Revista Coamo Edição de Setembro de 2019

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Revista Coamo Edição de Setembro de 2019

REVISTA EXAME: COAMO É A 35ª EMPRESA DO BRASIL E A MAIOR DO PARANÁ

www.coamo.com.br

SETEMBRO/2019 ANO 45

EDIÇÃO 495

UNIDADES

Pitanga e Barbosa

Ferraz comemoram

40 anos

SAFRA DE VERÃO

Cuidados e

recomendações

para o plantio

ALEGRIA EM VIVER

O COOPERATIVISMO

Programa Coamo de Integração da Família Cooperativista reúne cooperadas,

esposas e filhas de cooperados para momentos de conhecimento e entretenimento


DOBRE SUA ATENÇÃO COM PEDESTRES:

ELES SÃO QUASE METADE DAS

VÍTIMAS FATAIS DE TRÂNSITO.

RESPEITE OS PEDESTRES.

Nas cidades grandes, os pedestres representam cerca de metade

dos óbitos relacionados aos acidentes de trânsito. Em São Paulo, os

pedestres são 46,42% dos mortos. No Estado do Rio de Janeiro, eles

representam 43,7% das vítimas fatais Na média nacional, 25% dos

óbitos registrados no trânsito são de pedestres.

A Via Sollus Corretora de Seguros tem soluções

para proteger seus bens e sua vida. Mas o melhor jeito de garantir sua

segurança é ter atitudes responsáveis e respeitar as leis de trânsito.

Se beber,

não dirija.

Respeite os limites

de velocidade.

Não use celular

ao volante.

Cuidado

ao estacionar.

Para mais informações, acesse:

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EXPEDIENTE

Órgão de divulgação da Coamo

Ano 45 | Edição 495 | Setembro de 2019

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO COAMO

Ilivaldo Duarte de Campos: iduarte@coamo.com.br

Wilson Bibiano Lima: wblima@coamo.com.br

Ana Paula Bento Pelissari: anapelissari@coamo.com.br

Antonio Marcio dos Santos: amsantos@coamo.com.br

Contato: (44) 3599-8126/3599-8129

Jornalista responsável e Editor: Ilivaldo Duarte de Campos

Reportagens e fotos: Antonio Marcio dos Santos, Wilson Bibiano Lima,

Ana Paula Bento Pelissari e Ilivaldo Duarte de Campos

Edição de fotografia: Antonio Marcio dos Santos e Wilson Bibiano Lima

Colaboração: Gerência de Assistência Técnica, Entrepostos e Milena Luiz Corrêa

Contato publicitário: Agromídia Desenvolvimento de Negócios Publicitários Ltda

Contato: (11) 5092-3305 e Guerreiro Agromarketing Contato: (44) 3026-4457

É permitida a reprodução de matérias, desde que citada a fonte. Os artigos assinados

ou citados não exprimem, necessariamente, a opinião da Revista Coamo.

COAMO AGROINDUSTRIAL COOPERATIVA

SEDE: Rua Fioravante João Ferri, 99 - Jardim Alvorada. CEP 87308-445. Campo Mourão - Paraná - Brasil. Telefone (44) 3599.8000 Fax (44) 3599.8001 - Caixa Postal, 460

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CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO: Presidente: Engº Agrº José Aroldo Gallassini, Vice-Presidente: Engº Agrº Claudio Francisco Bianchi Rizzatto, Diretor-Secretário: Engº

Agrº Ricardo Accioly Calderari. MEMBROS VOGAIS: Joaquim Peres Montans, Anselmo Coutinho Machado, Wilson Pereira de Godoy, João Marco Nicaretta e Alessandro

Gaspar Colombo.

CONSELHO FISCAL: Diego Rogério Chitolina, Emilio Magne Guerreiro Júnior, Willian Ferreira Sehaber (Efetivos). Calebe Honório Welz Negri, Clóvis Antonio Bruneta,

Reginaldo Antonio Mariot (Suplentes).

SUPERINTENDENTES: Administrativo: Antonio Sérgio Gabriel; Comercial: Alcir José Goldoni; Industrial: Divaldo Corrêa; Logística e Operações : Airton Galinari;

Técnico: Aquiles de Oliveira Dias.

Extensão Territorial: 4,5 milhões de hectares. Capacidade Global de Armazenagem: 6,41 milhões de toneladas. Receita Global de 2018: R$ 14,79 bilhões. Tributos e

taxas gerados e recolhidos em 2018: R$ 436,73 milhões.

Setembro/2019 REVISTA

3


SUMÁRIO

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No caminho certo

Desde a fundação, a Coamo vem alcançando crescimento constante, alicerçado, principalmente,

no trabalho, confiança e participação dos associados, razão de ser da cooperativa. São cooperados

como a família Renczeczen, de Pitanga (PR), que tem o cooperativismo como uma filosofia de vida

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Setembro/2019


SUMÁRIO

Entrevista

08

Carmem Machado, professora, doutoranda e mestre em Educação, é assessora pedagógica de projetos

sócios-educacionais no Brasil e ministra cursos de dinâmicas de projetos voltados ao cooperativismo

Destaque para o Café Coamo Premium

O Café Coamo Premium é um produto dos Alimentos Coamo que vem ganhando espaço no

mercado dos brasileiros. Em 2018 as vendas cresceram 30% e em 2019, já ultrapassam 20%

Margarinas Coamo com novidades

12

13

Trata-se de um novo formato dos potes e nova identidade visual, além da adição de Vitaminas A,

D e E e Ômega 3 na formulação das Margarinas Coamo Família, Coamo Cremosa e Coamo Light

16

35ª empresa do Brasil e maior do Paraná

Ranking é do anuário da Revista Exame – Melhores e Maiores 2018, que está circulando

em todo o país e analisa o desempenho das 1.000 maiores empresas brasileiras

FamíliaCoop

Evento já é tradição no calendário da Coamo e reúne todos os anos cooperadas, esposas e filhas

de cooperados para conhecimento, entretenimento e descontração em Campo Mourão

Unidades 40 anos

22

34 e 36

A Coamo está completando 40 anos de fundação em Pitanga e Barbosa Ferraz. Para comemorar

a data foram realizados eventos nas unidades com participação dos associados e funcionários

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EDITORIAL

O valor da família e do trabalho cooperativista

Em novembro, a Coamo irá

comemorar 49 anos de

existência. Desde a sua fundação,

acreditamos em valores

como os da “Equidade, respeito e

valorização ao ser humano”, presente

nas Diretrizes Corporativas

da nossa cooperativa. E somente

pela educação cooperativista podemos

crescer e prosperar, com

os membros da família Coamo, se

sentindo parte integrante de um

cooperativismo de resultados.

A presença dos cooperados

juntamente com suas esposas

e filhas é o que dá sentido à

vida da nossa Coamo, por isso,

vemos com orgulho a expressiva

participação nos diversos eventos

da cooperativa.

Um desses importantes

eventos, que é um sucesso, é o

FamíliaCoop, o Programa Coamo

de Integração da Família Cooperativista.

Nesse ano, reunimos

cerca de 1.800 mulheres de todas

as regiões da Coamo.

O slogan do Familia-

Coop é “Família Coamo, conhecendo

melhor a sua cooperativa”

e os objetivos foram novamente

atingidos, possibilitando mais

conhecimento sobre a Coamo,

a agricultura e o cooperativismo.

Além de integrar a família com a

difusão dos princípios e valores

do cooperativismo e fortalecer

os laços de amizade e união entre

a família Coamo.

Para satisfação e orgulho

da família Coamo, a revista Exame

Edição Melhores e Maiores

2019 classifica a Coamo como a

35ª maior empresa do país, entre

todas as companhias públicas,

estatais e multinacionais, como a

primeira no Estado do Paraná e a

10ª maior do Brasil se considerado

somente o capital 100% nacional.

É um desempenho histórico,

motivado pela força do

trabalho, da união e profissionalismo

dos nossos quase 29 mil

cooperados e 8 mil funcionários,

que impulsionam o crescimento

e o desenvolvimento da Coamo

e das comunidades onde atua.

Trabalhamos buscando

a qualidade e a inovação sustentável,

o cooperativismo de resultados

e a prática da responsabilidade,

com segurança e solidez,

para que a nossa cooperativa

seja cada dia mais forte, sólida,

próspera e segura, em prol dos

nossos associados.

Após 60 dias de seca, voltou

a chover em muitas regiões e

os cooperados iniciaram o plantio

da safra 2019/20. Para uma boa

colheita é importante um planejamento

bem feito com o apoio

da assistência técnica da Coamo.

Cada safra é diferente, assim

como, cada agricultor é diferente

no modo de pensar e agir, independente

da sua área, seja pequena,

média ou grande. O que desejamos

a todos é um plantio com

tecnologia e qualidade, lavouras

com desenvolvimento satisfatório,

altas produtividades e bons preços.

Por isso, uma ótima safra aos

associados da Coamo.

"Trabalhamos

buscando a qualidade

e a inovação

sustentável, o

cooperativismo de

resultados e a prática

da responsabilidade,

com segurança e

solidez."

JOSÉ AROLDO GALLASSINI,

Diretor-presidente

Setembro/2019 REVISTA

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CARMEM MACHADO

“As mulheres amam a Coamo, tem

gratidão e orgulho do cooperativismo”

“ Cada mulher é um ser

original, único, que utiliza

os recursos da sua

personalidade de uma forma

pessoal. Por isto intensificar

a autoestima é fundamental.

Amar e amar-se é o segredo

para o sucesso de cada uma

de nós em qualquer área. Isto

não é difícil, as coisas mais simples

são as mais importantes”,

afirma a professora, doutoranda

e mestre em Educação

Carmem Machado. Ela é assessora

pedagógica de projetos

sócios-educacionais no Brasil

e ministra cursos de dinâmicas

de projetos voltados ao cooperativismo.

Carmem promoveu

palestras recentemente no

programa FamíliaCoop para

centenas de mulheres cooperadas,

esposas e filhas em várias

regiões da Coamo. Com

graduação pela Universidade

Tuiuti do Paraná (UTP), é empreendedora,

desenvolve cursos

direcionados ao 1º, 2° e 3º

setor, voltados à busca de valorização

dos sujeitos de direitos,

em prol da autonomia e da crítica

social. Como pesquisadora

do CNPq (Conselho Nacional

de Pesquisa) tem investigado

a manifestação expressiva do

corpo em âmbito escolar e

vêm publicando inúmeros artigos

em eventos científicos.

Revista Coamo: Como é o trabalho

que desenvolve junto às cooperativas?

Carmem Machado: Junto às cooperativas

desenvolvo cursos, palestras

e consultorias cuja metodologia

tem como eixos os pilares do desenvolvimento

humano sustentado no

"Aprender a ser", "Aprender a conviver",

"Aprender a aprender” “Aprender

a fazer". Utilizo técnicas com exposição

dialogada por metodologia

do entretenimento dirigido e conceitos

pelo “Aprender-fazendo”.

RC: O cooperativismo é importante

para impulsionar o crescimento e

progresso das pessoas e comunidades?

8 REVISTA

Setembro/2019


Carmem: Penso que o homem e a

mulher ao expressarem–se de maneira

criativa e criadora, espontânea

e autêntica nos seus relacionamentos,

no trabalho, na família e na comunidade,

constroem a si mesmos

e aos outros, produzindo conhecimento.

O conhecimento gera o

aprendizado que permite uma troca

contínua de conceitos e, portanto,

motivos para agir. O conhecimento

interior, assim como os valores morais,

transforma–se em ética, e esta é

a forma que pode contribuir com um

dos maiores segmentos da sociedade,

o cooperativismo.

RC: Como analisa a participação da

mulher no agronegócio e cooperativismo?

Carmem: As transformações da sociedade

através dos tempos, bem

como, as características que norteiam

o modo de agir e de perceber

a cooperativa, e o trabalho na

propriedade rural, fazem da mulher

uma personagem fundamental neste

percurso de mudanças.

RC: Esta atuação feminina vem crescendo

e evoluindo no meio cooperativista?

Carmem: Transformações fazem

parte da evolução humana, de um

universo único e intransferível da humanidade,

não pelas características

de gênero, mas pela sensibilidade

e delicadeza que a mulher carrega.

Essas características fazem parte da

alma feminina. A sociedade tem evoluído

sob a luz do pensamento feminino

e a mulher tem atuado para unir

desde sempre, porém agora tem se

falado e valorizado isto. Agregar faz

parte do mundo feminino, o pensar

feminino sobre o mundo foi sempre

sobre como manter uma grande família

unida.

RC: Recentemente, a senhora palestrou

para centenas de cooperadas,

esposas e filhas de cooperados da

Coamo. Como foram esses encontros?

Carmem: Este contato de mulher

para mulher proporciona uma reflexão

sobre nosso verdadeiro papel

"O modo de agir e de

perceber a cooperativa,

e o trabalho na

propriedade rural,

fazem da mulher

uma personagem

fundamental

neste percurso de

mudanças."

na comunidade. Este momento de

aprendizagem tanto para elas quanto

para mim, propicia a ampliação

da visão de si próprio, do nosso potencial,

e da nossa capacidade de

estabelecer relações construtivas

e transformadoras. Momento este

onde nós mulheres fazemos uma

análise das nossas competências e

propomos soluções criativas para os

problemas e a busca da qualidade

de vida na família e na comunidade,

de um modo geral.

