Revista Santíssima Virgem Edição - Ano 4 - Edição 31

webpan
  • No tags were found...

Revista Santíssima Virgem Edição - Ano 4 - Edição 31 - Uma publicação Igreja Santíssima Virgem de São Bernardo do Campo - Diocese de Santo André - SP


HORÁRIOS DE MISSAS

MISSAS DOMINICAIS:

Sábado:

18h30 - Missa pelas famílias

Domingo:

07h - Missa

08h30 - Missa pelas crianças

09h - Missa celebrada na Capela do

Cemitério da Vila Euclides

10h30 - Missa pelos jovens (transmitida ao

vivo pela Santíssima TV - Youtube)

17h - Missa com interpretação de Libras

(no 1º domingo em Ação de Graças pelos

Adoradores)

18h30 - Missa pelas famílias

SEGUNDA A SEXTA-FEIRA:

12h - Missa pelos trabalhadores (30

minutos)

19h30 - Missa diária (na 1ª sexta-feira do

mês, missa dedicada ao Sagrado Coração

de Jesus)

TODA QUARTA-FEIRA:

19h30 - Missa pelas vocações (na última

quarta-feira do mês, pela saúde)

TODA QUINTA-FEIRA:

19h30 - Missa por cura e libertação

(transmitida ao vivo pela Santíssima TV

- Youtube)

1º e 4º SÁBADO:

8h - Missa pelas famílias assistidas pela

Pastoral da Caridade (Franciscanos)

TODO DIA 8 DE CADA MÊS (EM DIAS

DE SEMANA):

08h30, 12h e 19h30 - Missa em louvor à

Nossa Senhora

FUNCIONAMENTO DA IGREJA

Adoração ao Santíssimo Sacramento

Todos os dias: das 06h à 00h

Secretaria:

Av. Índico, 583, Jardim do Mar - SBC/SP

Fone: (11) 4330-4289

e-mails: ssvirgem@gmail.com /

santissima@diocesesa.org.br

Atendimento:

Segunda a Sexta

08h às 12h e das 14h às 18h

Sábado

08h30 às 11h e das 14h às 17h

Redes Sociais: Facebook, Instagram e

Youtube: paroquiasantissimavirgem

Twitter: ssmavirgem

EXPEDIENTE: Publicação Mensal da Paróquia Santíssima Virgem – DIREÇÃO: Padre Renato Souto. COORDENAÇÃO:

Udemia L. S. Carvalho. JORNALISTA RESPONSÁVEL: José Neves S. Filho (MTB 54.336). CONSELHO EDITORIAL:

Núcleo Revista - Pascom Santíssima. EDIÇÃO: Tom Lima. REVISÃO: Marta Guimarães. PROJETO GRÁFICO: DMS Editora

Comunicação Integrada. DIAGRAMAÇÃO: Rodrigo Caserta. FOTOS: Pascom Santíssima. CAPTAÇÃO DE RECUR-

SOS: Sônia Maria Catalani. TIRAGEM: 5.000 exemplares.

2

Paróquia Nossa Senhora de Fátima


PALAVRA DO PADRE

REAPRENDENDO A

CONVIVER EM FAMÍLIA

Tempo favorável para investir na intimidade com Deus

São muitas as orientações da Palavra de Deus, que

nos motivam refletir sobre o nosso agir. Devemos

ser santos como o Pai Celeste é santo, e sabemos

que a santidade se alcança em pequenos gestos, na

jornada da vida. A humanidade vive uma quarentena causada

por uma pandemia. Temos que fazer deste período, um

tempo favorável para investir na intimidade com Deus, de

olhar para dentro de nós, limpar o coração e viver o nosso

melhor! Por esse motivo, convido você a ir além da leitura

das sábias e santas palavras do nosso querido Papa Francisco,

convido-o a viver estas palavras: “A gratidão é um sinal

de boa educação, mas é também um distintivo do cristão”

(...) “A viver plenamente e sem hesitação a nossa adesão ao

Senhor. Jesus pede aos seus discípulos que levem a sério as

exigências do Evangelho, mesmo quando isto requer sacrifício

e esforço” (...) “O primeiro pedido exigente que Ele

faz àqueles que O seguem é que coloquem o amor a Ele

acima dos afetos familiares. Ele diz: ‘Quem ama o pai ou a

mãe, (...) o filho ou a filha mais do que a mim, não é digno

de mim’”.

O Papa nos chama a atenção para algo singelo e puro,

mas que também pode se tornar motivo de queda quando

não vivido segundo o coração de Deus, que é o amor de

família! “Jesus não pretende certamente subestimar o amor

pelos pais e filhos, mas sabe que os laços de parentesco,

se forem postos em primeiro lugar, podem desviar-se do

verdadeiro bem. Vemos algumas corrupções nos governos.

Elas ocorrem porque o amor pelo parentesco é maior que

o amor pela pátria e eles colocam os parentes no comando.

O mesmo com Jesus: quando o amor é maior que Ele,

não é uma coisa boa. Todos nós poderíamos dar muitos

exemplos a este respeito. Sem mencionar as situações em

que os afetos familiares se misturam com escolhas opostas

ao Evangelho. Quando, por outro lado, o amor pelos pais

e filhos é animado e purificado pelo amor ao Senhor, então

torna-se plenamente fecundo e produz frutos do bem na

própria família e muito para além dela”

Busquemos não desperdiçar o tempo, precisamos saber

viver com integridade e honestidade os relacionamentos.

