Assunto de mulher Abril 2020

sandrasimoes681

A S S U N T O

D E M U L H E R

Edição: Abril 2020

Artesanato

como decorar

sua cozinha

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Receitas

caseiras

Universidade

para 3º idade

Culinária

almoço de

Páscoa

E D U C A Ç Ã O

E N E M 2 0 2 0














Enem terá aplicação digital em

2020 em fase piloto.


Nada muda para os participantes inscritos

em 2019.

Por Mariana Tokarnia -

O Ministério da Educação anunciou hoje (3), em Brasília, que o Exame Nacional do Ensino

Médio (Enem) vai se tornar digital. A proposta é de uma implementação progressiva. Em 2020, a

versão digital será aplicada em fase piloto.A previsão do governo é abandonar as versões

impressas em 2026. Nada irá mudar para os participantes inscritos em 2019. Ouça na Rádio

Nacional: As primeiras aplicações digitais serão opcionais. O estudante vai escolher o modelo no

momento da inscrição.

Segundo o MEC, no primeiro ano de teste, o modelo digital será aplicado para 50 mil

pessoas em 15 capitais do país. A expectativa é que a versão digital abra outras possibilidades

como a de realização do exame em várias datas ao longo do ano, por agendamento. Em 2020,

portanto, o Enem terá três aplicações: a digital, a regular e a reaplicação.

Este último caso é voltado para candidatos prejudicados por algum problema

logístico ou de infraestrutura durante a realização da prova digital. Eles terão direito reaplicação,

que ocorrerá em papel.

Para o governo, o Enem Digital vai permitir a utilização de novos tipos de questões com vídeos,

infográficos e até a lógica dos games. Também será possível aplicar o Enem em mais municípios.

Ana Claudia

Professora da rede publica


“ Até 2026, a prova vai ser muito parecida com o que é hoje, mas toda ela vai ser feita no computador, como foram

as transformações lá fora. Até 2026, todo mundo vai fazer a prova pelo computador, e vai poder fazer isso em várias

datas ao longo do ano”, disse hoje (3) o ministro da Educação, Abraham Weintraub.

Segundo ele, o estudante que ficar de fora de um exame poderá fazer a outra aplicação.

Não haverá distinção de valor entre a aplicação digital e em papel, de acordo com a pasta.

No Twitter, o presidente Jair Bolsonaro destacou que a mudança deve tornar o exame acessível a mais municípios.

O presidente também ressaltou a redução da burocracia e de gastos. "[A ideia] é transformar a prova em um modelo

sustentável, com menos impressão de papel." Bolsonaro acrescentou que o país dispõe de “tecnologia”.

Enem 2020

O Enem 2020 já tem data. De acordo com o MEC, o exame será aplicado em dois domingos, nos dias 11 e 18 de

outubro no formato digital. O Enem regular, em papel, será aplicado, aos demais estudantes nos dias 1º e 8 de

novembro.

Como se trata de projeto-piloto, os estudantes que tiverem algum problema com a prova digital terão direito a

refazer o exame na reaplicação, que atualmente é destinada a estudantes que foram prejudicados por questões como

falta de energia elétrica, chuvas e outras intercorrências.

O exame será aplicado na versão digital no ano que vem em Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF),

Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Manaus

(AM), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP). Edição do Enem 2019

Em 2019, mais de 10,2 milhões de provas serão impressas para o Enem.

Os custos da aplicação superam R$ 500 milhões para os mais de 5 milhões de participantes confirmados na

edição.


Ginecologia de Consultório. 2003.1ª Edição. P. 47-51.

Editora de Projetos Médicos. São Paulo-SP.

Dr.Sergio dos Passos Ramos CRM17. 178 – SP Lima.

SETE DE

ABRIL DIA

DA SAÚDE

INFECÇÃO URINÁRIA

Infecção urinária é a presença anormal

de patogênicos (que causam doença) em

alguma região do trato urinário. Algumas

pessoas, especialmente mulheres, podem

apresentar bactérias no trato urinário e

não desenvolverem infecção urinária,

chamadas de bacteriúria assintomática.As

principais causas são a relação sexual e

as bactérias do

trato gastrointestinal, que migram por via

ascendente da região perineal até a

bexiga. Raramente ocorre pela via

hematogênica (circulação sanguínea).