RC: Cada palestra é diferente, qual

o sentimento de ouvir e partilhar histórias

de mulheres do campo e da

cidade?

Carmem: Penso que é preciso mostrar

que a mudança pode ser alegre,

divertida, interessante e estimulante.

Logo, estar preparada para transformações

pode ser um fator de satisfação

até mais do que de necessidade.

Cada mulher é um ser original, único,

que utiliza os recursos da sua personalidade

de uma forma pessoal. Por

isto, intensificar a autoestima é fundamental.

Amar e amar-se é o segredo

para o sucesso de cada uma

de nós em qualquer área. Isto não é

difícil, as coisas mais simples são as

mais importantes.

RC: Juntamente com o seu marido

(João Carlos de Oliveira) a senhora

tem ministrado palestras pelas regiões

do Brasil. Como tem sido esta

experiência?

Carmem: Sim, uma experiência

muito positiva, fazemos com muito

amor e temos orgulho da confiança

que o cooperativismo deposita em

nosso trabalho, pois são 20 anos de

parceria e carinho do sistema cooperativista.

Temos gratas surpresas

e uma honra enorme em ver que

o cooperativismo só cresce e faz o

bem a muitas e muitas pessoas. O

repertório variado permite realizarmos

palestras e oficinas sobre diferentes

temas para jovens, mulheres e

homens cooperativistas.

RC: Como professora, de que maneira

observa atualmente a educação

ministrada no Brasil? Há diferença

entre educar e ensinar?

Carmem: Fico triste com o atual

panorama da educação no Brasil.

Setembro/2019 REVISTA

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CARMEM MACHADO

"TUDO NA VIDA DEPENDE DOS ÓCULOS QUE COLOCAMOS, OU SEJA, CADA UM PODE ENXERGAR

AS MUDANÇAS A PARTIR DO SEU LUGAR, OU PODE COMEÇAR A PENSAR COOPERATIVAMENTE."

Existe um descredito geral pela profissão,

tanto dos alunos, quanto dos

próprios professores. Trabalho com

os programas desenvolvidos pelo

cooperativismo no Brasil, como o

CooperJovem e tenho cada vez

mais esperança, pois vejo muitas

pessoas comprometidas com uma

melhoria da educação no país. Este

programa a cada dia me deixa mais

orgulhosa de ser professora, pois,

consigo vislumbrar uma luz no final

do túnel, onde todos nós, cooperativa,

comunidade educacional, pais,

alunos, educadores, podemos juntar

as mãos e fazer um mundo cada

vez melhor para o cidadão brasileiro,

com respeito à democracia,

desenvolvendo a ajuda mútua e o

"O conhecimento

interior, assim como,

os valores morais,

transformam–se em ética,

e esta é uma forma que

pode contribuir com o

cooperativismo, um dos

maiores segmentos da

sociedade."

interesse pela comunidade, conforme

prezam os princípios e valores

cooperativistas.

RC: As redes sociais estão mudando

a relação entre pais e filhos. Este cenário

preocupa? Qual a solução para

a convivência saudável em face da

evolução?

Carmem: Concordo que tem mudado

as relações, tudo na vida depende

dos óculos que colocamos,

ou seja, cada um pode enxergar

estas mudanças a partir do seu lugar,

ou então pode começar a pensar

cooperativamente, pensar para

fora de si. Temos que pensar assertivamente

e perceber os inúmeros

benefícios que surgiram com este

advento: a cura de doenças, o mar

de pessoas que são alcançadas por

conhecimentos, as distâncias que

são encurtadas etc. Não sou contra

de modo algum a presença da tecnologia

no mundo, mas sou contra

as ausências de amor, de respeito,

de caráter, de honestidade etc. Estes

valores com ou sem tecnologia

são humanos, e aí é onde moram os

problemas, são pessoas com ausências

utilizando da tecnologia e trazem

problemas. Não é a tecnologia,

pois ela foi feita por quem afinal?

Fica a reflexão.

RC: Qual a sua opinião sobre o cooperativismo

promovido à família

cooperativista?

Carmem: As mulheres amam a cooperativa,

consigo perceber nelas

o olhar de gratidão e respeito pela

Carmem Machado, é professora, doutoranda

e mestre em Educação, assessora pedagógica

de projetos sócios-educacionais no Brasil e

ministra cursos de dinâmicas de projetos

voltados ao cooperativismo

oportunidade e o orgulho de fazer

parte da cooperativa. A valorização

que a Coamo transfere aos seus

cooperados é evidente, resta ainda

estimular, cada vez mais, e alimentar

este orgulho, ampliar as ações e

mais visibilidade da cooperativa por

meio do protagonismo das mulheres

na comunidade. Mas, isto com certeza

é só uma questão de tempo.

10 REVISTA

Setembro/2019


Informativo

O programa de rádio

da família Coamo.

HORÁRIO RÁDIO CIDADE HORÁRIO RÁDIO CIDADE

06:30 Cidade FM Maracaju (MS)

06:45 Alternativa AM Cândido de Abreu (PR)

Clube AM

Faxinal (PR)

Coração FM

Dourados (MS)

Educadora FM

Laranjeiras do Sul (PR)

Pindorama Jota FM 100.7 Sidrolândia (MS)

Vale Verde FM

Jesuítas (PR)

07:00 104 FM Goioerê (PR)

Cidade AM

Palmital (PR)

Colmeia News FM

Campo Mourão (PR)

Musical FM

Campo Mourão (PR)

Nova Era AM

Borrazópolis (PR)

Nova FM

Nova Cantú (PR)

Panorama FM

Moreira Sales (PR)

Pitanga AM

Pitanga (PR)

07:00 Princesa AM Roncador (PR)

Princesa do Oeste AM Xanxerê (SC)

Terra Nativa

Juranda (PR)

Terra FM

Tupãssi (PR)

Ubá AM

Ivaiporã (PR)

União FM

Mamborê (PR)

Vale FM

São João do Ivaí (PR)

11:30 Canal 100.1 FM Amambaí (MS)

11:40 Araucária AM Mangueirinha (PR)

11:50 Clube AM São Domingos (SC)

12:00 Rainha das Quedas FM Abelardo Luz (SC)

União AM

Toledo (PR)

12:05 Cristalina FM Nova Santa Rosa (PR)

12:15 Voz do Sudoeste AM Coronel Vivida (PR)

12:35 Cultura FM Guarapuava (PR)

Ouça o programa por uma dessas emissoras e fique por

dentro das notícias da Coamo e do agronegócio brasileiro.

www.coamo.com.br


ALIMENTOS COAMO

Café Coamo Premium

é destaque no mercado

Quem procura um café de qualidade superior,

aroma inigualável e sabor intenso,

pode encontrar todos esses atributos em

um único produto: o Café Coamo Premium. Um produto

dos Alimentos Coamo que vem ganhado espaço

no mercado e no coração de milhares de brasileiros.

São pessoas que têm buscado por produtos

Premium em diversos segmentos e com o produto

que é paixão nacional, presente em 95% dos lares

Brasileiros, não poderia ser diferente.

Em 2018 as vendas do Café Coamo Premium

cresceram 30% e em 2019, já ultrapassam 20%. Os

cafés da categoria Premium agradam os paladares

de todas as faixas etárias, sendo também destaque

pelo fato de ser produzido por uma cooperativa.

“Os consumidores buscam e se preocupam com a

origem e a sustentabilidade em todas as etapas da

produção. São quesitos que a Coamo pode garantir”,

afirma o gerente Comercial dos Alimentos Coamo,

Wagner Schneider.

Schneider acrescenta que os consumidores

estão cada vez mais exigentes, buscando por uma

bebida melhor e tem encontrado no Café Coamo

Premium este produto. “Recebemos diariamente o

retorno de que se trata de um café com alta qualidade

por um preço justo, destacando o sabor marcante

e intenso com aroma frutado. Com esses atributos,

o consumidor degusta o Café Coamo Premium

sem adição açúcar. ”

Conforme o superintendente Comercial da

Coamo, Alcir José Goldoni, o que diferencia o Café

Coamo Premium é a seleção qualificada dos grãos,

produção com certificado de qualidade, além do

aroma, sabor, acidez e o conceito final do café. “O

Café Coamo Premium é originado da combinação

de grãos selecionados, que resulta em uma bebida

dura, equilibrada, de sabor marcante e intenso com

aroma frutado e notas cítricas, preservando o verdadeiro

sabor do café. Um blend que atende aos mais

exigentes paladares. Produzido com alta tecnologia

e dentro do mais alto padrão de qualidade atestado

com certificado ABIC de Qualidade Superior e Selo

de Pureza, assim como toda linha de Cafés torrado

e moído da Coamo. Tanto a marca Coamo quanto

Sollus possuem os selos de pureza e qualidade da

ABIC.”

De acordo com o superintendente Industrial

da Coamo, Divaldo Correa, o ponto forte das indústrias

da Coamo, é o controle de qualidade. “Os produtos

da linha alimentícia são preparados a partir de

um rigoroso controle, mediante as Boas Práticas de

Fabricação (BPF), Análise de Perigos e Pontos Críticos

de Controle (APPCC) e NBR – ISO 9001:2000”,

ressalta Correa.

No ranking das 100 maiores indústrias de

café do Brasil, que fazem parte da Associação Brasileira

da Indústria do Café (ABIC), a Coamo ocupa

12 REVISTA

Setembro/2019


ALIMENTOS COAMO

a 19ª colocação. Trata-se de uma

marca comemorada pela cooperativa,

uma vez que, compete

com empresas multinacionais e

nacionais e com tradição no mercado

cafeeiro.

LINHA DE CAFÉS

Na torrefação de café da Coamo, são produzidos os cafés, Coamo Premium

– categoria superior, em embalagens de 1kg e 500 gramas; Coamo Tradicional

em grãos torrados e moídos, embalagens a vácuo e almofada de 500

gramas; Coamo Extra Forte, embalagens a vácuo e almofada de 500 gramas

e Sollus Extra Forte, em embalagens a vácuo e almofada de 500 gramas.

Margarinas Coamo agora com

vitaminas e ômega 3, e novo design

A

Coamo preparou mais

uma novidade para

clientes e consumidores

dos Alimentos Coamo. A linha de

Margarinas Coamo, consagrada

e bem-conceituada pelos consumidores,

está com novo visual.

Trata-se de um novo formato dos

potes e nova identidade visual,

além da adição de Vitaminas A,

D e E e Ômega 3 na formulação

das Margarinas Coamo Família,

Coamo Cremosa e Coamo Light,

envasadas em potes de 500

gramas. Uma evolução para as

margarinas que são queridas e

elogiadas por quem as degusta

A linha de Margarinas

Coamo, consagrada e

bem-conceituada pelos

consumidores, está com

novo visual

e em diversas pesquisas de mercado.

De acordo com o diretor

de Planejamento e Criação da

agência G/ PAC, Juca Pacheco,

as novas embalagens estão com

uma identidade atrativa, que

aproxima os consumidores da

marca. “A primeira estratégia foi

humanizar todas as embalagens,

trazendo fotos de pessoas em

momentos descontraídos com a

família ou praticando atividade

física, transmitindo a felicidade e

o bem-estar que desejamos comunicar.

Também foram desenvolvidos

novos grafismos, com

elementos que transmitem movimento,

suavidade e leveza, em

sintonia com o mood fotográfico

escolhido. Depois, um novo

formato levemente retangular

ganhou forma para trazer mais

modernidade e ergonomia para

as embalagens.”

O gerente Comercial

dos Alimentos Coamo, Wagner

Schneider explica o objetivo da

mudança. “Nosso foco está na

expansão de mercado, conquista

de novos clientes e consumidores

com apresentação estética

e sempre moderna, com sabor,

aroma e qualidade diferenciada

para despertar atratividade

no consumidor final.” Schneider

ainda revela que a mudança traz

benefícios também na exposição

das margarinas nos pontos de

vendas (PDV’s). “Nossos clientes

terão um produto mais atrativo,

com melhor exposição no PDV,

mais destaque e atratividade.

Tratam-se de requisitos importantes,

pois 75% das decisões de

compras são tomadas nos Pontos

de Vendas. Portanto, a embalagem

e apresentação são a chave

para conquistar novos clientes,

Setembro/2019 REVISTA 13


ALIMENTOS COAMO

POTES DAS MARGARINAS COAMO ESTÃO EM NOVO FORMATO E NOVA IDENTIDADE

VISUAL, ALÉM DA ADIÇÃO DE VITAMINAS 'A', 'D', 'E', E ÔMEGA 3 NA FORMULAÇÃO

ganho de share, volume e fortalecimento

da marca.”

O superintendente Comercial

da Coamo, Alcir José

Goldoni ainda acrescenta que as

Margarinas Coamo permanecem

com a origem da matéria-prima

reconhecida e rastreada. “A qualidade

dos Alimentos Coamo

começa na escolha das sementes

que serão germinadas nos

campos dos mais de 28 mil associados

da Coamo. São sementes

desenvolvidas pela Coamo para

atender os mais diversos mercados,

e passam por um rigoroso

controle de qualidade, assistência

técnica em todas as etapas de

produção, aliados à tecnologia

empregada no campo, que proporcionam

uma matéria-prima

de alta qualidade para a produção

das Margarinas Coamo. À

tudo isso, foram acrescentadas

as vitaminas A, D e E e o Ômega

3 na formulação, agregando mais

benefícios à saúde do consumidor.

