RCIA - ED. 101 - DEZEMBRO 2013

tvcomercioeindustria

- 1 - - 1 -


- 2 -


- 3 -


ÍNDICE

Artigos

05 | Da Redação Sônia Maria

Marques - A reeleição de Toninho

Deliza

07 | Editorial Ivan Roberto Peroni

59 | Thais Costa Domingues

Texto Especial do Sincomercio

Capa

22 | Lembranças O nosso primeiro

Natal sem Chafik Haddad

24 | Tudo Cercado Está chegando

a Nota Fiscal Eletrônica direta ao

consumidor

Especial

22 | Retrato na parede

Valter Merlos está na Galeria

dos Presidentes

26 | Deodata do Amaral

Silenciou a voz que vinha dos pobres

33 | Natal Cidade fica mais bonita ao

retomar a decoração

34 | Tampellini Projetos de Lei

apresentam avanços ao Simples

Nacional

Murilo Leonardi

transforma o seu

sítio num espaço

que fará parte

do agronegócio

PÁG. 39

Guto e Agostinho Toscano, modelo

de empresa familiar; exemplo para

muitos PÁG. 10

Cidade

08 | Representatividade

ACIA esteve no Congresso dos

50 anos da Facesp em Campinas

13 | Partners Ela possui profissionais

para solucionar diversos problemas

em sua empresa

14 | Sicoob Iesacred Uma linda

história com 30 anos de luta

PÁG. 59

Artigo fala de um regulamento

interno na empresa que possa ser

de bom tamanho para todos

Eles são a Partners na cidade

PÁG. 13

Sindicato Rural

39 | Turismo Rural O Sindicato

Rural apoia o movimento que visa

a transformação dos espaços em

um grande negócio

Construção

47 | Casa Cor O seu charme na

cidade de Campinas

50 | Designer Novidades de

um circuito em SP

51 | MS Vidros Alexander Mesquista

da Silva anuncia as novidades em

boxes para banheiro

53 | Energia Elétrica É hora da

gente comemorar a chegada da

energia do Madeira

Publicidade

17 | Liceu Monteiro Lobato

Escola conquista o Top Brazil

Quality e vai a Ribeirão receber

o prêmio

70 | Farmácia Santa Paula

Beth e Antenor Vicentin ampliam

rede na cidade

Segurança

55 | Alvarás Episódio da Boate

Kiss provoca novo projeto para

regulamentação de prédios

56| Compphara É no conselho

que cuida do patrimônio histórico

que Roberto Abud tomou posse

Documento

60 | Samuel Brasil Bueno

A história de Álvaro “Lili” Ferrarezi

MUITA DISCUSSÃO EM TROCA DE NADA

A forma com que o secretário Roberto Pereira, da Fazenda Municipal, agiu em

não aceitar num primeiro momento a convocação da Câmara para falar da venda

de títulos da dívida ativa, criou uma provocação política nos adversários do prefeito

e deu a impressão de coisa errada. Ora, deveria ter ido e a história teria acabado

aí; a briga é o que a oposição sempre quis. Perdeu-se tempo com a queda de braço

e a gente sabe que o administrador público bem intencionado jamais foge à legalidade

e o limite das suas ações; e, divulgar os nomes de quem comprou as dívidas

também não teria nada demais, pois se a prefeitura decidiu protestar os inadimplentes, é verdade que

cada um vai aparecer nos editais publicados nos jornais. São atitudes desnecessárias que não refletem

o bom crescimento econômico da cidade. É a introdução de um samba-canção numa festa sertaneja.

O deputado Roberto Massafera participou

de reunião extraordinária com o reitor da Unesp,

professor Júlio César Durigan. Ele foi ouvido na

Comissão Parlamentar de Ciência e Tecnologia

da Assembleia. O objetivo dos parlamentares foi

conhecer os planos de expansão da Unesp e

contribuir com o acesso dos paulistas à formação

de qualidade.

- 4 -


Esporte

63 | Copa Mário Pedrolongo

Mais de duzentos tenistas

participaram de uma das etapas do

Circuito Regional em Araraquara

O professor Mário homenageado

pelo Clube Araraquarense tendo

seu nome em um grande torneio

PÁG. 63

JOÃO, TÚ ÉS

UM DÉSPOTA

Futebol Amador

79 | Esporte Clube Andaray

Iniciamos a apresentação em nossa

edição de ouro dos grandes clubes

do futebol amador de Araraquara

Saúde

72 | Comportamento Sim, eu

uso óculos e não me acanho

Solidariedade

77 | Nós somos Noéis O

brilhante trabalho de um grupo

de pessoas que trabalha pelos

carentes da cidade e região

Variedades

66 | W&L Agência completa

36 anos de fundação

84 | Viver Empresarial Os

fatos e as pessoas da cidade

90 | Luiz Carlos Bedran Natal

Foi assim que o secretário de Governo,

Nino Mengatti se referiu ao presidente da

Câmara Municipal, João Farias: “Ele está

agindo como um déspota”. E qual o

significado da palavra em questão :

“Déspota”, entre os gregos, era aquele que

exercia o poder soberano sem direito à

sucessão e sem investidura regular.

Príncipe, governante que exerce autoridade

arbitrária e absoluta; tirano. Pessoa que impõe sua vontade de forma tirânica.

Sinônimos de Déspota: arbitrário, autocrata, autoritário, mandão, opressor,

potentado, sátrapa e tirano. Francamente, são tantos os elogios que o João

terá que pensar bem para escolher um e qualquer que seja, o “menos ruim”

não será em momento algum o melhor para reatar a boa amizade e o grande

relacionamento entre eles. Mas, política é isso mesmo. Dorme-se de um jeito

e acorda-se de outro e o povo nunca sabe o que aconteceu durante a noite.

O filme que estamos assistindo neste momento já foi visto nos melhores

cinemas e também nos piores, não sendo novidade, se amanhã ou depois, eles

estiverem sentados, trocando ideias em uma mesma mesa. Ambos têm erros

e acertos em suas caminhadas, até mesmo porque ninguém é perfeito. Não é

preciso ir longe: apenas 2013 anos e a história mostra como as situações se

ajeitam: Cristo por ser considerado agitador, revolucionário para os padrões da

época, foi para a cruz e quem o levou ao julgamento optou em lavar as mãos.

Pilatos, era o cara. Caiu na desgraça e depois na prisão recebeu os cuidados

de Zacarias, o sapateiro que estava atendendo o pedido de Jesus. Entendemos

que não precisamos chegar a tanto: é preciso mais respeito entre os políticos.

DA REDAÇÃO

A reeleição de Antônio Deliza Neto no SINCOMERCIO em Araraquara,

mostra claramente que para chegar a essa situação, o presidente

caminhou bem. Melhor ainda: apenas uma chapa se inscreveu. Na

verdade, quando o trabalho é bem feito, quando uma diretoria trabalha

efetivamente para defender os interesses da classe, não há razões

para mudanças. É o ditado popular: em time que está ganhando,

não se mexe. O SINCOMERCIO ao longo da sua história, tem cumprido

com dignidade e respeito a missão que lhe foi imposta, ainda

que dificuldades sempre surgem pelo caminho. O sindicato sempre

se preocupou em manter uma posição estável, equilibrada financeiramente,

responsável, sem contudo deixar de investir na ampliação do

seu patrimônio formado por inúmeros imóveis ao redor da sua sede

própria. O antigo presidente Ivo Dall’Acqua Júnior durante muitos anos

manteve com seus companheiros de diretoria esse perfil; com Toninho

Deliza, a situação tem sido idêntica e havendo esse espírito de união é

evidente que tudo anda bem, as coisas ficam bem mais fáceis. E não

há como ignorar o poder que o sindicato hoje exerce dentro da comunidade

e a força que o comércio tem, no desenvolvimento econômico

do município. Neste momento em que os comerciantes tanto precisam

de apoio para suas iniciativas, é imprescindível - pelas revitalizações

em seus importantes corredores comerciais - que o SINCOMERCIO

se mantenha lado a lado com eles, da mesma forma que a Associação

Comercial e Industrial de Araraquara, pois ambas têm essa missão.

As duas, politicamente falando, queiram ou não, espelham uma força

muito grande nas decisões políticas do município. Que Toninho Deliza

seja muito feliz com seus companheiros em mais este mandato.

REVISTA

Diretor Editorial: Ivan Roberto Peroni

Supervisora Editorial: Sônia Marques

Depto. Comercial: Gian Roberto, Silmara Zanardi,

Marcos Assumpção

Design: Mário Francisco, Carolina Bacardi, Fernando Oprime,

Bete Campos

Tiragem: 5 mil exemplares

Impressão: Grafinew - (16) 3322-6131

A Revista Comércio & Indústria é distribuida gratuitamente em

Araraquara e região

INFORMAÇÕES ACIA: (16) 3322 3633

Sônia Maria Marques

A reeleição de Toninho

Deliza no Sindicato do

Comércio Varejista.

EDIÇÃO N°100 - DEZEMBRO/2013

COORDENAÇÃO, EDITORAÇÃO, REDAÇÃO E PUBLICIDADE

Fone/Fax: (16) 3336 4433

Rua Tupi, 245 - Centro

Araraquara/SP - CEP: 14801-307

marzo@marzo.com.br

- 5 -


- 6 -


EDITORIAL

Força e Luz, quem te viu e

quem te vê, sente saudades!

Lamentavelmente, a Companhia Paulista de Força e

Luz, ou simplesmente CPFL, tem sido relapsa em relação

à manutenção dos serviços que presta à nossa comunidade

nestes últimos anos. Como concessionária no fornecimento

de energia elétrica, tem deixado muito a desejar

se promovermos uma comparação entre o que foi e o que

é. Diariamente há casos de queda de energia. Aqui ou alí

as reclamações pipocam; para que se promova a troca

de uma lâmpada queimada num poste em determinada

via pública, é preciso que se informe à Companhia. Não

há efetivamente como outrora, um comprometimento da

empresa com suas obrigações e olha que ela é muito bem

paga por isso. A tecnologia para ela faz um mal danado.

Na década de sessenta, estou bem lembrado, meu tio

Antônio Ferreira Veiga, um pernambucano arretado, deixava

sua casa em Gavião Peixoto e vinha a pé em direção

a Araraquara ou cidades próximas como Tabatinga, Ibitinga

e Itápolis, beirando as estradas ou mato a dentro,

com um par de esporas nas botas como ele sempre dizia,

subindo nos postes de madeira e verificando se tudo estava

em ordem com a fiação e transformadores da Força e

Luz. Eu até acreditava nisso, afinal - as marcas nos postes

de madeira - se confundiam entre os rastros deixados pelos

cupins e os furos causados pelas pontas das esporas.

Retornava ele nos fins de tarde para casa com a língua pra

fora, mas cumpria com dignidade e respeito sua missão.

Vejo agora que, 50 anos depois, a Câmara Municipal

de Araraquara se vê obrigada a convocar a CPFL para

prestar esclarecimentos sobre a substituição de postes de

madeira na rede de energia elétrica no município e também

se há um levantamento de quantos

postes de madeira existem hoje na

cidade e se há uma proposta para a

troca por postes de concreto.

E por que isso?

Há 300 metros do Residencial Dahma, o poste de madeira não é

de hoje, está quase caindo. Omissão e negligência da CPFL

A explicação é da própria Câmara: em outubro, um poste

de madeira da rede de energia elétrica caiu na Avenida Manoel

de Abreu, que liga Araraquara a Américo Brasiliense, e um motociclista

que seguia pela avenida não conseguiu desviar, acabou

sendo atingido e teve ferimentos leves, sendo atendido em um

hospital de Araraquara. Devido à queda do poste e sua substituição,

registrou-se interrupção no fornecimento de energia elétrica

por uma hora para cerca de 200 clientes daquela região. A preocupação

com o estado de conservação desses postes de madeira

para suportar o peso de cabos de energia elétrica aumenta com o

início do período das chuvas. No ano passado ao menos três postes

de madeira caíram em Araraquara. O primeiro foi registrado

em janeiro, no Jardim Universal, quando um poste caiu sobre

um carro estacionado no quintal de uma casa. No mês seguinte,

houve outra queda na Rua Imaculada Conceição (Rua 13). Em

outubro, o mesmo tipo de problema foi registrado no Yolanda

Ópice, quando, por pouco, o muro de uma casa do outro lado

da rua não foi atingido. Pelo que estamos vendo, não estamos

imúnes à irresponsabilidade da CPFL e à omissão das nossas

autoridades.

Curioso é que em uma conta de luz de cerca de R$ 170,00 há

um desvio de R$ 15,00 para a tal Contribuição de Custeio IP-CIP

que vai para o município. Sabemos que a CPFL se torna apenas

um agente de cobrança no que se refere a essa lei e convênio

com as prefeituras, mas, o consumidor é obrigado a pagar nesses

casos, mesmo que o serviço não seja prestado, ou ainda, que seja

feito com enormes deficiências.

Pior é que a deterioração de postes de madeira colocados há

70/80 anos é um fator que sequer é considerado. A manutenção

é precária. Não há contra-partida, isto é, “prestar bem o serviço”,

como está no seu Contrato de Concessão de serviço, no caso,

penso, junto à ANEEL. O consumidor paga e corre o risco; e

a Câmara perde tempo com aquilo que a concessionária tem a

obrigação de fazer e a CPFL dá uma de “não saber de nada”.

- 7 -


REPRESENTATIVIDADE

ACIA ESTEVE NO CONGRESSO DOS

50 ANOS DA FACESP EM CAMPINAS

Cerca de 1,2 mil pessoas entre

as quais o presidente Renato

Haddad, da ACIA, participaram

de palestras e painéis durante

o 14° Congresso da Federação

das Associações Comerciais do

Estado de São Paulo, realizado

em novembro, em Campinas.

A cerimônia de abertura do Congresso

da FACESP, neste ano, contou com a presença

da presidente Dilma Rousseff, do

ministro-chefe da Secretaria da Micro e Pequena

Empresa e vice-governador de São

Paulo, Guilherme Afif Domingos, da ministra-chefe

da Secretaria de Comunicação Social,

Helena Chagas, do prefeito de Campinas,

Jonas Donizette, além do presidente da

FACESP e da Associação Comercial de São

Paulo (ACSP), Rogério Amato. Também

participaram outras autoridades políticas e

empresariais, incluindo o ex-prefeito Gilberto

Kassab, que acabou viajando a Brasília

no avião da presidente Dilma.

Em 2013 o evento comemorou os 50

anos de fundação da FACESP e teve como

tema Celebrar a História. Construir o Futuro.

“A entidade tem uma longa trajetória de

serviços em defesa da livre iniciativa e do

desenvolvimento econômico e social do Estado

e do País, fato que merece ser comemorado”,

disse Renato Haddad, representando

a classe empresarial da cidade, pela ACIA.

Atualmente, a FACESP é formada por

mais de 400 associações comerciais distribuídas

por todo o território paulista, que reúnem

em suas diretorias e conselhos, cerca de 10

mil empresários e 20 mil associados de empresas

comerciais, industriais e de serviços.

O presidente da FACESP, Rogério Amato,

destacou que as associações comerciais

são participantes ativas da vida política,

econômica e social das cidades onde atuam.

“Funcionam como fóruns permanentes de

debates de grandes temas nacionais e, sobretudo,

dos problemas que afetam os micro e

pequenos empresários”, afirmou. “Isso nos

permite conhecer suas dificuldades frente ao

imenso manicômio tributário e burocrático

aos quais as empresas são submetidas”.

Em seu discurso, a presidente Dilma

Rousseff elogiou o tema do congresso e

ressaltou o trabalho realizado pela FACESP.

“Só quem celebra a História tem condições

de construir o futuro. Há 50 anos a entidade

defende os interesses dos empreendedores,

que devem ser sempre valorizados pela coragem

e ousadia”, destacou.

A presidente frisou que a FACESP está

sustentada por uma trajetória de conquistas

e realizações, entre elas a Lei Geral da Micro

e Pequena Empresa, o Microempreendedor

Individual (MEI) e a Lei De Olho no

Imposto. “É um passado de grandes e meritórias

lutas, com muitas vitórias”.

De 1963 - ano de fundação da FACESP

- até hoje, o Brasil passou por muitas mudanças,

afirmou a presidente. Na época da

fundação, o País tinha um pequeno mercado

consumidor e estava, de certa forma, lutando

pela sua identidade. “Criamos condições

para que a população se transformasse em

cidadãos consumidores, com um grande

mercado de massa e dinamismo para todos

os setores”, disse Dilma.

Atualmente, prosseguiu a presidente, a

burocracia é um dos principais problemas

do Brasil, prejudicando o Governo e a vida

dos consumidores. “A burocracia desvia o

empresário de seu foco. Combatê-la é tam-

O presidente da ACIA, Renato Haddad,

no Congresso da FACESP em Campinas

bém combater um processo que leva necessariamente

a perdas de prazos, a tempos

longos”, disse.

A presidente finalizou destacando que

não há oposição entre Governo e empresários.

“Há, sim, uma perspectiva de cooperação,

sobretudo a vontade política de cooperar

com todos os empresários de pequeno,

médio e grande portes”.

Como forma de combater a burocracia

e simplificar a abertura e o fechamento de

empresas, o ministro Afif assinou, durante

a abertura do congresso, contrato no valor

de R$ 30 milhões com o Serviço Federal

de Processamento de Dados (Serpro) para a

construção do portal Empresa Simples, que

deverá estar pronto em meados do segundo

semestre de 2014.

Destinado a cerca de 8,5 milhões de micro

e pequenos empresários e também aos

microempreendedores individuais (MEIs),

o portal funcionará como uma praça eletrônica

de comércio e permitirá a abertura e

fechamento de empresas no prazo máximo

de cinco dias.

- 8 -


- 9 -


REPORTAGEM DE CAPA

TOSCANO IMÓVEIS

SINÔNIMO DE SEGURANÇA

NO RAMO IMOBILIÁRIO

Uma empresa diferenciada. É

assim que podemos definir a

Toscano Imóveis, dotada de

linha ética que segue o perfil

sempre mantido por Agostinho

Toscano na vida pública. Hoje

com seu filho Luís Augusto,

a Toscano Imóveis com essa

forma de trabalhar, é o caminho

para ter e orientar o cliente a

fazer sempre um bom negócio.

