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Newslab 155

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A mídia oficial<br />

do diagnóstico laboratorial<br />

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Ano 26 - Edição <strong>155</strong> - Ago/Set 2019<br />

editorial<br />

Chegamos à <strong>155</strong>ª edição da Revista <strong>Newslab</strong>, cuidadosamente preparada trazendo a maior gama<br />

de assuntos referentes ao setor de diagnóstico laboratorial. Com a expectativa do 53º Congresso da<br />

SBPC/ML, onde distribuiremos esta Revista, e que ocorrerá de 24 a 27 de setembro, trazendo uma preciosíssima<br />

programação técnico-científica. A nossa revista também traz um material bem abrangente.<br />

Contamos, desta vez, com três artigos que abordam diferentes temas: o primeiro sobre a importância do<br />

conhecimento e esclarecimento sobre o papilomavírus humano (HPV) na adolescência, especialmente<br />

por conta da iniciação da vida sexual ativa precoce em muitos adolescentes; o segundo sobre as relações<br />

das dislipidemias e o uso da terapêutica em indivíduos infectados pelo vírus HIV; e o terceiro sobre a<br />

incidência de infecções no trato urinário em gestantes.<br />

Além dos artigos científicos supracitados, seguimos com a seção de Gestão Laboratorial e Profissional<br />

que discorre sobre soluções em gestão para pequenos e médios laboratórios clínicos. Temos como<br />

Laboratório em Destaque o Bioma4me, apresentando um texto sobre a importância do sequenciamento<br />

de microbioma para uma vida saudável. Na seção Minuto Laboratório falamos sobre a importância da<br />

fase pré-analítica para o sucesso do diagnóstico. Na seção de Radar Científico, abordamos sobre a importância<br />

do controle do resfriamento em criopreservação e sobre o impacto da análise de esfregaços<br />

por metodologia digital. Somado a isso, seguimos com a seção Direito a Saúde, que expõe o tema da<br />

problemática da judicialização na área da saúde. Seguimos, então, para a seção Lady News que fala<br />

sobre os processos de gestão, especialmente sob a ótica feminina, e sobre as novidades de microscopia.<br />

Por fim, nossa despojada e divertida coluna Analogias em Medicina, conta como foi a descrição da<br />

doença de Paget.<br />

Todo esse conteúdo, associado à uma importante agenda de eventos e as melhores inovações e soluções<br />

do mercado de análises clínicas, reunindo as maiores empresas do ramo. Agradecemos à todos que<br />

colaboraram com essa edição, e a todos os leitores.<br />

Boa leitura a todos!<br />

JOÃO GABRIEL DE ALMEIDA<br />

Expediente<br />

Realização: DEN Editora<br />

Conselho Editorial: Sylvain Kernbaum | revista@newslab.com.br<br />

Jornalista Responsável: João Gabriel | redação@newslab.com.br<br />

Assinaturas: Daniela Faria 11 98357-9843 | assinatura@newslab.com.br<br />

Comercial: João Domingues - 11 98357-9852 | comercial@newslab.com.br<br />

Coordenação de Arte: HDesign - arte@hdesign.com.brr<br />

Impressão: Vox Gráfica | Periodicidade: Bimestral<br />

Ano 26 - Edição <strong>155</strong> - Ago/Set 2019<br />

DEN Editora - Revista NewsLab - Av. Nove de Julho, 3.229 - Cj. 1110 - 01407-000 - São Paulo-SP<br />

tel.: 11 3900-2390 - www.newslab.com.br - revista@newslab.com.br<br />

CNPJ.: 23.057.401/0001-83 - Insc. Est.: 113.931.870.114 - ISSN 0104-8384<br />

04<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


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Ano 26 - Edição <strong>155</strong> - Ago/Set 2019<br />

Normas de Publicação<br />

para artigos e informes assinados<br />

A Revista <strong>Newslab</strong>, em busca constante de novidades em divulgação científica, disponibiliza abaixo as normas para publicação de artigos, aos autores interessados.<br />

Caso precise de informações adicionais, entre em contato com a redação.<br />

Informações aos Autores<br />

A Revista <strong>Newslab</strong>, em busca constante de novidades<br />

em divulgação científica, disponibiliza abaixo<br />

as normas para publicação de artigos, aos autores<br />

interessados. Caso precise de informações adicionais,<br />

entre em contato com a redação.<br />

Informações aos autores<br />

Bimestralmente, a Revista NewsLab publica<br />

editoriais, artigos originais, revisões, casos educacionais,<br />

resumos de teses etc. Os editores levarão em<br />

consideração para publicação toda e qualquer contribuição<br />

que possua correlação com as análises<br />

clínicas, a patologia clínica e a hematologia.<br />

Todas as contribuições serão revisadas e analisadas<br />

pelos revisores. Os autores deverão informar<br />

todo e qualquer conflito de interesse existente, em<br />

particular aqueles de natureza financeira relativo a<br />

companhias interessadas ou envolvidas em produtos<br />

ou processos que estejam relacionados com a<br />

contribuição e o manuscrito apresentado.<br />

Acompanhando o artigo deve vir o termo de<br />

compromisso assinado por todos os autores, atestando<br />

a originalidade do artigo, bem como a participação<br />

de todos os envolvidos.<br />

Os manuscritos deverão ser escritos em português,<br />

mas com Abstract detalhado em inglês. O Resumo<br />

e o Abstract deverão conter as palavras-chave<br />

e keywords, respectivamente.<br />

As fotos e ilustrações devem preferencialmente<br />

ser enviadas na forma original, para uma perfeita reprodução.<br />

Se o autor preferir mandá-las por e-mail,<br />

Contato<br />

A sua opinião é muito importante para nós. Por isso, criamos<br />

vários canais de comunicação para você, nosso leitor.<br />

REDAÇÃO: Av. Nove de Julho, 3.229 - Cj. 1110 - 01407-000 - São Paulo-SP<br />

TELEFONE: (11) 3900-2390<br />

EMAIL: redacao@newslab.com.br.<br />

Acesse nossa homepage: www.newslab.com.br<br />

Siga-nos no twitter: @revista_newslab<br />

pedimos que a resolução do escaneamento seja de<br />

300 dpi’s, com extensão em TIF ou JPG.<br />

Os manuscritos deverão estar digitados e enviados<br />

por e-mail, ordenados em título, nome e<br />

sobrenomes completos dos autores e nome da<br />

instituição onde o estudo foi realizado. Além disso,<br />

o nome do autor correspondente, com endereço<br />

completo fone/fax e e-mail também deverão constar.<br />

Seguidos por resumo, palavras-chave, abstract,<br />

keywords, texto (Ex: Introdução, Materiais e Métodos,<br />

Parte Experimental, Resultados e Discussão,<br />

Conclusão) agradecimentos, referências bibliográficas,<br />

tabelas e legendas.<br />

As referências deverão constar no texto com o<br />

sobrenome do devido autor, seguido pelo ano da<br />

publicação, segundo norma ABNT 10520.<br />

As identificações completas de cada referência<br />

citadas no texto devem vir listadas no fim, com o<br />

sobrenome do autor em primeiro lugar seguido pela<br />

sigla do prenome. Ex.: sobrenome, siglas dos prenomes.<br />

Título: subtítulo do artigo. Título do livro/periódico,<br />

volume, fascículo, página inicial e ano.<br />

Evite utilizar abstracts como referências. Referências<br />

de contribuições ainda não publicadas deverão<br />

ser mencionadas como “no prelo” ou “in press”.<br />

Os trabalhos deverão ser enviados ao endereço:<br />

Revista NewsLab<br />

A/C: João Gabriel – redação<br />

Av. Nove de Julho, 3.229 - Cj. 412<br />

CEP 01407-000 - São Paulo-SP<br />

Pelo e-mail: redacao@newslab.com.br<br />

Ou em http://www.newslab.com.br/publique/<br />

o que dá resultado<br />

o o crescimento da saúde no Brasil,<br />

cana Beckman Coulter investe<br />

s no país e apresenta lançamentos que<br />

ssibilidades de erros nos diagnósticos do setor.<br />

Esta publicação é dirigida aos laboratórios, hemocentros e universidades de todo o país. Os artigos e informes assinados<br />

são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião da DEN Editora.<br />

Filiado à:<br />

06<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


TRANSFUSION MEDICINE


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Índice remissivo de anunciantes<br />

ordem alfabética<br />

Ano 26 - Edição <strong>155</strong> - Ago/Set 2019<br />

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pág<br />

AdebLine 28-29<br />

Aimara 75<br />

Apparat Brasil 51 | 111<br />

Beckman Coulter 01<br />

Becton Dickinson 53 | 88 - 89<br />

Bio Advance 25<br />

Biodinâmica 99<br />

BioSystems 133<br />

Biotecno 151<br />

Brazilian Journal Of Microbiolog 161<br />

Celer Biotecnologia 95<br />

Cellavision 27<br />

Cepheid 117<br />

Comercial 3Albe 143<br />

Control Lab 115<br />

DB Diagnósticos 164<br />

Diagno 137<br />

Diagnóstica Rio 79<br />

Erba Diagnostics 17 | 119<br />

Álvaro Apoio | Folder 82<br />

FirstLab 101<br />

Fujirebio 67<br />

Gilson S.A. 141<br />

GoldAnalisa 139<br />

Greiner Bio-One Brasil 81 | 131<br />

Grifols 5-7<br />

GT Group (Biosul) 49<br />

Hermes Pardini 63<br />

Horiba 2-3 | 159<br />

InVitro 121<br />

IDS Immunologia 153<br />

J. R. Ehlke 54-55<br />

Anunciante<br />

pág<br />

Labrede 42 - 43<br />

Labteste 87<br />

Liga Sistemas 145<br />

Livro Proced. Básicos 104<br />

LumiraDx 71<br />

Mayo Clinic 47<br />

Médica Com Repr. LTDA 91<br />

Mobius Life Science 93<br />

Mbiolog 10-11<br />

Molecular do Brasil 157<br />

NeoLab 45<br />

NewProv 129<br />

Nihon Kohden do Brasil 65 | 102-103<br />

PNCQ 127<br />

Prime Cargo 162-163<br />

Quest Diagnostics 35<br />

Roche 39<br />

São Marcos Laboratório 37<br />

Sarstedt 14-15<br />

Sebia 135<br />

Serion 105 | 109<br />

Seegene Brazil 13<br />

Siemens 23 | 77<br />

Snibe 149<br />

Stramedical 73<br />

Sysmex 125<br />

TBS Binding Site 33<br />

ThermoFisher 09<br />

Union Lab 147<br />

Veolia 106-107<br />

Vida Biotecnologia 69<br />

Vyttra 18-19<br />

Conselho Editorial<br />

Luiz Euribel Prestes Carneiro – Farmacêutico-Bioquímico, Depto. de Imunologia e de Pós-Graduação da Universidade do Oeste Paulista, Mestre e Doutor em Imunologia pela USP/SP | Prof. Dr. Carlos A. C. Sannazzaro<br />

– Professor Doutor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP | Dr. Amadeo Saéz-Alquézar - Farmacêutico-Bioquímico | Prof. Dr. Antenor Henrique Pedrazzi – Prof. Titular e Vice-Diretor da Faculdade de Ciências<br />

Farmacêuticas de Ribeirão Preto - USP | Prof. Dr. José Carlos Barbério – Professor Emérito da USP | Dr. Silvano Wendel – Banco de Sangue do Hospital Sírio-Libanês | Dr. Paulo C. Cardoso De Almeida – Doutor<br />

em Patologia pela Faculdade de Medicina Da USP | Dr. Zan Mustacchi – Prof. Adjunto de Genética da Faculdade Objetivo/UNIP | Dr. José Pascoal Simonetti – Biomédico, Pesquisador Titular do Depto de Virologia do Instituto<br />

Oswaldo Cruz - Fiocruz - RJ | Dr. Sérgio Cimerman – Médico-Assistente do Instituto de Infectologia Emílio Ribas e Responsável Técnico pelo Laboratório Cimerman de Análises Clínicas | Dra. Suely Aparecida Corrêa Antonialli<br />

– Farmacêutica-Bioquímica-Sanitarista, Mestre em Saúde Coletiva.<br />

Colaboraram nesta Edição:<br />

José de Souza Andrade-Filho, Tainá Cardoso dos Santos Pires, Rosalina Guedes, Ana Clara da Silva, Karla Valéria Santos de Campos, Izalina Carla Oliveira do Nascimento, José Eduardo<br />

Batista Filho, Vanessa Danille Diniz da Silva, Gerusinete Bastos Santos, José Eduardo Batista, Guilherme Ribeiro Juliano, Aline Cristina Souza da Silva, Mariana Silva Oliveira, Lourimar<br />

José de Morais, Camila Lourencini Cavellani, Vicente de Paula Antunes da Teixeira, Mara Lúcia da Fonseca Ferraz, Kairo Silveira, Patricia Fukuma , Ana Hasegawa, Marilene Scodeler,<br />

Mauren Isfer Anghebem, Amanda Navarro D’Oliveira, Fábia Yves.<br />

08<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


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For Research Use Only. Not for use in diagnostic procedures. © 2019 Thermo Fisher Scientifi c Inc. All rights reserved. All<br />

trademarks are the property of Thermo Fisher Scientifi c and its subsidiaries unless otherwise specifi ed.<br />

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010<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


evista<br />

Í n d i c e<br />

Ano 26 - Edição <strong>155</strong> - Ago/Set 2019<br />

MATÉRIA<br />

DE CAPA<br />

Investimento que dá resultado<br />

Acompanhando o crescimento da saúde no Brasil,<br />

a norte-americana Beckman Coulter investe<br />

US$ 15 milhões no país e apresenta lançamentos que<br />

reduzem as possibilidades de erros nos diagnósticos do setor.<br />

04 Editorial<br />

16 Agenda<br />

70 Laboratório em destaque<br />

76 Radar Científico I<br />

84 Radar Científico II<br />

86 Radar Científico lll<br />

90 Direito e Saúde<br />

96 Informe Científico<br />

98 Lady News<br />

104 Minuto Laboratório<br />

108 Informes de Mercado<br />

128 Logística Laboratórial<br />

160 Analogias em Medicina<br />

56<br />

ARTIGO 1<br />

O PAPILOMAVÍRUS HUMANO<br />

(HPV) E SUA ASSOCIAÇÃO COM O<br />

CÂNCER DE COLO DE ÚTERO NA<br />

ADOLESCÊNCIA<br />

AUTORES:<br />

JOICIANE JÉSSICA PANTOJA RAMOS;<br />

MICHELE AMARAL DA SILVEIRA.<br />

ARTIGO 2<br />

VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA<br />

ADQUIRIDA E AS DISLIPIDEMIAS PROVOCADAS EM<br />

PACIENTES QUE UTILIZAM ANTIRETROVIRAIS<br />

AUTORES:<br />

LUCIA BUENO;<br />

POLIANA VARGAS PORTO;<br />

BRUNA GRASIELA BARBOSA;<br />

MORGANA SCHMITT;<br />

ANA CLAUDIA MACHADO SILVEIRA;<br />

GEISIBEL ROBERTA DE VARGAS;<br />

FABIANO COSTA OLIVEIRA;<br />

GUSTAVO MULLER LARA;<br />

ELOIR DUTRA LOURENÇO.<br />

ARTIGO 3<br />

INVESTIGAÇÃO DA INCIDÊNCIA DE INFECÇÃO<br />

DO TRATO URINÁRIO EM GESTANTES<br />

ATENDIDAS NO LABORATÓRIO MUNICIPAL DE<br />

ANÁLISES CLÍNICAS DO MUNICÍPIO DE SÃO<br />

BENTO DO SUL/SC<br />

AUTORES:<br />

KARINA TOMELIN;<br />

SHEILA KATY BARON;<br />

DEISY ALINI RUTHESE;<br />

DANIELA DELWING DE LIMA.<br />

GESTÃO LABORATORIAL<br />

E PROFISSIONAL<br />

PROGRAMA NACIONAL PARA PROFISSIONALIZAÇÃO DA GESTÃO<br />

LABORATORIAL - PROGELAB<br />

LADY NEWS<br />

NOVIDADES DO SCARPIN MICROSCÓPIO<br />

20<br />

30<br />

40<br />

64<br />

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012<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


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Revista NewsLab | Ago/Set 2019


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MAJOR JILL A. LEMIEUX - Hospital da Força Aérea dos Estados Unidos<br />

Comandante de vôo do 88° Esquadrão de Operações Médicas e Emergência, da Base Wright Patterson Air<br />

Force, Ohio, o qual lidera o maior e mais diverso esquadrão aéreo contendo 112 militares, civis e contratados.<br />

O departamento de emergência promove atendimento de urgência e emergência para 22.000 pacientes por ano<br />

e abriga estudantes de medicina, residentes, estudantes técnicos de fase II e III, e uma plataforma de treinamento<br />

de prontidão para mais de 200 médicos.<br />

Nativa de Massachusetts e graduada da escola Bartlett, está na Força Aérea desde novembro de 1994.<br />

Em dezembro de 2000 transferiu-se para a Guarda Aérea Nacional. Lá ingressou na escola de enfermagem e<br />

depois obteve a graduação como bacharel de enfermagem pela Universidade de Massachusetts. Comandou as<br />

atividades como Segundo Tenente em janeiro de 2006. Major Lemieux ocupou diversos cargos incluindo líder e<br />

gerente de enfermagem, instrutora de enfermagem de traumas no Defense Institute of Medical Operations,<br />

instrutora ACLS (Advanced Cardiovascular Life Support) e comandante de vôo.<br />

MICHAEL O´BRYAN, MD<br />

Bacharel em Ciências Biológicas da Universidade de Kentucky (Lexington, KY) e especializado em<br />

Obstetrícia e Ginecologia pela Universidade de Medicina da Holanda. Apaixonado na busca de<br />

melhorias dos resultados dos pacientes. Dr. O’Bryan é autor, palestrante em qualidade de amostras<br />

e mais recentemente como colaborador do Clinical Laboratory Standards Institute.<br />

Dr. ALEXANDRE BELMONTE SIPHONE<br />

Advogado e economista; pós-graduado em Direito Médico pela Universidade de Coimbra; possui MBA em Gestão<br />

Empresarial pelo INPG; Mestre em Direito Empresarial pela UNIMES; Doutorando em direito internacional do trabalho<br />

pelo ISPED - Instituto Sul Americano de Pesquisa e Desenvolvimento em pareceria com a Universidad Nacional de<br />

Córdoba. Trabalhou durante 15 anos no setor de Recursos Humanos de empresas multinacionais e, em seguida,<br />

especializou-se na carreira da advocacia trabalhista e na responsabilidade civil e criminal na atuação médica, onde<br />

passou a defender o interesse de grupos empresariais dos mais diversos segmentos. Atualmente, é o sócio<br />

responsável pelas áreas de direito médico e do trabalho no escritório.<br />

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DATA: 25/09/2019<br />

LOCAL: Sala A - Mezanino<br />

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09:15 | 10:00 Michael O´Bryan - Gestão de Sangue do Paciente<br />

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Entenda como o Centro Médico Wright Patterson da Força Aérea dos EUA -<br />

uma das maiores bases aéreas dos Estados Unidos - reduziu drasticamente<br />

as taxas de hemólises no processo de coleta de sangue<br />

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cível e criminal decorrente de Acidentes de Trabalho?<br />

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CBPC 2019<br />

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Rio de Janeiro<br />

24 a 26 de setembro<br />

15:15 | 16:00<br />

16:00 | 16:30<br />

Major Jill Lemieux<br />

Reduzindo Hemólises com o sistema de coleta de sangue S-Monovette ®<br />

Entenda como o Centro Médico Wright Patterson da Força Aérea dos EUA -<br />

uma das maiores bases aéreas dos Estados Unidos - reduziu drasticamente<br />

as taxas de hemólises no processo de coleta de sangue<br />

Dr. Alexandre Siphone - Como evitar o Passivo Trabalhista e a responsabilização<br />

cível e criminal decorrente de Acidentes de Trabalho?<br />

17:00 | 17:45 Michael O´Bryan - Os números não mentem!<br />

Venha descobrir como o sistema de coleta de sangue S-Monovette ®<br />

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agenda<br />

agenda<br />

XLIV Annual Congress of the Brazilian Society of Immunology /<br />

XII ESCI – Extra Section of Clinical Immunology<br />

Data: 29 de setembro a 2 de outubro - Local: Florianópolis/SC<br />

Site: https://sbicongressos.com/immuno2019/<br />

30º congresso de microbiologia<br />

Data: 6 a 9 de outubro<br />

Local: Centro Cultural e de exposições ruth cardoso – Maceio/AL<br />

Site: https://sbmicrobiologia.org.br/30cbm2019/<br />

48º Congresso Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem<br />

Data: 10 a 12 de outubro<br />

Local: Centro de Eventos do Ceará – Fortaleza/CE<br />

Site: https://congressocbr.com.br/<br />

XVI Congresso Brasileiro de Cardiogeriatria<br />

Data: 11 a 12 de outubro<br />

Local: Hotel Pestana – São Paulo/SP<br />

Site: http://departamentos.cardiol.br/decage/congresso2019/<br />

XII Congresso Brasileiro de Bioética<br />

Data: 15 a 18 de outubro<br />

Local: PUC-Goiás - Goiânia/GO<br />

Site: https://win.iweventos.com.br/evento/bioetica2019/home<br />

XXII Congresso da Sociedade Brasileira de Diabetes<br />

Data: 16 a 18 de outubro<br />

Local: Centro de convenções de Natal – Natal/RN<br />

Site: https://diabetes2019.com.br/<br />

XVI Congresso Brasileiro de Transplantes<br />

Data: 16 a 19 de outubro<br />

Local: Royal Palm Hall – Campinas/SP<br />

Site: http://congressoabto.org.br/2019/<br />

XLIV Congresso da Sociedade Brasileira de Biofísica<br />

Data: 17 a 20 de outubro<br />

Local: Mendes Plaza Hotel – Santos/SP<br />

Site:http://easyapp.ekmf.com.br/sites/sbbf2019/<br />

XXI Congresso da Sociedade Brasileira de Radioterapia<br />

Data: 23 a 26 de outubro<br />

Local: Rio de Janeiro/RJ<br />

Site: https://www.semanaonco.com.br/radioterapia/<br />

016<br />

5º Simpósio Internacional de Cardiologia<br />

Data: 25 a 26 de outubro<br />

Local: Hotel Intercontinental – São Paulo/SP<br />

Site: https://www.bp.org.br/educacao-e-pesquisa/eventos-cientificos/5-simposio-internacional-de-cardiologia/<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


ERBA Mannheim chega ao mercado brasileiro com nova subsidiária direta<br />

Lançamento durante o 53º Congresso Brasileiro de Patologia Clínica no Rio de Janeiro<br />

Londres, Reino Unido (22 de agosto de 2019) – Erba Mannheim fortalece sua presença no mercado ao abrir<br />

sua mais nova subsidiária no Brasil, aproximando-se de seu objetivo de oferecer suas soluções em escala<br />

global. O lançamento ocorrerá durante o 53º Congresso Brasileiro de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial.<br />

Com sede em Nova Lima, Minas Gerais, a nova organização planeja ofertar ao mercado toda a sua gama<br />

de soluções semi-automatizadas e automatizadas de química clínica, hematologia, hemostasia, imunoensaio,<br />

urinálise, diabetes, cuidados intensivos e microbiologia.<br />

“O Brasil é um mercado primordial e inserido em nossa visão estratégica de oferecer soluções dedicadas de<br />

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AUTORES:<br />

JOICIANE JÉSSICA PANTOJA RAMOS 1 ;<br />

MICHELE AMARAL DA SILVEIRA 2 .<br />

artigo 1<br />

1Graduanda do curso de pós-graduação em Citopatologia Clínica com ênfase no trato genital feminino. Faculdade<br />

Integrada Brasil Amazônia (FIBRA) - Belém (PA), Brasil.<br />

2 Docente, Mestre em Genética e Biologia Molecular. Universidade Federal do Pará (UFPA) - Belém (PA), Brasil.<br />

Correspondência: Joiciane Jéssica Pantoja Ramos - Pós-graduação em Citopatologia Clínica com ênfase no trato<br />

genital femenino, Faculdade Integrada Brasil Amazônia (FIBRA), Rua do arsenal vila martins, n 178 - Cidade velha -<br />

CEP: 66023-300 - Belém (PA), Brasil - Email: pantoja.joyce@gmail.com<br />

O Papilomavírus Humano (HPV) e<br />

sua associação com o Câncer de<br />

Colo de Útero na Adolescência<br />

imagem ilustrativa<br />

RESUMO<br />

O câncer do colo do útero é considerado a segunda neoplasia maligna do<br />

mundo. O principal fator de risco para o desenvolvimento dessa patologia é<br />

a infecção pelo papilomavírus humano (HPV). Objetivo: realizar um estudo,<br />

sobre a relação do HPV com o câncer uterino em adolescentes, enfatizando<br />

a importância do conhecimento sobre o tema. Métodos: Realizou-se revisão<br />

da literatura que buscou artigos científicos publicados entre 2013 a 2017, nas<br />

bases de dados eletrônicas: Scielo, Google Acadêmico, Scientia Medica, Pub-<br />

Med, LILACS e DECS realizada em Março a Julho de 2017, utilizou-se os descritores:<br />

neoplasias do colo do útero, papilomaviridae e adolescente. Resultados:<br />

Selecionou-se 21 (vinte um) artigos, deste total, 20 (vinte) em português e 1<br />

(um) em inglês versaram sobre a relação do HPV com o câncer sendo utilizados<br />

por conter informações sobre o tema. Conclusão: Foi verificado na literatura<br />

que a falta de conhecimento sobre o HPV na adolescência é algo preocupante,<br />

pois demonstra que as informações não estão esclarecidas nas adolescentes<br />

com a vida sexual precoce, pois estas possuem conceitos errôneos sobre o que<br />

se trata o HPV, sendo de suma importância o diagnóstico e tratamento precoce<br />

para a redução das possíveis sequelas.<br />

Palavras-Chave: Neoplasias do colo do útero. Papillomaviridae. Adolescente<br />

ABSTRACT<br />

The Cervical Cancer is considered the second malignant neoplasm of the<br />

world. The main risk factor for the development of this pathology is human papillomavirus<br />

(HPV) infection. Objective: Realize a study about the relationship<br />

between HPV and uterine cancer in adolescents, emphasizing the importance<br />

of the knowledge of adolescents about the subject, proposing measures that<br />

could improve the dissemination of this subject. Method: Realized a systematic,<br />

that searched article from the year 2013 to 2017 consulting electronic databases:<br />

Scielo, Google Academy, scientia medica, PubMed, LILACS and DECS<br />

maded on may to july 2017 and teens Result: Twenty-one articles were selected<br />

being 20 (twenty) in Portuguese and 1 (one) in English all of them about<br />

the general context of the relationship between HPV and cancer being used<br />

for containing information about the subject. Conclusion: It was showing on<br />

databases that the lack of information about HPV in adolescence is a matter of<br />

concern, because the informations about the theme is not clarified to adolescents<br />

with an early sexual life, which have wrong concepts about what really<br />

is HPV, being very important the early diagnosis and treatment, for chances to<br />

reduce the sequels.<br />

Keywords: Uterine Cervical Neoplasms. Papillomaviridae. Teens.<br />

INTRODUÇÃO<br />

O câncer do colo do útero é considerado a segunda neoplasia<br />

maligna do mundo, é uma grande preocupação da saúde pública<br />

por apresentar um número alto de óbitos, onde o principal fator de<br />

risco para o desenvolvimento do câncer uterino é a infecção pelo<br />

Papilomavírus Humano 1 .<br />

Novos casos de câncer ocorrerão por ano no mundo cerca de 15<br />

milhões a partir do ano de 2020, segundo a Organização Mundial de<br />

Saúde, o Papilomavírus Humano (HPV) é o principal fator associado<br />

com este câncer. De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 95 %<br />

dos casos ocorre devido a correlação do HPV com o mesmo 2 .<br />

Estudos ressaltam que o contagio do HPV em meninas ocorre<br />

020<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


com maior frequência, na adolescência ou<br />

na fase dos 20 anos, o que torna maior a<br />

transformação neoplásica no colo do útero<br />

na presença do HPV existindo um risco futuro<br />

de câncer 3 .<br />

Existem mais de 200 tipos de HPV, sendo<br />

classificados em baixo risco oncogênicos, os<br />

de médio alto riscos e os que estão associados<br />

ao câncer do colo do útero, os quais<br />

estão relacionados ao 16 e 18 que são considerados<br />

os mais agressivos4.<br />

O contágio do HPV ocorre por meio de<br />

relações sexual desprotegidas, podendo<br />

causar lesões nas áreas genitais, no colo do<br />

útero, no ânus e no pênis, ocorre também a<br />

presença incomum desse vírus na pele ,laringe,<br />

cordas vocais e esôfago, o tempo de<br />

incubação do vírus pode variar de 2 meses<br />

até 2 anos, onde o mesmo apesar de não<br />

apresentar sintomas pode ser transmitido5.<br />

É importante detectar precocemente<br />

o câncer do colo do útero onde a principal<br />

estratégica é a realização do exame citopatológico<br />

ou papanicolau, este consiste na<br />

coleta de células do colo do útero, células<br />

da região ecto e endocervical, realizados em<br />

mulheres sexualmente ativas6.<br />

Considerando a alta prevalência do câncer<br />

do colo do útero, onde é o segundo tipo<br />

de câncer mais comum entre as mulheres,<br />

sendo que a incidência ocorre mais entre a<br />

faixa 16 a 20 anos onde abaixo de 20 anos<br />

a ocorrência do HPV pode afetar cerca de<br />

30 a 40 % dos casos, sendo considerada<br />

uma doença passiva de ser prevenida<br />

onde apesar de ser um assunto bastante<br />

debatido ainda é considerado um problema<br />

de saúde pública.<br />

O presente trabalho teve como objetivo<br />

realizar um levantamento bibliográfico<br />

sobre o conhecimento das adolescentes<br />

em relação ao papilomavírus humano<br />

(HPV) e sua associação com o câncer de<br />

colo de útero.<br />

MATERIAL E MÉTODOS<br />

A metodologia utilizada foi uma revisão<br />

bibliográfica do tipo sistemática, retrospectiva,<br />

quantitativa que buscou artigos<br />

científicos publicados nos anos de 2013<br />

até 2017, em bases de dados eletrônicas:<br />

Scielo, Google Acadêmico, Scientia Medica,<br />

PubMed, LILAC e DECS realizada no período<br />

de Março a Julho de 2017. Os descritores<br />

utilizados foram: neoplasias do colo do útero.<br />

papillomaviridae e adolescente para a realização<br />

geral do contexto aplicado ao tema.<br />

Os critério utilizados para a avaliação criticas<br />

do estudos estão apresentados no quadro 1:<br />

(vide quadro 1)<br />

Os artigos foram selecionados pelos seus<br />

títulos, seguido de resumos, estes foram<br />

avaliados de forma crítica, onde os que<br />

atenderam os critérios previamente estabelecidos<br />

foram selecionados e posteriormente<br />

lidos na íntegra para fins de estudo. Após<br />

a leitura dos selecionados, prosseguiu-se<br />

com análise e organização das ideias para<br />

a estrutura dos resultados, que foram apresentados<br />

em um quadro, organizados em<br />

ordem cronológica de publicação e descrevendo<br />

os achados dos autores.<br />

RESULTADOS<br />

Foram encontrados 1.600 (mil e seiscentos)<br />

resultados pesquisados, desse<br />

total, 21 (vinte um) artigos fizeram parte<br />

do resultado, sendo 20 (vinte) em português<br />

e 1 (um) em inglês que se encaixavam<br />

na composição do desenvolvimento<br />

do estudo, como demonstra o fluxograma<br />

1, levando-se em consideração a data<br />

de publicação, título, resumo e posteriormente<br />

a leitura completa dos mesmos<br />

conforme explanado na metodologia do<br />

presente artigo. (vide fluxograma 1)<br />

Desse montante, 11 (onze) versaram<br />

sobre o contexto geral sobre relação<br />

do câncer do colo do útero com<br />

HPV e 10 (dez) artigos sobre as características<br />

gerais da doença, incluindo<br />

epidemiologia, prevenção primária,<br />

além de pontos relevantes para a<br />

construção do resultado.<br />

No quadro 1, estão apresentados os artigos<br />

selecionados que versaram o contexto<br />

geral sobre a relação do câncer do colo do<br />

útero com HPV. (vide Quadro 1)<br />

Posteriormente, foi realizada a<br />

seleção de artigos que versaram sobre<br />

características gerais da doença,<br />

incluindo epidemiologia, prevenção<br />

primária, além de pontos relevantes<br />

para a construção do artigo, como demonstra<br />

o Quadro 2.<br />

DISCUSSÃO<br />

As adolescentes nem sempre fazem o<br />

uso de métodos contraceptivos segundo<br />

Arruda e colaboradores3 (2013), método<br />

esse que as protegem contra uma possível<br />

infecção. Alguns estudos retratam que o<br />

contágio pelo HPV ocorre na adolescência<br />

ou por volta dos 20 anos, essa fase sexual<br />

Quadro 1. Critérios estabelecidos para a inclusão e exclusão de artigos.<br />

INCLUSÃO<br />

Contextos relacionados ao tema.<br />

Descritores neoplasia do colo do<br />

útero, papilomaviridae,<br />

adolescência, epidemiologia,<br />

prevenção e tratamento.<br />

Publicados em inglês ou português<br />

Formato de artigo<br />

EXCLUSÃO<br />

Artigos que não apresentavam<br />

disponibilidade nas bases de dados<br />

pesquisadas na íntegra<br />

Artigos que apresentavam informações<br />

ultrapassadas<br />

Artigos que não se encaixavam entre o ano<br />

de 2013 a 2017<br />

5<br />

Os artigos foram selecionados pelos seus títulos, seguido de resumos, estes<br />

foram avaliados de forma crítica, onde os que atenderam os critérios previamente<br />

estabelecidos foram selecionados e posteriormente lidos na íntegra para fins de<br />

021


Imagem Ilustrativa<br />

AUTORES:<br />

JOICIANE JÉSSICA PANTOJA RAMOS;<br />

MICHELE AMARAL DA SILVEIRA.<br />

6<br />

artigo 1<br />

publicação, título, resumo e posteriormente a leitura completa dos mesmos conforme<br />

explanado na metodologia do presente artigo.<br />

Fluxograma publicação, 1. Fluxograma título, resumo do quantitativo e posteriormente de artigos selecionados a leitura completa para obtenção dos de mesmos resultados. conforme<br />

Total de<br />

explanado na metodologia do presente artigos artigo.<br />

encontrados<br />

Fluxograma 1. Fluxograma do quantitativo de artigos selecionados para obtenção de resultados.<br />

(n = 1.600)<br />

Total de<br />

artigos<br />

encontrados<br />

(n = 1.600)<br />

Total de artigos<br />

encontrados em<br />

português<br />

(n= 21)<br />

Estudos<br />

analisados com<br />

base no título e<br />

abstract (n= 21)<br />

Estudos<br />

analisados com<br />

base no título e<br />

abstract (n= 21)<br />

Total de artigos<br />

encontrados em<br />

português<br />

(n= 1)<br />

Total de artigos<br />

encontrados em<br />

português<br />

(n= 1)<br />

Total de artigos<br />

encontrados em<br />

Fonte: Elaborado pelo autor, 2017<br />

português<br />

Desse (n= montante, 21) 11 (onze) versaram sobre o contexto geral sobre relação do<br />

câncer do colo do útero com HPV e 10 (dez) artigos sobre as características gerais da<br />

Fonte: Elaborado pelo autor, 2017<br />

doença, incluindo epidemiologia, prevenção primária, além de pontos relevantes para<br />

Desse montante, 11 (onze) versaram sobre o contexto geral sobre relação do<br />

a construção do resultado.<br />

câncer do colo do útero com HPV e 10 (dez) artigos sobre as características gerais da<br />

No quadro 1, estão apresentados os artigos selecionados que versaram o<br />

doença, incluindo epidemiologia, prevenção primária, além de pontos relevantes para<br />

contexto geral sobre a relação do câncer do colo do útero com HPV.<br />

a construção do resultado.<br />

Quadro 1. Artigos selecionados versando sobre o tema correlação do câncer uterino com HPV.<br />

No quadro 1, estão apresentados os artigos selecionados que versaram o<br />

AUTORES<br />

TÍTULO<br />

contexto geral sobre a relação do câncer do colo do útero com HPV.<br />

ARRUDA et al., (2013) 3 apresentam informações importantes a respeito do<br />

Quadro 1. Artigos selecionados versando sobre o tema correlação do câncer uterino com HPV.<br />

HPV onde eles afirmam que o inicio da atividade<br />

AUTORES<br />

TÍTULO<br />

sexual influência no aumento do contagio do HPV,<br />

ARRUDA et al., (2013) 3 apresentam informações importantes a respeito do<br />

7<br />

pois é nessa faixa etária que essas meninas não<br />

HPV onde eles afirmam que o inicio da atividade<br />

fazem uso de preservativos que é a principal medida<br />

sexual influência no aumento do contagio do HPV,<br />

de prevenção, onde quanto mais precoce o contagio<br />

pois é nessa faixa etária que essas meninas não<br />

maior é o risco de desenvolver o câncer de útero.<br />

COSTA et al., (2013) 7<br />

ARAÚJO et al., (2014) 8<br />

PANOBIANO et al.,<br />

(2013) 9<br />

doença abordam em e seu não artigo sabem a complexidade como contrair, da ocorrência alguns<br />

sentimentos do HPV, destacando como timidez, a preocupação constrangimentos em valorizar impedem os<br />

essas sentidos meninas da prevenção de procurar dos um jovens, serviço de subjacente saúde para ao<br />

fazer desencadeamento o rastreamento da vivência do câncer sexual. através do exame<br />

papanicolau, decorrem sobre o que estudos pode levar que a confirmam diagnósticos a relação tardios<br />

estabelecendo direta HPV de com fato o desenvolvimento um problema saúde, do câncer o que do<br />

poderia colo do útero. ser resolvido na adolescência com uma<br />

simples existem consulta pesquisas reduzindo que mostra o índice que de as mortalidade. adolescentes<br />

possuem conceitos errôneos sobre o que se trata o<br />

SANTOS et al., (2014) 10 contém informações a respeito da importância do<br />

HPV de conceitos relacionados a ele como de que<br />

diagnóstico precoce para o câncer do colo uterino<br />

forma é contraída, pensamentos equivocados como<br />

através do exame citopatológico, sendo importante na<br />

que pode ser adquirida por transfusão sanguínea,<br />

diminuição da mortalidade da doença.<br />

seringas de agulhas ou por o simples convívio com<br />

pacientes infectados, outras concepções é sobre o fato<br />

SILVA et al., (2014) 4 obteve seu artigo selecionado, por apresentar<br />

de que somente o homem.<br />

informações acerca do tema a ser estudado, e por<br />

possuir informações importantes, mulheres com idade<br />

CARVALHO; ALMEIDA; de aborda 14 anos, a importância tem tido cada das vez adolescentes mais precoce saberem relação das<br />

SCALDAFERRI (2014) 5 sexual informações desprotegida a respeito o que do aumenta HPV, pois o risco ele afirma do câncer que a<br />

cervical, grande maioria o qual justifica delas que nunca a zona ouviram de transformação falar sobre ao a<br />

epitélio cervical é mais proliferativa durante a puberdade<br />

e adolescência, sendo principalmente susceptível a<br />

alterações que podem ser transmitidas pelo HPV.<br />

BARRUFI, (2015) 11<br />

informa a respeito da população jovem em relação ao<br />

8<br />

6<br />

iniciada precocemente influência no maior<br />

risco de desenvolver transformações<br />

neoplásicas no colo do útero. Miranda e<br />

Gonçalves20 (2016), concorda que esta<br />

doença acomete mulheres que iniciam<br />

a sua vida sexual precocemente, onde as<br />

adolescentes representam uma parte da<br />

população vulnerável.<br />

Estudos complementam que o câncer do<br />

colo do útero é uma neoplasia que acomete<br />

mais mulheres que iniciam a sua vida sexual<br />

precocemente e que possui fatores de riscos<br />

que estão associados ao desenvolvimento<br />

do câncer, as adolescentes representam uma<br />

parte da população que é altamente vulnerável<br />

à medida que o inicio da sua vida sexual<br />

as deixam mais vulneráveis a problemas<br />

relacionados a nível reprodutivo sexual21.<br />

Desde 2015, Segundo Baruffi12, o HPV<br />

vem levando a óbito mais de meio milhões de<br />

mulheres, sendo que a incidência ocorre mais<br />

entre mulheres da faixa etária de 16 a 20 anos<br />

de idade e em pacientes abaixo dos 20 anos<br />

estima-se que as taxas de incidência de infecção<br />

pelo HPV pode alcançar de 30 a 40% dos<br />

casos. De acordo com o Ministério da Saúde<br />

(MS) e Segundo Santana, Neves2, cerca de<br />

95 % dos casos ocorre devido a correlação do<br />

HPV com o mesmo. Entre as adolescentes, o<br />

HPV é muito frequente, pois a falta de informação<br />

sobre os fatores de risco acarretam o<br />

problema de saúde, sendo que muitas vezes<br />

essa doença manifesta-se de forma latente e<br />

não existem aparecimentos de lesões, o que<br />

acomete um mau prognóstico18 .<br />

Segundo estudos relatados, evidenciam<br />

que a sexualidade na idade precoce seguido<br />

de práticas ou maus comportamentos, deixam-as<br />

sobre risco de contaminação, os quais<br />

estão relacionados à falta de informação<br />

sobre os meios de conhecimentos, métodos<br />

contraceptivos e baixos níveis de escolaridade<br />

o que acarreta o aumento das DST´s18,19.<br />

Os principais fatores de riscos para<br />

o desenvolvimento do HPV são, o tabagismo,<br />

a multiplicidade de parceiros<br />

sexuais, o uso de contraceptivos<br />

orais, múltiplos partos e confecção por<br />

agentes infecciosos como o Vírus da<br />

Imudeficiência Humana (HIV) e Chamydia<br />

trachomatis além de aspectos<br />

relacionados como subtipo, carga viral<br />

e infecção múltipla4.<br />

A infecção pelo HPV é o fator de risco que<br />

estar diretamente relacionado ao desenvolvimento<br />

do câncer do colo do útero cerca de<br />

99 % dos casos, porém são vários os fatores<br />

de riscos relacionados ao acometimento do<br />

câncer do colo do útero, estes ao múltiplos<br />

parceiros, relação precoce desprotegida, tabagismo,<br />

etilismo, DIU e alimentação e relata<br />

que as lesões precursoras do câncer do colo<br />

do útero que apresentam o DNA do HPV,<br />

16,18 e 45 estão mais suscetíveis a progredir<br />

para o carcinoma in situ1.<br />

A influência de concepções erradas sobre<br />

o HPV e a falta de informação sobre o<br />

mesmo, podem acarretar em um contágio<br />

de grandes proporções, relata Panobiano9.<br />

A grande maioria das adolescentes nunca<br />

ouviram falar sobre o HPV, tornando um<br />

problema a saúde pública segundo Carvalho,<br />

Almeida, Scaldaferri5. De acordo com<br />

Andrade e colaboradoes17 (2014), através<br />

de estudos realizados com adolescentes,<br />

esclarecem a análise do conhecimento delas<br />

sobre o HPV, a maioria das adolescentes<br />

entrevistadas, 52.5 % já ouviram falar<br />

e 62,5% não tinham noção sobre a relação<br />

do HPV com o câncer do colo do útero.<br />

A classificação do HPV varia de acordo<br />

com seu potencial de transformação<br />

neoplásica, existem mais de 200 tipos<br />

de vírus sendo que os 16 e 18 são<br />

considerados os mais agressivos16. O<br />

contágio do HPV é por transmissão direta<br />

com o epitélio oral, vaginal ou anal,<br />

indivíduos que fazem sexo desprotegi-<br />

022<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


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Imagem Ilustrativa<br />

9<br />

AUTORES:<br />

JOICIANE JÉSSICA PANTOJA RAMOS;<br />

MICHELE AMARAL DA SILVEIRA.<br />

artigo 1<br />

inicio da vida sexual onde vem ocorrendo cada vez<br />

mais precoce, ocorre na maioria dos casos com<br />

multiplicidade de parceiros e sem proteção e com isso<br />

vem aumentando a exposição ao HPV que se não for<br />

tratado precocemente leva a grandes consequências.<br />

RODRIGUES et al., relatam em seu artigo a cobertura do exame<br />

(2015) 12<br />

papanicolau pelo Sistema Único de Sáude (SUS)<br />

enfatizando que o exame é gratuito orientando os<br />

pacientes a seguirem o protocolo exigido para a<br />

realização do exame.<br />

SILVA, (2015) 1<br />

enriquece de informações a respeito do diagnóstico<br />

precoce, assim como demostra o câncer do colo do<br />

útero como uma grande preocupação da saúde<br />

pública por apresentar um número alto de óbitos e o<br />

apresentam os principais fatores de riscos associados<br />

ao câncer uterino.<br />

10<br />

SANTANA; NEVES, apresenta informações acerca do diagnóstico encontra-<br />

(2015) 2<br />

dos nas adolescentes, o HPV é encontrados em 2.3 %<br />

nessas meninas, ressaltando que as adolescentes na<br />

Posteriormente, foi sua realizada primeira a relação seleção sexual de artigos nem sempre que utilizam versaram méto- sobre<br />

características gerais da doença, dos contraceptivos incluindo epidemiologia, facilitando portando prevenção que ocorra primária, a além<br />

de pontos relevantes para a contaminação construção do pelo artigo, HPV. como demonstra o Quadro 2.<br />

Quadro 2. Relação de artigos selecionados para obtenção de informações gerais acerca da doença<br />

AUTORES<br />

TÍTULO<br />

CRUZ; JARDIM, (2013) 13 apresenta informações sobre o método mais utilizado<br />

para a detecção precoce do vírus HPV, o exame<br />

citopatológico, simples que tem por finalidade<br />

detectar alterações celulares da cérvice uterina.<br />

DINIZ, (2013) 14<br />

relata que a detecção precoce através do exame e<br />

associada ao tratamento em seus estádios normais<br />

tem um prognóstico e uma redução das taxas de<br />

incidência do câncer invasor o que chega a 90 %<br />

quando ocorre o rastreamento com boa qualidade o<br />

que acarreta a modificação de incidência e<br />

mortalidade causada pelo câncer do colo do útero.<br />

FRANÇA et al., (2013) 15 decorre a respeito da via de transmissão do HPV,<br />

relatando que em alguns casos a infecção decorrente<br />

pode ser responsável pelo desenvolvimento de lesões<br />

de alto grau de malignidade.<br />

dos com parceiros contaminados, tem<br />

maior probabilidade de contaminação,<br />

em alguns casos a infecção decorrente<br />

pode ser responsável pelo desenvolvimento<br />

de lesões precursoras de alto<br />

grau de malignidade, podendo evoluir<br />

para neoplasias intraepiteliais e câncer<br />

cervical5,15. Essa doença pode<br />

manifestar-se nas formas clínicas, sub<br />

clinicas e também na forma latente,<br />

em mulheres a forma sub clínica é mais<br />

prevalente, cerca de 90 % das infecções<br />

regridem mais espontaneamente7.<br />

O método mais utilizado para a detecção<br />

precoce do vírus HPV é o exame citopatológico,<br />

este consiste em um método<br />

simples que tem como finalidade detectar<br />

alterações celulares da cérvice uterina de<br />

acordo com Cruz, Jardim13. Segundo Rodrigues<br />

e colaboradores11 (2016), enfatizam<br />

que o exame é gratuito, orientando os pacientes<br />

a seguirem o protocolo exigido para<br />

a realização do exame. A detecção precoce<br />

associada ao tratamento em seus estádios<br />

inicias tem um prognóstico e uma redução<br />

das taxas de incidência do câncer invasor<br />

o que chega a ser 90 % quando o rastreamento<br />

apresenta boa cobertura e 80 % dos<br />

casos é realizado dentro das normas de qualidade<br />

onde modifica as taxas de incidência<br />

e mortalidade que é causada pelo câncer de<br />

útero14.<br />

O diagnóstico precoce através do exame<br />

citopatológico é de extrema importância<br />

para a diminuição de mortalidade desta<br />

doença. 10 É importante o conhecimento<br />

dessas adolescentes sobre as medidas de<br />

prevenção do câncer do colo do útero e a<br />

infecção do HPV3,17.<br />

O reconhecimento da importância do<br />

HPV e das sequelas associadas a este vírus<br />

emerge um novo desafio para a saúde pública,<br />

onde tornar-se importante levar em<br />

conta as formas de transmissão e de manifestações<br />

ao decorrer da vida7.<br />

CONCLUSÃO<br />

A partir das informações obtidas das<br />

bibliografias pesquisadas e relatadas no<br />

presente estudo, conclui-se que a falta<br />

de informação sobre o Papimolavírus<br />

024<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


Doença inflamatória intestinal (DII)<br />

Sintomas Comuns,<br />

Diagnóstico Difícil<br />

Dor Abdominal e Cólicas<br />

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Imagem Ilustrativa<br />

AUTORES:<br />

JOICIANE JÉSSICA PANTOJA RAMOS;<br />

MICHELE AMARAL DA SILVEIRA.<br />

artigo 1<br />

humano (HPV) na adolescência é uma<br />

preocupação para saúde pública, é preocupante<br />

perceber que as informações não<br />

estão esclarecidas na vida daqueles que<br />

estão na fase inicial da atividade sexual<br />

precoce onde essas adolescentes possuem<br />

conceitos errôneos o HPV, sendo de suma<br />

importância o diagnóstico precoce através<br />

da triagem do exame citopatológico, onde<br />

quanto mais cedo o tratamento específico<br />

este irá reduzir possíveis sequelas na adolescente.<br />

Sendo que a adoção de medidas<br />

preventivas e esclarecimentos sobre o<br />

tema em questão pode influenciar na redução<br />

de taxas de infecção pelo vírus.<br />

FIGUEIREDO et al.,<br />

(2013) 16<br />

apresentam informações a cerca do vírus, descoberta,<br />

classificação taxonômica, tipos, mostrando que<br />

existem mais de 200 tipos de vírus e estes<br />

são classificados de acordo com seu<br />

potencial de transformação neoplásica.<br />

ANDRADE et al., (2014) 17 descrevem um estudo em que mostrou que a maioria<br />

Almeida et al. (2014) 5<br />

DANO et al., (2016) 18<br />

ROCHA et al., (2016) 19<br />

das adolescentes não tem noção sobre a relação do<br />

HPV com câncer do colo do útero.<br />

apresentam um estudo a respeito da transmissão e<br />

manifestações clínicas da doença, sendo importante<br />

o conhecimento das adolescentes sobre esses<br />

aspectos.<br />

relatam que a sexualidade na adolescência adotando<br />

práticas ou maus comportamentos deixam-as sobre<br />

risco de contaminação os quais estão relacionados a<br />

falta de conhecimento sobre a doença.<br />

abordam que entre as adolescentes o HPV é muito<br />

frequente, a falta de informação sobre o mesmo<br />

acarreta maior possibilidade de contrair a doença.<br />

MIRANDA;<br />

contém informações acerca do índice de infecção<br />

GONCALVES (2016) 20 neoplásicas no mundo inteiro, nos países de<br />

LUSTOSA et al., (2016) 21 desenvolvimento como Brasil e regiões mais pobres<br />

da África, enfatizando que esta doença acomete<br />

12<br />

mulheres sexualmente ativas e que iniciam a sua vida<br />

sexual precocemente, onde as adolescentes<br />

representam uma parte da população.<br />

REFERÊNCIAS<br />

1. SILVA, Luana Carvalho da. Conhecimento e percepção<br />

dos acadêmicos de enfermagem sobre a infecção<br />

pelo papilomavírus humano (HPV), o câncer no colo do<br />

útero e a vacina anti-HPV. 2015. 45 f. Dissertação (Mestrado)<br />

- Curso de Mestrado em Ciências Ambientais e Saúde,<br />

Pontifícia Universidade Católica de Goiás, Goiânia, 2015.<br />

2. SANTANA USS, NEVES JB. Vacinação contra<br />

o papilomavírus humano: na população das<br />

adolescentes. Revista Enfermagem Integrada,<br />

Ipatinga, v. 1, n. 8, p.1314-1324, jul. 2015. Unileste.<br />

3. ARRUDA FS, OLIVEIRA FM, LIMA RE, PERES AL. Conhecimento e prática<br />

na realização de Papanicolaou e infecção por HPV em adolescentes de escola<br />

pública. Revista Paraense de Medicina, Belém, v. 27, n. 4, p.59-65, out. 2013.<br />

