Revista H.Olhos 4a edicao 2019

f.yahoo40569

Exemplar Gratuito

REVISTA

UMA REVISTA DO GRUPO H.OLHOS

DE OLHO

NOS MELHORES

Um passeio pelos

principais hospitais

de olhos do mundo.

SAÚDE SEM SURTO

Como evitar as

epidemias que

estão ocorrendo.

VISÃO SAÚDE

A solução pra você

cuidar dos olhos

sem irritar o bolso.

PRECISÃO CIRÚRGICA

Descubra o que mudou na

cirurgia refrativa em quase

meio século.


SUMÁRIO

04 SAÚDE OCULAR

Dicas valiosas para seu filho

se acostumar com os óculos

08

08 CURIOSIDADES

O daltonismo como

você nunca viu

12 NOVIDADES

A solução para você cuidar

dos seus olhos com economia

14 BELEZA

Tudo para deixar a região

dos olhos mais bonita

16 CURIOSIDADES

Os personagens de óculos

que brilharam na telona

04

14

12

16

18 INSTITUCIONAL

Os hospitais que são referências

para o H.Olhos

22 SAÚDE

Dicas para evitar os surtos

de doenças mais comuns

18

28 TECNOLOGIA

O que mudou (e o que não mudou)

na cirurgia refrativa

Diretor de Marketing

William Fidelix

Conselho Editorial

Anna Calviello

Camila Montenegro

Redator Responsável

Eduardo Camargo

Revisão de Texto

Anna Calviello

Projeto Gráfico

e Editoração

Diego Geraldini

Ricardo Augusto

22 28

UMA REVISTA DO GRUPO H.OLHOS


Acompanhante

Aproveite sua visita e realize

uma consulta ainda hoje.

Verifique a disponibilidade com

um de nossos atendentes.

Temos condições especiais

para quem não possui plano de saúde.

Vamos cuidar da saúde dos seus olhos.

HOSPIT A L DE OLH O S

H.OLHOS 7


SAÚDE OCULAR

Meu filho precisa usar óculos. E agora?

Calma, a Revista H.Olhos ouviu os pequenos que vivem por trás das lentes e descobriu que a

vida com óculos pode ser bem divertida.

A reportagem chega ao local no horário combinado, e descobre que a entrevistada

já está lá. A garotinha brinca de pega-pega com o irmão e a prima, mas parece não se

importar quando a mãe a chama para vir conversar. Helena Michielin Blota tem dez

anos e usa óculos desde os sete. Ela conta que a princípio não gostou muito da ideia,

mas que logo se acostumou com ela. “No começo eu achei que ia ser chato, que eu

não ia mais poder brincar. Mas aí eu vi que ele não me atrapalhava em nada, e comecei

a achar legal.”

Essa desconfiança inicial com relação aos

óculos é comum em dez entre dez crianças e

em seus pais também. Afinal, como diz aquela

famosa canção dos anos 80, “ninguém nasceu

de óculos”. Mas existem algumas maneiras de

diminuir essa resistência e tornar a adaptação

mais simples.

A primeira dica é tratar o novo acessório

como a solução de um problema.

Mostre à criança que ela finalmente vai poder

enxergar com nitidez e que esse benefício é

maior do que qualquer eventual restrição.

4 | Revista H.Olhos - 4ª Edição de 2019


Outro ponto a ser trabalhado é o medo do

bullying na escola. “Pode ser difícil para uma

criança que enxerga bem entender que o amigo

tem essa dificuldade”, afirma a professora Maria

Luiza Martins Valpereiro. Mas se é verdade que

as brincadeiras com quem usa óculos atravessam

gerações, também é possível dizer que elas podem

ser facilmente superadas com o apoio da família e

dos professores.

Uma maneira de trabalhar essa empatia na

sala de aula é fazer com que todo mundo

se coloque no lugar de quem usa óculos,

como ensina Maria Luiza: “A gente realiza,

por exemplo, experimentos em que a

criança precisa observar alguma coisa

através de uma folha de papel vegetal,

ou de um acetato colorido. E quando ela

entende a dificuldade de enxergar, deixa

de brincar com a dificuldade do amigo”.

Esse apoio dos colegas, aliás, ajuda a transformar

o que poderia ser objeto de insegurança em uma

injeção de autoestima. Guilherme Cardoso Basaglia,

de onze anos, usa óculos desde os oito, e conta que

a primeira reação da turma foi uma mistura de apoio

e curiosidade: “Todo mundo queria saber por que eu

comecei a usar óculos. Aí eu contei, e eles me incentivaram,

e falaram que ficou bonito”. Sorrindo, ele ainda revela que, no

entendimento da turma, os óculos lhe conferem um ar mais inteligente.