“Precisamos aproveitar este grande

momento que Araraquara vive no mercado

econômico. A chegada de novas empresas e

o direcionamento que vem sendo dado para

aumentar a geração de empregos e divisas,

contribui com o fortalecimento de outros

setores, principalmente o ramo imobiliário”.

É desta forma que Luís Augusto Toscano

descreve a importância do setor na atualidade

para a Toscano Imóveis, uma das mais

conceituadas imobiliárias da região, fundada

por seu pai Agostinho Toscano e ele, em

1999. A empresa, pautada pela experiência

de ambos, tem sido uma referência na indicação

de áreas para empresas que estão chegando

e também vem participando de importantes

lançamentos imobiliários: “Fazemos

parte da Rede Imobiliária, união de empresas

do setor, com o objetivo de fomentar a união

da classe imobiliária, organizando e normatizando

o mercado, por meio da prestação de

serviços cada vez mais profissionais e com

qualidade.

A nossa empresa, assegura Agostinho

Toscano, mostra claramente a sensibilidade

e o espírito empreendedor dos empresários

da área, preocupados em melhorar os serviços

oferecidos à sociedade em que estão inseridos.

“Um mercado organizado se constitui

em ambiente propício e estimulante ao

desenvolvimento das atividades dos que

nele participam, assegurando a satisfação de

todos”, conclui.

A Rede é formada por nove imobiliárias

da cidade para oferecer o que há de melhor

em serviços ao mercado imobiliário, agregando

vantagens tanto para quem deseja

vender seu imóvel quanto para quem está à

procura das melhores ofertas.

Porém duas situações diferenciam a

Toscano Imóveis das demais empresas da

cidade: Agostinho, além do conceito adquirido

por sua personalidade ética, teve uma

brilhante carreira na vida pública: foi seguidamente

Chefe de Gabinete de vários prefeitos,

mesmo quando Araraquara viveu um

período de adversidades políticas.

Esses valores foram passados ao seu filho

Luís Augusto, o Guto, desde a adolescência,

e hoje também definem o perfil da

Toscano Imóveis: “Com credibilidade e excelência

na prestação de serviços, a empresa

tem uma carteira com os mais variados tipos

de investimentos imobiliários, abrangendo

não somente a região de Araraquara, como

imóveis localizados em outros pontos do

território nacional”, comenta Guto.

Para Agostinho Toscano, que em outubro

comemorou 81 anos de idade e se mostra

atento as constantes inovações do mercado,

é um orgulho sentir o respeito conquistado

pela empresa: “Se somos referência, é porque

os nossos profissionais também utilizam

a ética como o cartão de apresentação

nos negócios que fazem na compra, venda e

locação de imóveis. Esse sistema de trabalho

nos dá força; para o cliente dá segurança”,

arremata Toscano.

Essa credibilidade tem dado uma grande

- 10 -


Luís Augusto Toscano, o “Guto”, prevê bons

negócios para o setor imobiliário em 2014,

principalmente no campo industrial

preferência da Toscano ser uma das imobiliárias

mais procuradas pelas empresas que

aproveitam o desenvolvimento do município

e aqui querem se instalar: “Já estamos

vendo 2014 como um dos anos mais promissores

da história da cidade e também

para o ramo de negócios”, diz Luís Augusto,

otimista, pois a empresa já vem sendo o elo

na indicação de áreas para implantação de

novas empresas.

TOSCANO IMÓVEIS

Em posição privilegiada no centro da

cidade, a Toscano Imóveis é uma agência

que se inova a cada dia: salas de reunião e

de vendas plenamente confortáveis, atendimento

ágil e seguro através de profissionais

capacitados, sugestões pautadas pela experiência

da Família Toscano e orientações

que inspiram confiança.

Curioso é que quando questionado sobre

uma aposentadoria definitiva, Agostinho

Toscano tem a resposta pronta: “O trabalho

é a minha vida”. São afirmações deste tipo

que dão crédito à caminhada familiar da

empresa e é o que mais precisamos para o

fortalecimento nos negócios.

Cláudia, Josi e Rita, da área de atendimento

Os corretores Ricardo Toledo Piza

e Eliseu Justino

- 11 -

ATENDIMENTO TOSCANO IMÓVEIS

Avenida Osório, 157 - Centro

Fone (16) 3114 2829


- 12 -


- 13 -


ESPECIAL

SICOOB IESACRED, UMA LINDA

HISTÓRIA COM 30 ANOS DE LUTA

Em 1983 nascia a Iesacred,

uma cooperativa formada por

funcionários da empresa. Em

2000, foi criada a Comcred por

alguns comerciantes da cidade.

2007: as duas se juntam,

e Araraquara ganha o Sicoob

Iesacred, instituição financeira

que atualmente dispõe de 17

milhões de reais em ativos e um

patrimônio que chega aos

8 milhões de reais.

Cooperativa comemora seu trigésimo

aniversário e inaugura sua nova agência

“Há exatos 30 anos, mais especificamente

no dia 21 de novembro de 1983,

acontecia numa das salas de treinamento da

empresa antecessora IESA Equipamentos

e Montagens S/A, a Assembleia de Constituição

da cooperativa que hoje é o Sicoob

Iesacred”. O comentário é feito por Walter

Francisco Orloski, um dos articuladores da

reunião que marcou a fundação da Iesacred,

uma cooperativa financeira formada por

funcionários da empresa.

Em novembro de 2007, a IESACRED

tendo em vista a ampliação do leque de

serviços oferecidos aos seus cooperados,

se tornou muito mais fortalecida ao se unir

com a Comcred, uma cooperativa formada

por comerciantes de vestuários de Araraquara

e Região, que estava começando. Na

época um dos fundadores da Comcred era

A belíssima agência do SICOOB Iesacred na Avenida Barroso entre as ruas 1 e 2

Mário Hokama, que hoje diz: “Os nossos

associados agora contam com a segurança

e porque não dizer, têm até orgulho de pertencer

ao sistema SICOOB, graças a nossa

união com a Iesacred. A parceria de ambos

gerou o Sicoob Iesacred.

As cooperativas de crédito do Sicoob

são instituições financeiras sólidas e seguras,

regulamentadas pelo Banco Central do

Brasil e integram um sistema forte e solidário,

do qual também fazem parte: a Confederação

Nacional das Cooperativas do Sicoob

Ltda. (Sicoob Confederação) que tem

a finalidade de defender os interesses das

cooperativas representadas, ofertar serviços,

promover a padronização, supervisão e integração

operacional, financeira, normativa e

tecnológica; o Banco Cooperativo do Brasil

S.A. (Bancoob) especializado no atendimento

às cooperativas de crédito e cujo controle

acionário pertence às cooperativas do

Sicoob; a Bancoob DTVM, distribuidora de

Mário Hokama (fundador da Comcred),

Toninho Deliza (Presidente do Sincomercio),

Ademar Ramos (Vice-Presidente da ACIA),

Walter Orloski (Diretor Administrativo do

SICOOB Iesacred), Antônio Martins

(Secretário de Desenvolvimento Econômico),

Cesar Romeu Fiedler (Presidente da Iesa

Projetos, Equipamentos e Montagens),

Haroldo Alberto Ciarlariello (Presidente do

Conselho de Administração do SICOOB Iesacred)

e Antonio Tomazetti Gaban

(Presidente do SICOOB Iesacred), durante

a cerimônia de inauguração da agência

- 14 -


títulos e valores; o Sicoob Previ, fundação

que oferece plano de previdência complementar;

a Cabal Brasil, bandeira e processadora

de cartões e a Ponta Administradora

de Consórcios. Conta ainda com o Fundo

Garantidor do Sicoob (FGS), que confere

credibilidade ao Sistema e garante a proteção

dos recursos de seus mais de 2 milhões

de associados.

“O Sicoob Iesacred oferece todos os

produtos e serviços bancários, só que de um

jeito bem diferente: ele compartilha os resultados

com os associados e aplica os recursos

captados em nossa própria comunidade, o

que movimenta o comércio e a produção,

além de criar novas oportunidades de emprego

e renda”, justifica Orloski, ao analisar

o desempenho da cooperativa - da qual ele é

diretor administrativo.

Durante o coquetel que marcou as comemorações

dos 30 anos de fundação do

Sicoob Iesacred, o seu presidente Antonio

Tomazetti Gaban, não escondeu seu otimismo

e motivado pela ousadia e tenacidade

disse: “que esta agência seja o início para

que possamos abrir muitas outras mais, tanto

em nossa cidade como também em toda a

Região e isto só será possível com um bom

atendimento e um trabalho sério”.

Segundo ele, o Sicoob Iesacred veio

para oferecer os mesmos serviços bancários

a todos os associados, como Pessoa Jurídica

ou como Pessoa Física, mas com uma grande

diferença, pois dispõe de taxas menores,

rendimentos maiores e bom atendimento.

“O associado não é apenas um correntista:

as sobras sempre serão revertidas para ele

que acredita em nosso trabalho”, conclui.

Momento que marca o

descerramento da placa

que registra os 30 anos

de história do SICOOB

Iesacred. Pela ordem:

Toninho Deliza, Antonio

Martins, Walter Orloski,

Antonio Tomazetti

Gaban, Cesar Romeu

Fiedler, Haroldo

Ciarlariello e Mário

Hokama

Mário Hokama, um

dos fundadores da

Comcred, brinda com

Walter Orloski, um

dos fundadores da

Iesacred, o sucesso

de uma brilhante

jornada

Expressão de alegria

de Walter Francisco

Orloski, Antonio

Tomazetti Gaban e

Cesar Romeu Fiedler,

presidente da Iesa, ao

descerrarem a

placa, festejarem

a data e também

a inauguração das

novas instalações da

agência

Um brinde ao sucesso de toda equipe de

profissionais do SICOOB Iesacred: Walter

Orloski, Salmazo, Lucimara, Deives, Gleice,

Carlos, Samantha, Renata e Sabrina

- 15 -


SICOOB IESACRED

UM ORGULHO PARA

A NOSSA CIDADE

A agência do SICOOB Iesacred

em Araraquara é uma das mais

modernas entre as cooperativas

do Estado e já acena com a

possibilidade de parcerias que

podem consolidá-la de forma

definitiva no mercado financeiro.

A fusão da Comcred-Iesacred deve-se a eles: Edson Casault, Ademar Ramos, Mário Hokama,

Wanderley Camilo de Figueiredo e Walter Francisco Orloski

“Acreditamos que após três décadas de

existência, seja uma evidência da qualidade

dos serviços prestados como também, do

compromisso assumido pelos atuais administradores

e principalmente pelos que aqui

passaram, com a fidelidade nos objetivos

para qual foi criada”. A definição dada pelo

presidente Antonio Tomazetti Gaban, do SI-

COOB Iesacred espelha a grandiosidade do

trabalho que vem sendo realizado pela agência

em Araraquara. Suas palavras são reforçadas

pela experiência de Walter Orloski,

que ao participar da fundação da

Iesacred e Comcred, mostra que

tem sido incansável na luta pela

expansão da instituição.

Mário Hokama assegura que

valeu a pena acreditar no sonho

nascido em 2003: “Fomos movidos

por uma causa e por ela nos

mantivemos aliados o tempo todo

acreditando que tudo daria certo.

O resultado deve ser apreciado

pela comunidade que hoje pode

dispor de uma entidade financeira

própria”.

Não há como negar a dedicação

dos dirigentes, nem como

deixar de reconhecer méritos deste

crescimento; quando há princípios,

ética e responsabilidade, o

sucesso surge de maneira espontânea,

assegura Toninho Deliza,

presidente do SINCOMERCIO.

Para o secretário municipal

de Desenvolvimento Econômico,

Antonio Martins, a expansão do

SICOOB Iesacred coincide com

o próprio crescimento industrial e

comercial da cidade: “Nossa missão

é incentivar a economia, através

da vinda de novas empresas;

Araraquara está sendo olhada pelo

Brasil como uma região privilegiada”.

Como presidente da IESA,

disse Cesar Romeu Fiedler, temos

como objetivo ser uma organização

preparada em recursos

- 16 -

humanos e tecnológicos, capaz de oferecer

soluções inteligentes em produtos e serviços

nas áreas de infraestrutura, sem nos descuidarmos

de outras ações que refletem nossa

missão.

Paralelamente a essa filosofia de trabalho,

o SICOOB Iesacred, nascido no período

de transição Vilares-Iesa, assume uma posição

privilegiada para os seus colaboradores

e a cidade, pois a instituição se fortalece e se

integra à vida dos empresários, sempre com

muita credibilidade.

Tanto é que a agência vem trabalhando

para ter como cooperados não apenas

comerciantes e colaboradores da Iesa, mas

a população, que estaria fugindo dos altos

custos da manutenção de uma conta e dos

serviços em bancos tradicionais.

COMO É FORMADO

O SICOOB IESACRED

• CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Haroldo Alberto Ciarlariello

Presidente

Luis Henrique Alfonsetti

Vice-Presidente

Ademar Ramos da Silva

Conselheiro

Antonio Tomazetti Gaban

Conselheiro

José Antônio Fragali

Conselheiro

Júlio César da Silva

Conselheiro

• DIRETORIA EXECUTIVA

Antonio Tomazetti Gaban

Diretor Presidente

Sidinei Oltremare

Diretor Operacional

Walter Francisco Orloski Diretor Administrativo

José Lucilio

Diretor Posto Atendimento

• CONSELHO FISCAL

- EFETIVOS

Gilberto Aparecido Martins

José Mauro Gracindo

Wanderley Camilo de Figueiredo

- SUPLENTES

André Castro Rizo

Ricardo Cusinato

José Henrique Pio


- 17 -


CLIMA NATALINO

AS COISAS MUDAM

Se a tradição manda o Papai

Noel chegar de trenó, a Casa

de Carnes Borsari optou em

algo original para o seu setor.

Nos últimos tempos, o comércio tem

diversificado a forma de divulgar o seu

produto, buscando principalmente a originalidade.

Por ocasião do Natal, já não

há tanta preocupação se o Papai Noel

vem de trenó, a pé, ou trem. Importante é

a preservação da sua imagem, e se agregada

ao negócio - melhor ainda. É o caso

da Casa de Carnes Borsari, na Avenida 36

esquina da Rua Tupi.

FATOS E FOTOS

Victória Thais Correa

da Silva, estudante

do 9º ano do Fundamental

na Escola Municipal

Hermínio Pagotto

(Assentamento

Bela Vista), foi eleita

delegada local, regional

e estadual nas

etapas da IV Conferência

Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio

Ambiente, com o tema “Vamos Cuidar do

Brasil com Escolas Sustentáveis”. Um exemplo

para muita gente grande.

Família Moysés, uma das mais tradicionais

da Vila Xavier, perdeu no dia 6 de novembro,

um dos seus ilustres representantes: Edson Moysés,

carteiro desde 1985. Em 2011, “Mumu”

como era conhecido, foi homenageado como

o “melhor carteiro de Araraquara”. Nossos sentimentos.

Empresário que está precisando de área

para implantar ou expandir sua empresa, pode

ir à Prefeitura que se mostra disposta a doar

algum terreno resgatado após “caso Napeloso”.

Para muitos, tendo por base que “cachorro

mordido de cobra tem medo de linguiça” é melhor

esperar o fim da encrenca.

EMPREENDIMENTO I

Eliseu Munhoz foi um dos primeiros moradores

do Jardim Morumbi: Castro Alves com Edmundo

Lupo. Decidiu mudar-se e o terreno onde

ainda está a bela casa, vai se transformar em

um edíficio construído pela Massafera. São

mais de 3 mil m² de área.

Célia Baron Braghini, em nome da Paróquia

de Nossa Senhora Aparecida e dos padres

Nelson e Nicolau, foi à Câmara Municipal em

novembro defender a aprovação do Projeto de

Lei do vereador Aluisio Braz - o Boi, que inclui

no Calendário Oficial do Município a Festa de

Nossa Senhora Aparecida. Durante o período

da Novena e também da quermesse, mais de

60 mil pessoas passaram por lá. A Festa da

nossa padroeira já é um marco na cidade e

agora, com este projeto, passará a fazer parte

do Calendário Oficial do Município. Neste

mundo tão atribulado, realizamos uma festa

cristã que celebra com amor, alegria e fraternidade

a nossa padroeira Nossa Senhora Aparecida,

disse Célia.

Sem valor científico e apenas confirmando

o que a história conta - uma loja com decoração

natalina chama muito mais a atenção

do que aquela que está “despenada”.

A pesquisa foi feita pela Tribuna Impressa,

ouvindo 30 pessoas, das quais 23 disseram

que preferem as enfeitadas.

EMPREENDIMENTO II

Terreno de 4 mil m² na Avenida 36, em frente

ao Bar do Gavião, será ocupado segundo

consta, por um conjunto de salas comerciais.

Investimento seria de um grupo japonês que já

teria iniciado o estudo das fundações para elaboração

do projeto a partir de 2014.

PARA QUEM QUISER VER

Pesquisadores do Instituto de Química de Araraquara e os

colegas do Departamento de Ciência e Engenharia de Materiais

do Massachusetts Institute of Technology, Estados Unidos,

desenvolveram material à base de óxido de estanho

com capacidade de detectar dióxido de nitrogênio muito

maior do que os sensores químicos já usados para identificar

esse tipo de gás altamente tóxico, formado nas reações

de combustão dos motores dos veículos.O material resultará

em patente das duas instituições e foi descrito em um artigo

publicado na edição de setembro da revista Sensors and Actuators

B: Chemical.

- 18 -


- 19 -


Alexandre Modonezi, superintendente do

IPEM (esquerda) e Renato Talel Haddad,

Presidente da ACIA, na palestra feita aos

empresários da cidade em novembro

PARA EVITAR O PIOR

A PALESTRA DO

IPEM NA ACIA

Além de distribuir uma cartilha

contendo regras para os nossos

empresários, o IPEM mostrou

que exerce primeiro a função

de orientar o comerciante.

O IPEM, autarquia vinculada à Secretaria

da Justiça e da Defesa da Cidadania e Órgão

Delegado do Instituto Nacional de Metrologia,

Qualidade e Tecnologia (Inmetro),

realizou na cidade a convite da

ACIA, palestra sobre Orientações

e Autuações aos fornecedores

de produtos e artigos ao

público consumidor. De fato,

disse Alexandre Modonezi, superintendente

do IPEM, o órgão

verifica e fiscaliza instrumentos

e sistemas de medição, produtos

e serviços sujeitos à Metrologia

Legal e à qualidade no Estado

de São Paulo. Também atua nas

áreas de calibração e avaliação

voluntária dos produtos e serviços.

