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Editorial

Ano 27 - Edição 157 - Dez/Jan 2020

FELIZ ANO NOVO!

Primeiramente gostaríamos de agradecer a todos os nossos anunciantes, leitores e colaboradores por construírem a revista

Newslab conosco e desejar um ótimo ano a todos! Chegamos à 157ª edição da Revista Newslab, cuidadosamente preparada

trazendo a maior gama de assuntos referentes ao setor de diagnóstico laboratorial. A nossa revista traz um material abrangente

e especial. Contamos, desta vez, com três artigos que abordam diferentes temas: o primeiro trazendo uma revisão sobre a

utilização da hidroxiureia nas doenças falciformes; o segundo artigo aborda a otimização do processo pré-analítico nos exames

laboratoriais através da utilização de nova tecnologia para punções; e o terceiro artigo, agraciado como um dos três melhores

trabalhos científicos no congresso 17º CONGRELAB, tem como tema a introdução de meio líquido no diagnóstico de lesões intraepiteliais

cervicais.

Além dos artigos científicos supracitados, seguimos com a seção de Gestão Laboratorial e Profissional que discorre sobre

o PROGELAB – Programa Nacional para Profissionalização da Gestão Laboratorial. Na seção Minuto Laboratório falamos sobre

a forma correta da higienização das mãos. Na seção de Radar Científico, apresentamos um artigo sobre Avaliação do Ensaio

Procalcitoina no Analisador Atellica IM, importante na detecção precoce da sepse. Somado a isso, seguimos com a seção Direito

a Saúde, expondo conteúdo sobre as revisões na Regulação para Produtos para Saúde. Seguimos, então, para a seção Lady

News com conteúdo sobre os avanços do papel da mulher e sua liderança nas entidades profissionais, e ainda contamos com

a seção de Diagnóstico Por Imagem, com um artigo sobre os desafios e oportunidades da Inteligência Artificial na Radiologia.

Contamos ainda com a seção Boas Práticas, demonstrando como a prática da Citologia tem sido influenciada pelas metodologias

digitais. Ainda, temos a estréia de duas novas seções na Revista, a seção Biossegurança, trazendo o tema: Biossegurança, arma

importante na guerra contra os microorganismos; e a seção Microbiologia Clínica, com o conteúdo Qualidade na Microbiologia:

Nossa única Arma. Por fim, nossa despojada coluna Analogias em Medicina, discorre sobre uma patologia que pode alterar o

formato do útero durante a gravidez.

Todo esse conteúdo, associado à uma importante agenda de eventos e as melhores inovações e soluções do mercado de análises

clínicas, reunindo as maiores empresas do ramo. Agradecemos à todos que colaboraram com essa edição, e a todos os leitores.

Boa leitura a todos!

JOÃO GABRIEL DE ALMEIDA

Para novidades na área de diagnóstico e pesquisa,

acessem nossas redes sociais:

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Ano 27 - Edição 157 - Dez/Jan

DEN DABENJ EDITORA NEWS - Revista NewsLab

Av. Nove de Julho, 3.229 - Cj. 1110 - 01407-000 - São Paulo - SP

Tel.: (11) 3900-2390 - www.newslab.com.br - revista@newslab.com.br

CNPJ.: 23.057.401/0001-83 - Insc. Est.: 140.252.109.119 - ISSN 0104 - 8384

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EXPEDIENTE

Realização: DEN DABENJ EDITORA NEWS

Conselho Editorial: Sylvian Kernbaum | revista@revistaanalytica.com.br

Jornalista Responsável: João Gabriel de Almeida | redacao@newslab.com.br

Assinaturas: Daniela Faria (11) 98357-9843 | assinatura@newslab.com.br

Comercial: João Domingues (11) 98357-9852 | comercial@newslab.com.br

Produção de conteúdo: FC Design | contato@fcdesign.com.br

Impressão: Gráfica Vox | Periodiciade: Bimestral

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Ano 27 - Edição 157 - Dez/Jan 2020

Normas de Publicação

para artigos e informes de mercado

A Revista Newslab, em busca constante de novidades em divulgação científica, disponibiliza abaixo as normas para

publicação de artigos, aos autores interessados. Caso precise de informações adicionais, entre em contato com a redação.

Informações aos Autores

A Revista Newslab, em busca constante de novidades

em divulgação científica, disponibiliza abaixo as normas

para publicação de artigos, aos autores interessados. Caso

precise de informações adicionais, entre em contato com

a redação.

Informações aos autores

Bimestralmente, a Revista NewsLab publica editoriais, artigos

originais, revisões, casos educacionais, resumos de teses

etc. Os editores levarão em consideração para publicação toda e

qualquer contribuição que possua correlação com as análises

clínicas, a patologia clínica e a hematologia.

Todas as contribuições serão revisadas e analisadas pelos

revisores. Os autores deverão informar todo e qualquer

conflito de interesse existente, em particular aqueles de

natureza financeira relativo a companhias interessadas ou

envolvidas em produtos ou processos que estejam relacionados

com a contribuição e o manuscrito apresentado.

Acompanhando o artigo deve vir o termo de compromisso

assinado por todos os autores, atestando a originalidade do

artigo, bem como a participação de todos os envolvidos.

Os manuscritos deverão ser escritos em português, mas com

Abstract detalhado em inglês. O Resumo e o Abstract deverão

conter as palavras-chave e keywords, respectivamente.

As fotos e ilustrações devem preferencialmente ser enviadas

na forma original, para uma perfeita reprodução.

Se o autor preferir mandá-las por e-mail, pedimos que a

resolução do escaneamento seja de 300 dpi’s, com extensão

em TIF ou JPG.

Os manuscritos deverão estar digitados e enviados por

e-mail, ordenados em título, nome e sobrenomes completos

dos autores e nome da instituição onde o estudo

foi realizado. Além disso, o nome do autor correspondente,

com endereço completo fone/fax e e-mail também deverão

constar. Seguidos por resumo, palavras-chave, abstract,

keywords, texto (Ex: Introdução, Materiais e Métodos, Parte

Experimental, Resultados e Discussão, Conclusão) agradecimentos,

referências bibliográficas, tabelas e legendas.

As referências deverão constar no texto com o sobrenome

do devido autor, seguido pelo ano da publicação,

segundo norma ABNT 10520.

As identificações completas de cada referência citadas

no texto devem vir listadas no fim, com o sobrenome do

autor em primeiro lugar seguido pela sigla do prenome.

Ex.: sobrenome, siglas dos prenomes. Título: subtítulo do

artigo. Título do livro/periódico, volume, fascículo, página

inicial e ano.

Evite utilizar abstracts como referências. Referências de

contribuições ainda não publicadas deverão ser mencionadas

como “no prelo” ou “in press”.

Os trabalhos deverão ser enviados ao endereço:

Revista NewsLab

A/C: João Gabriel – redação

Av. Nove de Julho, 3.229 - Cj. 1110

CEP 01407-000 - São Paulo-SP

Pelo e-mail: redacao@newslab.com.br

Ou em http://www.newslab.com.br/publique/

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vários canais de comunicação para você, nosso leitor.

REDAÇÃO: Av. Nove de Julho, 3.229 - Cj. 1110 - 01407-000 - São Paulo-SP

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Esta publicação é dirigida aos laboratórios, hemocentros e universidades de todo o país. Os artigos e

informes assinados são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião da DEN Editora.

Filiado à:


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Índice remissivo de anunciantes

ordem alfabética

Ano 27 - Edição 157 - Dez/Jan 2020

ANUNCIANTE PÁG. ANUNCIANTE PÁG.

APPARAT BRASIL 53

BECTON DICKINSON 29 | 42 | 43

BIO ADVANCE 13

BIOCON 04 | 05

CELER BIOTECNOLOGIA 17

CELLAVISION 19

DB DIAGNÓSTICA

4ª CAPA

DIAGNO 86 | 87

ERBA 03

FIRSTLAB 57

GIPLAB 71

GREINER 61 | 77

GT GROUP (BIOSUL) 33

HERMES PARDINI 55

HORIBA 2ª CAPA | 01 | 91

ILLUMINA 11

J.R. EHLKE&CIA 14 | 15

LABORCLIN 63

MEDICAL FAIR 93

MOBIUS LIFE 31

NEOLABIMPORT 21

NEWPROV 23

NIHON KODHEN 25

NIHON KODHEN DISTRIBUIDORES 36 | 37

PNCQ 65

PRIME CARGO 3ª CAPA | 96

ROCHE 47

SARSTEDT 07

SBAC 69

SEBIA 67

SEEGENE BRAZIL CAPA | 38

SIEMENS 49 | 59

SNIBE 83

STRAMEDICAL 27

TBS BINDINGSITE 35

VEOLIA 75

VIDA BIOTECNOLOGIA 09

WAMA PRODUTOS 81

Conselho Editorial

Luiz Euribel Prestes Carneiro – Farmacêutico-Bioquímico, Depto. de Imunologia e de Pós-Graduação da Universidade do Oeste Paulista, Mestre e Doutor em Imunologia pela USP/SP | Prof. Dr. Carlos A. C. Sannazzaro – Professor

Doutor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP | Dr. Amadeo Saéz-Alquézar - Farmacêutico-Bioquímico | Prof. Dr. Antenor Henrique Pedrazzi – Prof. Titular e Vice-Diretor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de

Ribeirão Preto - USP | Prof. Dr. José Carlos Barbério – Professor Emérito da USP | Dr. Silvano Wendel – Banco de Sangue do Hospital Sírio-Libanês | Dr. Paulo C. Cardoso De Almeida – Doutor em Patologia pela Faculdade de

Medicina Da USP | Dr. Zan Mustacchi – Prof. Adjunto de Genética da Faculdade Objetivo/UNIP | Dr. José Pascoal Simonetti – Biomédico, Pesquisador Titular do Depto de Virologia do Instituto Oswaldo Cruz - Fiocruz - RJ | Dr. Sérgio

Cimerman – Médico-Assistente do Instituto de Infectologia Emílio Ribas e Responsável Técnico pelo Laboratório Cimerman de Análises Clínicas | Dra. Suely Aparecida Corrêa Antonialli – Farmacêutica-Bioquímica-Sanitarista,

Mestre em Saúde Coletiva.

Colaboraram nesta Edição:

Humberto Façanha, Fábia Bezerra, Patrícia Fukuma, Ana Hasegawa, Camila Tavares, Gilcene Chaer, Bruno Aragão Rocha, Cláudia da Costa Leite, Lisiane Cervieri Mezzomo, Jorge Luiz Araújo Filho,

Caio Salvino, José de Souza Andrade-Filho, João Gabriel de Almeida.

0 8

Revista NewsLab | Dez/Jan 2020


ÍNDICE

revista

Ano 27 - Edição 157 - Dez/Jan 2020

ARTIGO 1

HIDROXIUREIA E ANEMIA FALCIFORME

Autora:

Maria de Lourdes Pires Nascimento

16

MATÉRIA DE CAPA

SEEGENE BRAZIL

38

ARTIGO 2

REDUÇÃO NO TEMPO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM

DA FASE PRÉ-ANALÍTICA NA UTILIZAÇÃO DO ESCALPE

ULTRA TOUCH, PUSH BUTTON COM DISPOSITIVO

DE SEGURANÇA RETRÁTIL PARA COLETA DE EXAMES

LABORATORIAIS EM PACIENTES ONCOLÓGICOS

Autores:

LIRA, S.R. S.; TORRES, S.P.S.; GROSSO,R.; AQUINO,J. S

24

02

- Editorial

ARTIGO 3

REFLEXO DA INTRODUÇÃO DA METODOLOGIA

DE MEIO LÍQUIDO NO DIAGNÓSTICO DE LESÕES

INTRA-EPITELIAIS CERVICAIS

28

12

46

- Agenda

- Minuto Laboratório

Autores:

Agatha Amaral da Rocha, Katianne de Fátima

Silveira Freitas, Sandielem Morri Menegon, Aline

Wagner, Denise Wohlmeister, Alexandre Ehrhardt

48

54

60

62

- Radar Ciêntifico

- Direito a Saúde

- Diagnóstico Por Imagem

- Boas Práticas

GESTÃO LABORATORIAL

PROGELAB – PROGRAMA NACIONAL PARA

PROFISSIONALIZAÇÃO DA GESTÃO LABORATORIAL

44

64

70

95

- Biossegurança

- Informe de Mercado

- Analogias em Medicina

LADY NEWS

UM “SALTO” DE LIDERANÇA NAS

ENTIDADES PROFISSIONAIS

58

Revista NewsLab | Dez/Jan 2020


AGENDA

agenda

Bio Advance

Diagnósticos

35º Congresso Internacional de Educação Física – FIEP 2020

Data: 18 a 22 de janeiro de 2020

Local: Hotel Golden Park Internacional Foz (Centro de convenções) – Foz do Iguaçu/PR

Informações: https://www.congressofiep.com/

Fórum Mundial para Mulheres na Ciência

Data: 10 a 14 de fevereiro de 2020

Local: Academia Brasileira de Ciências | Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas – Rio de Janeiro/RJ

Informações: http://www.abc.org.br/evento/wfwsbr20/

Congresso Norte-Nordeste de Oftalmologia 2020

Data: 13 a 15 de fevereiro de 2020

Local: Enotel Convention & Spa – Porto de Galinhas/PE

Informações: http://www.cnno2020.com.br/

8º Thyroid Cancer International Meeting

Data: 15 e 16 de fevereiro de 2020

Local: WTC Events Center – São Paulo/SP

Informações: http://www.cancerdatireoide.com.br/

Endo 2020

Data: 7 a 10 de março de 2020

Local: Rio de Janeiro/RJ

Informações: https://www.endo2020.org/

43º SIMASP

Data: 12 a 14 de março

Local: Maksoud Plaza Hotel – São Paulo/SP

Informações: https://simasp.com.br/2020/

III Simpósio Internacional de Onco-Hematologia

Data: 12 a 14 de março de 2020

Local: Hotel Pullman Vila Olímpia – São Paulo

Informações: http://www.oncologiahematologica.com.br/

11ª Conferência Brasileira de Linfoma

Data: 20 e 21 de março de 2020

Local: Breve

Informações: https://abhh.org.br/

38º CIOSP - Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo

Data: 29 de janeiro a 01 de fevereiro

Local: Expo Center Norte – São Paulo/SP

Informações: http://www.ciosp.com.br/

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Revista NewsLab | Dez/Jan 2020


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ARTIGO 01

Autor:

Maria de Lourdes Pires Nascimento, MD

Hematologista, Profa. da UFBa

Hidroxiureia e Anemia Falciforme

Resumo

A Hidroxiureia é um medicamento oral que vem sendo usado na

Anemia Falciforme, sendo uma droga também usada em desordens

mieloproliferativas e doenças neoplásicas. A Hidroxiureia não

cura a Anemia Falciforme, sendo usada para reduzir os episódios de

dores, para diminuir a necessidade de transfusões sanguíneas e por

aumentar os valores da Hb Fetal. Entretanto o uso da Hidroxiureia

pode apresentar efeitos colaterais (trombocitopenias, leucemia,

câncer de pele, etc.). Neste trabalho de revisão, se levantam algumas

questões sobre o uso da Hidroxiureia na Anemia Falciforme.

Palavras Chaves: Hidroxiureia, Anemia Falciforme.

Abstract

Hydroxiurea and Sickle cell disease – Review study

Hydroxyurea is an oral drug that has been used to treat sickle cell

disease, and it is a drug also used on myeloproliferative disorders and

neoplastic disorders. Hydroxyurea does not cure the Sickle Cell Disease,

and its is applied to reduce pain episodes, the need for blood transfusion

and for increasing fetal hemoglobin values. However, the use of

Hydroxyurea may present side effects (thrombocytopenia, leukemia

and skin cancer). In this review study, some questions were raised

about the use of Hydroxyurea on Sickle Cell Disease.

Keywords: Hydroxiurea, Sickle cell disease

Quem é a Hidroxiureia?

É uma droga quimioterápica, sendo um medicamento

oral, usado nas desordens mieloproliferativas

e doenças neoplásicas, ex.: leucemia

mielóide crônica, leucemia mielogênica aguda,

melanoma maligno, câncer de ovário, certos tipos

de câncer de pele (câncer de células escamosas

da cabeça e do pescoço), policitemia, etc. (1). A

Hidroxiureia é um nome genérico, tendo também

os seguintes nomes comerciais: Hydrea, Droxia. O

exato mecanismo da Hidroxiureia no tratamento

do Câncer ainda não está bem compreendido,

entretanto a Hidroxiureia provoca uma inibição

imediata na síntese de DNA, através do bloqueio

de uma enzima denominada Ribonucleatide

Redutase, reduzindo a síntese do DNA e o crescimento

das células cancerosas (2).

Doença Falciforme e a sua Principal

Anomalia

Em relação a qualidade e quantidade dos diversos

tipos de Hemoglobinas (Hb), os indivíduos

considerados geneticamente normais são

denominados de Hb AA, porém possuem maior

percentagem (geralmente a partir de 95 % de

Hb A), apresentando também dentro de suas

hemácias, menores quantidades de duas outras

hemoglobinas que são a Hb A2 e a Hb F, cujas

pequenas percentagens são: Hb A2 até 4.0% e

Hb F até 1,5 % (3).

Doença Falciforme é a presença dentro das

hemácias de uma hemoglobina, cuja estrutura

bioquímica patológica é denominada de Hb S, e

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0 Revista NewsLab | Dez/Jan 2020


Autor: Maria de Lourdes Pires Nascimento, MD - Hematologista, Profa. da UFBa

ARTIGO 01

que além de não oxigenar bem os tecidos, também

é capaz de se desestruturar, modificando a

forma de disco bicôncavo das hemácias, surgindo

as hemácias em forma de foice, daí o nome

falciforme. Comumente quando se identifica e

quantifica a presença da Hb S, através de exames

laboratoriais mais acurados – Cromatografia

Líquida por Alta Resolução ou HPLC – se têm

também os valores percentuais das outras duas

hemoglobinas: A2 e F.

Em relação a presença da Hb S existem três

tipos de Doenças Falciformes, com diferenças

clínicas e laboratoriais:

1) Anemia Falciforme são os casos que não

apresentam Hb A, eles têm homozigose para a Hb

S, sendo denominados de Hb SS. Entretanto nem

sempre os casos com homozigose para Hb SS apresentam

quadros clínicos acentuados, isto porque

existem diferentes tipos de Haplótipos para a Hb S.

Haplótipo é a combinação de um grupo de

Alelos, que fazem parte do mesmo Cromossomo,

geralmente são herdados como uma

unidade. Um Haplótipo pode ser formado por

um ou vários Alelos, ou até pelo Cromossomo

inteiro. Quando um Alelo patológico, decorrente

da mutação em um gene específico, se

reproduz em uma população pela primeira vez,

constitui-se o que tem sido denominado de Haplótipo

da Doença (4). A severidade da Anemia

Falciforme é diferente na dependência do tipo

de Haplótipo, cujos nomes estão relacionados

com a região geográfica de onde cada Haplótipo

deve ter sido originado (5, 6): Benin (meio

oeste da África), Bantu ou CAR (Central African

Republic), Senegal ou SEN (Atlântico Oeste da

África), Saudi-Arábia-Índia (Índia subcontinental

e leste da Península da Arábia) e Cameroon

(Costa da África).

Os quadros mais graves são encontrados nos

Haplótipos do tipo CAR ou Bantu, que podem

apresentar vasculopatia obliterante, falhas renais,

doenças crônicas hepáticas e pulmonares, úlceras

maleolares e mortes nos adultos jovens. Os casos

com o Haplótipo do tipo Senegal e Saudi-Arábia-

-Índia apresentam sintomatologias mais brandas

tendo melhores condições de saúde. Os Haplótipos

do tipo Benin, tem sintomatologias clinicas

intermediárias entre os CAR e os Senegal (7). Estudos

relacionados com a presença de Haplótipos

para as Doenças Falciformes no estado da Bahia

tem apresentado maiores frequências de casos

para os tipos CAR e Benin (8, 9).

2) Doença SC, é a presença da hemoglobina S

associada a outra hemoglobina patológica, sendo

mais comum a hemoglobina C, são os casos denominados

com Doença SC. Além da associação

da Hb S com a Hb C, também pode existir associações

da Hb S com outras hemoglobinopatias,

que são menos frequentes (ex.: SD, SE, etc.).

3) Falcemia / Talassemia ou S/Th, é a presença

de Hemoglobina S em maior percentagem,

geralmente a partir de 46 %, porém as outras

hemoglobinas que são normais – Hb A2 e Hb

F – também se encontram presentes, com valores

fora dos limites normais.

Os tipos de Doença Falciforme SC e Falcemia/

Talassemia, comumente apresentam valores mais

elevados de Hb F, sem que tenham usado nenhuma

medicação, e seus quadros clínicos são mais

brandos do que os casos com Anemia Falciforme.

Quem é a Hemoglobina F ou Fetal ?

Esta é um tipo de hemoglobina que existe no

embrião, a partir da 2ª semana de gestação,

predominando no recém-nascido, diminuindo

após o nascimento, sendo então substituída

pela produção da Hemoglobina A. Em relação a

diminuição da produção da Hb F (ou seja a troca

da Hb F para a Hb A), sabe-se que na espécie

humana isso acontece no período pós-natal, e

continua até a idade adulta, sendo que as maiores

frequências de casos com ausência de Hb F

estão nas idades mais avançadas (10).

Todas as hemácias normais, após o nascimento

devem conter nos seus interiores, os três tipos

de hemoglobinas: Hb A, Hb A2 e Hb F, e a Hb F é

aquela que predomina no feto e no recém-nascido,

sendo que esta maior quantidade de Hb

F no interior das hemácias, pode ser visualizada,

através de técnicas laboratoriais específicas

quando então, estas hemácias são denominadas

de Hemácias Fetais ou F-cell (11).

Após o nascimento e por questões genéticas,

a Hb F pode ter uma destas duas formas hereditárias

de se distribuir no interior das hemácias:

a) Algumas pessoas tem muito pouca quantidade

de Hb F em todas as hemácias, sendo

imperceptível, mesmo quando se usa técnica

e corantes específicos; b) Outras pessoas têm

algumas hemácias bem cheias de Hb F, são as

F-cell, que podem serem visualizadas através de

técnicas laboratoriais específicas. Quando existe

presença de F-cell em pacientes com Anemia

Falciforme, o quadro clínico é melhor, porque

as hemácias F-cell não falcizam, ou seja, não

modificam a forma bicôncava da hemácia que

é característica da doença falciforme. Existe

uma técnica laboratorial específica para coloração

intra-eritrocitária da Hb F (11). A seguir, em

duas lâminas microscópicas temos fotos, após a

execução da técnica específica, sendo que em

cada uma existe um dos dois tipos de resultados

da distribuição da Hb F intra-eritrocitária, isto é:

presença e ausência de F-cell.

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0 Revista NewsLab | Dez/Jan 2020


Autor: Maria de Lourdes Pires Nascimento, MD - Hematologista, Profa. da UFBa

ARTIGO 01

Doenças que Aumentam o Valor da Hb F

Após a presença de determinadas doenças,

pode passar a existir o aumento da produção da

Hb F, entre elas temos; Diabetes (Tipo 1 e 2), após

recuperação da Hipoplasia Medular, Leucemia

Mielóide Crônica Juvenil, Anemia Aplástica, Hemoglobinúria

Paroxística Noturna, Tireotoxicose,

Hepatoma, Coriocarcinoma (12, 13,14,15).

Fatores que Aumentam a Produção

de Hb F

Determinados fatores tem mostrado que são

capazes de aumentar a produção da Hb F, entre

estes temos:

a) Hipóxia é uma das causas que estimulam

a produção de Hb F, porque a hipóxia induz ao

maior número de divisões nos Eritroblastos e

a maturação eritropoiética de hemácias com

maior teor de Hb F no seu interior (16).

b) Substâncias farmacológicas: Eritropoietina

(nos dois sexos) e no sexo feminino os hormônios

sexuais do tipo Progesterona (17, 18).

c) Drogas Citotóxicas: Hidroxiuréia, Ácido butírico,

5-azacytidine, Cytosine arabnoside, Butirato de arginina,

Fenilbutirato de sódio (19, 20, 21, 22, 23).