“Tem hora que meus amigos falam: “Nossa, você tá com uma cara de nerd”.

Revista H.Olhos - 4ª Edição de 2019 |

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Outra boa dica é deixar a criança

participar da escolha das armações.

Um bom casamento entre os óculos e o rosto

também é essencial para quebrar uma eventual

resistência inicial dos pequenos. Por isso, outra

boa dica é deixar a criança ajudar na escolha de

sua armação. Afinal, participar desse processo de

encontrar o modelo ideal auxilia a criança a encarar o

uso dos óculos não como uma imposição, mas como

uma escolha dela.

Além disso, se o novo acessório vai mudar seu visual

em grande parte do dia, é importante que ela defina

como será sua “nova cara”. E o que é essencial para

uma criança, pode não ser para outra. Guilherme,

por exemplo, revela o que levou em conta na hora de

escolher sua armação: “Eu achei ela bonita e leve”.

É aconselhável optar por armações

mais maleáveis e resistentes.

Isso não significa, no entanto, que os pais devam ficar

de fora da escolha. São eles, na verdade, que vão ajudar

a criança na parte racional do processo. “É normal que

a criança não tome muito cuidado com os óculos no

início. Por isso, é aconselhável optar por armações de

acetato ou de silicone e nylon, que são mais maleáveis e

resistentes”, indica o Dr. Fabio Pimenta de Moraes, CRM

124321, especialista em Oftalmopediatria e Estrabismo

do H.Olhos.

6 | Revista H.Olhos - 4ª Edição de 2019


Segundo ele, os pais devem atentar-se para alguns detalhes

como o material mais adequado, evitar armações com várias

peças ou lentes presas com parafusos e fios de nylon, observar

a posição da ponte e o apoio na base nasal, bem como evitar as

plaquetas e aros ou hastes de metal.

Outra dica importante do Dr. Fabio é incluir o uso dos óculos na

rotina da criança. Afinal, se ela acordar, brincar, assistir televisão

ou fizer tarefas sem os óculos, certamente vai questionar o

porquê de ter que usá-los em determinado momento. Por outro

lado, a criança que colocar os óculos ao acordar já fará todas as

atividades com eles. Isso a ajudará a criar o hábito, facilitando a

aceitação e o uso.

Como se vê, bastam alguns cuidados para que a entrada dos óculos

na vida das crianças aconteça de forma natural. Tudo fica mais

fácil quando elas percebem que usar óculos não é um bicho de

sete cabeças. “Eu adoro meus óculos”, diz, com orgulho,

a pequena Helena. E a gente, também.

Revista H.Olhos - 4ª Edição de 2019 |

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CURIOSIDADES

CADÊ A

COR

QUE ESTAVA AQUI?

SABIA QUE ALGUMAS PESSOAS NÃO RECONHECEM ALGUMAS CORES?

CONHEÇA UM POUCO MAIS SOBRE O DALTONISMO.

Já imaginou estar diante de um painel de cores, mas só perceber algumas delas? É isso

que acontece com quem tem um distúrbio de visão chamado daltonismo. O nome

é uma homenagem a John Dalton, o primeiro cientista a estudar esta anomalia, que

faz com que o paciente confunda, por exemplo, alguns tons de verde e vermelho, ou

não diferencie o preto do azul. Segundo o Instituto Nacional do Olho, dos Estados

Unidos, os daltônicos representam cerca de 8% da população mundial, e a sua maioria

esmagadora é formada por homens. Já entre as mulheres, a proporção é de apenas 0,5%.

O daltonismo é uma doença geneticamente hereditária e recessiva, ligada ao

cromossomo X. Mas para quem possui o distúrbio, vai aqui uma boa notícia:

“O daltonismo permite levar uma vida absolutamente normal, com pouquíssimas

restrições”, afirma o Dr. Edvaldo Soter de Figueiroa Jr., CRM 44112, cirurgião

responsável pelo setor de Cirurgia Refrativa do H.Olhos. Prova disso é que a listagem

dos daltônicos famosos inclui até um presidente dos Estados Unidos e o criador de uma

das maiores e mais conhecidas redes sociais da atualidade.