A equipe técnica do IPEM

esteve presente orientando e tirando as dúvidas

dos comerciantes, industriais e prestadores

de serviços do município.

O evento organizado pela ACIA, segundo

o presidente da entidade Renato Haddad,

atingiu seu objetivo e levou a entidade a

cumprir seus objetivos: “Temos a missão de

defender a classe, evitando que os empresários

sejam punidos por falta de orientações

sobre as normas do IPEM”, completou.

O IPEM hoje mantém no Estado de São

Paulo cerca de 23 unidades; entre outras importantes

tarefas, está a fiscalização sobre os

postos de combustíveis.

Técnicos do IPEM

presentes na palestra:

Luciana Tucoser, César

Adorno, Ligia, Marcos

Toledo Piza e Alexandre

Modonezi

- 20 -


- 21 -


RETRATO NA PAREDE

VALTER MERLOS

NA GALERIA

O retrato do empresário Valter

Merlos já figura na galeria dos

presidentes da ACIA. Ele esteve

no importante cargo no período

de 2004 a 2010.

Presidente da Associação Comercial e

Industrial de Araraquara em dois mandatos

- seis anos - Valter Merlos viveu em 11 de

novembro, uma noite de emoções. Cercado

por diretores que acompanharam o seu trabalho

em duas gestões, familiares e amigos,

Merlos, presidente do Grupo Provac que

hoje emprega mais de 3.500 colaboradores

no Estado de São Paulo, não escondeu sua

alegria ao ver entronizado na Galeria de

Presidentes, o seu retrato: “Vivo novamente

uma grande emoção; sou grato a todos que

compartilharam do meu trabalho, me dando

a chance de ser útil à classe empresarial”,

disse ele, referindo-se ao cargo que ocupou.

Merlos foi o vigésimo primeiro presidente

da ACIA, entidade que em 2014 estará completando

80 anos de fundação.

Tendo ao seu lado a esposa Célia, inseparável

do marido em todos os momentos

da sua atividade como presidente da ACIA,

esse apoio é sempre lembrado com muito

carinho por todos: “Na ACIA, no Rotary,

na Maçonaria, na política, Célia e Valter são

um lindo exemplo de cumplicidade familiar”,

revelam seus amigos.

Hoje também no Grupo Provac, Célia

Merlos exerce função diretiva e suas ações

também marcaram a passagem que teve

como membro do Conselho de Mulheres

Empreendedoras da ACIA, por seis anos.

A empresa hoje está presente em mais de

130 cidades no Estado de São Paulo, com

todo apoio técnico e operacional através de

filiais, como em Barretos, Piracicaba, Ribeirão

Preto, São Carlos e São Paulo.

Foi em substituição a Valter Merlos que

Renato Haddad assumiu a presidência da

ACIA, em 2010, sendo também reeleito em

2013. Ambos marcam uma nova trajetória

da Associação Comercial, pronta para festejar

seus 80 anos de atividades.

- 22 -


- 23 -


PROPAGANDA

UM NINHO DE

EXPERIMENTOS

Agência vem se destacando

como uma das mais criativas

em nossa região.

Um ninho de experimentos! É assim

que Bruno Nunes e sua equipe definem o

estúdio de design gráfico Ninho Criativo.

Ela foi fundada em 2011 com uma proposta

moderna e ousada; os profissionais

se especializaram em estudos de branding

e rebranding (criação e readaptação da

marca), ilustrações e padronização visual

de ambientes.

Completando dois anos de voos rasantes

e muitos conceitos materializados no

mercado, o Ninho Criativo possui em seu

portfólio alguns cases de sucesso, como

Fonteri, Kibelanche, Sakaná, Pizzeiros,

Ventluz, entre outros.

Eles prometem várias surpresas para

2014, “estamos com diversas ideias para

colocar em prática no mercado ano que

vem, pois acreditamos que será um ano

empolgante, de muitas coisas acontecendo

simultaneamente”

Em 2013, o estúdio teve diversas participações

importantes em meio ao mercado

criativo, como exposição de uma de

suas artes no Dia Mundial do Rock (UrbanArts/São

Paulo), e a criação da música

tema oficial dos chocolates Garoto para a

copa de 2014 (concurso vencido pelo seu

diretor criativo Bruno Nunes).

O estúdio está em crescente expansão,

e espera continuar oferecendo um trabalho

diferenciado e criativo aos seus clientes

e parceiros.

TUDO CERCADO

VEJA, ESTÁ CHEGANDO A NOTA FISCAL

ELETRÔNICA DIRETA AO CONSUMIDOR

Cerca de 40 empresas do

varejo participaram de um

projeto piloto e passaram a

emitir o documento fiscal,

que oficialmente entra em

operação a partir do ano

que vem.

A nota fiscal eletrônica está

chegando ao consumidor final. E o

varejo terá de se adaptar à emissão

do documento, investindo em novas

tecnologias. Isso significa que o atual

Emissor de Cupom Fiscal (ECF) pode estar

com os dias contados, segundo Paulo Luis

Pecin, presidente da AESCAR, associação

que em Araraquara congrega as empresas de

serviços contábeis. Por enquanto, diz Pecin,

a NFC-é utilizada apenas no Mato Grosso e

no Amazonas, mas passará a ser exigida em

São Paulo a partir de abril de 2014. De acordo

com projeções da Associação Brasileira

de Automação Comercial

(AFRAC),

o varejo deverá investir

cerca de R$

1 bilhão na aquisição

dessa solução

fiscal.

Atualmente 38 empresas do varejo

participam de um projeto piloto e já estão

emitindo o documento fiscal. Para o consumidor,

a novidade é que ele verá a nota diretamente

no site da Secretaria da Fazenda do

Estado onde foi emitida e poderá baixá-la no

próprio celular. De acordo com o presidente

da AESCAR, a NFC-e chega para fechar de

vez o cerco à sonegação.

“A NFC-e e o Sped Social (folha de salários

em arquivos digitais) serão as novas

armas tecnológicas do fisco”, afirma. As

novas notas poderão ser emitidas com valor

limite de R$ 200 mil e o varejista terá um

prazo de 30 minutos

para cancelar

a operação, se necessário.

O consumidor

não será

obrigado a se identificar.

No futuro, o

documento poderá ser enviado por e-mail

ou SMS. “O avanço do uso de tecnologias

móveis é uma das vantagens para o varejista

com a ferramenta”, afirma Pecin.

Apesar disso, ele defende uma transição

gradual do ECF para essa solução fiscal.

O Mato Grosso impôs a obrigação. E

não se sabe a posição dos outros estados. A

AFRAC também defende a obrigatoriedade

gradual. “Não se pode destruir as antigas

tecnologias; devem morrer aos poucos, de

forma gradual. É importante que o comércio

esteja preparado para as mudanças, que serão

inevitáveis”, completa o dirigente.

Segundo Pecin, com a NFC-e não será

mais necessário o uso de impressora e

papel especial, como no ECF, já que a

nota fiscal é emitida eletronicamente. O

varejista poderá enviar a nota para o

e-mail do consumidor ou mandar

imprimir em uma impressora comum.

- 24 -


- 25 -


QUE SAUDADES

ADEMIR, O CRAQUE

QUE NOS DEIXOU

A morte de Ademir que foi um

dos grandes astros da

Ferroviária em 1969.

Faleceu em Piracicaba

o ex-meia

Ademir, que jogou

no São Paulo, Portuguesa,

Ferroviária

e XV de Piracicaba.

Batizado Ademir

Antônio Chiarotti,

o ex-meia tinha 64

anos, começou no amador de Piracicaba

atuando no MAF; em 67 foi para o XV e

dois anos depois veio para a Ferroviária

ficando até 1973 quando foi negociado

com o São Paulo. No Tricolor dos anos

1970, Ademir teve seu melhor momento

onde foi titular por mais de 100 partidas.

Depois, sem espaço no Tricolor,

foi para a Portuguesa onde ficou de 1978

até 1980 e voltou ao XV de Piracicaba

em 1983. Depois de encerrar a carreira,

ainda teve outras funções no XV atuando

como gerente de futebol, tendo chegado

a ser treinador do time em 1992. Atualmente

tinha uma empresa de construção

civil em Piracicaba.

Na Ferroviária, Ademir jogou a partir

de 68, ao lado de Getúlio, Baiano, Fernando,

Ticão e Fogueira; Nicanor, Zé

Luiz, Cabinho, Maritaca e Bazani. No

time do São Paulo, para onde foi depois

da Ferroviária, Ademir disputou a posição

com Muricy Ramalho, hoje badalado

treinador, coincidentemente, no próprio

São Paulo. Em Piracicaba, Ademir chegou

a receber o título de Cidadão Benemérito

(foto acima).

Ademir com a Ferroviária em 1969

BOM DESCANSO, DEODATA

SILENCIOU A

VOZ QUE VINHA

DOS POBRES

Oposta à política que se aplica

hoje, onde são privilegiados os

grupos e os partidos, Deodata

do Amaral fez o que fez pela

pobreza que conheceu nos

corredores do Serviço Especial

de Saúde. Entristecida

afastou-se da política, optando

em ajudar as pessoas carentes.

- 26 -

Deodata parte mas deixa na história da

cidade a marca de quem soube trabalhar

com respeito pela dignidade humana

Deodata Leopoldina Toledo do Amaral.

Assim era seu nome. Amada pelo povo da

periferia, entrou para a política por uma circunstância

adversa ao que fazem “políticos

de grupos” ou aproveitadores dos benefícios

provenientes da máquina pública. Deodata

era o que era: simples, corajosa, a mãe da

pobreza. Decidiu parar quando a política começou

a tomar um outro rumo.

Pouco depois da sua morte no dia 16 de

novembro, em reconhecimento ao que foi

em vida, o prefeito Marcelo Barbieri encaminhou

Projeto de Lei à Câmara Municipal

para que o nome da vereadora Deodata fosse

atribuído ao CEU - Centro de Artes e Esportes

Unificado, no Jardim Indaiá.

Com uma história profissional ligada à

população carente, Deodata foi uma vereadora

muito popular e admirada pela população.

Antes mesmo de militar na política, Deodata

já prestava serviços à comunidade carente. De

1954 a 1978, ano que se aposentou, a vereadora

trabalhou no quadro de funcionários do

Serviço Especial de Saúde. E foi com o apoio

dessa gente simples é que Deodata levou

avante o ideal de sempre auxiliar o próximo.

Devido à sua história é que o prefeito fez

questão de levar o nome da ex-vereadora a

um bairro popular. O CEU está na Av. Cabo

Benedito Vieira de Góes, no Jardim Indaiá,

região que recebe novos conjuntos de casas

para famílias de baixa renda pelo Minha

Casa Minha Vida. O CEU terá espaços de

esporte, cultura e lazer, além de um Centro

de Referência da Assistência Social.

Deodata sempre foi uma mulher batalhadora,

guerreira e de voz firme, mas que

se voltava para a população com um olhar

doce e disposto a oferecer ajuda. Conquistou

uma das mais importantes marcas da

política de Araraquara, sendo a vereadora

mais votada da história da cidade no ano de

2000. Militante do PMDB, elegeu-se pela

primeira vez em 1982, iniciando sua brilhante

história no Legislativo araraquarense

em 1983. Foi reeleita em 1988 e em 1992.

Assumiu a Secretaria de Promoção Social

no governo do prefeito Roberto Massafera.

Em 1996, foi candidata a vice-prefeita com

Marcelo Barbieri. Em 2000 foi eleita novamente

vereadora com mais de 4 mil votos e

em 2002 teve grande votação para deputada

estadual, mais de 40 mil votos, ficando na

segunda suplência.

Natural de Cravinhos (SP), veio para

Araraquara ainda criança e pela cidade desenvolveu

um amor incondicional. Tinha

como meta primordial ajudar o próximo e

foi dela a iniciativa de criar mutirões para

levar redes de água e esgoto aos bairros periféricos

de Araraquara. Deodata do Amaral

foi personagem incansável da política e do

trabalho social de Araraquara. Poderia uma

grande parte dos nossos políticos se inspirar

nela para que não tivéssemos tantas decepções.


- 27 -


- 28 -


AMIGO DE FÉ, O IRMÃO CAMARADA

O NOSSO PRIMEIRO

NATAL SEM CHAFIK

Já não é mais possível ouvir

a sua voz a nos desejar um

Feliz Natal; tão pouco saber

dos amigos que o Chafizinho

manda um abraço com os

votos de bom Dia dos Pais.

Descanse em paz.

Muito mais que empresário, Chafik

Haddad era efetivamente um ser humano

em extinção. O peito em festa e o sorriso

que mostrava acentuada semelhança ao

seu jeito pequeno, Chafik foi grande até

demais: amigo e conselheiro, fazendo as

palavras desfilar com incrível sabedoria

nos momentos mais difíceis daqueles que

o rodeavam em busca da fraternidade.

Pelo seu jeito de ser, espirituoso e forte,

homem decidido a enfrentar desafios, seria

ele os pinheiros que margeiam as estradas

do sul brasileiro. Ou quem sabe, a inspiração

para o Roberto Carlos dizer: “Ele é o

cara”.

Chafik Haddad era uma referência na

vida desta cidade e sua ousadia o conduziu

à construção de um mundo novo de paz e

felicidade ao lado da Odete, a quem Deus

proporcionou a oportunidade de lhe oferecer

o marido perfeito.

Sabemos que o guerreiro hoje descansa,

mas sem vaidades, deixa exemplos que também

podem ser encontrados nos pequenos

gestos dos irmãos Tufik e José, ou dos filhos

Luiz Arnaldo, Doca, Beto, Celso, Silvinha e

Maria Helena.

SEGUE

- 29 -


CHAFIK E A CHALU

HISTÓRIA FEITA PELAS MÃOS

DE UM SÁBIO COMERCIANTE

Chafik Haddad foi o fundador da Chalu com Luizinho de Lázari;

após o fim da sociedade, a imobiliária passou por um processo

de transformação e aos poucos foi conquistando o mercado com

a compra, a venda e a locação de imóveis. Hoje é uma marca.

A trajetória da Cha...Lu, uma

das mais conceituadas imobiliárias

da região já começa pelo

nome de Chafik. Em seu todo

representa a junção da primei-

sílaba dos seus dois fundadores,

Chafik Haddad e Luiz de Lázari

Neto. A empresa sempre carregou

no nome valores que foram

semeados há 34 anos: “Meu pai e

seu sócio definiram o caminho,

alicerçado em transparência e

r a

Chafik e os filhos em evento na

Arena da Fonte

responsabilidade”, diz Luiz Arnaldo, filho

de Chafik, hoje na presidência da empresa.

Nos anos 80, Luiz de Lázari resolveu deixar

a sociedade. Mediante essa decisão, Chafik

pensou em outras duas situações: vender as

suas cotas bem como as do seu filho Alfredo

Haddad Neto ao sócio que se retirava ou então

encerrar as atividades da Chalu.

Luiz Arnaldo lembra que se mostrou

contrário à decisão e sugeriu enfrentar os desafios

da época, alguns movidos pelas crises

econômicas que marcaram a década de 80.

Sua sugestão foi acatada e deu resultado,

pois com a comercialização exclusiva

do Edifício Via Vêneto, Edifício Itália e

Residencial Portal da Colina, foi aberta uma

nova frente de trabalho para a Chalu. Mais

tarde, novos lançamentos alcançaram sucesso

absoluto devido ao profissionalismo e

velocidade na fase de venda.

Em 1992, a empresa transferiu-se para

sua nova sede, formada por dois prédios.

Em 2004, a Chalu foi ampliada com a aquisição

do prédio da esquina, e revitalizada,

preservando-se os traços originais do casarão

construído em 1916.

- 30 -


Time do Saudade Futebol Clube com Fauze

Lauand, Blundi, Edson, Sapólio, Farid Frem,

Laurão, Bahia; Agachados: Roberto Barbieri,

Benito, Maquininha, Clodoaldo Medina e

Chafik Haddad

Chafik começava a sentir o sucesso da

empresa nas mãos dos seus filhos; ao lado

das inovações estruturais que a mudança de

endereço possibilitava, a imobiliária desenvolveu

um trabalho de marketing inovador,

sempre apoiado no slogan Chama a Chalu,

criado em São Paulo, em 1989.

Na quarta-feira, 13 de novembro, aos 94

anos completados no dia 3 do mesmo mês,

Chafik nos deixou levando em sua bagagem

uma vida pontuada pelo trabalho e o apego

familiar. A trajetória de comerciante no passado,

embora simples, sempre foi marcada

por seu caráter e retidão nos negócios. Com

seus irmãos administrou o Armazém Santa

Cruz, na Rua Nove de Julho com Avenida

José Bonifácio, por mais de 40 anos

O deputado estadual Roberto Massafera

ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa

do Estado de São Paulo, para um pronunciamento

em memória do empresário.

Sua esposa Odete faleceu em 2009.

Além dos filhos Luiz Arnaldo, Doca, Beto

e Celso, Chafik Haddad deixa netos e um

enorme vazio entre aqueles que sempre

o tiveram na conta de um grande amigo e

companheiro.

- 31 -


- 32 -


A OUTRA FACE DA FESTA

CIDADE FICA MAIS BONITA AO

RETOMAR DECORAÇÃO DE NATAL

Acia e Sincomercio fixam parceria e querem tornar a cidade como

referência em decoração natalina a partir de 2014. O movimento

começa com iluminação de ruas, árvores e praças para criar o clima

de Natal e com isso ajudar o comércio a aumentar suas vendas.

Oito grandes árvores da cidade - como

a do Balão da Alameda Paulista com a Vaz

Filho - já estão decoradas por meio de uma

parceria da ACIA e Sincomercio, com o

apoio da Prefeitura Municipal. A Rua Nove

de Julho, no trajeto entre as avenidas Portugal

e José Bonifácio, também recebeu uma

decoração especial. No total, 48 postes nesse

trecho da Rua Nove de Julho receberam

um enfeite natalino. Este é o clima de festa a

ser vivido durante todo o mês de dezembro

em Araraquara.

