Edição 5: Educação de qualidade
Nesta edição debruçamos-nos sobre o 4 objetivo de desenvolvimento sustentável: educação de qualidade.
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Cabe a nós, Pais, além das regras base de socialização, cidadania
global, civismo, respeito por si, pelo Planeta e pelo próximo – que
devem ser desenvolvidas em casa - procurar encontrar e potenciar
os interesses das suas crianças dando-lhes a oportunidade de
vivenciar experiências que as ajudarão a enfrentar melhor os
desafios da vida, dando sempre primazia aos tempos livres, às
brincadeiras com outras crianças e em família.
Defendo que é muito importante possibilitar às nossas crianças a
oportunidade de fazerem parte de outros grupos de pertença,
além do grupo escolar. Quer seja através da prática desportiva, da
música, da arte, da dança ou da educação religiosa. Somos ser
sociais e as crianças devem perceber que além do núcleo familiar
e escolar podem estar integradas noutros grupos. Isso ajudar-lhes-á
a crescer e a aprender desde cedo a sair da sua zona de conforto.
Com isto, não quero dizer que é necessário as crianças se
desdobrarem em mil atividades diárias que, muitas vezes, as
stressam e nada contribuem para a sua felicidade (e a nós, pais,
porque precisamos de andar de um lado para o outro, para as
levar à natação e depois à dança, ao Inglês, etc. etc…). Como
em tudo na vida, é necessário encontrar o ponto de equilíbrio.
Também considero importante para as crianças brincarem livres,
nos parques infantis, na natureza ou até na rua com os seus
vizinhos, se existirem, claro, condições para isso. A nossa infância foi
marcada por tantas aventuras que nos deixaram memórias
fantásticas que não podemos, e nem devemos, impedir as nossas
crianças de também elas criarem essas memórias que perdurarão
para sempre. Assisto muitas vezes, como mãe e professora, a uma
proteção excessiva das crianças que em nada as favorece. É
preciso dar-lhes a sensação de liberdade, de que são capazes de
se “desenrascarem” sozinhas, mesmo que nós continuemos ali,
discretamente, vigilantes.
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