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ed 26

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Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

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Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

2


Editorial<br />

Gostaria de passar aos nossos<br />

leitores, o que chamamos de<br />

intuição positiva, após esta explosão<br />

no mundo, onde grandes<br />

empresas começam a demitir<br />

seus funcionários. Tudo<br />

em função da crise imobiliária<br />

americana e da bolha econômica<br />

na bolsa de valores derrubando<br />

as ações no mercado.<br />

Nós brasileiros, que já estamos<br />

acostumados a passar por diversas<br />

crises, esta também<br />

atravessaremos, trabalhando<br />

e produzindo, mesmo com r<strong>ed</strong>ução<br />

de salário. O Brasil ainda<br />

será o celeiro de alimentos<br />

para matar a fome do mundo.<br />

Aproveitando, nesta <strong>ed</strong>ição o<br />

leitor vai conhecer um pouco<br />

da Serraria Taubaté, uma entrevista<br />

com a cantora Kelly<br />

Key e uma série de eventos<br />

sociais.<br />

Matéria de Capa:<br />

Luiz Tuan Neto<br />

Proprietário da Serraria Taubaté - págs. 04 e 05<br />

Entrevista:<br />

Kelly Key - págs. 12 e 14<br />

Natureza:<br />

A Arte de Criar Pássaros - pág. 17<br />

Social:<br />

Gilberto Kassab é homenageado<br />

no Hotel Maksoud Plaza - pág. 37<br />

Índice<br />

José Carlos Reis de Souza<br />

Diretor Responsável<br />

APOIO:<br />

José Carlos Reis de Souza<br />

Diretor Responsável<br />

Contato<br />

Revista Empresas do Vale<br />

(12) 3621-3797 / (12) 9787-6329<br />

R. Duque de Caxias, 102, sala 1<br />

Centro - 12020-050 - Taubaté/SP<br />

r<strong>ed</strong>acao@revistaempresasdovale.com<br />

comercial@revistaempresasdovale.com<br />

www.revistaempresasdovale.com<br />

Depto. de Artes:<br />

Cel.: (12) 9101.<strong>26</strong>97 (Magela)<br />

artes@revistaempresasdovale.com<br />

Dpto. Comercial - Nelson Flimyr<br />

(12) 9119-9242<br />

Exp<strong>ed</strong>iente<br />

Diretor responsável:<br />

José Carlos Reis de Souza<br />

Departamento Jurídico:<br />

Dra. Célia Teresa Mörth<br />

Dra. Rossana Oliveira A. Soares<br />

Impressão Gráfica:<br />

WT Indústria Gráfi ca Ltda.<br />

Jornalista Responsável:<br />

Jefferson Mello - MTB/SP 32582<br />

Editorial de moda:<br />

Nelson Flimyr<br />

Editoração Eletrônica:<br />

Geraldo Magela Pereira<br />

magelartes@hotmail.com<br />

Revisão:<br />

Fabiana Catto<br />

Tiragem: 4.000 exemplares<br />

Distribuição gratuita e dirigida<br />

Publicação Bimestral<br />

Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

As fotos de divulgação foram c<strong>ed</strong>idas pelas empresas e/ou pessoas mencionadas nos textos.<br />

Não é permitida a reprodução sem autorização expressa dos autores, por escrito.<br />

Os textos, informações e anúncios publicitários são de inteira e exclusiva responsabilidade<br />

dos autores e empresas anunciantes.<br />

3


Entrevista<br />

Por: José Carlos Reis de Souza<br />

Fotos: Lourdes A. A. de Oliveira<br />

Luiz Tuan Neto<br />

Proprietário<br />

da Serraria<br />

Taubaté<br />

Perfil:<br />

Nome: Luiz Tuan Neto<br />

Natural: Taubaté – SP<br />

Idade: 60 anos<br />

Profissão: Empresário<br />

Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

A Revista Empresas do Vale não poderia deixar de entrevistar o conceituado<br />

empresário Luiz Tuan Neto, proprietário da Empresa “Belém<br />

Indústria de Artefatos de Madeiras” (Serraria Taubaté). Passamos<br />

uma manhã em sua agradável companhia e conhecendo como é feita<br />

a elaboração do beneficiamento das madeiras de reflorestamento.<br />

Luiz Tuan Neto conc<strong>ed</strong>eu uma entrevista com importantíssimas informações:<br />

E.V. – Como foi o princípio de sua vida profissional?<br />

L.T. – A minha vida profi ssional começou no ano de<br />

1966 como funcionário da Indústria de Embalagens<br />

Pangarco S.A., empresa que trabalhava com madeira<br />

nativa extraída da Serra do Mar, produzia carretéis de<br />

linha para a Fábrica de Linhas Corrente, onde trabalhei<br />

durante nove anos. Em 1975 solicitei minha demissão<br />

e fui tentar outro emprego, mas cheguei à conclusão<br />

de que não era o que eu queria. Então decidi construir<br />

uma pequena empresa com o nome de Serraria<br />

Nossa Senhora do Belém. Após dois anos trabalhando<br />

com afi nco comecei a refl etir em uma alternativa para<br />

montar outra empresa, com o objetivo de substituir a<br />

madeira nativa pela madeira de refl orestamento.<br />

Passamos a trabalhar com o eucalipto que na época<br />

não era valorizado, após dez anos de trabalho o eucalipto<br />

de refl orestamento começou a ter aceitação no<br />

mercado. Hoje o eucalipto é uma realidade, um produ-<br />

to de ponta em todos os seguimentos onde se utiliza<br />

madeira. Em 1987 iniciamos atividades na empresa<br />

Comercial Tuan Material de Construção, na ocasião<br />

fomos bem suc<strong>ed</strong>idos e concretizamos um melhor empreendimento,<br />