8 | Revista H.Olhos - 4ª Edição de 2019


A condição, quase sempre é adquirida

de maneira hereditária, e o curioso

é que muitos portadores, por nunca

terem enxergado de outra maneira,

demoram anos para descobrir que têm

o distúrbio.

Há pouco tempo, o site do jornal El

País reproduziu uma reportagem de

um programa de TV muito famoso na

Espanha, chamado El Hormiguero, que

mostrava alguns exemplos de como os

daltônicos enxergam as cores. Veja só:

Visão normal

Deuteranopia (ausência de verde)

Protanopia (ausência de vermelho)

Tritanopia (ausência de azul)

Monocromacia (ausência de cores)

Hoje, no entanto, já existem óculos e aplicativos de celular que ajudam o daltônico a

enxergar as cores normalmente. E o mercado promete que, em breve, mais novidades

virão por aí.

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O QUE CAUSA O DALTONISMO?

O olho humano percebe a luz por meio de células sensoriais que ficam localizadas na

retina. Elas são chamadas de fotorreceptores e se dividem em dois tipos:

Cones: responsáveis pela visão diurna

e pela diferenciação das cores. São os

cones, portanto, que definem se uma

pessoa é daltônica ou não.

Bastonetes: funcionam com pouca luz

e entram em ação quando você precisa

enxergar à noite.

Cones

Bastonetes

Retina

Existem três espécies de cones, cada um responsável por captar uma cor diferente:

azul, verde e vermelho. Quando os cones trabalham de maneira combinada, é possível

enxergar as três cores e todas as outras derivadas delas, mas quando um dos tipos de

cone está ausente, ou possui alguma deficiência de pigmentação, a cor que ele deveria

captar não é percebida.

QUER SABER SE VOCÊ É DALTÔNICO?

O Teste de Ishihara é o método mais famoso para detectar o daltonismo.

Observe atentamente as figuras na próxima página e descubra se você é capaz de

enxergar os números camuflados em cada uma delas.

10 | Revista H.Olhos - 4ª Edição de 2019


Lembre-se, isso é apenas um teste. Se você teve alguma dificuldade com alguma dessas

figuras, procure um oftalmologista, só ele pode diagnosticar com certeza o daltonismo.

CONFIRA ALGUNS FAMOSOS DALTÔNICOS

Bill

Clinton

Ana

Furtado

Mark

Zuckerberg

Van

Gogh

Revista H.Olhos - 4ª Edição de 2019 |

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ECONOMIA A

OLHO

VISTO

NOVIDADES

CONHEÇA O PROGRAMA DO GRUPO H. OLHOS

QUE OFERECE CONSULTAS, EXAMES E CIRURGIAS

A PREÇOS ESPECIAIS.

É inegável que a crise econômica que atingiu o País nos últimos anos teve

um enorme impacto na maneira como as pessoas cuidam da saúde.

Milhões de brasileiros foram obrigados a deixar seus planos de

saúde, e o intervalo entre as chamadas consultas de rotina

é cada vez maior.

Por isso, uma novidade lançada pelo Grupo H.Olhos

vem ganhando cada vez mais adeptos. Trata-se do

Visão Saúde, um programa que oferece consultas,

exames e cirurgias nas clínicas e hospitais do

grupo a preços bem menores que os praticados

nas consultas particulares.

O VISÃO SAÚDE NÃO TEM TAXA DE ADESÃO,

MENSALIDADE OU CARÊNCIA.

O paciente pode se cadastrar em qualquer clínica ou hospital do grupo. A carteirinha é

gratuita e sai na hora. Mas o que vem conquistando mesmo os usuários do Programa

Visão Saúde é o fato de que, diferentemente dos planos tradicionais, ele não possui taxa

de adesão, mensalidade ou carência, ou seja, o paciente paga apenas pelas consultas,

exames e cirurgias que realizar.

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PROGRAMA


E pra quem acha que o preço mais baixo pode indicar uma queda na qualidade do

atendimento, a opinião dos usuários mostra que não há motivos para preocupação:

“O atendimento que eu recebi foi excelente”,afirma a senhora Irma Paulino da Costa,

que fez o Visão Saúde para uma consulta no hospital H.Olhos.

OS PREÇOS ESPECIAIS SÃO SEMPRE

MENORES QUE OS TABELADOS

Outra vantagem do Visão Saúde é que os preços especiais variam de acordo com a

unidade, mas são sempre menores que os tabelados, qualquer que seja o serviço. Para

não haver surpresas, os valores de cada exame ou consulta podem ser consultados

nas unidades ou pela central de relacionamento. E a economia é ainda mais bem-vinda

por quem procura uma solução tamanho família. É o que conta o professor Fabio Eloi

Oliveira, pai de quatro garotos: “Pra quem tem uma família do tamanho da minha, um

programa como esse vale muito a pena”.

