Revista Securitas Edição 70.pdf

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Revista Securitas Edição 70.pdf

ÍNDICE / FICHA TÉCNICA

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Nesta Edição

EDITORIAL

FORMAÇÃO

Formação em 2009

MENSAGEM

Investimento nas Áreas Críticas

EVENTO

Securitas Patrocina Encontros FLE

EVENTO

Director de Recursos Humanos da Securitas

Foi Orador na 5.ª Edição

CLIENTES

BPI com Securitas

CLIENTES

Securitas Contribui para Alcançar

os Objectivos da Repsol

CLIENTES

Securitas Garante a Segurança da Sovena

CLIENTES

McLane com Securitas Desde 2000

CLIENTES

Museu de Portimão Recebe Prémio

Museu Conselho da Europa 2010

CLIENTES

Grupo Sá com Securitas Há 11 Anos

SEGURANÇA AEROPORTUÁRIA

Aeroportos e Navegação Aérea

da Madeira Satisfeitos

NACIONAL

Novos Cargos/Novos Desafios

VIGILANTE EM ACÇÂO

Louvores de Clientes/Quem Faz a Diferença

EVENTO

Cerimónia Anual de Reconhecimento

da Securitas

NACIONAL

Novos Contratos

EVENTO

Grande Prémio de Portugal/Algarve

F1 Motonáutica

EVENTO

Campeonato Nacional de Endurance 2010

EVENTO

Rugby Veterans Festival

NACIONAL

Concurso Novos Talentos

NACIONAL

Concurso Conhecimento da Securitas

INTERNACIONAL

Securitas Participou na 9.ª Conferência

Europeia da ASIS

INTERNACIONAL

Securitas Patrocina e Participa na Conferência

“Maritime Domain Awareness”

GRUPO DESPORTIVO

1.ª Caminhada “Não Corra...

Caminhe Connosco!...”

NACIONAL

Securitas na Meia e Mini Maratonas de Lisboa

RESPONSABILIDADE SOCIAL

Marcha Contra a Fome

RESPONSABILIDADE SOCIAL

Corrida Sempre Mulher

Na capa: Supervisor Paulo Cardoso.

FICHA TÉCNICA

Revista Securitas Portugal

PROPRIEDADE

Securitas - Serviços e Tecnologia

de Segurança S.A.

SEDE

Rua Rodrigues Lobo, n.º 2

Edifício Securitas

2799-553 Linda-a-Velha

EDIÇÃO

Direcção Serv. Marketing

DIRECTOR

Firmino Fonseca

DESIGN/PRODUÇÃO DE CONTEÚDO

E GRÁFICA

RH Positivo ©

www.rhpositivo.pt

IMPRESSÃO E ACABAMENTO

Multitema - Partners for Printing

FOTOGRAFIA

José Ribeiro - Fototime

Alexandre Bettencourt - Foto Profissional (Madeira)

(Fotos da Madeira: ANAM, Grupo Sá, Loja Cidadão e Cheias)

TIRAGEM

9.000 exemplares

PERIODICIDADE

Semestral

DISTRIBUIÇÃO

Gratuita aos Colaboradores da Securitas e a Clientes

www.securitas.pt

Alvarás:

MAI, nº22A (2004.11.25):

Nº22B e C (1999.03.04):

Nº22D (2001.02.07)

Proibida a reprodução total ou parcial sem autorização prévia da

Securitas - Serviços e Tecnologia de Segurança S.A.

Como é do conhecimento geral, a economia Portuguesa atravessa

actualmente um momento difícil. Vai ser necessário um enorme

esforço da parte de todos para ultrapassar esta situação e tentar

assim minorar os impactos negativos que certamente se farão sentir

na nossa actividade.

O Grupo Securitas tem demonstrado, em virtude da sua actividade

específica e do modo como tem sido gerido, uma capacidade notável

para superar as dificuldades.

A estratégia definida e os meios humanos e operacionais disponibilizados, em conjunto com

uma atitude correcta, têm contribuído para o desenvolvimento sustentado alcançado.

Não existe alternativa senão a da perseverança e empenhamento em prosseguir com os objectivos

traçados. Cada um de nós tem de dar o seu melhor, funcionando em equipa e sendo, no

dia-a-dia, e em todas as frentes, um Embaixador da Empresa. Nas alturas de maior necessidade

é que a atitude certa pode fazer toda a diferença.

Nesta edição da nossa Revista ficam expressos, em entrevistas, mais alguns testemunhos de

Clientes que optaram pela Securitas, e que viram satisfeitas as suas expectativas, devido à qualidade

do serviço que a Empresa lhes presta.

Paralelamente, o reconhecimento explícito do desempenho de muitos Vigilantes fica igualmente

registado, o que honra a posição de liderança da Securitas no mercado nacional.

A Empresa continua a apoiar acções de Solidariedade Social, como é o caso da Marcha contra a

Fome realizada recentemente em Lisboa e no Porto, e a Corrida Sempre Mulher, da luta contra o

Cancro, que irá decorrer em Novembro e que será patrocinada pela Securitas na categoria “Mães

e Filhas”.

As questões relacionadas com a Ética Empresarial estão igualmente na linha da frente das causas

apoiadas pela Securitas, tendo sido patrocinada, no passado mês de Maio, a iniciativa da APEE –

- 5ª Edição da Semana da Responsabilidade Social.

Foram atribuídos os prémios aos Vencedores dos Concursos internos – “Conhecimento da Securitas

e “Novos Talentos”, que obtiveram assinalável sucesso entre os Colaboradores da Empresa.

Ainda no decorrer de 2010 serão lançadas novas edições destes concursos, esperando-se, desta

vez, uma participação ainda maior.

Aproveito esta ocasião para desejar a todos os Colegas um óptimo período de férias, repleto de

descanso, boa disposição e convívio com os amigos e a família.

Firmino Fonseca

Director Serv. Marketing

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SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL

EDITORIAL


FORMAÇÂO

APOSTA PERMANENTE VANTAGENS COMPETITIVAS

Formação

em 2009

A componente Formação é uma das prioridades

da Securitas, para uma prestação de serviços

especializada, de acordo com a segmentação

por sectores de actividade, que é a orientação do

Grupo Securitas a nível internacional.

No ano de 2009, a Securitas teve cerca de 1.000

Colaboradores em acções de formação e reciclagem,

num total de mais de 9.000 horas.

Estas acções incluíram desde o Security Leadership

Training, a Liderança e Motivação de Equipas, e o

Sistema de Avaliação de Desempenho, destinados

a chefias, passando pela Formação Sócio-Comportamental,

até à Gestão de Segurança, Gestão de

Conflitos, Primeiros Socorros, Extinção de Pequenos

Incêndios e Evacuação de Edifícios, Defesa Pessoal,

Prevenção Contra Violência Urbana, entre outras.

Muitos Vigilantes da Vigilância Mobile participaram

em acções de reciclagem. Foi prestada também

formação de reciclagem aos Supervisores relativa à

utilização de computadores mini portáteis, que lhes

foram distribuídos o ano passado.

A Formação Contínua para o Trabalho Cinotécnico

integrou igualmente o Plano de Formação de 2009.

A Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho, as Boas

Práticas Ambientais também constituíram matérias

leccionadas no Centro de Fomação da Securitas,

com instalações próprias na sua Sede, em Linda-a-

-Velha.

A Nova Norma ISO 9001:2008, o Sistema de

Normalização Contabilística e o Impacto Fiscal neste

sistema foram igualmente alvo de formação, entre

outros temas de importância para o bom funcionamento

da nossa Organização.

NACIONAL

PRESIDENTE DA SECURITAS PARA

A EUROPA PRESENTE NA

Reunião de Análise da

Performance do 1.º Trimestre

Realizou-se, a 4 de Março, na nossa Sede, em

Linda-a-Velha, a reunião de análise da performance

da Securitas no 1.º trimestre de 2010.

Foram abordados temas relevantes, tendo este

encontro contado com a presença do Administrador-

-Delegado, dos Directores de Área de Negócios e

dos Gestores de Filial.

Nesta reunião tivemos o prazer de contar igualmente

com a participação do Presidente da Securitas para

a Europa, Bart Adam, que acompanhou os trabalhos,

tendo feito também uma apresentação sobre os

resultados da Securitas, a nível europeu, referentes

ao mesmo período.

Investimento nas

Áreas Críticas

No momento em que escrevo estas palavras

podemos já antecipar e apreciar os resultados da

empresa no 1.º semestre, concluindo que continuamos

a ser bastante resilientes, neste momento

desfavorável da situação sócio-económica.

Obter níveis de crescimento comparáveis com anos

anteriores é um objectivo de difícil concretização,

face à evidente contracção do mercado, decorrente

da necessidade de permanentes ajustamentos que

as empresas têm de promover com vista a manterem

a sua competitividade e, muitas das vezes, a sua

sobrevivência.

O posicionamento estratégico que traçámos para

responder a este cenário de adversidade foi o de implementar

medidas que visem a apresentação e implementação

das melhores soluções de segurança,

mantendo os padrões de qualidade e de protecção

às instalações dos nossos Clientes, através da adopção

de soluções inovadoras e mais competitivas.

Desta forma, estamos a acrescentar valor e eficiência

em todo o processo produtivo, desenvolvendo a

nossa cadeia de valor e criando vantagens competitivas,

que nos permitirão responder com eficácia

às tendências do mercado da segurança privada no

médio/longo prazo.

Agora, mais do que nunca, o envolvimento e a

determinação de todos na prossecução dos objectivos

da empresa é fundamental para que possamos,

numa primeira fase, resistir e defender a manutenção

dos postos de trabalho, acreditando que, numa fase

posterior, teremos o retorno dos investimentos agora

dispensados.

Estou fortemente convencido que as Empresas

que tiverem, agora, capacidade para se adaptarem

e aproveitarem para fazer investimentos nas áreas

críticas do seu core business (no nosso caso na

formação, desenvolvimento de competências,

implementação de novas ferramentas e introdução

de tecnologia) colocar-se-ão num patamar distinto

de competitividade, podendo almejar atingir outros

níveis de crescimento e rentabilidade.

É verdade que no sector da Segurança Privada

continuam a operar concorrentes que em nada

contribuem para a sua dignificação, promovendo

práticas marginais que prejudicam todos os seus

intervenientes. No entanto, é com satisfação que

registamos o aparecimento de novas Associações

que se têm pautado pela defesa dos interesses

do sector, denunciando diversas ocorrências que

carecem de acompanhamento e supervisão pelas

entidades competentes. Vamos acreditar que estes

exemplos possam estimular todos os agentes que

estão em condições de contribuir activamente para

a tão desejada moralização e credibilização desta

indústria na sociedade.