comprando a empresa Indústria de Embalagens<br />

Pangarco S.A.<br />

E.V. – Com a aquisição desta empresa e uma nova<br />

empreitada em sua vida, você colocou a empresa<br />

em funcionamento ou fez uma reestruturação?<br />

L.T. – Na realidade quando assumimos a empresa<br />

averiguamos que todos os equipamentos estavam sucateados<br />

e em péssimo estado de conservação. Não<br />

tínhamos cabine primária, energia, água pluvial, asfalto<br />

e barracões. Reestruturamos nossa empresa vendendo<br />

os equipamentos e por meio deste começamos a<br />

crescer. Hoje temos uma área de 24.000 mts².<br />

E.V. – A empresa tem na prática a Responsabilidade<br />

Socioambiental, e como funciona?<br />

L.T. – Exatamente no ano de 1995, surgiu à idéia de<br />

conseguirmos uma solução para o destino do lixo, isto<br />

porque antigamente a serragem era retirada da empresa<br />

sendo jogada em terreno baldio e queimada, levando<br />

poluição para a camada de ozônio. Eu não aceitava<br />

esse proc<strong>ed</strong>imento. Começamos então a pesquisar<br />

se havia algum equipamento para utilizar o rejeito da<br />

serragem, transformando-a em um novo produto. Após<br />

várias pesquisas, descobrimos que em São Leopoldo<br />

– RS, existia uma empresa que fabricava uma máquina<br />

de nome “briquetadeira” que tinha a função de produzir<br />

produtos com o rejeito da madeira (serragem). Fomos<br />

até o Sul para conhecer como funcionava e constatamos<br />

que era o que precisávamos. Ao voltar para Taubaté<br />

compramos a máquina, instalamos e começamos<br />

4<br />

Exp<strong>ed</strong>ição


a produzir. Todo o rejeito de serragem é reaproveitado<br />

para a produção de briquetes compactados, que são<br />

utilizados em fornos de caldeirarias, padarias e pizzarias.<br />

Este novo equipamento além de não poluir o meio<br />

ambiente proporcionou a geração de novos empregos,<br />

produzindo cinco toneladas de briquetes por dia<br />

para atender o mercado. Imaginem cinco toneladas<br />

de serragem jogadas no meio ambiente. Hoje o melhor<br />

briquete produzido no mercado é o nosso, pois ele é<br />

fabricado com a serragem do eucalipto que tem mais<br />

massa volumar e qualidade. Outro rejeito aproveitado<br />

é o cavaco, que é utilizado nas cerâmicas e indústrias,<br />

para queima de produtos como: tijolos, telhas e cerâmicas,<br />

substituindo o consumo de gás. Estes dois tipos<br />

de rejeitos tornaram possível a geração de mais empregos<br />

e a diminuição da poluição no meio ambiente.<br />

E.V. – Sua empresa realiza a ação social aos seus<br />

funcionários?<br />

L.T. – Faz parte de nossa responsabilidade ajudar nossos<br />

funcionários, proporcionando a eles a compra do<br />

terreno para a construção da casa própria, facilitando<br />

de uma maneira que não comprometa o seu salário e<br />

ajudando com o madeiramento e o material de construção.<br />

Este proc<strong>ed</strong>imento é feito aos funcionários que<br />

trabalham há mais de cinco anos. Chamamos essa<br />

metodologia de ação social e respeito ao próximo.<br />

E.V. – Qual é o proc<strong>ed</strong>imento que a empresa adota<br />

para adquirir madeira (eucalipto) de reflorestamento?<br />

L.T. – A empresa participa de um grupo de cotistas em<br />

áreas de refl orestamentos e também compramos madeiras<br />

de empresas que estão regulamentadas pelo<br />

IBAMA. É bom frisar que a madeira de eucalipto para<br />

serraria sofre o corte após 25 anos.<br />

E.V. – Você poderia falar sobre os produtos que a<br />

empresa oferece?<br />

L.T. – O nosso principal produto é madeira para construção<br />

civil, (tabuados, pontaletes e vigamentos). Os<br />

outros seguimentos são: fabricação de embalagens e<br />

móveis rústicos ou acabados (mesas, cadeiras, armários,<br />

guarda-roupas, sofá com encosto, banquetas, janelas,<br />

etc.), que são feitos de madeira maciça de dois<br />

tipos de eucaliptos nobres. Este tipo de eucalipto tem<br />

uma garantia de 50 anos nas armações para colocação<br />

de telhas, substituindo tranquilamente a garapeira<br />

ou castanheira que fazem parte da mata nativa protegida<br />

pelo IBAMA. Hoje as indústrias que compram<br />

qualquer tipo de embalagem de madeira exigem que<br />

elas sejam de refl orestamento.<br />

E.V. – Para finalizar a nossa entrevista, gostaria de<br />

saber se permanece alguma mágoa ou pendência<br />

que você carrega até hoje?<br />

L.T. – Tenho uma grande mágoa diante à prefeitura<br />

municipal de Taubaté.<br />

O prefeito Mário Ortiz, na época de seu mandado, solicitou<br />

a abertura de uma nova avenida que passaria por<br />

dentro de minha propri<strong>ed</strong>ade e de meus familiares chegando<br />

até a Rodovia Oswaldo Cruz. Nossas propri<strong>ed</strong>ades<br />

tinham escrituras registradas e legalizadas junto<br />

ao poder público. Então concordamos com a prefeitura<br />

em fazer a doação da área com uma única exigência,<br />

após a terraplanagem e construção da nova estrada, a<br />

prefeitura se responsabilizaria em desmembrar e regularizar<br />

os terrenos. “Já passou mais de doze anos e até<br />

hoje os prefeitos anteriores de Taubaté simplesmente<br />

não se importaram com o nosso acordo e deixaram<br />

nossas propri<strong>ed</strong>ades irregulares. O atual prefeito Roberto<br />

Peixoto foi procurado diversas vezes para solucionar<br />

a pendência, porém passaram os quatro anos<br />

do primeiro mandato, entrando no segundo e até agora<br />

não fez nada. Esse é o respeito que os responsáveis<br />

pela nossa cidade retribuem aos seus munícipes que<br />

geram empregos e divisas. Mas estamos entrando com<br />

um novo processo, solicitando além da regularização<br />

uma indenização fi nanceira.<br />

Aproveitando esta oportunidade informo ao vereador<br />

mais votado de Taubaté, Mário Ortiz, que agora é a<br />

sua grande oportunidade de resolver este problema<br />

que teve início em sua gestão como prefeito.<br />

Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

Depósito de Toras<br />

5


Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

6


www.uchaseguros.com.br<br />

Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

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Tratamento ao paciente<br />

renal marca o sucesso de<br />

investimentos em 2008<br />

no Hospital Regional<br />

Após a série de investimentos no Hospital Regional<br />

do Vale do Paraíba ao longo de 2008, o Governo do Estado<br />

de São Paulo fechou o ano inaugurando a Unidade<br />

de Diálise, que fica em um prédio anexo. O complexo está<br />

em funcionamento desde o mês de setembro e atende pacientes<br />

das 39 cidades do Vale do Paraíba, Litoral Norte,<br />

Serra da Mantiqueira e Vale Histórico.<br />

Ao todo são mais de mil metros quadrados de área<br />

construída, para abrigar uma estrutura equipada ao tratamento<br />

das doenças renais. A Unidade conta atualmente<br />

com vinte e dois pontos para a realização de hemodiálise<br />

e estrutura para terapia em diálise peritoneal. Ao final do<br />

primeiro semestre do ano, este número irá se elevar, chegando<br />

a trinta e oito pontos dialíticos. Isso irá possibilitar<br />

a realização de mais de duas mil e quinhentas sessões<br />

por mês. Os rins apresentam um papel fundamental no<br />

nosso organismo, que é o de filtrar as “impurezas” (toxinas)<br />

do sangue e eliminá-las pela urina. Desta forma, a<br />

Insuficiência Renal crônica caracteriza-se por uma incapacidade<br />

dos rins em filtrar adequadamente o sangue. Várias<br />

doenças podem levar à Insuficiência Renal crônica,<br />

sendo as principais a hipertensão arterial mal-controlada,<br />

diabetes de longa duração, rins policísticos, entre outras.<br />

Sendo assim, são de grande importância a prevenção e o<br />

controle destas doenças. Quando não se consegue inibir<br />

a progressão da falência renal, o paciente necessita de<br />

ser submetido a um tratamento de substituição da função<br />

renal, como a hemodiálise, diálise peritoneal ou o transplante<br />

renal.<br />

A hemodiálise promove a retirada das substâncias<br />

tóxicas, através da passagem do sangue por uma máquina<br />

que contém um filtro. Para que o sangue passe pela<br />

máquina é necessário um acesso venoso, que pode ser<br />

temporário através de um catéter colocado nas veias do<br />

pescoço, ou definitivamente, através de uma fístula artério-venosa,<br />

que possibilita um fluxo adequado de sangue<br />

a ser filtrado.<br />

Já a diálise peritoneal, não utiliza filtro artificial, mas<br />

o peritônio, uma membrana localizada dentro do abdômen<br />

que possibilita a troca de substâncias entre o sangue das<br />

veias abdominais e um líquido previamente infundido na<br />

cavidade do paciente, que é drenado após algumas horas<br />

e desprezado, levando consigo todas as toxinas filtradas.<br />

Felizmente, essa etapa está sendo poupada graças<br />

ao trabalho preventivo que está sendo feito pelo Centro<br />

Estadual de Tratamento de Doenças Renais do Vale do<br />

Paraíba, o primeiro pólo de tratamento integral implantado<br />

no Estado de São Paulo, que está em funcionamento<br />

desde fevereiro do ano passado. Lá o paciente tem a sua<br />

disposição uma equipe multidisciplinar de profissionais de<br />

saúde, que buscam retardar a evolução do quadro clínico.<br />

Com este projeto inovador, o Hospital Regional se<br />

prepara para mais um desafio: ser o primeiro hospital do<br />

Vale do Paraíba a realizar transplantes renais. A nova etapa<br />

deve ocorrer no final do primeiro semestre de 2009,<br />

consolidando-se como referência de atendimento na região.<br />

O prédio da Unidade de Diálise abriga salas de atendimento<br />

e diálise, setor de emergência e anfiteatro para<br />

palestras que são ministradas aos pacientes. É importante<br />

ressaltar a retaguarda completa que é disponibilizada<br />

pelo Hospital Regional. É devido a investimentos como<br />

este que o Hospital Regional do Vale<br />

do Paraíba se consolida, cada vez<br />

mais, na excelência do atendimento<br />

à população. Esses serviços<br />

refletem todo o empenho<br />

que é dado pelo Governo do<br />

Estado de São Paulo à melhoria<br />

da saúde e 2009 será mais um<br />

ano de benfeitorias para a nossa<br />

região.<br />

Dr. Fr<strong>ed</strong>erico Vilela de Oliveira<br />

Coordenador Médico do Centro Estadual<br />

de Tratamento de Doenças Renais do Vale<br />

do Paraíba<br />

Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

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MATRÍCULAS<br />

ABERTAS<br />

PARA 2009<br />

Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

PARA ANUNCIAR ENTRE EM CONTATO PELO TELEFONE: (12) 3621-3797<br />

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Por: José Carlos Reis de Souza<br />

Vale Telas Indústria e Comércio<br />

Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

10<br />

A Revista Empresas do Vale foi conhecer<br />

um pouco da produção da “VALE<br />

TELAS INDÚSTRIA E COMÉRCIO” e fi -<br />

camos maravilhados com a elaboração<br />

do desenvolvimento na fabricação e venda<br />

de telas, pregos, arames e acessórios.<br />

O diretor responsável fez questão de mostrar<br />

toda a logística do sistema operacional.<br />

A empresa começou suas atividades<br />

no dia 01.02.86 na cidade de Tremembé<br />

– SP, com o nome de J.R. Serralheria e<br />

apenas um funcionário. Em meados de<br />

1988, adquiriu mais uma máquina e passa<br />

a incluir em sua relação de produtos<br />

a fabricação de telas de alambrado. Com<br />

a cr<strong>ed</strong>ibilidade, agilidade nas entregas e<br />

crescimento nas vendas de seus produtos,<br />

obrigatoriamente levou a procurar um<br />

espaço maior para ampliação da empresa.<br />

Em janeiro de 1996 a empresa encerra<br />

suas atividades em Tremembé onde<br />

pagava locação e se instala em Taubaté,<br />

dando início às suas atividades comerciais<br />

no dia 31.01.96 à Av. Dom P<strong>ed</strong>ro I,<br />

nº 835 (Marginal da Dutra), em terreno<br />

próprio de 1000 mt² com 500 mt² de área<br />

construída, com nova razão social: “Vale<br />

Telas Indústria e Comércio” e aumenta a<br />

produção na fabricação de telas. Hoje é<br />

referência no seguimento de telas metálicas<br />

de alambrado e onduladas e acerca-se<br />

como preocupação, estreitar relações<br />

com seus clientes, oferecendo um<br />

produto de qualidade com as melhores<br />

condições. O tempo trouxe experiência e<br />

aperfeiçoamento, dimensionando a sua<br />

atuação e principalmente buscando atender<br />

às expectativas dos consumidores. A<br />

Vale Telas é parceira e vend<strong>ed</strong>ora exclusiva<br />

em Taubaté, da BELGO BEKAERT,<br />

líder mundial em arames, que em 2008,<br />

recebeu o certifi cado selo “Qualidade Total”.<br />

Além de diversos tipos de telas, a<br />

VALE TELAS, trabalha com acessórios:<br />

conectores gripple plus, grampos, arames<br />

para cerca elétrica, haste e chapa âncora,<br />

produtos de fabricação Belgo Bekaert,<br />

dentre outros produtos para uso na agropecuária.<br />

Princípios:<br />

Ética, idoneidade<br />

e responsabilidade.<br />

Visão de futuro:<br />

Investir na qualidade<br />

dos produtos,<br />

alcançar o máximo<br />

de produtividade,<br />

dar um bom atendimento<br />

ao cliente.<br />

Missão:<br />

Proporcionar aos<br />

clientes, produtos e<br />

serviços com qualidade,<br />

efi ciência e<br />

responsabilidade e<br />

fomentar parceria<br />

com a Belgo Bekaert,<br />

para adquirir melhor<br />

conhecimento<br />

e potencial de produtos<br />

no mercado.


