Revista Kids Mais - Edição 04 - Toledo

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Revista Kids Mais - Edição 04 - Toledo

Isabela M., Isabela D., Beatrice, Nicole, Isis, Helena e Valentina • Maria Antônia, Vitor, Davi, Manuella, Miguel, Mathias e Helena • Amanda, Elvis,

Giovana, Helena, Isabela, João Pedro, Maria Clara e Pedro • Antonella, Luísa, Bárbara, Catarina, Ângelo, João Munir, Martina, Vicente, Mariana e Theo

• Estevão, Benício, Eduarda, Laura, Lavínia, Letícia N., Letícia P. e Thomas.

Berçário A, B e C

Manhã e Tarde

Turma

A

Turma

A

Turma

B

Turma

B


Turma

C

Antonella, Valentina, Matheus, Alice T., Alice Z., Gustavo, Davi, Miguel, Pedro Henrique B., Pedro Henrique G. e Cecília • Fernando, Isabel, Julia, Lana,

Liz, Sophia, Valentina, Vitor, Yasmin, Lorenzo, Maria Clara e Alícia • Leonardo, Alicia, Arthur, João Augusto, João Felipe, Maite e Arthur.

Maternal 1

A, B e C

Turma

A

Turma

B

Turma

C


Ericki, Helena, Lucca, Maria Vitória, Alice, Davi, Lucas C., Lucas Rafael e Maria Eduarda • Alicia, Belisa, Lorenzo, Matheus, Cecília, Danilo, Eduarda, Enzo,

Letícia e Mariana • Davi R., Lara, Aira, Alice, André, Davi, Gabriel, Heitor, Lorenzo, Sophia e Vinícius • Arthur, Enzo, Lucca, Felipe, Heloísa, Pedro, Clara e

Thales.

Maternal 2

A, B, C e D

Turma

A

Turma

B

Turma

C


Turma

D

Augusto, Miguel, Carolina, Isis, João Vitor, Joaquim, Leonardo, Lorenzo, Maria Eduarda, Pedro Lucas e Victor • Benício, Helena R., Helena F., Yasmin,

Heloisa, Henrique, Maithe e Laura • Thaís, Ana Clara, Laura, Sara, Vicente, Laura, Luisa E., João Antônio, Luisa C., Sofia e Thomas • Murilo, Benjamin,

Helena, Giovanna, Henrique, Mariana, Miguel F., Miguel L., Murilo, Nícolas e Gael.

Pré 1

A, B, C e D

Turma

A

Turma

B

Turma

C


Turma

D

Augusto, Carolina D., Carolina G., Clara Sofia, João Vitor, Manuela, Marco, Raphael, Theo, Joana, Maria Antonia e Mariah • Lucas, Felipe, Lorenzo, Anna

Clara, Arthur, Gustavo, Manuele e Otavio • Beatriz, Bernardo, Carlos, Catarina, Guilherme, João Pedro, Júlia, Lucas, Maria Clara, Rafael B. e Rafael S.

Pré 2

A, B e C

Turma

A


Turma

B

Turma

C

Bernardo, Francisco, Lorenzo, Felipe, Gustavo, Yasmin, Gustavo G., Eduardo, Lucas, Théo, João, Julia e Renato • Ana Sofia, Barbara, Carolina, Felipe,

Hyago, Isabella, Julia, Laura, Marcela, Miguel, Levi, Théo, Elena, Sophia, Nathalia, Laís, Lavynia e Davi.

1º A e B

Turma

A

Turma

B


Lorenzo, Afonso, Alice, Ana Julia, Gustavo, Helena, Heloisa, Isis, Laura, Lorenzo, Lorenzo N., Maria Eduarda, Maria Eduarda S., Murilo e Rafaela • Carmen,

Davi, Liviah, Manuela, Talita, Micaela e Pedro Lucas.

2º A e B

Turma

A


Turma

B

Davi, Eduarda, Giovanna, Guilherme, João, José, Bruno, Giovana e Rafael. • Ana Letícia, Cauã, Davi, Gustavo, Heitor, Juan, Luiza, Rafael, Valentina, Yasmin

e Arthur. Isabela, Beatriz, Sophia e Cristiano.

3º, 4º e 5º




Rinoplastia

PG.

72

Reabilitação Oral

PG.

74

Método Personalizado

de Implante Hormonal:

Saiba mais

PG.

76

Malefícios da exposição

contínua a celulares,

TVs e computadores

PG.

78

Ortodontia durante

a infância

PG.

82

Como funciona o

EMDR em seu cérebro

PG.

84

18


Endoscopia Digestiva: o

que é e para que serve

PG.

86

Princípios de uma

boa alimentação

PG.

87

Doença Pulmonar

Obstrutiva Crônica – DPOC

PG.

88

PG.

É importante

estudar todo dia? Endocrinologista: como

90

esse profissional pode

ajudar na sua saúde?

PG.

92

Falando sobre doenças

Cardiovasculares

PG.

94

PG.

Importância da

vacinação Calvície e queda

de cabelo

96

PG.

98

23


24


26


30


31


34


38


46


50


54


Capa Kids+

ESPEcialistas em ensinar arte!

Silvana e Sabrina carregam em suas histórias e currículos

a paixão e o constante aprendizado em relação

à dança. Silvana é formada em Dança pela PUC-PR e

pela Faculdade de Belas Artes do Paraná, sendo ainda

Doutora em Educação Física pela Universidade

Estadual de Maringá. Foi bailarina do consagrado Teatro

Guaíra, centro onde também se formou em Ballet

em 1993, participando de inúmeros espetáculos

e apresentações nacionais e internacionais. Silvana

tem ainda grande participação no desenvolvimento

do Ballet Clássico Paranaense, sendo facilmente

reconhecida por seus alunos nos maiores festivais

do país, tendo formado ao longo dos 26 anos na docência,

incontáveis profissionais que atuam hoje nos

mais prestigiados centros de dança do Brasil.

A dança sempre esteve presente em diversos momentos

da história humana, possuindo um significado mais

profundo do que sua definição encontrada no dicionário:

“movimentar o corpo, obedecendo a um determinado

ritmo musical ou como forma de expressão subjetiva

ou dramática”. A dança tem enorme importância

para o desenvolvimento cognitivo do ser humano e

quando bem aplicada traz inúmeros benefícios como

coordenação motora, saúde física, mental e quando

praticada em grupo propicia uma convivência social

saudável.

Sabrina é graduada em Educação Física pela Universidade

Paranaense e especialista em Neuropedagogia.

Iniciou sua trajetória no Ballet de forma curiosa,

motivada por uma questão de saúde, postura corporal,

e teve como professora sua atual sócia, Silvana

Santos. Sabrina já atuou como bailarina, coreógrafa,

professora e coordenadora de algumas das principais

escolas de dança em Toledo, participando nos

últimos anos de inúmeros congressos e cursos de

capacitação com os mais renomados professores do

Ballet Clássico mundial. Como coreógrafa já coleciona

diversos prêmios em festivais internacionais e

nacionais.

Dentre as inúmeras modalidades, destaca-se o Ballet

Clássico. O ballet clássico favorece a criatividade, o

trabalho em grupo, consciência corporal, aumento da

concentração e o desenvolvimento intelectual.

Inspiradas nos maiores centros de Ballet Clássico mundial

e com desejo de trazer algo totalmente inédito para

Toledo, as professoras Silvana Santos e Sabrina Gatto

fundaram em 2018 o Núcleo Acadêmico de Dança, o

NAD. Um centro onde é oferecida formação técnica e

artística necessária para seus alunos, para que possam

atuar como profissionais da área da dança e usufruir de

todos os benefícios que essa prática proporciona.

58


O NAD, como se pode observar, foi além do ensino básico

do Ballet, oferece a seus alunos, além de desenvolvimento

pessoal e técnico, a possibilidade de vislumbrar

uma carreira profissional. “Nosso objetivo é ofertar o

ensino do Ballet Clássico e proporcionar a formação artística

e técnica profissional de bailarinos (as) e professores,

a formação humana de nossos alunos, sobretudo,

para criança e adolescentes, e a promoção da qualidade

de vida aos bailarinos (as) adultos.” – cita Sabrina Gatto

Atualmente o Núcleo atende mais de 150 alunos e alunas,

a partir de 2 anos e meio de idade até adultos, distribuídos

em turmas de Baby Class a Adiantados, além

de ofertar bolsa integral para meninos e rapazes.

Com ampla estrutura física e atendendo todas as necessidades

técnicas para a prática do ballet clássico, o NAD

conta com profissionais com vasta experiência docente

e conhecimento técnico e artístico constituído por meio

de muitos anos de formação e constante atualização.

“Em apenas um ano de existência, nos constituímos

como a única escola de Toledo especializada em Ballet

Clássico. Sendo o NAD a primeira escola de dança do

município a ser selecionada duas vezes, consecutivas,

para participar do maior Festival de Dança do Mundo

– Festival de Dança de Joinville – em 2018, com a

bailarina Maria Eduarda da Cruz e 2019 com as bailarinas:

Camila Rossato, Cindy Urbano, Elaini de Lima, Lívia

Ferreira, Maria Eduarda da Cruz, Maria Izabelle Gelinski,

Marcelle Quadros da Cruz, Melyssa Mandelli, Heloisa

Ludewig Galvan, Raquel Boeff e o bailarino Gustavo

Fernandes .” – nos conta Silvana Santos

Em 2018 o espetáculo “Doce Infância e Paquita”, realizado

pelo NAD foi reconhecido pela Câmara de Vereadores

de Toledo com a Moção de Aplausos, confirmando o excelente

trabalho produzido pelo Núcleo.

O projeto didático-pedagógico do NAD conta com metodologias

de ensino adequadas a cada faixa etária, nível

técnico e objetivos de seus alunos. Sua equipe de professoras

é formada por profissionais graduadas e pósgraduadas,

com formação específica e vasta experiência

docente.

As metodologias são direcionadas a cada etapa de desenvolvimento

do aluno, com um sistema de ensino lúdico

para as turmas Baby Class e Pré-Ballet (2 anos e meio a

6 anos), com introdução da técnica do ballet clássico de

forma gradativa, visando o aumento do desejo dos pequenos

pela prática constante da dança.

