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RCIA - ED. 97 - AGOSTO 2013

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IVAN ROBERTO

PERONI*

ponto de vista

TEMOS LAVADO AS MÃOS

E VIVIDO NA DISTRAÇÃO

A mensagem deixada pelo papa Francisco

em sua passagem pelo Brasil não deve

ficar atrelada apenas aos problemas que

ocorrem nos grandes centros. Nós, araraquarenses,

também devemos refletir sobre as palavras

mais mencionadas por Francisco como

corrupção, fome, racismo, perseguição ideológica,

violência e drogas, mesmo porque, o

que vivenciamos aqui é proporcional ao índice

populacional dos milhares de municípios

espalhados pelo Brasil. E não é apenas dos

jovens que devemos cobrar uma atitude de

coragem para mudar o mundo, é preciso que

sejamos mais autênticos e saibamos desafiar

os problemas vividos pela nossa comunidade.

Investindo com indiretas, Francisco quis

mesmo é abrir os olhos para quem lava as

mãos diante do carente quadro de políticos

que ora nos conduz a uma profunda crise,

pela falta de ética e transparência nos atos públicos.

Não adianta disfarçar: quase todos os

recados foram mandados aos políticos, exageradamente

egoístas em todos os sentidos.

E só poderiam as mensagens ser direcionadas

a eles, com algumas ressalvas, afinal estamos

nas mãos de uma política econômica,

política social, política da saúde, política do

esporte, política pública... Tudo está decididamente

adornado pela política da plumagem,

onde se faz belo o que é vergonhamente feio

e imoral. Mas ao povo, notadamente aos jovens,

foi feito o pedido: para não lavarmos as

mãos diante dos problemas.

Ainda me recordo que, recentemente,

o jornalista Sérgio Martins, encaminhou um

email dizendo:

“Recebo diariamente, fotos de políticos

no meio de matagal, prédios em ruínas e assim

por diante. Onde tem uma denúncia, lá

estão eles sendo fotografados para marcar

território, como que dizendo: “esse problema

é meu”, mas se todos observarem, alguém já

recebeu a foto do político depois do problema

solucionado?

Está na hora de nossos políticos serem

mais atuantes, não basta tirar foto em local

que esteja com problemas, têm é que resolver

o problema. As publicações seriam muito

mais verdadeiras. Se os veículos de comunicação

só publicassem depois da matéria em

pauta resolvida, seria tipo: antes e agora, aí

sim, nós eleitores ficaríamos muito mais tranquilos

sobre o papel correto de nossos parlamentares.

(pense nisso)”.

Sérgio Martins faz uma cobrança. Ele não

lava as mãos, não se faz de distraído e nem

vira do outro lado, em uma comparação a atitude

de Pilatos, que lavou as mãos diante da

crucificação de Jesus.

É verdade que não devemos perder a

nossa esperança nas instituições políticas,

pois ainda há gente interessada em tornar

menos sofrido o mundo em que vivemos.

Nós que temos convivido, por exemplo,

com a classe empresarial, principalmente

micro e pequenos empresários, sabemos o

quanto lhes têm custado esta carnificina tributária.

E olha que cada vez mais aumenta

o número de pequenas empresas que deixam

de pagar impostos, pois não há como

aguentar, e desproporcionalmente, os mais

pobres, é que pagam os impostos embutidos

nos produtos de consumo diário. A classe

média, que além de descontar o imposto

de Renda na fonte e pagar os impostos do

consumo, assume papel desproporcional no

financiamento dos programas sociais. Mas,

por quê? Porque os ricos pagam muito menos

impostos do que deveriam. Motivos?

Veja um deles: por causa de uma interpretação

legal, jatinhos, helicópteros e lanchas

não pagam IPVA, o imposto sobre a propriedade

de veículos automotores, embora

todos sejam dotados de motores - por sinal,

muito mais potentes que aqueles que empurram

Fuscas e motocicletas pagantes de

IPVA.

E o papa Francisco tem razão quando

diz que “não devemos lavar as mãos”. É preciso

que a política acabe com as injustiças...

redação

SÔNIA MARIA

MARQUES

PARABÉNS ARARAQUARA!

Já estamos em agosto, mês de aniversário

de Araraquara. Temos que comemorar muitas

realizações em nossa cidade, mas principalmente

lembrar que por aqui, em julho,

passaram centenas de atletas por ocasião

dos Jogos Regionais, no período de 19 a 27.

Fomos campeões dos 57º Jogos Regionais

da 5ª divisão esportiva do Estado de São

Paulo, com 327 pontos ficando à frente de

Ribeirão (281) e Franca (257). Foi um momento

importante não só para os nossos

atletas que brilharam e se empenharam, mas

também para os organizadores dos jogos e à

Prefeitura que viabilizou estadias e todo respaldo

necessário para que tudo terminasse

de forma tranquila e organizada. Temos que

enfatizar também o desprendimento dos comerciantes,

principalmente de lanchonetes,

bares, restaurantes, padarias e supermercados,

que muito contribuíram para que os

atletas e equipes de 60 cidades, pudessem

ter o conforto nas horas das refeições e isso

é muito importante, pois demonstra que a cidade

toda estava envolvida. E agora, nesse

mês, temos que voltar nossos olhos para

Araraquara, que completa 196 anos. Desejar

parabéns para uma cidade que é referência

em desenvolvimento no Estado de São Paulo,

é ter consciência que cada cidadão araraquarense

contribui com seu trabalho, sua

luta e seus estudos para que a meta sempre

seja a união e o progresso.

REVISTA

EDIÇÃO N°97 - AGOSTO/2013

Diretor Editorial: Ivan Roberto Peroni

Assistente Editorial: Rosane D’Andréa

Supervisora Editorial: Sônia Marques

Depto. Comercial: Gian Roberto, Silmara Zanardi,

Heloisa Nascimento e Marcos Assumpção

Design: Mário Francisco, Carolina Bacardi e

Fernando Oprime

Atendimento: Josiane Massimino

Tiragem: 5 mil exemplares

Impressão: Grafinew - (16) 3322-6131

A Revista Comércio & Indústria é distribuida gratuitamente

em Araraquara e região

INFORMAÇÕES ACIA: (16) 3322 3633

COORDENAÇÃO, EDITORAÇÃO, REDAÇÃO E PUBLICIDADE

Fone/Fax: (16) 3336 4433

Rua Tupi, 245 - Centro

Araraquara/SP - CEP: 14801-307

marzo@marzo.com.br


plano diretor

EMBORA EXISTA, NEM

SEMPRE É RESPEITADO

Criado em 1971, o nosso Plano

Diretor em muitas ocasiões foi

deixado de lado, chegando a

ser uma colcha de retalhos para

conceder benefícios em nome

do desenvolvimento econômico.

Quem sabe a partir de agora

seja levado a sério.

Para uma cidade crescer de forma ordenada

é preciso que ela tenha um Plano Diretor

- instrumento básico que orienta a política

de desenvolvimento e de ordenamento da

expansão urbana do município.

Em 1961 foi criada a primeira comissão

para elaboração de um PD para Araraquara;

o grupo concluiu o trabalho em 1963, mas

a aprovação do projeto se deu apenas em

1968 e o Plano entrou em vigor em 1971.

Mais de 10 anos de estudos e aprovações.

O Plano Diretor aprovado nem sempre

foi levado à risca, desvirtuado por interesses

políticos e econômicos. Com isso o município

cresceu de forma desordenada, por ingerência,

omissão e negligência dos vereadores

que contribuíram pela criação de uma

colcha de retalhos.

Agora, palestras com arquitetos e especialistas

que trabalharam na elaboração do

primeiro Plano Diretor (PD) de Araraquara

deram início à série de audiências públicas

para discutir a revisão do atual, em vigência

desde 2008. Heloísa Michetti, Francisco

Santoro, Roberto Massafera e Alessandra de

Lima têm contribuído com a discussão do

antigo Plano Diretor e a elaboração de um

novo documento.

Em recente palestra onde os quatro profissionais

participaram, o arquiteto Chico

Santoro traçou um panorama histórico do

processo e da evolução de urbanização de

Araraquara desde o final do século XIX. Ele

destacou que sempre houve grande preocupação

com infraestrutura e qualidade de

vida, além de apurados cuidados arquitetônicos

e paisagísticos. Lembrou de avanços

da década de 40 em diante, como captação

e tratamento de água, introdução de telefone

automático e dos ônibus elétricos, entre

outros.

O arquiteto Chico Santoro aponta falha no

cumprimento do Plano Diretor que acabou

beneficiando o Extra: prédio construído

sem recúo, postes na calçada estreita e um

batalhão de gente para passar...


PLANO DIRETOR, O QUE É

Plano diretor é o instrumento básico de

um processo de planejamento municipal

para a implantação da política de desenvolvimento

urbano, norteando a ação

dos agentes públicos e privados.

HISTÓRIA

Santoro critica intervenções sem o devido

planejamento e cuidados arquitetônicos

e técnicos, como a colocação de um pilar

por uma grande rede de supermercados que

atrapalha a visão de motoristas e coloca em

risco a segurança de pedestres que circulam

pela Rua São Bento. Para ele, “o progresso

não pode interferir no patrimônio histórico”

e a qualidade de vida das pessoas deve ser

sempre priorizada.

Heloísa Michetti, socióloga e empresária,

recentemente mencionou a importância

do planejamento, pesquisa e análise para

buscar soluções para os problemas urbanos.

De acordo com ela, o primeiro PD já

previa a Via Expressa, com um anel viário

completo e outros equipamentos urbanos

importantes que estão projetados, mas ainda

não saíram do papel. Ela conta também

que a partir das décadas de 60 e 70, houve

preocupação em construir escolas em locais

que facilitassem o acesso e a segurança das

crianças. Segundo ela, há 31 anos foram

construídas as primeiras creches em Araraquara.

Seria um plano que, a partir de um diagnóstico

científico da realidade física, social,

econômica, política e administrativa

da cidade, do município e de sua região,

apresentaria um conjunto de propostas

para o futuro desenvolvimento socioeconômico

e futura organização espacial

dos usos do solo urbano, das redes de

infraestrutura e de elementos fundamentais

da estrutura urbana, para a cidade e

para o município, propostas estas definidas

para curto, médio e longo prazos e

aprovadas por lei municipal.

ÁGUA

Engenheiro, ex-prefeito e atual deputado

estadual, Roberto Massafera (PSDB)

tem comentado a necessidade de se pensar

na questão da água, estacionamento para

veículos, altura dos prédios e cuidados para

impedir a impermeabilização do solo urbano.

“Este debate é muito importante porque

tomaremos decisões para os próximos 30 ou

50 anos que vão ter interferência na vida de

muitas pessoas”, observou.

Massafera defendeu que prédios, condomínios

e residências garantam vagas de garagens

conforme o número de pessoas ou de

aposentos que o imóvel tiver, demonstrando

preocupação com a tendência de crescimento

cada vez maior da frota de veículos de automotores

na cidade. Altura e distância entre

edifícios é outro ponto a ser pensado.

“Não podemos deixar um

prédio a menos de um raio de

30 metros de outros para não

termos comprometimento da

ventilação, iluminação e passagem

e entrada de sol”, declara.

Por fim, alerta sobre os cuidados

que garantam que o solo

urbano não seja impermeabilizado,

o que acarretaria problemas

com enchentes e outras

situações de riscos.

SEGUE »


Edna Martins, Chico Santoro

e Roberto Massafera durante

a audiência

plano diretor em nova versão

ELE SERÁ BEM

MAIS OBJETIVO

É de extrema importância a

consolidação do Plano Diretor,

porém, é necessário o respeito

que os políticos devem ter

com o documento, não criando

brechas para futuras mudanças

e possíveis benefícios aos

amigos, familiares e outros...

Alessandra de Lima, secretária municipal

de Desenvolvimento Urbano, tem dito

que as alterações feitas no Plano Diretor

foram para adequá-lo às necessidades de

crescimento da cidade e à nova realidade.

Ela lembra da importância de todo o planejamento

que sempre caracterizou a política

urbana da cidade e defende as atuais mudanças,

afirmando que o PD está “menos repetitivo

e mais objetivo em seus artigos”.

A Audiência Pública presidida pela vereadora

Edna Martins, presidente da Comissão

Permanente de Desenvolvimento

Econômico, Ciência, Tecnologia e Urbano

Ambiental, feita em junho, foi seguida

de outras cinco consideradas regionais,

discutindo-se temas e trabalhos com técnicos

e vereadores. Foram feitos encontros

na Região Sul (Melhado, Cecap, Iguatemi,

Cruzeiro do Sul, Hortênsias), Região Norte

(Selmi Dei, Indaiá), Região Leste (Vila Xavier,

Jardins Brasil e América, Parque São

Paulo), Regiões Oeste/Noroeste (Universal,

Vale do Sol, Maria Luiza, Botânico, Assentamento

Monte Alegre e Bueno de Andrada)

e Região Central (São José, Vila Ferroviária

e Centro)

Neste início de agosto ocorre a audiência

final para consolidação do texto.

A vereadora explicou em uma das audiências

que “queremos contextualizar as discussões

sobre o Plano Diretor, democratizar o

conhecimento e o debate e dirimir todas as

dúvidas sobre o assunto”. Para as audiências

regionais foi observado o mapeamento do

Orçamento Participativo (OP). “As Universidades

da cidade indicaram especialistas

para nos auxiliar a explicar o Plano Diretor

para a população”, concluiu.

Já protocolado na Câmara Municipal

desde o dia 5 de julho, o projeto está na Comissão

de Desenvolvimento Econômico,

Ciência, Tecnologia e Urbano Ambiental

para a entrega de emendas por parte dos

vereadores e sugestões por escrito de associações

e entidades representativas da sociedade.

Encerradas as audiências públicas,

o projeto passará por votações em 20 e 27

deste mês.

O novo Plano Diretor tem encontrado

resistência na Vila Harmonia, uma das regiões

mais nobres da cidade. Os moradores não

aceitam a verticalização dos prédios e as

audiências têm sido bem acaloradas.


SE QUISERES SABER O QUE EU

SONHO PARA A MINHA CIDADE

Tempos atrás: Educação e Habitação.

Hoje o que o povo mais deseja é

Saúde e Segurança.

Indo em frente para completar

200 anos, Araraquara pode ser

vista em sonhos de políticos

e empresários, de uma forma

inversa ao que imaginam os

românticos que ainda restam.

“Gostaria de ver a nossa cidade mais

unida em seus propósitos, sua mobilidade

mais versátil, com núcleos comercias mais

direcionados, sem concentração central;

nossas praças mais vigiadas, nossas crianças

mais educadas, mais quadras de esportes

com acessibilidade para todo o povo e bem

iluminadas. O esporte mais diversificado,

pois o esporte educa e ocupa nossas crianças”.

O texto mostra bem o sonho que o empresário

Roberto Abud tem sobre o futuro

da nossa cidade.

Foi do seu pai, o “Zé

do Gimba” - pioneiro do

boliche e posteriormente o

dono de um dos principais

restaurantes da cidade e se

não me falha a memória o

primeiro no formato selfservice

- que o Abud provavelmente

herdou esses

anseios de progresso, segurança

e paz nascidos na

década de 60.

O assistente da Governadoria Distrito

4540, Damiano Barbiero Neto, fez o inverso:

recorreu a filha Luciana, formada em Arquitetura

e Urbanismo para sonhar com a cidade do

futuro: definição de estratégias para a melhora

da qualidade do ambiente urbano, difundindo

o uso de transportes coletivos integrados.

Implantação de ciclovias, ônibus “limpos”,

calçadas niveladas,

sem buracos

e obstáculos, proporcionando

um

sistema que atenda

as necessidades da

população. Seria

importante tornar

as ruas com pontos

mais convenientes,

Uma das fotos mais antigas de Araraquara, que já não pode mais ser vista nem em sonhos:

1) máquina de beneficiar café de Januário da Cunha Bueno; 2) Boteco do Lupetti, depois

Hotel São Bento; 3) Sobrado de José Xavier de Mendonça, construído em 1891 por

Agostinho Tucci; 4) quase impossível de ser observada, a quarta construção da Igreja

Matriz de São Bento, inaugurada em 31 de outubro de 1891

mas atrativas e não

somente de passagem.

Para Renato

Had-dad, presidente

da ACIA, Araraquara

está no caminho

certo. Uma cidade

acolhedora, onde se

encontra de tudo.

Diz ele: “Temos um comércio muito forte,

com grande variedade de opções e uma rede

de prestadores de serviços que podemos

considerar como completa. Grandes indústrias

chegando e proporcionando empregos

melhores. Se aumentar a rede de ensino superior,

Araraquara ficará ainda melhor”.

Paulo Ambrósio, o “Paulinho da Casa

de Carnes”, não sonha com muita coisa; se

mostra mais humano na sua linha de pedidos,

pautado pelo presente e a nossa realidade:

“Gostaria de uma Araraquara com

muita segurança, mais médicos nos postos

municipais e o principal, muito mais amor

no coração dos araraquarenses”.

Em linhas gerais

são desejos que

não custam muito,

mas que realizados,

poderiam contribuir

de maneira positiva

com a qualidade de

vida da nossa terra.


eportagem de capa

Endereço: Armando Biagioni, 1079

Jardim das Estações - Araraquara - SP

Fone/Fax: (16) 3214-2029 / 3461-1366

Site: www.l3ambiental.com.br

Sede da L3 Engenharia Ambiental

A L3 CONTRIBUI PARA QUE A

CIDADE SEJA AINDA MELHOR

No momento em que as ações

ambientais são implantadas

com base em projetos técnicos

específicos para melhorar a

qualidade de vida no planeta,

a L3 Engenharia Ambiental se

destaca pela experiência dos

seus profissionais e o conceito

adquirido em todo país. É um

orgulho ter sua sede em nossa

cidade.

A L3 Engenharia Ambiental presta serviços

de consultoria, serviços e execução de

projetos ambientais. Atuando há 5 anos na

cidade e região, sediada em Araraquara, a

empresa é constituída pelos amigos e Engenheiros

Ambientais João Luiz Villas

Boas Lemes e Pedro Fernando Luz.

Preocupados sempre com as

tendências de mercado, os jovens

empresários constantemente buscam

aprimorar os serviços prestados. "Investimos

muito em capacitação, com

isso, conseguimos diversificar nossa

área de atuação e estamos sempre à frente

das novidades do mercado", explica João

Luiz.

Medição de orgânicos voláteis para

monitoramento ambiental

Treinamento da equipe técnica da L3

A empresa se consolidou no mercado

regional e hoje está ampliando sua atuação

para todo território nacional. "Nossos esforços

foram reconhecidos e hoje a L3 Engenharia

Ambiental é procurada por empresas

de diversos segmentos e de todos os

portes", completa Pedro Fernando.

A forte preocupação com o meio

ambiente leva pessoas e organizações

de todo mundo a procurar empresas

especializadas em minimizar

os efeitos das ações causadas pelo

homem, além de estar em dia com

a legislação ambiental. Em entrevista, os jovens

empresários explicam como a L3 contribui

para esses resultados.

Remoção e destinação final de tanque de

armazenamento de combustível

Amostragem de água subterrânea para

avaliação de passivos ambientais


RCI: Qual a importância da L3 para

nosso município e região?

João Luiz: Como somos uma empresa

local, conseguimos atender nossos clientes

com qualidade e agilidade, sempre com

preços diferenciados, pois conseguimos

minimizar custos. Nossos projetos vão ao

encontro das diretivas do Programa Estadual

Município Verde Azul. Nós buscamos

sempre atingir a sustentabilidade nas ações

empresariais e isso contribui para que o

município consiga minimizar os impactos

ambientais gerados nos processos produtivos;

assim contribuímos indiretamente para

o município atingir a pontuação necessária

para obtenção do selo.