Importância do Maior Valor da Hb F na

Doença Falciforme

A Hb F inibe a polimerização (falcização) da

Hb S, que é uma das principais complicações da

Doença Falciforme, principalmente nos casos que

tem homozigose para a Hb S, ou seja, na Anemia

Falciforme (Hb SS). A falcização das hemácias é

responsável por osteonecrose, síndrome pulmonar

aguda, episódios dolorosos. Estes sinais e sintomas

são diminuídos nos casos que apresentam

valores mais elevados de Hb F. Por este motivo

que os investigadores assiduamente estão procurando

drogas farmacológicas que possam aumentar

a produção da Hb F, porém o ideal é que

não apresentem efeitos colaterais severos.

Efeitos Colaterais da Hidroxiureia na

Doença Falciforme (24, 25, 26)

A Hidroxiureia não cura a Anemia Falciforme,

sendo usada para reduzir os episódios de dores

e a necessidade de transfusões sanguíneas em

pessoas com Anemia Falciforme. Durante o uso

da Hidroxiureia o paciente deve beber 8 a 10

copos de líquido por dia.

O uso da Hidroxiureia em Doentes Falciformes

pode ter os seguintes efeitos colaterais: diminuição

do número de plaquetas (Trombocitopenia),

aumento do risco para o desenvolvimento

de outros tipos de câncer tais como leucemia,

câncer de pele, e por este motivo deve-se evitar

a exposição ao sol.

Existem também determinadas condições na

Doença Falciforme que não se deve ministrar a

Hidroxiureia, tais como: a) Na presença de: Plaquetopenia,

níveis altos de Ácido Úrico, Doentes

Renais, Doenças Hepáticas; b) Enquanto estiver

usando a Hidroxiureia não se deve tomar vacinas,

para: sarampo, papeira, rubéola, varicela,

poliomielite, rotavirus, febre tifoide, febre amarela,

influenza.

O uso de Hidroxiureia também pode ter efeitos

secundários que necessitem de atendimento de

emergência, tais como: manchas arroxeadas,

dificuldade de respirar, edema (na face, lábios,

língua e garganta), dor ou dificuldade de urinar,

formigamento e dor com sensação de queimação

em mãos e pés, calafrios, sensação de desmaio,

falta de ar, sangramentos fáceis, dor na

parte superior do estomago, náuseas e vômitos,

batimentos cardíacos rápidos, urina escura, problemas

hepáticos (icterícia).

Uso de Hidroxiureia: Questões Que Cientificamente

Precisam ser Esclarecidas

Na Anemia Falciforme o fenômeno vaso-oclusivo

está associado ao processo inflamatório

que é desencadeado pela polimerização da Hb

S desoxigenada, favorecendo a impactação das

hemácias na microcirculação e subsequente

obstrução da luz do endotélio. Numerosas evidencias

sugerem que durante as crises oclusivas

e na síndrome de sequestro agudo existe redução

da biodisponibilidade de Óxido Nítrico (NO)

e que esta diminuição é inversamente proporcional

aos sintomas dolorosos. A diminuição do

NO é um fator que favorece a vaso-oclusão, e

que subsequentemente faz surgir quantidades

anormais de Malonaldeído (MDA) que provoca

alteração na permeabilidade da membrana eritrocitária

(27). O Lactato Desidrogenase (LDH) é

um marcador de hemólise intravascular, níveis

elevados extra vasculares surgem nas anemias

hemolíticas, tais como as Doenças Falciformes

(28). Alguns autores mostraram que se houver

alteração dos níveis de NO, este fenômeno é

transitório (29.30. 31, 32).

Na Tese de ELIAS DBD (33), os resultados demonstraram

que, após o uso da Hidroxiureia,

os pacientes com Anemia Falciforme: a) Não

demonstraram proteção ao dano celular nem a

nível vascular; b) Não houve nenhuma mudança

em relação ao Dano Oxidativo, a Hemólise e

a Biodisponibilidade do Óxido Nítrico e os níveis

de MDA foram aumentados; c) Os resultados

de LDH foram aumentados em pacientes com

Anemia Falciforme independente do uso com o

tratamento da Hidroxiureia.

Questiona-se:

A) Qual é o real mecanismo de atuação da

Hidroxiureia quando aumenta o valor da Hb F?

Segundo RODGERS et al (34) o aumento da

Hb F promovido pela Hidroxiureia nos pacientes

com Anemia Falciforme ocorre após 3 meses de

uso do medicamento.

B) Como “ficam” os mecanismos da Hematopoiese,

na medula óssea ou seja, as gerações

das Hemácias, Leucócitos e Plaquetas, durante

e após o uso da Hidroxiureia?

Nas Doenças Falciformes existe um aumento

na intensidade da interação entre as células

sanguíneas (hemácias, leucócitos e plaquetas)

formando os trombos, que serão componentes

importantes para a existência das crises vaso-oclusivas

(35, 36).

A participação da Hidroxiureia nestas interações

das células sanguíneas tem sido o objetivo

de alguns trabalhos científicos (37, 38, 39).

C) Quantos anos os Doentes Falciformes podem

usar a Hidroxiureia?

Conclusões sobre o Uso de Hidroxiureia na

Anemia Falciforme (40): “A Hidroxiureia (HU) é

o tratamento de primeira escolha, mas dependendo

da dose, pode causar mielotoxicidade.

São necessários mais estudos afim de introduzirem

um novo fármaco com os mesmos benefícios

da HU sem a sua toxicidade”.

0 20

0 Revista NewsLab | Dez/Jan 2020


ACQUAPLUS

Autor: Maria de Lourdes Pires Nascimento, MD - Hematologista, Profa. da UFBa

ARTIGO 01

Outras Drogas Que Estão Sendo Estudadas

Para Uso na Doença Falciforme

Em caráter experimental, diversas substâncias

estão sendo estudadas, com o objetivo de melhorar,

sem maiores efeitos colaterais, os casos

com Doenças Falciformes, entre elas temos: Vitamina

D (41), Magnésio (42), Sulfato de Zinco

(43), Piracetam (44), Sulfasalazine (45), Redução

da Hidratação das Hemácias através de Sulfato

de Zinco e Piracetam (46, 47), Prevenção dos Infartos

Cerebrais na Doença Falciforme (48).

Referencias

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Inc. Disclaimer. AHFS Patient Medication Information. Copyright,

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0 22

CAIXA COM 10 TESTES

(REESTRUTURAÇÃO DA EMBALAGEM)

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140955 (identificador único_. Consulta em 06 / 08 / 2017.

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24) FINALIDADE

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Hidroxiureia, Quelação de Ferro e Transplante de Medula Óssea.

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AHFS Patient Medication Information. Copyright, 2017. The

American Society of Health-Aystem Pharmacists, Inc, 7272

Wisconsin Avenue, Bethesda, ASHP.Maryland. All Rights reserved.

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Nítrico (NO) e Lactato Desidrogenase Láctica (LDH) na Anemia

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Tese de Mestrado. Programa de Pós-Graduação em ciências

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with sickle cell disease. Cochrane Database Syst Rev. 2016

Mar 4: 3: CD003426. 48) Estcourt LJ, Fortin PM, Hopewell

S, et al. Interventions for preventing silent cerebral infarcts in

people with sickle cell disease. Cochrane Database Syst Rev.

2017 May 13;5.

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0 Revista NewsLab | Dez/Jan 2020

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A realização deste estudo se pauta na utilização

do Escalpe Vacutainer Ultra Touch Push

Button, com cânula de parede ultrafina e bisel

penta facetado, utilizado pela equipe de enfermagem

na fase- pré analítica para coleta de

sangue para exames laboratoriais.

Objetivo: Redução no tempo da equipe de

enfermagem durante a coleta de exames laboratoriais,

a qualidade da amostra de sangue e

tempo de preenchimento do tubo com uso de

dispositivo de coleta de sangue.

Materiais e Métodos: O estudo metodológico

centrado na abordagem qualitativa, teve

como critérios avaliar a percepção dos profissionais

de enfermagem, e do paciente relacionado

ao procedimento de coleta de exames laboratoriais,

utilizando o Escalpe ® Vacutainer Ultra

Touch Push Button e seu tempo de preenchimento

nos tubos.

Resultados: Observou-se que o dispositivo

com novo design gerou um aumento significativo

nas taxas de preenchimento dos tubos,

menor quantidade de repunção e boa qualidade

da amostra. Os tempos de preenchimento

mais rápidos diminui o tempo de liberação do

resultado e otimiza as ações dos profissionais de

enfermagem da fase pré-analítica.

Resultados

0 24

Revista NewsLab | Dez/Jan 2020

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ARTIGO 02

Citologia Citologia em Meio em Meio Líquido Líquido

LANÇAMENTO

Introdução

Os pacientes oncológicos requerem monitoramento

laboratorial frequente, necessitando

de constantes punções para a coleta de sangue

venoso. Muitos pacientes acabam tendo

acesso venoso difícil, seja por consequência de

tratamento por quimioterápicos ou característica

própria do paciente e, exige dedicação da

(1)

equipe de enfermagem na identificação dos

vasos sanguíneos para a punção. Os dispositivos

com calibres internos menores acabam prolongando

o tempo de preenchimento do tubo e a

possibilidade de ruptura das células sanguíneas,

pois (3) ficam expostas a maiores forças de

cisalhamento, resultando em hemólise. Mesmo

um leve grau de hemólise pode ter impacto em

vários testes químicos, dentre eles, o lactato desidrogenase,

a creatina quinase, o potássio e a

bilirrubina, elevando (4) falsamente esses níveis

e, consequentemente, apresentano imprecisão

nos dados clínicos. Diante dessa situação se propôs

avaliar a qualidade da amostra de sangue

e o tempo de preenchimento do tubo com uso

de dispositivo de coleta de sangue de calibres

(6)

23G e 25G com cânula de parede ultrafina e

bisel penta facetado , em virtude de permitir o

uso de calibres menores para facilitar o acesso às

veias difíceis do paciente e com fluxo sanguíneo

maior, consequentemente reduzindo hemólise

e também com trava de segurança que acionar

o recolhimento da agulha diretamente da veia

do paciente, protege, o profissional de saúde

dos acidentes envolvendo perfuro cortante.

Materiais e Método:

Trata-se de um estudo para avaliar a qualidade

da amostra de sangue e preenchimento

de tubo com uso de dispositivo de coleta de

sangue de calibres 23G e 25G, com cânula de

parede ultrafina e bisel penta facetado, dentro

do conceito de tecnologia Penta point.

O novo dispositivo possui parede ultrafina,

conhecido como tecnologia RightGauge, que

permite o uso de calibres menores para facilitar

o acesso às veias difíceis, com trava de segurança

Push Button, que permite acionar o recolhimento

da agulha diretamente da veia do paciente, protegendo

assim, o profissional da saúde de acidentes

envolvendo perfuro cortante.

Conclusão

A nova tecnologia de cânula de parede Ultrafina

incorporada no dispositivo de segurança

Vacutainer® UltraTouch Push Button criou um

diâmetro interno maior do que os dispositivos

tradicionais com tecnologia de parede fina. Os

tempos de preenchimento mais rápidos diminui

o tempo de liberação do resultado e otimiza as

ações dos profissionais de enfermagem da fase

pré-analítica.

Quanto à percepção do paciente houve diminuição

da sensibilidade à dor no momento da

punção e menor tempo de permanência da agulha

dentro da veia pelo fato do escape ter paredes

ultrafinas e calibre interno maior o que possibilita

uma vazão maior, quando comparado com o modelo

utilizado anteriormente na Instituição.

Os dados apontados pela equipe de enfermagem

foram que a penetração da agulha ocorre

com melhor deslizamento na veia, maior vazão

do sangue dentro do tubo tornando a coleta mais

rápida e consequentemente menor repunção.

O dispositivo 23 Vacutainer® UltraTouch Push

Button apresentou menor tempo de preenchimento

dos tubos quando comparado escalpe 25

Vacutainer® UltraTouch Push Button e o escalpe

23 Vacutainer® Push Button em uso na instituição,

sendo que o escalpe em uso apresentou o

maior tempo de preenchimento dos tubos.

REFERÊNCIAS:

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Anxiety, Pain and Safety in A Mexican General Hospital

Using Winged Blood Collection Sets. Biomedical Journal of

Scientific & Technical Research. 13(5)-2019. 2. Mouser A,

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G, Plebani M. Hemolyzed specimens: a reason for rejection or

a clinical challenge? Clin Chem 2000; 46:306 –7.

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ARTIGO 03

Autores: Agatha Amaral da Rocha¹

Katianne de Fátima Silveira Freitas¹

Sandielem Morri Menegon¹

Aline Wagner²

Denise Wohlmeister²

Alexandre Ehrhardt³

1 Discente do curso de Biomedicina- ULBRA. E-mail: agathaamaral15@gmail.com

2 Co-orientadora. Biomédica Citologista- Laboratório de Citopatologia Petry&Wohlmeister.

3 Orientador/docente do curso de Biomedicina- ULBRA.

Reflexo da Introdução da Metodologia

de Meio Líquido no Diagnóstico de Lesões Intra-Epiteliais Cervicais

RESUMO

A citologia em meio líquido foi introduzida na década de 90, como

um método alternativo, visando à automação no preparo do material

colhido e propondo melhorias para o profissional no momento da leitura

da lâmina. Logo, tem sido considerada uma importante alternativa

para o ganho de sensibilidade do exame de Papanicolaou. Objetivos:

Comparar incidência de atipias e lesões em diagnósticos citológicos

executados com a metodologia de citologia convencional (CC) e após

introdução da citologia em meio líquido (CML). Metodologia: Estudo

quantitativo retrospectivo, com avaliação de laudos cérvico-vaginais de

mulheres atendidas no Laboratório de Citopatologia Petry&Wohlmeister

(Carazinho-RS), considerando casos positivos para atipia/lesão. Foram

realizados 132 exames no 1° semestre de 2018, por meio da CC e 109

no 1° semestre 2019, pela CML. Resultados: No 1° semestre de 2018,

foram identificados 60 (45,5%) casos de células escamosas atípicas de

significado indeterminado (ASCUS), 1 (0,75%) caso de células glandulares

atípicas (AGC), 63 (47,7%) casos de lesão intra-epitelial de baixo

grau (LSIL), 5 (3,7%) casos de células escamosas atípicas de significado

indeterminado não podendo excluir lesão intra-epitelial de alto grau

(ASC-H) e 3 (2,2%) casos de lesão intra-epitelial de alto grau (HSIL).

Com introdução da CML, no 1° semestre de 2019, foram 39 (35,7%)

casos de ASC-US, 2 (1,83%) casos de AGC, 55 casos de (50,4%) LSIL, 5

(4,5%) casos de ASC-H e 8 (7,3%) casos de HSIL. Discussão: A CML tem

maior sensibilidade do que a CC em detectar atipias e lesões celulares.

Conclusão: A CML reduz a presença de interferentes bem como o número

de amostras insatisfatórias, além de melhorar a preservação e disposição

celular, contribuindo para melhor qualidade do diagnóstico citológico.

Palavras-chave: Papanicolaou. Câncer de colo de útero. Rastreamento.

ABSTRACT

Liquid cytology was introduced in the 1990s as an alternative method,

aiming at automation in the preparation of harvested material

and proposing improvements for the professional at the time of reading

the slide.Soon, it has been considered an important alternative

for the sensitivity gain of Pap smear. Objectives: To compare the incidence

of atypias and lesions in cytological diagnoses performed with

the conventional cytology methodology (CC) and after introduction

of liquid cytology (CML). Methodology: A retrospective quantitative

study evaluating cervicovaginal reports of women treated at the Petry

& Wohlmeister Cytopathology Laboratory (Carazinho-RS), considering

positive cases for atypia / injury. 132 exams were performed in the

1st semester of 2018, through the CC and 109 in the 1st semester of

2019, by the CML. Results: In the first half of 2018, 60 (45.5%) cases

of atypical squamous cell of undetermined significance (ASCUS), 1

(0.75%) case of atypical glandular cell (AGC), 63 cases were identified.

(47.7%) cases of low grade intraepithelial lesion (LSIL), 5 (3.7%)

cases of atypical squamous cells of undetermined significance and

cannot exclude high grade intraepithelial lesion (ASC-H) and 3 (2.2%)

cases of high grade intraepithelial lesion (HSIL). With the introduction

of CML, in the 1st semester of 2019, there were 39 (35.7%) cases of

ASC-US, 2 (1.83%) cases of AGC, 55 cases of (50.4%) LSIL, 5 (4.5%)

ASC-H cases and 8 (7.3%) HSIL cases. Discussion: CML has greater

sensitivity than CC in detecting atypical and cellular lesions. Conclusion:

CML reduces the presence of interferents as well as the number

of unsatisfactory samples, besides improving cell preservation and

disposition, contributing to a better quality of cytological diagnosis.

Key words: Papanicolaou. Cervical cancer. Tracking.

0 28

Revista NewsLab | Dez/Jan 2020


ARTIGO 03

Introdução

O câncer do colo do útero (CCU), excetuandose

o câncer de pele não melanoma, é o terceiro

tumor maligno mais frequente na população

feminina e a quarta causa de morte de mulheres

por câncer no Brasil (1). O controle do CCU teve

seu ponto de partida, no Brasil, em iniciativas

pioneiras de profissionais que implementaram

a citologia e a colposcopia, a partir dos anos

1940 (2). Impulsionado pelo Programa Viva

Mulher, criado em 1996, o controle do CCU foi

considerado prioridade na Política Nacional

de Atenção Oncológica (2005) e no Pacto

pela Saúde (2006); sendo reafirmado como

prioridade do governo em 2011, por meio do

Plano Nacional de Fortalecimento da Rede de

Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Câncer

do Colo do Útero, que contempla, em um dos

seus eixos, a garantia de qualidade do exame

citológico (1).

Para o rastreamento do CCU, o método mais

amplamente utilizado é o teste de Papanicolaou

(exame citopatológico do colo do útero) (2).

Segundo a Organização Mundial da Saúde

(OMS), com uma cobertura da populaçãoalvo

de, no mínimo, 80% e com a garantia de

diagnóstico e tratamento adequados dos casos

alterados, é possível reduzir, em média, de 60%

a 90% a incidência do câncer cervical (3). A

experiência de alguns países desenvolvidos

demonstra que sua incidência foi reduzida em

torno de 80% onde o rastreamento citológico

foi implantado com qualidade, cobertura,

tratamento e seguimento das mulheres (4). A

qualidade dos exames citopatológicos baseiase

em um conjunto de medidas destinadas

a detectar, corrigir e reduzir deficiências do

processo de produção dentro do laboratório (1).

O exame citopatológico apresenta limitações

não apenas de cunho interpretativo, mas

também de condições para realização dos

exames que, no caso do colo do útero, envolve

profissionais com diferentes qualificações,

experiências e grau de responsabilidades (5).

A citologia cérvico-vaginal foi introduzida por

George Papanicolau e Aureli Babes no ano de

1928 (6). A partir de 1943, com as pesquisas de

Papanicolau e Traut, o método tornou-se o mais

indicado para o rastreamento do CCU por ser um

exame rápido e indolor, de fácil execução, com

coleta realizada em nível ambulatorial, além de

apresentar baixo custo (7). No entanto, a partir

da década de 90, a citologia em meio líquido

(CML) começou a ser introduzida, a princípio,

para atender às demandas de rastreamento

computadorizado com o intuito de minimizar

as causas de resultados falso-negativo

relacionadas ao escrutínio da amostra (8).

A citologia em meio ou base líquida foi

aprovada em 1996 pelo Food and Drug

Administration (FDA), dos Estados Unidos, para

uso em ginecologia e em outras especialidades

(9). Ela foi desenvolvida na tentativa de diminuir

as falhas da citologia convencional por meio da

obtenção de uma lâmina com fundo mais limpo,

sem superposições de células e obscurecimento

de outros elementos, o que se deve ao sistema

de filtros, no qual apenas células epiteliais

(GRÁFICO 1: Diagnóstico por citologia convencional)

(GRÁFICO 2: Diagnóstico por citologia de meio líquido)

ficam retidas, resultando em uma citologia

em monocamada ou em camada fina (10).

Em especial pela melhoria na qualidade da

fixação do material e na homogeneidade da

distribuição celular no esfregaço, a citologia em

meio líquido vem sendo apresentada não como

substituta, mas sim, como um aprimoramento

do teste de Papanicolaou convencional (11).

Possivelmente devido a estes fatores, tem-se

obtido menores índices de resultados falsonegativos

com esta metodologia em relação à

convencional (12).

O presente trabalho teve como objetivo

comparar a incidência de atipias e lesões

intraepiteliais em diagnósticos citológicos

executados primeiramente com a metodologia

de citologia convencional (CC) e após

introdução da citologia em meio líquido (CML),

demonstrando as principais vantagens da

utilização da CML.

0 30

Revista NewsLab | Dez/Jan 2020


ARTIGO 03

Autor: Autores: Agatha Amaral da Rocha¹

Katianne de Fátima Silveira Freitas¹

Sandielem Morri Menegon¹

Aline Wagner²

Denise Wohlmeister²

Alexandre Ehrhardt³

1 Discente do curso de Biomedicina- ULBRA. E-mail: agathaamaral15@gmail.com

2 Co-orientadora. Biomédica Citologista- Laboratório de Citopatologia Petry&Wohlmeister.

3 Orientador/docente do curso de Biomedicina- ULBRA.

Metodologia:

Foi realizado um estudo quantitativo

retrospectivo, com avaliação de laudos cérvicovaginais

de mulheres atendidas no Laboratório

de Citopatologia Petry&Wohlmeister, da cidade

de Carazinho-RS, considerando apenas os casos

positivos para atipia/lesão intraepitelial. Dentre

os exames realizados, foram identificados

132 casos de atipias/lesões intraepiteliais no

primeiro semestre de 2018, por meio da CC e

109 casos no primeiro semestre 2019, pela CML.

O período do segundo semestre de 2018, foi

considerado como critério de exclusão pelo

fato de a CML ter sido introduzida aos poucos

no laboratório onde realizou-se a pesquisa em

julho de 2018. Nesse período ainda haviam

amostras em CC e outras já em CML, conforme

adesão dos médicos ginecologistas, o que

poderia gerar conflitos no fator do número de

atipias e lesões intraepiteliais diagnosticadas.

Resultados:

No primeiro semestre de 2018, foram

identificados 60 (45,5%) casos de

células escamosas atípicas de significado

indeterminado (ASCUS), 1 (0,75%) caso de

células glandulares atípicas (AGC), 63 (47,7%)

casos de lesão intra-epitelial de baixo grau

(LSIL), 5 (3,7%) casos de células escamosas

atípicas de significado indeterminado não

podendo excluir lesão intra-epitelial de alto

grau (ASC-H) e 3 (2,2%) casos de lesão intraepitelial

de alto grau (HSIL). Com introdução

da CML, no primeiro semestre de 2019, foram

diagnosticados 39 (35,7%) casos de ASC-US,

2 (1,83%) casos de AGC, 55 casos de (50,4%)

LSIL, 5 (4,5%) casos de ASC-H e 8 (7,3%)

casos de HSIL. Os resultados obtidos podem

ser observados no gráfico 1 que demonstra o

diagnóstico por citologia convencional e no

gráfico 2 que revela o diagnóstico por citologia

de meio líquido.

Discussões:

Nas amostras analisadas nesse estudo,

verificou-se uma maior sensibilidade da CML

em relação a CC para detectar atipias e lesões

intraepiteiais cervicais. Na utilização da CC foram

encontrados mais casos de ASC-US do que lesões

intraepiteliais e quando a CML foi utilizada,

o número de casos de LSIL aumentaram e de

ASC-US diminuíram, o que denota de uma

maior eficácia na identificação de lesões. Isso

se deve ao fato das inúmeras vantagens da CML

como a presença de 100% do material coletado

no líquido fixador, com a possibilidade de testes

histoquímicos e de biologia molecular e novos

exames, se necessários, com o mesmo material,

além de um menor número de resultados falsonegativos

e de esfregaços insatisfatórios. A

preservação celular com melhora da qualidade

da amostra facilita a leitura, reduzindo o

tempo de duração dos exames em 30%, o que

aumenta a produtividade dos laboratórios (10).