Já a turma de iniciação (a partir de 7 anos) até os níveis

mais avançados e o Ballet Adulto, contam com métodos

como Vaganova (Escola Russa), Francês (Escola Francesa)

e do Royal Ballet (Escola Inglesa), possibilitando ao aluno

adquirir conhecimento das diferentes escolas do Ballet

Clássico, capacitando esse aluno para cursos, festivais e

avaliações.

“Atualmente além das aulas regulares o NAD promove

ensaios extras, atividades de preparação física, turmas

de rendimento, apresentações e espetáculos em diferentes

espaços culturais, participação em mostras, festivais

nacionais e internacionais e cursos com renomados

professores a fim de proporcionar experiência de palco e

intercâmbios culturais, imprescindíveis para o desenvolvimento

e aprimoramento técnico e artístico-cultural do

seu corpo discente.” – nos relata Silvana Santos.

59


BALLET ADULTO

Com objetivo de proporcionar bem-estar e qualidade

de vida aos praticantes da modalidade, o NAD conta

com turmas de Ballet adulto, a partir dos 15 anos, com

metodologia adaptada ao desenvolvimento individual

de cada aluno. Veja o depoimento da aluna Maria José

Becker, 69 anos, aluna de Ballet do NAD:

“O que me trouxe para a dança foi a oportunidade de

realizar um sonho de menina moça. Um sonho que eu

tinha e que ficou guardado por muitos e muitos anos.

Minhas filhas fizeram ballet clássico e eu sempre fiquei

com essa vontade de fazer, só que na época não havia

ballet clássico para adulto. Quando surgiu a oportunidade

em Toledo, ainda mais, com uma professora que

tem o conhecimento do ballet clássico de verdade, tem

a teoria, tem a prática e é uma bailarina, eu vi uma oportunidade

única. Eu acho que não existe barreira porque

você tem um limite de idade. Eu penso que o limite da

sua idade é o limite que você dá para você. E também

tem os benefícios como a lateralidade, a consciência

corporal, a coordenação motora, a atenção, a autoestima,

orientação espacial, a música e ainda trabalho todas

as articulações do corpo. Você esquece tudo e fica

pensando em seu corpo é o seu corpo que fica falando

com você. A sensação é de que você está flutuando. É a

música clássica, os movimentos que você faz, enfim, é

tudo de bom, e é uma realização”

Rafael Trombeta, 19 anos. “Iniciei a dança com 15 anos,

num período em que estava tentando me identificar

com alguma atividade, por mais que eu não pensasse

que viesse a dançar, mas admirava os movimentos

e a disciplina quando via os bailarinos (as) dançando.

Quando eu entrei para as aulas foi para quebrar um estigma

tanto para mim quanto para minha família, com

a dança clássica. Com isso fui percebendo que não era

tão fácil como aparentava ser quando eu observava

as danças, foi por causa dessa complexidade, disciplina,

estética que eu acabei me apaixonando. Mayara Hoje além Bervian

Fotos:

da paixão que eu tenho pela arte eu ainda danço

Néia Holdeffer

para

manter minha saúde física e minha saúde mental também,

porque além da melhora que eu tive na postura,

respiração e consciência corporal eu desenvolvi melhor

capacidade de concentração, memorização, disciplina e

até sociabilidade. Além disso, o ballet clássico me ensinou

a respeitar, a aceitar o meu corpo, os meus limites e

também o limite do outro. Saindo do âmbito da dança,

da sala de aula e dos espetáculos, a dança clássica me

ensinou que tudo o que eu aprendi em sala de aula eu

consigo pôr em prática em outros ambientes, não fica

somente ali no tablado, eu levo esse aprendizado para

outros âmbitos sociais.”

60


Capa Kids+

Relatos das alunas das turmas de adiantados:

Ballet representa a forma de expressar minha essência.

Acho que não só a técnica em si, mas o ambiente e a

companhia se tornou meu outro lar, minha segunda casa,

onde sei que mesmo machucada e sem poder fazer tudo,

vou me sentir feliz dançando, porque isso me faz feliz.

(Bianca Campagnolo).

No dia 09 de novembro de 2019 às 20h no Teatro Municipal

de Toledo o NAD realizará seu Espetáculo anual

trazendo a famosa obra do repertório clássico “O Lago

dos Cisnes (II Ato)”. E também “Era uma vez...” sob a direção

e coreografias de Silvana Santos e Sabrina Gatto.

O ballet traz felicidade pra minha vida, onde posso me

soltar, dançar, ser o que eu quiser. (Giovanna Massoni).

O ballet na minha vida representa a manifestação do

meu ser. É a forma que meu corpo encontrou de se expressar.

(Marcelle Cruz).

O ballet é o meu eu, é onde sou feliz e me proporciono

felicidade. (Maria Izabelle Gelinski).

Quando eu danço, esqueço os problemas que incomodam

minha vida. Dançar é uma terapia, dançar me traz

paz. “Eu sou mais eu” dentro do Ballet! (Raquel Boeff).

Ballet é trabalho, algo que eu quero todos os dias mais

e mais. Representa amor, como se a gente vivesse realmente

quando tem ele em nossa vida. (Melyssa Mandeli).

É como se tudo que eu sinto ganhasse voz de um jeito

muito mais forte do que apenas falar. Eu sou mais eu,

quando danço. (Maria Eduarda Cruz Duda) Bailarina da

capa.

Meu corpo exige isso de mim, ele pede o movimento, é

um fluxo incontrolável. Dançar é o que me acalma é o

que me relaxa. Nem sempre é o que me deixa realizada,

muitas vezes machuca, e não é só externo, há muita cicatriz

dentro de mim, mas eu entendo que o amor também

despedaça e entendo que a dança é o amor da minha

existência. (Nani de Lima).

O ballet para mim é tudo, uma profissão, mas acima de

tudo a minha vida. Amo o que faço, e sei que foi para isso

que Deus me colocou nesse mundo, para dançar e ser

feliz. (Lívia Ferreira).

61


Baby Class

Pré-Ballet


infantil

Iniciação


Iniciação

Iniciação II


preparatório

Básico


Adiantado

Adiantado e

Intermediário


Intermediário

Adulto


70


Rinoplastia

Cirurgia Plástica

A

tualmente há uma preocupação cada vez maior

com a estética e aparência facial. O nariz é peça

fundamental na composição da beleza e equilíbrio

do rosto e suas alterações podem causar grande

impacto na autoestima.

A anatomia do suporte do nosso nariz basicamente

é composta por osso e cartilagem. Na parte superior,

entre os olhos, a sustentação se dá pelo osso nasal.

Em seguida, temos a giba dorsal, responsável por

aquele ossinho saltado. A parte inferior do nariz é

sustentada por diferentes placas de cartilagem que

se estendem lateralmente a partir do cento do nariz.

Não existe uma idade máxima para realização da rinoplastia.

Antes da cirurgia é necessária a realização

de alguns exames para se avaliar como está a saúde

geral, como por exemplo exames laboratoriais e

avaliação cardiológica. Para avaliação das estruturas

nasais é indicado fazer tomografia dos seios nasais.

Será necessário parar de fumar pelo menos 30 dias

antes e depois da cirurgia.

A rinoplastia pode ser feita de forma aberta ou fechada,

sendo a técnica precursora o método fechado,

que ainda é utilizado, porém com indicações mais

precisas. Atualmente a técnica aberta tem ganho

mais espaço, pois permite uma abordagem completa

e sob visualização direta, tendo o objetivo de manter

o nariz estruturado e funcional.

Pode-se dizer que é uma cirurgia relativamente simples

e sem grandes riscos e a recuperação costuma

ser tranquila e rápida, com alta hospitalar no mesmo

dia ou no dia seguinte ao procedimento, mantendo o

nariz imobilizado com ou sem tampões nasais.

Quanto ao pós-operatório, o paciente normalmente

consegue retornar às atividades habituais após um

período relativamente curto: média de 7 a 14 dias

para o trabalho e de 1 mês para realização de atividades

físicas.

Através da Rinoplastia é possível modelar, alterar o tamanho,

largura ou formato e harmonizar o nariz com

os traços do rosto e ainda corrigir um defeito de nascença

ou dano nasal. Também podem ser corrigidos

problemas funcionais do nariz (desvio de septo, aumento

dos cornetos nasais). A Rinoplastia destaca-se

como uma das cirurgias mais procuradas; é a quarta

cirurgia plástica mais realizada no mundo, ficando

atrás de mamoplastia de aumento, lipoaspiração e

blefaroplastia (cirurgia das pálpebras).

A cirurgia pode ser realizada após a completa formação

das estruturas do nariz, o que ocorre, nos homens

por volta dos 18-20 anos de idade, e nas mulheres

por volta dos 16-18 anos de idade.

Nos primeiros dias é importante manter repouso, não

realizar atividades físicas, evitar a exposição solar e

quando deitada manter a cabeceira elevada para auxiliar

na redução do edema. Pode haver dificuldade

na respiração pelo nariz, devido ao inchaço secundário,

o que costuma melhorar com o uso das medicações

prescritas pelo cirurgião. A alimentação no

pós-operatório não tem restrições, devendo-se evitar

exageros.

Quer saber mais? Agende sua consulta!

14.

76


Reabilitação Oral Odontologia

N

a construção civil, se uma casa tem a estrutura

condenada significa que por algum motivo ela

deixou de atender às funções para as quais foi

criada. Nesses casos, é possível uma intervenção com

os ajustes/correções nas estruturas para que o problema

não traga riscos para seus moradores! Assim como

na construção civil, na Odontologia também é preciso

recuperar as funções da cavidade oral (dentes, gengiva

e osso) para que a mesma cumpra novamente suas

funções - mastigatória, fonética e estética.

É muito comum vermos adultos com a ‘mordida errada’

ou danificada, por algum trauma ou patologia, não

optarem pelo uso de ortodontia fixa e/ou cirurgia ortognática.

O que a maioria dessas pessoas não sabe é

que provavelmente vai desenvolver um distúrbio de

ATM (articulação temporomandibular), dores de cabeça

frequentes, bruxismo, apertamento dentário, entre

tantos outros sinais e sintomas.