Resumindo, seja para quem usa sozinho ou

para quem usa em família, o Visão Saúde vem

possibilitando um atendimento oftalmológico de

qualidade a um público que vinha sendo obrigado

a abrir mão da saúde.

Para o Grupo H.Olhos, é gratificante saber que

essa iniciativa faz a diferença na saúde e qualidade

de vida das pessoas. Este programa é a prova

do comprometimento de uma organização que

entende seu papel na sociedade.

Revista H.Olhos - 4ª Edição de 2019 |

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BELEZA

Confira 13 dicas simples de beleza para você

descansar os olhos, reduzir as olheiras e diminuir as

linhas de expressão.

Seus olhos são seu cartão de visita. Por isso, cuidar dessa região do

rosto é essencial para a sua imagem. Então, anote aí algumas dicas

que a Revista H.Olhos pegou com a Dra. Célia Sathler, CRM 91164,

Chefe do Setor de Plástica Ocular do H.Olhos, para ajudar você

nessa missão e deixe que seus olhos brilhem por você.

Para começar, diminua as linhas de expressão:

O surgimento de rugas e linhas de expressão faz parte de um processo

natural da pele, mas nada impede que você exerça o direito de tentar atrasar

um pouco a Natureza:

1. Use protetor solar diariamente, mesmo quando o dia estiver nublado.

2. Evite franzir as sobrancelhas.

3. Após os 35 anos, use um creme anti-idade além do hidratante, para

incentivar a produção de colágeno e de elastina.

4. Use óculos escuros para proteger os olhos.

5. Evite bebidas alcoólicas e cigarros.

6. Durma de barriga para cima para evitar comprimir o rosto no travesseiro.

14 | Revista H.Olhos - 4ª Edição de 2019


Agora é hora de reduzir as olheiras:

Não deixe que aquelas bolsas escuras debaixo dos olhos

chamem mais atenção que você:

7. Faça compressas com água fria abaixo dos olhos.

8. Sachês de chá de camomila gelados abaixo dos olhos

também ajudam. A camomila contém flavonoides, que

acalmam a pele.

9. Se preferir, aplique rodelas de pepino gelado abaixo

dos olhos. Elas ajudam a diminuir o inchaço e fazem

muito bem para a pele.

10. Massagens leves funcionam como uma espécie de

drenagem linfática na região e devem ser feitas de

dentro pra fora, por no máximo 10 minutos.

Por fim, crie o costume de descansar os olhos:

Vamos combinar: olhos irritados e vermelhos depõem contra o

nosso visual. Por isso, descansar seus olhos também é essencial

para a sua beleza.

11. Se você trabalha olhando para a tela do celular ou do computador,

faça pelo menos uma pausa a cada duas horas, para evitar que os

olhos fiquem ressecados. Desvie o olhar da tela e olhe para

longe. Assim, você evita a contratura do músculo ciliar (músculo

que se encontra dentro do olho), que pode provocar cefaleia e

embaçamento visual.

12. Evite colírios lubrificantes com conservantes. Estes produtos

ajudam no ressecamento ocular, principalmente em pessoas

que trabalham muitas horas por dia utilizando computadores,

tablets ou celulares.

13. Massageie as pálpebras levemente com movimentos

circulares, usando as pontas dos polegares, após

higienizar as mãos.

Revista H.Olhos - 4ª Edição de 2019 |

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CURIOSIDADES

Óculos são tão marcantes que às vezes é impossível imaginar algumas pessoas sem

eles. E se isso acontece na vida real, no cinema não poderia ser diferente.

ENTÃO, LUZES, CÂMERA, AÇÃO!

A Revista H.Olhos apresenta alguns personagens que provam que os óculos são

mesmo um acessório de cinema!

HARRY POTTER

Fala a verdade, é

impossível imaginar o

bruxinho mais amado

do mundo sem os

seus inseparáveis

óculos redondos,

não é?

SUPER-HOMEM

O maior super-herói

do planeta tem a

visão perfeita. Mas

usa óculos para que

ninguém veja quem ele

realmente é.

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ELTON JOHN

O que dizer sobre

os modelos que

compõem os looks do

astro do rock no filme

que conta sua

história?

