Revista Biosfera - 5ª Edição

petbioufscar2020

A Revista Biosfera faz parte das atividades de extensão do grupo PET Biologia da UFSCar. A 5ª edição contém diversas informações pertinentes aos graduandos da UFSCar, especialmente aos calouros da biologia. Os tópicos são diversos, dentre os quais podemos citar: entrevista com Prof. Dr. Carlos Peret; descrição dos coletivos e departamentos da biologia; dicas de estágios; divulgação científica; discussão de temas atuais; recomendações de filmes, livros e restaurantes; entre outros assuntos. A revista vem sendo feita desde 2017 e já conta com cinco edições desde então. Deixamos sempre um exemplar da edição mais recente no mural do PET no CCBS e disponibilizamos online aqui na plataforma Yumpu. Confira!

Março de 2020

BIOSFERA

Desenho:

Viviane Gomes, 2019.

BEM VINDO (A),

CALOURO (A)

Entrevistas com alunos e professores

Conheça a Bio UFSCar

Vida em São Carlos

Lugares para visitar e comer em São Carlos

Departamentos e Assistência Estudantil

Oportunidades que a Universidade oferece



1

A Revista Biosfera

Com intuito de promover um espaço para os alunos

da biologia compartilhar suas ideias, trabalhos

acadêmicos e ter contato com informações sobre o

curso, o PET-Bio UFSCar possui um projeto anual,

a revista Biosfera!

A quinta edição da Biosfera tem como público alvo

os calouros e calouras da biologia UFSCar e buscamos,

com muito carinho, inserir informações relevantes,

trazer entretenimento e divulgar o trabalho dos

estudantes da biologia.

Para as próximas edições, envie seu texto (que pode ser

um trabalho acadêmico, alguma informação que

queira compartilhar com os colegas de curso, poemas,

desenhos, etc) e ficaremos felizes em publicar!

E - m a i l p a r a e n v i o d o s t e x t o s e d ú v i d a s :

pet.bio.ufscar@gmail.com


Sobre Nós

2

O P R O G R A M A D E E D U C A Ç Ã O

T U T O R I A L ( P E T ) é um projeto criado

pelo Governo Federal do Brasil

e desenvolvido por estudantes com

tutoria de um docente. Os PETs são

organizados pelas Instituições de

Ensino Superior e são orientados

pelo princípio da indissociabilidade

entre ensino, pesquisa, extensão e

educação tutorial.

O Programa é subordinado à

Secretaria de Educação Superior

(SESu) do Ministério da Educação

(MEC) e sua coordenação ocorre

segundo o Manual de Orientações

básicas (MOB). O PET se norteia,

ainda, por um regimento próprio,

estabelecido pelo grupo.

GABRIEL

CLEO

VITOR BRUNA DANIELE MILENA

LETÍCIA

LUDMILA

NICHOLAS

LUCAS

FERNANDA

BARBARA P

LARISSA

BARBARA M

JOÃO

BEATRIZ

JÚLIA

O G R U P O , A T U A L M E N T E , P O S S U I 1 2 B O L S I S T A S ,

4 V O L U N T Á R I O S E 1 T U T O R .


O que fazemos?

3

Com a finalidade de complementar

a formação acadêmica dos alunos e

promover a formação de

profissionais com alto nível técnico,

científico e de consciência social, o

PET Biologia promove diversos

eventos e projetos baseados na

tríade: Ensino, Pesquisa e Extensão.

O grupo desmembra suas

atividades em comissões que são

subgrupos de alunos e frentes que

realizam a gestão interna do grupo.

Atualmente, existem no PET

Biologia 11 comissões: Bio na UAC,

Calourada, Zooenduro, PET Ciência,

Seleção, PET UFSCar, Saída de

Campo, Revista, Pesquisa, PAPPET e

Guia das Optativas.

Veja nosso trabalho

S I G A N O S S A S R E D E S E A C O M P A N H E N O S S A S A V E N T U R A S

@ P E T B I O L O G I A U F S C A R

W W W . P E T B I O U F S C A R . C O M

( 1 6 ) 3 3 5 1 - 9 6 0 4

P E T . B I O . U F S C A R @ G M A I L . C O M

P E T B I O L O G I A U F S C A R

S U G E S T Õ E S D E P R O J E T O S , D Ú V I D A S O U

C O M E N T Á R I O S ? E N T R E E M C O N T A T O C O M A G E N T E !