Prótese dentária e Dentística Restauradora

Especialidade que utiliza materiais restauradores

(cerâmicas, resinas compostas e outros compósitos)

possibilitando o tratamento das mais diversas maloclusões,

melhorando significativamente a maioria dos

casos, restabelecendo uma correta função e estética

oral aos pacientes.

Caso realizado diretamente em boca com resina composta.

Antes

Antes

Caso realizado com cerâmica

Depois

Depois

A Reabilitação Oral

Procedimento não finalizado

É um conjunto de procedimentos clínicos nos quais

todas as especialidades (ortopedia funcional dos maxilares,

endodontia, periodontia, implantodontia, prótese

e denstística) trabalham juntas afim de restabelecer

a saúde bucal do paciente.

A Ortopedia Funcional dos Maxilares (OFM)

É uma especialidade da Odontologia que diagnostica,

previne, controla e trata os problemas de crescimento

e desenvolvimento que afetam os arcos dentários e

suas bases, tanto em crianças como em adultos.

Dessa forma, muitas vezes conseguimos devolver

saúde, função e estética oral ao paciente sem a

necessidade de uma cirurgia ortognática e/ou ortodontia

fixa.

14.

78


O

Método Personalizado

de Implante Hormonal:

Saiba mais!

nível hormonal no corpo humano é inversamente

proporcional ao envelhecimento, ou

seja, quanto mais velho o indivíduo fica, menos

hormônios ele vai produzir naturalmente. Esse

processo pode chegar até o desaparecimento total da

produção desses hormônios a exemplo dos homens,

no caso da mulher, no período conhecido como menopausa,

o corpo cessa a produção de tais hormônios.

Ginecologia

Combinando os hormônios desejados na medida certa,

o método pode ser utilizado para diferentes finalidades:

diminuição dos sintomas da TPM e da cólica,

anticoncepcional, para aumento da libido e ganho de

massa magra, melhora da disposição, prevenção de

osteoporose e osteopenia, prevenção de anemia, potencializar

a queima de gordura e garantir mais energia.

Além disso, durante a vida, as pessoas podem apresentar

patologias congênitas ou adquiridas, disfunções

ou desequilíbrios hormonais que necessitam de

um tratamento específico. Conheça aqui um pouco

mais sobre o assunto!

Os Implantes Hormonais oferecem benefícios extraordinários,

tanto para mulheres quanto para homens.

O processo é realizado por meio da implantação subcutânea

de um bastãozinho de silicone semipermeável

que tem uma dosagem personalizada de acordo

com a sua particularidade. O dispositivo pode ser colocado

na região glútea ou na parte inferior do braço,

é indolor e leva menos de dez minutos para implantá-lo.

Através desse procedimento os hormônios são

liberados gradativamente na corrente sanguínea.

Da mesma forma, esse método ainda pode ser utilizado

pelas mulheres que desejam tratar endometriose,

miomas ou que precisam fazer reposição hormonal

por conta da menopausa, além de ser uma ótima opção

para quem deseja uma alternativa contraceptiva

eficiente e segura. O implante pode durar anos e não

apresenta restrições de idade.

Entre os principais motivos de o método ser extremamente

aceito pelos pacientes estão:

Eficácia: os resultados alcançados por meio do método

são surpreendentes;

Praticidade: o paciente só precisa se preocupar

com a troca do implante no intervalo de seis meses

ou um ano;

Segurança: o método elimina a possibilidade do

esquecimento;

Controle: garantia de que a dosagem correta será

distribuída ao organismo;

Bem-estar: a inexistência de efeitos colaterais típicos

dos outros métodos de tratamentos em Terapia

de Reposição Hormonal.

Lembre-se de que cada corpo reage de forma diferente

e que na dosagem errada, o que poderia ser a

solução para um problema pode se tornar um perigo.

Procure um ginecologista de confiança para

uma avaliação e melhor indicação do uso desse

método.

14.

80


Malefícios da exposição

contínua a celulares, TVs

e computadores

Médica

A

tecnologia atual disponível para telas e mídias,

em geral, oferece benefícios, mas também

pode trazer riscos para a saúde de crianças e

adolescentes, pois quando usada de forma inadequada,

abusiva ou sem planejamento, a mídia pode ocupar

o espaço de atividades importantes para o desenvolvimento

infantil, como o brincar, a interação face a

face, o tempo familiar de qualidade, as brincadeiras

ao ar livre, os exercícios físicos, o tempo de inatividade

e o ócio criativo.

A recomendação de exposição a mídias para crianças

menores de 2 anos é tempo zero. Pesquisas mostram

que as interações sociais com os cuidadores são

muito mais eficazes e estimulantes para o desenvolvimento

da linguagem, da inteligência, da interação

social e das habilidades motoras. Também proporcionam

momentos de aprendizagem global, capacidade

de resolução de problemas e habilidade de controle

emocional, tornando a criança um adulto mais saudável

e resiliente.

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) alerta que

o uso inadequado dessas tecnologias pode afetar o

sono, a atenção, o aprendizado, o sistema hormonal

(com risco de obesidade), a regulação do humor (com

risco de depressão e ansiedade), o sistema osteoarticular,

agravamento da miopia e da hipermetropia,

atrofia do córtex cerebral, com redução da receptividade

de informações dos sentidos (visão, audição,

tato, olfato e paladar) e a aceleração do processo de

envelhecimento cerebral, além de apresentar problemas

de coluna relacionados à má postura ao sentar

frente às telas.

Para crianças de 2 a 5 anos de idade, a recomendação

é de 1 hora por dia de permanência, ao todo, à frente

de televisões, celulares, tablets e videogames. Acima

dessa idade é recomendável o tempo de até 2 horas.

O acesso deve ser monitorado e permitido apenas

ao que é liberado para cada idade, respeitando-se a

classificação indicativa, além de evitar conteúdos de

violência, sexual e de comportamentos inadequados.

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), sugere o envolvimento

ativo dos pais, cuidadores e professores,

tanto na leitura digital quanto na leitura de livros, que

melhoram a aprendizagem das crianças pela experiência;

e a orientação aos familiares sobre a relevância

de regras domésticas claramente estabelecidas

e cumpridas e os limites para as crianças. A interação

entre crianças e adultos e entre as próprias

crianças é fundamental para o desenvolvimento e

a socialização.

14.

82


A

Ortodontia durante

a infância Odontopediatria

máoclusão hoje representa uma grande parcela

dos tratamentos odontológicos, sendo a prevalência

de alterações dentárias, maior do que a

prevalência da doença cárie. O diagnóstico e intervenção

precoces auxiliam no bom desenvolvimento

das arcadas e o correto funcionamento de todo sistema

estomatognático (conjunto de ossos, músculos

e estruturas que auxiliam no bom funcionamento das

funções da boca).

A Ortodontia atuando preventivamente, na fase das

trocas dentárias, quando bem indicada é de fácil resolução

e não gera grandes desconfortos, além de

simplificar o tratamento. O objetivo principal é interceptar

um problema que está se instalando e permitir

o bom desenvolvimento da dentição. O tratamento

pode ser iniciado ainda na dentadura decídua (dentes

de leite).

Qual a idade adequada para uma avaliação

com o Ortodontista?

Entre 5-6 anos de idade encontramos uma janela

oportuna de tratamento e de prevenção de algumas

alterações, portanto essa é uma idade importante

para que os pais levem seus filhos para uma consulta

com o Especialista em Ortodontia. Porém a visita ao

odontopediatra, antes dessa idade, é imprescindível

e de grande importância para a prevenção tanto da

cárie quanto das alterações de desenvolvimento das

arcadas. Muitas alterações da oclusão devem ser tratadas

assim que forem diagnosticadas.

Qual tipo de aparelho deve ser utilizado?

Hoje contamos com um grande arsenal de aparatologias

para a correção das máoclusões na infância, sendo eles

fixos ou móveis. Podemos utilizar:

Aparelho Fixo Convencional;

Aparelho Fixo Autoligado;

Aparelhos Ortopédicos;

Aparelhos Ortopédicos Funcionais;

Pistas Planas;

E até mesmo os inovadores Alinhadores Dentais.

O tipo ideal de aparelho a ser utilizado vai depender da

indicação individualizada para cada caso.

Quais os benefícios do tratamento ortodôntico

PRECOCE?

O objetivo principal da intervenção durante a dentição

decídua (dente de leite) é devolver função, seja ela função

mastigatória, respiratória, fala e deglutição. Dentre

os benefícios temos:

Devolver o alinhamento dos dentes;

Assegurar o bom funcionamento e desenvolvimento

dos maxilares;

Permitir a troca correta dos dentes decíduos;

Evitar fratura ou perda de dentes da frente muito protruídos,

por estarem mais propícios a traumas;

Eliminar maus hábitos como sucção de dedo e interposição

de língua;

Permitir desenvolvimento apropriado da fala;

Avaliar problemas respiratórios que afetam, negativamente,

o desenvolvimento e crescimento dos ossos da

face;

Melhorar a estética bucal e facial;

Melhorar a mastigação e a deglutição.

O Especialista em Ortodontia também auxilia no tratamento

da respiração bucal e dos distúrbios do sono (em

conjunto com uma equipe multidisciplinar). O bruxismo

e as DTM também podem estar presentes nas crianças

e necessitam de tratamento, principalmente nessa

fase. Uma má oclusão pode ser diagnosticada precocemente

e tratada de uma forma simples.

A prevenção ainda é o melhor remédio!

14.

86


Como funciona o EMDR

em seu cérebro

Psicologia

C

riado por Francine Shapiro, Eye Movement

Desensitization and Reprocessing (Dessensibilização

e Reprocessamento por meio dos Movimentos

Oculares), a técnica do EMDR vem sendo

utilizada na psicoterapia desde o final dos anos 80 e

pode ser indicada para crianças, adolescentes e adultos.

