Sysmex é líder global<br />
em hematologia e é reconhecida como<br />
uma empresa confiável e respeitada,<br />
empenhada em melhorar a eficiência,<br />
operações e o desempenho financeiro<br />
de laboratórios clínicos. Oferecemos<br />
produtos de diagnóstico que trazem a<br />
pacientes e profissionais de saúde a informação<br />
necessária para tomar decisões<br />
com maior confiança. A revista Forbes<br />
nomeou a Sysmex uma das empresas<br />
mais inovadoras na categoria de equipamentos<br />
e serviços de saúde. Saiba mais<br />
sobre a Sysmex América em www.sysmex.com/us<br />
e sobre a Sysmex Brasil em<br />
www.sysmex.com.br.<br />
Sobre a Roche<br />
A Roche é uma empresa global, pioneira<br />
em produtos farmacêuticos e de<br />
diagnóstico, dedicada a desenvolver<br />
avanços da ciência que melhorem a vida<br />
das pessoas. Combinando as forças das<br />
divisões Farmacêutica e Diagnóstica, a<br />
Roche se tornou líder em medicina personalizada<br />
- estratégia que visa encontrar<br />
o tratamento certo para cada paciente,<br />
da melhor forma possível.<br />
É considerada a maior empresa de<br />
biotecnologia do mundo, com medicamentos<br />
verdadeiramente diferenciados<br />
nas áreas de oncologia, imunologia,<br />
infectologia, oftalmologia e doenças do<br />
sistema nervoso central. É também líder<br />
mundial em diagnóstico in vitro e tecidual<br />
do câncer, além de ocupar posição de<br />
destaque no gerenciamento do diabetes.<br />
Fundada em 1896, a Roche busca<br />
constantemente meios mais eficazes para<br />
prevenir, diagnosticar e tratar doenças, contribuindo<br />
de modo sustentável para a sociedade.<br />
A empresa também visa melhorar o<br />
acesso dos pacientes às inovações médicas<br />
trabalhando em parceria com todos os públicos<br />
envolvidos. Trinta medicamentos desenvolvidos<br />
pela Roche fazem parte da Lista<br />
de Medicamentos Essenciais da Organização<br />
Mundial da Saúde, entre eles, antibióticos<br />
que podem salvar vidas, antimaláricos<br />
e terapias contra o câncer. Além disso, pelo<br />
décimo ano consecutivo, a Roche foi reconhecida<br />
como a empresa mais sustentável<br />
na Indústria Farmacêutica pelos Índices de<br />
Sustentabilidade Dow Jones (DJSI).<br />
Com sede em Basileia, na Suíça, o<br />
Grupo Roche atua em mais de 100 países<br />
e, em 2018, empregou cerca de 94.000<br />
pessoas em todo o mundo. No mesmo<br />
ano, a Roche investiu 11 bilhões de<br />
francos suíços em Pesquisa e Desenvolvimento<br />
(P&D) e suas vendas alcançaram<br />
56,8 bilhões de francos suíços. A Genentech,<br />
nos Estados Unidos, é um membro<br />
integral do Grupo Roche. A Roche é acionista<br />
majoritária da Chugai Pharmaceutical,<br />
no Japão.<br />
Para mais informações, visite:<br />
www.roche.com.br.<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
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RDW-SD, P-LCC, P-LCR.<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
alho em si é um<br />
orfolk, 11 de<br />
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a britânico que,<br />
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ANALOGIAS queixa foi EM a MEDICINA pista para<br />
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Sir James Paget e seu Cocheiro denominou-a de “osteite deformans’<br />
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e denominou-a de Virchow, “osteite criou a deformans’ “ciência da patologia”.<br />
- Londres, Foi um 30 dos médico de dezembro ossos". excepcional de A doença<br />
de osteoclastos, células sabidamente<br />
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James Paget, (Great Yarmouth, Norfolk, 11 de<br />
ósseo devido ao número aumentado<br />
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sa e descompensada” 1899) foi um cirurgião século do e 19, patologista tecido conhecido britânico ósseo por seus que, devido relatórios<br />
alemão e estudos Rudolf sobre Virchow, a doença criou a óssea zimático adequado para reabsorção do<br />
ao multinucleadas e com equipamento en-<br />
juntamente com o<br />
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pelos osteoblastos, com redemo-<br />
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estudos sobre a doença óssea progressiva conhecida<br />
redemodelação entre outras. Seu nome é comumente delação óssea reacional e não lamelar<br />
como doença óssea óssea de Paget reacional ou osteíte deformante, e não lamelar<br />
ção e construção entre outras. Seu simultâneas nome pronunciado é comumente de de maneira osso pronunciado incorreta - lhe valeu no desordenada. a<br />
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Há três doenças que foram Há três identificadas doenças que por foram ele: Fig.1 – Sir James Paget (imagem disponível<br />
identificadas<br />