4

Atividades

DO PET BIO

Saída de Campo

O PET Biologia organiza saídas de campo todos

os anos com o intuito de aprimorar a formação do

biólogo quanto às atividades práticas em campo. Já

visitamos diversos lugares, como: Pantanal,

Florianópolis, Ilha do Cardoso e Picinguaba

(Ubatuba).

Bio na UAC

Essa atividade de ensino busca proporcionar

momentos de aprendizagens na creche da UFSCar,

tanto para os discentes do PET Biologia quanto

para as crianças que participam das atividades

voltadas para cidadania e educação ambiental.

Pet Ciência

A atividade tem como propósito a extensão,

fazendo com que temas da biologia cheguem à

população por meio de eventos, como a

Universidade Aberta, Circo da Ciência, Projeto

Urubuzar e outras atividades que divulguem o

conhecimento científico.


5

PAPPET

Abrange os pilares do grupo (pesquisa, ensino e

extensão) e complementa a formação profissional

com a promoção de visitas a empresas, palestras,

além de cursos e minicursos diversos, e assim, tenta

promover e evidenciar o papel do biólogo na

sociedade e no mercado de trabalho.

Guia PET

É um meio midiáticos com vídeos interativos

que ficam disponíveis no Youtube. O Guia PET

auxilia na divulgação das atividades elaboradas pelo

grupo, ao mesmo tempo que proporciona fácil

fonte de informações procedimentais pertinentes

aos estudantes da biologia.

Seleção

Tem como objeitvo selecionar novos membros

com base em critérios que acreditamos ser

desejáveis ao bom funcionamento do grupo

(execução de atividades e relacionamentos

interpessoais). Ocorre uma vez por semestre e é

aberta a todos os estudantes da biologia. Fique

ligado!


6

Alcaloses 2019

As alcaloses são apresentações realizadas pelos integrantes do

grupo PET Biologia. Os temas das alcaloses são variados e de

escolha do próprio petiano/a. Essas apresentações acontecem,

geralmente, quinzenalmente as quartas-feira no CCBS, das

13h00 às 13h50, e tem como objetivo a disseminação de

conhecimento, aperfeiçoamento pessoal, desenvoltura e técnica

de apresentação dos membros do grupo. Abaixo está listado os

temas das alcaloses que aconteceram em 2019, confira e venha

assistir as próximas!

A Linguagem no Reino

Animal

por Bárbara Padilha

Tal alcalose buscou

apresentar a área da

biolinguística (que abrange

aspetos evolutivos, sociais,

biológicos e cognitivos) e

discutir o aspecto central

dela: a linguagem nos

animais não humanos.

Relincho por socorro

por Larissa Broggio

A petiana apresentou

reflexões sobre a

equideocultura brasileira.

Foram abordados

acontecimentos recentes

(como a restauração da prova

do laço), estudos do

comportamento e bem-estar

do animal, bem como

aspectos sociais envolvidos na

relação.

A Dança e o Cérebro

por Beatriz Montanari

Esta alcalose, abordou o

tema "dança" sob aspectos

históricos, antropológicos,

evolutivos e

neurofisiológicos.

Elucidando como a cultura

da dança foi importante

para o desenvolvimento

neural.

A Música e o Cérebro

por Júlia Furlan

A alcalose foi a respeito

dos efeitos da música

no cérebro em

perspectivas fisiológicas

e, consequentemente,

como a musicalidade

impacta em nosso

cotiadiano.


7

A Cultura Hip Hop em

diversas perspectivas

por Vitor Muzel

Nesta alcalose foi

apresentado a importância

do hip hop como um

movimento cultural de

emancipação social. Sendo

palco de ativismos politicosociais,

como a luta anti

racista.

Adoção de Animais

por Bárbara Montecino

Tal alcalose trouxe de

forma comovente e

interativa a importância da

adoção de animais. Além de

mencionar as

problemáticas do mercado

de venda de animais.