Avizinhando-se o período das férias para grande

parte dos nossos Colaboradores, aproveito a oportunidade

para desejar a todos momentos de bom

descanso e diversão.

Jorge Couto

Administrador-Delegado

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SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL

MENSAGEM


EVENTO

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FÓRUM PARA A LIBERDADE DE EDUCAÇÃO

Securitas Patrocina

Encontros FLE

A Securitas é um dos patrocinadores dos Encontros

FLE, organizados pelo Fórum para a Liberdade

de Educação (FLE), no âmbito das Comemorações

do Centenário da República Portuguesa.

Os Encontros FLE, promovidos a pensar o futuro da

Educação, têm como objectivo questionar os principais

problemas do sistema educativo português,

conhecer as melhores práticas educativas internacionais

e projectar o futuro em ordem a uma educação

de qualidade para todos.

O programa, iniciado no passado mês de Fevereiro,

no Porto, prevê a realização de vários Encontros,

também em Lisboa e Coimbra, com temas, oradores,

comentadores e moderadores vários. Entre estes

últimos, encontram-se cerca de 40 personalidades,

nacionais e estrangeiras, provenientes do mundo

académico, empresarial e político, com uma vasta

experiência no domínio da Educação.

SECURITAS PORTUGAL

Os temas dos Encontros FLE, que terminarão no final

de Novembro próximo, são diversos, versando sobre

a educação olhada sob o ponto de vista da história,

da economia, do desenvolvimento, da governação

política, da escola, entre outros

Professores, directores de escola, investigadores,

decisores políticos, empresários, encarregados de

educação, constituem o público-alvo dos Encontros

FLE.

A Securitas, atenta às questões decisivas da evolução

da sociedade portuguesa, tem participado

nestes importantes Encontros, representada pelo

Dr. Jorge Martins, Director de Recursos Humanos da

nossa Empresa.

Os Encontros FLE têm o Alto Patrocínio da Presidência

da República, da Comissão Nacional para as

Comemorações do Centenário da República, da Fundação

Calouste Gulbenkian, Fundação de Serralves,

AEEP – Associação de Estabelecimentos de Ensino

Particular e Cooperativo, entre outros.

SEMANA DA RESPONSABILIDADE SOCIAL

Director de Recursos Humanos da

Securitas Foi Orador na 5.ª Edição

Jorge Martins, Director de Recursos Humanos da

Securitas, foi orador na 5.ª edição da Semana da

Responsabilidade Social organizada pela APEE –

Associação Portuguesa de Ética Empresarial.

A Semana da Responsabilidade Social é um evento

anual que versa sobre temas relacionados com a

ética e a responsabilidade social, e que conta com

a participação de várias personalidades de diferentes

áreas, desde dirigentes empresariais a líderes

sindicais, representantes dos consumidores, ongs,

ipss, administração pública, académicos, desporto e

comunicação social.

Este ano, a sua 5.ª edição decorreu sob o tema

“Rumo a Uma Ética Global”, tendo apresentado um

novo formato, em função do interesse, expresso por

diversas entidades, de que esta troca de experiências

e de conhecimentos fosse mais abrangente a nível

geográfico, atingindo novos públicos.

Assim, o evento expandiu-se a cinco cidades: Lisboa,

Porto, Aveiro, Leiria e Viana do Castelo. Teve a duração

de cinco dias, decorrendo entre os dias 3 e 7 do

passado mês de Maio.

Na qualidade de representante da Securitas, o Dr.

Jorge Martins, nosso Director de Recursos Humanos,

fez a sua intervenção na manhã do dia 5 de Maio, em

Leiria, no painel “Quais as competências e como se

adquirem”.

Falou sobre a nossa Missão, Valores e Visão, mostrou

como funciona o Modelo Securitas e a construção

da Organização correcta. Seguidamente, fez um

resumo da história da Securitas a nível internacional

e nacional.

A segmentação, preconizada pelo Grupo Securitas,

foi explicada com exemplos de cada um dos

segmentos. A Vigilância Especializada, a Vigilância

Mobile e a Vigilância Aeroportuária foram também

focadas na sua alocução.

Jorge Martins apresentou igualmente os pontos-

-chave da Política Integrada da Securitas e realçou

a importância do nosso Sistema de Gestão, que

define os requisitos do Sistema de Gestão da Segurança

e do Sistema de Responsabilidade Social.

Explicou ainda o método de trabalho da Securitas,

do planeamento à prestação do serviço, que inclui

a Formação Específica, os Meios Auxiliares e a

Avaliação dos Riscos, entre outras acções.

Deteve-se mais detalhadamente na Gestão de

Talento do Grupo Securitas, da qual faz parte o

Desenvolvimento de Competências, e concluiu a

sua intervenção fazendo a explanação da Formação

Modelar.

SECURITAS PORTUGAL 07

EVENTO


CLIENTES

08

PARCERIA VAI PERFAZER 20 ANOS

BPI com Securitas

O Grupo BPI conta com a parceria da Securitas

há quase 20 anos, pois os Serviços de Vigilância

Especializada que ali prestamos datam da altura

em que o então Banco de Investimento adquiriu

o Banco Fonsecas & Burnay, em 1991.

Em conversa com o Presidente Executivo do Grupo

BPI, Dr. Fernando Ulrich, falámos sobre a forma

como este grupo financeiro enfrenta a actual conjuntura

económica e também, como não podia deixar de

ser, sobre questões de segurança.

SECURITAS PORTUGAL

Dr. Fernando Ulrich

Pedimos ao Dr. Fernando Ulrich uma breve análise

da situação actual do Grupo BPI, em Portugal e a nível

internacional, nos países onde o Grupo desenvolve

a sua actividade, incluindo, naturalmente, Angola

e Moçambique.

“O Banco está bem, com grande solidez financeira,

sempre com uma situação de liquidez muito sólida.” -

– afirmou. “Tem resistido à crise nacional e internacional,

que se iniciou em 2007 e que é a maior desde

1930. O BPI não recorreu à garantia do Estado e

manteve os mesmos ratings. Mantém igualmente o

seu rumo com grande estabilidade.”

Na opinião do Presidente Executivo do BPI, a recuperação

da economia portuguesa, infelizmente, vai demorar

mais algum tempo. Considera o Programa de

Estabilidade e Crescimento (PEC) para os próximos

quatro anos fundamental para o controlo das contas

públicas e a sua necessária consistência.

“O ajustamento das Finanças Públicas, a longo prazo,

vai permitir um crescimento sustentado”, segundo

prevê. “A médio prazo, vamos continuar a enfrentar

um período muito exigente para a banca e para as

empresas.”

Presença Internacional

O BPI está presente em Portugal e Espanha, bem

como junto das comunidades portuguesas de vários

países. Possui uma rede de balcões em Paris e tem

escritórios de representação em Londres, na Suíça,

Alemanha, Luxemburgo, África do Sul, na cidade de

Joanesburgo, em Caracas, nos EUA e em Toronto, no

Canadá.

Tem uma presença muito importante em Angola,

através do BFA - Banco Fomento de Angola, onde

detém 50,1 por cento do capital desta instituição

bancária, que possui 130 balcões e 700 mil Clientes,

prevendo-se que até final do presente ano atinja um

total de 150 balcões em território Angolano.

O Grupo tem igualmente uma presença significativa

em Moçambique, detendo 30 por cento do BCI –

Banco Comercial e de Investimentos, que possui

uma rede de mais de 50 agências.

Relativamente à evolução e previsões de expansão

do Grupo BPI nestes mercados, o Dr. Fernando

Ulrich afirmou que o desenvolvimento das redes de

balcões do BFA e BCI vai prosseguir.

“Quanto a Portugal, neste momento, o Banco tem

a dimensão que quis e quer ter, não se prevê, por

esse motivo, a abertura de mais balcões, mas tem o

intuito de crescer”, segundo referiu.

Entre 2004 e 2008, o BPI registou em território

nacional um crescimento orgânico de 40 por cento,

tendo actualmente 700 balcões, 40 centros de

investimento e 50 centros de empresas, uma rede

de agências que é comparável às do Santander Totta

e do BES e que se aproxima da rede da CGD.

Vigilante Susete Rodrigues no Edifício Jean Monnet,

onde se situa a Administração do BPI

Grandes Desafios

Quisemos conhecer os principais desafios que o

BPI enfrenta na actualidade, face à concorrência e à

conjuntura económica nacional e internacional.

“Temos um desafio muito grande que não é ainda

conhecido mas previsível, que vai afectar todos

os bancos, e que é a regulação do sistema bancário.”

– disse o Dr. Fernando Ulrich. “A Comunidade

Europeia ainda não a definiu concretamente, são

temas que estão ainda em discussão e que irão ter

um maior impacto nos próximos três ou quatro anos.

Prevê-se que sejam impostas regras exigentes, que

afectarão todos os bancos, incluindo os de grande

dimensão.”

Segundo o Dr. Fernando Ulrich, constitui igualmente

um desafio desenvolver o negócio bancário, face

ao factor risco, tendo em conta a actual conjuntura,

sobretudo em Portugal. Conjuntura que considera

ser muito difícil, pois tudo se passa num mercado

muito concorrencial.

“Em Angola, o desafio é conseguir que o crescimento

da economia prossiga, pois esteve um pouco

parado em 2009, mas está a retomar em 2010”,

conforme comentou.

Em termos de recuperação da economia portuguesa,

o Presidente Executivo do Grupo BPI pensa que vai

ser lenta. “No ano de 2009 o PIB caiu 2.7% , registou-se

uma queda muito acentuada. Prevemos que

em 2010 e 2011 se verifique um crescimento baixo,

inferior a 1%. A situação está muito dependente das

exportações, nomeadamente para Espanha, Alemanha

e Angola”, acrescentou.

SECURITAS PORTUGAL 09

CLIENTES


CLIENTES

10

Segurança – Máxima Prioridade

Seguidamente, esta nossa conversa centrou-se

nas questões de segurança. Perguntámos ao Dr.

Fernando Ulrich qual a importância dos Serviços de

Segurança Privada na actividade do BPI.

“Num Banco o tema da segurança é importantíssimo.”

– disse. “Temos uma enorme preocupação

com os bens que os Clientes põem à nossa guarda

e, igualmente, como gerimos o crédito que concedemos.