O DIABO VESTE PRADA

Os olhares por cima

dos óculos disparados

pela poderosa chefona

Miranda Priestly já

entraram para a história

do cinema.

TESTEMUNHA DE

ACUSAÇÃO

O adorável advogado

Sir Wilfrid Robarts

utiliza o reflexo do seu

monóculo numa cena

divertidíssima deste

clássico do cinema.

HOMENS DE PRETO

Quando o “neuralizador”

entra em ação, só os

óculos escuros dos

Homens de

Preto podem proteger

sua memória.

OITO MULHERES E

UM SEGREDO

Para colocar seu plano

em prática, a quadrilha

mais elegante do cinema

conta com a ajuda de

um óculos pra lá de

especial.

Revista H.Olhos - 4ª Edição de 2019 |

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INSTITUCIONAL

DE OLHOS NOS

MELHORES

HOSPITAIS

DE OLHOS

DO MUNDO

Se inspirar nos melhores é uma boa maneira

de evoluir. Por isso, o Grupo H.Olhos tem

como referência alguns dos mais respeitados

hospitais oftalmológicos do mundo.

Conheça agora alguns deles e descubra por

que seu nível de excelência serve de norte

para tudo que acontece em nossos hospitais.

18 | Revista H.Olhos - 4ª Edição de 2019


BASCOM PALMER EYE

INSTITUTE (EUA)

O que dizer de um lugar que foi eleito

“apenas” 18 vezes o melhor hospital de

Oftalmologia dos Estados Unidos?

Localizado em Miami, o Bascom

Palmer é respeitado como um dos

gigantes da Oftalmologia, e uma

referência mundial na área.

MOORFIELDS EYE HOSPITAL

(REINO UNIDO)

Com várias unidades espalhadas pelo Reino

Unido, o Moorfields é famoso por ter em

sua equipe vinte oftalmologistas que são

referências em suas especializações.

WILLS EYE HOSPITAL

(EUA)

Localizado na Philadelphia, o Wills atende 12

subespecialidades oftalmológicas, além de

oferecer um Centro de Diagnósticos e um

Pronto-Socorro 24 horas. Em setembro

o hospital inaugurou um moderníssimo

Laboratório de Treinamento para

capacitação em cirurgias, a um custo

anunciado de 1,5 milhão de dólares.

Revista H.Olhos - 4ª Edição de 2019 |

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SINGAPORE NATIONAL EYE

CENTRE (SINGAPURA)

O SNEC iniciou suas operações em 1990, e é

considerado hoje uma das referências no cuidado com

a saúde ocular no continente asiático. O Centro

atende pacientes em dez subespecialidades da

Oftalmologia, e chega a realizar cerca de 330

mil consultas ambulatoriais por ano,

além de 34 mil cirurgias.

CENTRE HOSPITALIER NATIONAL

D’OPHTALMOLOGIE DES QUINZE-

VINGTS (FRANÇA)

O Hospital Nacional de Oftalmologia francês

fica em Paris, e abriga o Institut de La Vision,

um dos mais importantes centros de

pesquisa para a saúde dos olhos em toda

a Europa. O Quinze-Vingts recebe por

volta de 310 mil consultas por ano,

e realiza cerca de 60 mil cirurgias.

INSTITUTO DE MICROCIRUGÍA

OCULAR (ESPANHA)

Considerado uma das referências em

Oftalmologia na Espanha, o IMO fica

localizado em Barcelona e conta

com 24 mil metros quadrados

exclusivamente dedicados ao

cuidado com a saúde ocular.

20 | Revista H.Olhos - 4ª Edição de 2019


H.OLHOS PAULISTA

E H.OLHOS ABC

DOIS HOSPITAIS QUE NÃO PARAM DE EVOLUIR.

Ao mesmo tempo em que se espelha nos maiores

hospitais do mundo, as duas unidades do H.Olhos

também servem de referência. Afinal, o nível de

excelência do seu corpo médico e a qualidade da sua

estrutura são reconhecidos nacionalmente.

A primeira a ser construída foi a unidade Paulista,

em São Paulo, que oferece 13 andares dedicados à

saúde ocular, incluindo um centro cirúrgico capaz de

realizar mais de 100 tipos de procedimentos cirúrgicos

oculares. A unidade atende anualmente 280 mil

pacientes, e nada menos que 63 mil pessoas passam

por seu Pronto-Socorro 24 horas.