4. SILVA DSM, SILVA AMN, BRITO LMO, GOMES SRL, NAS-<br />

CIMENTO MDSB, CHEIN MBC. Rastreamento do câncer<br />

do colo do útero no Estado do Maranhão, Brasil. Ciência &<br />

Saúde Coletiva, Maranhão, v. 19, n. 4, p.1163-1170, abr. 2014.<br />

5. ALMEIDA FL, BEIRAL JS, RIBEIRO KR, SHIMODA<br />

E, SOUZA CHM. A vacina contra o vírus HPV para meninas:<br />

um incentivo à vida sexual precoce? Linkscien-<br />

11<br />

ceplace, Rio de Janeiro, v. 1, n. 1, p.49-71, 29 set. 2014.<br />

6. CARVALHO AV, ALMEIDA OS, SCALDAFERRI MM.<br />

Conhecimento das adolescentes do colégio José Marcos<br />

Gusmão do município de Itapetinga – BA sobre o<br />

HPV e a prevenção do câncer de colo uterino. Revista<br />

Ensino & Pesquisa: Revista Multidisciplinar de Licenciatura<br />

e Formação Docente, Bahia, v. 12, n. 1, p.77-100,<br />

2014.7. COSTA LA. GOLDENBERG P. Papilomavírus<br />

humano (HPV) entre jovens: um sinal de alerta. Saúde<br />

e Sociedade, São Paulo, v. 22, n. 1, p.249-261, mar. 2013.<br />

8. ARAÚJO MVA, PINHEIRO HHC, PINHEIRO JJV,<br />

QUARESMA JAS, FUZII HT, MEDEIROS RC. Prevalência<br />

do papilomavírus humano (HPV) em Belém,<br />

Pará, Brasil, na cavidade oral de indivíduos sem lesões<br />

clinicamente diagnosticáveis. Cadernos de Saúde Pública,<br />

Rio de Janeiro, v. 30, n. 5, p.1115-1119, maio 2014.<br />

9. PANOBIANCO MS, LIMA ADF, OLIVEIRA ISB, GOZZO<br />

TO. O conhecimento sobre o HPV entre adolescentes estudantes<br />

de graduação em enfermagem. Texto & Contexto -<br />

Enfermagem, Florianópolis, v. 22, n. 1, p.201-207, mar. 2013.<br />

10. SANTOS MA, AUDICKAS RC, COUTINHO SC,<br />

SILVA J, SOUZA LG. A importância da prevenção<br />

do câncer do colo uterino: em pauta o exame<br />

de papanicolaou. Revista Científica de Enfermagem,<br />

São Paulo, v. 4, n. 12, p.15-20, 10 dez. 2014.<br />

11. RODRIGUES AF, SOUSA JA. Papilomavírus<br />

humano: prevenção e diagnóstico. Revista<br />

de Epidemiologia e Controle de Infecção, Santa<br />

Cruz do Sul, v. 5, n. 4, p.197-202, 14 jan. 2016.<br />

12. BARUFFI, LM. Estudo exploratório do conhecimento<br />

das adolescentes sobre o Papiloma Vírus Humano<br />

relacionado ao câncer de colo do útero. Revista Unilus<br />

Ensino e Pesquisa, São Paulo, v. 12, n. 27, p.5-15, abr. 2015.<br />

13. CRUZ DE, JARDIM DP. Adolescência e Papanicolau:<br />

conhecimento e prática. Adolesc. Saúde,<br />

Rio de Janeiro, v. 10, n. 1, p.34-42, abr. 2013.<br />

14. DINIZ, Santos Aline. Assistência a saúde da mulher<br />

na atenção primária: prevenção do câncer do colo do<br />

útero. Rev. APS. Minas Gerais. jul/set; 16(3): 333-337. 2013<br />

15. FRANÇA MCA, FRANÇA MCS, MORAES SDS.<br />

Conhecimento de mulheres acerca do papilomavírus<br />

humano e sua relação com o câncer de colo uterino.<br />

Cogitare Enferm, Piauí, v. 18, n. 3, p.509-514, 2013.<br />

16. FIGUEIRÊDO CBM, ALVES LDS, SILVA CCAR, SO-<br />

ARES MFLR, LUZ CCM, FIGUEIRÊDO TG et al. Abordagem<br />

terapêutica para o Papilomavírus humano (HPV).<br />

Rev. Bras. Farm, Pernambuco, v. 94, n. 1, p.4-17, 2013.<br />

17. ANDRADE VRM, RIBEIRO, JC, VARGAS FA. Conhecimento<br />

e atitude das adolescentes sobre o exame de<br />

Papanicolaou e papilomavírus humano. Adolescência<br />

& Saúde, Rio de Janeiro, v. 12, n. 2, p.69-75, abr. 2015.<br />

18. DANNO CH, TAKEDA E, MAZZETTO FMC, TONHOM<br />

SRF. Adolescente: compreendendo sua susceptibilidade<br />

às lesões intraepiteliais cervicais. Adolesc.<br />

Saúde,, Rio de Janeiro, v. 13, n. 3, p.60-68, jul. 2016.<br />

19. ROCHA EJF, PEIXOTO HMC, LOPES VC, SILVA VF,<br />

ALVES CR, SILVA PLN. Integração do programa saúde<br />

na escola por meio de ações de promoção e prevenção<br />

durante o estágio curricular supervisionado de enfermagem:<br />

relato de experiência. Revista da Universidade Vale<br />

do Rio Verde, Três Corações, v. 14, n. 2, p.220-228, 2016.<br />

20. MIRANDA AS, GONÇALVES LHT. Autocuidado<br />

de mulheres amazônidas na prevenção e controle do<br />

papiloma virus humano (HPV) – participação da(o)<br />

enfermeira(o). Enferm. Foco, Belém, v. 7, n. 1, p.8-12, 2016.<br />

21. LUSTOSA NHR, SANTOS RSD, RODRIGUES WS, CA-<br />

VALCANTE IB, ROLIM LADMM. Conhecimento e atitudes<br />

de adolescentes em relação à prevenção da infecção por<br />

HPV e sua correlação com o câncer de colo do útero. Temas<br />

em Saúde, João Pessoa, v. 16, n. 3, p.333-352, 2016.<br />

026<br />

DISCUSSÃO<br />

As adolescentes nem sempre fazem o uso de métodos contraceptivos segundo<br />

Arruda e colaboradores 3 (2013), método esse que as protegem contra uma possível<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


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028<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


029


AUTORES:<br />

BUENO, LUCIA¹;<br />

PORTO, POLIANA VARGAS1,<br />

BARBOSA, BRUNA GRASIELA¹,<br />

SCHMITT, MORGANA1;<br />

SILVEIRA, ANA CLAUDIA MACHADO¹;<br />

VARGAS, GEISIBEL ROBERTA DE¹;<br />

OLIVEIRA, FABIANO COSTA1;<br />

LARA, GUSTAVO MULLER²;<br />

LOURENÇO, ELOIR DUTRA2.<br />

artigo 2<br />

imagem ilustrativa<br />

¹ Acadêmicas do curso de Biomedicina da Universidade Feevale<br />

² Professor da Universidade Feevale<br />

Endereço: Universidade Feevale, Novo Hamburgo/ Rua Rolante n° 651, Sapiranga RS/<br />

lucyabueno@gmail.com<br />

Vírus da Imunodeficiência<br />

Adquirida e as Dislipidemias Provocadas<br />

em Pacientes que utilizam Antiretrovirais<br />

Resumo<br />

Objetivo: investigar as alterações dislipidêmicas causadas pelo uso dos<br />

antirretrovirais e a importância do tratamento na vida do portador do HIV.<br />

Métodos: Foi realizada uma pesquisa através da base de dados Scielo,<br />

Pubmed, Medline e Google Acadêmico com ênfase nos últimos 10 anos,<br />

relacionando alterações dislipidêmicas com o portador do HIV em uso de<br />

antirretrovirais e seu perfil epidemiológico. Foram usados dados do boletim<br />

epidemiológico do departamento de DST, AIDS/Hepatites do ministério da<br />

Saúde. Resultados: Foram notificados no Brasil nos anos de 2007- a junho<br />

2015, 93.260 casos de HIV, sendo que 19.374 casos foram na região Sul;<br />

9.031 no Rio Grande do Sul. No ano de 2012 foram notificados 761 c casos<br />

de infecção pelo HIV; em 2013 aumentou para 2.081 casos de HIV no RS.<br />

Já em 2014 no RS notificaram 23.729 casos, os quais 16.317 eram do sexo<br />

masculino. Porto Alegre apresentou maior taxa de detecção neste mesmo<br />

ano com 92,4 casos/100.000 habitantes. Conclusão: Foi possível avaliar as<br />

informações relacionadas aos dados de indivíduos infectados pelo vírus do<br />

HIV; e as relações com as dislipidemias, as quais podem ocorrer com o uso<br />

da terapêutica ou não; porém os antirretrovirais trazem como características<br />

alterações nos perfis lipídicos dos portadores.<br />

PALAVRAS-CHAVE: HIV/ AIDS, dislipidemias, antirretrovirais<br />

Abstract<br />

Objective: to investigate the dyslipidemic changes caused by the use of<br />

antiretrovirals drugs and the importance of the treatment in the life of the HIV<br />

carrier. Methods: A research was conducted through the data base of Scielo,<br />

Pubmed, Medline and Google scholar emphasizing the last ten years, related<br />

to the dyslipidemic changes with the HIV carrier in use of antiretrovirals drugs<br />

and his epidemiological profile. Data from the epidemiological bulletin of<br />

the STD department, SIDA/Hepatitis from the Ministry of Health were used.<br />

Outcomes: It was observed that in Brazil from 2007 to June 2015, 93.260 HIV<br />

cases were notified, and from this number, 19.374 cases were in the South area;<br />

9.031 in Rio Grande do Sul. In 2012, 761 cases by HIV infection were notified;<br />

In 2013 the number of cases increased to 2.081 in RS. In 2014, 23.729 cases<br />

were notified in RS, which 16.317 were from the male gender. Porto Alegre<br />

presented a higher detection rate in the same year with 92,4 cases/100.000<br />

population. Conclusion: It was feasible to evaluate the information related to<br />

the data from a person who is infected by HIV virus and the relations with<br />

the dyslipidemias, which may occur because of the use of the therapy or not;<br />

however the antiretrovirals drugs bring as characteristics changes in the lipid<br />

profile of the carriers.<br />

KEYWORDS: : HIV/SIDA, dyslipidemias,antiretrovirals<br />

INTRODUÇÃO<br />

A terapia antirretroviral combinada de alta atividade provocou uma<br />

grande mudança na história da infecção pelo HIV, com drástica diminuição<br />

da mortalidade e da ocorrência das infecções oportunistas, e o<br />

aumento da sobre vida dos portadores(ALMEIDA; GIUDICI; JAIME, 2009).<br />

No Brasil a queda da mortalidade por AIDS evidencia o atual caráter<br />

crônico, e o controle da evolução da doença. Por outro lado, eventos<br />

adversos associados à terapêutica vêm sendo descritos em pessoas<br />

com HIV em uso de antirretrovirais, trazendo outras demandas nos<br />

serviços responsáveis pelo cuidado integral a esses pacientes. Nes-<br />

030<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


se cenário destacam-se as dislipidemias<br />

como uma das características da síndrome<br />

lipodistrófica do HIV, bem como alterações<br />

glicêmicas e alterações morfológicas com<br />

lipoatrofia e lipohipertrofia. A dislipidemia<br />

associada à infecção pelo HIV caracteriza-se<br />

por baixos níveis séricos de HDL colesterol<br />

(HDL-c) e elevação do colesterol total (CT),<br />

LDL - colesterol (LDL-c) e triglicerídeos (TGC),<br />

constituindo perfil sabidamente aterogênico<br />

(ALMEIDA, et al.,2009).<br />

Estudos de observação revelam que a<br />

incidência de alterações cardiovasculares<br />

em pacientes infectados pelo HIV em uso de<br />

antirretrovirais é maior do que a observada<br />

na população em geral. A explicação para a<br />

ocorrência de tais alterações lipídicas, envolvendo<br />

a infecção em si pelo HIV está no tipo<br />

de droga utilizada, e o esquema terapêutico<br />

antirretroviral, e fatores de risco tradicionais,<br />

como dieta rica em gorduras e sedentarismo.<br />

Na população geral, um extenso corpo<br />

de evidências comprova a relação entre o<br />

consumo alimentar, alterações do perfil<br />

lipídico e a ocorrência de doenças cardiovasculares.<br />

A intervenção dietoterápica tem sido<br />

recomendada para a prevenção e controle<br />

primário da hipercolesterolêmica e da hipertrigliceridemia<br />

nos pacientes infectados pelo<br />

HIV em uso de antirretrovirais (ALMEIDA;<br />

GIUDICI; JAIME, 2009).<br />

O objetivo desse artigo é investigar as<br />

alterações dislipidêmicas caracterizadas<br />

pelo uso dos antirretrovirais associadas ao<br />

HIV, à importância do tratamento e o significado<br />

para a saúde do portador do vírus,<br />

determinado a incidência do HIV e o perfil<br />

epidemiológico no Rio Grande do Sul.<br />

Microrganismos<br />

Os microrganismos apesar de ser uma<br />

minoria causadora de doenças infecciosas, o<br />

conhecimento prático sobre eles mostram-<br />

-se necessários, pois antigamente várias<br />

mortes foram oriundas da infecção pelos<br />

mesmos, epidemias devastadoras eram<br />

inelutáveis, portanto com a invenção do microscópio,<br />

os microrganismos tornaram-se<br />

conhecidos, possibilitando a compreensão<br />

da sua transmissão e os mecanismos das<br />

quais ele precisa pra seu desenvolvimento<br />

(TORTORA, et al., 2017).<br />

Os vírus são estruturas pequenas, com<br />

poder infeccioso, que é constituído por RNA<br />

ou DNA em seu genoma e revestido por uma<br />

membrana proteica chamada envelope que<br />

protege esse material genético. Os vírus em<br />

ambiente não possuem poder de replicação,<br />

pois precisam de células vivas para que isso<br />

ocorra. O tipo de ácido nucleico e de onde<br />

provém seu genoma depende das características<br />

de todos os vírus (JAWETZ, et al., 2014).<br />

De um modo geral os vírus são caracterizados<br />

como microrganismos obrigatórios,<br />

pois necessitam de um hospedeiro para<br />

fazer sua replicação. Quando ele entra na<br />

célula, afeta a síntese das proteínas normais<br />

e insere o material genético para replicar, resultando<br />

em algum dano no organismo do<br />

hospedeiro (ABBAS, et al., 2015).<br />

As doenças são causadas quando um<br />

vírus consegue ultrapassar as barreiras<br />

celulares, desestruturando todo o sistema<br />

imunológico causando uma resposta imune.<br />

O tropismo que o vírus possui por certas<br />

células alvo vai determinar o tipo de doença<br />

e sua patogenicidade. Portanto, estes<br />

microrganismos entram nas células de sua<br />

preferência, onde expressam seus receptores<br />

virais e a capacidade para sintetizá-las<br />

(MURRAY, et al., 2014).<br />

O vírus da Imunodeficiência Adquirida<br />

(HIV) é restrito aos humanos, mas não é um<br />

vírus que teve sua origem na espécie humana.<br />

Acredita-se que sua origem, segundo<br />

pesquisas, tenha relação com chipanzés que<br />

habitam a África ocidental. Em geral sua replicação<br />

segue o modelo parecido com a infecção<br />

pela hepatite B, exceto pelo fato que<br />

é transferido com menos efetividade. Mesmo<br />

com o uso potente de antirretrovirais e a<br />

redução da multiplicação dos vírus pelo uso<br />

dos mesmos, uma vez infectado pelo vírus<br />

será por toda a vida (WARREN, et al., 2016).<br />

HIV no mundo<br />

O vírus do HIV é responsável por causar<br />

grande impacto epidemiológico na saúde<br />

mundial, sendo um dos maiores desafios<br />

para a saúde pública. A epidemia que antes<br />

era vinculada à população masculina, homossexuais,<br />

usuários de drogas injetáveis e<br />

hemofílicos, a partir dos anos 1990, atingiu<br />

o público feminino acarretando mudanças<br />

no perfil epidemiológico (PADOIN et. al,<br />

2015). Hoje é a quinta causa de morte entre<br />

adultos e a principal causa de mortes entre<br />

mulheres com idades entre 15 a 49 anos<br />

(ROSABAL et. al, 2016).<br />

Cerca de 7.000 pessoas são infectadas pelo<br />

vírus diariamente no mundo, e a cada 20 segundos<br />

morre uma pessoa com alguma doença<br />

relacionada ao HIV, Este número crescente<br />

de diagnósticos de HIV traz consequências<br />

devastadoras a famílias, comunidades e países<br />

nos alertando que esta é uma realidade bastante<br />

preocupante (LAZAROTO et. al, 2007).<br />

No Brasil a AIDS surge no momento de<br />

mais intensidade por busca científica em<br />

controlar a epidemia no mundo. Nessa fase<br />

de descoberta observou que os antirretrovirais<br />

iniciados na fase inicial da infecção<br />

apresentam uma boa expectativa de vida<br />

em relação ao não infectado; logo estudos<br />

demonstraram uma queda superior a 90%<br />

da transmissão do HIV em pessoas com HIV<br />

em tratamento e anulação da replicação<br />

total do vírus. Valendo-se desses princípios<br />

os estudos indicam que o tratamento universal<br />

dos indivíduos infectados pelo vírus<br />

teria a chance de eliminar a transmissão de<br />

novas infecções. Assim as nações Unidas<br />

se motivaram a chamar os outros países<br />

com o intuito de traçarem uma meta para<br />

diagnosticar 90% das pessoas e tratar com<br />

antirretrovirais 90% dos portadores do HIV<br />

até 2020. Essa denominada meta 90-90-90<br />

poderia levar ao fim da epidemia até 2030<br />

(GRANGUEIRO, et. al, 2015).<br />

Várias cidades do Brasil tiveram um<br />

acréscimo de AIDS; 87% destes municípios<br />

apresentando registros de pelo menos 1<br />

caso somente no ano de 2008. No entanto<br />

os casos permanecem centralizados nas<br />

cidades com maior número de população<br />

(MARTINS, et al., 2014)<br />

031


Imagem Ilustrativa<br />

AUTORES:<br />

BUENO, LUCIA¹;<br />

PORTO, POLIANA VARGAS1,<br />

BARBOSA, BRUNA GRASIELA¹,<br />

SCHMITT, MORGANA1;<br />

SILVEIRA, ANA CLAUDIA MACHADO¹;<br />

VARGAS, GEISIBEL ROBERTA DE¹;<br />

OLIVEIRA, FABIANO COSTA1;<br />

LARA, GUSTAVO MULLER²;<br />

LOURENÇO, ELOIR DUTRA2.<br />

artigo 2<br />

HIV no Rio Grande do Sul<br />

Atualmente à cerca 39,5 milhões de<br />

indivíduos infectados pelo HIV no mundo.<br />

Desde 1980 até junho de 2016, foram<br />

notificados 842.710 casos de AIDS no país,<br />

com média de 41,1 mil casos nos últimos 5<br />

anos. Nos últimos 10 anos houve uma estabilização<br />

do número de detecção de AIDS<br />

no Brasil apresentando uma média de 20,7<br />

casos para cada 100 mil habitantes (SVS –<br />

Secretaria de Vigilância da Saúde).<br />

Na região Sul houve uma leve queda de<br />

30,1 casos / 100 mil habitantes em 2006 e<br />

para 27,9 em 2015. O estado do Rio Grande<br />

do Sul é o estado que apresenta o maior índice<br />

de AIDS, 34,7 casos /100mil habitantes,<br />

sendo Porto Alegre a cidade com maior índice<br />

do país, com casos notificados de AIDS,<br />

o valor corresponde ao dobro da taxa do estado<br />

e quatro vezes a taxa nacional, são 74,0<br />

casos / 100 mil habitantes (SVS – Secretaria<br />

de Vigilância da Saúde).<br />

Inicialmente estava associada somente<br />

às pessoas jovens ou adultas jovens; hoje<br />

há uma crescente taxa de idosos acima<br />

de 60 anos diagnosticados com o vírus<br />

do HIV (MARTINS, et. al, 2014). Com os as<br />

descobertas da indústria farmacêutica os<br />

idosos aumentaram sua vida sexual ativa,<br />

tornado suscetível às infecções sexualmente<br />

transmissíveis, dentre elas o vírus do HIV<br />

(LAZZAROTTO, et. al, 2007).<br />

A taxa de detecção do HIV nos estados<br />

brasileiros nesses últimos 10 anos<br />

sofreu uma elevação de mais ou menos<br />

2%, porém no Rio Grande Do Sul e região<br />

sudeste houve diminuição dos casos<br />

(MARTINS, et. al, 2014).<br />

Em um estudo realizado na cidade de<br />

Cruz Alta no Rio Grande Do Sul, foi contextualizado<br />

que esse município encontra-se<br />

em 5°lugar em casos de AIDS, Os aspectos<br />

mais relevantes incluem idade, escolaridade,<br />

cor da pele, estado civil, número<br />

de filhos, renda familiar entre outros. Foi<br />

observado um aumento na disseminação<br />

do vírus entre as mulheres por conta de<br />

agressões psicológicas ou relações sexuais<br />

ainda na adolescência, onde muitas destas<br />

jovens se relacionam com parceiros mais<br />

velhos o que exercem um poder sobre a<br />

relação afetiva, ou mães com mais de 3<br />

filhos (CECCON, et al., 2015).<br />

Imunologia e o HIV<br />

Em 1980 o HIV foi definido como um<br />

patógeno humano e atribuído por infecções<br />

oportunistas e alterações no sistema nervoso<br />

central (SNC). Após sua entrada nas células<br />

imunológicas, o vírus infecta as células<br />

TCD4+ auxiliares, macrófagos e dendríticas<br />

devido ao seu acentuado tropismo por este<br />

tipo celular (ABBAS et al., 2015).<br />

O vírus do HIV tem características moleculares<br />

e biológicas específicas próprias<br />

do seu grupo; É um retrovírus envelopado<br />

contendo em suas partículas infecciosas<br />

duas cópias de genoma RNA constituído por<br />

bicamada lipídica da célula hospedeira, e codificam<br />

enzimas logo após a infecção, indispensáveis<br />

à multiplicação do vírus. Através<br />

da transcriptase reversa, protease e integrase<br />

o genoma viral é codificado em DNA na célula<br />

infectada (MURPHY et al., 2014).<br />

A contaminação do indivíduo pelo HIV<br />

acontece porque partículas do vírus estão<br />

no sangue, fluidos corporais, sêmen, seringas<br />

com agulhas contaminadas, e também<br />

pode ocorrer de forma direta da mãe para o<br />

feto através da via transplacentária (ABBAS,<br />

et al., 2015). As relações homossexuais e o<br />

uso de drogas injetáveis eram classificados<br />

como os mais suscetíveis a infecção pelo<br />

vírus, portando nota-se que há outros perfis<br />

de pessoas infectadas. Através das relações<br />

heterossexuais percebe-se um número<br />

elevado de mulheres contaminadas. Além<br />

disso, muitos casos de crianças infectadas<br />

têm ocorrido via transplacentária ou na<br />

amamentação (VALENTE et al., 2005; AB-<br />

BAS et al., 2015). Os idosos estão incluídos<br />

em um novo perfil de portadores do HIV<br />

(KRAEMER, et al., 2009).<br />

A grande maioria das pessoas infectadas<br />

pelo HIV evolui para AIDS (síndrome da<br />

imunodeficiência adquirida) gradativamente<br />

com o passar do tempo; raros indivíduos<br />

não evoluem para a AIDS, mas a progressão<br />

tem aumentado nos portadores do vírus<br />

com idade acima dos 40 anos na época<br />

da infecção: e os indivíduos que não forem<br />

submetidos ao tratamento morrem de câncer<br />

ou infecções oportunistas. Uma parcela<br />

mínima de pessoas infectadas produz anticorpos<br />

contra uma gama de proteínas do<br />

HIV, e as células TCD4 permanecem; e inesperadamente<br />

os níveis de vírus circulando<br />

são baixos; Os estudos sobre estes ainda estão<br />

em andamento (MURPHY, et al., 2014).<br />

A utilização dos fármacos no intuito<br />

de bloquear a replicação do vírus tem diminuído<br />

a mortalidade e a gravidade da<br />

infecção. A terapia antirretroviral altamente<br />

ativa (HAART) inibem a protease e análogos<br />

de nucleosídeos com uma larga eficácia<br />

havendo uma diminuição significativa da<br />

virulência (Murphy et al., 2014). Entretanto<br />

os antirretrovirais (TARV) foram um marco<br />

positivo nos indicadores de qualidade de<br />

vida aos pacientes HIV/AIDS. No entanto os<br />

níveis de toxicidade dos fármacos contribuíram<br />

para um novo perfil metabólico nos<br />

pacientes em uso do TARV (MURPHY, et al.,<br />

2014; SILVA et al., 2014).<br />

Segundo Silva (2014) a dislipidemia<br />

atinge 70% dos pacientes infectados<br />

pelo HIV que fazem uso da TARV e que<br />

os eventos cardiovasculares nesses<br />

pacientes são mais frequentes do que<br />

032<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


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PORTO, POLIANA VARGAS1,<br />

BARBOSA, BRUNA GRASIELA¹,<br />

SCHMITT, MORGANA1;<br />

SILVEIRA, ANA CLAUDIA MACHADO¹;<br />

A inserção do HIV em uma célula hospedeira ocorre quando uma VARGAS, GEISIBEL ROBERTA DE¹;<br />

OLIVEIRA, FABIANO COSTA1;<br />

glicoproteína do envelope gp120 do vírus é aderida no citoplasma celular, às células<br />

LARA, GUSTAVO MULLER²;<br />

TCD4 e aos correceptores de quimiocinas (CXCR4 e o CCR5) com função de LOURENÇO, ELOIR DUTRA2.<br />

facilitar a entrada do vírus (ABBAS et al., 2015). Através da enzima viral protease as<br />

partículas virais se integram para se replicarem. A enzima viral protease é inibida<br />

pelas drogas disponíveis no tratamento (VALENTE, et al., 2005). O uso das drogas<br />

tende aumentar o perfil lipídico do paciente infectado pelo HIV, mas a infecção por si<br />

só, acarreta causas dislipidêmicas principalmente por baixar o HDL (SILVA, et al.,<br />

2014).<br />

Imagem Ilustrativa<br />

artigo 2<br />

034<br />

Tabela 1: Drogas utilizadas na terapia do HIV<br />

Classificação Função Fármacos<br />

Inibidores da Inibe a infecção Abacavir, didanosina,<br />

transcriptase reversa<br />

e nucleosídios<br />

Inibidores não<br />

nucleosídeos da<br />

transcriptase reversa<br />

Inibidores da<br />

protease (IP)<br />

nas fases aguda, Estavudina, Lamivudina,<br />

impossibilitando a zidovudina, e a<br />

replicação do vírus. conbinaçãoLamivudina/zidovudina,<br />

Tenovir<br />

Age diretamente Efavirenz, Nevirapina e<br />

na ação da enzima Etravirina<br />

bloqueando a<br />

multiplicação do vírus.<br />

Age diretamente Atazanavir, Darunavir,<br />

na enzima protease, fosamprenavir, lopinavir / ritonavir,<br />

inibindo a produção de saquinavir, Nelfavir<br />

cópias do RNA viral.<br />

Inibidores de Impossibilita a Enfuvirtida<br />

fusão<br />

entrada do material<br />

genético viral nas<br />

células.<br />

Inibidores da<br />

integrase<br />

(KRAEME et al., 2009)<br />

Faz o bloqueio Raltegravir<br />

da ação da enzima<br />

integrase responsável<br />

pela introdução do<br />

DNA viral ao DNA<br />

humano, assim<br />

dificulta a multiplicação<br />

das moléculas virais,<br />

tornam-se incapaz de<br />

infectar novas células.<br />

na população em geral. Um dos efeitos<br />

colaterais da TARV é a dislipidemia<br />

onde há um aumento do colesterol sérico<br />

e dos triglicerídeos. O HDL- colesterol<br />

diminuído pode levar o paciente<br />

à formação de lesões ateromatosas<br />

(VALENTE, et al., 2005).<br />

A dislipidemia é uma das principais causas ocasionadas pelos inibidores da<br />

transcriptase reversa, portando nem sempre a lipodistrofia traz consequência, pois a<br />

infecção viral do HIV causa alterações lipídicas principalmente quando os níveis de<br />

HDL estiverem diminuídos (SILVA et al., 2014).<br />

Dislipidemias associados<br />

aos TARVs<br />

O uso de antirretrovirais tem sido<br />

eficaz nos últimos anos, pois há uma<br />

diminuição significativa da replicação<br />

viral e assim mantém os níveis imuno-<br />

Os inibidores da protease usados no tratamento do HIV trouxeram como<br />

efeito à alteração nos lipídios do portador do vírus; pois esses distúrbios metabólicos<br />

causam a síndrome da hiperlipidemia, hiperglicemia e acúmulo de gordura corporal.<br />

No entanto é de fundamental importância o exercício físico, e dietas no intuito da<br />

eficácia no tratamento destes distúrbios (TERRY, 2006). O sedentarismo contribui<br />

lógicos normais. Os fármacos utilizados<br />

incluem inibidores de protease aumentando<br />

a sobrevida do indivíduo infectado<br />

pelo HIV (GUTIÉRREZ et al., 2008).<br />

A inserção do HIV em uma célula hospedeira<br />

ocorre quando uma glicoproteína<br />

do envelope gp120 do vírus é aderida no<br />

citoplasma celular, às células TCD4 e aos<br />

correceptores de quimiocinas (CXCR4 e o<br />

CCR5) com função de facilitar a entrada<br />

do vírus (ABBAS et al., 2015). Através da<br />

enzima viral protease as partículas virais<br />

se integram para se replicarem. A enzima<br />

viral protease é inibida pelas drogas disponíveis<br />

no tratamento (VALENTE, et al.,<br />

2005). O uso das drogas tende aumentar<br />

o perfil lipídico do paciente infectado<br />

pelo HIV, mas a infecção por si só, acarreta<br />

causas dislipidêmicas principalmente<br />

por baixar o HDL (SILVA, et al., 2014).<br />

A dislipidemia é uma das principais<br />

causas ocasionadas pelos inibidores da<br />

transcriptase reversa, portando nem sempre<br />

a lipodistrofia traz consequência, pois a<br />

infecção viral do HIV causa alterações lipídicas<br />

principalmente quando os níveis de HDL<br />

estiverem diminuídos (SILVA et al., 2014).<br />

Os inibidores da protease usados no<br />

tratamento do HIV trouxeram como<br />

efeito à alteração nos lipídios do portador<br />

do vírus; pois esses distúrbios<br />

metabólicos causam a síndrome da hiperlipidemia,<br />

hiperglicemia e acúmulo<br />

de gordura corporal. No entanto é de<br />

fundamental importância o exercício<br />

físico, e dietas no intuito da eficácia no<br />

tratamento destes distúrbios (TERRY,<br />

2006). O sedentarismo contribui para<br />

alteração da gordura corporal, mas o<br />

paciente em ativo exercício físico melhora<br />

seu quadro clinico, pois há uma<br />

redução dos níveis de triglicerídeos e<br />

das dosagens de colesterol total; e eleva<br />

os níveis de HDL (FARHI, et al., 2008).<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


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079


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AUTORES:<br />

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LOURENÇO, ELOIR DUTRA2.<br />

artigo 2<br />

Metodologia<br />

Foi realizada uma revisão bibliográfica<br />

nas bases de dados Scielo, Pubmed, Medline<br />

e Google Acadêmico, com ênfase<br />

nos últimos 10 anos, referente à relação<br />

das alterações dislipidêmicas caracterizadas<br />

pelo uso de antirretrovirais associados<br />

ao HIV. Foram utilizados dados do<br />

Boletim epidemiológico do departamento<br />

de DST, Aids e Hepatites, do Ministério<br />

da Saúde determinando a incidência do<br />

HIV e seu perfil epidemiológico.<br />

Número de casos descritos<br />

de HIV e sua relação<br />

dislipidêmica<br />

O Sistema de Informação de Agravos de<br />

Notificação (SINAN) notificou 93.260 casos<br />

de HIV no Brasil, no ano de 2007 a junho de<br />

2015, sendo 19.374 casos na Região Sul e<br />

9.031especificamente no Rio Grande do Sul.<br />

De 2007 a 2010 os casos de HIV tiveram<br />

um crescimento que não excede 382<br />

quadros de infecções, em 2012 foram<br />

notificados 761 novas infecções pelo HIV,<br />

porém no ano seguinte houve um aumento<br />

considerável de 2.081 novos casos<br />

registrados no Rio Grande do Sul.<br />

A infecção pelo HIV entre homens e<br />

mulheres nos anos de 2007 a 2015 apresentou<br />

um total de 93.260 casos, entretanto<br />

somente no ano de 2014 foram notificados<br />

23.729 casos, sendo que 16.317 eram do<br />

sexo masculino. .<br />

No ano de 2014, o Rio Grande do Sul juntamente<br />

com o Amazonas apresentaram<br />

as maiores taxas de detecção de AIDS, com<br />

38,3 e 39,2 casos para cada 100 mil habitantes<br />

respectivamente. .<br />

Porto Alegre apresentou a maior taxa de<br />

detecção neste mesmo ano, com 92,4 casos<br />

para cada 100 mil habitantes.<br />

O perfil lipídico dos pacientes com HIV<br />

apresenta-se alterado, tendo iniciado ou<br />

não a terapia com antirretroviral. A forma<br />

de tratamento para o HIV são os inibidores<br />

de proteases, que estão associados às diversas<br />

alterações metabólicas que ocorrem<br />

no organismo de um paciente infectado por<br />

HIV. As alterações metabólicas são hiperlipidemia,<br />

disfunção endotelial, hiperglicemia<br />

e obesidade central, sendo que a hiperlipidemia<br />

é a alteração mais severa encontrada<br />

nos pacientes que utilizam a terapia antirretroviral<br />

(JÚNIOR, 2005).<br />

As alterações nos níveis lipídicos são comuns<br />

nos portadores do HIV independente<br />

da terapia antirretroviral ou não, pois somente<br />

o HIV pode causar alterações dislipidêmicas<br />

em 50% dos casos, principalmente<br />

nos casos em que o HDL se apresenta baixo<br />

(SILVA, et. al, 2014).<br />

CALZA e Cols. (2009) realizaram um<br />

estudo no período de 1988 a 2000, com<br />

212 portadores do HIV que recentemente<br />

iniciaram o tratamento com inibidores da<br />

protease. Após um ano de tratamento,<br />

este medicamento causou um aumento<br />

nos níveis lipídicos desses pacientes,<br />

sendo que 38,2% apresentaram hipertrigliceridemia<br />

e 25% hipercolesterolêmica<br />

(KRAEMER, et al., 2009).<br />

Um estudo Realizado com 79 pessoas<br />

durante o período de janeiro de 2010 a<br />

março de 2012 mostrou que 43% possuíam<br />

colesterol elevado, sendo frequente<br />

no sexo feminino com 46,7% dos casos. A<br />

maioria dos pacientes possuía níveis de HDL<br />

e LDL normais, com 76 e 93,7% dos casos<br />

respectivamente. Os Níveis de triglicerídeos<br />

estavam elevados em 63% sendo o sexo<br />

masculino o mais frequente em 77,6% (SIL-<br />

VA, et al., 2014).<br />

Em outro estudo foram utilizados dados<br />

de prontuários cadastrados até janeiro<br />

de 2010, com um total de 113 pessoas<br />

sendo 55 mulheres e 58 homens com<br />

idade entre 20 a 67anos. As alterações<br />

lipídicas foram comuns nos pacientes<br />

com idades entre 26 a 45 anos, sendo 41<br />

homens e 32 mulheres. O perfil lipídio de<br />

76 pacientes (67,25%) tiveram alteração<br />

antes do inicio do tratamento, no qual o<br />

HDL baixo era o mais comum. Após o inicio<br />

do tratamento 64,60% apresentaram<br />

dislipidemias. O uso da terapia antirretroviral<br />

agrava cerca de 70% as dislipidemias<br />

nos pacientes (LANG, et al., 2012).<br />

Em santa Maria no Rio Grande do<br />

Sul foi realizado um estudo com 210<br />

pacientes adultos de ambos os sexos<br />

com idade superior ou igual à 20 anos<br />

na data do mês de julho a dezembro<br />

de 2011. Nesse estudo foram utilizadas<br />

86 mulheres, nas quais 5 delas não<br />

participaram, logo a amostra foi constituída<br />

por 81 pacientes. Dentre estas<br />

mulheres 77 sabiam por que deveriam<br />

tomar os fármacos disponíveis ao<br />

tratamento do HIV sendo que 41 delas<br />

achavam fácil o tratamento e 57 delas<br />

não sentiam qualquer efeito colateral<br />

relacionado às TARV. Esse estudo indica<br />

percepção que favorece o uso dos medicamentos<br />

(PADOIN, et al., 2015).<br />

Discussões:<br />

Desde seu aparecimento nos anos 1980, a<br />

AIDS, por seu caráter danoso, heterogêneo e<br />

instável, configura-se como uma das maiores<br />

preocupações em saúde pública em todo<br />

o mundo. Apesar dos avanços no tratamento<br />

trazidos pelo uso de terapias antirretrovirais,<br />

a AIDS continua sendo a quinta causa de<br />

mortalidade entre adultos e a primeira entre<br />

mulheres jovens (SALDANHA; SILVA, 2016).<br />

Após três décadas, a doença apresenta<br />

características epidemiológicas e clínicas diferentes<br />

daquelas inicialmente observadas.<br />

Os avanços no diagnóstico e tratamento foram<br />

significativos e o Brasil tem se destacado<br />

no panorama internacional com a disponibilização<br />

dos medicamentos pelo sistema<br />

público de saúde (FERREIRA et al., 2012).<br />

A dislipidemia associada à terapia antirretroviral<br />

combinada (TARV) é caracterizada<br />

pelo aumento nos níveis de VLDL, LDL,<br />

lipoproteína e redução do HDL29. O mecanismo<br />

responsável pela indução da dislipidemia<br />

em portadores do HIV ainda não está<br />

completamente elucidado. Ainda não está<br />

estabelecido se a dislipidemia ocorre por<br />

um efeito direto da TARV ou se é resultado<br />

da interação entre diversos fatores, como o<br />

tratamento antirretroviral, a predisposição<br />

genética, fatores ambientais como dieta e<br />

exercício físico ou outros fatores como a resposta<br />

do hospedeiro à infecção pelo HIV33.<br />

O presente estudo procurou avaliar, através<br />

de estudos bibliográficos, a epidemiologia<br />

do HIV no mundo, no Brasil e no estado<br />

do Rio Grande do Sul, além de investigar as<br />

alterações dislipidêmicas em portadores de<br />

036<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


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artigo 2<br />

HIV associadas à terapia antirretroviral.<br />

O número de casos de HIV cresce a cada<br />

ano. Em 2012, cerca de 35,3 milhões de<br />

pessoas possuíam HIV em todo o mundo.<br />

De 2007 à junho de 2015, de 93.260 casos<br />

de HIV no Brasil, 9.031 foram notificados<br />

somente no Rio Grande do Sul, correspondendo<br />

à 9,7%. Ainda no ano de 2014, o Rio<br />

Grande do Sul teve uma das maiores taxas<br />

de detecção de AIDS, apresentando em<br />

torno de 38 casos para cada 100 mil habitantes.<br />

Na capital, Porto Alegre, apresentou<br />

a maior taxa, também em 2014, com 92,4<br />

casos para cada 100 mil habitantes. Já na<br />

cidade de Cruz Alta houve um número significativo<br />

pontuando esse município em 5º<br />

lugar na contaminação pelo vírus do HIV.<br />

No Brasil foram declarados 11.896 óbitos<br />

por AIDS. Porém, nos últimos 10 anos, houve<br />

redução de 14% na taxa de mortalidade.<br />

No mesmo período, na Região Sul, seguida<br />

pela Região Norte e Região Sudeste, obtiveram<br />

a maior taxa de detecção de casos<br />

de AIDS. A utilização da terapia antirretroviral<br />

(TARV) foi marcante no Brasil, a qual<br />

resultou positivamente nos indicadores de<br />

morbimortalidade e qualidade de vida dos<br />

portadores de HIV/AIDS (SILVA et al., 2014).<br />

De acordo com Montessori et al. (2004),<br />

a dislipidemia atinge cerca de 70% dos pacientes<br />

infectados pelo HIV que fazem uso<br />

da TARV, e que, os eventos cardiovasculares<br />

nesses pacientes é mais frequente do que na<br />

população em geral.<br />

Desse modo foi discutido que dentro<br />

deste cenário os portadores de HIV de um<br />

modo geral sofrem de alterações dislipidêmicas,<br />

alterações estas que independem do<br />

uso ou não dos antirretrovirais, porém as<br />

pessoas em tratamento são os mais suscetíveis<br />

a estas alterações.<br />

CONCLUSÃO<br />

De acordo com trabalhos já realizados e<br />

conforme os dados obtidos através da presente<br />

pesquisa pode-se perceber que a região<br />

Sul continua sendo o local com um número<br />

elevado de AIDS no país, sendo que Porto<br />

Alegre é a cidade de maior número de casos<br />

notificados, e Cruz Alta segue em 5º lugar.<br />

Os pacientes do sexo masculino apresentam<br />

maior prevalência das dislipidemias quando<br />

comparados aos do sexo feminino. O tempo<br />

de uso dos antirretrovirais está diretamente<br />

associado às dislipidemias.<br />

O papel dos antirretrovirais no tratamento<br />

da AIDS é incontestável por aumentar a expectativa<br />

de vida dos indivíduos, pois diminuem a<br />

morbidade e a mortalidade dos mesmos. Faz-<br />

-se necessário o acompanhamento laboratorial<br />

frequente e a mudança de hábitos de vida para<br />

amenizar os possíveis efeitos colaterais associados<br />

às classes de antirretrovirais em uso.<br />

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038<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


imagem ilustrativa<br />

KARINA TOMELIN 1 , SHEILA KATY BARON 1 ,<br />

DEISY ALINI RUTHESE 2<br />

E DANIELA DELWING DE LIMA 3<br />

imagem ilustrativa<br />

1 Acadêmicas do curso de Farmácia, Universidade da Região de Joinville, UNIVILLE<br />

2 Bioquímica do Laboratório Municipal de Análises Clínicas do município de São Bento<br />

do Sul/ SC<br />

3 Professora Doutora do curso de Farmácia, Universidade da Região de Joinville,<br />

UNIVILLE<br />

artigo 3<br />

Investigação da Incidência de<br />

infecção do trato Urinário em Gestantes<br />

atendidas no laboratório municipal de<br />

análises clínicas do município de São Bento<br />

do Sul/SC<br />

Resumo<br />

As infecções do trato urinário (ITU), conhecidas por afetarem homens e<br />

mulheres em todas as faixas etárias, combinadas com as alterações anatômicas<br />

e fisiológicas ocorridas durante a gestação tornam essa infecção mais<br />

comum durante a gravidez. Sua frequência neste período varia de 5% a 10%,<br />

em termos de patologia médica das gestantes, ficando atrás apenas da anemia.<br />

Desde o desconforto causado a gestante pelas infecções sintomáticas<br />

até os riscos aos quais o feto é exposto mesmo quando não se tem sintomas<br />

de infecção, é de fundamental importância o diagnóstico laboratorial precoce<br />

para que a ITU não se agrave. Por isso, este trabalho buscou avaliar a incidência<br />

das infecções urinárias nos três trimestres de gestação, bem como os<br />

principais patógenos responsáveis e a sensibilidade destes frente aos antibióticos<br />

testados no Laboratório Municipal de Análises Clínicas de São Bento<br />

do Sul/SC durante o período de março à julho de 2014. Foram analisadas 180<br />

amostras de urina de pacientes gestantes usuárias do Sistema Único de Saúde<br />

e encaminhadas ao laboratório de Análises Clínicas Municipal de São Bento<br />

do Sul, as quais foram separadas por trimestres de gestação. Os resultados<br />

mostraram que 157 amostras obtiveram urocultura negativa (87,3%) e 23<br />

(12,7%) apresentaram urocultura positiva, destas, 13,2% ocorreram no primeiro<br />

trimestre, 14,3% no segundo e 10,7% no terceiro trimestre gestacional.<br />

A bactéria isolada com mais frequência nas uroculturas das gestantes foi<br />

Escherichia coli, seguida de Staphylococcus spp, Proteus mirabilis e Proteus<br />

vulgaris. A Escherichia coli apresentou 100% de sensibilidade para Amoxicilina<br />

com Ácido Clavulânico, Ceftazidima e Ceftriaxona. Frente a Cefalexina<br />

93,3% das cepas foram sensíveis, um bom resultado já que as cefalosporinas,<br />

principalmente a Cefalexina, são as drogas mais utilizadas no tratamento de<br />

gestantes. As ITU ocorreram com mais frequência no segundo trimestre de<br />

gravidez, porém, é de extrema importância o tratamento em qualquer idade<br />

gestacional para evitar futuras complicações até o nascimento.<br />

Palavras-chaves: Infecção urinária, gestantes, resistência microbiana,<br />

complicações infecciosas na gravidez<br />

Abstract<br />

Urinary tract infections (UTI), known to affect men and women in all age<br />

groups,combined with anatomical and physiological changes during gestation<br />

became the most common infection during pregnancy. Its frequency in this<br />

period varies from 5% to 10%, in terms of medical pathology of the pregnant<br />

women, second only to anemia. Since the discomfort caused by the pregnant<br />

symptomatic infections until the risks to which the fetus is exposed even when<br />

there is no symptoms of infection is of fundamental importance early laboratory<br />

diagnosis to prevent UTI from getting worse. Therefore, this study evaluated the<br />

incidence of urinary tract infections in the three trimesters of pregnancy, as well<br />

as major pathogens responsible and their sensitivity to antibiotics tested in the<br />

Municipal Clinical Analysis Laboratory of São Bento do Sul / SC during the period<br />

of March to July 2014. It was evaluated 180 urine samples of pregnant women<br />

patients of the Public Health System and forwarded to the Clinical Laboratory<br />

Municipal of São Bento do Sul, which were separated by trimesters of pregnancy.<br />

The results showed that 157 samples have obtained negative urine culture<br />

(87.3%) and 23 (12.7%) positive urine culture, 13.2% of these occurred in the first<br />

trimester, 14.3% on the second and 10.7% in the third trimester gestational. The<br />

most frequently isolated bacteria in urine cultures of pregnant was Escherichia<br />

coli, followed by Staphylococcus spp, Proteus mirabilis and Proteus vulgaris. The<br />

Escherichia coli showed 100% sensitivity to amoxicillin with clavulanic acid,<br />

ceftazidime and ceftriaxone. Front Cephalexin 93.3% of the strains were sensitive,<br />

a good result given that cephalosporins, mainly Cephalexin, are the most<br />

commonly used drug for treating pregnant women. UTI occurred more frequently<br />

on the second trimester of pregnancy, however, is of utmost importance, in any<br />

gestational age, the treatment to avoid future complications until birth.<br />

Keywords: Urinary tract infection, pregnant women, microbial<br />

resistance, infectious complications in pregnancy.<br />

040<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


INTRODUÇÃO<br />

As infecções do trato urinário (ITU) podem<br />

afetar toda a população, homens e mulheres<br />

de todas as idades. Segundo Heilberg<br />

e Schor (1) na vida adulta as mulheres são<br />

mais acometidas, devido à atividade sexual,<br />

gestação e menopausa, de forma que apresentam<br />

pelo menos um episodio de ITU ao<br />

longo da vida.<br />

Segundo Silveira et al (2) as ITU são<br />

definidas pela presença e multiplicação<br />

de microorganismos, sendo os principais<br />

agentes as bactérias gram negativas, que<br />

causam agressão tecidual, podendo estar<br />

presentes entre o cortéx renal e o meato<br />

uretral. Os microorganismos podem chegar<br />

até o trato urinário por diferentes vias, sendo<br />

elas ascendente, hematogênica e linfática,<br />

tendo como principal via de contaminação<br />

a ascendente (2).<br />

Estas infecções podem ser divididas em<br />

quatro grupos: uretrites, síndrome uretral<br />

aguda, cistites e pielonefrites. Além disso,<br />

podem ser subdivididas em sintomáticas,<br />

assintomáticas, agudas, recorrentes, crônicas,<br />

complicadas e descomplicadas (3).<br />

Quando o comprometimento causado<br />

pela infecção é apenas do trato urinário<br />

baixo especifica-se o diagnóstico de cistite,<br />

quando houver comprometimento simultâneo<br />

do trato urinário inferior e superior<br />

denomina-se infecção urinária alta, chamada<br />

de pielonefrite. Essas infecções podem<br />

ser complicadas ou não complicadas, sendo<br />

que as complicadas possuem um maior<br />

risco de falha terapêutica (4). De acordo<br />

com Lopes e Tavares (4) as alterações estruturais<br />

ou funcionais do aparelho urinário<br />

favorecem o desenvolvimento de infecções<br />

complicadas.<br />

Em pacientes com quadro de disúria,<br />

polaciúria e urgência miccional, porém não<br />

acompanhadas de urocultura positiva, serão<br />

rotuladas síndrome uretral aguda e podem<br />

resultar de infecções por número reduzido<br />

de bactérias gram-negativas, infecção uretral<br />

causada por Chlamydia trachomatis e<br />

Neisseria gonorrhoeae ou ainda vaginites<br />

agudas causadas por Herpesvirus ou Candida<br />

albicans (5). De acordo com Srougi (5), as<br />

manifestações irritativas de duração crônica<br />

e que apresentarem uma urocultura também<br />

negativa podem estar relacionadas à<br />

doença infecciosa como uretrite, podendo<br />

ser causadas por Neisseria, Chlamydia, Trichomonas<br />

e Herpesvirus. Segundo Lopes<br />

e Tavares (4) as cistites são consideradas as<br />

infecções não complicadas e quando sintomáticas<br />

caracterizam-se pela presença de<br />

disúria, urgência miccional, polaciúria e dor<br />

suprapúbica, enquanto as pielonefrites são<br />

consideradas complicadas, em geral são resultantes<br />

da ascensão de microorganismos<br />

do trato urinário inferior, estão associadas<br />

frequentemente a presença de cálculos renais.<br />

Quando sintomáticas as pielonefrites<br />

são habitualmente acompanhadas de febre,<br />

calafrios e dor lombar. Podem estas serem<br />

infecções agudas ou crônicas e sua origem<br />

pode ser comunitária ou hospitalar.<br />

As ITU podem atingir ambos os gêneros<br />

e faixas etárias, sendo em mulheres a maior<br />

prevalência. Segundo Heilberg e Schor (1) as<br />

mulheres são acometidas até 20 vezes mais<br />

do que os homens, devido à atividade sexual,<br />

gestação e menopausa. A susceptibilidade<br />

na mulher está relacionada à uretra mais<br />

curta e a maior proximidade do ânus com<br />

o vestíbulo vaginal e uretra. No homem o<br />

maior comprimento uretral, o maior fluxo<br />

urinário e o fator antibacteriano prostático<br />

são considerados fatores protetores (1).<br />

As incidências dessas infecções estão<br />

aumentadas entre as gestantes, em resposta<br />

as transformações anatômicas e<br />

fisiológicas que ocorrem no trato urinário<br />

durante a gestação, as quais são fatores que<br />

contribuem para o desenvolvimento das<br />

infecções urinárias sintomáticas. Mudanças<br />

como a compressão extrínseca dos ureteres<br />

e a diminuição da atividade peristáltica<br />

provocadas pela progesterona ocasionam<br />

dilatação progressiva das pelves renais e<br />

ureteres. Esses fatores associados ao débito<br />

urinário levam a estase urinária, que por sua<br />

vez é favorecida pela diminuição do tônus<br />

vesical com aumento da capacidade da<br />

bexiga e seu esvaziamento não completo,<br />

facilitando o refluxo vesico uretral e pielonefrites.<br />

Além disso, o rim tem sua função<br />

de concentrar a urina diminuída, reduzindo<br />

sua atividade antibacteriana (6). De acordo<br />

com os estudos de Pereira e Bordignon (7)<br />

no período gestacional a urina possui uma<br />

maior concentração em nutrientes e vitaminas,<br />

o que favorece o meio de cultura mais<br />

rico para o crescimento bacteriano.<br />

Dentro do espectro bacteriano destaca-<br />

-se a Escherichia coli como o uropatógeno<br />

mais comum, sendo responsável por<br />

aproximadamente 80% dos casos de<br />

ITU, seguido de Klebsiella spp, Proteus<br />

mirabilis e bactérias do gênero enterobacter.<br />

Podendo também ser causadas por<br />

bactérias gram positivas destacando-se<br />

Staphylococcus saprofhyticus, Streptococcus<br />

agalactiae e outros estafilococos não<br />

produtores de coagulase (8).<br />

Segundo Coelho e colaboradores (9) a<br />

maioria das gestantes apresentam surtos<br />

assintomáticos de infecção urinária que<br />

eventualmente poderão evoluir para sintomáticos,<br />

a prevalência de bacteriúria<br />

assintomática é de até 10% na gestação<br />

podendo ser observado do início até o<br />

terceiro trimestre. Até 57% dessas bacteriúrias<br />

não devidamente tratadas poderão<br />

evoluir para uma infecção sintomática inclusive<br />

para pielonefrite.<br />

A ocorrência de pielonefrites no primeiro<br />

trimestre é de aproximadamente 2% dos<br />

casos, sendo que no segundo e no terceiro<br />

trimestre a ocorrência é maior que 52% e<br />

46% respectivamente (2).<br />

Conforme literatura outras complicações<br />

destacadas durante a gestação,<br />

em gestantes não tratadas de ITU,<br />

incluem a restrição de crescimento<br />

intra-uterino, recémnascido de baixo<br />

peso, trabalho de parto e parto prematuro,<br />

ruptura prematura de mem-<br />

041


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042<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