As questões de segurança dos canais informáticos,

dos Colaboradores, dos Clientes, do transporte

de valores, são para nós da máxima prioridade. Damos

muita atenção a todas estas vertentes. Pensamos

que, em todos os componentes, os resultados

têm sido muito positivos.”

Nestes quase 20 anos de parceria, a Securitas tem

prestado Serviços de Vigilância Especializada nas

instalações do BPI de Lisboa e Porto. Quisemos

saber como eles são avaliados.

“Para haver uma relação tão longa num sector muito

concorrencial é porque há confiança e satisfação

neste relacionamento, é sinal de que há uma boa

parceria.” – afirmou o Dr. Fernando Ulrich. “Na parte

que conheço directamente, o meu testemunho é que

o serviço tem sido muito bom, humanamente. Os

Vigilantes da Securitas têm mostrado uma grande

disponibilidade e competência. A nossa satisfação é

elevada.”

SECURITAS PORTUGAL

Vigilante António Borges no BPI

Para terminar esta entrevista, perguntámos ao Dr.

Fernando Ulrich como perspectiva a evolução da

situação económica e seu reflexo nas exigências de

segurança.

“Tradicionalmente, quando a situação económica se

agrava, tende a haver potencialmente mais problemas

de segurança, por isso é um tema que para nós

merece especial atenção. No que toca ao sector

bancário, em geral, e ao BPI, em particular, seja pela

nossa acção como pelas empresas que nos apoiam,

os níveis de exigência nesta matéria são e continuarão

a ser elevados”, segundo concluiu.

Vigilante Rogério Braz no Edifício Jean Monnet

27 ANOS DE PARCERIA

Securitas Contribui para Alcançar

os Objectivos da Repsol

A Repsol, em 2004, adquiriu a Shell Portuguesa —

o primeiro Cliente da Securitas em Portugal, que

manteve connosco uma parceria na área da Segurança

Especializada durante quase 40 anos. Sobre

a actividade do nosso Cliente Repsol e a actual

relação com a Securitas falámos com o Eng.º José

Luis Figueira, Gerente da Instalação de Banática,

da Repsol Portuguesa, S.A., no Monte da Caparica,

concelho de Almada.

“A Repsol iniciou a sua actividade de comercialização

de produtos químicos no nosso país no ano de 1978

e a comercialização de combustíveis em 1990.” -

- referiu o Eng.º José Luís Figueira. “Em 2004, por

via das aquisições da Shell e Borealis, a Repsol está

hoje presente nos negócios de comercialização de

produtos petrolíferos, incluindo gás GPL, com quotas

de mercado de cerca de 20 por cento, sendo a maior

empresa química portuguesa.”

As principais empresas do Grupo Repsol em Portugal

são:

• A Repsol Portuguesa SA, que se dedica à comercialização

de produtos petrolíferos, comprando, armazenando

e distribuindo combustíveis, lubrificantes e

asfaltos.

• A operação própria de Estações de Serviço é gerida

pela sociedade Gespost, que tem um programa de

geração de emprego para deficientes, sendo que dois

por cento dos seus Colaboradores são portadores de

algum tipo de deficiência.

• A Repsol Gás Portugal SA, que se dedica à aquisição,

armazenagem e distribuição de gás butano e propano,

através de uma rede de mais de 10 mil pontos de

venda em todo o país.

Eng.º José Luis Figueira

• A Repsol Polímeros Lda. — a maior empresa química

portuguesa, que opera o Complexo Petroquímico

de Sines.

Relativamente aos desafios que actualmente se

colocam ao Grupo Repsol, nomeadamente conjunturais,

a nível nacional e internacional, o Eng.º José Luís

Figueira afirmou:

“Situamo-nos num mercado competitivo e que está

sujeito ao que internacionalmente se designa por

influência dos preços das commodities, sendo que

a Repsol tecnologicamente está na vanguarda da

exploração de gás e comercialização de combustí-

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CLIENTES


CLIENTES

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veis e derivados. O mercado da energia poderá ter

variações de consumo, que são influenciadas pelas

condições do mercado, mas evidentemente a curva

do consumo é rígida, porque as necessidades são

inerentes à actividade económica em geral.”

Em termos da previsão da evolução do mercado,

o Eng.º José Luís Figueira considera que as energias

renováveis vão complementar em parte algum

consumo, sendo que a base se perspectiva continuar,

durante largos anos, a ter o petróleo como uma das

fontes energéticas primordiais.

Segurança é Fulcral

Seguidamente abordámos a questão da importância

dos serviços de Segurança Privada na actividade da

Repsol, sobre a qual o Responsável pela Instalação

de Banática afirmou:

“A reputação da Repsol e o nosso compromisso

com a segurança constituem objectivos fulcrais na

nossa actividade, onde o recurso à contratação de

serviços prestados por entidades externas nos obriga

a um exigente processo de selecção e avaliação de

Fornecedores.”

A Securitas assegura os Serviços de Vigilância Especializada

neste terminal portuário de combustíveis

da Repsol, que está sujeito ao código ISPS - International

Safety Port and Security. A Repsol impõe

um conjunto de regras de segurança estipuladas

pelo ISPS e pela Administração do Porto de Lisboa

(APL) que determinam, por parte dos Vigilantes, um

controlo de portarias com algumas especificidades.

Para além do registo de entradas, estas regras de

segurança obrigam a identificação mediante listas

aprovadas pela gestão da instalação. Estas listagens

SECURITAS PORTUGAL

incluem, além dos residentes, os tripulantes de embarcações

que vão aportar ao terminal, assim como

os visitantes previstos.

Atendendo à tipologia dos produtos aqui existentes,

há uma formação específica dos Vigilantes, de forma

a poderem dar cabalmente resposta às necessidades

especiais da instalação.

Perguntámos ao Eng.º José Luís Figueira como avalia

os serviços prestados pela Securitas durante décadas

de parceria.

“A Repsol assumiu os activos de pessoal da Shell,

pelo que a minha antiguidade na empresa data de

1974, estando quase a perfazer 36 anos de serviço.” -

– respondeu-nos. “Avalio o desempenho da Securitas

da melhor forma possível, ao longo da minha

carreira profissional.”

Vigilante Olga Santos

Em cima, entrada das instalações Repsol

Para finalizar, quisemos saber qual a perspectiva de

evolução das exigências de segurança neste sector

de actividade.

“A envolvente das economias globais pressupõe

uma exposição ao risco cada vez maior.” – declarou

o Eng.º José Luís Figueira. “Neste tipo de terminais

exige-se formação constante e um alerta para condições

potencialmente perigosas. Estas instalações

têm a certificação Seveso, que se reporta à prevenção

de acidentes industriais graves. A questão da

vigilância e da formação são essenciais para cumprir

as normas por ela exigidas.”

Vigilante Ricardo Silva

“Os Vigilantes da Securitas são considerados “pessoas

da casa” e enquadrados como qualquer outro

Colaborador da Repsol, no âmbito da política da

própria Companhia, que privilegia o bom clima laboral.”

- acrescentou. “Para além do objectivo humano,

esta forma de estar facilita alcançar os objectivos da

Companhia, em matéria de segurança.”

A Repsol em Números

Em 2009, as principais empresas do Grupo

Repsol em Portugal facturaram 1,9 mil

milhões de euros e tiveram 7,9 milhões de

euros de resultado líquido estatutário global.

Em Portugal, tem activos de valor superior

a 1,1 mil milhões de euros. Em 2009 e em

termos médios, empregou 1.270 pessoas,

possuindo uma rede de 426 Estações de

Serviço com a marca Repsol em todos os

distritos do país.

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CLIENTES


CLIENTES

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AZEITE PARA O MUNDO

Securitas Garante a Segurança

da Sovena

A Securitas, com uma solução de Segurança Integrada, englobando Vigilância Especializada e sistemas

de videovigilância, garante a segurança da Sovena há 11 anos. Falámos com a Eng.ª Lina Dionísio,

Directora Fabril da Sovena Oilseeds Portugal, unidade de produção localizada em Palença de Baixo,

concelho de Almada, para conhecermos melhor a razão do sucesso deste importante Grupo português.

Com quatro áreas de negócio, actividades em vários

países e integrando a segunda maior empresa de

azeite do mundo, quisemos saber como é que o

Sovena Group enfrenta a actual situação económica

portuguesa e mundial.

“Uma das principais razões que nos levou a transformar

o Sovena Group, nos últimos 10 anos,

passando-o de uma grande empresa portuguesa a

uma multinacional de origem portuguesa, foi a de

diversificar geografias, aproveitando as tendências

de crescimento económico global, sem ficarmos

limitados pela performance económica do nosso

país.” – afirmou a Eng.ª Lina Dionísio. “Portugal é um

mercado maduro com 10 milhões de pessoas. Assim

sendo e para crescer, é preciso colocar os olhos

no mundo e exercer a nossa vocação exportadora.

Hoje em dia, respondemos às dificuldades económicas

que Portugal atravessa não só disponibilizando

produtos mais competitivos para os consumidores,

mas também investindo no nosso país. Foi nos últimos

dois anos que mais investimos no projecto do

olival e estamos muito orgulhosos por contribuirmos

para que Portugal passe a ser de novo um exportador

líquido de azeite. O nosso olival português — o

maior do mundo, é um marco claro na inversão da

tendência de abandono do olival que se registou nas

últimas décadas.”

Perguntámos à Eng.ª Lina Dionísio qual o posicionamento

do Sovena Group nos mercados em que

opera e como encara os desafios que lhe estão a ser

colocados na actualidade?

“Somos o segundo maior grupo do mundo do sector

do azeite.” – declarou. “Operamos com presença

SECURITAS PORTUGAL

Eng.ª Lina Dionísio

física, entre fábricas e escritórios, em sete países:

Portugal, Espanha, EUA, Marrocos, Tunísia, Angola e

Brasil. E exportamos para mais de 60 outros países.

Os nossos grandes desafios resumem-se na nossa

missão “Azeite para o Mundo”, que é a de fazer

chegar a todos os países o nosso azeite, um produto

excepcional que adiciona um sabor único à saúde.

Para o fazermos, temos de ter qualidade e competitividade

e é nisso que apostamos.”

Glocal

Vigilante Roque Cardoso

Instalações da Sovena em Palença de Baixo - Almada

A Directora Fabril da Sovena explicou-nos que a

missão do Sovena Group se traduz no seu conceito

“Glocal” e na respectiva estratégia. Este conceito é o

de “Azeite para o Mundo”. A estratégia consiste em

integrar a cadeia de valor do azeite, controlando a

qualidade e garantindo competitividade para lutar

por mercado, a nível internacional, a par de azeites

do mundo inteiro.