RCI: Como é ser jovem empresário?

Pedro Fernando: A empresa foi a realização

de um sonho que começou ainda

na faculdade. Vimos que havia a oportunidade

de colocar em prática tudo aquilo que

aprendemos ao longo dos anos. No início foi

difícil, mas sempre consideramos o fato de

sermos jovens, um diferencial a nosso favor.

Somos motivados e sempre buscamos

as melhores alternativas para solucionar as

necessidades de cada cliente.

RCI: No que vocês acertaram?

João Luiz: Assim que foi regulamentada

a Política Nacional de Resíduos Sólidos

em 2010, buscamos formar uma equipe técnica

qualificada para atuar nesse segmento.

Hoje temos um diferencial. Elaboramos o

Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos,

que agora é parte integrante do licenciamento

ambiental de empresas de todos

os portes e é uma obrigação para todos os

municípios brasileiros. Assim estamos ampliando

o mercado de atuação da L3.

RCI: A empresa possui algum projeto

socioambiental?

Pedro Fernando: Somos engajados em

Remediação de área contaminada por

vazamento de combustível

causas sociais. No mês de setembro vamos

lançar o Projeto Movimento Verde. Nesse

projeto faremos trabalhos de educação ambiental

em feiras, escolas e comunidades

carentes. Queremos investigar como está a

questão de saneamento básico nas comunidades

carentes e com isso desenvolver algumas

ações para melhorar a qualidade de vida

dessa população. Aproveitando a expansão

das redes sociais, vamos promover campanhas

educativas onde nosso mascote “Arvoreto”

dará dicas para colaborarmos com a

preservação do meio ambiente.

RCI: Quais os projetos futuros?

João Luiz: Em novembro vamos

ministrar um curso em conjunto

com o CIESP sobre Elaboração

de Plano de Gerenciamento de Resíduos

Sólidos para a Indústria. É uma

oportunidade para o empreendedor

aprender como funciona essa ferramenta

de controle ambiental, sendo

que hoje é obrigatório a apresentação

do PLANO no licenciamento

ambiental das empresas. Além dis-

Profissionais da L3 realizam a coleta

de água para ensaio analítico

Biólogo José

Claudemir faz o

monitoramento

ambiental de área

contaminada

Perfuração e

instalação de poços

de monitoramento

ambiental

so, nossa meta é ampliar o mercado de atuação

da L3, continuar investindo na qualificação

de nossos colaboradores e participar

cada vez mais de trabalhos sociais.

A MISSÃO

Inovar o mercado de consultoria ambiental

desenvolvendo e implantando tecnologias

diferenciadas e oferecer serviços

personalizados, promovendo o desenvolvimento

econômico, ambiental e social aliados

à satisfação de seus clientes, a L3 Engenharia

Ambiental promove seu crescimento

empresarial com a preocupação ambiental,

atuando com seriedade e competência.

SERVIÇOS DA L3

• Licenciamento Ambiental

• Avaliação de impactos

ambientais

• Averbação de Reserva Legal

• Outorga de uso de água

• Gerenciamento de Áreas

Contaminadas

• Sondagens e instalação de

poços de monitoramento

• Avaliação de passivos

ambientais

• Remediação ambiental

• Monitoramento ambiental

• Plano de Gerenciamento de

Resíduos Sólidos

• Projetos de estação de

tratamento de água e esgoto

• Execução de obras de

engenharia ambiental


ontem e hoje

AVENIDA SETE DE SETEMBRO

MOSTRA SUA NOVA CARA

No começo as opiniões se

dividiam entre saudosistas e

modernistas. Agora parece

existir o consenso de que um

dos mais antigos corredores

comerciais da cidade será do

agrado de todos.

Os lojistas da Avenida Sete de Setembro

já experimentam o sabor da requalificação

ou da revitalização que está sendo dada ao

mais antigo acesso - Rodovia Washington

Luis aos bairros Quitandinha e Carmo, com

extensão ao centro da cidade. No século XX,

o acesso à cidade era um dos únicos para

quem vinha da capital, Jaú e os municípios

que se estendiam ao longo da rodovia até o

Rio Grande na divisa com o Mato Grosso.

O Posto Quitandinha, no final da Presidente

Vargas, já do outro lado da rodovia,

era forçosamente o ponto de parada para

quem trafegava pela Washington Luis; nos

fins de semana o seu restaurante se transformava

em local de encontro das famílias,

bem como era considerado o espaço da boêmia

na concorrência com o único restaurante

da Avenida Sete de Setembro, a Churrascaria

Manda Brasa.

Na metade dos anos 60, com a duplicação

da Washington Luis, o Posto Quitandinha

começou a encerrar suas atividades,

sendo inevitável a queda do comércio na

Presidente Vargas e Sete de Setembro e o

começo do fechamento de lojas tradicionais.

Os consumidores ou visitantes passaram a

ter como acesso, o Posto e Restaurante Morada

do Sol ou Avenida 36, fortalecendo o

Posto e Restaurante Pau Seco.

Na década de 60, a CTA adquiriu quatro

ônibus desse modelo, com os números 7,

9, 10 e 11. Esses veículos exigiam grande

manutenção e era extensa a linha Vila Xavier/

Carmo, sendo trocados na Villares por outros

modelos.

Em 1960, já prevendo os problemas que

os comerciantes da Sete de Setembro e Presidente

Vargas teriam pela frente, o prefeito

Rômulo Lupo iniciou através de um projeto,

levar para o Carmo e Quitandinha, o transporte

coletivo com os ônibus elétricos que

chegavam praticamente nas proximidades

da Fazenda Salto Grande. A iniciativa contribuiu

com a mudança do perfil comercial

do corredor, substituindo diversos segmentos

como tecidos, confecções e sapatos por

lojas de peças automotivas e oficinas mecânicas.

Ponto final da CTA na Presidente Vargas

(Quitandinha) em 1960 com o cobrador

Pedro Nascimento, o motorista Vicente

Ruffo e o fiscal Antônio Retameiro Filho

Ponto final da linha Vila Xavier/Carmo, na

Avenida Presidente Vargas. Na foto vemos

o motorista Marival Xavier e o cobrador

Gerson Cavalcante com o uniforme da época.

A partir de 1974, o perfil da Avenida Sete de

Setembro passou a ser outro: oficinas

e lojas vendendo peças automotivas


Mário Hokama, um dos

empresários mais influentes

do bairro do Carmo, hoje vive

a expansão daquela região,

investindo na gastronomia com

o Sakaná I e II, convicto de estar

contribuindo numa economia

emergente e que nos posiciona

como uma das principais

cidades de São Paulo.

No começo de julho foi concluída pela

empresa contratada, a primeira etapa de requalificação

do trecho da Avenida Sete de

Setembro, entre as ruas Pedro Álvares Cabral

e João Gurgel, referente à pavimentação

asfáltica.

Apesar das chuvas fora de época no mês

de junho, esta etapa da obra foi finalizada

dentro do prazo estipulado inicialmente. O

tráfego nos dois primeiros quarteirões pavimentados

foi liberado parcialmente por conta

das obras de remodelação das calçadas.

A segunda etapa da pavimentação, no

trecho entre as ruas Humaitá e Pedro Álvares

Cabral, começou alguns dias depois

com a retirada dos bloquetes, nivelamento

do solo e pavimentação.

CALÇADAS

A remodelação das calçadas ganhará

um ritmo forte e tendo início os serviços no

trecho entre as ruas Imaculada Conceição e

João Gurgel, através de duas empresas de

ramos específicos. Enquanto uma executa a

pavimentação, a outra cuida

das novas calçadas padronizadas

com piso intertravado;

gradil nas esquinas, bancos

e moderno sistema de iluminação.

O investimento de R$ 850 mil é oriundo

do Governo Federal e de recursos próprios

do município, por meio do Orçamento e

participação para Todos (OP).

TRANSFORMAÇÃO

Nos últimos anos, com o fechamento de

várias lojas, o setor automotivo ganhou espaço

e força na Avenida Sete. Paralelamente,

a gastronomia também se expandiu com

o empurrão dado pela classe universitária

tendo em vista a proximidade com o campus

da UNESP e a construção de dezenas de

prédios com kitnets.

Um dos grandes investidores nesta área

tem sido o Eng° Mário Hokama que além

de manter com grande sucesso o Sakaná I,

agora também propicia aos seus clientes na

Avenida Sete (início da Presidente Vargas),

o Sakaná II. Hokama considera favorável a

região para o avanço do setor gastronômico

que passa a ganhar adeptos pela transformação.

É o caso do dentista Humberto de Oliveira

Bueno que elogia a ação do município.

A troca de pavimentação

no começo foi contestada

pelos saudosistas, contudo

a mudança passa a agradar

pois faz parte do projeto de

requalificação da avenida


homenagem

LÁ SE FOI ELE,

ZINHO

Araraquara chora a partida

de um dos seus filhos ilustres,

referência comercial e um

profissional predestinado a

ter amigos fiéis. O ex-prefeito

Waldemar De Santi foi o mais

próximo de todos.

Há 59 anos, o bairro do São Geraldo

ganhava o Bar do Zinho. Provavelmente, o

fundador do estabelecimento, que deu nome

a ele, nem imaginasse a importância que o

espaço teria, anos mais tarde, na história de

Araraquara, mas hoje, contar os passos do

São Geraldo nos últimos 50 anos não é possível

sem falar desse lugar que já não tem

mais o Zinho nos fins de tarde ou nos sábados

e domingos para um aperitivo.

Nesta história é que entra o ex-prefeito

Waldemar De Santi, amigo de fé, irmão camarada

de João Colturato, o Zinho, de quem

se tornou um dos clientes mais assíduos e

respeitados desde o começo do bar. De Santi

após o fim da jornada em sua loja de refrigeração,

na Câmara Municipal enquanto

vereador ou na Prefeitura onde ficou por três

mandatos, fazia do Bar do Zinho o seu reduto.

Era lá que De Santi sempre estava, ao

lado de Reginaldo Galli, José Maria Silvado

Costa, Rubens Bellardi Ferreira, o professor

Moreira, Carlos Alberto Manço, atravessando

épocas que ele considera memoráveis.

Para eles, era o prazer de ver o amigo Zinho,

quase que todos os dias, contribuindo com

a fama e o conceito criado pelo bar. Praticamente

todas as vitórias de De Santi na política

foram comemoradas por alí, pois ele se

identificava com aquele pedaço.

A HISTÓRIA

Zinho e o filho Fran

Nos primeiros cinco anos, o Bar do

Zinho funcionou na esquina da Rua Voluntários

da Pátria (Rua 5) com a Avenida

Bandeirantes. Depois, passou para alguns

metros adiante, na casa que fica em frente à

Praça das Bandeiras, a menina dos olhos dos

frequentadores do bar. Foi ali que Zinho e o

bar se completaram ao lado de tantos amigos

e clientes.

Há pouco mais de 20 anos, Francisco

Salles Colturato, o Fran, filho de Zinho,

assumiu o comando do balcão. E mostrou

neste período que, frente à comunidade,

muito mais pode ser feito. De sua infância

para os dias atuais, ele diz ter visto poucas

mudanças nas redondezas. "O que mais vi

foi o crescimento vertical, mas houve conservação",

lembra.

E as lembranças não param. "Meu pai

era caminhoneiro e vendeu o caminhão.

Com o dinheiro, abriu o bar. Isso aqui foi

palco de muitas discussões políticas e cul-

Zinho permaneceu internado

por nove dias após sofrer

um AVC. Faleceu no dia 11

de julho, deixando a esposa

Dizolina Pirolla Colturato com

quem se casou em 1955, um

ano após criar o bar. O casal

teve cinco filhos: Maria Tereza,

Fausto, Silvia, Francisco e

Fernanda. Ao todo eram 10

netos e 1 bisneto.


Em 59 anos, uma das

raras vezes que o bar

permaneceu fechado.

Era 11 de julho de 2013

turais que entraram para a história da cidade.

O ex-prefeito Waldemar De Santi, por

exemplo, é um dos fregueses-fundadores,

revela Fran com carinho.

A ousadia foi crescente e a ideia de

conquistar novos fregueses persistiu. "Os

roqueiros começaram a chegar e achei que

teria um choque com a velha-guarda. Imagine

o pessoal que organizava a Seresta “A

Caminho do Sol” com o pessoal do rock?",

conta.

No entanto, para a surpresa de muitos,

os diferentes estilos passaram a conviver no

mesmo lugar sem conflito. Daí, a rua começou

a ser fechada para shows e eventos. O

Bar do Zinho passou a investir em cultura.

"Temos um encontro de gerações, etnias, visões

políticas. É difícil dizer o segredo para

isso."

LADO CULTURAL

O Bar do Zinho em sua história já foi

palco de inúmeros eventos, muitos deles organizados

ou sugeridos pelos próprios frequentadores,

como o Concurso de Poesias e

a Festa dos anos 70.

Zinho, permanência constante ao lado

dos seus clientes

De Santi, prefeito do povo, foi um dos

primeiros a frequentar o Bar do Zinho

Atualmente o espaço da Praça das Bandeiras

vem sendo utilizado para eventos ligados

à música e as artes cênicas além do

tradicional jogo de perguntas e respostas, o

Cultural Game Zinho.

Há tempos a Praça das Bandeiras havia

sido invadida por andarilhos, desocupados,

usuários e traficantes de drogas. Com atitudes

tomadas como buscas intensivas da Polícia,

fechamento do Bar do Zinho às 0h, e

o apoio da Prefeitura, o local foi se tornando

um “outro ambiente”, saíram a maconha, a

cocaína e o crack, e entraram arte, cultura,

música, poesia e teatro, diz o blog do Bar

do Zinho.

Além dos eventos citados podemos também

dar destaque à Festa Junina, o Festival

de Música Popular Brasileira, Festival de

Música Sertaneja de Raiz, Sarau na Praça e

agora também a Ginástica Laboral. Devido

ao custo elevado para se manter a realização

destes eventos, a Associação dos Amigos

da Praça das Bandeiras e o Bar do Zinho,

criada para defender o espaço, sempre busca

a colaboração de patrocinadores para arcar

com o custo dos mesmos. Tudo agora sem o

diretor social do bar: Zinho.


maravilha

CIDADE GANHA

NOVO HOTEL

Uma das primeiras ações do

novo diretor da BHG, Brazil

Hospitality Group, Flávio Maia,

é acelerar o projeto de

construção de um hotel do

padrão Tulip Inn no complexo

de negócios do CEAR em

Araraquara. Lá também

teremos um novo shopping.

“Vim para ver pessoalmente a área”,

disse Flávio Maia, em sua recente visita a

nossa cidade no mês passado. Foi exatamente

em julho do ano passado que Maia

assumiu o cargo de Diretor de Novos Negócios

da BHG em substituição a Fabrício

Muzzio e segundo ele, o grupo já havia

mapeado Araraquara como possível cidade

para a construção de um hotel. “Com certeza,

nos interessa bastante. As chances de

um empreendimento aqui ser viabilizado

são grandes.”

O próximo passo, disse o diretor, será

definir exatamente o local para a construção,

fazer um projeto e apresentá-lo à direção do

BHG e aos acionistas do Fundo de Investimento

em Participações (FIP). “Aprovado,

iniciamos as obras”.

Ele assegurou que a

ideia é trazer para Araraquara

um empreendimento

com a característica do hotel

padrão Tulip Inn (3 estrelas),

apresentando algo entre

140 e 200 apartamentos.

Especula-se que o investimento

gire em torno de R$

25 milhões. “O Tulip Inn é

extremamente confortável,

diferenciado e atende à demanda

da região. O padrão

de qualidade é internacional”,

afirmou o executivo.

Na verdade, duas são as

empresas interessadas em

operar o hotel que o Fundo

dos Economiários Federais

(Funcef) vai construir

em Araraquara. A Accor,

que já se manifestara anteriormente

e agora a BHG

demonstra interesse em investir

na cidade.

O complexo do Funcef

vai mudar radicalmente a

paisagem na área do Centro

de Eventos de Araraquara,

que hoje conta com barracões de oficinas

ferroviárias e grande movimento de locomotivas.

Com a construção do complexo

de negócios tudo isso será transferido para

Tutóia. A cidade deverá ganhar um complexo

de negócios moderno em plena região

central, estimulando outros investimentos

na região.

Projeto de construção apresentando o shopping e o hotel


Além do hotel, o projeto do Funcef

prevê a construção de um shopping center,

um centro comercial e duas torres de apartamentos

residenciais. O empreendimento

será realizado em três etapas. A primeira,

que inclui o hotel, uma etapa do shopping

e o centro comercial, prevê investimento

de R$ 135 milhões. No total, o investimento

previsto é de R$ 300 milhões e inclui a

finalização do shopping e a construção das

duas torres de apartamentos. O hotel terá

204 apartamentos em 12 andares padrão três

estrelas. Já o shopping será construído em

três fases. No total, o centro de compras terá

54,8 mil m², sendo 18 mil m² em cada etapa

de construção. Com 1.600 vagas de estacionamento,

o shopping estará entre os maiores

do interior após a conclusão da terceira fase.

O centro comercial terá 102 salas para escritórios

e as torres de apartamentos terão 600

unidades de 140 m² cada.

Segundo Paulo Campos, diretor de

Empreendimentos Imobiliários da Funcef

(Fundação dos Economiários Federais), os

apartamentos serão destinados a famílias de

classe média e começarão a ser vendidos

assim que a construção das torres for iniciada.

Na região, além da Arena da Fonte,

se encontram o Gigantão, recentemente reinaugurado,

o Parque Aquático da Fonte Luminosa,

a Praça Scalamandré

Sobrinho e o Centro de

Eventos Araraquara (Cear).

Com o empreendimento,

diz eufórico o prefeito

Marcelo Barbieri, estaremos

mudando radicalmente

o visual de uma das regiões

mais importantes da cidade.


definitivamente

NA HISTÓRIA

DO ESPORTE

Quem assistiu a inauguração

do Gigantão em 11 de outubro

de 1969 e acompanhou a sua

reinauguração 44 anos depois,

sentiu a mesma emoção e o

orgulho de vê-lo de volta.

No dia 9 de julho, Araraquara teve de

volta seu maior símbolo esportivo, o Ginásio

de Esportes Castelo Branco, Gigantão,

com a presença de um ilustre convidado: o

Ministro do Esporte, Aldo Rebelo.

“A reabertura do Gigantão demonstra o

quanto o esporte é importante para Araraquara

e para a formação dos cidadãos. Essa

era uma obra muito aguardada pela população”,

destacou o prefeito ao agradecer Rebelo

pela visita.

A reinauguração se deu por conta da

queda de uma das abas do ginásio (nos fundos),

em outubro de 2010. A aba rompida

foi reconstituída, além disso, o reforço estrutural

e a impermeabilização do telhado

também foram etapas importantes nesta revitalização.

O Gigantão também teve a quadra ampliada

e a colocação do novo piso de madeira

flutuante. Outras melhorias como a

instalação de cadeiras em todo o ginásio;

moderno sistema de iluminação; melhorias

em sanitários, vestiários de atletas e arbitragem;

edificação de rede de hidrantes e reservatório

de água; pintura geral e revitalização

do salão de apoio às modalidades também

foram realizadas. A obra do Gigantão contou

com recursos do município, do Estado e

da União, por meio de emendas do deputado

estadual Roberto Massafera e do deputado

federal Vicente Cândido.