A Coamo pensa no cliente e

no consumidor em todas as etapas

da produção dos Alimentos

Coamo”, afirma Goldoni.

Novas indústrias em Dourados /MS

expandem produção de alimentos

Vista aérea da nova indústria em Dourados (MS)

Quem passa pela rodovia

às margens da BR-163,

entre Dourados e Caarapó

no Mato Grosso do Sul, já

percebe a evolução nas obras

das indústrias de processamento

de soja e refinaria de óleo de

soja da Coamo Agroindustrial

Cooperativa. As obras das novas

indústrias estão em fase final e,

em breve a cooperativa inaugura

o novo complexo industrial

aumentando a capacidade in-

14 REVISTA

Setembro/2019


ALIMENTOS COAMO

dustrial de produção do óleo de

soja, margarinas e gorduras dos

Alimentos Coamo.

O novo empreendimento

da Coamo contará com uma indústria

de processamento de soja

para 3.000 toneladas de soja/dia,

produção de farelo e óleo, e uma

refinaria para 720 toneladas/dia

de óleo de soja refinado, equivalente

a 16 milhões de sacas

de soja /ano. “O resultado deste

investimento será a ampliação

da capacidade diária de processamento

de soja da cooperativa

das atuais 5.000 para 8.000 toneladas/dia,

o que equivale a 40 milhões

de sacas/ano, e a capacidade

de refino das 660 toneladas/

dia para 1.380 toneladas de óleo

de soja refinado/dia”, informa Divaldo

Correa, superintendente

Industrial da cooperativa.

Segundo o presidente

da Coamo, José Aroldo Gallassini,

a implantação da refinaria de

óleo de soja permitirá também a

comercialização dos Alimentos

Coamo diretamente para as regiões

Centro-Oeste e Sudeste do

país. “Desta forma, não haverá o

passeio do produto para ser industrializado

no Paraná e voltando

depois para essas regiões.”

De acordo com o superintendente

Comercial da Coamo,

Alcir José Goldoni, a área

comercial da cooperativa já está

organizada para os novos mercados.

“Há uma demanda crescente

pelos Alimentos Coamo, e

como nossa capacidade industrial

já está tomada, foi constatada

a necessidade da construção

desta nova indústria. Para isso, já

estamos com toda nossa força de

Refinária de óleo de soja com produção de 720 toneladas

vendas reestruturada e preparada

para essa novidade.”

Goldoni acrescenta que

o crescimento das vendas dos

Alimentos Coamo é reflexo da

qualidade aliada ao sabor e economia

que os produtos garantem

ao consumidor. “Quem compra

os Alimentos Coamo sabe que

está adquirindo um alimento de

origem, quem vem dos campos

dos mais de 28 mil associados

da Coamo. Nossa matéria-prima

tem assistência técnica em todas

as etapas de produção, ou seja,

conta com rastreabilidade. Sem

contar, que as demais etapas, até

a industrialização e comercialização

mantêm a mesma qualidade”,

garante.

Para o presidente da

Coamo, a construção das novas

indústrias e a escolha da região

de Dourados vem ao encontro

do planejamento estratégico da

cooperativa. “O volume de soja

recebido pela Coamo no Mato

Grosso do Sul comporta perfeitamente

a instalação de uma

moderna indústria esmagadora

de soja e uma refinaria de óleo

de soja em Dourados, promovendo

redução de custo com o

transporte do produto já industrializado”,

enfatiza José Aroldo

Gallassini.

Setembro/2019 REVISTA 15


Vista da Administração Central da

Coamo, em Campo Mourão (PR)

Coamo é a 35ª empresa do

Brasil e a maior do Paraná

Ranking analisa o desempenho das 1.000 maiores empresas brasileiras no

anuário da Exame – Melhores e Maiores 2018, com circulação em todo o país

A

Coamo Agroindustrial Cooperativa é a 35ª

maior empresa do Brasil, a 1ª do Estado do

Paraná e a 10ª maior do país com capital

100% nacional. Com sede em Campo Mourão, no

Centro-Oeste do Paraná, e entrepostos em 71 municípios

nos Estados do Paraná, Santa Catarina e Mato

Grosso do Sul, a cooperativa é destaque no anuário

da Exame – Melhores e Maiores 2018, considerada

uma das mais importantes publicações do país.

Segundo a publicação, que está circulando

em todo o país e analisa o desempenho das 1.000

maiores empresas brasileiras, a Coamo no Estado

do Paraná está à frente da Renault (40ª posição), de

capital francês, e da estatal Copel Distribuição (56ª

posição). Entre os primeiros no ranking das maiores

e melhores empresas do país estão Petrobrás (Energia),

Petrobrás Distribuidora (Atacado), Vale (Mineração),

Ipiranga (Atacado), Raizen (Atacado), Shell

(Energia) e Volkswagen (Autoindústria).

Na classificação das maiores exportadoras

do país, a Coamo ocupa a 18ª colocação com o valor

(em US$ milhões) de 1.758,9. Neste ranking as

primeiras posições são ocupadas pelas as empresas

Vale (Mineração) e Petrobrás (Energia).

O anuário apresenta também as maiores

empresas do Agronegócio brasileiro. Neste segmento,

a Coamo está na 9ª posição pelos resultados

no lucro líquido. No segmento Comércio, liderado

pela Petrobrás, a Coamo está na 12ª posição entre

empresas multinacionais, estatais e privadas.

16 REVISTA

Setembro/2019


EVOLUÇÃO

Crescimento em relação a 2017

35ª

EMPRESA DO BRASIL

Segundo o Anuário, “Um dos pontos que

chama atenção é o ótimo desempenho registrado

pelas 500 maiores empresas do Brasil em 2018, ano

em que o cenário político e econômico não foi nada

favorável para os negócios. ” Na análise da publicação

que completa 46 anos, “Em contraste com um

crescimento de apenas 1% do PIB brasileiro, a elite

empresarial do país conseguiu aumentar suas receitas

em 9% e obteve um faturamento total de 810 bilhões

de dólares no ano passado.”

A performance da Coamo como a 35ª maior

empresa do Brasil é comemorada pela diretoria,

cooperados e funcionários. “Com muita satisfação

recebemos este reconhecimento de uma revista

conceituada, ganhando 11 posições em relação ao

ano anterior. Partilhamos esse resultado com toda a

família Coamo. Temos orgulho de ser do campo, do

interior do Brasil e produzir alimentos com origem,

qualidade e sabor, e exportar nossos produtos para

o mundo”, comemora o engenheiro agrônomo e

presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini.

A Coamo completará 49 anos no dia 28 de

novembro. De acordo com Gallassini, desde a sua

fundação, a cooperativa vem se consolidando como

uma empresa segura, bem administrada e profissionalizada,

que tem foco no bem-estar e na estabilida-


10ª

18ª


12ª

EMPRESA DO PARANÁ

EMPRESA DO BRASIL

com capital 100% nacional

EXPORTADORA DO BRASIL

EMPRESA DO BRASIL

no segmento Agronegócio

EMPRESA DO BRASIL

segmento Comércio

de dos cerca de oito mil funcionários e na prestação

de serviços para agregar valor às atividades dos associados

com geração de renda e para o desenvolvimento

sustentável do agronegócio.

Complexo industrial em Campo Mourão (PR)

Setembro/2019 REVISTA 17


EVOLUÇÃO

Nei Renczeczen com o filho Cristiano e o neto

Cristofer: trabalho, evolução e sucessão no

campo são destaques na família de Pitanga (PR)

18 REVISTA Setembro/2019


EVOLUÇÃO

Crescimento alicerçado nos associados

Desde a fundação,

Coamo vem tendo um

crescimento constante,

motivado pelo trabalho,

confiança e participação

dos associados, que

são a razão de ser da

cooperativa

Ser a 35ª empresa do Brasil

e a 1ª do Paraná é motivo

de orgulho e satisfação

para associados, diretoria e funcionários

da Coamo, que com

seus familiares somam cerca de

120 mil pessoas que vivenciam

diretamente o cooperativismo e

provam que a união traz grandes

resultados. As posições de 35ª

do país e maior do Paraná fazem

parte de um ranking elaborado

pela Revista Exame, no anuário

Melhores e Maiores 2018, que

analisa o desempenho das 1.000

maiores empresas brasileiras.

A Coamo completará

50 anos em novembro do ano

que vem. Desde a fundação, a

cooperativa vem alcançando

crescimento constante, alicerçado,

principalmente, no trabalho,

confiança e participação dos

associados, que são a razão de

ser da Coamo. São cooperados

como a família Renczeczen, de

Pitanga (Centro do Paraná), que

Trabalho sustentado pela família

Nei Renczeczen tem a

união e o trabalho em família

como importante ferramenta

para o desenvolvimento no

campo. Todos os integrantes

não medem esforços quando

o assunto é trabalhar, seja a

tem o cooperativismo como uma

filosofia de vida.

Eles começaram o trabalho

na agricultura com três alqueires.

Atualmente plantam em cerca

de 371 alqueires. Uma evolução

considerável e sustentada pelo

cooperativismo. “Graças ao trabalho

em família e toda a assistência

prestada pela cooperativa fomos

corrigindo o solo, adotando novas

tecnologias e melhorando o

sistema, e como resultado houve

aumento da produtividade e evolução

no campo”, comenta o patriarca

da família Nei Renczeczen,

como é conhecido.

Para ele, um diferencial

da Coamo é a administração da

diretoria, encabeçada pelo engenheiro

agrônomo José Aroldo

Gallassini. “Temos um presidente

que nos orgulha muito. Pedimos

a Deus que dê muitos anos de

vida a ele, que é meu segundo

pai e de todos os cooperados

da Coamo. Um dos motivos de

união das famílias e dos associados

é o Aroldo Gallassini.”

Conforme Renczeczen, a

Coamo sempre passou segurança

e ensinamentos para os seus

cooperados, transferindo novas

tecnologias para o campo, comercializando

a produção e fornecendo

insumos necessários

para a condução das lavouras. “A

cooperativa trata tudo com honestidade

e aprendi muito, planejando

e trabalhando com os

pés no chão.” O associado participou

do curso de Formação de

Jovens Líderes Cooperativistas

da Coamo, em 2005, assim como

o filho Cristiano, que fez o curso

em 2011.

Cristiano trabalha com o

pai na agricultura. Ele é casado

com a Railer, que até então não

tinha ligação com o campo, mas

após o casamento passou a morar

na propriedade, aprendeu

sobre a atividade agrícola e hoje

ajuda nos trabalhos do dia a dia.

“É uma satisfação muito grande

poder trabalhar com o pai.

Tenho a responsabilidade de

repassar todo o conhecimento

e educação que recebi do meu

pai para o meu filho, que mesmo

pequeno já mostra gosto pela

agricultura.”

esposa Janete, os filhos Cristiano

e Joice, e a nora Railer,

ou até mesmo uma nova geração

com o neto Cristofer

que já está crescendo no ambiente.

Ele destaca que uma

Setembro/2019 REVISTA 19


Nei Renczeczen com a filha Joice, esposa

Janete, filho Cristiano, nora Railer e neto

Cristofer: União e trabalho em família

COOPERADOS COMO A FAMÍLIA RENCZECZEN, DE PITANGA (PARANÁ), TÊM O

COOPERATIVISMO COMO UMA FILOSOFIA DE VIDA E SÃO A BASE DO CRESCIMENTO

das suas maiores felicidades é ter a família

sempre do lado. “É um sentimento

de gratidão e de nos ajudarmos todos

os dias, desde a hora que levantamos

da cama até quando vamos dormir. Esse

pode ser um dos segredos para a evolução:

a união da família.” São virtudes

que, segundo o associado, foram herdadas

do pai e estão sendo repassadas

para os filhos e, também, para o neto

que ainda tem um ano e meio, mas que

demonstra gosto pela agricultura.

“Quando ele [o neto] vê um pé de soja

ou de trigo diz que é ‘papa’. Tudo indica

que será um futuro agricultor e que dará

muito orgulho para o avô dele, e isso

me emociona muito. A riqueza que meu

pai me deixou foi a educação o respeito

e a honestidade e isso não tem dinheiro

que pague. São valores que estou passando

para meu filho e neto.”

Reconhecimento valorizado

As mulheres estão, cada vez mais, participando das atividades

agrícolas, e na Coamo não tem sido diferente, já que

mais de 10% dos 28 mil associados da Coamo é representada

pelo sexo feminino. Elas entendem valorizam a importância da

participação para os bons resultados da Coamo. Angela Mo-

Angela Mocellin Barcarol, de Luiziana (PR), ressalta a alegria em

receber as boas notícias sobre as premiações da cooperativa

20 REVISTA

Setembro/2019


EVOLUÇÃO

Elena Scatambulo, de Caarapó (MS), conhece

e participa da história da Coamo já há vários anos

Maria Iraci Bortolini, de São Domingos (SC) conhece bem os serviços

da cooperativa e os produtos alimentícios produzidos pela cooperativa

cellin Barcarol, de Luiziana (Centro-Norte do Paraná),

ressalta a alegria em receber as boas notícias sobre

as premiações da cooperativa. “É um sentimento de

orgulho e reconhecimento. Fico feliz em participar

da Coamo e ver esse crescimento sustentado na

nossa participação. Como associada, faço parte dessa

história”, assinala.