A segunda unidade, construída na região

do Grande ABC, oferece 12 andares voltados

exclusivamente à saúde ocular, sendo três deles

reservados apenas para o centro cirúrgico de última

geração. De acordo com o Dr. Mauro Campos,

CRM 50875, a unidade realizou mais de 107 mil

atendimentos no último ano, entre exames e

consultas, e tem capacidade para fazer até 35 mil

cirurgias anualmente.

Não por acaso, o H.Olhos Paulista e o H.Olhos ABC

já atingiram, juntos, a espantosa marca de 500 mil

atendimentos nos seus Prontos-Socorros.

E no que depender de inspiração, estes números não

vão parar de crescer.

Revista H.Olhos - 4ª Edição de 2019 |

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SAÚDE

TOME CUIDADO PARA

NÃO SURTAR

A falta de informações, associada ao sucateamento dos sistemas de saúde pública,

têm possibilitado a ocorrência de surtos de várias doenças nos últimos anos, que

poderiam ser evitadas ou mesmo controladas. Sem falar das enfermidades que

reapareceram após anos de controle e que eram reconhecidas como extintas.

O que pouca gente sabe é que todas estas doenças podem, de alguma forma,

afetar seus olhos.

Mas com a ajuda do chefe do Pronto-Socorro e Laboratório de Microbiologia do Grupo

H.Olhos, Dr. Pedro Antônio Nogueira Filho, CRM 120753, a Revista H.Olhos conta

como você pode se prevenir.

22 | Revista H.Olhos - 4ª Edição de 2019


SARAMPO

Depois de muitos anos sob controle, o sarampo voltou de forma

agressiva, assustando várias regiões do Brasil. A doença é provocada por

um vírus altamente contagioso, transmitido por meio de beijos, espirros

ou qualquer outra forma de contato envolvendo as secreções eliminadas

pelas vias aéreas. Ao contrário do que muita gente pensa, o sarampo pode

ser perigoso, principalmente, entre as crianças, chegando a causar pneumonia,

manifestações neurológicas como convulsões e, em casos extremos, a morte.

O único modo de se prevenir é tomando a vacina, já que não existe um remédio próprio

para a doença.

MANCHAS NA PELE

CONJUNTIVITE

OS PRINCIPAIS SINTOMAS SÃO:

• Manchas na pele

• Febre

• Coceira

• Dor de cabeça

• Conjuntivite

• Tosse

• Infecção no ouvido

COCEIRA

LEPTOSPIROSE

Esta doença é causada por uma bactéria chamada Leptospira, que infecta a urina de

roedores como os ratos. Ela é disseminada principalmente em períodos de fortes

chuvas, quando a urina dos animais é espalhada através da água das enchentes e

enxurradas. Em alguns casos, o risco de morte pode chegar a 40%.

FEBRE

OS PRINCIPAIS SINTOMAS SÃO:

• Febre

• Dor de cabeça

• Dores pelo corpo,

sobretudo na batata da perna

• Vômito

• Tosse

• Diarreia

E NAS FORMAS MAIS GRAVES:

• Icterícia (pele e olhos amarelados /

acometimento hepático)

• Insuficiência renal

• Hemorragias, principalmente pulmonar

DIARREIA

DORES PELO CORPO

Revista H.Olhos - 4ª Edição de 2019 | 23


DORES ATRÁS DOS OLHOS

DENGUE

Os vírus transmitidos por picadas de

insetos são chamados de arbovírus, e

o mais famoso deles certamente é o da

dengue. Transmitida pelo mosquito Aedes

Aegypti, ela pode trazer consequências

graves, podendo levar à morte nas formas

mais graves da doença.

OS PRINCIPAIS SINTOMAS SÃO:

• Febre alta (acima dos 38,5ºC)

• Dor de cabeça

• Dores atrás dos olhos

• Dores intensas nos músculos

• Fraqueza

• Falta de apetite

• Manchas vermelhas pelo corpo

DORES MUSCULARES

FALTA DE APETITE

ATENÇÃO!

Pacientes que apresentem outros

sintomas, como dor abdominal intensa

e contínua, vômitos persistentes e

sangramento das mucosas, devem ser

encaminhados ao hospital imediatamente.

CHIKUNGUNYA

Outra arbovirose muita comentada atualmente é aquela provocada pelo Vírus

da Chikungunya. O quadro agudo da doença dura cerca de 15 dias, mas alguns

pacientes desenvolvem um quadro crônico de dores nas juntas de difícil controle e

que podem persistir por anos, mesmo em vigência de tratamento.