O Gigantão recebeu um investimento de

R$ 5,6 milhões provenientes dos Governos

Estadual (R$ 2 milhões) e Federal (R$ 1

milhão) e da Prefeitura (R$ 1 milhão) para

as obras de elaboração de laudo técnico, recuperação

estrutural, impermeabilização da

cobertura, reforma dos vestiários e sanitários,

recuperação do piso da quadra, colocação

de assentos, entre outras. O investimento

trouxe de volta um dos cartões postais

mais famosos de Araraquara, reconhecido

pelas suas formas arquitetônicas.

A quadra poliesportiva foi ampliada e

possui medidas oficiais para a prática do

futsal, além do handebol, basquete e vôlei.

O piso também foi substituído por madeira

flutuante, material que auxilia na absorção

de impactos para os atletas. Por iniciativa do

Ministro Aldo Rebelo, Odete Souza (esposa

de Rosa Branca) e o prefeito Marcelo Barbieri


Homenagem à Comissão Técnica responsável pela construção do Gigantão a partir de 1968:

Engenheiros Roberto Massafera, José Henrique Albiero, Luiz Antonio Massafera e Nelson

Barbieri (seu neto - Nelsinho)

prefeito e do secretário de Esporte e Lazer,

Jair Martineli, a quadra recebeu a denominação

de “Carmo de Souza”, o Rosa Branca,

araraquarense que brilhou no basquete

nacional e internacional nos anos 60.

O deputado estadual Roberto Massafera

ressaltou o esforço do prefeito para

reinauguração o Gigantão. “É uma grande

satisfação ter participado da inauguração

do ginásio, em 1969, e agora novamente na

reinauguração”, disse o deputado, referindo-se

à comissão técnica que participou da

construção do ginásio e esteve presente no

evento.

A família do atleta Rosa Branca foi homenageada

no evento. Sua esposa Odete

Santana Souza e os filhos Samanta, Samara

e Saulo compareceram à reinauguração.

Rosa Branca é ícone do basquete brasileiro,

com participações em Jogos Olímpicos defendendo

a seleção brasileira, além de ter

conquistado títulos mundiais em clubes por

onde passou, principalmente no Palmeiras,

entre 1958 e 1963, e depois no Corinthians,

de 1964 a 1971. Em Araraquara, Rosa Branca

defendeu seu primeiro clube profissionalmente,

o Nosso Clube. Em meados dos anos

de 1960, Rosa Branca foi convidado para

integrar o mítico time dos Harlem Globetrotters,

os primeiros a mesclarem basquete

e exibição. O atleta faleceu em 22 de dezembro

de 2008.

Mariana Gadelha representou o pai, o

arquiteto Luiz do Valle Gadelha, na homenagem

a um dos responsáveis pelo projeto

original. Ele e Jonas Farias, proprietários da

Construtora Domo, foram os responsáveis

pelo projeto arrojado do Gigantão, que tem

como características o concreto aparente,

com um pórtico rígido e emprego de tirantes

protendidos que ligam os blocos de fundação

formando uma quadra com a cobertura

em casca, ligada através de um sistema de

pilares e tirantes. Por fim, a comissão técnica

de 1969 que participou da construção do

ginásio também foi homenageada.

O jogo de abertura foi entre Fundesport

2 x Sesi 3, com mais de duas horas de

duração. O saque inicial da partida foi

feito pelo ex-jogador da Seleção Brasileira,

Maurício Lima. Além dele, o ex- jogador

José Montanaro Jr, atual diretor do time

do Sesi, e a ex- jogadora da Seleção

Brasileira de basquete Roseli também

prestigiaram o jogo.


jogos regionais

ARARAQUARA,

A CAMPEÃ

A conquista se deve ao bom

trabalho de Jair Martineli, que

deixa a Secretaria de Esportes

e retorna à função de vereador,

convicto da missão cumprida.

Campeã dos 57º Jogos Regionais finalizados

no dia 27 de julho, Araraquara somou

327 pontos superando as pontuações

dos anos anteriores que foram 326, 311,

292 e 303 em 2012, 2011, 2010 e 2009,

respectivamente. A campanha mostra uma

regularidade acima dos 300 pontos nos

últimos três anos e uma evolução a partir

de 2010, saltando dos 292 para 327 pontos

em 2013, analisa o ex-coordenador da Secretaria

de Esporte e Lazer, Osmar “Pio”

Volpe.

Araraquara subiu ano a ano e a cidade

de Ribeirão Preto teve uma queda, e essa

tendência ficou evidenciada com a conquista

do título, observa Jair Martineli, na

época secretário de Esportes e responsável

pelo sucesso do evento ao lado da sua

equipe. Ele agora está retornando à Câmara

Municipal para assumir seu cargo de

vereador, eleito no ano passado.

Por modalidade campeã, Araraquara

também esteve à frente das demais com 15

ouros. Em segundo lugar, Ribeirão com

11.

Na segunda divisão, Patrocínio Paulista,

campeã com 169 pontos, e Jaboticabal,

141, conquistaram vaga na primeira

divisão dos 58º Jogos Regionais em 2014,

que serão disputados em Bebedouro.

documento

A solidão da Estrada de Ferro em meio

aos trilhos

MEMÓRIAS DA

E.F.A.

A antiga Estrada de Ferro de

Araraquara é pontuada por um

romantismo incontido desde o

final do século XIX. Seus traços

se misturam a fatos que agora

se transformam em documento

de grande valor.

Estreia dia 10 de agosto, às 19h30 no

Museu Ferroviário, em Araraquara, o documentário

Memórias da EFA do cineasta

araraquarense, Marcelo Machado. O documentário

trata das memórias afetivas da Estrada

de Ferro Araraquara, alma econômica

e cultural da cidade durante o século XX.

Desdobramento do "Apito do Trem",

primeiro documentário de Machado sobre o

tema, Memórias da EFA, tenta por meio de

uma viagem pelos trechos da antiga Estrada

Primeira Locomotiva da EFA - A Boneca

que começou a funcionar em 1898

recontar um pouco de sua história. Um jovem

casal e seus filhos, que nunca andaram

em um trem de passageiros, são os personagens

dessa epopeia que nos leva de Araraquara

até as barrancas do rio Paraná, destino

lendário da Araraquarense.

Falar do passado sem contar apenas com

depoimentos de pessoas ligadas à EFA durante

sua existência foi uma opção do diretor,

“minha vontade de usar os depoimentos

dos ex-ferroviários foi de novo traída pela

estratégia da viagem", comenta. Entre escombros,

tristezas e surpresas um panorama

dessa época é recontado e o percurso da

EFA redescoberto. O resultado é um retrato

de como lidamos com nosso patrimônio

Natural de Araraquara, Marcelo Machado

teve sua trajetória profissional em São

Paulo ligada a grandes nomes do cinema

nacional, tais como Fernando Meireles e

seu mais recente trabalho, o documentário

Tropicália, foi sucesso de público e crítica.

O filme, que se propõe a ser uma ferramenta

de discussão sobre a maneira como

lidamos como a nossa história, será exibido

em vários espaços: universidades, centros

culturais, associações, escolas, entre outros.

Paulo Veregue e Flaviano Japonês, da

malha, festejam vitória sobre Ribeirão

Marcelo Machado responsável por este

importante documentário contou com o

talento de jovens atrizes como Eleonora

Ducerisier e sua filha Nix Montenegro


econhecimento

UMA FESTA

PARA ELES

Sobrou emoção na cerimônia

de abertura da Festa Julina

Esportiva do Araraquarense

em que quatro associados

foram merecidamente

homenageados pela diretoria.

Há exatamente 18 anos o Araraquarense

realiza a Festa Julina Esportiva com o objetivo

de promover o congraçamento entre associações

e clubes co-irmãos de nossa cidade

e região, tendo como razão maior ainda

a consolidação do esporte como linguagem

universal.

Ao mesmo tempo, o Araraquarense,

disse o presidente Sidney Ferrarezi Júnior,

sente que um momento como este serve naturalmente

para que sua diretoria, ou mais

precisamente o seu Departamento de Esportes,

possa homenagear alguns associados

que tiveram ao longo do tempo, uma bonita

convivência com o esporte e fizeram da prática

esportiva um meio de conquistar amigos

e consolidar suas raízes com o clube que

em 2013, completou 132 anos de fundação.

“Esta é então a razão que nos leva a estarmos

aqui reunidos, para dizer que é um

motivo de muita alegria recebê-los na Festa

Julina Esportiva que certamente será pontuada

por momentos de fraternidade, alegria,

Os homenageados: Alfredinho Cefaly,

Abrahão José Nogueira, João Marino Neto

e Lisandro Abrita (Lico)

Presidente Sidney Ferrarezi Júnior na

abertura da Festa Julina Esportiva

de reencontro com os amigos, tornando este

ambiente ainda mais familiar, que por sinal

é uma das principais características do nosso

clube”, completou o presidente.

O diretor de Esportes, Paulo Galvão

Reis, estava eufórico com a participação de

67 equipes em cinco modalidades: Futebol

Sub 11, Futsal Sub 9, Bocha Feminina e Bocha

Quartetos, Truco Duplas e Tênis Duplas.

Cristina, André

Di Nardo e

Marino

JOÃO MARINO NETO

ABRAHÃO JOSÉ NOGUEIRA

João Marino Neto, patrono do Torneio de Bocha,

com a participação de 25 quartetos masculinos

e 12 duplas femininas. Marino é sócio

desde março de 1973, sendo inegável o seu

envolvimento na existência do Clube, fazendo

deste clube praticamente a extensão do seu lar.

Cristina, Célia,

Abrahão e Paulo Reis

“Abrahãozinho”, patrono do Futebol Menores,

realizado com 4 equipes. Sócio desde

1994, sempre viu efetivamente o futebol

como uma maneira dos companheiros estarem

integrados em torno de um único objetivo:

o companheirismo.


FRANCISCO ALFREDO GURGEL CEFALY

Andréia Meluso,

Lilian, Alfredinho e

Fernando Speranza

Alfredinho Cefaly, patrono do Torneio de Futsal

Categorias Menores, com participação de

4 equipes. Ele, praticamente nasceu dentro do

Clube Araraquarense, pois veio ao mundo no

dia 12 de maio de 1953 e os seus pais Maria

do Carmo e Rômulo, já eram sócios desde

janeiro de 1945. Alfredinho foi homenageado

pela sua história no Clube, pelo seu futebol. Um

talento defendendo os clubes amadores, sendo

exemplo para os jovens atletas do Futsal, onde

também foi um craque.

Regina, Luciane,

Lico e Sidney

Ferrarezi Jr

LISANDRO ABRITTA

Lico, patrono do Torneio de Tênis, com participação

de 12 duplas. O Lico nasceu em 11 de

fevereiro de 1973. Seu pai José Carlos Abritta já

era associado desde criança, filho do sócio remido,

o saudoso Dr. Domingos Abritta, por quem

Araraquara sempre nutriu uma grande admiração.

Lico participa do Tênis desde os 7 anos de

idade, tendo sempre os pais José Carlos Abritta

e Beatriz de Lucca Abritta, a acompanhá-lo.

AGRADECIMENTO

O Clube Araraquarense agradece a participação

das equipes que contribuíram com o sucesso

da sua Festa Julina Esportiva: Prefeituras de

Gavião Peixoto, Trabijú e Cândido Rodrigues;

Departamento de Esportes de Américo Brasiliense,

Clube Náutico, Colorado, AFA (Associação

de Futsal e Futebol), Grêmio Nestlé, Associação

Desportiva da Polícia Militar, Melusa

Clube, Ferroviária, Associação de Engenharia,

Comissão Municipal de Esportes de Boa Esperança,

Ponto Chic e Associação dos Viajantes

de Araraquara.


sabsa

É O PORTAL DA

SOLIDARIEDADE

Referência nacional como

associação de bairro, a SABSA

se projeta ainda mais no

conceito da assistência social

ao inaugurar moderno Centro

Cultural e Educacional.

José Carlos Porsani em menos de 30

dias teve duas grandes emoções: ser o primeiro

araraquarense a tornar-se membro

titular do Conselho Fiscal da Associação

da Frente Paulista dos Dirigentes Públicos,

órgão que debate políticas públicas voltadas

para a assistência e inaugurar o Centro

Cultural e Educacional da SABSA, no Santa

Angelina, que hoje conta com 1,5 mil associados.

“Estou extremamente feliz; sinto-me

realizado em contribuir com a alegria e a felicidade

do próximo”, dizia Porsani.

A Associação da Frente Paulista tem

como meta representar os 645 municípios

do Estado de São Paulo junto às demais

esferas de governo e defender a assistência

social como política de seguridade social.

Já na SABSA, como presidente em 11

mandatos e trabalhando desde a sua fundação,

Porsani fidelizou sua imagem como

defensor nato do bairro; desde o começo

teve o incentivo e a ajuda de Maria de Lourdes

de Almeida e Julieta Esther do Amaral,

do Serviço Especial de Saúde. Com isso, a

SABSA tornou-se uma sociedade de amigos

de bairro modelo em todo o país, tendo

um patrimônio invejável, conseguido

através de doações, rifas, bingos, almoços

e jantares. Com o Centro Cultural ela fecha

um novo ciclo e o que é melhor ainda - sem

dúvidas - diz Porsani.

Elias Chediek, José Carlos Porsani, Marcelo

Barbieri, Roberto Massafera e Adilson Vital

O novo prédio conta com 700m², ao

lado da própria sede, tendo por objetivo ampliar

o atendimento já disponibilizado para

crianças e adolescentes na faixa etária de 6

a 16 anos. Até então atendia crianças até 14

anos. O foco principal do Centro Cultural,

comenta Porsani, será a Educação com a

extensão à Qualificação Profissional, preparando

os jovens para o mercado de trabalho.

Para isso, o Centro Cultural conta com

salas para aulas de informática, eletricista,

esteticista e manicure que serão ministradas

em parceria com o SENAI e SENAC.

Também há salas apropriadas para aulas de

inglês, ginástica, balet e ainda sala específica

para atendimento odontológico e uma

outra para atendimento médico preventivo.

Um auditório para 98 pessoas completa esse

conjunto que teve investimento de R$ 1,5

milhão em 10 anos de construção.

Durante a cerimônia, o deputado Roberto

Massafera disse que “no momento

em que vivemos uma crise de valores éticos

na política em Brasília, ações como essa do

SABSA merecem ser um modelo para todo

o País. Esse é o tipo de choque de gestão que

nós precisamos na política. Aqui, a comunidade

e a administração municipal do prefeito

Marcelo Barbieri trabalham em parceria

pelo bem comum e o Porsani merece elogios

pelo trabalho”, reconheceu Massafera.

Centro Cultural

da SABSA

Andréa Pastore, diretora do DRAS

Araraquara entrega a Barbieri o termo de

adesão ao programa SP Amigo do Idoso


em foco

TRIBUNAL REGIONAL DE CONTAS

GANHA SEDE PRÓPRIA NA CIDADE

Sede própria do TCE e Escola de Contas de Araraquara

O TCE vem fortalecer ainda

mais a fiscalização das

administrações e também dos

órgãos públicos; trabalhar no

combate ao desperdício do

dinheiro público e aproximar

e estabelecer fortes laços entre

a instituição e a sociedade.

A Unidade Regional do Tribunal de

Contas do Estado de São Paulo (TCESP)

de Araraquara já tem sua sede própria para

abrigar também uma subsede da Escola de

Contas Públicas (ECP) - órgão ligado à Corte

de Contas que desenvolve ações educacionais

e atua nas áreas de capacitação e treinamento

dos servidores e jurisdicionados.

O funcionamento da subsede da Escola

de Contas na cidade foi regulamentada através

de resolução publicada no Diário Oficial

do Estado, em junho, e aprovada por unanimidade

pelo colegiado do TCE e Conselho

Orientador Didático-Pedagógico da ECP.

A sede própria do TCE de Araraquara,

edificada no bairro do Quitandinha, possui

três andares e está disposta em uma área de

3.162 metros quadrados. O valor da obra é

de R$ 5.513.733,52, incluindo mobiliário e

toda infraestrutura de áudio e vídeo e comporta

um auditório com cerca de 300 lugares.

A regional foi inaugurada no dia 1º de

outubro de 2007.

O deputado Roberto Massafera, um dos

articuladores para a construção do prédio em

Araraquara, tem destacado o fortalecimento

da Corte de Contas paulista e enaltecido a

qualidade dos serviços prestados através da

Unidade Regional de Araraquara, que atende

18 municípios da região.

Ainda recentemente, o deputado estadual

encaminhou ao Presidente do TCE,

solicitação da vereadora e diretora da Escola

do Legislativo da Câmara Municipal, Edna

Martins, para que possa ser estabelecida

parceria entre os órgãos de forma a contribuir

com a formação de quadros pessoais e

na qualificação dos servidores municipais.

QUEM É O PRESIDENTE DO TCESP

Decano dos conselheiros, Antônio Roque

Citadini está no Tribunal de Contas paulista

desde abril de 1988. Foi presidente durante

três mandatos (1991, 1998 e 2007) e

participou, por outras vezes, do comando

administrativo da Casa, como vice-presidente

e corregedor.

Antonio Roque Citadini, presidente do

Tribunal de Contas no Estado


comércio

CHEGANDO AS

LOJAS RENNER

Segunda maior rede de

departamentos de vestuário

do país fará parte das novas

instalações do projeto de

expansão do Jaraguá.

A partir do segundo semestre de 2014,

os clientes do Shopping Jaraguá terão uma

nova opção de compras para renovar o guarda-roupa

com a vinda das Lojas Renner.

A segunda maior rede de lojas de departamentos

de vestuário no Brasil chega à

cidade trazendo a marca de uma trajetória

de expansão e pioneirismo, ao implantar no

país, em 2012, o conceito de Estilos de Vida

no desenvolvimento das coleções de suas

marcas (Cortelle, Request, Just Be, Blue

Steel e Marfinno) e na organização de suas

lojas espalhadas em centenas de cidades.

A exposição coordenada de roupas, calçados

e acessórios, sob marcas que refletem

diferentes atitudes, interesses e personalidades,

facilita a escolha dos clientes, permitindo

uma identificação clara do conjunto de

peças que melhor reflete seu jeito de ser e de

viver, otimizando o seu tempo de compras.

Além da Renner e Riachuelo já confirmadas,

mais uma nova loja âncora fará parte

do terceiro projeto de expansão do Shopping

Jaraguá, que contará também com um

conglomerado de 62 novas lojas satélites e

4 megalojas, integrando o novo projeto de

revitalização do empreendimento.

A Renner, no centro de Porto Alegre

OBRAS DE EXPANSÃO

O Shopping Jaraguá Araraquara deu início

em junho às obras de seu terceiro projeto

de expansão. Dividido em duas grandes etapas,

o projeto traz neste momento, de forma

estratégica, a readequação do estacionamento

que passará a oferecer mais mil vagas,

que somadas às 623 disponíveis, trará mais

conforto e comodidade aos clientes.

Tapumes e sinalização provisória foram

instalados, indicando a interdição de aproximadamente

100 vagas, operação necessária

para que sejam construídas as interligações

e vias de acesso para o novo bolsão.

Ao final do prazo estimado, será disponibilizada

uma capacidade maior de recepção

de veículos, levando em consideração

o crescimento no fluxo decorrente da duplicação

da área do centro de compras, que

passará a oferecer, a partir de 2014, mais 3

âncoras, entre elas a Riachuelo e as Lojas

Renner, já confirmadas, 04 megalojas, 62

lojas satélites, além de um cinema totalmente

reformulado, instalado no piso superior.