As incoerências do

Proibicionismo

por Fernanda Piratelli

Necessária e

contemporânea, esta

alcalose, elucidou os

aspectos sociais, políticos e

antropológicos

consequentes da guerra às

drogas e da politica de

proibicionismo.

As Crianças têm que

Brincar

por Gabriel Zucolotto

A alcalose foi sobre o

desenvolvimento das

capacidades cognitivas e

sociais que as

brincadeiras

desenvolvem na infância

e refletem nos adultos.

PEIC - Marujá

por Lucas Tomazella

O petiano abordou a sua

experiência em

voluntariado realizado na

UC Parque Estadual Ilha do

Cardoso (Núcleo Marujá).

Na apresentação discorreu

sobre a comunidade,

legislações ambientais e

histórico do Parque.

Dinâmica Lógica

de Grupo

por Luca Buffo

De maneira informal e

muito divertida, esta

alcalose tinha a proposta de

avaliar o trabalho em

equipe, a lógica, raciocínio

e a harmonia entre os

integrantes.

O Mundo dos Games

por Bruna Santos

Além do mundo virtual os

games são um movimento

cultural crescente. Além de

importante meio de

desenvolvimento motor e

social é também uma

industria milionária, sendo

importante tema para a

alcalose.

O Lado bom da Vida

por Dniele Coito

Importante momento no

final de semestre, esta

alcalose teve como objetivo

discutir o lado bom da vida.

Emoções e sentimentos

foram observados

fisiológica e socialmente

com leveza e descontração.




10

Você sabia que as

aranhas podem

Quando pensamos nos meios de

locomoção das espécies, a capacidade de voar

imediatamente nos vem à mente, seguida de

uma série de adaptações que permitiram aos

animais a ocupação do ambiente aéreo. Entre

os animais que voam, lembramos dos pássaros,

morcegos, abelhas, vespas, borboletas, mas

dificilmente associamos às aranhas essa

habilidade. No entanto, algumas aranhas não

usam seus fios de seda apenas para construir

teias, elas também conseguem utilizar esses

fios na atmosfera para voar.

Esse comportamento, denominado

balonismo, foi documentado primeiramente no

século XVII e, desde então, os cientistas

buscam descobrir exatamente como isso ocorre

e seu motivo. Em realidade, já existiam duas

hipóteses sobre o voo das aranhas (e outros

artrópodes que fazem balonismo): 1) por meio

do vento ou 2) eletrostática. Entretanto, uma das

mais recentes pesquisas da Universidade de

Bristol, no Reino Unido, apontou que o voo

dessas aranhas em específico não depende do

vento, mas da eletricidade em nossa atmosfera.

Nesse estudo, os pesquisadores

mostraram com experimentos feitos em

laboratório que, efetivamente, para voar as

aranhas precisam do campo magnético. Para

tanto, selecionaram aranhas que realizavam

essa prática e as colocaram em uma câmera

projetada para não ter cargas ou movimento

de ar. Desse modo, eles conseguiram induzir

campos elétricos de diferentes magnitudes.

Como resultado, foi visto que, desde que

houvesse um campo elétrico forte o suficiente,

as aranhas se posicionavam para fazer o

balonismo e soltavam suas sedas até voarem,

mesmo na completa ausência de corrente de ar.

Assim, quando decolavam, os pesquisadores

podiam fazer com que elas descessem ou

subissem apenas ao ligar ou desligar o campo

elétrico. Com isso, o mais legal é que agora a

gente sabe que ambas hipóteses são corretas e

que o voo depende dos dois efeitos físicos:

tanto do vento quanto das cargas elétricas.

O balonismo começa com a aranha

depositando um fio de seda (dragline) na

superfície em que está apoiada, servindo como

uma âncora para se segurar. Após isso, ela

levanta as duas pernas dianteiras e, por meio de

pelos sensitivos chamados de tricobótrios, ela

consegue sentir a velocidade do vento e o

campo elétrico. Se as condições forem ideais,

ela se inclina com suas pernas traseiras,

elevando seu abdômen para emitir a seda. Com

isso, os fios são liberados, a seda ancorada é

desprendida e a aranha é puxada para o ar com

uma velocidade admirável.

Fonte: National Geographic (2019)

voar ?