ESPECIFICAÇÕES DE PRODUTOS<br />

Telas tipo alambrado:<br />

- Telas Belgo Brilho, além de uma camada<br />

de zinco, recebem uma proteção de brilho especial,<br />

garantia de cercamento mais bonito e<br />

durável que os alambrados tradicionais.<br />

- Telas Belgo Plastic, além de uma<br />

camada de zinco, recebem PVC alta<br />

aderência, resistindo a agressões ambientais<br />

(áreas litorâneas) e mecânicas<br />

(quadras esportivas). Sem danos para a<br />

superfície plastifi cada.<br />

CONTATO:<br />

Fone: (12) 3621-1404<br />

www.valetelas.com.br<br />

- Telas Belgo Cor,<br />

além de uma camada<br />

de zinco,<br />

recebem um revestimento<br />

colorido<br />

especial. Garantia<br />

de um cercamento,<br />

mais bonito e durável<br />

que os alambrados<br />

tradicionais.<br />

Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

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ENTREVISTA<br />

KELLY<br />

KEY<br />

Perfil:<br />

Nome: Kelly de Almeida<br />

Afonso Freitas<br />

Nome artístico: Kelly Key<br />

Natural: Rio de Janeiro – 03.03.1983<br />

Profissão: Cantora<br />

Filhos: Suzanna e Vitor<br />

Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

12<br />

Kelly Key, terminou o 2º<br />

grau, e se não alçasse vôo<br />

para a carreira de cantora,<br />

certamente gostaria<br />

de ser médica veterinária.<br />

Quando está em sua<br />

casa é apreciadora de<br />

programas de humor e<br />

notícias nas TVs de canais<br />

fechados. Gosta de curtir<br />

teatro, cinema e kart.<br />

Sua personalidade não<br />

é favorável à malhação,<br />

mas frequenta academia<br />

exclusivamente para dançar.<br />

É vaidosa, mas não<br />

do tipo da pessoa que<br />

fi ca enfi ada em salão de<br />

beleza ou se olhando no<br />

espelho. Gosta de futebol<br />

e tem a preferência por<br />

alguns clubes, dentre<br />

eles: Flamengo (Brasil),<br />

Sporting (Portugal) e Petro<br />

de Luana (Angola).<br />

E.V. – Quando foi que você lançou o seu primeiro álbum?<br />

K.K. – No início de 2001 eu lancei o meu primeiro CD<br />

com a música de sucesso “Baba” e não tive muito trabalho<br />

no início de minha carreira para o sucesso im<strong>ed</strong>iato,<br />

graças a Deus.<br />

E.V. – Qual foi o número de vendas que você alcançou<br />

com o seu primeiro CD?<br />

K.K. – Neste primeiro CD, foram vendidos 600 mil cópias.<br />

E.V. – Com o sucesso alcançado logo no primeiro<br />

CD, o que mudou em sua vida?<br />

K.K. - Apesar de ser uma pessoa privilegiada por tudo o<br />

que sempre tive, o sucesso acabou dando uma guinada<br />

na minha vida maravilhosa, aprendi e cresci muito profissionalmente,<br />

conheci muitas pessoas e personalidades<br />

importantíssimas e ganhei muitos amigos.<br />

E.V. – Hoje você já está com quantos álbuns colocados<br />

na praça?<br />

K.K. – Já produzi o meu trabalho em sete álbuns inéditos,<br />

além das coletâneas, e ao vivo, estes eu não conto, somente<br />

os de carreira.<br />

E.V. – Você já está com um novo trabalho, qual a repercussão<br />

junto ao seu público?<br />

K.K. – Graças a Deus a repercussão é ótima, não é a<br />

mesma do que há sete anos atrás, porque o nosso mercado<br />

está muito menor, mas sem dúvida nenhuma esta<br />

sendo melhor do que o esperado, pois trabalho para um<br />

público de faixa etária menor e que consome mais CD’S<br />

originais por incrível que pareça.


E.V. – A pirataria de produtos contrabandeados incomoda<br />

você?<br />

K.K. – Muito, infelizmente alguns artistas dizem que a pirataria<br />

acaba divulgando os seus trabalhos, mas na verdade,<br />

ao mesmo tempo também diminui o nosso espaço<br />

em gravadoras, elas ficam menores e nós não temos<br />

com quem trabalhar.<br />

E.V. – Na atual circunstância de sua vida profissional<br />

e com as vendas de seus produtos, você já se considera<br />

uma pessoa realizada?<br />

K.K. – Sou, mas o meu sonho é comandar um programa<br />

de televisão, que já vem sendo trabalhado há três anos,<br />

pretendo conseguir trabalhar para crianças da mesma<br />

forma quando eu era criança e tinha os meus ídolos. Hoje<br />

em dia é muito difícil uma criança ter os seus ídolos, porque<br />

o mercado infantil está pequeno e não tem pessoas<br />

trabalhando para eles. Eu tenho um dom natural junto às<br />

crianças que acompanham os meus trabalhos, impulsionado<br />

a isso, tenho que investir, pois é algo que vou praticar<br />

a curto prazo. E para minha alegria, já estou lançando<br />

um DVD só para crianças.<br />

E.V. – Como está a sua vida fora da música?<br />

K.K. – Estou casada, com dois filhos maravilhosos, mais<br />

daqui a dez anos quem sabe, adotar uma criança.<br />

E.V. – Você tem ou participa de alguma ONG?<br />

K.K. – Eu não tenho, mas participo como diretora social<br />

do “AMINCA”, (Amigos do Inca), são crianças portadora<br />

de câncer, aonde eu já venho trabalhando a oito anos,<br />

antes mesmo de ser cantora. Lá eu já registrei muitas<br />

histórias, alegres e tristes. Além deste, eu tenho outros<br />

projetos que eu abraço também.<br />

E.V. – Na realidade, o que você pretende fazer daqui<br />

para frente, além de ter um programa de televisão e<br />

trabalhar com crianças?<br />

K.K. – Nós não podemos deixar de sonhar nunca, tenho<br />

muitas idéias a serem desempenhadas, só tenho 25 anos<br />

de idade. Mas nem tudo o que a gente quer acontece,<br />

porém eu trabalho muito para que elas aconteçam.<br />

E.V. – Como é o seu relacionamento com as crianças?<br />

K.K. – O meu relacionamento com as crianças, está se<br />

tornando intenso a cada show que se passa, eu não sei<br />

explicar, é um carinho de graça. Eles me conquistaram<br />

durante todos estes anos de carreira e hoje eu tenho um<br />

amor incondicional por todos eles.<br />

E.V. – Para finalizar, você faz shows beneficentes<br />

para ajudar entidades?<br />

K.K. – Sim, faço vários.<br />

Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

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Não inclui taxas de proteção, serviços (5% ou 10%, dependendo da agência de retirada e/ou de devolução do carro) e extras. Pagamento à vista ou em até 10x sem juros nos cartões de crédito American<br />

Express, Visa, Mastercard, Diners Club Internacional e Hipercard emitidos no Brasil, exceto cartões Corporate. Consulte as condições da promoção nas agências Localiza. Os descontos e as promoções não são<br />

cumulativos. Esta promoção pode ser suspensa sem aviso prévio. Foto ilustrativa.<br />

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Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

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Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