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Imagem Ilustrativa<br />

KARINA TOMELIN 1 , SHEILA KATY BARON 1 ,<br />

DEISY ALINI RUTHESE 2<br />

E DANIELA DELWING DE LIMA 3<br />

artigo 3<br />

ANTIBIOGRAMA<br />

Foi testado também a sensibilidade e resistência<br />

a antibióticos utilizando o método<br />

de Kirby-Bauer, seguindo as recomendações<br />

técnicas da CLSI (Clinical and Laborabranas<br />

amnióticas e óbito perinatal,<br />

além de hipertensão, pré-eclâmpsia,<br />

anemia, coreoaminionite, endometrite<br />

e sepsemia, em que os fatores<br />

que levam a essas complicações estão<br />

associados ao dobro da mortalidade<br />

fetal (9). Por esse motivo é de suma<br />

importância a realização do exame<br />

de urina na rotina do pré-natal. O<br />

exame parcial de urina é importante<br />

para detectar a presença de bactérias,<br />

leucócitos, hemácias, células e principalmente<br />

microorganismos, os quais<br />

estão relacionados com casos de ITU<br />

(10), sendo utilizada a cultura como<br />

padrão para fechar o diagnóstico. Considera-se<br />

essa patologia uma das preocupações<br />

adicionais aos profissionais<br />

de saúde, pois é nesse período que o<br />

arsenal terapêutico e as possibilidades<br />

profiláticas são restritos. Segundo Pereira<br />

e Bordignon (7), a prescrição de<br />

antimicrobianos durante a gestação é<br />

frequente, mesmo sabendo que quase<br />

todos esses fármacos atravessam<br />

a placenta podendo causar efeitos<br />

adversos ao feto. Contudo há conhecimentos<br />

suficientes para a prescrição<br />

destes fármacos em limites seguros<br />

utilizando-os depois de uma rigorosa<br />

avaliação de risco e beneficio. Ressalta-se<br />

como de extrema importância<br />

o conhecimento do microorganismo<br />

causador, sua característica epidemiológica<br />

e sua susceptibilidade a antimicrobianos<br />

para garantir a eficácia ao<br />

tratamento e dificultar o surgimento<br />

de resistência bacteriana.<br />

Para tanto, este trabalho buscou avaliar<br />

a incidência das infecções urinárias<br />

nos três trimestres de gestação, bem<br />

como os principais patógenos responsáveis<br />

e a sensibilidade destes frente<br />

aos antibióticos testados no Laboratório<br />

Municipal de Análises Clínicas de São<br />

Bento do Sul/SC durante o período de<br />

março a julho de 2014.<br />

MATERIAIS E MÉTODOS<br />

AMOSTRA<br />

Este estudo foi realizado no período de<br />

março a julho de 2014, utilizando amostras<br />

de urina de pacientes gestantes usuárias do<br />

Sistema Único de Saúde, encaminhadas por<br />

Unidades Básicas de Saúde, após consultas<br />

médicas, e enviadas ao laboratório de Análises<br />

Clínicas Municipal de São Bento do Sul.<br />

O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética<br />

em Pesquisa da Universidade da Região de<br />

Joinville (Univille) sob o Parecer número<br />

545.024 e o Termo de Consentimento Livre<br />

e Esclarecido (TCLE) foi assinado pelo Laboratório<br />

de Análises Clínicas.<br />

Foram analisadas 180 amostras de<br />

urina de pacientes gestantes separadas<br />

por trimestres de gestação. As<br />

amostras foram obtidas através da<br />

coleta em frascos estéreis, os quais<br />

foram fornecidos pelo laboratório, e as<br />

gestantes foram orientadas a coletar a<br />

primeira urina da manhã, realizando<br />

a higiene perianal antes da coleta e a<br />

desprezar o primeiro jato de urina, coletando<br />

o jato intermediário da mesma.<br />

No momento da entrega do material<br />

ao laboratório as pacientes foram<br />

questionadas se estavam utilizando ou<br />

se fizeram uso de antibióticos.<br />

UROCULTURA E PROVA DE<br />

IDENTIFICAÇÃO<br />

As amostras foram submetidas à cultura,<br />

onde foi realizada a semeadura quantitativa<br />

em placa de meio CLED. A semeadura<br />

foi realizada através de uma estria<br />

central na superfície do Ágar utilizando-se<br />

alça de níquel-cromo calibrada de 1μL, seguindo<br />

de um estriamento perpendicular<br />

a estria inicial. As placas semeadas foram<br />

colocadas em estufa (35ºC a 37ºC) onde<br />

permaneceram por um período de 18 a<br />

24 horas para posterior identificação. Foram<br />

consideradas culturas positivas as que<br />

apresentaram um crescimento de 100.000<br />

UFC/ml ou superior a esse valor.<br />

Nas placas consideradas positivas<br />

foram realizadas as provas de<br />

identificação através da coloração<br />

de Gram e provas bioquímicas. Se<br />

a bactéria fosse gram negativa e<br />

apresentasse o meio CLED com coloração<br />

amarela (fermentado) era<br />

utilizado o kit para identificação de<br />

Enterobactérias - Newprov, se apresentassem<br />

o meio CLED com coloração<br />

verde era realizada a prova da<br />

oxidase para se fazer a distinção entre<br />

enterobactérias e Pseudomonas<br />

spp. Se as bactérias fossem identificadas<br />

como cocos gram positivos<br />

eram submetidas à prova da catalase.<br />

As amostras contendo cocos<br />

gram positivos e com prova da catalase<br />

negativa foram encaminhadas<br />

ao laboratório de Apoio para devida<br />

identificação. Os cocos gram positivos<br />

com resultado positivo na prova<br />

da catalase (Staphylococcus spp.)<br />

eram identificados no laboratório<br />

municipal através da adição do disco<br />

de Novobiocina no antibiograma.<br />

EXAME PARCIAL DE URINA<br />

Após a semeadura as amostras foram<br />

submetidas ao exame parcial de urina<br />

através de fitas reativas (Biopix) onde<br />

foram analisados parâmetros como<br />

densidade, pH, presença de leucócitos,<br />

nitritos, proteínas, glicose, hemoglobina,<br />

bilirrubina, corpos cetônicos e urobilinogênio.<br />

Após foi realizada a leitura<br />

do sedimento urinário em microscópio.<br />

Alguns parâmetros do exame parcial de<br />

urina servem para avaliar a ocorrência<br />

de ITU, como nitrito positivo, leucocitúria<br />

e bacteriúria.<br />

044<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


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Imagem Ilustrativa<br />

KARINA TOMELIN 1 , SHEILA KATY BARON 1 ,<br />

DEISY ALINI RUTHESE 2<br />

E DANIELA DELWING DE LIMA 3<br />

artigo 3<br />

tory Standards Institute) 2011. Foram colocados<br />

discos de antibióticos em uma placa<br />

de Ágar Mueller Hinton onde havia sido semeado<br />

um inóculo das colônias isoladas em<br />

meio CLED e incubados por um período de<br />

18 - 24 horas em uma estufa (35ºC a 37ºC)<br />

para leitura posterior realizada através da<br />

medida do halo, assim foram classificados<br />

em sensível, intermediário e resistente.<br />

Os antibióticos utilizados foram:<br />

Amoxicilina com Ácido Clavulânico<br />

(30μg), Ampicilina com Sulbactam (20<br />

μg), Cefalexina (30μg), Ceftazidima<br />

(30μg),Cefotaxima (30μg), Ceftriaxona<br />

(30μg), Ciprofloxacino (5μg), Norfloxacino<br />

(10μg), Nitrofurantoína (300μg),<br />

Sulfametoxazol com Trimetoprim<br />

(25μg) fabricados pela Laborclin.<br />

RESULTADOS<br />

No presente estudo foram analisadas<br />

amostras de 180 gestantes usuárias do<br />

Sistema Único de Saúde coletadas no<br />

período de março a julho de 2014, sendo<br />

que estas amostras foram provenientes<br />

dos três trimestres de gestação, deste<br />

modo 68 amostras foram de gestantes<br />

no primeiro trimestre de gestação e 56<br />

amostras de gestantes no segundo e no<br />

terceiro trimestre.<br />

De acordo com a tabela 1, intitulada<br />

“Faixa etária e Uroculturas de pacientes<br />

gestantes usuárias do Sistema Único<br />

de Saúde analisadas no laboratório de<br />

Análises Clínicas Municipal de São Bento<br />

do Sul/SC” do total de 180 amostras<br />

analisadas, 157 amostras obtiveram<br />

urocultura negativa e 23 (12,7%) uroculturas<br />

positivas. Na faixa etária de 15-<br />

20 anos 34,8% das gestantes tiveram<br />

urocultura positiva, entre 21-30 anos<br />

39,1% obtiveram resultado positivo,<br />

para as mulheres com idade entre 31-<br />

40 anos esse valor foi de 21,7% e nas<br />

gestantes com mais de 40 anos 4,3%.<br />

Conforme a tabela 2, a qual mostra a<br />

distribuição das uroculturas positivas<br />

por trimestre de gestação, os resultados<br />

foram 9 (13,2%), 8 (14,3%) e 6 (10,7%)<br />

uroculturas positivas respectivamente<br />

para o primeiro, segundo e terceiro trimestre<br />

gestacional.<br />

Posteriormente avaliaram-se as<br />

principais bactérias causadoras de infecção<br />

do trato urinário nas pacientes<br />

gestantes usuárias do SUS. De acordo<br />

com a tabela 3, do total de 23 uroculturas<br />

positivas, 15 amostras (65,2%)<br />

apresentaram como resultado positivo<br />

o patógeno Escherichia coli, 4 amostras<br />

(17,39%) Staphylococcus spp, 3<br />

amostras (13,04%) Proteus mirabilis<br />

e 1 amostra (4,35%) Proteus vulgaris.<br />

Conforme o gráfico 1 A no primeiro<br />

trimestre de gestação o uropatógeno<br />

predominante foi a Escherichia coli<br />

com 66,7%, seguida de Staphylococcus<br />

spp 22,2% e Proteus mirabilis 11,1%.<br />

No gráfico 1 B podemos observar os<br />

uropatógenos prevalentes no segundo<br />

trimestre gestacional, sendo eles: Escherichia<br />

coli 66,5%, Staphylococcus<br />

spp 12,5%, Proteus mirabilis 12,5% e<br />

Proteus vulgaris 12,5%. O terceiro trimestre<br />

de gestação pode ser observado<br />

no gráfico 1 C, sendo o uropatógeno<br />

predominante a Escherichia coli 66,6%,<br />

seguida pelo Staphylococcus spp 16,7%<br />

e pelo Proteus mirabilis 16,7%. Por fim,<br />

na tabela 4 podemos avaliar os perfis<br />

de suscetibilidade das bactérias isoladas<br />

nas uroculturas das gestantes frente aos<br />

antibióticos testados. Conforme a tabela,<br />

para o total de 15 amostras com o patógeno<br />

Escherichia coli 100% apresentaram<br />

sensibilidade a Amoxicilina + Ácido<br />

Clavulânico, Ceftazidima e Ceftriaxona<br />

e 93,3% apresentaram sensibilidade a<br />

Ampicilina+Sulbactran, Cefalexina, Cefotaxima,<br />

Ciprofloxacino, Norfloxaxino, Nitrofurantoína<br />

e Sulfametaxazol + Trimetoprima.<br />

Para o total de 4 amostras com<br />

o patógeno Staphylococcus spp 100%<br />

apresentaram sensibilidade a Amoxicilina<br />

+ Ácido Clavulânico, Ampicilina<br />

+ Sulbactam, Cefalexina, Cefotaxima,<br />

Ceftriaxona, Ciprofloxacino, Norfloxacino<br />

e Nitrofurantoína e 75% apresentaram<br />

sensibilidade a Ceftazidima e Sulfametaxazol<br />

+ Trimetoprima. Para o total de<br />

3 amostras com o patógeno Proteus mirabilis<br />

100% apresentaram sensibilidade<br />

a Ampicilina + Sulbactam, Ceftazidima,<br />

Ciprofloxacino e Norfloxacino; 66,6%<br />

apresentaram sensibilidade a Amoxicilina<br />

+ Ácido Clavulânico, Cefalexina, Cefotaxima,<br />

Ceftriaxona e Sulfametaxazol<br />

+ Trimetoprima e 100% apresentaram<br />

resistência a Nitrofurantoína. Para o total<br />

de 1 amostra com o patógeno Proteus<br />

vulgaris 100% apresentaram sensibilidade<br />

a Amoxicilina + Ácido Clavulânico,<br />

Ampicilina + Sulbactran, Cefalexina,<br />

Ceftazidima, Cefotaxima, Ceftriaxona,<br />

Ciprofloxacino, Norfloxacino, Nitrofurantoína<br />

e Sulfametaxazol + Trimetoprima.<br />

DISCUSSÃO<br />

A ITU representa uma das patologias<br />

mais frequentes em toda população, perdendo<br />

apenas para as infecções do trato<br />

respiratório, tendo uma maior incidência<br />

no sexo feminino (11). De acordo com<br />

Duarte et al (6) o estudo das infecções do<br />

trato urinário em gestantes tem adquirido<br />

relevância diante de sua associação com<br />

piores prognósticos maternos e perinatais.<br />

Devido à maior incidência de ITU durante<br />

o período gestacional este estudo buscou<br />

investigar a incidência de ITU nos diferentes<br />

trimestres de gestação em pacientes<br />

gestantes usuárias do SUS cujas amostras<br />

foram analisadas no laboratório de Aná-<br />

046<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


Exames complexos.<br />

Respostas pessoais.<br />

T +1-855-379-3115 E mclglobal@mayo.edu W mayocliniclabs.com<br />

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Imagem Ilustrativa<br />

KARINA TOMELIN 1 , SHEILA KATY BARON 1 ,<br />

DEISY ALINI RUTHESE 2<br />

E DANIELA DELWING DE LIMA 3<br />

artigo 3<br />

lises Clínicas Municipal de São Bento do<br />

Sul/SC, bem como, quais os patógenos<br />

responsáveis por essas infecções e sua<br />

resposta frente aos antibióticos testados.<br />

No presente estudo, das 180 uroculturas<br />

analisadas 87,3% obtiveram resultado<br />

negativo, o que difere do estudo de Duarte<br />

e colaboradores (8) que analisou 136 uroculturas<br />

e encontrou 36% negativas. Neste<br />

contexto devemos ressaltar algumas intercorrências<br />

pré-analíticas que podem afetar<br />

o resultado das culturas, dentre elas a coleta<br />

inadequada sem descartar o primeiro jato, a<br />

ausência de higienização correta ou ainda o<br />

armazenamento e processamento incorreto<br />

da amostra. Além disso, durante a coleta de<br />

dados para este estudo observou-se casos<br />

em que foi solicitada coleta de nova amostra<br />

para confirmação da urocultura, porém estas<br />

gestantes não atenderam ao pedido do<br />

laboratório, impossibilitando a identificação<br />

do uropatógeno responsável pela ITU.<br />

Neste estudo metade das gestantes<br />

selecionadas (n=90) encontrava-se<br />

na faixa etária de 21 a 30 anos, sendo<br />

que a média de idade foi de 25,6 anos,<br />

resultado concordante com o encontrado<br />

por Coelho e colegas (9), cuja<br />

média de idade das gestantes avaliadas<br />

foi de 25,3 anos. Este mesmo<br />

autor encontrou uma prevalência dos<br />

casos de infecção no segundo trimestre<br />

de gestação devido à compressão<br />

vesical pelo útero favorecendo o refluxo<br />

uretral durante a micção podendo<br />

aumentar o risco de infecção urinária,<br />

o que corrobora com os dados encontrados<br />

neste estudo, cuja frequência<br />

de casos neste trimestre foi de 14,3%,<br />

seguida de 13,2% e 10,7% no primeiro<br />

e terceiro trimestre, respectivamente.<br />

Porém, no trabalho de Duarte e colaboradores<br />

(6), a prevalência entre os<br />

trimestres gestacionais foi equivalente.<br />

Ainda sobre a relação entre prevalência<br />

de ITU e idade gestacional Rosal<br />

e colegas (12) discordam dos autores<br />

já citados afirmando que a infecção<br />

urinária é mais frequente até o terceiro<br />

mês de gestação, pois nesse período<br />

ocorrem modificações, aumentando<br />

a susceptibilidade de adquirir essas<br />

infecções, tais como aumento de vitaminas<br />

e nutrientes na urina, dilatação<br />

da pelve e do ureter, mudança<br />

de posição da bexiga, que se torna<br />

abdominal, aumento do tamanho dos<br />

rins e da capacidade vesical e relaxamento<br />

da musculatura da bexiga e do<br />

ureter ocasionando um aumento no<br />

número de micções. Observa-se que<br />

o uropatógeno isolado na maioria das<br />

amostras analisadas foi a Escherichia<br />

coli, sendo esse resultado compatível<br />

com a literatura, isso pode ser explicado<br />

pela presença de adesinas nesses<br />

microorganismos, o que permite a<br />

adesão e invasão bacteriana nas células<br />

do trato urinário. A Escherichia<br />

coli apresenta 90% de fímbrias tipo I,<br />

o que leva a ser o seu principal fator<br />

de virulência, apresentam também as<br />

fímbrias P, que se ligam a receptores<br />

específicos no tecido do epitélio renal,<br />

além de seu habitat natural ser o<br />

intestino e que por sua proximidade<br />

com a região geniturinária favorece<br />

o acesso das enterobactérias às vias<br />

urinárias (13).<br />

Outros uropatógenos isolados nas<br />

amostras em ordem de frequência<br />

foram Staphylococcus spp, Proteus<br />

mirabilis, Proteus vulgaris, compatível<br />

com achados de outros autores, porém<br />

a ordem de frequência varia de um estudo<br />

para outro (6,14).<br />

Em um estudo realizado por Rosal et al<br />

(12), onde buscou identificar os principais<br />

uropatógenos responsáveis por infecção<br />

urinária na gestação e a susceptibilidade<br />

destes aos antimicrobianos através das<br />

publicações científicas,obtiveram como r<br />

sultado em maior incidência a Escherichia<br />

coli, presente em 82,3% das publicações, o<br />

uropatógeno Proteus mirabilis apareceu em<br />

três estudos e no grupo dos uropatógenos<br />

Gram-positivos o Staphylococcus aureus<br />

apareceu em um único estudo. De acordo<br />

com Schenkel e colaboradores (14), ao realizar<br />

um estudo com 481 uroculturas também<br />

encontraram a Escherichia coli como<br />

patógeno predominante, sendo isolada em<br />

75,4% das culturas, seguida de Streptococcus<br />

agalactiae (3,9%), Proteus mirabilis<br />

(3,7%) e Klebsiella pneumoniae (3,3%). E<br />

no período de 2000 a 2004 Koch et al (15)<br />

também apresentou Escherichia coli como<br />

a bactéria isolada com mais frequência em<br />

957 uroculturas (66,2%), seguida por Proteus<br />

mirabillis e Klebsiella sp. que tiveram<br />

8,4% e 5,6% respectivamente. Segundo<br />

Rosal e colegas (12), a prescrição incorreta<br />

de antimicrobianos é influenciada por vários<br />

fatores durante a gestação, entre eles<br />

a falta de conhecimento dos profissionais,<br />

fatores culturais, econômicos e toxicidade<br />

de alguns fármacos. O uso indiscriminado e<br />

abusivo desses antimicrobianos pode levar<br />

à emergência e aumento da resistência microbiana.<br />

O uso de antimicrobianos sempre<br />

apresenta risco fetal, pois em geral esses<br />

fármacos apresentam baixo peso molecular<br />

facilitando sua difusão através da placenta,<br />

expondo o feto aos possíveis efeitos tóxicos.<br />

Devido a esse aspecto, o médico sempre<br />

deve avaliar a relação risco benefício ao indi-<br />

048<br />

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Imagem Ilustrativa<br />

KARINA TOMELIN 1 , SHEILA KATY BARON 1 ,<br />

DEISY ALINI RUTHESE 2<br />

E DANIELA DELWING DE LIMA 3<br />

artigo 3<br />

car o uso desses fármacos para as gestantes.<br />

As informações referentes à segurança e<br />

eficácia do uso de antimicrobianos durante<br />

a gestação ainda são poucas em virtude do<br />

estudo da ação desses fármacos em fetos e<br />

neonatos ser escasso. Por questões éticas e<br />

legais os estudos clínicos e epidemiológicos<br />

referentes à segurança de antimicrobianos<br />

são realizados em mulheres não grávidas e<br />

seus resultados expandidos para as grávidas<br />

(16). O Ministério da Saúde publicou, no ano<br />

de 2006, um manual orientando o uso de<br />

antimicrobianos em infecções urinárias em<br />

gestantes, sendo estes: cefalosporinas de 1ª<br />

geração (cefalexina), penicilinas (amoxicilina<br />

e ampicilina) e nitrofurantoína (17). Frente<br />

aos 10 antibióticos testados neste trabalho<br />

a maioria das bactérias isoladas demonstrou<br />

boa sensibilidade. A Escherichia coli,<br />

patógeno prevalente nas amostras analisadas<br />

apresentou 100% de sensibilidade<br />

para Amoxicilina com Ácido Clavulânico,<br />

Ceftazidima e Ceftriaxona. Num estudo realizado<br />

por Schenkel et al (14), a sensibilidade<br />

da Escherichia coli diante das cefalosporinas<br />

de terceira geração (Ceftazidima e Ceftriaxona)<br />

foi de 98,3%, demonstrando que para<br />

esta classe de antibióticos, a sensibilidade<br />

dos dois trabalhos é bem semelhante. Já a<br />

sensibilidade da Escherichia coli para a Cefalexina<br />

descrita por estes autores foi menor<br />

(71,8%) do que a frequência apresentada<br />

no atual trabalho (93,3%). Dos outros três<br />

microorganismos isolados, Staphylococcus<br />

spp e Proteus vulgaris apresentaram boa<br />

susceptibilidade frente às cefalosporinas,<br />

porém, o Proteus mirabilis mostra-se menos<br />

sensível aos antimicrobianos desta classe,<br />

apenas 66,6% das cepas apresentaram<br />

sensibilidade à Cefalexina, Cefotaxima e<br />

Ceftriaxona. A susceptibilidade do Proteus<br />

mirabilis neste estudo difere da sensibilidade<br />

encontrada por Duarte et al (6), onde<br />

100% das cepas pesquisadas eram sensíveis<br />

às cefalosporinas testadas. Segundo Baumgarten<br />

e colaboradores (18) as cefalosporinas<br />

são seguras e bem toleradas durante<br />

a gestação, sendo que a mais comumente<br />

utilizada é a cefalexina. Os β-lactâmicos,<br />

entre eles a ampicilina, estão entre os<br />

mais antigos antimicrobianos utilizados<br />

no tratamento das infecções bacterianas.<br />

Porém penicilinas e cefalosporinas estão<br />

associadas à alergia e reações anafiláticas.<br />

O uso de β-lactâmicos para o tratamento<br />

das infecções urinárias como as penicilinas<br />

vem sendo praticado cada vez menos devido<br />

ao constante aumento nos índices de<br />

resistência ao patógeno Escherichia coli, que<br />

é um dos principais agentes causadores das<br />

infecções urinárias<br />

(16). Contrariando a crescente resistência<br />

às penicilinas, as cepas isoladas neste<br />

trabalho demonstraram um bom perfil de<br />

sensibilidade para a Amoxicilina com Ácido<br />

Clavulânico e Ampicilina com Sulbactan,<br />

principalmente o Staphylococcus spp e Proteus<br />

vulgaris, seguidos da Escherichia coli e<br />

do Proteus mirabilis, apenas 66,6% das cepas<br />

deste último foram sensíveis à Amoxicilina<br />

com Ácido Clavulânico. A sensibilidade<br />

da Escherichia coli (93,3%) e do Proteus mirabilis<br />

(100%) à Ampicilina foi maior do que<br />

a encontrada por Santos e colaboradores<br />

(13), cuja sensibilidade foi de 71,1% e 80%<br />

respectivamente.<br />

No que se refere ao uso de<br />

Sulfametoxazol+Trimetoprima, medicamento<br />

que não é indicado para<br />

uso durante o primeiro trimestre de<br />

gestação devido a sua capacidade de<br />

interferir na formação do feto (19), a<br />

Escherichia coli obteve sensibilidade<br />

de 93,3% mostrando-se 30% mais<br />

sensível do que as cepas isoladas<br />

por Schenkel et al (14). O uropatógeno<br />

com menor sensibilidade ao<br />

Sulfametoxazol+Trimetoprima foi<br />

Proteus mirabilis (66,6%), compatível<br />

com o resultado de Pires et al (20), no<br />

qual 62,4% das cepas eram sensíveis<br />

ao antimicrobiano.<br />

Segundo Baumgarten e colaboradores<br />

(18) as sulfonamidas são contra<br />

indicadas no terceiro trimestre de gestação<br />

pelo risco de ocorrer kernicterus<br />

no recém-nascido e de seus efeitos<br />

no metabolismo do folato. Quanto às<br />

fluoroquinolonas que são comumente<br />

utilizadas em pacientes não gestantes,<br />

em mulheres grávidas seu uso não é<br />

indicado pelo risco de alterações nas<br />

articulações dos recém-nascidos (18).<br />

Mesmo não sendo indicado durante a<br />

gestação o Ciprofloxacino e Norfloxacino,<br />

pertencentes às fluoroquinolonas,<br />

foram testados e se mostraram<br />

eficazes contra as bactérias isoladas.<br />

Das cepas de Escherichia coli 93,3%<br />

são susceptíveis aos antimicrobianos e<br />

das outras bactérias 100% das cepas<br />

foram sensíveis. Esses resultados são<br />

semelhantes ao encontrado por Duarte<br />

et al (6), cuja sensibilidade das cepas<br />

de Escherichia coli ao Ciprofloxacino e<br />

ao Norfloxacino foram 97% e 98,5%<br />

respectivamente e as outrasbactérias<br />

mostraram 100% de sensibilidade a<br />

estes antimicrobianos.<br />

De acordo com a literatura a nitrofurantoína<br />

é recomendada para o tratamento<br />

deinfecções não complicadas<br />

do trato urinário. Possui um baixo nível<br />

de resistência aosuropatógenos e é<br />

um agente terapêutico ideal e seguro<br />

para uso na gestação, sualimitação,<br />

porém está relacionada à baixa atividade<br />

contra Proteus spp (18).Frente à<br />

Nitrofurantoína, o Staphylococcus spp<br />

050<br />

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Imagem Ilustrativa<br />

KARINA TOMELIN 1 , SHEILA KATY BARON 1 ,<br />

DEISY ALINI RUTHESE 2<br />

E DANIELA DELWING DE LIMA 3<br />

artigo 3<br />

e Proteus vulgaris demostraram100%<br />

de sensibilidade, seguidos da Escherichia<br />

coli com 93,3%, o que corrobora<br />

com apesquisa de Pires et al (20),<br />

que identificou 96,3% das cepas de<br />

Escherichia colisensíveis a nitrofurantoína.<br />

Todas as cepas de Proteus mirabilis<br />

se mostraramresistentes a esse<br />

antimicrobiano concordando com o<br />

resultado encontrado por Duarte etal<br />

(6), apesar do gênero Proteus spp. ser<br />

menos suscetível à nitrofurantoína a<br />

cepa deProteus vulgaris isolada neste<br />

estudo mostrou-se sensível ao antimicrobiano,<br />

esse fato pode estar relacionado<br />

à formação de um véu no Ágar<br />

Mueller Hinton causada pelascepas de<br />

espécies de Proteus, este véu pode dificultar<br />

a medição do halo de inibição<br />

doantibiótico, o que pode gerar resultados<br />

errôneos caso não seja escolhida<br />

uma fonte deluz adequada para a leitura.Segundo<br />

Pereira e Bordignon (7)<br />

uma alternativa de tratamento seria<br />

afosfomicina, que é um agente bactericida<br />

e possui um amplo espectro de<br />

ação, atingindomicrorganismos gram<br />

positivos e gram negativos. Seu mecanismo<br />

de ação ocorrebloqueando a<br />

síntese de peptideoglicanos, além<br />

de ser capaz de diminuir a aderência<br />

dasbactérias ao urotélio. A fosfomicina<br />

ainda pode ser administrada durante<br />

a gestação, nãohavendo associação a<br />

efeitos teratogênicos.<br />

Mediante os resultados encontrados<br />

observa-se a importância dos cuidadosdurante<br />

a gestação a fim de evitar<br />

o surgimento de ITU e consequentemente<br />

aantibioticoterapia, pois tanto<br />

um quanto outro podem oferecer riscos<br />

ao feto.<br />

AGRADECIMENTOS<br />

Ao Laboratório Municipal de Análises<br />

Clínicas de São Bento do Sul por<br />

ceder os dados.<br />

REFERÊNCIAS<br />

1. Heilberg IP, Schor N. Abordagem<br />

Diagnóstica e Terapêutica na<br />

Infecção do Trato Urinário – ITU.<br />

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no ano de 2005. Arquivos<br />

Catarinenses de Medicina. Florianópolis,<br />

2008. Vol. 37, no. 3. 10. Strasinger<br />

SK. Uroanálise & Fluidos Biológicos.<br />

3.ed. São Paulo: Premier,<br />

1998. 11. Queiroz CA, Felício VPT.<br />

Infecções Urinarias de Origem Bacteriana<br />

em Pacientes Atendidos em<br />

Laboratórios de Analises Clinicas<br />

de Presidente Olegário – MG. 101 ed.<br />

NewsLab, 106-110, 2010. 12. Rosal<br />

CJG, Silva CA, Bezerra DS, Vasconcelos<br />

GM, Passos XS, Monini JBM.<br />

Infecção Urinaria em Gestantes e a<br />

Suscetibilidade aos Antimicrobianos.123<br />

ed. NewsLab,96- 102, 2014.<br />

13. Santos TKP, Sanches IT, Pittner<br />

E, Sanches HF. Identificação e perfil<br />

antimicrobiano de bactérias isoladas<br />

de urina de gestantes atendidas<br />

na Irmandade da Santa Casa de<br />

Misericórdia de Prudentópolis, Paraná.<br />

Semina: Ciências Biológicas<br />

e da Saúde, Londrina, v. 33, n. 2, p.<br />

181-192, jul./dez. 2012. 14. Schenkel<br />

DF, Dalle J, Antonello VS. Prevalência<br />

de uropatógenos e sensibilidade<br />

antimicrobiana em uroculturas<br />

de gestantes do Sul do Brasil. Rev.<br />

Bras. Ginecol. Obstet., Rio de Janeiro,<br />

v. 36, n. 3, Mar. 2014. 15. Koch<br />

CR, Ribeiro JC, Schnor OH, Zimmermann<br />

BS, Müller FM, D' Agostin J,<br />

Machado V, Zhang L. Resistência antimicrobiana<br />

dos uropatógenos em<br />

pacientes ambulatoriais, 2000-2004.<br />

Revista da Sociedade Brasileira de<br />

Medicina Tropical, Uberaba, v. 41,<br />

n. 3, p. 277-281, maio/jun. 2008. 16.<br />

Fiol FSD, Gerenutti M, Groppo FC.<br />

Terapêutica Antimicrobiana durante<br />

a Gestação. Moreira Jr. Editora,<br />

111- 119, 2006. 17. Brasil. Ministério<br />

da Saúde. Manual Técnico: Pré-natal<br />

e Puerpério, Atenção Qualificada<br />

e Humanizada. Brasília, 2006. 18.<br />

Baumgarten MCS, Silva VG, Mastalir<br />

FP, Klaus F, Azevedo PA. Infecção<br />

Urinaria na Gestação: uma Revisão<br />

da Literatura. UNOPAR Cient, Ciênc.<br />

Biol Saúde, 333-342, 2011. 19. Czeizel<br />

AE, Rockenbauer M, Sorensen<br />

HT, Olsen J. The teratogenic risk of<br />

trimethoprim-sulfonamides: a population<br />

based case-control study. Reprod<br />

Toxicol. 2001; 15: 637-646. 20.<br />

Pires MCS, Frota KS, Martins Junior<br />

PO, Correia AF, Cortez-Escalante JJ,<br />

Silveira CA. Prevalência e susceptibilidade<br />

bacterianas das infecções<br />

comunitárias do trato urinário, em<br />

Hospital Universitário de Brasília,<br />

no período de 2001 a 2005. Revista<br />

da Sociedade Brasileira de Medicina<br />

Tropical, Uberaba, v. 40, n. 6, p. 643-<br />

647, nov./dez. 2007.<br />

052<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


Importador e Distribuidor Master<br />

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Grande capacidade de 50<br />

(extensível até 100) posições para reagentes<br />

e 50 (extensível até 100) posições para amostra.<br />

• 240 testes fotométricos por hora constante,<br />

até 400 testes/ hora com ISE (K, Na, Cl - opcional<br />

• 24 horas de refrigeração para carrossel de reagente<br />

• Cuvetas reutilizáveis com estação de lavagem automática<br />

• Mixer independente<br />

• Detecção de: coágulo, proteção contra colisão (vertical e horizontal), nível de líquido,<br />

monitoração de inventário e pré-aquecimento do reagente.<br />

Volume de reação com 100µL de reagente.<br />

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Autorizadas:<br />

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• Capacidade: 180 amostras/hora;<br />

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• Volume de amostras:<br />

(Quimioluminescência)<br />

a partir de 10 microlitros;<br />

• Carrossel com posição para 25 Reagentes;<br />

• Capacidade de processar 60 amostras simultâneas ( 6 Rack´s de 10<br />

posições);<br />

• Carregamento contínuo de cubetas e substrato sem precisar parar o<br />

equipamento;<br />

• Suporta 176 cubetas por rodada. Cubetas prontas para uso sem provocar<br />

congestionamento de cubetas;<br />

• Reagentes com estabilidade on board de até 56 dias;<br />

• Solução Wash Buffer pronta para uso de 10 Litros;<br />

• Indicador luminoso para identificação de amostras, reagentes e substrato;<br />

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• 360 testes fotométricos por hora constante, até 540 testes/ hora com ISE<br />

(K, Na, Cl) - opcional<br />

• 24 horas de refrigeração para carrossel de reagente<br />

• Cuvetas reutilizáveis com estação de lavagem automática<br />

• Fotômetro com grade de difração<br />

• Leitor de código de barras interno<br />

• Pré e pós-diluição para amostra<br />

Volume de reação com 100µL de reagente.<br />

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ANALISADOR HEMATOLÓGICO<br />

BC-5150 foi desenvolvido sob medida para atender aos laboratórios<br />

de diagnóstico que trabalham com resultados de 5 partes +<br />

hemograma completo, com volume de<br />

amostra diário relativamente baixo, com<br />

restrição de espaço no laboratório e um<br />

orçamento limitado.<br />

• 220 hemogramas por hora e 120 lâminas por hora<br />

• Diferencial de WBC em 5 partes, 25<br />

parâmetros reportáveis e 4 parâmetros de<br />

pesquisa, 3 histogramas e 3 gráficos de<br />

dispersão<br />

• Modo Sangue total, modo Sangue<br />

total capilar e modo Pré-diluído<br />

• Laser de três ângulos disperso +<br />

Coloração química + Tecnologia<br />

• Equipamentos podem trabalhar em conjunto ou<br />

isolados dependendo da rotina<br />

• As esteiras de carregamento dos analisadores são<br />

bidirecionais (patente Mindray)<br />

• O software labXpert é o padrão para o CAL 6000 e<br />

gerencia todo o sistema com a possibilidade de auto<br />

validação e análise de amostras com base em regras<br />

predefinidas, além de possuir uma interface mais<br />

de Citometria de fluxo.<br />

O<br />

compacto<br />

intuitiva para validação manual.<br />

da categoria!<br />

Leader Diagnósticos<br />

PB, PE e AL<br />

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DPL<br />

BA, SE<br />

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Lab Log | RS<br />

Tel: (51) 3023.4455<br />

021 055


matéria Beckman de capa Coulter<br />

Investimento que dá resultado<br />

Brasil puxa crescimento do setor de Medicina Diagnóstica na América Latina<br />

e atrai recursos de multinacional do segmento<br />

Desde 2015, a norte-americana<br />

Beckman Coulter, pioneira<br />

em medicina laboratorial, análises<br />

clínicas e biotecnologia, investiu<br />

US$15 milhões em sua filial brasileira.<br />

O otimismo, justificado pela<br />

estabilidade ascendente do setor, já<br />

se demonstra oportuno. Em 2018, a<br />

empresa cresceu 17%, e a tendência<br />

permanece positiva para 2019.<br />

“Projetamos um crescimento de<br />

cerca de 15% neste ano”, aponta<br />

Marcos Philippsen, gerente geral da<br />

Beckman Coulter Brasil.<br />

Para alcançar esses números,<br />

a empresa passou por uma extensa<br />

renovação, ampliou sua estrutura<br />

física, melhorou processos e direcionou<br />

boa parte de seus investimentos<br />

para o capital humano. “A previsão<br />

é que os colaboradores recebam<br />

mais de mil horas de treinamento<br />

e qualificação só este ano”, afirma<br />

Philippsen.<br />

056<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


Saúde segue em alta<br />

A saúde é um dos poucos setores<br />

no Brasil que segue em crescimento<br />

há anos, independentemente<br />

das incertezas e turbulências político-econômicas.<br />

A Medicina Diagnóstica<br />

é um destaque à parte. Segundo<br />

a revista “Forbes”, em 2017 foram<br />

realizados 2 bilhões de exames laboratoriais<br />

e de imagem, 817 milhões<br />

na rede privada, gerando uma receita<br />

bruta de R$ 35,4 bilhões. O Brasil<br />

é o exemplo mais notável de uma<br />

região que cresce como um todo –<br />

calcula-se que só o mercado de análises<br />

clínicas na América Latina tenha<br />

movimentado mais de 14 bilhões de<br />

dólares, o equivalente a 55 bilhões<br />

de reais, de acordo com a empresa<br />

de consultoria Grand View Research.<br />

Com mais investimentos e<br />

demanda dos consumidores, sobe<br />

também a necessidade de resultados<br />

rápidos, confiáveis e processos que<br />

melhorem o fluxo de trabalho. Com<br />

uma expertise única no mercado, a<br />

Beckman Coulter oferece soluções<br />

que elevam o nível das análises<br />

laboratoriais e geram economia de<br />

recursos.<br />

Mercado pede inovação<br />

Além do investimento no treinamento<br />

da equipe e da qualificação<br />

e retenção de talentos, novos lançamentos<br />

justificam o otimismo da<br />

empresa. “Em 2019, a Beckman Coulter<br />

traz ao Brasil quatro soluções para<br />

laboratórios de todos os portes, que<br />

incluem maquinários mais modernos<br />

e novos exames laboratoriais”. Eles<br />

estão alinhados à busca constante<br />

pela redução de custos, do tempo<br />

gasto com tarefas manuais do índice<br />

de erros, pontos cruciais em uma área<br />

cada vez mais concorrida e em que a<br />

precisão dos resultados é decisiva.<br />

Nos últimos anos, a indústria<br />

buscou atender a essa demanda e a<br />

automação no laboratório chegou a<br />

um novo patamar. A Beckman Coulter<br />

incorporou essas inovações para<br />

criar novos equipamentos, conectáveis<br />

à sistemas já utilizados nas<br />

instituições e com novas tecnologias<br />

que identificam e resolvem erros<br />

pré-analíticos, facilitam o workflow,<br />

processam amostras prioritárias e<br />

reduzem significativamente possibilidades<br />

de erros.<br />

Nosso comprometimento<br />

Oferecemos uma combinação<br />

única de pessoas, processos e<br />

soluções projetadas para ajudar<br />

os laboratórios clínicos e as redes<br />

de saúde a elevar seu desempenho<br />

e promover melhor atendimento<br />

ao paciente.<br />

Acelerar o<br />

cuidado com um<br />

menu de ensaios<br />

que importa<br />

Trazer o benefício<br />

da automação<br />

para todos<br />

Fornecer mais<br />

insights por meio<br />

da informática<br />

clínica<br />

Desbloquear o<br />

valor oculto através<br />

de parcerias de<br />

desempenho<br />

Para saber mais, acesse: https://www.beckmancoulter.com/en/about-beckman-coulter<br />

057


Beckman Coulter<br />

matéria de capa<br />

O diagnóstico precoce<br />

de 1% dos casos de<br />

sepse no Brasil pode<br />

salvar 2.300 pacientes*.<br />

É por isso que a<br />

Beckman Coulter criou<br />

o exclusivo ESId.<br />

Confira a seguir como esta<br />

inovação colabora com<br />

a jornada do paciente.<br />

2.<br />

Amostra de sangue<br />

Uma amostra de<br />

sangue é analisada no<br />

DxH 900, equipamento<br />

que caracteriza as<br />

células em seu<br />

estado quase nativo.<br />

* Fonte: Instituto Latino Americano<br />

de Sepse – ILAS<br />

1.<br />

Para quem o exame é indicado?<br />

Pacientes que chegam ao<br />

departamento de emergência<br />

com suspeita de infecção.<br />

** Crouser et. al. Monocyte Distribution Width, A Novel Indicator<br />

of Sepsis-2 and Sepsis-3 in High Risk Emergency Department<br />

Patients. Crit Care Med. 2019 Aug; 47(8): 1018–1025<br />

058<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


3.<br />

Risco de sepse<br />

Quando há risco<br />

de sepse, o agente<br />

infeccioso entra<br />

na circulação e os<br />

glóbulos brancos<br />

do sangue passam<br />

a lutar contra ele.<br />

4.<br />

Monócitos alterados<br />

Os monócitos são algumas<br />

das primeiras células a<br />

apresentar alterações.<br />

6.<br />

5.<br />

Tempo de espera<br />

Análise do exame<br />

Com uma tecnologia exclusiva, o DxH 900 consegue<br />

não apenas contar os monócitos, mas determinar<br />

seu tamanho e distribuição no sangue.<br />

Os resultados ficam prontos em minutos,<br />

diminuindo o tempo de início de tratamento.<br />

68%<br />

100%<br />

7.<br />

Resultados<br />

Estudo** sugere que 68% dos<br />

pacientes com sepse podem<br />

potencialmente se beneficiar do ESId.<br />

dos pacientes com<br />

sepse identificados<br />

com o ESId.<br />

1h34min para o<br />

tratamento com<br />

antibióticos.<br />

dos pacientes com sepse<br />

identificados pelos<br />

protocolos disponíveis.<br />

4h43min para o<br />

tratamento<br />

com antibióticos.<br />

059


matéria Beckman de capa Coulter<br />

Conheça os lançamentos<br />

Beckman Coulter<br />

Menos processos manuais, mais eficiência e segurança na análise<br />

de exames essenciais para o diagnóstico do paciente<br />

DxH 900 + SMS II<br />

Trata-se da nova geração da<br />

linha DxH de analisadores hematológicos,<br />

que permitem a caracterização<br />

das células em seu estado<br />

quase nativo. Através da tecnologia<br />

VCS 360, DataFusion e do Princípio<br />

Coulter aprimorado, é possível fornecer<br />

uma caracterização de alta<br />

resolução sem alterar a morfologia<br />

celular. O equipamento realiza<br />

contagem tripla e fornece dados<br />

precisos sobre volume e padrões<br />

morfológicos das partículas, fornecendo<br />

excelentes resultados. Inclui<br />

ainda o novo e exclusivo parâmetro<br />

Indicador Precoce de Sepse (ESId).<br />

Ele é um biomarcador hematológico<br />

de primeira classe aprovado pela<br />

FDA e Anvisa, que é relatado como<br />

parte de um CBC de rotina com teste<br />

diferencial para adultos que entram<br />

pelo departamento de emergência.<br />

Medindo mudanças na morfologia<br />

dos monócitos – células do sistema<br />

imune que atuam na linha de frente<br />

no combate à infecções, o parâmetro<br />

fornece informações valiosas e acionáveis<br />

para os médicos. Juntamente<br />

com outras descobertas laboratoriais<br />

e informações clínicas, um resultado<br />

positivo do Indicador Precoce de<br />

Sepse alerta os clínicos para uma<br />

maior probabilidade de sepse. Saber<br />

mais cedo sobre o risco da doença<br />

auxilia na tomada de decisão clínica<br />

quando o tempo é essencial.<br />

DxH 900 – número de registro ANVISA 10033120993<br />

SMS II – número de registro ANVISA 10033120994<br />

060<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


Sistema de bioquímica<br />

clínica DxC 700 AU<br />

Ideal para laboratórios e hospitais<br />

de médio e grande porte, o analisador<br />

é totalmente automatizado e<br />

pode realizar até 800 testes fotométricos<br />

por hora (ou 1.200 com ISE). Tem<br />

capacidade para analisar de uma vez<br />

até 150 amostras de diferentes fluidos<br />

com rapidez e precisão, com a possibilidade<br />

de priorizar testes urgentes<br />

e substituir peças em menos de um<br />

minuto. Possui uma interface amigável<br />

e intuitiva, que permite a criação<br />

de um menu personalizado de acordo<br />

com as necessidades de cada usuário.<br />

Sua operação é compatível com diversos<br />

sistemas de automação.<br />

Além dos testes PCR ultrassensível e Lactato que auxiliam no diagnóstico<br />

de sepse, teremos em breve disponível no Brasil o teste de Hemoglobina<br />

glicada (HbA1c) sem necessidade de qualquer necessidade de preparo.<br />

* HbA1c e PCT em processo de registro na ANVISA.<br />

DxC 700 AU -<br />

número de registro<br />

ANVISA 10033120973<br />

TAT rápido e consistente. “Estamos<br />

ansiosos pelo lançamento do teste<br />

de Procalcitonina (PCT) para os equipamentos<br />

DxI 800 e Access 2, completando<br />

assim o portfólio Beckman<br />

Coulter para sepse em nossas plataformas”,<br />

afirma Philippsen.<br />

DxI 800 - número de<br />

registro ANVISA 10033120403<br />

Sistema de Imunoensaio DxI 800 Access<br />

• O sistema proporciona até três horas<br />

de walkaway.<br />

• Os reagentes líquidos, prontos para<br />

uso com códigos de barras podem<br />

ser carregados no sistema de forma<br />

rápida e fácil. Armazena 50 packs de<br />

reagentes com vedação automática,<br />

o que oferece a flexibilidade de con-<br />

figurar o menu do sistema de forma<br />

a atender à necessidade de análise<br />

exclusivas.<br />

• Os operadores podem carregar até<br />

quatro packs de reagentes de uma vez,<br />

sem tocar o console do equipamento.<br />

• Todo pack de reagentes é líquido e<br />

pronto para uso.<br />

• Os reagentes são armazenados em<br />

um refrigerador integrado, preservando<br />

sua estabilidade até as datas de<br />

validade declaradas.<br />

• Os packs de reagentes são compatíveis<br />

com o sistema de imunoensaio<br />

Access 2.<br />

061


matéria Beckman de capa Coulter<br />

DxM MicroScan WalkAway<br />

Uma solução completa para<br />

análises microbiológicas que ajuda a<br />

combater de maneira mais assertiva a<br />

resistência antimicrobiana. Para deter<br />

infecções hospitalares, um problema<br />

recorrente no Brasil, é preciso identificar<br />

corretamente os agentes patógenos<br />

o mais rápido possível. Além<br />

de possuir ferramentas que auxiliam<br />

na manutenção e informações dos<br />

resultados obtidos, o DxM está vinculado<br />

a um software simples, amigável<br />

e completo - o LabPro, que possui a<br />

funcionalidade de emissão de relatórios<br />

de epidemiologia a nível de<br />

incidência bacteriana, incidência por<br />

fármacos, MIC 90 e a possibilidade<br />

DxM MicroScan WalkAway - número de registro ANVISA 10033120997<br />

de emissão de relatórios totalmente<br />

configuráveis e exportáveis (Excel).<br />

O DxM possui um banco de dados de<br />

centenas de micro-organismos causadores<br />

de doenças - incluindo as de<br />

difícil diagnóstico e crescimento lento<br />

- graças ao sistema MicroScan, com<br />

mais de 40 anos de experiência em<br />

testes de sensibilidade aos antimicrobianos<br />

e de detecção rápida de patógenos,<br />

assim como seus mecanismos<br />

de resistência. Sua tecnologia única<br />

auxilia na redução de custos, promovendo<br />

tratamentos eficazes, saúde<br />

financeira ao hospital/laboratório e a<br />

qualidade de vida ao paciente.<br />

062<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


gestão laboratorial<br />

Programa Nacional para<br />

Profissionalização da Gestão<br />

Laboratorial - PROGELAB<br />

Por Humberto Façanha*<br />

Gestão econômica aplicada para laboratórios clínicos. Este artigo (seção) apresenta o PROGELAB. Os seguintes itens<br />

mostrarão de forma individual, entretanto, sintética, todos os sete produtos (softwares) componente do Programa.<br />

1) A IMPORTÂNCIA DOS PEQUE-<br />

NOS E MÉDIOS LABORATÓRIOS<br />

CLÍNICOS: o PROGELAB somente é<br />

importante pela suma importância dos<br />

laboratórios. Não obstante ignorarmos<br />

o seu número exato no Brasil, podemos<br />

considerar de uma forma aproximada que<br />

é grande o contingente de pessoas que<br />

trabalham nos pequenos e médios laboratórios,<br />

os quais sabidamente são os que<br />

geram o maior número de empregos do<br />

setor no País (Entre empregados e familiares,<br />

estimamos um universo de 400.000<br />

pessoas). Ainda, a grande capilaridade<br />

dos serviços de recepção e coleta, permite<br />

atender uma enorme população disseminada<br />

em grandes extensões territoriais,<br />

que sem os pequenos e médios laboratórios,<br />

certamente enfrentariam dificuldades<br />

quase intransponíveis para receberem<br />

atenção básica em saúde (Estimamos<br />

mais de 600.000 pessoas diariamente).<br />

Finalmente, segundo a literatura médica,<br />

“70% das decisões tomadas pelos profissionais<br />

de saúde, estão baseadas nos<br />

resultados dos exames laboratoriais, os<br />

quais fornecem informações que podem<br />

ser utilizadas para fins de diagnóstico e<br />

prognóstico, prevenção, grau de risco para<br />

determinadas doenças, definição de tratamentos<br />

e até mesmo, em alguns casos,<br />

evitar os que podem ser desnecessários”.<br />

Portanto, ajudar na sobrevivência destas<br />

pequenas e médias empresas é fundamental<br />

para a saúde pública.<br />

2) A NECESSIDADE DO PROGELAB:<br />

O setor de saúde no Brasil está vivendo o<br />

impacto de quatro revoluções, cujas mudanças<br />

provocadas deverão ser radicais<br />

e irreversíveis, transformando completamente<br />

o negócio, a forma de atuação e as<br />

perspectivas para todos no setor. São elas:<br />

tecnológica; econômica; socioeconômica<br />

e demográfica. Nos laboratórios clínicos, o<br />

impacto pode ser sintetizado, no mínimo,<br />

pelos seguintes cenários:<br />

•Exigência maior pelos testes laboratoriais<br />

remotos (point of care). Idem<br />

para a biologia molecular ou genética;<br />

•Crescente exigência para serviços<br />

e dispositivos de monitoramento<br />

residencial. Foco em telemetria, dispositivos,<br />

artefatos, sensores e outros<br />

equipamentos acoplados aos smartphones<br />

e voltados a personalização<br />

dos serviços de cuidado pessoal;<br />

•Interpolaridade crescente entre os<br />

smartphones e as tecnologias vestíveis;<br />

•As relações entre os diversos atores<br />

do “cluster da saúde” serão realizadas<br />

de forma cada vez mais remotas;<br />

•A crescente conscientização da<br />

saúde pessoal deverá criar um perfil<br />

de sociedade, com novas exigências<br />

e orientações dogmáticas em saúde;<br />

•As soluções tecnológicas irão exigir<br />

grande capacidade para lidar com<br />

enorme volume de dados aliada à<br />

velocidade de processamento, na área<br />

da saúde. Isto deverá proporcionar<br />

transformar rapidamente registros<br />

clínicos em informação para a tomada<br />

de decisão em favor dos pacientes;<br />

•Os laboratórios clínicos deverão sair da<br />

sede física para chegar junto aos pacientes,<br />

médicos, fornecedores e pagadores<br />

dos serviços (convênios...), através da<br />

conectividade eletrônica;<br />

•Deverá haver demanda crescente<br />

pelos serviços de análises clínicas. Ainda,<br />

necessidade crescente de reduzir o prazo<br />

de entrega dos exames (menor tempo de<br />

resposta), necessidade crescente do diagnóstico<br />

precoce de doenças bem como<br />

crescimento de subespecializações dentro<br />

das especialidades clínicas;<br />

•Novos “entrantes” na área de auxílio ao<br />

diagnóstico médico: equipamentos que<br />

utilizam pequenos volumes de amostra<br />

(uma gota...) para realizar centenas de<br />

exames, laboratórios portáteis, exames<br />

remotos e junto aos pacientes;<br />

•União entre os serviços de diagnósticos<br />

por imagem com os laboratórios clínicos,<br />

junções, fusões, aquisições buscando<br />

soluções ecologicamente corretas;<br />

•Deverá haver demanda crescente para<br />

testes preventivos e de fatores de risco,<br />

particularmente nas áreas de oncologia,<br />

endocrinologia e ginecologia. Idem para<br />

testes de toxicologia/abuso de drogas;<br />

•Pressão maior sobre os laboratórios<br />

hospitalares para recolher, interpretar e<br />

fornecer informações para os médicos<br />

e outros profissionais de saúde com a<br />

finalidade de monitorar a condição do<br />

paciente e de sua saúde em geral, visando<br />

reduzir o tempo de estadia;<br />

•É esperado um aumento no número<br />

de laboratórios clínicos, em<br />

particular no setor independente,<br />

O<br />

tot<br />

ho<br />

064<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


Tomioka, Japan<br />

Inovações para uma confiança superior<br />

A tecnologia chamada “DynaHelix Flow” alinha perfeitamente as células WBC, RBC e PLT<br />

para uma contagem de alta impedância com precisão usando um fluxo hidrodinâmico<br />

focado antes de passar pela abertura. Somado a isso, o” DynaHelix Flow” previne<br />

TECNOLOGIA DE PONTA<br />

expressivamente a precisão e confiabilidade das contagens.<br />

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O indicador de estado do Celltac G é<br />

Cada tubo é coletado do rack colorido<br />

Os modos STAT e Pré<br />

localizado no painel frontal e mostra<br />

e suavemente homogeneizado por<br />

podem analisar microtais<br />

como amostras pe<br />

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operação do analisador. Por exemplo, o<br />

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por um sensor chamado “FLS” e a informação da granularidade interna e da lobularidade<br />

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O sistema “Smart ColoRac Match” ajuda a localizer rapidamente amostras<br />

clinicamente alteradas e também tubos cujo código de barras não pôde ser lido<br />

usando um exclusiva codificação através de racks coloridos que são<br />

associados ao programa gerenciador de dados do Celltac G . Isso aumenta<br />

muito a eficiência do laboratório sem investimento extra, sem aumento de<br />

espaço e sem a necessidade de treinamento extra para o operador. O sistema<br />

O sistema “Smart ColoRac Match” ajuda a localizer rapidamente amostras<br />

clinicamente alteradas e também tubos cujo código de barras não pôde ser lido<br />

usando um exclusiva codificação através de racks coloridos que são<br />

associados ao programa gerenciador de dados do Celltac G . Isso aumenta<br />

muito a eficiência do laboratório sem investimento extra, sem aumento de<br />

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• P: Existem amostras positivas<br />

• E: Erro de contagem<br />

• B: Erro de leitura do código de barras<br />

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O sistema de troca de dados baseado no protocolo<br />

estado para a cor vermelha.<br />

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decisão clínica e melhora a eficiência<br />

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Revista NewsLab | Jun/Jul 2019<br />