No estudo de Manrique et al., (2007) (13)

é relatado que o método de CML tem sido

apontado como alternativa para superar

a dificuldade de análise e intepretação do

esfregaço preparado pela técnica convencional

e desta forma, melhorar a adequabilidade da

amostra, diminuir o número de esfregaços

insatisfatórios e assim aumentando o número

de diagnósticos de lesões de alto grau, o que

corrobora com os resultados apresentados

nessa pesquisa.

O estudo de Carmo (2004) (14) demonstrou

que a CML detectou proporcionalmente mais

lesões intraepiteliais escamosas e invasoras

do que a CC, resultando em um aumento de

cerca de 20%. Dentre os casos discordantes,

não houve nenhuma amostra cujo diagnóstico

foi positivo na CC e negativo na CML. Pelo

contrário, na maioria dos casos, a CML detectou

lesões mais graves que aquelas identificadas na

CC. Em 5,3% dos casos considerados negativos

na CC, a CML foi positiva (≥ células escamosas

atípicas de significado indeterminado -ASCUS).

Nas considerações de Colonelli (2014) (8)

o tempo gasto para a leitura da lâmina pela

técnica de CML foi 23,7% menor em relação à

técnica CC, fato que pode ser atribuído à melhor

distribuição das células na lâmina, padronização

da coloração e ausência de artefatos técnicos.

A CML mostrou vantagens em relação à CC,

fato que resultou na implantação da técnica

na rotina das mulheres atendidas na Região

do Vale do Ribeira, tornando o Laboratório de

Citologia Oncótica do Instituto Adolfo Lutz

(LCO-IAL) um dos pioneiros a disponibilizar a

tecnologia às usuárias do SUS. Já para Heise

e Lima (2016) (15) a utilização da CML não

é viável devido ao alto custo que envolve a

metodologia e a mesma não possui condições

para sua aplicabilidade atualmente nas rotinas

laboratoriais, principalmente em rotinas

do Sistema Único de Saúde (SUS), o que

atualmente pode ser considerada uma limitação

para implantação desta técnica,

Conclusão:

Este trabalho demonstrou concordância com

a maioria dos estudos em relação à qualidade

dos esfregaços e em relação à maior acurácia

da CML em detectar lesões intraepiteliais.

Pode-se observar também, que a CML reduz

a presença de interferentes bem como o

número de amostras insatisfatórias, além de

melhorar a preservação e disposição celular,

contribuindo para melhor qualidade do

diagnóstico citológico.

0 32

Revista NewsLab | Dez/Jan 2020


ARTIGO 03

Autor: Autores: Agatha Amaral da Rocha¹

Katianne de Fátima Silveira Freitas¹

Sandielem Morri Menegon¹

Aline Wagner²

Denise Wohlmeister²

Alexandre Ehrhardt³

1 Discente do curso de Biomedicina- ULBRA. E-mail: agathaamaral15@gmail.com

2 Co-orientadora. Biomédica Citologista- Laboratório de Citopatologia Petry&Wohlmeister.

3 Orientador/docente do curso de Biomedicina- ULBRA.

Referências:

1. INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER JOSÉ ALENCAR GOMES DA

SILVA. Manual de gestão da qualidade para laboratório de citopatologia

/ Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva,

Coordenação de Prevenção e Vigilância, Divisão de Detecção Precoce

e Apoio a Organização de Rede. – 2. ed. rev. ampl. – Rio de Janeiro

: Inca, 2016. 160 p. : il. Disponível em: http://www.portalsbc.com.

br/manual-citopatologia-2016.pdf Acesso em 04 de dezembro de

2019. 2. INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER JOSÉ ALENCAR GOMES

DA SILVA. Diretrizes brasileiras para o rastreamento do câncer do

colo do útero / Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da

Silva. Coordenação de Prevenção e Vigilância. Divisão de Detecção

Precoce e Apoio à Organização de Rede. – 2. ed. rev. atual. – Rio

de Janeiro: INCA, 2016. Disponível em: http://www.citologiaclinica.

org.br/site/pdf/documentos/diretrizes-para-o-rastreamento-do-

-cancer-do-colo-do-utero_2016.pdf Acesso em 04 de dezembro

de 2019. 3. WORLD HEALTH ORGANIZATION. National cancer control

programmes: policies and managerial guidelines. 2. ed. Geneva,

2002. Disponível em: https://books.google.com.br/books?hl=p-

t-BR&lr=&id=7VQ0DgAAQBAJ&oi=fnd&pg=PR11&dq=-

National+cancer+control+programmes:+policies+and+managerial+guidelines.+2.+ed.+Geneva,+2002.

&ots=qfjAUoXgYB&sig=G3mKvbegd8VPwSlaNzVVFxwr0oc#-

v=twopage&q&f=false Acesso em 04 de dezembro de 2019.

4. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Prevention. Geneva, 2007.

(Cancer control: knowledge into action: WHO guide for effective

programmes, module 2). Disponível em: https://books.google.

com.br/books?id=3hVf8Ewh8xUC&printsec=frontcover&dq=(-

Cancer+control:+knowledge+into+action:+WHO+guide+for+effective+programmes,+module+2).&hl=pt-BR&sa=X&ved=0ahUKEwjzs9XL3JzmAhVmKLkGHWMI-

B-QQ6AEIKTAA#v=onepage&q&f=false Acesso em 04 de

dezembro de 2019. 5. COLLAÇO, L. M. et al. Quality control in

cervical cancer screening: Brazilian experience. Acta Cytol. 2005

Nov-Dec;49(6):694-6. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.

gov/pubmed/16450916 Acesso em 04 de dezembro de 2019. 6.

KOSS, L.G.; GOMPEL, C. Citopatologia ginecológica com correlações

histológicas e clinicas. São Paulo: Roca; 2006. 7. CAPURRO

V., I. et al. PROGRAMA DE DETECCION Y CONTROL DE CANCER

DE CUELLO UTERINO EN SERVICIO SALUD ARAUCANIA SUR. Rev.

chil. obstet. ginecol. Santiago, v. 67, n. 2, p. 114-120, 2002.

Disponível em: https://scielo.conicyt.cl/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0717-75262002000200006&lng=es&nrm=iso

Acesso em 04 de dezembro de 2019 http://dx.doi.org/10.4067/

S0717-75262002000200006. 8. COLONELLI, D. E. Avaliação do desempenho

da citologia em meio líquido versus citologia convencional

no Sistema Único de Saúde/ São Paulo, 2014. Dissertação (mestrado)-

Programa de Pós Graduação em Ciências da Coordenadoria

de Controle de Doenças da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.

Disponível em: http://bases.bireme.br/cgi-bin/wxislind.exe/iah/

online/?IsisScript=iah/iah.xis&src=google&base=LILACS&lang=p&nextAction=lnk&exprSearch=756288&indexSearch=ID

Acesso em 04 de dezembro de 2019. 9. CAMPAGNOLI, E. B. et al.

Citologia em base líquida - uma nova opção para o diagnóstico de lesões

bucais. Rev Bras Patol Oral. 2005;4:119-27. 10. STABILE, S.A.B.et

al. Estudo comparativo dos resultados obtidos pela citologia oncótica

cérvico-vaginal convencional e pela citologia em meio líquido. Einstein

(São Paulo), São Paulo, v. 10, n. 4, p. 466-472, Dezembro/2012.

Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-45082012000400013&lng=en&nrm=iso

Acesso

em 04 de dezembro de 2019. http://dx.doi.org/10.1590/S1679-

45082012000400013. 11. RONCO, G. et al. Accuracy of liquid based

versus conventional cytology: overall results of new technologies for

cervical cancer screening: randomised controlled trial. BMJ. 2007

Jul 7;335(7609):28. Epub 2007 May 21. Disponível em: https://

www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17517761 Acesso em 04 de dezembro

de 2019. 12. RENSHAW, A. (2006). The significance of certification

in liquid-based cytology and performance in the College

of American Pathologists Interlaboratory Comparison Program in

Cervicovaginal Cytopathology. Archives of pathology & laboratory

medicine. 130. 1269-72. 10.1043/1543-2165(2006)130[1269:TSO-

CIL]2.0.CO;2.Disponível em: https://www.researchgate.net/

publication/6840449_The_significance_of_certification_in_liquid-based_cytology_and_performance_in_the_College_of_American_Pathologists_Interlaboratory_Comparison_Program_in_Cervicovaginal_Cytopathology

Acesso em 04

de dezembro de 2019.13. MANRIQUE, E. J. C.et al. A revisão rápida

de 100% é eficiente na detecção de resultados falsos-negativos

dos exames citopatológicos cervicais e varia com a adequabilidade

da amostra: uma experiência no Brasil. Rev. Bras. Ginecol. Obstet.,

Rio de Janeiro, v. 29, n. 8, p. 402-407, Agosto/2007. Diponível

em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032007000800004&lng=en&nrm=iso

Acesso

em 4 de dezembro de 2019. http://dx.doi.org/10.1590/S0100-

72032007000800004. 14. CARMO, B. B. DO. Estudo comparativo

entre a citologia convencional e a citologia em meio líquido na detecção

de lesões escamosas intra-epiteliais e invasoras do colo uterino

associadas à infecção pelo papiloma vírus humano / Bianca Bianco

do Carmo. – Belo Horizonte: [s.n.], 2004. 122 f. : il. Disponível em:

https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/NCFA-686HG9 Acesso em

04 de dezembro de 2019. 15. HEISE, A. LIMA, A. P. W. Citopatologia

convencional e Citologia em meio líquido: uma revisão integrativa.

Revista Saúde e Desenvolvimento |vol. 10, n.5 | julho - dez – 2016.

Disponível em: https://www.uninter.com/revistasaude/index.php/

saudeDesenvolvimento/article/view/627 Acesso em 04 de dezembro

de 2019.

0 34

Revista NewsLab | Dez/Jan 2020


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MATÉRIA DE CAPA

Inaugurada no Brasil no mês de junho de 2019 a

nova subsidiária da Seegene, empresa sul-coreana

líder mundial em diagnóstico molecular multiplex.

Localizada em Belo Horizonte (MG), a empresa está

focada no mercado de diagnóstico molecular in

vitro (IVD) da América Latina.

Com franca expansão no mercado global,

atualmente a empresa conta com sete subsidiárias

– Estados Unidos, Oriente Médio, Canadá, Itália,

Alemanha, México e agora no Brasil.

No Centro de Treinamento e Apoio (CTA) são

realizados os treinamentos e validações das novas

tecnologias de diagnóstico molecular in vitro (MDx).

Nesse Centro foi disposta uma área de treinamento

com toda a tecnologia Seegene e uma equipe está

sempre a postos para atender especialistas do Brasil

e de demais países da América Latina.

“A Seegene entende o Brasil como um dos mercados

mais importantes da América Latina. Temos alguns

dos maiores laboratórios do mundo e uma demanda

anual de exames gigantesca. A consolidação da

subsidiária, transformando nossa antiga empresa

InnoVare Diagnósticos em Seegene Brazil, nos

permitiu oferecer produtos de altíssima qualidade

a preços muito acessíveis, além do suporte total ao

cliente com todos os equipamentos e mão de obra

necessários”, destaca Guilherme Ambar, CEO da

Seegene Brazil.

PRESENÇA MUNDIAL

MATÉRIA DE CAPA

Seegene Brazil

A Seegene foi fundada em 2000 e desde então tem

se concentrado no desenvolvimento de ensaios

e tecnologia. Atualmente possui uma rede de

vendas mundial em mais de 60 países e 7 filiais nas

Américas do Norte e Sul, Europa e Oriente Médio

que conduzem e dão suporte à operação global de

negócios da empresa. Além de atender os clientes

em todos os continentes, a companhia cria soluções

personalizadas para cada necessidade de acordo

com cada região.

Líder mundial em

diagnóstico molecular

multiplex, a Seegene

chega ao Brasil trazendo

tecnologias próprias,

plataformas completas

para automação de

rotinas e um amplo

menu de testes.

Seegene: presença mundial com rede de vendas e representações.

TECNOLOGIA DE PONTA

Em sua inauguração, a Seegene Brazil já obteve a

aprovação da Anvisa para distribuir 21 dos seus principais

equipamentos e produtos. Além de comercializar os

itens que compõem seu portfólio, a nova subsidiária

pretende trabalhar próxima aos grandes laboratórios

para desenvolver produtos customizados de acordo

com a necessidade de seus clientes.

Com tecnologias exclusivas – DPO, TOCE

e MuDT, a Seegene é capaz de detectar

simultaneamente e em tempo real vários tipos

de patógenos em um único teste com grande

confiabilidade e rendimento, com mais agilidade,

economizando tempo, mão de obra e custos.

Os kits disponíveis no Brasil fornecem informações

clínicas minuciosas em uma única execução,

permitindo um diagnóstico rápido e preciso

de infecções respiratórias; infecções do trato

gastrointestinal; infecções sexualmente transmissíveis;

tuberculose e mutações relacionadas à trombofilia.

A tecnologia da Seegene também possibilita o

diagnóstico de HPV, com detecção, identificação

e quantificação simultânea de até 28 genótipos

diferentes do vírus.

0 38

Revista NewsLab | Out/Nov Dez/Jan 2020 2019

Revista NewsLab | Dez/Jan 2020

0 39


BENEFÍCIOS PARA A POPULAÇÃO

SISTEMA DE MANEJO DE TAMPAS DE FRASCOS

MATÉRIA DE CAPA

Além da nova tecnologia, considerada um grande

benefício para a população brasileira, a implantação da

subsidiária no País trouxe outros importantes ganhos,

principalmente para os laboratórios, reduzindo

substancialmente o custo dos produtos Seegene,

tornando-os mais acessíveis ao mercado brasileiro.

A presença no Brasil de uma empresa conceituada

e líder mundial no diagnóstico molecular multiplex

é benéfica não apenas para o mercado brasileiro,

mas para toda a América Latina. Vale ressaltar que

os testes moleculares são uma tendência e estão

se tornando um segmento-chave no diagnóstico in

vitro mundial.

“A palavra da vez é ‘desospitalização’! Hoje, quando

se pensa em diagnóstico, o grande foco é no bemestar

do paciente. O diagnóstico molecular, apesar de

mais caro que outras técnicas convencionalmente

utilizadas, e em especial o diagnóstico molecular

especializado oferecido pelos produtos da Seegene,

permite a detecção e identificação de uma grande

gama de agentes patogênicos e mutações ligadas

a predisposições e resistência a medicamentos de

maneira rápida, fidedigna e assertiva. Dessa maneira,

nossos produtos são uma importante ferramenta para

os médicos no tratamento direcionado e personalizado

dos seus pacientes, melhorando a eficiência, tempo de

resposta e, consequentemente, a qualidade de vida do

paciente”, afirma Guilherme Ambar.

Um dos grandes diferenciais da Seegene Brazil

está no setor de equipamentos. A plataforma All

in One dispõe de um eficiente equipamento para

manejo de tampas de frascos LBC – o VCMS. O

sistema, que é automatizado, permite um melhor

fluxo de trabalho durante o processo de abertura,

aliquotagem e retampamento dos frascos.

Por meio dessa tecnologia inovadora, o

processamento das amostras dispensa o contato

manual, o que possibilita um fluxo contínuo e com

menor risco de contaminação.

A automatização também oferece uma maior

produtividade para laboratórios com alta demanda

e a melhoria na qualidade dos testes. Além disso,

proporciona um fluxo de trabalho sem esforço,

pois permite que os profissionais carreguem e

examinem suas amostras de modo facilitado.

Outra importante vantagem do sistema é o fluxo

de trabalho integrado com a TI (Sistema LIS) do

laboratório, que possibilita o rastreamento total da

amostra.

“Nosso diferencial é a plataforma única totalmente

automatizada, desde a abertura dos tubos de LBC

(tipo ThinPrep), preparo do material, extração

dos ácidos nucleicos, preparo da placa de PCR em

tempo real e amplificação da amostra. Tudo isso

com o mínimo de manuseio por parte do usuário,

interpretação dos dados feitos por software próprio,

e tudo completamente integrado ao sistema do

laboratório por meio do LIS”, afirma o diretor.

MATÉRIA DE CAPA

PLATAFORMA ALL IN ONE

A Seegene trouxe ao Brasil, entre outros produtos,

sua plataforma All in One, que permite obter

resultados rápidos de várias amostras em tempo real,

em laboratórios de todos os portes. A plataforma é

composta pelos extratores STARlet IVD e NIMBUS

IVD, pelo termociclador de PCR CFX96 IVD e pelo

destampador VCMS.

A plataforma é gerenciada pelo software Seegene

Launcher. Interligável ao sistema LIS do laboratório,

outro software próprio, o Seegene Viewer faz a

análise de dados automatizada, entregando um

relatório personalizado e de fácil leitura.

Além disso, a plataforma All in One executa uma

ampla gama de testes de diagnóstico molecular,

otimizando o fluxo de trabalho, com eficiência e

redução do tempo na entrega de resultados e de

custos para o laboratório.

Todo esse conjunto é modulável de acordo com o

tamanho do laboratório e otimizado para realização

dos testes com os mais variados tipos de amostras e

os kits da Seegene.

PERSPECTIVAS

Com eficiência reconhecida em todo o

mundo, a Seegene busca manter a liderança

no mercado de diagnósticos moleculares

multiplex utilizando sua experiência de duas

décadas no desenvolvimento de tecnologias

próprias, automação e inovação.

Com novas tecnologias e soluções completas e

exclusivas, a Seegene chegou para revolucionar

o mercado nacional ao oferecer diagnósticos

mais assertivos e rápidos. Em seus primeiros

meses de funcionamento, a subsidiária brasileira

Plataforma All in One com VCMS:

Sistema mais automatizado para

um fluxo de trabalho eficiente.

já fechou parceria com alguns dos maiores e

mais importantes laboratórios do País e continua

buscando novos contratos em 2020.

Futuramente, o Brasil será utilizado como

uma ponte para a expansão da presença nos

países da América Latina por meio de P&D,

produção local e distribuição dos reagentes.

A plataforma All in One e a ampla gama de

painéis vão proporcionar mais eficiência no

fluxo de trabalho, aumentando a produtividade

e a lucratividade dos laboratórios da região.

Conheça a plataforma All in One e toda a gama de painéis: www.seegenebrazil.com.br

STARlet IVD:

CFX96 TM IVD:

Seegene Viewer:

extração e configuração do qPCR

PCR em tempo real. software de análise automática

Av. Brigadeiro Eduardo Gomes, 2.040 - sala 305

Bairro Glória - Belo Horizonte/MG - CEP: 30.870-100

contato@seegenebrazil.com.br - (31) 2515-3003

automáticas.

e interligação com LIS.

0 40

Revista NewsLab | Dez/Jan 2020 Revista NewsLab | Dez/Jan 2020

0 41


Surpreenda seu paciente com um cuidado especial na coleta de sangue.

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veia do paciente

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menores para facilitar o acesso venoso difícil,

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GESTÃO LABORATORIAL

PROGELAB – Programa Nacional para

Profissionalização da Gestão Laboratorial

Em artigo anterior apresentamos o Programa

Nacional para Profissionalização da Gestão

Laboratorial – PROGELAB, justificamos a

sua necessidade e definimos visão, missão e

objetivos, bem como evidenciamos a importância

dos pequenos e médios laboratórios.

Finalmente, detalhamos o modelo de operação

do Programa. Combinamos que os artigos

seguintes iriam mostrar de forma individual,

sintética, todos os sete produtos (softwares)

componentes do Programa:

1) Programa de Proficiência em Gestão

Laboratorial (PPGL) - Desempenho da produção.

2) Programa de Proficiência em Gestão

Laboratorial (PPGL) - Desempenho da organização.

3) Avaliação de laboratórios - Valuation.

4) Sistema de Apoio à Decisão Rápida e

Inteligente - S.A.D.R.I.

5) Sistema de benchmarking - Relatório de gestão.

6) Terceirização rentável de exames - Apoio

inteligente. 7) Sistema de Gestão Custo Certo - SGCC.

APRESENTAÇÃO DOS PRODUTOS DO

PROGELAB

Iniciaremos apresentando o PPGL com os seus

dois produtos componentes.

Programa de Proficiência em Gestão

Laboratorial - PPGL, modelo matemático-financeiro

para cálculo dos custos, análise da rentabilidade,

análise de risco e análise de negócios

para laboratórios clínicos. Os produtos resultantes

deste algoritmo são descritos a seguir.

1. PPGL - Desempenho da produção

(Contabilidade gerencial analítica) *Fig.1:

1. Cálculo dos custos de produção dos exames.

2. Rentabilidade de parâmetros (Exames).

3. Rentabilidade de clientes (Convênios).

4. Rentabilidade de equipamentos.

5. Rentabilidade de setores (Áreas).

6. Teste em tempo real de tabelas de preços

de exames.

7. Cálculo das perdas no núcleo da produção.

*Figura 1

2. PPGL – Desempenho da organização

(Contabilidade gerencial sintética) *Fig.2:

8. Custos fixos, variáveis, receitas, indicadores de

desempenho diversos – ID’s e ponto de equilíbrio.

9. Planejamento via benchmarking.

10. Análise de negócios.

11. Gestão de riscos.

12. Cálculo e análise da competitividade do

laboratório.

ANÁLISE DOS INDICADORES DE CAUSAS (1):

DIAGNÓSTICOS POR BENCHMARKING E SOLUÇÕES

04 - CONDOMÍNIO

DIAGNÓSTICO - MESES EM QUE O REALIZADO FOI SUPERIOR A MÉDIA DO SETOR: - MAI

*Figura 2

Apresentação dos resultados: via relatório

detalhado que identifica, mensura e analisa

problemas (diagnóstico), causas e soluções,

mediante sugestão de plano de ações corretivas

e preventivas. Todas exequíveis somente com

aporte de gestão, sem necessidade de novos

investimentos.

Resumidamente o PPGL está descrito acima.

As informações iniciais sobre o programa podem

ser encontradas nos sites:

www.unidosconsultoria.com.br e

www.ppgl.com.br

3. VALUATION – Método de Avaliação

de Laboratórios

1-) Generalidades: este produto agrega um

diferencial de suma importância em relação aos

métodos tradicionais de avaliação de negócios,

entre os quais destacamos “Múltiplos” e “Fluxo

de caixa descontado”, onde a geração de caixa

projetada é fundamentada em ações previstas

no planejamento estratégico das organizações,

considerando aspectos externos, conjunturais

(mercado) e estruturais inerentes à fatores internos

dos laboratórios. Isto proporciona uma

estimativa do risco das operações, gerando

uma taxa de desconto para trazer a valor presente

a produção futura. O método utilizado

pelo nosso produto (VALUATION) calcula

efetivamente o risco atual, bem como a

competitividade dos laboratórios, aumentando

a precisão da avaliação, agregando

valor aos métodos tradicionais,

pois possibilita delinear com mais fundamento

a perpetuidade dos negócios.

Não temos a presunção de substitui-los, tão

somente fortalecê-los com um suplemento de

confiança naquilo que é o ponto nevrálgico do

negócio, ou seja, a variação da exatidão nas taxas

de desconto. Tudo alicerçado em um sistema

de tecnologia da informação, por nós desenvolvido,

que mensura o risco e a competitividade

dos laboratórios clínicos, mediante uma escala

métrica, intervalar, construída estatisticamente

com apoio em um banco de dados de aproximadamente

uma centena de laboratórios localizados

em todas as regiões do País. Ou seja, através

de um processo de benchmarking competitivo

e de colaboração, com âmbito nacional. Pelo

exposto, o VALUATION se trata de um produto

inédito no Brasil, quiçá no mundo.

2-) Objetivo: disponibilizar um método

prático de avaliação de laboratórios

clínicos, ou seja, determinar o seu valor

mais provável de venda. Adicionalmente,

possibilita os gestores direcionarem seus esforços

no sentido de gerar maior lucro aos acionistas do

laboratório, através de uma ferramenta inédita,

que identifica e mensura problemas elaborando

um diagnóstico organizacional, analisa e quantifica

causas, por fim, propõe e metrifica soluções

materializadas em ações corretivas que resultarão

em lucros maiores. Portanto, trata-se de um produto

que transcende o objetivo único de calcular

o valor do laboratório. Traz consigo um relatório

com informações completas para enriquecer o

planejamento estratégico da organização. É fortemente

recomendado que os laboratórios façam

uma avaliação ANUALMENTE, pois desta forma

é possível quantificar os resultados (LUCROS)

decorrentes das soluções (ações corretivas e preventivas)

identificadas pelo VALUATION, portanto,

o PROGRESSO obtido dos laboratórios. A avaliação

anual é necessária devido ao momento econômico

e a competição aguerrida, com queda na precificação

dos exames (degradação das receitas).