Elena Scatambulo é associada da Coamo

em Caarapó (Sudoeste do Mato Grosso do Sul), mas

a história da família com a cooperativa começou no

Paraná, já que antes eles moravam em Mamborê e

Campo Mourão. “Conheço e participo da história

da Coamo há vários anos. É uma satisfação ver essa

evolução e saber que damos a nossa contribuição”,

salienta.

Ela observa a credibilidade que a diretoria

da Coamo tem perante seus cooperados e a responsabilidade

em preparar pessoas para que, futuramente,

possam assumir a cooperativa e dar continuidade

ao trabalho. “A gente vê que existe essa

preocupação da diretoria e isso mostra todo o comprometimento

com os associados.”

A associada Maria Iraci Bortolini, de São Domingos

(Oeste de Santa Catarina) conhece bem os

serviços da cooperativa e os produtos alimentícios

produzidos pela cooperativa, pois além de cooperada,

é proprietária de um mercado em São Domingos

(Oeste de Santa Catarina). “Além de usar em casa,

comercializo todos os Alimentos Coamo e faço propaganda

dos produtos da nossa cooperativa.”

Na visão dela, a Coamo tem conquistado

bons resultados devido a boa administração, planejamento

e organização. “Quando chego na Unidade,

me sinto em casa. Sei do comprometimento de todos

os funcionários em fazer o melhor para os cooperados

e a Coamo continuar nessa evolução.”

Participação e orgulho

Paulo Roberto Espires, de Engenheiro Beltrão (PR):

"É um orgulho fazer parte da Coamo."

O associado Paulo Roberto Espires, de

Engenheiro Beltrão (Centro-Oeste do Paraná), diz

que é gratificante participar de uma cooperativa tão

reconhecida pelos bons resultados obtidos ao longo

do tempo. “É um orgulho fazer parte da Coamo,

uma cooperativa que nos proporciona segurança na

aquisição de insumos e entrega da produção e que

nos oferece toda assistência que precisamos para

ampliar a produção”, assinala.

Na visão dele, o crescimento é motivado pela

parceria entre associados, diretoria e funcionários.

“A participação efetiva dos cooperados e a boa

administração da Coamo fortalecem, cada vez mais,

a cooperativa. Esse trabalho é exemplo para todos”,

assinala.

Setembro/2019 REVISTA 21


INTEGRAÇÃO

Evento voltado para associadas, esposas e filhas de associados reúne

1800 mulheres em dois dias de conhecimento e descontração

Evento contou com palestra

motivacional direcionada

às mulheres de todas as

regiões da Coamo

22 REVISTA

Setembro/2019


INTEGRAÇÃO

Quem já participou não

consegue conter a ansiedade

e quem ainda

não conhece, a expectativa, para

participar do FamíliaCoop. O

evento que já é tradição no calendário

da Coamo, reúne todos

os anos, cooperadas, esposas e

filhas de cooperados para um dia

de conhecimento, entretenimento

e descontração. Um encontro

que consegue aliar informação

com diversão. Neste ano, o evento

foi realizado dias 11 e 12 de

setembro, e foram 1800 mulheres

participantes, marca recorde

devido à alta demanda do público

feminino.

A programação do FamíliaCoop

2019 contou com a

presença do idealizador e presidente

da Coamo, José Aroldo

Gallassini que realizou a abertura

do evento e conversou com

as participantes sobre as últimas

novidades da Coamo e o cenário

da agricultura. Na sequência

o consultor e palestrante, Edson

José Aroldo Gallassini, presidente da Coamo, fez uma apresentação da cooperativa e do cooperativismo

Mulheres fizeram fila para tirar uma foto com o presidente da Coamo

Mariana Dias da Silva, de Ouro Verde do Oeste

(PR), aprovou o evento com as mulheres

de Paula ministrou a palestra “A

mulher é um show”, e logo após

elas tiveram um momento de

descontração com o mágico Arcanjo.

Pela tarde elas visitaram o

Parque Industrial da Coamo.

Cada vez mais atuantes,

elas não perdem tempo quando

se trata de participar mais da

sua cooperativa. Mariana Dias da

Silva, de Ouro Verde do Oeste

(Oeste do Paraná), por exemplo,

esteve pela segunda vez no

FamíliaCoop. “Temos que aproveitar

as oportunidades na cooperativa.

É uma maneira de observar

e acompanhar a evolução

da Coamo. Gostei muito das palavras

do presidente da Coamo,

ele foi claro e objetivo. É muito

importante saber que nosso presidente

preserva a essência de

estar perto do associado. Essas

ações valorizam toda a família do

cooperado.”

Zenaide Bambil da Silva

Lorenzon de Laguna Carapã (Sudoeste

do Mato Grosso do Sul),

revela que valeu a pena participar,

mesmo com a longa distância.

“É a primeira vez que venho

à Campo Mourão. Foi muito bom

ouvir nosso presidente falar, pois

ele passou dicas para termos o

Setembro/2019 REVISTA 23


INTEGRAÇÃO

FAMÍLIACOOP REÚNE COOPERADAS, ESPOSAS E FILHAS DE COOPERADOS

PARA UM DIA DE CONHECIMENTO, ENTRETENIMENTO E DESCONTRAÇÃO

Zenaide Bambil da Silva Lorenzon de Laguna

Carapã (MS), revela que valeu a pena participar

pé no chão e saber comercializar.

Vou levar os ensinamentos dele

para a vida”, ressalta.

Para Larissa Theodoro

Ferreira Ferraz, de Reserva (Centro-Norte

do Paraná), foi um dia

produtivo. “É muito bom ver à

proporção que tomou nosso trabalho,

pois a cooperativa somos

nós. Ver uma indústria forte como

essa e agregando valor ao nosso

produto, faz a gente voltar para

casa com a sensação de dever

cumprido. Estamos realizando

um grande trabalho e podemos

realizar muito mais.”

Segundo o assessor de

Descontração e interação das mulheres foram ponto forte do encontro

Para Larissa Theodoro Ferreira Ferraz,

de Reserva (PR), foi um dia produtivo

Cooperativismo da Coamo, Guilherme

Sávio, o saldo que fica é

positivo. “Estamos encantados

com a participação das mulheres

e o engajamento das unidades.

As mulheres compraram a ideia

e participaram massivamente,

tanto que tivemos recorde de

público nesse ano. Acredito que

conseguimos cumprir o nosso

objetivo que é aproximar a associada,

cada vez mais, da sua

cooperativa. Terminamos esse

encontro e já começamos a programar

o próximo FamíliaCoop.

Convidamos às mulheres da

Coamo que já se programem

para participar ano que vem.”

Sávio acrescenta que a

Coamo realiza além do FamíliaCoop,

outros eventos para a

família associada. “Temos esse

grande evento centralizado, mas

também realizamos diversos outros

no dia a dia, pelas unidades

IZOLI TEREZINHA PODOLAN

Pitanga (Centro do Paraná)

O Dr. Aroldo valorizou tanto a mulher que nos

deixou a par de todos os assuntos da Coamo.

Ele falou das novidades e planos para a nossa

cooperativa. Me senti muito valorizada e orgu-

“ “

lhosa em fazer parte desta família.

VERA LÚCIA DE CASTILHO

Guarapuava (Centro-Sul do Paraná)

A Coamo é muito importante para mim, foi

graças a cooperativa que tive sustentação

para dar continuidade aos negócios da minha

família depois que fiquei viúva. Eventos como

o FamíliaCoop completam todo esse trabalho.

24 REVISTA

Setembro/2019


INTEGRAÇÃO

da Coamo. Temos muitos cursos

de promoção social e técnico

profissionalizantes. Queremos

capacitar o quadro social para

ter mais renda na propriedade.”

De acordo com o presidente

da Coamo, José Aroldo

Gallassini, o FamíliaCoop é fundamental

para a cooperativa.

“À medida que o tempo passa,

as mulheres estão participando

cada vez mais. Já temos uma

grande parcela de associadas

que compraram terras, herdaram

ou estão atuando com a

família e participam ativamente

na sua cooperativa. A maioria

presente no FamíliCoop deste

ano, não conhecia a Coamo em

detalhes. Para elas é algo diferente

do dia a dia, e queremos

mostrar que elas são parte da

Coamo e a cooperativa também

é delas. É uma satisfação

ministrar uma palestra para

que elas possam também discutir

e participar das decisões

na propriedade delas e na própria

cooperativa. Esse evento é

anual e sempre iremos realizar,

pois valorizamos o público feminino.”

A mulher é um show

Com uma palestra sobre

o poder das mulheres, Edson de

Paula, palestrante e consultor,

encantou as cooperadas, esposas

e filhas de cooperados da

Coamo. “Esse é um tema que

venho trabalhando há muito

tempo, que fala muito sobre o

empoderamento e as questões

comportamentais que as mulheres

enfrentam atualmente. É muito

gratificante participar desse

evento. Parabenizo a Coamo por

essa iniciativa. Fico muito feliz de

a Coamo ceder esse espaço de

dedicação extrema à mulher.”

Edson de Paula também

destaca a alegria de estar no FamíliaCoop.

“Sou filho, esposo e

pai. Tenho três gerações de grandes

mulheres em minha vida. Me

sinto realizado por trabalhar com

esse público, dividindo o que sei

e aprendendo muito com todas

as participantes. A palestra ‘A mulher

é um show’ é a adaptação de

um livro que escrevi e dediquei

as três grandes mulheres da mi-

Com uma palestra sobre o poder das

mulheres, Edson de Paula, palestrante

e consultor, encantou as participantes

nha vida. Conto um pouco da trajetória

e fases de cada uma, que

somadas à psicologia aplicada e

positiva, traduzem muito bem a

essência feminina.”

Edson de Paula em momento

de descontração com as mulheres

Setembro/2019 REVISTA 25


INTEGRAÇÃO

Com estilo único e inovador, em um show repleto de surpresas do começo ao fim, Mágico Arcanjo uniu mágica, humor, música e interatividade

Show de mágica e Stand up

Em todas edições do FamíliaCoop, além das informações técnicas, a Coamo reserva um

momento para o entretenimento e descontração. Neste ano, as participantes tiveram um show

de ilusionismo com o mágico Arcanjo que tem mais de 15 anos de experiência nesta arte. Com

estilo único e inovador, em um show repleto de surpresas do começo ao fim, Arcanjo utilizou números

que foram desde a pura habilidade manual, até as mais complexas tecnologias existentes

no mercado. Ele uniu mágica, humor, música e interatividade, mas também muito conteúdo.

Produtoras de alimentos

Elas fazem parte do processo

de produção da matéria-

-prima que mais tarde terá valor

agregado com a produção dos

Alimentos Coamo. Para valorizar

ainda mais as donas da cooperativa,

que produzem alimentos de

qualidade e com origem, durante

o FamíliaCoop elas conhecem as

indústrias da Coamo: torrefação

de café, envase do óleo de soja,

hidrogenação de margarinas e

gorduras e o moinho de trigo.

Para Jucimeri Ferreira

Lima de Grandis, atendida pela

Coamo de Juranda (Centro-Oeste

do Paraná), é motivo de orgulho

saber que o grão plantado e

semeado na propriedade da sua

família é industrializado e está na

Para Jucimeri Ferreira Lima de Grandis, de Juranda

(PR), é motivo de orgulho produzir alimentos

Visita às modernas instalações do Moinho de Trigo

mesa de milhares de brasileiros.

“O FamíliaCoop foi muito bom

e proveitoso. Recebemos muitas

informações e conhecemos

a indústria da Coamo. Foi um dia

produtivo. Me sinto orgulhosa

por fazer parte da família Coamo

e produzir alimentos.”

26 REVISTA

Setembro/2019


Parada para conhecer o processo de envase do Óleo de Soja Coamo

Instalações do Moinho de Trigo surpreendem

Mulheres também visitaram a produção das Margarinas Coamo

Participantes ficaram sabendo tudo sobre a produção dos Cafés Coamo

Setembro/2019 REVISTA 27


CREDICOAMO 30 ANOS

Superando expectativas

Credicoamo foi criada

para garantir assistência

financeira aos associados

da Coamo e fomentar a

produção

A

missão da Credicoamo

crédito rural cooperativa

é agregar renda aos cooperados

por meio de soluções

financeiras sustentáveis. Foco

que está enraizado na cooperativa

desde sua origem em 17 de

novembro de 1989, quando 29

produtores rurais decidiram inovar

e garantir mais segurança ao

homem do campo. Atualmente,

com mais de 18 mil associados,

a Credicoamo está presente nos

Estados do Paraná, Santa Catarina

e Mato Grosso do Sul e conta

com linhas exclusivas de produtos

e serviços, assim como disponibiliza

assistência financeira

com o propósito de fomentar a

produção, a produtividade e a

comercialização.