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gestão laboratorial<br />

continuando a influenciar a indústria<br />

e colocando pressão nos laboratórios,<br />

num esforço para reduzir os custos.<br />

Deverá haver uma contínua pressão<br />

descendente de preços; no entanto, o<br />

mercado vai ser compensado por um<br />

aumento no volume;<br />

•Entrada no mercado de “players”<br />

como o Google com altos investimentos<br />

em pesquisas etc.<br />

Todos estes cenários previstos para<br />

o mundo dos negócios que envolvem<br />

os laboratórios, chegam em um momento<br />

no qual estas organizações<br />

ainda não conseguiram, de uma forma<br />

geral, enfrentar com a necessária<br />

resolutividade a primeira disrupção.<br />

Esta é sintetizada pela precipitação<br />

generalizada dos preços dos exames,<br />

ocorrida de forma simultânea com a<br />

inflação dos custos, principalmente<br />

os controlados pelo Governo. A primeira<br />

disrupção levou os laboratórios<br />

clínicos, enfaticamente os pequenos<br />

e médios, a um problema quase que<br />

unânime, materializado pela queda<br />

significativa da competitividade empresarial<br />

e o consequente incremento<br />

no risco de insolvência. As causas fundamentais<br />

podem ser resumidas na alta<br />

capacidade instalada (produção industrial<br />

de exames) frente à real demanda da população<br />

e a socialização da medicina (planos<br />

de saúde, seguros), que praticamente<br />

levou à extinção dos clientes particulares.<br />

Ainda, colaboraram para a primeira disrupção,<br />

causas secundárias, tais como:<br />

globalização da economia, aporte do<br />

capital internacional, Código de Defesa do<br />

Consumidor – CDC, requisitos crescentes<br />

de qualidade pelos órgãos fiscalizadores,<br />

incentivo à cultura das demandas judiciais<br />

(trabalhistas e cíveis) etc.<br />

Os gestores dos pequenos e médios<br />

laboratórios estão enfrentando<br />

grandes dificuldades para vencer os<br />

desafios da primeira disrupção e, já se<br />

defrontam com a segunda! Pelo exposto,<br />

fica claro que atualmente não<br />

basta simplesmente se formar e abrir<br />

um novo laboratório. Não existe mais<br />

espaço para a aventura, para o amadorismo<br />

na gestão destes negócios.<br />

Há sim, a imperiosa necessidade de<br />

gestões profissionais nos laboratórios.<br />

Se não formos competitivos, não sobreviveremos<br />

como empreendedores!<br />

É neste contexto que se insere a proposta<br />

do PROGRAMA NACIONAL PARA<br />

A PROFISSIONALIZAÇÃO DA GESTÃO<br />

LABORATORIAL – PROGELAB. Trata-se<br />

de um projeto pragmático para ajudar<br />

os gestores dos pequenos e médios<br />

laboratórios do Brasil a enfrentarem<br />

este grande desafio presente e futuro,<br />

não só da sobrevivência, mas de tornar<br />

suas organizações competitivas e<br />

rentáveis. Os donos destas organizações<br />

normalmente não dispõem de<br />

recursos para contratar gestores profissionais,<br />

restando a alternativa deles<br />

se profissionalizarem. Trata-se de<br />

uma saída para salvar este importante<br />

segmento da economia, mais ainda,<br />

pode-se dizer, da sociedade brasileira.<br />

3) VISÃO, MISSÃO E OBJETIVOS<br />

3.1-VISÃO<br />

O Programa Nacional para a Profissionalização<br />

da Gestão Laboratorial –<br />

PROGELAB tem como visão aumentar<br />

a competitividade e reduzir o risco de<br />

insolvência dos laboratórios clínicos<br />

do País, proporcionando a manutenção<br />

dos empregos e uma justa remuneração<br />

aos seus acionistas.<br />

3.2-MISSÃO<br />

O Programa Nacional para a Profissionalização<br />

da Gestão Laboratorial –<br />

PROGELAB tem como missão oferecer<br />

aos gestores dos laboratórios clínicos<br />

do País, capacitação administrativa e<br />

gestão aplicada, através de eficientes<br />

sistemas de controles e auxílio à decisão,<br />

com custos acessíveis, ferramentas<br />

basilares para a correta tomada de<br />

decisões inteligentes, fundamentadas<br />

em comparações competitivas de âmbito<br />

nacional, influenciando de forma<br />

incisiva no incremento da lucratividade<br />

destes laboratórios, reduzindo<br />

o risco de insolvência e aumentando<br />

sua competitividade.<br />

3.3-OBJETIVOS<br />

O Programa Nacional para a Profissionalização<br />

da Gestão Laboratorial –<br />

PROGELAB tem os seguintes objetivos:<br />

1. Promoção de eventos para capacitação<br />

em gestão dos administradores<br />

de pequenos e médios laboratórios<br />

do País.<br />

2. Socialização de sistemas de gestão<br />

e apoio à decisão para o mais amplo<br />

conjunto de laboratórios do País.<br />

3. Promoção de um sistema de<br />

comparação de desempenho, ou seja,<br />

resultados de gestão administrativa,<br />

entre os laboratórios participantes do<br />

programa, assegurando a mais absoluta<br />

confidencialidade das informações.<br />

4. Prover aos gestores dos pequenos<br />

e médios laboratórios, uma ferramenta<br />

de auxílio às decisões administrativas,<br />

proporcionando o devido controle dos<br />

processos organizacionais.<br />

5. Formação de um banco de dados,<br />

base das informações gerenciais<br />

de todo o sistema.<br />

6. Contribuir para a melhoria contínua<br />

dos processos de gestão administrativa<br />

pelo amplo acesso às informações<br />

do banco de dados.<br />

7. Implantar um sistema de indicadores<br />

padronizados em nível nacional.<br />

8. Estimular e capacitar os administradores<br />

dos pequenos e médios laboratórios<br />

para a utilização dos indicadores<br />

padronizados, como ferramenta gerencial<br />

e criar referenciais adequados visando<br />

à execução de análises comparativas.<br />

9. Socializar entre os participantes<br />

do programa, as experiências bem-<br />

066<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


gestão laboratorial<br />

-sucedidas, através de seminários periódicos,<br />

para disseminar as melhores<br />

práticas gerenciais.<br />

10. Estimular a pesquisa científica<br />

e produzir novos conhecimentos pela<br />

análise dos dados gerados pelo PRO-<br />

GELAB, desenvolvendo a especialidade<br />

das análises clínicas no propósito<br />

de acompanhar as necessidades da<br />

população para receber uma atenção<br />

primária de saúde com qualidade.<br />

4) MODELO DE OPERAÇÃO DO PRO-<br />

GRAMA<br />

Tendo sempre presente proporcionar<br />

o mais amplo e democrático acesso ao<br />

PROGELAB, estruturamos o seguinte modelo<br />

de operação:<br />

1. Como operador do programa<br />

a empresa Unidos Consultoria<br />

e Treinamento LTDA. A razão<br />

desta proposição é a notória especialização<br />

na área de gestão profissional<br />

de laboratórios, sendo a única<br />

fornecedora de sistemas de gestão<br />

e apoio à decisão com processos de<br />

benchmarking de âmbito nacional.<br />

Não basta proporcionar programas de<br />

qualidade e produtividade, mensurar<br />

resultados de processos organizacionais<br />

através de indicadores e metas.<br />

Isto é a condição mínima necessária,<br />

mas não suficiente. É preciso comparar<br />

com a concorrência, estabelecer<br />

valores referenciais para os indicadores<br />

dos processos administrativos<br />

dos laboratórios. A Unidos Consultoria<br />

e Treinamento pode atender tal<br />

exigência, com exclusividade, através<br />

de sete sistemas inéditos no mercado.<br />

São eles: 1) Programa de Proficiência<br />

em Gestão Laboratorial (PPGL)<br />

– Desempenho da organização. 2) Programa<br />

de Proficiência em Gestão<br />

Laboratorial (PPGL) – Desempenho<br />

da produção. 3) Avaliação de laboratórios<br />

– Valuation. 4) Sistema de<br />

Apoio à Decisão Rápida e Inteligente<br />

– S.A.D.R.I. 5) Sistema de<br />

benchmarking – Relatório de gestão.<br />

6) Terceirização rentável de exames<br />

– Apoio inteligente. 7) Sistema<br />

de Gestão Custo Certo – SGCC.<br />

2. A operação do PROGELAB deve<br />

ocorrer em dois momentos distintos. Um<br />

por meio da capacitação dos gestores,<br />

através de minicursos, cursos, seminários<br />

e palestras, presenciais e/ou à distância.<br />

O objetivo é transmitir os fundamentos<br />

teóricos, método de implantação e análise<br />

dos resultados dos sistemas de gestão,<br />

através de um todo harmônico, constituindo<br />

a capacitação (referencial teórico<br />

e prático) mínima necessária para exercer<br />

uma gestão profissional em laboratórios<br />

clínicos. O segundo momento ocorre na<br />

gestão aplicada, onde a Unidos Consultoria<br />

e Treinamento disponibiliza com<br />

custos acessíveis, para os interessados, os<br />

seus inéditos sistemas de gestão e apoio à<br />

decisão. Desta forma, o PROGELAB pode<br />

proporcionar um meio de gestão<br />

profissional aos pequenos e médios<br />

laboratórios, com custo acessível e<br />

para profissionais cuja formação é essencialmente<br />

técnica. A acessibilidade<br />

aos produtos é possível pelas alternativas<br />

proporcionadas: implantação presencial<br />

ou à distância (via web) e aquisição ou<br />

aluguel dos programas (softwares). Nós,<br />

da consultoria, vemos no PROGELAB,<br />

mais uma oportunidade de cumprir nossa<br />

parte na missão de ajudar os pequenos e<br />

médios laboratórios a sobreviverem com<br />

dignidade e o justo retorno financeiro aos<br />

que empreendem, investem, trabalham,<br />

correm riscos e ajudam milhões de pessoas<br />

no País.<br />

Estes pequenos negócios pertencem a<br />

um dos poucos segmentos que não ganham<br />

nenhum subsídio do governo, entretanto,<br />

são de suma importância para a saúde da<br />

população e, hoje enfrentando grandes dificuldades,<br />

lutando para sobreviver num contexto<br />

muito adverso, necessitam de ajuda.<br />

Esta pode vir através de um aporte de gestão<br />

profissional via PROGELAB!<br />

Esperando termos contribuído para os<br />

negócios na área das análises clínicas, nos<br />

despedimos até a próxima edição da revista<br />

NewsLab, onde iremos apresentar os produtos<br />

do PROGELAB.<br />

*Humberto Façanha da Costa Filho<br />

Professor e engenheiro, atualmente é diretor da Unidos Consultoria e Treinamento<br />

e do Laboratório Unidos de Passo Fundo/RS, professor do Centro de Ensino e<br />

Pesquisa em Análises Clínicas (CEPAC) da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas<br />

(SBAC) e professor do Instituto Cenecista de Ensino Superior de Santo Ângelo<br />

(IESA), curso de Pós-Graduação em Análises Clínicas.<br />

CONTATO: 51-99841-5153 | humberto@unidosconsultoria.com.br<br />

068<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


Laboratório em Destaque<br />

Bioma4me: sequenciamento do<br />

microbioma e o caminho para uma<br />

vida saudável<br />

O microbioma é o conjunto de microrganismos<br />

(bactérias, vírus, fungos<br />

e arqueas) que habitam em cada um<br />

de nós. Estão em todas as partes do<br />

nosso corpo como pele, narinas, boca,<br />

genitais e principalmente intestino.<br />

Para cada célula do que chamamos de<br />

“meu corpo” existem nove células que<br />

não são expressão do nosso DNA. Neste<br />

sentido, somos apenas 10% humanos.<br />

Os outros 90% são células de mais de<br />

2.000 espécies diferentes de bactérias<br />

que colonizam nosso corpo. Assim,<br />

cada pessoa é um “superorganismo”,<br />

uma coletividade de espécies vivendo<br />

lado a lado, em profunda interação. Cada<br />

pessoa está longe de abrigar um mesmo<br />

conjunto de micróbios. Pelo contrário,<br />

pouquíssimos grupos de bactérias são<br />

comuns a todo mundo. Cada um de<br />

nós contem comunidades de microrganismos<br />

tão singulares quanto nossas<br />

impressões digitais. É bem provável que<br />

os genes do nosso microbioma tenham<br />

maior influência sobre a nossa saúde do<br />

que os nossos próprios genes. Algumas<br />

bactérias desempenham papel benéfico<br />

sobre a nossa saúde, como o equilíbrio<br />

do sistema auto-imune, enquanto outras<br />

estão associadas a diversos problemas<br />

como obesidade, diabetes tipo 2,<br />

refluxo, câncer de cólon, gastrite, artrite,<br />

doenças auto-imunes, ansiedade, depressão,<br />

dentre outros.<br />

A boa notícia é que ao contrário do<br />

nosso genoma (que não podemos alterar)<br />

o perfil genético do nosso microbioma<br />

pode ser modulado para desfrutarmos<br />

uma vida mais saudável. Este é<br />

o propósito da Bioma4me.<br />

O sequenciamento genético de microbiota<br />

realizado na Bioma4me identifica a<br />

diversidade bacteriana que habita nosso<br />

corpo, bem como sua abundância. O resultado<br />

do sequenciamento é um mapa<br />

que identifica a presença e a participação<br />

relativa de diversos filos, gêneros, classes e<br />

espécies de bactérias, que de acordo com<br />

os mais recentes estudos científicos, estão<br />

fortemente correlacionadas com diversas<br />

condições de saúde ou doença.<br />

O relatório produzido pela Bioma-<br />

4me traz um primeiro nível de interpretação<br />

clínica. Para construir um<br />

microbioma adequado, a partir do mapeamento<br />

realizado e visando o efeito<br />

070<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


adáblios<br />

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Point of Care proporciona inúmeras vantagens:<br />

• Rápida tomada de decisão<br />

• Redução do Tempo de Resposta – TAT*<br />

• Redução no tempo de internação<br />

• Menor proporção de erros pré e pós analíticos<br />

• Volume baixo de amostras<br />

• Precisão e exatidão compatíveis aos<br />

métodos convencionais<br />

• Redução de gastos com calibração<br />

e controles de qualidade<br />

• Autonomia energética<br />

• Equipamentos portáteis<br />

• Utilização simples e rápida<br />

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Laboratório em Destaque<br />

desejado, é extremamente importante<br />

a discussão dos resultados do sequenciamento<br />

junto à profissionais especializados<br />

da área de saúde. Já é sabido<br />

que os resultados de sequenciamento<br />

de microbiota intestinal possuem 1)<br />

valor prognóstico, por predizer o estado<br />

de saúde do paciente se ele não for tratado;<br />

2) valor diagnóstico, por auxiliar<br />

nos casos de diagnóstico diferencial em<br />

doenças intestinais; e, principalmente,<br />

3) valor preditivo de resposta a tratamento<br />

com probióticos e prebióticos.<br />

Após a realização do sequenciamento<br />

de microbiota intestinal na Bioma-<br />

4me além do auxílio prognóstico e<br />

diagnóstico, o profissional de saúde<br />

daquele paciente poderá desenhar<br />

o probiótico específico para aquele<br />

paciente. Ou seja, aquele conjunto de<br />

abordagem (probiótico + prebióticos)<br />

ao qual ele de fato irá responder.<br />

A Bioma4me oferece a possibilidade<br />

de sequenciamento de 5 diferentes<br />

microbiomas: oral, nasal, genital, dermatológico<br />

e intestinal. O microbioma<br />

intestinal abriga mais de 70% dos microrganismos<br />

do nosso corpo, e é o que<br />

possui maior relação com diversos aspectos<br />

da nossa saúde física e mental.<br />

Sendo assim, a Bioma4me é a empresa<br />

pioneira na prestação de serviços<br />

de sequenciamento de microbioma<br />

humano no Brasil e na interpretação<br />

de seus resultados clínicos. A empresa<br />

acredita em uma medicina personalizada,<br />

auxiliada por diagnósticos genéticos<br />

do microbioma de cada indivíduo,<br />

oferecidos a custo acessível, com grande<br />

precisão e no menor prazo possível.<br />

Como é o processo da compra até o resultado?<br />

O procedimento de coleta das amostras é feito pelo próprio paciente, prezando pelo<br />

máximo conforto do mesmo. Nosso material é organizado com instruções claras e objetivas,<br />

buscando certificar que a adequação da coleta seja mantida.<br />

Assim, após adquirir o sequenciamento através de nosso site, em poucos dias, você receberá<br />

um kit com todo o material necessário para a realização da coleta.<br />

Todo o material é etiquetado e possui as instruções para que a coleta adequada de cada<br />

material. Após seguir todos os procedimentos para a coleta e embalagem de cada material,<br />

os materiais são colocados dentro de uma caixa que possui um código de identificação.<br />

072<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


073


Laboratório em Destaque<br />

Este código, próprio de cada paciente,<br />

é inserido pelo mesmo em<br />

seu perfil pessoal no site Bioma4me.<br />

Esse passo garante que essa amostra<br />

será associada unicamente a você e<br />

controla a vida útil da amostra.<br />

Após esse procedimento de coleta<br />

e registro, as amostras são colocadas<br />

nos correios, usando um envelope<br />

plástico fornecido no próprio kit. Não<br />

se preocupe: o envio já está pago!<br />

Assim, após recebermos iremos dar<br />

início à todas as análises e em um<br />

prazo de 50 dias a partir da data de<br />

recebimento da amostra em nosso<br />

laboratório o seu sequenciamento<br />

estará disponível.<br />

Nós produzimos um relatório, buscando<br />

respaldo na própria literatura<br />

científica, com uma equipe extremamente<br />

qualificada, para construir<br />

uma interpretação clínica em um<br />

primeiro nível. Entretanto, para que<br />

o mapeamento realizado tenha um<br />

efeito desejado, é imprescindível que<br />

a análise do resultado seja realizada<br />

junto à profissionais especializados<br />

da área da saúde.<br />

Rafael Malagoli, biólogo, doutor<br />

em Patologia Geral e realizou pós-<br />

-doutorado Alemanha na área de<br />

identificação e caracterização de<br />

células tumorais circulantes. Atualmente,<br />

é pesquisador nível 2 do<br />

CNPq, assessor científico e pesquisador<br />

FAPESP e CNPq e diretor executivo<br />

da Bioma4me.<br />

Sobre a Bioma4me:<br />

Hoje, a Bioma4me é a maior empresa de sequenciamento de microbioma do Brasil. Os exames podem<br />

ser comprados pelo próprio paciente pelo site da empresa (www.bioma4me.com.br) mediante<br />

encaminhamento médico ou do profissional de saúde, ou em clínicas e laboratórios conveniados.<br />

Para se tornar uma clínica ou laboratório conveniado e vender o sequenciamento de microbiota da<br />

Bioma4me basta entrar em contato com a empresa através do telefone (11) 3834-0134.<br />

074<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


Radar Científico I<br />

076<br />

Avaliação de Desempenho do<br />

Ensaio Atellica IM Troponina I de<br />

Alta Sensibilidade<br />

Payne R, Zhang H, Halik L, Conklin J, Valdivia B, Chase A, DiPasquale C, Lu F, Balderson J, Gorman R, Lei J, Mindicino H,<br />

Conarpe C, Anostario M, Plouffe B, Freeman J. Siemens Healthcare Diagnostics Inc., Tarrytown, NY, EUA.<br />

Abstract<br />

Introdução<br />

As diretrizes de 2015 da Sociedade<br />

Europeia de Cardiologia propuseram algoritmos<br />

para a rápida inclusão/exclusão<br />

do Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)<br />

em pacientes e para o gerenciamento de<br />

IAMSEST. Ensaios de troponina I de alta<br />

sensibilidade (TnIH) medem, mais precisamente,<br />

mudanças nas concentrações<br />

de TnIH em dosagens sanguíneas seriadas,<br />

fornecendo dados úteis para apoiar<br />

na identificação de elevações agudas versus<br />

elevações crônicas de TnIH e com desempenho<br />

aceitável de inclusão/exclusão<br />

dentro de 1 a 3 horas de admissão.<br />

Esse estudo avaliou o desempenho do<br />

Ensaio de Troponina I de Alta Sensibilidade<br />

(TNIH) da Siemens Healthineers*<br />

desenvolvido para uso no Analisador de<br />

Imunoensaios (IM) Atellica®. O ensaio é<br />

um imunoensaio do tipo sanduíche de<br />

captura dupla utilizando partículas látex<br />

magnéticas, um éster de acridina próprio<br />

para detecção quimioluminescente e três<br />

anticorpos monoclonais<br />

Métodos<br />

As avaliações de limite de branco (LoB)<br />

e limite de detecção (LoD) utilizaram três<br />

lotes de reagentes em dois Analisadores<br />

Atellica IM com ambas matrizes de soro e<br />

heparina de lítio (LiHep) e foram processadas<br />

de acordo com o CLSI EP-17A2.<br />

Estudos do LoD foram realizados totalizando<br />

60 replicatas para cada uma das 10<br />

amostras de soro e das 10 amostras LiHep<br />

por lote e por analisador. O estudo de<br />

comparação entre o ensaio TnIH Atellica®<br />

IM e o ensaio TnIH ADVIA Centaur® foram<br />

executados de acordo com as recomendações<br />

CLSI EP12-A2 com n=144 amostras<br />

de pacientes de IAM, abrangendo o intervalo<br />

de resultados reportáveis. Os valores<br />

de corte do percentil 99 foram estabelecidos<br />

utilizando uma população bem caracterizada<br />

de indivíduos aparentemente<br />

saudáveis (n=2007), em ambas as matrizes<br />

LiHep e soro. A correlação clínica dos<br />

níveis de TnIH do ensaio Atellica IM TnIH<br />

acima do percentil 99 para o diagnóstico<br />

de IAM foi avaliada em toda a população<br />

do departamento de emergência (DE),<br />

em ambas as matrizes de amostra.<br />

Resultados<br />

O LoB foi de 0,50 ng/L (pg/mL) entre<br />

dois Analisadores Atellica IM e três lotes<br />

de reagente. Determino -se o LoD de 1,60<br />

ng/L (pg/ mL).<br />

A concentração de TnIH no CV Total 20%<br />

(LoQ) teve um valor de 2,50 ng/L (pg/mL).<br />

Da população normal, 75% das amostras<br />

de soro e 66% das amostras LiHep apresentaram<br />

valores maiores que do LoD. A repetibilidade<br />

observada do ensaio no Analisador<br />

Atellica IM variou de 4,0 a 5,4% CV, e<br />

a precisão intralaboratorial variou de 5,2 a<br />

7,0% CV entre 9 e 20 ng/L (pg/mL). Acima<br />

de 20 ng/L (pg/mL), a repetibilidade no<br />

Analisador Atellica IM variou de 0,9a 3,2%<br />

CV, e a precisão intralaboratorial variou de<br />

1,9 a 5,2% CV. A repetibilidade e a precisão<br />

intralaboratorial no pool (feminino e masculino)<br />

do percentil 99 (45,2 ng/L, pg/mL)<br />

foi de 2,8% e 3,7% CV, respectivamente. O<br />

percentil 99 observado para mulheres foi<br />

de 34 ng/L (pg/mL) e para homens de 53<br />

ng/L (pg/ mL). A comparação de métodos<br />

entre o Ensaio Atellica IM TnIH e o ADVIA<br />

Centaur TNIH produziram slopes de 1,01 a<br />

1,04 entre os três lotes de reagente. A sensibilidade<br />

e a especificidade clínica em gêneros<br />

agrupados para 1, 2, 3 e 6 horas pós<br />

admissão na emergência foi de 84,3% a<br />

94,7% e 86,9% a 91,1%, respectivamente.<br />

Conclusão<br />

O ensaio Atellica IM TnIH possui um CV<br />

total de 10% em uma concentração de<br />

TnIH 10 vezes menor que o percentil 99.<br />

Esse novo ensaio TnIH permite o estabelecimento<br />

dos cutoffs do percentil 99 específicos<br />

do sexo e demonstra utilidade clínica<br />

aceitável em todos os indivíduos do DE com<br />

sinais e sintomas sugestivos de síndrome<br />

coronariana aguda. Os critérios IFCC para<br />

um teste de troponina de alta sensibilidade<br />

foram satisfeitos.¹<br />

* A disponibilidade pode variar de<br />

acordo com o país e está sujeita a<br />

requisitos regulatórios.Entre em<br />

contato com seu representante<br />

local para saber mais sobre a<br />

disponibilidade.<br />

Introdução<br />

Em 2015, a Sociedade Europeia de Cardiologia<br />

publicou diretrizes que propõem<br />

algoritmos para inclusão/exclusão mais<br />

rápida de Infarto Agudo do Miocárdio<br />

(IAM) em pacientes admitidos no setor<br />

de atendimento agudo e para o gerenciamento<br />

de pacientes com infarto agudo do<br />

miocárdio sem elevação do segmento-ST<br />

(IAMSEST). Medidas seriadas com ensaios<br />

de troponina I de alta sensibilidade<br />

(TnIH) irão medir, com maior precisão,<br />

mudanças nas concentrações de TnIH,<br />

permitindo a diferenciação de elevações<br />

agudas e crônicas de TnIH e permitindo<br />

alegações aceitáveis de inclusão/exclusão<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


Tempo é vida<br />

Apenas um deles está com Infarto Agudo do Miocárdio (IAM)<br />

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Ensaio de Troponina I de Alta Sensibilidade<br />

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Radar Científico I<br />

dentro de 1 a 3 horas.2 O Ensaio Atellica<br />

IM High-Sensitivity Troponin I (TnIH) é<br />

um imunoensaio diagnóstico in vitro para<br />

a determinação quantitativa de TnIH na<br />

heparina de lítio (LiHep), plasma ou soro<br />

(sem EDTA). O objetivo principal desse estudo<br />

foi demonstrar o desempenho analítico<br />

do Ensaio TnIH no Analisador Atellica<br />

IM da Siemens Healthineers.<br />

Princípios do Procedimento<br />

O Ensaio Atellica IM TnIH utiliza a mesma<br />

formulação de reagente que o ensaio<br />

ADVIA Centaur TNIH. O Ensaio TnIH é um<br />

imunoensaio do tipo sanduíche de captura<br />

dupla. O reagente de detecção é um<br />

anticorpo Fab de ovelha ligado covalentemente<br />

ao conjugado trisulfopropil éster de<br />

acridina-BSA. A amostra é incubada com<br />

uma captura magnética de fase sólida e os<br />

reagentes de detecção são subsequentemente<br />

lavados e tratados com reagentes<br />

ácidos e básicos para iniciar a quimioluminescência.<br />

As unidades leves relativas são<br />

proporcionais a concentração de TnIH. O<br />

tempo para o primeiro resultado é de 9,8<br />

minutos.<br />

Métodos<br />

Repetibilidade (intracorrida) e<br />

precisão total (intralaboratório) -<br />

(CLSI EP05-A3)<br />

O estudo experimental envolveu três<br />

lotes de reagente, um lote de calibrador<br />

por lote de reagente, dois Analisadores<br />

Atellica IM, calibração a cada 14 dias, 20<br />

dias de testes, 2 corridas por dia de teste,<br />

mínimo de 2 horas entre medidas e medidas<br />

em duplicata.<br />

Os tipos de amostras incluíram quatro<br />

pools de soro controle e amostras de soro<br />

e plasma LiHep de concentrações altas e<br />

baixas. As alíquotas preparadas foram<br />

descongeladas diariamente.<br />

Limite do Branco e Limite de<br />

Detecção (CLSI EP17-A2)<br />

Os testes de limite do branco (LoB) e limite<br />

de detecção (LoD) foram conduzidos<br />

com três lotes de reagente TnIH, de acordo<br />

com a diretriz CLSI EP17-A2: Evaluation of<br />

Detection Capability for Clinical Laboratory<br />

Measurement Procedures; Approved<br />

Guideline- Second Edition. Para o LoB,<br />

duas amostras de branco LiHep e duas de<br />

soro (total de quatro) foram processadas<br />

com três lotes de reagente TnIH por 3 dias<br />

(não consecutivos) e com dois Analisadores<br />

Atellica IM. Cada dia, 10 replicatas<br />

foram realizadas para cada amostra para<br />

um total de 240 medidas de LoB por lote<br />

de reagente. O LoB no percentil 95 para<br />

todos os valores (ordenado do maior para<br />

o menor) foi determinado utilizando uma<br />

abordagem não paramétrica.<br />

Além disso, foram processadas 13<br />

amostras baixas de soro e plasma LiHep<br />

com todos os três lotes de reagente de<br />

verificação de TnIH para 20 dias (2 corridas<br />

por dia e 2 replicatas por corrida), em<br />

dois analisadores para um total de 2080<br />

medidas por lote para calcular o LoD. LoD<br />

é considerado a maior determinação da<br />

combinação individual do lote de reagente<br />

e do analisador.<br />

Sensibilidade funcional (limite<br />

de quantificação) (CLSI EP17-A2 e<br />

CLSI EP05-A3)<br />

• O limite de quantificação (LoQ) para<br />

os ensaios TnI é definido como a sensibilidade<br />

funcional, a dose de TnIH com um<br />

CV 20%, e a maior concentração determinada<br />

a partir da combição individual<br />

do lote de reagente e do analisador.<br />

• Três lotes de reagente (1, 2, 3) e dois<br />

Analisadores Atellica.<br />

• Tipos de amostra: seis pools de plasma<br />

LiHep de baixa concentração de TnIH,<br />

sete pools de soro de baixa concentração<br />

de TnIH e quatro pools de soro de controle.<br />

Cada dia de teste, uma nova alíquota<br />

para cada amostra foi descongelada.<br />

• Para cada lote de reagente, a precisão<br />

intralaboratorial de 20 dias para cada<br />

amostra, expressada como CV%, foi traçada<br />

contra a concentração média de cada<br />

amostra. Os dados foram ajustados usando<br />

uma função de potência para fornecer<br />

um perfil de precisão.<br />

Intervalo de Referência (Percentil<br />

99 de uma população saudável<br />

normal) - (CLSI EP28-A3c)<br />

Aproximadamente 2000 indivíduos<br />

saudáveis foram inscritos prospectivamente<br />

e com consentimento informado.<br />

A população incluiu doadores de sangue<br />

ou pacientes de unidade primária de<br />

atendimento com uma razão pretendida<br />

entre homens e mulheres de 1:1. O estudo<br />

envolveu:<br />

• Quatro pools de soro de controle<br />

• Um Analisador Atellica IM<br />

• Amostras plasma LiHep e soro coletados<br />

de cada indivíduo<br />

• Análise não-paramétrica<br />

Desempenho Clínico<br />

• Amostras plasma LiHep e soro (baseline<br />

e quatro outros pontos de tempo) foram<br />

prospectivamente coletadas de indivíduos<br />

sendo admitidos no departamento<br />

de emergência (DE) com sinais e sintomas<br />

sugestivos de síndrome coronariana aguda,<br />

sob consentimento informado.<br />

• 29 sites de coleta nos EUA entregaram<br />

amostras congeladas para um laboratório<br />

central, onde eles foram classificados<br />

e enviados em lotes para os três sites<br />

qualificados para teste clínico, sendo um<br />

deles um laboratório interno Siemens Healthineers.<br />

Um lote do reagente do Ensaio<br />

Atellica IM TnIH foi utilizado.<br />

• A exatidão diagnóstica foi definida<br />

como a concordância clínica entre<br />

o ponto de cutoff do percentil 99,<br />

previamente, estabelecido utilizando<br />

a população de indivíduos aparentemente<br />

saudáveis e a presença ou<br />

ausência de um diagnóstico de IAM<br />

em cada um dos pontos de tempo.<br />

Análises estatísticas: Sistema SAS<br />

para Windows (ver. 9.3).<br />

078<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


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acesso contínuo e randômico, com sistema de leitura<br />

fotométrica direta; capacidade de processamento de no<br />

mínimo 150 testes/hora; sistema aberto; tubos primários<br />

e pediátricos; mínimo de 70 amostras e 30 reagentes por<br />

rotina; sistema de detecção de nível; programação de volume<br />

de reativos e amostras; impressão automática de resultados;<br />

Analisador Bioquímico Automatizado<br />

- Modelo BA-400 – Marca Biosystems (Com módulo Ise)<br />

Analisador automatizado de acesso contínuo e randômico, princípio de<br />

espectrofotometria e turbidimetria, com capacidade de realização de no mínimo 720<br />

testes/hora incluindo módulo ISE, sendo mínimo de 400 para análises de provas de<br />

química clinica e proteínas específicas, e mínimo de 320 testes/hora para dosagem<br />

de Na+, K+, Cl- e Li+ , por metodologia de íons seletivos. Equipamento composto<br />

de: sistema de refrigeração por alimentação elétrica independente para reagentes<br />

com temperatura entre 5°C e 8° C ou até 35° C abaixo da temperatura ambiente, com<br />

autonomia de 88 posições para reagentes com leitor de código de barras interno e<br />

135 posições para amostras, controles e calibradores adequados para tubos<br />

primários e pediátricos, sendo 90 deles com leitor de código de barras; Sistema<br />

óptico com tecnologia LED monocromática como fonte de luz, para 8 diferentes<br />

comprimentos de ondas de trabalho; Sistema eletrônico de barramento CAN<br />

(Controller Área Network) para aumento de robustez e simplificação de manutenção<br />

e redução dos tempos de inatividade; Software com interface gráfica intuitiva para<br />

monitoramento em tempo real da sessão de trabalho e de controle de qualidade com<br />

regras de Westgard, diagramas de Youden e Levey-Jennings, gerenciamento de<br />

banco de dados e histórico de resultados.<br />

Levey Jennings e sistema de interfaceamento.<br />

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reagente com temperatura variável entre 6 a 11°c ou ate 21°c abaixo da temperatura ambiente, 88 posições para amostras<br />

intuitiva para monitoramento em tempo real da cessão de trabalho e de controle de qualidade com regras de westgard,<br />

diagramas de youden e levey-jennings, gerenciamento de banco de dados e histórico de resultados.<br />

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garantindo baixíssimo consumo de reagentes e<br />

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Coagulômetro semiautomático, com 1, 2 ou 4 canais, para<br />

dosagens de PT, APTT, FIB e TT. Além disso o COAX (2 e 4 canais),<br />

oferece parâmetros que são detectados por métodos turbimétricos<br />

e cromogênicos, como fatores de coagulação, antitrombina III,<br />

proteína C ou D Dimer.<br />

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A sensibilidade funcional (LoQ) estimada foi obtida<br />

utilizandotrês lotes de reagentes analisados em dois Analisadores<br />

Atellica IM determinado como a maior concen-<br />

Repetibilidade<br />

Interensaio<br />

Tabela 1. Repetibilidade e precisão total<br />

O LoB para o Ensaio Atellica IM TnIH foi estabelecido como<br />

TnIH Média (intracorrida) (precisão total)<br />

Lote de # # amostras<br />

sendo Tabela 0,50 2. LoB ng/L e (pg/mL) LoD e o LoD como 1,60 ng/L<br />

LoB<br />

(pg/mL).<br />

LoD<br />

Ensaio Atellica IM TnIH<br />

Reagente Analisadores<br />

Tabela 1. Repetibilidade (ng/L, e<br />

SD<br />

precisão total<br />

LoB; LoD (ng/L, pg/mL) (ng/L, pg/mL)<br />

SD<br />

Tabela 2. LoB e LoD Ensaio Atellica IM TnIH<br />

pg/mL) (ng/L, Repetibilidade %CV (ng/L, Interensaio %CV<br />

1 2 240; 160 0,45 1,53<br />

Ensaio Atellica IM TnIH<br />

TnIH Média (intracorrida) (precisão total)<br />

Lote de # # amostras<br />

pg/mL)<br />

pg/mL)<br />

Ensaio Atellica IM TnIH LoB<br />

LoD<br />

Repetibilidade<br />

Interensaio<br />

2 2 240; 160 0,44 1,34<br />

Reagente Analisadores LoB; LoD (ng/L, pg/mL) (ng/L, pg/mL)<br />

(ng/L, TnIH Média Lote SD 1(intracorrida)<br />

SD (precisão total)<br />

Lote de # # amostras LoB<br />

LoD<br />

3 2 240; 160 0,43 1,13<br />

Reagente<br />

pg/mL) (ng/L, %CV (ng/L, %CV<br />

1 Analisadores 2 LoB; 240; LoD160 (ng/L, pg/mL) 0,45 (ng/L, pg/mL)<br />

(ng/L,<br />

1,53<br />

SD<br />

SD<br />

Pool de Soro 1 9,56<br />

pg/mL)<br />

0,52 5,5 0,63 6,6<br />

pg/mL) (ng/L, %CV pg/mL) (ng/L, %CV<br />

1<br />

2<br />

2<br />

2<br />

240;<br />

240;<br />

160<br />

160<br />

0,45<br />

0,44<br />

1,53<br />

1,34<br />

Soro 20,48 0,61pg/mL)<br />

3,0 0,90 pg/mL) 4,4 A sensibilidade<br />

2 2<br />

funcional<br />

240; 160<br />

(LoQ) estimada<br />

0,44<br />

foi obtida<br />

1,34utilizando<br />

Lote 1<br />

3 2 240; 160 0,43 1,13<br />

Pool de Plasma<br />

Lote 1<br />

três lotes de reagentes analisados em dois Analisadores Atellica<br />

3 2 240; 160 0,43 1,13<br />

Pool de Soro 1 27,87 9,56 0,78 0,52 2,8 5,5 0,93 0,63 6,6 3,4 IM determinado como a maior concentração de TnIH da<br />

Pool de Soro 1 9,56 0,52 5,5 0,63 6,6<br />

Soro 20,48 0,61 3,0 0,90 4,4<br />

sensibilidade funcional (LoQ) estimada foi obtida utilizando<br />

Pool White de Soro Paper 2 | Avaliação 39,18 de Desempenho 1,09 do Ensaio 2,8 Atellica 1,34IM Troponin 3,4 combinação individual do lote de reagente e instrumento com<br />

Soro 20,48 0,61 3,0 0,90 4,4 I de Alta A sensibilidade Sensibilidade funcional (LoQ) estimada foi obtida utilizando<br />

três lotes de reagentes analisados em dois Analisadores Atellica<br />

Pool Pool de de Soro Plasma 3 147,59 27,87 2,41 0,78 1,6 2,8 3,58 0,93 2,4 três um lotes CV interlaboratorial de reagentes analisados ≤20%. em O dois Ensaio Analisadores Atellica IM Atellica TnIH possui<br />

Pool de Plasma<br />

3,4<br />

27,87 0,78 2,8 0,93 3,4 IM IM<br />

umdeterminado determinado<br />

LoQ 2,50 como como<br />

ng/L a maior (pg/mL).<br />

a maior concentração concentração<br />

Uma curva TnIH de<br />

de<br />

precisão<br />

TnIH da da<br />

composta<br />

Pool de Soro 4 1626,99 29,82 1,8 36,24 2,2<br />

Pool Resultados<br />

de Soro 2 39,18 1,09 2,8 1,34 3,4<br />

tração de TnIH da combinação do lote deindividual reagente e do instrumento lote de reagente<br />

e instrumento com ≤20%. um CV O Ensaio interlaboratorial Atellica IM TnIH ≤20%. possui<br />

com<br />

Pool de Soro 2 39,18 1,09 2,8 1,34 3,4 combinação é demonstrada individual na Figura do lote 1. de reagente e instrumento com<br />

Pool de Plasma<br />

Pool<br />

Tabela<br />

de Soro<br />

1.<br />

3Repetibilidade 147,59<br />

e precisão<br />

2,41<br />

total<br />

1,6 3,58 Pool de Soro 15820,68 3 147,59 230,652,41 1,5 1,6 315,27 3,58 2,0 2,4 um CV interlaboratorial ≤20%. O Ensaio Atellica IM TnIH possui<br />

O LoB para o Ensaio Atellica IM TnIH foi estabelecido como<br />

Resultados<br />

um LoQ de de 2,50 ng/L (pg/mL). Uma Uma curva curva de precisão de precisão composta composta<br />

Pool de Pool Soro de 4 Soro 41626,99 1626,99 29,82 29,82 1,8 1,8 36,24 2,2<br />

sendo<br />

O Tabela Ensaio<br />

0,50 ng/L<br />

3. Atellica Sensibilidade<br />

(pg/mL)<br />

IM TnIH<br />

e o<br />

possui<br />

LoD<br />

funcional<br />

como<br />

um<br />

1,60<br />

LoQ<br />

ng/L 2,50<br />

(pg/mL).<br />

ng/L (pg/mL).<br />

Soro 21513,76 302,52 1,4 404,69 1,9 é demonstrada na na Figura 1. 1.<br />

Pool Tabela de Pool Plasma 1. Repetibilidade de Plasma e precisão total<br />

15820,68 15820,68 230,65 230,65 1,5 1,5 315,27 315,27 2,0 Uma curva de precisão composta Ensaio Atellica é demonstrada IM TnIH na Figura 1.<br />

Tabela 2. LoB e LoD<br />

Lote 2<br />

Ensaio Atellica IM TnIH<br />

Tabela 3. 3. Sensibilidade funcional funcional Analisador 1 Analisador 2<br />

Soro 21513,76 302,52 1,4 404,69 1,9<br />

Ensaio Atellica IM TnIH<br />

Pool Soro de Soro 1 21513,76 9,54 302,52<br />

Repetibilidade<br />

0,48 1,4 5,0 404,69<br />

Interensaio 0,71 1,97,5<br />

Ensaio Atellica IM TnIH<br />

TnIH Média (intracorrida) (precisão total)<br />

Lote de Reagente # # amostras CV Ensaio % Atellica IM TnIH<br />

TnIH<br />

Lote 2<br />

LoB<br />

LoD<br />

Lote 2<br />

Analisador<br />

Reagente Analisadores LoB; LoD (ng/L, 1<br />

(ng/L, Analisador<br />

pg/mL) Analisador<br />

pg/mL) (ng/L, 1 pg/mL) Analisador<br />

(ng/L, 2<br />

Soro 18,90 0,57 3,0 1,02 5,4<br />

pg/mL)<br />

2<br />

Pool de Soro 1 (ng/L, 9,54 SD 0,48 5,0 SD 0,71 7,5<br />

Pool Pool de de Plasma Soro 1 9,54 0,48 5,0 0,71 7,5<br />

pg/mL) (ng/L, %CV (ng/L, %CV<br />

1 Reagente 2 CV 240; % 20 TnIH<br />

160 0,45 2,50 TnIH<br />

1,53 2,25<br />

Soro 27,50 18,90 0,77 0,57 2,8 3,0 1,38 1,02 5,0 5,4<br />

Reagente 1<br />

CV % (ng/L, pg/mL) TnIH (ng/L, pg/mL) TnIH<br />

Soro 18,90 pg/mL) 0,57 3,0 pg/mL) 1,02 5,4 2 2 240; 10 160 (ng/L, 0,44 4,86 pg/mL) 1,34(ng/L, 5,43 pg/mL)<br />

Pool de Plasma<br />

20 2,50 2,25<br />

Pool de Soro 2 39,10 27,50 Lote 0,921<br />

0,77 2,4 2,8 1,52 1,38 3,9 5,0 3 1<br />

Pool de Plasma<br />

2 240; 160 0,43 1,13<br />

10 20<br />

4,86 2,50 2,13<br />

5,43 2,25 2,38<br />

27,50 0,77 2,8 1,38 5,0<br />

12<br />

Pool Pool de Soro de Pool Soro 3 de 1Soro 2 147,37 9,56 39,10 0,52 2,56 0,92 5,51,7 2,4 0,634,39 1,52 6,6 3,0 3,9<br />

20 10 2,13 4,86 4,56 2,38 5,43 5,37<br />

Pool Pool Soro de de Soro Soro 4 2 1610,40 20,48 39,10 28,61 0,61 0,92 3,0 1,8 2,4 0,90 50,95 1,52 4,4 3,2 A sensibilidade 2<br />

Pool de Soro 3 147,37 2,56 1,7 4,39 3,9 3,0<br />

funcional (LoQ) estimada foi obtida utilizando<br />

10 20 20 4,56 2,13 2,33 5,37 2,38 2,18<br />

três lotes de reagentes analisados em dois Analisadores Atellica<br />

Pool de Plasma<br />

2<br />

Pool Pool de de Plasma Pool Soro de 3 Soro 4 147,37 1610,40 2,56 28,61 1,71,8 4,39 50,95 3,0 3,2<br />

3<br />

15822,86 27,87 200,07 0,78 2,81,3 0,93 395,37 3,4 2,5 IM determinado como a maior 20 10 10concentração 2,33 4,56 de 4,64 TnIH da 2,18 5,37 4,63<br />

Pool de Pool Soro de 4 Plasma<br />

3<br />

1610,40<br />

Pool de Soro 2 39,18<br />

15822,86 28,61<br />

1,09<br />

200,07 1,8<br />

2,8<br />

1,3 50,95<br />

1,34<br />

395,37 3,2<br />

3,4<br />

2,5 combinação individual do 10lote 20 de reagente 4,64 e instrumento 2,33 com 4,63 2,18<br />

Soro Pool de Plasma 21392,14 411,79 1,9 534,59 2,5<br />

Pool de Soro 3 147,59 2,41 1,6 3,58 2,4 um CV interlaboratorial<br />

3<br />

≤20%.<br />

10<br />

O Ensaio Atellica<br />

4,64<br />

IM TnIH possui<br />

Soro 15822,86 21392,14 200,07 411,79 1,31,9 395,37 534,59 2,5<br />

4,63<br />

um LoQ de 2,50 ng/L (pg/mL). Uma curva de precisão composta<br />

Pool de Soro 4 1626,99<br />

Lote<br />

29,82<br />

3<br />

Lote 3<br />

1,8 36,24 2,2<br />

25<br />

Pool Soro 21392,14 411,79 1,9 534,59 2,5 é demonstrada na Figura 1.<br />

Pool de Soro de Plasma 1 9,78 0,42 4,3 0,65 6,6<br />

25<br />

Pool de Soro 115820,689,78 230,650,42 1,5 4,3 315,27 0,65 2,0 6,6<br />

2,50 ng/L com CV 20%<br />

Lote 3<br />

2,50 ng/L com CV 20%<br />

Soro Soro 20,89 20,89 0,55 0,55 2,6 2,6 1,03 1,03 4,9 4,9 Tabela 20 3. 25 20Sensibilidade funcional<br />

20 20<br />

Pool Pool Soro<br />

de de Plasma Soro 1 21513,76 9,78 302,52 0,42 1,4,3 404,69 0,65 1,9 6,6<br />

Pool de Plasma<br />

28,67 0,69 2,4 1,26 2,50 ng/L Ensaio com Atellica CV 20% IM TnIH<br />

28,67 0,69 2,4 1,26 4,4<br />

Soro 20,89 Lote 0,55 2 2,6 1,03 4,9<br />

15 20<br />

Analisador 1 Analisador 2<br />

20<br />

Pool Pool Pool de de Soro de Pool Plasma Soro 2de 1 Soro 239,42 9,54 39,42 1,06 0,481,06 2,7 5,0 2,7 0,71 1,60 1,60 7,5<br />

4,0<br />

4.86<br />

28,67 0,69 2,4 1,26 4,4<br />

4.86 ng/L ng/L com com CV 10%<br />

Reagente 10<br />

CV 10%<br />

CV % TnIH<br />

TnIH<br />

15<br />

Pool Soro de Soro Pool 3de Soro 148,67 3 148,67<br />

18,90 3,19 3,19<br />

0,57 3,0 2,1 2,1<br />

1,02 4,94 4,94<br />

5,43,3<br />

3,3<br />

10<br />

10<br />

10<br />

(ng/L, pg/mL) (ng/L, pg/mL)<br />

Pool<br />

Pool de Pool Soro de 2 Soro 4 39,421618,23 1,0622,54 2,71,4 1,60 52,52 4,0 3,2<br />

Pool de Soro de Plasma 4 1618,23 22,54 1,4 52,52 3,2<br />

5<br />

4.8620 ng/L com CV 10% 2,50 2,25<br />

Pool de Soro 3 148,67<br />

27,50<br />

3,19<br />

0,77 2,8<br />

2,1<br />

1,38<br />

4,94<br />

5,0<br />

3,3<br />

1105<br />

Pool de Plasma<br />

Pool de Plasma<br />

15947,22 236,74 1,5 421,06 2,6<br />

10 10 4,86 5,43<br />

15947,22 236,74 1,5 421,06 2,6<br />

0<br />

Pool Pool de de Soro 42 1618,23 39,10 22,54 0,92 2,4 1,4 1,52 52,52 3,93,2<br />

50<br />

20 2,13 2,38<br />

Soro 21629,95 313,38 1,4 552,87 2,6<br />

0 10 20 30 40<br />

2<br />

Soro Pool Pool de de Plasma Soro 3 21629,95 147,37 2,56 1,7 4,39 3,0<br />

10 4,56 5,37<br />

15947,22 313,38 236,74 1,4 1,5 552,87 421,06 2,6<br />

0 Troponina 10 I (ng/L, 20 pg/mL) 30 40<br />

2,6<br />

Pool de Soro 4 1610,40 28,61 1,8 50,95 3,2<br />

0<br />

Troponina I (ng/L, pg/mL)<br />

20 2,33 2,18<br />

Soro Pool de Plasma 21629,95 313,38 1,4 552,87 2,6<br />

3<br />

Figura 1. 0 Dados de 10 20 30 40<br />

15822,86 200,07 1,3 395,37 2,5<br />

10<br />

precisão do ensaio<br />

4,64<br />

Atellica IM TnIH:<br />

4,63<br />

dois Troponina I (ng/L, pg/mL)<br />

Figura Analidadores 1. Dados Atellica de precisão IM, três do lotes ensaio de reagente, Atellica 20 IM TnIH:<br />

Soro 21392,14 411,79 1,9 534,59 2,5 dias, 40 corridas. n = 4320 medidas; 480 medidas a cada<br />

dois Analidadores Atellica IM, três lotes de reagente, 20<br />

nove amostras.<br />

Lote 3<br />

Figura 1. Dados de precisão do ensaio Atellica IM TnIH:<br />

25<br />

dias, 40 corridas. n = 4320 medidas; 480 medidas a cada<br />

Pool de Soro 1 9,78 0,42 4,3 0,65 6,6 Os dois nove valores Analidadores amostras. determinados Atellica do percentil IM, três 99 lotes para de amostras reagente, de 20 plasma<br />

2,50 ng/L com CV 20%<br />

Soro 20,89 0,55 2,6 1,03 4,9<br />

20 dias, 40 corridas. n = 4320 medidas; 480 medidas a cada<br />

20<br />

nove<br />

LiHep<br />

amostras.<br />

e amostras de soro (feminino, masculino e combinado)<br />

Pool de Plasma<br />

28,67 0,69 2,4 1,26 4,4<br />

Os valores são 15 demonstrados determinados do percentil na 99 para tabela amostras 4. de plasma O percentil 99th foi determinado<br />

LiHep e amostras de soro (feminino, masculino e combinado) são<br />

Pool de Soro 2 39,42 1,06 2,7 1,60 4,0<br />

demonstrados em 45,20 na tabela ng/L O percentil 99th foi determinado em<br />

4.86 ng/L (pg/mL). com CV 10%<br />

45,2010<br />

ng/L (pg/mL).<br />

Pool de Soro 3 148,67 3,19 2,1 4,94 3,3<br />

10<br />

Table 4. Intervalo de referência (percentil 99 de uma população aparentemente saudável)<br />

Pool de Soro 4 1618,23 22,54 1,4 52,52 3,2<br />

Os valores determinados do percentil 99 para amostras de plasma<br />

5<br />

LiHep Soro<br />

4<br />

LiHep e amostras de soro (feminino, masculino e combinado) são<br />

Pool de Plasma<br />

Grupo N Percentil 99<br />

90% CI<br />

N Percentile 99<br />

90% CI<br />

nho do Ensaio Atellica IM Troponin I de Alta Sensibilidade<br />

demonstrados na tabela 4. O percentil 99th foi determinado<br />

15947,22 236,74 1,5 421,06 2,6<br />

(ng/L, pg/mL) (ng/L, em pg/mL)<br />

(ng/L, pg/mL) (ng/L, pg/mL)<br />

45,20 ng/L (pg/mL).<br />

Combinado 0<br />

2007 45,20 (33,21, 64,30) 2001 45,43 (35,47, 63,63)<br />

Masculino 1000 53,48 (38,73, 80,22) 994 53,53 (33,77, 78,03)<br />

4 Soro 21629,95 313,38 1,4 552,87 2,6<br />

Table 4. Intervalo 0 de referência (percentil 10 99 de uma população 20 aparentemente 30 saudável) 40<br />

Feminino 1007 34,11 (27,36, 66,23) 1007 38,64 (28,58, 72,36)<br />

Troponina LiHep I (ng/L, pg/mL)<br />

Soro<br />

Grupo N Percentil 99<br />

90% CI<br />

N Percentile 99<br />

90% CI<br />

4<br />

O estudo de referência foi desenvolvido com (ng/L, um pg/mL) lote de (ng/L, pg/mL)<br />

(ng/L, pg/mL)<br />

O LoB para o Ensaio Atellica IM TnIH foi estabelecido como<br />

reagente. LoD para esse lote foi determinado em 1,27 ng/L<br />

O estudo de referência foi desenvolvido com um lote de reagente.<br />

Analidadores valores O maiores LoD que para o LoD Atellica coletivo esse (1,60 lote IM, ng/L, foi três pg/ determinado lotes reagente, em 1,27 20 ng/L (pg/<br />

(pg/mL). Figura De 2007 1. Dados indivíduos aparentemente de precisão saudáveis, do ensaio 75% Atellica IM TnIH:<br />

e o LoD 1,60 ng/L de amostras de soro e 66% de amostras de plasma LiHep<br />

sendo 0,50 ng/L (pg/mL) e o LoD como 1,60 ng/L (pg/mL).<br />

possuem dois<br />

total<br />

mL).<br />

Tabela 2. LoB e LoD<br />

dias, 40 corridas. n = 4320 medidas; 480 medidas a cada<br />

O<br />

Tabela mL). estudo de referência foi desenvolvido com um lote de<br />

5. Estatísticas De para 2007 tipos indivíduos de amostras LiHep e aparentemente soro.<br />

saudáveis, 75% de<br />

a IM TnIH<br />

nove reagente. amostras.<br />

O LoD para esse lote foi determinado em 1,27 ng/L<br />

Ensaio Atellica IM TnIH<br />

(pg/mL). De 2007 indivíduos aparentemente LiHepsaudáveis, 75%<br />

Soro<br />

ibilidade<br />

Interensaio<br />

amostras de soro e 66% de amostras de plasma LiHep possuem<br />

corrida) (precisão total)<br />

)<br />

1<br />

Radar Científico I<br />

%CV<br />

SD<br />

(ng/L,<br />

pg/mL)<br />

%CV<br />

5,5 0,63 6,6<br />

3,0 0,90 4,4<br />

2,8 0,93 3,4<br />

2,8 1,34 3,4<br />

1,6 3,58 2,4<br />

1,8 36,24 2,2<br />

080<br />

5 1,5 315,27 2,0<br />

Resultados<br />

Lote de<br />

Reagente<br />

#<br />

Analisadores<br />

# amostras<br />

LoB; LoD<br />

LoB<br />

(ng/L, pg/mL)<br />

LoD<br />

(ng/L, pg/mL)<br />

1 2 240; 160 0,45 1,53<br />

2 2 240; 160 0,44 1,34<br />

3 2 240; 160 0,43 1,13<br />

4<br />

A sensibilidade funcional (LoQ) estimada foi obtida utilizando<br />

três lotes de reagentes analisados em dois Analisadores Atellica<br />

IM determinado como a maior concentração de TnIH da<br />

combinação individual do lote de reagente e instrumento com<br />

um CV interlaboratorial ≤20%. O Ensaio Atellica IM TnIH possui<br />

um LoQ de 2,50 ng/L (pg/mL). Uma curva de precisão composta<br />

é demonstrada na Figura 1.<br />

CV (%)<br />

CV (%)<br />

CV (%)<br />

Avaliação de Desempenho do Ensaio Atellica IM Troponina I de Alta Sensibilidade | White Paper<br />

Avaliação de Desempenho do Ensaio Atellica IM Troponina I de Alta Sensibilidade | White Paper<br />

(ng/L, pg/mL)<br />

Combinado 2007 45,20 (33,21, 64,30) 2001 45,43 (35,47, 63,63)<br />

Masculino 1000 53,48 (38,73, 80,22) 994 53,53 (33,77, 78,03)<br />

Feminino 1007 34,11 (27,36, 66,23) 1007 38,64 (28,58, 72,36)<br />

de amostras de soro e 66% Masculino de amostras de plasma LiHep Feminino Masculino Feminino<br />

possuem valores que Percentil o LoD 99 coletivo (1,60 ng/L, Percentil pg/ 99<br />

Percentil 99<br />

Percentil 99<br />

mL). valores maiores 53,5 ng/L que (pg/mL) o LoD coletivo 34,1 ng/L (pg/mL) (1,60 ng/L, 53,5 pg/ ng/L (pg/mL) mL).<br />

38,6 ng/L (pg/mL)<br />

Tabela Faixa Etária 5. Estatísticas (Anos) TnIH para média os tipos (ng/L) de amostras SD (ng/L) LiHep TnIH média e soro. (ng/L) SD (ng/L) TnIH média (ng/L) SD (ng/L) TnIH média (ng/L) SD (ng/L)<br />

≥22 a


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Revista NewsLab | Ago/Set 2019


White Paper | Avaliação de Desempenho do Ensaio Atellica IM Troponina I de Alta Sensibilidade<br />

Avaliação de Desempenho do Ensaio Atellica IM Troponina I de Alta Sensibilidade | White Paper<br />

Avaliação de Desempenho do Ensaio Atellica IM Troponina I de Alta Sensibilidade | White Paper<br />