Conhecendo a saúde econômica e financeira, bem

como a competitividade e o risco de insolvência

da empresa, os gestores podem tomar decisões

de forma assertiva, promovendo um futuro inteligente.

Dez razões para fazer uma avaliação anual

Uma coisa é certa, em algum momento da

vida, todo empresário necessitará saber o valor

da sua empresa. As razões são muitas. Você

deve ter a noção real do valor do laboratório,

sempre de forma atualizada, para tomar decisões

mais rápidas, racionais e corretas no futuro.

1. ABORDAGEM DE INVESTIDOR (oportunidade

de venda).

2. COMPRA E VENDA DE PARTICIPAÇÕES SOCIE-

TÁRIAS (saída e entrada de sócios).

3. VENDA DA EMPRESA (necessidade de venda).

4. FUSÕES E AQUISIÇÕES (envolvimento da empresa

em transações).

5. ADEQUAÇÃO ÀS LEGISLAÇÕES VIGENTES (societárias,

fiscais e contábeis).

6. CONHECER A SAÚDE FINANCEIRA E ECONÔ-

MICA DA EMPRESA.

7. PROJETAR O FUTURO DA EMPRESA (planejamento

estratégico).

8. DIMENSIONAR OS INVESTIMENTOS (em função

da análise econômico-financeira).

9. FACILITAR FINANCIAMENTO DE PROJETOS (uma

avaliação demonstra a saúde econômica e financeira

do laboratório, a capacidade de pagamento e

geração de caixa).

10. CAPTAR RECURSOS COM GARANTIA DE QUOTAS

OU AÇÕES (em função da modalidade de captação de

recursos, financiamento ou emissão de dívida, as quotas

ou ações são dadas em garantia).

Das 10 razões, somente 3 envolvem alienação

total ou parcial do laboratório! Ou seja, os

gestores necessitam realizar o VALUATION rotineiramente

na operação dos laboratórios, independente

da intenção de venda. O VALUATION

é uma ferramenta de gestão!

Os produtos: 4) Sistema de Apoio à Decisão

Rápida e Inteligente - S.A.D.R.I; 5) Sistema

de benchmarking - Relatório de gestão; 6)

Terceirização rentável de exames - Apoio

inteligente; 7) Sistema de Gestão Custo

Certo - SGCC, serão demostrados em sequência.

Esperando termos contribuído para os negócios

na área das análises clínicas, nos despedimos até

a próxima edição da revista NewsLab, onde iremos

apresentar os demais produtos do PROGELAB.

Boa sorte e sucesso!

*Humberto Façanha da Costa Filho

Professor e engenheiro, atualmente é articulista e consultor financeiro

da SBAC, professor do Centro de Ensino e Pesquisa em Análises Clínicas

(CEPAC) da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas (SBAC) e professor

do Instituto Cenecista de Ensino Superior de Santo Ângelo (IESA), curso

de Pós-Graduação em Análises Clínicas.

GESTÃO LABORATORIAL

0 44

Revista NewsLab | Dez/Jan 2020 Revista NewsLab | Dez/Jan 2020

0 45


MINUTO LABORATÓRIO

Você sabe realmente

higienizar as mãos?

Fábia Bezerra *

Biomédica, com mais de 20 anos na área Laboratorial.

Consultora e Auditora na Empresa Suzimara &

Sarahyba Consultoria.

E-mail: contato@suzimaraesarahyba.com.br

Por Fábia Bezerra

Quando abordam este assunto, muitos

pensam:

“Apenas crianças não sabem lavar as mãos!”

– errado, nós também!

Existem incontáveis artigos falando sobre o

tema, especialmente para profissionais da saúde,

mas esta atenção nem sempre foi relevante.

Não faz muito tempo, em meados do século XIX

- Os médicos - por ainda não terem conhecimento

sobre infecção bacteriana, não davam importância

para uma simples lavagem de mãos antes das

cirurgias, com isso, a taxa de mortalidade entre

recém nascidos, por exemplo, era enorme.

Até que um cirurgião húngaro observou que

alguns de seus estudantes de medicina tinham

o hábito de lavarem as mãos antes e depois

dos procedimentos, com isso, o índice de infecções

entre seus pacientes foi consideravelmente

reduzido. Concluiu então, que hábitos

de higiene eram essenciais para a prevenção

de doenças transmitidas pelo toque.

Assim como a Enfermeira Florence Nightingale

(1820-1910), que revolucionou as bases

da assistência de enfermagem com cuidados

na higiene das mãos.

Os cientistas Louis Pasteur, Robert Kock,

dentre outros, revolucionaram a medicina

com suas descobertas na área microbiológica

e desde então, esta preocupação se tornou

obrigatória dentro e fora dos hospitais.

Quer fazer um teste bem simples para saber

se suas mãos foram bem higienizadas?

Retire a carga de uma caneta marca texto

amarela e a coloque em um recipiente com

10ml com álcool em gel. Acenda uma lâmpada

de luz negra e apague as luzes do ambiente.

Você observará que o produto ficará fluorescente.

Passe a mistura em suas mãos e espere

secar (em contato com a pele, se torna invisível

visto na luz comum) Depois, as lave da forma

habitual e observe o resultado sob a luz negra.

Onde aparecer a cor amarela, significa que não

foi devidamente lavada.

E então, você sabe realmente lavar as mãos?

Se sim, o texto acaba aqui para você, se não,

repita o teste após seguir o protocolo abaixo,

recomendado pela ANVISA:

Segundo a Agência Nacional de Vigilância

Sanitária ( ANVISA ) – Ministério da Saúde, a

manobra correta para higienização das mãos é:

1.Abra a torneira e molhe as mãos, evitando

encostar na pia.

2.Aplique na palma da mão quantidade suficiente

de sabonete líquido para cobrir todas

as superfícies das mãos (seguir a quantidade

recomendada pelo fabricante).

3. Ensaboe as palmas das mãos,friccionando-as

entre si.

4. Esfregue a palma da mão direita contra o

dorso da mão esquerda (e vice-versa) entrelaçando

os dedos.

5. Entrelace os dedos e friccione os espaços

interdigitais.

6. Esfregue o dorso dos dedos de uma mão com

a palma da mão oposta (e vice-versa), segurando

os dedos, com movimento de vai-e-vem.

7. Esfregue o polegar direito, com o auxílio

da palma da mão esquerda (e vice- versa), utilizando

movimento circular.

8. Friccione as polpas digitais e unhas da

mão esquerda contra a palma da mão direita,

fechada em concha (e vice-versa), fazendo

movimento circular.

9. Esfregue o punho esquerdo, com o auxílio

da palma da mão direita (e vice- versa), utilizando

movimento circular.

10. Enxágüe as mãos, retirando os resíduos

de sabonete. Evite contato direto das mãos

ensaboadas com a torneira.

11. Seque as mãos com papel-toalha descartável,

iniciando pelas mãos e seguindo pelos punhos.

Para a técnica de Higienização Anti-séptica

das mãos, seguir os mesmos passos e substituir

o sabonete líquido comum por um associado

a anti-séptico.

Bibliografia:

THORWALD, Jürgen. O século dos cirurgiões.

1ªedição. São Paulo: Hemus, 2010

www.pontociencia.org.br

www.anvisa.gov.br

0 46

Revista NewsLab | Dez/Jan 2020


RADAR CIENTÍFICO

Avaliação do Ensaio Procalcitoina

no Analisador Atellica IM

Rybin AV, Bonito AJ, Elvira L, Chomiak T, Patel S, Bodar A, Freeman J.

Siemens Healthcare Diagnostics Inc., Newark, DE, EUA

Resumo

Método: A precisão e a sensibilidade fun-

Resultados: Os dados obtidos com o en-

Introdução: A procalcitonina (PCT) é um

peptídeo de 116 aminoácidos que possui uma

estrutura em comum com a do pró-hormônio

da calcitonina. Em condições metabólicas normais,

o pró-hormônio da calcitonina é produzido

pelas células C da tireoide, onde sofre proteólise

para produzir o hormônio calcitonina. A

calcitonina é então envolvida na homeostase do

cálcio. 1,2 Em condições normais, os níveis plasmáticos

do pró- hormônio da calcitonina tem

mostrado estar abaixo de 0,1 ng/mL. 3,4,5 Entretando,

durante episódios de infecção bacteriana

severa e sepse, a quantidade de PCT circulante

no sangue aumenta em níveis geralmente

cional do ensaio Atellica IM BRAHMS PCT foi

testada de acordo com procedimentos reconhecidos

do EP05-A3 do Clinical Laboratory StandardsInsti-

tute (CLSI). O estudo foi conduzido

utilizando dois níveis de controles, um painel de

cinco amostras de precisão de soro humano e

um painel de cinco amostras de sensibilidade

funcional do soro humano contendo baixos níveis

do analito PCT, testados duas vezes por dia

durante 20 dias para um total de 80 replicatas.

Para cada nível de concentração do analito, o

valor médio com componentes de variância

(desvio padrão e%CV) foi determinado. Estudos

de linearidade foram conduzidos de acordo com

saio Atellica IMBRAHMS PCT demonstraram

correlação com o ensaio B•R•A•H•M•S PCT

sensitive KRYPTOR, resultando em uma inclinação

da curva de 1,02 e coeficiente de regressão

de 0,98. Um estudo de precisão de 20

dias resultou em CVs entre 11,7 e 2,6% para

amostras contendo entre ~0,06 e ~20,73

ng/mL do analito de PCT, respectivamente.

A Sensibilidade funcional foi de ≤0,04ng/

mL. Estudos de linearidade demonstraram

que o ensaioAtellica IM BRAHMS PCT é linear

entre o intervalo de medida. Valores esperados

foram estabelecidos utilizando amostras

Quando os segundos contam,

resultados exatos podem fazer a

diferença entre a vida e a morte

acima de 2 ng/ mL. 6 Em resposta ao estímulo

pró-inflamatóro, como infecção bacteriana, cirurgia

ou trama, a PCT pode ser produzida por,

praticamente, todos os tecidos do corpo. 7,8,9 A

Siemens Healthineers desenvolveu um ensaio

de PCT para o Analisador Atellica® IMcom

sensibilidade, precisão e linearidade aceitáveis

para auxiliar a avaliação de risco de pacientes

gravemente doentes para progressão da sepse e

choque séptico em seu primeiro dia de internação

na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI).

O ensaio PCT é um imunoensaio de 18 minutos

do tipo sanduíche com um intervalo de 0,04 a

50,00 ng/ mL. O ensaio está alinhado com o

ensaio B•R•A•H•M•S PCT sensitive KRYPTOR®.

o CLSI EP06-A utilizando nove amostras de soro

humano igualmente espaçadas ao longo do intervalo

do ensaio numa relação matemática conhecida.

O valor da dose média de cada amostra

foi utilizado para determinar a % de desvio

do ajuste linear. Um estudo de comparação de

métodos foi desenvolvido de acordo com CLSI

EP09-A3 para as amostras B•R•A•H•M•S PCT

sensitiveKRYPTOR atribuídas a dose. Um total

de 522 amostras foram testadas. A análise foi

efetuada pela regressão de Weighted Deming.

Valores esperados foram estabelecidosde

acordo com o Guideline EP28-A3c do CLSI. Em

uma população de 120 amostras de soro, 120

tiveram valores de PCT


RADAR CIENTÍFICO

Introdução

A sepse severa e o choque séptico estão entre

as principais causas de morte em pacientes

gravemente doentes na UTI. Apesar de grandes

esforços para entender a fisiopatologia relacionada

e melhorar os conceitos terapêuticos, a

taxa de mortalidade da sepse se mantém elevada

em 30-50%, com até 80% de mortalidade

por choque séptico. Nos EUA, cerca de 750.000

pacientes sofrem com sepse todos os anos, causando

aproximadamente 215.000 mortes por

ano ou mais de 500 mortes por dia. A medida

que a população envelhece e a tecnologia

apoia e prolonga a longevidade, espera-se que

a frequência de sepse aumente em uma taxa de

aproximadamente 1,5% ao ano. 10,11

O diagnóstico e tratamento precoces estão

associados com os melhores resultados dos pacientes.

12,13 A PCT consiste em 116 aminoácidos

Princípio do Teste:

é o pró-hormônio da calcitonina. Ao enfrentar

um estímulo pró-inflamatório, particularmente

decorrente de uma agressão bacteriana,

diversos tipos de células e órgãos aceleram

a produção de PCT. 1,2 No caso de traumas que

não envolvem uma agressão bacteriana (como

a maioria das cirurgias, queimadura grave, recém-nascidos

no parto, infecções virais, desordens

alérgicas, doenças autoimunes ou rejeição

do órgão transplantado), os níveis de PCT aumentam

logo após, porém temporariamente,

para valores 0,10 ng/mL.

Tabela 1. Desempenho Analítico

Intervalo do Ensaio

Parâmetro de Desempenho

LoB

Intervalo do Ensaio

Parâmetro de Desempenho LoD

LoB

LoQ

LoD

LoQ

Efeito Gancho

Intervalo de Calibração

Estabilidade Onboard

Efeito Gancho

Intervalo de Calibração

Estabilidade Onboard

Tabela 2. Precisão

0,04–50,0 ng/mL

Valor


RADAR CIENTÍFICO

Comparação de Métodos

O estudo de comparação de métodos foi

desenvolvido para avaliar a concordância do

Ensaio Atellica IM BRAHMS PCTcom o correpondente

(ensaio B•R•A•H•M•S PCT sensitive

KRYPTOR). Um total de 522 amostras de soro

humano com valores estabelecidos (0,06–

49.20 ng/mL) de B•R•A•H•M•S PCT sensitive

KRYPTOR foram testadas em quatro Analisadores

Atellica IM utiliza =ndi quatro lotes de

reagente de PCT. As amostras foram testadas

mais de 7 dias não consecutivos utilizando

a calibração intra-corrida. A inclinação da

curva foi calculada através da regressão de

Weighted Deming.

Concordância

Um total de 623 amostras de soro humano

com valores definidos de B•R•A•H•M•S

PCT sensitive KRYPTOR, testados em quatro

Analisadores Atellica IM utilizando quatro

lotes de reagentes, foram analisados B•R•A•H•M•S em relação

a sua concordância em 0,2, 0,25, 0,5

Atellica IM BRAHMS PCT

e 2,0 ng/mL. De um n total = 623 amostras

testadas, a porcentagem de concordância

entra o ensaio Atellica IM BRAHMSPCT assay

e o ensaio correspondente B•R•A•H•M•S

PCT sensitive KRYPTOR nos pontos de corte

foram determinados.

Tabela 4. Comparação de métodos entre os ensaios Atellica

IMBRAHMS PCT e B•R•A•H•M•S PCT sensitive KRYPTOR.

n Atellica IM BRAHMS PCT 522 vs

Parâmetro

B•R•A• H•M•S PCT sensitive KRYPTOR

Mínimo*

0,06 ng/mL

Máximo* n 522 49,20 ng/mL

Mínimo*

0,06 ng/mL

Inclinação 1,02

Máximo*

49,20 ng/mL

Inclinação Intersecção 1,02 -0,02

Intersecção r -0,02 0,98

r 0,98

60

60

50

50

40

40

30

20 30

10

20

Parâmetro

0

0 10 20 30 40 50

60 10

B•R•A•H•M•S PCT sensitive KRYPTOR (R)

Atellica IM BRAHMS PCT vs

B•R•A• H•M•S PCT sensitive KRYPTOR

Linha de Identidade

Ajuste de Weighted

De Dados

ming

Linha de Identidade

Ajuste de Weighted

*Os valores da dose mínima

e máxima são baseados nos

resultados do ensaio de comparação.

Figura 3. Comparação de Métodos: Ensaio

Atellica IM BRAHMS PCT vs. ensaio

B•R•A•H•M•S PCT sensitive KRYPTOR

De Dados ming

B•R•A•H•M•S PCT sensitive KRYPTOR

>0,10 ng/mL ≤0,10 ng/mL Total

0

>0,10 ng/mL 539 4 543

0 10 Atellica 20 IM BRAHMS 30 PCT 40 ≤0,10 ng/mL 50 4 76 80

60

B•R•A•H•M•S PCT sensitive KRYPTOR Total 543 80 623

(R)

Tabela 5. Análise de Concordância: Resultados de PCT no ponto de corte de 0,0 ng/mL

B•R•A•H•M•S PCT sensitive KRYPTOR

>0,10 ng/mL ≤0,10 ng/mL Total

>0,10 ng/mL

B•R•A•H•M•S

539

PCT

4

sensitive KRYPTOR

543

Atellica IM BRAHMS PCT ≤0,10 ng/mL

>0,10

4

ng/mL ≤0,10

76

ng/mL Total

80

>0,10 Total ng/mL 543 539 80 4 623 543

Atellica IM BRAHMS PCT ≤0,10 ng/mL 4 76 80

Total 543 80 623

% Concordância Positiva = 99,3%; Intervalo de Confiança de 95%: 98,1%-99,7%

PCT sensitive KRYPTOR

B•R•A•H•M•S PCT sensitive KRYPTOR

>0,10 ng/mL ≤0,10 ng/mL% Concordância Total Negativa = 95,0%; Intervalo de Confiança de 95%: 87,8%-98,0%

>0,25 ng/mL ≤0,25 ng/mL Total

>0,10 ng/mL 539 4 % Concordância 543 Total = 98,7%; Intervalo de Confiança de 95%: 97,5%-99,4% >0,25 ng/mL 488 7 495

≤0,10 ng/mL 4 76 80

Atellica IM BRAHMS PCT ≤0,25 ng/mL 5 123 128

Total 543 80 623

Total 493 130 623 %

Tabela 6. Análise de Concordância: Resultados B•R•A•H•M•S de PCT no PCT ponto sensitive de corte KRYPTOR de 0,25 ng/mL

>0,25 ng/mL ≤0,25 ng/mL Total

>0,25 ng/mL 488 7 495

B•R•A•H•M•S PCT sensitive KRYPTOR

Atellica IM BRAHMS PCT ≤0,25 ng/mL 5 123 128

>0,25 ng/mL ≤0,25 ng/mL Total

>0,25 Total ng/mL 493 488 130 7 623 495 %

Atellica IM BRAHMS PCT ≤0,25 ng/mL 5 123 128

Total 493 130 623 %

B•R•A•H•M•S PCT sensitive KRYPTOR

B•R•A•H•M•S PCT sensitive KRYPTOR

>0,50 ng

>0,25 ng/mL ≤0,25 ng/mL Total

/ mL ≤0,50 ng / mL Total

>0,25 ng/mL 488 7 % Concordância 495 Positiva = 99,0%; Intervalo de Confiança de 95%: 97,7%-99,6% >0,50 ng/mL 414 5 419

Atellica IM BRAHMS PCT

Atellica IM BRAHMS PCT

≤0,50 ng/mL 14 190 204

≤0,25 ng/mL 5 123 % Concordância 128 Negativa = 94,6%; Intervalo de Confiança de 95%: 89,3%-97,4%

Total 428 195 623

Total 493 130 % Concordância 623 % Total = 98,1%; Intervalo de Confiança de 95%: 96,7%-98,9%

Conclusão

O desempenho do ensaio Atellica IM BRAHMS

PCT foi avaliado, e os resultados mostraram ser

um método confiável, sensível e preciso para a

dosagem de procalcitonina no soro e plasma

humanos. O ensaio Atellica IM BRAHMS PCT

está de acordo com o ensaio B•R•A•H•M•S PCT

sensitive KRYPTORcom boa concordância em

0,1, 0,25, 0,50, e 2,0 ng/mL e pode ser uma

ferramenta valiosa em laboratórios clínicos para

a dosagem precisa da procalcitonina.

Referências:

1.Assicot M, Gendrel D, Carsin H, et al. High serum

procalcitonin concentrations in patients with sepsis and

infection. Lancet. 1993; 341 (8844):515-518.

2.Christ-Crain M, Muller B. Procalcitonin in bacterial

infections: hype, hope, more or less? Swiss Med Wkly.

2005; 135(31-32):451-460. 3.Snider RH, Nylen ES, Becker

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inflammation: immunochemical characterization. J

Investig Med. 1997; 45(9):552-560.

4.BRAHMS PCT sensitive KRYPTOR assay instruction

manual (version 2.0us).

5.Morgenthaler NG, Struck J, et al. Detection of procalcitonin

(PCT) in healthy controls and patients with

local infection by a sensitive ILMA. Clin Lab. 2002; 48(5-

6):263-270.

6.Harbarth S, Holeckova K, Froidevaux C, et al. Diagnostic

value of procalcitonin, interleukin-6, and interleukin-8

in critically ill patients admitted with suspected

sepsis. Am J Respir Crit Care Med. 2001; 164(3):396-402.

7.Meisner M, et al. Postoperative plasma concentrations

of procalcitonin after different types of surgery.

Intensive Care Med. 1998; 24(3):664-672. 8.Chiesa C,

et al. Reliability of procalcitonin concentrations for the

diagnosis of sepsis in critically ill neonates. Clinl Infect

Dis. 1998; 26(3):664-672

9.Reith HB, et al. Procalcitonin in early detection of

postoperative complications. Dig Surg. 1998; 15(3):260-

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10.Angus DC, Linde-Zwirble WT, Lidicker J, et al. Epidemiology

of severe sepsis in the United States: analysis of

incidence, outcome, and associated costs of care. Crit Care

Med. 2001; 29(7):1303-10.

11.Dellinger RP, Levy MM, Rhodes A. Surviving sepsis

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procalcitonin-guided treatment on antibiotic use and

outcome in lower respiratory tract infections: cluster-

-randomized, single-blinded intervention trial. Lancet.

2004; 363(9409):600-7.

13.Yu DT, Black E, Sands KE, et al.: Academic Medical

Center Consortium Sepsis Project Working Group. Severe

sepsis: variation in resource and therapeutic modality use

among academic centers. Crit Care. 2003; 7(3):R24-R34.

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RADAR CIENTÍFICO

Tabela 7. Análide de Concordância: Resultados de PCT no ponto de

corte de 0,50 ng/mL

Atellica IM BRAHMS PCT

>0,50 ng/mL 414 5 419

≤0,50 ng/mL 14 190 204

Total 428 195 623

B•R•A•H•M•S PCT sensitive KRYPTOR

>0,50 ng / mL ≤0,50 ng / mL Total

>0,50 ng/mL

B•R•A•H•M•S

414

PCT sensitive

5

KRYPTOR

419

Atellica IM BRAHMS PCT ≤0,50 ng/mL 14 190 204

Tabela 8. Análise >0,50 de Concordância: ng / mL ≤0,50 Resultados ng / mL Total de PCT no ponto de

>0,50 Total ng/mL 428 414 195 5 623 419

corte de 2.0 ng/mL

Atellica IM BRAHMS PCT ≤0,50 ng/mL 14 190 204

Total 428 195 623

B•R•A•H•M•S PCT sensitive KRYPTOR

B•R•A•H•M•S PCT sensitive KRYPTOR

>0,50 ng / mL ≤0,50 ng / mL Total

>2,00 ng / mL ≤2,00 ng / mL Total

>2,00 ng/mL 279 8 287

Atellica IM BRAHMS PCT ≤2,00 ng/mL 8 328 336

Total 287 336 623

B•R•A•H•M•S PCT sensitive KRYPTOR

% Concordância Positiva = 96,7%; Intervalo de Confiança de 95%: 94,6%-98,0%

% Concordância Positiva = 97,2%; Intervalo de Confiança de 95%: 94,6%-98,6%

>2,00 ng

% Concordância Negativa = 97,4%; Intervalo de Confiança de 95%: 94.1%-98.8%

% Concordância Negativa = 97,6%; / mL ≤2,00 ng

Intervalo de Confiança / mL Total

>2,00 ng/mL 279 8 de 95%: 287 95,4%-98,8%

B•R•A•H•M•S PCT sensitive KRYPTOR

% Concordância Total = 97,0%; Intervalo de Confiança de 95%: 95.3%-98.0% Atellica IM BRAHMS PCT % ≤2,00 Concordância ng/mL Total = 97,4%; 8 Intervalo de Confiança 328 de 95%: 336 95,9%-98,4%

>2,00 ng

>2,00 Total ng/mL 287 / mL ≤2,00 ng

279 336 / mL Total

8 623 287

Atellica IM BRAHMS PCT ≤2,00 ng/mL 8 328 336

Total 287 336 623

B•R•A•H•M•S PCT sensitive KRYPTOR

>2,00 ng / mL ≤2,00 ng / mL Total

>2,00 ng/mL 279 8 287

0Atellica 52

IM BRAHMS PCT ≤2,00 ng/mL 8 328 336

Revista NewsLab | Dez/Jan 2020 Revista NewsLab | Dez/Jan 2020

0 53

Total 287 336 623


DIREITO E SAÚDE

Regulação de Produtos para Saúde

Passa por Revisões

A área de produtos para saúde evolui dia após

dia. Com isso, a Gerência Geral de Tecnologia de

Produtos para Saúde (GGTPS) da Anvisa, área

responsável pela regularização de materiais,

equipamentos, softwares como dispositivo

médico e produtos para diagnóstico in vitro,

vem fomentando o debate com o setor a fim de

otimizar as legislações regulatórias de tais produtos,

de forma a acompanhar as mudanças e

necessidades deste mercado.