Este tipo de terapia utiliza a estimulação sensorial e

tem um propósito muito específico: reduzir o efeito

das experiências traumáticas e resolver as emoções

associadas. O cérebro se divide em dois hemisférios:

o esquerdo e o direito. O hemisfério esquerdo é o

mais lento, responsável pela linguagem e pela lógica,

é linear. O hemisfério direito é mais rápido, simbólico

ou metafórico; a maior parte dos traumas se instala

no hemisfério direito.

O cérebro também se divide em mais 3 partes:

1) Corporal, que corresponde ao sistema autônomo,

responsável pelo funcionamento dos órgãos, sem

que se precise pensar, como por exemplo, a respiração,

que ocorre automaticamente.

2) Emocional, também conhecida como sistema

límbico, que é onde literalmente “mora o perigo”,

pois ele é responsável por alertar contra um perigo

real. Acontece que o trauma, apesar de indicar um

perigo real, já passou, porém o sistema continua em

alerta, causando ansiedade por coisas que já não podem

mais afetar diretamente.

3) Cérebro cognitivo, onde estão os pensamentos,

a parte consciente. Sendo assim, pode-se perceber

que dois terços do cérebro é inconsciente, ou

seja, inacessível diretamente, diferente da parte cognitiva.

Através da Terapia EMDR é possível acessar o material

inconsciente, quando é solicitado ao paciente pensar

na imagem, nas crenças, nas emoções e nas sensações

e isto serve para abrir o “arquivo cerebral” para

ter acesso àquela lembrança e enquanto pensa naquilo,

pede-se que movimente os olhos de um lado a

outro, de modo que haja a estimulação bilateral. Com

a estimulação, o cérebro começa a ligar a lembrança

com a parte da fala, com os pensamentos, com as

emoções e sensações corporais, isso vai dissolvendo

ou metabolizando a lembrança de forma que, no final,

o paciente fique com uma lembrança mais “arrumada”

que perde a capacidade de fazer mal, pois dissolve

a carga negativa, a dor e o sofrimento vinculados

à lembrança.

De modo bastante simplista, pode-se comparar o

EMDR a uma faxina, pois quando a pessoa faz uma

faxina em seu armário, por exemplo, retira tudo o que

não lhe serve mais, limpa e arruma, tornando o espaço

mais organizado e livre para novas aquisições, assim

é com o cérebro: limpam-se as lembranças ruins,

organizando-as de modo mais funcional e abrindo

espaço para novas experiências mais ajustadas. É

importante lembrar que não se trata de esquecer o

ocorrido, pois não é possível apagar a lembrança, mas

sim, se trata de torná-la apenas uma memória de algo

que já passou e não precisa mais ter importância na

vida atual.

IMPORTANTE: EMDR é uma psicoterapia com rigor

científico! Somente psicólogos e médicos com comprovação

em psicoterapia podem aplicar, após passar

por uma rigorosa formação.

LEMBRE-SE: A saúde mental é tão importante quanto

a física, entregue o cuidado de sua saúde a profissionais

preparados! Psicologia é com psicólogo!

14.

88


Endoscopia Digestiva: o

que é e para que serve?

Gastroenterologia

E

ndoscopia se refere a uma técnica de imagens

em tempo real. O exame é realizado por meio

de um tubo flexível bem fininho (endoscópio)

com uma câmera na extremidade. Esse pequeno aparelho

é introduzido através da boca e chega até o

estômago permitindo observar as paredes de órgãos

como o esôfago, o estômago e o início do intestino.

Esse exame avalia órgãos do sistema digestivo para

detectar doenças como refluxo, gastrite, úlceras, pólipos,

doenças infecciosas e câncer em estágio inicial

e avançado.

Além disso, a endoscopia também pode funcionar

como um tratamento propriamente. Exemplo: por

meio dela, é possível introduzir sondas no estômago

e ajudar a alimentar indivíduos impossibilitados de

comer ou mesmo retirar pólipos e tumores malignos

ainda em fase precoce, além de colher material para

biópsia ou aplicar medicamentos no local.

A endoscopia digestiva divide-se em endoscopia digestiva

alta (oral) e colonoscopia – endoscopia digestiva

baixa (intestino grosso). Para que o paciente sinta

o menor desconforto possível, durante o processo, é

aplicada uma anestesia ou sedação.

Geralmente, todo o processo dura de 5 a 20 minutos.

Mas o tempo varia consideravelmente conforme o

objetivo do procedimento.

O médico poderá solicitar o exame de endoscopia se

o paciente apresentar um ou mais sintomas decorrentes

do esôfago, estômago ou duodeno, que podem

ser novos ou então que não estão respondendo

ao tratamento inicial. Alguns exemplos são:

Sentir-se sem apetite ou saciedade (depois de comer

menos do que o habitual);

Sentir que a comida está presa atrás do esterno (sensação

de corpo estranho);

Fezes negras;

Vômito com sangue;

Azia;

Baixa contagem de hemácias (anemia) que não pode

ser explicada;

Dor ou desconforto na parte superior do abdômen;

Dificuldade ou dor para deglutição;

Perda de peso que não pode ser explicada;

Náuseas ou vômitos que não passam.

Usos terapêuticos da endoscopia gástrica alta:

Colocação de balão intragástrico para tratamento de

obesidade; Colocação de sondas em pacientes com

dificuldade de deglutição; Realizar gastrostomia; Ligadura

elástica/escleroterapia de varizes esofágicas;

Remoção de corpos estranhos (moedas engolidas por

crianças, por exemplo); Tratamento de lesões sangrantes

como úlceras, lesões vasculares, tumores,

etc.; Dilatação de estenoses do esôfago, estômago

ou duodeno.

19.

90


Princípios de uma boa

alimentação Nutrição

Q

uando o assunto é alimentação saudável, muitas

perguntas surgem, principalmente entre

aqueles que querem dar início a esse bom hábito.

Nos últimos anos, o brasileiro está mais preocupado

com o que consome e como esse alimento poderá

impactar em seu bem-estar e saúde. Nesse contexto

as vitaminas são substâncias muito importantes

para o metabolismo e a sua falta acarreta em vários

problemas de saúde, por isso para uma alimentação

equilibrada e balanceada e nutrir corretamente o organismo,

é importante seguir essas 5 características:

1) Adequação: A alimentação deve ser apropriada

às diferentes fases e condições de vida, às atividades,

às circunstâncias fisiológicas e de doenças.

2) Qualidade: Deve conter variedade de alimentos

que satisfaça todas as necessidades do corpo. Os alimentos

devem ser nutritivos e não apenas conterem

calorias vazias.

3) Quantidade: Deve ser suficiente para atender o

organismo em todas as suas necessidades.

4) Harmonia: É o equilíbrio entre os nutrientes, em

relação à quantidade e qualidade.

5) Variedade: Fornecer uma ampla seleção de alimentos

diariamente, pois os alimentos são diferentes,

apresentando diferentes nutrientes.

Como identificar a deficiência de vitaminas

no nosso corpo?

Se os seus braços, bochechas e coxas estão com bolinhas

brancas e vermelhas, como se fossem acnes, o

seu corpo está emitindo sinais de que faltam as vitaminas

A e D. Inclua na sua dieta, chia, salmão, oleaginosas,

sementes de linhaças, cenoura, pimentão

vermelho e batata.

O seu rosto está com erupções cutâneas avermelhadas,

ou você está perdendo cabelo em grande quantidade?

O seu corpo está mostrando que está faltando

zinco! O déficit desse nutriente também deixa a pele

ressecada. Consuma couve-flor, frutas secas, bananas,

salmão, cereais integrais, abacate e outros. Além

do zinco, esses sintomas também podem surgir na

falta de vitamina B7, A, D, E e K.

Se a sua pele está muito pálida é sinal de que o seu

corpo precisa de vitamina B12. Não adianta você correr

para o sol, o que o seu corpo precisa é do consumo

de carnes e frutos do mar. Rachadura no canto da

boca significa que o seu corpo precisa de vitaminas

do complexo B. Invista, especialmente, nas vitaminas

B2, B3 e B12. Para combater esse problema, consuma

tomate seco, salmão, atum, couve-flor, brócolis e

lentilha.

Quando o seu corpo não possui nutrientes suficientes,

os nervos periféricos e que terminam na pele são

os mais afetados, causando cócegas, dormência e

formigamento nos pés e mãos. Essa condição mostra

que falta, principalmente, as vitaminas B6 e B12 no

seu corpo. Além disso, é provável que você também

sinta ansiedade, depressão, desequilíbrios hormonais,

fadiga e anemia. Considere incluir feijão, ovos,

espinafre, aspargos, ervilha e frutos do mar em sua

dieta.

Consulte um nutricionista de confiança para saber

do que o seu corpo mais precisa e a quantidade

ideal. Ele montará um cardápio adequado

e individualizado, respeitando as suas necessidades

e limitações.

19.

91


D

Doença Pulmonar

Obstrutiva Crônica:

DPOC

oença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é

uma doença insidiosa de instalação lenta que

envolve inflamação e espessamento das vias

aéreas que ao longo do tempo, se tornam cada vez

mais obstruídas, dificultando a respiração.

De todas as exposições inalatórias, o tabagismo é o

principal fator de risco, mas a limitação do fluxo de ar

pode ser provocada por diversos fatores que contribuem

para o risco de DPOC, como o baixo peso corporal,

as doenças respiratórias da infância, a exposição

passiva à fumaça do cigarro, a poluição aérea e a

exposição ocupacional à poeira (pó de mineral ou de

algodão) ou a substâncias químicas inalatórias (cádmio).

Pneumologia

Segundo a Organização Mundial da Saúde, a DPOC

será a terceira principal causa de morte em 2020. Só

no Brasil, cerca de 5 milhões de pessoas sofrem com

o problema.

Durante a fase inicial, a DPOC pode ser assintomática,

dificultando seu diagnóstico, porém os primeiros sintomas

são: Tosse, pigarro, falta de ar, fadiga, arritmias,

catarro em excesso e chiado no peito. A taxa de oxigênio

ainda pode cair e a de gás carbônico aumentar,

causando cansaço, falta de concentração e sobrecarga

do coração.

É fundamental realizar um exame chamado espirometria

para avaliar a capacidade ventilatória pulmonar.