RENNER, COMO TUDO COMEÇOU

Antônio Jacob Renner, (7 de maio de 1884 - dezembro de 1966),

é o fundador das Lojas Renner, uma das maiores redes varejistas

gaúchas de vestuário. Foi um dos grandes empresários do Rio

Grande do Sul. Neto de imigrantes alemães, aos 20 anos casou-se

com uma das herdeiras da empresa Cristiano J. Trein & Cia., que

dominava o comércio de São Sebastião do Caí, por sinal intenso,

por causa do porto fluvial da cidade, que distribuía as mercadorias

vindas de Porto Alegre e escoava a produção da colônia alemã,

fazendo o transporte em lombo de burros por trilhas rudimentares.

Com a inauguração da estrada de ferro, o transporte animal

tornou-se obsoleto, mas Renner já havia percebido as necessidades

dos colonos em matéria de vestuário. Em 1911, aos vinte e sete

anos, participou da fundação de uma pequena tecelagem, chamada Frederico Engel & Cia. Um

ano depois passou a produzir capas para chuva, que se tornaram famosas em todo o estado

por serem impermeáveis. Em 1914 a fábrica iniciou sua instalação na capital, buscando mais

proximidade com o consumidor e matéria-prima. Em 1917, a empresa passou a chamar-se

A.J.Renner & Cia. e mudou sua sede definitivamente para Porto Alegre, buscando maiores oportunidades

de crescimento.


serviço

EMPRESA QUER AUMENTAR O

NÚMERO DE CONSUMIDORES

A presença da Gas Brasiliano

nestes 10 anos em Araraquara

contribuiu de forma decisiva

na geração de empregos e no

desenvolvimento econômico.

A Gas Brasiliano, que recentemente

inaugurou seu novo prédio em Araraquara,

continua acelerando o projeto de aumentar

em 40% o número de consumidores atendidos

pela companhia, expandindo em 15%

o volume total de gás distribuido na região

noroeste do Estado. Atualmente, a concessionária

entrega ao mercado cerca de 850

mil m3/dia de gás natural.

Com investimento de R$ 21 milhões, a

rede de gasodutos da concessionária ganha

aproximadamente 35 km em 2013, especialmente

nas regiões de Araçatuba, Araraquara,

Bauru, Marília, Ribeirão Preto e São

Carlos, para atender os segmentos de mercado

industrial, comercial, residencial e veicular

(GNV). A expansão da rede está focada

também no segmento residencial. Até março

deste ano, por exemplo, a concessionária

ampliou sua rede de distribuição para mais

950 clientes residenciais em Araçatuba, Ribeirão

Preto e São Carlos.

A nova sede, inaugurada em Araraquara,

conta com três blocos (prédio central,

estacionamento coberto, arquivo técnico e

área de convivência), totalizando cinco mil

m². São seus grandes clientes no município

a Cutrale e Nestlé e, em breve, a JBF

Momento histórico para o município: a

inauguração da sede da Gas Brasiliano

José Alcides Santoro, diretor de Gás e

Energia da Petrobras durante sua passagem

por Araraquara para acompanhar a

inauguração da sede da Gas Brasiliano

Industries, empresa indiana que irá produzir

matéria-prima para garrafas PET à base do

etanol, e a Randon, maior fabricante brasileira

de carrocerias e semirreboques para o

setor sucroalcooleiro.

GÁS NATURAL

FONTE DE ENERGIA LIMPA

O gás natural é uma energia de origem fóssil,

mistura de hidrocarbonetos leves entre

os quais se destaca o metano (CH4), que se

localiza no subsolo da terra e é procedente

da decomposição da matéria orgânica

espalhada entre os extratos rochosos. Tal e

como é extraído das jazidas, o gás natural é

um produto incolor e inodoro, não é tóxico

e é mais leve que o ar.

Tanto o gás natural quanto o gás manufaturado

não têm cheiro, eles são odorizados

para que sejam percebidos em caso de

escapamentos. Além disso, o gás natural

é uma energia carente de enxofre e a sua

combustão é completa, liberando como

produtos da mesma o dióxido de carbono

(CO2) e vapor de água, sendo os dois componentes

não tóxicos, o que faz do gás natural

uma energia ecológica e não poluente.


Edição Agosto / 2013

Presidente do Sindicato Rural, Nicolau de

Souza Freitas faz o agradecimento após receber

a homenagem de Paulo Viana, representando

a gerência regional do SEBRAE

dia do produtor rural

UMA MERECIDA HOMENAGEM

A NICOLAU DE SOUZA FREITAS

O Dia do Produtor Rural

em julho motivou a classe a

entregar a Nicolau de Souza

Freitas, um belo cartão pelos

serviços que vem prestando

como presidente do Sindicato

Rural de Araraquara.

Com o objetivo de homenagear os produtores

e fornecer informações atualizadas

sobre o Novo Código Florestal e ampliação

de mercado consumidor, o Dia do Agricultor

foi comemorado no último dia 26 no

Sest/Senat. Na ocasião o produtor e presidente

do Sindicato Rural de Araraquara

Nicolau de Souza Freitas foi homenageado

e recebeu uma placa de prata do Paulo

Viana, representando a gerência regional do

SEBRAE-SP.

O encontro teve início às 8h30, com

um café-da-manhã. Depois foi formada a

mesa com a presença de Nestor Jamami,

diretor técnico CAT regional de Araraquara;

Nicolau de Souza Freitas, presidente do

Sindicato Rural de Araraquara;

Paulo Viana, representando a

gerência regional do SEBRAE-

SP; Sebastião Santos, deputado

estadual; Maria Cândida Segnini,

diretora técnica da Coordenação

de Defesa Agropecuária,

regional de Araraquara, Marcos

Alves Pereira, coordenador da

SFPA/SP, Marco Pilla, diretor executivo do

Itesp e do vereador Jéferson Yashuda.

Na sequência foi realizada a Missa Sertaneja

e as palestras “Programa Paulista de

Agricultura de Interesse Familiar” e “Micro

Bacias II – acesso a mercados”. A última

palestra, “Esclarecimentos do Novo Código

Florestal”, foi ministrada pelo professor Dr.

Luiz Carlos de Moraes, um dos melhores

especialistas na área de Direito Ambiental.

O professor falou sobre temas relevantes

como as Áreas de Preservação Permanente

(APP), Reserva Legal e o Cadastro Ambiental

Rural (CAR). Explicou quais as desvantagens

e perdas que os produtores rurais

terão com a aplicação da nova legislação

ambiental. Ele fez um cálculo baseado em

trabalho da Universidade Federal de Minas

Gerais por um professor que é da secretaria

de Assuntos Especiais da presidência da República

e afirma que São Paulo perderá 13%

de toda área plantada, isso significa algo em

torno de dois milhões e 600 mil hectares.

Questionado se há um levantamento do

valor do custo aproximado que os produtores

rurais terão para repor as áreas para compor/repor

a Reserva Legal e Área de Preservação

Permanente, disse que não há nada

certo. “Não tem como se fazer essa conta

porque a lei federal deu limites externos

para que o Estado venha legislar sobre isso.


O Sindicato Rural, representado pelo seu presidente Nicolau de Souza

Freitas e o SENAR, que tem como coordenador na região de Araraquara o

agrônomo Mário Porto, têm realizado um importante trabalho visando

orientar e defender os produtores rurais. O trabalho se completa com a

parceria junto ao SEBRAE-SP

O Estado de São Paulo é o mais inflexível

nessa área sem saber o que vai perder”. Em

relação ao custo, vai depender da legislação

estadual. Se determinar que é possível fechar

a área e deixar para regeneração natural

ou se é preciso plantar espécies nativas. “As

pessoas têm que se conscientizar que ainda

falta um debate político dentro do Estado de

São Paulo”, ressalta.

As alterações no Código Ambiental afetarão

financeiramente os recursos dos municípios

em geral? O especialista responde

com exemplo de duas cidades. A primeira,

São José do Rio Preto é uma grande cidade,

mas muito pequena em extensão territorial.

A segunda é Tanabi, 3ª maior em extensão

territorial do Estado de São Paulo, mas em

termos de população é bem pequena. “Se tirarmos

30% da área rural de Rio Preto, uma

cidade que vive mais do comércio e da prestação

de serviço, o impacto será em torno

de 1% do orçamento municipal. Em Tanabi,

13%, que são milhares de hectares e ainda

tem uma usina de cana, cujo ICMS é expedido

das notas, isso retorna para o município

e pode chegar de 8% a 12% do orçamento

municipal”, cita.

A data provável do início da obrigatoriedade

dos produtores rurais aderirem ao

Cadastro Ambiental Rural (CAR) é logo

que for implantado, pois foi apenas criado.

Depois de implantado, o produtor tem um

ano com prorrogação de mais um ano para

fazer o cadastro. “Quem não tiver cadastro,

daqui quatro anos não poderá fazer financiamento

no Banco do Brasil. O compito da

pequena reserva legal só se dá se o imóvel

tiver cadastro, também não

poderá compensar se tiver

excedente em outra propriedade

e se as duas não

tiverem inscritas no CAR”,

esclarece.

Quem for aderir ao Cadastro

Ambiental Rural, o artigo 29 diz ser

preciso que um dos pontos da propriedade

seja georreferenciada e o Governo atestará

a veracidade através de foto satélite. Quem

tiver que repor de acordo com a Área de

Preservação Permanente, dependerá do tamanho

do imóvel. O proprietário que estiver

inscrito no CAR e com área regenerada, não

tem necessidade de fazer reserva legal.

Afinal, quando o Código Florestal será

aprovado na sua totalidade? Segundo Luiz

Carlos de Moraes, depende da Assembleia

Legislativa do Estado de São Paulo. Sobre

as empresas que fazem compensação ambiental

para zerar suas dívidas ambientais,

todas hão de ser homologadas. Para os pequenos

e médios produtores, a vegetação

nativa existente na propriedade será reserva

legal independente do percentual. O artigo

82 do Código Florestal diz que o Poder Público

vai ajudar em toda e qualquer regularização.

Até quatro módulos, deveria fazer

tudo e entregar pronto, inclusive averbação

da propriedade.

“Eu continuo achando que Reserva Legal

é a pior opção que existe. Não gera ecossistema,

não garante a vegetação nativa em

longo prazo. Vou continuar discutindo. Agora,

precisa haver uma certa paz social, uma

paz jurídica. Se essa lei está reconhecendo

tudo o que foi aberto até agora, eu acho que

é um ponto intermediário importante de se

fazer respeitar, administrar os riscos para ir

mais à frente”, finaliza.

O evento foi uma realização do Sindicato

Rural de Araraquara, com apoio do SE-

BRAE-SP, Itesp, Cati, Defesa Agropecuária

e Prefeitura de Araraquara. Para encerrar, foi

oferecido almoço, sorteio de brindes e visita

aos estandes de máquinas e implementos

agrícolas.

Henrique de Souza Freitas com a mãe

Iracema Rosa dos Santos Freitas, a filha

Clara e a esposa Fernanda

O palestrante Luiz Carlos de Moraes, um dos

grandes especialistas brasileiros na área de

Direito Ambiental, focou em sua palestra a

implantação do novo Código Florestal e pediu

a participação de todos na luta pela defesa dos

direitos da classe


Maria mostra a muda do limão com o mesmo

orgulho que qualquer campeão exibe o troféu

conquistado numa disputa esportiva

João Araújo Medeiros e sua

mulher Maria do Socorro não

são proprietários de terra,

porém, estão se tornando em

prósperos produtores de lima

ácida, o chamado limão Tahití,

na região de Taquaritinga e

Cândido Rodrigues.

A estrela da família tem brilhado tanto

no campo nestes últimos tempos, que na

sua lista há um cliente dos mais ilustres: o

sobrenome Ermírio de Morais, grupo que

sempre esteve ligado à indústria de

base: siderurgia, mineração, energia

elétrica, cimento, entre outras.

Ricardo, que é neto do fundador

deste grupo e entende tudo de caipirinha,

o mais tradicional e típico

drinque brasileiro, lançou algum

tempo atrás a One. A primeira caipirinha

pronta inteiramente natural,

como ele mesmo define.

A novidade contudo está agregada

ao trabalho de Maria e João,

os produtores do limão que a família

Ermírio de Moraes utiliza na

citricultura

LIMA ÁCIDA

O POPULAR

LIMÃO

TAHITÍ

fabricação da One que já está sendo consumida

no exterior. Um produto com essas características

exige ingredientes de qualidade

e o limão é o principal deles, comentam os

especialistas.

A região, que tem a tradição de ser o

maior centro produtor de laranja do país,

começa a ceder espaço para o Limão Tahití.

Desestimulados pelos altos custos de produção

da laranja, pela queda da rentabilidade

e baixo preço pago pela indústria de suco,

eles substituem os extensos pomares de laranjas

por plantações verdejantes de limão.

O limão é bem mais resistente às pragas do

que a laranja.

A família Medeiros é um exemplo na

produção de limão. Mesmo sem possuir

terras, João e a esposa Maria, mais os filhos

Emerson que é técnico agrícola e a filha Natália,

técnica em informática, aliaram plantação,

colheita e tecnologia. O resultado é

uma produção de cerca 150 caixas de limão

por dia.

O proprietário da Fazenda Estiva trabalha

em parceria com João e Maria. Eles

aproveitam a área em baixo da linha de alta

tensão da CPFL, também conhecida como

“linhão”. Por motivo de segurança são proibidos

cultivo de cana-de-açúcar e árvores

altas, como eucalipto. A alternativa encontrada

foi plantar limão e manga Palmer de-

O limão plantado pela Família Medeiros

no sistema - meio a meio - com os

proprietários da Fazenda Estiva, se

transforma no mais importante ingrediente

para que a caipirinha fabricada pela

Família Ermírio de Moraes chegue ao

mercado internacional

João e a filha Natália, técnica em Informática

que cuida do setor administrativo

vidamente podadas para não ultrapassar a

altura permitida. A batata-doce entra na relação

de produtos que também ocupam esse

espaço.

A PARCERIA

Sendo na atualidade grandes produtores

e fornecedores de limão, os Medeiros

definem essa estratégia de ganho com o caminho

utilizado pelos antigos: “meieiros”,

A laranja cada vez mais vai perdendo

o seu espaço


Josiano Veloso da Silva, já na

plantação das mudas

quer dizer - lucros são rateados pela metade,

no entanto cada qual tem sua parte de ocupação

no projeto.

O dono da propriedade é responsável

pelas mudas e o calcário; a família cuida

da terra, arando, gradeando, esparramando

o calcário, sulcando, plantando a muda e

cuidando da irrigação até o pegamento das

mudas. Depois vem a poda de formação,

deixando de preferência de 3 a 4 ramificações

(pernadas). A família também fica responsável

pelos tratos naturais como o uso

de insumos agrícolas e pulverizações contra

doenças próprias da cultura. Os insumos e a

colheita serão divididos em 50% para cada

lado e a venda se fará na oportunidade da

solicitação do comprador, independente do

preço na ocasião.

Guerreira e batalhadora, Maria é uma

mulher do campo que ama a terra e adora o

que faz. Bem cedo, ao nascer do sol está na

plantação e ninguém é mais rápido que ela

na colheita dos frutos: são 50 caixas por dia.

De enxada na mão, a família em dois dias

planta 600 mudas por hectare.

Segundo Emerson Medeiros, são seis

mil pés para poder atender de 80 a 200 caixas

por dia. Quando os pedidos extrapolam

a produção, a família recorre aos vizinhos

Manga Palmer, sendo preparada para entrar no

mercado também plantada em baixo do linhão:

aproveitamento da terra para a cultura

O técnico agrícola Emerson Medeiros

- comprando o necessário para honrar os

compromissos.

A produção começou há 10 anos. “De

lá para cá, quanto mais plantamos, mais

vendemos. A procura é pela qualidade e não

pelo preço”, esclarece. E a qualidade vem

através do solo e do clima. O limão colhido

não tem pontos pretos, vestígios de ferrugem,

nem pontos queimados.

Além disso, seu cultivo é fácil e a árvore

demanda pouco espaço. A planta tem

poucas ramificações,

atingindo até seis

metros de altura. O

caule e os ramos são

de coloração castanho-clara

e as flores,

em formato de

cachos, são alvas e

violetas. Para evitar

o greening, doença

de difícil controle, a

cada 15 dias a plantação

é pulverizada

com defensivo.

Como vender

não é problema,

existem compradores em todo Brasil: Campinas,

Santo André, Belo Horizonte, Brasília,

Recife, Curitiba, Santa Catarina, Rio de

Janeiro, Rio Grande do Sul entre outros.

João Medeiros tem toda uma estrutura

montada com barracão e equipamentos necessários

para o cultivo e tratos culturais do

limão. “A região é muito produtiva e além

do limão, muitos aproveitam e levam frutas,

legumes e verduras que também cultivamos

com todo o cuidado e dedicação. Plantamos

mandioca, batata, cebola, abobrinha, pimentão,

manga, goiaba entre outros”, conta.

De acordo com Natália Medeiros, a

velocidade da informação é necessária nos

negócios. “Acompanho diariamente o preço

da colheita, a cotação de mercado e sou

responsável pelos clientes on-line”, explica.

Louvável contudo é o grande esforço da

família Medeiros: pai e mãe ficam na plantação

orientados pelo filho Emerson que é

técnico agrícola; Natália cuida das vendas

utilizando a tecnologia; o outro filho, Eduardo,

montou uma loja de produtos agropecuários

em Cândido Rodrigues.

Plantio das verduras aproveitando

a compostagem formada pelos

dejetos da criação de coelhos


egional

Para os contabilistas a reunião

em Araraquara serviu para o

fortalecimento da classe.

Com o objetivo de coletar as demandas

da região e unificar as ações de promoção da

profissão contábil em todo o Estado, o Conselho

Diretor se reuniu com os delegados

do CRC SP e representantes de entidades

contábeis da região de Araraquara, em 11 de

julho de 2013.

O encontro contou com a participação

do presidente do CRC SP, Luiz Fernando

Nóbrega, os vice-presidentes de Administração

e Finanças, Claudio Avelino Mac-

Orlando Bonifácio Martins

(Jucesp), Luiz Fernando

Nóbrega (presidente do CRC

SP), os vice-presidentes de

Administração e Finanças,

Claudio Avelino Mac-Knight

Filippi, e de Registro, Ari

Milton Campanhã, e o diretor

executivo do Conselho,

Edeson Figueiredo

PRESIDENTE E DIRETORES DO CRC

VISITAM CONTABILISTAS DA CIDADE

Knight Filippi, e de Registro, Ari Milton

Campanhã, e o diretor executivo do Conselho,

Edeson Figueiredo Castanho.

Também participaram do encontro o

delegado regional de Araraquara, Benedito

Salvador Carlos, e os delegados do CRC SP

de Bebedouro, Irene Maria Maragoni Mignolo;

Ibitinga, Edivaldo Leite da Silva; Itápolis,

José Roberto Biella Costa; Jaboticabal,

Adail Aléssio de Simoni; Matão, Walter

Calabretti Filho; Monte Alto, Rosimar Pereira

Soares; São Carlos, Sebastião Cavallaro;

e Taquaritinga, Rodrigo Magdalena.

Entre os representantes de entidades de

classe, estiveram presentes o presidente do

Luiz Fernando Nóbrega (presidente do CRC

SP), os vice-presidente de Administração e

Finanças, Claudio Avelino Mac-Knight Filippi,

e de Registro, Ari Milton Campanhã, e Benedito

Salvador Carlos, delegado regional do CRC de

Araraquara

Sindicato dos Contabilistas de Araraquara,

Geraldo Luís Tampellini; o vice-presidente

do Sindicato dos Contabilistas de Araraquara,

Marcos Henrique Duó; o diretor do

Sindicato dos Contabilistas de Araraquara,

Orlando Bonifácio Martins; o presidente da

AESCAR (Associação de Serviços Contábeis

de Araraquara e Região), Paulo Luiz

Pecin; o vice-presidente Luiz Carlos Velludo;

e o diretor da associação, Roberto Aiello

Fonari.