Austrália

Amazônia

VS

A ÉPOCA DOS

INCÊNDIOS

FLORESTAIS

A Austrália enfrentou um dos piores incêndios

florestais em anos. Fomentadas por temperaturas

recordes e meses de seca intensa, as enormes

chamas percorreram bosques e Parques

Nacionais, chegando a 10 milhões de hectares

(100.000 km²) queimados desde o início de

setembro de 2019. O fogo em escala assustadora

matou dezenas de pessoas, quase meio bilhão

de animais e deixou milhares de moradores

desalojados.

ESSA SITUAÇÃO É COMUM?

O continente sempre experimentou incêndios

florestais, período conhecido por "estação de

fogo” em que as labaredas são causadas por

raios ou faíscas acidentais. No entanto, o tempo

seco, com pouca chuva, e os ventos fortes

ajudam a alastrar as chamas. Além disso, a

vegetação seca fica mais sujeita às altas

temperaturas da região que atingem marcas

acimas de 40ºC. O problema, no ano de 2019, foi

a extensão das áreas atingidas pelo fogo.

COMO OS INCÊNDIOS COMEÇARAM?

Foram impulsionados, em parte, por dois

fenômenos naturais: o Dipolo do Oceano Índico e

o Modo Anular Sul. O primeiro é definido por

diferenças nas temperaturas da superfície do

mar. Quando positivo, as águas mais quentes se

reúnem perto da África e as chuvas são reduzidas

na Austrália. Já o segundo descreve o movimento

dos ventos na Antártida. Em algumas situações,

há uma pressão sob o continente, indicando um

tempo mais seco.

12

Assim, em 2019 os dois eventos em conjunto

provocaram um inesperado aquecimento

estratosférico e uma redução das chuvas,

condições que contribuíram no clima quente e

seco em grande parte da Austrália.

E AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS?

De acordo com o departamento de

meteorologia do país, as temperaturas no

continente subiram 1,5ºC em 2019 em relação à

média histórica. Nesse contexto, as condições de

clima quente e seco foram agravadas em função

das alterações climáticas. O relatório climático de

2008 reuniu evidências dos 30 anos anteriores,

alertando que as estações de fogo iniciariam

antes, durariam mais e seriam mais intensas, um

efeito que poderia ser visto até 2020.

Os indícios de que as mudanças no clima

irão acentuar as estações de fogo crescem há

décadas. A escala e a intensidade dos incêndios

no ano de 2019 significa que as autoridades

australianas devem tomar medidas para enfrentar

essa situação em ocorrências futuras.


Diferente da crise na Austrália, a onda de

queimadas que atingiu a Amazônia brasileira

está relacionada à ação antrópica para limpar

áreas desmatadas, abrir área de pastos e ocupar

terras públicas. O Instituto Nacional de Pesquisas

Espaciais (INPE) apontou um aumento de mais

de 80% no número de incêndios florestais

comparado ao mesmo período em 2018. O fogo

percorreu a maioria das regiões ao norte do país,

chegando a mais de 70 mil km² de floresta

queimada, ameaçando os habitats e liberando

uma fumaça que afeta as cidades na redondeza e

a qualidade de vida da população.

ESSA SITUAÇÃO É COMUM?

O Brasil sofre com registros de incêndios na

Amazônia há décadas, com destaque para 2005

que atingiu mais de 140.000 casos durante o ano.

Durante a estação mais seca que ocorre entre

julho e outubro, a quantidade de focos de fogo

registrados na Amazônia brasileira é maior por

eventos que acontecem naturalmente. No

entanto, a floresta é úmida, então as chamas não

se espalham facilmente. Em razão disso, muitos

casos de queimadas eram mais consistentes com

a limpeza de terras, iniciada por madeireiras e

agricultores para plantio ou pastagem, do que

com a seca regional.

COMO OS INCÊNDIOS COMEÇARAM?

Na Austrália a vegetação é adaptada ao fogo,

experimentando incêndios a cada outono, já na

floresta amazônica as árvores viram cinzas com a

vegetação derrubada e queimada, sem grandes

chances de recuperação. O desmatamento

intencional, segundo o Instituto de Pesquisa

Ambiental da Amazônia (IPAM), é usado para

aumentar as fazendas de gado.