OS PRINCIPAIS SINTOMAS SÃO:

• Febre alta (acima dos 38,5ºC)

• Dor de cabeça moderada

Olhos avermelhados

• Dores intensas nos músculos

• Dores nas juntas e articulações

• Náuseas e vômitos

• Manchas vermelhas pelo corpo

NÁUSEAS E VÔMITOS

FEBRE ALTA

24 | Revista H.Olhos - 4ª Edição de 2019

MANCHAS NA PELE


ZIKA VÍRUS

O Zika vírus se manifesta de forma altamente patológica, oferecendo risco de

complicações neurológicas definitivas, se manifestando como a microcefalia do

feto, por exemplo, que ocorre quando a gestante infectada transmite a doença

para o bebê durante a gravidez. A melhor forma de se prevenir é evitando a

proliferação do mosquito transmissor, o Aedes Aegypti.

MANCHAS NA PELE

OS PRINCIPAIS SINTOMAS SÃO:

OLHOS VERMELHOS

• Manchas vermelhas pelo corpo

Olhos vermelhos

• Febre baixa

• Dores de baixa intensidade

no corpo e nas juntas

DORES NAS JUNTAS

SAIBA MAIS SOBRE O AEDES AEGYPTI:

A cada três dias colocam

40 ovos de uma vez só.

Ciclo de vida: 30 dias,

sendo que em 7 dias

ele evolui de larva para

mosquito maduro.

Se reproduz em

água limpa parada.

O clima preferido para

reprodução é quente e úmido.

Revista H.Olhos - 4ª Edição de 2019 |

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TOXOPLASMOSE

Entre as doenças transmitidas por animais, chamadas

de zoonoses, uma das mais comuns é a toxoplasmose,

uma infecção causada por um protozoário encontrado

nas fezes dos gatos e dos pombos e que pode

permanecer inativo no solo por anos.

As principais vias de transmissão são, pelo consumo de

água contaminada ou de alimentos mal lavados e mal

cozidos, e pela chamada via congênita, quando a mãe

infectada acaba transmitindo a doença para o feto.

Os sintomas variam, dependendo do estágio da infecção, podendo ser parecidos com

os da gripe. No entanto, pessoas com baixa imunidade podem apresentar sintomas mais

potentes e limitantes, considerados mais graves.

OS PRINCIPAIS SINTOMAS SÃO:

DOR DE CABEÇA

DIFICULDADE DE ENXERGAR

• Dor de cabeça

• Dores musculares

• Alterações nos gânglios linfáticos

• Febre

• Cansaço

E NOS CASOS MAIS GRAVES, COM

ENVOLVIMENTO DO SISTEMA VISUAL

E/OU NERVOSO CENTRAL, PODE LEVAR A:

CANSAÇO

• Dificuldade de enxergar

• Confusão mental

• Falta de coordenação

• Convulsões

Como você vê, todos precisam estar atentos para evitar novos surtos dessas

doenças que se proliferam principalmente no verão, já que este é um período

chuvoso em que aumenta consideravelmente o risco de enchentes e o aparecimento

de novos criadouros.

Essa é uma batalha que todos nós precisamos encarar de olhos bem abertos.

Para saber mais, consulte o site do Ministério da Saúde. A informação e a prevenção

são as nossas maiores aliadas.

26 | Revista H.Olhos - 4ª Edição de 2019


TECNOLOGIA

A Revista H.Olhos mostra o que mudou (e o que não mudou)

nos últimos 45 anos no campo da cirurgia refrativa.

As cirurgias refrativas já melhoraram a qualidade de vida de milhões de pessoas no

mundo todo. Mas para quem vê toda a tecnologia que envolve este tipo de procedimento

nos dias atuais, fica difícil imaginar como era há tempos atrás.

O princípio da cirurgia refrativa se baseia em alterar o formato da córnea para ajustar o

ângulo em que os raios luminosos chegarão à retina. Mas a maneira como esse ajuste

vem sendo feito ao longo dos anos não parou de evoluir.

Hoje o paciente opera os dois olhos num tempo

menor do que você levará pra ler esta matéria.

Isso mesmo, o tempo de cirurgia surpreende de tão rápido. Se durante anos o protocolo

indicou que cada olho fosse operado em um dia diferente, por medida de precaução,

hoje os dois olhos são operados no mesmo dia, o que traz muito mais conforto para o

paciente, que terá a recuperação de uma vez.