À tarde, o presidente do CRC SP se reuniu

com o vice-prefeito de Araraquara, Antonio

Clóvis Pinto Ferraz, para apresentar

um projeto de cooperação entre o CRC SP

e o município e ações para ampliar a fiscalização

e promover a profissão contábil na

região.

Geraldo Luis Tampellini, Luiz Carlos Velludo, Paulo Luiz Pecin, Marcos Duó e

Roberto Fonari, diretores da ESCAR e SINCOAR


artigo

AFIXAÇÃO DE PREÇOS DE PRODUTOS E

SERVIÇOS NOS ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS

Dra. Thais Costa Domingues

Advogada do Sincomércio Araraquara

A Lei Federal nº

10.962/2004, regulamentada

pelo Decreto

Federal nº 5.903/2006,

que dispõe sobre a oferta

e as formas de afixação

de preços de produtos e serviços para o

consumidor, está em vigor há quase nove

anos. Contudo, dúvidas constantes surgem

no dia a dia dos empresários, que se preocupam

em transmitir aos seus clientes as informações

de maneira adequada, como determina

o Código de Defesa do Consumidor.

De acordo com a norma, os preços de

produtos e serviços devem ser informados

de modo a garantir ao consumidor a

correção, clareza, legibilidade, precisão e

ostensividade. Isso significa que as informações

devem ser verdadeiras, de fácil entendimento

e visualização, exatas e de fácil

percepção.

No comércio varejista em geral, a afixação

deve ser efetuada diretamente nos

produtos expostos à venda por etiquetas ou

similares, com sua face principal voltada ao

consumidor, o que inclui os produtos expostos

nas vitrines.

Já nos locais onde o consumidor tem

acesso direto aos produtos, ou seja, sem a

necessidade de intervenção direta do comerciante,

como em autosserviços, hipermercados,

supermercados e mercearias, a

legislação estabelece regras específicas para

a afixação de preços.

A relação de preços trazida pela Lei Federal

nº 10.962/2004 somente poderá ser

utilizada na impossibilidade

da afixação dos preços

de produtos e serviços nas

modalidades previstas. Contudo,

se for este o caso, a

relação deverá ter a sua face

principal voltada ao consumidor,

garantindo assim a

pronta visualização do preço.

É também obrigatória a discriminação

do preço do produto à vista e, caso haja

possibilidade de parcelamento, no mesmo

local devem estar explícitas as condições

de pagamento com o número e o valor das

prestações, o valor total a ser pago, bem

como as taxas de juros e demais encargos

e acréscimos.

Desta forma, a discriminação do preço

e a forma de pagamento devem estar nos

cartazes expostos nos estabelecimentos comerciais,

vias públicas, panfletos, jornais,

anúncios e demais meios de comunicação,

bem como nos anúncios em vitrines, araras,

prateleiras e qualquer outro lugar onde o

produto ou serviço seja exibido ao consumidor.

É o que determina a Lei Estadual nº

14.513/2011.

As informações sobre

os preços devem, ainda,

ser indicadas na mesma

dimensão com fonte e tamanhos

de letras iguais,

segundo a Lei Estadual nº

12.733/2007.

Quanto ao momento

da montagem, rearranjo

ou limpeza das vitrines,

se estes ocorrerem em horário de funcionamento

do estabelecimento, os produtos expostos

à venda e serviços oferecidos devem

sempre permanecer visíveis ao consumidor.

A legislação estabelece ainda as seguintes

proibições: utilização de letras cujo

tamanho não seja uniforme ou dificulte a

percepção da informação, considerada a distância

normal de visualização

do consumidor; exposição de

preços com as cores das letras

e do fundo idênticos ou semelhantes

que dificulte a visibilidade;

utilização de caracteres

apagados, rasurados ou borrados;

informação somente do

valor das parcelas, obrigando o consumidor

ao cálculo do total; informação

dos preços em

moeda estrangeira, sem a

sua conversão em moeda

corrente nacional, em caracteres

de igual ou superior

destaque; utilização

do código de referência

que deixe dúvida quanto à identificação do

item ao qual se refere; atribuição de preços

diferentes para o mesmo item e exposição

da informação redigida na vertical ou outro

ângulo que dificulte a leitura.

Ressalte-se que em conformidade com

o Decreto Federal nº 7.962/2013, a contratação

no comércio eletrônico deve observar

as mesmas regras de correção, clareza,

precisão, ostensividade, legibilidades das

informações e discriminação

do preço, além das normas

específicas acerca deste tipo

de venda.

A legislação também

determina que em caso de

divergência de preços para

o mesmo produto entre os

sistemas de informação utilizados

pelo estabelecimento,

o consumidor pagará o menor dentre eles.

É importante que o empresário saiba

que, independente da modalidade de afixação

de preços utilizada pelo estabelecimento,

o objetivo é garantir ao consumidor as

informações necessárias de forma clara e de

fácil visualização e que a não observância

das regras constantes da legislação poderá

culminar na aplicação das sanções previstas

no CDC, dentre elas, a multa.

Por fim, informamos que o SINCO-

MÉRCIO Araraquara disponibiliza em seu

site www.sincomercioararaquara.com.br, em

downloads, a cartilha “AFIXAÇÃO DE PRE-

ÇOS E FISCALIZAÇÃO”, elaborada pela

FECOMERCIO-SP e PROCON-SP, detalhando

outros dados sobre o assunto.


economia

INADIMPLÊNCIA CRESCE 28,7%

NO PRIMEIRO SEMESTRE

A inadimplência em Araraquara, medida pelo número de

inclusões de débitos no SCPC (Serviço Central de Proteção

ao Crédito), cresceu 28,7% na comparação do primeiro

semestre de 2013 aos primeiros seis meses de 2012.

ANÁLISE

Ao todo, foram 124.748 novos débitos

registrados no SCPC, contra 96.925 no mesmo

período de 2012. A afirmação é do economista

Jaime Vasconcelos, do Núcleo de

Economia do SINCOMÉRCIO Araraquara.

Considerando apenas os dados de junho, observa-se

uma queda de 16% da inadimplência

em relação a maio, porém um aumento

de 60% na contraposição a junho de 2012,

completa o profissional.

O grande crescimento da inadimplência

em Araraquara neste semestre segue a tendência

vista na Região Central, onde Araraquara

se insere, e no Estado de São Paulo.

No período, o número de débitos não pagos

e, por isso, inseridos no SCPC, cresceu

19,8% e 31,2%, respectivamente. Pela esfera

das exclusões, isto é, dívidas que estavam

presentes no sistema do SCPC e foram quitadas,

há um aumento, tanto em Araraquara,

quanto na Região Central e no Estado. O

aumento, respectivo, foi de 21,4%, 18,1% e

35,2%. Os números, mais bem explicitados,

podem se vistos na tabela 1, abaixo:

A substantiva alta da inadimplência

em Araraquara segue

a tendência vista em ambiente

macro. O crescimento do crédito,

aliado a menores taxas de

juros, gerou cenário propício ao

endividamento do consumidor,

em 2012. Tal endividamento,

unindo-se ao aperto do poder de

compra das famílias, devido à pressão inflacionária

(principalmente de alimentos),

colaborou para o endividado tornar-se, mais

facilmente, inadimplente. A situação é ainda

mais grave, quando lembramos que em

grande parte de tais dívidas estão embutidas

altas taxas de juros, já que é através do cartão

de crédito que a maioria dos consumidores

adquiriu bens e serviços.

O crescimento da inadimplência gera

importante preocupação nos setores do

comércio e serviços. Tal crescimento impacta

negativamente no poder de compra

das famílias, na confiança das mesmas, e

consequentemente enfraquece o consumo.

Aliás, não é apenas a inadimplência que

está minando o consumo interno brasileiro.

Inflação acima do meio da meta estipulada,

aumento da taxa básica de juros da economia

e arrefecimento da geração de emprego

com carteira assinada, dão uma perspectiva

do quanto o próprio consumo e, consequentemente,

o comércio devem estar cautelosos

com seu desempenho no segundo semestre.

Jaime Vasconcelos, do SINCOMÉRCIO

MAIORES CUIDADOS

O que mais contribuiu para o crescimento

do indicador no primeiro semestre

do ano foram dívidas não bancárias

(junto aos cartões de crédito, financeiras,

lojas em geral e prestadoras de serviços

como telefonia e fornecimento de energia

elétrica, água, etc.), com variação

positiva de 12,6%.

A inadimplência com bancos também

cresceu 1,3%. Já os cheques sem

fundos apresentaram queda de 9,4% e

os títulos protestados também caíram

1,4%.

O valor médio da inadimplência não

bancária apresentou queda de 10,9%

no primeiro semestre de 2013, na comparação

com o mesmo período do ano

anterior. Em relação aos títulos protestados,

o recuo foi de 2,2%. Já as dívidas

com os bancos e os cheques sem fundos

registraram alta de 5,4% e 10,4%,

O consumidor está mais cauteloso

em relação à sua situação financeira

neste primeiro semestre do ano. A inflação

reduziu o poder aquisitivo e o ciclo

de elevação dos juros tem penalizado

aqueles que utilizam intensamente o

cheque especial e o rotativo do cartão

de crédito. Diante deste cenário, o consumidor

evita novas compras a prazo e

prioriza o pagamento e a renegociação

das dívidas.


Texto:

Samuel Brasil Bueno

A bela ótica, na Rua 9 de Julho, 613

e o seu fundador Adácio da Matta

A cidade lembra com carinho

de Adácio da Matta, que em

1951 criou a Ótica Araraquara.

Casou-se com Antonia De

Rizzo e com ela formou uma

das famílias mais conceituadas

da cidade. A vontade de servir

sua terra, o levou a ser um dos

fundadores do Náutico.

ADÁCIO DA MATTA

PARA SEMPRE UM GRANDE HOMEM

Filho de José Da Matta e de Alice Azevedo

Da Matta, descendentes de portugueses,

Adácio nasceu em São Simão (SP), no dia

23 de março de 1928. Seus avós paternos,

portugueses de origem, foram os fundadores

da cidade de São Simão, local para onde se

dirigiram assim que chegaram ao Brasil.

Adácio era o terceiro filho de numerosa

prole. Eram seus irmãos: Adélcio José,

Adélcia, Adalgiza, Adaureluce, Audete, Audair,

esses do primeiro casamento de seu

pai; e outros quatro irmãos por parte de pai,

de um segundo casamento.

Iniciou seus estudos em São Simão, cursando

o Primário, Ginasial e Contabilidade.

Transferiu-se mais tarde para Ribeirão Preto,

lá se empregando na “Ótica Cica”, empresa

na qual aprendeu a profissão. Durante

esse período fez em São Paulo o Curso de

Ótica, obtendo seu diploma.

Inteligente, de espírito vivo, em 1951,

aos 23 anos, sozinho, mudou-se para Araraquara

e fundou a “Ótica Araraquara” no dia

3 de agosto de 1951, situada na Rua 9 de

Julho, n° 613, mesmo endereço onde permanece

até hoje.

Casou-se em Borborema no dia 12 de

junho de 1955, com Antonia De Rizzo, filha

de Domingos De Rizzo e Pierina Furlan

Tomarolli De Rizzo, proprietários de terra e

máquina de beneficiar arroz no município.

Do casamento de Adácio e Antonia

nasceram dois filhos: Helder, médico, hoje

também vererador eleito com expressiva

votação no ano passado e Márcia Helena,

professora universitária residente em Campo

Grande (MT). Acrescentam-se à sua descendência

os netos Luana, Thiago, Matheus

e Paula.

Por 24 anos, Adácio conduziu sua loja


A ótica em 1973

Em 1975, Adácio e a esposa Antonia inauguravam em Araraquara a segunda loja da

Ótica Araraquara também na Rua 9 de Julho, tendo a honra de receber o prefeito

Clodoaldo Medina na importante cerimônia

com pulso firme, dignidade e honradez,

criando fiel clientela. A Ótica Araraquara,

hoje sob a “batuta” de sua esposa, dona Antonia,

continua com os mesmos princípios

norteados por seu fundador.

Seu esporte predileto, sem dúvida nenhuma

foi a pescaria, atividade na qual Adácio

revigorava as forças para as jornadas do

dia a dia.

Em 1963, juntamente com um seleto

grupo de empresários, entre outros, podemos

citar Walter Guedes, Ivo Magnani,

Armando Paschoal, Wilton Lupo, Rubens

de Arruda, Galêgo, Joaquim Palomino,

Gumercindo Ferreira, Segundo Húngari,

Geraldo Beata, Persinho e Manéco, fundaram

o Clube Náutico Araraquara, que veio

a ser um modelo e orgulho para a cidade.

Os primeiros contatos foram feitos no escritório

do Palácio das Borrachas, empresa de

Armando Paschoal, ainda situada na Avenida

Brasil; e tendo sido realizada a primeira

Antonia com Nelson Antônio Coleta,

experiente profissional que trabalhou

na ótica por muitos anos

reunião oficial para fundação do clube nas

dependências do antigo Clube 27 de Outubro.

A data oficial da constituição do Clube

Náutico é 3 de junho de 1963. Adácio é sócio

fundador n°12, número esse que continua

em poder dos familiares.

Adácio faleceu aos 47 anos, em 31 de

agosto de 1975, ao retornar para Araraquara,

em acidente automobilístico. Uma grande

perda para a nossa cidade, deixando um

grande vazio em nosso comércio.

Seu nome está na rua através do decreto

n° 3.936, de 11 de outubro de 1977, que denomina

Rua Adácio Da Matta, a via pública

conhecida por “Rua 2”, eu tem o seu início

na conhecida “Rua 12” e seu término na conhecida

“Rua 18” o Parque Jardim D. Pedro

I (Pedregal).


CIESP VOLTA A PROMOVER A FEIRA DA INDÚSTRIA

Evento multisetorial no dia 19

de setembro reunirá empresas

âncoras para negócios em

Araraquara.

associadas do CIESP. De acordo com a

Diretoria do CIESP a interação com as

empresas âncoras é importante ferramenta

para o associado, porque geralmente as

pequenas e médias empresas têm dificuldades

em vender para as grandes empresas;

e esta é uma grande oportunidade de

promover o primeiro contato.

Em setembro

a Diretoria Regional

do CIESP

em Araraquara

realiza mais uma

edição da Feira

da Indústria no

CEAR - Centro

de Eventos de Araraquara e Região,

contemplando um Fórum de Inovação e

a Rodada de Negócios. O evento trará

atrações inovadoras como o São Paulo

Design, Projeto Exporta Fácil dos Correios,

Sala de Crédito com liberação de

recursos para novos negócios, além do

DEMPI - Departamento da Média e Pequena

Indústria e das ações do SESI/

SENAI. O SEBRAE participa com a unidade

móvel e sua equipe de consultores

abordando, dentre outros projetos, o ALI

(Agente Local de Inovação). Haverá ainda

espaços para exposição de produtos e

serviços das empresas interessadas. Já a

4ª Edição da Rodada de Negócios, que

faz parte da programação da Feira, deve

contemplar cerca de 30 empresas âncoras

e mais de 150 empresas fornecedoras em

todo Estado de São Paulo. A Rodada de

Negócios é a forma pela qual as empresas

compradoras e empresas vendedoras estabelecem

contatos visando a geração de

negócios, onde as vendedoras apresentam

suas ofertas para suprir as demandas das

compradoras. Com o objetivo de reunir

empresas de diversos segmentos e portes

para criar oportunidades, aproximando-as

para o fortalecimento e o associativismo,

o evento consegue proporcionar o desenvolvimento

de novos negócios, através da

aproximação de grandes e médias empresas,

com as pequenas e micro empresas

O SUCESSO DO ANO PASSADO

Em Araraquara, a 4ª edição da Rodada de Negócios deve superar o número de

reuniões realizadas, bem como o valor negociado no ano passado, que reuniu 32

empresas âncoras com 37 compradores representando cada uma das empresas e

mais de 100 fornecedores em todo Estado, gerando mais de 1000 reuniões entre

compradores e vendedores num único dia. Os negócios na ocasião ultrapassaram

a ordem de R$ 3 milhões em contratos posteriores ao evento.

As âncoras são o principal atrativo do evento, mas todos os participantes poderão

fazer reuniões entre si. Dentre as inúmeras empresas âncoras, em 2012 participaram

Iesa, Embraer, Lupo, Nestlé, HP Enterprise Serviçes, Nigro, Alumínio Fort Lar, Alumínio

Ramos, TAM, Big Dutchman, Electrolux, Itaipu Transformadores, Usina Santa Cruz, Triângulo

Alimentos JBT FoodTech, Unesp, Senai, Toalhas São Carlos, Marchesan, Elite,

Ventlar, Cadioli, Mauser, Predilecta e Cestari, além das Trades Internacionais.

Para as empresas participantes que têm interesse em negociar com as empresas

âncoras, o investimento é de R$ 200,00 para empresas associadas ao CIESP e R$

350,00 para não associados. Empresas associadas ao SINCOMÉRCIO e ACIA têm

descontos especiais. O evento conta com o patrocínio CAIXA, Desenvolve-SP, Sebrae,

SINCOMÉRCIO, e Ecobrisa, além da participação dos CORREIOS e apoio da Prefeitura

Municipal de Araraquara, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico.


atacadão

VEM CHEGANDO

COMO PREMIUM

Empresa de Amilton Brizolari

deve inaugurar duas lojas até

o final do ano em nossa cidade.

No dia 27 de junho, aconteceu em Américo

Brasiliense, a inauguração do Atacadão

Premium, um novo espaço comercial

para vendas de materiais de acabamento da

empresa Atacadão da Construção, que até

o final do ano irá inaugurar duas lojas em

Araraquara. Amilton Brizolari, diretor da

empresa, diz que o novo espaço premium

também simboliza os vinte anos da loja em

Américo Brasiliense.

Com um quadro atual de cerca de 200

funcionários, Amilton confirmou que irá

inaugurar duas lojas em Araraquara ainda

neste ano, uma delas na Vila Harmonia.

Amilton Brizolari e a esposa Lúcia

O espaço engloba lançamentos de materiais

para atender o público mais exigente,

em busca das últimas tendências de materiais

de acabamento.

A EMPRESA

Prédio do Atacadão Premium que vem sendo construído na Vila Harmonia

O Atacadão da Construção foi inaugurado

em 1993; dois anos depois, era realizada

a primeira reforma e ampliação da loja,

pela necessidade de melhor atender seus

clientes. Na época a empresa já contava com

50 funcionários. Sempre crescendo e com o

número de clientes aumentando, o Atacadão

teve sua primeira filial inaugurada em 1996,

no Jardim Vista Alegre. Em 2001, foi a vez

da inauguração da Madeireira Atacadão, no

Jardim Planalto.

A nossa preocupação foi sempre acompanhar

as evoluções e darmos um atendimento

personalizado e qualidade em nossos

produtos”, conclui Amilton.


Os modelos de box em vidro temperado

são mais resistentes e garantem mais

segurança durante o banho

projeto

BOX IDEAL PARA BANHEIROS PEQUENOS

Acompanhar a transformação

que a sociedade hoje vive em

todos os setores, notadamente

na construção civil, é o que os

arquitetos têm feito para

oferecer as melhores sugestões

na parte da vidraçaria.

irão determinar qual o tipo de box melhor se

encaixa no seu banheiro. E para não errar na

hora de fazer essa escolha, vale prestar atenção

nas dimensões do cômodo – lembrando

que o box deve satisfazer o bem-estar dos

moradores e tornar o espaço aconchegante.