Porém, resultados positivos

são frutos de trabalho e

união, razão pela qual a Credicoamo

está cada vez mais forte,

sólida e admirada. É a participação

do quadro social que faz a

diferença e permite que a cooperativa

de crédito seja uma das

maiores do segmento no Brasil.

Seu Tarcísio Albertini,

Associado Tarcísio Albertini com a esposa dona Rosa: "Antes tínhamos

dificuldades de crédito e com a Credicoamo os problemas foram resolvidos."

cooperado à Credicoamo em

Boa Esperança (Centro-Oeste do

Paraná), é um dos fundadores da

cooperativa de crédito dos associados

da Coamo. Ele lembra

como foi o início dessa história.

“Na época ansiávamos por um

banco nosso. Realizamos esse

sonho e não imaginávamos que

seria tão bom. Tínhamos muitas

dificuldades de crédito. Éramos

em poucas pessoas, mas todos

tinham esse desejo de fundar a

Credicoamo. Inclusive, tivemos

uma consultoria na época que

nos disse que um negócio bom

era um banco, mas que melhor

mesmo era um banco bem administrado”,

recorda.

Os ensinamentos ficaram

na memória do associado que

atribui o crescimento da Credicoamo

à boa administração. “A

Credicoamo cresceu, evoluiu,

se modernizou e dá um atendimento

muito melhor do que em

outros bancos mais antigos. Sem

contar, que a Credicoamo está

dentro da Coamo, dentro da nossa

casa. Fazemos tudo aqui. Vendemos

o produto e já depositamos

na Credi – carinhosamente

chamada. Temos taxas menores,

sem burocracia e o atendimento

é muito melhor. É uma relação

amigável. O cooperado conhece

a cooperativa e a cooperativa conhece

o cooperado.”

O associado ainda acrescenta

que as sobras são outro

ponto positivo de uma cooperativa

de crédito. “No final do

ano temos as sobras que outros

bancos não dão para nós. Temos

toda a liberdade dentro da Credicoamo,

ela é nossa. Essa é a diferença”,

saliente.

Para seu Tarcísio se não

28 REVISTA

Setembro/2019


CREDICOAMO 30 ANOS

Cooperado fundador Moacir Ferri: "Credicoamo superou expectativas."

fosse a Credicoamo, certamente,

o homem do campo teria mais

dificuldades para trabalhar. “A

Coamo como um todo está sempre

um passo à frente, e pensando

no associado. A Credicoamo

todo ano já garante os recursos

com antecedência para beneficiar

o quadro social na hora do

custeio agrícola. Fico feliz por ser

parte desse grupo que deu certo.

Nos próximos 30 anos acredito

que a Credicoamo será ainda

mais forte.”

Quem lembra a história,

recorda que no passado os objetivos

não eram tão audaciosos.

Contudo, a ideia do cooperativismo

de crédito ganhou corpo e

força e os resultados atuais surpreendem

até mesmo os fundadores.

Para Moacir Ferri, fundador

de Campo Mourão (Centro-Oeste

do Paraná) e cooperativista

nato, a Credicoamo superou as

expectativas. “Tivemos a ideia de

criar uma cooperativa de crédito

para nos defender de altos juros

e da burocracia. Mas, o resultado

foi melhor do que o esperado.”

Ferri acredita na filosofia

cooperativista e destaca que

somente em grupo se é capaz

de crescer. “Se não tivéssemos

C R É D I T O R U R A L C O O P E R A T I V A

Diretrizes Corporativas da Cooperativa de Crédito dos Associados da Coamo

o cooperativismo não teríamos

sossego e tranquilidade. Estaríamos

perdendo até hoje e sem

chegar à lugar algum. É aquela

história, ‘um pai ofereceu uma

varinha seca para o filho e ele

quebrou com facilidade, depois

duas e ele também quebrou com

facilidade. Depois ele fez um

maço das varinhas secas e deu

para ele quebrar. Ele não conseguiu.’

É o conjunto que dá força.

É o cooperativismo que nos dá

forças para enfrentar todas as dificuldades.”

Setembro/2019 REVISTA 29


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NOVA GERAÇÃO

Participantes da 23ª turma de Jovens Líderes da Coamo ao lado de diretores da Ocepar, em Curitiba

Jovens Líderes Cooperativistas

fazem viagem técnica/cultural

A

23ª turma do Programa

de Formação de Jovens

deres da Coamo realizou,

no dia 29 de agosto, uma

visita ao Sistema Ocepar, em

Curitiba. O grupo de 50 jovens,

representando várias regiões do

Paraná e do Mato Grosso do Sul,

foi recebido pelo presidente da

entidade, José Roberto Ricken, e

pelos superintendentes Nelson

Costa, da Fecoopar, e Robson

Mafioletti, da Ocepar.

Ricken enalteceu este

importante trabalho realizado

pela Coamo. “Todos vocês têm

um motivo para estar aqui. Vocês

foram escolhidos pela cooperativa

para participar desta

importante formação, que levarão

para suas

vidas. Esta é

uma oportunidade

de conhecer

o sistema

cooperativista

e aprofundar

conhecimentos

técnicos que

serão utilizados

na gestão de

suas propriedades,

além é claro de reforçar os

princípios que regem o cooperativismo”.

O superintendente Nelson

Costa fez uma apresentação

sobre as principais atividades

realizadas pelo Sistema Ocepar

com o propósito de promover o

Jovens associados da Coamo visitaram o Porto de Paranaguá e conheceram as instalações

Associados visitaram o Teatro histórico da Lapa (PR)

desenvolvimento do cooperativismo

paranaense.

Antes da visita na Ocepar,

os cooperados participaram

de uma viagem pelas regiões

Oeste e Sudoeste do Paraná,

onde visitaram a moderna Unidade

de Beneficiamento de Sementes

(UBS) na unidade Santo

Antônio, em Palmas.

No roteiro da viagem

técnica/cultural, que fez parte do

5º módulo do Curso de Jovens

deres Cooperativistas, os participantes

visitaram também o terminal

portuário da cooperativa e

o Porto do Paranaguá.

Setembro/2019 REVISTA 31


EVENTO TECNOLÓGICO

Uniformizando resultados

Evento técnico em

Engenheiro Beltrão

(PR) propõe elevação

de médias no milho

segunda safra

No agronegócio estar informado

é permanecer

no contexto, fazer dos

objetivos de vida uma proposta

real para ampliação dos resultados.

Nos dias atuais, quem detém

a informação está sempre

um passo à frente e passa pelo

aprimoramento técnico. Pensando

desta forma, a Coamo

realiza anualmente em todas

as unidades, eventos técnicos

para a disseminação de informações

tecnológicas. No dia 13

de setembro, por exemplo, o

entreposto de Engenheiro Beltrão

(Centro-Oeste do Paraná),

promoveu um evento com foco

no manejo do milho de segunda

safra. A escolha dos temas levou

em consideração os pontos a

melhorar naquela região referente

a produção do cereal.

Mais de 100 cooperados

e convidados participaram do

encontro, realizado na Arcam, e

teve como conteúdo palestras

sobre manejo para alto rendimento

com a cultura do milho,

ministrada pelo professor/doutor

Marcelo Augusto Batista, da

Universidade Estadual de Ma-

Marcelo Augusto Batista, da UEM, palestrando sobre manejo para altas produtividades

ringá (UEM); manejo de doenças,

proferida pelo engenheiro

agrônomo da Coamo, Thiago

Silva Santos, e sobre gestão de

custos, com o gerente da Unidade,

Antônio Carlos Mazzei.

O segredo

é o manejo

Ponto alto do evento, a

palestra ministrada por Marcelo

Batista, destacou dentre outros

assuntos, as melhores formas de

manejar o solo e, sobretudo, a

cultura do milho de segunda safra.

Conforme o especialista, entender

a condição do solo pode

fazer a diferença, e tudo começa

pela análise que deve ser bem

coletada e feita em laboratório

especializado. “O produtor precisa

estar sempre bem orientado

para decidir corretamente o que

fazer. Não temos como estimar

nada sem antes realizar uma boa

análise. Baseado nos resultados

é que tomamos as decisões sobre

quais elementos o solo precisa

e disponibilizaremos para

que fique equilibrado e receba

as sementes, em busca de uma

boa produtividade”, orienta.

Ainda de acordo com Batista,

a única forma de correr menos

riscos é trabalhando melhor o solo

e seguindo as recomendações técnica.

“O produtor não pode se dar

ao luxo de errar. Tem de saber investir,

alinhado com as orientações

dos agrônomos”, sugere.

Todos acima

da média

Encarregado do departamento

de Assistência Técnica da

Coamo em Engenheiro Beltrão,

o engenheiro agrônomo André

Fernandes de Lima, revela que o

32 REVISTA

Setembro/2019


EVENTO TECNOLÓGICO

Insumo necessário

Antônio Carlos Mazzei, gerente da Unidade, falou sobre gestão de custos aos associados

evento foi realizado pela segunda

vez na unidade, e repete o

sucesso da primeira edição, em

2017. “Nosso objetivo foi alertar

os cooperados sobre as melhores

formas de explorar o milho

de segunda safra. Temos casos

de altas produtividades e outros

de resultados inferiores. Queremos

uniformizar essa produção,

aumentando a média de produtividade.

Nessa safra a média foi

de 325 sacas por alqueire, sendo

que alguns associados produziram

acima de 300 sacas e outros

abaixo de 200. Por isso, nossa

Associada Zilma Takada

meta é levantar a média de quem

ainda colhe menos, devido a não

utilização de tecnologia e manejo

adequados.”

Gestão eficiente

A gestão dos custos da

lavoura foi outra preocupação

abordada no evento, em explanação

feita pelo gerente da Unidade,

Antônio Carlos Mazzei. “Queremos

levar aos cooperados as melhores

informações. Neste evento, além

de fazer uma análise do clima e

falar sobre manejo, falamos sobre

rentabilidade. A importância do

cooperado diferenciar o gasto do

custo de produção. Isso porque

quando o produtor não faz essa

diferenciação acaba cometendo

equívocos e, ao invés de reduzir

seu custo, acaba aumentando, porque

diminui o uso de tecnologia e

produz menos”, informa. “Todos os

anos surgem novas informações,

novas demandas, e se o produtor

não acompanhar fica para trás. Daí

a necessidade de estar bem informado”,

acrescenta.

Atentos às novidades, os

cooperados Coamo fazem questão

de participar dos eventos

técnicos, garantido a informação

necessária para condução

das atividades, seguindo a linha

de pensamento da cooperativa.

Renato Bravin Piccolo, não deixa

de participar e enaltece o conhecimento

que recebe. “Vivemos

na rotina do tradicional, e se não

acompanhamos esses eventos

não conseguimos acompanhar

as novas tecnologias. Com o

grande avanço da atualidade,

precisamos correr atrás, acompanhar

as novidades”, comenta.

Esse é o mesmo pensamento

da cooperada Zilma Takada, que

também está sempre presente

nos eventos da Coamo. “É muito

importante buscar conhecimento.

Me ajuda muito na condução

da propriedade. Temos a prática,

mas é importante buscar a teoria”,

observa.

Cooperado Renato Bravin Piccolo

Setembro/2019 REVISTA 33


COMEMORAÇÃO

PITANGA 40 ANOS,

protagonistas da história

“ Não conhecíamos a agricultura,

nasci aqui em

Pitanga, e criamos uma

cooperativa, mas ela não tinha

estrutura. Começamos a fazer

reuniões para trazer uma cooperativa

de outro lugar e depois

de muitas conversas sugeri a

Coamo. Falamos com o Gallassini

e ele veio aqui, daí a Coamo

chegou e incorporou a Coopercentro.

Isso foi a melhor coisa

para nós. Com apoio da Coamo

temos vários entrepostos e uma

agricultura muito forte, pois ela

trouxe conhecimento e progresso

para os produtores e a comunidade.”

Esta é a manifestação e

o sentimento do produtor Reinaldo

Petrechen, o “Dico”, que

era presidente da Coopercentro

há mais de 40 anos e junto com

agricultores pediu a presença

da Coamo. Seu Dico estava muito

feliz ao participar ao lado de

outros produtores pioneiros do

evento comemorativo aos 40

anos da Coamo na região de Pitanga,

realizado no dia 17 de setembro.

O cooperado Anselmo

Coutinho Machado, na região há

mais de 30 anos e filho de cooperado

pioneiro na região de

Mamborê, destaca com orgulho

a evolução. “A Coamo é protagonista

da história de sucesso dos

agricultores aqui em Pitanga,

Gerente da Unidade com os associados de Pitanga

hoje temos boas produtividades.

Costumo dizer que aonde a gente

passa e vê uma lavoura bem

formada, parecendo um jardim,

podemos dizer que ali tem Coamo.

Com o respaldo para fornecer

o que precisamos e receber

a nossa produção com estrutura

Maicol Geison Callegari Rodrigues Barbosa, prefeito de Pitanga, e Valdemir de Paula Barbosa (Miro), gerente

da Coamo em Pitanga, com os associados Estanislau Gzegoski, João Marco Nicaretta, Reinaldo Petrechen

(Dico), Vicente Lukassievicz, Adonis Chavaren e Anselmo Coutinho Machado

34 REVISTA

Setembro/2019


COMEMORAÇÃO

e qualidade, não vejo uma agricultura

evoluir sem a presença e a assistência da

Coamo.”