A verdade é que, há 45 anos, o sucesso da cirurgia dependia da mão firme de um

oftalmologista manejando um bisturi de diamante. A técnica, chamada de RK, consistia

em fazer cortes na córnea, e o número de incisões e a sua localização variavam de

acordo com o grau a ser tratado.

Revista H.Olhos - 4ª Edição de 2019 |

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Hoje, o cirurgião opera pilotando um moderníssimo equipamento de raio laser. Todo

esse avanço, logicamente, aumentou sensivelmente a precisão e a eficiência das

intervenções, e permitiu oferecer um maior conforto aos pacientes, durante a cirurgia

e no pós-operatório.

O processo começa com um pré-operatório detalhado, que coleta todas as informações

necessárias para que o médico escolha a técnica mais adequada ao caso e programe o

equipamento a ser utilizado na cirurgia.

Durante a operação, o olho é rastreado por um sistema tão moderno que permite que o

laser seja aplicado no local correto, mesmo que o globo ocular se mova ligeiramente.

E a precisão do laser é tanta, que é possível atingir um fio de cabelo sem tocar a área

em volta.

A principal diferença entre as técnicas é a maneira como o

Laser vai esculpir a córnea.

As técnicas mais utilizadas hoje em dia são chamadas de LASIK e PRK, e a principal

diferença entre elas é a maneira como o raio vai esculpir a córnea.

A LASIK é a mais comum e a que permite uma recuperação mais rápida. Nela, uma

pequena aba, chamada de flap, é criada na parte superficial da córnea. É como se o

cirurgião criasse uma tampa na córnea, mantendo-a presa por um pequeno pedaço

do tecido. No H.Olhos, essa etapa do processo é feita há tempos com a técnica mais

avançada que existe no mundo, por meio de um laser ultrarrápido de femtosegundo.

Então, com essa tampa levantada, um segundo tipo de laser, chamado de Excimer

Laser, remodela o formato da córnea, para corrigir o seu grau de curvatura.

Já na PRK, não se cria o flap. O cirurgião retira uma finíssima camada externa da

córnea por meio de um processo de raspagem, deixando-a exposta para que o laser

realize a correção. Depois, uma lente especial é colocada, para proteger o olho

enquanto ele se recupera. Normalmente, esta lente é retirada em uma semana.

28 | Revista H.Olhos - 4ª Edição de 2019


“Em geral, a LASIK é a mais indicada. A PRK é recomendada apenas para pacientes que

não têm uma curvatura corneana adequada ou que possuem uma córnea muito fina.

Mas só a análise detalhada do oftalmologista pode indicar a técnica mais adequada para

cada paciente”, afirma o Dr. Mauro Campos, CRM 50875, diretor médico do Grupo

H.Olhos e chefe do Departamento de Oftalmologia da Escola Paulista de Medicina -

Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Como se vê, muita coisa mudou nos últimos 45 anos, e é seguro apostar que novas

tecnologias virão por aí. Mas independentemente das inovações que surgirem, a

principal variante nesta equação continuará sendo sempre a mesma: a capacidade do

seu oftalmologista.

Confira como funciona cada cirurgia:

Miopia: A intervenção retira alguns tecidos

da região central da córnea para deixá-la mais

plana, ajustando o foco na direção da retina.

Astigmatismo: Já aqui, o objetivo é retirar

tecidos de regiões específicas da córnea,

visando igualar sua curvatura.

Hipermetropia: A missão, nesse caso, é reduzir

o tecido periférico da córnea, com o intuito de

aumentar a sua curvatura.

Revista H.Olhos - 4ª Edição de 2019 |

29


ANESTESIA

Como era

Colírio tópico

Entenda o que mudou nestes 45 anos:

X

Como é

Colírio tópico

MATERIAL

Como era

Bisturi de diamante

TÉCNICA

Como era

Cortes profundos

na córnea

PROCEDIMENTO

Como era

Um olho em

cada dia

X

X

X

Como é

Laser

Como é

Ablação superficial

Como é

Os dois olhos

no mesmo dia

NECESSIDADE DE PONTOS

Como era

Não tinha necessidade

de ponto

NÍVEL DE PRECISÃO

Como era

Alto em miopias, baixo

em astigmatismo e

hipermetropia

TEMPO DE RECUPERAÇÃO

Como era

Em 1 dia

X

X

X

Como é

Não tem necessidade

de ponto

Como é

Altíssimo em miopia e

hipermetropia, alto em

astigmatismo

Como é

Em 1 dia

Revista H.Olhos - 4ª Edição de 2019 |

30


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