Um dos marcos mais relevantes na história do

Sovena Group foi o seu primeiro passo para a internacionalização,

dado em 2001, com a compra de

uma unidade fabril em Espanha — o maior mercado

produtor e o segundo maior mercado consumidor do

mundo. O investimento nos EUA foi igualmente um

marco importante do Grupo, onde é o maior operador,

particularmente assinalável devido ao factor

distância, que torna a operação mais complexa de

gerir. É ainda de salientar o investimento agrícola que

o Sovena Group tem vindo a efectuar desde 2006.

“Um investimento de médio/longo prazo, sério,

complexo e vasto, mas vital para nos garantir a tal

qualidade e competitividade necessárias para continuarmos

a ter sucesso.” – comentou a Eng.ª Lina

Dionísio. “Estão previstos futuros investimentos, que

oportunamente anunciaremos, pois o segredo é a

alma do negócio.”

Boa Relação de Parceria

A unidade de produção de Palença de Baixo tem

uma envolvente problemática, em virtude da sua

situação geográfica.

As instalações fabris são de grande dimensão, pelo

que rondas móveis ajudam na detecção de incidentes/acidentes

em determinadas zonas da instalação.

“Faz sentido os serviços de segurança estarem atri-

Outra vista das Instalações Sovena

SECURITAS PORTUGAL 15


CLIENTES

16

buídos a uma empresa privada, uma vez que não é

este o core business da Sovena”, referiu a Eng.ª Lina

Dionísio.

Há 11 anos, foi confiada à Securitas a segurança das

instalações da Sovena de Palença de Baixo, Almada,

através de um Contrato de Segurança Integrada que

inclui Vigilância Especializada e sistemas de vídeo

vigilância (CCTV).

“Nestes anos de parceria, os serviços têm correspondido

às expectativas.” – declarou a Eng.ª Lina

Dionísio. “Destacamos como ponto positivo a

apresentação de soluções técnicas – recentemente

aumentou-se o número de câmaras de CCTV para

abranger toda a instalação.”

A Directora Fabril da Sovena considera que a segurança

é imprescindível para o negócio da Sovena, até

porque o factor risco é significativo pelas matérias-

-primas com que trabalha.

“Com a Securitas temos uma boa relação de parceria”,

segundo referiu. E salientou que a Securitas tem

conseguido responder sempre às solicitações da

Sovena.

“Os Vigilantes da Securitas são tratados como se

fossem da casa.” – acrescentou. “Alguns já trabalham

connosco há muito tempo. Integraram-se bem na

estrutura da Sovena e estão sempre disponíveis

SECURITAS PORTUGAL

Vigilante Barão Oliveira

para ajudar em todas ocasiões. Têm uma postura de

partilha e de entreajuda, ou seja, já fazem parte da

“Equipa da Sovena”.

Para finalizar este nosso contacto, a Eng.ª Lina

Dionísio disse que o Sovena Group tem um plano

de investimento ambicioso de segurança, que visa

elevar a fasquia nesta área.

“As nossas exigências nesta matéria serão cada vez

maiores, a Segurança dos Outros começa em Nós .”

“Além de que a legislação de segurança é cada vez

mais apertada e exigente, pelo que contamos com a

Securitas para acompanhar a evolução dos requisitos

nesta área tão sensível.” – concluiu.

SEGURANÇA É IMPRESCINDÍVEL

McLane Com Securitas

Desde 2000

A McLane Portugal, empresa que opera no

sector da Logística e Transporte de Mercadorias,

é Cliente da Securitas desde a sua fundação no

nosso país. A análise do sector, a evolução da

McLane e a importância da Segurança na sua

actividade foram os temas centrais da entrevista

com o seu Director Geral, David Claxton.

Fazendo parte do Grupo McLane — o maior grupo

norte-americano de distribuição para redes de lojas

de conveniência, supermercados e fast food, a McLane

Portugal é um operador de Logística Integrada que

actua na área do Transporte de Mercadorias, a nível

nacional e internacional, exportando e importando

igualmente todo o tipo de produtos dos cinco continentes,

através de uma rede de distribuição própria.

A McLane Portugal ocupa a sexta posição do mercado,

conta com 170 Colaboradores e uma frota

de camiões próprios e sub-contratados que fazem

entregas diárias em mais de 12.000 pontos nacionais

e internacionais.

O seu core business são soluções de armazenagem

multi-temperatura, handling e distribuição nacional. A

empresa presta igualmente serviços de valor acrescentado,

como embalagem e etiquetagem de produtos,

assim como soluções de transporte internacional.

“Estamos em Portugal há 10 anos e temos tido um

crescimento assinalável.” – referiu o Director Geral

da McLane, David Claxton, de nacionalidade inglesa.

“Estamos focados no Serviço ao Cliente e empenhados

numa prestação de excelência. Encontramo-nos

sediados no concelho de Palmela e esperamos estar

em Portugal, pelo menos, por mais uma dezena de

anos. A nossa especial vocação é a prestação de

serviços a Clientes com operações a nível mundial. É

um mercado que nos coloca enormes desafios, aos

quais nos orgulhamos de conseguir corresponder

eficazmente.”

Relativamente à actual conjuntura económica nacional

e internacional, David Claxton considera que não

é muito favorável em termos de margens comerciais.

“A forma que encontrámos para as proteger

é sermos mais eficientes.” – sublinhou. “Medimos a

produtividade e temos tomado medidas que aumentam

a nossa eficiência.”

SECURITAS PORTUGAL 17

CLIENTES


CLIENTES

18

David Claxton, Director Geral da McLane

Em 2008, a McLane Portugal investiu cerca de 700

mil euros em tecnologia. Investimento que envolveu

a renovação da frota de empilhadores e a implementação

de tecnologia RF (Identificação por Rádio

Frequência) no Centro de Distribuição de Palmela. O

objectivo foi o de aumentar a produtividade, através

de uma maior rapidez e eficiência na gestão logística.

“Este significativo investimento permitiu-nos dispor

dos mais avançados sistemas Wi-Fi (wireless),

tecnologia que permite a interconexão entre equipamentos

sem fios.” - comentou David Claxton. “E também

das mais modernas aplicações específicas para

a nossa actividade, o que constitui uma enorme base

de suporte para o nosso negócio, pois permite-nos

ser mais eficientes, manter as margens de comercialização

e ter um nível mais elevado de serviço.”

Nível de Excelência

Eficiência, rigor e precisão é o lema da McLane, de

forma a corresponder aos exigentes requisitos dos

seus Clientes, para os quais é necessário estar num

nível de excelência.

“Em alguns aspectos, o investimento em alta tecnologia

que efectuámos atraiu novos Clientes, mas tem

sido sobretudo a eficiência que os tem fidelizado”,

segundo referiu David Claxton.

SECURITAS PORTUGAL

Perguntámos a David Claxton quais os principais

desafios com que se depara a McLane Portugal e o

Grupo McLane, tendo em conta os actuais constrangimentos

económicos nacionais e internacionais.

“O principal desafio é a manutenção das margens de

comercialização, pois há concorrentes que baixam os

custos para sobreviverem.” – respondeu-nos. “Portugal

tem de rever as suas leis laborais, o que considero

um equilíbrio difícil. Não queremos a exploração

dos Colaboradores, mas sim ser uma empresa

justa, com perspectivas de futuro para cada um dos

elementos da nossa equipa e uma boa e humana

política de Recursos Humanos. Mas, o que é facto é

que a legislação laboral portuguesa não ajuda. Em

Portugal e Espanha a situação é complicada, pois os

accionistas vêem mal a questão das restrições nesta

matéria.”

Quisemos saber como prevê que o sector da Logística

evolua a nível nacional, num futuro próximo.

Instalações da McLane, em Palmela

Da esquerda para a direita: Vigilantes Natália Dias, Anabela Galamba e António Gomes

“A nossa visão é o que designo pela iberização do

mercado — uma solução ibérica para Portugal e

Espanha.” – afirmou. “Parece-nos que as empresas líderes

na área da Logística serão aquelas que possam

oferecer soluções e serviços para a Península Ibérica.

Daí que o primeiro passo será expandirmo-nos para

Espanha.”

Para tal, a questão que se coloca será, no entender

do Director Geral da McLane, dispor das infra-estruturas

mais rápidas para o transporte entre Portugal

e Espanha, tais como: auto-estradas, vias férreas e

portos marítimos.

“Estamos bem situados no distrito de Setúbal, pois o

concelho de Palmela e a sua freguesia do Poceirão,

no futuro, será um dos melhores locais para o nosso

sector de actividade”, segundo comentou.

Segurança - Absolutamente Crucial

“A Segurança é absolutamente crucial para a nossa

actividade.” – respondeu David Claxton à questão que

lhe colocámos sobre o seu grau de importância para

a McLane. “Temos um valor de stocks muito elevado,

em produtos dos nossos Clientes. Compete-nos

assegurar completamente a sua integridade. Assim,

é essencial que a segurança esteja a funcionar bem.”

Em Novembro de 2000, no início da actividade

da McLane em Portugal, o serviço prestado pela

Securitas era apenas de Vigilância Especializada. Em

2004, passou a uma solução de Segurança Integra-

da, incluindo também os sistemas de CCTV (vídeo

vigilância), Controlo de Acessos e Detecção de

Intrusão. Esta solução engloba uma Estação Central

de Monotorização que funciona 24 horas por dia.

Durante este período, todas as operações de carga e

descarga de mercadorias são monitorizadas, no interior

e no exterior das instalações deste nosso Cliente.

Como não poderíamos deixar de saber, perguntámos

ao Director Geral da McLane Portugal como avalia,

nestes 10 anos de parceria, os serviços prestados

pela Securitas.

“Estamos muito satisfeitos.” – referiu. “O facto de

mantermos esta parceria há uma dezena de anos

fala por si. Os Vigilantes da Securitas são parte da

nossa equipa, partilhamos a sua vida. Fundamentalmente,

é uma relação baseada na confiança. O

vosso pessoal é eficaz, cuida de nós e apoia o nosso

trabalho.”

Por último, pedimos a David Claxton para nos dar a

sua opinião sobre as perspectivas de evolução económica

e seu reflexo nas exigências de Segurança.

“Internamente, estamos seguros.” – declarou. “Confiamos

nos nossos Colaboradores, estão connosco

há 10 anos. A nível externo, a situação económica

é afectada pelos condicionalismos internacionais

conhecidos. Se as condições piorarem, as tentações

poderão aumentar. Isto implica que teremos de estar

mais alerta e, para isso, contamos com a Securitas!”