Desempenho Desempenho Clínico Clínico<br />

Tabela 6. Informação demográfica para a população global de<br />

emergência incluída na análise do ensaio Atellica IM TnIH.<br />

N = 2409 Idade Média (Anos) Faixa Etária (Anos)<br />

56,96 23-93<br />

Sexo n %<br />

Feminino 1046 43,4<br />

Masculino 1363 56,6<br />

Raça n %<br />

Caucasiana 1350 56,0<br />

Negra 958 39,9<br />

Asiática 22 0,9<br />

Havaiana 3 0,1<br />

Índios Americanos 16 0,7<br />

Diversas 20 0,8<br />

Outros 40 1,7<br />

Os status clínico dos indivíduos foram avaliados e estabelecidos,<br />

por meio de um painel de cardiologistas e clínicos de emergência,<br />

baseados na Diretriz do Consenso da Quarta Definição Universal de<br />

Infarto do Miocárdio. 3<br />

Para fins de decisão e estabelecimento de um diagnóstico de<br />

IAM padrão ouro, os resultados de TnIH do hospital local foram<br />

utilizados. Os tomadores de decisão não tiveram acesso aos resultados<br />

dos testes investigacionais de troponina da Siemens e para o<br />

Os status clínico dos indivíduos foram avaliados e estabelecidos,<br />

por meio de um painel de cardiologistas e clínicos de<br />

emergência, baseados na Diretriz do Consenso da Quarta<br />

Definição Universal de Infarto do Miocárdio. 3<br />

Tabela 8. Concordância clínica do Ensaio Atellica IM TnIH foram calculadas utilizando o percentil 99 para o sexo masculino, de<br />

Tabela 8. Concordância clínica do Ensaio Atellica IM TnIH foram calculadas utilizando o percentil 99 para o sexo masculino, de<br />

Para 53,48 fins ng/L (pg/mL) de para decisão amostras LiHep e estabelecimento e 53,53 ng/L (pg/mL) para amostras de soro um diagnóstico de<br />

53,48 ng/L (pg/mL) para amostras LiHep e 53,53 ng/L (pg/mL) para amostras de soro<br />

Sensibilidade Especificidade VPP VPN<br />

Sensibilidade Especificidade VPP VPN<br />

IAM padrão ouro, os resultados de TnIH do hospital local<br />

foram utilizados. Os tomadores de decisão não tiveram acesso<br />

LiHep<br />

aos LiHep resultados dos testes investigacionais de troponina da<br />

Siemens e para o diagnóstico final do hospital local.<br />

Até Soro cinco coletas de sangue foram obtidas dos indivíduos e<br />

Soro<br />

cada uma delas incluiu um tubo de coleta de soro e de<br />

LiHep. Todas as amostras coletadas foram testadas e os<br />

Tabela 9. Concordância clínica do Ensaio Atellica IM TnIH foram calculadas utilizando o percentil 99, para ambos os sexos, de<br />

resultados foram comparados com o cutoff do percentil 99<br />

45,20 Tabela ng/L 9. Concordância (pg/mL) clínica do Ensaio Atellica IM TnIH foram calculadas utilizando o percentil 99, para ambos os sexos, de<br />

45,20 ng/L (pg/mL)<br />

para avaliar se a<br />

Sensibilidade<br />

interpretação<br />

Especificidade<br />

do teste<br />

VPP<br />

individual foi<br />

VPN<br />

Sensibilidade Especificidade VPP VPN<br />

positiva ou negativa. As interpretações do teste foram<br />

então LiHep comparadas com o diagnóstico do indivíduo para<br />

LiHep<br />

avaliar a sensibilidade, especificidade, valor preditivo<br />

positivo (VPP) e valor preditivo negativo (VPN).<br />

Soro<br />

Soro<br />

Finalmente, os dados foram agrupados baseando-se nos<br />

intervalos de tempo nos quais as amostras de sangue foram<br />

coletadas. Esse agrupamento foi realizado utilizando-se<br />

Conclusão<br />

Referências:<br />

diferentes Conclusão definições de intervalo de tempo, 1. Referências: Apple FS, et al. como Clin Chem. 2012;58:54-61. demonstrado<br />

Conclusão<br />

2. 1. Apple Roffi M, FS, et et al. al. Eur Clin Heart Chem. J. 2016;37:267-315.<br />

2012;58:54-61.<br />

Atellica IM TnIH demonstrou:<br />

nas O Ensaio Tabelas Atellica 7-9. IM TnIH demonstrou:<br />

3.<br />

2.<br />

Thygesen<br />

Roffi M, et<br />

K,<br />

al.<br />

et al.<br />

Eur<br />

Circulation.<br />

Heart J. 2016;37:267-315.<br />

O Ensaio Atellica IM TnIH demonstrou:<br />

2012;126:2020-35.<br />

de 0,50 ng/L (pg/mL), LoD de 1,60 ng/L (pg/mL), e<br />

3. Thygesen K, et al. Circulation. 2012;126:2020-35.<br />

• LoB LoQ de 0,50 de 2,50 ng/L 0,50 (pg/mL), (pg/mL). ng/L LoD de (pg/mL), 1,60 ng/L (pg/mL), LoD e de 1,60 ng/L (pg/mL), e LoQ de<br />

A sensibilidade LoQ de 2,50 ng/L e a especificidade clínica nos pools de amostras<br />

• Demonstrou acurácia e precisão para uso na detecção de<br />

baixas concentrações de TnIH.<br />

de 2,50 • Demonstrou<br />

LiHep/soro ng/L acurácia (pg/mL). e precisão para uso na detecção de<br />

baixas concentrações de na TnIH. admissão e 1, 2, 3 e 6 horas após a admissão no<br />

O percentil 99 é de 45,20 ng/mL (pg/mL). De 2007 indivíduos<br />

DE, • Demonstrou aparentemente O percentil 99 é<br />

foi 84,3% saudáveis, de 45,20 ng/mL<br />

a acurácia 94,7% 75% das (pg/mL). amostras e De 2007<br />

eprecisão 86,9% de soro indivíduos e para 66% a 91,1%, uso na respectivamente detecção de (Tabela<br />

das aparentemente amostras LiHep saudáveis, apresentaram 75% das valores amostras maiores de soro que e 66% o<br />

9). LoD das amostras (1,60 ng/L, LiHep pg/mL). apresentaram valores maiores que o<br />

Tipo de Amostra Tempo da Coleta N % 95% IC N % 95% IC N % 95% IC N % 95% IC<br />

Tipo de Amostra Tempo da Coleta N % 95% IC N % 95% IC N % 95% IC N % 95% IC<br />

Basal 193 81,9 75,8–86,7 1100 91,1 89,3–92,6 256 61,7 55,6–67,5 1037 96,6 95,3–97,6<br />

1 Basal (≥0,75 a 1,5) 163 193 81,9 89 83,2–92,9 75,8–86,7 1036 1100 91,1 89,1–92,6 89,3–92,6 238 256 60,9 61,7 54,6–66,9 55,6–67,5 1037 961 96,6 98,1 95,3–97,6 97,1–98,8<br />

21 (≥0,75 (≥1,5 a a 2,5) 1,5) 163 95 88,4 89 80,4–93,4 83,2–92,9 1036 607 89,8 91 87,1–92,0 89,1–92,6 146 238 60,9 57,5 49,4–65,3 54,6–66,9 556 961 98,1 96,5–98,9 97,1–98,8<br />

32 (≥1,5 (≥2,5 a 2,5) 3,5) 95 77 90,9 88,4 80,4–93,4 82,4–95,5 364 607 89,8 91,2 87,9–93,7 87,1–92,0 146 102 68,6 57,5 49,4–65,3 59,1–76,8 339 556 97,9 98 96,5–98,9 95,8–99,0<br />

63 (≥2,5 (≥3,5 a 3,5) 9) 159 77 90,9 93,1 88,0–96,1 82,4–95,5 364 652 86,8 91,2 84,0–89,2 87,9–93,7 234 102 63,2 68,6 56,9–69,2 59,1–76,8 339 577 98,1 97,9 96,6–98,9 95,8–99,0<br />

16 6 (≥3,5 (≥9 a 24) 9) 159 147 91,2 93,1 88,0–96,1 85,5–94,8 652 525 86,8 87,4 84,3–90,0 84,0–89,2 234 200 63,2 67 56,9–69,2 60,2–73,1 472 577 98,1 97,2 96,6–98,9 95,3–98,4<br />

Basal 16 (≥9 a 24) 147 193 91,2 82,9 85,5–94,8 77,0–87,6 1124 525 87,4 91,2 84,3–90,0 89,4–92,7 200 259 61,8 67 60,2–73,1 55,7–67,5 1058 472 96,9 97,2 95,3–98,4 95,7–97,8<br />

1 Basal (≥0,75 a 1,5) 164 193 87,2 82,9 81,2–91,5 77,0–87,6 1051 1124 91,2 91,2 89,4–92,8 89,4–92,7 235 259 60,9 61,8 54,5–66,9 55,7–67,5 1058 980 97,9 96,9 96,7–98,6 95,7–97,8<br />

21 (≥0,75 (≥1,5 a a 2,5) 1,5) 164 94 87,2 79,0–92,5 81,2–91,5 1051 617 89,8 91,2 89,4–92,8 87,1–91,9 235 145 60,9 56,6 48,4–64,3 54,5–66,9 566 980 97,9 96,3–98,8 96,7–98,6<br />

32 (≥2,5 (≥1,5 a 2,5) 3,5) 94 75 90,7 87,2 82,0–95,4 79,0–92,5 358 617 89,8 91,3 88,0– 87,1–91,9 93,8 145 99 56,6 68,7 48,4–64,3 59,0– 77,0 566 334 97,9 96,3–98,8 95,7–99,0<br />

63 (≥2,5 (≥3,5 a 3,5) 9) 158 75 90,7 93 82,0–95,4 88,0–96,1 648 358 91,3 87,8 88,0– 85,1–90,1 93,8 226 99 68,7 65 59,0– 58,6–71,0 77,0 580 334 98,1 97,9 96,6–98,9 95,7–99,0<br />

16 6 (≥3,5 (≥9 a 24) 9) 149 158 89,9 93 88,0–96,1 84,1–93,8 648 535 87,8 87,9 84,8–90,4 85,1–90,1 226 199 67,3 65 60,5–73,5 58,6–71,0 580 485 96,9 98,1 96,6–98,9 95,0–98,1<br />

16 (≥9 a 24) 149 89,9 84,1–93,8 535 87,9 84,8–90,4 199 67,3 60,5–73,5 485 96,9 95,0–98,1<br />

Tipo de Amostra Tempo da Coleta N % 95% IC N % 95% IC N % 95% IC N % 95% IC<br />

Tipo de Amostra Tempo Baseline da Coleta 299 N 84,3 % 79,7–88,0 95% IC 2003 N 90,8 % 89,4–92,0 95% IC 437 N 57,7 % 53,0–62,2 95% IC 1865 N 97,5 % 96,7–98,1 95% IC<br />

1 Baseline (≥0,75 a 1,5) 255 299 90,6 84,3 86,4–93,6 79,7–88,0 2003 1871 90,8 89,4–92,0 403 437 57,3 57,7 53,0–62,2 52,4–62,1 1723 1865 98,6 97,5 96,7–98,1 97,9–99,1<br />

21 (≥0,75 (≥1,5 a a 2,5) 1,5) 138 255 90,6 92,8 86,4–93,6 87,2–96,0 1042 1871 89,8 90,8 89,4–92,0 87,8–91,5 234 403 54,7 57,3 48,3–61,0 52,4–62,1 1723 946 98,9 98,6 98,1–99,4 97,9–99,1<br />

32 (≥1,5 (≥2,5 a 2,5) 3,5) 138 118 92,8 93,2 87,2–96,0 87,2–96,5 1042 682 89,8 90 87,8–91,5 87,6–92,1 234 178 54,7 61,8 48,3–61,0 54,5–68,6 946 622 98,9 98,7 98,1–99,4 97,5–99,3<br />

63 (≥2,5 (≥3,5 a 3,5) 9) 251 118 93,2 94 90,4–96,3 87,2–96,5 1120 682 86,9 90 84,8–88,7 87,6–92,1 383 178 61,8 61,6 54,5–68,6 56,7–66,4 622 988 98,7 98,5 97,5–99,3 97,5–99,1<br />

16 6 (≥3,5 (≥9 to a 24) 9) 251 224 92,4 94 90,4–96,3 88,2–95,2 1120 885 86,9 86,6 84,8–88,7 84,1–88,6 383 326 63,5 61,6 58,1–68,5 56,7–66,4 783 988 97,8 98,5 96,6–98,6 97,5–99,1<br />

Baseline 16 (≥9 to 24) 294 224 84,7 92,4 80,1–88,4 88,2–95,2 2035 885 86,6 91 89,7–92,2 84,1–88,6 432 326 57,6 63,5 52,9–62,2 58,1–68,5 1897 783 97,6 97,8 96,6–98,6 96,8–98,2<br />

1 Baseline (≥0,75 a 1,5) 252 294 88,1 84,7 83,5–91,5 80,1–88,4 1881 2035 91,1 89,8–92,3 89,7–92,2 389 432 57,6 57,1 52,9–62,2 52,1–61,9 1897 1744 98,3 97,6 96,8–98,2 97,6–98,8<br />

21 (≥0,75 (≥1.5 a a 2.5) 1,5) 252 134 91,8 88,1 85,9–95,4 83,5–91,5 1048 1881 91,1 90 89,8–92,3 88,0–91,7 389 228 53,9 57,1 47,5–60,3 52,1–61,9 1744 954 98,8 98,3 97,6–98,8 97,9–99,4<br />

32 (≥1.5 (≥2.5 a 2.5) 3.5) 134 113 91,8 92 85,9–95,4 85,6–95,8 1048 680 90,4 88,0–92,4 88,0–91,7 228 169 53,9 61,5 54,0–68,5 47,5–60,3 954 624 98,8 98,6 97,9–99,4 97,3–99,2<br />

63 (≥2.5 (≥3.5 a 3.5) 9) 245 113 94,7 92 85,6–95,8 91,1–96,9 1124 680 90,4 87,7 88,0–92,4 85,7–89,5 370 169 62,7 61,5 54,0–68,5 57,7–67,5 999 624 98,6 98,7 97,8–99,2 97,3–99,2<br />

16 6 (≥3.5 (≥9 a 24) 9) 225 245 91,6 94,7 87,2–94,5 91,1–96,9 1124 895 87,4 87,7 85,0–89,4 85,7–89,5 319 370 64,6 62,7 59,2–69,6 57,7–67,5 801 999 97,6 98,7 96,3–98,5 97,8–99,2<br />

16 (≥9 a 24) 225 91,6 87,2–94,5 895 87,4 85,0–89,4 319 64,6 59,2–69,6 801 97,6 96,3–98,5<br />

Tabela 7. Concordância Clínica do Ensaio Atellica IM TnIH para amostras • especificidade, O estudo de de indivíduos concordância VPP e VPN demonstrou clínica do sensibilidade, sexo desempenho feminino, calculadas utilizando o cutoff<br />

do percentil 99 específico do sexo de 34,11 ng/L (pg/mL) para LiHep e especificidade, 38,64 VPP ng/L e VPN demonstrou (pg/mL) desempenho<br />

aceitável para uso como auxílio no diagnóstico para da IAM. amostras de<br />

diagnóstico final do hospital local.<br />

aceitável para uso como auxílio no diagnóstico da IAM.<br />

soro<br />

Até cinco coletas de sangue foram obtidas dos indivíduos e cada<br />

Sensibilidade Especificidade VPP VPN<br />

uma delas incluiu um tubo de coleta de soro e de LiHep. Todas as<br />

Tipo de Amostra Tempo da Coleta N % 95% CI N % 95% CI N % 95% CI N % 95% CI<br />

White Paper | Avaliação de Desempenho do Ensaio Atellica IM Troponina I de Alta Sensibilidade<br />

amostras Basalcoletadas foram 106 testadas 87,7 e os resultados 80,1–92,7 foram 903 comparados<br />

com 1 (≥0,75 o cutoff a 1,5) do percentil 92 9990,2 para avaliar 82,4–94,8 se a interpretação 835 91,5 do • 89,4–93,2 O estudo de 154 concordância 53,9 clínica 46,0–61,6 de sensibilidade, 773 especificidade,<br />

98,8 97,8–99,4<br />

ADVIA Centaur (0,5, 1,60, 2,50, e 47,34 ng/L, pg/mL, respectivamente).<br />

91,4 89,4–93,0 171 54,4 46,9–61,7 838 98,4 97,4–99,1<br />

Desempenho Clínico2 (≥1.5 a 2.5) 43 97,7 87,9–99,6 435 91,7 88,8–94,0 78 53,8 42,9–64,5 400 99,8 98,6–100,0<br />

LiHep teste individual foi positiva ou Para negativa. fins de decisão As e estabelecimento interpretações de um diagnóstico do teste de VPP e VPN demonstrou desempenho aceitável para uso como auxílio<br />

Tabela 6. Informação demográfica para a população global de IAM padrão ouro, os resultados de TnIH do hospital local<br />

3 (≥2.5 a 3.5) 41 95,1 83,9–98,7 318 87,7 83,7–90,9 78 50 39,2–60,8 281 99,3 97,4–99,8<br />

emergência incluída na análise do ensaio Atellica IM TnIH.<br />

foram então comparadas com o diagnóstico do indivíduo para avaliar<br />

a 16 sensibilidade, (≥9 a 24) especificidade, 77 93,5 valor preditivo 85,7–97,2positivo 360 (VPP) 86,1 e<br />

no diagnóstico da IAM.<br />

foram utilizados. Os tomadores de decisão não tiveram acesso<br />

aos resultados dos testes investigacionais de troponina da<br />

N = 2409 6 Idade (≥3.5 Média (Anos) a 9) Faixa Etária (Anos) 92 94,6 87,9–97,7 468 88,2 85,0–90,9 142 61,3 53,1–68,9 418 98,8 97,2–99,5<br />

Siemens e para o diagnóstico final do hospital local.<br />

Referências:<br />

56,96 23-93<br />

Sexo n %<br />

Até cinco coletas de sangue foram obtidas dos indivíduos e 82,2–89,3 122 1. Apple 59 FS, 50,1–67,3 et al. Clin Chem. 315 2012;58:54-61.<br />

98,4 96,3- 99,3<br />

Feminino 1046 43,4<br />

cada uma delas incluiu um tubo de coleta de soro e de<br />

2. Roffi M, et al. Eur Heart J. 2016;37:267-315.<br />

Masculino valor Basal preditivo 1363 negativo 56,6 (VPN). 101 LiHep. 86,1 Todas as amostras 78,1–91,6 coletadas foram 911 testadas e 91,7 os 89,7–93,3 163 53,4 45,7–60,9 849 98,4 97,3–99,0<br />

resultados foram comparados com o cutoff do percentil 99<br />

3. Thygesen K, et al. Circulation. 2012;126:2020-35.<br />

Raça<br />

Finalmente, 1 (≥0.75 n a 1.5) %<br />

os dados 88 foram agrupados 88,6 80,3–93,7 baseando-se 830 nos intervalos<br />

de 22 tempo nos quais 0,9 as amostras avaliar a sensibilidade, de sangue especificidade, foram valor coletadas.<br />

preditivo<br />

para avaliar se a interpretação teste individual 91,7 foi 89,6–93,4 147 Atellica 53,1 e todas 45,0–60,9 as marcas associadas 771 98,7 são marcas 97,6–99,3<br />

Caucasiana 1350 56,0<br />

positiva ou negativa. As interpretações do teste foram<br />

Negra 2 (≥1.5 958 a 2.5) 39,9 40 então comparadas 95 com 83,5–98,6 o diagnóstico do 431 indivíduo para 92,3 89,4–94,5 registradas 71 53,5 da Siemens 42,0–64,6 Healthcare 400 Diagnostics 99,5 98,2–99,9 Inc.,<br />

Asiática Soro<br />

3 (≥2.5 a 3.5) 38 positivo 94,7 (VPP) e valor 82,7–98,5 preditivo negativo (VPN). 322 88,8 84,9–91,8 72<br />

ou de<br />

50<br />

suas afiliadas.<br />

38,7–61,3<br />

Todas<br />

288<br />

as outras<br />

99,3<br />

marcas<br />

97,5–99,8<br />

e<br />

Havaiana 3 0,1<br />

Índios Americanos 16 0,7<br />

Esse<br />

6<br />

agrupamento<br />

(≥3.5 a 9)<br />

foi realizado<br />

87 Finalmente, utilizando-se<br />

95,4os dados 88,8–98,2 foram agrupados diferentes baseando-se 476<br />

definições<br />

marcas registradas são de propriedade de seus<br />

Diversas 20 0,8<br />

nos 89,1 86,0–91,6 135 61,5 53,1–69,3 428 99,1 97,6–99,6<br />

Outros 40 1,7<br />

intervalos tempo nos quais as amostras de sangue foram<br />

respectivos donos.<br />

de intervalo 16 (≥9 a de 24) tempo, como 76 coletadas. demonstrado 93,4 Esse agrupamento 85,5–97,2 nas foi Tabelas realizado utilizando-se 360 7-9. 88,6 84,9–91,5 A disponibilidade 112 63,4 do produto 54,2–71,7 pode variar 324 de acordo 98,5 com 96,4–99,3 o<br />

Os status clínico dos indivíduos foram avaliados e estabelecidos, diferentes definições de intervalo de tempo, como demonstrado<br />

por meio de um painel de cardiologistas e clínicos de<br />

país e está sujeita aos requisitos regulatórios. Entre em<br />

VPP: Valor Preditivo A sensibilidade Positivo; VPN: Valor a especificidade Preditivo Negativo. clínica nos pools de amostras de<br />

nas Tabelas 7-9.<br />

emergência, baseados na Diretriz do Consenso da Quarta<br />

A sensibilidade e a especificidade clínica nos pools de amostras<br />

contato com seu representante local para saber mais<br />

Definição Universal de Infarto do Miocárdio. 3<br />

de LiHep/soro na admissão e 1, 2, 3 e 6 horas após a admissão no<br />

sobre a disponibilidade.<br />

LiHep/soro na admissão e 1, 2, 3 e 6 horas após a admissão no DE,<br />

DE, foi 84,3% a 94,7% e 86,9% a 91,1%, respectivamente (Tabela<br />

9).<br />

foi 84,3% a 94,7% e 86,9% a 91,1%, respectivamente (Tabela 9).<br />

Tabela 7. Concordância Clínica do Ensaio Atellica IM TnIH para amostras de indivíduos do sexo feminino, calculadas utilizando o cutoff<br />

do percentil 99 específico do sexo de 34,11 ng/L (pg/mL) para LiHep e 38,64 ng/L (pg/mL) para amostras de soro<br />

Sensibilidade Especificidade VPP VPN<br />

% 95% % 95% Tipo de Amostra Tempo da Coleta N CI N CI N % 95% CI N % 95% CI<br />

Basal 106 87,7 80,1–92,7 903 91,4 89,4–93,0 171 54,4 46,9–61,7 838 98,4 97,4–99,1<br />

1 (≥0,75 a 1,5) 92 90,2 82,4–94,8 835 91,5 89,4–93,2 154 53,9 46,0–61,6 773 98,8 97,8–99,4<br />

2 (≥1.5 a 2.5) 43 97,7 87,9–99,6 435 91,7 88,8–94,0 78 53,8 42,9–64,5 400 99,8 98,6–100,0<br />

LiHep<br />

3 (≥2.5 a 3.5) 41 95,1 83,9–98,7 318 87,7 83,7–90,9 78 50 39,2–60,8 281 99,3 97,4–99,8<br />

6 (≥3.5 a 9) 92 94,6 87,9–97,7 468 88,2 85,0–90,9 142 61,3 53,1–68,9 418 98,8 97,2–99,5<br />

16 (≥9 a 24) 77 93,5 85,7–97,2 360 86,1 82,2–89,3 122 59 50,1–67,3 315 98,4 96,3- 99,3<br />

Basal 101 86,1 78,1–91,6 911 91,7 89,7–93,3 163 53,4 45,7–60,9 849 98,4 97,3–99,0<br />

1 (≥0.75 a 1.5) 88 88,6 80,3–93,7 830 91,7 89,6–93,4 147 53,1 45,0–60,9 771 98,7 97,6–99,3<br />

2 (≥1.5 a 2.5) 40 95 83,5–98,6 431 92,3 89,4–94,5 71 53,5 42,0–64,6 400 99,5 98,2–99,9<br />

Soro<br />

3 (≥2.5 a 3.5) 38 94,7 82,7–98,5 322 88,8 84,9–91,8 72 50 38,7–61,3 288 99,3 97,5–99,8<br />

6 (≥3.5 a 9) 87 95,4 88,8–98,2 476 89,1 86,0–91,6 135 61,5 53,1–69,3 428 99,1 97,6–99,6<br />

16 (≥9 a 24) 76 93,4 85,5–97,2 360 88,6 84,9–91,5 112 63,4 54,2–71,7 324 98,5 96,4–99,3<br />

baixas<br />

LoD (1,60<br />

concentrações<br />

ng/L, pg/mL).<br />

de TnIH.<br />

Os valores do LoB, LoD, LoQ, e percentil 99 para o Ensaio<br />

TnIH Os valores do Analisador LoB, Atellica LoD, LoQ, IM e são percentil comparáveis 99 para àqueles o Ensaio<br />

• O percentil 99 é de 45,20 ng/mL (pg/mL).<br />

do<br />

De 2007 indivíduos aparentemente<br />

saudáveis, 75% das amostras de soro e 66% das amostras<br />

ensaio TnIH do TNIH Analisador sistema Atellica ADVIA IM Centaur são comparáveis (0,5, 1,60, àqueles 2,50, e do<br />

47,34 ensaio ng/L, TNIHpg/mL, do sistema respectivamente).<br />

ADVIA Centaur (0,5, 1,60, 2,50, e<br />

• O 47,34 estudo ng/L, de pg/mL, concordância respectivamente).<br />

clínica de sensibilidade,<br />

LiHep apresentaram valores maiores que o LoD (1,60 ng/L, pg/mL).<br />

• Os valores do LoB, LoD, LoQ, e percentil 99 para o Ensaio TnIH do Analisador<br />

Atellica IM são comparáveis àqueles do ensaio TNIH do sistema<br />

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7<br />

7<br />

Radar Científico I<br />

VPP: Valor Preditivo Positivo; VPN: Valor Preditivo Negativo.<br />

6<br />

083


Radar Científico ll<br />

A importância do controle da<br />

taxa de resfriamento em<br />

criopreservação<br />

A resposta é que a temperatura a que<br />

as células congeladas são armazenadas<br />

pode ter efeitos importantes sobre o<br />

seu tempo de vida. Tipicamente, quanto<br />

mais baixa a temperatura, maior<br />

será o período de armazenamento<br />

viável. Por exemplo, enquanto muitas<br />

amostras podem ser armazenadas<br />

a -70 ° C durante meses ou mesmo<br />

anos, as reações químicas responsáveis<br />

pela deterioração celular não são<br />

completamente interrompidas a esta<br />

temperatura, pois observa-se mesmo<br />

que pouca, porém existente, migração<br />

de componentes celulares que podem<br />

reagir quimicamente.<br />

As amostras a temperaturas inferiores<br />

a “transição vítrea da água” ou<br />

-130C , onde se diz que o tempo biológico<br />

está parado, podem ser armazenadas<br />

durante milênios (Karow 1981,<br />

Mazur 1984).<br />

Algumas definições:<br />

Criobiologia é o estudo dos efeitos<br />

de temperaturas ultra baixas em sistemas<br />

biológicos, tais como células ou<br />

organismos.<br />

A criopreservação proporciona uma<br />

fonte contínua de tecidos e células vivos<br />

geneticamente estáveis para uma variedade<br />

de fins, incluindo pesquisa e processos<br />

biomédicos.<br />

Um princípio básico de criobiologia<br />

é que a extensão do dano por congelamento<br />

depende da quantidade de<br />

água livre no sistema e a capacidade de<br />

que a água tem para cristalizar durante<br />

o congelamento. A água é o principal<br />

componente de todas as células vivas e<br />

tem de estar presente para que reações<br />

químicas ocorram dentro de uma célula.<br />

Durante o congelamento, a maioria<br />

das mudanças de água para gelo, e<br />

metabolismo celular cessam.<br />

É possível congelar muitos tipos de<br />

células isoladas e agregados celulares<br />

pequenos, no entanto, a obtenção de resultados<br />

reprodutíveis para tecidos mais<br />

complexos, tais como válvulas cardíacas,<br />

tecido com estruturas obtidos através de<br />

engenharia celular, ou tipos de células<br />

mais sensíveis, requer uma compreensão<br />

das principais variáveis envolvidas<br />

no método de criopreservação<br />

A formação de gelo inicia-se no ambiente<br />

extracelular, resultando em um<br />

aumento da concentração de sal visto<br />

que a água é removida para formar o<br />

gelo. Esta formação de gelo resulta em<br />

um desequilíbrio osmótico e por consequência<br />

na desidratação celular.<br />

Desta forma é possível mitigar os efeitos<br />

potencialmente prejudiciais da desidratação<br />

e formação de gelo através de:<br />

• Manutenção de temperaturas de armazenagem<br />

adequadas<br />

• Controlando a taxa de reaquecimento<br />

Todos estes eventos interagem para<br />

influenciar o resultado da criopreservação,<br />

sendo que a maior taxa de sobrevivência<br />

celular é atingida através da optimização<br />

da série de variáveis inter-relacionadas<br />

dentre as quais destacamos abaixo a importância<br />

da taxa de resfriamento durante<br />

o processo de congelamento<br />

A importância da taxa de resfriamento<br />

Taxa de resfriamento é conhecida por<br />

ter uma influência mais significativa sobre<br />

a sobrevivência da célula. Controlar a<br />

taxa de congelamento antes de armazenamento<br />

a longo prazo maximiza a<br />

viabilidade de uma ampla variedade de<br />

células, onde é possível destacar a sua<br />

importância para as seguintes aplicações<br />

• AIDS Research<br />

• Medula óssea - Tratamento de câncer<br />

• Banco de sangue - HLA, as células<br />

vermelhas<br />

• Pesquisa em Câncer - Células Tumorais<br />

• Engenharia genética<br />

• HLA - Transplante (linfócitos) de órgãos<br />

• FIV - (Embrião, Esperma) infertilidade<br />

humana<br />

• Microbiologia - vírus, bactérias,<br />

cultura celular<br />

• Farmacêuticas - Culturas<br />

• Células de plantas - Células vegetais,<br />

sementes<br />

• Repositórios - Cultura de Células<br />

•Banco de tecidos<br />

-pele<br />

084<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


-osso<br />

-válvulas cardíacas<br />

-córneas<br />

Uma das principais razões para a utilização de um<br />

equipamento com taxa de congelamento controlada ao<br />

invés de simplesmente utilizar um sistema ou equipamento<br />

que congele a amostra porém sem controle sobre<br />

as variáveis de temperatura é devido a que o sistema com<br />

taxa de congelamento pode compensar a temperatura<br />

durante a preparação da amostra, o que é denominado de<br />

LHF, ou calor latente de fusão. Esta compensação durante<br />

o processo de congelamento possibilita o aumento da<br />

taxa de viabilidade celular pós – criopreservação<br />

LHF é a energia de calor latente que pode gerar picos durante<br />

o processo de congelamento de uma amostra<br />

O objetivo de um congelador com taxa controlada<br />

Um congelador de taxa controlada (CRF) é um dispositivo<br />

de preparação de amostra projetado para levar amostras de<br />

CONCLUSÃO<br />

Uma importante conclusão geral que surgiu de estudos<br />

de criopreservação é que diferentes tipos de<br />

células têm requisitos diferentes para uma melhor<br />

preservação. A partir das considerações descritas, pode<br />

-se dizer que criopreservação de longo prazo de células<br />

depende de procedimentos definidos e condições ótimas<br />

para um considerável número de variáveis inter-<br />

-relacionadas, no qual dentre estas variáveis a taxa de<br />

congelamento, quando bem controlada, desempenha<br />

papel importante para o sucesso no armazenamento e<br />

viabilidade celular.<br />

um estado líquido para um estado congelado ou vitrificado<br />

por meio de um processo dinâmico de aquecimento e resfriamento<br />

da câmara.<br />

• Densidade da amostra<br />

• Viscosidade da amostra<br />

• pH<br />

• Solubilidade do gás<br />

• Movimento molecular cinético<br />

• Taxas fisiológicas (mitocôndrias ATP)<br />

Quanto mais complexa a amostra, maior o impacto que<br />

pode ocorrer na formação de gelo intracelular.<br />

Temperaturas de transição e aplicações<br />

Daniel Freitas<br />

Especialista de produtos América do Sul<br />

Thermo Fisher Scientific<br />

Email: produtosdelaboratorio@thermofisher.com<br />

085


RESUMO DA AVALIAÇÃO DO PRODUTO:<br />

IMPACTO DA IMPLEMENTAÇÃO DO CELLAVISION DC-1<br />

EM UMA REDE DE LABORATÓRIOS AFILIADOS<br />

INTRODUÇÃO:<br />

A recente introdução do analisador CellaVision DC-1 possibilita que<br />

laboratórios com pequenos volumes de amostra implementem a<br />

mesma metodologia digital usada por laboratórios maiores para realizar<br />

contagens diferenciais de células sanguíneas.<br />

O CellaVision DC-1, como todos os analisadores CellaVision, emprega<br />

uma combinação de análise de microscopia de alta resolução, imagens<br />

digitais e análise baseada em inteligência artificial para identificar a<br />

mono camada, localizar células individuais, capturar imagens de elevada<br />

qualidade de células e fornecer uma pré-classificação das células<br />

para uma confortável revisão em tela por parte do analista clínico.<br />

e de conclusão, com especial atenção ao tempo inicial de avaliação<br />

emHigh River até a avaliação final em Calgary.<br />

Após a análise dos esfregaços usando a metodologia digital do<br />

CellaVision, os mesmos esfregaços foram analisados pelos analistas de<br />

High River, usando protocolos normais e microscopia manual seguida<br />

do transporte dos esfregaços para Calgary, para revisão por um<br />

patologista.<br />

RESULTADOS:<br />

Os resultados da avaliação demonstram claramente que podem<br />

ser alcançadas eficiências de fluxo de trabalho consideráveis ao<br />

implementar o CellaVision DC-1 em uma rede de laboratórios afiliados.<br />

Tempo de revisão de amostras reduzido em 50%<br />

A avaliação comparou o tempo necessário para rever um conjunto<br />

de esfregaços de sangue usando a metodologia digital do CellaVision<br />

com a revisão do mesmo conjunto de esfregaços usando microscopia<br />

manual. A metodologia digital do CellaVision demonstrou um tempo de<br />

revisão inferior ao da microscopia tradicional (média de 1,92 vs. 4,05<br />

minutos).<br />

FIGURA 1: COMPARAÇÃO DOS TEMPOS DE REVISÃO DE AMOSTRAS<br />

MM-140-08 2019-03-18<br />

O CellaVision uniu-se recentemente aos Serviços Laboratoriais de<br />

Calgary (CLS) para realizar uma avaliação de campo do produto com a<br />

finalidade de avaliar a utilidade e o impacto do CellaVision DC-1 em uma<br />

rede de laboratórios afiliados.<br />

O CLS é um laboratório de diagnóstico médico de referência que serve<br />

uma vasta área do sul de Alberta, no Canadá. Em uma organização<br />

composta de mais de 15 laboratórios em locais geograficamente<br />

dispersos, o laboratório de alta demanda de Calgary serve como<br />

laboratório de referência central para os laboratórios menores, tais<br />

como o laboratório de teste escolhido na cidade de High River. Em High<br />

River, a eficiência do fluxo de trabalho e a velocidade do serviço para<br />

os técnicos teve um impacto negativo pela necessidade de transportar<br />

todos os casos de difícil diagnóstico para o laboratório de referência,<br />

em Calgary, o que resultou em prazos (TAT) prolongados.<br />

OBJETIVO:<br />

O objetivo do estudo foi avaliar a utilidade e o impacto do CellaVision<br />

DC-1 quando implementado em uma rede de laboratórios afiliados,<br />

com foco em dois indicadores de desempenho importantes:<br />

1. tempo de revisão;<br />

2. prazos de execução, para esfregaços enviados para Calgary.<br />

METODOLOGIA:<br />

Para estabelecer uma referência para comparação, o CLS realizou<br />

uma revisão retrospetiva dos esfregaços de sangue periférico de<br />

High River registrados entre Março e Junho de 2017 à partir do<br />

momento da recepção das amostras.<br />

Durante a avaliação, foram processadas 21 amostras usando<br />

o CellaVision DC-1. Em seguida, as pré-classificações geradas<br />

foram revistas por analistas clínicos de High River com o apoio dos<br />

patologistas de Calgary.<br />

Para cada etapa do processo foram registrados o tempo de recepção<br />

Metodologia do CellaVision<br />

Microscopia manual<br />

Melhoria de 94% nos prazos de execução (TAT) dos esfregaços<br />

enviados para Calgary<br />

A avaliação demonstrou claramente a melhoria nos prazos de execução<br />

dos esfregaços que têm que ser enviados para o laboratório central, em<br />

Calgary, para revisão por um patologista (média de 1 hora e 22 minutos<br />

de fluxo de trabalho assistido pelo CellaVision vs. média 24 horas e 6<br />

minutos de referência).<br />

FIGURA 2: COMPARAÇÃO DOS PRAZOS DE EXECUÇÃO DOS ESFREGAÇOS<br />

ENVIADOS PARA CALGARY<br />

Fluxo de trabalho assistido<br />

pelo CellaVision<br />

Fluxo de trabalho de referência<br />

0 1 2 3 4 Minutos<br />

0 6 12 18 24 Horas<br />

COMENTÁRIO:<br />

A avaliação in-situ demonstrou efetivamente que podem ser alcançadas<br />

eficiências de fluxo de trabalho consideráveis ao implementar<br />

o CellaVision DC-1 em uma rede de laboratórios afiliados.<br />

A tecnologia do CellaVision ajuda os analistas clínicos a agilizarem a<br />

avaliação morfológica, permitindo simultaneamente a colaboração<br />

com colegas, supervisores e patologistas externos. Em uma rede de<br />

laboratórios, a adaptação de uma metodologia digital pode ajudar<br />

a poupar tempo considerável ao remover eficazmente a principal<br />

causa dos prazos de execução prolongados (o transporte rodoviário<br />

necessário para enviar os casos difíceis para revisão por patologistas<br />

externos).<br />

Para obter mais informações sobre a avaliação deste produto, contate a CellaVision através do endereço de email marketing@cellavision.com


087


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Revista NewsLab | Ago/Set 2019


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089


Direito e Saúde<br />

Judicialização na área da Saúde<br />

“ No período de 2008 a 2017, as ações judiciais em primeira instância, relacionadas ao direito à saúde, teve um crescimento de<br />

mencionam os NATs e 0,51% citam a Conitec e seus respecti<br />

130%.”<br />

clínicos e diretrizes terapêuticas, já considerando as variações reg<br />

Por Patrícia Fukuma*<br />

A procura pelo Judiciário objetivando<br />

o fornecimento de medicamentos, insumos,<br />

materiais, órteses, próteses, meios<br />

auxiliares de diagnóstico e vagas para<br />

internação em hospitais públicos e privados,<br />

entre outros tratamentos de saúde,<br />

tornou-se nos últimos anos um recurso<br />

muito utilizado pela população brasileira<br />

para a possibilidade de materialização do<br />

direito à saúde, garantido na Constituição<br />

Federal como um direito social e vinculado<br />

ao direito fundamental à vida, mediante<br />

o ajuizamento de ações judiciais dirigidas<br />

aos entes públicos (saúde pública) e empresas<br />

de planos de saúde (saúde suplementar<br />

ao dever do Estado ).<br />

O fenômeno da judicialização na área<br />

da saúde surgiu diante da insuficiência e<br />

ineficiência das ações e serviços de promoção,<br />

proteção e recuperação de saúde pelos<br />

sistemas de saúde existentes no Brasil: o<br />

público, composto pelo Sistema Único de<br />

Saúde (SUS), e o privado, de caráter suplementar,<br />

constituído pelos planos de saúde e<br />

profissionais autônomos.<br />

O tema tem sido profundamente debatido<br />

entre juristas, sociólogos, economistas entes<br />

públicos (União, Estados, Distrito Federal e<br />

Municípios), órgãos reguladores (ANVISA e<br />

ANS), operadoras de planos de saúde e profissionais<br />

da área da saúde, tendo em vista o<br />

grande impacto político, econômico, social e<br />

moral da judicialização da saúde.<br />

Nessa linha, o Conselho Nacional de Justiça<br />

– CNJ recentemente divulgou o estudo<br />

denominado “Judicialização da Saúde no<br />

Brasil: Perfil das demandas, causas e pro-<br />

postas de soluções” (2019) desenvolvido<br />

pelo Instituto de Ensino e Pesquisa – Insper,<br />

com o objetivo de compreender a amplitude<br />

e complexidade da judicialização<br />

da saúde para assim estabelecer políticas<br />

judiciais que orientem a solução racional<br />

dos conflitos na área da saúde.<br />

De acordo com a pesquisa realizada<br />

pelo Insper, no período de 2008 a 2017,<br />

o número de ações judiciais em primeira<br />

instância, relacionadas ao direito à saúde,<br />

teve um crescimento de 130%, ao passo<br />

que o número total de ações judiciais<br />

envolvendo outros assuntos aumentou<br />

50%. Identificou-se que “Plano de saúde”,<br />

“Seguro” e “Saúde” são os assuntos mais<br />

debatidos nas ações judiciais de primeira e<br />

segunda instância, sendo “Plano de saúde”<br />

e “Seguro” discussões envolvendo a Saúde<br />

Suplementar e “Saúde” questões relacionadas<br />

à Saúde Pública, seguindo-se dos<br />

assuntos “Fornecimento de Medicamentos”<br />

e Tratamento médico-hospitalar .<br />

Ao analisar as decisões judiciais em<br />

primeira e segunda instâncias, a pesquisa<br />

constatou que os magistrados pouco se<br />

socorrem dos órgãos que fornecem parâmetros<br />

técnicos para auxiliá-los nas soluções<br />

dos casos concretos, como o Núcleo<br />

de Apoio Técnico do Poder Judiciário - NAT<br />

criado por orientação do Conselho Nacional<br />

de Justiça - CNJ e Comissão Nacional de Incorporação<br />

de Tecnologias ao SUS - Conitec<br />

e Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas,<br />

responsáveis por indicar ao Ministério da<br />

Saúde quais tecnologias e práticas devem<br />

ser incorporadas ao SUS, indicando que<br />

Para uma melhor compreensão sobre a judicialização na área da s<br />

ser examinada à luz da saúde pública e saúde suplementar, u<br />

sistema de saúde público e privado possuem característic<br />

regulações distintas, de modo que, em sua grande maioria, os p<br />

judiciais diferem entre si.<br />

090<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019<br />

Ao analisar as decisões judiciais em primeira e segunda instânc<br />

constatou que os magistrados pouco se socorrem dos órgãos


Direito e Saúde<br />

0,29% das decisões judiciais mencionam<br />

os NATs e 0,51% citam a Conitec e seus<br />

respectivos protocolos clínicos e diretrizes<br />

terapêuticas, já considerando as variações<br />

regionais do país.<br />

Para uma melhor compreensão sobre a<br />

judicialização na área da saúde, esta deve<br />

ser examinada à luz da saúde pública e<br />

saúde suplementar, uma vez que o sistema<br />

de saúde público e privado possuem características<br />

próprias e regulações distintas,<br />

de modo que, em sua grande maioria, os<br />

pleitos nas ações judiciais diferem entre si.<br />

JUDICIALIZAÇÃO DA<br />

SAÚDE PÚBLICA<br />

O Sistema Único de Saúde – SUS – é<br />

constituído por uma rede regionalizada e<br />

hierárquica de ações e serviços de saúde,<br />

garantindo acesso integral, universal e gratuito<br />

para toda a população do país, prestados<br />

pela União, Estados, Distrito Federal<br />

e os Municípios por meio da formulação e<br />

execução de políticas públicas de saúde, na<br />

forma da Lei nº 8.080/90.<br />

O SUS compreende a atenção primária e<br />

de média e alta complexidades, os serviços<br />

de urgência e emergência, serviços hospitalares,<br />

ações e serviços das vigilâncias epidemiológica,<br />

sanitária e ambiental e assistência<br />

terapêutica integral, inclusive farmacêutica.<br />

As políticas públicas determinadas pelo<br />

SUS são estabelecidas de maneira ascendente<br />

e integrada entre os entes federativos<br />

e devem servir como indutoras para as<br />

políticas da iniciativa privada, consideradas<br />

as características das regiões de saúde,<br />

os mapas de saúde e o perfil epidemiológico<br />

da população .<br />

É fato que os gastos com a judicialização<br />

da saúde são crescentes e expressivos no<br />

Brasil, tendo o Tribunal de Contas da União<br />

publicado, em 2017, a auditoria realizada<br />

“com o objetivo de identificar o perfil, o<br />

volume e o impacto das ações judiciais na<br />

área da saúde”. Tal auditoria apurou que<br />

os valores despendidos pelo Ministério da<br />

Saúde no cumprimento das determinações<br />

judiciais cresceram mais de quatorze<br />

vezes no período de 2008 a 2015, passando<br />

de 70 milhões de reais para mais de 1<br />

bilhão de reais, levando em consideração<br />

apenas os gastos contabilizados na aquisição<br />

de medicamentos e insumos.<br />

Nesse aspecto, no rol de fornecimento<br />

dos medicamentos que mais causam impacto<br />

no orçamento público estão os medicamentos<br />

de alto custo não incorporados<br />

no SUS, medicamentos sem registro na AN-<br />

VISA e de uso off label, especialmente para<br />

o tratamento de doenças crônicas, como<br />

câncer, hepatites, diabetes e doenças raras.<br />

Como forma de mitigar os efeitos negativos<br />

da judicialização no sistema público<br />

saúde e as políticas e finanças públicas em<br />

decorrência do fornecimento de medicamentos<br />

de alto custo para doenças raras<br />

pelos entes públicos, o Estado deve avaliar<br />

sob o enfoque custo-efetividade a incorporação<br />

de novas terapias na lista do SUS.<br />

Recentemente o Supremo Tribunal Federal<br />

julgou 02 (dois) casos extremamente<br />

relevantes envolvendo o tema, a saber,<br />

Recursos Extraordinários (RE) nºs 855.178<br />

e 657.718, e que refletem em milhares de<br />

ações judiciais até então suspensas aguardando<br />

os desfechos destes casos.<br />

Nos autos do RE nº 855.178, o STF firmou<br />

o entendimento sobre a responsabilidade<br />

solidária dos entes federados em<br />

matéria de saúde, tais como, fornecimento<br />

de medicamentos e o custeio de tratamento<br />

médico adequado aos necessitados e<br />

“diante dos critérios constitucionais de<br />

descentralização e hierarquização, compete<br />

à autoridade judicial direcionar o cumprimento<br />

conforme as regras de repartição de<br />

competências e determinar o ressarcimento<br />

a quem suportou o ônus financeiro”.<br />

Já no RE nº 657.718 o STF fixou a tese<br />

de que o Estado não pode ser obrigado a<br />

fornecer medicamentos experimentais<br />

e sem registro na ANVISA. Ainda restou<br />

decidido que é possível, excepcionalmente,<br />

“a concessão judicial de medicamento<br />

sem registro sanitário, em caso de mora<br />

irrazoável da ANVISA em apreciar o pedido<br />

(prazo superior ao previsto na Lei nº<br />

13.411/2016), quando preenchidos três<br />

requisitos: (i) a existência de pedido de<br />

registro do medicamento no Brasil (salvo<br />

no caso de medicamentos órfãos para doenças<br />

raras e ultrarraras); (ii) a existência de<br />

registro do medicamento em renomadas<br />

agências de regulação no exterior; e (iii) a<br />

inexistência de substituto terapêutico com<br />

registro no Brasil”.<br />

Ainda, importante destacar que, no<br />

dia 23/10/2019, o STF julgará o Recurso<br />

Extraordinário nº 566.471, processo<br />

em que se discute se é dever do Estado<br />

fornecer medicamento de alto custo à<br />

portador de doença grave.<br />

Afora do entendimento individual de<br />

cada um sobre a judicialização da saúde,<br />

não há como negar que o fenômeno representa<br />

a efetivação do direito à saúde ao<br />

cidadão e, por outro lado, ocasiona desequilíbrio<br />

nas contas públicas e a realocação<br />

de recursos escassos em uma sociedade<br />

complexa, prejudicando o sistema público<br />

e acesso da população à saúde, além da judicialização<br />

apresentar-se como expressão<br />

de implantação de políticas públicas, de<br />

competência do Poder Executivo.<br />

Desse modo, é de extrema importância<br />

traçar o perfil e volumes das demandas<br />

judiciais, como instrumento para avaliação<br />

do impacto orçamentário da judicialização<br />

na área da saúde, bem como avaliar quais<br />

medidas estão sendo tomadas para aperfeiçoar<br />

a atuação do Poder Judiciário nos<br />

processos relativos ao direito à saúde. Bem<br />

como, é importante analisar quais ações<br />

o Ministério da Saúde tem realizado para<br />

conhecer e mitigar os efeitos negativos da<br />

judicialização da saúde e avaliar a distribuição<br />

de recursos escassos em uma sociedade<br />

complexa, determinando o que é prioritário<br />

e quem deve ser o foco dessas prioridades.<br />

092<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


093


Direito e Saúde<br />

JUDICIALIZAÇÃO DA SAÚDE SUPLE-<br />

MENTAR<br />

Entende-se por saúde suplementar como<br />

“o sistema privado de assistência à saúde<br />

das operadoras de planos de saúde e prestadores<br />

de serviços aos beneficiários, sob a<br />

regulação da Agência Nacional de Saúde<br />

Suplementar (ANS)” , regulada principalmente<br />

pelas Leis nº 9.656/98 e 9.961/00.<br />

Muito se discute sobre a judicialização<br />

na saúde pública, mas não se pode deixar<br />

de considerar que o trabalho divulgado<br />

pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ)<br />

indicou a alta incidência de demandas judiciais<br />

que tratam dos temas como “Plano<br />

de Saúde” e “Seguro”, as quais afetam<br />

direta ou indiretamente as relações contratuais<br />

de cerca de 50 milhões de beneficiários<br />

de planos de saúde, operadoras<br />

e prestadores de serviços de assistência<br />

à saúde, demonstrando a relevância da<br />

judicialização na esfera privada.<br />

O documento apontou que no setor privado<br />

as questões mais recorrentes se referem<br />

às dietas, insumos ou materiais, leitos<br />

e procedimentos, destacando que o tema<br />

de maior expressão é o que envolve órteses<br />

e próteses, mencionados em mais de 108<br />

mil decisões de tutela antecipada em uma<br />

amostra de 188 mil.<br />

Por sua vez, a Agência Nacional de Saúde<br />

(ANS) divulgou estudo denominado<br />

“Judicialização na Saúde Suplementar –<br />

Pesquisa realizada no âmbito do programa<br />

parceiros da cidadania” , tendo constatado<br />

que dentre os temas mais judicializados<br />

estão: cobertura, cláusulas contratuais<br />

irregulares ou abusivas e reajustes dos planos<br />

de saúde. O estudo também aponta<br />

que o judiciário tem cultura disseminada<br />

de considerar princípios aplicáveis ao SUS<br />

à Saúde Suplementar, especialmente<br />

quanto à garantia universal de acesso à<br />

saúde, utilizando-se do Código de Defesa<br />

do Consumidor e em alguns casos decidindo<br />

de forma distinta das normas reguladoras<br />

instituídas pela ANS.<br />

Não se pode deixar de lembrar<br />

que a ANS, criada por meio da Lei<br />

nº 9.961/00, autarquia sob regime<br />

especial, vinculada ao Ministério da<br />

Saúde, tem por finalidade “promover<br />

a defesa do interesse público na<br />

assistência suplementar à saúde,<br />

regulando as operadoras setoriais,<br />

inclusive quanto às suas relações<br />

com prestadores e consumidores,<br />

contribuindo, assim, para o desenvolvimento<br />

das ações de saúde no<br />

país”, estabelecendo normas e diretrizes<br />

que devem ser seguidas pelos<br />

cidadãos e empresas privadas, visando<br />

a sustentabilidade do setor<br />

e o acesso à saúde.<br />

*Patrícia Fukuma<br />

A ponderação do direito à saúde do<br />

consumidor e o interesse econômico<br />

das operadoras, além da questão da<br />

transferência das obrigações do Estado<br />

à iniciativa privada no setor da saúde<br />

suplementar, são problemas que os<br />

integrantes do Poder Judiciário se deparam<br />

em seu dia a dia, de modo que<br />

seus atos devem estar pautados na<br />

busca da harmonização na proteção do<br />

consumidor e garantia da sustentabilidade<br />

da saúde suplementar do Brasil.<br />

CONCLUSÃO<br />

O presente artigo não tem a pretensão<br />

de esgotar o tema, mas sim de<br />

despertar o interesse do leitor para a<br />

problemática que envolve a judicialização<br />

na área da saúde, dada a sua<br />

amplitude, complexidade e consequências<br />

para a sociedade. Também<br />

não deixa de destacar o quanto a<br />

judicialização afeta entes públicos<br />

no âmbito das políticas de saúde<br />

pública e gestão orçamentária, saúde<br />

suplementar (impactando a oferta<br />

de serviços de assistência à saúde e<br />

as operadoras de planos de saúde),<br />

demonstrando ser este um constante<br />

desafio para toda a cadeia na busca<br />

por soluções e proposição de medidas<br />

concretas para equacionar todos<br />

os direitos envolvidos.<br />

É sócia e fundadora do escritório Fukuma Advogados,<br />

escritório altamente especializado na área regulatóriasanitária.<br />

Com agradecimento à colaboração de Flavia Antonanzas.<br />

094<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


Informe Científico<br />

A síndrome do X-Frágil<br />

A síndrome do X-Frágil é a forma mais frequente de deficiência intelectual herdada.<br />