Ele ressalta a segurança que os

produtores têm com a cooperativa. “Aqui

é uma região de minis e pequenos produtores,

e eles conseguem colocar seus

produtos na Europa graças a Coamo, isso

é cooperativismo e isso é muito bom.”

O gerente da Coamo, Valdemir

de Paula Barbosa, o “Miro”, enalteceu a

data e a participação dos cooperados.

“Comemoramos hoje 40 anos de sucesso

da Coamo em Pitanga. A cada dia sentimos

os cooperados mais participativos

e confiantes, e essa confiança e admiração

são resultado de um trabalho sério

e transparente da equipe Coamo e da

nossa diretoria. E daí temos uma grande

presença dos associados nos eventos da

Coamo, que valorizam muito o trabalho

da equipe de funcionários.”

O presidente da Coamo, José

Aroldo Gallassini, lembra da expansão

da Coamo em 1979 na região de Pitanga,

no Centro do Paraná. “Recebemos o

convite e após a assembleia com autorização

dos associados incorporamos a

Coopercentro. Temos atualmente mais

de 800 cooperados optantes somente

em Pitanga, estamos felizes pela atuação

e comemoramos com alegria esses 40

anos de Coamo. Desde a incorporação

tudo mudou e houve muito crescimento

com a expansão da agricultura mecanizada

e a região se tornou muito forte

com uma grande participação dos associados.”

Mesmo com problemas de clima

na safra passada e usando modernas

tecnologias com apoio da assistência

técnica da Coamo, as médias das produtividades

dos cooperados nas principais

culturas foram de 145 sacas de soja por

alqueire, 410 sacas no milho e 100 sacas

no trigo.

Vista aérea da Unidade da Coamo em Pitanga

Comemoração contou com a presença de associados, funcionários e autoridades locais

Funcionários da Unidade comemoraram os 40 anos da Coamo em Pitanga

Setembro/2019 REVISTA 35


COMEMORAÇÃO

BARBOSA FERRAZ 40 ANOS,

investimento no homem do campo

Os cooperados da Coamo

na região de Barbosa

Ferraz celebraram dia

17 de setembro os 40 anos da

chegada da cooperativa durante

evento comemorativo realizado

no entreposto. Onze cooperados

pioneiros da Coamo em Barbosa

Ferraz estiveram presentes e relembraram

suas histórias e avanços

com o cooperativismo. O cerimonial

contou com a execução

do hino nacional, mensagem do

presidente da Coamo, José Aroldo

Gallassini, discursos do cooperado

José Onofre dos Santos

e do gerente da unidade, Edilson

de Aquino, benção do padre Roberto,

o tradicional parabéns e

bolo dos 40 anos. Os funcionários

montaram um painel com

exposição de fotos antigas do

Vista da Unidade da Coamo em Barbosa Ferraz

Pioneiros na região de Barbosa Ferraz são reverenciados em data marcante na cooperativa

recebimento de algodão cereais,

que foi muito valorizado pelos

cooperados.

Feliz da vida por ter sido

lembrado, o cooperado João

Domingues, 84, estava com a

carteirinha de sócio emitida em

abril de 1978, com a matrícula nº

4.200. “A Coamo representa muita

felicidade, estou com 84 anos

e antes era difícil para nós. Não tínhamos

para quem vender a produção,

e quando a gente vendia

não recebia. Foi muito boa a chegada

da Coamo aqui em Barbosa

Ferraz, por isso guardo e carrego

com orgulho a carteirinha,

carrego a Coamo no coração.”

Outro cooperado pioneiro

radiante é José Onofre

dos Santos, 77, que se associou

à Coamo pouco tempo depois

da chegada em Barbosa Ferraz.

“Quando entrei na Coamo me

senti muito feliz. Quando ela fez

10 anos em 1980 me gratificaram

com um chaveiro que desde

então faço questão de usar

e carregar, já fui até roubado

e fiquei com medo de perder

este presente que se tornou de

36 REVISTA

Setembro/2019


COMEMORAÇÃO

estimação e representa a segurança da

Coamo. Ele está gasto de tanto usar, mas

carrego com muita felicidade”, afirma o

cooperado. Ele faz questão de partilhar

a sua alegria em ser cooperado da Coamo.

“A Coamo é confiança e segurança,

então quando trago o meu cereal tenho

segurança e agilidade, por isso, sou feliz,

agradeço a Coamo e desejo que ela vá

sempre mais além.”

Desde a chegada da cooperativa

à região, em 1979, os produtores rurais

contam com uma assistência que beneficia

o desenvolvimento. “Vendo estas imagens

e ouvindo os depoimentos dos pioneiros

e da sua gratidão, temos a certeza

da importância do cooperativismo praticado

pela Coamo, comprovados pelos

resultados conquistados pela evolução e

produtividades dos cooperados”, afirma

Edilson Aquino, gerente da Coamo.

O presidente da Coamo, José

Aroldo Gallassini, diz que a cooperativa

é voltada integralmente para que os seus

cooperados plantem e produzam bem,

e tenham a segurança nas suas operações.

“Não podemos parar, continuamos

investindo nas ampliações e modernizações

das nossas unidades visando a

melhoria no atendimento, bem-estar e

qualidade dos nossos associados e funcionários.

Parabéns aos cooperados e

funcionários pelos 40 anos da Coamo

em Barbosa Ferraz.”

Unidade montou painel com fotos históricas e cooperados valorizaram o evento comemorativo

Funcionários e associados participaram da comemoração dos 40 anos da Coamo em Barbosa Ferraz

José Onofre dos Santos e João Domingues:

Orgulho em guardar o chaveiro e a carteirinha

Equipe de funcionários: qualidade no atendimento aos associados

Setembro/2019 REVISTA 37


38 REVISTA

Setembro/2019


OPINIÃO

LEI & MARKETING,

o agro nacional precisa

A

frase milenar “A mulher de César

não basta ser honesta, deve parecer

honesta”. A guerra de todas

as guerras ocorre nas percepções das

mentes humanas. Até o Papa entrou na

crise da Amazônia pedindo orações e

ajuda ao Brasil.

Porém, a área da administração que trata

disso chama-se Marketing. Uma filosofia

administrativa que coloca as percepções

humanas no centro das decisões.

A crise que vivemos agora no agronegócio,

com a destruição da nossa reputação

ambiental, tem um ângulo real: o crime,

a ilegalidade não punida e combatida.

E por outro lado, uma ignorância do uso

dos fundamentos da inteligência de marketing

a serviço do agronegócio brasileiro.

1) O Brasil não sabe o que marketing significa,

por isso não o utiliza, ou usa muito

mal.

2) O Brasil não traduziu direito até hoje

o conceito de Agribusiness, criado em

na Universidade de Harvard nos anos 50,

por isso, não temos cadeias produtivas

organizadas.

3) Associamos demandas de clientes e

consumidores globais com ideologias

político-partidárias erradas.

4) A concorrência do Brasil é forte e usa

nossa ignorância de marketing contra o

país.

5) Nossas realidades positivas não são

transformadas em ativos valiosos percebidos.

Com isso, perdemos valor e ficamos

vulneráveis ao negativo, fakes e fatores

incontroláveis.

6) Caímos na tentação ignorante da briga

de rua, do ‘nós contra eles’, e perdemos

aliados no mundo todo.

7) Precisamos de uma gestão de crise

de reputação, de fundamentos de marketing

e da aplicação da lei contra a

ilegalidade no caso do desmatamento

ilegal.

Temos no Brasil a Associação Brasileira

de Marketing Rural e Agronegócio (AB-

MRA), além da Associação Brasileira do

Agronegócio (Abag) e outras associações.

A ministra da Agricultura, Tereza

Cristina, tem ótimas intenções: CNA,

OCB, instituições acadêmicas de nível

e profissionais éticos e excelentes que

dominam o saber dos fundamentos de

marketing.

Marketing & Agribusiness são dois estágios

do conhecimento humano, vitais

para atuar no mundo de hoje. O professor

Ray Goldberg, de Harvard, já rebatiza

o agronegócio com o nome Agrocidadania,

Agriceutica, saúde e meio ambiente,

responsabilidade social, a cidadania no

centro de tudo.

Brasil: o único país do mundo com

nome de árvore. Que marca genial para

marketing.

Por José Luiz Tejon Megido, mestre

em Educação Arte e História da

Cultura pelo Mackenzie, doutor

em Educação pela UDE/Uruguai

e membro do Conselho Científico

Agro Sustentável (CCAS)

Setembro/2019 REVISTA 39


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JACTO.

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A QUEM FAZ

O FUTURO.

Trabalhar a terra, transformar a semente em alimento,

fibras e energia. Produzir cada vez mais e melhor. Cuidar

dos recursos para produzir hoje e no futuro. Esses são

os desafios de quem vive no campo, homens e mulheres,

que com força e determinação são protagonistas da

sua história e da história da agricultura.

Conte conosco, hoje e sempre.

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OPINIÃO

Brasil, o país que melhor cuida do

MEIO AMBIENTE NO MUNDO

Participei em Lille, na França, da

Conferência Mundial promovida

pela Associação Internacional

de Soja Responsável (RTRS),

representando a diretoria da Coamo

Agroindustrial Cooperativa. O evento

marcou a participação pela primeira

vez do setor produtivo brasileiro

representado por seis cooperativas

agrícolas – das quais cinco do Estado

do Paraná- que, juntas produzem

11% da produção brasileira de soja.

A Conferência Mundial recebeu

dezenas de autoridades de

mais de 40 países dos cinco continentes,

ligadas à cadeia produtiva

da soja e discutiu várias questões

referente a produção e fornecimento,

incluindo também o papel dos

governos e os riscos sociais.

Foi muito importante a participação

do nosso setor produtivo, haja

vista a oportunidade que tivemos para

rebater várias críticas feitas ao Brasil no

tocante a produção agrícola e ao meio

ambiente.

Mostramos na Conferência

Mundial para o mundo que o Brasil

não é do jeito que eles pensam. Escutamos

críticas de estrangeiros, de

ONG´s e até mesmo de brasileiros,

de pessoas mal-intencionadas que,

com suas ideologias, retrataram um

país que não cuida do meio ambiente,

de terras estéreis e de agricultores

que não usam tecnologia e estão empobrecendo,

o que não é verdade.

Apresentamos ao mundo a

verdadeira situação do nosso país,

a qual é bem diferente do cenário

apresentado por essas pessoas mal-

-intencionadas. O Brasil é o país que

mais preserva o meio ambiente e

vem aumentado a sua produção exatamente

por contar com agricultores

tecnificados e empreendedores,

preocupados com a natureza.

Muitos países produtores

de soja estão na verdade assustados

com o crescimento agrícola do Brasil

e fazendo de tudo para complicar e

rebaixar a agricultura brasileira. Ao

contrário do que eles tentam dizer,

nós produzimos bem com responsabilidade

e sustentabilidade.

Indagamos no evento se

os representantes de outros países

tinham o CAR [Cadastro Ambiental

Rural] – que é um registro eletrônico

e obrigatório para todos os imóveis

rurais, que integra as informações

ambientais das áreas de preservação

permanente, áreas de Reserva Legal,

das florestas, vegetação nativa, e das

áreas consolidadas das propriedades

e posses rurais do país- e ninguém tinha,

por isso ficaram mudos.

Na oportunidade informamos,

que no Sul do Brasil 20%

da área de uma propriedade rural

é destinada para reserva legal - no

Cerrado esse número sobe para 35%

e na Amazônia é de 80% - e o agricultor

não tem nenhuma remuneração

por isso.

Trata-se de uma situação

bem diferente do que vimos por

exemplo, na Alemanha, onde 100 m²

de pousio é subsidiado pelo valor

de 6.000 euros, equivalente a cerca

de R$ 25 mil. Diante da posição

brasileira eles novamente ficaram

silenciosos, haja vista que somente

7,3% da área brasileira é utilizada

RICARDO ACCIOLY CALDERARI,

engenheiro agrônomo e diretor-secretário da Coamo

para uso da agricultura e o restante é

ocupado com rios, matas, florestas e

parques, enquanto que eles não têm

mais área para plantio.

Nesta que podemos considerar

como a Conferência Mundial

de Soja Sustentável, destacamos

pontos relevantes como a prática

pelos agricultores brasileiros do

sistema de Plantio Direto, que foi a

revolução da nossa agricultura, e a

devolução e destinação correta das

embalagens vazias de defensivos

agrícolas, onde o Brasil se destaca

tirando do campo milhares de embalagens

que poderiam prejudicar o

meio ambiente.

Quando a gente vê notícias

falando mal da agricultura brasileira

é porque tem alguma coisa por

trás, tem outros interesses. Tivemos

um grande orgulho em mostrar na

França para o mundo que o agricultor

brasileiro faz e muito bem a lição

de casa, que o nosso país é o que

melhor cuida do meio ambiente no

mundo. Diante dessa afirmação, eles

ficaram em silêncio.