SECURITAS PORTUGAL 19

CLIENTES


CLIENTES

20 SECURITAS

SECURITAS PROTEGE PATRIMÓNIO CULTURAL

Museu de Portimão Recebe Prémio

Museu Conselho da Europa 2010

A Securitas, que garante a segurança do Museu de Portimão, desde 2007, tem recentemente a acrescida

responsabilidade de proteger a escultura de Joan Miró “La femme aux beaux seins”, que durante um

ano vai estar neste Museu, devido à atribuição do Prémio Museu Conselho da Europa 2010, com que foi

distinguido.

Fomos ao Museu de Portimão conversar com o seu

Director, o Prof. José Gameiro, e felicitá-lo pelo importante

prémio e também pelo segundo aniversário

do Museu, comemorado no passado dia 17 de Maio.

Primeiramente, quisemos saber quais as razões que

levaram à criação do Museu e conhecer a sua mostra

permanente.

“A profunda relação histórica do homem com a

envolvente flúvio-marítima deste território, constituída

pela Ria de Alvor, o Rio Arade e o Oceano

Atlântico, o valioso espólio industrial, naval, subaquático,

arqueológico, etnográfico e iconográfico

aqui existente, desde alguns anos, são o objecto

privilegiado do trabalho de pesquisa e de interpretação

museológica, constituindo-se igualmente como

a razão e o suporte decisivo para a origem do Museu

de Portimão, inaugurado em 17 de Maio de 2008”,

segundo referiu.

Assume particular destaque no desenho e discurso

do Museu, a grande exposição de referência e de

carácter mais permanente, designada “Portimão –

– Território e Identidade”, que se estrutura e desenvolve

nos seguintes três percursos:

Percurso 1 – Origem e Destino de Uma Comunidade

Percurso 2 – A Vida Industrial e o Desafio do Mar

Percurso 3 – Do Fundo das Águas

Em termos de exposições temporárias, previstas

para o final deste ano , para além da “10.ª Corrida

Fotográfica de Portimão” será exibida em parceria

com o Museu do Oriente, uma exposição sobre

SECURITAS PORTUGAL

Prof. José Gameiro

brinquedos orientais, designada “Omocha: Brinquedos

Tradicionais do Japão”.

Até lá decorrem as exposições ”Portimão nos Alvores

do Século XX” e “Manuel Teixeira Gomes: Entre

Dois Séculos e Dois Regimes”. Presidente da República

entre 1923 e 1925, Teixeira Gomes nasceu em

Portimão a 27 de Maio de 1860.

De 17 de Julho a 6 de Agosto, vai passar pelo Museu

de Portimão, a edição 2010 da “World Press Photo”.

Serão cerca de 180 fotografias, seleccionadas entre

milhares, que irão estar em exposição no exterior do

Museu, na Zona Ribeirinha de Portimão.

Manuel Teixeira Gomes

No ano em que se comemoram os 150 anos do

nascimento de Manuel Teixeira Gomes, a principal

novidade da 10.ª edição da Corrida Fotográfica de

Portimão, a maior maratona fotográfica a sul do Tejo,

que decorreu a 15 de Maio, nas modalidades analógica,

digital e subaquática, foi o facto de ter por tema,

a obra literária daquele ilustre portimonense.

A Corrida Fotográfica de Portimão é outra iniciativa

do Museu de Portimão, que proporciona aos concorrentes

— fotógrafos amadores de todo o país, a

oportunidade de descobrir, no espaço geográfico do

município de Portimão, um renovado e actualizado

olhar do seu património cultural e natural, suas gentes,

actividades e vivências. Há ainda a possibilidade

de captarem uma perspectiva única da fauna e flora

subaquáticas da frente flúvio-marítima do concelho,

numa parceria com o Portisub - Clube Subaquático

de Portimão. Os trabalhos vencedores participarão

numa exposição colectiva, a ter lugar no último

trimestre do ano, no Museu de Portimão.

Em termos de perspectivas futuras, o Museu de

Portimão, em parceria com nove Museus europeus,

integra o Projecto “A Taste of Europe” (Sabores da

Europa), sobre a alimentação europeia e, no âmbito

da temática da agricultura e produtos associados,

está a desenvolver o tema do azeite, considerando

a sua utilização na indústria das conservas e como

produto integrante da dieta mediterrânica.

Pedimos ao Prof. José Gameiro que nos explicasse a

razão porque foi escolhida a implantação do Museu

de Portimão numa antiga fábrica conserveira.

“Grande parte da história de Portimão e das próprias

colecções do Museu encontram-se profundamente

ligadas ao mar, à pesca e à indústria conserveira,

factores esses que estiveram na base da decisão

da Autarquia em adquirir, em 1996, uma antiga

fábrica de conservas para as suas novas funções,

como Museu de Portimão.” – disse. “Por um lado, ao

ser tomada essa decisão pela Câmara Municipal de

Portimão, procurou-se valorizar um edifício emblemático,

com uma simbologia específica relacionada

com o património industrial local e, por outro lado,

prosseguir uma política de dinamização e requalificação

da envolvente urbana da Zona Ribeirinha de

Portimão, contribuindo, deste modo para a regeneração

de espaços desactivados, procurando-se, assim,

uma maior atractividade para esta zona da cidade,

revitalizando-a enquanto destino público, através

deste novo pólo cultural e museológico.”

O Prof. José Gameiro salientou ainda as actividades

complementares do Centro de Documentação e

Arquivo Histórico, Auditório e dos Serviços Educativos

do Museu de Portimão, os quais, através da

sua Oficina Educativa, oferecem um conjunto de

actividades destinadas aos mais novos e à comunidade

escolar, para descobrir de forma criativa as

suas exposições, os seus espaços e a história do

Município.

PORTUGAL 21

CLIENTES


CLIENTES

22 SECURITAS

Prémio Prestigiante

Seguidamente falámos sobre o recente prémio

atribuído pelo Conselho da Europa ao Museu de Portimão,

que o classifica como Museu Europeu do Ano

2010, traduzindo-se num importante factor de reconhecimento

internacional, do esforço, do trabalho

e do investimento desenvolvidos pelo Museu e pelo

Município de Portimão, colocando-os num patamar

de grande visibilidade e de responsabilidade.

É igualmente uma distinção estimulante e prestigiante

para a museologia portuguesa, pois desde 1990,

que o “Prémio Conselho da Europa” não era atribuído

a qualquer Museu do nosso país.

Perguntámos ao Prof. José Gameiro como caracteriza

o actual momento das artes e da cultura no

Algarve.

“Pese embora o Algarve ainda por vezes ser pressentido

como uma zona periférica e sazonal, até

mesmo do ponto de vista cultural, existe uma massa

crítica e um conjunto de recursos que justificam

uma programação regional articulada e apoiada em

critérios de qualidade, que felizmente tem surgido.”

– afirmou. “Essas iniciativas podem e devem evoluir

definitivamente na sua reformulação e programação,

com contributos dos agentes e estruturas culturais

residentes de forma mais permanente.”

No caso dos Museus, a Região Algarvia, a partir dos

Municípios e outras entidades, foi pioneira na criação

e desenvolvimento de uma activa e cooperante Rede

de Museus do Algarve (RMA), a qual conseguiu

SECURITAS PORTUGAL

potenciar a exposição “Algarve - do Reino à Região”,

uma grande iniciativa colectiva e descentralizada,

que apresenta em 13 localidades, uma visão sobre a

história e o património algarvio, em moldes absolutamente

originais e dignos do maior apreço.

Medidas Especiais de Segurança

O foco da nossa conversa com o Prof. José Gameiro

centrou-se seguidamente nas questões de segurança.

Perguntámos-lhe qual a importância dos Serviços

de Segurança Privada na actividade do Museu.

“É fundamental e representam um elevado critério

de credibilidade para os Museus, enquanto entidades

que têm à sua responsabilidade importantes e

valiosos acervos museológicos e estão obrigados a

gerir rotinas de segurança e vigilância acrescidas”,

segundo comentou.

Sobre esta questão, acrescentou: “O Museu de

Portimão elaborou um Plano de Segurança, no

cumprimento do estipulado na Lei-Quadro dos

Museus, dando ênfase à segurança preventiva de

pessoas (Visitantes e Colaboradores), de colecções,

equipamentos e instalações, recorrendo, para tal, a

uma estrutura externa, profissional e treinada para

garantir uma resposta pronta e eficaz às diversas

situações que podem ocorrer dentro de um estrutura

museológica.”

Artes do Cheio, Artes do Vazio

Como se pode ler nos azulejos alusivos do

Museu de Portimão, “cheio” e “vazio” designavam

as duas principais áreas de trabalho

na fábrica, onde se desenvolviam todas as

fases de elaboração das conservas, desde

o fabrico da própria lata vazia, até ao seu

enchimento e embalagem final.

Fases do Cheio – descabeçar, engrelhar, cozer,

secar, enlatar, azeitar, cravar, esterilizar,

limpar, verificar.

Fases do Vazio – litografar, imprimir, cortar,

cunhar, soldar, cravar, encaixotar, cintar.

Teixeira Gomes – Datas

Importantes

1860 – Nasce em Portimão, a 27 de Maio.

1910 – Após o 5 de Outubro, exerce o cargo

de Ministro Plenipotenciário de Portugal em

Inglaterra.

1923 – O Congresso da República elege-o

para o cargo de Presidente.

1924 – Assina o decreto que eleva Vila Nova

de Portimão a cidade.

1925 – Sai da Presidência da República, partindo

para o auto-exílio, a bordo do cargueiro

holandês “Zeus”. “A fragilidade do regime

republicano, a instabilidade dos Governos

que se sucediam e o clima político onde se

sentia a proximidade dos emergentes fascismos

europeus, desiludiram profundamente

Teixeira Gomes, levando a auto-exilar-se,

para nunca mais voltar”, segundo se pode ler

na exposição a ele dedicada.

1941 – Morre a 18 de Outubro, no Hotel de

L’Étoile, em Bougie, na Argélia, cidade que é

actualmente geminada com Portimão, onde

viveu os seus últimos anos. Deixou uma

considerável obra literária.

O Museu de Portimão está dotado de meios de detecção

e vigilância electrónicos, que permitem monitorizar

e prevenir tentativas de roubo ou vandalismo

que possam ocorrer relativamente às suas colecções,

quer as que se encontram em exposição, bem como

as que se encontram em situação de reserva.