A síndrome do X-Frágil (SFX) é uma<br />

condição genética que acomete cerca de<br />

1 a cada 4.000 meninos e 1 a cada 6.000<br />

meninas. O mecanismo etiológico da SFX<br />

é a expansão dos nucleotídeos CGG no<br />

primeiro éxon do gene FMR1, que se localiza<br />

no cromossomo X, acarretando na<br />

ausência da proteína FMRP.<br />

Na maioria da população, o número de<br />

repetições CGG encontra-se entre 6 a 55.<br />

Entretanto, quando ocorre a amplificação<br />

e o número de repetições ultrapassa de<br />

200 (mutação completa), o indivíduo<br />

manifesta o quadro clínico da SFX. Já os<br />

indivíduos que estão entre 55 e 200 repetições<br />

são chamados de portadores da<br />

pré-mutação, podendo não apresentar<br />

sintomas completos, mas, mesmo assim,<br />

correm o risco de passar a condição genética<br />

aos descendentes.<br />

Mais frequentes em homens do<br />

que em mulheres, os sintomas também<br />

podem variar na diferença de<br />

sexo. Segundo a ONG Eu Digo X,<br />

indivíduos do sexo masculino são<br />

mais afetados pela doença do que as<br />

mulheres. Entres eles estão sintomas<br />

como comprometimento intelectual,<br />

atraso na fala, fala repetitiva, ecolalia,<br />

hiperatividade, estereotipias, impulsividade,<br />

dificuldade de socializar,<br />

entre outros. Além de sinais visíveis<br />

como orelhas grandes e em forma de<br />

abano, articulações mais flexíveis que<br />

o normal, face alongada e mandíbula<br />

proeminente. As meninas, apesar de<br />

apresentarem sintomas parecidos,<br />

possuem sinais menos aparentes e refletem<br />

basicamente a dificuldade na<br />

aprendizagem, ansiedade, impulsividade,<br />

dificuldades nas relações sociais<br />

e fobias. Segundo o Dr. Roberto Herai,<br />

geneticista e pesquisador da ONG,<br />

essa diferença de sintomas se dá pelo<br />

fato da síndrome ser causada por uma<br />

mutação genética no cromossomo X.<br />

“Homens que apresentam a mutação<br />

possuem maior gravidade nos sintomas;<br />

enquanto que as mulheres, por<br />

terem dois cromossomos X, sendo<br />

um deles não mutado, apresentam<br />

sintomas mais leves”, explica o médico.<br />

Algumas características da SXF se<br />

sobrepõem as identificadas no Transtorno<br />

do Espectro do Autismo (TEA).<br />

Em decorrência desta sobreposição,<br />

o teste do X-Frágil é indicado a todas<br />

as crianças com comportamentos<br />

autísticos. “Há uma grande sobreposição<br />

de sintomas entre as condições,<br />

096<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


suportar o preconceito de todos aqueles que não sabem<br />

ou não conseguem conviver com uma criança especial.<br />

Apesar das dificuldades, conseguimos adequar a rotina<br />

para estimular ao máximo sua capacidade de aprendizagem<br />

e desempenho, proporcionando uma qualidade de<br />

vida melhor ao Jorge. Hoje meu filho é um adolescente<br />

saudável e feliz dentro do seu universo de possibilidades<br />

e limitações”, comenta a mãe.<br />

Para as famílias acometidas pela mutação genética, o<br />

ideal é o acompanhamento e o aconselhamento médico,<br />

já que hoje há diferentes alternativas que podem ser<br />

consideradas no momento do planejamento familiar. Para<br />

as pessoas já diagnosticadas, o Dr. Herai indica um tratamento<br />

específico que leve em consideração a melhora no<br />

aprendizado, o desenvolvimento da fala e o uso de medicação<br />

para controlar a hiperatividade e a falta de atenção.<br />

O DB Molecular disponibiliza o exame para detecção da<br />

SXF e apoia a causa juntamente com o Instituto Liko Kaesemodel,<br />

que desenvolve o projeto Eu Digo X, para auxílio<br />

do diagnóstico, prevenção e tratamento da doença.<br />

sendo um desafio para os profissionais, até para os mais<br />

preparados. Ainda há muito para ser feito: faltam políticas<br />

públicas que eduquem a população para que se entenda<br />

melhor o que são essas condições e de que forma elas podem<br />

ser diagnosticadas e tratadas para melhorar a qualidade<br />

de vida das pessoas acometidas e de seus familiares”,<br />

complementa o Dr. Herai.<br />

Sabrina Mugiatti enfrenta esses desafios com seu filho<br />

Jorge, de 15 anos, que inicialmente foi diagnosticado<br />

com autismo. “O momento do diagnóstico da SXF foi<br />

difícil, ninguém está preparado para saber que seu filho<br />

viverá para sempre com uma deficiência que não tem<br />

cura. A primeira sensação foi de tristeza, revolta e muito<br />

desespero. Não sabíamos como procurar ajuda e nem<br />

como seria o futuro do nosso filho. Depois vem a dor de<br />

Referência Bibliográfica<br />

http://genoma.ib.usp.br/pt-br/servicos/consultas-e-testes-geneticos/doencas-atendidas/sindrome-do-cromossomo-x-fragil<br />

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK1384/<br />

http://psiqweb.net/index.php/infancia-e-adolescencia/sindrome-do-x-fragil/<br />

https://www.eudigox.com.br/<br />

DB Molecular | Diagnósticos do Brasil<br />

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097


lady news<br />

Novidades do Scarpin Microscópio<br />

Bianca Calasans Silva Pimentel Franco.<br />

Em junho do presente ano foi realizado<br />

o 470 Congresso Brasileiro<br />

de Análises Clínicas (CBAC), evento<br />

promovido pela Sociedade Brasileira<br />

de Análises Clínicas (SBAC), e a Organização<br />

Feminina de Análises Clínicas<br />

(OFAC) esteve presente com todas as<br />

suas integrantes. Momento único,<br />

pois a interação que, anteriormente,<br />

apenas era lógica, através de mídias<br />

sociais, passou a ser mais humanizada,<br />

uma vez que nos conhecemos<br />

pessoalmente e pudemos nos relacionar<br />

fisicamente, transmitindo sentimentos<br />

pelo diálogo, pelo toque e<br />

pelo olhar. Nada mais feminino!<br />

Entretanto, a ida ao congresso não<br />

foi apenas para interação pessoal,<br />

o que, de fato, é imprescindível!<br />

Mas, ao contrário, a nossa presença<br />

ressaltou ainda mais a nossa<br />

capacidade de gestão, liderança e,<br />

especialmente, a potencialidade na<br />

produção científica.<br />

Além de exercer efetivamente a<br />

gestão através das intensas negociações<br />

e trocas de experiências com<br />

vários colegas de distintas realidades,<br />

o 470 CBAC propiciou um momento<br />

de exaltar a participação das ofacanas<br />

na ciência, um dos princípios basilares<br />

desse grupo tão plural de gestoras. E<br />

foi extremamente positiva a participação<br />

sob este aspecto.<br />

Durante todo o evento, algumas<br />

integrantes apresentaram painéis e<br />

palestras sobre diversos temas na<br />

área afim. E, mediante prévio convite<br />

da mediadora Dra Marbenha Linko,<br />

eu e as ofacanas Dra. Taís Pozza e<br />

Dra. Mônica Amaral participamos<br />

de uma mesa redonda, a qual tinha<br />

como tema central a gestão corporativa<br />

empreendedora ética e transparente<br />

sob o prisma feminino e como<br />

ela se adequaria frente ao laboratório<br />

do futuro.<br />

Em uma breve síntese, passa-se a<br />

relatar a dinâmica empregada por nós<br />

para discussão do tema proposto. Dra. Taís<br />

evidenciou a importância de uma gestão<br />

focada no empreendedorismo, baseada<br />

na humanização, e o quão a sensibilidade<br />

e a criatividade feminina salienta a<br />

exploração estratégica de novas soluções<br />

e oportunidades, sem desviar do caráter<br />

cooperativo direcionado, inovador, sustentável,<br />

técnico, objetivo e rentável.<br />

Por sua vez, Dra. Mônica salientou<br />

o laboratório do futuro, a convergência<br />

entre os mundos físico e<br />

virtual, e como as novas tecnologias<br />

robóticas podem ser inseridas em<br />

nossos serviços sem desprivilegiar o<br />

ser humano com suas competências<br />

sensoriais e emotivas e sua capacidade<br />

técnica laboral. Exaltou que a<br />

tecnologia futurística impõe uma<br />

maior produtividade e tem o condão<br />

de minimizar os erros e, consequentemente,<br />

custos, já que a automação<br />

tem proporcionado uma inteligência<br />

lógica integrativa e eficaz.<br />

E, por fim, evidenciando a versatilidade<br />

da mulher visionária e<br />

ciente de sua responsabilidade civil<br />

enquanto gestora corporativa, participei<br />

da mesa redonda salientando a<br />

importância da implantação do programa<br />

de compliance em empresas,<br />

direcionando o entendimento para<br />

laboratórios de análises clínicas,<br />

sejam eles do segmento privado ou<br />

mesmo público.<br />

Em minha exposição, ressaltei a<br />

imprescindibilidade de seguir normas<br />

internas e externas, a fim de<br />

098<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


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A cobas analyser series cobas 8000 foi projetada para laboratórios com alta<br />

carga de trabalho, e pode cobrir uma faixa de produção de 3 a 15 milhões de testes<br />

por ano. As combinações desses módulos oferecem mais de 19 configurações com<br />

muitas escolhas para adaptar soluções a necessidades laboratoriais específicas.<br />

Analisadores Hematológicos Automatizados<br />

Sysmex Série-XN<br />

Alta performance, capacidade de expansão e possibilidade de reportar<br />

parâmetros clínicos avançados. O novo design permite que os laboratórios<br />

criem a configuração perfeita para suas necessidades de evolução. A série-XN torna<br />

desnecessário adquirir analisadores que necessitam de muito espaço físico e de um<br />

investimento excessivo para obter alta performance.<br />

sistema Cobas b 123 gasometria<br />

Analisador rápido portátil de múltiplos parâmetros que fornece muitos dos<br />

resultados vitais para tomada de decisões emergenciais. A partir de uma gota de<br />

sangue, o sistema avalia o estado de oxigenação, de ácido/base assim como fornece<br />

informações sobre eletrólitos e metabólitos, glicose e lactato dentro de 2 minutos.<br />

sistema Cobas H 232 para POC<br />

Determinação rápida e fácil de marcadores cardíacos no sangue<br />

como a troponina T, a CK-MB, a mioglobina, o D-dímero, e o<br />

NT-proBNP para dar suporte a decisões sobre diagnóstico e<br />

tratamento de DCV no local.<br />

analisador cobas T 411<br />

Indicado para laboratório de baixa a média rotina. Máxima eficiência e flexibilidade,<br />

possui recursos inovadores, como a leitura de código de barras automatizada<br />

e integrada para amostras e reagentes. Com o carregamento contínuo de reagentes,<br />

amostras e cuvetes, o analisador cobas T 411 garante a máxima produtividade e<br />

fluxo de trabalho.<br />

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lady news<br />

fiscalizar possíveis irregularidades,<br />

dirimir, erradicar possíveis desvios<br />

antiéticos, com o fito de efetivar uma<br />

gestão transparente e íntegra, baseada<br />

na legalidade, na moralidade,<br />

na honestidade e na probidade.<br />

Ainda destaquei que a implantação<br />

da política de compliance não<br />

é algo utópico e inalcançável, independentemente<br />

do porte da empresa.<br />

Ao contrário, é bem mais fácil do<br />

que se imagina e os resultados são<br />

extremamente positivos, uma vez<br />

que transmite ao cliente a responsabilidade<br />

civil com os interesses<br />

sociais, bem como sobreleva os valores<br />

culturais e morais empregados<br />

pelo estabelecimento, pois evidencia<br />

o código de postura e oferece a<br />

publicidade necessária da conduta<br />

dos gestores atentos aos anseios da<br />

sociedade e dos colaboradores participantes<br />

do processo.<br />

Há que se entender que, nos dias<br />

atuais, tal premissa, embora pareça<br />

tão simplória e evidente, é sobremaneira<br />

relevante, já que transmite<br />

a ideia de uma gestão voltada para<br />

o combate à corrupção e às mazelas<br />

que tanto infringem nossa sociedade<br />

em tempos contemporâneos. Enfim,<br />

compliance é, traduzindo objetivamente,<br />

a materialização da ética<br />

e a personificação da moralidade,<br />

alicerçada pelos princípios da legalidade<br />

e da honestidade.<br />

Com essa temática, vislumbrou-se<br />

um horizonte promissor e empreendedor<br />

no ramo das análises clínicas na<br />

promoção do cuidado, obviamente,<br />

com a participação efetiva da mulher<br />

em cargos de liderança e gestão.<br />

Destarte, aproveitando a participação<br />

feminina de sucesso em nosso<br />

segmento profissional e destacando<br />

a questão da prevenção – o que<br />

transmite a ideia de constante vigilância<br />

e um olhar apurado acerca da<br />

gestão em saúde para este público<br />

alvo, a OFAC enaltece as ações durante<br />

o mês de outubro em alusão<br />

ao diagnóstico precoce e ao combate<br />

aos cânceres de mama e colo do útero,<br />

quando, mundialmente, celebra-<br />

-se a promoção da saúde da mulher<br />

através da conscientização sobre a<br />

doença, com o intuito de propagar<br />

o alerta preliminar e permitir que a<br />

mulher empodere-se frente ao cuidado<br />

de sua própria saúde.<br />

E as gestoras da OFAC sabem muito<br />

bem estimular tais ações, pois,<br />

com o bico do nosso Scarpin Microscópio<br />

– que, em outubro, passa a<br />

ser rosa - chutamos o preconceito, e<br />

com a base do salto evidenciamos a<br />

inserção da ciência médica sob a ótica<br />

feminina na saúde da população.<br />

Bianca Calasans Silva Pimentel Franco<br />

Bióloga e Biomédica (UNIT) e Bacharel em Direito (UESPI).<br />

Especialista em Análises Clínicas (UNIT), em Gestão em Saúde (UESPI), em Saúde da Família<br />

(UFPI) e pós-graduanda em Direito Público (FCP).<br />

0100<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


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Minuto Laboratório<br />

‘O temido tubo de<br />

tampa azul’<br />

Por Fábia*<br />

“Coletou abaixo da marca, coletou<br />

acima da marca – nova coleta”.<br />

Esta frase já deve ter sido ouvida por<br />

todos ou pela maioria que já trabalhou<br />

ou trabalha com coleta de sangue. E<br />

a primeira coisa que vem a mente de<br />

quem está no setor é: “Mas será que<br />

precisa mesmo”? Ou, “não acredito que<br />

faça tanta diferença assim” e por aí vão<br />

os mais diversos questionamentos.<br />

Insatisfação para o profissional, que<br />

precisará puncionar de novo – manobra<br />

que nem sempre é simples – principalmente<br />

quando se tratam de pacientes<br />

oncológicos, crianças, idosos e aqueles<br />

que fazem uso de anticoagulante. E<br />

reclamação do paciente – que muitas<br />

vezes, não quer ser “furado” novamente.<br />

E, Sim! Faz uma enorme diferença, e<br />

vamos além: segundo estudos já realizados,<br />

não apenas o volume inadequado<br />

interfere em um resultado, como a<br />

ordem correta dos tubos e o TEMPO de<br />

centrifugação – que deve ser no mínimo<br />

de 15 minutos e de preferência em<br />

centrífugas refrigeradas – para maior<br />

estabilidade da amostra.<br />

Os tubos com Citrato de Sódio – nome<br />

do conservante do tubo de tampa azul<br />

– cor preconizada mundialmente – servem<br />

para inúmeros testes laboratoriais e<br />

em sua maioria, utiliza-se o plasma da<br />

Fábia *<br />

* Biomédica, especializada em Auditoria,<br />

com mais de 20 anos na área Laboratorial.<br />

Atualmente é consultora e auditora da<br />

Empresa Suzimara & Sarahyba Consultoria<br />

e Treinamentos LTDA.<br />

amostra para realização dos ensaios.<br />

Triagem também é uma fase pré-<br />

-analítica de suma importância. Não<br />

queira “ganhar tempo” diminuindo o<br />

tempo de centrifugação – além de<br />

contribuir para o analista liberar um resultado<br />

errado, prejudicará o paciente.<br />

Uma forma simples e eficiente de<br />

averiguarmos a fidelidade do tempo<br />

em que a amostra foi centrifugada é:<br />

dosar no plasma, a contagem de plaquetas.<br />

Uma amostra adequada deve<br />

conter abaixo de 10.000 plaquetas.<br />

E acredite, o pré-analítico é fundamental<br />

para o sucesso do diagnóstico. Não<br />

subestime seu papel na coleta ou triagem.<br />

4ª edição do livro:<br />

Procedimentos Básicos em<br />

Microbiologia Clínica<br />

Edição amplamente revisada<br />

Novos capítulos:<br />

Pesquisa e cultura de fungos;<br />

Coleta de Amostras Biológicas<br />

para diferentes exames.<br />

LANÇAMENTO: Congresso Brasileiro da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial<br />

Rio de Janeiro, de 24 a 27 de setembro 2019.<br />

0104<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019<br />

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0105


lady news


informe de mercado<br />

Informes de Mercado<br />

Esta seção é um espaço publicitário dedicado<br />

para a divulgação e ou explanação dos produtos e<br />

lançamentos do setor.<br />

Área exclusiva para colaboradores anunciantes.<br />

Diagnóstica Rio trabalhando pela excelência dos clientes<br />

A Diagnóstica Rio Produtos e Serviços<br />

Médicos Hospitalares Ltda, fundada<br />

em 2006, atua em todo o estado<br />

do Rio de janeiro, comercializando<br />

equipamentos e insumos em geral nas<br />

áreas laboratorial, médico-hospitalar e<br />

veterinária, bem como presta serviços<br />

inerentes a tais distribuições, oferecendo<br />

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Conta com equipes próprias<br />

de assistência técnica, assessoria<br />

científica, logística e corpo de vendas.<br />

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à distância SITRAD, monitoramento<br />

das entregas, veículos próprios e tudo<br />

mais que é necessário para garantir<br />

que seus clientes recebam os produtos<br />

dentro das condições de uso estabelecidas<br />

pelos fabricantes e normas da<br />

vigilância sanitária.<br />

Por ser uma empresa cumpridora<br />

das normas e sempre focar nas necessidades<br />

dos clientes é registrada nos<br />

principais conselhos de classe: CRBIO,<br />

CRF, COREN, CREA e CFT, que regulamentam<br />

às áreas de atuação onde a<br />

Diagnostica Rio presta seus serviços.<br />

Nosso portifólio inclui equipamentos<br />

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hematologia e urianálise, linhas<br />

de hemoculturas, soros para identificação<br />

microbiana, meios de cultura,<br />

testes rápidos para doenças autoimunes,<br />

infecciosas e alérgicas, de urianálise,<br />

de esterilização, de materiais da<br />

linha médica hospitalar e laboratorial:<br />

seringas, agulhas, tubos de coleta, tubos<br />

de ensaio e todos os equipamentos<br />

acessórios necessários para o funcionamento<br />

dos laboratórios: microscópios,<br />

contador de células, centrifugas,<br />

pipeta e outros.<br />

São 13 anos de atuação no mercado,<br />

onde os resultados deste trabalho são<br />

evidentes, e, graças a muita seriedade<br />

e dedicação, sempre visando oferecer<br />

cada vez mais produtos e serviços objetivando<br />

a excelência, temos conquistado<br />

um espaço crescente no mercado.<br />

DIAGNÓSTICA RIO PROD. SERV. MÉDICOS<br />

HOSPITALARES LTDA.<br />

(21) 2580-3357<br />

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www.diagnosticario.com.br<br />

0108<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


Biodinamica, 32 anos de dedicação ao mercado de<br />

diagnóstico in vitro<br />

A Biodinamica atua em todo o estado<br />

do Rio de Janeiro vendendo produtos e<br />

soluções para todos os tipos e tamanhos<br />

de laboratórios. Nossa equipe tem o objetivo<br />

de atender necessidades dos clientes<br />

e transformar nossa visão da empresa em<br />

realidade. Nossa visão é “Ser reconhecida<br />

pelo mercado como uma empresa de<br />

ponta na comercialização de produtos<br />

para saúde e na prestação de serviços técnicos<br />

específicos”.<br />

Neste longo caminho a empresa tem<br />

investido em parcerias com marcas sólidas<br />

e na excelência dos atendimentos técnico<br />

e científico. Nossa principal parceria é com<br />

a ROCHE onde distribuímos todos os tipos<br />

de soluções, desde glicemia hospitalar,<br />

passando por todas as áreas do laboratório,<br />

tais como, bioquímica, imunologia,<br />

hematologia, gasometria, coagulação,<br />

eletrólitos, urianálise, soluções em Point<br />

of Care para emergências, soluções para<br />

veterinárias, consultoria laboratorial e soluções<br />

de TI para laboratório.<br />

Nosso pessoal comercial, técnico e científico<br />

é treinado para assessorar os clientes<br />

a definirem soluções para todos os tipos<br />

de desafios, desde a montagem inicial do<br />

laboratório, como para planejar a expansão<br />

e liberação de modo interfaceado das rotinas.<br />

A parceria que mantemos com nossos<br />

clientes e nossa dedicação a estes, é o que<br />

tem feito nossa história de sucesso. Quando<br />

houver um problema, nos consulte, talvez<br />

nós possamos ajudar a encontrar a solução<br />

ideal para o seu Laboratório.<br />

Produtos e Serviços para<br />

Laboratórios Ltda<br />

Biodinâmica Prod. e Serv. p/ Lab. Ltda.<br />

Rua Carlos Costa , nº 10 B.Riachuelo<br />

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informe de mercado<br />

0110<br />

Recirculação ou armazenamento estático?<br />

As bactérias desenvolvem-se em água<br />

pura e formam biofilmes nas superfícies em<br />

contacto com a água, a menos que sejam<br />

tomadas medidas de prevenção. São utilizados<br />

sub-mícrons 0,2 ou ultrafiltros para<br />

remover bactérias, mas se a água que os<br />

alimenta se encontrar muito contaminada<br />

o armazenamento é necessário na maioria dos sistemas<br />

de purificação de água após fases de purificação iniciais<br />

com bactérias o filtro enfrentará um desafio<br />

relativamente lentas, tais como a destilação ou a osmose<br />

muito<br />

inversa.<br />

elevado<br />

a água purificada<br />

resultante<br />

pode ser<br />

da<br />

armazenada<br />

acumulação<br />

de várias<br />

de<br />

formas:<br />

bactérias e detritos com riscos elevados de<br />

Opção 1<br />

crescimento Num reservatório e ou até depósito de contaminação, flexível para utilização bem após<br />

como troca iónica, libertação radiação de UV detritos e filtração. na água.<br />

O controlo dos níveis bacterianos antes<br />

Opção 1<br />

dos<br />

Armazenamento<br />

filtros é alcançado<br />

estático<br />

através da Áreas recirculação<br />

e da utilização de radiação ultravioleta. É<br />

para<br />

oclusão de ar<br />

essencial um plano cuidadoso para A alcançar água não<br />

Zona<br />

o controlo adequado. A recirculação é abordada<br />

nesta Nota tecnológica; a aplicação de<br />

estática estagnação<br />

UV no controlo bacteriano é abordada na<br />

Alimentação do<br />

purificador<br />

Nota tecnológica 17 “Utilização da luz UV<br />

Ponto de<br />

no controlo bacteriano”.<br />

distribuição<br />

Recirculação comparada com armazenamento<br />

estático<br />

o armazenamento é necessário na maioria<br />

dos sistemas de purificação de água após<br />

fases de purificação iniciais relativamente<br />

lentas, tais como a destilação ou a osmose<br />

inversa. a água purificada pode ser armazenada<br />

de várias formas:<br />

Opção 1<br />

Num reservatório ou depósito flexível<br />

para utilização após passagem simples, através<br />

de uma combinação de resinas de troca<br />

iónica, radiação UV e filtração<br />

flui para a área<br />

resultando em<br />

Recirculação ou<br />

armazenamento estático?<br />

As bactérias desenvolvem-se em água pura e formam biofilmes nas superfícies em contacto com a<br />

água, a menos que sejam tomadas medidas de prevenção. Alimentação São utilizados sub-mícrons 0,2 ou ultrafiltros<br />

do purificador<br />

para remover bactérias, mas se a água que os alimenta se encontrar muito contaminada A água recircula com bactérias<br />

Bomba de ininterruptamente<br />

o filtro enfrentará um desafio muito elevado resultante da acumulação recirculação de bactérias quando e não detritos existe com<br />

solicitação<br />

riscos elevados de crescimento e até de contaminação, bem como libertação de detritos na água.<br />

O controlo dos níveis bacterianos antes dos filtros é alcançado através da recirculação e da utilização de<br />

radiação ultravioleta. É essencial um plano cuidadoso para alcançar o controlo adequado. A recirculação<br />

é abordada nesta Nota tecnológica; a aplicação de UV no controlo A recirculação bacteriano da é água abordada num sistema na Nota de<br />

tecnológica 17 “Utilização da luz UV no controlo bacteriano”.<br />

Recirculação comparada com armazenamento estático<br />

o armazenamento é necessário na maioria dos sistemas<br />

de purificação de água após fases de purificação iniciais<br />

relativamente lentas, tais como a destilação ou a osmose<br />

inversa. a água purificada pode ser armazenada de várias<br />

formas:<br />

Opção 1<br />

Recirculação ou<br />

armazenamento estático?<br />

As bactérias desenvolvem-se em água pura e formam biofilmes nas superfícies em contacto com a<br />

água, a menos que sejam tomadas medidas de prevenção. São utilizados sub-mícrons 0,2 ou ultrafiltros<br />

para remover bactérias, mas se a água que os alimenta se encontrar muito contaminada com bactérias<br />

o filtro enfrentará um desafio muito elevado resultante da acumulação de bactérias e detritos com<br />

riscos elevados de crescimento e até de contaminação, bem como libertação de detritos na água.<br />

O controlo dos níveis bacterianos antes dos filtros é alcançado através da recirculação e da utilização de<br />

radiação ultravioleta. É essencial um plano cuidadoso para alcançar o controlo adequado. A recirculação<br />

é abordada nesta Nota tecnológica; a aplicação de UV no controlo bacteriano é abordada na Nota<br />

tecnológica 17 “Utilização da luz UV no controlo bacteriano”.<br />

Num reservatório ou depósito flexível para utilização após<br />

passagem simples, através de uma combinação de resinas de<br />

troca iónica, radiação UV e filtração.<br />

Opção 1<br />

Armazenamento estático<br />

Alimentação do<br />

purificador<br />

Recirculação comparada com armazenamento estático<br />

passagem simples, através de uma combinação de resinas de<br />

Zona<br />

estática<br />

Áreas para<br />

oclusão de ar<br />

A água não<br />

flui para a área<br />

resultando em<br />

estagnação<br />

Ponto de<br />

distribuição<br />

Opção 2<br />

Num reservatório com recirculação<br />

periódica através de uma combinação<br />

de resinas de troca iónica, radiação UV e<br />

filtração. A opção 1 não fornece controlo<br />

ou remoção e não é recomendada para<br />

Opção 2<br />

aplicações em que os níveis bacterianos<br />

Num reservatório com recirculação periódica através de<br />

uma combinação resinas de troca iónica, radiação<br />

necessitem de ser controlados. a opção 2<br />

UV e filtração.<br />

a é opção a melhor 1 não fornece escolha controlo para ou remoção baixos e não níveis é de<br />

recomendada para aplicações em que os níveis bacterianos<br />

necessitem contaminação de ser controlados. no reservatório a opção 2 é a melhor e purificação<br />

final anterior à utilização. ambas as<br />

escolha<br />

para baixos níveis de contaminação no reservatório e<br />

purificação final anterior à utilização. ambas as opções<br />

são comparadas abaixo.<br />

opções são comparadas abaixo.<br />

Opção 2<br />

Armazenamento com recirculação periódica<br />

Retorno para<br />

repurificação<br />

Opção 2<br />

Num reservatório com recirculação periódica através de<br />

uma combinação de resinas de troca iónica, radiação<br />

UV e filtração.<br />

armazenamento de água purificada tem<br />

dois propósitos. a água em movimento<br />

tende a interferir com o estabelecimento<br />

e crescimento de biofilmes, que actuam<br />

como núcleos para o crescimento bacte-<br />

a opção 1 não fornece controlo ou remoção e não é<br />

recomendada para aplicações em que os níveis bacterianos<br />

necessitem riano. a de passagem ser controlados. repetida a opção de 2 água é a melhor através escolha<br />

para baixos níveis de contaminação no reservatório e<br />

de uma câmara UV e de um meio de pu-<br />

purificação final anterior à utilização. ambas as opções<br />

são comparadas abaixo.<br />

Opção 2<br />

Armazenamento com recirculação periódica<br />

Retorno para<br />

repurificação<br />

Alimentação<br />

do purificador<br />

Bomba de<br />

recirculação<br />

Filtro de ventilação<br />

composto para<br />

remoção de<br />

contaminantes<br />

atmosféricos<br />

A água flui<br />

constantemente –<br />

não existem áreas<br />

estáticas<br />

Ponto de<br />

distribuição<br />

rificação remove as bactérias e outras impurezas<br />

de forma contínua, minimizando a<br />

acumulação. em contraste, a água estática<br />

em reservatórios ou em dead-legs (secções<br />

estagnadas) é sempre considerada<br />

Filtro de ventilação<br />

como uma fonte altamente composto indesejável para de<br />

remoção de<br />

contaminação bacteriana, contaminantes como recomendado<br />

em clSi, iSPe, USP, A água eP. flui a recirculação<br />

atmosféricos<br />

constantemente –<br />

pode produzir melhoramentos não existem áreas drásticos<br />

estáticas<br />

nos níveis de contaminação bacteriana,<br />

Ponto de<br />

distribuição<br />

conforme ilustrado abaixo. a água purifi-<br />

A água recircula<br />

ininterruptamente<br />

quando não existe<br />

solicitação<br />

cada foi armazenada em dois reservatórios<br />

esterilizados de 25 litros equipados com<br />

filtros de protecção. em ambos os casos, foi<br />

distribuído 1 litro de água por minuto por<br />

hora, o correspondente a dois volumes de<br />

reservatório por dia. os reservatórios foram<br />

higienizados periodicamente. Num dos reservatórios<br />

não foi efectuada recirculação e<br />

foram recolhidas amostras de forma asséptica.<br />

a água que se encontrava no segundo<br />

sistema foi recirculada ininterruptamente<br />

através de uma resina de troca iónica e<br />

de uma câmara UV. as amostras foram<br />

recolhidas de dois pontos: do reservatório<br />

e depois da câmara UV. os resultados são<br />

ilustrados abaixo. como esperado, os níveis<br />

bacterianos no reservatório estático foram<br />

muito elevados, aumentando de 4 para<br />

mais de 1000 UFc/ml. os níveis no reservatório<br />

onde ocorreu a recirculação apresentaram<br />

uma média de 2,1 UFc/ml, realçando<br />

a carga mais baixa em qualquer filtro final.<br />

os melhores resultados foram obtidos a<br />

partir de amostras recolhidas após as tecnologias<br />

de purificação, tipicamente 0,1<br />

UFc/ml ou menos.<br />

a recirculação da água num sistema de armazenamento de água purificada tem dois propósitos. a água em movimento tende<br />

a interferir com o estabelecimento e crescimento de biofilmes, que actuam como núcleos para o crescimento bacteriano.<br />

a passagem repetida de água através de uma câmara UV e de um meio de purificação remove as bactérias e outras impurezas<br />

de forma contínua, minimizando a acumulação. em contraste, a água estática em reservatórios ou em dead-legs (secções<br />

estagnadas) é sempre considerada como uma fonte altamente indesejável de contaminação bacteriana, como recomendado<br />

em clSi, iSPe, USP, eP.<br />

a recirculação pode produzir melhoramentos drásticos nos níveis de contaminação bacteriana, conforme ilustrado abaixo.<br />

a água purificada foi armazenada em dois reservatórios esterilizados de 25 litros equipados com filtros de protecção. em<br />

ambos os casos, foi distribuído 1 litro de água por minuto por hora, o correspondente a dois volumes de reservatório por dia.<br />

os reservatórios foram higienizados periodicamente. Num dos reservatórios não foi efectuada recirculação e foram recolhidas<br />

amostras de forma asséptica. a água que se encontrava no segundo sistema foi recirculada ininterruptamente através de uma<br />

resina de troca iónica e de uma câmara UV. as amostras foram recolhidas de dois pontos: do reservatório e depois da câmara<br />

UV. os resultados são ilustrados abaixo. como esperado, os níveis bacterianos no reservatório estático foram muito elevados,<br />

aumentando de 4 para mais de 1000 UFc/ml. os níveis no reservatório onde ocorreu a recirculação apresentaram uma<br />

média de 2,1 UFc/ml, realçando a carga mais baixa em qualquer filtro final. os melhores resultados foram obtidos a partir de<br />

amostras recolhidas após as tecnologias de purificação, tipicamente 0,1 UFc/ml ou menos.<br />

contagem total viável<br />

*Contagem total viável<br />

Reservatório estático Reservatório de recirculação<br />

torneira de distribuição de recirculação<br />

Para mais informações:<br />

www.veoliawatertech.com/latam<br />

watertech.marcom.latam@veolia.com<br />

Dias<br />

Para mais informações:<br />

www.veoliawatertech.com/latam<br />

watertech.marcom.latam@veolia.com<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019<br />

Reservatório estático<br />

Reservatório de recirculação<br />

torneira de distribuição de recirculação


Fujirebio estará presente no 53º Congresso Brasileiro<br />

de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial<br />

A Fujirebio estará presente no 53º<br />

CBPC/ML (Congresso Brasileiro de Patologia<br />

Clínica/Medicina Laboratorial) no<br />

Centro de Convenções Sul américa no Rio<br />

de Janeiro entre os dias 24 a 27 de setembro<br />

de 2019 no estande # 69. A feira estará<br />

em sua 53ª edição, contará com diversos<br />

expositores e uma grande programação<br />

científica. Será imperdível para todos os<br />

profissionais da área da saúde.<br />

A Fujirebio, ao longo dos anos, foi<br />

moldada pela integração bem-sucedida<br />

com experientes empresas no ramo de<br />

diagnóstico in vitro, como a Centocor em<br />

1998, a CanAg Diagnostics em 2006 e a<br />

Innogenetics em 2010.<br />

Hoje, a Fujirebio inclui escritórios nos<br />

Estados Unidos, Europa, América Latina<br />

e Ásia, bem como uma vasta rede de distribuição<br />

internacional.<br />

A linha de produtos da Fujirebio possui<br />

soluções avançadas de testes laboratoriais<br />

clínicos totalmente automatizados.<br />

Além disso, inclui biomarcadores novos e<br />

de rotina. Eles cobrem uma variedade de<br />

diagnósticos, como as doenças infecciosas,<br />

oncologia, testes genéticos, tireoide,<br />

fertilidade, tipagem de tecido, neurodegeneração<br />

e metabolismo ósseo.<br />

Envie um e-mail para brazil@fujirebio.com<br />

e agende uma reunião com representantes<br />

da empresa durante o evento.<br />

Fujirebio<br />

Telefone: (11) 2176-2070<br />

brazil@fujirebio.com<br />

www.fujirebio.com<br />

0111


informe de mercado<br />

FirstLab apresenta um novo conceito na<br />

fabricação de coletores<br />

A proposta da FirstLab é fornecer<br />

produtos para laboratórios dedicados<br />

à área de análises clínicas com responsabilidade<br />

e sustentabilidade. A<br />

nossa linha de produção usa de forma<br />

consciente toda a matéria-<br />

-prima, como por exemplo, a utilização<br />

da menor quantidade de plástico<br />

necessária na produção sem perder a<br />

resistência e a qualidade.<br />

“Fizemos um estudo de mercado e<br />

percebemos uma oportunidade para<br />

nos diferenciarmos oferecendo um<br />

produto com um novo conceito em<br />

sua produção”, explica Laura Santos,<br />

da FirstLab. Os coletores são fabricados<br />

em polipropileno, material<br />

resiliente que deixa o produto mais<br />

maleável minimizando o risco de<br />

rachaduras, inclusive nas tampas. O<br />

sistema de vedação tipo rosca<br />

facilita o transporte e evita qualquer<br />

tipo de perda da amostra. Além disso,<br />

para facilitar a coleta de amostra do<br />

paciente, principalmente o feminino,<br />

num trabalho conjunto entre as equipes<br />

de desenvolvimento de produtos<br />

e assessoria científica, foi elaborado<br />

um coletor de 50 mL com a boca<br />

mais larga, do mesmo tamanho da<br />

boca do coletor de 80 mL.<br />

E o nosso compromisso vai além,<br />

os produtos de fabricação própria<br />

passam por 4 etapas de inspeção<br />

até a entrega final: inspeção física<br />

(vedação, rebarbas e empenamento<br />

de tampa); inspeção de quantidade<br />

por pacote (peso e unidades); inspeção<br />

da integridade do produto final e<br />

inspeção dos dados técnicos. E todos<br />

os produtos estéreis passam pelo processo<br />

de radiação ionizante.<br />

Saiba mais sobre os produtos FirstLab ::<br />

www.firstlab.ind.br<br />

atendimento@firstlab.ind.br | 0800 710 0888<br />

0112<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


Publieditorial<br />

O Laboratório São Marcos construiu, ao longo da sua<br />

trajetória, uma história de quase 80 anos<br />

baseada em valores e princípios sólidos.<br />

Nessas oito décadas, o São Marcos<br />

se tornou sinônimo de tradição<br />

e credibilidade em Minas Gerais,<br />

sendo hoje uma das referências<br />

no Mercado de Medicina<br />

Preventiva e Diagnóstica.<br />

A experiência acumulada com<br />

o tempo e a busca constante<br />

pela evolução, contribuíram para<br />

a nossa expansão, fazendo nascer assim o<br />

Grupo São Marcos. Atualmente, possuímos 76<br />

unidades nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte<br />

e de São Paulo. Além da atuação em Análises Clínicas,<br />

oferecemos serviços de Anatomia Patológica e<br />

Citologia, Biologia Molecular, Genética, Diagnóstico por<br />

Imagem, Medicina Nuclear e Vacinas.<br />

O São Marcos Laboratório de Apoio é parte fundamental<br />

desse crescimento. Atuando diretamente em mais 16<br />

estados brasileiros, além de Minas Gerais, contribuímos<br />

efetivamente com o desenvolvimento do negócio<br />

de mais de 600 clientes.<br />

A capacidade da nossa área produtiva é de 3 milhões de<br />

exames por mês. Por meio de uma tecnologia avançada,<br />

utilizando sistemas automação total, com esteiras<br />

de alta performance, desde 2015, oferecendo resultados<br />

laboratoriais com precisão e agilidade.<br />

Nosso sistema oferece aos laboratórios apoiados, não<br />

só geração de etiqueta primária, como rápida integração,<br />

seja via WebService ou XML (upload de dados no<br />

nosso portal).<br />

Somos reconhecidos pela qualidade de nossa equipe e<br />

de nossa Área Técnica por meio dos certificados: ONA;<br />

PALC; SBIm e ISO 2008.<br />

Oferecemos aos clientes diversos canais de comunicação<br />

com a nossa Assessoria Científica, sempre pronta<br />

para oferecer o suporte necessário.<br />

São Marcos Laboratório de Apoio, parceria total<br />

com seu negócio!<br />

Diferenciais que impulsionam o crescimento do São<br />

Marcos Laboratório de Apoio:<br />

• Rapidez em toda cadeia produtiva<br />

• Resultados com qualidade e precisão<br />

• Atendimento diferenciado e próximo do cliente<br />

• Suporte especializado e resolutivo<br />

• Preços e condições altamente competitivos<br />

• Logística certificada para transporte biológico<br />

• Plataforma de educação a distância com conteúdo<br />

exclusivo<br />

• Pacotes especiais exclusivos<br />

Fale com a gente! Para mais informações,<br />

consulte um de nossos representantes pelo telefone:<br />

(31) 2104-0133<br />

saomarcoslaboratorio.com.br<br />

saomarcoslaboratorio


informe de mercado<br />

Médica Comércio - Há 15 anos contribuindo para o<br />

segmento de diagnóstico clínico<br />

logística rápida e eficiente para armazenamento<br />

e transporte de produtos, com<br />

®<br />

arcadores cardíacos mLabs<br />

equipe administrativa e comercial de alto<br />

omarcadores cardíacos no mLabs diagnóstico ® do infarto agudo nível do e miocárdio<br />

técnicos e assessores científicos<br />

capacitados, conquistando assim, respeito<br />

iomarcadores cardíacos no diagnóstico do infarto agudo do miocárdio<br />

e credibilidade junto aos clientes e ao mercado<br />

de diagnóstico clínico.<br />

A MÉDICA LTDA acredita na importância<br />

de procurar sempre os melhores<br />

diagnóstico precoce do Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) e o imediato início do<br />

Hoje, estamos diante de um grande<br />

tamento diagnóstico são precoce essenciais do desafio: Infarto para proporcionar reduzir Agudo do a ao mortalidade Miocárdio mercado de (IAM) e<br />

padrões<br />

morbidade e o imediato de atendimento<br />

dos início pacientes<br />

e do se compromete<br />

em oferecer dos pacientes uma ampla gama<br />

ratamento ometidos. são essenciais<br />

diagnóstico<br />

para reduzir<br />

clínico soluções<br />

a mortalidade<br />

inovadoras<br />

de maneira mais rápida e eficiente<br />

e morbidade<br />

cometidos.<br />

de instrumentos para diagnósticos em<br />

análise dos marcadores contribuindo cardíacos com (Troponina excelência I, na CK-MB resposta<br />

cardíacos aos e pacientes. na (Troponina estratificação I, CK-MB de risco e Mioglobina), de hormônios, pacientes uroanálise, é de admitidos extremo gasometria, na<br />

e hematologia, Mioglobina), bioquímica, é de extremo imunologia,<br />

lor análise no diagnóstico dos marcadores diferencial<br />

Por isso, há 15 anos a MÉDICA LTDA<br />

alor ergência no diagnóstico com dor torácica. diferencial e na estratificação de risco de eletrólitos, pacientes point admitidos of care na e diagnóstico<br />

através da detecção do material<br />

comercializa produtos e equipamentos de<br />

mergência com dor torácica.<br />

alta qualidade para o diagnóstico laboratorial.<br />

Distribuidora exclusiva dos produ-<br />

ao longo dos anos focamos em satis-<br />

importante observar a típica elevação e queda dos padrões dos genético. marcadores Com a expertise de necrose adquirida<br />

rdíaca importante juntamente observar com a típica<br />

tos<br />

achados elevação<br />

Roche nos<br />

clínicos e queda<br />

estados<br />

consistentes dos padrões<br />

de Pernambuco,<br />

de dos Síndrome marcadores Coronária de necrose Aguda<br />

fazer nossos clientes com produtos e<br />

CA).<br />

ardíaca juntamente com achados clínicos consistentes de Síndrome Coronária Aguda<br />

Alagoas e Paraíba, dispõe de estrutura serviços diferenciados, em valorizar<br />

SCA).<br />

pidez e precisão no diagnóstico do infarto agudo do miocárdio, avaliação de dispneia<br />

apidez e precisão no diagnóstico do infarto agudo do miocárdio, avaliação de dispneia<br />

or torácica através da quantificação dos marcadores cardíacos utilizando o analisador<br />

dor torácica através da quantificação dos marcadores cardíacos utilizando o analisador<br />

ltiparâmetros mLabs ® .<br />

ultiparâmetros mLabs ® .<br />

Múltiplo de amplitude referência superior<br />

Múltiplo de amplitude referência superior<br />

nossos colaboradores através do seu<br />

desenvolvimento profissional e em<br />

promover a solidez e sustentabilidade<br />

da nossa organização.<br />

A MÉDICA LTDA possui as certificações<br />

necessárias para garantir a qualidade<br />

de seus produtos e serviços o que<br />

garantiu seu crescimento tanto no setor<br />

público como no privado, se posicionando<br />

com destaque no segmento de<br />

diagnóstico clínico, sendo considerada<br />

empresa sólida e inovadora.<br />

Rua Francisco Silveira 99<br />

Galpão 99c, Bairro Afogados,<br />

Recife-PE - CEP 50.770-020<br />

81 3221-8277<br />

www.medica-ne.com.br<br />

Marcadores cardíacos mLabs® - Biomarcadores<br />

cardíacos no diagnóstico do infarto agudo do miocárdio<br />

Padrão temporal de liberação<br />

Padrão temporal de liberação<br />

Horas após o início do IAM<br />

Marcador cardíaco Aumento inicial Pico Retorno - Valor - Valor basal basal<br />

Mioglobina 2-3h 6-9h 18-36h<br />

CK-MB 3-8h 10-24h 3-4 3-4 dias dias<br />

Troponina 4-6h 10-24h 10-24h 7 dias 7 dias ou ou mais mais<br />

ara<br />

Para<br />

maiores<br />

maiores<br />

informações,<br />

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entre<br />

entre em<br />

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contato<br />

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através<br />

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e-mail<br />

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faleconosco@lumiradx.com<br />

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ou (11) 5185- 0114 8181.<br />

(11) 5185- 8181.<br />

AGILIDADE NA TOMADA DE DECIS<br />

DOS DIAGNÓSTICOS<br />

O diagnóstico precoce do Infarto Agudo do Miocárdio<br />

(IAM) e o imediato início do tratamento são essenciais para<br />

reduzir a mortalidade e morbidade dos pacientes acometidos.<br />

A análise dos marcadores cardíacos (Troponina I, CK-MB e<br />

Mioglobina),<br />

Point<br />

é<br />

of<br />

de<br />

Care<br />

extremo<br />

e Testes<br />

valor<br />

Rápidos.<br />

no diagnóstico diferencial e<br />

na estratificação de risco de pacientes admitidos na emergência<br />

com dor torácica.<br />

É importante Point of observar Care proporciona a típica elevação inúmeras vantagens: e queda dos padrões<br />

dos marcadores • Rápida de tomada necrose de decisão cardíaca juntamente com achados<br />

• Redução do Tempo de Resposta – TAT*<br />

clínicos consistentes • Redução no de tempo Síndrome de internação Coronária Aguda (SCA).<br />

• Menor proporção de erros pré e pós analíticos<br />

Rapidez e precisão no diagnóstico do infarto agudo do<br />

• Volume baixo de amostras<br />

miocárdio, • Precisão avaliação e exatidão de dispneia compatíveis e dor aos torácica através da<br />

métodos convencionais<br />

quantificação dos marcadores cardíacos utilizando o analisador<br />

multiparâmetros mLabs®.<br />

Precisão • Rapidez • Eficiência<br />

A LumiraDx oferece ao mercado diagnóstico inovação no segmento de<br />

Disponibilizamos soluções com resultados de qualidade nas áreas de Gasomet<br />

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Revista NewsLab | Ago/Set 2019<br />

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e controles de qualidade<br />

• Autonomia energética<br />

• Equipamentos portáteis<br />

• Utilização simples e rápida<br />

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os repiques na rotina, recebe os inóculos<br />

acompanhados de certificados e atende aos<br />

requisitos para a implementação de diversas<br />

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Public Health England, uma de suas agências executivas.


informe de mercado<br />

Dynascatter Laser - Maior precisão na contagem<br />

diferencial de leucócitos<br />

Tecnologia patenteada<br />

O inovador sistema de detecção da<br />

dispersão laser em 3 ângulos fornece<br />

uma melhor detecção de células WBC<br />

usando medidas precisas de dispersão<br />

de luz. A partir de um sensor de detecção<br />

de pequeno ângulo dianteiro<br />

(FSS), no qual se obtém informações<br />

sobre o tamanho do leucócito em<br />

análise. Um segundo sensor de grande<br />

ângulo dianteiro (FLS), no qual se<br />

obtém informações sobre a estrutura<br />

celular e complexidade de partículas<br />

de nucleocromatina, e finalmente a<br />

partir de um sensor de ângulo lateral<br />

(SDS), obtemos informações de granularidade<br />

interna e globularidade. Esta<br />

informação gráfica 3D é calculada por<br />

um algoritmo de software exclusivo<br />

da Nihon Kohden.<br />

Sem processamento<br />

químico de WBC<br />

O reagente de classificação de leucócitos<br />

patenteado pela Nihon Kohden<br />

provoca a hemólise seletiva das hemácias,<br />

deixando os leucócitos intactos.<br />

O núcleo, os grânulos e a celularidade<br />

são preservados em seu estado original.<br />

As células não são alteradas por<br />

coloração, retração ou lise diferencial,<br />

desta forma não há distorção dos resultados<br />

da medição. O Celltac Es<br />

pode obter informações morfológicas<br />

a partir de núcleos e grânulos de WBC<br />

de forma natural e realizar contagens<br />

diferenciais (5 diff) mais precisas.<br />

Medição em um único canal<br />

O Celltac Es mede cada célula em<br />

um único citômetro de fluxo. Isso elimina<br />

erros de medição usando vários<br />

métodos de canal.<br />

Fonte: Nihon Kohden Corporation - Japan<br />

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Bairro Mauá – São Caetano do sul/SP<br />

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Contato: +55 11 3044-1700<br />

FAX: + 55 11 3044-0463<br />

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0116<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


1 Plataforma<br />

Plataforma 28<br />

28 Testes<br />

Testes ~2,000<br />

~2,000 Resultados/Dia<br />

Resultados/Dia *^ *^<br />

*^<br />

Infecções<br />

Associadas Infecções<br />

Associadas<br />

aos<br />

Cuidados aos<br />

de de Cuidados<br />

Saúde<br />

de Saúde<br />

Saúde da da<br />

Saúde da<br />

Mulher<br />

Mulher<br />

Oncologia<br />

Oncologia e<br />

Genética Genética<br />

Xpert ® ® MRSA NxG<br />

Doenças<br />

Xpert ® MRSA NxG<br />

® SA Doenças<br />

Xpert ® SA Nasal Complete Infecciosas<br />

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Críticas<br />

Xpert ® ® MRSA/SA BC<br />

Críticas<br />

Xpert ® MRSA/SA BC<br />

Xpert ® ® MRSA/SA SSTI<br />

Xpert ® MRSA/SA SSTI<br />

Xpert ® ® C. C. difficile BT BT<br />

Xpert ® C. difficile BT<br />

Xpert ® ® vanA/vanB<br />

Xpert ® vanA/vanB<br />

Virologia<br />

Virologia<br />

Xpert ® ® Carba-R<br />

Xpert ® Carba-R<br />

Xpert ® ® Norovirus<br />

Xpert ® Norovirus<br />

Xpert<br />

Xpert ® ® CT/NG<br />

® CT/NG<br />

Xpert<br />

Xpert ® ® CT CT<br />

® CT<br />

Xpert<br />

Xpert ® ® TV TV ® TV<br />

Xpert<br />

Xpert ® ® HPV ® HPV<br />

Xpert<br />

Xpert ® ® GBS ® GBS<br />

Xpert<br />

Xpert ® ® ® Breast<br />

Breast Cancer<br />

Cancer STRAT4<br />

STRAT4<br />

Xpert<br />

Xpert ® ® ® Bladder<br />

Bladder Cancer<br />

Cancer Detection<br />

Detection<br />

Xpert Xpert ® ® ® Bladder Bladder Cancer Cancer Monitor<br />

Xpert Xpert ® ® ® BCR-ABL Ultra<br />

Xpert ® ® FII FII FII & FV FV FV<br />

Xpert ® ® Xpress Strep A<br />

Xpert ® Xpress Strep A<br />

Xpert ® ® Xpress Flu/RSV<br />

Xpert ® Xpress Flu/RSV<br />

Xpert ® ® MTB/RIF Ultra<br />

Xpert ® MTB/RIF Ultra<br />

Xpert ® ® EV EV<br />

Xpert ® EV<br />

Xpert ® ® Ebola<br />

Xpert ® Ebola<br />

Xpert ® ® HCV VL VL Fingerstick<br />

Xpert ® HCV VL Fingerstick<br />

Xpert ® ® HCV Viral Load<br />

Xpert ® HCV Viral Load<br />

Xpert ® Xpert ® HBV Viral Load<br />

® HBV Viral Load<br />

Xpert<br />

Xpert ® ® HIV-1 Qual<br />

® HIV-1 Qual<br />

Xpert<br />

Xpert ® ® ® HIV-1<br />

HIV-1 Viral<br />

Viral Load<br />

Load<br />

* *<br />

Análise * Análise interna interna Cepheid Cepheid do do GeneXpert Infinity-80 usando usando ensaios ensaios mistos mistos durante durante um um período período de de tempo tempo de de 24 24 horas horas<br />

Análise interna Cepheid do GeneXpert Infinity-80 usando ensaios mistos durante um período de tempo de 24 horas<br />

^ ^<br />

^Chernesky MA MA et et al. al. Comparação dos dos ® ®<br />

instrumentos<br />

®<br />

cobas cobas 4800, 4800, MA et al. Comparação dos instrumentos cobas 4800, m2000, m2000,<br />

m2000, Viper Viper<br />

Viper XTR XTR<br />

XTR e Infinity e Infinity<br />

Infinity 80 80<br />

80 emparelhamentos<br />

emparelhamentos automáticos<br />

automáticos durante<br />

durante o o processamento<br />

processamento<br />

de de amostras amostras<br />

de amostras de de urina urina<br />

de urina para para<br />

para o o diagnóstico<br />

o diagnóstico de de<br />

de Chlamydia<br />

Chlamydia trachomatis<br />

trachomatise e Neisseria Neisseria gonorrhoeae.<br />

gonorrhoeae. Doença<br />

Doença sex. sex.<br />

sex. trans. trans.<br />

trans. 2017 2017<br />

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043


informe de mercado<br />

cobas pro ® integrated solutions<br />

A Roche tem a satisfação de comunicar o<br />

lançamento do mais novo membro da família<br />

da Área de Soro: o cobas c 503 analytical<br />

unit. O novo e inteligente conceito de manutenção<br />

auto-operacional executa automaticamente<br />

as tarefas de manutenção em<br />

segundo plano e reduz a carga manual diária<br />

para zero na unidade analítica cobas c 503 e<br />

para apenas cinco minutos quando considerada<br />

a unidade analítica cobas e 801. O cobas®<br />

pro integrated solutions foi desenhado com<br />

foco na melhoria e otimização da operacionalização,<br />

reduzindo ao máximo as tarefas de<br />

manutenção, potencializando sua produção<br />

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sustentável do cobas c pack green.<br />

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* Todas as Informações do instrumento<br />

foram extraídas do manual do produto<br />

Todos os reagentes e instrumentos<br />

comercializados no Brasil estão<br />

devidamente registrados, para obter a<br />

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0118<br />

Mobius lança kit para detecção do<br />

Vírus John Cunningham<br />

O vírus John Cunningham (JCV)<br />

pertence à família do poliomavírus<br />

humano e foi identificado pela primeira<br />

vez em 1965. Este vírus foi batizado<br />

com os dois primeiros nomes do paciente<br />

diagnosticado com uma doença<br />

causada pelo vírus, a leucoencefalopatia<br />

multifocal progressiva (LEMP).<br />

Estima-se que cerca de 80% da população<br />

tenha este vírus, geralmente sendo<br />

infectado na infância de forma assintomática,<br />

provavelmente por vias respiratórias.<br />

Em um sistema imunológico sadio<br />

o JCV não oferece grandes riscos.<br />

Contudo, indivíduos com o sistema<br />

imunológico comprometido como<br />

portadores de HIV, transplantados ou<br />

quem faz tratamento com imunossupressores<br />

tem chances de reativar o<br />

vírus e levar a LEMP.<br />

Portadores de esclerose múltipla<br />

normalmente utilizam como forma<br />

de tratamento uma droga chamada<br />

de natalizumabe. Seu uso crônico, por<br />

mais de dois anos, está associado ao<br />

desenvolvimento de LEMP, principalmente<br />

em pacientes com JCV positivo.<br />

Diagnóstico molecular<br />

A Mobius Life Science lançou recentemente<br />

o Kit XGen Master JCV<br />

faz a detecção e quantificação do DNA<br />

viral do vírus John Cunnigham por PCR<br />

em tempo real com uma amostra de<br />

sangue, plasma, líquido cefalorraquidiano<br />

ou urina. Nessa técnica não é<br />

necessária a realização de biópsia do<br />

tumor, um procedimento mais invasivo<br />

e de maior risco para o paciente.<br />

Além disso, o resultado é rápido: o<br />

processamento do teste leva apenas 2<br />

horas e meia.<br />

Registro ANVISA: 80502070080<br />

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comercial@mobiuslife.com.br |<br />