Os medicamentos broncodilatadores, que

melhoram a respiração, são os mais usados, mas os

anti-inflamatórios também podem ser prescritos em

alguns casos. Técnicas fisioterápicas de reabilitação

respiratória aumentam a resistência aos esforços e

melhoram a qualidade de vida.

As vacinas contra a gripe (influenza) e contra a pneumonia

também são medidas importantes para evitar

exacerbações da doença.

É comum as pessoas acharem que a DPOC é uma doença

de pessoas idosas e, por isso, não se preocupam

muito com ela. Na verdade, a doença atinge principalmente

pessoas com mais de 40 anos, podendo inclusive

ser identificada em pessoas mais jovens.

Comumente a doença se instala depois que há um

quadro persistente de bronquite ou enfisema pulmonar.

O primeiro causa um estado permanente de

inflamação nos pulmões, enquanto o segundo destrói

os alvéolos, estruturas que promovem trocas gasosas

no órgão.

Em cerca de 1% das pessoas com DPOC, a doença

resulta de uma perturbação genética que causa os

baixos níveis de uma proteína chamada alfa-1-antitripsina

(AAT). Ela é produzida no fígado e secretada

na circulação sanguínea para ajudar a proteger os

pulmões.

Embora seja uma doença crônica que aparece após

vários anos de agressão pulmonar, mesmo em ex-fumantes,

com a avaliação e o acompanhamento de

um pneumologista para quando tiverem os primeiros

sintomas respiratórios é possível controlar, evitar progressão

e prevenir exacerbações.

19.

92


É importante

estudar todo dia?

Coach Educacional

S

eu filho estuda apenas em véspera de prova?

Se ele faz isso, lamento dizer, mas ele não está

adquirindo conhecimento, apenas memória de

curto prazo.

Implantar ou retirar um hábito é uma das tarefas

mais difíceis para jovens e até adultos. No caso das

crianças e adolescentes existe um complicador biológico

adicional, uma região do cérebro conhecida

como córtex pré-frontal, responsável pelo processo

de organização, planejamento e visão de longo prazo,

só está totalmente formada, por volta dos 20, 22

anos de idade. Isso significa que os pensamentos das

crianças e adolescentes ainda estão limitados nesse

aspecto. Planejar ou ter noção de consequências de

longo prazo, só depois dos 22 anos, em média.

Esse tempo diário para o estudo em casa deve ser incluído,

na rotina semanal, como outra atividade ofertada.

Ao estabelecer uma rotina de estudos, seu filho

entenderá em quais assuntos têm mais facilidade e

para quais precisará se empenhar mais arduamente.

Também encontrará seu ritmo de estudo, possibilitando

a gestão de seu tempo, ou seja, autoconhecimento.

Como nosso cérebro trabalha com associações, com

a rotina de estudo estabelecida, sempre no mesmo

horário e local, o cérebro irá associar a situação à necessidade

de concentração.

Outro limitador que todos temos, é o tempo. As 24hs

do dia são destinadas para cumprir diversas tarefas,

e no caso dos estudantes, estudar é uma delas. Atividade

física, diversão e estudo, são atividades que

devem fazer parte do dia a dia de uma criança, adolescente

ou jovem em fase escolar/universitária. Definir

quanto tempo será utilizado para cada uma dessas

atividades é o mais difícil para eles.

Vários são os pais que lotam a agenda dos filhos, colocando-os

em tantas atividades extras, que o tempo

necessário para o estudo em casa acaba ficando comprometido.

O hábito só vem com a rotina e para que ela surja

de modo mais espontâneo, é necessário motivação.

O papel dos pais está nesse acompanhamento, na

conversa e convencimento da importância do estudo,

desse modo o estudante encontrará razões para se

dedicar.

Um estudo eficiente nunca é o de véspera. O cérebro

transformará memórias de curto prazo em memórias

de longo prazo só quando estudar se tornar um hábito

regular. A prática leva ao aperfeiçoamento e ao

sucesso. Estabelecer uma rotina de estudos faz com

que a vida escolar do seu filho seja verdadeiramente

eficaz.

19.

94


A

Endocrinologista: como

esse profissional pode

ajudar na sua saúde?

prevenção e os cuidados com a saúde inclui

procurar o especialista certo para cada disfunção

e saber o momento em que o corpo acende

o alerta e pede mais atenção. O Endocrinologista é o

médico que cuida do metabolismo e dos transtornos

das glândulas endócrinas, que são órgãos que secretam

substâncias no sangue (conhecidas como hormônios),

sendo o especialista mais indicado quando se

fala em tratamento de diversas doenças. Este profissional

pode te ajudar nos seguintes casos:

Tireoide: Nódulos ou aumento de volume do pescoço;

nervosismo; insônia e alterações no ritmo intestinal;

coração acelerado; perda ou ganho de peso; e

excesso de frio ou calor podem revelar distúrbios da

tireoide.

Colesterol e Triglicerídeos: A alimentação errada

e algumas doenças podem levar a alterações no metabolismo

das gorduras, com aumento dos níveis de

colesterol e triglicerídeos. Com o tratamento adequado,

o risco de futuras complicações cardiovasculares

é reduzido.

Crescimento e desenvolvimento: O crescimento

deficiente ou excessivo, puberdade precoce ou atrasada

podem ocorrer em consequência de alterações

hormonais nas glândulas sexuais (ovários ou testículos)

ou na hipófise.

Diabetes: Pessoas com excesso de peso, história de

familiares com diabetes e mulheres com diabetes durante

gestações prévias tem maior chance de desenvolver

diabetes!

Distúrbios da Menstruação: Falta ou excesso de

menstruação podem significar problemas hormonais

e necessitam de investigação.

Distúrbios da Puberdade: Crianças que desenvolvem

precocemente pelos pubianos, odor axilar e

desenvolvimento das mamas, apresentam distúrbios

hormonais e necessitam avaliar a origem do problema.

Da mesma forma, os adolescentes que não desenvolvem

essas características sexuais até os 13-14

anos de idade.

Endocrinologia

Doenças da Glândula Supra-Renal: Aumento de

peso, estrias avermelhadas, pelos excessivos, pressão

alta ou muito baixa, puberdade precoce, além do escurecimento

da pele podem significar problemas na

glândula supra-renal.

Doenças da Hipófise: Tumores da hipófise podem

levar à presença de leite nas mamas fora do período

de amamentação, mudanças faciais, aumento do

número do sapato, dores de cabeça e distúrbios da

visão.

Excesso de Pelos: Mulheres com excesso de pelos

na face (hirsutismo), acne ou aumento da musculatura,

podem estar com produção excessiva de hormônios

masculinos.

Obesidade: Representa um risco para a saúde tanto

das crianças quanto dos adultos e o tratamento

orientado evita uma série de complicações, como doenças

cardiovasculares e as ortopédicas.

Doenças do metabolismo ósseo: Dores nos ossos

e fraturas frequentes podem significar enfraquecimento

ósseo como, osteoporose, raquitismo, osteomalacia,

fibrodisplasias, entre outras.

Reposição Hormonal da Menopausa: Tratamento

eficaz, feito com hormônios iguais ao da própria mulher,

para amenizar o desconforto e os riscos causados

pela menopausa.

Doenças da produção de hormônios ovarianos e

testiculares: Síndrome dos ovários policísticos, deficiência

dos hormônios testiculares (testosterona) e

ovarianos (estradiol e progesterona).

É recomendado que você procure um Endocrinologista

caso apresente alguma das mudanças colocadas

acima, pois alguns desses sintomas podem ser decorrentes

de alterações hormonais. A melhor forma de

descobrir se o acompanhamento é necessário é por

meio de consulta médica. Os Endocrinologistas são

os médicos capacitados para solicitar e interpretar

as dosagens hormonais que forem necessárias.

19.

96


Falando sobre doenças

Cardiovasculares Cardiologia

D

oença cardiovascular é um termo genérico para

designar todas as alterações patológicas que

afetam o coração e/ou os vasos sanguíneos e

incluem:

Doença coronariana: doença dos vasos sanguíneos

que irrigam o músculo cardíaco;

Doença cardíaca reumática: danos no músculo

do coração e válvulas cardíacas devido à febre reumática

(causada por bactérias estreptocócicas);

Cardiopatia congênita: malformações na estrutura

do coração existentes desde o momento do nascimento;

Doença cerebrovascular: doença dos vasos

sanguíneos que irrigam o cérebro;

Doença arterial periférica: doença dos vasos

sanguíneos que irrigam os membros superiores e inferiores;

Trombose venosa profunda e embolia pulmonar:

coágulos sanguíneos nas veias das pernas,

que podem se desalojar e se mover para o coração e

pulmões.

Holter 24 horas, Estudo Eletrofisiológico, Tomografia

Computadorizada e Ressonância Magnética Cardíaca.

Estima-se que 90% dos casos de doenças cardiovasculares

possam ser evitados com medidas de

prevenção por meio da abordagem de fatores comportamentais

de risco, como o uso de tabaco, dietas

não saudáveis, sedentarismo, obesidade, hipertensão

arterial, diabetes, dislipidemia (colesterol e triglicérides),

falta de atividade física e uso nocivo do álcool.

Para isso é fundamental o diagnóstico e tratamento

precoce.

Pode-se considerar 2 tipos de doenças cardiovasculares:

aquelas que apresentam sintomas, como angina

ou arritmias cardíacas e aquelas como aterosclerose

em estágios iniciais ou hipertensão, que em geral não

apresentam sintomas. Muitas vezes não há sintomas

da doença subjacente dos vasos sanguíneos; um ataque

cardíaco ou AVC pode ser o primeiro aviso. Sinais

cardíacos mais comuns:

Dor ou desconforto no centro do peito;

Dor ou desconforto nos braços, ombro esquerdo, cotovelos,

mandíbula ou costas;

Dificuldade em respirar ou falta de ar;

Sensação de enjoo, de desmaio ou tontura; suor frio

e palidez.