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A Arte<br />

de criar<br />

Canários<br />

Perfil:<br />

Criação de Canários do Reino<br />

Criador Profissional: Carlos<br />

Dionísio (Carlinhos)<br />

Cidade: Taubaté – SP.<br />

Contato: (12) 3633-2017<br />

Vermelho Urucum Intenso - Foto: @LEMO<br />

Canário Frizado<br />

História do Canário<br />

A história do canário é muito fascinante, sabe-se<br />

de notícias de que o primeiro canário foi descoberto<br />

nas Ilhas Canárias na Costa da África, Oceano Atlântico,<br />

por volta de 1402 e as Ilhas Canárias já tinham o<br />

nome antes do pássaro. Uma curiosidade nos chama a<br />

atenção, os romanos conheciam o local como Ilhas dos<br />

Cães, por serem habitadas por cães de grande porte<br />

e como era de se esperar, os romanos tiveram maior<br />

interesse nos ferozes cães de guarda do que nos pequenos<br />

pássaros cantantes. Mas no século XV temos<br />

notícias de canários sendo criados como animais de<br />

estimação na Europa. Nos dias de hoje ainda encontra-se<br />

o Canário Selvagem nas Ilhas Canárias, Açores<br />

e Cabo Verde. O Canário Selvagem (Serinus Canarius)<br />

possui pouco mais de 12cm, nevado, de cor verde<br />

acinzentado e com partes córneas escuras. Por sua<br />

vez o macho apresenta faixas amareladas, enquanto a<br />

fêmea possui partes marrons acinzentadas. Sua aparência<br />

é bastante similar ao canário verde comum.<br />

Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

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Canário Cobre<br />

Por um período de quinhentos anos desenvolveram-se<br />

criações seletivas com grande vari<strong>ed</strong>ade de canários.<br />

Alguns foram criados puramente pela habilidade<br />

vocal onde a aparência não tinha muita importância, até<br />

chegar a Revolução Industrial, época em que não existiam<br />

máquinas barulhentas. Alguns artesãos costumavam<br />

manter os canários em suas lojas para entretenimento<br />

e nas minas de carvão, para servir de “alerta” ao<br />

homem quando morriam devido à ocorrência de gases<br />

perigosos. Já os ingleses se distraiam fazendo experiências<br />

com os tamanhos e formas que um canário poderia<br />

apresentar. Conseguiram criar algumas variações<br />

da raça, entre elas: Norwich, Yorkshire e o Gloster. Os


franceses e italianos optaram em lidar com a postura<br />

dos canários, obtendo vários exemplares com diferentes<br />

curvaturas da espinha. Até o início do século XX, o<br />

canto e a forma dos canários eram alvo da d<strong>ed</strong>icação<br />

dos criadores. Porém uma transformação apareceu em<br />

um criadouro de canários de canto clássico, despertando<br />

a atenção para a cor dos pássaros, iniciando nesse<br />

momento um novo interesse por parte dos criadores e<br />

desencadeando uma série de experimentos, levando às<br />

mais de trezentas cores conhecidas atualmente.<br />

Princípios Básicos na Criação de Canários<br />

Para dar início a uma criação de canários devemos<br />

adaptar um cômodo provido de ampla(s) janelas(s) e<br />

protegidas por telas de malha fi na, evitando assim a<br />

entrada de insetos, dispostas de madeiras evitando a<br />

corrente de ar direto sobre as gaiolas prevenindo o desenvolvimento<br />

de problemas respiratórios. Entretanto,<br />

é necessária a circulação de ar, para facilitar a saída de<br />

ar quente. A previsão do número de casais deverá ser<br />

feita de acordo com as dimensões do criadouro, sempre<br />

tendo em mente que o mesmo também precisará<br />

acomodar os futuros fi lhotes e que a superpopulação<br />

é uma das causas de insucesso na criação de pássaros.<br />

GAIOLAS<br />

As gaiolas recomendadas para a criação de canários<br />

são de arame galvanizado, com grade divisionária<br />

removível, suportes externos para beb<strong>ed</strong>ouros e<br />

com<strong>ed</strong>ouros. Antes de adquirir as gaiolas é recomendável<br />

ouvir a apreciação de criadores experientes. As<br />

gaiolas devem ser iguais e padronizadas de um mesmo<br />

fabricante, de prioridade com grade-piso sobressalente<br />

para facilitar a limpeza e o manuseio. O fundo<br />

das gaiolas (bandejas) devem ser forradas com papel<br />

absorvente (pode-se usar folhas de jornal) e sempre<br />

Tratador alimentando os filhotes<br />

trocado em dias alternados ou pelo menos duas vezes<br />

por semana. O mesmo ocorre com as grades-piso, devendo<br />

submergir-se em água por algumas horas, depois<br />

esfregadas, lavadas e precisando novamente ser<br />

imersas por algumas horas em solução desinfetante.<br />

Os poleiros devem receber cuidados especiais, mantendo<br />

o mais limpo possível e trocados a cada duas<br />

semanas.<br />

ACESSÓRIOS E UTENSÍLIOS<br />

Os acessórios destinados a equipar as gaiolas de<br />

criação não devem sobrecarregar às mesmas que acabam<br />

dificultando a manutenção da higiene. Os beb<strong>ed</strong>ores<br />

e com<strong>ed</strong>ores de plásticos em forma de concha ou<br />

meia lua são os mais práticos e usados no exterior das<br />

gaiolas. A higiene deve ser executada pelo menos uma<br />

vez por semana com pincel, escova e esponja, mergulhando<br />

por algumas horas em solução de cloro e em<br />

seguida passando água corrente. Os com<strong>ed</strong>ores destinados<br />

às sementes devem ser invariavelmente esvaziados<br />

para imp<strong>ed</strong>ir a capitalização de pó e podem ser<br />

trocadas para limpeza em períodos maiores.<br />

Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

Vermelho Nevado (Algumas penas brancas)<br />

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Sindicato dos<br />

Empregados<br />

no Comércio<br />

de Taubaté<br />

O Sindicato dos Empregados<br />

no Comércio de Taubaté realizou<br />

um jantar nas dependências do Buffet<br />

jóia para comemorar a posse<br />

da nova diretoria.<br />

Sidney, Dr. Henrique, Estela, Donizeti e Célia.<br />

Janice, Valdete, Marli, Carlos, P<strong>ed</strong>ro e Cida.<br />

Mariazinha, Isabel, Dr. Décio, Rose, Jefferson<br />

e Cláudia.<br />

Luciana, Joaquim, José Carlos, Pascoal e<br />

Laura.<br />

Almir, João, Jorge, Luzia, Ana, e Adalberto.<br />

José Carlos e Dr. Carlos Dionisio.<br />

Dr. Carlos Dionisio e Luiz Carlos Motta.<br />

Augusto, Adhemar, Nivaldo, Biasantonio e<br />

Rosana.<br />

Luciene, Ronaldo, Osvaldo, ver. Maria Teresa<br />

e Ana Karla.<br />

Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

Joaquim.<br />

Márcia, Dunga, Marcos, Silvia, Nilda e Edinho.<br />

Petronio, Nelson Campello e Dan Guinsburg.<br />

COMERCIÁRIO: Não fique só. Fique sócio.<br />

SINDICATO DOS EMPREGADOS NO COMÉRCIO DE TAUBATÉ<br />

Rua Padre Faria Fialho, 257 - Jd. Maria Augusta - Taubaté<br />

CEP 12080-580 - Tel.: (12) 3621.3955<br />

18


Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

19


PARA ANUNCIAR ENTRE EM CONTATO PELO TELEFONE: (12) 3621-3797<br />

Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

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Desenvolvimento Empresarial<br />