Neste cenário, as duas mais importantes legislações

que tratam da regularização de produtos

para saúde entraram em revisão: a Resolução

RDC n° 185/2001, que dispõe sobre a classificação

de risco, o regime de registro e os requisitos

de rotulagem e instruções de uso de dispositivos

médicos e, a Resolução RDC n° 36/2015,

que dispõe sobre a classificação de risco, os regimes

de controle de notificação, cadastro e registro

e os requisitos de rotulagem e instruções

de uso de dispositivos médicos para diagnóstico

in vitro, inclusive seus instrumentos.

Ambas as revisões são tópicos constantes da

Agenda Regulatória 2017-2020, sob o tema

nº 8.1 - Registro, pós-registro, cadastro ou

notificação de produtos para a saúde, que tem

como principais funções: fornecer respostas às

crescentes exigências de aprimoramento contínuo

dos processos de análise de produtos para

saúde, acompanhar os avanços tecnológicos e

observar a proporcionalidade dos requisitos técnicos

conforme o grau de risco que os produtos

podem oferecer à população.

Uma série de avanços já foram alcançados neste

tópico, como a ampliação da validade de registros

de produtos para saúde, assim como a notificação

de produtos para saúde de classe de risco I.

Agora, mais um passo foi dado pela Anvisa em

23 de outubro de 2019, com a publicação das

Consultas Públicas n° 730/2019 e n° 734/2019,

que revisam as Resoluções RDC n° 185/2001 e

RDC n° 36/2015, respectivamente.

De forma geral, as revisões buscam alinhamento

com normas internacionais, atualização

de definições apresentadas nos regulamentos

e revisão das regras de classificação de risco

aplicáveis aos dispositivos médicos e produtos

“A Gerência Geral de Tecnologia de

Produtos para Saúde da Anvisa vem

fomentando o debate com o setor a fim

de otimizar as legislações regulatórias

da área e acompanhar as mudanças e

necessidades deste mercado”

para diagnóstico in vitro. Tais regras devem ser

aplicadas considerando as caracteríscas e finalidades

de uso dos produtos e, considerando o

cenário atual, algumas destas regras precisam

ser atualizadas, assim como novas regras devem

ser elaboradas de forma a cobrir o grande

espectro de produtos disponibilizados no mercado

atualmente. Para se ter idéia, no caso dos

materiais e equipamentos médicos, as regras de

classificação de risco foram elaboradas há 18

anos.

Outra importante atualização proposta recentemente

foi a publicação, em 13 de novembro

de 2019, das Consultas Públicas nº 735/2019 e

nº 736/2019, que propõem a adoção de resolução

e instrução normativa, respectivamente,

para estabelecimento de regimes de alteração

de informações pós-regularização de dispositivos

médicos.

Mudanças na Consulta Pública n° 730/2019

As principais mudanças propostas pela Consulta

Pública n° 730/2019, que atualizará a

Resolução RDC nº 185/2001 são:

• Revisão e atualização das regras de classificação

de risco a fim de refletir as recentes tecnologias

médicas disponíveis no mercado;

• Indeferimento sumário de petições de registro,

alteração ou reavaliação com ausência de

documentos ou com formulários preenchidos

de forma incompleta. Esse requisito já é uma

realidade para o cadastro e notificação de dispositivos

médicos, mas não estava claro no regulamento

para a regularização de registros de

dispositivos médicos;

• Disposição sobre possibilidade de esgotamento

de estoque de produtos acabados em

casos de alteração, a fim de permitir a comercialização

simultânea das versões distintas de produtos

até o final do prazo de validade ou da vida

útil do produto, exceto quando as alterações se

referirem a problemas de segurança e eficácia;

• Atualização do dispositivo que determina a

apresentação do certificado de livre comércio

para os produtos importados, permitindo um

apostilamento comum como alternativa à consularização

do documento, conforme já era previsto

para os países membros da Convenção de Haia;

• Atualização da definição de fabricante contemplando

as figuras de fabricante legal e unidade

fabril;

• Inclusão de definição específica relativa a software

como dispositivo médico e nano materiais;

• Atualização do modelo de formulário de

fabricante e/ou importador, de forma a trazer

0 54

Revista NewsLab | Dez/Jan 2020


DIREITO E SAÚDE

mais objetividade ao preenchimento por parte

do solicitante e agilidade para a ANVISA, internalizando

tais informações por meio do sistema

de peticionamento eletrônico.

Mudanças na Consulta Pública n° 734/2019

As principais mudanças propostas pela Consulta

Pública n° 734/2019, que atualizará a

Resolução RDC nº 36/2015 são:

• Revisão e atualização das regras de classificação

de risco harmonizadas internacionalmente

para dispositivos médicos destinados ao

diagnóstico in vitro;

• Atualização das definições aplicadas aos regulamentos

técnicos;

• Atualização de disposivos impactados pela

incorporação das novas regras e definições;

• Disposição sobre possibilidade de esgotamento

de estoque de produtos acabados em

casos de alteração, a fim de permitir a comercialização

simultânea das versões distintas de produtos

até o final do prazo de validade ou da vida

útil do produto, exceto quando as alterações se

referirem a problemas de segurança e eficácia.

Mudanças nas Consultas Públicas n°

735/2019 e nº 736/2019

De forma resumida, as alterações pós-registro

serão classificadas em:

• Alteração de aprovação requerida - considerada

de maior relevância sanitária: requer

avaliação técnica documental e manifestação

favorável da Anvisa por meio de publicação no

Diário Oficial da União;

• Alteração de implementação expressa -

considerada de média relevância sanitária: implementação

autorizada em território nacional

após a publicação no portal da ANVISA, que

ocorrerá rotineiramente em até 30 dias após a

finalização do protocolo, independentemente

de análise documental por parte da ANVISA;

• Alteração não reportável - de menor relevância

sanitária: não dependem de protocolo

na Anvisa para implementação.

Por fim, este trabalho de revisão da Anvisa visa

adotar um procedimento alinhado com as práticas

internacionais, com a intenção de colocar os

fabricantes nacionais nas mesmas condições de

competitividade que os fabricantes internacionais,

além de promover a harmonização e convergência

regulatória, a simplificação processual

e modernização do atual regulamento, que

permitirá maior clareza do seu entendimento

por parte do setor regulado e maior agilidade

no processamento de petições pela ANVISA.

Mudanças da GGTPS esperadas a partir

do ano 2020

No dia 06 de novembro de 2019, a GGTPS

realizou um Diálogo Setorial para debater os

avanços e as perspectivas regulatórias no país,

com destaque para os desafios relacionados aos

dispositivos médicos personalizados, software

com dispositivo médico e cibersegurança.

Na ocasião, a área apresentou o plano estratégico

de curto, médio e longo prazo da GGTPS, visando

revisar e atualizar outras importantes normas,

além das Resoluções RDC n° 185/2001 e RDC n°

36/2015, e ações que têm por objetivo agilizar a

análise de petições e aproximar cada vez mais as

práticas regulatórias do Brasil com as práticas internacionais.

Deste plano, podemos destacar:

• Consulta Pública para regularização de software

como dispositivo médico;

• Internalização dos documentos IMDRF NSS:

evidência clínica de dispositivos médicos - conceitos

e definições, N56;

• Evidência clínica de dispositivos médicos - investigação

clínica de dispositivos médicos, N57;

• Consulta Pública para revisão da RDC nº

25/2001, que dispõe sobre a importação, comercialização

e doação de produtos para a saúde que

já tenham sido usados e/ou recondicionados;

• Revisão da RDC nº 156/2006, que dispõe

sobre o registro, rotulagem e reprocessamento

de produtos médicos;

• Revisão da Portaria INMETRO nº 54/2016,

que dispõe sobre os requisitos de Avaliação da

Conformidade para Equipamentos sob Regime

de Vigilância Sanitária;

• Lançamento de bulário de produtos para saúde;

• Revisão da RDC nº 59/2008, que dispõe sobre

os requisitos gerais para o agrupamento em

famílias e sistemas de Implantes Ortopédicos

para fins de registro;

• Publicação de lista de normas técnicas reconhecidas

pela Anvisa;

• Implementação do UDI (Identificação Única

de Produtos para saúde) no Brasil;

• Implementação de um Programa de Revisão

Única de Registro – IMDRF.

*Patrícia Fukuma

É sócia e fundadora do escritório Fukuma Advogados, escritório altamente

especializado na área regulatória-sanitária.

Com a colaboração de Ana Hasegawa e Camila Tavares.

0 56

Revista NewsLab | Dez/Jan 2020 Revista NewsLab | Dez/Jan 2020

0 57


LADY NEWS

Um “salto” de liderança

nas entidades profissionais

“Empoderamento” palavrinha da moda! Confesso

que não sou simpática a esse eufemismo,

acho que gostaria mais de dizer Poder feminino,

porém, o empoderamento reflete os avanços

na carreira da mulher e expressa uma necessidade

de colocar a mulher no mesmo patamar

de trabalho, respeito e humanidade em relação

ao homem... Longe de ter a pretensão de fazer

um discurso feminista, quero com esse artigo

externar a minha alegria de, atualmente, poder

estar à frente de um dos conselhos de farmácia

do Brasil, além de presidir a Associação Brasileira

de Educação Farmacêutica e a delegacia

da SBAC do DF e ainda ser uma OFACANA com

muito orgulho, fato que talvez, em um passado

não muito distante, não seria possível!

De forma histórica, o papel da mulher na

sociedade sofreu avanços significativos nas últimas

décadas. Isso porque, pouco a pouco, a mulher

passou a romper paradigmas ocupando diversos

espaços, sobretudo, nos que antes eram

dominados apenas por homens, tornando-se

economicamente ativas. A luta das mulheres

pela diminuição da assimetria em relação aos

homens vem avançando a cada ano. Em pensar

que há pouco tempo atrás para se inscrever em

um conselho de farmácia, as mulheres dependiam

da autorização dos maridos.

Dra. Gilcilene Chaer

O toque feminino é histórico na farmácia, profissão

que tem, atualmente, 65% de mulheres

como força de trabalho. As mulheres sempre

estiveram presentes nas bancadas de hematologia,

bioquímica, microbiologia, coleta e em

todos os setores de um laboratório de análises

clínicas. Agora, estão avançando na gestão das

entidades de classes, um fato relativamente

novo. Nossas Ofacanas já são diretoras, presidentes

de conselhos, conselheiras regionais e

federais de farmácia e diretoras de sociedades,

como a SBAC, além de grandes empresárias

e empreendedoras das análises clínicas. Não

pretendemos ocupar os espaços masculinos,

nós mulheres apenas queremos um reconhecimento

por todo nosso esforço e empenho,

mesmo tendo, muitas vezes, uma tripla jornada

de trabalho. Muito além de cálculos, da racionalidade

tão evidenciada, a mulher com sua

meiguice, capacidade interativa e sensibilidade

vem se destacando como gestora nos diferentes

segmentos empresariais, no setor público ou

privado, incluindo na representatividade em

entidades profissionais.

Notoriamente, a sensibilidade feminina, aliada

a criatividade, inovação e reputação, faz com

que as gestoras e empreendedoras do nosso

segmento inovem na atuação, culminando em

resultados satisfatórios exponenciais. Tal fato é

confirmado pela Organização Internacional do

Trabalho (OIT), que traz índices de 20% em

melhorias nos resultados gerais quando as empresas

são lideradas por mulheres.

Diante disso, por mais que ainda possam existir

preconceitos em relação ao universo feminino,

meu conselho para minhas colegas e leitoras:

aposte em você, na sua capacidade de análise,

no seu tato e “feeling”. Não tenha medo de impor

suas ideias, de fazer críticas quando necessárias,

de inovar e de requerer as suas vontades. Ouse,

rompa barreiras e não desça do salto!

Farmacêutica Bioquímica, Especialista em Citopatologia, Especialista em Analises Clinicas,

Mestre em Medicina Tropical e Doutora em Ciências Médicas. Atualmente é Gestora do Laboratório

Art Lab, Presidente do Conselho Regional de Farmácia do DF, Presidente da Comissão

Parlamentar do CFF, Delegada da SBAC/DF, Diretora da ABEF e OFANA!

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Revista NewsLab | Dez/Jan 2020

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DIAGNÓSTICO POR IMAGEM

Inteligência Artificial e Radiologia:

desafios e oportunidades

Dentro da medicina, a área de Radiologia e

Diagnóstico por Imagem sempre foi pioneira na

incorporação de tecnologias, inclusive uma das

primeiras a entrar, de fato, na era digital. Este ambiente

genuinamente tecnológico aliado ao fato

de a maior parte dos dados gerados serem digitais

faz com que esta área seja também líder no

desenvolvimento e na adoção de ferramentas de

Inteligência Artificial para melhoria de processos.

Apesar do grande avanço na sua utilização

nos últimos anos, demonstrado pela crescente

quantidade de publicações de artigos científicos

com exemplos de usos clínicos e o surgimento

de um ecossistema de empresas que tentam

resolver problemas com essa ferramenta (tanto

startups como grandes corporações), ainda

existem grandes desafios relacionados à ampliação

do uso prático da Inteligência Artificial

no setor de Medicina Diagnóstica. Discutiremos

neste artigo alguns desses principais desafios

e formas de abordar os problemas que podem

contribuir para a criação de soluções que melhorem

de fato nossos processos.

No mundo dos negócios existe um conceito

interessante que se chama visão míope e se

refere a uma empresa que enxerga apenas os

produtos que oferece e não os benefícios gerados

por ela nesta transação. Como, por exemplo,

uma empresa que vende chocolates e não entende

que está no ramo de presentes. No caso

dos algoritmos de Inteligência Artificial esse

também é um erro comum. Ao entender esse

conceito, as equipes de desenvolvedores devem

abordar os problemas pelo entendimento profundo

das “dores” envolvidas e não apenas pela

tentativa de querer encaixar a ferramenta pelo

fato de saber usá-la. Isso afeta tudo, desde a

escolha do problema a ser resolvido até as estratégias

de implantação.

Dessa maneira, um determinado algoritmo de

IA só terá sucesso e entrará na prática clínica se

conseguir gerar valor às entregas do serviço de

radiologia. Sendo mais específico, gerar valor

neste caso significa:

- Aumentar capacidade diagnóstica que resulte

em melhora de desfecho clínico relevante;

- Facilitar o trabalho do radiologista;

- Reduzir o tempo de entrega de resultados;

- Reduzir custos.

Se a solução não conseguir se encaixar em nenhum

desses itens, dificilmente estará efetivamente

gerando valor a essa cadeia de prestação de serviço,

por melhor que seja o desempenho proposto

pelo algoritmo. Com essa visão estratégica de como

atacar os problemas, podemos organizar os algoritmos

pela seguinte lógica de atuação:

- Otimizadores de worklist ou fluxo. Exemplo:

algoritmos para tentar identificar situações para

priorização de laudo, como sangramento intracraniano

em tomografia de crânio.

- Identificação de padrão não identificável

pelo humano. Exemplo: algoritmo para avaliar

textura do pulmão fetal em exames de ultrassom

obstétrico e prediz maturidade pulmonar.

- Pré-análise em casos de alto volume de dados.

Exemplo: algoritmo para detectar micronódulo

pulmonar e já sinaliza ao radiologista, diminuindo

a chance de não detecção por fadiga

do profissional em jornadas longas.

- Melhora na qualidade da imagem adquirida.

Exemplo: algoritmo para reduzir

tempo de aquisição de sequência de ressonância

magnética.

Por fim, outro aspecto que limita atualmente

a ampliação no desenvolvimento dessa tecnologia

é de natureza estrutural. Os dados de

exames de imagem são muitos numerosos e

estão relativamente acessíveis. Entretanto, são

considerados dados de “baixa qualidade” por

não estarem organizados e prontos para serem

“consumidos” para criação dos algoritmos.

O processo de criação de bancos de dados de

imagens médicas bem estruturados e “anotados”

é uma atividade demorada e trabalhosa,

e que demanda muito capital humano tanto

de médicos radiologistas para fazer a releitura

dos exames e classificar as informações a serem

estudadas, como de cientistas de dados para

criar toda a infraestrutura de retirada e armazenamento

das informações. Fazer isso em uma

única instituição já não é algo simples. E fazer

de uma forma colaborativa e padronizada, tanto

nacionalmente como internacionalmente, para

gerar bancos de dados com qualidade e quantidade

realmente relevantes é um desafio maior

ainda. No entanto, ações nesse sentido são cada

vez mais frequentes e a tendência para os próximos

anos é que este problema estrutural seja

contornado, permitindo a criação de soluções

cada vez mais eficientes e que gerem valor de

verdade a todo o setor.

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Dra. Cláudia da Costa Leite

Radiologista do setor de Imagem

Abdominal (TC/RM) do Grupo Fleury

e conselheiro médico do time de

Inovação do Grupo Fleury, formado pela

Faculdade de Medicina da Universidade

de São Paulo (FMUSP) e MBA em Gestão

em Medicina Diagnostica pelo CBR-FIA.

Neurorradiologista do Grupo Fleury e

professora associada do Departamento

de Radiologia e Oncologia da Faculdade

de Medicina da Universidade de São

Paulo (FMUSP).

Cultura Celular 3D (m3D):

inovação na formação de esferoides

Variedade da linha CELLSTAR ®

para o cultivo de células

Pipetas Sorológicas: máxima

precisão no manuseio de líquidos

0 60

Revista NewsLab | Dez/Jan 2020

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BOAS PRÁTICAS

Microscopia Virtual e Citologia digital:

Uma Realidade

A prática da citologia está e continuará sendo influenciada pelas metodologias digitais

CARBA 5

RÁPIDO E PRECISO

Prof. Dra. Lisiane Cervieri Mezzomo

A citologia é um tipo de análise laboratorial

que utiliza a microscopia óptica para avaliar o

material biológico fixado em lâmina de vidro

por meio da análise das características morfológicas

dos elementos celulares. Descrita por

George Papanicolaou na década de 40, a técnica

vem sofrendo poucas modificações desde suas

primeiras publicações. Entretanto, nos últimos

anos, com o desenvolvimento e aprimoramento

das tecnologias de microscopia virtual, o interesse

na transformação das preparações citológicas

clássicas em digitais (citologia digital ou

microscopia virtual) vem crescendo.

Esse processo representa uma mudança fundamental

na rotina dos profissionais e na forma da

análise laboratorial. Em vez de visualizar imagens

analógicas através das lentes de um microscópio

óptico, a citologia digital é basicamente definida

como a visualização de representações digitais

dessas mesmas imagens através de um monitor

digital. A metodologia pode ser variada: imagens

digitais estáticas (citologia estática ou fotografia

digital), a tecnologia WSI (Whole Slide Imaging),

que representa um escaneamento digital da

lâmina contendo o material biológico e ainda a

microscopia digital dinâmica em tempo real1,2.

Cada um desses métodos apresenta suas vantagens

e desvantagens.

O desenvolvimento de equipamentos de imagens

com resoluções de alta qualidade promove

uma variedade de aplicações da citologia digital,

pois, uma vez no formato digital, essas informações

podem ser manipuladas, agrupadas,

comparadas, transmitidas a outros profissionais

e/ou arquivadas, para pronta revisão em qualquer

lugar e a qualquer momento.

Por exemplo, os métodos digitais têm o potencial

de expandir a disponibilidade, a acessibilidade

e a qualidade do conteúdo para o ensino

e educação continuada. O uso dessa tecnologia

permite interações e entrega em qualquer lugar

a qualquer momento, com uma variedade

de métodos, para acomodar qualquer estilo de

aprendizado. Ainda, a consulta de segunda opinião

profissional (telecitologia), e controle de

qualidade, sem transportar a lâmina de vidro,

podem ser facilmente obtidos com microscopia

virtual. No caso da citologia ginecológica3, os

dispositivos já são capazes de identificar e classificar

células potencialmente anormais, com

a apresentação dessas áreas digitalmente aos

observadores para avaliações.

Estamos frente a uma revolução digital, e as

metodologias digitais, sem dúvida, já estão

influenciando a prática da citologia em geral.

Graças a funcionalidades adicionais, a análise

citológica com o uso do microscópio óptico provavelmente

passará por uma transformação nos

próximos anos.

1. Tonet C, Calil, LN, Mezzomo, LC. A telecitologia

na rotina de rastreamento do cancer de

colo uterino. RBAC 2019; 51(3): 178-184.

2. Wilbur DC: Digital Cytology: Current State of

the Art and Prospects for the Future. Acta Cytologica

2011;55:227-238.

3. Wilbur DC, Black-Schaffer WS, Luff RD,

Abraham KP, Kemper C, Molina JT, Tench WD: The

Becton Dickinson FocalPoint GS Imaging System:

clinical trials demonstrate significantly improved

sensitivity for the detection of important cervical

lesions. Am J Clin Pathol 2009;132:767–775.

Prof. Dra. Lisiane Cervieri Mezzomo

KPC 600pg /mL

OXA 300pg /mL

VIM 300pg /mL

IMP 200pg /mL

NDM 150pg /mL

Teste rápido para detecção de resistência

bacteriana.

NG-Test

CARBA 5

15

min

RESULTADO RÁPIDO

CORRELAÇÕES

Possui graduação em Farmácia com ênfase em Análises Clínicas e especialização Lato Sensu em

Citologia Clínica . Fez Mestrado em Patologia Geral e Experimental e Doutorado em Patologia - Biomarcadores

pelo Programa de Pós Graduação em Patologia da Universidade Federal de Ciências da Saúde

de Porto Alegre (UFCSPA), na área de marcadores moleculares e imunohistoquímicos para o câncer.

Atualmente atua como professor do curso de Especialização em Citopatologia Diagnóstica da Universidade

Feevale, e como Pesquisador Pós-Doutor em projetos da Universidade Federal do Rio Grande do

Sul (UFRGS). É assessor da Controllab na área de Citologia/Citopatologia e Medicina Laboratorial.

TREINAMENTO

0 62

Revista NewsLab | Dez/Jan 2020 Revista NewsLab | Dez/Jan 2020

0 63


BIOSSEGURANÇA

Biossegurança: Arma Importante na

Guerra Contra os Microrganismos!

Prof. Jorge Luiz Silva Araújo-Filho

Estamos em uma guerra constante contra os

microrganismos, e ultimamente eles têm vencido

várias batalhas. Provocando infecções em pacientes,

nos profissionais, em demais usuários dos

ambientes de atenção à saúde, além de também

acometerem pessoas em suas casas.

Estudos recentes apontam que milhões de pessoas

morrem todos os anos, em todo o mundo

devido às doenças relacionadas aos microrganismos.