Este ano, de acordo com as entidades,

o comércio está aberto no período da noite

desde 6 de dezembro, de olho naturalmente

nos salários pagos até o quinto dia útil. A

programação cultural no

entanto começou um dia

antes com a apresentação

da Orquestra Jovem, no

Teatro Municipal, às 20

horas. No dia 6, a Orquestra

Jovem esteve na

Santa Cruz, às 19h30.

A Mostra de Presépios

Artesanais está de

volta, sendo realizada de

9 a 23 de dezembro. Na

abertura da Mostra, no

dia 9, na Casa da Cultura

Luiz Antônio Martinez

Corrêa, às 19h30, será realizada a apresentação

de dois corais nas escadarias do prédio.

Participam os corais: Lysanias de Oliveira

Campos e Arte Voz.

Os corais ganham ainda mais destaque

na programação de Natal, com o projeto

“Coral na Praça”, que irá apresentar dois corais

por noite na Praça Santa Cruz, sempre

às 20 horas. As apresentações acontecem

nos dias 11, 12, 13, 18, 19 e 20 de dezembro,

com uma estrutura que irá contar com

tendas e cadeiras para o público.

A esperada “Carreata da Coca-Cola”,

que sempre encanta a todos por onde passa,

marca presença no dia 11, com três caminhões

e trio elétrico, num roteiro que parte

do Shopping Jaraguá, à noite, para despertar

a emoção dos araraquarenses.

Também nos dias 11 e 19, os alunos da

Escola Municipal de Dança Iracema Nogueira

apresentam o espetáculo “Auto de

Natal” na Praça Santa Cruz, às 19h30.

No dia 21, o pianista Pedro Paulo Avelino

apresenta Recital de Piano, às 20 horas,

também na Praça Santa Cruz.

A DECORAÇÃO

Em agosto deste ano, os presidentes

Antônio Deliza Neto (SINCOMERCIO) e

Renato Haddad (ACIA), iniciaram os entendimentos

para a retomada da decoração

natalina nas ruas da cidade. Ela volta com

mais de 15 mil luzes de Natal, iluminando

árvores e praças, entre elas o Parque Infantil.

As árvores exigiram investimento de R$ 55

mil, valor rateado entre a Acia e o Sincomercio.

O município auxilia na energia elétrica

e os equipamentos utilizados na instalação.

O desejo das entidades é de que, no futuro,

Araraquara seja uma referência na decoração

natalina no interior; para isso terão

que driblar as dificuldades financeiras e criar

esse perfil. Para os dirigentes, a iluminação

dá um clima de Natal e passa a ser um incentivo

com o objetivo de aumentar as vendas

de Natal.

- 33 -


TRIBUTOS

PROJETOS DE LEI APRESENTAM

AVANÇOS AO SIMPLES NACIONAL

Geraldo Luís Tampellini, presidente do Sincoar, em novembro

anunciou que as mudanças ocasionadas na Lei Complementar

n° 123, de 2006, preveem a inclusão de novos segmentos, a

alteração da tabela do sistema e a substituição tributária.

Geraldo Luís Tampellini, do Sincoar

A partir de 2014, profissionais da área

médica, esportiva, jurídica, construção civil,

representação comercial, comunicação e administração,

no total de 16 profissões, poderão

fazer parte do seleto grupo de empresas

autorizadas a integrar o sistema tributário do

Simples Nacional. A informação é do presidente

do Sincoar (Sindicato dos Contabilistas

de Araraquara e Região), Geraldo Luís

Tampellini.

Segundo ele, em novembro dois projetos

de leis que solicitam alterações no Estatuto

da Micro e Pequena Empresa, foram

aprovados pela mesa diretora da Câmara

dos Deputados. Os projetos, ambos de 2012,

preveem mudanças na Lei Complementar

nº 123, de 2006, como a inclusão de novos

segmentos, a alteração da tabela do Simples

e a substituição tributária.

Para Tampellini, os PL’s trazem modificações

importantes e que já vinham sendo

aguardadas por vários setores. "Entre as alterações,

podemos citar a correção da tabela

do Simples Nacional e a inclusão de novas

atividades no programa. As duas mudanças

são aguardadas com muita expectativa por

diversos micro e pequenos empresários",

comenta.

O PL 221 sugere a correção da tabela do

Simples Nacional que não sofre alteração

desde novembro de 2011. "Podemos dizer

que a inflação acumulada neste período ficou

acima de 15% e a tabela, por não ter sido

corrigida, provocou um aumento inflacionário

da carga tributária que todos sabemos já

ser muito elevada", explica o dirigente.

Para entender o que significa essa diferença

entre a inflação acumulada no período

e a desatualização da tabela do Simples, um

levantamento do Sebrae, divulgado em novembro,

estima que em 2013, somente no

estado de São Paulo, 1,4 mil empresas de

pequeno porte superariam o limite do faturamento

anual de R$ 3,6 milhões e 20 mil

microempresas ultrapassariam o teto de R$

360 mil por ano, passando a ser uma empresa

de pequeno porte. Para as empresas que

ultrapassam o teto do Simples Nacional, a

estimativa é de que elas cheguem a pagar

cerca de 40% a mais de impostos, o que inviabiliza

o desenvolvimento delas.

Já o PL 237 traz outras alterações ao estatuto,

como as substituições tributárias para

as empresas do Simples. Mas o item mais

apreciado pelos empresários, é a inclusão

de mais 16 ramos de atividades à tabela do

Simples. "Este PL se faz necessário porque

hoje existe no País uma grande quantidade

de micro e pequenos empresários, que são

impossibilitados de aderir ao Regime Simples

Nacional, simplesmente pelo fato de

exercerem atividades que são impedidas

pela Lei Complementar 123/2006. Entre

elas podemos citar as empresas de representantes

comerciais, corretores de imóveis,

fisioterapia, marketing e publicidade entre

outros", explica o presidente do Sincoar.

Ainda segundo Tampellini, a ampliação

do número de atividades dentro do Simples

Nacional trará bons reflexos ao consumidor

final. "Apesar de alguns dizerem que

a empresa é apenas um intermediador dos

recolhimentos dos impostos, e quem paga

o imposto é o consumidor final, na verdade

e na prática não é bem assim, pois existe

um regulador de preço final ao consumidor

chamado mercado e este mercado não aceita

facilmente pagar mais por uma mercadoria,

bem ou serviço", finaliza.

- 34 -


- 35 -


- 36 -


- 37 -


- 38 -


Edição Dezembro | 2013

ALÉM DA TERRA, ALÉM DO CÉU

TURISMO RURAL ABRE AS PORTAS PARA O QUE HÁ DE MAIS BELO

A NATUREZA CRIADA POR DEUS

Sindicato Rural de Araraquara, Senar-SP, Itesp e Prefeitura através de arrojado projeto, intensificam

suas ações para capacitar e tornar os produtores rurais em agentes de um novo e próspero negócio:

o Turismo Rural que transforma áreas e espaços ociosos em pontos atrativos e de convivência familiar.

Quer dizer: a cidade vai ao campo para sentir a natureza em sua essência.

Murilo Rodolfo Penteado Leonardi, proprietário

do Sítio Toca do Lobo, está entre os

14 alunos que acabam de se formar no Curso

de Turismo Rural. Foi em sua propriedade

onde também mantém o Aeródromo

Alberto Bertelli que Murilo recebeu no final

de novembro os colegas e coordenadores do

curso, o presidente Nicolau de Souza Freitas,

do Sindicato Rural de Araraquara e o coordenador

Mário Fernando Porto, do Senar

SP. Murilo é um dos primeiros a acreditar

nos bons negócios que serão gerados pelo

Turismo Rural e espera transformar sua propriedade

em um centro de visitação pública

- 39 -

e lazer, o que o já levou a buscar capacitação

técnica e criar a imagem de ponto turístico

regional. Os outros formandos também seguem

a mesma linha de raciocínio, graças

ao apoio encontrado no Sindicato Rural e

Senar, que invertem os papéis, levando de

volta a cidade ao campo.


LIÇÕES QUE VÊM DO CAMPO

O TURISMO RURAL

E O AGRONEGÓCIO

O Turismo Rural será sem

dúvida um negócio altamente

rentável, mas para implantá-lo

é preciso estar bem preparado,

pois ele envolve ações das mais

variadas, como por exemplo, a

gastronomia.

Quinze alunos, quase todos produtores

rurais ou pessoas que possuem ligações com

o campo, iniciaram em março deste ano o

Curso de Turismo Rural. O programa foi

encerrado em novembro com aulas teóricas

no Sindicato Rural e as práticas nas propriedades

dos participantes, situadas ao longo

da estrada que liga Araraquara a Bueno.

O projeto, segundo a professora Ângela

Nigro, contratada pelo Sindicato Rural e

Senar, atende os proprietários rurais e tem

como objetivo, ampliar o olhar sobre a área

rural, fornecendo ferramentas para identificar

e implantar negócios de turismo, de

acordo com os recursos encontrados no

meio, aliados às habilidades e vocações do

produtor rural e sua família.

Desde o começo - esta é a quarta turma a

ser formada - o presidente do Sindicato Rural,

Nicolau de Souza Freitas, se mostra otimista

em relação ao futuro do Turismo Rural

e ao programa não tem faltado seu apoio:

“A parceria com o Senar demonstra que

estamos cumprindo nosso papel, apoiando

a iniciativa e preparando os proprietários de

terra para algo muito interessante dentro do

agronegócio”, comenta o dirigente.

Mário Roberto Porto, coordenador do

Senar-SP, é um dos maiores entusiastas

do programa, pois sabe que três questões

podem contribuir com o sucesso do empreendimento:

assegurar a permanência

do homem no campo, gerar mão-de-obra

e divisas; possibilitar a retomada da convivência

da cidade com o campo por

intermédio do lazer.

Sindicato e Senar admitem que

cada vez mais o ser humano preocupa-se

com o meio ambiente e a ida

das pessoas da cidade ao campo é

motivada pelo debate e defesa das

questões ambientais.

O Turismo Rural começa a ocupar

os espaços nos sítios e fazendas.

Murilo Leonardi já conta com

aviões e um aeródromo para voos

panorâmicos em breve

Mário Roberto Porto, coordenador do

Senar-SP, professora Ângela Nigro e

Nicolau de Souza Freitas, presidente do

Sindicato Rural de Araraquara, durante

a solenidade de formatura de mais uma

turma do Curso de Turismo Rural, que se

apresenta como importante fato social

- 40 -


Murilo também mantém um Museu de Motos

como parte do Turismo Rural a ser mostrado

aos visitantes da fazenda

A professora Ângela Nigro, uma das

responsáveis pelo trabalho, ao comemorar

a formatura da quarta turma, se diz envaidecida

com a receptividade do projeto e

respondeu as perguntas feitas pela Revista

Comércio & Indústria.

RCI: Qual a expectativa dos alunos sobre

os efeitos proporcionados pelo curso?

Ângela: A visão dos alunos é de que o

Programa Turismo Rural ofereça a capacitação

do produtor para as atividades que

irão agregar valor à propriedade como: hospedagem,

alimentação, atividades em áreas

naturais, formatação e venda de produtos,

atividades culturais, artesanatos entre outras

que fazem parte de seu dia de rotina, permitindo

que os proprietários desenvolvam com

segurança esta atividade e que se torne economicamente

viável. Também que valorize

suas tradições, sua cultura e modo de vida.

RCI: Para a comunidade qual a importância

do curso?

Ângela: As ações do programa junto

aos proprietários rurais buscam resultados

eficazes e que agregados aos processos produtivos,

ofereçam aos turistas que visitam

Bueno de Andrada um roteiro com produtos

diferenciados e que contribuam para valorização

de sua cultura, consciência ambiental,

gerando renda extra às famílias e a integração

das comunidades locais. Ao término do

programa, serão lançados todos os produtos

através da roteirização entre as propriedades,

onde os turistas poderão vivenciar e

resgatar toda a ruralidade existente em Bueno

de Andrada.

A criatividade é a

marca do Turismo

Rural. Participando

dos eventos, Jucelino

Rodrigues da Silva e

Simone Gervásio, do

Assentamento Bueno

de Andrada,

confeccionando

artigos de decoração

com matéria-prima

da própria região.

Artigos confeccionados no campo

Produto artesanal

- 41 -


RCI: Qual sua visão, como professora,

especificamente neste curso?

Atualmente, o Turismo Rural está sendo

muito difundido por ser uma alternativa de

melhorias econômicas, sociais e culturais

não só para os proprietários rurais e sua família,

mas também para as ações do Poder

Publico e incremento da iniciativa privada.

De olho na crescente demanda do Turismo

Rural no Estado e região, pesquisas informam

que, três milhões e seiscentos mil reais

de negócios de Turismo Rural serão desenvolvidos

até 2014 e entre os produtos mais

procurados pelos turistas temos a cavalgada,

o modo de vida rural, produtos que envolvam

a agricultura familiar, produtos artesanais

com identidade local e gastronomia típica.

Diante deste cenário, meu entusiasmo

é crescente pois, o potencial turístico e de

serviços que o corredor entre Araraquara e

o Distrito de Bueno de Andrada possui, são

fatores que justificam todo empenho e otimismo

para o fortalecimento dos resultados

alcançados e consolidação das futuras ações

do Programa de Turismo Rural para o sucesso

dos empreendimentos dos 58 participantes

das turmas 2011, 2012 e 2013.

Um belo espaço onde foi servida a chamada comida caipira

MURILO LEONARDI

Eneida Toledo Miranda, coordenadora de

Turismo no evento com José Roberto Fattori

Na propriedade de Murilo Leonardi,

hoje está o Aeródromo Alberto Bertelli, um

dos pontos importantes que ele pretende explorar

para incrementar o seu turismo rural.

Foi em sua propriedade que Murilo promoveu

em novembro o 3º Festival Cultural

Gastronômico de Araraquara / Bueno de

Andrade “Revelando o Caminho do Sol’’.

O evento organizado pelo Sindicato Rural,

foi para comemorar a formatura dos alunos

do Curso de Turismo Rural.

Murilo é araraquarense e formou-se em

Engenharia Mecânica na USP de São Carlos

(onde lecionou por 28 anos), além de ter feito

especialização em Engenharia Aeronáutica,

no ITA, da Academia da Força Aérea.

O Aeródromo “Alberto Bertelli”, nome

dado em homenagem ao amigo que o incentivou

a começar com o aeródromo, está num

lugar privilegiado, pois as correntes de ventos

são alinhadas o que

permite voos com todas

as condições e funciona

principalmente nos finais

de semana e feriados. É

um local onde pessoas

da região que possuem

aviões e não têm onde

Murilo Leonardi agradece ao Sindicato Rural,

Senar e FAESP a oportunidade que teve de

fazer o Curso de Turismo Rural e colocar em

prática o aprendizado em sua propriedade

No Amazônia Restaurante

Rural e Pesque-Pague,

Alessandra Cátia Dionísio

aproveita para criar o

turismo com a construção

de um pesque-pague com

alojamentos

- 42 -

No sítio de Murilo tivemos a preservação dos traços folclóricos

como a Dança da Catira que faz parte da cultura caipira


Grupo participante da festa de formatura da quarta turma do Curso de Turismo Rural, organizado

pelo Sindicato Rural de Araraquara, FAESP e Senar-SP, com o apoio da Prefeitura Municipal

guardá-los, podem usar o espaço, pagando

um pequeno aluguel. Além de voos panorâmicos

que duram em torno de 20 minutos, o

Aeródromo tem prática e aprendizagem de

voos para pessoas que queiram voar, principalmente

para aqueles que quando forem

fazer um curso de piloto privado, já tenham

uma base de instrução. O local também

guarda uma coleção de carros e motos antigas,

que é permanente, onde os visitantes

podem ter acesso às informações de cada

moto. É importante salientar, que a visitação

é gratuita.

Murilo, que mantém no Aeródromo o

primeiro avião e que é o seu xodó, diz que

o curso foi muito positivo e que a partir deste

aprendizado, começou a ter uma visão

completamente diferente do que imaginava,

pois não adianta ter muitas ideias e tentar

fazer muita coisa ao mesmo tempo: “O curso

proporcionou essa visão, mostrando que

tudo tem que se organizar, e isso foi o que o

orientou a ter hoje, o Aeródromo funcionando,

totalmente modificado, com algumas

reformas ainda por fazer, mas já no caminho

certo”, diz. Segundo ele, o projeto é tão bom

que todos que pensam em entrar para essa

atividade deveriam fazer o curso para começar

no agronegócio de forma organizada.

“Estou muito feliz, tenho outra visão sobre o

mundo dos negócios”, conclui.

Verduras e legumes colhidos no sítio de

Maria Trovati e sem o risco dos agrotóxicos

Tempero caseiro como nesta mandioca

cozida, preparada especialmente para o

evento

Ao encerrarmos mais um ano de atividades,

sentimo-nos no dever de agradecer a todos

que participaram dos nossos projetos e

realizações: companheiros de diretoria,

colaboradores, os produtores rurais,

parceiros enfim, que nos proporcionam

hoje a oportunidade de mostrar o nosso

reconhecimento aos que sempre acreditaram

na força do trabalho e nos ideais de uma

classe.

É inegável o esforço de cada companheiro,

contudo há que se reconhecer o empenho

do produtor rural que segue um caminho

incerto, mas - como sempre - de fé e

perseverança, sempre convictos de que

o amanhã será bem melhor.

Que Deus ilumine a trajetória de cada um,

que nos faça ainda mais irmãos e que não

nos dispersermos porque juntos poderemos

ser ainda mais fortes em busca dos objetivos

básicos de uma vida com qualidade.

Feliz Natal. Próspero Ano Novo.

Nicolau de Souza Freitas

Presidente do Sindicato Rural

Ao sentir o sabor de uma comida caseira ou caipira, o visitante

parece voltar no tempo

- 43 -

Conviver com os

costumes do campo,

é um dos objetivos

do Turismo Rural que

começa a ser

implantado ao longo

da estrada que liga

Araraquara a Bueno,

com o que a

natureza, a culinária,

a música, a dança,

podem oferecer aos

visitantes. Tudo se

reúne em um só

lugar...