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Revista NewsLab | Ago/Set 2019


GTgroup - Tecnologia, inovação, segurança & confiança<br />

Após dez anos de atuação no mercado<br />

de diagnóstico, é tempo de nos<br />

reinventarmos. Apresentamos a nova<br />

marca, o novo slogan; mas algo que<br />

não mudou é a nossa veia inovadora e<br />

a busca por oferecer ao mercado novas<br />

soluções e recursos, com tecnologia<br />

de ponta, para mantermos o lugar de<br />

referência no segmento laboratorial.<br />

E apesar de estarmos caminhando<br />

para o fim do ano, ainda temos novidades<br />

para contar. Nos próximos<br />

meses lançaremos uma nova linha de<br />

equipamentos de Bioquímica e Hematologia;<br />

são aparelhos mais modernos,<br />

com recursos e funcionalidades<br />

para trazer ainda mais eficiência e<br />

agilidade à rotina dos laboratórios de<br />

nossos clientes e parceiros. Além dos<br />

equipamentos pré-analíticos, e semi-<br />

-automação para Coagulação e Urianálise<br />

que já se tornaram sucesso em<br />

vendas e recordistas em satisfação de<br />

nossos clientes.<br />

Se ainda não é um cliente, salientamos<br />

que estamos constantemente<br />

abertos à novas parcerias e oportunidades<br />

de negócio, e deixamos o<br />

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informe de mercado<br />

A importância da dosagem do D-Dimer.<br />

A importância da dosagem do D-Dimer.<br />

O D-Dímero é um produto de degradação específico da fibrina (FDP). Ocorre quando um coágulo de sangue<br />

é degradado pelo fibrinogênio. Portanto, indica a possível presença de coágulos sanguíneos<br />

potencialmente perigosos organismo.<br />

O teste de D-Dímero é usado como uma ajuda no diagnóstico de tromboembolismo venoso, uma doença<br />

disseminada mundialmente e a terceira doença depois de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral.<br />

O D-Dímero é um produto de degradação<br />

específico da fibrina (FDP). Ocorre quando<br />

um coágulo de sangue é degradado pelo<br />

fibrinogênio. Portanto, indica a possível presença<br />

de coágulos sanguíneos potencialmente<br />

perigosos organismo.<br />

O teste de D-Dímero é usado como uma<br />

ajuda no diagnóstico de tromboembolismo<br />

venoso, uma doença disseminada mundialmente<br />

e a terceira doença depois de ataque<br />

cardíaco e acidente vascular cerebral.<br />

Os principais tipos de VTE são a trombose<br />

venosa profunda (DVP) e embolismo pulmonar<br />

(EP). Em combinação com uma avaliação<br />

clínica é recomendado como primeiro teste<br />

no gerenciamento de pacientes com suspeita<br />

de tromboembolismo venoso.<br />

Existem 3 diferentes métodos para a<br />

detecção de D-Dímero. O kit HemoStat D-<br />

-Dimer da In Vitro/Human é um imunoensaio<br />

aprimorado de micropartículas pra a<br />

determinação quantitativa de D-Dímero. Utiliza<br />

um anticorpo monoclonal que reage especificamente<br />

com o D-Dímero, e não com<br />

outros produtos de degradação da fibrina.<br />

Os principais tipos de VTE são a trombose venosa profunda (DVP) e embolismo pulmonar (EP). Em<br />

combinação com uma avaliação clínica é recomendado como primeiro teste no gerenciamento de<br />

pacientes com suspeita de tromboembolismo venoso.<br />

Existem 3 diferentes métodos para a detecção de D-Dímero. O kit HemoStat D-Dimer da In Vitro/Human é<br />

um imunoensaio aprimorado de micropartículas pra a ser determinação usado em quantitativa combinação de D-Dímero. com Utiliza um um<br />

anticorpo monoclonal que reage especificamente com o D-Dímero, e não com outros produtos de<br />

degradação da fibrina.<br />

teste de baixa probabilidade para a<br />

O teste é simples porque é fácil de ser usado. É rápido por fornecer o resultado em 3 minutos. Possui<br />

excelente custo benefício se comparado com testes de imagem.<br />

É seguro. Testes provaram que o kit HemoStat D-Dimer da In Vitro/Human tem um alto valor preditivo<br />

negativo (VPN) de 99%, acompanhado de alta sensibilidade. Nestas condições o teste cumpre<br />

Um resultado positivo de D-Dímero pode<br />

perfeitamente com as diretrizes CLS H59-A , e é recomendado para ser usado em combinação com um<br />

teste de baixa probabilidade para a exclusão de DVP e indicar EP. VTE, mas outras causas potenciais<br />

Um resultado negativo de D-Dímero praticamente descarta trombose.<br />

Um resultado positivo de D-Dímero pode indicar VTE, mas outras causas potenciais (ex. gravidez) ainda são<br />

possíveis.<br />

Abaixo do Cut-off<br />

Sem tratamento<br />

EP/DVP improvável<br />

(paciente de baixo risco<br />

EP/DVP improvável<br />

(paciente de baixo risco<br />

Acima do Cut-off<br />

Determinar a probabilidade de<br />

EP / DVP<br />

O teste é simples porque é fácil de ser<br />

usado. É rápido por fornecer o resultado em<br />

3 minutos. Possui excelente custo benefício<br />

se comparado com testes de imagem.<br />

É seguro. Testes provaram que o kit<br />

HemoStat D-Dimer da In Vitro/Human<br />

tem um alto valor preditivo negativo<br />

(VPN) de 99%, acompanhado de alta<br />

sensibilidade. Nestas condições o teste<br />

cumpre perfeitamente com as diretrizes<br />

CLS H59-A , e é recomendado para<br />

exclusão de DVP e EP.<br />

Um resultado negativo de D-Dímero praticamente<br />

descarta trombose.<br />

(ex. gravidez) ainda são possíveis.<br />

EP/DVP provável<br />

(paciente de alto risco<br />

Imagem: Ultrassonografia, Raio X – Venografia (DVP) ou<br />

Tomografia computadorizada (EP)<br />

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0120<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


HUMASRATE 24PT<br />

Sedimentação<br />

com velocidade<br />

e precisão<br />

O procedimento no HumaSRate 24PT contempla as três da fases da sedimentação,<br />

sendo uma leitura realizada a cada dez segundos, o que confere mais precisão e alta<br />

correlação com Westergren.<br />

Taxa de Sedimentação Eritrocitária<br />

A sedimentação eritrocitária no HumaSRate 24 PT ocorre em três fases:<br />

- Fase 1 Agregação: A agregação de eritrócitos é um aglomerado reversível de<br />

glóbulos vermelhos.<br />

- Fase 2 Sedimentação: Eritrócitos se agregam de maneira especial para formar<br />

um rouleaux e descem para o fundo do tubo.<br />

- Fase 3 Acomodação: As formações de rouleaux se reúnem na parte inferior.<br />

Medição Real da Sedimentação<br />

- Resultados precisos com sedimentação em curva única;<br />

- Registro contínuo a cada 10 segundos;<br />

- Uma curva ESR oferece mais informação do que apenas uma leitura<br />

ESR após 20 minutos;<br />

- Até três etiquetas no tubo EDTA não afeta a leitura;<br />

- Níveis de sedimentação pouco precisos são corrigidos;<br />

- Erros por manchas de sangue na parede do tubo são<br />

eliminados pelo algoritmo da curva de sedimentação.<br />

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Cuidando do futuro, juntos.


informe de mercado<br />

0122<br />

ESTEIRA DE INTEGRAÇÃO EM LABORATÓRIO DE APOIO<br />

Com ESTEIRA visão empreendedora DE INTEGRAÇÃO e foco no atendimento EM ao LABORATÓRIO cliente, o Lab Rede® implantou DE APOIO modelo de<br />

esteira de integração. ESTEIRA Os resultados DE INTEGRAÇÃO mostram o impacto EM LABORATÓRIO positivo desta mudança DE APOIO no processo de<br />

Com visão empreendedora e foco no atendimento ao cliente, o Lab Rede® implantou modelo de<br />

esteira de integração. Com visão automação, empreendedora com aumento<br />

Os resultados e foco mostram no atendimento da produtividade<br />

o impacto ao cliente, e<br />

positivo o redução Lab desta Rede® do<br />

mudança implantou TAT.<br />

no modelo processo de de<br />

esteira de integração. Os resultados mostram o impacto positivo desta<br />

automação, com aumento da produtividade e redução Um mudança cenário do TAT. comparativo no processo de incluindo<br />

um dos diferentes ESTEIRA ESTEIRA<br />

modelos DE DE automação,<br />

de<br />

INTEGRAÇÃO com aumento<br />

mesmo perfil EM da EM produtividade<br />

de LABORATÓRIO e redução do TAT.<br />

exames os setores DE<br />

de automação, APOIO<br />

manual<br />

processos<br />

A decisão de A optar e implementar ControlLab® com laboratórios de Um cenário comparativo incluindo<br />

um Com dos visão Com<br />

diferentes<br />

visão<br />

Com decisão visão empreendedora automação empreendedora optar e implementar<br />

modelos e e (quantitativo), foco<br />

e foco ControlLab®<br />

mesmo no atendimento<br />

no atendimento bem com laboratórios<br />

perfil de<br />

ao<br />

ao como cliente,<br />

cliente,<br />

ao cliente, a de<br />

o<br />

o<br />

Lab<br />

Lab<br />

o e Um<br />

Rede®<br />

Rede® cenário<br />

Lab quarteirizado Rede® implantou comparativo implantou<br />

modelo incluindo mostra de<br />

de o<br />

laboratorial modelo de deve um esteira dos<br />

esteira considerar diferentes integração. modelos integração. o Os evolução resultados de mesmo mostram<br />

Os resultados TAT perfil o impacto<br />

mostram (turnaround<br />

de exames positivo desta<br />

o impacto crescimento os setores mudança de automação, no<br />

processos de automação<br />

positivo global, processo manual<br />

desta mantendo de manual<br />

esteira processos integração. de Os resultados mostram o<br />

bem<br />

impacto positivo desta mudança no processo<br />

mostra mudança<br />

no processo estratégico automação, deve considerar da time) com (quantitativo),<br />

de<br />

o<br />

posicionamento<br />

laboratorial o com para aumento o aumento exame da TSH. produtividade bem como e a redução e quarteirizado<br />

da produtividade automação TAT. mostra o<br />

laboratorial deve automação, considerar com<br />

evolução o aumento evolução do<br />

da do TAT<br />

produtividade TAT (turnaround e redução crescimento do e TAT. redução global,<br />

em torno<br />

global, do mantendo TAT. de 90%,<br />

mantendo<br />

empresa, sua A decisão posicionamento forma de de optar atuação, e estratégico implementar Observou-se da ControlLab® time) para um o exame crescimento com laboratórios TSH. em de como automação Um cenário se segue em comparativo torno na tabela de incluindo 90%, abaixo.<br />

posicionamento estratégico da time) para o exame TSH.<br />

automação em torno de 90%,<br />

análise A decisão<br />

um<br />

empresa, A decisão do empresa, de<br />

dos<br />

optar<br />

sua de optar volume diferentes sua e implementar<br />

forma modelos<br />

forma e implementar atuação,<br />

de atuação, um exames de<br />

ControlLab®<br />

mesmo Observou-se de 37,8% com<br />

perfil um laboratórios desde crescimento 2012, exames<br />

de em Um como os setores<br />

cenário segue de<br />

comparativo na automação, tabela abaixo. incluindo<br />

manual<br />

um dos diferentes modelos de perfil Observou-se mesmo de exames perfil um (quantitativo), crescimento de exames bem em os como Um setores cenário segue de comparativo automação, na tabela incluindo manual abaixo. os<br />

processamento, processos análise a viabilidade<br />

do de volume automação mantendo de (quantitativo), exames um de 37,8% percentual bem desde como 2012, de a e quarteirizado mostra o<br />

análise dos diferentes processos do modelos volume de processos exames de 37,8% desde 2012,<br />

econômica laboratorial processamento, de<br />

e outros critérios. deve automação considerar a viabilidade como<br />

automação o (quantitativo), evolução<br />

a mantendo evolução<br />

em torno do<br />

do um bem TAT<br />

TAT percentual (turnaround<br />

de 90%. (turnaround como de a setores e crescimento quarteirizado de automação,<br />

global,<br />

manual mostra mantendo<br />

e quarteirizado<br />

crescimento automação mostra em global, o crescimento torno mantendo de 90%, global,<br />

o<br />

processamento, automação laboratorial laboratorial posicionamento econômica deve a deve e viabilidade<br />

outros considerar estratégico critérios. o o time) da mantendo evolução para time) automação o exame para do um o em TSH. exame TAT percentual torno (turnaround<br />

TSH. de 90%. de<br />

O Lab Rede® decidiu pela A produtividade, exames /<br />

econômica posicionamento posicionamento empresa, e O outros estratégico<br />

Lab sua critérios. Rede® estratégico forma da empresa,<br />

decidiu atuação, da pela automação Observou-se time) Observou-se A para produtividade, em o um exame torno crescimento um TSH. crescimento de 90%. exames<br />

em exa-emes<br />

/<br />

mantendo automação como se segue automação em na torno tabela em abaixo. de torno 90%, de<br />

implementação da “esteira de<br />

O sua forma empresa, Lab de análise implementação<br />

Rede® atuação, sua forma análise decidiu do do volume da atuação, “esteira colaborador<br />

pela de de<br />

A Observou-se produtividade, exames colaborador e um 37,8% crescimento e benchmarking<br />

exames desde 2012, em / como se segue na tabela abaixo.<br />

transporte” devido à garantia de<br />

implementação análise processamento,<br />

transporte”<br />

do<br />

de processamento, a viabilidade “esteira volume<br />

devido<br />

a<br />

à<br />

viabilidade<br />

garantia variaram<br />

econômica<br />

e outros critérios. devido à a garantia viabilidade critérios.<br />

de de<br />

de<br />

de<br />

colaborador exames mantendo<br />

variaram<br />

37,8%<br />

de<br />

desde<br />

de 9.097 de<br />

37,8% e um<br />

9.097<br />

2012, mantendo<br />

benchmarking<br />

percentual desde<br />

(Mínimo 2012,<br />

2483,<br />

um 90%, como segue na tabela abaixo.<br />

de<br />

um fluxo automatizado um fluxo automatizado com Média com percentual Média 3701 de automação 3701 e Máximo e Máximo em torno 5636) 5636) de 90%. em em<br />

transporte” processamento, econômica e outros<br />

de variaram mantendo automação<br />

de 9.097 um em torno<br />

(Mínimo percentual de 90%.<br />

2483, de O TAT de liberação do TSH evoluiu<br />

possibilidade de integrar<br />

de liberação do TSH evoluiu<br />

possibilidade de integrar 2012 para 15.125 em 2019<br />

um<br />

econômica O Lab<br />

O Lab fluxo Rede® automatizado<br />

e outros Rede® critérios. decidiu pela A produtividade, 2012 para<br />

decidiu pela implemen-<br />

Média<br />

automação A produtividade, exames 15.125 /<br />

3701<br />

em<br />

e Máximo<br />

torno de exames colaborador<br />

A e benchmarking colaborador produtividade, 4079, Média variaram e benchmarking<br />

exames 5914 de 9.097 e /<br />

em 2019<br />

5636)<br />

90%. / de 4:06:03 dias para 00:15:51<br />

metodologias e compartilhar (Mínimo 4079, Média 5914 em e de 4:06:03 dias para 00:15:51<br />

metodologias O Lab implementação Rede® e compartilhar decidiu da “esteira pela (Mínimo de<br />

horas. O TAT de liberação do TSH evoluiu<br />

possibilidade analisadores,<br />

tação “esteira de transporte” de integrar otimizando<br />

devido à 2012 a Máximo para 15.125 8379). A em distribuição 2019 horas.<br />

analisadores, implementação transporte”<br />

produtividade. otimizando da devido “esteira A automação<br />

à garantia a de Máximo (Mínimo de<br />

dos colaborador variaram<br />

escalonada 2483, 8379). Média de<br />

nos e 9.097 A 3701 anos benchmarking<br />

distribuição<br />

(Mínimo e pré Máximo e<br />

2483,<br />

pós de 4:06:03 dias para 00:15:51<br />

metodologias e compartilhar (Mínimo 4079, Média 5914 e<br />

produtividade. garantia transporte” de<br />

um processos fluxo<br />

fluxo<br />

A devido automação automatizado analíticos automatizado<br />

à garantia dos com laboratoriais de<br />

com<br />

escalonada 5636) variaram em<br />

Média implementação 2012 de<br />

3701<br />

nos para 9.097 15.125<br />

e Máximo<br />

anos da (Mínimo esteira em pré 2019<br />

5636)<br />

e seguem 2483, (Mí-enimo<br />

4079,<br />

pós horas. O TAT de liberação do TSH evoluiu<br />

analisadores, possibilidade otimizando a Máximo 8379). A distribuição<br />

processos possibilidade um analíticos fluxo de<br />

pressupõe<br />

integrar automatizado laboratoriais<br />

metodologias<br />

a redução de<br />

com e<br />

de integrar vários 2012 para 15.125 em 2019<br />

implementação Média 3701 e da Máximo esteira 5636) seguem em<br />

produtividade. metodologias A automação e compartilhar<br />

no gráfico<br />

dos escalonada (Mínimo<br />

Média<br />

abaixo:<br />

nos 4079,<br />

5914 e Máximo<br />

anos Média<br />

8379). de<br />

pré e pós O<br />

O<br />

TAT<br />

TAT 4:06:03<br />

de<br />

de<br />

liberação<br />

liberação dias para<br />

do<br />

do<br />

TSH<br />

TSH 00:15:51<br />

evoluiu<br />

evoluiu<br />

pressupõe<br />

processos compartilhar possibilidade recursos,<br />

a<br />

analíticos redução de maximizando<br />

laboratoriais<br />

otimizando de vários integrar a<br />

5914 e<br />

a no 2012<br />

implementação<br />

gráfico para abaixo: 15.125 em 2019 horas.<br />

analisadores, otimizando A a distribuição Máximo escalonada 8379). da esteira nos A anos distribuição seguem pré e de de 4:06:03 4:06:03 dias dias para 00:15:51 para 00:15:51 horas.<br />

segurança e a produção.<br />

recursos,<br />

metodologias<br />

pressupõe produtividade. a A maximizando<br />

e compartilhar<br />

automação redução dos de processos<br />

analíticos e processos a laboratoriais Congresso produção. analíticos Brasileiro<br />

vários<br />

a<br />

(Mínimo 4079, Média 5914 e<br />

produtividade. Este estudo, A automação apresentado dos pós<br />

analisadores, otimizando a<br />

no gráfico implementação escalonada<br />

abaixo:<br />

nos da esteira anos pré seguem e pós horas.<br />

Máximo 8379). A distribuição<br />

segurança<br />

recursos, maximizando pressupõe laboratoriais de Análises<br />

produtividade. A automação a no gráfico implementação abaixo: da esteira seguem<br />

dos escalonada nos anos pré e pós<br />

Este<br />

segurança redução estudo, pressupõe Clínicas<br />

de vários e a produção.<br />

recursos, apresentado 2019, a redução avaliou o<br />

maximizando no de impacto vários na no gráfico abaixo:<br />

processos recursos, produtividade analíticos maximizando laboratoriais da instalação a implementação da esteira seguem<br />

Congresso<br />

Este a segurança pressupõe estudo,<br />

Brasileiro e a produção. a apresentado redução<br />

de Análises<br />

segurança pioneira e de a produção. um tipo de de vários no esteira de no gráfico abaixo:<br />

Clínicas Congresso Este recursos, estudo, 2019, Brasileiro avaliou apresentado maximizando o impacto de no Congresso<br />

Brasileiro segurança 2019, Congresso de<br />

Análises na<br />

Este automação, estudo, através apresentado de análise a no de<br />

Desta forma, o laboratório<br />

produtividade Clínicas dados avaliou Análises e a da produção. em Brasileiro o Clínicas<br />

uma instalação impacto série<br />

2019, de na Análises histórica.<br />

aumentou a eficiência em<br />

pioneira produtividade avaliou Este o<br />

de<br />

impacto<br />

Clínicas estudo, um Foram tipo<br />

na<br />

2019, da produtividade<br />

de apresentado avaliou esteira instalação o impacto de analisados<br />

produtividade e tempo de<br />

da no<br />

automação, pioneira Congresso<br />

instalação pioneira de produtividade através comparativamente<br />

um Brasileiro<br />

de tipo de<br />

um de análise<br />

tipo esteira de da o<br />

Análises de instalação número de<br />

Desta liberação de forma, resultados o através laboratório da<br />

de esteira<br />

de automação, através série avaliou de<br />

de<br />

Na tabela a seguir, a série histórica<br />

dados automação, Clínicas em pioneira<br />

exames<br />

uma 2019,<br />

e<br />

um<br />

parque<br />

através de histórica. tipo<br />

tecnológico aumentou<br />

de análise o impacto de esteira de na de<br />

no<br />

melhoria do processo de<br />

e o comparativo da produtividade Desta Desta forma, forma, a o laboratório eficiência o laboratório aumentou<br />

de benchmarking a eficiência em em toda produtividade<br />

a série<br />

em<br />

ano de 2012 e após a instalação da<br />

automação laboratorial. A análise<br />

Foram dados<br />

produtividade automação, através em em uma uma série série<br />

da analisados<br />

produtividade<br />

histórica. histórica.<br />

instalação de análise de com dados de benchmarking Desta forma,<br />

aumentou a e o laboratório<br />

eficiência tempo em de<br />

esteira FlexLab® em 09/09/2013,<br />

Foram<br />

comparativamente pioneira dados de um em<br />

Foram<br />

o tipo uma<br />

número de série esteira histórica.<br />

analisados comparativamente<br />

analisados de de obtidos pelo programa aumentou a eficiência em<br />

versus mão de obra setor de<br />

e liberação histórica de resultados e tempo através da de<br />

exames automação,<br />

Foram<br />

o número Na tabela a seguir, a série histórica<br />

comparativamente e parque através tecnológico análise<br />

analisados<br />

o número no de<br />

melhoria Desta produtividade<br />

tempo de do liberação indicador<br />

forma, e<br />

de<br />

do tempo<br />

de resultados da<br />

indicadores da ControlLab®.<br />

processo laboratório de<br />

automação. Desde 2012 foram<br />

ControlLab® situa o setor de<br />

através de<br />

comparativamente o número da<br />

ano de exames e parque tecnológico no ano e de<br />

Na o Na comparativo tabela a seguir,<br />

tabela a seguir, da a produtividade<br />

série histórica através<br />

série exames de dados 2012 e parque e em após uma a tecnológico instalação série histórica. da<br />

Na tabela a seguir, a série histórica<br />

aumentou<br />

liberação da de melhoria resultados laboratorial. a eficiência<br />

através processo da de<br />

incorporadas 5 plataformas<br />

automação como um outlier. A<br />

Ou<br />

análise em<br />

exames e parque tecnológico de<br />

esteira de 2012 Foram e após a instalação da analisados esteira com no e<br />

melhoria do processo de<br />

o comparativo e dados o comparativo de da produtividade da benchmarking<br />

da produtividade com automação<br />

ano de FlexLab® 2012 e após em a 09/09/2013,<br />

de<br />

produtividade<br />

laboratorial.<br />

instalação da<br />

benchmarking<br />

e em<br />

tempo<br />

A análise<br />

toda A a análise série<br />

de<br />

de<br />

analíticas na esteira, sendo todas<br />

seja, o Lab Rede® lidera o quesito<br />

ano de 2012 e após a instalação automação laboratorial. A análise<br />

versus esteira FlexLab® comparativamente da série Abbott<br />

mão FlexLab® em de 09/09/2013, o<br />

obra em do 09/09/2013,<br />

versus número - Architect®,<br />

setor mão de obtidos dados<br />

de com com de dados benchmarking dados pelo de de obtidos benchmarking<br />

programa pelo benchmarking liberação produtividade de resultados em por toda a colaborador<br />

série através histórica<br />

da<br />

esteira FlexLab® em 09/09/2013, Na tabela a seguir, a série histórica histórica de benchmarking do em em indicador toda toda a série<br />

totalizando 9 equipamentos em<br />

a série da<br />

exames e parque tecnológico no<br />

automação. versus de obra do mão setor Desde obra automação. 2012 do setor foram Desde indicadores obtidos<br />

obtidos da pelo ControlLab®. pelo melhoria do processo de<br />

versus mão de obra setor de<br />

programa indicadores da ControlLab®. programa<br />

programa do<br />

entre<br />

indicador<br />

os pares,<br />

da ControlLab®<br />

laboratórios<br />

situa o<br />

2019. Os resultados de foram e o comparativo da produtividade ControlLab® realizando histórica do acima do situa indicador de indicador o 250.000 setor da de da<br />

ano de 2012 e após a instalação da indicadores da ControlLab®. setor automação laboratorial. A análise<br />

incorporadas automação. 2012 foram automação. incorporadas Desde 5 plataformas<br />

2012 5 Desde 2012 foram indicadores da ControlLab®.<br />

foram com dados de benchmarking automação ControlLab® de automação<br />

ControlLab® como situa como<br />

situa um o setor um outlier.<br />

submetidos à análise de<br />

exames/mês.<br />

o outlier. de<br />

setor Ou<br />

esteira FlexLab® em 09/09/2013,<br />

de benchmarking em toda a série de<br />

incorporadas benchmarking 5 através plataformas do<br />

Ou automação seja, o como Rede® um lidera outlier. o quesito Ou<br />

analíticas incorporadas na na esteira, sendo 5 sendo plataformas<br />

todas todas série obtidos pelo programa seja, automação Lab Rede® como lidera um outlier. quesito<br />

versus mão de obra do setor de<br />

histórica do indicador da Ou<br />

analíticas indicador na esteira, de produtividade sendo todas da<br />

seja, o Lab Rede® lidera o quesito<br />

da analíticas Abbott série automação. - Architect®, Abbott na esteira, Desde totalizando - sendo Architect®, 2012 9 todas equipamentos<br />

incorporadas série em totalizando 9 Abbott 2019. equipamentos Os resultados 5 - 9 Architect®,<br />

equipamentos plataformas foram em em<br />

indicadores da ControlLab®.<br />

produtividade Assessoria por Médica colabora-dor Lab Rede® entre<br />

foram<br />

produtividade ControlLab® seja, o Rede® situa por lidera o setor colaborador<br />

pares,<br />

da série Abbott - Architect®,<br />

produtividade por colaborador<br />

laboratórios<br />

o quesito de<br />

os<br />

totalizando da automação produtividade entre os como pares, 31. realizando<br />

um<br />

2519-7500<br />

por laboratórios outlier. acima<br />

colaborador<br />

realizando<br />

Ou<br />

2019. totalizando submetidos analíticas Os 2019. à análise 9 resultados na equipamentos esteira, Os de benchmarking<br />

resultados sendo foram em todas foram<br />

seja,<br />

de<br />

entre o<br />

250.000 www.labrede.com.br<br />

Lab Rede® os acima exames/mês.<br />

pares, lidera de laboratórios<br />

o 250.000 quesito<br />

submetidos 2019. através da série Os indicador<br />

submetidos à resultados Abbott de análise produtividade - à Architect®, foram análise de<br />

produtividade<br />

da<br />

de<br />

realizando exames/mês. acima por de colaborador<br />

exames/mês. entre os pares, laboratórios<br />

250.000<br />

benchmarking submetidos totalizando benchmarking<br />

ControlLab® com laboratórios à 9 através equipamentos análise<br />

através<br />

de mesmo do de em do<br />

indicador benchmarking 2019. indicador<br />

de Os produtividade resultados de produtividade<br />

através da foram da<br />

realizando Assessoria<br />

do<br />

acima Médica<br />

Médica de Lab<br />

Lab 250.000 Rede®<br />

Rede®<br />

indicador<br />

submetidos<br />

de produtividade<br />

à análise<br />

da<br />

de<br />

exames/mês. Assessoria Assessoria 31. Médica 2519-7500<br />

Lab Rede®<br />

benchmarking através do<br />

www.labrede.com.br 31. 25149-7500 2519-7500<br />

indicador de produtividade da<br />

Assessoria www.labrede.com.br<br />

Médica WWw.labrede.com.br<br />

31. Lab 2519-7500 Rede®<br />

www.labrede.com.br<br />

31. 2519-7500<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019<br />

www.labrede.com.br<br />

A decisão de optar e implementar ControlLab® com laboratórios de<br />

Esteira Integração em Laboratório Apoio


Tecnologia e agilidade<br />

em sua rotina de<br />

testes quantitativos<br />

WF 500<br />

Leitor Fluorescente<br />

Testes Rápidos Quanti<br />

PCT<br />

D-Dimer<br />

cTnl<br />

hs-CRP+CRP<br />

HbA1c<br />

Resultados Rápidos e Quantitativos com<br />

alta Sensibilidade e Especicidade<br />

A Linha Imuno-Rápido Quanti traz um novo conceito de testes para o laboratório clínico,<br />

unindo a rapidez e praticidade dos testes rápidos com a sensibilidade dos testes uorescentes.<br />

Através de uma moderna metodologia, os testes rápidos uorescentes da Wama Diagnóstica<br />

são capazes de quanticar parâmetros importantes da rotina laboratorial e hospitalar em<br />

poucos minutos. A leitura realizada unicamente pelo equipamento produz um registro de teste<br />

e exclui qualquer subjetividade de interpretação, tornando os resultados seguros e conáveis.<br />

Memória para armazenar 10.000 resultados.<br />

Placas-teste especícas para cada parâmetro e vinculadas ao cartão SD correspondente.<br />

Possibilidade de uso em local sem energia elétrica utilizando bateria de lítio-ion (acessório).<br />

Armazenamento de curvas para cada lote.<br />

Sistema Android com tela colorida e touch screen.<br />

Impressora interna.<br />

Conexões: 2 USBs, rede e leitor de códigos de barras.<br />

Garantia de 1 ano contra defeitos de fabricação.<br />

Registros no Ministério da Saúde (MS).<br />

Assessoria técnica e cientíca para todo o Brasil.<br />

Testes Quantitativos:<br />

Dímero-D<br />

Hemoglobina Glicada<br />

Microalbuminúria<br />

PCR Ultrassensível<br />

Procalcitonina<br />

Troponina I<br />

Apresentações: 10, 20, 25, 30, 40, 50 e 80 testes<br />

Breve:<br />

CK-MB<br />

hCG<br />

NT-proBNP<br />

T3<br />

T4<br />

TSH<br />

tPSA<br />

Vitamina D<br />

Rev.: 06/2019<br />

+ Tel: 55 16 3377.9977<br />

SAC: 0800 772 9977<br />

wamadiagnostica.com.br<br />

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Rua Aldo Germano Klein, 100 - CEAT, São Carlos/SP – Brasil<br />

Constante Evolução


informe de mercado<br />

Os testes rápidos MEDTESTE<br />

Os testes rápidos MEDTESTE<br />

» São testes baseados principalmente em imunocromatografa<br />

INFORME em DE MERCADO tiras reagentes de fluxo lateral, sem o uso de um<br />

equipamento adicional.<br />

Os » testes Fornecem rápidos MEDTESTE resultados em menos de 30 min.<br />

» São<br />

ANTICORPOS<br />

testes baseados principalmente<br />

(Ac) ou IMUNOGLOBULINAS<br />

em imunocromatografa em tiras<br />

(Ig)<br />

reagentes de fluxo<br />

lateral, sem o uso de um equipamento adicional.<br />

» Fornecem Células resultados de defesa em menos do de organismo.<br />

30 min.<br />

ANTÍGENOS (Ag)<br />

ANTICORPOS (Ac) ou IMUNOGLOBULINAS (Ig)<br />

Células Substância de defesa do que organismo. ao entrar em um organismo se liga a anticor-<br />

ANTÍGENOS (Ag)<br />

pos iniciando uma resposta imune (vírus, bactéria, fungo, etc.)<br />

Substância que ao entrar em um organismo se liga a anticorpos iniciando uma resposta imune<br />

(vírus, bactéria, fungo, etc.)<br />

PODEM SER<br />

» Qualitativos – POSITIVO ou NEGATIVO<br />

» Semiquantitativos – FAIXAS DE MEDIÇÃO ou INTERVALO<br />

DE VALORES<br />

» Quantitativos – Fornece VALORES<br />

PODEM SER UTILIZADOS COMO<br />

» Triagem (Outros testes/exames são realizados para o<br />

diagnóstico definitivo)<br />

» Diagnóstico (O resultado confirma ou exclui a doença<br />

em investigação)<br />

DE AMOSTRAS BIOLÓGICAS<br />

TIPOS DE AMOSTRAS BIOLÓGICAS<br />

» ser utilizados como triagem e diagnóstico de doenças.<br />

» Podem ser utilizados como triagem e diagnóstico<br />

de doenças.<br />

Os Testes Rápidos e a Reação Antígeno Anticorpo no Organismo Humano<br />

Os Testes Rápidos e a Reação Antígeno Anticorpo<br />

no Organismo Humano<br />

0124<br />

PODEM DETECTAR<br />

» Antígenos (são utilizados anticorpos na área do teste)<br />

PODEM DETECTAR<br />

» Anticorpos PODEM (são DETECTAR<br />

utilizados antígenos na área do teste)<br />

» Antígenos (são utilizados anticorpos na área do teste)<br />

» Antígenos (são utilizados anticorpos na área do teste)<br />

» Anticorpos (são utilizados antígenos na área do teste)<br />

» Anticorpos (são utilizados antígenos na área do teste)<br />

PODEM SER<br />

» Qualitativos – POSITIVO ou NEGATIVO<br />

PODEM SER<br />

» Semiquantitativos – FAIXAS DE MEDIÇÃO ou INTERVALO DE VALORES<br />

» Qualitativos – POSITIVO ou NEGATIVO<br />

» Quantitativos – Fornece VALORES<br />

» Semiquantitativos – FAIXAS DE MEDIÇÃO ou INTERVALO DE VALORES<br />

» Quantitativos – Fornece VALORES<br />

Obs.: O MedTeste PSA pode ser utilizado como seguimento de pacientes e o MedTeste Sífilis<br />

para início de tratamento.<br />

Obs.: O MedTeste PSA pode ser utilizado como seguimento de pacientes e o MedTeste Sífilis<br />

para início de tratamento.<br />

Distribuidor Exclusivo PR e SC.<br />

41 3146-0802<br />

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Revista NewsLab | Ago/Set 2019


informe de mercado<br />

PNCQ conquista a Acreditação ABNT NBR ISO 17034:2017<br />

como Produtor de Material de Referência Certificado<br />

O PNCQ conquista, através da Coordenação<br />

Geral de Acreditação do<br />

INMETRO (Cgcre), a Acreditação como<br />

Produtor de Materiais de Referência<br />

Certificados, de acordo com a norma<br />

ABNT NBR ISO 17034:2017.<br />

O MRC PNCQ é um Material de Referência<br />

acompanhado por um certificado,<br />

com valores de propriedade e<br />

incertezas definidas, utilizado em todos<br />

os estágios de medição, inclusive<br />

para a validação de métodos analíticos<br />

como também na calibração de um<br />

sistema de medição. Este MRC é um<br />

calibrador de origem humana estabilizado<br />

e liofilizado de concentrações<br />

e pureza conhecidos. Os padrões de<br />

medição com valores certificados foram<br />

determinados usando padrões<br />

rastreáveis internacionalmente. O MRC<br />

é envasado e liofilizado em frasco âmbar<br />

em volume de 2mL.<br />

Estão disponíveis os seguintes MRC<br />

de Bioquímica: Ácido Úrico, Cálcio,<br />

Cloro, Colesterol, Creatinina, Glicose,<br />

Magnésio, Potássio, Sódio, Triglicerídeos<br />

e Ureia.<br />

A demanda por novos materiais de<br />

referência de maior qualidade está<br />

crescendo, tanto como consequência<br />

da melhoria da precisão dos equipamentos<br />

de medição, quanto pela<br />

exigência de dados mais exatos e confiáveis<br />

na área de procedimentos analíticos<br />

nos processos de Acreditação<br />

dos Laboratórios Clínicos e validações<br />

das reações de diagnósticos in vitro.<br />

Novos parâmetros estão em fase de<br />

caracterização para ampliar o escopo<br />

do MRC do PNCQ na atividade de análises<br />

laboratoriais.<br />

Um Produtor de Material de Referência,<br />

precisa demonstrar a sua<br />

competência técnica e científica para<br />

assegurar a qualidade apropriada na<br />

produção de um MRC. O PNCQ é o pioneiro<br />

na produção de um MRC nesse<br />

segmento da Química Clinica.<br />

O PNCQ foi avaliado por uma equipe<br />

de especialistas da Coordenação Geral<br />

de Acreditação do Inmetro (Cgcre),<br />

que outorgaram ao PNCQ a competência<br />

na operação de Produção de Material<br />

de Referência.<br />

Informações pelo e-mail pncq@pncq.<br />

org.br ou pelo telefone (21) 2569-6867.<br />

Seegene Allplex Respiratory Panel Assays<br />

Detecção e identificação de 26 patógenos do trato<br />

respiratório utilizando PCR em tempo real multiplex one-step<br />

Com sede na Coreia e presente em<br />

mais de 60 países, a Seegene chega<br />

oficialmente ao Brasil, trazendo tecnologia<br />

e produtos inovadores, como<br />

o Allplex Respiratory Panel Assays.<br />

Composto por 4 diferentes painéis<br />

esse ensaio detecta e identifica múltiplos<br />

alvos patogênicos em uma única reação.<br />

Baseado na exclusiva tecnologia MuDT<br />

da Seegene, informa valores individuais<br />

de Ct de múltiplos patógenos em um<br />

único canal. Sua cobertura inclui 16 vírus,<br />

3 subtipos de Gripe A e 7 bactérias.<br />

Em conjunto com a plataforma automatizada<br />

da Seegene, oferece resultados<br />

mais rápidos e precisos que qualquer outro<br />

produto. Precisão e rapidez que possibilitam<br />

aos profissionais uma melhor<br />

escolha do tratamento.<br />

A plataforma All in One da Seegene<br />

executa uma ampla gama de testes<br />

de diagnóstico molecular, otimizando<br />

o fluxo de trabalho, com eficiência e<br />

redução de custos para o laboratório.<br />

O software Seegene Viewer, interligável<br />

ao sistema LIS do laboratório faz a<br />

análise de dados automatizada, entregando<br />

um relatório personalizado e de<br />

fácil leitura.<br />

Saiba mais sobre a Seegene e conheça toda<br />

a gama de produtos licenciados pela ANVISA:<br />

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0126<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


logistíca laboratorial<br />

ACQUAPLUS<br />

ACQUAPLUS<br />

CAIXA COM 10 TESTES<br />

CAIXA (REESTRUTURAÇÃO COM 10 TESTES DA EMBALAGEM)<br />

(REESTRUTURAÇÃO DA EMBALAGEM)<br />

O Grupo Prime Cargo sempre atento e acreditando no<br />

mercado nacional e internacional realiza frequentemente<br />

massivos investimentos em suas instalações e filiais.<br />

Contando com estrutura de em todas as etapas de transporte, distribuição<br />

e armazenamento.<br />

Rapidez<br />

7000mts² em<br />

e<br />

Barueri<br />

precisão<br />

- SP, e filiais<br />

no<br />

em<br />

controle<br />

pontos estratégicos por todo território<br />

nacional, e sendo precisão eles da totalmente Água. no controle nessa Consulta Pública vieram para<br />

As alterações e novidades abordadas<br />

Rapidez microbiológico<br />

adequados ao segmento médico- harmonizar os requerimentos sanitários<br />

microbiológico -laboratório-hospitalar, o da Grupo Água. Prime da Anvisa com aqueles definidos nas<br />

Cargo disponibiliza aos seus clientes diversas diretrizes internacionais.<br />

um novo conceito em transporte e Portanto, agora mais do que nunca,<br />

armazenagem, que segue em conformidade<br />

com as boas práticas exigidas doras, precisam realizar processo de<br />

os gestores das empresas embarca-<br />

pelas diretrizes.<br />

Qualificação de Fornecedores de forma<br />

a garantir a integridade do produto<br />

Dispondo de áreas técnicas, laboratórios<br />

para manutenção de equipamentos farmacêutico de ponta a ponta.<br />

e espaço para treinamento de equipes, Em fevereiro de 2019, a Agência Nacional<br />

de Vigilância Sanitária, inclusive,<br />

a PRIME inova mais uma vez no atendimento<br />

e velocidade nos processos, promoveu o Diálogo Setorial, justamente<br />

para apresentar as alterações na CP<br />

claro, tudo isso possuindo todas as certificações<br />

e adequações necessárias. 343/2017, além de ouvir as considerações<br />

e preocupações dos empresários,<br />

O investimento em pessoal é constante<br />

com treinamentos e atualizações especialistas e técnicos do setor.<br />

FINALIDADE<br />

de equipamentos e materiais, isso faz<br />

FINALIDADE<br />

Kit para controle microbiológico<br />

Foram<br />

da água<br />

enviadas<br />

(testes<br />

445 contribuições<br />

de<br />

com que além de atender os prazos,<br />

presença/ausência de coliformes totais<br />

pelos participantes,<br />

de fecais).<br />

que receberam a<br />

Kit seja para feito com controle qualidade microbiológico e segurança. versão da prévia água da publicação, (testes bem de como<br />

presença/ausência O que é a CP 343/2017?<br />

A detecção dos coliformes de coliformes totais é totais as<br />

baseada<br />

alterações de fecais). na<br />

do texto<br />

hidrólise<br />

inicial com<br />

de<br />

todas<br />

A CP 343/2017 da Agência Nacional<br />

<br />

as sugestões e comentários recebidos.<br />

A Vigilância Sanitária se refere às boas<br />

vez detecção que mais dos coliformes de 98% das totais cepas é baseada Com<br />

de<br />

o<br />

coliformes<br />

texto na consolidado, hidrólise totais de a norma<br />

<br />

práticas de armazenagem e transporte<br />

e que tem o mais intuito de promover 98% das maior<br />

possuem a enzima galactosidade,<br />

reduziu<br />

que<br />

a<br />

degrada<br />

quantidade<br />

aquele<br />

de artigos de<br />

vez substrato.<br />

cepas 127 de para coliformes 90. totais<br />

possuem controle da a cadeia enzima produtiva, galactosidade, garantindo<br />

a qualidade dos medicamentos<br />

que degrada aquele<br />

substrato. A adição de uma substância indutora do operon lac ampli-<br />

<br />

A bilidade<br />

do teste.<br />

adição de uma substância indutora do operon lac ampli-<br />

<br />

bilidade<br />

<br />

do teste.<br />

lactosideo)<br />

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Revista NewsLab | Ago/Set 2019


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PRODUTOS PARA LABORATÓRIO


informe de mercado<br />

AV400: um aparelho único, diversas possibilidades<br />

Projetado para facilitar a localização de veias, o visualizador Greiner Bio-One AV400 pode<br />

ser utilizado em inúmeros procedimentos – da coleta de sangue ao tratamento estético!<br />

A punção venosa é um dos procedimentos<br />

médicos invasivos mais<br />

comuns. A dificuldade em encontrar<br />

a veia apropriada pode frustrar muitos<br />

profissionais da saúde, que não<br />

querem causar desconforto e estresse<br />

adicionais ao paciente, além do tempo<br />

prolongado em demasiadas tentativas.<br />

Felizmente, existe uma solução<br />

para aliviar a frustração, o estresse<br />

e o desconforto, o Greiner Bio-One<br />

AV400, um scanner vascular que projeta<br />

a vasculatura do paciente na superfície<br />

da pele. Um aparelho versátil<br />

e diferenciado pela sua tecnologia de<br />

última geração, que oferece diversos<br />

benefícios aos médicos, enfermeiros,<br />

flebotomistas e pacientes.<br />

O scanner vascular Greiner Bio-One<br />

AV400 utiliza luz infravermelha, que<br />

através da absorção da hemoglobina,<br />

detecta veias subcutâneas e projeta-as<br />

com a máxima definição na superfície<br />

da pele em tempo real. O modo<br />

inverso destaca ainda mais as veias<br />

pequenas, que podem ser visualizadas<br />

tanto escurecidas como iluminadas.<br />

Intuitivo para o usuário, o dispositivo<br />

faz a projeção a partir de qualquer<br />

ângulo que seja posicionado, de 10 a<br />

45 centímetros acima da pele, e assim,<br />

possibilita avaliar e definir o melhor<br />

acesso em menos de um minuto, sendo<br />

que localiza veias com até 10 mm<br />

de profundidade.<br />

Eficaz e prático para quaisquer procedimentos<br />

em que a visualização das veias<br />

é necessária, o AV400 pode ser utilizado<br />

desde a coleta de sangue, infusão de<br />

quimioterápicos e contraste em pacientes<br />

oncológicos até em tratamentos faciais<br />

de dermatologia, estética ou mesmo vasculares.<br />

Com o dispositivo, o profissional<br />

consegue conferir visualmente a permeabilidade<br />

da veia, a fim de evitar válvulas e<br />

bifurcações, sendo também muito importante<br />

em cirurgias e procedimentos estéticos<br />

onde as veias precisam ser evitadas.<br />

O design ergonômico facilita sua<br />

higienização, podendo ser ensacado<br />

para o uso isolado. Não requer calibração,<br />

manutenção de rotina ou preventiva,<br />

pois está permanentemente<br />

alinhado. Não precisa estar conectado<br />

a uma tomada elétrica por ser alimentado<br />

pela bateria interna de longa duração<br />

e aprovado para operação contínua,<br />

sendo que sua recarga é rápida<br />

quando não estiver em uso. Portátil e<br />

leve, pesa apenas 277 gramas, é pequeno<br />

o suficiente para ser transportado<br />

nos bolsos de jalecos e uniformes<br />

tradicionais. Converte-se facilmente<br />

no modo “mãos livres“ com o uso de<br />

suportes opcionais móveis ou fixos,<br />

para um único profissional conseguir<br />

realizar o procedimento.<br />

Para saber mais, entre em contato:<br />

info@br.gbo.com.<br />

Painel de genes direcionados a RAS/RAF<br />

resistência a terapias de câncer específicas<br />

0130<br />

Painel de genes direcionados a RAS/RAF<br />

O painel ampliado de RAS/RAF da Mayo Clinic aplica o sequenciamento direcionado de próxima<br />

geração para avaliar mutações somáticas com utilidade clínica no interior dos genes BRAF, HRAS, NAS<br />

e KRAS. O uso mais frequente do exame se dá em pacientes com carcinoma colorretal metastático, com<br />

o intuito de determinar se os pacientes são candidatos à terapia anti-EGFR. Os pacientes com outros<br />

tipos de tumores, como câncer de pulmão, também poderão ser favorecidos.<br />

Exame em destaque<br />

• RAS/RAF Targeted Gene Panel by Next-Generation Sequencing, Tumor (ID da Mayo: RASFP)<br />

Útil para<br />

• Identificação de tumores que possam responder a terapias direcionadas por meio da avaliação<br />

simultânea de vários genes alvo<br />

• Identificação de mutações que possam ajudar a determinar o prognóstico de pacientes com<br />

tumores sólidos<br />

• Identificação de mutações específicas dentro de genes sabidamente relacionados à resposta ou<br />

O painel ampliado de RAS/RAF da<br />

Mayo Clinic aplica o sequenciamento direcionado<br />

de próxima geração para avaliar<br />

mutações somáticas com utilidade clínica<br />

no interior dos genes BRAF, HRAS, NAS e<br />

KRAS. O uso mais frequente do exame se<br />

dá em pacientes com carcinoma colorretal<br />

metastático, com o intuito de determinar<br />

se os pacientes são candidatos à terapia<br />

anti-EGFR. Os pacientes com outros tipos<br />

de tumores, como câncer de pulmão, também<br />

poderão ser favorecidos.<br />

Exame em destaque<br />

• RAS/RAF Targeted Gene Panel by Next-<br />

-Generation Sequencing, Tumor (ID da<br />

Mayo: RASFP)<br />

Útil para<br />

• Identificação de tumores que possam responder<br />

a terapias direcionadas por meio da<br />

avaliação simultânea de vários genes alvo<br />

• Identificação de mutações que possam<br />

ajudar a determinar o prognóstico de pacientes<br />

com tumores sólidos<br />

• Identificação de mutações específicas<br />

dentro de genes sabidamente relacionados<br />

à resposta ou resistência a terapias de<br />

câncer específicas<br />

Requisitos da amostra<br />

• Preferencial: bloco de tecido – enviar um<br />

bloco de tecido fixado em formalina e embebido<br />

em parafina.<br />

• Aceitável: lâmina de tecido – enviar<br />

uma lâmina corada com hematoxilina e<br />

eosina e 10 lâminas não coradas e não<br />

cozidas com seções espessas de 5 micra<br />

do tecido tumoral.<br />

• Aceitável: lâmina citológica (esfregaços<br />

diretos ou ThinPrep) – enviar 1 ou 2 lâminas<br />

(coradas e cobertas) com o mínimo de<br />

5.000 células nucleadas no total.<br />

Para obter mais informações<br />

• mayocliniclabs.com<br />

• mclglobal@mayo.edu<br />

• +1 855-379-3115<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


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VISITE-NOS NA 53° CBPC/ML!<br />

De 24 a 26/9, no Centro de Convenções<br />

SulAmérica, no Rio de Janeiro. Estande 41.<br />

Greiner Bio-One AV400<br />

Um aparelho único. Diversas possibilidades.<br />

O AV400 é um scanner vascular que ajuda o profissional a<br />

localizar o melhor acesso venoso para punção, projeta as<br />

veias periféricas na pele em tempo real e com o máximo de<br />

definição.<br />

Foco automático, sem necessidade de ajustes<br />

Visualização perfeita em qualquer ângulo<br />

Fácil de usar, leve e portátil<br />

Encaixado em suporte móvel ou fixo, as mãos ficam<br />

livres para realizar o procedimento<br />

O Greiner Bio-One AV400 foi projetado para facilitar a arte<br />

de encontrar e avaliar a veia adequada em conjunto com a<br />

ciência do mapeamento de veias em tempo real.<br />

Greiner Bio-One Brasil | Avenida Affonso Pansan, 1967 | CEP 13473-620 | Americana | SP<br />

Tel: +55 (19) 3468-9600 | Fax: +55 (19) 3468-3601 | E-mail: info@br.gbo.com<br />

0131<br />

www.gbo.com/preanalytics


informe de mercado<br />

Acreditação Progamas Prevecal da BIOSYSTEMS<br />

Fornecedor de programas<br />

de intercomparação acreditado<br />

segundo a norma ISO/IEC 17043:2010<br />

De acordo com a ISO/IEC<br />

17043:2010<br />

A BioSystems S.A., conforme sua política<br />

de melhoria contínua da qualidade, tem o<br />

prazer de anunciar a recente acreditação<br />

de acordo com a ISO/IEC 17043:2010<br />

“Requisitos gerais para ensaios de proficiência”<br />

dos programas PREVECAL BIOQUÍMICA<br />

e PREVECAL BIOQUÍMICA HUMANO.<br />

A obtenção dessa acreditação, a primeira<br />

no âmbito espanhol, ocorreu no dia 26<br />

de abril através da Entidad Nacional<br />

de Acreditación (ENAC) da Espanha.<br />

A ENAC faz parte de uma infraestrutura<br />

global de acreditação que opera por meio<br />

de duas organizações, a International<br />

Laboratory Accreditation Cooperation<br />

(ILAC) e o International<br />

Accreditation Forum (IAF), que se<br />

apoiam em organizações regionais (América,<br />

Ásia-Pacífico etc.).<br />

No Brasil, o órgão acreditador é a<br />

Coordenação Geral de Acreditação (CG-<br />

CRE), um membro signatário da ILAC.<br />

Portanto, a acreditação dos programas<br />

PREVECAL realizada pela ENAC também<br />

é endossada pela CGCRE.<br />

Nessas organizações, foram estabelecidos<br />

acordos internacionais com base no<br />

reconhecimento mútuo de certificados e<br />

relatórios emitidos pelas instituições acreditadas,<br />

a fim de facilitar a concretização<br />

do objetivo final: um relatório ou certificado<br />

emitido com a acreditação da ENAC será<br />

reconhecido pelos demais signatários do<br />

mundo todo.<br />

A acreditação dos programas PREVECAL<br />

destaca a maior exigência técnica do programa,<br />

além de melhorias significativas nos<br />

benefícios recebidos pelos usuários, dentre<br />

os quais destacamos:<br />

• estatísticas robustas (ISO 13528:2015)<br />

• eliminação de valores discrepantes segundo<br />

o protocolo padronizado da IUPAC<br />

• especificações baseadas na variabilidade biológica<br />

• escore z<br />

• avaliação final com base no erro total cometido<br />

• assessoria técnica sobre o desempenho<br />

obtido<br />

O programa PREVECAL está ao mesmo<br />

nível de outras instituições organizadoras<br />

de programas de intercomparação, com a<br />

vantagem de uma grande internacionalidade<br />

de participantes, o que permite obter<br />

uma comparação mundial que a maioria<br />

dos programas nacionais não pode oferecer.<br />

Essa conquista e o esforço contínuo na<br />

obtenção de novas acreditações para o<br />

restante dos programas PREVECAL nos permitem<br />

ser referência como um programa<br />

externo acreditado internacionalmente para<br />

os laboratórios de análises clínicas no Brasil.<br />

Contato:<br />

www.biosystems.es<br />

biosystems@biosystems.es<br />

0132<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


Máxima<br />

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Random Access Analyzer<br />