no Vale do Paraíba<br />

PERFIL:<br />

Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

20<br />

Autora: Rogeria Maria<br />

Nogueira Ferreira.<br />

A Primeira presidente<br />

mulher da Associação<br />

Comercial e Industrial de<br />

Taubaté (ACIT), entidade<br />

fundada em 1899 pelo<br />

empresário Félix Guisard<br />

e de importante representatividade<br />

histórica<br />

no município. Formada<br />

em Ciências Contábeis<br />

e em Economia, Rogeria<br />

acumula experiências do<br />

trabalho no setor bancário<br />

e na Secretaria da Fazenda<br />

do Estado de São<br />

Paulo, onde foi agente<br />

fiscal de rendas. Há mais<br />

de dez anos se destaca<br />

como empresária do setor<br />

imobiliário de Taubaté.<br />

Na ACIT, sua atuação<br />

começou em 2004, como<br />

diretora administrativa,<br />

assumindo a vice-presidência<br />

da entidade em<br />

2006. No ano seguinte,<br />

foi eleita presidente da<br />

ACIT, a terceira mais antiga<br />

associação comercial<br />

do Estado de São Paulo.<br />

Rogeria Maria Nogueira Ferreira<br />

As empresas comerciais e prestadoras de serviço<br />

possuem papel fundamental no desenvolvimento<br />

econômico do Vale do Paraíba. Na região, somamos<br />

31.733 empreendimentos, o que representa 80,55%<br />

de todos os estabelecimentos locais. Só em Taubaté,<br />

são 2.122 lojas comerciais e 1.933 prestadores<br />

de serviço que, juntos, geram 48.096 empregos. Em<br />

todo o Vale do Paraíba, os setores são responsáveis<br />

por quase 300 mil postos de trabalho.<br />

Essa força empresarial, mensurada pela Fundação<br />

Seade, do Governo do Estado de São Paulo,<br />

entre os anos de 2006 e 2007, é responsável por<br />

expressiva porcentagem da geração de renda, empregos<br />

e oportunidades em todos os municípios da<br />

região. Além disso, essas empresas representam<br />

uma contribuição fundamental para a administração<br />

pública, recolhendo mais de R$ 300 milhões em<br />

ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e<br />

Serviços) para os cofres municipais das prefeituras<br />

da região. Com relação ao Imposto Sobre Serviços<br />

(ISS), podemos informar que no ano de 2006, apenas<br />

em Taubaté, foi recolhido pelas empresas prestadoras<br />

de serviço a importância de R$ 28 milhões.<br />

Dados como esses apresentados pelo Seade<br />

só reforçam o importante papel que o comércio e


os prestadores de serviço têm no Vale do Paraíba<br />

como um todo. Além disso, os setores são tradicionalmente<br />

os que mais empregam mulheres e jovens,<br />

confi gurando assim uma porta de entrada para estes<br />

profi ssionais no mercado de trabalho. Grande parte<br />

dessa força econômica é constituída de micro e pequenas<br />

empresas. Entretanto, apesar de seu peso<br />

como agente local de desenvolvimento econômico,<br />

o setor ainda não tem o incentivo necessário para<br />

o seu pleno crescimento. Mesmo com avanço representado<br />

pela Lei Geral, que entrou em vigor em<br />

2007, e a criação da fi gura do Micro-empreend<strong>ed</strong>or<br />

Individual em 2008, categoria que atende profi ssionais<br />

liberais, pode-se dizer que o ambiente onde<br />

elas se desenvolvem é quase hostil, considerando, a<br />

elevada carga tributária e a falta de políticas próprias<br />

mais consistentes.<br />

É preciso fazer mais em favor da atividade empresarial.<br />

Espera-se que as autoridades municipais<br />

atuem de maneira fi rme contra a pirataria e a informalidade,<br />

que atrapalham o comércio local e prejudicam,<br />

inclusive, na arrecadação de impostos. Outro<br />

aspecto em que as Prefeituras poderiam agir seria<br />

disciplinando a instalação de caminhões e lojas itinerantes,<br />

que comercializam produtos diversos, o que<br />

também prejudica as empresas regularmente instaladas<br />

na cidade.<br />

Os prestadores de serviço também precisam de<br />

mais facilidades para o exercício da profi ssão como<br />

a r<strong>ed</strong>ução da carga tributária sobre determinadas<br />

atividades e a informatização dos programas de recolhimento<br />

de tributos.<br />

A atuação da ACIT, em parceria com outras entidades,<br />

junto ao poder público visa defender o interesse<br />

dos empresários nos mais variados assuntos,<br />

além de reforçar a necessidade da participação<br />

dos setores econômicos nas decisões que afetam a<br />

comunidade. E na ACIT, compreendemos que enfrentar<br />

esse desafi o só será possível com a participação<br />

efetiva dos associados, conscientes de seu<br />

papel e da importância do associativismo. Juntos,<br />

teremos condições de conhecer melhor as propostas<br />

do governo local em relação a diversos assuntos,<br />

tais como a evolução do orçamento, bem como<br />

as fontes de receitas municipais e as estruturas dos<br />

gastos públicos, para assim formular programas e<br />

estratégias que contribuam com o desenvolvimento<br />

econômico local.<br />

O início do desenvolvimento do comércio e do<br />

setor terciário da economia no Vale do Paraíba marcou<br />

também o surgimento da Associação Comercial<br />

e Industrial de Taubaté. Ao ser criada em 1899, a<br />

entidade tornou-se uma ferramenta do empresariado<br />

para o desenvolvimento econômico local. As lideranças<br />

que fundaram a ACIT, provenientes tanto<br />

do comércio, quanto da indústria, preocupavam-se<br />

com a grave crise ocasionada, principalmente, com<br />

as constantes baixas do preço do café e a atividade<br />

econômica da região na época. Tais empresários<br />

tinham consciência que não apenas os barões do<br />

café seriam afetados, mas que a crise traria conseqüências<br />

para todos os setores. Com a demissão<br />

em massa das pessoas empregadas ou envolvidas<br />

no setor, a diminuição da renda, e da atividade comercial,<br />

estabelecimentos iriam à falência, além de<br />

outras ocorrências funestas, como em um efeito dominó.<br />

Desde o primeiro estatuto, a ACIT já visava<br />

oferecer recursos para o desenvolvimento do comércio.<br />

Nossa primeira missão foi: “Defender o interesse<br />

do comércio e da indústria, representá-los perante<br />

os poderes públicos e, quando consultada, prestar<br />

informações sobre as condições econômicas do município”.<br />

De lá até hoje, a realidade se alterou bastante,<br />

tornando-se muito mais complexa, e os desafi os enfrentados<br />

pela classe empresarial exigem soluções<br />

e posturas cada vez mais criativas e efi cazes, o que<br />

motivou a sua atual missão: “proporcionar aos associados<br />

serviços, informações e conhecimentos atualizados;<br />

estimular o empreend<strong>ed</strong>orismo, a formalização<br />

das empresas e o associativismo; ser modelo<br />

de transparência administrativa e agente de desenvolvimento<br />

social”.<br />

Acr<strong>ed</strong>itamos que o papel da Associação Comercial<br />

nos dias de hoje é fundamental, como foi há um<br />

século. Por isso, continuamos com o empenho e o<br />

trabalho de defender o empresariado local e a atuar<br />

como parceiros dos nossos associados e de demais<br />

entidades do município.<br />

O desenvolvimento do empresariado fortalece a<br />

comunidade local e a economia da região, provocando<br />

um efeito bastante benéfi co para toda soci<strong>ed</strong>ade.<br />

O papel do empresário é cada vez mais importante<br />

na economia regional. É agente de progresso social<br />

e econômico.<br />

Sem dúvidas, ainda há grandes problemas a<br />

serem resolvidos. No entanto, o comércio e a prestação<br />

de serviços aliados à sólida industrialização<br />

garantem o desenvolvimento, que reunida à natureza<br />

exuberante, composta por montanhas, rios, mar e<br />

um clima agradável, bem como um povo generoso,<br />

tornam nossa região um lugar privilegiado para se viver,<br />

tornando-se o destino de muitas pessoas, tanto<br />

para trabalhar, como para estudar e morar.<br />

Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

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Nosso<br />

trabalho é<br />

estar ao seu<br />

lado, como<br />

sempre.<br />

Imobiliária<br />

Danelli<br />

CRECI PJ 37.2<br />

www.danelli.com.br<br />

Desenvolver, crescer, expandir. Toda empresa pensa e trabalha<br />

para gerar frutos. Com a Danelli não é diferente.<br />

Mas o que é diferente na Danelli é que boa parte de seus frutos<br />

são investidos naquilo que faz dela uma empresa respeitada. No<br />

seu atendimento ao cliente.<br />

Aqui se investe em tecnologia para agilizar o contato. Em assessoria<br />

jurídica para que os clientes tenham segurança ao fazer negócios.<br />

Em produtos de primeira, para que os compradores tenham<br />

sempre rentabilidade. No preparo de seus colaboradores, para<br />

que a informação chegue a você corretamente.<br />

Por isso, há dois anos somos reconhecidos pelo Jornal Valeparaibano<br />

como a imobiliária com a marca mais lembrada da região.<br />

Na Danelli é assim. Trabalhar para merecer estar ao seu lado.<br />

Trabalhar para ser reconhecida por você. Sempre.<br />

Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

Rua Anízio Ortiz Monteiro, 580 • Centro • Taubaté<br />

(12) 3632-4077<br />

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UM PASSO<br />

RUMO ÀS<br />

TREVAS<br />

Por: Enio Barbosa De Biasi<br />

Fomos surpreendidos com um anúncio que seria<br />

um enorme retrocesso; representaria o retorno a um<br />

passado que queremos e precisamos esquecer; parecia<br />

ser mais uma das obras estapafúrdias dos burocratas<br />

de Brasília; um exemplo crasso de como um<br />

governo retrogrado e com viés socialista (totalmente<br />

desacr<strong>ed</strong>itado e abandonado no resto do mundo) age<br />

na defesa do “interesse nacional”.<br />

A instituição de licenças prévias de importação<br />

para 17 setores econômicos (plásticos, ferro e aço,<br />

cobre, alumínio, máquinas e aparelhos elétricos, têxteis,<br />

automóveis e tratores, dentre outros) era, antes de<br />

mais nada, uma m<strong>ed</strong>ida burra. Ou será que a proposta<br />

do DECEX (Departamento de Comércio Exterior) era<br />

ser o xerife da balança comercial, usando de mão forte<br />

para barrar as importações? Seria um modo “inovador”<br />

de equilibrar nossas contas externas!<br />

Parece mais uma an<strong>ed</strong>ota!!<br />

Estranho é saber que o Ministério do Desenvolvimento,<br />

Miguel Jorge, a quem está subordinado o DE-<br />

CEX, está em viagem ao exterior e, de duas uma: ou<br />

não sabia da divulgação da m<strong>ed</strong>ida ou preferiu se omitir<br />

e fugir das cobranças da soci<strong>ed</strong>ade empresarial e da<br />

mídia brasileira. Justo ele, que construiu sua brilhante<br />

carreira como executivo no setor privado, é jornalista<br />

e um dos fundadores do Jornal da Tarde. Devia saber<br />

que essa m<strong>ed</strong>ida seria recebida como uma bomba no<br />

meio empresarial brasileiro.<br />

Em um momento de sanidade, dois dias após o estabelecimento<br />

da exigência por parte do DECEX, o Ministro<br />

da Fazenda, Guido Mantega, e o Ministro Interino<br />

do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio<br />

Exterior, Ivan Ramalho, anunciaram a revogação<br />

da m<strong>ed</strong>ida que faria com que o Brasil desse mais um<br />

exemplo de falta de compromisso com o seu amadurecimento<br />

econômico, de um país com regras estáveis e<br />

que anseia perfi lar seu nome entre as grandes nações<br />

desenvolvidas, interagindo num mundo globalizado.<br />

O Brasil não é um país sério!<br />

Essa frase é atribuída ao presidente francês Charles<br />

de Gaulle. Não sabemos se é fato, mas ela é absolutamente<br />

apropriada.<br />

SERIA UM PASSO RUMO ÀS TREVAS!!!<br />

Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

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Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

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O PODER DA EDUCAÇÃO<br />

Licurgo<br />

Conta-se que o legislador Licurgo foi convidado a<br />

proferir uma palestra a respeito de <strong>ed</strong>ucação. Aceitou<br />

o convite mas p<strong>ed</strong>iu, no entanto, o prazo de seis meses<br />

para se preparar.<br />

O fato causou estranheza, pois todos sabiam que<br />

ele tinha capacidade e condições de falar a qualquer<br />

momento sobre o tema e, por isso mesmo, o haviam<br />

convidado.<br />

Transcorridos os seis meses, compareceu ele perante<br />

a assembléia em expectativa.<br />

Postou-se à tribuna e logo em seguida, entraram<br />

dois criados, cada qual portando duas gaiolas. Em<br />

cada uma havia um animal, sendo duas lebres e dois<br />

cães.<br />

A um sinal previamente estabelecido, um dos criados<br />

abriu a porta de uma das gaiolas e a pequena lebre,<br />

branca, saiu a correr, espantada.<br />

Logo em seguida, o outro criado<br />

abriu a gaiola em que estava o cão e<br />

este saiu em desabalada carreira ao<br />

encalço da lebre. Alcançou-a com destreza<br />

trucidando-a rapidamente.<br />

A cena foi dantesca e chocou a todos. Uma grande<br />

admiração tomou conta da assembléia e os corações<br />

pareciam saltar do peito.<br />

Ninguém conseguia entender o que Licurgo desejava<br />

com tal agressão.<br />

Mesmo assim, ele nada falou. Tornou a repetir o<br />

sinal convencionado e a outra lebre foi libertada. A seguir,<br />

o outro cão.<br />

O povo mal continha a respiração. Alguns mais<br />

sensíveis, levaram as mãos aos olhos para não ver a<br />

reprise da morte bárbara do indefeso animalzinho que<br />

corria e saltava pelo palco.<br />

No primeiro instante, o cão investiu contra a lebre.<br />

Contudo, em vez de abocanhá-la deu-lhe com a pata<br />

e ela caiu.<br />

Logo ergueu-se e se pôs a brincar.<br />

Para surpresa de todos, os dois fi caram a demonstrar<br />

tranquila convivência, saltitando de um lado a outro<br />

do palco.<br />

Então, e somente então, Licurgo falou;<br />

“Senhores, acabais de assistir a uma demonstração<br />

do que pode a <strong>ed</strong>ucação. Ambas as lebres<br />

são filhas da mesma matriz, foram alimentadas<br />

igualmente e receberam os mesmos cuidados. Assim<br />

igualmente os cães.”<br />

“A diferença entre os primeiros e os segundos é,<br />

simplesmente, a <strong>ed</strong>ucação.”<br />

E prosseguiu vivamente o seu discurso dizendo das<br />

excelências do processo <strong>ed</strong>ucativo.<br />

“A <strong>ed</strong>ucação, baseada numa concepção exata<br />

da vida, transformaria a face do mundo.”<br />

“Eduquemos nosso filho, esclareçamos sua inteligência,<br />

mas, antes de tudo, falemos ao seu coração,<br />

ensinemos a ele a despojar-se das suas imperfeições.<br />

Lembremo-nos de que a sab<strong>ed</strong>oria por<br />

excelência consiste em nos tornarmos melhores.”<br />

Você sabia?<br />

Que Licurgo foi um legislador grego que deve ter<br />

vivido no século IV antes de Cristo?<br />

E que o verbo <strong>ed</strong>ucar é originário do latim <strong>ed</strong>ucare<br />