Por isso, medidas preventivas são extremamente

necessárias para evitar o fortalecimento

deles, principalmente para evitar o processo de

resistência aos antimicrobianos. E essas ações

preventivas são de responsabilidade de toda a

população, inclusive sua!

Recentemente, foi publicado em um importante

jornal europeu, o “the guardian”, uma matéria

sobre esse tema, onde especialistas em saúde

afirmam que estão aflitos por um “cenário apocalíptico”,

e apresentam resultados perturbadores

de uma pesquisa científica que mostra a disseminação

da presença de um gene, conhecido

como mcr-1 (que confere resistência antibiótica

à colistina, um dos antibióticos mais potentes que

existe) em uma grande quantidade de bactérias

ao redor de todo o mundo num ritmo alarmante.

Segundo inúmeros estudos, atualmente, cerca

de 700.000 pessoas morrem por ano devido às

infecções por microrganismos resistentes aos

medicamentos. No entanto, esta situação global

está crescendo implacavelmente e poderá chegar

a 10 milhões de mortes por ano por ano até 2050.

Reforçando a importância dessa preocupação

global com os microrganismos agressivos, nas

últimas semanas vivemos surto por Candida auris,

um fungo letal, resistente aos antimicrobianos

disponíveis, um arena vírus que provoca alarme

na Bolívia, e Ebola que apresenta taxas alarmantes

de mortes no Congo.

Os microrganismos estão cada vez mais letais,

concorda? Por isso se faz necessário seguir

as normas de biossegurança. Você sabe o que

é biossegurança? Ela é um processo funcional

e operacional de fundamental importância em

ambientes de atenção à saúde, em ambientes

de preparação e manipulação de alimentos, e

em nossa casa também, não só por abordar medidas

de controle de infecções para proteção dos

trabalhadores e demais pessoas, mas por ter um

papel fundamental na promoção da consciência

sanitária, na preservação do meio ambiente, na

manipulação e descarte de resíduos e na redução

geral de riscos à saúde e acidentes ocupacionais.

Além do problema de resistência dos microrganismos

aos antibióticos, há alguns meses um grupo

de pesquisadores australianos publicaram um artigo

na revista “Science Translational Medicine”, que

relatam uma espécie de bactéria multirresistente,

que causa as Infecções Relacionadas à Assistência

à Saúde (IRAS), está se tornando cada vez mais tolerante

ao álcool usado na higienização das mãos,

prática até então considerada a forma mais barata

e eficiente de prevenir as infecções.

A conclusão dos cientistas foi realizada a partir de

amostras obtidas em dois hospitais australianos. A

análise do material aponta que a espécie Enterococcus

faecium está se adaptando ao álcool 70%, que

é o produto mais utilizado no combate às infecções.

Diante de todas essas situações envolvendo

os microrganismos (bactérias, vírus, fungos),

devemos ficar alertas, e praticar as normas de

biossegurança em todos os ambientes, inclusive

em nossas próprias casas, como já citei anteriormente.

Tenho produzido conteúdo relacionado à

esses cuidados no instagram, no meu perfil do @

dr.biossegurança, onde mostro como podemos

nos proteger dessa que considero a “revolução

dos microrganismos”!

Prof. Jorge Luiz Araújo Filho

Professor Jorge Luiz Silva Araújo-Filho (Instagram: @dr.biossegurança);

Biólogo, mestre em patologia, doutor em biotecnologia;

Professor do curso de medicina (FIP e UNINASSAU);

Coordenador de biossegurança da UNIFIP;

Coordenador do eixo básico do curso de medicina da UNIFIP; palestrante e consultor em biossegurança.

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Revista NewsLab | Dez/Jan 2020


MICROBIOLOGIA CLÍNICA

Qualidade Na Microbiologia:

Nossa Única Arma

Caio Salvino

Olá.

Estou debutando nesta revista como um de seus

colunistas, e é claro que o assunto não poderia ser

outro, a microbiologia, afinal, é essa a paixão que

aquece meu coração há pouco mais de 30 anos.

Trago aqui, ao invés de uma retrospectiva do

ano de 2019 para essa especialidade, que vive

um de seus mais importantes e críticos momentos

movida pela problemática da resistência bacteriana

aos antimicrobianos, uma reflexão.

As indústrias bélicas microscópicas

Há, na verdade, novidades de ambos os lados,

com precisos lançamentos bélicos microscópicos.

De um lado, a indústria farmacêutica lançando

novas drogas, eficazes inclusive contra

cepas multirresistentes, e do outro, a “indústria

bacteriana” lançando novos mecanismos de

resistência, facilmente adquiríveis através de

trocas de informações genéticas.

Fruto da imaginação em tempos remotos,

termos como comunicação bacteriana e, até

mesmo, inteligência bacteriana, se tornaram

comuns recentemente. Estudos recentes demonstram

uma capacidade espetacular de

bactérias trocarem informações genéticas entre

si, sem depender para isso, de detalhes como

gênero ou espécie. Elas simplesmente se aproximam

e efetuam trocas de fragmentos de DNA,

e as que recebem tais informações, as repassam

com a mesma efetividade.

A cada novo grupo de fármacos antibacterianos

lançado, mais e mais mecanismos de

resistência vão surgindo, tornando a situação

praticamente descontrolada, a ponto de ser

motivo de campanha mundial promovida pela

Organização Mundial da Saúde, em prol do controle

sobre o uso dos antimicrobianos, não somente

em medicina humana, mas também em

medicina veterinária e indústria agrupecuária e

de alimentos. O impacto disso, é o verdadeiro

caos em que nos encontramos.

QUALIDADE na microbiologia não é necessidade

atual, e sim histórica

Em meio a esta verdadeira guerra, estamos nós,

microbiologistas, tentando de todas as formas

transformar o invisível em visível, para então,

poder orientar de forma correta, e o mais precisa

possível, aos clínicos em relação à sensibilidade

e resistência in vitro destes microorganismos. A

única arma que temos para essa missão, é a qualidade,

do pré ao pós analítico, seja, da coleta da

amostra à reportagem dos laudos, e é inegável a

importância desta especialidade no âmbito hospitalar,

e mais recentemente, no ambulatorial.

Publicações de altíssimo padrão tem sido uma

constante em nosso meio, tais como os clássicos

Koneman (Diagnóstico Microbiológico | Texto e

Atlas - Guanabara Koogan - atualmente na 7ª

edição) e Murray (Manual of Clinical Microbiology

- ASM Press - atualmente na 12ª edição), que

agora é editado por Karen Caroll, alguns exemplos

que se somam aos mais recentes Clinical Microbiology

Procedures Handbook (atualmente na 4ª

edição - ASM Press), que mesmo sendo atualmente

editado por Amy Leber, ainda é chamado

por muitos de Isenberg, e os Cumitechs também

editados pela ASM Press, pertencente à Sociedade

Americana de Microbiologia (ASM).

Através destes clássicos - meu primeiro Koneman

foi adquirido em 1988 - e das várias

publicações nacionais, e aqui destaco os livros

“Procedimentos Básicos Em Microbiologia Clínica”

(Oplustil e colaboradores - Editora Sarvier)

atualmente na 4ª edição (2019), e “Bacteriologia

e Micologia - Para o Laboratório Clínico”

(Menezes e Silva e Neufeld - Revinter 2006),

buscamos os procedimentos corretos e a implementação

de técnicas de coleta adequadas

e procedimentos técnicos dentro dos padrões

recomendados pelas maiores autoridades do

mundo, por décadas, e ainda fazemos isso, vide

a longevidade destes livros.

Porém, para o antibiograma, o intervalo entre

uma e outra edição começou a não ser suficiente,

devido às propostas de atualizações anuais

do documento M100 do CLSI - todos os meses

de janeiro é publicada uma nova versão atualizada

- que popularizou no Brasil desde o final

dos anos 90, trazendo uma nova cara para esse

complexo exame laboratorial.

Mas, a busca pela qualidade no antibiograma

também não vem do período mais recente, mas

sim de décadas atrás.

Em 1975, o então NCCLS (National Committee

for Clinical Laboratory Standards) publicou o documento

ASM-1 - “Performance Standards for

Antimicrobial Disc Susceptibility Tests”, e em 1982

o documento M02-A2 - “Performance Standard

for Antimicrobic Disc Susceptibility Testing”, já

na versão M02-13, e mais tarde, em 1986, o primeiro

documento da série M100 – “Performance

Standards for Antimicrobial Susceptibility Testing”,

que está em sua versão 2019, mesmo após

o NCCLS ter mudado seu nome para CLSI (Clinical

and Laboratory Standards Institute).

Aproximadamente em 1997, alguns microbiologistas

- me incluo nesse grupo - começaram

um movimento de educação a colegas de todo o

país em torno da padronização do antibiograma

utilizando os documentos M02 e M100, sempre

em suas edições atualizadas. Este movimento, fez

com que os documentos se tornassem conhecidos

e passasse a ser a referência para a realização

dos testes, de maneira única.

Professores de todos os estados, universidades,

cursos de pós-graduação e colegas capacitadores

passaram a disseminar seu uso, e dessa

maneira, começamos o processo de implantação

da qualidade na microbiologia brasileira no

quesito antibiograma, e de forma ampla.

Em 2005, o CLSI disponibiliza os documentos

para tradução para o português, e a ANVISA os

disponibilizou gratuitamente em seu site, para

download. Atualmente, o documento M100 é

disponibilizado para livre acesso online, onde os

colegas que não tem a versão em arquivo, tem

acessado para obter suas informações e atualiza-

0 66

Revista NewsLab | Dez/Jan 2020


MICROBIOLOGIA CLÍNICA

ções. É muito claro que os microbiologistas e profissionais

que fazem microbiologia no Brasil tem

intimidade com o modelo e documentos desta

instituição. São vinte anos de trabalho na educação

continuada visando a padronização do antibiograma

no país. Seguimos, tradicionalmente,

o modelo que o continente segue, sem exceção.

Em abril de 2010, o European Committee on

Antimicrobial Susceptibility Testing (EUCAST)

lança seu primeiro documento - versão 1.0 -

de padronização do antibiograma, e em 2015

é traduzido para o português pelo Brazilian

Committee on Antimicrobial Susceptibility Testing,

e que recentemente ganhou espaço pela

publicação da Portaria número 64 do Ministério

da Saúde. Este mesmo comitê tem planejado

implementar normas européias no país desde

sua fundação no ano de 2011.

Mas afinal, após esses mais de vinte

anos, obtivemos sucesso?

É claro que sim. Hoje, graças a estes documentos

e, principalmente, à cultura que foi semeada há 20

anos, estamos colhendo os frutos, juntamente com

os países componentes da OPAS - Organização

Pan-Americana de Saúde - que também seguem

estas mesmas diretrizes, CLSI, cujo documento fora

oferecido para tradução em português ao Ministério

da Saúde em 2017, para distribuição gratuita,

sem obter resposta do mesmo órgão, mesmo com

mais de 90% dos laboratórios participantes de programas

de qualidade declarando a utilização.

Temos que evoluir?

Sim, e a evolução passa por comportamento.

Estudar, buscar as atualizações dos documentos

- dados dos programas de controle de qualidade

mostram que muitos estão com os mesmos

em versões antigas, buscar participar de discussões

da especialidade, encontros organizados

por empresas regionais, cursos à distância e

publicações científicas de alta confiabilidade.

Atualmente, os congressos científicos apenas

contemplam a norma européia.

Estamos no caminho?

Sim, mesmo que haja no momento, tentativas

de discussões envolvendo os modelos disponíveis

para padronização - americano (CLSI) e europeu

(EUCAST), estamos no caminho certo. Começamos

em 1987 a usar documentos do então NC-

CLS, e hoje, buscamos consolidar modelos. Discórdias

fazem parte da democracia, assim como o

consenso, e estou certo de que haverá um, sendo

que, para tal, o debate - que teve início em dezembro

deste ano, em Brasília - é amplamente

necessário. Lembro que de nada adianta definir

modelos, se não houver um controle efetivo na

qualidade dos laboratórios brasileiros.

Qual o futuro do Brasil em relação ao

antibiograma e resistência bacteriana?

No mundo moderno, o futuro já é presente.

Há discussões profundas envolvendo os ministérios

da agricultura e saúde, em busca de

um controle sobre o uso de antimicrobianos,

e isso é fundamental! Além disso, programas

de controle efetivo estão sendo aplicados nos

hospitais brasileiros, os chamados “Antimicrobial

Stewardship”, que educam os prescritores a

prescreverem, baseados em evidências.

A verdade é que não temos dados suficientes

para tomarmos decisões profundas em relação

à antibioticoterapia, por isso temos que continuar

utilizando guidelines importados, construídos

sobre dados importados, e isso serve para

tratamento e diagnóstico. Nós e nossos vizinhos

e irmãos do continente americano como um

todo, devemos unificar nossos modelos para

evitar confusões na coleta e análise dos dados, e

futuramente, um modelo de padronização único

e internacional deve passar a nos guiar.

Quanto ao laboratório de Microbiologia

Clínica

A evolução também se dá no laboratório clínico,

que dispõe agora, de testes rápidos, tanto

em imunocromatografia quanto moleculares, o

que tem causado enorme impacto no controle

do uso de antimicrobianos, gerando redução

de custos aos hospitais e também na seleção

de cepas resistentes. Dados concretos, obtidos

através de programas internacionais, devem ser

realidade ainda mais presente em 2020 no país,

e é o que esperamos que aconteça.

Em 2020...

Mais cultura da qualidade na microbiologia é

nossa meta enquanto profissionais, empresários

educadores que somos, buscando levar conhecimento

e informações aos 4 cantos do Brasil,

seja em aulas nos cursos presenciais e de pós

graduação, seja em eventos regionais e nacionais,

ou ainda, através do nosso querido Papo

de Jaleco, o talk-show das análises clínicas.

O ano promete.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

1. Clinical Microbiology Procedures Handbook, Isenberg H, 3rd Ed.,

American Society for Microbiology, Washington, DC. 2. Clinical Microbiology

Procedures Handbook, Leber A, 4th Ed., American Society

for Microbiology, Washington, DC. 3. Manual of Clinical Microbiology,

7th ed. Murray P, Ed. American Society for Microbiology, Washington,

DC. 4. Manual of Clinical Microbiology, 12nd ed. Caroll K, Ed. American

Society for Microbiology, Washington, DC. 5. Koneman’s color

atlas and textbook of diagnostic microbiology, 7th ed.. KONEMAN,

E.W., Ed Lippincott Williams and Wilkins, Philadelphia, USA 2016. 6.

BACTERIOLOGIA E MICOLOGIA: PARA O LABORATÓRIO CLÍNICO, 1a Ed,

Menezes e Silva, CH. e Neufeld, PM., Ed. Revinter 2006. 7. PROCEDI-

MENTOS BÁSICOS - EM MICROBIOLOGIA CLÍNICA, 4ª Ed., Oplustil C

e cols, Ed Sarvier, 2019. 8. ASM Cumitechs, ver https://www.asm.

org/Guideline/Cumitechs. 9. CLSI acesso FREE ao documento M100

versão 2019, ver em http://em100.edaptivedocs.net/dashboard.

aspx. 10. EUCAST/BrCast, ver em http://brcast.org.br/documentos

Caio Salvino

Caio Salvino é farmacêutico-bioquímico, microbiologista clínico, professor e consultor.

Apaixonado pela profissão que escolheu, dirige o Laboratório Saldanha, em Lages e a ImersãoLab

Capacitação e Treinamentos em Análises Clínicas, em Floripa, ambas na Santa e bela

Catarina. É idealizador e apresentador do talk-show Papo de Jaleco no YouTube.

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Revista NewsLab | Dez/Jan 2020


INFORME DE MERCADO

INFORMES DE MERCADO

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dos produtos e lançamentos do setor.

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pequenos e médios Laboratórios

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dos Vírus da Dengue, Zika e Chikungunya

III CONGIPLAB

I ENCONTRO DE PROPRIETÁRIOS E GESTORES DE LABORATÓRIOS

VIII ENCONTRO GRUPO INTERIOR PAULISTA DE LABORATÓRIOS

IV FEIRA DE EXPOSIÇÃO EM ANÁLISES CLÍNICAS

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pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade

em Saúde.

Visando atender a um amplo e

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qualidade a linha se

divide em:

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Dengue Ag

Dengue igG/IgM

Chikungunya IgM

Duo Dengue Ag – igG/IgM

BIOLOGIA MOLECULAR

Dengue RT- PCR

Sorotipagem Dengue RT- PCR

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Zika, Dengue e CHIK RT- PCR

ELISA

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0 70

Revista NewsLab | Dez/Jan 2020 Revista NewsLab | Dez/Jan 2020

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INFORME DE MERCADO

Detecção do H. pylori

e suas mutações em um único kit

O kit detecta as mutações mais comuns do gene

gyrA, que são resistentes às fluoroquinolonas,

e detecta as mutações do gene rRNA 23S, que

oferecem resistência à claritromicina, incluindo

a diferenciação de seus quatro tipos selvagens,

tornando possível detectar simultaneamente diferentes

infecções ou cepas heterogêneas.

Cobas® Pro Integrated Solution,

Simplicidade com Excelência

analíticas rápidas, roteamento de amostra

inteligente e tempo de processamento de ensaios

curto e previsível. Permita que seus médicos ajam

com mais rapidez, com os melhores testes de rotina

STAT em 9 minutos e de rotina de imunoquímica

em 18 minutos.

A bactéria Helicobacter pylori é uma das causas

mais comuns da doença gastroduodenal e é responsável

por uma grande porcentagem de úlceras

gástricas, gastrite e refluxo gástrico. A infecção

crônica com H. pylori também é um fator de risco

para o desenvolvimento do câncer gástrico e do

linfoma MALT (Tecido Linfoide associado a mucosa),

doença maligna que pode se manifestar em

cerca de um para cada 10 mil infectados.

Quando este tipo de linfoma ainda se encontra

localizado no estômago, pode ser erradicado

com uma combinação de antibióticos.

A Mobius Life Science tem em seu portfólio

o kit GenoType HelicoDR, que faz a detecção

molecular do H. pylori e suas resistências aos

principais fármacos utilizados no tratamento:

claritromicina e fluoroquinolona.

Princípio do teste

O GenoType HelicoDR é baseado na tecnologia

de PCR e DNA-STRIP. O DNA é extraído a

partir de amostras de biópsia ou cultura primária,

amplificado por PCR e detectado em uma

membrana strip utilizando hibridização reversa

e uma reação de coloração enzimática. Resultados

válidos são documentados por controles

internos, conjugados e controle de amplificação.

Saiba mais:

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(41) 2108-5296

A Roche tem a satisfação de apresentar o mais

novo membro da família da Área de Soro: o

cobas c 503 analytical unit. O novo e inteligente

conceito de manutenção auto-operacional executa

automaticamente as tarefas de manutenção em

segundo plano e reduz a carga manual diária para

zero na unidade analítica cobas c 503 e para apenas

cinco minutos quando considerada a unidade

analítica cobas e 801. O cobas® pro integrated

solutions foi desenhado com foco na melhoria e

otimização da operacionalização, reduzindo ao

máximo as tarefas de manutenção, potencializando

sua produção em até 1.000 testes/hora e com o

conceito sustentável do cobas c pack green.

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projetado com perfeição. Fornecendo diferenciais

para estabelecer novos padrões em confiabilidade,

manutenção e eficiência. Além do mais, com o

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poderão aumentar sua capacidade com unidades

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manual do produto.

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Brasil estão devidamente registrados, para obter a relação

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VCMS: mais eficiência, produtividade

e melhor qualidade dos testes

A Biocon inicia 2020 com o lançamento de novos kits

alta demanda e com grandes lotes de processamento,

além de melhorar a qualidade dos testes.

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sul-coreana, localizada em Belo Horizonte,

disponibiliza em sua plataforma All in One

um eficiente sistema de manejo de tampas de

frascos LBC – o VCMS.

O equipamento automatizado evita o contato

manual, reduz o risco de contaminação e traz

inúmeras vantagens, como rapidez, praticidade,

eficiência e resultados mais precisos.

O sistema pré-analítico permite um melhor

fluxo de trabalho, aumentando a eficiência com

a automatização da abertura, aliquotagem e o

re-tampamento de frascos, o que contribui para o

aumento da produtividade nos laboratórios com

O VCMS também possibilita um fluxo de

trabalho integrado com o sistema de TI do laboratório,

permitindo o rastreamento total das

amostras e entregando um relatório personalizado

de fácil leitura.

A plataforma All in One é modulável e montada

de acordo com o porte do laboratório. Os produtos

e equipamentos da Seegene contribuem

ainda para a otimização dos espaços ocupados,

reduzindo consideravelmente a quantidade de

funcionários necessária para o fluxo de trabalho.

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0 72

Revista NewsLab | Dez/Jan 2020


INFORME DE MERCADO

Manutenção da integridade microbiana

na água pura

Apesar da água muito pura ser um ambiente

extremamente difícil, com um conteúdo mínimo

de nutrientes - após a remoção das impurezas

químicas orgânicas e inorgânicas da água -,

ainda pode ocorrer crescimento bacteriano. Os

vestígios residuais de impurezas ou detritos de

bactérias mortas podem funcionar como fonte

de alimento e biofilmes. As bactérias em si não

são o único problema: elas também produzem

endotoxinas e nucleases.

Várias tecnologias de purificação removem

ou degradam as bactérias e os respectivos produtos

secundários. A resina de troca aniônica

inativa as bactérias e, assim como a retenção de

uma membrana osmose reversa, ambas podem

reduzir o total viável em mais de 95. As moléculas

com carga, tais como endotoxinas, são efetivamente

atraídas por ânions e resinas de leito

misto durante a maior parte do tempo de vida

útil da resina. Os microfiltros e ultramicrofiltros,

com cortes de 0,2 e 0,05 μm respectivamente,

são excelentes para remover microrganismos,

mas menos eficazes para remover endotoxinas.

A exposição à luz ultravioleta é também muito eficaz

na destruição de microrganismos. Já a combinação

da fotoxidação com 185 nm de luz UV, seguida de

um ultrafiltro, remove bem as bactérias, bem como

endotoxinas e enzimas, como nucleases.

Para mais informações:

(11) 3888-8800

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A J.R.EHLKE aposta em Nova linha de análise celular

hematológica - Mindray - CAL 6000

O CAL 6000 faz parte de uma nova geração em

análise celular de hematologia, para bancada. A

combinação de duas unidades de analisadores

hematológicos BC-6000 ou BC-6200 (amostras

de sangue total ou fluidos biológicos) e uma

unidade de SC-120 (automação em distensão

e corador de lâminas) perfaz a velocidade

de 220 hemogramas/hora e 120 lâminas/

hora. O CAL 6000 é um equipamento com

três plataformas de carregamento e três

plataformas de descarregamento contínuos

com alta capacidade de amostras. As esteiras de

carregamento dos analisadores hematológicos

são bidirecionais, sendo uma patente Mindray.

O primeiro analisador de hematologia permite

a distribuição rápida de amostras, melhorando

a eficiência e produtividade. Caso os resultados

da amostra acionem os critérios, o carregador

automático de cada analisador retornará os

racks de amostra para verificação automática ou

repetição de reflexo. Amostras de emergência

são permitidas com resultados em tempo

reduzido. Utilizando adaptador com patente

própria, vários tipos de tubos são permitidos.

Simplesmente seguindo 3 etapas de “load

and go”, os usuários do SC-120 podem obter

lâminas finalizadas que estão prontas para

a revisão microscópica. As racks de tubos

podem ser personalizadas em cores diferentes

determinando os modos de teste específicos.

As amostras STAT podem ser carregadas

em modo aberto para diminuir o tempo de

execução do teste ou em racks com prioridade.

Ao mudar o status on-line para o off-line, os

usuários podem desconectar cada analisador

de hematologia da estação de trabalho e operar

como uma unidade apenas.