Os sintomas mais comuns de um acidente vascular

cerebral (AVC) são:

As doenças cardiovasculares são a principal causa de

morte no mundo. Assim sendo, alguns exames podem

ser realizados para diagnosticar ou acompanhar doenças

cardíacas, tais como: Eletrocardiograma, Ecocardiograma,

Teste Ergométrico, Cateterismo Cardíaco,

Dormência na face, braços ou pernas, especialmente

em um lado do corpo;

Confusão mental, dificuldade para falar ou para entender;

Dificuldade para enxergar com um ou ambos os olhos;

Dificuldade para andar, tontura, perda de equilíbrio

ou coordenação;

Dor de cabeça intensa sem causa aparente;

Desmaio ou inconsciência.

19.

98


Importância da

vacinação Pediatria

E

stamos diariamente expostos a milhares de microrganismos,

como vírus, bactérias e parasitas,

felizmente, o corpo humano possui um mecanismo

protetor contra esses invasores: o sistema imunitário,

a pele, as mucosas, a acidez gástrica, as lágrimas

e a saliva são chamados de barreiras físicas.

O que acontece quando, por exemplo, uma bactéria

consegue ultrapassar essas barreiras

protetoras?

Nosso sistema imunológico atua como uma frente de

proteção, que age de forma específica contra cada

tipo de invasor. Mas essa “proteção” não é feita na

velocidade e eficácia suficiente para prevenir a doença,

por isso, a pessoa fica doente, podendo levar até

à morte. É aí que precisamos da Vacinação! A vacina

gera essa imunidade, ensinando e estimulando o sistema

imunológico a produzir os anticorpos que levam

à imunidade. Portanto, a vacina faz as pessoas desenvolverem

imunidade sem ficar doente.

Como a vacina ajuda nosso sistema imunológico?

Uma vez no organismo, os antígenos presentes nas

vacinas estimulam a produção de anticorpos pelo

sistema imunológico, produzindo células de memória.

Dessa forma, caso o organismo seja invadido pelo

microrganismo pelo qual foi imunizado, ele reagirá de

forma rápida e intensa contra os invasores, destruindo-os

e não deixando que a doença se desenvolva,

ou em certos casos, se desenvolva de forma branda.

A lógica da vacina é tentar estimular o organismo a

produzir anticorpos sem que ele precise ter ficado

doente antes. O resultado da vacinação não se resume

a evitar doença. Vacinas salvam vidas e protegem

com segurança. Eventuais reações, como febre e dor

local podem ocorrer após a aplicação de uma vacina,

mas os benefícios da imunização são muito maiores

que os riscos dessas reações temporárias.

Muitas doenças infecciosas estão ficando raras no

Brasil. Pessoas nascidas a partir de 1990 podem nunca

ter tido contato com pessoas com sarampo, tétano

ou rubéola e, definitivamente, de poliomielite. Isso

porque as constantes ações de vacinação foram capazes

de controlar e eliminar essas doenças do Brasil,

mas nem por isso deixamos de imunizar nossas

crianças, é preciso sim a vacinação contra doenças

erradicadas.

Algumas vacinas são aplicadas em várias doses em

nosso organismo. Isso acontece porque o tempo que

os anticorpos permanecem em nosso organismo é

variável, e dependendo do tipo de vacina faz-se necessária

a aplicação de outra dose que chamamos de

reforço. Após o reforço, o sistema imunológico será

estimulado a produzir os anticorpos que protegerão

o organismo contra determinada doença.

É importante saber também que toda vacina licenciada

para uso passou antes por diversas fases de

avaliação, desde os processos iniciais de desenvolvimento

até a produção e a fase final que é a aplicação,

garantindo assim sua segurança. Além disso, elas

são avaliadas e aprovadas por institutos reguladores

muito rígidos e independentes. No Brasil, essa função

cabe à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa),

órgão do Ministério da Saúde (MS). E não é só

isso, a vigilância de eventos adversos continua acontecendo

depois que a vacina é licenciada, permitindo

a continuidade de monitoramento da segurança

do produto.

CIMA

CENTRO INTEGRADO DE MEDICINA

AVANÇADA DE TOLEDO

19.

100


Calvície e queda

de cabelo

Dermatologia

A

calvície é uma condição que afeta mais os homens,

pois a queda dos cabelos está diretamente

associada à presença do hormônio testosterona.

As mulheres também produzem esse hormônio,

mas em quantidade bem pequena, e em menor quantidade

após a menopausa. Por isso, nelas, os casos

de calvície são mais raros e, quando ocorrem, a perda

é menos drástica. As principais causas da queda

permanente dos cabelos são a hereditariedade e os

hormônios masculinos. Ambos promovem a atrofia

dos folículos (bulbos) capilares e aceleram a queda

definitiva.

A testosterona ao atingir o couro cabeludo de indivíduos

com predisposição genética, sofre a ação da

5-alfa-redutase e converte-se em diidrotestosterona

(DHT). Esse processo é chamado de miniaturização.

Segundo pesquisas recentes, metade dos garotos

com até 15 anos já apresenta queda anormal do cabelo

e a partir dos 40 anos, o número sobe para 90%.

Cerca de 90% dos nossos cabelos estão na fase de

crescimento. Depois de um curto período de repouso,

em que para de crescer, o fio cai e, no seu lugar,

um novo fio entra na fase de crescimento.

Uma pessoa pode perder entre 50 a 100 fios de cabelo

todos os dias, sem risco de desenvolver calvície,

por causa da renovação do ciclo. O fato é que a duração

média de um fio de cabelo, do nascimento até a

queda, é ao redor de 1 ano e meio a 2 anos, então se

há deficiência no processo, ocorre a calvície.

Algumas ações que colaboram ao desencadeamento

da queda de cabelos são: estresse, depressão, ansiedade,

distúrbios da tireoide, alimentação inadequada,

carência de vitaminas, síndrome do ovário policístico,

aplicação exagerada de produtos químicos, uso de

anabolizantes, de cigarro e de drogas, entre outros.

Procure um dermatologista se notar que:

Os cabelos estão caindo mais depressa e em maior

quantidade nos últimos meses, ou caem em tufos;

O couro cabeludo está vermelho, coça muito ou arde;

A produção de oleosidade está muito acima do normal;

Sinais de caspa aparecem nas roupas e nos fios.

No início, as falhas aparecem perto da testa, “as entradas”,

depois no topo da cabeça e aí os cabelos

continuam caindo e a calvície toma conta de toda a

área superior da cabeça. O ciclo de vida de cada fio de

cabelo é marcado por fases de crescimento, repouso

e queda.

A melhor maneira para se prevenir é procurar um dermatologista,

para ser feito o diagnóstico o quanto antes

possível, pois melhores são as chances de que o

tratamento funcione. Os tratamentos podem ser feitos

com peelings para desobstruir os folículos, lasers

de baixa e média potência, microagulhamento ou

mesmo com remédios. Mas se a calvície já está instalada,

é importante o uso de filtro solar diariamente.

19.

102


104


108


Ana Maria Carvalho Damasceno, Antonella de Melo Denardi, Benício Cauã Bini, Felipe Fiametti Zocca, Isadora Gabriela Andrioli, Lis Rocha Kolachinski,

Maria Beatriz Olegario Wazlawick, Maria Eduarda Takahashi Lopes, Mirella Hubler Bombana, Pedro Ivo Destefeni Schmidt, Pedro Link Montresol e

Vicente Pastore. • Alissa Barreto de Almeida, Amanda Broto, Ana Maria Schoffen Pancera, Anna Luiza Heis, Antonella Brasil, Beatrice Giordani

Reffatti, Bianca de Lima Rorig, Gabriel Pereira Zen Silva, Joaquim José de Queiroz Pereira, Luís Felipe Zarpellon, Maria Fernanda Bocato Marin e Natália

Bombardelli Nishi. • Ana Maciel Alves, Antonella Zwaal Eckstein, Augusto Grando Cavalcante, Aurora Cassarotti Bianchini, Eleonora Braun, Gabriella

Guzzo Rabaiolli, Helena Braun, Joao Luis Braun, Laura Cabreira dos Santos, Henrique Kuhn Varaschini, Marina de Souza Baraviera e Laura Moesh Frantz.

Creche 1

A, D e E

Turma

A

Turma

D

Turma

E


Augusto Guedes Moreira da Cruz, Benicio Silva, Bernardo Xavier de Oliveira, Eduardo José Tesser da Fonseca, Gustavo Luis Giachini, Livia

Maria Bortolotto Kindt, Lucca Campagnolo, Luiza Maffissoni Bragagnolo, Gustavo Lopes Soares e Vicente Ansolin Sabadin. • Alexandre Zeni

Bento, Alice Woitchunas Bauer, Alícia Woitchunas Bauer, Arthur Alves Casamali, Benicio Fantin, Charlotte Verussa, Eloah Milani da Cunha,

Eloísa Wink de Oliveira, Lívia Martins Miola, Manuela Eduarda Gibbert, Miguel Ellert Pesarini, Rafael Queiroz Portela e Vicente Henrique de Paulo.

Creche 2

A e B

Turma

A

Turma

B


Alice Muniz Schlindwein, Davi dos Santos Vogado, Davi Holdefer Fiorentin, Enzo Okano Anzanello, Felipe da Costa Glier, Francisco Leite Galvão, Guilherme

Martan dos Santos, Helena Becker D’arisbo, Lívia Celant de Lima, Luca di Sebastiano, Maria Valentina Pires Galan, Mathias Antonio Lahn Hefler, Mathias Pires

Galan, Pedro Henrique Pin Gafuri e Pedro Henrique Steiner Dias. • Alice Coutinho, Antonella Campelo Py Crespo, Bernardo Morais Couto, Gabriela Duarte

Cruz, Isabela Horn Jesus, Joao Victor de Abreu Belmiro, Júlia Barufatti Stoffel, Laura Baumgarten de Amorin, Lucas Augusto Pesarini Barros, Lucca Kendy

Olgado Shimizu, Maria Luiza Bündchen dos Santos, Marina de Freitas Boeing e Nikolas Joaquim da Cunha de Jesus. • Alice Hotz, Antônio Cabral Coldebella,

Bruno Santos Stamm, Carolina Kellner Christmann, Chloe Victória Albuquerque Rodrigues, Frederico Finkler Hoffmann, Helena Ragasson, João Miguel

Mourão Benedito Dai, Laísa de Lacerda Fabris, Maria Clara Heis, Maria Clara Savaris Calichio, Matheus Nestor Huppes, Théo Henrique Gregolin Ribeiro, Inácio,

Vicente Grando Broto e Vinícius André Kruger. • Bento Weiser Menegotto, Daniel Henrique de Almeida, Elisa Picoli Datsch, Enzo Gabriel Alves Schmidt, Gabriel

Moreira do Nascimento, Helena Bernartt, Luiza Magnani Schnorrenberger, Maria Luiza Rorigues Espinha, Sofia Schroeder Carvalho e Pedro Henrique Roman.