Setembro/2019 REVISTA 41


42 REVISTA

Setembro/2019


OPINIÃO

A nossa Amazônia

No contexto de uma campanha internacional

movida contra o Brasil, ressurgiu a antiga

pretensão de relativizar, ou mesmo neutralizar, a

soberania brasileira sobre a parte da Região Amazônica

que nos cabe, a nossa Amazônia. Acusações

de maus-tratos a indígenas, uso indevido do solo,

desflorestamento descontrolado e inação governamental

perante queimadas sazonais compõem

o leque da infâmia despejada sobre o País, a que se

juntou a nota diplomática do governo francês ofensiva

ao presidente da República e aos brasileiros.

O Brasil não mente. E tampouco seu

presidente, seu governo e suas instituições. Em

primeiro lugar, porque o Brasil tem a seu lado a

História, sobre a qual, em consideração à memória

nacional, nos devemos debruçar. A Amazônia que

nos pertence foi conquistada no tempo em que só

a ação intimorata garantia direitos.

Depois da expulsão dos franceses de

São Luís (1615) e da fundação do forte do Presépio,

a futura Belém (1616), corsários ingleses e holandeses

foram combatidos e expulsos da foz do Rio

Amazonas. A União Ibérica (1580-1640) ofereceu

oportunidade para que bandeirantes e exploradores

rompessem as Tordesilhas, um desenvolvimento

histórico que tem na primeira navegação da foz

à nascente do Amazonas (1637), façanha cometida

por Pedro Teixeira, seu marco definitivo.

Foram fortalezas que prefiguraram a

ocupação e a delimitação da Amazônia brasileira.

Foi a catequese que aglutinou os indígenas sob a

proteção da cruz, favorecendo a miscigenação que

fomentou o povoamento da região. A fundação

do forte de São José do Rio Negro, na confluência

do Rio Negro com o Solimões (1663), reuniu em

seu entorno índios barés, baniuas e passés, dando

origem à povoação que viria a se transformar na

cidade de Manaus.

Após a Independência, em nossa

primeira legislatura, quando a pretensão estrangeira

de impor um monopólio de navegação no

Amazonas ousou atribuir aos brasileiros a pecha

de ignorantes, coube ao Senado devolvê-la, lembrando

que cabia aos brasileiros a primazia dos

descobrimentos sobre a região, conforme atestado

pelo próprio Humbolt.

E no início do século 20, enquanto a

Europa se dilacerava nos campos de batalha da 1.ª

Guerra Mundial, um dos nossos maiores soldados,

Cândido Mariano da Silva Rondon, completava sua

campanha sertanista (1915-1919) em Mato Grosso

levantando cartograficamente os vales do Araguaia

e as cabeceiras do Xingu; descobrindo minas de

sulfeto de ferro, ouro, diamantes, manganês, gipsita,

ferro e mica; e o mais importante, fazendo

amigas as nações nhambiquara, barbados, quepi-

-quepi-uats, pauatês, tacuatés, ipoti-uats, urumis,

ariquemes e urupás, que ao final da ciclópica empreitada

apontavam para as armas dos exploradores

e diziam: “Enombô, paranã! Dorokói pendehê”

(“joguem no rio, a guerra acabou”).

Epopeia consumada, mas por concluir,

na qual o Brasil jamais prescindiu a cooperação das

nações condôminas desse patrimônio reunidas no

Pacto Amazônico, que comemorou, no ano passado,

40 anos de sua assinatura, o qual, pela sua finalidade

e sua clareza de propósitos, dispensa protagonismos

de última hora movidos por interesses

inconfessáveis. Se existisse algum protagonismo

nacional na Amazônia sul-americana compartilhada

por nove países, algo que o Brasil nunca avocou,

ele seria, pelos números, pela presença e pela História,

brasileiro.

Se a História dá razão ao Brasil em

qualquer debate sobre a Amazônia, cabe colocar,

em segundo lugar, que ele tem a seu favor os fatos.

Não há país que combine legislação ambiental,

produtividade agropecuária, segurança alimentar

e preservação dos biomas com mais eficiência, eficácia

e efetividade do que o Brasil. Não bastassem

todos os dados legais e científicos, sobejamente conhecidos,

que comprovam essa assertiva, tomem-

-se não as palavras, mas os atos do governo brasileiro

no sentido de combater queimadas e apurar

crimes de toda natureza praticados na Região

Amazônica, o que desqualifica as desproporcionais

acusações e agressões desferidas contra o País por

causa do meio ambiente.

E se não bastassem a História e os fatos,

cabe apontar o que se revela nas declarações

Antonio Hamilton Martins Mourão – Vice-

Presidente da República e Acadêmico Perpétuo

Fundador da Academia Brasileira de Defesa

Artigo publicado no Jornal “O Estado de São Paulo” em 28 Agosto 2019

oficiais, nas confidências mal escondidas, nas entrelinhas

dos comunicados e no ecorradicalismo

incensado pela imprensa: a velha ambição disfarçada

por filantropia de fachada.

É inacreditável que, num momento

em que guerras comerciais e protecionismos

turvam o horizonte mundial, e são publicamente

condenados em todas as instâncias internacionais

responsáveis, líderes de países europeus venham,

individualmente ou em conjunto, tomar iniciativas

contra o livre-comércio, procurando sabotar

acordos históricos como o firmado entre a União

Europeia e o Mercosul e entre este e os países da

Associação Europeia de Livre-Comércio (Efta) – Noruega,

Suíça, Islândia e Liechtenstein.

Como é inacreditável que pessoas que

até há pouco tempo ocupavam cargos públicos se

esqueçam de uma das linhas mestras da diplomacia

do Brasil, a de preservar a liberdade de interpretar

a realidade do País e de encontrar soluções

brasileiras para os problemas brasileiros, conforme

colocadas pelo chanceler Horácio Lafer em 1959.

Nada disso prevalecerá. O Brasil não

tem tempo a perder. Com trabalho, coragem e determinação

ele encontrará o seu destino de grandeza:

ser a mais pujante e próspera democracia

liberal do Hemisfério Sul.

E por qualquer perspectiva, da preservação

ao desenvolvimento, da defesa à segurança,

da História ao Direito, a nossa Amazônia continuará

a ser brasileira. E nada exprime melhor isso do que

a canção do internacionalmente reconhecido Centro

de Instrução de Guerra na Selva: À Amazônia

inconquistável o nosso preito,/ A nossa vida por tua

integridade/ A nossa luta pela força do direito/ Com

o direito da força por validade.

Setembro/2019 REVISTA 43


44 REVISTA

Setembro/2019


AGRICULTURA

Cooperado João Carlos Pegoraro com o engenheiro agrônomo Daniel

Balestrin, da Coamo em Xanxerê, acompanham desenvolvimento da

aveia e ao fundo área que sofreu com erosão por falta de cobertura

Sistema

PROTEGIDO

Ações realizadas durante o inverno

podem interferir diretamente nos

resultados da safra de verão

O

resultado de uma safra

de verão está diretamente

ligado ao manejo

realizado durante o inverno. A

agricultura moderna exige planejamento.

Nas regiões mais frias,

as ações durante o inverno se tornam

ainda mais importantes para

evitar que as áreas permaneçam

em pousio por um longo período.

João Carlos Pegoraro, associado

da Coamo em Xanxerê

(Oeste de Santa Catarina), sabe

da importância desse processo e

investe na manutenção e melhoria

do sistema produtivo. Recentemente,

ele passou por uma situação

que mostrou a importância de

um bom manejo no inverno. “Parte

da área de cultivo estava coberta

com aveia e a outra metade estava

sem nada, após a colheita de feijão.

Houve uma forte chuva na região

e onde estava sem plantação,

a água levou solo e os restos culturais

morro abaixo, para dentro de

uma lagoa, causando erosão na

área. Já onde tinha aveia, não houve

dano”, assinala.

De acordo com ele, além

de perder terra e a pouca palhada

que estava na área, foi obrigado

a subsolar e investir em nova

adubação para recuperação da

área. “Todo o investimento que

vinha sendo realizado acabou se

perdendo”, frisa. O cooperado

lembra que sempre procura seguir

as recomendações técnicas

e que deixar a área sem culturas

de cobertura no inverno serviu

de lição para não errar mais.

Uma prática adotada por

Pegoraro já há vários anos com

o objetivo de melhorar o sistema

produtivo é a rotação de culturas.

Na safra de verão, por exemplo,

ele divide a área com plantio de

soja e milho. “Onde eu planto soja

em um ano, no outro entro com

milho. Já é uma tradição fazer isso.

Sigo as recomendações técnicas

para manter o ambiente produtivo

da melhor forma possível.”

O engenheiro agrônomo

Daniel Balestrin, da Coamo em

Xanxerê, ressalta a importância

de fazer um bom manejo no inverno

pensando nas lavouras de

verão. “Além de investir na parte

química do solo, é importante

adotar práticas que melhorem a

sua parte biológica. São vários

os benefícios para quem faz a

cobertura, seja no controle de

plantas daninhas, economia com

adubação do solo ou com herbicidas

na preparação para o plantio

da safra de verão.”

Setembro/2019 REVISTA 45


Para sair na frente

NA SAFRA DE VERÃO

Uma lavoura começa com

a escolha da semente. A

Coamo por meio de parceria

com os maiores obtentores,

disponibiliza aos cooperados a

melhor genética de cultivares do

mercado com a máxima qualidade

das Sementes Coamo. A instalação

de uma lavoura de soja

requer um planejamento adequado

e racional das operações

e dos insumos. O uso correto de

fertilizantes, herbicidas, inseticidas,

nematicidas, micronutrientes,

adjuvantes, fito hormônios,

sementes certificadas, tratadas

com a qualidade do Tratamento

de Semente Industrial (TSI) e o

uso de equipamentos que permitam

a melhor performance na

distribuição no campo é caminho

certo para altas produtividades.

Esta etapa, se bem realizada,

determina grande parte do

sucesso do empreendimento e de

um ciclo produtivo que é de 130 a

140 dias. “O sucesso de uma lavoura

está diretamente ligado ao plantio.

É pertinente reforçar alguns

cuidados no plantio para proporcionar

um melhor estabelecimento

das plantas”, comenta o engenheiro

agrônomo Sandro Magnani,

chefe do departamento de Produção

de Sementes da Coamo.

De acordo com ele, no

campo, pequenas variações de

população na cultura da soja não

interferem significativamente no

rendimento da lavoura. “Prova

disso é a amplitude de recomendação

da população dos cultivares

efetuada pelos próprios

obtentores, cuja variação pode

chegar a mais de 20% entre a população

mínima e a máxima recomendada,

sem afetar a produtividade

e as plantas devem estar

bem distribuídas no espaço, sem

falhas e nem duplas”, explica.

De maneira geral, as cultivares

são indicadas para plantio em

uma época tolerada e outra preferencial

podendo assim expressar

todo o seu potencial produtivo e a

população recomendada varia em

função da época de plantio, da altitude

e latitude da região.

Associados estão

em um momento

importante e alguns

cuidados devem

ser tomados neste

processo para o

sucesso da lavoura

Principais pontos

para um bom

plantio

Equipamento

O equipamento de plantio é peça fundamental

para que a operação tenha êxito. O

associado deve estar atento aos mecanismos

do equipamento, dentre eles o tipo

de dosador de semente, limitador de profundidade

e o compactador de sulco, que

devem estar em boas condições. Também

devem ficar atentos a fluidez das sementes

nos dutos e, se necessário, utilizar produtos

que conferem estas características sem causar

prejuízo às sementes.

Umidade do solo

O plantio deve ser efetuado em condições

ideais de umidade do solo, ou seja, após as

46 REVISTA

Setembro/2019


PLANTIO

Cálculo da quantidade de sementes

e regulagem da semeadora

Para calcular o número de sementes a

serem distribuídas, é necessário que se

conheça o poder germinativo do lote de

sementes. Essa informação deve estar

disponível na nota fiscal de compra da

semente (% germinação), bem como o

Peso de Mil Sementes - PMS. O númechuvas

terem reposto a quantidade de água

no solo. A semente de soja, para a germinação

e a emergência da plântula, requer absorção

de água de, pelo menos, 50% do seu

peso seco. Para que isso ocorra, deve haver

umidade adequada e aeração do solo, e a

semeadura deve propiciar o melhor contato

possível entre solo e semente. Semeadura

em solo com insuficiência hídrica, ou "no

pó", prejudica o processo de germinação,

podendo torná-lo mais lento, expondo as

sementes às pragas e aos microorganismos

do solo, reduzindo a chance de obtenção da

população de plantas desejada. Sementes

com umidade abaixo de 14 - 13%, podem

sofrer com danos de embebição, se plantadas

em condições de baixa umidade do

solo e ocorrerem chuvas volumosas posteriormente,

não vindo a germinar.

Temperatura do solo

O intervalo de temperatura para o cultivo

da soja é de 20 a 30ºC sendo o ideal 25ºC.

Temperaturas baixas ou excessivas prejudicam

a germinação e o desenvolvimento das

plantas.

Velocidade de operação da semeadora

A velocidade ideal de deslocamento está

entre 4km/h e 6km/h, dependendo, prin-

cipalmente, da uniformidade da superfície

do terreno e do tipo de equipamento utilizado.

Profundidade

As sementes de soja devem ser semeadas à

uma profundidade de 3 a 5 cm. Semeaduras

em profundidades maiores dificultam a

emergência, principalmente em solos arenosos,

sujeitos ao assoreamento, ou onde

ocorre compactação superficial do solo.