J.R.EHLKE

Av. João Gualberto, 1.661 Juvevê -

Curitiba-PR Cep: 8003-001

Tel : +55 41 3352-2144

www.jrehlke.com.br

jrehlke@jrehlke.com.br

0 74

Revista NewsLab | Dez/Jan 2020


INFORME DE MERCADO

Destaques da Pré-Analítica

Novidades da linha Pré-Analítica da Greiner Bio-One para 2020

your power for health

Com um portfólio de produtos que unem o

permite selecionar uma predefinição ou progra-

305 psi (requisito mínimo: 300 psi); assim, o profis-

melhor da tecnologia com a expertise de anos

mar e registrar os ciclos validados com apenas

sional pode optar pelo que melhor atende à neces-

de experiência no mercado, a Greiner Bio-One

oferece soluções completas para o segmento pré-

-analítico. Conheça os últimos lançamentos que

dois botões. Os três ciclos padrão predefinidos são

baseadas nas diretrizes do CLSI e nas instruções

de uso dos fabricantes de tubos, para bioquímica,

sidade do paciente para evitar punções adicionais.

Além disso, o CLiP® Winged é equipado com um

suporte de asa removível que permite segurar o

Saiba mais sobre

o Greiner Bio-One

AV400

integram as novidades da empresa para o setor:

coagulação e urina. Os modelos também estão

cateter e ter total controle durante procedimento. O

disponíveis nas versões FLEX, com visor digital

CLiP® Ported Safety possui uma entrada extra, que

BC•Robo® 7

para verificar os detalhes do processo, além de

facilita o acesso rápido a corrente sanguínea, caso

Etiquetador automático responsável pela se-

oferecer programação prévia de até 10 ciclos.

haja necessidade de administrar medicamentos.

C

leção e rotulagem de tubos de coleta de sangue

M

para a preparação do kit de cada paciente através

Cateter Periférico CLiP® Neo Safety

Cateter Arterial SWiTCH Safety

Y

da comunicação com o LIS/HIS. O equipamento

apresenta as mesmas funções dos sistemas de

Um cateter intravenoso de segurança especialmente

desenvolvido para acessos difíceis e

Possui dispositivo de segurança automático e

interruptor de fluxo sanguíneo, o que minimiza o

CM

MY

CY

grande porte, com a vantagem de ser compacto,

delicados como pacientes neonatais, pediátri-

risco de exposição ou a perda indesejada de san-

CMY

ideal para pequenos ou médios estabelecimentos

cos, oncológicos e geriátricos. O design facilita o

gue durante ou pós-punção. O cateter, integrado

K

de saúde, como laboratórios, hospitais, enferma-

momento da punção, pois o sangue é visualiza-

ao design da agulha, permite uma inserção rápi-

rias, bancos de sangue, centros de transfusão de

do entre o cateter e a agulha, em frente às asas,

da e de forma simples, através da técnica direta

sangue e centros de quimioterapia.

Centrífugas Greiner Bio-One

Para o processamento de amostras, os mode-

assim que a agulha encontra o acesso. Disponível

nos calibres 24G e 26G, são feitos de FEP, material

praticamente livre de fricção para permitir uma

inserção suave e confortável.

ou transfixada – característica importante, uma

vez que os cateteres arteriais são frequentemente

utilizados em situações críticas.

Destaques do portfólio

Greiner Bio-One

los H6, H12 e H24, têm capacidade para 6, 12 e

24 tubos, respectivamente. O equipamento traz

Cateteres Periféricos CLiP® Winged Sa-

versatilidade e reduz possíveis erros com a op-

fety e CLiP® Ported Safety

ção de bloquear um único ciclo, a luz na tampa

Cateteres intravenosos com dispositivos de se-

do equipamento indica o status do ciclo (pronto,

em execução ou concluído). A interface simples

gurança, disponíveis em diversos calibres (14G ao

24G). São testados para alta pressão – acima dos

Para mais detalhes sobre estes e outros

produtos, acesse: www.gbo.com.br, ou

entre em contato: info@br.gbo.com

BC•Robo ® 7 Centrífugas Greiner Bio-One Cateteres CLiP ® e SWiTCH

A Greiner Bio-One une o melhor da tecnologia com a expertise de anos de experiência no setor pré-analítico e

apresenta ao mercado soluções completas, que fortalecem a área da saúde e valorizam o bem-estar dos pacientes.

0 76

Revista NewsLab | Dez/Jan 2020

Greiner Bio-One Brasil | Avenida Affonso Pansan, 1967 | CEP 13473-620 | Americana | SP

Tel: +55 (19) 3468-9600 | Fax: +55 (19) 3468-3601 | E-mail: info@br.gbo.com

www.gbo.com/preanalytics


INFORME DE MERCADO

LABORCLIN em parceria com a NG BIOTECH,

disponibiliza no mercado o NG TEST CARBA-5, para a

detecção das principais enzimas de resistência circulantes.

O crescente número de isolados bacterianos com

resistência elevada, principalmente aos carbapenêmicos,

têm se tornado motivo de grande preocupação

de órgãos reguladores da saúde, tais como a

Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Agência

Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Segundo relatório publicado por Jim O’Neil

(2016), sem a tomada de ações, estima-se

que até 2050 a resistência bacteriana causará,

anualmente, a perda de 10 milhões de vidas em

todo o mundo, além de um prejuízo econômico

de 100 trilhões de dólares.

Antecipando-se, para garantir que o número

relacionado às mortes causadas por microrganismos

multirresistentes não seja superior

aos casos de mortes causadas pelo câncer, a

LABORCLIN em parceria com a NG BIOTECH,

disponibiliza no mercado o NG TEST CARBA-5.

O NG TEST CARBA-5 é um teste rápido, imunocromatográfico,

cujo resultado demora 15

minutos a partir de colônias isoladas ou da

positividade da hemocultura, utilizado para a

detecção das principais enzimas de resistência

NEWPROV Apresenta Caldo GBS – ANC

(Todd-Hewitt com Ácido Nalidíxico e Colistina)

A excelente recuperação de cepas de Streptococcus

agalactiae e a melhor inibição de

contaminantes, são resultados da perfeita

combinação entre agentes de enriquecimento e

antimicrobianos específicos.

A combinação entre o Ácido Nalidíxico e a

Colistina, que substituem a Gentamicina, garantem

um ótimo desempenho na inibição de

contaminantes, com o menor impacto na recuperação

da cepa alvo.

circulantes: KPC, OXA, VIM, IMP e NDM.

Sua detecção rápida e precisa, comparável

à metodologia de PCR, contribui para mitigar

a disseminação de microrganismos multirresistentes,

favorecendo o combate à resistência

bacteriana e proporcionando uma redução

de custos devido à rápida liberação de leitos,

quando comparado a métodos manuais, que

demandam de mão de obra e tempo até a obtenção

do resultado.

TESTE E COMPROVE A DIFERENÇA.

Produtos complementares:

PA69 Caldo GBS cx com 10 tubos

PA31 Agar Sangue de Carneiro (Base TSA)

pcte com 10 placas 90x15mm

PA311 Tiras de hemolisina frasco com 10 tiras

Leitor Fluorescente – WF500

Testes Rápidos Quantitativos

A WAMA Diagnóstica, empresa com mais

de 25 anos de experiência no mercado diagnóstico,

apresenta um novo conceito em rotinas de

diagnósticos laboratoriais, através do leitor de

testes rápidos quantitativos WF500.

O WF500 proporciona resultados rápidos e

quantitativos, utilizando testes de alta sensibilidade

e especificidade.

Tal qualidade de resultados só é alcançada

devido ao sistema de autocalibração somado

às informações de curvas e equações específicas

para cada parâmetro e para cada lote presentes

no cartão SD que acompanha o kit. Com isso,

obtêm-se maior precisão e exatidão em cada

exame realizado.

O equipamento possui um sistema de validação

do teste, baseado no cartão SD, impossibilitando

troca de informações e liberação de

resultados equivocados.

Acompanhado de testes com tempo de reação

que variam de 3 a 15 minutos, o WF500 se destaca

no mercado através por possuir:

• Memória para armazenar 10.000 dados;

• Cassetes específicos para cada parâmetro e

vinculados ao cartão SD correspondente;

• Armazenamento de curvas para cada lote;

• Sistema Android com tela colorida e touch screen;

• Impressora interna;

• Conexões: 2 USBs, rede e leitor de códigos de barras;

Além disso, é um equipamento extremamente

versátil, sendo adaptável a rotinas de laboratórios

de diferentes portes através dos dois modos de

leitura: Modo Interno, que permite realizar um

teste por vez com controle interno de tempo de

reação e Modo Externo, que permite utilizar o

equipamento em grandes rotinas, através de uma

leitura muito rápida e de fácil operação.

O leitor WF500 comporta leitor de códigos

de barra e conexão a um sistema de impressão

através de 2 entradas USB, 1 entrada de Rede e

1 entrada Serial.

O Leitor WF500 é um novo conceito no mercado

diagnóstico, unindo testes de rápido resultado

com excelente desempenho.

PARÂMETROS IMUNO-RÁPIDO QUANTI:

- Dímero D

- Hemoglobina Glicada

- Microalbuminúria

- PCR Ultrassensível

- Procalcitonina

- Troponina I

- Apresentações: 10, 20, 25, 30, 40, 50 e 80 testes.

- Registros no Ministério da Saúde – MS.

- Assessoria técnica e científica para todo Brasil.

BREVE:

- β-hCG

- NT-proBNP

- CK-MB

- T3

- T4

- TSH

- tPSA

- Vitamina D

Relacionamento WAMA Diagnóstica:

Tel: +55 16 3377.9977

SAC: 0800 772 9977

wamadiagnostica.com.br

atendimento@wamadiagnostica.com.br

facebook.com/wamadiagnostica

linkedin.com/wamadiagnostica

instagram.com/wamadiagnostica

Tubo 1: Negativo

Tubo 2: Positivo - Ác. Nalidíxico e Gentamicina

Tubo 3: Positivo - Ác. Nalidíxico e Colistina

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Revista NewsLab | Dez/Jan 2020 Revista NewsLab | Dez/Jan 2020

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INFORME DE MERCADO

GynoPrep Processor GP-100,

o mais rápido do mercado

O GynoPrep é um kit de citologia em meio líquido

que possibilita o processamento em cito

centrífuga a um custo extremamente atrativo

para os laboratórios.

Produto alemão, com importação exclusiva

pela Stra Medical, o GynoPrep lançou em maio

deste ano o Processor GP-100, uma automação

que trouxe mais agilidade e custo

benefício, pois reduz drasticamente o número

de amostras insatisfatórias e de novas coletas.

O equipamento conta com o exclusivo filtro

duplo de membrana, que tem capacidade

de processamento de duas lâminas por vez e

até 100 lâminas por hora.

O GP-100 traz a automação ao GynoPrep e vem

para ser referência em velocidade de processamento

de amostras de citologia em meio líquido.

A Stra Medical é única no mercado que além

da compra do equipamento processador, fornece

também a possibilidade de aluguel e comodato.

Além disso, você pode realizar testes

com os nossos equipamentos, antes de fechar o

negócio. Solicite uma validação sem custos em

seu laboratório!

Stra Medical

Renata Guollo

Tel: 47 3183-8200

Cel: 47 9 9730-0345

vendas4@stramedical.com.br

https://www.gynoprep.com.br

Imuno-Rápido WAMA

HIV

FirstLab apresenta novos produtos

para coleta de sangue capilar

As amostras de sangue obtidas por punção

transcutânea são muito importantes na pediatria,

pois se pode obter amostras adequadas com pequeno

volume. Esse procedimento evita a coleta

de sangue por punção venosa, uma vez que em

crianças é um procedimento difícil e pode apresentar

risco potencial, em prematuros, por exemplo,

pode resultar em anemia.

Para não afetar a qualidade da amostra e reduzir

os fatores de interferência é fundamental o uso de

produtos de qualidade para garantir a integridade

dos resultados. Com esse propósito a FirstLab

apresenta ao mercado seus novos produtos da

linha pré-analítica: microtubos para coleta

de sangue e lancetas de segurança.

Os microtubos para coleta são ideais

quando há a necessidade de amostras de pouco

volume em paciente com cuidados especiais

onde a coleta convencional não é possível, como

neonatos, idosos, obesos e pacientes em UTI. São

fabricados em polipropileno e as tampas em polietileno

(PE) com código de cores. Volume de 0,5

ml e registro na ANVISA.

As lancetas auxiliam na punção para a coleta

do sangue capilar. Apresentam mecanismo de segurança

que impede sua reutilização. Diminuição

da dor, agulha retrai em 0,3 segundos. Calibres

disponíveis 21G, 23G e 28G com profundidade

da agulha de 1,8 mm.

Todos os clientes FirstLab podem contar com a

equipe da Assessoria Científica e do Departamento

Técnico para esclarecimentos e auxílio na busca

da melhor solução para a rotina do seu laboratório

ficar ainda mais fácil e rápida.

Saiba mais sobre os produtos FirstLab :

www.firstlab.ind.br

atendimento@firstlab.ind.br

0800 710 0888

O kit Imuno-Rápido HIV da WAMA Diagnóstica é um teste

imunocromatográco altamente sensível e especíco para detecção

qualitativa de anticorpos anti-HIV 1 e 2 no sangue total, soro ou plasma

humano. O teste rápido WAMA utiliza uma combinação de proteínas

recombinantes imobilizadas na membrana com a nalidade de

identicar de forma precisa indivíduos com infecção pelo vírus HIV.

A WAMA Diagnóstica oferece a seus clientes um kit certicado

pelo rígido controle de qualidade ao qual o produto é submetido.

Linha:

Rev.: 07/2019

Doenças Infecciosas:

Alerta - Autoteste HIV 1e 2

Anti-HBs

HBsAg

HBsAg Plus

HCV (Hepatite C)

HIV 1e 2

Rotavírus

Sílis (Total)

Marcador Cardíaco:

Troponina I

Tel: + 55 16 3377.9977

SAC: 0800 772 9977

Doenças Tropicais:

Chikungunya IgG/IgM

Dengue IgG/IgM

Dengue Ns1

Malária - Pf/Pv

Malária - Pf/Pan

ZIKA IgG/IgM

wamadiagnostica.com.br

atendimento@wamadiagnostica.com.br

facebook.com/wamadiagnostica

linkedin.com/wamadiagnostica

instagram.com/wamadiagnostica

Hormônios:

hCG (Placa-teste)

hCG (Tira-teste)

Precisão - Autoteste hCG

Apresentação:

Marcadores Tumorais:

PSA (sensib. 2,5mg/ml)

Sangue Oculto Fecal

Breve:

HIV 1 & 2 - Triline

Multidrogas 7 Parâmetros

Multidrogas 10 Parâmetros

Precisão - Autoteste FSH

Precisão - Autoteste LH

Toxoplasmose IgG/IgM

Reagente

Não Reagente

HIV ........................................... 10, 20 e 40 testes

Registro no Ministério da Saúde (nº 10310030085)

Assessoria técnica e cientíca para todo o Brasil

Constante Evolução

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Revista NewsLab | Dez/Jan 2020

Rua Aldo Germano Klein, 100 - CEAT, São Carlos/SP – Brasil


INFORME DE MERCADO

Binding Site anuncia novo programa de Educação Continuada

para 2020 e destaca o sucesso da plataforma Optilite®

Através de parceria com a Associação Brasileira

de Hematologia e Hemoterapia (ABHH),

mais uma vez a Binding Site realizará o HEMO

EDUCA- Educação Continuada a Distância.

O programa tem como objetivo fazer com que a

informação chegue aos médicos de forma rápida

e precisa. Como o programa é online, os participantes

podem adaptar-se facilmente ao melhor

horário e data para participar do curso. No início

de 2020, o tema abordado será: “Interpretação

do exame Freelite® e sua utilização

na prática clínica”, dando continuidade ao

primeiro curso realizado, cujo tema foi: “Papel

das Cadeias Leves Livres no Diagnóstico e Monitoramento

do Mieloma Múltiplo e Amiloidose”.

Mais uma vez o curso será realizado com a coordenação

da Hematologista Profa. Dra. Vânia T.

de Moraes Hungria com auxílio dos médicos

hematologistas da área do Grupo Brasileiro

de Mieloma Múltiplo (GBRAM). Mais informações

sobre os módulos, médicos participantes,

inscrições e outros detalhes, estão disponíveis no

www.hemoeduca.com.br.

A empresa comercializa um menu produtos

para a área de proteínas plasmáticas, sendo

mundialmente reconhecida pelo desenvolvimento,

produção e comercialização de kits

para dosagens de biomarcadores utilizados da

área de Onco-Hematologia, como o Freelite®

(dosagem de Cadeias Leves e Livres (CLLs)

Kappa (κ) e Lambda (λ) em soro) e o Hevylite®

(dosagem dos isotipos entre as cadeias leves e

pesadas das imunoglobulinas- IgG, IgM e IgA).

No Brasil, o menu de produtos ofertado é bastante

amplo. Além do Freelite® e Hevylite® como

já comentado, destacam-se outros testes para:

Imunodeficiência: IgA, IgM, IgG, IgD e IgE, Suclasses

de IgG e IgA, Sistema do Complemento

(CH50, C1 inativador, C1q, C2, C3c e C4).

› Sistema nervoso central: Albumina, Freelite e

Imunoglobulinas no líquor.

› Nefrologia: Cistatina, Microalbumina e Beta-

-2-Microglobulina.

› Proteínas Específicas: PCR, ASO, Fator Reumatóide,

Ferritina, Transferrina, Pré-Albumina,

Ceruloplasmina, Haptoglobina, Alfa-1-Antitripisina,

Alfa-2-Glicoproteína Ácida, Lipoproteína(a),

entre outros.

Atualmente, o Optilite® já está na rotina de

grandes laboratórios como no grupo Diagnósticos

da América (DASA), Grupo Fleury Medicina

e Saúde, Diagnósticos do Brasil (DB), Hospital

Israelita Albert Einstein, Divisão de Laboratório

Central- Hospital das Clínicas de São Paulo, Hospital

Clementino Fraga Filho- UFRJ e em etapa

final de validação em diversos outros hospitais

e laboratórios de renome. “Já são 10 Optilites

na rotina até o momento e outras unidades em

validação. Nossos parceiros tem se preocupado

em utilizar o que há de mais moderno e seguro

para o resultado clínico dos pacientes”, comenta

Fúlvio Facco, diretor geral da empresa.

Os especialistas da empresa reiteram que quanto

ao Freelite®, é importante relembrar que a incorporação

do exame no ROL de procedimentos e

eventos em saúde da Agência Nacional de Saúde

(ANS), está em vigor desde janeiro de 2018. Desde

então, todos os planos de saúde são obrigados

a cobrir os custos desse exame.

O código utilizado para os pedidos do exame

é: 4.03.24.26-5 - Quantificação de cadeias

kappa/lambda leves livres, dosagem, sangue.

Para maiores informações, consultem os canais

de atendimento a seguir:

www.bindingsite.com.br

www.freelite.com.br

info@bindingsite.com.br

0 82

Revista NewsLab | Dez/Jan 2020


INFORME DE MERCADO

DB FECHA O ANO BATENDO RECORDES

E COM EXPECTATIVA DE MAIS CRESCIMENTO PARA 2020

Números é o que mais impressiona quando se

trata do Diagnósticos do Brasil, são cerca de 365

mil exames processados diariamente, mais de 5

mil laboratórios atendidos em todo país e cerca

de 1600 colaboradores que trabalham fazendo

o sucesso do DB em menos de 10 anos de atuação.

Assim como a realização de Seminários Regionais,

em todo país, que só neste foram mais

de 700 participantes impactados.

Para 2020 os planos são de mais expansão,

manter o crescimento sem perder a qualidade

do trabalho e a excelência no atendimento.

Manter os treinamentos contínuos com clientes

fortalecendo ainda mais a relação de parceria.

O Diagnósticos do Brasil mal tinha comemorado

a marca histórica de 7 milhões de exames

processados e já tinha motivos para comemorar

ainda mais. Em outubro, o laboratório que é

líder no mercado de apoio laboratorial, chegou

aos 8 milhões de exames no mês.

A conquista veio depois da inauguração da

nova sede matriz, unidade com cerca de 7.400

m², na região metropolitana de Curitiba e próxima

do Aeroporto Internacional Afonso Pena. O

DB ainda conta com sede em Recife e em Sorocaba,

focados em análises clínicas, além do DB

Molecular, especializada em exames genéticos;

DB Patologia, com foco em análises anatomopatológicas

e citopatológicas e o DB Toxicológico,

que realiza os exames toxicológicos de larga

janela de detecção e de toxicologia ocupacional.

Hoje a capacidade total do Diagnósticos do Brasil

é de 15 milhões de exames por mês.

FOCO 100% EM APOIO

Único laboratório 100% de apoio do país. O

Diagnóstico do Brasil é o único que oferece aos

seus clientes exclusividade em apoio laboratorial.

Com uma logística capaz de atender a todo

o país oferecendo o melhor prazo e qualidade

nos exames. Inaugurada inicialmente em 2011,

a empresa, com apenas 8 anos já alcançou

marcas histórias, os principais certificados e o

crescimento exponencial, chegando aos números

de laboratórios que já estão há décadas no

mercado.

Além da expansão física, o DB cresce na qualificação

de seus funcionários, com treinamentos

de capacitação e atualização buscando sempre a

excelência em todas as áreas. O DB ainda investe

continuamente em tecnologia de ponta, todas

as unidades de análises contêm infraestrutura

com o que há de mais moderno no mercado.

Diagnósticos do Brasil

Rua Manoel Ribas, 245. São José dos

Pinhais . PR . 83010-030

www.diagnosticosdobrasil.com.br

0 84

Revista NewsLab | Dez/Jan 2020


INFORME DE MERCADO

Time de distribuidores exclusivos Nihon Kohden

Sonhos não são apenas para a infância. Sohos

significativos permanecem conosco toda a nossa

vida e guiam nossas ações. Na Nihon Kohden,

acreditamos em sonhadores pessoas que trabalham

incansavelmente para fazer a diferença

todos os dias e têm orgulho pessoal para garantir

que cada paciente e profissional de saúde

receba o cuidado que merece.

Só não os chamamos de sonhadores.

Nós os chamamos de heróis.

A Nihon Kohden possui distribuidores excluivos

em todo o Brasil e América Latina para

garantir o melhor atendimento.

Invista em tecnologia, confiança e excelência

em serviços.

Seja um Herói.

Junte-se a Nihon Kohden!

NIHON KOHDEN

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SP - CEP 09580-670, Brasil

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+ 55 11 3044-0463

fabio.jesus@nkbr.com

LIPEMIA LIPEMIA

A interferência analítica é um desvio do valor real de

Aanalitos interferência causado analítica pelaé um presença desvio do de valor substância real de

analitos exógenascausado ou endógenas. pela Assim presença comodea hemólise, substânciaa

exógenas qual é reconhecidamente ou endógenas. Assim uma das comocausadoras a hemólise, dea

qual interferência é reconhecidamente pré-analítica, uma a lipemia das causadoras também pode

interferência interferir nos resultados pré-analítica, de alguns a lipemia exames também laboratoriais, pode

interferir como onos hemograma. resultados deNa alguns lipemia, exames partículas laboratoriais, de

como lipoproteínas o hemograma. produzem turbidez. Na lipemia, Essa pode partículas ser, então, de

lipoproteínas uma fonte de produzem erros analíticos turbidez. em laboratórios Essa pode ser, clínicos, então, o

uma que fonte pode de erros resultar analíticos em emsérias laboratórios consequências clínicos, o

que relacionadas pode aoresultar diagnóstico em dosérias paciente. consequências

relacionadas ao diagnóstico do paciente.

Certas condições patológicas, como mieloma múltiplo,

Certas diabetes, condições pancreatite patológicas, aguda como e hipotireoidismo, mieloma múltiplo, são

diabetes, responsáveis pancreatite pela presença agudadeeamostras hipotireoidismo, lipêmicassão

em

responsáveis um laboratório. pela Entretanto, presençalguns de amostras fatores pré-analíticos

lipêmicas em

um também laboratório. podemEntretanto, contribuiralguns para afatores presença pré-analíticos de lipemia

também em amostras podemsanguíneas. contribuir para O tempo a presença inadequado lipemia de

em coleta amostras após a refeição sanguíneas. é o fator O tempo pré-analítico inadequado que mais de

coleta influencia após naapresença refeição desse é o fator tipopré-analítico de interferente. que mais

influencia na presença desse tipo de interferente.