Creche 3

A, B, C e E

Turma

A

Turma

B


Turma

C

Turma

E


Anthony Martins Paludo, Augusto Angelo Soares Signor, Caio Antônio Takada, Francisco Wiggers Iop, Henrique Alberto Andrioli, Isabela Fornari, João

Fernandes Ribeiro, João Pedro Campagnolo, Laura Krummenauer, Leonardo da Silva Parra, Luíza Januário Riva, Manuela Andrioli Pozzolo, Matheus

Benelle, Otávio Vroblevski, Samuel Guedes Moreira da Cruz, Sophia Carvalho Pimenta e Valentina Salesse Ferrandin. • Alice Sincero Sá, Antonella Naiara

de Aquino Rigo, Augusto Campra Bagio, Enrico Rigotti Bolson, Heloisa Neves Gollmann, Henrique Nunes Piccoli, Isabela Hoffmann, Isabela Mendonça

Müller, Isabella Carolina Ferraz, Isabelli Dall’oglio Chaves, Isadora Woss Moraski, Julia Dantas Andrade, Larissa Ferreira Pinto Teloeken, Mariana Comerlato

Antonio, Murilo Barreto Osti Perandré, Pedro Henrique Zanella, Valentina Cardoso Lupatini, Lorenzo Felipe Parise Marques e Vivian Pereira Voll. • Ana

Beatriz Boeff Schneider, Ana Maria Lippert, Beatriz Schneider Zanettin, Benjamin Kreuz Lajarim, Cecília Kaupka Silveira, Eduardo Schaedler Chaves, Enzo

Miguel Pádova Primo, Gabriela Brandalize Zardo, Heloisa de Araujo Palmeira, Isaac Neves Heiss, Isadora Maria Lippert, Lorenzo Rodrigues Braga, Maria

Fernanda Gugelmin, Maria Luiza dos Santos Peres, Mariah Michelin Ventura Catarino, Marina Rodrigues Gennari, Mayumi Aibara Toko Beloto, Ricardo de

Mira Magro e Vitoria Maria Lippert. • Antonella Dalla Costa, Bárbara Frey Rigon, Beatriz Rodrigues Espinha, Betina Liz Potrich, Caetano Grando Cavalcante,

Cecília Lázaro Alves, Helena Lázaro Alves, Isabella de Cesero Rech, João Pedro Rettore de Matos, Kamilla Fernanda Degrandis da Silva, Laura Kissler, Maria

Clara de Almeida Dallmann, Maria Crepusculli Roos, Sophia Wagner Muniz e Vinicius Bergmann Massola. • Ana Laura Bohn Budach, Antonela Malacarne,

Antônia Schroeder Panini, Bernardo de Aguiar Zago, Felipe Grando Sperafico, Isabela Luíza de Castro, Leonardo Augusto Schäfer do Nascimento, Lucca

Brand Banas, Luiza Pozzer Cabral, Mariah Arceno Shimizu, Miguel Henrique Neitzke, Pedro Henrique Grando, Pietra Covatti Della Costa, Samuel

Gasparetto Grassi, Théo Joaquim Kozik e Thomaz Miguel Woss.

Pré 1

A, B, C, D e E

Turma

A

Turma

B


Turma

C

Turma

D


Turma

E


Augusto Andrioli Pozzolo, Cecília Felipetto Lersch, Dinorá Galvan Cabral, Eloísa Costa dos Santos Miranda, Gianpaolo Aristides Dias, Heitor Isaque do

Nascimento, Heloisa Helena Mallmann, Isabella Ferreira Rodrigues, Laura Lima da Silva, Livia Beatriz Donel, Luis Otavio Maffissoni Vera, Maisa Morsch

Koval, Maria Fernanda Medeiros, Marina Fagotti de Lima, Matheus Coltro Vieira, Matias Bussolaro, Murilo Silva Marangne, Pedro Henrique Barbatto

de Oliveira, Pedro Henrique de Almeida Bordignon, Rafael Cavalli e Vitor Matheus Burille. • Alice Maciel Alves, Ana Carolina Gumz Neves, Bento Diel da

Rocha, Davi Luiz Morais, Emanuel Millnitz, Eron Guazelli Kalinoski, Helena Onesko de Peres, Isabelle Galvão Felisbino, Lara Valentina Braga Poder,

Manuela Leidens de Paula, Maria Eduarda Cabral Nicoluzzi, Mariana Oldoni, Mateus Klimaczewski, Pedro Arthur Martins dos Santos e Sophia Oliveira

Hollatz. • Betina Kopp de Araujo, Carolina Sabec Pereira, Enzo Neri, Gabriel Perondi Carraro, Helena Miranda Couto, Isabella Guzzo Rabaiolli, José

Rodrigo Bairros Sales, Maria Clara Gheno, Mariana Lenhardt Savaris, Mateus Borella de Lucchi, Matheus Mauricio Maiorki, Rafaela Francescon

Wickert, Sophie Verussa, Teodoro Ramos Lopes de César, Valentina Sayuri Fukumoto e Vitor Renosto Cordeiro da Silva. • Arthur Martinelli Bocchese,

Augusto Sesti Roman, Beatriz Zago Berticelli, Davi Vicente Ferreira, Eduarda Kliemann, Giovana dos Santos Jorge, Gustavo Nozaki Mascaro, Joaquim

Cabreira dos Santos, Lara Wendling Bassani, Lucas Slusarski Santana, Mariana Bortoloso Menute, Miguel Vitti Patiño Cruzatti, Lorenzo Damazzini

Panisson, Valentina Frandaloso de Andrade, Murilo Rodrigues Garbi Pereira, Nicolas Weirich Bausewein, Valentina Daniel Dalanhol, e Valentina Sales

Holzbach. • Alice Maria Hellmann, Benjamin Oro Kluska, Davi Rhis Soares, Giovana Bohn de Lima, Gustavo Golin Trentin, Henrique Laskos Falcade,

João Guilherme Bocato Marin, Julia Dal Bosco Nesello, Luiza Ortega Dal Bosco, Manuela Barreto de Almeida, Maria Sophia Chincoviaki Mertz,

Murilo Sato Correa, Pablo Scottá Pivetta, Pedro Henrique Mattei Morandi, Rafael José Bohn de Lima, Raul Brogliatto da Silva e Samuel Bejola Pavan.

Pré 2

A, B, C, D e E

Turma

A

Turma

B


Turma

C


Turma

D

Turma

E


Amanda Rafaela Trento Bertoldo, Arthur Augusto Eberling, Arthur Gabriel Franke, Arthur Scharnberg Vito, Enzo Rafael Costa Spigotti, Gabriel Cesar Rizzo, João

Eduardo de Souza Biz, João Pedro Backes, João Vitor Pinheiro Marion, Larissa Lenhard, Laura Cerbarro, Laura Statzmann, Lavínia Limberger Zanetti, Luiza Portes

Ferreira, Maria Eduarda Steiner Dias, Maria Luiza de Souza Schiavo, Mariana Lucini, Otavio Galvan Ludewig, Rodrigo Miguel Schumacher, Sofia Becker D’ Arisbo,

Sophia Prado e Vinicius Cassandro Alves dos Santos. • Catarina Malacarne, Georgia Zanetti, Guilherme Koch Hasan, Isis Sakser, João Pedro Zavadzki, Letícia

Fazzolari, Lívia Sincero Sá, Manuela Zibetti Marçal, Miguel Beloto, Miguel Prestes de Souza, Otávio Eugênio Balestro, Pedro Marcelo Painelli, Pedro Martins Miola,

Roldão Fazzolari Neto, Samuel Lázaro Alves, Sofia Lorena Bini e Valentina Noskoski. • Ana Beatriz Silva Mendes Costa, Barbara Benedetti, Benicio Sperafico Theisen,

Davi Lauriano Rodrigues Fink, Felipe Francisco Padilha, Fernanda Fernandes Boffo, Gabriel Lionço de Oliveira, Giovana Reginato Valin, Kauê Jhosua Tormen, Laura

Turqueti Storti, Lucciano Henrique Cadamuro, Maria Eduarda Roman, Mateus Comerlato Antonio, Samuel Paes da Silva, Sarah Galhardi Cuelho, Theo Augusto

Formighieri e Victoria Lauriano Rodrigues Fink.• Alberto Perez Rech, Alice Castelo Hubner, Alícia Stockmanns Prochnau, Augusto Perez Rech, Benicio de Souza

Baraviera, Bernardo Grando Cavalcante, Bia Marques Roos, Camila Volkweis Palú, Eduardo Kellner Christmann, Felipe Santos Stamm, Giovanna Peruzzo Colombo,

Guilherme Pozzer Cabral, Isabela Krollmann Franz, Isabela Mantese Toniolo, Kamyli Scheffer dos Santos, Larissa Pauline Knorst, Laura Bernartt, Lorenzo Stockmanns

Prochnau, Luiz Kaue Formighieri, Maria Clara Lombardi , Maria Fernanda de Paiva, Maria Valentina Vorpagel Carvalho, Valentina Cornelli Bellan e Viccenzo Dalla Costa.