Saber respeitar e enxergar os limites de cada um.

Precisamos ser solidários, caridosos e retos em nossas

ações, só assim seremos santos em famílias!

Que a Sagrada Família de Nazaré abençoe as nossas

Famílias!

Padre Renato Souto

Paróquia Nossa Senhora de Fátima 3


PASTORAL

ENTREVISTA: PASTORAL DOS

COROINHAS E CERIMONIÁRIOS

Servos por amor, servir na presença do Senhor

Por Udemia Carvalho - Advogada

Em entrevista com Dora Campos, da coordenação

da pastoral, fomos conhecer um pouco mais deste

interessante trabalho com crianças, adolescentes e

jovens, no serviço do altar. Dora nos conta que foi

convidada em agosto de 2015 para ser auxiliar da coordenação

e em abril de 2017 assumiu a pastoral, cuja coordenação,

hoje, é composta por dois casais. O grupo tem 30

coroinhas e 15 cerimoniários sendo que 20 coroinhas e 8

cerimoniários estão sendo preparados. O curso para novos

cerimoniários continua uma vez por semana, menos a parte

prática, que ficou para o retorno presencial das atividades

pastorais. A escolha do nome Servos por Amor, é porque

servir é um ato de amor e de renúncia. Quem serve não pode

querer ser destaque no presbitério, mas ser bons servos para

que Jesus Cristo seja sempre o centro

da Celebração Eucarística. Sua função

ajudar o padre durante a missa, para que

ele possa presidir com tranquilidade.

Dora explica que a rotina normal,

antes da pandemia, constava de um

plano anual das atividades. Neste ano,

em 15 de fevereiro, ainda se conseguiu

realizar o retiro na Casa Santa

Clara, um dia incrível de muito aprendizado e partilha.

Tínhamos, ela diz, reuniões de formação mensais, ação de

caridade e solidariedade, piquenique e um acampamento,

chamado Acampadentro, além de vários momentos de

confraternização com as famílias. Conquistamos um

programa quinzenal na Web Rádio Santíssima Virgem.

Com a pandemia, ela explica; estamos nos reunindo,

uma vez por semana, para rezar com uma família que

prepara o momento de oração (Terço da Misericórdia, o

Santo Rosário e reflexões) para o crescimento do grupo.

Nós recolhemos alimentos que as crianças gostam de

comer e levamos para serem juntados nas cestas básicas

que são entregues para as famílias carentes. Toda semana

temos feitos “lives”. Os servos e um convidado falam sobre

um tema escolhido por eles e aprovado pela coordenação.

Eis algumas “lives” já realizadas: Eucaristia, Caridade,

Acolhida, Ansiedade na pandemia, dentre outras. Elas

podem ser vistas no Instagram @amorporservos. Criamos

a Sexta Musical onde se postam músicas escolhidas pelos

servos nos stories do Instagram do grupo. É uma forma de

usar as tecnologias para favorecer

a comunicação estes tempos de

distanciamento.

Conclusão

Sabemos que, para Deus, cada

coisa tem o seu tempo (Ecle 3:1-17),

diz Dora. Que Deus nos ilumine para

viver este tempo com sabedoria. As

crianças estão vivendo uma época

que as marcará: acordar e ter a família em casa durante

tanto tempo. As crianças e jovens, tem tantas atividades

no dia a dia, que viviam mais fora de casa do que dentro

dela, por isso, este é um tempo de aprendizado. Se por um

lado, pensar que estamos “trancados” em casa por conta

de um inimigo invisível, o vírus da Covid-19, é sufocador;

por outro lado, estarmos em família, pilar do mundo e ter

a possibilidade de resgatar nossa convivência familiar é

libertador.

FLORES & DECORAÇÕES

Casamentos e Festas

Bouquets e Decorações

Floricultura

Vasos, Flores Frescas e Arranjos

4123-6948 / 4122-1042 - Rua Pacífico, 90 - Jd. do Mar - SBC

4122-1408 / 4125-4141 - Pç. da Saudade s/n Box- 4 - Jd. do Mar - SBC

n-okumura@uol.com.br • www.okumuraflores.com.br

4

Paróquia Nossa Senhora de Fátima


IGREJA NO MUNDO

O VERDADEIRO SENTIDO DA AMIZADE

É possível ter um milhão de amigos?

Por Marcelo Artioli - Administrador

A

mizade! Como é bom ter amigos, não é verdade?

A palavra “amigo” é sagrada, embora tenha sido

banalizada. São João Paulo II disse que “Cristo é

o maior amigo e, simultaneamente, o educador de

toda a amizade autêntica”. Se Ele é um educador, pode nos

ensinar como descobrir quem são nossos verdadeiros amigos.

Não é difícil descobrir, basta pegar a Bíblia e abrir em

João 15, 15b: “Tenho-vos chamado amigos, porque tudo

quanto ouvi de meu Pai vos dei a conhecer”. Mas será que

alguém pode ter um milhão de amigos? Teria tempo para

todos eles? Ainda que fosse nas redes sociais, conseguiríamos

responder tantas mensagens? Será que se poderia ter

intimidade e sentir-se a vontade para revelar seus problemas

e conquistas para tantas pessoas? Com certeza não!