- 44 -


- 45 -


- 46 -


EM CAMPINAS

O CHARME DA CASA COR

Terminou a Casa Cor Campinas, visitada pelos arquitetos da nossa

cidade, desde a segunda quinzena de setembro. A sede da mostra

foi um palácio restaurado na área mais nobre de Campinas.

A estrela da Casa Cor

Campinas 2013 foi o casarão

que serviu de sede para a mostra,

uma das mais conhecidas

do interior paulista. Mais precisamente,

o Palácio do Bispo,

localizado no alto da Nova

Campinas, totalmente restaurado

e revitalizado para receber

os 36 ambientes decorados.

Os mais de 50 profissionais

envolvidos contaram nos

espaços a história de uma tradicional família

campineira sugerindo então uma volta

ao passado. O estilo do casarão de dois

mil metros quadrados, construído na década

de 1950, inspirou um olhar voltado ao

passado e um convite ao retrô em algumas

ambientações. Sem dispensar, é claro, as

novidades tecnológicas e as principais tendências

atuais da arquitetura, decoração e do

paisagismo. Assim, a mistura de clássico e

contemporâneo ganhou diversas versões e

incorporando várias referências, que foram

do rústico ao estilo britânico.

Profissionais de Araraquara presentes ao

evento destacaram a beleza do empreendimento

realizado no período de setembro a

novembro.

O arquiteto Amauri Fujii é responsável por

este ambiente de 40 metros quadrados,

trabalhado em tons bem neutros (bege,

marrom escuro e cinza) e pontuado por

objetos coloridos no estilo vintage. A

iluminação indireta funciona através da

sanca de gesso e dos spots de embutir

dimerizados. Obras de arte de Cris Araújo

complementam a decoração

Sala de Banho e Contemplação. O

ambiente é voltado ao estímulo dos cinco

sentidos. A amplitude é garantida pelo pé

direito alto, com um teto desenhado em

cinza e branco. Mas é a banheira vitoriana

em ferro fundido, restaurada e pintada na

cor púrpura, o ponto principal do ambiente.

Os móveis são um charme e interagem

com mandalas e outros objetos zen

- 47 -


MAIS CASA COR

EM CAMPINAS

Ateliê da Dona da Casa e

Brinquedoteca da Filha. Este

ambiente foi criado para mãe e filha

de oito anos, terem um lugar

destinado a fazer coisas que elas

gostam. Em apenas 17 metros

quadrados, a arquiteta Camila

Peixoto de Almeida e o designer de

interiores Junior Pacheco

conseguiram criar vários espaços.

Um deles é o ateliê de scrapbook

e pintura, com uma bancada em laca amarela que se prolonga pela parede e puffs de costuras

aparentes. O cantinho exclusivo da filha, que adora brinquedos e maquiagem, ficou no segundo

andar, para aproveitar o pé direito alto.

Varanda de Boas Vindas. Herbert

Carvente Faustino e Viviane Rita

de Cássia Namura também

assinam a acolhedora entrada

da casa, misturando o tradicional

com elementos de decoração

modernos.

As arquitetas Juliana Boer,

Juliana Mistro e Maira Del

Nero tiraram partido da

arquitetura original do

Palácio do Bispo e pensaram

em soluções sustentáveis. A

estante, o painel, a mesa de

centro e as banquetas, todos

com design exclusivo, foram

feitos com uma mescla de

madeira de ipê e jacarandá

mimoso, provenientes de

quedas, cortes ou podas

autorizadas de árvores.

- 48 -


- 49 -


DESIGNER

NOVIDADES DO

CIRCUITO EM SP

Em São Paulo, nos bairros da

Barra Funda e Vila Madalena

acontece todos os anos um

Circuito de Designer. Em 2013

foi realizado em novembro.

O cabideiro Árvore Generosa preparada

pelo arquiteto Pedro Useche

Em 2008, um grupo de designers de São

Paulo decidiu se reunir para unir forças. A

ideia era transformar-se em uma rede colaborativa

para comunicar e informar o público

sobre design. Design brasileiro, deve-se

dizer.

De lá pra cá, o grupo passou por algumas

reestruturações, mas continua

organizando anualmente um circuito

para apresentar as novas coleções

de móveis e objetos para lojistas,

arquitetos e consumidores. O roteiro

neste ano incluiu nove showrooms,

dentro de um circuito que encerrouse

em novembro na capital.

O arquiteto venezuelano Pedro

Useche, radicado no Brasil, mostrou uma

seleção de móveis produzida pela empresa

gaúcha Schuster. Há de bancos a luminárias,

feitos a partir do aproveitamento de um

único modelo de molde, que simplifica o

processo de fabricação. Entre os destaques,

a espreguiçadeira Mesedora, de 2003, e o

cabideiro Árvore Generosa.

Pedro no circuito dividiu o espaço com

a escultora Monica Piloni, com quem iniciou

a produção de esculturas utilitárias de

pequenas tiragens. A dupla se intitula Mppu.

Essa cadeira faz parte da coleção

dos irmãos Sergio e Jack Fahrer e se

inspira no modernismo

brasileiro, lançando mão de curvas

e tubos para compor mesas,

poltronas e sofás de desenhos leves

e instigantes.

- 50 -


A MS Vidros hoje está localizada na Rua

Nove de Julho, 1320, bem no centro da

cidade para facilitar o acesso dos seus clientes.

É a representante exclusiva da Blindex.

Seus telefones: (16) 3339-7263 / 99704-3407

BLINDEX PARA SUA CASA E CONSTRUÇÃO

MS VIDROS, UM TOQUE DE

REQUINTE EM SUA CASA

Alexander Mesquita da Silva, proprietário

da MS Vidros - única representante em

Araraquara e região da marca Blindex - está

comemorando com orgulho os 13 anos de

atividades da sua empresa.

Começamos é verdade pequena como

tantas empresas, no entanto, a seriedade,

ética e o cumprimento dos compromissos

com nossos clientes levaram a MS Vidros

ao sucesso e ao principal corredor comercial

de Araraquara: a Rua Nove de Julho.

Alexander lembra da implantação da

loja no Jardim Brasil e depois Jardim Iguatemi.

Na Nove de Julho, aliamos a visibilidade

que é maior, aos nossos bons serviços,

exclama o empresário. “A mudança facilitou

o acesso dos nossos clientes, que querem

um diferencial quando se fala de vidros,

seja um simples vidro, até os mais elaborados

para projetos de construção civil. Hoje a

tendência é usar vidros em casas e construções

e também na decoração’’, afirma.

Há mais de um ano, a MS Vidros é a

representante da marca Blindex, como revenda

autorizada em Araraquara e a única

especializada na região. A loja tem toda a

parte de colocação de vidros, box acrílico

e temperado, esquadrias em alumínio, vitrines,

espelhos, quadros, molduras, instalação

de película de proteção solar,

telas, mosquiteiros, aquários

e os vidros temperados Blindex,

especiais que puxam o

calor do sol para gerar energia

e mudam como por exemplo,

apertando um botão pode-se

escurecer ou clarear um ambiente

torna-o mais confortável

e ao gosto do cliente.

Toda colocação dos vidros

é feita pelo próprio Alexander

ou seus profissionais

que são treinados e especializados

para o atendimento e

colocação de qualquer projeto.

Ele diz que a MS Vidros

faz orçamento sem compromisso,

elaborando projetos para as várias

opções na colocação de portas, janelas e

box. A loja apresenta os melhores planos de

pagamentos em até 12 parcelas no cartão, e

até financiamento de 24 meses no próprio

cartão. “Isso facilita muito quem precisa fazer

o acabamento ou mudar a decoração de

sua casa”, garante.

Trabalhando com a esposa Carina Mesquita

da Silva, Alexander diz que é importante

apresentar ao cliente o que há de melhor

na parte de vidros, mas o atendimento

é primordial, pois entende que a empresa

deve esclarecer as dúvidas dos clientes, bem

como orientá-lo para que fique satisfeito e

consiga encontrar o que realmente deseja

para sua construção.

ATENDIMENTO MS VIDROS

Rua Nove de Julho, 1320 – Centro

Fones: (16) 3339-7263 / 99704-3407

www.msvidrosararaquara.com.br

e-mail: ms.vidros.araraquara@hotmail.com

Layouts de box Blindex para banheiros e ao lado

- quadros e molduras que vêm sendo utilizados

como decoração

- 51 -


- 52 -


ENERGIA ELÉTRICA

É HORA DA GENTE

COMEMORAR

Não se assuste quando alguém

disser que estamos iluminando

uma boa parte do Brasil. A

energia que está chegando do

Madeira já atende três milhões

de pessoas.

No último dia útil de novembro a notícia

foi recebida com festa na Prefeitura: a

Araraquara Transmissora de Energia anunciou

que começou a distribuição da energia

gerada no Rio Madeira, nas usinas de Santo

Antonio e Jirau, para o sistema interligado

nacional. A energia convertida no primeiro

bipolo de Araraquara já contempla três milhões

de pessoas.

Nessa primeira fase, que esteve em testes

nos últimos 45 dias, Araraquara converte

- da corrente contínua da Linha de Transmissão

de 2375 quilômetros que liga Porto

Velho (RO) a Araraquara - os primeiros 700

MW dos 6 mil MW previstos. No momento,

Santo Antonio e Jirau somam 11 turbinas

em operação das 100 projetadas nas duas

O segundo bipolo da IE Madeira está em

andamento e receberá a linha de transmissão

da NBTE, paralela a do 1º bipolo, no primeiro

semestre de 2014

usinas. O investimento na subestação e nos

dois bipolos está em torno de R$ 4 bilhões.

O diretor técnico João Neves Teixeira

Filho, da Estação Transmissora de Energia,

comunicou o êxito das operações da interligação

Madeira-Araraquara ao sistema nacional

e lembrou que o segundo bipolo da IE

Madeira na conversora de Araraquara está

em andamento e receberá a linha de transmissão

da NBTE, paralela a do 1º bipolo, no

primeiro semestre de 2014. A interligação

com o sistema nacional facilitará a manutenção

em outras subestações importantes

como Água Vermelha (MG) e Marimbondo,

na divisa de São Paulo e Minas.

Desde agosto de 2012, a nova subestação

de Araraquara equilibra a distribuição

de energia de Furnas e da Companhia de

Transmissão de Energia Elétrica Paulista

(Cteep) no sistema nacional. Agora, com a

distribuição da energia do Madeira, o fluxo

foi invertido e tanto Furnas como a Cteep

distribuem a energia convertida na nova subestação.

As subestações Araraquara Transmissora

de Energia, Furnas, Cteep estão

localizadas na Rodovia Nelson Barbieri que

liga Araraquara a Gavião Peixoto, próximas

a unidade de Embraer.

João Neves crê que a estação vá atrair

mais empresas para a cidade. “Pode ser criado

um cinturão de indústrias. Todo mundo

vai querer ficar o mais próximo possível de

uma fonte de energia”, disse ele ao secretário

de Desenvolvimento, Antônio Martins.

Para Martins, o linhão de energia vem

somar a outros setores em crescimento em

Araraquara, casos do sistema rodoferroviário,

da instalação da unidade da Randon e

do início dos voos comerciais da Azul. “Em

cinco anos, o quadro econômico já será diferente.

Essa energia é um fator de atração

e toda a região será beneficiada.” Além disso,

a geração de impostos da energia é feita

onde há a distribuição, beneficiando a cidade

e o Estado de São Paulo.

- 53 -


LANÇAMENTO

A NOSSA HISTÓRIA

ESTÁ BEM GUARDADA

Cidade enaltece o trabalho do

cineasta Renato Barbieri e o seu

trabalho pode sim, levar as

autoridades a terem um pouco

mais de cuidado com a

preservação da nossa história.

O lançamento do documentário “ARA-

RAQUARA - Memórias de uma Cidade”,

primeiro filme longa metragem sobre Araraquara,

marcou a história da cidade. A avantpremière

realizada no Centro de Convenção

contou com a participação de um grande

público que foi apreciar o filme do cineasta

Renato Barbieri, numa sessão dedicada a

sua mãe, Maria Ruth. O filme contou com

atores da cidade e região.

Marcelo Cirino, médico, professor universitário

e escritor, é um dos entrevistados

do filme e contou estar emocionado em

colaborar com um trabalho importante. “O

Renato investiu dedicação, tempo, conhecimento

e talento. Há pessoas que criticam

a falta de zelo com a memória local, mas a

nossa história é muito bem cuidada. Fico

feliz em viver este momento que comprova

Público presente ao lançamento no CEAR

mais uma vez que a história de Araraquara

está sendo preservada”.

A importância histórica do conteúdo,

que traz imagens muito bonitas da cidade,

com excelente fotografia de Carlos Zalasik,

diretor de fotografia de referência internacional,

despertou a atenção do espectador.

O público foi unânime na aceitação do

filme. “A produção está impecável, os atores

excelentes. Além do que as fotos da Kris

Tavares e a fotografia do documentário são

uma delícia para os olhos.

Renato Barbieri lembrou também o trabalho

dos historiadores de Araraquara: “Feliz

da cidade que tem um historiador de peso

para contar a sua história. A grande maioria

das cidades brasileiras não os tem”, disse.

“Pois Araraquara possui não um, mas dois

grandes historiadores: o Rodolpho Telarolli

(representado no filme pela Teresa Telarolli),

e Anna Maria Martinez Corrêa, uma

lady. Em nome da comunidade eu agradeço

o grande trabalho que esses historiadores

desenvolveram para a compreensão de nossa

própria identidade”.

A partir do dia 13

de dezembro o filme

estará em cartaz no

Cine Lupo, acompanhado

pela exposição

fotográfica de Kris

Tavares.

Renato agradece no

lançamento o apoio

que recebeu para

realizar o filme

O filme contou com a

participação de atores

da cidade e região

Renato, sua mãe Ruth e o prefeito Marcelo Barbieri

- 54 -


SEGURANÇA PARA O PÚBLICO

ONDE A LEI FICA

MAIS RIGOROSA

Pelo menos três leis já foram

sancionadas e passam a exigir

muito mais dos construtores,

donos de salões de festas e

promotores de shows após o

incidente de Santa Maria.

O engenheiro e vereador Elias Chediek

Neto está comemorando a aprovação de

três leis - já sancionadas - que aumentam a

segurança das edificações e amplia normas

de proteção aos incêndios. A que trata de incêndios

foi atualizada e embora suscinta, diz

ele, ela se reporta sempre

aos decretos estaduais que

normatizam as exigências

do Corpo de Bombeiros.

As outras duas tratam da

exigência de vistorias, a

cada cinco anos, por profissionais

habilitados (engenheiros

ou arquitetos)

de construções com mais

de dois andares ou que

abriguem aglomeração de

mais de 100 pessoas em marquises ou sacadas

com projeções sobre passeios públicos.

As leis irão nortear as novas construções

no município e estabelecem responsabilidades

aos proprietários, que deverão

promover a vistoria técnica estrutural a cada

cinco anos após a emissão do habite-se.

Para o prefeito Marcelo Barbieri, as novas

legislações são necessárias para o desenvolvimento

de Araraquara.

Mil pessoas em Sorocaba: lei prevê uso de

“sprinklers” contra fogo

Salão para festas infantis: lei específica

“A lei de proteção a incêndios é mais

rígida e prevê punições maiores aos infratores.

A lei, que faz parte da revisão do Plano

Diretor, foi debatida durante meses após a

tragédia de Santa Maria, no início deste

ano”, explicou o prefeito.

As outras leis normatizam o funcionamento

de prédios comerciais, no caso das

vistorias em marquises e sacadas, e das condições

de prédios antigos.

Araraquara já possui prédios

antigos, com 30 ou

40 anos e por isso a necessidade

de uma legislação

para garantir a segurança

dos moradores.

Para o vereador Elias

Chediek, as novas legislações

são resultado de

nove meses de trabalho

dos vereadores com associações

de engenheiros e arquitetos e entidades

da sociedade civil.

Há cidades no entanto em que a lei é

mais dura. Por exemplo, em Sorocaba, todos

os locais fechados destinados a eventos

sociais de lazer, com capacidade de lotação

igual ou superior a mil pessoas, deverão

contar com rede de chuveiros automáticos

contra incêndios chamados de “sprinklers”.

Quem descumprir a legislação, deverá pagar

uma multa correspondente a uma vez

o valor venal do imóvel para cada evento

realizado e a cassação do alvará de funcionamento

no caso de reincidência.

Também já existe projeto que regulamenta

a autorização para o funcionamento

de casas de festas infantis. A proposta estabelece

que a casa só pode funcionar se tiver

uma autorização expedida pelo Corpo de

Bombeiros, além das outras licenças que

são exigidas pela legislação. A autorização

só será expedida se for comprovado, em

vistoria técnica dos brinquedos e das estruturas

construídas, que foram observadas as

exigências de segurança da Associação Brasileira

de Normas Técnicas (ABNT).

- 55 -


PRESERVAR O QUE É BOM

ABUD TOMA POSSE NO

COMPPHARA

O empresário Roberto Abud é o

representante da ACIA no

conselho que cuida do nosso

patrimônio histórico. A posse

ocorreu no dia 29 de novembro.

Os membros do Compphara têm uma

importante missão: cuidarão do programa

de Preservação do Patrimônio Histórico,

Arquitetônico, Paleontológico, Etnográfico,

Arquivístico, Bibliográfico, Artístico, Paisagístico,

Cultural e Ambiental do Município.

Formado por 20 membros titulares e suplentes

de diversas entidades públicas, associações,

sindicatos, entre outras, esse conselho

terá mandato de 3 anos.

Os objetivos do chamado Comppharaconstituem

em adoção das medidas para a

defesa do patrimônio histórico, artístico e

cultural do Município, cuja conservação se

imponha em razão de fatos históricos, de

seu valor folclórico, artístico, documental

ou cultural, bem como dos recantos paisagísticos

que mereçam ser preservados.

O vice-prefeito e coordenador de Mobilidade

Urbana, Coca Ferraz, em nome

do município, disse na oportunidade que os

conselhos mostram o nível de desenvolvimento

do município e o exercício da democracia

em sua plenitude. “Araraquara conta

com vários conselhos que auxiliam as políticas

do Executivo e também o Legislativo”,

afirmou.

Para o secretário de Cultura e presidente

da ACIA, Renato Haddad, o conselho assume

o importante papel de preservar a história

e a memória de Araraquara.