Com a atribuição do Prémio Museu Conselho da

Europa 2010 e a consequente deslocação, por um

ano, da escultura “La femme aux beaux seins”, de

Joan Miró, para o Museu de Portimão, foram implementadas

medidas especiais de segurança para a

respectiva protecção.

“Bastante Satisfeitos com a Securitas

“Para além do seguro obrigatório, temos Sistemas

de Vídeo Vigilância (CCTV) em funcionamento 24

horas.” - disse o Director do Museu de Portimão. “Na

preparação da vitrina de exposição da escultura de

Joan Miró, optámos por materiais construtivos que

reforçassem as medidas de segurança passiva, comuns

nas nossas exposições. A escultura ‘La femme

aux beaux seins’ está inserida numa vitrina especial,

cujo vidro temperado e laminado foi oferecido pela

Securitas, tendo o projecto construtivo da vitrina, o

sistema de iluminação e a base em pedra, sienito de

Monchique, sido uma oferta da empresa Sienave.”

O Museu tem, desde Junho de 2007, um Contrato

de Segurança Integrada com a Securitas, que inclui

Vigilância Humana, Sistemas de Detecção de Intrusão

e de Detecção de Incêndio e CCTV. Quisémos

saber como tem decorrido esta parceria e como o

Prof. José Gameiro avalia os serviços prestados pela

Securitas.

“Estamos bastantes satisfeitos com a prestação da

Securitas e da sua Direcção, e devo acrescentar

que os elementos que constituem a equipa desta

Empresa souberam integrar-se no espírito de equipa

do Museu.” – declarou. “A vigilância electrónica sem a

componente da vigilância humana não seria suficiente

e, nesse aspecto, a equipa da Securitas, tem vindo

a garantir o seu correcto funcionamento, graças à

prontidão da sua intervenção técnica.”

Para finalizar a nossa conversa, quisémos saber

como o Prof. José Gameiro perspectiva a evolução

da situação sócio-económica, e seu reflexo nas exigências

de segurança dos Museus, em geral.

“É um factor preocupante, que o actual contexto

pode introduzir algum grau de perturbação nos

níveis de exigência e eficácia, em particular no universo

dos Museus.” – respondeu-nos. “Considero que

a segurança de pessoas e bens museológicos não

deve ser considerado um aspecto acessório ou de

menor prioridade.”

Vigilante Carlos Branco

PORTUGAL 23

CLIENTES


CLIENTES

24 SECURITAS

SEGURANÇA NA DISTRIBUIÇÃO ALIMENTAR

Grupo Sá com Securitas

Há 11 Anos

O Grupo Sá, sediado na Região Autónoma da

Madeira, tem demonstrado um enorme dinamismo

desde a sua fundação, graças ao empreendedorismo

do Comendador Jorge Sá e filhos. A Securitas

é, há 11 anos, o seu parceiro de segurança,

tanto na Madeira como no Continente.

A história do Grupo Sá começou com a paixão pelos

cafés do seu fundador — o Comendador Jorge Sá,

e pela sua enorme vontade de estabelecer-se por

conta própria. O seu sonho tornou-se realidade com

a abertura da “Pérola dos Cafés”, a 6 de Janeiro de

1956, que, por sua vez, o levou a criar a “Torrefacção

Insular”, em 1959, onde o café era tratado segundo

uma receita própria.

A dedicação e imaginação com que Jorge Sá se

entregou à actividade comercial continuaram a dar

frutos e a originar novas apostas. Após o armazém

de “atacados” e a mercearia, surge a abertura do primeiro

supermercado — o Super Sá 1, o que acontece

em 1985.

“Foi um momento simbólico de ambição e crescimento

sustentado, que está bem patente aos olhos

de todos, ao longo dos últimos 25 anos.” – referiu

Cipriano Sá, Administrador do Grupo Sá e filho mais

velho do Comendador Jorge Sá. “Entretanto, outros

supermercados e hipermercados se seguiram.”

Cipriano Sá não se coibiu de enaltecer o carácter

empreendedor de seu pai. “Começou a trabalhar

aos 17 anos, depois de ter completado o Curso

Complementar de Comércio, e ainda hoje, passados

60 anos, exerce diariamente as funções inerentes

à Presidência do Conselho de Administração do

Grupo Sá.” – afirmou. “Já em 1981 a Presidência da

República reconheceu o seu desempenho em prol da

economia madeirense, e não só, agraciando-o com a

Comenda de Mérito.”

SECURITAS PORTUGAL

Actualmente, o Grupo Sá conta com cerca de 1.500

colaboradores, distribuídos por mais de 50 espaços

de âmbito alargado de intervenção, desde o comércio

a retalho e grossista, cafetarias, ourivesarias,

torrefacção de café, lojas tipo bazar até à hotelaria.

Fazem parte do Grupo Jorge Sá, a Tomacafé, o Hotel

Bahia Palace, a Albergaria Catedral e o Transitário

Flutuamar.

Mensagem de Optimismo

Quisemos saber de que forma as cheias, registadas

no passado mês de Fevereiro na Madeira, afectaram

os negócios do Grupo.

“Tivemos algumas lojas totalmente destruídas, nomeadamente

a do Marina Shopping e a Nova Lojinha

dos Cafés, permanecendo esta última ainda encerrada.”

– disse Cipriano Sá. “A ‘mítica’ Pretinha dos

Cafés, a loja da Rua da Praia, o Império das Louças,

o Bazar do Povo, o Hiper do Seminário foram outros

Jorge Cipriano Sá - Administrador do Grupo Sá

Sede e Armazém Central do Grupo Sá

espaços também parcialmente afectados. Os prejuízos

ainda não se encontram totalmente contabilizados,

mas o seu valor deverá ascender a cerca de um

milhão de euros.”

Face à actual conjuntura nacional e internacional,

perguntámos a Cipriano Sá quais os desafios que o

Grupo enfrenta.

“Os desafios com que o Grupo Sá se depara são

fruto do mercado global.” – respondeu. “Há uma crise

que abrange toda a actividade económica que tem

reflexo nas vendas e, assim sendo, repercussões nos

custos. O desafio está em conseguirmos adaptarmo-

-nos rapidamente a toda esta problemática, mantendo

a competitividade. No fundo, cada empresa tem

de ser repensada, ao nível das compras, das vendas

e de toda a sua envolvência. Esta problemática gera

um tipo de desafios diferente de todos os outros,

cuja resposta não vem nem nunca esteve nos livros.”

“Independentemente de toda a problemática actual,

o Grupo Sá não se pode amedrontar.” – acrescentou.

“O seu crescimento prossegue imparável, tanto assim

é que temos, neste momento, dois empreendimentos

em construção, com abertura prevista ainda

para este ano. É um esforço necessário do Grupo

Sentado: Comendador Jorge Sá e, da esquerda para

a direita Rui Sá, Jorge Cipriano Sá e Vitor Sá

que vem também ajudar a população da Madeira, na

medida em que é gerador de emprego e constitui

uma mensagem de optimismo, que é aquilo que as

pessoas precisam neste momento.”

Securitas Marca a Diferença

A Securitas presta serviços de Vigilância Especializada

ao Grupo Sá há 11 anos, em oito áreas comerciais,

incluindo o Hiper de São Martinho.

PORTUGAL 25


CLIENTES

26

De cima para baixo, Fachada do Camacha Shopping (Hiper Sá),

Chefe de Grupo Duarte Góis e Vigilante Ruben Paixão

“Tem sido uma boa parceria.” – declarou Cipriano

Sá. “A Securitas, nestes últimos anos, tem estado

mais presente nas nossas superfícies, fruto da

garantia da sua marca que marca a diferença, passe

a expressão, porque nos transmite realmente

segurança. A relação entre o Grupo Sá e a Securitas

assenta na confiança e vai muito para além do

simples fornecimento de serviços.”

Para o Grupo Sá os serviços de segurança

prestados pela Securitas são de enorme importância

para o tranquilo desenvolvimento das suas

actividades.

“É indiscutível a importância da segurança na

nossa Organização.” – concluiu. “Em anos de crise,

a insegurança é maior. Torna-se uma área onde,

também, o desafio é maior, pois é uma nova

situação, um outro nível de exigência que se

coloca, quer ao Grupo Sá, quer à Securitas, perante

os conflitos e problemas sociais presentes.”

SECURITAS PORTUGAL

Empresas e Marcas do Grupo Sá

Além do Hiper Sá e dos Supermercados Sá,

cuja primeira loja fora da Madeira foi inaugurada,

em 2006, no Centro Comercial Campo

Pequeno — com uma área de 1.400 m 2 e

uma nítida aposta na qualidade dos produtos,

entre eles madeirenses, o Grupo Sá possui as

seguintes empresas e marcas:

Bazar do Povo - Loja carismática, provavelmente

a mais antiga da Madeira, foi adquirida

pelo Grupo Sá, nos anos 90. Inspirada nos

“grands magasins” do século XIX, a estrutura

da vasta oferta de produtos faz-se por departamentos:

retrosaria, têxtil-lar, papelaria, livraria,

discoteca, perfumaria, brinquedos, artigos para

o lar.

Império das Louças – Loja especializada em

utilidades domésticas e decorativas.

Severa – Cadeia de pastelarias/cafetarias, com

13 lojas que oferecem diferentes tipos de serviços,

desde o Take Away, Pizzaria, Boutique

de Pão, Gelataria.

Camacha Shopping – Centro Comercial com

cerca de 16.000 m2 . A loja âncora é o Hiper Sá.

Cine Camacha – Duas salas de cinema, com

160 lugares cada, situadas no Camacha Shopping.

Bis-Bis – Parque destinado aos mais pequenos,

localizado no Camacha Shopping.

Domestik – Loja também situada no Camacha

Shopping, dedicada à venda de electrodomésticos,

brindes e artigos para o lar.

Planeta D’Ouro – Ourivesaria implantada no

Camacha Shopping.

Paraíso – Ourivesaria.

Camões – Ourivesaria.

Olho no Preço – Produtos a preços reduzidos.

Tomacafé – Entreposto de Frio, indústria de

Panificação e Pastelaria, bem como Torrefacção

de Café.

Bahia Palace – Hotel de quatro estrelas, com

100 suites, em S. Miguel, Açores.

Albergaria Catedral – Unidade hoteleira de

quatro estrelas, no centro do Funchal.

Flutuamar – Empresa de Transitários, com

sede em Lisboa.

Ramforma – Escola de Formação destinada

especialmente a valorizar os Recursos Humanos

do Grupo Sá.