O significado da palavra amigo é: “Aquele que ama,

que demostra afeto, amizade”. Deus mostra que a amizade

tem muito valor, nela cada um se preocupa com o outro

e ambos são beneficiados. Encontramos na Bíblia o que

uma boa amizade oferece. União: amigos próximos se tornam

irmãos, partilhando experiências, alegrias e tristezas

(Sl 133, 1); Segurança: Amigos protegem e defendem uns

ao outros nas horas de dificuldade (Ecl 4. 10-12); Alívio:

Quando estamos sofrendo ou passando dificuldades, são

os amigos que consolam e ajudam (Pr 17, 17); Força: Amigos

nos encorajam e nos motivam a continuar a lutar (Pr

27. 17); Sabedoria: Entre amigos podemos pedir conselhos

e ver outras perspectivas, que nos ajudam a crescer (Pr 27.

9) e; Correção: Um bom amigo sabe quando nos dizer a

verdade e nos repreender, para o nosso próprio bem (Pr

27. 5-6).

Na Palavra de Deus, não há fingimento de que existam

amizades perfeitas. Todos cometemos erros, mas o amor

que existe na amizade supera os problemas e nos ajuda a

perdoar. A amizade é um bem precioso que devemos valorizar.

Ter amigos é muito melhor que viver sozinho e isolado

de todo o mundo. Dentre todos, “Jesus é nosso melhor

amigo”. Ele nos ama tanto que morreu por nós! Esse é o

maior exemplo de amizade (Jo 15. 12-13). Quando cremos

em Jesus e o seguimos, somos contados entre seus amigos,

com todas as bênçãos que essa amizade traz. Portanto

meus amigos de fé, vamos seguir a Palavra de Deus, amar

a nossa família, regar as amizades que temos e procurar

agir sempre com a verdade, com amor e afeto entre nossos

irmãos e a quem precisar de nós

Referências: “Respostas Bíblicas” / “Canção Nova”

Paróquia Nossa Senhora de Fátima 5


TOTUS TUUS MARIE

QUARTO E ÚLTIMO DOGMA: A

ASSUNÇÃO DE MARIA

“Nossa Senhora não morreu, voltou para casa”

Por Tom Lima - Cristão leigo

C

omo estamos vendo desde abril, a Igreja proclamou

quatro dogmas marianos. Aos tempos antigos

pertencem os dogmas da Maternidade Divina

(Mãe de Deus) e da Virgindade Perpétua. Estes

dois dogmas, estreitamente ligados entre si, estão inseparavelmente

unidos à fé em Cristo. Nos tempos recentes,

foram definidos os dogmas da Imaculada Conceição e da

Assunção. Hoje abordaremos o último dogma: A Assunção

de Nossa Senhora ao Céu.

Esta crença é uma das mais antigas na Igreja. Há mais

de 1500 anos, os fiéis festejavam este privilégio concedido

à Santíssima Virgem, de ter sido elevada ao céu em corpo e

alma, logo depois da morte. Finalmente, em 01/11/1950, o

papa Pio XII na Bula “Munificentissimus Deus”, declara

a Assunção Corporal de Maria que, terminado o curso de

sua vida, é elevada, em corpo e alma, à glória celestial,

porque, por privilégio singular, venceu o pecado com a sua

cooperação imaculada e não estava sujeita à lei de deterioração

do sepulcro, nem precisava esperar a redenção do

seu corpo até o fim dos tempos. Maria não é Deus, então,

diferente de Jesus que ascendeu ao céu por suas próprias

forças - chamamos Ascenção, Maria foi elevada ao céu - o

que chamamos Assunção.

Frei Sebastião Benito Quaglio costumava dizer que

“Nossa Senhora não morreu, voltou para casa”. Deus

enviou seu Filho e o quis nascido de mulher. Maria foi esta

mulher escolhida antes da fundação do mundo para isto,

por isso não morreu, foi levada de volta de onde havia sido

tirada: o seio de Deus. Maria foi assunta ao céu. No coração

de Maria, Deus misturou-se conosco, dando-nos uma

natureza divina, tornando-nos filhos em Nossa Senhora, ao

mesmo tempo em que Ela se tornava Mãe de Deus. Maria

não é um acessório da fé cristã, é corredentora da salvação.

Jesus ressuscitado era o mesmo Jesus pregado na cruz,

viveu com os discípulos mais 40 dias, falou com eles, comeu

com eles. Seu corpo ressuscitado foi transformado,

não estava mais preso ao tempo, à matéria e ao espaço.

Este mistério também é reservado para cada um de nós.

Este dogma quer nos mostrar que a morte não prevalece

sobre a vida, pois Maria, plenamente humana, venceu a

morte e, portanto, abriu a porta dos céus para nós. Maria

tornou-se um modelo de caminho a seguir: dizer sim

a Deus, acolher Jesus, segui-lo como discípulo e proclamar

a sua Palavra. Assunta ao céu, Maria experimentou,

em plenitude, a comunhão vivida na Terra com Deus na

pessoa do seu filho Jesus. Os dogmas de fé da Igreja são

categóricos, ou seja, a Igreja afirma terminantemente este

fato e, portanto, não deve haver dúvidas sobre isto para os

católicos.