por ele: Doenças de Paget óssea, sir-james-paget/, tos acessado condutopatas/esquizofrênicos?<br />
em 26/01/2019)<br />
da matriz óssea”. Seriam os osteoclas-<br />
Doenças de Paget óssea, mamária e extramamária.<br />
em www.jpaget.nhs.uk/about-us/who-was-<br />
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em 1854,<br />
de Paget óssea são<br />
sofrendo também de dores nos membros inferiores. O Dr. Paget observou o osso da<br />
lternadas de osteólise queixou-se de esclerose de aumento do comparadas crânio, pois muito a frequentes e relacionados às alterações<br />
estruturais episódicas que sur-<br />
canela esquerda (tíbia) e o da coxa esquerda (fêmur) estavam aumentados e deformados.<br />
sua antiga cartola passou a não servir<br />
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do neoformação crânio mostra óssea áreas alternadas de<br />
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osso. Ocorre<br />
simultânea pelos osteoblastos, com redemodelação óssea reacional e não lamelar<br />
Hospital São Bartolomeu londrino em osteólise de esclerose comparadas a<br />
desordenada. Este cenário - destruição e construção simultâneas de osso - lhe valeu a<br />
1854, sofrendo também de dores nos “flocos de algodão”; na coluna vertebral<br />
alcunha de “loucura metabólica da matriz óssea”. Seriam os osteoclastos<br />
condutopatas/esquizofrênicos?<br />
membros inferiores. O Dr. Paget observou<br />
que rara no o osso Brasil, da mas canela comum esquerda em outros de países. “vértebra em marfim” quando em<br />
aspecto de “moldura de quadro” ou<br />
A doença é relativamente<br />
Os termos comparativos/analógicos (tíbia) e o da coxa na esquerda moléstia (fêmur) óssea de eburnização; Paget óssea a são deformidade muito da tíbia<br />
frequentes e relacionados estavam às aumentados alterações estruturais e deformados. episódicas que lembra surgem uma no lâmina esqueleto. de sabre; imagens<br />
A radiologia revela numerosas lesões que são praticamente diagnósticas da doença. A<br />
Ele descreveu a doença em 1877 e osteolíticas em “folha de grama” ou em<br />
0160<br />
Fig.1 – Sir James Paget (imagem disponível em:<br />
www.jpaget.nhs.uk/about-us/who-was-sir-james-paget/,<br />
Fig.1 – Sir James Paget (imagem disponível<br />
Acessado em 26/01/2019)<br />
em www.jpaget.nhs.uk/about-us/who-wassir-james-paget/,<br />
acessado em 26/01/2019)<br />
Sir James Paget e seu Cocheiro<br />
radiografia do crânio mostra áreas alternadas de osteólise e de esclerose comparadas a<br />
“flocos de algodão”; na coluna vertebral aspecto de “moldura de quadro” ou de<br />
“vértebra em marfim” quando em eburnização; a deformidade da tíbia lembra uma<br />
“vidro fosco” em ossos longos. A olho<br />
nu os ossos pagéticos, apesar de espessados,<br />
são moles e porosos como “pão-<br />
-seco ou pedra-pome” e podem ser<br />
cortados facilmente com uma faca; o<br />
exame microscópico mostra pequenos<br />
fragmentos ósseos entremeados por<br />
linhas de cimento proeminentes, configurando<br />
um aspecto de “mosaico”. O<br />
tratamento procura destruir o vilão<br />
agressor que é o osteoclasto perturbado.<br />
A medicina usa o ácido zoledrônico<br />
como tratamento eficaz da doença.<br />
(Artigo baseado em várias fontes nacionais<br />
e no livro Analogias no Ensino<br />
Médico Coopmed. BH.MG).<br />
José de Souza Andrade-Filho*<br />
*Patologista no Hospital Felício Rocho-BH;<br />
membro da Academia Mineira de Medicina e<br />
Professor de Patologia da Faculdade de Ciências<br />
Médicas de Minas Gerais.<br />
Revista NewsLab | Ago/Set 2019
SB M Sociedade<br />
Brasileira de<br />
Microbiologia<br />
apresenta:<br />
Brazilian Journal of Microbiology(BJM) é uma revista científica internacional, on line,<br />
com fator de impacto de 2.857. É a publicação oficial da Socidade Brasileira de Microbiologia e<br />
atualmente publicada trabalhos originais de pesquisa e revisões em 4 edições ao ano. É indexada em diversas<br />
bases, entre elas, Science Citation Index Expanded(SciSearch), Medline, PudMed Central, Scopus e Google Scholar.<br />
Abrnge diversos aspectos da Microbiologia, contemplando as<br />
seguintes seções: Biotecnologia e Microbiologia Indústrial; Microbiologia de Alimentos; Microbiologia Clínica;<br />
Microbiologia Ambiental; Microbiologia Veterinária; Patogenicidade; Fisiologia Bacteriana e Biologia Molecular<br />
de Bactérias e Fungos; Virus; Educação em Microbiologia.<br />
O BJM possui política rígida de avaliação e seu quadro editorial é composto por pesquisadores com grande<br />
experiência na área de atuação.<br />
Não há custo de publicação para os autores, exceto quando desejam ter seu artigo em ´´Open Access``<br />
Para maiores informações acessem os sites:<br />
https://www.springer.com/life+sciences/microbiology/journal/42770<br />
https://sbmicrobiologia.org.br/bjm/