• Analisador de química clínica de bancada<br />

com função STAT com ISE opcional.<br />

• 200 testes/h reais inclusive para reações birreativas.<br />

• Tecnologia LED SMART.<br />

• 88 posições de reagentes e amostras<br />

com flexibilidade máxima.<br />

• Sistema compacto com manutenção reduzida.<br />

Distribuição em todo o país<br />

Fabricado por: BioSystems S.A.<br />

Costa Brava 30, 08030 Barcelona (Spain) Tel. (+34) 93 311 00 00<br />

biosystems@biosystems.es | www.biosystems.es


informe de mercado<br />

Acesso remoto aos analisadores CellaVision:<br />

Telepatologia acessível a todos<br />

Muitos profissionais de laboratório que<br />

trabalham na área da hematologia já conhecem<br />

ou trabalham com a tecnologia<br />

CellaVision para a realização da contagem<br />

diferencial automatizada de leucócitos. O<br />

equipamento faz a leitura das lâminas e fornece<br />

ao analista uma pré-classificação dos<br />

leucócitos, bem como a pré-caracterização<br />

dos eritrócitos através da análise morfológica<br />

conduzida por inteligência artificial.<br />

Nos últimos quinze anos a morfologia<br />

celular digital tem se tornado uma realidade<br />

na maioria dos laboratórios de grande volume<br />

de amostras. Nestas instituições, é muito<br />

comum o acesso remoto aos analisadores<br />

CellaVision, onde um ou mais analistas acessam<br />

de forma remota as imagens das células<br />

dos pacientes que tiveram suas amostras<br />

selecionadas para a contagem diferencial.<br />

Este acesso remoto permite que colaboradores<br />

trabalhem remotamente, analisando<br />

amostras processadas em outro local, por<br />

exemplo, em um laboratório satélite, um<br />

hospital afastado dos grandes centros ou<br />

outro laboratório afiliado.<br />

Os benefícios da tecnologia CellaVision,<br />

antes disponível apenas para laboratórios<br />

de grande volume de amostras, agora estará<br />

disponível para laboratórios de todos<br />

os portes. Durante a edição deste ano do<br />

AACC, maior evento de análises clínicas<br />

do mundo, a CellaVision apresentou um<br />

novo equipamento de pequeno porte, o<br />

DC-1 - ideal para laboratórios com pequeno<br />

volume de amostras. O novo modelo processa<br />

uma lâmina por vez e possui todas as<br />

funcionalidades dos equipamentos Cella-<br />

Vision maiores. Desta forma, laboratórios<br />

pequenos também poderão contar com os<br />

recursos CellaVision, o que inclui o acesso remoto,<br />

permitindo a colaboração de analistas<br />

localizados em outros centros diagnósticos.<br />

Especialistas em morfologia poderão opinar<br />

ou até mesmo assinar casos processados<br />

em laboratórios afastados. A telepatologia<br />

aumenta a precisão dos exames e a atuação<br />

dos especialistas em morfologia celular. É<br />

notável a redução do tempo de entrega dos<br />

resultados (TAT), o incremento da acurácia<br />

diagnóstica e da produtividade e, sobretudo,<br />

da consistência, uma vez que o processo de<br />

contagem diferencial se torna padronizado.<br />

Saiba mais em www.cellavision.com<br />

Contato: Wagner Miyaura - Market Support<br />

Manager, South America<br />

wagner.miyaura@cellavision.com<br />

0134<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


informe de mercado<br />

KIT ESPERMOTESTE - VIDA Biotecnologia<br />

A VIDA Biotecnologia se destaca<br />

como uma das mais eficientes empresas<br />

brasileiras fabricantes de reagentes para<br />

diagnóstico clínico. E já a alguns anos, a<br />

empresa comercializa mais um produto de<br />

fabricação própria, o Kit de Espermoteste.<br />

O produto tem como finalidade realizar<br />

o espermograma, exame utilizado<br />

para a avaliação da qualidade e capacidade<br />

de produção do espermatozoide,<br />

indicando assim, a sua capacidade ou<br />

não de fecundação e a saúde de todo<br />

sistema reprodutivo masculino.<br />

O teste se divide em exames macroscópicos,<br />

microscópicos e bioquímicos.<br />

O kit de Espermoteste da VIDA<br />

Biotecnologia, é uma ótima forma de<br />

padronização do exame nos laboratórios<br />

clínicos e de fertilidade.<br />

A VIDA Biotecnologia se destaca no<br />

mercado de ciências da vida, se fazendo<br />

presente nas maiores clínicas de<br />

fertilidade do Brasil.<br />

Para mais informações, entre em contato<br />

com sua Central de Atendimento (31) 3466-3351<br />

ou através do site www.vidabiotecnologia.com.br.<br />

0136<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


informe de mercado<br />

Plataforma point of care SelexOn certeza de<br />

resultados precisos<br />

Menu de testes registrados na ANVISA:<br />

BNP<br />

CK-MB<br />

Hs-CRP<br />

D-Dímero<br />

Troponina<br />

Trio Cardíaco<br />

TSH<br />

T4 Total<br />

Com cerca de 8 anos atuando no mercado<br />

Mundial e com pouco mais de 2<br />

meses no mercado Brasileiro o sistema<br />

Point of Care SelexOn da Bio Advance<br />

vem demonstrando que veio para ficar.<br />

Quando comparado com outros sistemas<br />

existentes no mercado, fornece<br />

resultados mais precisos, alinhados com<br />

praticidade e rapidez.<br />

Diferente de outros sistemas, o<br />

SelexOn permite ao usuário realizar<br />

múltiplos marcadores simultaneamente, e<br />

com leitura entre eles de apenas 10 segundos.<br />

Também tem sua determinação em<br />

apenas um único passo, não requerendo<br />

qualquer diluente de amostra, e a utilização<br />

de amostra é de sangue total – EDTA.<br />

Vale ainda destacar outros diferenciais<br />

do SelexOn:<br />

- Os kits não necessitam de refrigeração:<br />

permitindo ao usuário maior flexibilidade e<br />

economia no processamento da amostra.<br />

- Tela touch screen capacitiva: o que<br />

permite trabalhar com as informações de<br />

vários toques ao mesmo tempo. A precisão<br />

dessa tela pode chegar a 100% e é<br />

de alta durabilidade.<br />

- RFID: sistema de reconhecimento<br />

que integra os dados do produto ao<br />

equipamento e com apenas um único registro<br />

inicial é possível utilizar todo o kit<br />

sem necessidade de nova identificação.<br />

- Cassete teste rastreáveis: sistema<br />

inteligente que permite rastreabilidade<br />

do analito, lote e validade durante as<br />

análises, tornando todo o processo de<br />

execução do teste seguro.<br />

- Software de interface: sistema próprio<br />

para interface de dados, modo simples<br />

e direto no PC do usuário.<br />

Bio Advance<br />

Tel.: (11) 3445-5418<br />

contato@bioadvancediag.com.br<br />

www.bioadvancediag.com.br<br />

0138<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


informe de mercado<br />

Pipetagem exata e precisa de plasma, Sangue total e<br />

outro líquidos problemáticos<br />

Líquidos mais viscosos que a água como<br />

glicerol ou que contenham proteínas ou<br />

células em suspensão quando em contato<br />

com a ponteira formam espuma fazendo<br />

com que seja difícil uma pipetagem precisa.<br />

Nas pipetas comuns, de deslocamento<br />

de ar, uma bolha de ar separa o líquido do<br />

interior da ponteira do pistão da pipeta. Essa<br />

bolha de ar, como todo gás, interage com o<br />

líquido pipetado de acordo com suas características<br />

como densidade, viscosidade, volatilidade<br />

e presença de surfactantes e isso pode<br />

gerar uma redução do volume pipetado.<br />

A MICROMAN®E é uma pipeta de deslocamento<br />

positivo, e o líquido não entra<br />

em contato com o corpo da pipeta, pois<br />

a amostra é aspirada e dispensada por<br />

uma ponteira capilar. Essa ponteira pos-<br />

sui um pistão interno que elimina a bolsa<br />

de ar formada nas pipetas comuns, sendo<br />

assim, as propriedades do líquido não<br />

influenciam o volume de líquido aspirado<br />

e dispensado.<br />

Líquidos viscosos são aspirados e dispensados<br />

lentamente, isso faz com que certo<br />

volume residual permaneça na ponteira<br />

reduzindo o volume de líquido dispensado<br />

influenciando a exatidão da pipetagem.<br />

Essa nova versão da MICROMAN®E tem<br />

design que se acomoda melhor na mão, um<br />

botão de pipetagem maior e necessita de mínima<br />

força de pipetagem (apenas 26N). Além<br />

disso, com o display de volume na parte frontal<br />

propicia melhor visibilidade do volume<br />

a ser pipetado e o sistema QuickSnap para<br />

perfeita fixação da ponteira capilar na pipeta.<br />

As ponteiras com pistão capilar interno<br />

melhoram muito a precisão da<br />

pipetagem e eliminam a contaminação<br />

cruzada entre amostras.<br />

Estão disponíveis 6 modelos de<br />

MICROMAN®E para volumes de pipetagem<br />

de 1-1000 µl e suas respectivas<br />

ponteiras capilares.<br />

Para mais informações:<br />

https://www.gilson.com/system-microman-e.html<br />

Os produtos Gilson podem ser<br />

adquiridos nos distribuidores oficiais:<br />

Bioresearch - www.bioresearch.com.br<br />

- (11)3872-6669<br />

Sinapse - www.sinapsebiotecnologia.com.br -<br />

(11) 2605-5655<br />

Pensabio - www.pensabio.com.br -<br />

(11) 3868-6500<br />

0140<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


0141


informe de mercado<br />

Plataforma Optilite da Binding Site é sucesso nos<br />

grandes laboratórios e destaque nos eventos da área clínica<br />

O FUTURO DAS<br />

Como principal lançamento no Brasil em<br />

ANÁLISES DE PROTEÍNAS ESPECIAIS<br />

2018, a Binding Site do Brasil disponibilizou<br />

O Optilite ® é a mais moderna plataforma para quantificação de proteínas<br />

especiais. De tamanho<br />

para seus<br />

compacto,<br />

clientes<br />

software<br />

o<br />

intuitivo,<br />

Optilite®,<br />

a plataforma<br />

sua mais<br />

foi<br />

nova<br />

desenvolvida para trazer simplicidade a processos analíticos complexos.<br />

plataforma para automação laboratorial.<br />

Trata-se Menu de um testes analisador projetado para<br />

Gamopatias Monoclonais<br />

Nefrologia<br />

Freelite simplificar o processo analítico de proteínas<br />

® (quantificação de cadeias leves e Cistatina, Microalbumina e<br />

livres) e Hevylite ® (quantificação de cadeias Beta-2-Microglobulina, Transferrina<br />

leves/pesadas das imunoglubulinas)<br />

plasmáticas, fazendo Proteínas Específicas com que o fluxo de<br />

Sistema Imune<br />

PCR, ASO, fator Reumatóide, Ferritina,<br />

IgA, IgM, IgG, IgD e IgE, Suclasses de IgG Transferrina, Pré-Albumina, Ceruloplasmina,<br />

e IgA, Sistema Complemento trabalho (CH50, C1 seja otimizado. Haptoglobina, Alfa-1-Antitripisina, Através do carregamento<br />

contínuo de amostras e reagentes, e<br />

inativador, C1q, C2, C3c e C4)<br />

Alfa-2-Glicoproteína Ácida, Lipoproteína(a),<br />

entre outras.<br />

Sistema nervoso central<br />

Albumina, Freelite, Cistatina e<br />

Imunoglobulinas no liquor.<br />

completa rastreabilidade de reagentes, controles<br />

e calibradores por código de barras, o<br />

® é marca registrada da empresa The Binding Site Group, Birmingham, Reino Unido<br />

Freelite<br />

Filial no Brasil:<br />

DIAMEDICA - Uma empresa do grupo<br />

The Binding Site<br />

Rua: Gastão Vieira, n. 451<br />

Pq: Santa Felicia Optilite® Tel: +55 16 3415-2829 é a solução ideal para laboratórios<br />

CEP: 13.562 - 410<br />

info@bindingsite.com.br<br />

São Carlos - SP, Brasil<br />

www.freelite.com.br<br />

que buscam eficiência e segurança para<br />

seus processos.<br />

No último mês de junho a empresa<br />

participou de dois importantes eventos<br />

da área clínica: o 46 Congresso Brasileiro<br />

de Análises Clínicas (CBAC) em Belo Horizonte<br />

com a exposição do Optilite® e<br />

materiais específicos sobre nos produtos; e<br />

no II Encontro de Gamopatias Monoclonais<br />

em São Paulo. Durante o CBAC, nos dias 16<br />

a 19 de junho na cidade de Belo Horizonte,<br />

os visitantes do stand tiveram a oportunidade<br />

de conhecer o Optilite®, assim como<br />

participar de uma explicação guiada pelos<br />

assessores científicos da empresa, e conhecer<br />

todo o menu de produtos que pode<br />

ser realizado pelo analisador.<br />

Melhora a eficiência Otimiza o fluxo de trabalho Segurança nos resultados<br />

0142<br />

Já no II Encontro de Gamopatias Monoclonais<br />

em São Paulo no período de<br />

28-29 de junho, a empresa participou juntamente<br />

com os médicos hematologistas<br />

da Associação Brasileira de Hematologia e<br />

Hemoterapia (ABHH) e do Grupo Brasileiro<br />

de Mieloma Múltiplo (GBRAM) com apoio<br />

da Clínica Mayo dos Estados Unidos. Estiveram<br />

presentes médicos, farmacêuticos,<br />

biomédicos e outros profissionais da área<br />

da saúde totalizando mais ou menos 240<br />

participantes. A Binding Site disponibilizou<br />

materiais contemplando a utilidade<br />

clínica do Freelite, Hevylite e outros testes<br />

que fazem parte do painel diagnóstico<br />

e do monitoramento dos pacientes com<br />

Mieloma e outras enfermidades relacionadas.<br />

Além disso os especialistas da empresa<br />

discutiram a interpretação do Freelite e<br />

sua utilidade na prática clínica diária.<br />

A empresa comercializa um menu<br />

produtos para a área de proteínas plasmáticas,<br />

sendo mundialmente reconhecida<br />

pelo desenvolvimento, produção e<br />

comercialização de kits para dosagens<br />

de biomarcadores utilizados da área de<br />

Onco-Hematologia, como o Freelite®<br />

(dosagem de Cadeias Leves e Livres<br />

(CLLs) Kappa (κ) e Lambda (λ) em soro)<br />

e o Hevylite® (dosagem dos isotipos entre<br />

as cadeias leves e pesadas das imunoglobulinas-<br />

IgG, IgM e IgA).<br />

No Brasil, o menu de produtos ofertado<br />

é bastante amplo. Além do Freelite®<br />

e Hevylite® como já comentado, destacam-se<br />

outros testes para:<br />

Imunodeficiência: IgA, IgM, IgG, IgD<br />

e IgE, Suclasses de IgG e IgA, Sistema<br />

do Complemento (CH50, C1 inativador,<br />

C1q, C2, C3c e C4).<br />

› Sistema nervoso central: Albumina,<br />

Freelite e Imunoglobulinas no líquor.<br />

› Nefrologia: Cistatina, Microalbumina<br />

e Beta-2-Microglobulina.<br />

› Proteínas Específicas: PCR, ASO, Fator<br />

Reumatóide, Ferritina, Transferrina, Pré-<br />

-Albumina, Ceruloplasmina, Haptoglobina,<br />

Alfa-1-Antitripisina, Alfa-2-Glicoproteína<br />

Ácida, Lipoproteína(a), entre outros.<br />

Como já mencionado, atualmente o<br />

Optilite já está na rotina de grandes laboratórios<br />

como no grupo Diagnósticos<br />

da América (DASA), Grupo Fleury Medicina<br />

e Saúde, Diagnósticos do Brasil<br />

(DB) e em etapa final de validação em<br />

diversos outros hospitais e laboratórios<br />

de renome. “Já são 8 Optilites instalados<br />

até o momento. Nossos parceiros tem se<br />

preocupado em utilizar o que há de mais<br />

moderno e seguro para o resultado clínico<br />

dos pacientes”, comenta Fúlvio Facco,<br />

diretor geral da empresa.<br />

Quanto ao Freelite®, é importante relembrar<br />

que a incorporação do exame no<br />

ROL de procedimentos e eventos em saúde<br />

da Agência Nacional de Saúde (ANS),<br />

está em vigor desde janeiro de 2018.<br />

Desde então, todos os planos de saúde<br />

são obrigados a cobrir os custos desse<br />

exame. O código utilizado para os pedidos<br />

do exame é: 4.03.24.26-5 – Quantificação<br />

de cadeias kappa/lambda leves<br />

livres, dosagem, sangue.<br />

www.bindingsite.com.br<br />

www.freelite.com.br • info@bindingsite.com.br<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


As Vantagens Analíticas da Imunofixação Automatizada –<br />

SEBIA<br />

aplausos e as demais honrarias. As medalhas<br />

O teste agora de imunofixação são do coração é muito dos solicitado<br />

pelos médicos por conhecimento para a tipificação e de das todas imu-<br />

jovens,<br />

sedentos<br />

nós noglobulinas, mulheres principalmente que compomos para a apoio OFAC. ao<br />

Empreendedor, diagnóstico pacientes justo, sonhador com doenças e preocu-<br />

tais<br />

como mieloma múltiplo, amiloidose, macroglobulinemia<br />

de Waldestrom, ou para<br />

monitorar os pacientes que já foram diagnosticados<br />

e estão em tratamento.<br />

Existe um fluxograma para detectar e<br />

monitorar as doenças que produzem as<br />

proteínas monoclonais, também conhecidas<br />

como paraproteínas ou ainda proteínas<br />

M, que tem como o teste de triagem a eletroforese<br />

de proteínas.<br />

Todas as vezes que se detecta uma<br />

proteína M no teste de eletroforese, esta<br />

proteína tem que ser caracterizada por imunofixação.<br />

As imunoglobulinas têm uma<br />

pado com todos à sua volta: é assim que Fica a lição de que, dinamismo,<br />

o porção definimos. cadeia Dr. pesada Abol ainda que pode possui ser uma IgG, aprendizado, da diminui a subjetividade conhecimento da interpretação. e troca<br />

disposição IgA, IgM, IgD em ou aprender IgE, e as uma cadeias nova leves, tecnologia<br />

podem e com ser Kappa a maravilhosa ou Lambda. atitude em nos sinônimo vez mais de utilizada muita pelos sabedoria laboratórios, e expe-<br />

que vão A além Imunotipagem da idade, que tem na realidade sido cada é<br />

ceder Esta uma tipificação palestra é virtual. importante pois pode, riência. exatamente E a emoção por promover ainda automação conta.<br />

a partir daí, dar a direção para o diagnóstico Obrigada e por. Em Dr. muitos Abol casos, Correa. ser mais elucidativa<br />

do que os testes realizados em<br />

além disso, a Imunofixação é utilizada para<br />

o estadiamento da doença.<br />

gel de agarose.<br />

O teste de Imunofixação é uma técnica<br />

semiautomática, realizada em gel de<br />

agarose, onde se tem a migração eletroforética,<br />

Taís a aplicação Machado manual de anti- Pozza Fucks<br />

-imunoglobulinas Farmacêutica Bioquímica, específicas e Diretora ao final, a da OFAC com especialização em gestão<br />

interpretação<br />

em Saúde e<br />

visual<br />

Estética<br />

dos resultados.<br />

A Sebia tem uma solução totalmente<br />

automatizada para este teste, a Imunotipagem.<br />

É uma técnica realizada nos equipamentos<br />

Minicap e Capillarys, que minimiza<br />

consideravelmente as etapas manuais e ain-<br />

+ 55 11 3849 0148 - www.sebia.com<br />

R. Barão do Triunfo, 612 - Cj. 406 - Brooklin Paulista<br />

- S.Paulo / SP - CEP 04602 002<br />

0143


informe de mercado


0145047


informe de mercado<br />

Unionlab 30 Anos<br />

Roberley Polycarpo e Francisco Nogueira em recente participação<br />

no AACC Califórnia 2019.<br />

<strong>Newslab</strong> : Como a Unionlab foi idealizada?<br />

Há trinta e três anos eu, Roberley, e<br />

Francisco nos conhecemos trabalhando no<br />

mesmo grupo empresarial. Eu, formado<br />

em administração de empresas e direito,<br />

vindo do mercado financeiro, Francisco,<br />

biomédico do segmento de vendas editoriais.<br />

Pensando em empreender começamos<br />

atendendo inicialmente indústrias,<br />

como Vale do Rio Doce, Aracruz Celulose,<br />

Siderúrgica de Tubarão (hoje ArcelorMittal)<br />

e o polo de indústrias em Ilhéus; tendo<br />

como foco a demanda de seus laboratórios<br />

de controle de qualidade, fornecendo basicamente<br />

equipamentos de instrumentação<br />

analítica e reagentes.<br />

<strong>Newslab</strong>: Como foi o inicio?<br />

Como todo início, a situação não era das<br />

melhores, mas isto nos forçou desenvolver:<br />

“perseverança, resistência e resiliência (acreditar<br />

e prosseguir na busca do objetivo) e o<br />

rígido controle de gastos”. Assim começou<br />

a Unionlab. Aos poucos, o setor de laboratórios<br />

clínicos foi tomando espaço dentro<br />

da incipiente empresa, mas o faturamento<br />

começava ficar prejudicado, pois a atuação<br />

da empresa se limitava ao fornecimento de<br />

equipamentos básicos.<br />

<strong>Newslab</strong> : Faça uma breve retrospectiva<br />

Naquela época o segmento de equipamentos<br />

de maior valor agregado para os<br />

laboratórios, como contadores semiautomáticos<br />

de células, equipamentos semiautomáticos<br />

de bioquímica, analisadores de<br />

gases e íons, eram dominados por equipamento<br />

de marcas já mundialmente consolidadas<br />

e entravam nos laboratórios através<br />

de vendas institucionais.<br />

O estado do Espírito Santo era pouco conhecido,<br />

e os importadores das marcas consolidadas<br />

o enxergava, como uma extensão<br />

do Rio de Janeiro e Minas Gerais. Então nós<br />

(Eu e Francisco) percebemos uma possibilidade.<br />

Não podendo ser distribuidores<br />

das marcas estrangeiras já estabelecidas,<br />

a Unionlab inicia um processo de parcerias<br />

com empresas tendo com premissa irredutíveis<br />

a qualidade dos produtos e efetivo suporte<br />

técnico e científico no Espírito Santo.<br />

Seguindo a premissa de prestar eficiente<br />

e resolutivos suportes técnico e científico,<br />

começa a ser estruturado aquele que hoje<br />

é umas das principais ferramenta de vendas<br />

da empresa – o departamento de assistência<br />

técnica e assessoria científica - contratando<br />

engenheiro, técnicos e farmacêuticos<br />

bioquímicos, sempre não medindo esforços<br />

financeiros para sua atualização tecnológica<br />

quer seja em treinamento e/ou participações<br />

em congressos.<br />

Com a estratégia de profissionalização<br />

e montagem do departamento técnico, a<br />

Unionlab começa a ter a personalidade do<br />

que é hoje. Atraindo parcerias para as linhas<br />

de bioquímica e hematologia (onde fomos<br />

campeões de venda), automação de hemoculturas<br />

e microbiologia, analisadores de<br />

gases e íons, ampliando as possibilidades da<br />

empresa nos clientes privados e também no<br />

setor público, porque em paralelo continuávamos<br />

a comercializar a linha de equipamentos<br />

de suporte, tais como microscópios,<br />

câmaras de conservação, centrífugas e outros,<br />

nos tornando assim, o parceiro preferencial<br />

para montagem dos laboratórios das<br />

maiores universidades do Espírito Santo.<br />

Por prestar um serviço de excelência<br />

aos laboratórios e alguns deles estarem<br />

instalados dentro de hospitais, a Unionlab,<br />

começa a fazer parcerias também para a<br />

venda de equipamentos hospitalares e<br />

materiais para procedimentos médicos,<br />

levando a excelência de seu pós-venda<br />

também para esta área, tornando-se um<br />

dos principais fornecedores do mercado<br />

de equipamentos para centrais de esterilização,<br />

centro cirúrgicos, unidades de tratamento<br />

intensivo e procedimentos médicos<br />

invasivos como endoscopia e cateterismo,<br />

sendo admitidos para o setor de suporte<br />

técnico para a área hospitalar, Engenheiro<br />

Clínico (pioneira no Brasil neste sentido),<br />

enfermeiros e fisioterapeutas.<br />

Mantendo a premissa de foco no cliente<br />

e severo controle financeiro atravessamos<br />

estes 30 anos, enfrentamos muitas dificuldades,<br />

pois não é fácil empreender no<br />

Brasil. Contamos hoje com uma família<br />

de 58 colaboradores, muitos deles do<br />

início de nossa fundação. É para nós uma<br />

grande satisfação, mas também uma<br />

grande responsabilidade, manter a saúde<br />

financeira da empresa de forma a conser-<br />

0146<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


Há 30 anos<br />

a serviço da vida<br />

>> Soluções em Diagnóstico<br />

Laboratorial (pequeno, médio e grande porte)<br />

>> Refrigeradores e freezers para<br />

laboratório, banco de sangue e farmácia.<br />

Rua Sertório Franco, nº 38, Antonio Honório - Vitória, ES<br />

Tel: +55 (27) 2121-0750 | www.unionlab.com.br<br />

Distribuidor autorizado:


informe de mercado<br />

var o emprego destes colaboradores e se<br />

possível ampliar seu número, pois temos<br />

a convicção que sem eles, a empresa não<br />

teria chegado até aqui.<br />

<strong>Newslab</strong> : E qual o segredo desta<br />

longevidade?<br />

Um dos fatores chaves para a Unionlab<br />

chegar até hoje: é sempre tentar ter um diferencial,<br />

“enxergar o que o mercado deseja”.<br />

Foi aí que decidimos nos associar e tocar<br />

um negócio no qual a venda não fosse<br />

tão impessoal, que fosse além do setor de<br />

compras das empresas, que entrasse dentro<br />

dos laboratórios, que se interessasse<br />

pelo dia-a-dia do usuário, do proprietário,<br />

em resumo “foco no cliente”, oferecendo<br />

soluções criativas e sob medida, visando<br />

maximizar a relação custo/benefício nos<br />

processos em que nos envolvesse. E não<br />

menos importante, enfatizamos a importância<br />

do apoio de nossas famílias, nossa<br />

Fé inabalável em Deus e a participação<br />

inestimável de nossos colaboradores.<br />

<strong>Newslab</strong> : E o futuro ?<br />

Achamos que temos que preparar a<br />

Unionlab para ser entregue a nossa próxima<br />

geração. Vamos continuar acreditando<br />

no Brasil, continuar investindo nos nossos<br />

colaboradores, buscar a melhora de nossos<br />

processos internos. Externamente vamos<br />

buscar dar transparência às nossas relações<br />

através de um programa de Compliance,<br />

que já há dois anos está sendo instalado,<br />

inclusive com participação efetiva no conselho<br />

da ABRAIDI. Com estas ações e aquelas<br />

que nos nortearam desde a fundação: foco<br />

no cliente e rígido controle financeiro, com<br />

certeza vamos estar aqui novamente para<br />

falar dos 60 anos da Unionlab.<br />

www.unionlab.com.br<br />

E-mail: unionlab@unionlab.com.br<br />

A J.R.EHLKE aposta em Nova linha de análise celular<br />

hematológica – Mindray - CAL 6000<br />

0148<br />

O CAL 6000 faz parte de uma nova geração<br />

em análise celular de hematologia, para<br />

bancada. A combinação de duas unidades<br />

de analisadores hematológicos BC-6000<br />

(amostras de sangue total ou fluidos biológicos)<br />

e uma unidade de SC-120 (automação<br />

em distensão e corador de lâminas)<br />

perfaz a velocidade de 220 hemogramas/<br />

hora e 120 lâminas/hora. O CAL 6000 é<br />

um equipamento com três plataformas de<br />

carregamento e três plataformas de descarregamento<br />

contínuos com alta capacidade<br />

de amostras. As esteiras de carregamento<br />

dos analisadores hematológicos são bidirecionais,<br />

sendo uma patente Mindray. O<br />

primeiro analisador de hematologia permite<br />

a distribuição rápida de amostras, melhorando<br />

a eficiência e produtividade. Caso os<br />

resultados da amostra acionem os critérios,<br />

o carregador automático de cada analisador<br />

retornará os racks de amostra para verificação<br />

automática ou repetição de reflexo.<br />

Amostras de emergência são permitidas<br />

com resultados em tempo reduzido. Utilizando<br />

adaptador com patente própria, vários<br />

tipos de tubos são permitidos. Simples-<br />

mente seguindo 3 etapas de “load and go”,<br />

os usuários do SC-120 podem obter lâminas<br />

finalizadas que estão prontas para a revisão<br />

microscópica. As racks de tubos podem ser<br />

personalizadas em cores diferentes determinando<br />

os modos de teste específicos. As<br />

amostras STAT podem ser carregadas em<br />

modo aberto para diminuir o tempo de execução<br />

do teste ou em racks com prioridade.<br />

Ao mudar o status on-line para o off-line, os<br />

usuários podem desconectar cada analisador<br />

de hematologia da estação de trabalho<br />

e operar como uma unidade apenas.<br />

J.R.EHLKE<br />

Av. João Gualberto, 1.661 Juvevê –<br />

Curitiba-PR Cep: 8003-001<br />

Tel : +55 41 3352-2144<br />

www.jrehlke.com.br<br />

jrehlke@jrehlke.com.br<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


Date:Sep. 24-27<br />

Booth No.:112<br />

Parameters<br />

MAGLUMI 800 MAGLUMI 2000<br />

Integrated System<br />

Automated Chemiluminescence Immunoassay (CLIA) Analyzer<br />

Biolumi 8000<br />

Automated Biochemistry Analyzer<br />

MAGLUMI 2000 Plus<br />

MAGLUMI 4000 Plus<br />

MAGLUMI X8<br />

HCV<br />

25-OH Vitamin D<br />

PCT<br />

rT3<br />

GAD65<br />

TRAb<br />

NT-PRO<br />

BNP<br />

TROPONIN I<br />

17 OH-Progesterone<br />

Free Testosterone<br />

IA2<br />

CA50<br />

CA724<br />

Biossays 240 Biossays 240 Plus Biossays BC1200<br />

Biossays BC2200<br />

Estamos contratando: gerente de vendas; Engenheiro Técnico e<br />

Gerente de produto no Brasil. Se você tiver interesse envie seu currículo<br />

para hr_international@snibe.com<br />

Estamos a procura de novos distribuidores<br />

www.snibe.com


informe de mercado<br />

Novo Celltac-G – Segurança, Qualidade e Tecnologias<br />

Exclusivas para seu laboratório<br />

Tecnologias Exclusivas para o seu Laboratório<br />

DynaHelix Flow<br />

DynaScatter Laser<br />

Smart ColoRac Match<br />

Walk Away System - O sistema<br />

“Walk Away System” de acesso randômico<br />

e totalmente automatizado atinge<br />

até 90 testes por hora, apenas inserindo<br />

os racks no carregador.<br />

DynaScatter Laser - A tecnologia<br />

ótica ”DynaScatter Laser” analisa e diferencia<br />

as células WBC em seu estado<br />

“quase-nativo” com muita precisão. O<br />

inovador sistema de detecção de espalhamento<br />

de laser de 3 ângulos provê<br />

uma melhor detecção de WBC realizando<br />

uma medição precisa de luz dispersada.<br />

Obtendo a informação do tamanho do<br />

WBC de um sensor chamado “FSS”, as<br />

informações de estrutura e complexidade<br />

das partículas do núcleo são coletadas<br />

por um sensor chamado “FLS” e a<br />

informação da granularidade interna e da<br />

lobularidade são obtidas através de um<br />

sensor chamado “SDS”. Essa informação<br />

gráfica 3D é calculada então por um algoritmo<br />

exclusivo da Nihon Kohden.<br />

DynaHelix Flow - A tecnologia chamada<br />

“DynaHelix Flow” alinha perfeitamente as<br />

células WBC, RBC e PLT para uma contagem<br />

de alta impedância com precisão usando um<br />

fluxo hidrodinâmico focado antes de passar<br />

pela abertura. Somado a isso, o” DynaHelix<br />

Flow” previne totalmente contra o risco de a<br />

mesma célula ser contada duas vezes (retorno)<br />

usando o exclusivo “DynaHelix Flow stream”.<br />

Esse avançado sistema recém desenvolvido,<br />

melhora expressivamente a precisão e<br />

confiabilidade das contagens.<br />

Smart ColoRac Match - O sistema<br />

“Smart ColoRac Match” ajuda a localizar<br />

rapidamente amostras clinicamente alteradas<br />

e tubos cujo código de barras não<br />

pôde ser lido usando uma exclusiva codificação<br />

através de racks coloridos que são<br />

associados ao programa gerenciador de<br />

dados do Celltac G. Isso aumenta muito a<br />

eficiência do laboratório sem investimento<br />

extra, sem aumento de espaço e sem a<br />

necessidade de treinamento extra para o<br />

operador. O sistema “Smart ColoRac Match”<br />

definitivamente maximiza a produtividade<br />

do seu laboratório proporcionando<br />

resultados mais rápidos e precisos.<br />

Seamless information transfer - O<br />

sistema de troca de dados baseado no protocolo<br />

HL7 permite transferência de informação<br />

bidirecional sem interrupção.<br />

Reagent Management - O sistema<br />

de gerenciamento de reagentes do Celltac<br />

G torna muito fácil a manipulação dos mesmos.<br />

Contribuindo assim para resultados<br />

com o mais alto padrão de qualidade.<br />

Novos parâmetros – Os novos<br />

parâmetros Índice de Mentzer e RDW-<br />

-I adicionam valiosas informações clínicas<br />

para que se possa diferenciar os traços de<br />

possibilidade de uma Beta-talassemia de<br />

uma possível anemia ferropriva nos casos<br />

de anemia microcítica. E com os novos parâmetros<br />

Band%, Band# e Seg%, Seg# sua<br />

análise diferencial será muito mais precisa<br />

e confiável, já que o equipamento separa a<br />

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0150<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


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Europa, Américas e Oceania.<br />

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20 anos, nossas unidades de negócios<br />

abrangem as mais importantes e inovadoras<br />

soluções e serviços aos mercados<br />

de Medicina e Ciência, destacando-se<br />

seus projetos de alta performance para<br />

Diagnósticos, Automações Laboratoriais,<br />

Lifesciences, Saúde Animal/Medicina Veterinária,<br />

Bancos de Sangue e Hospitais.<br />

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para as fases pré e pós-analítica para<br />

laboratórios clínicos, unidades hospitalares,<br />

pesquisas e indústrias através de<br />

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ao seu inovador sistema de coleta<br />

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0151


informe de mercado<br />

ESI - Indicativo de sepse precoce da Beckman<br />

Coulter, rapidez nos resultados.<br />

0152<br />

Uma doença da qual pouco se fala,<br />

mas muito se teme. Cerca de 20% dos<br />

casos de sepse terminam em óbito,<br />

segundo a Organização Mundial de<br />

Saúde. O número é ainda mais alarmante<br />

quando se pensa em Brasil:<br />

mais de 55%. Por isso, avançar no<br />

diagnóstico e tratamento da condição<br />

é mais do que necessário, é vital.<br />

Um novo exame, que recebeu o<br />

registro da comunidade europeia,<br />

pode reforçar a luta contra a doença.<br />

Trata-se do ESI, Early Sepsis Indicator,<br />

(Indicativo de sepse precoce) da Beckman<br />

Coulter. O marcador ESI é o primeiro<br />

teste em hematologia da Beckman<br />

Coulter que pode sinalizar, já na<br />

triagem dos serviços de emergência, a<br />

possibilidade de um quadro de sepse.<br />

“O fato do indicador de alerta precoce<br />

da sepse fazer parte de um exame de<br />

sangue de rotina significa que os médicos<br />

receberão os resultados rapidamente,<br />

sem sobrecarga adicional de<br />

fluxo de trabalho para o laboratório ou<br />

para o setor de emergência “ explica<br />

Peter Soltani, pH.D. , vice-presidente<br />

sênior e gerente geral de negócios de<br />

hematologia Beckman.<br />

O marcador ESI utiliza a tecnologia<br />

exclusiva do analisador de hematologia<br />

DxH 900 da Beckman Coulter, que<br />

caracteriza a célula em seu estado<br />

quase nativo. A poderosa tecnologia<br />

de sistema VCS 360 pode detectar<br />

com exclusividade alterações morfológicas<br />

em monócitos – células inatas<br />

do sistema imunológico que funcionam<br />

como a primeira linha de defesa<br />

conta infecções. Os monócitos desempenham<br />

seu papel na resposta imune<br />

desregulada à sepse, e a identificação<br />

de alterações morfológicas fornece ao<br />

profissional de saúde informações sobre<br />

a possibilidade de sepse mais cedo<br />

do que outros indicadores.<br />

O novo marcador ESI assim como o<br />

analisador de hematologia DxH 900 já<br />

estão disponíveis comercialmente.<br />

Distribuidor Beckman Coulter RJ :<br />

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Revista NewsLab | Ago/Set 2019


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por graduados, mestres e especialistas<br />

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laboratorial); InterMAX (interfaceamento);<br />

Biometria; Certificação Digital; QualiMAX<br />

(controle de qualidade); InfoTIME (gestão<br />

financeira); LIGAData (Business Intelligence);<br />

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e online); ResultNET (laudos pela internet);<br />

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informe de mercado<br />

0154<br />

LINHA DE TESTES RÁPIDOS QUANTITATIVOS.<br />

Tecnologia e agilidade em sua rotina de testes<br />

fluorescentes quantitativos.<br />

A Linha Imuno-Rápido Quanti traz<br />

um conceito de testes para o laboratório<br />

clínico, que une a rapidez e praticidade dos<br />

testes rápidos com a sensibilidade dos testes<br />

fluorescentes quantitativos. Através de uma<br />

moderna metodologia, os testes rápidos da<br />

Wama Diagnóstica são capazes de quantificar<br />

parâmetros importantes da rotina laboratorial<br />

e hospitalar em poucos minutos.<br />

A Wama Diagnóstica inova e traz<br />

para o mercado um conceito revolucionário<br />

em teste rápido para a<br />

quantificação de PCR.<br />

O kit Imuno-Rápido Quanti PCR Ultrassensível<br />

é capaz de detectar quantitativamente<br />

em níveis muito baixos o indicador de inflamação<br />

Proteína C Reativa (PCR) em amostras<br />

de sangue, soro e plasma.<br />

Destaque no mercado nacional de testes<br />

rápidos, a WAMA Diagnóstica apresenta o<br />

seu novo produto para diagnóstico preditivo<br />

de doenças cardiovasculares: o kit Imuno-Rápido<br />

Quanti PCR Ultrassensível, um imunoensaio<br />

de fluorescência capaz de determinar<br />

quantitativamente o indicador de inflamação<br />

PCR (Proteína C Reativa) em baixas concentrações<br />

no sangue, soro ou plasma.<br />

A Proteína C Reativa é uma proteína<br />

de fase aguda produzida no fígado e tem<br />

seus níveis elevados no sangue em resposta<br />

a processos infecciosos e inflamatórios,<br />

aumento de risco de doenças arterial<br />

periférica, infarto do miocárdio, acidente<br />

vascular cerebral (AVC) e morte súbita cardiovascular.<br />

Sabendo-se que os valores de<br />

concentração da PCR em pacientes saudáveis<br />

geralmente encontram-se abaixo de<br />

0,8 mg/L, a Proteína C Reativa é utilizada<br />

como um marcador sensível e dinâmico de<br />

inflamação permitindo o rastreio e monitoramento<br />

de infecções e inflamações através<br />

de seus níveis séricos.<br />

Desenvolvido com uma alta sensibilidade<br />

na determinação quantitativa da PCR, o<br />

kit Imuno-Rápido Quanti PCR Ultrassensível<br />

tem como propósito predizer um evento<br />

cardiovascular através da dosagem da Proteína<br />

C Reativa de forma eficiente, simples,<br />

com baixo custo e em apenas 15 minutos<br />

utilizando o leitor de testes rápidos imunoflorescentes<br />

WF500. O teste permite a classificação<br />

de pacientes em três faixas de risco<br />

de desenvolvimento de doenças cardiovasculares<br />

de acordo com sua concentração<br />

da PCR sérica: baixo risco (concentração<br />

de PCR menor que 1,0 mg/L), médio risco<br />

(concentração de PCR entre 1,0 e 3,0 mg/L)<br />

e alto risco (concentração de PCR acima de<br />

3,0 mg/L).<br />

O kit Imuno-Rápido Quanti PCR Ultrassensível<br />

da WAMA é um teste altamente<br />

sensível para determinação quantitativa<br />

da PCR e pode ser utilizado com amostras<br />

de sangue total, soro ou plasma humano<br />

identificando precocemente indivíduos com<br />

risco de eventos cardiovasculares. Dessa forma,<br />

mais uma vez a WAMA Diagnóstica<br />

reafirma seu compromisso em oferecer a<br />

seus clientes excelência em seus produtos,<br />

através de inovação, qualidade e eficiência<br />

assegurados pelo rígido controle de qualidade<br />

ao qual seus kits são submetidos.<br />

IMUNO-RÁPIDO QUANTI:<br />

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- Hemoglobina Glicada<br />

- Microalbuminúria<br />

- PCR Ultrassensível<br />

- Procalcitonina<br />

- Troponina I<br />

- Apresentações: 10, 20, 25, 30, 40, 50 e<br />

80 testes.<br />

- Registros no Ministério da Saúde – AN-<br />

VISA.<br />

- Assessoria técnica e científica para todo<br />

o Brasil.<br />

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Revista NewsLab | Ago/Set 2019


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0<strong>155</strong>


informe de mercado<br />

0156<br />

Roche e Sysmex anunciam a renovação<br />

do compromisso com o mercado de<br />

hematologia no Brasil<br />

A Sysmex America Inc., Sysmex do<br />

Brasil Indústria e Comércio Ltda. e a<br />

Roche Diagnóstica Brasil anunciaram<br />

um novo contrato de distribuição de<br />

quatro anos. Pelo acordo, a Roche<br />

continuará a distribuir os produtos<br />

de hematologia da Sysmex, incluindo<br />

instrumentos e reagentes no Brasil. A<br />

parceria brasileira entre a Sysmex e a<br />

Roche começou em 2000. Desde então,<br />

ambas as empresas têm aplicado<br />

forças para expandir participação e<br />

conquistar a liderança de mercado.<br />

Por meio deste acordo, as empresas<br />

pretendem fortalecer a posição de liderança,<br />

focadas em fornecer um suporte<br />

superior ao cliente. “Com compromisso<br />

renovado para o mercado brasileiro, a<br />

Roche e a Sysmex fornecerão suporte,<br />

treinamento e serviços sem precedentes<br />

na região. Isso proporcionará uma vantagem<br />

estratégica sobre nossos concorrentes<br />

e impulsionará novas oportunidades<br />

de crescimento para os negócios de<br />

hematologia”, disse Ralph Taylor, Diretor<br />

Executivo da Sysmex America.<br />

“O acordo assegura que o Brasil continue<br />

a ter acesso às soluções de hematologia<br />

mais avançadas garantindo<br />

aos parceiros da Roche uma oferta<br />

integrada do Core Lab e hematologia<br />

baseada em excelência operacional e,<br />

mais importante, o paciente que será o<br />

maior beneficiado com essa inovação”,<br />

reforça Antonio Vergara, presidente da<br />

Roche Diagnóstica.<br />

Depois de imunologia e bioquímica,<br />

hematologia é a terceira linha de negócios<br />

da Roche Diagnóstica no Brasil, e<br />

representa 12 por cento do faturamento<br />

local. A empresa é líder mundial em<br />

diagnóstico in vitro e diagnóstico de<br />

câncer em tecido e vem transformando<br />

o modo como as doenças podem ser<br />

prevenidas, diagnosticadas e monitoradas,<br />

oferecendo a melhor medicina de<br />

precisão. Desenvolve e integra soluções<br />

de diagnóstico e de big data para superar<br />

os desafios de hoje e antecipar as necessidades<br />

do futuro.<br />

Sobre a Sysmex<br />

A Sysmex está empenhada em ajudar<br />

a melhorar a saúde com soluções de<br />

diagnóstico que transformam o futuro<br />

dos cuidados médicos e contribuem para<br />

uma vida mais saudável. Sua tecnologia<br />

inovadora nas linhas de hematologia,<br />

urinálise e citometria de fluxo está mudando<br />

o mundo dos diagnósticos. Como<br />

afiliada regional no continente americano<br />

da Sysmex Corporation, sediada em<br />

Kobe, no Japão, a Sysmex é líder global<br />

em hematologia e é reconhecida como<br />

uma empresa confiável e respeitada,<br />

empenhada em melhorar a eficiência,<br />

operações e o desempenho financeiro<br />

de laboratórios clínicos. Oferecemos<br />

produtos de diagnóstico que trazem a<br />

pacientes e profissionais de saúde a informação<br />

necessária para tomar decisões<br />

com maior confiança. A revista Forbes<br />

nomeou a Sysmex uma das empresas<br />

mais inovadoras na categoria de equipamentos<br />

e serviços de saúde. Saiba mais<br />

sobre a Sysmex América em www.sysmex.com/us<br />

e sobre a Sysmex Brasil em<br />

www.sysmex.com.br.<br />

Sobre a Roche<br />

A Roche é uma empresa global, pioneira<br />

em produtos farmacêuticos e de<br />

diagnóstico, dedicada a desenvolver<br />

avanços da ciência que melhorem a vida<br />

das pessoas. Combinando as forças das<br />

divisões Farmacêutica e Diagnóstica, a<br />

Roche se tornou líder em medicina personalizada<br />

- estratégia que visa encontrar<br />

o tratamento certo para cada paciente,<br />

da melhor forma possível.<br />

É considerada a maior empresa de<br />

biotecnologia do mundo, com medicamentos<br />

verdadeiramente diferenciados<br />

nas áreas de oncologia, imunologia,<br />

infectologia, oftalmologia e doenças do<br />

sistema nervoso central. É também líder<br />

mundial em diagnóstico in vitro e tecidual<br />

do câncer, além de ocupar posição de<br />

destaque no gerenciamento do diabetes.<br />

Fundada em 1896, a Roche busca<br />

constantemente meios mais eficazes para<br />

prevenir, diagnosticar e tratar doenças, contribuindo<br />

de modo sustentável para a sociedade.<br />

A empresa também visa melhorar o<br />

acesso dos pacientes às inovações médicas<br />

trabalhando em parceria com todos os públicos<br />

envolvidos. Trinta medicamentos desenvolvidos<br />

pela Roche fazem parte da Lista<br />

de Medicamentos Essenciais da Organização<br />

Mundial da Saúde, entre eles, antibióticos<br />

que podem salvar vidas, antimaláricos<br />

e terapias contra o câncer. Além disso, pelo<br />

décimo ano consecutivo, a Roche foi reconhecida<br />

como a empresa mais sustentável<br />

na Indústria Farmacêutica pelos Índices de<br />

Sustentabilidade Dow Jones (DJSI).<br />

Com sede em Basileia, na Suíça, o<br />

Grupo Roche atua em mais de 100 países<br />

e, em 2018, empregou cerca de 94.000<br />

pessoas em todo o mundo. No mesmo<br />

ano, a Roche investiu 11 bilhões de<br />

francos suíços em Pesquisa e Desenvolvimento<br />

(P&D) e suas vendas alcançaram<br />

56,8 bilhões de francos suíços. A Genentech,<br />

nos Estados Unidos, é um membro<br />

integral do Grupo Roche. A Roche é acionista<br />

majoritária da Chugai Pharmaceutical,<br />

no Japão.<br />

Para mais informações, visite:<br />

www.roche.com.br.<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


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RDW-SD, P-LCC, P-LCR.<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


alho em si é um<br />

orfolk, 11 de<br />

e dezembro de<br />

a britânico que,<br />

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analogias em medicina<br />

eu cocheiro, de 46 anos, queixou-se de aumento do<br />

ou a não servir mais. 'Work itself Esta is a pleasure” ('O trabalho em si é um prazer')<br />

ANALOGIAS queixa foi EM a MEDICINA pista para<br />

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Sir James Paget e seu Cocheiro denominou-a de “osteite deformans’<br />

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Paget 30 de observou dezembro de que 1899) o osso foi da forma crônica de inflamação dos ossos".<br />

1854, (osteíte deformante) como sendo “uma<br />

bros inferiores. O Dr.<br />

“'Work itself is a pleasure” um cirurgião ('O trabalho e patologista em si é um britânico A doença caracteriza-se por absorção<br />

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e denominou-a de Virchow, “osteite criou a deformans’ “ciência da patologia”.<br />

- Londres, Foi um 30 dos médico de dezembro ossos". excepcional de A doença<br />

de osteoclastos, células sabidamente<br />

(osteíte<br />

James Paget, (Great Yarmouth, Norfolk, 11 de<br />

ósseo devido ao número aumentado<br />

rma crônica janeiro de 1814 inflamação<br />

sa e descompensada” 1899) foi um cirurgião século do e 19, patologista tecido conhecido britânico ósseo por seus que, devido relatórios<br />

alemão e estudos Rudolf sobre Virchow, a doença criou a óssea zimático adequado para reabsorção do<br />

ao multinucleadas e com equipamento en-<br />

juntamente com o<br />

os, células “ciência sabidamente patologia”. progressiva Foi um multinucleadas<br />

conhecida médico excepcional como doença<br />

e com<br />

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pelos osteoblastos, com redemo-<br />

ara reabsorção do século 19, do conhecido osso. óssea de Ocorre por seus<br />

Paget ou neoformação relatórios e<br />

osteíte deformante, óssea<br />

estudos sobre a doença óssea progressiva conhecida<br />

redemodelação entre outras. Seu nome é comumente delação óssea reacional e não lamelar<br />

como doença óssea óssea de Paget reacional ou osteíte deformante, e não lamelar<br />

ção e construção entre outras. Seu simultâneas nome pronunciado é comumente de de maneira osso pronunciado incorreta - lhe valeu no desordenada. a<br />

Este cenário - destruição<br />

de maneira incorreta Brasil (“peiget”). no Brasil A (“peiget”). pronúncia A correta e construção simultâneas de osso - lhe<br />

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identificadas<br />

por ele: Doenças de Paget óssea, sir-james-paget/, tos acessado condutopatas/esquizofrênicos?<br />

em 26/01/2019)<br />

da matriz óssea”. Seriam os osteoclas-<br />

Doenças de Paget óssea, mamária e extramamária.<br />

em www.jpaget.nhs.uk/about-us/who-was-<br />

asil, mas A comum doença óssea em de outros Paget caracteriza-se países. sobretudo<br />

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anos,<br />

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em 1854,<br />

de Paget óssea são<br />

sofrendo também de dores nos membros inferiores. O Dr. Paget observou o osso da<br />

lternadas de osteólise queixou-se de esclerose de aumento do comparadas crânio, pois muito a frequentes e relacionados às alterações<br />

estruturais episódicas que sur-<br />

canela esquerda (tíbia) e o da coxa esquerda (fêmur) estavam aumentados e deformados.<br />

sua antiga cartola passou a não servir<br />

ertebral Ele aspecto descreveu de a doença “moldura em 1877 de e denominou-a quadro” de ou “osteite de deformans’ (osteíte<br />

deformante) como mais. sendo Esta “uma queixa forma foi crônica a pista de para inflamação investigar<br />

absorção algo “furiosa inusitado da tíbia e descompensada” na lembra cabeça do uma do numerosas tecido ósseo lesões devido que ao são praticamengem<br />

dos no ossos". esqueleto. A doença A radiologia revela<br />

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do neoformação crânio mostra óssea áreas alternadas de<br />

equipamento enzimático O cocheiro adequado foi atendido para reabsorção no conceituado<br />

osso. Ocorre<br />

simultânea pelos osteoblastos, com redemodelação óssea reacional e não lamelar<br />

Hospital São Bartolomeu londrino em osteólise de esclerose comparadas a<br />

desordenada. Este cenário - destruição e construção simultâneas de osso - lhe valeu a<br />

1854, sofrendo também de dores nos “flocos de algodão”; na coluna vertebral<br />

alcunha de “loucura metabólica da matriz óssea”. Seriam os osteoclastos<br />

condutopatas/esquizofrênicos?<br />

membros inferiores. O Dr. Paget observou<br />

que rara no o osso Brasil, da mas canela comum esquerda em outros de países. “vértebra em marfim” quando em<br />

aspecto de “moldura de quadro” ou<br />

A doença é relativamente<br />

Os termos comparativos/analógicos (tíbia) e o da coxa na esquerda moléstia (fêmur) óssea de eburnização; Paget óssea a são deformidade muito da tíbia<br />

frequentes e relacionados estavam às aumentados alterações estruturais e deformados. episódicas que lembra surgem uma no lâmina esqueleto. de sabre; imagens<br />

A radiologia revela numerosas lesões que são praticamente diagnósticas da doença. A<br />

Ele descreveu a doença em 1877 e osteolíticas em “folha de grama” ou em<br />

0160<br />

Fig.1 – Sir James Paget (imagem disponível em:<br />

www.jpaget.nhs.uk/about-us/who-was-sir-james-paget/,<br />

Fig.1 – Sir James Paget (imagem disponível<br />

Acessado em 26/01/2019)<br />

em www.jpaget.nhs.uk/about-us/who-wassir-james-paget/,<br />

acessado em 26/01/2019)<br />

Sir James Paget e seu Cocheiro<br />

radiografia do crânio mostra áreas alternadas de osteólise e de esclerose comparadas a<br />

“flocos de algodão”; na coluna vertebral aspecto de “moldura de quadro” ou de<br />

“vértebra em marfim” quando em eburnização; a deformidade da tíbia lembra uma<br />

“vidro fosco” em ossos longos. A olho<br />

nu os ossos pagéticos, apesar de espessados,<br />

são moles e porosos como “pão-<br />

-seco ou pedra-pome” e podem ser<br />

cortados facilmente com uma faca; o<br />

exame microscópico mostra pequenos<br />

fragmentos ósseos entremeados por<br />

linhas de cimento proeminentes, configurando<br />

um aspecto de “mosaico”. O<br />

tratamento procura destruir o vilão<br />

agressor que é o osteoclasto perturbado.<br />

A medicina usa o ácido zoledrônico<br />

como tratamento eficaz da doença.<br />

(Artigo baseado em várias fontes nacionais<br />

e no livro Analogias no Ensino<br />

Médico Coopmed. BH.MG).<br />

José de Souza Andrade-Filho*<br />

*Patologista no Hospital Felício Rocho-BH;<br />

membro da Academia Mineira de Medicina e<br />

Professor de Patologia da Faculdade de Ciências<br />

Médicas de Minas Gerais.<br />

Revista NewsLab | Ago/Set 2019


SB M Sociedade<br />

Brasileira de<br />

Microbiologia<br />

apresenta:<br />

Brazilian Journal of Microbiology(BJM) é uma revista científica internacional, on line,<br />

com fator de impacto de 2.857. É a publicação oficial da Socidade Brasileira de Microbiologia e<br />

atualmente publicada trabalhos originais de pesquisa e revisões em 4 edições ao ano. É indexada em diversas<br />

bases, entre elas, Science Citation Index Expanded(SciSearch), Medline, PudMed Central, Scopus e Google Scholar.<br />

Abrnge diversos aspectos da Microbiologia, contemplando as<br />

seguintes seções: Biotecnologia e Microbiologia Indústrial; Microbiologia de Alimentos; Microbiologia Clínica;<br />

Microbiologia Ambiental; Microbiologia Veterinária; Patogenicidade; Fisiologia Bacteriana e Biologia Molecular<br />

de Bactérias e Fungos; Virus; Educação em Microbiologia.<br />

O BJM possui política rígida de avaliação e seu quadro editorial é composto por pesquisadores com grande<br />

experiência na área de atuação.<br />

Não há custo de publicação para os autores, exceto quando desejam ter seu artigo em ´´Open Access``<br />

Para maiores informações acessem os sites:<br />

https://www.springer.com/life+sciences/microbiology/journal/42770<br />

https://sbmicrobiologia.org.br/bjm/

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