Fonte: Homilias dos padres na Paróquia Santíssima Virgem

6

Paróquia Nossa Senhora de Fátima


FÉRIAS... PARA

ONDE IR?

Quando a mala não fecha ou ... a reserva está

esgotada

Por Ducarmo Paes - Escritora

Quando olhamos o calendário e enxergamos círculos

em algumas datas, logo nos encantamos com

aquelas demarcações que assinalam as férias tão

desejadas. Folhetos de agências de viagem deixam

o olhar colorido, pulando de um lado para outro, no intuito

de uma escolha perfeita para um momento tão especial e

merecido. Praia ou montanha? Frio ou calor? Campo ou

cidade?

O refúgio físico não é mais importante que o refúgio

da alma que clama por um descanso longe das tribulações

do dia a dia, dos compromissos, dos horários demarcados.

Enfim, há um despojamento das próprias vestimentas

para, de repente, ficar irreconhecível, ser anônimo por um

tempo determinado ou como se costuma dizer: trocar a

roupa da alma. Mas... tem uma pontuação que não gostamos

muito de ver, a reticências... De repente ela vem

interromper tudo que foi sonhado, tudo que foi planejado

e a folhinha do calendário não foi trocada, o tempo parou,

a porta fechou, a reserva esgotou e o zíper da mala emperrou.

A tão sonhada “férias” tiveram que ser reinventadas. O

lugar escolhido nunca esteve tão próximo: a própria casa

que, apesar da paisagem intimista, traz o sentimento de

perda num espaço tão conhecido. Perdidos por não achar

a saída de um acontecimento inédito e totalmente desconhecido,

que modifica a história de todos nós. Férias que

não estavam no calendário, que não foram planejadas, mas

que ficarão na história com muitos adjetivos: boas, ruins,

divertidas, criativas, agradáveis, enfim diferentes. Peço

licença para copiar o grande escritor Augusto Cury: Não

coloque um

ponto final

nessa história,

coloque

apenas uma

vírgula, para

que ela possa

ter continuidade

assim

que tudo passar.

E assim,

aquelas férias

tão esperadas,

...

MEUS AVÓS NÃO

FAZEM BOLINHOS DE

CHUVA

Que não se perca o vínculo afetivo dos avós e

seus netos.

Por Kátia Aviles - Analista Pleno

QUAL A PRIMEIRA COISA

QUE LEMBRAMOS quando

pensamos em nossa infância?

Muitos com certeza se lembram

da casa dos seus avós. Eles têm

sempre as melhores histórias e

lembranças do nosso passado,

e é sempre muito bom ouvilos.

Dizem que ser avo é amar

com açúcar, é amor em dobro

e faz muito bem para os netos.

Após serem pais, com toda a

responsabilidade de educar seus

filhos, os avós se veem agora na posição de serem apenas

avós, sem a responsabilidade de educar. Mas, com vida

moderna, como são os avós atualmente? Será que ainda

são aqueles que imaginamos de cabelinho branco, sentados

em sua cadeira de balanço, contando histórias para nós,

ou hoje temos um novo cenário? A verdade hoje é muito

diferente! Hoje, muitos avós trabalham fora e têm uma

vida social mais agitada, fazem academia, e até mesmo

faculdade da terceira idade, onde ficam atualizados sobre

vários assuntos. Diante desse novo cenário, os avós que

antes estavam mais disponíveis para ajudar no cuidado

com os netos, enquanto seus pais trabalham fora, hoje

também são ocupados com tanta coisa. Então, faz-se

necessário um ajuste em suas atividades para não se perder

o vínculo afetivo com os netos.

Segundo o calendário católico, no dia 26 de julho,

comemoramos o Dia dos Avós. A escolha desse dia tem

a ver com a comemoração da Festa de Santa Ana e São

Joaquim, os pais de Nossa Senhora e, naturalmente, os

avós de Jesus Cristo. Certamente é uma data bonita para

ser comemorada, lembrada e celebrada. Vamos usar este

dia como “gancho” para nos lembrar de abraçar nossos

avós e demonstrar todo o carinho e amor que sentimos por

eles. E quem sabe, eles lhes façam uns bolinhos de chuva?

Se não o tivermos mais, perguntemos aos nossos pais

como eles eram, seus nomes, quem sabe contar alguma

história sobre eles...

Fonte:

https://www.bbc.com/portuguese/geral-44930392

https://segredosdomundo.r7.com/dia-dos-avos/

Paróquia Nossa Senhora de Fátima

7


A POBREZA QUE

EDIFICA

Pequenos gestos de amor, repetidos muitas vezes, transformam as

pessoas

Por Tom Lima - Cristão Leigo

8

Paróquia Nossa Senhora de Fátima


É muito comum se ouvir dizer que este mundo está perdido,

que o mal está presente em todas as coisas e pessoas.