Existem dois tipos principais: a cistite

e a pielonefrite. A Cistite é a infecção

que afeta a bexiga, enquanto a

pielonefrite afeta o rim.

Essa última possui sintomas mais

severos. A incidência de infecção urinária

é de 80% a 90% em mulheres, é mais

prevalente na idade reprodutiva e nas

mulheres que estão na menopausa, devido

à queda do estrogênio e de alterações no

tipo e quantidade de micro-organismos

que protegem a vagina.


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I

SINTOMAS

Na infecção urinária, os principais sintomas na mulher são:

Disúria (ardor na uretra durante a micção);

Aumento da frequência urinária (mais de sete vezes por dia);

Noctúria (mais de uma micção noturna);

Sensação de esvaziamento incompleto da bexiga;

Dor supra pública;

Sangue na urina;

Alteração do aspecto físico da urina (coloração escura, aparência turva e odor forte).

Em alguns casos mais severos, a doença pode causar dor lombar, febre e/ou mal-estar.


DIAGNÓSTICO

A infecção urinária é uma doença que, quando não tratada adequadamente,

pode acometer todo o trato urinário, independente da faixa etária do paciente.

As mulheres sofrem mais com o problema por terem uma uretra mais curta e

mais próxima ao ânus, local rico em bactérias provenientes das fezes. A doença

é causada por micro-organismos que entram pela uretra e que podem até

mesmo atingir a bexiga e os rins, infectando todo o trato urinário,causando

fortes dores.

O diagnóstico da infecção urinária é realizado em consultório pela escuta das

queixas do paciente e pelo exame físico realizado em consultório. A

comprovação da infecção é realizada pelo exame de urina e determinação da

quantidade de bactérias presentes na amostra coletada. Se o resultado for

superior a 100 mil bactérias por mililitro é diagnosticada a infecção urinária. O

tipo de bactéria causadora da infecção e o antibiótico

apropriado para o tratamento são determinados pela cultura de urina

(urocultura).

Dependendo do nível da infecção e do histórico do paciente, o médico pode

solicitar outros exames para investigar o aparelho urinário.

Podem ser solicitados exames como ultrassom do abdômen e da pelve,

urografia

excretora, cintilografia renal e outros exames de imagem, tais como tomografia

do abdômen. Apesar de não ser uma enfermidade específica do sexo masculino

ou feminino, as mulheres estão mais predispostas a terem infecção urinária,

pois sua uretra é mais curta e mais próxima do ânus, favorecendo o contágio

por bactérias provenientes das fezes. Por esse motivo, é extremamente

importante ter atenção à higiene dessa região.

Se sentir ardência ou dor ao urinar procure seu médico. A infecção urinária

deixada sem tratamento pode comprometer diversos órgãos do trato urinário.


T R A T A M E N T O E C U I D A D O S

EXAMES

Para diagnosticar adequadamente a

infecção urinária, o

especialista deve solicitar a urocultura

com antibiograma – exame realizado em

laboratório. O antibiograma é um teste de

sensibilidade a fim de identificar a

sensibilidade a certos antibióticos do

agente causador da doença.

PREVENÇÃO

Para prevenir a infecção urinária

recomendam-se algumas

medidas a serem realizadas no dia a dia.

Confira abaixo:

Ingestão de líquidos em grande quantidade;

Não reter urina;

Corrigir alterações intestinais como

diarreia ou obstipação;

Micção antes e após relação sexual;

Estrógeno para as mulheres na pósmenopausa

sem contraindicação hormonal;

Evitar o uso do diafragma e spermicidas;

Tratamento adequado do diabetes mellitus.

TRATAMENTOS E CUIDADOS

Para a infecção urinária do tipo

cistite é

possível o tratamento com antibiótico

de dose única, de curta duração (três

dias) ou de longa duração (sete a dez

dias). Já na pielonefrite, a indicação

é

o uso do de antibiótico por períodos

mais longos.

Como no caso do corrimento vaginal, a

idade

e o modo de vida da paciente devem ser

levados em consideração para a escolha

do tratamento.