Como consequência, a fumaça emitida pelos

incêndios viajou pelos países fronteira como um

poluente tóxico em grandes nuvens de dióxido de

carbono.

E AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS?

Toda a bacia amazônica abriga milhões de

espécies de plantas e animais. Sua floresta

absorve inúmeras quantidades de carbono,

configurando uma área de extrema importância

para regular o aquecimento global. Entretanto,

com a vegetação derrubada e queimada, o

carbono é destinado à atmosfera. Como

resultado, as partículas, além de prejudiciais à

saúde ao adentrar os pulmões, também podem

influenciar nos padrões temperatura global e de

precipitação.

Texto autoral de Milena Castro, baseado nos textos de

Mariana Vick, Nexo Jornal,2020; Juliana Gragnani,

BBB, 2020; The Visual and Data Journalism Team, BBC,

2019; BBC, 2020; Rodrigo de Oliveira Andrade, Nature,

2019; Nicky Phillips and Bianca Nogrady, Nature, 2020;

Brando e outros, Science Advances, 2020.

13

Esforços para evitar incêndios na Amazônia

podem diminuir as emissões de gases de efeito

estufa na região. Para tanto, não deve existir

impunidade para crimes de grilagem e

desmatamento que aumentam o número de novos

episódios. Além disso, desde que haja

gerenciamento das áreas de agricultura e

agropecuária, os incêndios indesejados serão

reduzidos, evitando fontes de faíscas que

transformam a região em uma emissora de

carbono.







19

DCF - Departamento

de Ciências

Fisiológicas

Lab. de Bioquímica e Biologia Molecular

Pesquisa relacionada às funções da matriz

extracelular sobre envelhecimento, exercício e

microambiente tumoral.

Heloisa Sobreiro Selistre de Araújo

Contato: hsaraujo@ufscar.br

Lab. de Farmacologia Cardiovascular

Pesquisa estratégias farmacológicas e não

farmacológicas para o tratamento de doenças do

sistema cardiovascular

Gerson Jhonatan Rodrigues

Contato: gerson@ufscar.br

Lab. de Fisiologia do Exercício

Fisiologia do Exercício Humana; do Exercício

Celular e Molecular; do Exercício & Bioenergética

Mitocondrial; Biofísica e Fisiologia Muscular.

Gliberto Eiji Shiguemoto

Contato: gileiji@gmail.com

Roberto Márcio Machado Verzola

Contato: rmmverzola@ufscar.br

Sérgio Eduardo de Andrade Perez

Contato: seaperez@ufscar.br

Vilmar Baldissera

Contato: vilmarb@ufscar.br

Lab. de Neuroendocrinologia

Propriedades e efeitos fisiológicos da melatonina

em modelo humano e animal; Consequências do

déficit de estrógenos; Efeitos da modulação do

balanço energético sobre o metabolismo

intermediário.

Wladimir Rafael Beck

Contato: beckwr@ufscar.br

Lab. de Zoofisiologia e Bioquímica

Comparativa - LZBC

Desenvolvimento de investigações complexas

com o monitoramento de múltiplas variáveis do

sistema cardiovascular, do sistema respiratório e

do metabolismo de uma variedade de grupos de

vertebrados.

Cléo Alcântara da Costa Leite

Contato: Cleo.leite@gmail.com

Francisco Tadeu Rantin

Contato: frantin@ufscar.br

Diana Amaral Monteiro

Contato: dianamonteiro@ufscar.br

DHB - Departamento

de Hidrobiologia

Alberto Carvalho Peret

Dinâmica de população de peixes

Contato: peret@power.ufscar.br

Dalva Maria da Silva Matos

Ecologia e conservação

Contato: dmatos@power.ufscar.br

Evelise Nunes Fragoso de Moura

Ecologia aquática e dinâmica de populações de

peixes

Contato: evelise.fragoso@gmail.com

Hugo Sarmento

Biodiversidade e ecologia de microrganismos

aquáticos

Contato: hsarmento@ufscar.br

Irineu Bianchini Jr.