Roberto Abud durante o evento

“A cidade conta com os membros do

Compphara para que eles tragam conhecimento

para a cidade poder continuar a se

desenvolver com responsabilidade”, disse.

O vereador Roberval Fraiz, representando

a Câmara Municipal, parabenizou os novos

membros do conselho e elogiou a atuação

de Haddad frente à Secretaria de Cultura do

município.

Entre as atribuições do Conselho estão:

formular diretrizes para a política de valorização

dos bens culturais, históricos, artísticos

e paisagísticos no Município, e deliberar

sobre o tombamento de bens móveis e imóveis

de valor histórico, ambiental, cultural,

arqueológico, etnográfico, paisagístico, arquivístico

ou bibliográfico, artístico ou arquitetônico,

existentes no Município, bem

como estabelecer os limites da região de

preservação.

O empresário Roberto Abud foi escolhido

para ser o representante da ACIA neste

conselho e segundo ele, é uma missão muito

importante pois ela como entidade de classe,

deve participar das políticas públicas, visando

naturalmente contribuir com o desenvolvimento

e a preservação da cidade.

Coca Ferraz

falando aos

membros do

conselho disse

da importância

do órgão na

história da

cidade

- 56 -


- 57 -


ELEIÇÃO NO SINCOMERCIO

TONINHO DELIZA FOI REELEITO

PRESIDENTE NO SINCOMERCIO

O excelente trabalho de Antônio

Deliza Neto e seus diretores

à frente do SINCOMERCIO,

registra a inscrição de apenas

uma chapa e assim, a atual

diretoria é reeleita para mais

um mandato.

Em time que está ganhando não se

mexe. A frase é popularesca, contudo, expressa

e confirma muito bem o desejo dos

associados do Sindicato do Comércio Varejista

que optaram em apoiar a continuidade

de Antonio Deliza Neto na presidência da

entidade. Seu mandato deverá perdurar até

2018, de acordo com os estatutos.

Toninho Deliza substituiu três anos

atrás, Ivo Dall’Acqua Júnior, que hoje desenvolve

importante trabalho na Federação

do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP),

atuando como presidente do Conselho de

Assuntos Sindicais da entidade.

Fundado em 1965 e hoje com cerca de

800 associados, o SINCOMERCIO atende

empresas do setor varejista com a finalidade

de proporcionar à classe, maior representatividade

e trabalhar em defesa das suas

reivindicações. Toninho Deliza é o sétimo

presidente do SINCOMERCIO e sua missão

é dar continuidade ao trabalho dos seus

antecessores que sempre mostraram um brilhante

trabalho em defesa da classe.

NOVO MANDATO

No dia 28 de novembro realizou-se a

Assembleia Geral do SINCOMERCIO para

a eleição da sua diretoria. Embora tendo

chapa única, o encontro seguiu seu trâmite

costumeiro, de acordo com o que estabelece

o estatuto. No final, o presidente reeleito

Antonio Deliza Neto agradeceu o apoio dos

companheiros, falou das ações desenvolvidas

durante sua gestão e enalteceu o papel

do quadro associativo para que os objetivos

fossem alcançados.

É difícil para uma entidade chegar onde

chegamos, disse ele. Toninho queria fazer

referência à forma equilibrada com que o

sindicato tem se mantido, fazendo investimentos,

ampliando o seu patrimônio e

ganhando espaço como entidade de classe.

Temos forte peso no desenvolvimento econômico

do município, geramos emprego e

cada vez mais o comércio tem recebido o

apoio com palestras e cursos para a capacitação

dos seus empresários e colaboradores.

Toninho Deliza lembrou que é imprescindível

neste momento, a qualificação dos

profissionais, principalmente da área de

atendimento: “O próximo ano será de atrativos,

ainda mais se Araraquara for subsede

da Copa do Mundo”, disse ele.

No final, ele foi muito cumprimentado

pelos companheiros: “Que ele continue sendo

esse dirigente leal, transparente e de notável

visão empreendedora”, disseram.

Deliza, reeleito presidente no SINCOMERCIO

Presidente: Antonio Deliza Neto

Vice-Presidente: Gaetano Morvillo Neto

1º Secretário: Roberto Abud

2º Secretário: Paulo André Alves Pinto

1º Tesoureiro: Laércio Grili Grande

2º Tesoureiro: Mario Takechi Takatsui

Suplentes:

DIRETORIA ELEITA

Conselho Fiscal - Efetivos

Artur Wormhoudt

Teresa Ap. Y. Uhiara Zingarelli

Alexandre Delbon

Walter Domingos de Prince

Manoel F. Marques da Silva

Eugênio Lamoréa

Conselho Fiscal - Suplentes

Donisete Daniel Orlando

Carlos Renato Mendonça Segura

Reinaldo Dias de Lima

Alexandre Aurélio Harteman

Delegados - Representantes

Antonio Deliza Neto

Ivo Dall’Acqua Júnior

Delegados - Suplentes

Roberto Abud

Paulo André Alves Pinto

GALERIA DE PRESIDENTES

1° Presidente

Alfredo Saba

1965-1969

2° Presidente

Mário Marques

1969-1975

3° Presidente

Olien Biancardi

1975-1984

Nova diretoria do SINCOMERCIO eleita no dia 28 de novembro para mais uma gestão

- 58 -

4° Presidente

Ivo Dall’Acqua Jr

1984-1993 / 1999-2009

5° Presidente

Eduardo Michetti

1993 - 1999

6° Presidente

Antônio Deliza Neto

2009 - 2013


ARTIGO

REGULAMENTO INTERNO DE

TRABALHO, SEGURANÇA PARA

EMPREGADO E EMPREGADOR

Entende-se por regulamento interno,

o conjunto de normas, políticas e procedimentos

que disciplinam a relação entre empregador

e empregado.

Amparada pelo artigo 444 da Consolidação

das Leis do Trabalho – CLT, a faculdade

do empregador de implantar normas

internas de trabalho na empresa, decorre

do exercício do seu poder diretivo.

Nesse sentido, o empregador não é

obrigado a estabelecer um regulamento

interno, mas é de suma importância que

o faça, independentemente do porte da

empresa e do ramo de atividade, haja vista

a importância de se ter um instrumento

de conscientização das regras de trabalho

estipuladas, com a previsão de direitos e

obrigações.

Contudo, há de se

observar que um regulamento

interno, para ter

sua validade reconhecida,

não pode contrariar a

legislação pátria vigente,

tão pouco as Convenções

Coletivas de Trabalho da

categoria, além de não

poder estabelecer condições

de trabalho mais desfavoráveis que

as impostas anteriormente ao empregado.

É o que se depreende da súmula 51 do TST.

Senão vejamos:

“NORMA REGULAMENTAR. VANTAGENS E

OPÇÃO PELO NOVO REGULAMENTO. ART.

468 DA CLT

I - As cláusulas regulamentares, que

revoguem ou alterem vantagens deferidas

anteriormente, só atingirão os trabalhadores

admitidos após a revogação ou alteração

do regulamento.

II - Havendo a coexistência de dois regulamentos

da empresa, a opção do empregado

por um deles tem efeito jurídico de

renúncia às regras do sistema

do outro.”

Desta sorte, as condições

mais favoráveis no regulamento

de uma empresa,

incorporam-se definitivamente

aos contratos de trabalho em

vigor. Por outro lado, se houver

posterior alteração, em prejuízo

para o empregado, esta

só terá validade em relação

aos contratos de trabalho celebrados

após o início de sua

vigência.

Frise-se que o referido

instrumento deve servir de

complementação

às leis

trabalhistas e às Convenções

Coletivas de Trabalho,

de modo que satisfaça as

peculiaridades da empresa

empregadora, sem, no

entanto, prejudicar o empregado.

As cláusulas que tratam

de vestuário no ambiente

de trabalho, cordialidade entre

funcionários, uso de celulares, acesso à

internet, monitoramento de e-mail corporativo,

monitoramento das atividades

desempenhadas pelo empregado através

de câmeras, conservação do ambiente de

trabalho, formas de pagamento, benefícios

concedidos, ética, bem como de higiene

e segurança do trabalho, são as mais comuns

nos regulamentos internos. No entanto,

para atender as necessidades das

empresas, outras poderão ser estabelecidas.

É importante ressaltar que o empregado

deve ter plena ciência do regulamento

e por esse motivo, uma cópia deve ser en-

tregue no momento da sua contratação,

mediante recibo, a fim de se evitar o risco de

futuras alegações de desconhecimento.

Vale lembrar, ainda, que os principais

objetivos deste instrumento devem ser a

conscientização das normas da empresa e

o estreitamento das relações de trabalho.

Desta forma, o empregador que se utilizar

do regulamento interno para tratar o empregado

com rigor excessivo poderá sofrer

ações indenizatórias.

Por fim, o SINCOMERCIO ARARAQUA-

RA disponibiliza aos seus associados um

“MODELO DE REGULAMENTO INTERNO”,

que pode ser solicitado através do e-mail

dpjuridico@sincomercioararaquara.com.br.

Os artigos jurídicos publicados na

Revista Comércio & Indústria são de

extrema importância para os nossos

empresários e demais pessoas

interessadas. O objetivo é de que,

sejam eles recortados e arquivados

para futuras consultas e orientações.

- 59 -


SEU NOME ESTÁ NA RUA

TEXTO: SAMUEL BRASIL BUENO

ÁLVARO FERRAREZI

O ALFAIATE QUE A CIDADE DIZIA

SER UM MANEQUIM AMBULANTE

Em 1958, quando Luiz Gonzaga

gravou a música “Sou alfaiate

do primeiro ano pego na tesoura

e vou cortando o pano”, Álvaro

Ferrarezi já estava na estrada

fazia um bom tempo. Era o mais

procurado dos alfaiates e na

sua lista de clientes constavam

os nomes mais influentes da

cidade.

Álvaro Ferrarezi, ou simplesmente Lili,

era assim que os amigos o chamavam. A

propósito, Lili tinha muitos e bons amigos,

quase todos seus clientes. Era prestativo, às

vezes, temperamental. Contava com o respeito

e a estima de todos os familiares e dos

que o rodeavam.

Ele nasceu em 20 de fevereiro de 1914,

na vizinha Matão, filho único do casal Antônio

Ferrarezi e Júlia Macagnan Ferrarezi.

Lili veio para Araraquara com 2 anos de idade

por ocasião do falecimento de sua mãe,

sendo então entregue aos cuidados de sua

avó paterna, Augusta Lorenzeti Ferrarezi.

Seu pai, viúvo, casou-se novamente; ele

teve mais três irmãs.

Lili fez o curso primário no Grupo Escolar

“Antônio J. de Carvalho”, e dois anos

de curso de Língua Italiana na Escola Ítalo-

Brasileira “Professora Onorina”. Cursou

apenas o primário, mas possuía conhecimentos

gerais admiráveis. Foi aos 15 anos

que começou a profissão de alfaiate trabalhando

nas melhores alfaiatarias da cidade.

Foi oficial de alfaiate na então conceituada

alfaiataria do Bruno Ópice durante cinco

anos e tomando gosto pela profissão, buscou

aperfeiçoamento, obtendo seu Diploma

de Alfaiate em 1939, pela Escola “José Lazarini”,

em São Paulo.

- 60 -

Anos 60: Lili Ferrarezi, de manhã ou final de

tarde, quando fechava sua alfaiataria desfilava

elegantemente pela Ñove de Julho e São Bento.

As pessoas diziam - lá está um modelo

ambulante, tão grande era sua elegância.

Ele se sentia orgulhoso.

Em 1940, estabeleceu-se como profissional

em nossa cidade e no ano seguinte,

em 27 de abril de 1941, casou-se em Taquaritinga

com Elza Lofrano, filha de José

Lofrano e Amedéa Romagnolli Lofrano,

imigrantes italianos. Do matrimônio de Álvaro

e Elza, nasceram dois filhos: Álvaro

Ferrarezi Júnior (falecido), engenheiro civil

em Taubaté, que foi casado com Lígia Dias

Ferrarezi; e Eliana Regina, professora, casada

com Paulo Manço. Sua descendência

completa-se com os netos André, Marcelo e

Flávia, sendo seu único bisneto, David.


Lili, como sempre elegante e a esposa Elza,

em reunião festiva do Lions nos anos 60.

A sociedade araraquarense tinha por

eles uma grande admiração

Nas décadas de 1950/60, em sociedade

com Nelson Aielo, outro mestre da agulha

e da tesoura, Álvaro montou a alfaiataria

“Ferrarezi & Aielo”, no primeiro andar da

Ótica Lupo. As pessoas que viam “Lili Ferrarezi”

pelas ruas da cidade, ficavam inspiradas

pela sua elegância e se dirigiam a sua

alfaiataria. Poderíamos dizer, sem medo de

errar, que “Lili” era um verdadeiro “manequim

ambulante”. Seu charme se completava

com um insuperável charuto Havana.

Tempos depois, em 1958, junto com

Rubens Lombardi e Nelson Aielo, instalou

o “IT Café” na Rua São Bento, local que

durante muitos anos tornou-se ponto de encontro

da sociedade araraquarense, sendo

frequentado por políticos e artistas da época.

Tempos depois, desfez a sociedade com

Nelson Aielo, passando

a trabalhar sozinho em

sua alfaiataria, no Edifício

Itamaraty, local onde

permaneceu até sua aposentadoria.

Mesmo aposentado,

por solicitação de muitos

clientes e amigos, Lili continuou

exercendo o ofício

na sua própria residência.

Pescaria, boa música

(tango) e o bom vinho

eram a sua predileção.

Os filhos de Lili e Elza: Álvaro Ferrarezi

Júnior (já falecido) e Eliana

Gostava como ninguém, de jogar bocha no

Clube Araraquarense e Náutico, do qual foi

sócio-fundador. Foi também, por muitos

anos, membro do Lions Clube Araraquara.

Eram seus amigos constantes de pescaria no

Rio Cochim, no Mato Grosso, Lôlo Martini,

Willian Zahab, Blademir Prioli e Edson

Silva.

Álvaro Ferrarezi faleceu em 20 de outubro

de 1985, aos 71 anos de idade, deixando

em todos que aprenderam a admirá-lo um

enorme vazio. Levou com ele, o ideal por

uma profissão, o amor pela família e o respeito

pelos amigos. Sua esposa Elza, nos

deixou em 7 de agosto de 2011, estando

ambos sepultados no Cemitério São Bento.

Seu nome está na rua através do Decreto de

1987, que denomina Rua Álvaro Ferrarezi

“Lili”, à antiga “Rua 27” do loteamento Jardim

Roberto Selmi Dei.

- 61 -


- 62 -


- 63 -


COPA MÁRIO SERGIO PEDROLONGO

A FESTA DO TÊNIS NO

ARARAQUARENSE

GALERIA DE HONRA

Vencedores da Copa Regional de Tênis Mário Sérgio Pedrolongo

Etapa Araraquara - Circuíto Regional de Tênis

Em outubro no Araraquarense,

mais de 210 atletas tomaram

parte da Copa Mário Sérgio

Pedrolongo que integra o

Circuíto Regional de Tênis.

Foram 45 dias de disputas.

Definitivamente integrada ao Clube

Araraquarense a Copa de Tênis Mário Sergio

Pedrolongo alcançou grande sucesso

dentro do Circuito Regional de Tênis já em

sua segunda edição. O torneio é formado por

10 etapas; a copa realizada em Araraquara é

uma destas fases com perfil de pontuação

nas 12 categorias. A copa homenageia um

dos mais brilhantes tenistas do interior e que

por 35 anos tem se dedicado a manter essa

modalidade esportiva em evidência. O “professor

Mário” como é conhecido, tornou-se

um símbolo do tênis e a homenagem é vista

como reconhecimento ao seu desempenho

e a forma como construiu sua brilhante carreira.

A promoção também teve seu lado social:

os atletas ao se inscreverem, fizeram a

doação de um quilo de alimento não perecível

doado ao Lar Caminho e Paz, presidido

por João Battaus.

Para o presidente Sidney Ferrarezi Júnior

promover uma ação como essa no Clube

Araraquarense significa estar contribuindo

com o fortalecimento do esporte e ajudando

na formação de novos campeões. Da premiação

participou o diretor de esportes do

Clube, Paulo Galvão Reis cumprimentando

os membros da comissão organizadora, entre

eles o professor Giuliano Peroni.

Tenista Nicolas Santos, de

Adamantina, campeão na

Categoria Especial

Diego Tavian, de Araraquara,

vice-campeão na Categoria A,

até 34 anos

Júlia Cyrino Nogueira, de

Araraquara, campeã na

Categoria Feminina A

Éder Giotto, de Serrana,

vice-campeão na Categoria

Especial

Luis Gustavo Basaglia, de

Araraquara, Categoria A,

acima de 34 anos, campeão

Talissa Generoso, de

Araraquara, vice-campeã

Categoria Feminina A

Alex Peracine, de Matão,

campeão na Categoria A, até

34 anos

João Bosco, de Ribeirão

Preto, Categoria A, acima de

34 anos, vice-campeão

Categoria B Até 34 anos:

Rafael de Oliveira, de

Araraquara, vice-campeão;

Rafael Luz, de Monte Alto,

campeão

Promotores e organizadores do evento

Categoria B, acima de 34

anos: Rogério Menani (Monte

Alto), vice-campeão; Nelson

Larocca, de São Carlos,

campeão

- 64 -


Raquel Generoso, de

Araraquara, campeã,

Categoria Feminina B

Paula Buainain, de

Araraquara, vice-campeã

Categoria Feminina B

Rafael Tolino Bozeli, de

Matão, campeão da

Categoria C, até 34 anos

Rafael Luz, de Monte Alto,

campeão na Categoria B até

34 anos

Roberto Maciel Lima Jr, de

Sertãozinho, Categoria C,

acima de 34 anos, campeão

Claudemar Andriolli, Matão,

vice-campeão, Categoria C,

acima de 34 anos

Entrega dos troféus para a Categoria Acima de 50 Anos:

Geraldo Cascaldi, de Jaboticabal, vice-campeão e Luiz

Antônio Camilo, de Matão, campeão

Matheus Nascimento, de

Matão, campeão na

Categoria Juvenil até 15 anos

Thales Generoso, de

Araraquara, vice-campeão

na Categoria Juvenil, até 15

anos

Categoria Infantil Até 12 Anos: Gabriel Generoso,

de Araraquara, campeão; João Pedro Piza, de Jaboticabal,

vice-campeão

- 65 -


- 66 -


SÉRIE OURO

OS GRANDES CLUBES

DA NOSSA HISTÓRIA

Em seus nove anos de atividades, mensalmente, a RCI investiu de forma pioneira no resgate

da história do nosso comércio e indústria. Paralelamente, a nossa revista a partir de agora,

passa a mostrar os anos dourados do esporte amador com o objetivo de homenagear dirigentes

e atletas, que de forma voluntária fizeram da nossa cidade um dos maiores celeiros de craques

do futebol brasileiro. É o outro lado de uma economia pobre, porém, consciente, de amor ao

clube e de respeito ao torcedor.