Equipa Sá Competições - Imagem desportiva

do Grupo Sá, simbolizando a cultura da vitória,

ambição e espírito de conquista, é liderada por

Vítor Sá.

GRANDE EMPENHO DA EQUIPA DA SECURITAS

Aeroportos e Navegação Aérea

da Madeira Satisfeitos

A Securitas presta serviços de Vigilância Especializada

à ANAM – Aeroportos e Navegação Aérea

da Madeira, nos Aeroportos da Madeira e do Porto

Santo. O contrato, firmado há três anos, inclui

o rastreio de passageiros, da bagagem de mão e

de porão, bem como boarding pass e controlo de

acessos terra/ar.

Em conversa com o Eng.º Duarte Ferreira, Administrador

da ANAM, e com o Dr. Mário Fernandes, Gestor

Operacional do Aeroporto da Madeira, ficámos a

conhecer melhor a operação desta vital entidade da

Região Autónoma da Madeira (RAM), bem como a

sua opinião sobre a prestação dos nossos serviços.

A ANAM é concessionária dos dois aeroportos da

RAM, movimentando anualmente 2,5 milhões de

passageiros, dos quais 50 por cento são nacionais

e os outros 50 por cento internacionais. Destes, um

terço são provenientes do Reino Unido, 20 por cento

alemães e os restantes principalmente nórdicos,

franceses e espanhóis.

O aeroporto de Porto Santo tem sobretudo tráfego

nacional. O tráfego não nacional só tem expressão a

nível do Verão.

A ANAM, como concessionária das duas infra-

-estruturas aeroportuárias existentes na Região

Autónoma da Madeira, tem por objectivos construir,

gerir e explorar os dois aeroportos e, no âmbito da

sua actividade, promoveu a alteração profunda nas

características dos Aeroportos da Madeira e Porto

Santo, verificada nos últimos anos:

Eng.º Duarte Ferreira em primeiro plano, e Dr. Mário Fernandes à esquerda

SECURITAS PORTUGAL 27

SEGURANÇA AEROPORTUÁRIA


SEGURANÇA AEROPORTUÁRIA

28 SECURITAS

No Porto Santo - novos edifícios do Terminal de

Passageiros, Torre de Controlo e Apoio (SLCI,

Gasolineiras e handlers).

Na Madeira - construção de uma infra-estrutura

profundamente remodelada, num investimento

total de cerca de 550 milhões de euros:

- nova pista de aterragem com o comprimento

de 2.781metros;

- nova plataforma de estacionamento de

aeronaves;

- novos edifícios destinados a Terminal Passageiros,

handlers, Socorros, Terminal de Carga,

Manutenção, Central de Combustíveis, Forças

e Serviços de Segurança.

- novos acessos rodoviários e parques de

estacionamento, entre outros.

Este investimento contou com o apoio da União

Europeia, através do Feder e do Fundo de Coesão,

num apoio a fundo perdido de cerca de 220 milhões

de euros.

A ANAM é detida em 70% do seu capital pela

ANA – Aeroportos de Portugal SA, 20% pela Região

Autónoma e 10% pelo Estado.

Quisemos saber como a ANAM tem sido afectada

pela actual conjuntura nacional e internacional,

incluindo, além da situação económica, as cheias

registadas na Madeira no passado mês de Fevereiro

e ainda as cinzas do vulcão islandês.

“Relativamente à crise que se vive na Europa Ocidental,

o ano passado registámos menos quatro por

cento de tráfego, o que obviamente se traduziu em

menos receitas.” – referiu o Eng.º Duarte Ferreira.

“Além da crise, que afecta muito fortemente os

nossos proveitos, as cheias na Madeira, registadas

SECURITAS PORTUGAL

Vigilante João Rodrigues

no dia 20 de Fevereiro deste ano, reflectiram-se na

nossa actividade, traduzindo-se em apreensão e

instabilidade por parte dos nossos Clientes. Depois

vieram as cinzas vulcânicas provenientes da Islândia,

provocando dias praticamente sem operação.

Neste momento, pensamos que nada de pior poderá

acontecer, pelo que temos esperança numa retoma

do nosso tráfego, como resultado das campanhas de

divulgação e esclarecimento que têm sido desenvolvidas.”

Engenharia Portuguesa Premiada

“A Ilha do Porto Santo tem actualmente uma pista

fantástica com 3.000 metros.” – acrescentou o Eng.º

Duarte Ferreira. “Deve salientar-se que a primeira

infra-estrutura aeroportuária na Região foi no Porto

Santo. Inaugurada em 1960, a pista, então com

2.200 metros, permitiu as primeiras ligações com

carácter regular e permanente entre o Arquipélago

e Lisboa. Como se compreenderá, a parte final da

viagem entre o Porto Santo e a Madeira era feita

num antigo navio cacilheiro, sem grandes condições

de comodidade. A Madeira só teve a sua infra-estrutura

inaugurada e operacional em 1964, então com

1.600 metros de pista.”

Esta infra-estrutura foi sempre considerada como

uma das limitações ao desenvolvimento da principal

actividade económica regional – o Turismo, e é assim

que, no final dos anos 70, se iniciam estudos para

dotar a Madeira de uma infra-estrutura aeroportuária

que permitisse a utilização por aeronaves de maior

porte, permitindo operações directas de e para os

principais mercados turísticos.

Entretanto, um grave acidente ocorrido em 1977,

em que uma aeronave da TAP saiu da pista, fez

com que entre 1982 e 1986 a pista fosse ampliada

no seu comprimento em 200 metros (passou para

1.800 metros de comprimento), procurando-se,

assim, melhorar as condições operacionais da infraestrutura.

Da direita para a esquerda: Vigilantes Sandra Abreu,

Lisa Teixeira, Hugo Caetano e Nuno Gouveia

“De sublinhar que a infra-estrutura continuava a

constituir um grave obstáculo ao desenvolvimento

turístico regional.” – comentou o Eng.º Duarte Ferreira.

“Como exemplo, basta referir que uma aeronave

do tipo A320 não podia fazer um voo directo entre a

Madeira e o Reino Unido, porque a pista do Aeroporto

não tinha comprimento suficiente para a descolagem

com o combustível necessário à viagem. As

aeronaves eram obrigadas a fazer uma escala técnica

para reabastecimento no Porto Santo.”

A adesão de Portugal à União Europeia, permitiu que

fosse reconhecida a necessidade de dotar a Madeira

de uma infra-estrutura aeroportuária que eliminasse

as restrições operacionais da anterior infra-estrutura,

que se traduziam num grave entrave ao desenvolvimento

económico.

“É assim que, em 1995, se iniciam os trabalhos

de construção de uma nova infra-estrutura, que é

inaugurada em 15 de Setembro de 2000, por Sua

Excelência o Presidente da República, na presença

das principais autoridades europeias, nacionais e

regionais.” – afirmou o Dr. Mário Fernandes, Gestor

Operacional do Aeroporto da Madeira. “A pista passa

a ter 2.781 metros de comprimento, a plataforma de

estacionamento de Aeronaves passa para 15 posições.

Desta forma, passa a ser possível a operação

até ao Boeing 747-400.”

Esta é uma obra que se deve, sobretudo, à engenharia

portuguesa. O projecto base inicial foi da autoria

do Eng.º Edgar Cardoso, que faleceu alguns meses

antes da sua inauguração. O projecto final e implementação

foi da responsabilidade do Eng.º Segadães

Tavares. Foi premiada nacional e internacionalmente,

sendo assim reconhecida a capacidade aos seus

autores. Em 2001, com o Prémio Secil. E, em 2004,

com o prémio mundial de Engenharia de Estruturas –

IABSE (International Association for Bridge and Strctural

Engineering). Este galardão reveste-se da maior

importância, uma vez que foi atribuído pela primeira

vez a uma obra nacional, concebida e executada pela

engenharia portuguesa.

O Aeroporto da Madeira, desta forma, está dimensionado

para poder movimentar até 3,5 milhões de

passageiros, com capacidade máxima horária de 14

movimentos e 3.200 passageiros.

Novas Facilidades

Relativamente a novas facilidades proporcionadas

aos passageiros, a ANAM colocou à sua disposição,

desde o ano passado, os serviços Green Way e My

Way, que são comuns a todas as empresas do Grupo

ANA – Aeroportos de Portugal SA.

No âmbito do Green Way, as companhias podem

disponibilizar um tratamento especial a passageiros

em classe executiva e a portadores de cartões com

facilidades especiais, proporcionando o rastreio mais

rápido da bagagem de mão.

“Estes passageiros não têm privilégio no controlo,

apenas em rapidez na chegada a esse controlo.” – esclareceu

o Eng.º Duarte Ferreira. “Fruto da legislação

europeia, em Julho de 2009, passámos a ter o

serviço My Way. Até à data eram as companhias que

disponibilizavam esse serviço. O My Way é destina-

PORTUGAL 29

SEGURANÇA AEROPORTUÁRIA


SEGURANÇA AEROPORTUÁRIA

30 SECURITAS

Vigilante João Paulo Freitas

do a passageiros com mobilidade reduzida, comummente

designados por PMR, e tem por objectivo pôr

à sua disposição meios mecânicos facilitadores da

mobilidade, bem como profissionais capacitados que

asseguram total assistência.”

Inserida na União Europeia (UE), a ANAM tem de dar

cumprimento rigoroso à legislação em vigor, matéria

que está sempre em constante evolução. Neste

sentido, instalou o sistema de HBS (Hold Baggage

Screening), quer na Madeira, quer em Porto Santo,

sistema que garante o rastreio a 100 por cento da

bagagem de porão e é operado no âmbito do contrato

com a Securitas.

A contratação da Securitas foi firmada na sequência

de um concurso público de âmbito internacional, que

ganhou. Assim, desde Maio de 2007, a Securitas começou

a prestar serviço na área dos passageiros, do

staff, bagagens fora do formato, bagagens de porão,

acesso de viaturas, tripulações e terminal de carga.

“É uma grande tarefa.” – comentou o Administrador

da ANAM. “Até agora temos registado um grande

empenho da equipa da Securitas, quer por parte dos

Vigilantes que possuem formação especializada,

quer por parte dos responsáveis pela gestão deste

numeroso quadro de Colaboradores.”

Segurança é Fundamental

O Eng.º Duarte Ferreira considera que para que o negócio

seja proveitoso para ambas as partes, tem de

satisfazer a ambas. E constata que tem havido um

esforço mútuo, tanto da ANAM como da Securitas,

para que tudo corra bem em matéria de segurança.