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M A F A L D A A B R E U F A R M A C Ê U T I C A

REMÉDIOS

CASEIROS


Alguns exemplos de medicamentos que são

recomendados pelo médico para aliviar a

dor e/ou inflamação, são os analgésicos

e/ou anti-inflamatórios, como o

paracetamol ou o ibuprofeno. Porém, em

alguns casos, como perante uma infecção

ou uma alergia, estes medicamentos apenas

aliviam os sintomas, e podem não

resolver o problema, sendo necessário

tratar a causa para solucionar a dor

de forma eficaz. Saiba o que pode ser a

dor de garganta e o que fazer.

1. Analgésicos

Medicamentos com ação analgésica,

como o paracetamol ou a dipirona, são

muitas vezes receitados pelo médico para

aliviar a dor. Geralmente, o médico

recomenda uma administração a cada 6 ou 8

horas no máximo, cuja dose depende da

idade e do peso da pessoa. Saiba quais as

doses recomendadas de paracetamol e

de dipirona.

Saibam quais são os melhores Remédios

Caseiros para curar a tosse, dor de

cabeça, dor de dente, azia e outros

problemas de saúde comuns com soluções

naturais usando plantas medicinais para

fazer chás, infusões, pomadas ou sucos.

Aqui indicamos as doses corretas, o modo

de fazer e quando não devem ser tomados,

melhorando sua qualidade de vida.

Os remédios para dor de garganta só devem

ser usados se recomendados pelo médico,

já que são várias as causas que podem

estar na sua origem e, em alguns casos,

determinados medicamentos podem mascarar

um problema maior

2.Anti-inflamatórios Além da ação

analgésica, os anti-inflamatórios também

ajudam a reduzir o inchaço, que é uma

característica muito comum nas dores de

garganta. Alguns exemplos de remédios com

esta ação,são o ibuprofeno, o diclofenaco

ou a nimesulida, que só devem ser usados

se recomendados pelo médico e de

preferência, após as refeições, de forma

a reduzir os efeitos colaterais a nível

gástrico.Geralmente, aquele que é mais

prescrito pelos médicos é o ibuprofeno,

que dependendo da dose, pode ser usado

a cada 6, 8 ou 12 horas. Veja como usar

corretamente o ibuprofeno.


jornalista Lula Terras

Oportunidade de voltar aos

estudos existe para a 3º

Idade

É só pesquisar e meter as caras

Que a população brasileira está envelhecendo a olhos vistos já é sabido, basta consultar estudos e

pesquisas, que vem sendo divulgadas periodicamente, Porém, o que nem todos sabem e precisa de

maior divulgação é a gama de cursos disponíveis, muitos dos quais, gratuitamente para essas

pessoas, com idade igual ou acima dos 60 anos, que estão qualificadas como da 3ª Idade.

Um bom exemplo é desenvolvido pelas Universidades Públicas e Particulares, de todo o País, que

dentro de sua grade de cursos abre periodicamente inscrições para cursos regulares de graduação,

assim como para atividades complementares, que englobam cursos, palestras, excursões, práticas

esportivas e didático-culturais.

Na Baixada Santista temos a Unisantos- campus Boqueirão Santo, com seu programa Universidade

Aberto à 3ª Idade; a Universidade Federal de São Paulo – campus Baixada Santista, com seu

programa Universidade Aberta para Pessoas Idosas (UAP) na Vila Mathias, Santos; o

SENAC/Santos, com seu Casa Aberta,com atividades diversas,muitas das quais,gratuitas.

Outro bom exemplo é praticado pela USP, dentro do programa Universidade Aberta à Terceira Idade

(Uati), que atende alunos na Capital e nos campi do Interior. Ao mesmo tempo em que amplia as

vagas e proporciona um intercâmbio geracional com os alunos da Universidade, o programa vem se

posicionando como um pólo de discussão sobre o tema do envelhecimento ativo, com atividades e

parcerias, que vão além das disciplinas abertas especificamente a esse público. Daí fica a sugestão

aos sessentões interessados em retomar seus estudos, procure as Universidades de sua região, e

procure se inteirar do que é oferecido para este segmento da sociedade.


C R I S E E M O C I O N A L

LOVE

Sandra Simões



A todos os profissionais da saúde, que

estão na linha de frente contra o Covid-

19, toda nossa gratidão, amor e

reconhecimento! Deus os proteja !

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