No contexto hematológico, a lipemia é um interferente

No conhecido contexto hematológico, na medida a lipemia da concentração é um interferente de

conhecido hemoglobina napor medida espectrofotometria, da concentração metodologia de

hemoglobina utilizada analisadores por espectrofotometria, hematológicos. metodologia O valor

utilizada relacionado ema tal analisadores parâmetro hematológicos.

será maior do queO o valor

relacionado real. Isso porque a tal aparâmetro presençaserá de lipoproteínas, maior do queaso quais valor

real. desviam Isso porque e absorvem a presença a luz, deproduz lipoproteínas, a turbidez as quais da

desviam amostra esanguínea. absorvem Além a luz, disso, produzdevido a turbidez a uma da

amostra dependência sanguínea. do valor Além da disso, concentração devido a uma de

dependência hemoglobina, os do parâmetros valor daHCM concentração e CHCM vão de

hemoglobina, também apresentar os parâmetros valores aumentados, HCM e os CHCM quais não vão

também farão parte apresentar do perfil eritrocitário valores aumentados, real paciente, os quais o que não

farão poderá parte levar doaperfil umaeritrocitário interpretação realerrônea do paciente, do estado o que

poderá anêmicolevar do indivíduo. a uma interpretação errônea do estado

anêmico do indivíduo.

Vanessa Gonçalves Milagres

Vanessa Analista Científica Gonçalvesde Milagres Produtos - Diagno

Analista Mestre emCientífica Análisesde Clínicas Produtos e Toxicológicas - Diagno - UFMG

Mestre em Análises Clínicas e Toxicológicas - UFMG

Lipoproteínas

Lipoproteínas

Existem diferentes tipos de lipoproteínas, mas nem todas

as classes contribuem igualmente para a turbidez da

Existem diferentes tipos de lipoproteínas, mas nem todas

amostra. As maiores partículas, que possuem de 70 a 1000

as classes contribuem igualmente para a turbidez da

nm, são denominadas Quilomícrons e possuem o maior

amostra. As maiores partículas, que possuem de 70 a 1000

potencial para causar turbidez. Partículas menores, como

nm, são denominadas Quilomícrons e possuem o maior

HDL, LDL e VLDL, por sua vez, não resultam em amostras

potencial para causar turbidez. Partículas menores, como

lipêmicas.

HDL, LDL e VLDL, por sua vez, não resultam em amostras

lipêmicas.

Quilomícrons

Quilomícrons

70 - 1000 nm

70 - 1000 nm

VLDL

VLDL L VLDL M VLDL S

60 - 200 nm

Hemoglobina

Hemoglobina

A hemoglobina é uma

proteína transportadora de

A hemoglobina é uma

oxigênio. Ela está presente

proteína transportadora de

nos eritrócitos e consiste

oxigênio. Ela está presente

em subunidades contendo

nos eritrócitos e consiste

aproximadamente 600

em subunidades contendo

resíduos de aminoácidos

aproximadamente 600

em quatro cadeias longas e

resíduos de aminoácidos

dobradas em formato

em quatro cadeias longas e

globular.

dobradas em formato

globular.

VLDL

VLDL L VLDL M VLDL S

60 - 200 nm

35-60nm

35-60nm

Espectrofotometria

Espectrofotometria

LDL HDL

20 - 26 nm 6-12.5nm

20 - 26 nm 6-12.5nm

27 - 35 nm

A espectrofotometria é uma das metodologias utilizadas

em analisadores hematológicos e tem como base a lei de

A espectrofotometria é uma das metodologias utilizadas

Lamber-Beer, segundo a qual a absorção de luz é

em analisadores hematológicos e tem como base a lei de

diretamente proporcional à quantidade de soluto presente

Lamber-Beer, segundo a qual a absorção de luz é

na solução.

diretamente proporcional à quantidade de soluto presente

na solução.

No caso de amostras lipêmicas, a turvação produzida pelas

partículas de lipoproteínas pode causar alteração na

No caso de amostras lipêmicas, a turvação produzida pelas

absorção da luz e gerar resultados falsos quanto a

partículas de lipoproteínas pode causar alteração na

concentração de hemoglobina presente na amostra

absorção da luz e gerar resultados falsos quanto a

sanguínea.

concentração de hemoglobina presente na amostra

sanguínea.

LDL

27 - 35 nm

HDL

www.medicinenet.com/hemoglobin/article.htm; https://www.nobelprize.org/prizes/medicine/1998/7539-ignarros-spectral-analysis/; CANDÁS-ESTÉBANEZ, CANDÁS-ESTÉBANEZ, B. et al. Removing B. et al. Removing Lipemia in Lipemia Serum in / Plasma Serum / Samples: Plasma Samples: A Multicenter A Multicenter Study. p. Study. 518–523, p. 518–523, 2018. ; FORGET, 2018. ; B. FORGET, G. et al. B. Classification G. et al. Classification of the Disorders of the Disorders of Hemoglobin of Hemoglobin Classification Classification of the Disorders of the Disorders of Hemoglobin. of Hemoglobin. 2013. ; GE 2013. HEALTHCARE; ; GE HEALTHCARE; LIFE LIFE

SCIENCES. SCIENCES. Spectrophotometry Spectrophotometry Handbook. Handbook. 2013. ; KROLL, 2013. ; M. KROLL, H. Evaluating M. H. Evaluating Interference Interference Caused by Caused Lipemia. by Lipemia. Clinical Chemistry, Clinical Chemistry, n. 11, p. 1968–1969, n. 11, p. 1968–1969, 2004. ; KROLL, 2004. ; M.; KROLL, INCORPORATED, M.; INCORPORATED, Q. D. Editorials Q. D. Editorials Evaluating Evaluating Interference Interference Caused by Caused Lipemia. by Lipemia. n. December n. December 2004, p. 10–12, 2004, p. 2016. 10–12, ; MAINALI, 2016. ; MAINALI, S.; DAVIS, S.; S. DAVIS, R.; KRASOWSKI, S. R.; KRASOWSKI, M. D. Frequency M. D. Frequency and causes and of causes lipemia ofinterference lipemia interference of clinical ofchemistry

clinical chemistry

laboratory laboratory tests. Practical tests. Practical Laboratory Laboratory Medicine, Medicine, v. 8, n. December v. 8, n. December 2016, p. 1–9, 2016, 2017. p. 1–9, ; NELSON, 2017. ; NELSON, D. L.; COX, D. M. L.; M. COX, Princípios M. M. Princípios de Bioquímica de Bioquímica de Lehninger. de Lehninger. 6a ed. [s.l: 6a s.n.]. ed. [s.l: ; NIKOLAC, s.n.]. ; NIKOLAC, N. Lipemia: N. Lipemia: causes , causes interference , interference mechanisms mechanisms , detection , detection and management. and management. v. 24, n. 1, v. p. 24, 57–67, n. 1, p. 2014. 57–67, ; OLIVEIRA, 2014. ; OLIVEIRA, M. V; SOUZA, M. V; C. SOUZA, L. Procedures C. L. Procedures to minimize to minimize interference interference of hypertriglyceridemia of hypertriglyceridemia in laboratory in laboratory exams ofexams of

lipemic samples lipemic samples in acute pancreatitis: in acute pancreatitis: a case report. a case n. report. April, p. n. 103–106, April, p. 103–106, 2016. ; VIEIRA, 2016. ; D. VIEIRA, A. Correção D. A. Correção da interferência da interferência dos triglicerídeos dos triglicerídeos na dosagem na dosagem da hemoglobina da hemoglobina e determinação e determinação dos índices dos hematimétricos índices hematimétricos Correction Correction of the interference of the interference of the triglycerides of the triglycerides in the dosage in the of dosage hemoglobin of hemoglobin and hematimetric and hematimetric indexes. indexes. p. 39–43, p. 2002. 39–43, ; WHO, 2002. W. ; H. WHO, O. Haemoglobin W. H. O. Haemoglobin concentrations concentrations for the for the

diagnosis diagnosis of anaemia of anaemia and assessment and assessment of severity, of severity, 2011. ; ZENG, 2011. S. ; ZENG, et al. A S. Simple et al. A , Fast Simple Correction , Fast Correction Method of Method Triglyceride of Triglyceride Interference Interference in Blood Hemoglobin Blood Hemoglobin Automated Automated Measurement. Measurement. v. 345, n. v. November 345, n. November 2012, p. 341–345, 2012, p. 341–345, 2013. 2013.

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Revista NewsLab | Dez/Jan 2020 Revista NewsLab | Dez/Jan 2020

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INFORME DE MERCADO

ECL 760 – Analisador Automatizado de Alta Performance

para testes de Coagulação

O sistema ECL 760 é um analisador de hemostasia

de acesso randômico, totalmente automatizado,

que oferece resultados precisos e exatos.

O ECL 760 possui o tamanho certo para a sua

rotina, um equipamento totalmente automatizado

que não exige rotinas grandes para ser viável.

Possui a capacidade de realizar triagens de

rotina, ensaios imunológicos, turbidimétricos e

cromogênicos. Os protocolos para reagentes de

hemostasia Erba são pré-programados para facilitar

o uso. Também é possível que o teste seja

definido pelo usuário, permitindo a consolidação

de reagentes especiais e de rotina em um

analisador totalmente automatizado.

* Monitoramento automático e integrado dos

níveis de reagente.

* Leitor de códigos de barras acoplado para

amostras facilita o uso.

* O menu de reagentes inclui TP, TTPA, Fibrinogênio,

Tempo de Trombina, Antitrombina,

Proteína S, Proteína C, Fatores de Coagulação,

Anticoagulante Lúpico e Dímero-D.

* A programação de canal aberto permite o desenvolvimento

de ensaios definidos pelo usuário.

* Acesso randômico com fluxo de trabalho remoto

* Software de fácil uso, com tela colorida e

sensível ao toque

* O processamento de amostras no modo Urgência

(STAT) permite que testes críticos sejam

processados a qualquer momento.

* Os dados analisados podem ser exibidos ou

impressos com curvas de reação para flexibilidade

no gerenciamento de resultados.

Principais Funções e Vantagens

Testes confiáveis e seguros levam o desempenho

a um nível superior

* Proteção por senha do operador

* Status de verificação de amostras individuais

durante os testes

* Faça a rotina de testes especiais através de

reagentes práticos e consolidados

* Ensaios de coagulação, turbidimétricos,

cromogênicos e imunoquímicos em uma só

plataforma

* Consolidação do fluxo de trabalho para testes

simultâneos de rotina e testes especiais

* Maximize as cargas de trabalho de rotina de

alto volume com a capacidade real de acesso

randômico e remoto

* Relatório automático de CQ e autocalibração

* Definição de prioridade do tempo de resposta

para urgências (STAT)

Utilize melhor os recursos com funções

de economia de tempo e dinheiro

* Resfriamento integral dos reagente s

* Prateleiras de reagentes configuráveis (permite

frascos de tamanhos diferentes em uma

única prateleira e mínimo desperdício de reagente

(volume morto), por meio de adaptadores

específicos para reagentes

* Monitoramento automático dos níveis de reagente.

* Manutenção diária simples, em menos de

5 minutos

* Melhore o gerenciamento de resultados por

meio de recursos de software inovadores

* Menu especial definido pelo usuário com

teste de rotinas e perfis personalizados

* Programa de CQ com desempenho automático,

monitores gráficos de Levey-Jennings

O Grupo Prime Cargo sempre atento e acreditando no mercado nacional

e internacional realiza frequentemente massivos investimentos em suas

instalações e filiais.

Contando com estrutura de 7000mts² em

Barueri - SP, e filiais em pontos estratégicos por

todo território nacional, sendo eles totalmente

adequados ao segmento médico-laboratório-

-hospitalar, o Grupo Prime Cargo disponibiliza

aos seus clientes um novo conceito em transporte

e armazenagem, que segue em conformidade

com as boas práticas exigidas pelas

diretrizes.

Dispondo de áreas técnicas, laboratórios para

manutenção de equipamentos e espaço para

treinamento de equipes, a PRIME inova mais

uma vez no atendimento e velocidade nos processos.

O investimento em pessoal é constante com

treinamentos, atualizações de equipamentos e

materiais, isso faz com que além de atender os

prazos, seja feito com qualidade e segurança,

contando com todas as certificações e adequações

necessárias como a ISO9001 (Matriz)

e ANVISA.

O que é a CP 343/2017?

A CP 343/2017 da Agência Nacional de Vigilância

Sanitária se refere às boas práticas de

armazenagem e transporte e tem o intuito de

promover maior controle da cadeia produtiva,

garantindo a qualidade dos medicamentos em

todas as etapas de transporte, distribuição e armazenamento.

As alterações e novidades abordadas nessa

Consulta Pública vieram para harmonizar os requerimentos

sanitários da Anvisa com aqueles

definidos nas diversas diretrizes internacionais.

Portanto, agora mais do que nunca, os gestores

das empresas embarcadoras, precisam realizar

processo de Qualificação de Fornecedores

de forma a garantir a integridade do produto

farmacêutico de ponta a ponta.

Em fevereiro de 2019, a Agência Nacional de

Vigilância Sanitária, inclusive, promoveu o Diálogo

Setorial, justamente para apresentar as

alterações na CP 343/2017, além de ouvir as

considerações e preocupações dos empresários,

especialistas e técnicos do setor.

Foram enviadas 445 contribuições pelos participantes,

que receberam a versão prévia da

publicação, bem como as alterações do texto

inicial com todas as sugestões e comentários

recebidos.

Com o texto consolidado, a norma reduziu a

quantidade de artigos de 127 para 90.

INFORME DE MERCADO

Erba Diagnostics Brasil

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Revista NewsLab | Dez/Jan 2020 Revista NewsLab | Dez/Jan 2020

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INFORME DE MERCADO

Novo Analizador Yumizen H550

Hematologia em todos os lugares e além

A HORIBA Medical apresenta o

Yumizen H550, o mais novo

membro da família de analalizadores

hematológicos Yumizen. Baseado

em tecnologias comprovadas

e inovadoras, o Yumizen H550

responde à necessidade de um

analisador robusto e não requer

manutenção do usuário.

O Yumizen H550 é um sistema de

hematologia compacto com carregamento

automático integrado de rack

de amostra. Ele fornece ao operador

uma capacidade total de 40 tubos

com carga contínua. Baseado em

tecnologias comprovadas e inovadoras,

o Yumizen H550 responde à

necessidade de um analisador robusto

e não requer manutenção do usuário.

A fim de garantir um processo

confiável, o Yumizen H550 permite a

homogeneização automática de rack

e Identificação positiva de tubos. As

racks de 10 tubos são compatíveis

com o Yumizen H1500 / 2500.

Rapidez nos Resultados

Software de tela touchscreen de fácil utilização.

Menus abrangentes com gráficos e flags.

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medição de HGB e contagem e diferencial WBC.

- Com base na micro-amostragem de 20 µL de sangue total, o Yumizen H550 pode executar qualquer tipo de

amostra de sangue, incluindo pediatria.

- 27 parâmetros com WBC completo e 6 Diferencial : LYM%#, MON %#, NEU %#, BAS %#, EOS#% and LIC%#

(Células grandes imaturas).

- Parâmetros específicos para diagnóstico de anemias por deficiência de ferro e distúrbios por PLT: RDW-CV,

RDW-SD, P-LCC, P-LCR.

0 90

Revista NewsLab | Dez/Jan 2020


INFORME DE MERCADO

Acesso remoto aos analisadores CellaVision:

Telepatologia acessível a todos

Feira Internacional de Artigos e

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de Laboratórios e Reabilitação

SÃO PAULO | BRASIL

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Perfil dos visitantes

Muitos profissionais de laboratório que

trabalham na área da hematologia já

conhecem ou trabalham com a tecnologia

CellaVision para a realização da contagem

diferencial automatizada de leucócitos. O

equipamento faz a leitura das lâminas e

fornece ao analista uma pré-classificação dos

leucócitos, bem como a pré-caracterização

dos eritrócitos através da análise morfológica

conduzida por inteligência artificial.

Nos últimos quinze anos a morfologia celular

digital tem se tornado uma realidade na maioria

dos laboratórios de grande volume de amostras.

Nestas instituições, é muito comum o acesso

remoto aos analisadores CellaVision, onde um

ou mais analistas acessam de forma remota as

imagens das células dos pacientes que tiveram

suas amostras selecionadas para a contagem

diferencial. Este acesso remoto permite que

colaboradores trabalhem remotamente,

analisando amostras processadas em outro

local, por exemplo, em um laboratório satélite,

um hospital afastado dos grandes centros ou

outro laboratório afiliado.

Os benefícios da tecnologia CellaVision, antes

disponível apenas para laboratórios de grande

volume de amostras, agora estará disponível

para laboratórios de todos os portes. Durante

a edição deste ano do AACC, maior evento

de análises clínicas do mundo, a CellaVision

apresentou um novo equipamento de pequeno

porte, o DC-1 - ideal para laboratórios com

pequeno volume de amostras. O novo

modelo processa uma lâmina por vez e possui

todas as funcionalidades dos equipamentos

CellaVision maiores. Desta forma, laboratórios

pequenos também poderão contar com os

recursos CellaVision, o que inclui o acesso

remoto, permitindo a colaboração de analistas

localizados em outros centros diagnósticos.

Especialistas em morfologia poderão opinar

ou até mesmo assinar casos processados

em laboratórios afastados. A telepatologia

aumenta a precisão dos exames e a atuação dos

especialistas em morfologia celular. É notável

a redução do tempo de entrega dos resultados

(TAT), o incremento da acurácia diagnóstica e

da produtividade e, sobretudo, da consistência,

uma vez que o processo de contagem diferencial

se torna padronizado.

Saiba mais em www.cellavision.com

Contato: Wagner Miyaura - Market

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0 92

Revista NewsLab | Dez/Jan 2020


INFORME DE MERCADO

GT Group amplia investimentos

em capacitação e infraestrutura

O ano de 2019 não deixou dúvida sobre ter sido

um dos mais desafiadores que já vivenciamos.

Porém, em meio aos desafios, adversidades, crises

e problemas, demonstramos força, solidez e

confiabilidade. Essas foram as virtudes que definiram

a GTgroup nesse ano que se encerra.

Lançamos novos produtos e novas linhas, que

gradativamente estão nos qualificando como um

dos fornecedores com portfólio mais completo de

insumos laboratoriais do Brasil. Consolidamos,

ainda mais, as linhas que já são referência como:

bioquímica e coleta à vácuo, otimizando os processos

de qualidade, pós venda e feedback.

Investimos em capital humano, desenvolvimento

e capacitação de pessoal e infraestrutura,

para atender com maior eficiência cada um

de nossos clientes e parceiros, entregando um

serviço qualificado e um produto de ponta,

com custo competitivo e justo.

Enfim, o saldo de tudo o que o ano de 2019

nos ofertou é positivo. Construímos uma GT

mais sólida e ainda melhor, que já está se preparando

para que o próximo ano seja de ainda

maior sucesso, crescimento e estabilidade.

Gtgroup

Central de Vendas: (31) 3589-5000

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entre em contato: info@br.gbo.com

Fig. 1 - Imagem disponível em

http://www.stepwards.com/?page_id=9623

acessada em 04/12/2019 - *Modificada

CACHOS DE UVA NA GRAVIDEZ

ANALOGIAS EM MEDICINA

Análise de Talassemias Com Celltac Es MEK-7300 DW-SD:

Um parâmetro potencial para identificação de anemias.

Department of Clinical Laboratory, The University of Tokyo Hospital

A talassemia é uma doença sangüínea ou

hemoglobinopatia, que é hematologicamente

classificada como anemia hipocrômica microcítica

com maior incidencia nos povos do mediterrâneo,

que originaram grandes contingentes

de imigrantes para o Brasil. Talassemia e anemia

ferropriva têm sintomas clínicos semelhantes.

Assim, uma identificação mais rápida ajudaria

o médico em seu diagnóstico. O analisador de

hematologia Celltac Es MEK-7300 da Nihon

Kohden possui o parâmetro RDW-SD. Um parametro

eficaz para auxiliar nesse diagnóstico,

aliado ao uso de duas agulhas que distribuem

a amostra em suas respectivas camaras, reduzindo

o arraste Carry Over, tornando seus resultados

mais precisos.

Verificamos a eficácia do parâmetro RDW-SD

do Celltac Es MEK-7300 como um parâmetro

potencial para identificação de anemia, comparando

contagens de células sanguíneas relacionadas

com RBC e histogramas para talassemia e

anemia ferropriva.

Então, encontramos diferença significativa no

RDW-SD de pacientes com talassemia e anemia

ferropriva enquanto o RDW-CV e histogramas

não mostram diferenças significativas.

Para o rastreio de talassemia, o RDW-SD do

Celltac Es MEK-7300 efetivamente fornece

dados eficazes para um diagnóstico preciso do

médico. Como mostrado no Gráfico.

NIHON KOHDEN

Rua Diadema, 89 1° andar CJ11 a 17

Mauá – São Caetano do sul/SP

CEP 09580-670, Brasil

Contato: +55 11 3044-1700

FAX: + 55 11 3044-0463

m.uono@nkbr.com.br

Segundo historiadores, o cultivo da uva teve

início há cerca de 6.000 a 8.000 anos no Oriente

Médio. Os primeiros vestígios de vinho tinto foram

vistos na Armênia antiga, onde foi encontrada

a adega mais antiga do mundo, datando

de cerca de 4.000 a.C.

A uva é o fruto da videira ou parreira, uma

baga ovoide ou elipsoide, com cores variadas

conforme o tipo, da família das Vitáceas, com

tronco retorcido, folhas grandes e flores esverdeadas

em ramos. Crescem em cachos de 15

a 300 frutos. Na Bíblia são mencionadas por

Noé que as cultivava em sua fazenda (Genesis).

Referências ao vinho são feitas em outras passagens

bíblicas, relatando o seu uso em festas

judaicas. Dionísio, o deus grego, estava ligado às

uvas e ao vinho, sendo frequentemente retratado

com folhas de uva na cabeça.

Algumas doenças provocam modificações

em órgãos ou tecidos simulando cachos de

uvas. Na mulher grávida pode surgir na placenta

a chamada doença trofoblástica ou mola

hidatiforme (=massa em forma de cachos de

uva) que se caracteriza por um grande edema

das vilosidades placentárias, entre outras alterações,

conferindo ao conjunto de vilosidades

aumentadas de volume e sustentadas por tecido

conjuntivo delgado, o aspecto de cachos

de uva (em inglês: grapelike vesicles) (Foto

em anexo). A forma mais comum é de natureza

benigna, ocorre em cerca de 1(um) a cada

1.500 partos nos EUA. Sua incidência é bem

mais elevada em países asiáticos, na proporção

de 1 para 125 partos. É mais frequente em

mulheres abaixo dos 20 anos e acima dos 40

anos e de baixa condição social e nutricional.

A ultrassonografia é importantíssima no diagnóstico

diferencial entre a doença trofoblástica

gestacional (mola e suas variantes), gestação

interrompida (abortamento espontâneo) ou

gravidez tubária (ectópica ou extrauterina). O

termo mola em obstetrícia refere-se a massa

carnosa por degeneração das vilosidades placentárias

e origina-se do latim A outra palavra

de uso comum e que se refere a mola é peça

metálica dotada de elasticidade, geralmente

espiralada ou helicoidal, como a de veículos,

máquinas, móveis etc. tem origem do italiano.

Quadro patológico semelhante pode ser visto

em um tumor maligno denominado rabdomiossarcoma

do tipo botrioide (=semelhante a

cacho de uvas), principalmente quando faz protrusão

em cavidades, como na bexiga e na vagina

(sarcoma em cacho de uva). Em radiografias

de certas pneumopatias, como alguns tipos de

bronquiectasia (em inglês: a cluster of grapes

appearance). Portanto, o aspecto em “cachos

de uva” é auxiliar muito útil na identificação de

algumas doenças, tanto ao exame clínico como

em exames radiológicos e por ultrassom.

Artigo baseado em fontes nacionais e no livro

Analogias no Ensino Médico. Coopmed. Av Alfredo

Balena, 190. Belo Horizonte. MG

José de Souza Andrade-Filho*

*Patologista no Hospital Felício Rocho-BH; membro da

Academia Mineira de Medicina e Professor Emérito da

Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais.

0 94

Revista NewsLab | Dez/Jan 2020 Revista NewsLab | Dez/Jan 2020

0 95


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