Se é verdade que o mal está disperso pelo mundo, à espreita

para pôr-se em prática, também é verdade que o bem multiplica-se

silenciosamente, creia nisso. “Quando tudo parece

acabado, quando nos vem a tentação de crer que nada

mais tem sentido, surge a bela notícia trazida pelos passos

velozes de Jesus, caminhando entre nós. É Deus que veio

para realizar algo novo, arregaçou as mangas e nos trouxe

liberdade e consolação; o mal não triunfará para sempre, há

um fim para a dor”. (Papa Francisco, Vaticano 15/12/2016)

Para que o mal não triunfe, é preciso que o bem seja feito,

o tempo todo. Temos que abandonar a solidariedade do

fingimento, onde se faz de conta que ajuda, eventualmente,

numa situação de tragédia. Não é que não tenha valor, mas

dessa forma, constrói-se um pilar de bondade sobre a areia,

baseada em rótulos e alienação. A solidariedade verdadeira

é pessoal e intransferível. Uma maneira de não se envolver

é ser solidariedade grupal, quando se entrega a “alguém”,

que você não tem a menor ideia de quem seja, a tarefa de

fazer o bem por você. Não! O amor, como de uma criança,

é o que Jesus espera de nós. Se os seus atos de bondade

não lhe servirem para sua própria edificação, acredite, não

servirá para ninguém.

O amor que Jesus espera de nós, aprende-se no dia a

dia, constrói-se lentamente. Não nasce pronto, depende de

nós para crescer e dar os frutos que dele se espera. Jesus ensina

pacientemente o caminho do amor e da salvação, partilhava

a caridade, a humildade, o serviço, tinha compaixão

pelos que amava, tinha palavras de conforto e dizia que, se

estivéssemos cansados, ele nos aliviaria. Assim também temos

que ser com quem precisa de nós. Nosso “fazer o bem”

deve ser carregado deste ensinamento de Jesus. Se alguém

cria coragem e se aproxima de nós, devemos acolher com

respeito, olhar nos olhos, ver do que ele precisa e como se

pode ajudá-lo. Vencer os obstáculos humanos e “estender a

mão”. Jesus não tinha nojo dos pobres e doentes que cruzavam

com Ele, antes, sempre lhes tocava. Jesus, que é Deus

perfeito e puro, não teve “nojo” de nós e encarnou-se na

nossa carne impura, santificando-a, tornando-nos templos

vivos do Espírito Santo.

Aprendamos da humildade e da disponibilidade de Maria.

Como Ela, saiamos ao encontro daqueles que mais precisam,

que estejam mais fracos do que nós, que se despojaram

da vergonha para nos pedir alguma coisa. Estejamos,

como Maria, disponíveis para os imprevistos da bondade de

Deus, e do seu amor. Nunca estaremos prontos, mas Deus

espera o nosso “sim”, a nossa disponibilidade de nos deixar

ser moldados por Ele, de agora até a eternidade, pedacinho

por pedacinho até que sejamos puro amor.

A caridade edifica, porque é o caminho para a salvação.

Ao renunciar a algo - bens materiais ou nosso tempo - e

partilhar com quem precisa, acabamos por encontrar o que

procuramos, desesperadamente, a vida inteira: o segredo da

verdadeira felicidade. Nunca vai ser dispor de tudo o que

tem ou faz, mas ser generoso, qual seja, renunciar a certas

coisas e oferecer a quem precisa, no momento exato em que

ela precisa. Do bem feito com amor, não se espera retorno,

é feito para quem precisa. Nunca será o bem que convém.

Nosso exemplo é Jesus de Nazaré. Deus nos conhece

e às nossas fraquezas, nem espera tanto de nós, mas que

saibamos olhar o irmão sofrido e abandonado e ter compaixão

dele. Um pequeno gesto de amor, repetido muitas

vezes, tem o poder de transformar as pessoas. Cada um destes

gestos em prol dos pequenos de Deus deste mundo será

reconhecido e determinante para a nossa salvação. Portanto

fazer o bem é necessário e urgente, tem que ser feito agora.

Fazer o bem, amar sem esperar nada em troca, isto é o

que dá sentido as nossas vidas. Parte de nossa vida tem que

ser gasta para fazer o bem, gratuitamente, o bem pelo bem,

o amor pelo amor. Nunca devemos esquecer que o mandato

de Jesus foi: Ama o teu irmão como a si mesmo, portanto,

é pessoal sim! Ama o seu irmão, seja caridoso com seu irmão,

seja solidário com seu irmão, pratica a gentileza com

seu irmão. Lembremos que, mesmo um simples sorriso só

gera o seu efeito confortador quando o outro precisa dele,

depois são só músculos remexendo.

Conclusão

Após todas estas considerações, resta voltar ao título

deste artigo: “A pobreza que edifica” para compreender

isso na realidade de nossas vidas. Se uma pessoa está

em dificuldades, ela necessita de mais demonstrações de

respeito de nossa parte do que as pessoas em situação

normal. Ainda mais respeitoso, mais cuidadoso, mais

escrupuloso devemos ser quando um amigo que, vencendo

a resistência natural de se expor, vem lhe pedir

ajuda! Façamos o bem com discrição. Deus tudo vê. Não

devemos expor ainda mais a pobreza ou a necessidade

do outro. O respeito é a primeira expressão de amor,

sem respeito não há nada e o nosso gesto não terá valor

algum.

