RCIA - ED. 172 - NOVEMBRO 19

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O tempo passou, os filhos cresceram,

estudaram e começaram a

trabalhar em suas respectivas profissões.

Mais tarde, Sebastião vendeu os

carinhos de lanches para o dinâmico

Carlos Coutinho de Oliveira Filho e a

Padaria para a família Bortolozzo.

Sebastião Colombo não chegou a

alcançar a sua aposentadoria.

Nosso biografado, homem que

não temia o trabalho, impulsionou

o desenvolvimento do bairro do Carmo,

fazendo-o ainda hoje, por meio

de seus descendentes.

A lealdade que devotava aos amigos,

era uma das forças supremas de

seu caráter bem formado.

Sebastião Colombo faleceu precocemente

aos 57 anos de idade no dia

14 de março de 1974, acometido de

problemas cardiológicos e está sepultado

no Cemitério São Bento.

Seu nome está na rua através da

Lei nº 3951, de 1º de abril de 1992,

A família da esquerda para a direita:

O filho Nelson, a mãe Ortência, o filho

Milton, a filha Marly, Sebastião Colombo e

a pequena Magaly

Imagem do Google da Rua

Sebastião Colombo localizada no

Jardim Cruzeiro do Sul e à direita,

a imagem da rua naquela época

de autoria do então vereador Manoel

Marques de Jesus Júnior, que denomina

a Rua Sebastião Colombo, a Via

Pública da sede do Município, conhecida

por Rua “B”, no Loteamento Jardim

Cruzeiro do Sul.

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