1º ano

A, B, C e D

Turma

A

Turma

B


Turma

C

Turma

D


Ana Laura Florence Miola, Arthur Gimenez Frisso, Catarina Ansolin Sabadin, Davi Kopeginski, Gabriel Vinicius Neris Queiroz, Giuly Tschoepke Bassi,

Henrique Bedin, Henrique Soares Signor, Henrique Soder, Igor Miguel Morsch Koval, João Pedro Weber de Souza, Lara Toro Campos, Larissa Eloíse

Giachini, Manuela Moura , Maria Fernanda de Carvalho Dela Torre, Mariane Campagnolo de Morais, Murilo Veit Aguiar, Sara Lourenço Cardoso, Theodoro

Vendruscolo Medeiros, Valentina Palivoda Guilherme, Vicente Wiggers Iop e Yuri Gabriel de Lima. • Ana Laura Magalhães, Ana Letícia Ruthes, Arthur Krause,

Ayumi Iwazaki Hirata, Beatriz de Mira Magro, Beatriz Kuhn Varaschin, Enzo Guazelli Kalinoski, Felipe Secchi Rebesco, Fillipi Soares di Berti, Gabriela Onesko

de Peres, Helena de Almeida Queróis, Isabela Neves Gollmann, João Antônio Gafuri Recalcatti, Julia Maeva de Souza Camilo, Karin Danielle de Almeida,

Ketlin Emanuelle de Almeida, Maria Luiza Hermes Schaefer, Mariana Toesca Davis, Matheus Ely Ramos, Matheus Nozaki Mascaro, Pedro Henrique Costa

Santos, Rafaelli Schneider Migliorini, Sofia Neves Heiss, Tiago Barcelos Manieri Rocha e Vicente Grespan Victor. • Amanda Ester Kochhann, Anne Wilhelms

Amorim, Antonio Laurindo Brandão Coelho, Arthur Pozzobon Schmoller de Lima, Bianca Stedile Schenberger, Bruno Zonin Marques, Eduarda Damazzini

Panisson, Emanuel Moreira do Nascimento, Emanuelle Schmidt Morch, Estela Kopp de Araujo, Geovanna Wagner Sangelopes, Gustavo Cardoso Leal

Oliveira, Iolanda Dias Rêgo, Isadora Grotto Lamb, João Pedro Cabral Coldebella, Lara Balko Morgan, Livia Alcara Ramos, Lucas Outeiro de Souza, Luísa Balko

Morgan, Maria Luiza Pereira Abdo, Melissa Zarpellon, Miguel Queiroz Portela, Pedro Ivo Ramos Hoffmann, Valentin Wagner Muniz e Valentina Laiza Kruger.

2º ano

A, B e C

Turma

A


Turma

B


Turma

C


André Francisco Montiel Guardiano, Artur Gabriel Kliemann, Beatriz Bahiense Guiot, Carolina Schorr Sales, Enzo Brandl Mani, Francisco Miguel Ostroski

de Sá, Heitor Vicente Vroblevski, Igor Krummenauer, Isadora Mileni Biesdorf, Isadora Weiwanko, Isis Pietra Sartor Bledow, João Antônio Graciano

Tortajada, Julia Gabrieli Barros, Laura Rita Stockmann, Luiza Gabriella Carrenho da Silva, Miguel Mariussi Silva, Nícolas Staub Prochnau, Rafael Fernando

Stuani, Ruan Lopes Kuentzer, Sarah Alves Pereira, Sofia Helena Fiorentin, Theo Mateus Kreuz Lajarim e Vitor Eduardo Becker Campagnolo. • Alicia

Reuters Piccini, Artur Wendling Bassani, Bruno Garbi Pereira Sobrinho, Emanuele Pereira Dal Maso, Fernando Coelho Scherer, Gabriela Francescon

Wickert, Guilherme da Silva Pinha, Gustavo Freitas da Silva, Gustavo Henrique Iappe de Souza, Helen Cristina Bencke Fredo, João Victor Piasentin

Guidolin, Laura Peruzzo Lopes, Lucas Eduardo Gomes Martins, Lucas Eduardo Gonzatto Santin, Lucas Mantese Toniolo, Maria Eduarda Boeff Schneider,

Maria Eduarda Zen Silva, Matheus Georgette de Oliveira Zilli, Murilo Augusto Nazari Muraro, Raul Rambo Bremm, Rômulo Covatti Della Costa, Valentina

Ellert, Valentina Luiza Parise Marques e Vitória Grando Sperafico. • Arthur Merlo Dias, Beatriz Hubner Chimentão, Bernardo Luigi Ciupak Borges, Betina

Andrade Ragasson, Bianca Schroeder Carvalho, Carlos Eduardo Monteiro Bolson, Eduardo de Lacerda Fabris, Enzo Brand Banas, Felipe Mössinger,

Gabriela Borella de Lucchi, Geovana Golin Trentin, Isadora Sesti Roman, Ísis Mallmann Bonani, Julia Vicente Ferreira, Laíza Vargas Rambo, Lara Helena

Veit Gonçalves, Luiza Marcon, Manuela Barreto Osti Perandré, Maria Clara Mascarello Giachini, Maria Eduarda Giacomel Silva, Mariah de Marchi

Morgenstern, Miguel Henrique Reolon e Nicolas Giulian Ostroski Weber.

3º ano

A, B e C

Turma

A

Turma

B


Turma

C


Antonella Ansolin Sabadin, Caroline Benozzo Engelmann, Eduarda Heloise Costa Spigotti, Felipe Cella Finger, Gabriel Wechi Ramos, Gustavo Estraich Alberton,

Isabela Torres Romancini, Júlia Januário Riva, Lavínia Martins Paludo, Leonardo Giustti Kunz, Lorena Beatrice Johann dos Santos, Lorenzo Valentim Benelle,

Manuela Amaral Beal, Mariah Fernandes Jarabiza, Melissa Schiller Martin, Miguel Heiss Ceconi, Nicole Bordignon Gomes, Pedro Miguel Kliemann, Rafaela

Amanda Sulzbacher Hofstaetter, Rebeca Lourenço Cardoso, Sophia Marye Soares Signor, Valentina Pedralli e Valentina Vendruscolo Medeiros. • Amanda

Luiza Angnes, Ana Carolina de Oliveira, Andressa Colombo Anholeto, Beatriz Mariana Possidonio, Cléofe Valenthina Marcon Mariussi, Davi Sato Correa,

Felipe Dall’Oglio Chaves, Frederico de Paula Vinhal Cervi, Isabelli Benedetti Denardi Porto, João Ricardo Pires Piazza, Joaquim Michelon, Julia Maria Fratti

Romancini, Laura Lenhardt Savaris, Laura Maria Fratti Romancini, Loísa da Silva Corrêia, Luís Henrique Filippin Thomé, Mateus Turqueti Storti, Naomi Aibara

Toko Beloto, Rafael Zonin Marques e Rodrigo Muraro Fabiano Silva. • Ana Beatriz Bortoncello Cardoso, Beatriz Ferreira Pinto Teloeken, Eduarda Sartoretto

Bueno, Henrique Lima Fachin, Henrique Maróstica Bortolotto, Julia Finkler Guzzo, Julia Maróstica Bortolotto, Maisa Pesarini, Maria Alice Klais, Maria Cecília

Hellmann, Maria Fernanda Cabral Nicoluzzi, Matias Sperafico Theisen, Murilo Arceno Shimizu, Murilo Eduardo Cestari, Rafaela Maria Magalhães, Rafaell Luis

Fantin, Raphael Foiato, Samara Cristine Ferreira Tscha, Vinícius Augusto Alflen Nunes, Vitória Letícia Malacarne Pereira e Yann Gabriel Ferreira Diniz da Silva.

4º ano

A, B e C

Turma

A


Turma

B

Turma

C


Ana Luiza Bordignon, Arthur Kopeginski, Bruno Menoncin de Oliveira, Cecilia Dalla Vecchia Franco, Gabriel Fernandes Jarabiza, Heitor João Ludewig,

Isabela Eberts, Isabella Monsão de Oliveira, João Felipe Moreira Arenhart, Laura Sartor Busanello, Lavinia Yukari Ishida Galvan, Luiza de Conto Moraes,

Manuella Benozzo Engelmann, Mariana Brommelstroet Patiño Cruzatti, Marina Cardozo Colacite, Melissa Eduarda Salesse Ferrandin, Miguel Natan

Roos de Campos, Pedro Frank Ciserza, Pedro Henrique Alves, Pedro Henrique Forster, Yara Urnau Beilke e Yasmin Ferreira da Silva. • Bruno Raul Frasson

Scuciato, Eduardo Gama Rudolf, Francisco Santos Zamuner, Gabriela Lazzaretti Dal Pai Cavalcante, Guilherme Kuhn Varaschin, Gustavo Yudi Watanabe,

Heitor Velazquez Trevisan, João Henrique Bozza Stroparo, João Vitor de Almeida Porto, Leticia Silva Mendes Costa, Luiz Miguel Bohn de Lima, Luiza

Onesko de Peres, Maria Clara Hermes Schaefer, Maria Eduarda Zago Berticelli, Maria Helena Weissheimer Rossetto, Matheus Patrick Mendes, Pedro

Henrique Pereira Fabris, Rafael de Bortoli Rossi, Rafaela Mocelin Gregolin, Samuel Vinicius Saraiva de Araujo Graebner, Valentina Pedrini Menegatti,

Victor Eduardo Barroso Barbosa, Vitor Henrique Tomacheski e Yasmim de Cesero Dal Magro. • Amanda Larissa Lenz, Amir Koch Hasan, Artur Turqueti

Pereira, Davi Perondi Carraro, Davi Valentini Daniel, Eduardo Zimmermann Garbin, Erick Eduardo Albuquerque Rodrigues, Gabriel Sesti Roman,

Gustavo Kolling de Almeida, Gustavo Magro Faidiga, Heitor Takashi Fujita, Isabella Vitória Huppes de Souza, Julia de Almeida Queróis, Larissa de Amorin,

Leonardo Pereira Voll, Luiza Calisto Lest, Miguel Philippsen, Nathan Felipe Fantin, Pablo Eduardo Rios, Pâmela Kauany da Silva Kerber, Simone Rafaela

Bessegatto, Tiago Silva Mendes Costa e Valentina Falkowski Stringheta.

5º ano

A, B e C

Turma

A


Turma

B


Turma

C


Essência Cirurgia Plástica

essenciacirurgiaplastica

essencia@essenciacp.com

45 3054 2525

9 9961 1795

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