É ter a atitude de exercer a compaixão, ou seja, olhar

o sofrimento do outro e nos mover em sua direção para

ajudá-lo. Isto é dar um passo à frente. É momento de

quebrar paradigmas: “Mas se você̂ dá dinheiro e a pessoa

vai usar para beber na primeira esquina! Pois que

beba! Se você deu, o dinheiro é dele. É uma questão de

respeito ao ser humano e à sua liberdade. É ele quem vai

descobrir quando fazer diferente.

Aprendamos que, entre as causas da pobreza, a

principal não está nos pobres. Está na nossa falta de

percepção sobre a pobreza. Com a atitude de Cristo, a

pobreza edifica o nosso sentido de vida. Deixemos Jesus

“trabalhar” em nós, mexer com a nossa vida. Vamos

descobrir que ser pobre diante de Deus é o maior tesouro

que pode ter. Fazer o bem será algo tão normal, que

o faremos sempre e em todo lugar.

Texto autoral, inspirado parcialmente em homilias

dos padres da paróquia.

Paróquia Nossa Senhora de Fátima

9


ENTREVISTA COM A CANTORA

CLAUDIA MARQUES

Se cantar e não estabelecer uma ponte entre a canção e o céu, é melhor calar

Por Elisabete Carvalho - Assistente Administrativa

Q

uem não se emociona ao escutar essa bela voz

cantando nas missas em nossa paróquia? Pois é,

vamos conhecer um pouco sobre quem é a dona

dessa voz. Claudia Marques, além de agraciada

com este dom transformado em talento, é mãe de três

crianças, grata pela família e por tudo que Deus lhe permite

viver. Tem a fé como escudo, crendo que o amanhã a Deus

pertence e cantar é sua essência para a felicidade.

Aos doze anos já cantava no Grupo de Oração da Capela

São Francisco, a antiga sede da Rádio da Milícia da

Imaculada. Daí não parou mais e canta por onde Deus a

levar, dizendo que, enquanto tiver um sopro, cantará com a

vida, o amor de Jesus. Nos fala com carinho de sua passagem

pelo ministério orante Frutos da Promessa, como um

presente divino que durou nove anos. Juntos combatiam

com o fervor da fé nas missas por cura e libertação na Paróquia

Nossa Senhora de Fátima onde o padre Renato era

pároco na época. Hoje, Claudia faz parte da nossa Pastoral

da Música, nos ministérios Servos do Santíssimo nas missas

por cura e libertação das quintas-feiras as 19h30 e aos

domingos na missa das 17h no ministério Mãe Gloriosa e

se diz muito feliz.

Tem clara noção de que a música se torna uma ponte

entre a assembleia e Deus, por isso leva muito a sério seu

ministério de cantar. Ser católica, servir à Cristo e poder

ser uma peça deste corpo santo que é ser Igreja é a estrutura

da sua vida. Repete sempre uma frase em suas orações

em cada servir: “Senhor, que ao levantar a minha voz para

cantar, que seja o meu coração o primeiro a ser transformado

e onde a minha voz chegar que chegue primeiro a Tua

Graça”. Ela diz que, se for para cantar e não estabelecer

essa ponte entre a canção e o céu, prefere calar-se. Instada a

dar uma dica de um louvor preferido, ela sugeriu o que tem

ouvido bastante devido ao

momento em que estamos

vivendo, de dar novo significado

à a vida. É a música

Girassol da Priscila

Alcântara.

Claudia amadureceu,

aprimorou, evoluiu e ousou

no sonho de unir o seu

trabalho ao que mais gosta

de fazer, cantar. Sim, a

empresa “Cantando a sua

História” nasceu da fé e

do amor e hoje já está há

dez anos no mercado de

trabalho, sendo especializada

em casamentos, onde

se contam histórias de

amor em forma de canção.

Seguramente é um pedaço

do seu coração.

AJUDE-NOS A

EVANGELIZAR

Entre em contato pelo telefone

(1 1) 4330-4289 ou pelo e-mail

santissima@diocesesa.org.br,

para obter informações e

torne-se um colaborador. Nós,

da Revista Santíssima,

recomendamos os produtos e

serviços de nossos colaboradores.

10


CULTURA, CONHECIMENTO

E ESPIRITUALIDADE

Cultura: produção literária, intelectual e

filosófica, valores universais

Por Rebeca Lima - Jornalista.

Língua, religião e alta cultura são os únicos componentes de

uma nação sobrevivem à sua história, vista no tempo longínquo.

Por Alta Cultura, devemos entender a valiosa cultura

literária, intelectual e filosófica de uma nação. Estes

são valores universais, que, por servirem a toda a humanidade e

não somente ao povo de sua origem, fazem que sejam lembrados

e admirados (ou não) por outros povos. Nenhum povo ascende

ao poder econômico e político para depois se dedicar aos interesses

superiores. O inverso é que é verdadeiro: a afirmação das

capacidades nacionais naqueles três domínios - língua, religião

e alta cultura - antecede as realizações político-econômicas de

um povo. Assim foi com os franceses, com os ingleses e com os

alemães, na Europa e com os americanos também. Foram fortes

como centros de grande produção cultural e intelectual, antes de

serem poderios econômicos. Já Espanha e Portugal alcançaram a

riqueza da noite para o dia, mas não possuíam poder intelectual

e cultural e foram relegados à periferia

Desde sempre, a palavra “cultura” já remete, na mente do

público, a uma ideia, senão equivocada, ao menos incompleta.