ou <strong>ed</strong>uccere e quer dizer extrair de dentro?<br />

Percebe-se, portanto, que:<br />

A <strong>ed</strong>ucação não se constitui em mero estabelecimento<br />

de informações, mas sim de se trabalhar<br />

as potencialidades interiores do ser, a fim de que<br />

floresçam, à semelhança de bela e perfumada flor.<br />

Fonte: CORINA HERLINGE<br />

Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

Fone: (12) 3625-5500 3635-5500<br />

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SCURTAS<br />

Social Vale<br />

Por José Carlos Reis de Souza<br />

r<strong>ed</strong>acao@revistaempresasdovale.com<br />

I LEILÃO BENEFICENTE EM<br />

PROL DA APAE – TAUBATÉ<br />

06.12.08 – Foi realizado no Sindicato<br />

Rural de Taubaté, o I Leilão<br />

benefi cente de gados em prol da<br />

Associação de Pais e Amigos dos<br />

Excepcionais.<br />

Lucas Finger campeão<br />

da Stock Car Jr. 2008<br />

O piloto Lucas Finger, representando<br />

Taubaté, conquistou no dia 07.12.08<br />

o campeonato da categoria STOCK<br />

CAR JR de 2008 em Interlagos. Recebeu<br />

o premio das mãos do consagrado<br />

piloto Ingo Hoffmann. Após comemorar<br />

muito, Lucas Finger fez uma<br />

avaliação de seu desempenho na<br />

temporada e já tem planos para correr<br />

na Copa Vicar (Stock Light), aonde já<br />

vem fazendo contatos com algumas<br />

equipes, mais não tem nada fechado.<br />

ACIST – Associação das Construtoras,<br />

Imobiliários e Serviços<br />

Correlatos de Taubaté<br />

03.12.08 – A ACIST, fechou o ano<br />

de 2008 com uma grande festa na<br />

Fazenda São P<strong>ed</strong>ro, junto aos seus<br />

associados e amigos que compareceram<br />

para brindar um ano de muito<br />

trabalho positivo.<br />

Lila, Montezuma e Arimathéa.<br />

Gisele (a garota do touro de Paraisópolis).<br />

Lucas Finger, comemorando a conquista.<br />

Nivaldo, Sueli, D. Carmo, Hodges Danelli e<br />

Pita Tuan.<br />

Neusa (administradora da APAE), rodeada por<br />

alunos da APAE.<br />

Lucas Finger Com a bandeira de Taubaté.<br />

Albertino, Sylvio de Paula, Luizinho da<br />

Farmácia e esposa.<br />

José Ben<strong>ed</strong>ito de Barros, Vinicius Valverde e<br />

Maria Toshie.<br />

Paolichi, Geraldo, Bene, Júlio e Pepe.<br />

Lucas Finger exibindo a bandeira de Taubaté.<br />

Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

Priscila (Fisioterapêuta) e Vinicius Valverde.<br />

A largada para a vitória.<br />

Antônio Carlos, Luis Severo, Nidia, Kadu,<br />

Wagner, Hodges Danelli e Montezuma.<br />

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ocial Vale<br />

S<br />

ocial Vale<br />

S<br />

ocial Vale<br />

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CÂMARA MUNICI-<br />

PAL DE TAUBATÉ<br />

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10/12 – A Câmara Municipal de Taubaté<br />

homenageou os engenheiros:<br />

Antônio Carlos Guimarães Silva,<br />

Carlos Alberto Guimarães Garcez<br />

e Eduardo Miguel Kater em comemoração<br />

ao dia do engenheiro.<br />

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II ENCONTRO DE MARKE-<br />

TING IMOBILIÁRIO 2008<br />

VALE DO PARAÍBA<br />

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S<br />

10.12.08 – II Encontro de Marketing<br />

Imobiliário 2008 do Vale do Paraíba.<br />

Foram proporcionadas aos participantes,<br />

duas palestras: “Inovações<br />

e criatividades em produtos imobiliários”<br />

e “Tendências do mercado imobiliário<br />

para 2009”. Durante o evento,<br />

participaram de uma mesa r<strong>ed</strong>onda;<br />

Mauricio Eugênio (pres. do grupo Eugênio<br />

de Marketing Imobiliário), Flávio<br />

Prando (vice-pres. da SECOVI-<br />

SP), Arthur De Biasi (sócio-diretor da<br />

De Biasi Auditores Independentes) e<br />

Nidia Martins (diretora do Jornal Vale<br />

Paraibano, sucursal de Taubaté).<br />

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ACIST – Associação das Construtoras,<br />

Imobiliários e Serviços<br />

Correlatos de Taubaté<br />

08.01 – A ACIST, promoveu uma reunião<br />

no Consulado Grill, junto aos donos<br />

de construtoras e imobiliárias, para<br />

apresentar uma pesquisa do mercado<br />

imobiliário do município de Taubaté.<br />

Nesta pesquisa apresentada, ficou<br />

constatado que não existe empreendimentos<br />

para salas comerciais e apartamentos<br />

de um dormitório, ficando<br />

um espaço para quem quiser explorar<br />

esse nicho de mercado. Estiveram<br />

presentes: diretores da Brazilian Mortgages,<br />

BM sua casa e Zakimi & Associados.<br />

Após a reunião foi oferecido<br />

um almoço aos convidados.<br />

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Engº Garcez, Engº Kater e engº Antônio Carlos.<br />

Montezuma (presidente da ACIST).<br />

Maurício Eugênio, Flávio Prando, Arthur De<br />

Biasi e Nidia Martins.<br />

Débora, engº Antônio Carlos, Ana Maria, Carla<br />

e Pres. da Câmara Luizinho da farmácia.<br />

República Dominicana recebe<br />

empresário de São<br />

josé dos Campos.<br />

Hodges Danelli (vice-presidente da ACIST).<br />

Vereador Angelo Filipini, Luis, engº Kater,<br />

Elisabete e Lucas.<br />

Em visita a República Dominicana, o<br />

empresário e vice-presidente de Desenvolvimento<br />

da ACI (Associação<br />

Comercial e Industrial de São José dos<br />

Campos), Lorival Ettori, foi recebido pelo<br />

presidente da República Dominicana,<br />

em sinalização positiva deste país em<br />

busca de novas parcerias com empresas<br />

da região e na troca de tecnologia<br />

com nosso parque tecnológico.<br />

Getulio (dir. Zakimi & Associados) e Vitor<br />

(dir. Brazilian Mortgages).<br />

Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

Ver. Ângelo Filipini, Ricardo, engº Garcez,<br />

Jurema e Diego.<br />

32<br />

Lorival Ettori, Héctor Dionis Pérez (Consul<br />

Geral da República Dominicana no Brasil) e<br />

Leonel Fernández (Pres. da República Dominicana).<br />

Eliseu (dir. BM Sua Casa).<br />

Paulo Castello (dir. Brazilian Mortgages).


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CCBEU<br />

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O CCBEU - Centro Cultural Brasil Estados<br />

Unidos (Taubaté), reuniu professores<br />

e alunos para uma viagem<br />

cultural à França.<br />

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Assinatura do Dissídio<br />

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Foi assinado no dia 09/12 o dissídio<br />

do Sindicato dos empregados no<br />

Comércio de Taubaté, índice acima<br />

da infl ação.<br />

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Veteranos se reunem no<br />

Clube Social da Alston<br />

Os veteranos dos times de futebol<br />

da Mecânica Pesada e River, reuniram-se<br />

no Clube da Allston para<br />

comemorar mais um ano, as lembranças<br />

de muitos jogos de futebol<br />

realizados. (confira as fotos)<br />

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Ondina, Fernanda, Thais, Angélica, Marli, Marília,<br />

Profa. Rosana, Maria Silvia e Prof. João Carlos em<br />

frente ao CCBEU - Centro Cultural Brasil-Estados<br />

Unidos de Taubaté.<br />

Dr. Carlos Dionisio, Dan Guinsburg, Albino<br />

Correa e Dr. Rashid.<br />

Dr. Carlos Dionisio, Dan Guinsburg, Drª Meiry<br />

Rose, Dr. José Reinaldo.<br />

Professores e alunos do CCBEU em frente a<br />

Torre Eiffel/Paris.<br />

Dr. Luiz Gustavo Ferreia de Andrade<br />

Professores e alunos do CCBEU em frente ao<br />

Arco do Triunfo/Paris.<br />

Albino Correa e Dan Guinsburg.<br />

Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

33


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CIESP – REGIONAL TAUBATÉ<br />

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05.12.08 – O CIESP – Regional<br />

Taubaté, através de seu diretor titular<br />

Joaquim Albertino, realizou a<br />

sua festiva em grande estilo, oferecendo<br />

um jantar aos associados e<br />

convidados.<br />

Walter, Glória, Fátima, Edy, Ari e Sidney.<br />

P<strong>ed</strong>ro e Maria José.<br />

Arimathéa, Nilcéa e Lourdes.<br />

Vanessa, Paulo, Osvaldo, Ana Paula, Valéria<br />

e Marcelo.<br />

Paulo, Alessandra, Sérgio, Cenira, Jacira e<br />

Raul.<br />

Antônio e Isabel.<br />

Sandra, Ten. cel. Guimarães, Cel. Sérgio<br />

Teixeira e Magali.<br />

Paolicchi, Geraldo, Bene, Júlio e Pepe.<br />

Almir e Jeane.<br />

Sandra e Armando.<br />

Nivaldo, Sueli, D. Carmo, Hodges Danelli e<br />

Pita Tuan.<br />

Aline, Antônio Ribeiro, Cristina, Gustavo e<br />

Luciana.<br />

Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

Roberto, Miki, Maria, Amália, Junko e Teru.<br />

Nicelma e Dr.José Paulo Pereira.<br />

34<br />

Adriana e Alexandre.<br />

P<strong>ed</strong>ro, Fernando Takao, Paulo, Raquel e<br />

Vanessa.<br />

Nelson, Sônia, Bernadete e Fábio.


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Nelson Biondi, Felipe Cury, Ana Karin,<br />

Albertino, Carlos Inocêncio, Lea e Torino.<br />

Isabel, Antônio, Vinícius, Luiz Claudio e Tânia.<br />

Dr. Daniel Freitas e Marcelo Matera.<br />

Michael, Assis, Robério e Luciana.<br />

Hodges Danelli, Fernando Ito, Ari, Rubens e<br />

Sidney.<br />

Darlene, José Maria, Mário e Lúcia.<br />

Edilson, Alexandre, Dulcimara, Nivaldo,<br />

Rosângela, Gisele e Adriano.<br />

Luiz Alberto, Cristina e Valéria.<br />

Cividanes, Neli, Lilian e Ney.<br />

Soraya Martinês, Rejane Bressan, Lourdes e<br />

Fabiana Nunes.<br />

Carmona, Rosângela, Crisleide, Marcia e Sidney.<br />

José Antônio e Prata.<br />

Jorge, Jaqueline, Flávia e Franco.<br />

Antônio Jorge e Maria Claudia.<br />

Bico Farso e Marlene.<br />

Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

João, Renata, Débora e Eduardo.<br />

Dr. Marcelo, Rubens, Mauro e Dr. Marcos.<br />

Bete, Valter, Claudia e Danilo.<br />

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GEAP<br />

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O Grupo de Estudo de Administração de Pessoal do Vale do Paraíba, realizou a sua festiva de natal nas dependências<br />

do sítio Sitioka. Estiveram presentes todos os associados, familiares e amigos, com farta distribuição de<br />

presentes e um ótimo almoço.<br />

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Abreu, Brito e Rogério. Angela e Irineu. Arimathéa Júnior, Sandra, André, Nilcéa e<br />

Andréa.<br />

Laércio, Camillo, Ives, Walter e Torello.<br />

Famoso Senadinho do GEAP.<br />

Família Torita.<br />

Walter, Bete e Nathália.<br />

Irineu, Arimathéa, Gallatti e Camilo (Diretores<br />

do GEAPI).<br />

Izquierdo (recebe diploma de coordenador<br />

do ano) e Arimathéa.<br />

Cividanes, Maurício, Augusto e Maria Regina.<br />

Ana e Kawano.<br />

Felipe Cury e Paulo de Tarso.<br />

Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

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Graça, Ari e Edy.<br />

Nathalia e Camilo.<br />

Brito, Arnaud, Izquierdo, Embersics e Walter.