Confira algumas dicas para fazer a escolha

certa do seu tipo de box:

- Observe o estilo da decoração do seu

banheiro e depois confira o orçamento que

você tem disponível para investir na compra

do seu box novo;

- Se você tem um banheiro pequeno,

opte por um modelo de box de canto;

- Box com porta de abrir é uma boa

opção pois sua abertura possibilita um vão

maior e a pessoa pode passar com facilidade;

- O box com porta deslizante também é

uma boa ideia, já que ele não “rouba” espaço

com sua estrutura;

O box é um item importante para a decoração

do banheiro pois, além de deixar o

cômodo mais bonito, também garante mais

privacidade e conforto na hora do banho,

diz Washington Rosa, da W. Rosa, loja onde

os clientes encontram os melhores produtos

para construir do alicerce ao acabamento.

Mas qual modelo escolher? Entre outras

características, você deve optar por peças

que sejam resistentes, práticas e bonitas,

completa o arquiteto, que emenda sua colocação

com uma pergunta.

Washington Rosa, da W. Rosa

Você sempre quis ter um box no banheiro,

mas está faltando espaço no cômodo?

Acredite, mesmo com pouco espaço é

possível instalar um box, basta escolher o

modelo certo. Nas lojas há box de todos os

tamanhos, estilos e preços. Mas, algumas

características específicas do seu projeto


- Verifique se o box atende a função de

evitar o escoamento da água pelo banheiro

durante o banho;

- Os modelos de box em vidro temperado

são mais resistentes e garantem mais

segurança durante o banho e permitem uma

decoração mais sofisticada ao banheiro;

- Na hora da instalação contrate um profissional

capacitado e certifique-se de que as

paredes estão no prumo e o piso bem nivelado.

Prestando atenção

a esses detalhes, é

possível caprichar

na decoração do

seu banheiro e

garantir um banho

mais gostoso!

Consulte as lojas

especializadas

para orientações


Louça e metal ganham cores, estampas,

recortes e conquistam espaço nos

banheiros

louças e metais

DESIGN E TECNOLOGIA PRESENTES

NAS PEÇAS QUE ESTÃO CHEGANDO

Oferecer produtos da mais alta

qualidade tem sido a missão de

lojas que atuam no segmento

e que sempre buscam atrair

clientes específicos para cada

situação da obra.

ram a ser vistos como produtos de design;

madeiras, laminados e afins receberam tratamento

de material nobre, com diversas possibilidades

de uso, assim como os derivados

de vidros e pedras. Por fim, louças e metais,

que antes apenas cumpriam suas funções

básicas, tomaram um banho de renovação,

pautado, especialmente, pelo apreço à sustentabilidade.

Entre todas essas categorias,

há um elemento comum: “A tecnologia é

A novidade no banho: chuveiro ou

cascata

Em dez anos, muita coisa mudou na

construção civil. Junto com os incentivos

governamentais que facilitaram o acesso a

financiamentos imobiliários, o mercado investiu

na criação de produtos para atender

a consequente demanda por acabamentos.

Esse impulso serviu para dar início a uma

era de lançamentos como há tempos não

se via. Cerâmicas e porcelanatos ganharam

versões finas e com desenhos que reproduzem

fielmente qualquer tipo de superfície;

os cimentícios conquistaram status e passao

grande vetor das inovações, ao lado do

design, que age como decodificador dessa

evolução”, avaliam lojistas do setor em

Araraquara e que visitam a Expo Revestir,

feira que acontece em São Paulo sempre no

começo de março e que se tornou referência

no setor. “Agora os fabricantes têm acesso

ao mesmo maquinário que as empresas

italianas, visitamos feiras internacionais de

segmentos como moda e automobilismo e

ainda investimos no conhecimento técnico.

O Brasil trabalha em pé de igualdade com os

grandes lançadores de tendências”.

Fabricantes de louças e metais costumam

contar com um impulso e tanto: metas de

inovação. A cada ano, uma fatia do portfólio

deve ser substituída por novos itens, criados

para atender as necessidades específicas

descobertas em pesquisas de mercado. Todo

ano é eleito um tema que servirá para nortear

a criação. Vai da economia de água ao envelhecimento

da população.

É desse leque de opções que os comerciantes

da cidade se aproveitam para colocar

no mercado as novidades. Como as peças

têm ciclos de vida extensos, de 10 a 12 anos,

a tecnologia acaba sendo decisiva na hora da

compra. Os itens mais modernos são mais

atrativos. Bom para os clientes que assim

podem ter em suas casas, louças e metais

com designers dos mais avançados.


hotelaria

A INAUGURAÇÃO

DO OTHON

A cidade fica mais forte no ramo

de hotelaria com a chegada

da Rede Othon, uma das mais

conceituadas no país.

O gerente de operações da Rede Othon

Suítes, Nestor Garcia Mendonça, comemora

o início das atividades do grupo em

Araraquara. Neste mês de agosto, a cidade

ganha o novo hotel como presente de aniversário.

De acordo com o gerente da rede, a unidade

de Araraquara do Othon Suítes localizado

na Avenida Fernando Rodrigo Grillo

nº1085, no Jardim das Flores, começa a

operar com 61 apartamentos e uma ampla

gama de serviços para os hóspedes.

Restaurante, internet, fitness center, lavanderia,

business center, entre outras facilidades,

fazem parte da lista de serviços e

atendimento do hotel.

O hotel localizado nas proximidades do Shopping Jaraguá

Nestor Mendonça ressaltou ainda que

a rede Othon Suítes traz um novo conceito

de hotal para a cidade e acredita que os

serviços oferecidos irão contemplar o perfil

dos clientes que se hospedarão na unidade

de Araraquara. Um diferencial do Othon, de

acordo com o gerente de operações, será que

o restaurante do hotel estará aberto também

para não-hóspedes, tendo buffet executivo

no almoço e também para happy hour.

A chegada do novo hotel se dá justamente

no momento em que Araraquara se

apresenta como cidade interessada a receber

uma das seleções que disputarão a Copa do

Mundo no ano que vem. Neste caso, um

dos pontos mais exigidos é a existência de

uma rede hoteleira que consiga suportar a

demanda de visitantes. O Othon deve contribuir

neste processo de atendimento se de

fato for confirmada a escolha.


histórias de família

A LOJA QUE TEM A TRADIÇÃO E

O JEITO DE ÂNGELO LORENZETTI

Recentemente inaugurada

em Araraquara, a Lorenzetti

Movelaria faz resgatar o nome

de um dos seus mais ilustres

comerciantes do ramo de

móveis: “seo Ângelo”.

A Lorenzetti Movelaria foi idealizada

depois de uma pesquisa que apontou para

a necessidade de uma loja de móveis e decoração,

de conceito próprio, com peças exclusivas,

que respeitasse o estilo de vida e a

opinião de seus clientes.

Baseado nessa premissa, a loja firmou

parcerias com as melhores empresas do mercado,

trazendo produtos exclusivos, móveis

que compõem em si, qualidade, originalidade,

elegância e sofisticação, permitindo, ao

cliente, a escolha de um acabamento individual,

personalizado, integrando as formas e

contextos ao seu lar, seu espaço de vida, seu

jeito de ser, enfim, viver em grande estilo.

A HISTÓRIA

A tradição da marca LORENZETTI em

móveis e decorações iniciou-se em 1961,

quando ÂNGELO LORENZETTI, jovem

marceneiro vindo da cidade de Ribeirão Bonito,

montou uma pequena marcenaria no

bairro do Carmo em Araraquara. A competência,

o dinamismo, a honestidade e a ética

profissional impetrada na fabricação de armários

embutidos, esquadrias e móveis sob

encomenda, transformou em breve tempo

o nome MÓVEIS LORENZETTI em refe-

Ângelo

Lorenzetti

rência de atendimento e o colocou como

sinônimo de qualidade em toda a região.

Avançou para a área varejista e com a

mesma determinação de colocar a satisfação

dos clientes como objetivo precípuo da empresa,

conquistou a confiança e a credibilidade

de toda uma população, e assim, alcançou

a liderança no setor, abrindo 3 lojas em

Araraquara e também nas cidades de Matão,

Monte Alto e Jaboticabal, encerrando as atividades

no ano de 2002.

Apoiado nesta tradição de mais de 40

anos, a marca retorna ao mercado com os

mesmos valores e princípios, somados à

força da modernidade e das transformações

tecnológicas e inovadoras do design.

música

MARCIANO CHAMA

DANI E DANILO

A dupla tem a receita do

sucesso para divulgar a

cidade no mundo artístico.

A dupla araraquarense Dani e Danilo

está participando da gravação do segundo

DVD do cantor Marciano, neste mês de

agosto em São Caetano do Sul, no Teatro

Paulo Machado de Carvalho. Também

tomam parte deste trabalho Bruno e Marrone,

Rio Negro e Solimões, Guilherme e

Santiago, Cézar e Paulinho e Frank Aguiar.

É a terceira vez que Dani e Danilo gravam

com o Marciano, sendo a primeira

no próprio DVD deles "Alma Caipira”,

gravado em nosso Teatro Municipal, em

2007. A segunda vez, participaram do

primeiro DVD de Marciano, gravado no

Clube Araraquarense, em um trabalho de

Sandra Muniz Produções e a direção musical

de Danilo e Gabriel Jacob.

Para a dupla DANI E DANILO é uma

grande honra fazer parte da história de

Marciano, um dos maiores nomes da música

sertaneja.

Dani e Danilo com a produtora Sandra

Muniz durante os preparativos para a

gravação do DVD de Marciano


A sede da Vitalli Imóveis, na Alameda

Paulista, 1268, Vila Xavier, uma das regiões

comerciais mais importantes da cidade

imobiliária

VITALLI IMÓVEIS, UMA HISTÓRIA

DE TRABALHO E PERFIL FAMILIAR

Com 22 anos de atividades,

a Vitalli Imóveis consolida-se

como uma das empresas mais

conceituadas do ramo na

cidade. Sua história é rica em

detalhes, valorizando o trabalho

da família.

O projeto de fundar a Vitalli Imóveis

partiu de José Carlos Gomes Vitalli e a esposa

Maria Cecilia de Aquino, juntamente

com o amigo Alberto José de Andrade. A

empresa teve início em 22 de abril de 1991,

na Rua José do Patrocínio 547, na Vila Xavier.

No começo, a imobiliária cuidava apenas

da venda de imóveis e, posteriormente

incorporou em suas atividades, a administração

de imóveis e condomínios.

José Carlos Gomes Vitalli nasceu em

Rincão, filho de família simples, mudou-se

para Araraquara em 1974, onde cursou a

Faculdade de Administração de Empresas.

Depois de alguns empregos, foi incentivado

por um cliente, o advogado e corretor de

imóveis Especioso Martines Alonso Neto,

a conquistar a carteira do CRECI - Carteira

Profissional de Corretor de Imóveis.

“Conseguimos atingir nosso

objetivo, de nos manter no mercado

imobiliário há 22 anos. Mudamos

para novas instalações, em 2009

na Alameda Paulista, onde estamos

até hoje”, conta Vitalli.

Em 2013, com um espaço totalmente

reformulado e uma equipe

de sete funcionários altamente

capacitados, a Vitalli Imóveis está

à disposição no atendimento aos

clientes, com credibilidade, responsabilidade

e confiabilidade, buscando

dar toda segurança na efetivação de um

bom negócio imobiliário. Possui seu próprio

departamento jurídico representado pelo

advogado Dr. Filipe de Aquino Vitalli, filho

e sócio da empresa. A participação familiar

é grande. O outro filho, Frederico de Aquino

Profissionais da Vitalli:

Alberto José de

Andrade, José Carlos

Gomes Vitalli, Maria

Cecília, Maiara Cristina,

Bruna Helena, Ariane

Iroldi e Filipe de Aquino

Vitalli

Vitalli, engenheiro de computação, foi responsável

pela criação e lançamento do site

www.vitalliimoveis.com

Não obstante ser uma empresa com

caráter familiar, onde predomina a sinceridade,

honestidade, transparência e amizade

com nossos clientes e parceiros, a Vitalli

Imóveis também apresenta outra facilidade

no momento da locação imobiliária, pois

na falta de um Fiador, é possível alugar um

imóvel através de Seguro Fiança ou Título

de Capitalização.

Além disso, ninguém receberá o imóvel

sem que passe por uma vistoria minuciosa.

Também é disponibilizado ao inquilino

escolher o melhor dia para pagamento do

aluguel.

Para a locação de um imóvel é necessário

que os locatários apresentem documentação

pessoal (CPF e RG), além de comprovante

de renda e definir uma das garantias

com a qual trabalhamos: fiador, seguro fiança

e título de capitalização.

Quando se trata de venda, são exigidas

Certidões Negativas de Protestos, Certidões

Negativas de Ações Cíveis e Fiscais, Certidões

da Justiça Federal, Certidão Negativa

da Prefeitura Municipal, Certidão da Matrícula

Atualizada do Imóvel com Negativa de

Ônus Reais, dentre outros documentos necessários

para viabilizar a transação, sempre

visando a segurança dos negócios.

A Vitalli Imóveis fica na Alameda Paulista,

1268, na Vila Xavier. Informações pelos

telefones (16) 3337-1515 e 3337-1516

ou pelo site www.vitalliimoveis.com


segurança

REVISÃO EM GRANDES PRÉDIOS

DEVERÁ SER A CADA 5 ANOS

Incêndio na Boate Kiss, em

Santa Maria, acaba com a

flexibilidade de concessões e

benefícios e tornam mais fortes

as exigências sobre segurança

em grandes edifícios da cidade.

O vereador Elias Chediek é o presidente da

comissão que estuda o formato da nova lei

Construído na década de 50, o Edíficio Tamoio

é um dos mais antigos da cidade. Ficou

conhecido por abrigar na parte térrea a antiga

Eletro Tamoio, que Clodoaldo Medina e seu

pai, mais o sócio José Castralli, compraram

do usineiro Hélio Morganti, em 1952

Edifícios com múltiplos andares e locais

que aglomeram mais de 100 pessoas deverão

ser obrigados a contratar profissionais

especializados para fazer um levantamento

e revisão das normas de segurança a cada

cinco anos. A proposta deve constar de projeto

de lei que está em fase final de elaboração

na Câmara Municipal.

A Comissão Especial de Estudos (CEE)

criada para efetuar levantamento da legislação

que se cumpre na atualidade e que trata

das medidas de segurança contra incêndios

e pânico em edificações e áreas de risco, solicitará

pareceres ao Instituto Brasileiro de

Administração Municipal (IBAM) e Centro

de Estudos e Pesquisas de Administração

Municipal (Cepam) quanto a quem cabe a

iniciativa da apresentação do projeto.

De acordo com Elias Chediek Neto

(PMDB), presidente da CEE, “o projeto é

importante, necessário e inovador; por isso

queremos nos cercar de todas as garantias

para sua aplicabilidade”. O vereador afirma

que “nosso objetivo é elaborar um projeto

de lei completo, com normas e procedimentos

para identificação de áreas de risco em

edificações e prevenção a acidentes.

Desde março deste ano, a CEE vem se

reunindo semanalmente para revisar a legislação

sobre prevenção e combate a incêndios

e para a identificação de áreas de risco

em edificações. “Foram reuniões muito produtivas

e com grande participação. Teremos

uma legislação atualizada e completa”, avalia.

Um dos fatores do reestudo, porém, foi

o incêndio na Boate Kiss, em Santa Maria,

no Rio Grande do Sul, na madrugada do dia

27 de janeiro.

Além de Chediek, a CEE é composta

pelos vereadores Adilson Vital (PV), Édio

Lopes (PT), Jeferson Yashuda (PSDB) e

Ronaldo Napeloso (DEM). Os demais integrantes

são representantes do Corpo de

Bombeiros; Defesa Civil; Polícias Civil e

Militar; Associação dos Engenheiros, Arquitetos

e Agrônomos (AEAA); Conselho

Regional de Engenharia e Agronomia

(CREA); Conselho Tutelar; Secretarias Municipais

de Ciência, Tecnologia, Turismo

e Desenvolvimento Sustentável, Serviços

Públicos e de Desenvolvimento Urbano; e,

OAB, além de representantes dos proprietários

de estabelecimentos e casas noturnas e

outros setores.


lazer

O QUE HÁ DE BOM ESTÁ NO

MUNDO DA PISCINA

O grande diferencial da loja

está na criação da piscina,

com base em um projeto

gráfico 3D, seguindo fielmente

o desejo do cliente e o espaço

disponível no imóvel.

Que tal uma piscina exclusiva? O Mundo

da Piscina oferece aos clientes a exclusividade

em piscinas de vinil ou azulejo. Mas

a loja trabalha também com piscina de fibra,

que vem pronta da fábrica, tendo formato

definido, e são mais usadas em áreas de

lazer. De acordo com o proprietário Lucas

Ferreira, o foco da empresa é a personalização

de piscina. “Trabalhamos para adequar

a piscina ao espaço do cliente. No vinil e no

azulejo é possível escolher o formato e a

profundidade”.

A principal diferença na construção de

piscinas de azulejo fica por conta do custo

por tratar-se de uma piscina com requinte

e luxo, mas é bom lembrar que piscina

valoriza em até 35% o imóvel. O Mundo

da Piscina oferece escavação, construção,

material básico como cimento, pedra, areia,

material hidráulico, encanador para parte de

sistema hidráulico, a mão-de-obra para assentamento

de pastilhas e finalização. Tudo

incluído na hora da compra. “Fica por conta

do cliente apenas a compra dos azulejos ou

pastilhas, argamassa e rejunte. Também oferecemos

iluminação, aquecimento e manutenção”,

diz o gerente Carlos Menezes.

Para quem prefere piscina

exclusiva no azulejo

ou vinil, as sugestões são

muitas. A piscina de vinil

também pode ser personalizada

com formatos

diferentes. Existe a possibilidade

de adaptação de

bancos e mesas de inox,

escrita com o nome da família

e spas.

O grande diferencial

da Mundo da Piscina é o

O proprietário Lucas Ferreira e o gerente

Carlos Menezes, do Mundo da Piscina

projeto gráfico em 3D. “O cliente pode trazer

a planta em AutoCAD ou podemos fazer

a captação de medidas na casa. Reproduzo

e crio a piscina de acordo com o espaço do

cliente. Somos pioneiros nesse trabalho”,

conta Carlos Menezes. A vantagem é que

o cliente pode visualizar como a piscina vai

ficar depois de pronta. A loja também disponibiliza

acessórios, aquecimento solar,

aquecimento elétrico, atendimento Vip para

o cliente e visitas à obra.

O Mundo da Piscina tem duas lojas. Em

Matão, na Av. Padre Nelson, 1570, no bairro

Nova Matão. Em Araraquara, fica na Av.

Raphael Logatti, 30, na Vila Sedenho, saída

para Américo Brasiliense. Mais informações

pelo telefone (16) 3324-4500.

Formatos diferenciados


o fim da obra

Acabamento Deca

CHEGOU A HORA E VOCÊ PRECISA TER

AKABAMENTOS

Com a construção ou reforma

chegando ao seu final começa

a correria. Faça a escolha pela

loja que pode lhe disponibilizar

um profissional de arquitetura

e que ofereça sugestões com

bom gosto e segurança.