Cultura, no Brasil, significa antes de tudo “artes e espetáculos”

- e estas, por sua vez, se resumem a dar muito dinheiro aos que

produzem, divertir e, muitas vezes, servir de caixa de ressonância

para a propaganda política (grandes shows para campanhas

políticas). Na verdade, a alta cultura, de que estamos falando -

cultura literária, intelectual e filosófica - deveria tornar as pessoas

mais inteligentes, mais sérias, mais adultas, mais responsáveis

por suas ações e palavras. Claramente não é dessa cultura (apenas

diversão) que estamos falando. Queremos que a cultura nos

ajude a discernir o que é importante do que é irrelevante, isto demonstra

a nossa inteligência. O que queremos que seja ensinado

aos nossos filhos? Se eles não desenvolverem um raciocínio real

do conhecimento e do intelecto, nada poderá fazer, senão patinar

em falso em cima de equívocos. A cultura atual, impregnada na

nossa sociedade, nos dá apenas um quadro de ângulos para que

os consideremos.

Acabamos confiando nos canais jornalísticos como fonte básica

e única de informação e conhecimento, o que pode estar nos

enganando ou alienando, independente de terem qualidade ou

não, pois nos levam a olhar todas as coisas sob um único ponto

de vista. Deveríamos nos debruçar sobre a literatura e a produção

intelectual para conhecer a história mundial e poder comparar

as experiências feitas pelos povos. A partir daí, construir

nossas próprias visões de mundo, poder tomar nossas decisões

estratégicas, sempre baseados, em última instância, na Palavra

de Deus, que nos guia para um caminho seguro do amor, da verdade

e da vida digna para todos.

OS BONS

SENTIMENTOS NOS

FORTALECEM E

ENRIQUECEM!

Deixe o aroma do orvalho e a essência

da compaixão fluir...

Por José Neves - Jornalista e Pesquisador

TRIUNFANTE! É, apesar de tudo que estamos

passando, seguimos no amor e na alegria, porque

“todos os dias ele mostra bondade e empresta, e sua

descendência é abençoada” (Sl 37,26). O perfume

matinal é acompanhado das gotas de orvalho que

refrescam a doce essência do dia. O sol que reina,

aquece e nos alimenta no processo de fotossíntese das

obras de Deus. Com fé, aos poucos, retomaremos ao

convívio social. Que esse período que passamos no

isolamento social tenha sido de reconstrução do nosso

Eu, uma lapidação do nosso modo de ser humano.

O cenário caótico que fomos levados a viver,

conforme as exigências das normas de saúde pública,

tinham a função de que ficássemos todos protegidos.

Neste tempo, a oração e a meditação foram importantes

porque nos deram forças para que os dias não fossem

ainda mais tristes. A compaixão e o amor que Nosso

Senhor Jesus Cristo tem por nós e nos ensinou, se

fez presente a cada amanhecer no aroma do orvalho

matinal.

As circunstâncias da pandemia podem abalar

as estruturas. Sim! Mas não a nossa Fé! Nossa

perseverança traz vitalidade e força para aguardar a

chegada dos novos dias, que, esperamos, serão azuis,

estrelados e harmoniosos, porque a compaixão dá a

sustentação para o amor infinito. Em Gênesis 43,16

lemos: “Leve estes homens para minha casa, porque,

eles vão almoçar comigo”. José (do Egito) expressa

extrema compaixão ao reencontrar inesperadamente

seus irmãos, não retribuindo com rancor o que eles

tinham feito com ele. Controlou seu estado emocional

mostrando uma sabedoria extraordinária e uma bondade

imensa para com eles.

É neste ensinamento de amor que, dentro do

possível, devemos imitar a atitude de José. Cultivando e

praticando a compaixão, deixando que o amor conduza

a situação e aos poucos as coisas vão se ajustando, tal

como acontece lindamente com as estações do ano, que

trabalham unidas para um único e fraternal momento:

deixar o ambiente harmonioso para o usufruto de todos.

Assim também nós, somos guiados pela essência da

compaixão que nos fortalece e refresca como a gota no

orvalho.

Paróquia Nossa Senhora de Fátima

11


DO PENSAMENTO AO

SENTIMENTO E À AÇÃO

Somos muito mais do que pensamos e sentimos ser, e do que fazemos!

Por Alex Souza - Professor e Personal Trainer Especialista em Longevidade; Bacharel e Licenciado em Educação Física; Pós-graduação em

Fisiologia do Exercício no Envelhecimento; Membro da Sociedade Brasileira de Personal Trainers; Mentor do Grupo Exercício e Fé e Mentor da

Liga da Longevidade.