Esporte Clube Andaray, do bairro

do Carmo, tri-campeão amador

na década de 60

Ah

aqueles tempos. Poeira, pés no chão, a primeira botina, bicanca ou

coisa assim. Uma gíria que parecia combinar de maneira perfeita com a

simplicidade de quem corria a favor do tempo, de amarelo ou vermelho, azul

ou verde, então apenas de branco como a acenar para a paz do futebol.

Lá no fundo como que colocado por acaso, o juiz Fanelli, olha a moeda

reluzente a indicar cara ou coroa. À frente garotos que se fizeram amigos,

companheiros e homens, por ironia do destino se dispersaram porque não

houve como a vida mantê-los próximos, se nem pais e filhos na maioria das

vezes acabam assim.

Eles viveram o tempo que lhes foi proposto pelo Criador. Alguns já atuam

no além como que por encanto da natureza a esfregar as mãos no capotão

ensebado muitas vezes em festa abraçado por uma rede no fundo do gol.

Cabrera, Nenê, Salame, Pereira, Buri, Turquinho, Galo, faziam parte do livro

de chamada das tardes de domingo do nosso futebol. Juntam-se a eles,

centenas de outros atletas espalhados pela cidade que agora serão lembrados

neste álbum que vai conter os Grandes Clubes da Nossa História.

Não devemos deixar morrer algo tão precioso que fez parte das nossas vidas.

- 67 -

segue


Esporte Clube Andaray, homenagem do

seu fundador ao Bairro do Andaray, no

Rio de Janeiro, onde ele nasceu.

Elefante do Carmo, era esse

o mascote do time

Tom Mix aponta para a bola e parece dizer: “Galo, Lito e Tampellini, são os meus discípulos

no futebol. Juntos faremos deste time um grande campeão”. E fizeram.

ESTÁ ENTRANDO EM CAMPO O

Elefante do Carmo

Pesquisa: Rogério Tampellini

Fundado em 1957 por Arino

Rodrigues, o Andaray assustou

a cidade com seu belo futebol

nos anos 60. Foi tri-campeão

quando conseguiu juntar os

atletas mais cobiçados do

futebol amador. Reuniões e

ponto de encontro para a saída

rumo aos jogos era no Bar do

Joanico, na Avenida Sete de

Setembro. Sua história nos faz

viajar no tempo e mostra um

passado de glórias.

Naquele sábado, 12 de janeiro de 1957,

a Avenida Sete de Setembro estava em plena

efervecência. Era o principal corredor

comercial depois da Rua Nove de Julho. A

região desembarcava para as tradicionais

compras de final de semana. No Bar do Joanico,

Avenida Sete com a Rua 12, um pequeno

grupo discutia a fundação de um time

de futebol amador. Vários nomes na mesa,

porém, entre uma cerveja e outra saiu Andaray

- até por uma questão sentimental, pois

Arino - que chefiava o grupo, queria homenagear

seu pai, o carioca Namedes, nascido

no Bairro do Andary no Rio de Janeiro.

Formação clássica do Andaray no Estádio

Municipal, 50 anos atrás: Arino, Tom Mix,

Galo, Tampellini, Lito, Lelei, Paulinho,

Liminha, Laurindo, Rui, Urias e Perci

- 68 -


As faixas de campeão

conquistadas pelo Andaray

em 63, 64 e 65, são

guardadas como relíquia

por aqueles que conviveram

com a preciosidade do

nosso futebol amador.

O clube Andaray tornou-se ao longo

de uma existência de quase 20 anos num

dos mais famosos e carismáticos times de

futebol amador representando o bairro do

Carmo. Seu começo foi nos “bate-bolas”

em terrenos baldios da Rua Pedro Álvares

Cabral, a Rua 10. O primeiro jogo de camisas

e a primeira bola foram doados pelo

pai do fundador, Namedes Rodrigues,

lembra o filho Arino,

que hoje reside em São José do

Rio Preto. Andaray, na verdade

provém da expressão indígena

"Andirá-y", que pode significar

"Rio de Morcegos”.

SEDE ERA O BAR

Reuniões, campanhas, negociações e

promoções, tudo seguia um ritual no Bar do

Joanico, sede do time. Até mesmo a concentração

dos torcedores que rumariam para o

Estádio Municipal era feita alí; tanto na ida,

quanto na volta, depois dos jogos, quando

diretores, jogadores e torcedores “lavavam

a roupa”, tudo com o maior respeito, afinal

“dona Maria”, esposa do Joanico fazia parte

do atendimento que tinha característica familiar.

No bar também eram guardados os

troféus conquistados pelo time.

Entre uma recordação e outra, 50 anos

depois, Arino revelou que o mascote foi

inspirado no “elefante vermelho” do Clube

Atlético Linense. Ele foi o símbolo do Andaray

em sua trajetória, mostrando força,

resistência e ousadia. Daí surgiu o slogan

“Elefantes do Carmo”, pelo saudoso repórter

Geraldo Moreira, que escrevia para O

Imparcial e depois Diário da Araraquarense.

O slogan ganhou força no Programa Resenha

Esportiva, da Voz da Araraquarense e

Bola Número Cinco, da Rádio Cultura, nos

fins de tarde.

Além das reuniões e confraternizações

realizadas no bar, o clube fazia promoções

para arrecadar fundos para manter o futebol.

Feijoadas e jogos de Tombola eram no “Encontrão”;

apostas em resultados de jogos do

amador (bolão) circulavam pelo bairro onde

40% eram do Andaray e 60% dividido entre

os acertadores. Outra tradição era a famosa

rifa do “pato assado”, preparado por “dona

Maria”, todos os domingos no bar.

segue

Na década de 60, o Bar do Joanico era a sede oficial do Andaray;

diretores, jogadores e torcedores se encontravam e se reuniam alí

Hoje o que resta é saudade e o aparecimento de alguém, de vez em

quando que lembra de histórias que mexem com o bairro do Carmo

- 69 -


ESPORTE CLUBE ANDARAY

AS GRANDES

CONQUISTAS

Dos atletas que jogaram pelo

Andaray desde o início da sua

fundação muitos já faleceram,

no entanto, ficou para a história

o trabalho de Arino e seus

companheiros de diretoria, a

dedicação e abnegação por um

ideal, longe da vaidade e

ganância do que se vê agora.

As glórias são pontuadas pelo

tempo e não há como apagar.

Em novembro de 1963, a cidade parou

para acompanhar a grande decisão do

Campeonato de Futebol Amador. O Andaray

decidiria o título com a poderosa Usina

Tamoio apoiada com o investimento financeiro

da Família Morganti. Durante toda a

semana, Dorival Falcone, da Voz da Araraquarense,

deu força à grande decisão. Da

mesma forma, Sidney Schiavon, pela Rádio

Cultura. E, com o Municipal cheio pela torcida

do Carmo e o grande número de torcedores

que vieram de Tamoio, trazidos pelos

caminhões cedidos pela usina, os dois times

foram a campo.

Com gols de Lito e Colette, o Andaray

venceu por 2 a 0 e a festa do título se espalhou

por todo o bairro. É bom lembrar que

Colette era reserva; entrou no time por força

da contusão de um companheiro de time.

Da mesma forma, mantendo o time de

63, veio o bicampeonato em 64, quando o

Andaray venceu o Estrela por 3 a 1. O time

já não era mais o Elefante, mas segundo a

imprensa, os “diabos rubros do Carmo”.

No ano seguinte, novamente na final

do Amador, o Andaray perdeu para a Usina

Zanin por 3 a 2; curiosamente, as finais

que eram decididas no Municipal, em 65 foi

levada para a Usina Zanin e até hoje corre

o boato de que, a transferência de local foi

arranjada três dias do jogo final antes pela

Liga Araraquarense de Futebol.

Em 1966, outra vez o Andaray foi para a

decisão do título desta feita com o Santana.

No Estádio Municipal, com gols de Cláudio

Bi-campeão em 64: Urias, Rui, Hélião, Ti, Paulinho, Roducino, Sarpa, Zague e Rezende;

agachados: Linho, Maneco, Liminha, Tim, Lito, Luizinho Gonçalves, Jarbas e Tampellini

Bombarda, o “Galo”, o Andaray venceu por

2 a 1, tornando-se tri-campeão.

Dentre os jogadores que passaram pelo

Esporte Clube Andaray destacam-se: Dudú

(atuou na Ferroviária e Palmeiras), Faustino

(Ferroviária e São Paulo FC)

DIRETORIA / EQUIPE TÉCNICA

Durante muitos anos, o Andaray manteve

uma espécie de espinha dorsal em sua

estrutura, estando ela praticamente formada

O QUE NUNCA FOI

ESCLARECIDO

A Câmara Municipal

chegou a aprovar

uma lei (N° 1263 de

27/08/1963) que doou

um terreno para o

Andaray construir sua

sede, porém, poucos

dias depois, a lei foi

revogada por motivos

que nunca foram

esclarecidos.

UM NOVO CLUBE

AMADOR NA

PRÓXIMA EDIÇÃO

Dirigentes e atletas do

nosso futebol amador

interessados em nos ajudar

no resgate da história - cada

qual do seu clube - podem

ligar para 3336 4433 ou

então pelo email

marzo@marzo.com.br .

Amador de 1963: Tampellini,

o treinador Arino e Lito

Anos 60: Laurindo, Tampellini e Galo

por esportistas que tinham ideal com as tradições

do Bairro do Carmo.

- Namedes Rodrigues - Presidente de Honra

- Arino Rodrigues Alves - Presidente

- Antônio Cabrera - Diretor de Futebol

- João Grego, Ari Rodrigues Alves, Arani

Rodrigues Alves, Joanico, Neo, Roberto e

Ademir - Diretores

- Eca e Spagaro - Técnicos

- Armandão Ribeiro - massagista (durante

muitos anos serviu a Ferroviária)

Tim, Lito e Tampellini,

bi- campeões em 1964

- 70 -


- 71 -


Sim, eu uso

óculos

e não me acanho!

Tem mulher que não suporta

usar óculos, mas outras acabam

aceitando e aos poucos vão se

habituando, fazendo sua própria

moda com charme e beleza.

“Desde meus 13 anos de idade sou míope

e no meu dia a dia uso óculos! Para trabalhar,

para dirigir, para ver televisão, ir ao cinema…

faz tantos anos que sinto que meus óculos

são parte de mim…

e quem usa deve

sentir o mesmo,

não da para viver

sem! Por isso, trato

meus óculos de grau

como qualquer outro

acessório: trocando

de acordo com

meu humor, look,

maquiagem etc”. É

desta forma que Ana

Lúcia Nascimento,

explica a necessidade

de usar óculos.

Flávia Martins,

enfim de óculos

Só que para ela uma coisa puxa a outra,

caso da maquiagem ideal: “Tem que existir

uma combinação, entre a necessidade do

óculos, o rosto e a maquiagem”, justifica

Ana Lúcia que diz ter aprendido com o ficar

ajeitada com o pessoal da clínica de beleza:

“Bom, quem usa óculos precisa saber que

eles chamam bastante atenção para a área

dos olhos e por isso, mais do que nunca,

tudo tem que estar em perfeita ordem: sobrancelhas

feitas, olheiras escondidas… e

acho importante destacar o olhar. Gosto de

delinear os cílios superiores e esfumar. Uso

bastante o marrom que é uma cor neutra e

básica. Um ponto de luz no canto interno

dos olhos também faz um efeito lindo!”,

completa.

A obrigatoriedade em usar óculos para

Rita Loyola, não vem de hoje. Foi por volta

dos 10 anos de idade. Segundo ela, o que

a professora escrevia no quadro um dia começou

a ficar confuso, e “eu não conseguia

Ana Lúcia com óculos e sem ele,

mas sempre com a maquiagem

mais ver televisão de longe. O mundo estava

borrado “, lembra.

Rita lembra que um dia contou para sua

mãe o fenômeno. “Fiz o primeiro teste de

visão, que alegria: eu ia usar óculos! Escolhi

uma armação preta, parecida com a da colega

que admirava. E tudo voltou a ter forma”.

Ainda recentemente ela comentou com

uma amiga: “Perdi a conta dos pares de óculos

que passaram pelo meu nariz. Simplesmente

não consigo viver sem eles”.

Já Flávia Martins diz que quando começou

a usar óculos sentia um pouco de

vergonha: “Tinha vergonha de sair de casa

e aos poucos fui me acostumando. Hoje já

uso para ler, para mexer no PC ou assistir

TV. Estou até tentando usar direitinho”,

comenta. Ao tirar foto e até postar no face,

Flávia é objetiva: “Antes usava um óculos

bem discreto... pequeno e tal, mas aí, como

o meu grau aumentou, resolvi aumentar os

óculos também”.

- 72 -


- 73 -


NOVOS HORIZONTES

O casal Elizabeth-Antenor Paulo Vicentin

comemora os 38 anos de atividades da

Farmácia Santa Paula, pioneira no ramo de

manipulação de medicamentos na cidade e

região. A credibilidade alcançada em função

do trabalho profissional da Santa Paula, a

coloca entre os estabelecimentos farmacêuticos

de maior conceito no mercado. A Santa

Paula amplia seu leque de serviços, faz

crescer a sua rede e fortalece sua marca.

FARMÁCIA SANTA PAULA

TRADIÇÃO EM

MANIPULAÇÃO

DE FÓRMULAS

A Farmácia Santa Paula começou suas atividades no ramo de Manipulação

de Fórmulas em 1975, em modestas instalações na Vila

Xavier, sob a responsabilidade da farmacêutica Elizabeth Nogueira

da Gama Vicentin, onde aos poucos foi conquistando lugar de destaque

como Fármacia com Laboratório de Manipulação. Foi uma

das primeiras farmácias de manipulação do interior de São Paulo.

Hoje conta com três endereços em Araraquara e modernas instalações,

sob a responsabilidade da farmacêutica Elizabeth e de seus

dois filhos Paula e André também farmacêuticos, e sob a direção

de seu marido Antenor Paulo Vicentin, bem como de seu genro

Thomaz Antonio Fusco.

São 38 anos de uma empresa familiar que se preocupa com a qualidade

do medicamento manipulado. Dispõe de uma equipe de 35

profissionais treinados e um completo estoque de matérias-primas

para NUTRIÇÃO ESPORTIVA, COSMÉTICOS, HOMEOPATIA E DE-

MAIS RECEITAS DE TODAS AS ESPECIALIDADES MÉDICAS.

A Santa Paula recentemente adquiriu a unidade que pertencia à Farmacotécnica,

onde continua prestando o mesmo atendimento aos

clientes daquela farmácia, também tradicional em nossa cidade.

A farmacêutica Elizabeth Nogueira da Gama

Vicentin e a filha Paula, na Santa Paula da

Avenida Barroso, 524

- 74 -


Elizabeth e o filho André, na Santa Paula da Rua Gonçalves Dias, 1926, no Jardim

Primavera, uma das mais modernas farmácias de manipulação do interior

A Santa Paula adquiriu a Farmacotécnica,

na Avenida José Bonifácio, 639. A empresa

estabelece assim mais uma filial, amplia a rede

de atendimento em pontos estratégicos da cidade

e demonstra sua solidez com a competência de

sua equipe de profissionais como Fabiano

Figueira e Marcos Antônio Bezerra.

ATENDIMENTO FARMÁCIAS SANTA PAULA

Rua Gonçalves Dias, 1926, Jardim Primavera - (16) 3332.27285

Avenida Barroso, 524, Centro - (16) 3335.5952

Avenida José Bonifácio, 639, Centro - (16) 3336.0111 (antiga Farmacotécnica)

EM BREVE MAIS UMA FILIAL SANTA PAULA,

ESPECIALIZADA EM MANIPULAÇÃO VETERINÁRIA

- 75 -


- 76 -


SOLIDARIEDADE

NÓS SOMOS NOÉIS, MISSÃO SEM LIMITES

PARA QUEM DESEJA AMAR O PRÓXIMO

Dez anos. Esse é o tempo em

que um grupo de amigos criou

uma importante missão na

cidade: presentear as crianças

carentes no Natal. Depois veio

a ideia de cuidar dos velhinhos

nos asilos; a seguir, distribuir

ovos de páscoa na periferia. O

grupo não parou de crescer.

Em novembro quando a RCI

conversou com Angelina Cacaldi

de Figueiredo, vimos o quanto ela

e os componentes do seu Grupo Nós

Somos Noéis, são importantes para a cidade

em que vivemos. A missão de cerca de 2

mil voluntários que trabalham para o grupo

é levar alegria e um pouco de conforto para

pessoas carentes: carentes de amor, solidariedade,

de alegria e de felicidade.

Em dezembro, o grupo sai para a entrega

de brinquedos: “Levamos o Papai Noel

e distribuímos brinquedos e amor às crianças”,

disse ela. Mas não é só: na Páscoa, o

já conhecido Grupo Nós Somos Noéis promove

a Campanha “Boquinhas Lambuzadas”,

onde o coelhinho entrega doces para

as crianças que moram em bairros e localidades

mais carentes. A campanha “Inverno

Quente” é outra ação social de imprescindível

valor: engloba festas e muita diversão

para os velhinhos que moram em asilos da

cidade.

Angelina diz que se sente realizada com

o trabalho da equipe. Somos um grupo de

amigos e acreditamos que o mundo pode ser

melhor. O brinquedo, o doce, a festa é somente

um meio de lembrarmos a pessoas menos

favorecidas, que são queridos, que vale a pena

lutar, que tudo pode ser melhor, que somos

irmãos.