Macrófitas aquáticas, substâncias húmicas, ciclo

do carbono, ecossistemas aquáticos, matéria

orgânica e detritos

Contato: irineu@power.ufscar.br


20

Jane Eyre Gabriel

Bioinformática

José Roberto Verani

Aquicultura e dinâmica de população de peixes

Contato: verani@power.ufscar.br

Lívia Maria Fusari

Biologia de insetos aquáticos

Contato: liviafusari@ufscar.br

Marcela Bianchessi da Cunha Santino

Limnologia

Contato: cunha_santino@ufscar.br

Maria da Graça Melão

Ecotoxicologia, ecologia do zooplâncton,

biodiversidade, ecofisiologia de organismos de

água doce

Contato: dmgm@power.ufscar.br

Rhainer Guillermo Ferreira

Comportamento animal, seleção sexual,

taxonomia, interações ecológicas, conservação e

morfologia funcional

Contato: rhainer@ufscar.br.

Patrícia Cristina Vizzotto

Citogenética e Biologia Molecular

Contato: pcvissotto@yahoo.com

Reinaldo José de Castro

Ecologia de peixes de água doce

Contato: reinaldocastro@ufscar.br

DGE - Departamento

de Genética e

Evolução

Flávio Henrique Silva

Biotecnologia Molecular e Estrutural

Contato: dfhs@ufscar.br

Anderson Ferreira Cunha

Genética de Leveduras; Genética de Células

Vermelhas e Doenças Eritrocitárias

Contato: anderf@ufscar.br

Reinaldo Alves de Brito

Arquitetura Genética de Caracteres Complexos;

Estudo de Marcadores Genéticos em Espécies

Nativas Brasileiras; Genética da Conservação

Contato: brito@ufscar.br

Maria Teresa Marques Novo Mansur

Aplicação da Análise Proteômica para fins

biotecnológicos

Contato: marinovo@ufscar.br

Orlando Moreira Filho

Citogenética Básica e Molecular e Evolução de

Peixes

Contato: omfilho@ufscar.br

Iran Malavazi

Biologia Molecular e Celular de Fungos

Filamentosos

Contato: imalavazi@ufscar.br

Marcelo de Bello Cioffi

Origem e evolução de cromossomos Sexuais;

Evolução Cromossômica e Biogeografia de Peixes

de Água Doce

Contato: mbcioffi@ufscar.br

Marcelo de Bello Cioffi

Origem e evolução de cromossomos Sexuais;

Evolução Cromossômica e Biogeografia de Peixes

de Água Doce

Contato: mbcioffi@ufscar.br


21

Marco Antonio Del Lama

Dispersão sexo-assimétrica e estrutura genética das

populações de abelhas e vespas

Contato: dmdl@ufscar.br

Felipe Roberti Teixeira

Caracterização funcional da E3 ubiquitina ligase

SCF(Fbxo7/PARK15);

Contato: felipebqi@gmail.com

Ricardo Carneiro Borra

Estudo da resposta imunológica e inflamatória associada

às doenças do Sistema Estomatognático

Contato: rcborra@gmail.com

Lisandra Marques G. Borges

Grupo de Bioquímica e Biofísica de Proteínas; Grupo de

Bioquímica de Proteínas

Contato: lisandramgava@gmail.com

Francis de Morais F. Nunes

Genética de Sistemas e do Desenvolvimento; Análise de

Genes e Genômica;Transcriptoma; RNAs não-codificadores

Contato: francis.nunes@ufscar.br

Andrea S. da C. Fuentes

Expressão heteróloga de proteínas de interesse

biotecnológico; Genética Molecular de plantas produção de

plantas transgênicas resistente a insetos

Contato: andreasc@ufscar.br

Pedro Galetti

Genética Evolutiva; Genética da Conservação

Contato: galettip@ufscar.br

Marcos Roberto Chiaratti

Genética Citoplasmática; Herança Mitocondrial;

Biotecnologia Animal

Contato: chiarattimr@gmail.com

Andréa Cristina Peripato

Bases Genéticas e Epigenéticas do Cuidado Materno;

Genética de Caracteres Complexos; Genética de

Comportamento; Ensino em Genética.