Omecanismo essencial para viver uma vida diferenciada

e saudável é entender como funciona certas

dimensões preponderantes do ser humano: seus

pensamentos, seus sentimentos e suas ações. Para atingir

esse tipo de vida, cientistas advogam que as pessoas possuem

mais capacidade de aprendizado ao longo da vida e

desenvolvimento cerebral do que se esperava (1) . Ou seja,

somos muito mais do que pensamos e sentimos ser, além

do que fazemos. Em primeira instância, o pensamento, é

a percepção do mundo por meio de um processo mental.

É um recurso de aprendizagem e conscientização do próprio

ser e de suas ideias. As células do nosso organismo se

alimentam do mesmo teor dos nossos pensamentos (2) . Já o

sentimento é uma disposição mental, isto é, ele é a manifestação

do corpo e da mente decorrente de uma decisão. Cada

sentimento possui uma frequência específica. Eles devem

estar alinhados a linguagem do entusiasmo e do amor (3) . E

a ação, não menos importante, requer uma intenção e um

movimento em determinada direção, que será dependente de

certas circunstâncias. É necessário que façamos um gesto e

um movimento que manifeste sempre a verdade (4) .

Essas três dimensões esbarram na qualidade da

percepção do mundo. Ao percebê-lo de forma positiva,

um estímulo positivo acontece. Ao percebê-lo de forma

negativa, um estímulo negativo também acontece. A

espiritualidade surge para equilibrar essas dimensões.

O contato com Deus, a energia suprema do universo nos

revela, intuitivamente, soluções para os problemas diários;

nos dá coragem para enfrentar o novo em nossas vidas; o

desapego que criamos às coisas e às pessoas; nos acalma

diante de um conflito e nos ensina novos caminhos para a

felicidade (5) . Portanto, pense, sinta e tenha ações saudáveis

diariamente.

Referências

1. DWECK, C. S. Mindset: the new psychology of success. Ballantine Books, 2006.

2. DE LUCCA, J. C. Sempre melhor. Interlítera, 2014.

3. COELHO, P. O Alquimista. Sextante, 2011.

4. COEN, M. A sabedoria da transformação: reflexões e experiências. Planeta, 2014.

5. CAIRO, C. Linguagem do corpo: A cura pelo Amor Cairo, 2016.

AJUDE-NOS A

EVANGELIZAR

Entre em contato pelo telefone (1 1) 4330-4289 ou pelo e-mail

santissima@diocesesa.org.br, para obter informações e

torne-se um colaborador. Nós, da Revista Santíssima,

recomendamos os produtos e serviços de nossos colaboradores.

12

Paróquia Nossa Senhora de Fátima


CAMINHOS SAGRADOS

SANTUÁRIO SAGRADO CORAÇÃO

DE JESUS - PADRE REUS

Sinais da força do culto ao religioso estão em todo o lugar

Por Marta Guimarães - Agente de Viagens

OSantuário Sagrado Coração de Jesus - Padre Reus

foi construído entre os anos de 1958 e 1968 em São

Leopoldo. Foi inaugurado oficialmente em 1970 e é

considerado um dos principais pontos de turismo religioso

do Rio Grande do Sul. A sua imponente fachada tem 14 metros

de altura e 32 de largura e apresenta em mosaico, um

gigantesco painel apocalíptico de 185 m2, um dos maiores

do mundo. Está localizado junto ao túmulo do Padre Reus,

motivo pelo qual atrai muitos visitantes. Foi construído graças

à crescente afluência de romeiros ao túmulo do Padre

Reus. O santuário recebe anualmente mais de 1,5 milhão de

peregrinos e devotos. O culto popular ao Padre João Batista

Reus e a fé depositada em sua imagem surgiram após sua

morte, em 21 de julho de 1947, independentemente de suas

revelações místicas, que até então não eram conhecidas. Os

sinais da força do culto ao religioso estão em todo o lugar

no Santuário, desde a imponência do próprio espaço, até o

fluxo incessante de romeiros, que se deslocam até o local

para pagar promessas por graças alcançadas e depositar flores

junto ao seu túmulo;

O padre nasceu em 10 de julho de 1868, em Pottenstein

na Alemanha. Aos 26 anos, ele decidiu ingressar na Companhia

de Jesus, foi ordenado sacerdote em 30 de julho de

1893 e ao término de sua formação como jesuíta foi destinado

a trabalhar no Brasil. Aqui foi pároco nas cidades gaúchas

de Rio Grande, Porto Alegre e São Leopoldo, onde ficou

conhecido por sua piedade e devoção. Por muitos anos,

foi professor de teologia e orientador espiritual no Colégio

Cristo Rei, em São Leopoldo. Durante sua vida escreveu

diversos livros religiosos. Seu Diário Espiritual e Autobiografia

revelam uma alma singular e mística. O seu Curso

de Liturgia, em três edições, foi um manual que, durante os

anos antes da reforma da liturgia pelo Concílio Vaticano II,

formou gerações de padres no amor à liturgia da Igreja.

Por conta dos milagres e dos fenômenos místicos que

lhe são conferidos, ao falecer, em 21 de julho de 1947, já

contava com fama de santidade. Em 1958 teve início o seu

processo de beatificação, que perdura até hoje.

Fonte: www.jesuitasdobrasil.com

Paróquia Nossa Senhora de Fátima

13


14

Paróquia Nossa Senhora de Fátima


Paróquia Nossa Senhora de Fátima

15


More magazines by this user
Similar magazines