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SINDICATO DOS EMPREGADOS<br />

NO COMÉRCIO DE TAUBATÉ<br />

O Sindicato dos Empregados no Comércio<br />

de Taubaté realizou a posse<br />

de seus novos diretores para o próximo<br />

mandato. Estiveram presentes,<br />

representantes do comércio, e convidados.<br />

Mariazinha, Dr. Décio, Nivaldo, Dan, Motta,<br />

Dr. Carlos, Juvenil, Walter e Rubens.<br />

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S<br />

GILBERTO KASSAB É HOMENAGEADO<br />

<strong>26</strong>/01 – A FENACTUR – F<strong>ed</strong>eração<br />

Nacional de Turismo e o Clube do<br />

Feijão Amigo receberam no Hotel<br />

Maksoud Plaza, aproximadamente<br />

500 convidados que prestigiaram o<br />

jantar do Clube do Feijão Amigo em<br />

homenagem ao prefeito da Cidade<br />

de São Paulo, Gilberto Kassab, por<br />

excelentes serviços prestados ao<br />

Turismo da Cidade de São Paulo.<br />

Na ocasião, Henry Maksoud (presidente<br />

e anfi trião), também recebeu<br />

uma placa de reconhecimento pelos<br />

30 anos que o Maksoud completa<br />

em 2009, de bons serviços<br />

prestados a Cidade de São Paulo.<br />

O prefeito Gilberto Kassab, chegou<br />

ao jantar, juntamente com: Ângelo<br />

Andréa Matarazzo (Secretário Municipal<br />

das subprefeituras) e Caio<br />

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S<br />

Luiz de Carvalho (Presidente da<br />

São Paulo Turismo).<br />

Clube do Feijão Amigo<br />

(Amigo, o Feijão é Amizade)<br />

O Clube do Feijão Amigo não tem estatutos,<br />

não cobra mensalidade e não<br />

têm fronteiras. Mas tem s<strong>ed</strong>e própria<br />

no coração de mais de 50.000 associados<br />

que tornaram realidade aquele<br />

sonho gostoso que Michel Tuma<br />

Ness e Adel Auada tiveram há mais<br />

de 25 anos. Um clube onde cada sócio<br />

é um amigo cheio de esperanças<br />

e de coisas boas para contar, solidário,<br />

fraternal, coerente com os ideais<br />

de liberdade e respeito à pessoa<br />

humana. Brasileiro apaixonado por<br />

feijão.<br />

ocial Va<br />

S<br />

Nova diretoria do Sindicato dos Empregados<br />

no Comércio de Taubaté.<br />

Victor Santos, Caio Luiz de Carvalho, Michel<br />

Tuma Ness, Gilberto Kassab, Adel Auda, Henry<br />

Maksoud, e Nelson Abreu Pinto.<br />

Diretores e convidados presente.<br />

José Carlos (Diretor da Revista Empresas do<br />

Vale) e Gilberto Kassab (Prefeito da Cidade<br />

de São Paulo).<br />

Dr. Carlos Dionísio, Luiz Carlos Motta e<br />

Rubens Romano.<br />

Caio Luiz de Carvalho (Presidente da São Paulo<br />

Turismo) e Michel Tuma Ness (Presidente da<br />

F<strong>ed</strong>eração Nacional de Turismo e do Feijão<br />

Amigo).<br />

Márcio Muniz Fernandes (Diretor presidente do<br />

Jornal Correio do Papagaio) e Marcio Campos<br />

(Jornalista da TV Bandeirantes - SP).<br />

Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

Dr. Carlos Dionísio assinando o termo de posse.<br />

Clauri Alves Silva (Secretário de Esporte,<br />

Lazer e Turismo do Estado de São Paulo) e<br />

Romeu Tuma ( Senador).<br />

Gilberto Kassab (Prefeito de São Paulo) e Caio<br />

Luiz de Carvalho (Presidente da São Paulo<br />

Turismo).<br />

37


ROTARY CLUB TAUBATÉ<br />

19.12.08 – Realizado na E.E.José Marcondes de Matos<br />

(Bonfi m), a entrega dos certifi cados de conclusão<br />

do curso “Projeto Rumo”, pela AVAP (Associação para<br />

Valorização e Promoção de Excepcionais) e Rotary<br />

Club Taubaté.<br />

Membros do<br />

Rotary Club<br />

Taubaté, AVAPE<br />

- Assoc. Para<br />

Valorização e<br />

Promoção de<br />

Excepcionais, e<br />

diretoras da E. E.<br />

José M. Matos.<br />

Co. Antônio Mário<br />

C. Marcondes<br />

recebendo o certificado<br />

de Mérito<br />

Rotaryo, das<br />

mãos do Pres.<br />

Justo Arouca e<br />

Co. Walter .<br />

Coral da AVAP<br />

(Associação<br />

para Valorização<br />

e<br />

Promoção de<br />

Excepcionais).<br />

21.01 - Dr. Bosco,<br />

realizou uma<br />

palestra, sobre<br />

saúde bucal.<br />

ROTARY CLUB TAUBATÉ-SUL<br />

16.12.08 – O Rotary Club Taubaté Sul, promoveu a sua<br />

festiva do ano, com um grande jantar nas dependências<br />

da Casa da Amizade, estiveram presentes, companheiros,<br />

familiares e convidados.<br />

Companheiros (as) cortando o bolo em comemoração ao<br />

dia de seus aniversários, Dirceu, Celinha, Ademar, Ademir<br />

e Olivia.<br />

Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

Caso você tenha interesse em conhecer<br />

mais sobre Rotary em Taubaté e suas<br />

ações, acesse o site www.rotarytaubate.<br />

org.br ou envie um email para: presidente@rotarytaubate.org.br<br />

.<br />

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Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

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Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

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Modapor Nelson<br />

beleza, mulher e cia.<br />

Flimyr<br />

Tudo o que rolou de melhor<br />

na <strong>26</strong>ª Edição do<br />

SPFW - Inverno 2009<br />

A platéia adorou a abertura oficial do <strong>26</strong>º SPFW,<br />

com lançamento da coleção Inverno 2009, onde pudemos<br />

assistir a Orquestra Sinfônica de Heliópolis, convidada<br />

pelo organizador da Feira Sr. Paulo Borges e que<br />

entoou a música “O Guarani”, na presença do ilustre Sr.<br />

Prefeito Gilberto Kassab, que discursou perante uma<br />

platéia de convidados seletivos, na qual salientou que<br />

SPFW é um dos maiores eventos do Brasil, consolidando<br />

S. Paulo como a Capital Brasileira da Moda e da<br />

América Latina.<br />

Nessa <strong>26</strong>ª <strong>ed</strong>ição do SPFW, os estilistas apenas<br />