Contato: peripato@gmail.com / peripato@ufscar.br

Patrícia D. de Freitas

Genética e Evolução, conservação e aquicultura

Contato: patdf@ufscar.br

DMP - Departamento

de Morfologia e

Patologia

O DMP possue linhas de pesquisa em patógenos

de veiculação hídrica, epidemiologia de infecções

e infestações parasitárias, imunopatologia das

infecções, modulação da resposta biológica,

isolamento, cultivo, identificação e ação de drogas

sobre microrganismos de interesse médico e

sanitário, morfologia das mucosas bucais,

aparelho locomotor, sistema reprodutor sob

alcoolismo crônico experimental.

Clovis Wesley O. de Souza

Contato: clovis@ufscar.br

Cristina Paiva de Sousa

Contato: prokarya@ufscar.br

Fábio Gonçalves Pinto

Contato: fgpinto@ufscar.br

Fernanda de Freitas Aníbal

Contato: ffanibal@ufscar.br

Karina Nogueira Zambone Pinto

Contato: karina@ufscar.br

Luiz Fernando Takase

Contato: ltakase@ufscar.br

Maíra Aparecida Stefanini

Contato: stefanin@ufscar.br

Marcelo Martinez

Contato: martinez@ufscar.br

Maria José Salete Viotto

Contato: viotto@ufscar.br

Paulo Teixeira Lacava

Contato: ptlacava@ufscar.br


22

DCAM -

Departamento de

Ciências Ambientais

DB - Departamento

de Botânica

O DCAM tem os seguintes grupos de pesquisa:

Novos Direitos

Líder: Prof. Dr. Celso Maran de Oliveira

Contato: celmaran@gmail.com

Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação

Ambiental (GEPEA)

Líder: Profa. Dra. Haydée Torres de Oliveira

Sustentabilidade e Gestão Ambiental (SUSTENTA)

Líder: Prof. Dr. Frederico Yuri Hanai

Contato: fredyuri@ufscar.br

Ecologia de Ecossistemas Ripários

Líderes: Prof. Dr. Marcel Okamoto Tanaka e Profa.

Andréa Lúcia Teixeira de Souza

Contato: : marcel@ufscar.br

altdesouza@gmail.com

GEOSUS - Geotecnologias, meio ambiente e

sustentabilidade

Líderes: Prof. Dr. Luiz Eduardo Moschini e Prof. Dr.

Vandoir Bourscheidt

Contato: lemoschini@ufscar.br

vandoir@gmail.com

Marco Antônio Batalha

Ecologia de comunidades vegetais, florística,

fitossociologia e fenologia.

Contato: marcobat@fastmail.fm

Inessa Bagatin

Ecologia de protozoários

Contato: inessalacativa@gmail.com

Ana Teresa Lombardi

Ecofisiologia de microalgas e química ambiental

Contato: anateresalombardi@gmail.com

Marcos Arduin

Anatomia vegetal

Contato: darduin@ufscar.br

Leonardo Maurici Borges

Taxonomia e evolução de Mimosa L.

Contato: aquitemcaqui@gmail.com

Carlos Henrique Britto de Assis Prado

Ecofisiologia e fisiologia vegetal

Contato: kiq.prado@gmail.com

DCAm

DB

DMP

DEBE

DGE

CCBS DHb DCF





26

Estágios & Voluntariados

Oportunidades de Atividades Extracurriculares e Complementares à Graduação

ICMBio

O ICMBio, Instituto Chico Mendes de Conservação da

Biodiversidade, oferece diversos voluntariados em Unidades

de Conservação em todo território nacional. São

oportunidades incríveis para formação de biólogos/as! Para

saber mais, acesse:

voluntario>.

Fundação Florestal - SP

A Fundação para a Conservação e a Produção Florestal

do Estado de São Paulo é um órgão vinculado a Secretaria

do Meio Ambiente, da qual oferece o Programa de

Voluntariado em UC's do Estado de São Paulo. Não perca

essa chance de lutar pela causa socioambiental e ainda

vivenciar lugares de tirar o fôlego! Para saber mais, acesse:

Parque Ecológico

O Parque Ecológico de São Carlos oferece atividades de

voluntáriado nos meses de janeiro, fevereiro e julho. O foco é

em educação ambiental. Para saber mais, acesse:

https://www.facebook.com/ParqueEcologicoSaoCarlos/ ou pelo

e-mail pq.ecosc@saocarlos.sp.gov.br.