A loja Akabamentos dos irmãos Alexandre

José Dias, Vagner Manoel Dias e Vaine

Henrique Dias tem espaço amplo, moderno

e showroom com produtos de grandes

marcas. A ideia dos proprietários foi montar

um espaço sofisticado para atender os profissionais

da construção e um público mais

exigente quando o assunto é material de acabamento

e revestimento.

Um dos responsáveis, Alexandre José

Dias, conta que sempre foi um sonho ter

uma loja só de acabamentos finos e de qualidade,

pensando no cliente diferenciado

com potencial de compra. Com tal objetivo,

desenvolveu parcerias para revenda com diversos

fornecedores.

Alexandre José Dias,

da Akabamentos

Piso da Portobello

A Portobello e Deca oferecem produtos

de extrema qualidade e bom gosto. São

porcelanatos, revestimentos, metais, louças

usados no acabamento da obra ou finalização

de ambientes.

As novas tendências do mercado de design

e arquitetura com modernidade e personalidade

estão à disposição do consumidor e

também de profissionais da área. A Akabamentos

trabalha com linhas de produtos de

alta qualidade, design inovador e também de

boa aceitação no mercado.

A Deca, líder no mercado nacional, atende

qualquer público, porém o diferencial da

loja é a exclusividade com o canal Red, uma

linha também da Deca, com peças em louças

e metais com design moderno e arrojado

que imprimem personalidade em cozinhas,

banheiros e áreas de lazer.

A loja também disponibiliza a arquiteta

Karina Ferrari para compor e decorar o

ambiente, apresentando projetos para satisfazer

o cliente na hora do acabamento de

sua obra. Arlete Kanaszewska é responsável

pelo atendimento e vendas. A empresa

atende clientes em Araraquara, São Carlos,

Matão, Ibitinga, Tabatinga e várias cidades

da região. Também entrega seus produtos

em casas de praia e fazendas.

Acabamento Deca

Qualidade, bom gosto e ambiente agradável

onde os clientes podem sentir-se bem

para realizar seus sonhos. A AKabamentos

fica na rua Napoleão Selmi Dei, 197. Mais

informações pelo telefone (16) 3461 -0100.

Piso da Portobello

Arlete Kanaszewska (atendimento)

e Karina Ferrari (arquiteta)


especial

SAÚDE

OFURÔ DOS PÉS PARA ALIVIAR O ESTRESSE

E MELHORAR A TENSÃO DOS PÉS

A técnica de uma medicina

alternativa que age sobre os

pontos de uma área reflexa do

corpo, estimula a sola dos pés

e ajuda a eliminar o estresse.

“Essa terapia é indicada para pessoas

que estão muito estressadas, que ficam muito

tempo sentadas ou em pé, que usam salto

alto, que dirigem muito ou para as esportistas”,

ressalta a terapeuta Mari Maruyama.

Como funciona: inicia-se com o escalda-pés.

E enquanto os pés ficam imersos na

água quente, a cliente recebe uma massagem

nos ombros. Depois, ela fica deitada e um pé

é coberto para não esfriar enquanto o outro

é massageado, com um creme, estimulando

os pontos. Cada um corresponde a determinado

órgão. Estimulando cada um deles, é

possível aliviar dores, distúrbios orgânicos e

emocionais, proporcionando relaxamento e

melhora da circulação, além de auxiliar no

equilíbrio energético.

Prove e aprove: o método deixa os pés

hidratados e a pessoa mais equilibrada. Se a

paciente for muito estressada, o ideal é repetir

duas sessões por semana. Os resultados,

segundo os especialistas, são imediatos.

As técnicas para

acabar com o

estresse hoje se

apresentam de

maneira variada,

contribuindo

com o bem-estar

e a qualidade de

vida de quem

busca esse

atendimento.

OFURÔ DOS PÉS

“É um ritual para o bem-estar, que une

os benefícios das águas à ação terapêutica

dos cristais marinhos e dos óleos essenciais

de cipreste e hortelã. Ele ativa a circulação,

diminui os edemas e a rigidez muscular, aliviando

a tensão dos membros inferiores”,

explica a terapeuta.

Por onde começa: primeiramente, a

sala é preparada com o aroma do cipreste,

que tem ações antisséptica, adstringente

e ajuda a relaxar os espasmos musculares.

Depois, os pés são higienizados, esfoliados

e ficam imersos em uma tina de água morna

forrada com pedras, que massageiam a sola

dos pés e ativam a circulação. Após cerca de

dez minutos, eles recebem uma massagem,

ao mesmo tempo em que são hidratados.

Mil e um motivos para fazer: a pele

fica suavizada e profundamente hidratada,

os membros inferiores ficam leves e relaxados,

livres de edemas que comprometem a

circulação. A indicação é de uma sessão por

semana para quem tem problemas circulatórios,

ou a cada 15 dias. É possível sentir os

benefícios logo na primeira sessão.


odontologia

A BOCA NO CENTRO

DAS ATENÇÕES

A medicina não reparava

muito nela e a odontologia

cuidava apenas dos problemas

localizados. Agora, as duas

disciplinas se uniram para

estudar a relação entre a

saúde da boca e o que

acontece no restante do

organismo. E vice-versa.

Placas dentárias podem aumentar em

até 80% os riscos de uma morte prematura

causada por câncer. O alerta, publicado no

periódico British Medical Journal, é apenas

o mais recente de uma série de estudos que

vêm movimentando a odontologia e a medicina.

Ultimamente, o avanço na tecnologia

de detecção de doenças e um movimento

realizado pela classe odontológica "para

trazer a boca de volta ao corpo” - ou seja,

estudar sua relação com o resto do organismo

- alavancaram o número de estudos que

relacionam as duas áreas. Como resultado,

foi desvendada uma série de relações entre

infecções que ocorrem na boca e problemas

cardiovasculares, diabetes, obesidade, câncer,

osteoporose, parto prematuro e nascimento

de bebês abaixo do peso.

A ideia de relacionar a saúde bucal com

problemas em outras áreas do corpo surgiu

no início do século XX. Nessa época,

acreditava-se que infecções com origem na

boca poderiam ser a causa direta de outras

doenças - nascia aí a tese da infecção focal.

“Foi uma catástrofe, várias pessoas tiveram

os dentes arrancados desnecessariamente. A

odontologia acabou sendo desconsiderada

pela medicina”, diz Giuseppe Romito, professor

titular de periodontia da Universidade

de São Paulo. Acreditava-se, sem qualquer

base científica, que arrancar os dentes com

problemas evitaria que a infecção fosse disseminada.

Segundo o especialista, a meta agora é

fazer com que a boca volte a ser entendida

como uma parte integrante do corpo. Em

outras palavras, os dentistas vêm tentando

provar cientificamente que o que acontece

dentro da boca tem uma relação direta com

o funcionamento de todo o organismo.

Prova científica — Foi apenas na década

de 70, quando o dentista americano

Steven Offenbacher realizou pela primeira

vez um teste clínico que ligava processos

inflamatórios na boca com a ocorrência de

parto prematuro, que a relação boca e corpo

começou a ser levada a sério novamente.

Teria início, então, uma caçada científica

por quaisquer relações com as demais inflamações

do corpo. Dezenas de estudos conseguiram

confirmar os achados de Offenbacher

e encontraram ainda conexões dos

males bucais com diabetes, doenças cardiovasculares,

pulmonares, de próstata, osteoporose

e câncer.

Quando começou suas investigações,

Offenbacher pôde estabelecer apenas uma

relação epidemiológica entre as inflamações


Escovar os dentes,

usar o fio dental e

visitar o dentista a

cada seis meses

ajuda a evitar

inflamações nas

gengivas

na gengiva causadas por bactérias e parto

prematuro. Hoje, no entanto, uma série de

estudos conseguiu provar com mais precisão

a relação entre essas duas condições.

Em uma pesquisa publicada em 2007 no

Journal of Periodontology, o especialista

mostrou que quanto mais cedo se der a exposição

às bactérias, maiores serão os riscos

do parto prematuro. Nos dados coletados

por Offenbacher, descobriu-se que a exposição

com 32 semanas de gestação aumentava

os riscos de parto prematuro 3,7 vezes. Com

35 semanas, o risco aumentava duas vezes.

Efeito cascata — As infecções bucais

podem causar prejuízos aos demais órgãos

por dois processos inflamatórios diferentes.

No primeiro e mais simples, as bactérias

alojadas na gengiva se deslocam pelo

organismo e se instalam em determinados

órgãos, prejudicando seu funcionamento.

Nesse caso está o mais

conhecido dos problemas, e o único

que é, de fato, causado diretamente

pela inflamação na boca: a endocardite

bacteriana. “A bactéria da gengiva

viaja pela corrente sanguínea

até as veias coronárias (que levam

sangue ao coração) e se alojam ali,

infeccionando a membrana da válvula”,

diz Rodrigo Bueno de Moraes,

periodontista e consultor da Associação Brasileira

de Odontologia (ABO). Em abril deste

ano, a Academia Americana do Coração

(AHA, sigla em inglês) publicou um artigo

no periódico médico Circulation confirmando

que existe, de fato, uma associação entre

a doença periodontal e a arteriosclerose (endurecimento

das artérias). Apesar da relação,

não é necessário que pessoas com boa saúde

procurem um cardiologista a cada inflamação

na gengiva.

Há uma segunda maneira pela qual as

doenças bacterianas que ocorrem na boca

repercutem em outras partes do corpo. Enquanto

luta para exterminar as bactérias

invasoras que tiveram origem na boca, o

sistema imunológico libera diversas substâncias

no organismo. Isso causa um desequilíbrio

químico, elevando os níveis

de substâncias que interferem no funcionamento

de órgãos, do metabolismo e de

sistemas inteiros do corpo. É o caso, por

exemplo, do diabetes. O processo inflamatório

na gengiva não causa a doença, mas

ajuda a desequilibrar o balanço químico do

organismo, dificultando, assim, o controle

dos níveis de glicose. Mas a relação entre

as condições é uma via de mão dupla. O

diabetes, por si só, pode piorar quadros de

inflamação gengival.


manipulação de medicamentos

A QUALIDADE E A PRECISÃO

DA FARMÁCIA O PREPARO

A busca pela qualidade dos produtos manipulados vem sendo

seguida cada vez mais pela Farmácia O Preparo, tendo em

vista a credibilidade adquirida junto ao público consumidor.

A farmácia O Preparo manipula medicamentos

com qualidade e seriedade desde sua

fundação em julho de 1989, pelos proprietários

Maria José Novelli Delfini e Renato

Augusto de Almeida Delfini. São mais de

24 anos de trabalho com responsabilidade e

atendimento diferenciado aos seus clientes.

Uma equipe de profissionais experientes

está sempre à disposição para fornecer informações

técnicas e esclarecer todas as dúvidas

com a atenção que o cliente merece.

As farmacêuticas Maria José Novelli Delfini

e Mariana Teixeira da Trindade supervisionam

todas as etapas do processo, desde

o atendimento até a liberação dos produtos,

sempre na busca de garantir um atendimento

personalizado, com rapidez e agilidade.

No processo de manipulação, a farmácia

O Preparo segue determinadas técnicas

e utiliza aparelhos e equipamentos de precisão.

As matérias-primas são adquiridas por

fornecedores qualificados e passam por um

rigoroso controle de qualidade, garantindo

total segurança e qualidade no aviamento

das receitas.

PARA QUEM DESEJA

PERDER PESO

Para quem morre de vontade de comer

doces, a boa notícia é poder eliminar esse

desejo. Trata-se do spray anti-doce. “Basta

borrifar sob a língua, sempre que tiver vontade

de comer doces e, assim, evita ingestão

de calorias, sendo permitido até oito jatos

diários”, explica a farmacêutica Mariana.

Outra novidade é o spray termogênico que

auxilia na queima de gorduras.

Maria José e Renato também são proprietários

da Dell Cosméticos e responsáveis

pelo sucesso de toda linha capilar encontrada

na farmácia, como shampoos e condicionadores

sem sal e a novidade do momento,

a linha com óleo de argan que inclui, além

A Farmácia O Preparo amplia a sua linha

de produtos e abre novos mercados

do shampoo e condicionador, reparador de

pontas, leave-in e máscara capilar.

O grande diferencial da farmácia é o investimento

em ativos novos, como emagrecedores,

anticelulíticos, fortalecedores capilares.

O foco da empresa é a satisfação dos

clientes com serviços inovadores e eficazes.

Linha capilar Argan

Equipe de profissionais da

Farmácia O Preparo:

Tatiana, Jaqueline, Mariana,

Daiana, Dirlei e Daniele

Espaços confortáveis para um atendimento

perfeito aos clientes

ATENDIMENTO O PREPARO

Avenida Feijó, 853 (Centro) | Fones: (16) 3331-3222 | 3335-8383

farmaciapreparo@yahoo.com.br


comportamento

PEQUENOS EMPREENDEDORES APOSTAM

NOS BRINQUEDOS EDUCATIVOS

Lojas da cidade visitam a Feira

de Brinquedos Educativos no

começo de agosto, sentindo

que eles começam a ganhar

espaço no país.

Ao incentivarem o

desenvolvimento da

criança, a criatividade

e a interação com

os pais, os brinquedos

educativos entram em

fase de expansão. Para

os pequenos negócios, o segmento é promissor,

mas ainda é preciso encarar muitos

desafios para prosperar, afinal, segundo a

Associação Brasileira de Brinquedos Educativos

(Abrine), a participação de mercado

desse tipo de produto não chega a 10%.

E para fortalecer o segmento, a Abrine realiza

a 7ª Feira de Brinquedos Educativos,

entre os dias 6 e 8 de agosto, em São Paulo.

A ideia é apresentar as novidades das

pequenas empresas e atrair compradores.

“O que diferencia o brinquedo educativo é

toda a cadeia produtiva, de como o

brinquedo foi produzido, por quem

e com quem. Existe uma proposta

de divulgar o bom brincar”, afirma a

presidente da Abrine, Marta Giardini

Takehara. “A visão de que brincar no

Brasil é coisa só para criança precisa

mudar. Brincar é para todas as idades”,

completa a diretora-executiva

da associação, Adriane Kroeff.

OBSTÁCULOS

O pequeno empresário disposto a entrar

no ramo precisa ter consciência dos desafios

que enfrentará. E eles são pelo menos quatro.

O primeiro, diz Marta Giardini, é acompanhar

a burocracia que envolve os brinquedos,

incluindo a substituição tributária e a

certificação dos produtos. “Ela onera demais

os produtos para quem tem uma produção

em baixa escala. E a burocracia é igual para

um pequeno ou grande produtor”, pontua

Marta.

O empresário ainda enfrenta a concorrência

dos itens importados e licenciados.

“Eles influenciam a vontade das crianças e

têm força com a publicidade. Isso traz outro

desafio: divulgar seu produto para ter visibilidade”,

analisa.

Ser bom de planejamento também é importante.

Com 60% a 70% do faturamento

concentrados no segundo semestre, o empresário

precisa se organizar para atender

a demanda do Dia das Crianças e do Natal,

mas sem descuidar das vendas na primeira

metade do ano.


cinquentenário da apae

UM TEMPO

DE SONHOS

Uma das mais importantes

entidades sociais da cidade

escreve o seu nome na

história pelos serviços sociais

que realiza e promove jantar

para comemorar 50 anos.

A APAE de Araraquara vive um dos

seus momentos históricos: a celebração de

50 anos de atividades, sendo ela responsável

por um extraordinário programa de

trabalho que sempre pautou pelo respeito

ao próximo.

O seu cinquentenário, segundo Damiano

Barbiero Neto, presidente da próxima

Feira da Bondade prevista para o

período de 14 a 17 de novembro, é um

fato dos mais significativos para a nossa

cidade: “A APAE é uma instituição filantrópica

diferenciada e que deve contar

sempre com o integral apoio da sociedade”,

destaca o dirigente.

Do cinquentenário ainda faz parte a

realização de um jantar a ser realizado no

dia 30 de agosto, em seu ginásio de esportes,

servido pelo Buffet Maria Augusta. No

cardápio constam mesa de frios, festival

de massas e bolo de aniversário. Os interessados

nas adesões (R$ 35,00, convite

individual e R$ 17,50, crianças de 7 a 12

anos), podem fazer reservas na secretaria

da APAE ou pelo telefone 3305 6000 (falar

com Roseli ou Meghi). Dois dias antes (28),

lembra Damiano, será celebrada missa, às

8h30, pelo Pe. Nelson da Silva Ramos.

melhor idade

DOIS PRA LÁ,

DOIS PRA CÁ

Jantar Baile Noite Italiana

do Grupo da Melhor Idade

foi marcado pelo sucesso

no começo de julho.

O Grupo da Melhor Idade, presidido por

Alzemiro Ianelli, é hoje um dos mais conceituados

em toda a região, pelo número de

eventos e a forma de propagar o companheirismo

entre os seus associados.

No dia 5 de julho, o grupo organizou

seu tradicional Jantar Baile Noite Italiana,

no Melusa Clube, com animação da Banda

D’Itália, que tem como maestro Toninho de

Caconde. Animação é o que não faltou entre

os casais.

Fátima, Mondair e Walter

Paulo Roberto e

Ivanil Santina

Ademar, Lúcia, Kelli e Cardozo

Jacir Bussadori e Maria Calegari

Paulo Pachiega e Maria de Lourdes

Neiva, Rogério e Elaine

Samuel e Valcir Bologniesi na Feira

da Bondade em 2012

Edel Pupim e Cirley

Magal e Clarice


homenagem

ATÉ MAIS, MEIRELLES

Edmilson Carllos Meirelles, viveu 58 anos a

seu modo de ser. Partiu no dia 29 de julho.

Como sempre dizia, sigo feliz.

O nosso mundo parece ter perdido parte

das suas cores mais vibrantes no final de julho;

a definição é de quem conheceu o jeito

alegre e extrovertido de Edmilson Carllos

Meirelles, o filho da dona Odete e marido

da Júlia. Ainda que convivendo alguns anos

com uma doença, aceitou o desafio de não

parar com as coisas que mais gostava. E assim

foi até o fim.

Meirelles tinha dentro de sí um grito

de liberdade, espontaneidade; morava nele

a convicção sobre o que dizia e se mantinha

justo nas suas decisões. Fidelidade aos

amigos era imprescindível. Por inteiro, um

homem espirituoso e forte.

Foi um construtor a serviço dos sonhos

de sempre manter unida a família e em momento

algum reclamou

da sorte: “Ela é tirana.

Apenas isso”, dizia com

um sorriso escondido

nos cantos dos lábios.

Brincava com a vida

cantarolando a “Lista”,

de Osvaldo Montenegro:

Faça uma lista de grandes amigos,

quem você mais via há dez anos atrás,

quantos você ainda vê todo dia,

quantos você não encontra mais”...

Quantas canções que você não cantava

Hoje assobia pra sobreviver?

Quantas pessoas que você amava

Hoje acredita que amam você?”

Meirelles era bem isso. Autêntico, verdadeiro.

Um exemplo pelas lições deixadas

aos seus filhos Tatiana, Camila, César e Letícia.

Agradecemos a ele pela amizade, pelas

cores grenás da Ferroviária que se espalhavam

diante dos olhos que agora se fecham

no silêncio da homenagem dos seus amigos.


dia do comerciante

A HOMENAGEM

DO ROTARY CLUB

Integrantes de uma classe

significativa para a expansão

da economia nacional, os

nossos comerciantes foram

homenageados pelo Rotary.

Damiano e Renato, no Rotary Carmo

O Rotary Club de Araraquara Carmo,

no dia 16 de julho, prestou singela

homenagem ao Dia do Comerciante,

convidando o presidente da ACIA, Renato

Haddad, para participar dos seus

trabalhos.