formataram algumas peças das coleções passadas, entre<br />

malhas, lãs, moletons, s<strong>ed</strong>as, couro e jeans (macios)<br />

usando das novas tecnologias nas fibras que compõem<br />

os tecidos e não machucam a pele.<br />

As peças estão hiper confortáveis, garantindo movimentação,<br />

livre, leve e solta de quem as usa, como: os<br />

vestidos retos e larguinhos, as calças de gancho baixo<br />

para eles e para elas e as já aprovadas calças Skinny e<br />

as legging, os tecidos usados pelos estilistas compensa<br />

a continuidade de se usá-los nessa estação. Nisso a<br />

moda está democrática.<br />

COLCCI<br />

A modelo e Top Gisele Bundchen, brilhou mais uma<br />

vez, no 1º dia de desfile, aliás, a aparição da musa foi a<br />

mais esperada pelo público, no 1º Dia de Desfile. Teve 3<br />

apresentações, na primeira usava uma calça jeans colada<br />

e de cintura alta, usada com uma mini blusa, no<br />

segundo look a top veio de calça escura combinando<br />

com uma camisa preta sobreposta por um corselet e na<br />

terceira e última aparição a modelo mais cara do mundo<br />

apareceu vestida com um corpete preto decotado fazendo<br />

conjunto com um jeans colado e de cintura alta,<br />

que trazia na parte de trás um babado localizado estrategicamente<br />

na altura do bumbum.<br />

A coleção de inverno 2009 da Colcci, o couro é visto<br />

nas jaquetas masculinas, já os bordados enfeitam tanto<br />

o jeans das garotas quanto à dos rapazes, e os mesmos<br />

aparecem, sobretudo nos bolsos traseiros.<br />

SPFW Glória Coelho, mais uma vez arrasou.<br />

Os casacos de veludos e couro sintético possuem<br />

formas irregulares e recortes inusitados nas mangas,<br />

fazendo com que os braços fiquem a vista, com o andar<br />

do corpo. Os bordados trazem grandes lantejoulas<br />

prateadas e correntes entrelaçadas com fitas de cetim<br />

preto, que adornam golas e outros detalhes dos looks.<br />

Cordões e flores de tecidos também são aplicados principalmente<br />

em materiais transparentes.<br />

O capuz esteve presente nos mini-vestidos ou acoplado<br />

a casaquetos curtos e acinturado. As blusas de<br />

golas altas levam fios de tricô.<br />

As calças Skinny vem com recortes e os shorts<br />

aparecem tanto na versão mini com faixa em cetim ou<br />

solto ao corpo tendo sua forma ajustada na barra.<br />

Nossa deusa foi escolhida e criou para a r<strong>ed</strong>e de<br />

Hotéis Mercure o traje da qual os 4 mil funcionários estarão<br />

usando nessa estação e no SPFW teve uma breve<br />

apresentação antes de começar o desfile oficial da<br />

marca.<br />

RONALDO FRAGA<br />

O estilista emocionou a platéia, e foi ovacionado em<br />

pé, pois não utilizou modelos profissionais conforme o<br />

habitual e sim de crianças e jovens senhoras com idade<br />

acima de 60 anos, pois quis colocar o que ele achou<br />

de mais normal, povo comum desfilando suas coleções,<br />

nisto ele acertou em cheio.<br />

O mineiro como sempre arrasou com suas coleções,<br />

pois até o cenário fez com que as peças mostradas<br />

se casassem entre si, bonecos de pano que foram<br />

suspensos e tendo cordinhas amarradas nos braços,<br />

corpo e pernas se moviam, deixando o público de boca<br />

aberta e dando vida ao espetáculo.<br />

Em relação aos looks, Ronaldo Fraga sugere, em<br />

suas coleções, os vestidos soltos e bem longos que<br />

mais parecem com camisetas em tamanhos extragrande<br />

usados com calças legging nas cores preto e pink,<br />

onde o tecido vem com furinhos.<br />

Para os homens Ronaldo trouxe, calças de alfaiataria<br />

(um luxo), camisas, paletós e smokings. A coleção infantil<br />

o estilista sugere para os meninos macacões com<br />

orelhas nos capuzes, e quimonos para as mulheres.<br />

CHRISTINE YUFON<br />

A chinesa radicada no Brasil, Christine Yufon, conhecidíssima<br />

por ser uma das mais profissionais por<br />

suas aulas de postura e etiqueta (uma das minhas mestras,<br />

no início de carreira), já é um dos ícones do SPFW,<br />

desde o ano de 2005. Nesse ano apresentou um desfile<br />

só seu, intitulado “esculturas de vestir”, com auxílio da<br />

dupla de estilistas Dudu Bertholini e Rita Comparato.<br />

As peças vistas como: vestuários, acessórios (cintos,<br />

braceletes, colares, tiaras, pulseiras), foram muito<br />

bem aceitas pelo público na apresentação do dia.<br />

GLÓRIA COELHO<br />

Como sempre levou para a passarela peças de<br />

luxo. Com ar futurista sem deixar de lado o romantismo<br />

dos babados e o brilho promovido pelas pérolas e cristais<br />

Swarovski, a coleção de inverno 2009 da deusa do<br />

Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

41


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Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

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Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

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Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

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Debutantes do Ano<br />

Tais e Camila<br />

Nivaldo, Vitor, Tais, Camila e<br />

Márcia.<br />

Tais, Idalécio,Teresinha, Ida,<br />

Zita e Camila.<br />

Camila e Tais.<br />

Tais, Márcia, Camila e Vitor.<br />

Trajes: Charme Noivas - Rua Duque de Caxias, 14 - Tel.: 9168.4553 - e-mail: charmenoivas@hotmail.com<br />

Camila, Felipe Viagi, Filipe Rosa e<br />

Tais.<br />

Decoração Ana Bessa.<br />

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Convidados.<br />

Buffet: Ferreira’s Buffet<br />

Decoração: Ana Bessa<br />

Som: Paulo<br />

Fotos: Foto Studio Queiroz (Luiz)<br />

Filmagem: Cleiton Câmara<br />

Organização: Nelson Flimyr<br />

Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

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4º Taubaté Noivas<br />

Tudo para a sua Festa em um só lugar!<br />

21 e 22 de agosto<br />

Das 14:00h às 22:00h<br />

Local: CLUBE DO LAZER - TAUBATÉ/SP<br />

2009<br />

Decoração, Música, Bolos, Doces, Dj, Convites, Lembrancinhas,<br />

Lua de Mel, Buffet, Foto, Filmagem, Locação de Carros,<br />

Trajes para os Noivos, Lista de Presentes,<br />

Móveis para sua Casa<br />

e muito mais...<br />

Palestra e Desfiles nos dois dias.<br />

Convites válidos para Noivas & Noivos<br />

somente com cadastro antecipado<br />

no Site: www.taubatenoivas.com.br<br />

Informações: Tel.: (12) 3635.4966<br />

Apoio: REVISTA EMPRESAS DO VALE<br />

Coluna: Moda, Beleza, Mulher e Cia.<br />

Nelson Flimyr<br />

Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

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Casamento do Ano<br />

Ananda e Juliésio<br />

Willer, Ananda, Juliésio e Cida.<br />

Helton, Pamella, Ananda, Juliésio,<br />

Polly, Zaqueu.<br />

Juliésio, Ananda, Loide, Ozias,<br />

Alessandra, Renato e Silas.<br />

Willer, Juliésio, Ananda, Ariadne e<br />

Cida.<br />

Ananda e Cida (sogra).<br />

Vó Vanilda, Ananda, Juliésio e Má.<br />

Tia Nielsa, Tia Irma, Má, Ananda,<br />

Juliésio, Sandra, Vó Vanilda, Carmem.<br />

Maristela e Ananda.<br />

Trajes: Valéria Noivas<br />

Decoração: Vitória Régia Flores e Nelson<br />

Flimyr<br />

Som: Dj - Elizeu<br />

Fotos: Carmem Fotos<br />

Buffet: Regina Buffet<br />

Organização e Cerimonial: Nelson Flimyr<br />

Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

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Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

Especial<br />

Noivas<br />

Cerimonial de conduta<br />

Cortejo, entrada na igreja<br />

1 - Entra o noivo com sua mãe, fi cando do seu lado<br />

direito.<br />

2 - Entra a mãe da noiva, juntamente com o pai do noivo.<br />

3 - Após entram os padrinhos do casal, iniciando pelo<br />

1º casal de padrinhos da noiva, após entram o 1º casal<br />

de padrinhos do noivo, assim sucessivamente até o último<br />

casal de padrinhos.<br />

4 - Noiva de braço com o pai, fi cando do seu lado<br />

direito.<br />

5 - Menina ou pequeno pajem, levando as alianças<br />

numa salva de prata com pétalas de rosa.<br />

No Altar<br />

O noivo fi ca do lado direito, (vide mapa) ao seu lado<br />

direito se colocam os seus padrinhos e familiares e a<br />

seguir a menina das alianças.<br />

A noiva se coloca do lado esquerdo (vide mapa) do<br />

noivo e seus padrinhos e familiares fi carão a sua esquerda.<br />

Saída da Igreja<br />

A noiva é conduzida pelo marido. Logo atrás menina ou<br />

menino das alianças, pais, padrinhos e convidados.<br />

Não havendo recepção (festa) os recém-casados deverão<br />

receber os cumprimentos na porta da igreja.<br />

Recepção<br />

Durante a recepção (festa de casamento), os noivos<br />

deverão fi car em pé em frente a mesa principal, onde<br />

os convidados se dirigirão aos mesmos “aos poucos”<br />

para os cumprimentos.<br />

Obs: se por ventura os convidados “tenho visto e muito”<br />

não quiserem sair das mesas para seguir a regra de<br />

etiqueta, cabe aos noivos irem de mesa em mesa,<br />

sendo fi lmados e fotografados, prestando honras aos<br />

convidados.<br />

Os presentes de casamento deverão ser entregues<br />

até uma semana antes do casamento, mas se acaso<br />

houver imprevistos, os mesmos poderão ser entregues<br />

aos pais dos noivos (de quem convidou) e colocados<br />

em uma mesa à parte.<br />

Decoração Igreja/Recepções<br />

A decoração da igreja ob<strong>ed</strong>ece ao gosto da noiva: rosas,<br />

margaridas, camélias, copos de leite, cravos, lírios<br />

misturados a minúsculas fl ores do campo e folhagens.<br />

Todas são fl ores, e o essencial é que sejam frescas<br />

e não muito perfumadas. O importante são as combinações<br />

entre elas. No mais a orientação de um bom<br />

profi ssional.<br />

É muito importante que o prometido não saia caro e um<br />

bom contrato registrado no cartório ajuda na hora de<br />

comprovar o que se contratou, existem decoradores e<br />

“Bons Decoradores”, o light é acima de tudo chique.<br />

Muito balangandã aterroriza e ofusca quem está no<br />

ambiente, portanto cuidado!<br />

Convites<br />

Há uma infinidade de cores, formatos, modelos para<br />

anunciar uma união. Desde o simples ao mais sofisticado,<br />

tem o convite a responsabilidade de anunciar a<br />

data, horário e local da cerimonia.<br />

Hoje, o convite a cores, pr<strong>ed</strong>omina o mercado, principalmente<br />

das cores palha ou bege.<br />

O tradicional em linha clássica é o marfim com letras<br />

pretas, chumbo ou dourados.<br />

Papéis artesanais também são recomendados, apesar<br />

do preço ser superior ao importado. Os nacionais são<br />

bem procurados como o canson, vergê, grofado que<br />

oferecem recursos variados na cor e na textura.<br />

A letra mais usada é a manuscrita alemã, tanto gótica ou<br />

cursina. A plastificação do convite, o lacre na forma de<br />

m<strong>ed</strong>alhão de pingos com iniciais dos noivos, de copos<br />

de leite, de rosas, de laços ficam por conta do calígrafo,<br />

no toque final do acabamento.<br />

No caso de cerimônia com recepção, não esquecer do<br />

convite para a festa, com a confirmação da presença<br />

(R.S.V.P.), pois facilita o controle dos gastos e do buffet.<br />

O convite deve ser entregue no mínimo com 30 dias de<br />

antec<strong>ed</strong>ência.<br />

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Check List para o Casamento Perfeito!!!<br />

Decoração: Lírio do Vale<br />

Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

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Check List para o Casamento Perfeito!!!<br />

SPARKLE<br />

www.club<strong>ed</strong>eemocoes.com.br<br />

Dilmar Fotos Eventos - Álbuns em Composites<br />

Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

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Valéria Noivas


Arte da Casa<br />

Doce Mel<br />

Lingerie<br />

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Ano 5 - nº <strong>26</strong> - fevereiro | março - 2009<br />

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