Outras Instituições e Projetos

Outras instituições, públicas ou particulares, como

as ONG's, também oferecem oportunidades de trabalho

voluntário e estágios, a exemplo do Projeto Baleia

Jubarte, Instituto Argonauta, Aquário de Ubatuba,

Instituto Australis, TAMAR, IPeC, entre outros. Acesse

o site da instituição de seu interesse e fique por

dentro das datas dos processos seletivos. Vale a

pena conferir!



28

BATEU AQUELA FOME?

Hmmm... O PET Bio tem umas

sugestões pra você!

**** RU - Restaurante Universitário ****

O restaurante universitário funciona das 11:15 às

13:30 e das 17:15 às 19:00, de segunda à sábado (sendo

sábado apenas no horário de almoço). O valor da

refeição é de R$ 4,20. Bolsistas alimentação não

pagam e tem direito a café da manhã e refeições aos

domingos.

**** Food trucks ****

Os Food Trucks estão espalhados por todo o

campus, geralmente concentrados atrás da BCO, com

comidas e preços também variados. Vale a pena

conferir os cardápios e escolher seu favorito!

**** Restaurante Português ****

Ambos localizados na Área Sul da UFSCar, o

primeiro na região do DCE, e o segundo na região do

Clube Atlético Paulistinha. São opções para quem

gostaria de variar a alimentação.

**** PQ - Pão de Queijo Mineiro ****

Pra quem prefere um lanche ou salgado, o Pão de

Queijo Mineiro está localizado na Área Sul, em frente

ao AT1 (lá também são servidos pratos no almoço).

**** Tio e Tia da Bio ****

Logo ali no pátio da Bio, tio e tia estão quase todos

os dias servindo salgados, lanches naturais, café,

refrigerante ou um mate. Há opções vegetarianas

também!

Feirinha da Bio

Eventualmente, o Centro Acadêmico realiza a

Feirinha da Bio, onde pode-se encontrar além de

artesanatos, comidas pra lá de deliciosas. Vale a

pena conferir!


29

2 0 2 0 S Ã O C A R L O S

P A R A

O N D E I R ?

CINEMAS

C I N E S Ã O C A R L O S

Preço: 16,00 (inteira). Estudantes pagam meia.

Endereço: Major José Inácio, 2154 e 2166.

C I N E I G U A T E M I

Preço: 34,20 (inteira). Estudantes pagam meia.

Endereço: Passeio dos Flamboyants, 200 - Parque Faber

Castell II (dentro do Shopping Iguatemi)

C I N E S E S C S Ã O C A R L O S

Preço: R$1,50 (matriculado) R$3,00 (Idosos, estudantes,

professores) R$6,00 (Não Matriculado)

Endereço: Av. Com. Alfredo Maffei, 700

M U S E U D A C I Ê N C I A P R O F . M Á R I O

T O L E N T I N O

Endereço: Praça Coronel Salles, s/n, subsolo - Centro

Entrada gratuita

F A Z E N D A S A N T A M A R I A

Endereço: Estrada São Carlos - Rib. Bonito (SP 215), Saída 157 +500mts - São

Carlos/SP

Entrada gratuita e aberto aos finais de semana das 13h às 17h

C E N T R O D E D I V U L G A Ç Ã O C I E N T Í F I C A E

C U L T U R A L ( C D C C ) - U S P

Endereço: Rua Nove de Julho, 1227, Centro

Entrada

MUSEUS

TRILHAS

E PARQUES

P A R Q U E E C O L Ó G I C O

Endereço: Estrada Municipal Guilherme Scatena,

Km 2, s/n - Espraiado

Horário de funcionamento: ter à dom das 8h às

16h30 - Entrada gratuita

C E R R A D O U F S C A R

Localizado na área norte da UFSCar. O grupo

Trilha da Natureza realiza trilhas guiadas no

cerrado de tempos em tempos.






34

PETIANA

e PETIÃO

Mentes Brilhantes

em...

Fim.

Autoria: Milena Castro

Edição: Daniele Coito



Caro(a) estudante,

Seja muito bem-vindo(a)!

Textos e edição:

Bárbara Montecino

Beatriz Helena Montanari

Daniele Fabiane Coito

Milena Rossales Castro

Vitor Rodrigues Muzel

Integrantes da Comissão Biosfera do PET Bio.

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