Em sua palestra, o dirigente lembrou

as origens que os comerciantes herdaram

dos seus antepassados, os libaneses,

apelidados como turcos. “Na época dos

meus pais as opções eram limitadas; ou

partiam para o comércio como mascates

ou iam para a lavoura. Assim surgiram

os comerciantes do “bater de porta em

porta”, a formarem posteriormente conglomerados

comerciais e industriais.

Renato Haddad cumpre na ACIA,

um segundo mandato; é empresário há

34 anos, formado em Direito e sócio

proprietário das Lojas Somzão.

O palestrante foi bastante elogiado

pela sua mensagem e ao final recebeu

da Comissão de Serviços Profissionais

do Clube, presidida por Vicente Pião,

um Certificado de Participação. A entrega

foi feita por Damiano Barbiero Neto.

Renato e Branco Peres, no Rotary Oeste

O Rotary Oeste também contou com a

presença de Renato Haddad para comemorar

o Dia do Comerciante, sendo ele recepcionado

pelo presidente José Branco Peres

Neto. “O Rotary é uma organização formada

por profissionais e líderes da sociedade,

que, além de prestar serviços humanitários

locais e internacionais, valoriza as profissões

em todo o mundo, especialmente a do

comerciante”, disse Branco Peres a Renato

Haddad.


LIQUIDAÇÃO DE RELÓGIOS

a novidade está chegando

Buscando uma identificação

ainda mais forte com o público

consumidor, a Remo Garitta

sai do Shopping Jaraguá para

inaugurar nova loja em área

privilegiada, apostando em

novo conceito e seguir sua

tradição de empresa pautada

pela qualidade.

A Remo Garitta está pronta para inaugurar

sua nova loja depois de permanecer

12 anos no Shopping Jaraguá. Leila Garitta,

uma das proprietárias da empresa, entende

que o momento é de alçar um voo ainda

mais alto, na combinação da tradição da loja

fundada em 1944 pelos irmãos Reynaldo e

Remo (pai de Leila) com os novos conceitos

vividos pelo público consumidor.

“Como sempre prezou pelo bom atendimento,

bom gosto e assistência pós-venda

Na Remo Garitta os

clientes encontram a

mais linda coleção de

joias em ouro 18 K

e pedras preciosas,

com design dos mais

clássicos aos mais

criativos modelos

REMO GARITTA DEIXA O SHOPPING

PARA CRIAR LOJA COM NOVO PERFIL

aos seus clientes de Araraquara e região, a

Remo Garitta estará oferecendo um espaço

diferenciado e com novo conceito no comércio

de joias, relógios e ótica na cidade”,

comenta Leila Garitta.

A loja do centro localizada na Rua São

Bento, prossegue a empresária, continua

com o mesmo bom atendimento e variedade

de joias em ouro 18 K, alianças de noivado,

relógios das melhores marcas, oficina de

reparos e confecção de joias e consertos de

relógios.

Em setembro, a Ótica Remo Garitta,

agora também especialista Varilux, instalada

junto à tradicional Joalheria e Relojoaria

na Rua São Bento, completará três anos de

sucesso. Lá os clientes encontram as mais

famosas marcas como Ray Ban, Vogue, Ana

Hickmann, Pierre Cardin, Cavalera, Nike,

Lacoste, Police, Michael Kors, Puma, entre

outras, com total suporte técnico para receituários

e solar.

Neste mês a Remo Garitta está com

uma grande liquidação de relógios,

com descontos de 30 a 50% em todas

as marcas e atendendo clientes e

amigos que sempre prestigiaram a

nossa loja do shopping.

NOVA LOJA. ONDE FICA.

A Remo Garitta II, na Av. Napoleão

Selmi Dei, Vila Harmonia, um dos

bairros mais nobres da cidade, terá

estacionamento próprio, apresentando

serviços diferenciados. Nesta região já

estão concentradas grandes empresas.

Centro - Rua São Bento,

Fone (16) 3336-5117

Araraquara - SP

remo.garitta@uol.com.b

As mais famosas

marcas de relógios

estão em Remo Garitta

Centro - Rua São Bento, 1282

Fone: 16 3336 5117

remo.garitta@uol.com.br


PRA FICAR NA HISTÓRIA

O Araraquarense organizou uma

das mais animadas festas julinas

dos últimos tempos. A família foi

o foco principal do evento, onde

pais e filhos puderam se divertir,

valorizando um acontecimento

que já é tradicional.

Fotos: Gilmar Fotografias

Sabrina Cilli, Júlia Bidim, Ana Laura

Peroni, Diogo Paronetto, Fernando

Henrique da Silva e Maria Amélia

Hildebrando Braga

e Paulo Roberto

Vicentini

Ana Lúcia e Luiz

Henrique Fernandes

As barracas mantidas

pelas entidades sociais

merecem elogios. Fizeram

um grande trabalho,

prestaram um belo serviço

ao clube e conseguiram

arrecadar bons valores.

Maria Inês e Carlos

Alberto Bersanetti

COMEMORANDO

Sidney Ferrarezi Júnior, o

Magal, está feliz da vida com

o sucesso da sua primeira

Festa Julina como presidente

do Araraquarense. Valeu o

esforço da diretoria e dos

colaboradores e parceiros,

diz ele.

Ronaldo Marconato

e Sérgio Batista Jr

Muita diversão para elas em

pleno período de férias


Teruko e Paulo

Nakashima

Lucy Rezende de Andrade e Carlos

Augusto Staufackar

Os casais Osmar Alberto Volpe (Pio) e Ana

Lúcia; Rita e Fernando Pereira Lima Scabello

na concorrida festa

Carina e Fernando Bezerra; Giovana e

Rodrigo Chediek; Maria do Carmo e Paulo

Sérgio Chediek

Edelcio Tositto e

Joel Salgueiro

Juliana e Rodrigo Zenatti; Natacha Junqueira e Roni

Dantas; André Caiano e Joze; Renan Zenatti

Léa, Aline, Paulo Fogal,

João Franco e Cati

VIAJANDO...

Maria Teresa Smirne

afivelou as malas e

embarcou para os

Estados Unidos para

merecidas férias de

trinta dias.


Pedro Alejandro Riveira, João Fuzaro,

Letícia, Bia Lopes, Luciana Riveira,

Alejandro Riveira, Isadora Cassano e

Daniela Barcellos

Silvia Rolfsen e Luiz Carlos

Valério em evento social nas

noites de Araraquara

Casais Bento Michetti e Ignez; João Baptista

Alves de Oliveira e Adriana Alves de Oliveira

Sidney Ferrarezi Júnior, André Di Nardo,

Geraldo Luis Tampellini e Renato Haddad

Família Mangilli reunida durante concorrida

festa julina do Clube Araraquarense: Pedro,

Paulo, Vera Leona e Elaine

Cilene e Guaracy Lourenço da Costa,

grande alegria em mais uma festa julina

MERECIDAS FÉRIAS

Simone Soriano voltando

das férias e reassumindo sua

função de coordenadora de

marketing do Jaraguá. Este

segundo semestre será de

muito agito para o shopping.

Bons amigos em uma conversa

descontraída: Marco, Barão,

Augusto, Pedro, Alexandre,

Camarão e Rocha


Rejane, Alceu Ianelli,

Sueli, Elaine, Malú e Laís

Anotação muito especial em

nosso caderninho do casal Fátima

e Arlindo Feliciano da Silva,

prestigiando um dos eventos mais

tradicionais da cidade e que

consegue manter os traços das

festas de antigamente

CONTABILIZANDO

Presidente do SinHoRes, José

Carlos Pascoal Cardozo avalia

a partir de agora os resultados

obtidos pela classe com os Jogos

Regionais. Algumas lanchonetes

e restaurantes contabilizam bons

lucros com a competição.

Família Quatrochi no

melhor estilo: Marco

Antônio, Bruno, Ana Maria,

Oldemiro, Hugo e Enzo

Tiago Somensati

e Karina Garcia

Edilaine de Almeida Reis, Juliana de

Castro Paino Mine, Andréia Souza

Silva, Gisell Garcia, Valéria Martins

de Carvalho, Ana Cláudia Polizel

(Pedrinho) e Ana Paula Sabbag

Show de J. Quest em outubro

na cidade começa agitar a

moçada; será um grande

acontecimento.


Geraldo Patreze, o “Tu”,

ligando para agradecer

comentário feito pela

revista sobre a venda

do Patrezão para a

Rede Sempre Vale de

Limeira.

Carlos Nei Viola, Thaise

Fiscarelli, Júnior, Amália

e Maria Amália

Rafael Padovani Melluso

e o filho Carlos Alberto

Isadora,

Pedro

e Letícia

Benito Ricardo Primiano e Reine;

Regina e Benito Júnior com os

filhos Letícia e Daniel

Carolina e Renata Brotto

Chiara Mikaella, Maria Aparecida Sambiase, Renata Benincasa,

Gabriel Smirne, Enrico e Giulia Oliveira, Pedro Comitto,

Rafaella Fernandes, Vitor Reis e Sidssi Oliveira

Humberto Bombarda


Vânia e José Carlos Carvalho

com o casal amigo Giseli e

Edson Akira

Felipe, João Kareca e Gabriela

José Carlos Pupim,

Paula e Júlia

Guto Médice,

Aline Rosetto e

Madalena Cabrera

João Paulo Vellosa e Laís; Sueli e Francisco de

Paula Ferreira na animada festa do Araraquarense

Regina Célia e José Carlos Tavares;

José Manoel Rodrigues e Gilda

Lepre Inácio de Castro

Juliana Ferreira, Diego

Bergamim, Renato Dias

e Mariana Carlo

Tenista João

Franco, no

torneio da

Festa Julina

do Clube


Júlia Garitta, Amanda Molaro,

Maria Beatriz Bombardi e Letícia

Coelho

Cássia e Gisela

Cândida Carvalho

Jhonnyfer Rocha, Guilherme Frontarolli,

Caio e Júlio Malara

Lara Moreira Akel, Marina Cunha, Giulia

Lorisa e Roberta Assad

Maria Olívia Janotti, Carm ém Macena, Paulo

Fernandes e Rosimeiry Passador

O Tijuca continua sendo um dos pontos

mais frequentados da cidade. Bons motivos:

cardápio e o atendimento. Fica na

Fonte, ao lado do Gigantão.

Marco Antônio e Adriano Roque,

proprietários da Malbec

Estefani Silva e

C élia Rocha

Grupo de amigos decidiu festejar um final de

tarde no Malbec; entre um chopp e outro é que

o pessoal conseguiu colocar a conversa em dia,

tornando ainda mais animado o happy-hour

Turma da HP escolheu a Choperia

Malbec para rolar um happy-hour e

desfrutar as delícias do espaço


A diretoria da ACIA cumprimenta os aniversariantes de agosto

DATA NOME EMPRESA DATA NOME EMPRESA

01/08

01/08

02/08

02/08

02/08

02/08

03/08

03/08

03/08

03/08

04/08

04/08

04/08

05/08

06/08

06/08

06/08

06/08

06/08

07/08

07/08

07/08

08/08

08/08

08/08

08/08

09/08

09/08

09/08

09/08

09/08

09/08

10/08

10/08

10/08

10/08

10/08

10/08

10/08

11/08

11/08

12/08

12/08

12/08

12/08

13/08

Osmar Luis Caires

Paula Heloisa F. Alboy

Antônio Cesar Nunes

Adriana dos Santos Seves

Ariovaldo Sedenho

Walter Francisco Orloski

Raimundo de Oliveira

Ricardo Scarpa Junior

Ricardo Bonotto

Regina Zaniolo B. da Costa

Sonia R. Pienegonda Pereira

Maria Heloisa S. Fernandes

Ronaldo Gentili

Antônio Luiz Garutt

Michele Ferreira da Silva

Maria Lúcia Pires Tacão

Francisco Iba

Reginaldo Ap. dos Reis

Pedro Bonini

Jeferson Talel Haddad

Rodolfo Fioravanti Arroni

Luciene C. T. Ferreira

Maria Silvia Delphini Cincerre

Luiz O. Constantino

Everton Pereira da Silva

Célia de Freitas Merlos

Carla Fernanda Franco

Rita de Cássia Fantini

Benedita de Fátima Redigolo

Francisco Bolsoni

Wagner Napoli

Edna de Lourdes Rannucolli

Guiomar Augusta Dias Silva

Wilson Ricardo Corrêa

Valdemir Ortelan

Maria Helena O. Gouvea

Milton Biral Filho

José Carlos Lapena

Elias Jorge Abi Rached

Luiz Carlos Grecco

Antônio J. de Andrade Filho

Luis Fernando Jaciani Petroni

Gilberto Manduca

Eduardo Rannucolli

Adelina V. Orlando Lopes

Sebastião S. Sobrinho

O.L.C. Consultoria e Assessoria

Activa

Panamericano

Casa Nordestina

Transterra de Araraquara

Sicoob

Eletrônica Alameda

Zirascar - Auto Mecânica

BCP Consultores

Scap Center

Locoara - Pienegonda

Luma Cardans & Balanceamentos

Flat Sun House

Usiara

Questão de Estilo

Fotak Fotografia

Multimagem Clínica Diagnóstico

Representações Reginaldo Reis

Relojoaria Bonini

Somzão Acessórios

Arroni Construções

Carpet Lar Revestimentos

Celta Engenharia e Consultoria

Ponto de Luz

Sistem Gas

Provac

Módulus Informática

Sistem Gas

Almeida Jóias

Gráfica Bolsoni

Usa-Maq

Essence Dental

Miromar Confecções

Soltec

Trans Ortelan

Água Pura

CPFL Atende

Auto Eletro Carlão

Phoenix Ind. Com. Equip Cient

Sercal

Ajaf Incorporações

Sanel Auto Mecânica

Ggm

Essence Dental

Lina Buffet

Ferreira S.S

13/08

13/08

13/08

14/08

14/08

14/08

14/08

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Inês Aparecida S. Mesquita

Maria Regina Elias da Silva

Laerte Aparecido Ribeiro

Adilson José de Souza

Luis Cardoso Martins

Paulo César Fernandes

Claudia Ferreira Merino

Sonia M. de Azevedo. Frigo

Paulo Henrique P. Bonavina

Vanderli Fragala dos Santos

Márcia Aparecida Marçola

Cláudio Renato Flavio Simões

Fabio Papini Fornazari

Cleia Aparecida Rampani

Ângela V. Janini Roncalho

Taís Amaral de Oliveira

Antenor Paulo Vicentin

Clélia Sucena Abbud Fucci

Maria Aparecida Benatti Florio

Fabricia Aparecida Quiles

Ireni Aparecida Ferreira Porto

Gustavo Loria Leoni

Luiz de Lazari Neto

Luiz Roberto Ussoni

Edson Leandro Corrêa

Hilda Pecoraro Maurício

Cecília Pedro Antonio da Sliva

Renato Cristino Malta

Arnaldo de Ferreira

Egidio Cambiaghi Argente

Aline Castanhari

Cláudio Marçola

Sergio Sarti Magnani

Maria Aparecida F. Alves

Irineu Dirceu Borsari

Roberto Massafera

Celino Bento de Souza

Cristiane Abreu de Paula

Carlos Alberto Ribeiro

Jorge Luis Sadalla

Renato A. de Almeida Delfini

José Vanderlei Fernando

Silvia Renata Valente

Milton Olhe

Rafael Corrêa

Solcred

Alumínio Ramos

Recicla Brasil

Adilson José de Souza

Tripovino

Aragraf

Merino e Jorge Corretora de Seguros

Farmácia Santa Isabel

Escritório Aracontas

Lavanderia Requinte

Casa Brasil

Bacana Auto Center

Papini Multimedia Arts

La Via Tre

Restaurante São Cristovão

Aramaq

Farmácia Santa Paula

Panificadora Pão da Terra

Leitoa e Cia

Adriano Ferramentas

Sergio Gamba

Uniodonto de Araraquara

Imobiliária San Conrado

Bar do Luizinho

Apollo

Representações de Ferro e Aço São Joaquim

O Imparcial

Ciee

Retifica de Motores São José

Egydio & Cia

Us.Con

Liliantex

Morada Transportes

Alves Auto Peças

Vidroplan

Construtora Massafera

Beerre Marcas e Patentes

Alex Som

Floricultura Nilce

Comfort Hotel

Redel Construtora

Fertch

Vent-Luz

Maq Mil Olivetti

Tribuna Impressa


crônica

O PAPEL DO COMERCIANTE

LUIZ CARLOS BEDRAN*

O exercício do

comércio pode ser

considerado como

uma das mais antigas

profissões do mundo praticadas pelo ser

humano, mas até hoje a função do comerciante

é sujeita a tantas controvérsias, que ainda não

se consegue saber exatamente qual é o seu

verdadeiro papel na sociedade moderna.

O filósofo Karl Marx, no século 19, entendia

que o mercador era um parasita social,

pois nada produzia. Dizia que ele era um

mero intermediário entre o produtor e o consumidor,

vivia do lucro obtido pela diferença

entre aquilo que comprava e a do que vendia

e por isso era sempre visto com suspeita

pela sociedade.

Essa visão do comerciante, como a de

um ser aproveitador, é muito mais antiga

do que parece. O deus dos comerciantes,

Hermes, da mitologia grega, era visto como

trapaceiro e ladrão; Platão achava que o

homem não poderia ser virtuoso e ao mesmo

tempo praticar o comércio; na China antiga

ele era classificado no fundo da escala social

e Santo Thomaz de Aquino dizia que eram

pecadores por sua própria natureza.

No entanto, ao contrário, Maomé, que

era comerciante - assim como sua mulher,

Fátima - considerava o mercador, como diz no

Corão, “mensageiro do mundo e depositário

de Deus na Terra” e os muçulmanos entendiam

o comércio como “o melhor de todos os

investimentos produtivos e o que mais propicia

felicidade”. Não por acaso o islamismo

era íntimo do comércio; o lucro, ao contrário

da Igreja, não era considerado pecado.

Embora essa visão negativa do comerciante

tenha sido modificada a partir da

Revolução Francesa, pois ele representava a

burguesia contra a aristocracia, mesmo assim

ainda hoje ela perdura, talvez provocada

por ele mesmo, ante a ganância exagerada

do lucro sem outro objetivo, a não ser pelo

próprio lucro.

Entretanto, impossível em nosso sistema

capitalista, que hoje abrange praticamente

todo mundo, deixar de existir a figura do

intermediário, coisa que o Estado não consegue

ser, como queria Marx.

O comércio fomenta riquezas e estas

levam ao progresso. Pois o intermediário favorece

a ligação entre as partes e isso leva a

um entendimento entre as pessoas, onde o

lucro, embora continue a ser o objetivo, deixa

de ser exclusivo, tal como no passado.

Segundo Theodore Zeldin, historiador da

Universidade de Oxford, em seu livro, “Uma

História Íntima da Humanidade”, existem três

categorias de pessoas: aquelas que não querem

dar ordens, as que não querem recebê-las

e as que são intermediárias entre aquelas e estas.

Essas pessoas, tal como os comerciantes

e até os participantes de outras categorias

sociais, tais como os prestadores de serviços,

sentem-se perfeitamente bem no exercício de

suas atividades, possuem vocação para isso.

Exemplos não faltam de intermediários em todos

os setores da vida social.

Assim, o papel do comerciante, modernamente,

há de ser visto não somente como

uma aproximação de interesses, mas, ao

mesmo tempo, como um elemento indispensável

e de grande valia no relacionamento

entre as pessoas em prol do desenvolvimento

da humanidade.

*Jornalista e articulista da

Revista Comércio & Indústria

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