RCIA - ED. 101 - DEZEMBRO 2013

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REPRESENTATIVIDADE

ACIA ESTEVE NO CONGRESSO DOS

50 ANOS DA FACESP EM CAMPINAS

Cerca de 1,2 mil pessoas entre

as quais o presidente Renato

Haddad, da ACIA, participaram

de palestras e painéis durante

o 14° Congresso da Federação

das Associações Comerciais do

Estado de São Paulo, realizado

em novembro, em Campinas.

A cerimônia de abertura do Congresso

da FACESP, neste ano, contou com a presença

da presidente Dilma Rousseff, do

ministro-chefe da Secretaria da Micro e Pequena

Empresa e vice-governador de São

Paulo, Guilherme Afif Domingos, da ministra-chefe

da Secretaria de Comunicação Social,

Helena Chagas, do prefeito de Campinas,

Jonas Donizette, além do presidente da

FACESP e da Associação Comercial de São

Paulo (ACSP), Rogério Amato. Também

participaram outras autoridades políticas e

empresariais, incluindo o ex-prefeito Gilberto

Kassab, que acabou viajando a Brasília

no avião da presidente Dilma.

Em 2013 o evento comemorou os 50

anos de fundação da FACESP e teve como

tema Celebrar a História. Construir o Futuro.

“A entidade tem uma longa trajetória de

serviços em defesa da livre iniciativa e do

desenvolvimento econômico e social do Estado

e do País, fato que merece ser comemorado”,

disse Renato Haddad, representando

a classe empresarial da cidade, pela ACIA.

Atualmente, a FACESP é formada por

mais de 400 associações comerciais distribuídas

por todo o território paulista, que reúnem

em suas diretorias e conselhos, cerca de 10

mil empresários e 20 mil associados de empresas

comerciais, industriais e de serviços.

O presidente da FACESP, Rogério Amato,

destacou que as associações comerciais

são participantes ativas da vida política,

econômica e social das cidades onde atuam.

“Funcionam como fóruns permanentes de

debates de grandes temas nacionais e, sobretudo,

dos problemas que afetam os micro e

pequenos empresários”, afirmou. “Isso nos

permite conhecer suas dificuldades frente ao

imenso manicômio tributário e burocrático

aos quais as empresas são submetidas”.

Em seu discurso, a presidente Dilma

Rousseff elogiou o tema do congresso e

ressaltou o trabalho realizado pela FACESP.

“Só quem celebra a História tem condições

de construir o futuro. Há 50 anos a entidade

defende os interesses dos empreendedores,

que devem ser sempre valorizados pela coragem

e ousadia”, destacou.

A presidente frisou que a FACESP está

sustentada por uma trajetória de conquistas

e realizações, entre elas a Lei Geral da Micro

e Pequena Empresa, o Microempreendedor

Individual (MEI) e a Lei De Olho no

Imposto. “É um passado de grandes e meritórias

lutas, com muitas vitórias”.

De 1963 - ano de fundação da FACESP

- até hoje, o Brasil passou por muitas mudanças,

afirmou a presidente. Na época da

fundação, o País tinha um pequeno mercado

consumidor e estava, de certa forma, lutando

pela sua identidade. “Criamos condições

para que a população se transformasse em

cidadãos consumidores, com um grande

mercado de massa e dinamismo para todos

os setores”, disse Dilma.

Atualmente, prosseguiu a presidente, a

burocracia é um dos principais problemas

do Brasil, prejudicando o Governo e a vida

dos consumidores. “A burocracia desvia o

empresário de seu foco. Combatê-la é tam-

O presidente da ACIA, Renato Haddad,

no Congresso da FACESP em Campinas

bém combater um processo que leva necessariamente

a perdas de prazos, a tempos

longos”, disse.

A presidente finalizou destacando que

não há oposição entre Governo e empresários.

“Há, sim, uma perspectiva de cooperação,

sobretudo a vontade política de cooperar

com todos os empresários de pequeno,

médio e grande portes”.

Como forma de combater a burocracia

e simplificar a abertura e o fechamento de

empresas, o ministro Afif assinou, durante

a abertura do congresso, contrato no valor

de R$ 30 milhões com o Serviço Federal

de Processamento de Dados (Serpro) para a

construção do portal Empresa Simples, que

deverá estar pronto em meados do segundo

semestre de 2014.

Destinado a cerca de 8,5 milhões de micro

e pequenos empresários e também aos

microempreendedores individuais (MEIs),

o portal funcionará como uma praça eletrônica

de comércio e permitirá a abertura e

fechamento de empresas no prazo máximo

de cinco dias.

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