A garota parece exclamar:

“Nossa é tudo meu? A surpresa

vem como que se fosse alguma

coisa que chega pelas mãos do

Criador. A foto da direita

expressa o sentimento da pressa

de chegar em casa, abrir o

pacote para ver o seu brinquedo.

Quem sabe leva em uma das

mãos o presente que será do

irmão e que ainda desconhece

as incertezas do mundo.

São situações que o Grupo

Nós Somos Noéis encontra na

periferia de Araraquara e que se sente

movido por uma força interior capaz de

minimizar pelo menos por algum tempo as

desigualdades provocadas pela pobreza

das políticas públicas

- 77 -


NÓS SOMOS NOÉIS

TODA AJUDA AO PRÓXIMO

SEMPRE SERÁ BEM VINDA

Hoje o grupo se tornou tão forte

que já não consegue parar,

motivado por amigos e também

os familiares que acabaram se

envolvendo para contribuir com

uma parcela de solidariedade.

Sandra Tochio, integrante do Grupo Nós

Somos Noéis, logo depois da Páscoa, não se

conteve e acabou colocando um comentário

na rede social: “Em cada bairro ou entidade

onde os doces e ovos foram levados e entregues

com tanto amor, a partilha aconteceu

de uma maneira tão espontânea, que parece

que se multiplicou, aparecendo crianças de

todos os cantos e levando seus doces pulando

de alegria, o coração da gente também se

alegrou por poder levar essa alegria”.

A mobilização no entanto, diz Angelina

Cacaldi de Figuereiro, não está restrita

apenas a nossa cidade. No ano passado, tão

grande foi a arrecadação junto à comunidade

que o grupo álém de entregar brinquedos

nos bairros Águas do Paiol, Vitório de Santi,

Adalberto Roxo, Jardim das Estações e Jardim

Maria Luiza, acabou indo para Trabijú,

Taquaral, Assentamento Bela Vista e Santa

Lúcia.

Sandra Tochio, num momento de agradecimento

chega a dizer a todos: “Minha

prece a Deus, neste momento mesmo a você

que não é praticante, mas fazendo essa boa

ação, já se torna relevante, e todos os que

nos ajudaram e sei continuarão ajudando,

pois nossa ação acontece o ano inteiro. Que

todos recebam as bençãos devidas, e que em

suas vidas nunca falte o sustento, nunca falte

o amor, nunca falte alegria, exista saúde

em abundância, e sejam, amigos-noéis para

sempre, pois nossa missão é contínua e sem

sua colaboração, nada disso seria possível.

Sinta-se feliz, privilegiado, pois levar amor

e alegria aos nossos irmãozinhos menos favorecidos

é do agrado de Deus, e Ele com

certeza te retribuirá.

AGRADECIMENTO

O Grupo Nós Somos Noéis agradece

sensibilizada o apoio e a colaboração

da comunidade em todas as suas ações,

sem o que, seus objetivos jamais seriam

alcançados.

- 78 -


- 79 -


VIDA SOCIAL

Em noite de muita emoção, o empresário

Valter Merlos teve o seu retrato entronizado

na Galeria de Presidentes da Associação

Comercial; familiares e amigos foram

abraçar Merlos que durante seis anos foi

presidente da entidade realizando

um belo trabalho.

Alcides Junquetti e a esposa Sueli

Alexandre Modonezi (Ipem) e Antônio

Junquetti (Associação Comercial)

Durante a

inauguração da

Felicitá na Rua 5,

Samuel de Souza,

da Cultura,

ladeado pelo

casal Gisele e

José Márcio

Domingues

Leite Júnior

Jair e Cristina Martineli, Teresa Smirne, Marlene

Porsani e Célia Merlos em concorrido evento

- 80 -


- 81 -


CIDADE

ARARAQUARA JÁ TEM

FELICITÁ

Final de novembro marcou a inauguração da Felicitá na Rua

Voluntários da Pátria, 3109, representante dos móveis planejados

da Italínea, uma das mais afamadas marcas do setor.

Rafael, Rodolfo, José Márcio Domingues Leite Júnior, Padre Luiz, João, Gisele e

Matheus comemorando a abertura da loja e o sucesso antecipado com a Italínea

José Márcio, Moacir, Gisele e Rodolfo, família

empreendedora no comércio da cidade

Maria Ligia e Berenice Solssia, prestigiando a

abertura da loja em Araraquara

Adriano Martins, representando a Italínea e

André Liano, da Efinance, na inauguração

Fátima Bárbara e Elisete Sanitá, conhecendo

as belezas da Felicitá na cidade

- 82 -


Com alegria e convictos do sucesso que a

Italínea fará em nossa cidade, pela

qualidade, tecnologia e também pela

inovação dos seus produtos, Gisele e José

Márcio Domingues Leite Júnior,

inauguraram na Rua Voluntários da

Pátria, 3109 (esq. com Av. 34) a Felicitá.

A loja já conta com uma equipe

capacitada e motivada com o que faz,

preparada para receber e produzir

projetos que levem você a ter momentos

felizes com sua família, todos os dias.

Básico e confortável, este projeto foi

pensado para quem aprecia tranquilidade.

A cabeceira baixa foi combinada com a

parede revestida, que demonstra

descontração, leveza e sútil modernidade.

Os projetos da Felicitá e Italínea sempre

combinarão com o seu estilo de viver.

Solicite a presença de um projetista da

Felicitá / Italínea. Ele vai até sua casa, tira

as medidas do ambiente e faz um projeto

sugestivo conforme sua ideia.

É na sua casa que acontecem as melhores

histórias da sua vida, a união da família,

os encontros com os amigos e por isso os

ambientes precisam ser planejado

e aconchegantes.

Visite uma de nossas lojas:

Loja 1

Rua Carlos Gomes, 1258 - Centro

Tel: (16) 3114.1787 / (16) 3114.1781

Loja 2

Voluntários da Pátria, 3109 - Centro

Tel: (16) 3114.0776 / (16) 3114.0777

felicitalinea1@hotmail.com

felicitalinea2@hotmail.com

- 83 -


Como sempre muito elegante a

queridíssima Luzia Garitta que vive tempos

de intensa felicidade com o sucesso da

filha Leila, à frente da Remo Garitta

Quando eles se

encontram é um bom

momento para se

colocar a conversa em

dia: Paulo Pecin, atual

presidente da Aescar,

Samuel Brasil Bueno,

historiador e também

colaborador da RCI

e Roberto Fonari, um

dos mais brilhantes

contabilistas da cidade

Adélcio Carlos Magrini mantém uma das

mais conceituadas redes de lojas de tintas

da região, a Aquarela Tintas (assinando

Sulvinil) e Geraldo Luís Tampellini é

proprietário do Escritório Gemarge de

Contabilidade. Adélcio revelando para o

amigo os projetos que a Aquarela colocará

em prática no próximo ano. Por sinal, a

empresa com várias filiais, vive sempre um

constante período de inovações para melhor

atender os seus clientes em toda a cidade

e região.

- 84 -

Graziela Sponhardi e José Janone Júnior,

formando um lindo casal


- 85 -


Empresários do setor de

artefatos de alumínio: Ademar

Ramos e Chiquinho Nigro

Renato Mazzini Lopes, do badalado Lina Buffet

Roberto Abud (Acessorium) e

Reinaldo Dias de Lima (Montreal)

Carlos Augusto Cataneu, Damiano Barbiero Neto,

Geraldo Cataneu e Luisinho Petroni

O casal Dagmar Bizzinotto,

Otávio e Alessando

Androukowitch

Jaime Catto e Adilson

Jeziur, proprietários

do Novo Terraço

Heloísa Nascimento, Regina Lúcia

Marson Secchez e Joel Aranha

Célia Merlos e Léa Haddad

- 86 -


- 87 -


ANIVERSÁRIOS

A diretoria da ACIA cumprimenta todos os aniversariantes

DATA NOME EMPRESA DATA NOME EMPRESA

DEZEMBRO

01/12

01/12

01/12

02/12

02/12

02/12

03/12

03/12

03/12

04/12

04/12

04/12

04/12

04/12

05/12

05/12

05/12

06/12

07/12

07/12

07/12

07/12

08/12

08/12

09/12

09/12

09/12

10/12

10/12

10/12

10/12

11/12

11/12

11/12

11/12

11/12

12/12

12/12

12/12

13/12

14/12

14/12

14/12

15/12

15/12

15/12

15/12

Fernando de Oliveira Ferreira

Orlando Carrara Júnior

Oswaldo César Eugênio

Silvestre Roveri

Rinaldo Venâncio de Matos

Isaias José da Silva

Elisabete de Araújo Berni

Paulo Roberto Marquesi

Adriano Borges

Oreste Garcia Zenatti

José Devanil Carrascossi

Maria Lúcia da Costa Prebil

Marcelo Deliza

José Janone

Maria Aparecida T. Jeremias

João Aranha

Sebastião Donizeti Rodrigues

José Renato Garcez

José de Haro Martine

Lucas Henrique Pinheiro

Omar Maksoud

Luiz Antônio Bianchini

Conceição A. Ferraz Bianchi

Maria Celia Franzini Callera

Carmen Silvia Pelicce Dib

João Francisco Franco Filho

Magdalena M. C. Moreti

Laércio Galleani

Francisco Carlos Amaya

Mara Lucia A. R. Schiavon

Wilson Claudenir Brambila

Leandro Bachega Martins

Pedro Lapena

Alberto Carlos M. Silveira

José Henrique M. Castelli

Virginia dos Santos Amaya

Synara O. Paim Guimarães

Regina Ap. B. Carvalho

Rafaela Cristina dos Reis

Hélio Cerqueira Júnior

Willian Rafael Oliveira

Irineu Pereira

José Janoni Junior

Ivone Vitório de Oliveira

Tatiana Cappato

Paulo Sergio Biondi

Thereza D. Kawakame

Hidráulica & Elétrica Teruel

DNA da Pele

Oswaldo César Eugênio

Funerária Almeida

Mercadinho Pathmatos

Isaias José da Silva Armarinhos

Ararte

Posto do Costa

Habib’s

Açougue Modelo

Chefor Auto Peças

Prebil

Pipocopos

Cartório

Imobiliária Jeremias Borsari

Jotex

Sorte Sportiva

Castelinho Materiais p/ Construção

José de Haro Martine

Scala Auto Peças e Mecânica

Omar Maksoud Engenharia Civil

Alumicril

Bianchi Serviços

Cacau Fashion

Senhora Solução

Uniodonto de Araraquara

Magda Calçados

Rodoani Transportes

Usifran

Reihtuag Auto Eletro

Casa de Carnes Brambila

Redecon Adm. de Convênio

Supermercado 14

Carimbos Araraquara

Castelli

Usifran

Biofarma

Carvalho e Benedecte

Representações Reginaldo Reis

Área Azul Eletrônica

W & Financeiro

Auto Posto Vaz Filho

Sunrise Net

Ancari Transportes

Usicap

Techs Provider

Sorvetes Kawakami

16/12

16/12

16/12

16/12

16/12

16/12

16/12

17/12

17/12

17/12

18/12

19/12

19/12

19/12

19/12

20/12

20/12

21/12

23/12

23/12

24/12

24/12

24/12

24/12

24/12

24/12

24/12

24/12

24/12

25/12

26/12

26/12

26/12

26/12

26/12

26/12

27/12

27/12

28/12

28/12

28/12

28/12

28/12

30/12

30/12

30/12

31/12

Luzia Aparecida Pincetta

Loren Bianco Regolão

Roberto Dietrich

Dario Manoel Trizolio

Eduardo Augusto Bandeira

Maria Isabel Leite Caires

Celso Guerino Furlan

Mário Mariano Franzin

Flaviano Affonso Giansante

Lucas Marques

Rita de Cassia B. Ferreira

Kátia Regina Mucio

Mauro Solssia

Eduardo M. de Andrade

Rogério M. de Andrade

Donizete Aparecido Pasquini

Everlene Aparecida Luchesi

Aroldo Bolsoni

José Olimpio S. de Alvarenga

Daniel Bezerra

Marcos César Garrido

Catarina Silva de Oliveira

Marcos Roberto Destéfani

Benedito Salvador Carlos

Jandira Dal Bem Inocente

Luis Alberto Alves Ferreira

Eder Paulo Magrini

Benedito Salvador Carlos

José Natal de Moura

Erivaldo Jesus dos Santos

Marcos Luiz Brefe

Paulo Eli Cotonias Pimentel

Francisco Marques da Silva

Luiz Antonio Trevizo

Silmar Pauletti

Luis Afonso Aguiar Pires

Geraldo Stivanato

Monica Apolinário de Lima

Mário Sergio Bertato

Fabricio Olivio Galitezi

Roberto Cesar Afonso Mota

Durval de Freitas Junior

Flávio de O. Arruda Junior

José Carlos Elias

Vittório Pacchiarotti

Carlos R. de Mendonça Segura

Diogenes Lauriano Pallone

Farmácia A Therapêutica

Móveis Estrela

Heineken - Kaiser - Femsa

TR Diesel

Casa Nordestina

O.L.C. Consultoria e Assessoria

Âncora Consultores

New Standard Software

Agropecuária Affonso Giansante

Multialarme

Hidráulica & Elétrica Teruel

Futura Rações e Acessórios

Solssia Corretora de Seguros

Ajaf Incorporações

Ajaf Incorporações

Cerealista Pasquini

Luchesi

Grafinew

Intershop

Casa Bahia / Ponto Frio

Gemarge

A Boa Compra

Acqua Jet Piscinas

Gráfica Bene

Rei da Caçamba

Carpet Lar Revestimentos

Têxtil Abril

Bene Escritório de Contabilidade

J.N. Moura Informática

Primotex

About Confecções e Com.

Decorart Movelaria

Chico Memorial Nossa Senhora Aparecida

Lanchonete Kanto A

Cambuí

Farmacruz

Unic

Tita Eletrocomerciais

Rodoviário Bertato

Star Video

Inovape

Federal Invest

Techs Provider

Motoney

Posto La Bambina

S & A Colchões

Peugeot

Estamos colaborando

na construção de uma

grande cidade

- 88 -

IESACRED

Cooperativa de Crédito


- 89 -


CRÔNICA

LUÍS CARLOS BEDRAN *

NATAL

O Natal não se esgota ao término do dia 25 de dezembro: prolonga-se até o dia 1º do

próximo ano e então, aí sim, o mundo cristão retorna à vida rotineira. Alguns pagãos mais

exigentes ou alguns cristãos não muito crentes, entendem que somente depois do Carnaval

é que verdadeiramente se extingue o espírito natalino.

Mas o que exatamente significa esse estado de espírito e por que ele não termina em seu

próprio dia? Na verdade ele inicia-se bem antes da data em que se comemora o nascimento

de Jesus Cristo, atinge o seu ponto máximo no dia do Natal e vai até muito além do início do

ano novo.

O cristianismo adotou por conveniência e na esteira da mais do que milenar festa popular

pagã, o período em que se comemora o solstício de inverno no hemisfério norte, onde

nasceu Cristo, na Galileia, e que é o “dia do ano em que o Sol, ao meio-dia, atinge o seu

ponto mais baixo no céu, e tem-se o dia mais curto do ano e a noite mais longa” (Houaiss); no

hemisfério sul, onde nos situamos, é o contrário: o dia mais longo e a noite mais curta do ano.

É o período de transformação, de mudança: vai crescendo aos poucos até atingir esse

dia e depois vai minguando. Tanto é verdade que até hoje os pesquisadores não têm certeza

do dia do nascimento de Jesus, entendendo uns até mesmo que foi no dia 6 de janeiro,

quando os chamados reis magos foram levar seus presentes, festejando o nascimento de

uma criança toda especial, como o mundo perceberá somente mais tarde.

Assim, é um tempo de alegria, de festa, de confraternização, comemorado em sua origem,

tanto pelos pagãos, quanto pelos cristãos, posteriormente. Hoje o espírito natalino cristão

impregnou-se de tal forma em nossa civilização, que essa data, por aqueles e por estes,

é comemorada com muita festa, muita comida, muita bebida e troca de presentes entre as

pessoas de todas as classes sociais, em todos os países ocidentais.

Confunde-se a festa pagã com a cristã. Pelos adeptos de Cristo, em honra ao seu

nascimento, o do chamado Redentor, aquele ungido por Deus e que veio ao mundo para

salvá-lo; pelos pagãos, em homenagem à mudança, à transformação, a uma nova vida, a

um novo ano.

De qualquer forma, hoje, apenas os mais religiosos relembram essa data com muita

seriedade; o restante, embora impregnados, mesmo sem o saber, pela religiosidade que se

construiu há mais de 2000 anos, entendem esse dia como o de festa suprema, com todos os

exageros que merecem uma festa suprema, onde o excesso ocasional pode ser considerado

como saudável, como já dissera um escritor e filósofo chinês do século passado, Lin Yutang.

A confusão entre as duas festas, a religiosa e a não-religiosa, consciente ou inconscientemente,

dá-se pelo nascimento de uma criança, de um novo ser, que é a síntese da

união familiar, o de um filho, homem ou mulher, de um pai e de uma mãe conhecidos, fruto

de uma estabilidade conjugal, que foi, é, e sempre será o desejo e a grande expectativa do

ser humano, como regra.

Daí porque o Natal é tanto esperado, festejado no seu dia e que permanece algum tempo.

É o parto de uma criança, esperado por nove meses; é o dia do seu nascimento; o de seu

clímax e depois a alegria de uma família em criar esse ser, que significa a renovação da vida

e da esperança, de uma simbologia profunda e misteriosa até mesmo atualmente, apesar de

todo o vasto conhecimento científico, característico do mundo moderno.

Por isso não se deve ter receio em se cometer “pecado”, nem em sofrer algum peso de

consciência em participar de uma festa exagerada, de um consumismo de bens materiais

exacerbado, atávico mesmo, com muita bebida, comida e amor (onde para muitos se inclui

o sexo também), porque o Natal simboliza a festa e a alegria da preservação da união familiar,

que se deve prolongar ad infinitum — e até mesmo bem depois do Carnaval — sempre

renovado todo ano, relembrando-se assim o nascimento da esperança e de uma nova vida.

*Sociólogo e articulista da Revista &

Comércio e Indústria de Araraquara

- 90 -


- 91 -


- 92 -

More magazines by this user
Similar magazines