Posição semente/adubo

O adubo deve ser distribuído ao lado e

abaixo da semente. O contato direto prejudica

a absorção da água pela semente, podendo

até matar a plântula em crescimento,

principalmente em caso de dose alta de

cloreto de potássio no sulco (acima de 80

kg de KCl/ha).

ro de plantas/metro a ser obtido na lavoura

é estimado levando em conta a

população de plantas desejada/ha e o

espaçamento adotado, usando a seguinte

fórmula:

De posse desses valores, calcular o número

de sementes por metro de sulco:

Para estimar a quantidade de semente que

será gasta por ha, pode-se usar a seguinte

fórmula:

Onde: Q = Quantidade de sementes, em kg/ha;

P = Peso de 100 sementes, em gramas;

D = Nº de plantas que se deseja/m;

E = Espaçamento utilizado em cm; e

G = % de emergência em campo.

O padrão para produção e comercialização

de semente de soja no Brasil é de no mínimo

75% para categoria Básica e no mínimo

80% para as categorias C1, C2, S1 e S2.

Regulagem dos maquinários,

condições ideais de solo,

velocidade do plantio e

profundidade de semeadura

são alguns dos cuidados

básicos. Outro fator importante

é a utilização de insumos de

qualidade como, por exemplo, as

Sementes Coamo

Setembro/2019 REVISTA 47


CREDICOAMO

Lar doce lar

Para uma família, não

existe melhor lugar que a

sua casa. Para realizar os

sonhos dos associados, a

Credicoamo conta com a

linha de financiamento do

Programa Moradia Feliz

Casal Leonice e Valdecir Comunello, de Coronel Vivida (PR) conquistou o sonho da casa própia pelo Moradia Feliz

A

casa própria é o sonho

da maioria das pessoas.

Quando esse sonho vem

também acompanhado de móveis

planejados, acabamentos e

decoração, a realização é completa.

O casal Leonice e Valdecir

Comunello, de Coronel Vivida

(Sudoeste do Paraná) conquistou

essa meta com o apoio da Credicoamo,

por meio da linha de

financiamento Moradia Feliz.

Sempre preocupados

com o bem-estar de toda a família,

primeiro eles construíram

uma casa para a mãe de Valdecir

e, depois, a deles. “Tinhamos 17

anos de casados e o sonho de

construir uma casa do nosso jeitinho.

Fomos então planejando e

desenvolvendo o projeto. Foram

anos antes da construção. Ao invés

de assistir à televisão, nos reuníamos

com os filhos para fazer o

projeto da casa”, lembra Leonice.

Para chegar na etapa de

construção, Leonice recorda que

não foi fácil. “A vida às vezes tem

imprevistos. Mas, com o apoio da

Credicoamo, nos fornecendo um

atendimento de qualidade e sem

burocracia, conseguimos realizar

esse sonho.”

Valdecir recorda que o

casal tinha uma programação

de construção, mas não tinham

condições para custear a obra.

“Sempre fomos parceiros da

Credicoamo, desde a chegada

em nosso município. Quando

foi lançado o Moradia Feliz, fomos

amadurecendo a ideia de

financiar toda a obra. Agora a

casa está aqui como sonhamos e

pronta para desfrutarmos.”

O casal lembra que não

existe melhor lugar do que a

sua casa e, por isso, vale a pena

o investimento. “Em casa estamos

sempre tranquilos. Quando

chegamos em nosso lar descansamos.

Tem que ser um lugar do

nosso jeito. Sem a Credicoamo

poderíamos demorar muito mais

tempo para ter esse ambiente.

Assim, já estamos morando e pagando

o financiamento de uma

forma justa e não onerosa. A vantagem

é desfrutar da nossa casa”,

revela Comunello.

Segundo Leonice o próprio

nome do Programa Moradia

Feliz, já resume o espírito dessa

realização. “Ficamos mais felizes

tendo o nosso lar aconchegante e

com espaço para recebermos a família

e os amigos. Nossa família é

muito unida e comemoramos cada

acontecimento juntos nessa casa.”

O associado diz que se

pudesse dar uma nota à sua cooperativa

de crédito, ultrapassaria

10. “Tudo que procuramos, encontramos

na Credicoamo. É tudo realizado

de uma forma fácil. Eu tenho

confiança e tranquilidade. Faz parte

da família da gente. É um orgulho

trabalhar com a Credicoamo.”

Setembro/2019 REVISTA 49


COMUNICAÇÃO

Coamo conquista dois troféus

no prêmio Ocepar de jornalismo

No 13º Prêmio Ocepar de

Jornalismo 2019, os profissionais

da Assessoria

de Comunicação da Coamo Wilson

Bibiano Lima, Ana Paula Bento

Pelissari e Antonio Márcio dos

Santos subiram ao pódio duas

vezes no dia 06 de setembro, em

Curitiba, para receber os troféus

de 2º e 3º lugares na Categoria

Mídia Cooperativa. O evento foi

durante a solenidade de encerramento

do Fórum dos Presidentes

das Cooperativas Paranaenses,

realizado paralelamente ao 7º

Fórum de Agricultura da América

do Sul, no Museu Oscar Niemeyer.

A premiação aos vencedores

foi prestigiada pelo presidente

do Sistema Ocepar, José Roberto

Ricken, vice-governador Darci

Piana, prefeito de Curitiba, Rafael

Greca, por diretores da Ocepar

e profissionais que integraram a

Comissão Julgadora, e também

pelo presidente da Coamo, José

Aroldo Gallassini e o assessor de

Comunicação da Coamo, Ilivaldo

Duarte de Campos.

A edição 2019 do Prêmio

Ocepar de Jornalismo teve

como tema “No campo ou na

cidade somos o cooperativismo

no Paraná” –, e registrou recorde

de participações: com 130 trabalhos

inscritos, distribuídos por

categoria: Telejornalismo 22; Radiojornalismo

18; Jornalismo Impresso

26; Mídia Cooperativa 30;

Prêmio Especial Unimed (Ramo

Equipe da Assessoria de Comunicação da Coamo premiados na "Mídia Cooperativa"

Ana Paula, Wilson Bibiano, Antonio Marcio, José Aroldo Gallassini e Ilivaldo Duarte

Saúde) 11; e Prêmio Especial

Ramo Crédito 23.

O 2º lugar conquistado

pela Coamo foi com o programa

de rádio Informativo Coamo, veiculado

em 30 emissoras de rádio

no Paraná, Santa Catarina e

Mato Grosso do Sul. O tema foi

“Cooperativismo, uma história

que vale a pena contar”, de autoria

de Wilson Bibiano Lima e

coautoria de Ana Paula Bento Pelissari

e Antônio Marcio dos Santos.

“Retratamos no programa o

desenvolvimento proporcionado

às pessoas, comunidades e

instituições ligadas ao sistema

cooperativista. Este prêmio partilhamos

com todos os cooperados,

funcionários, diretoria e os

50 REVISTA

Setembro/2019


COMUNICAÇÃO

nossos familiares que integram

esta magnífica filosofia de vida”,

explica Bibiano.

A matéria “Do campo

à mesa” de autoria de Ana Paula

Bento Pelissari e coautores Antônio

Marcio dos Santos e Wilson

Bibiano Lima foi publicada na

edição de Abril de 2018 na Revista

Coamo e foi premiada em 3º lugar

na Mídia Cooperativa. Segundo

Ana Paula Pelissari, o objetivo

foi mostrar todo o caminho da

produção dos Alimentos Coamo

que tem origem nos campos dos

cooperados. “A reportagem traz

o desenvolvimento de todo o trabalho

realizado pela Coamo até a

chegada dos Alimentos Coamo à

mesa do consumidor. Contamos

de uma forma detalhada o processo

que começa com a escolha

da semente e a produção, com o

apoio da assistência técnica, e a

entrega da produção, industrialização

e logística de transporte,

até chegar às gondolas dos supermercados

e, por fim, à mesa

do consumidor.”

O presidente da Coamo,

engenheiro agrônomo José

Aroldo Gallassini comemorou os

dois troféus conquistados pela

equipe. “A Coamo é totalmente

voltada para o desenvolvimento

dos associados e a comunicação

é muito importante para aproximar

cooperados, cooperativa e

comunidade e mostrar os serviços

e os bons resultados. Ficamos

felizes com estes prêmios

e parabenizamos o trabalho dos

profissionais da área de Comunicação

da Coamo”, comemora.

“Contar boas histórias

tem sido uma marca da Coamo

No Fórum de Agricultura da América do Sul, o Sistema Ocepar montou o MercadinhoCoop

por meio da sua Assessoria de

Comunicação, com apoio direto

dos cooperados, diretoria e

funcionários, e muitos personagens

de várias instituições”, afirma

o assessor de Comunicação,

Ilivaldo Duarte. Segundo ele,

o reconhecimento via Prêmio

Ocepar de Jornalismo com dois

trabalhos premiados entre os

três primeiros na mídia cooperativa

é motivo de muita alegria

e orgulho para a família Coamo.

"Parabéns Bibiano, Márcio e Ana

Paula.”

Serviço

Equipe da Assessoria de Comunicação com a diretoria da Coamo

O Prêmio Ocepar de Jornalismo é uma iniciativa

do Sistema Ocepar, com apoio financeiro

da Central Sicredi PR/SP/RJ e Federação

Unimed do Paraná e apoio institucional da

Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj),

do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do

Paraná (Sindijor/PR) e do Sindicato dos Jornalistas

do Norte do Paraná.

Setembro/2019 REVISTA 51


PROMOÇÃO SOCIAL

Cursos Sociais

Os Cursos Sociais promovidos pela Coamo em parceria com o Serviço

Social de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), oferecem oportunidades

para que cooperadas, esposas e filhas possam se reunir e aprender

mais sobre culinária, artesanato, dentre outras atividades. Confira nas

imagens abaixo alguns dos cursos realizados pela Coamo.

Receitas à base de café, em Barbosa Ferraz (Centro-Norte do Paraná)

Trufas e bombons, em Boa Ventura de São Roque (Centro-Sul do Paraná)

Bolo de pote, em Ivaiporã (Centro-Norte do Paraná)

Panificação, em Mamborê (Centro-Oeste do Paraná)

Culinária à base de mandioca, em Pitanga (Centro do Paraná)

Ponto Xadrez, em Engenheiro Beltrão (Centro-Oeste do Paraná)

Carnes e acompanhamentos, em São Domingos (Oeste de Santa Catarina)

Compotas e geleias, em Vila Nova (Oeste do Paraná)

Setembro/2019 REVISTA 53


Para mais receitas acesse:

www.facebook.com/alimentoscoamo

www.alimentoscoamo.com.br

Cinnamon Roll

(Enroladinho de Canela)

Ingredientes

12 Fatias

Massa

-½ kg de Farinha De Trigo Coamo

-3 colheres (chá) de fermento biológico seco instantâneo

-1 colher (chá) de sal

-80 g de açúcar

-5 colheres (sopa) de Margarina Família 80%

-2 ovos grandes

-1 xícara (chá) de leite em temperatura ambiente

Recheio

-1 xícara (chá) de açúcar mascavo

-100 g da Margarina Família 80% em temperatura ambiente

-6 colheres (chá) de canela em pó

Cobertura

-2 colheres (sopa) de Margarina Família 80%

-2 xícaras (chá) de açúcar de confeiteiro

-½ pote de cream cheese

-1 colher (chá) de essência de baunilha

Modo de preparo

Massa - Em uma tigela, seguindo a ordem dos ingredientes, vá misturando todos eles,

juntado a farinha aos poucos, e sove até soltar das mãos. Coloque a massa em uma

tigela untada com Óleo de Soja Coamo, cubra com filme plástico e reserve até dobrar

o volume (cerca de 1 hora). Sobre uma superfície enfarinhada, abra a massa formando

um retângulo (41 x 26 cm) com 0,5 cm de espessura. Espalhe o recheio e enrole como

rocambole. Com uma faca de serra corte 12 fatias e deite-as lado a lado em uma

assadeira untada, deixando 2 cm de espaço entre elas. Cubra e deixe descansar por

mais 20 minutos. Preaqueça o forno a 200 ºC e asse as fatias por 15 minutos ou

até dourar. Enquanto assa as fatias, prepare a cobertura. Na batedeira, misture os

ingredientes e bata até que fique homogêneo. Espalhe sobre as fatias ainda quentes.

Recheio - Misture bem todos os ingredientes e utilize em temperatura ambiente.

Cobertura - Na batedeira, junte todos os ingredientes e bata até que fique um creme

leve. Utilize em temperatura ambiente.

54 REVISTA

Setembro/2019


Na

,a força da união traz grandes resultados.

Ser a Maior Empresa do Paraná e 35ª maior do Brasil

é motivo de muito orgulho para nós.

No Especial Melhores e Maiores 2019 da Revista Exame,

a Coamo está em destaque entre as maiores,

sendo a 35ª Maior Empresa do Brasil.

Esta grande conquista é a recompensa pelo esforço de uma grande

força de trabalho: mais de 120 mil pessoas, entre associados,

colaboradores e familiares, que com espírito cooperativista

cumprem elmente sua missão de produzir alimentos com

qualidade e sabor para o Brasil e para o mundo.

www.coamo.com.br

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