“Pela ANAM, disponibilizando a informação necessária

e pagando atempadamente.” – referiu. “Por

parte da Securitas, há um sentimento de orgulho em

que o serviço corra da melhor forma. Sente-se que

SECURITAS PORTUGAL

os Colaboradores da Securitas gostam de trabalhar

aqui, sentem-se dignificados na sua profissão em

trabalhar connosco.”

“Em termos de qualidade de serviço, estamos

integrados na ACI - Airports Council International.” –

acrescentou o Eng.º Duarte Ferreira. “Esta entidade

audita a qualidade do serviço prestado aos passageiros,

nas mais variedades vertentes: acessibilidade

— autocarros, táxis, rodovias, parques de estacionamento;

qualidade e assistência no check—in; conforto

do terminal; sentimento de segurança; qualidade

no rastreio; e qualidade nas lojas e restaurantes.

Em termos de pontuação, com base na avaliação

dos passageiros, temos oscilado entre o segundo e

terceiro lugares dos aeroportos nacionais.”

“A segurança é para nós fundamental.” – declarou

ainda o Eng.º Duarte Ferreira. “Inseridos na UE,

temos de corresponder aos requisitos exigidos nesta

matéria. Somos auditados regularmente por entidades

externas e podemos inclusive ser auditados pela

própria UE, sem aviso prévio. Portanto, temos de

estar sempre preparados para dar resposta cabal aos

requisitos regulamentares.”

Em termos da evolução das exigências de segurança

nos últimos anos e no futuro, no que diz respeito

à regulamentação, a actividade aeroportuária está

sempre sujeita a grandes investimentos.

“Há dois anos foi o investimento no sistema de

processamento de bagagem HBS.” – comentou o

Administrador da ANAM. “Actualmente, surgiu nova

regulamentação que já exige novos investimentos.

Por exemplo, em relação ao transporte de líquidos,

estão em vias de implementação novas regras, que

implicam novos equipamentos, novos investimentos,

nova formação. É uma actividade que se pode

considerar, de capital intensivo.”

NOMEAÇÕES

Novos Cargos

Novos Desafios

Recentemente, foram nomeados para novos

cargos três chefias da Securitas. As suas actuais

funções acarretam-lhes novos desafios e responsabilidades

acrescidas, que todos encaram com

serenidade e motivação. Falámos com cada um

deles e deixamos aqui o seu testemunho.

ANTÓNIO FREITAS SAMPAIO

António Freitas Sampaio foi muito recentemente

nomeado Director Comercial dos Serviços de

Vigilância Especializada da Securitas. Anteriormente

desempenhou as funções de Gestor da

Filial de Setúbal, após um percurso na nossa

empresa, em funções idênticas, numa série de

Filiais, de Norte a Sul do país. Trocámos umas

breves impressões sobre a sua experiência na

Filial de Setúbal e sobre o novo cargo.

Securitas Portugal – Em que ano foi nomeado

Gestor da Filial de Setúbal?

António Freitas Sampaio – Em Dezembro de 2004

e assumi funções a 3 de Janeiro de 2005. Estes

cinco anos de Filial de Setúbal foram gratificantes,

conheci novos Clientes, novos Vigilantes, novas

gentes.

SP - Que desenvolvimentos notou durante

o período em que exerceu funções nesta Filial?

AFS - O mercado cresceu, a Filial quase duplicou

em termos de volume de negócios. Verificaram-se

alterações de atitude por parte dos Colaboradores,

através da formação. Houve Clientes novos e, essencialmente,

trabalhámos este mercado com criatividade,

inovação e adicionando valor à actividade dos

Clientes. Também agilizámos processos.

António Freitas Sampaio

SP - Quer referir algum episódio mais marcante

da sua passagem por esta Filial?

AFS - Tenho algumas centenas, mas ressalvo o

que vou recordar para todo o sempre — o ambiente

de parceria e elevada confiança com os Clientes

e Vigilantes. Atingimos um nível muito elevado

na prestação de serviços em alguns Clientes, que

PORTUGAL 31

NACIONAL


NACIONAL

32

mereceram comentários de enorme satisfação da

sua parte. Além disso, posso dizer que comemorei

sempre com a equipa a entrada de um novo Cliente,

cada uma delas foi devidamente assinalada.

SP – Passou, há pouco tempo, a desempenhar

as funções de Director Comercial dos Serviços

de Vigilância Especializada da Securitas. Como

encara o desafio que acarreta este novo cargo?

AFS - É mais um e novo desafio que foi lançado pelo

nosso Administrador-Delegado, que aceitei com

muito agrado, porque sinto-me com capacidade para

o desempenho desta função. Conto com a colaboração

directa de toda a Organização, nomeadamente

dos Directores de Área de Negócio e dos Gestores

de Filial.

Para alcançar os objectivos desta função, é preciso

determinação, dedicação, perseverança e, fundamentalmente,

aplicar todos os conhecimentos e

ferramentas disponíveis na Empresa, que são muitas

e boas. Temos de procurar ser diferenciadores,

oferecendo ao Cliente boas e globais soluções de

segurança, além de economicamente vantajosas.

O facto de ter desempenhado funções em todas as

Filiais do Continente, permite-me ter um conhecimento

aprofundado do mercado, nomeadamente

dos nossos Colaboradores e Clientes a nível local,

o que constitui uma vantagem significativa para as

funções que passei a desempenhar.

Conheço bem o país, as suas regiões. Tenho quase

30 anos de serviço na Segurança Privada, dos quais

25 na Securitas, o que me dá um conhecimento

abrangente da actividade.

JOSÉ GUIMARÃES

José Guimarães, que era Gestor do Segmento

da Administração Pública, passou a pasta a Ana

Calapez para ir ocupar o cargo antes exercido por

António Freitas Sampaio. Assim, assumiu agora

as funções de Gestor da Filial de Setúbal. Quisemos

saber qual a sua apreciação do anterior cargo

e como vê o novo desafio que tem pela frente.

Securitas Portugal – Começou a sua actividade

na Securitas em 2002, nas funções de Director

de uma das Áreas de Negócios da Filial de Lisboa.

SECURITAS PORTUGAL

Ingressou na Securitas, proveniente de uma

outra empresa de Segurança Privada. Quais as

principais diferenças, se as houve, que constatou

quando ingressou na nossa Empresa?

José Guimarães – Dimensão, organização, metodologia

e sistema de trabalho — uma diferença brutal.

Aqui temos uma Organização que tem todos os

cânones dos princípios da gestão. É uma empresa

estruturada, com as pessoas a desempenharem as

funções que lhes dizem respeito, enquanto que na

outra empresa tinha forçosamente de ser polivalente,

mas no mau sentido, porque tinha de estar envolvido

em todos os sectores, o que originava falta de

focalização nos assuntos e consequente demora e

qualidade de resposta.

SP – Como descreve a sua experiência como

Director de uma das Áreas de Negócio da Filial de

Lisboa?

JG – A nossa Organização está devidamente estruturada

e tem estatuídas as competências de cada

cargo existente no nosso organigrama.

A função desempenhada implicava a gestão de quatro

Filiais, devidamente segmentadas, o que possibilitou

uma maior conhecimento e especialização em

relação ao mercado.

José Guimarães

Foi extremamente enriquecedor, não só pelo conhecimento

adquirido no desenvolvimento e gestão do

negócio, bem como pela formação recebida ao longo

desse período.

SP – Mais recentemente, desempenhou também

funções na Área da Administração Pública. Quais

os principais desafios que enfrentou durante este

período?

JG – Fundamentalmente, as minhas funções estavam

ligadas ao processo comercial. Foi num período de

grandes transformações legislativas, com a entrada

em vigor do Novo Código dos Contratos Públicos

e o fim do decreto-lei que regia toda a contratação

pública. Foi um período extremamente envolvente

face à implementação das alterações resultantes da

mudança da legislação, obrigando adaptar a análise e

respostas aos concursos públicos.

Outra das obrigações, resultantes da alteração

legislativa, foi a obrigação da resposta aos concursos

públicos ter de ser obrigatoriamente efectuada

através de plataformas electrónicas.

Tudo isto foi implementado a nível nacional, o que

implicou alterações na organização de processos,

quer na nossa Sede, quer nas Filiais.

SP - Actualmente é o Gestor responsável pela

Filial de Setúbal. Como encara esta nova função?

JG - Encaro com a motivação e a entrega de sempre.

A disponibilidade profissional implica termos a

flexibilidade necessária para responder aos desafios

que nos são lançados, o que é algo intrinsecamente

ligado à cultura desta Organização.

O desempenho de funções dentro das Organizações

é cada vez mais exigente, o que nos obriga a estarmos,

dentro de certos parâmetros de conhecimento,

preparados para as mudanças tidas por necessárias.

SP – Em que sentido, quais os desafios que antevê

e como perspectiva o desenvolvimento da

actividade da Empresa, nesta importante Filial,

no futuro próximo?

JG – Em primeiro lugar, será conhecer bem a equipa

de trabalho que irei liderar. A Securitas tem uma

metodologia de trabalho, que é comum a todos, pelo

que deverá ser dada continuidade à sua aplicação,

colocando o meu cunho pessoal na liderança das

pessoas e dos processos.

Esta Filial abrange uma área que vai de Setúbal a

Elvas. Trata-se de uma zona ampla, com uma grande

dispersão geográfica de Clientes, essencialmente

composta pelo segmento indústria, transportes e

poder local, com especial incidência na indústria

automóvel, alimentar, metalúrgica e logística. Relativamente

aos tempos que correm, a crise actual

afectou muito esta região. Devemos assegurar que

o nosso trabalho constitua uma mais-valia para o

Cliente, criando uma correcta optimização dos serviços,

fornecendo soluções integradas de segurança

(factor humano associado a equipamento electrónico

- CCTV, Sistemas de Detecção de Incêndio,

de Detecção de Intrusão, e Controlo de Acessos),

possibilitando, desta forma, uma redução concreta

das verbas pagas pela prestação dos nossos serviços

que, por sua vez, resulta no incremento da segurança

nas instalações do Cliente.

Associando a este factor o constante enriquecimento

dos nossos meios humanos, através de acções de

formação concretas e direccionadas para as necessidades

dos nossos Clientes, melhoramos a qualidade

da nossa prestação, o que nos diferencia da maioria

das Empresas a operar no mercado.

A Securitas está, certamente, numa posição ímpar

para atingir estes objectivos. Dispomos das ferramentas

necessárias, de pessoas e do know-how para

o conseguir, o que nos permite antecipar a evolução

do mercado e ganhar vantagens competitivas.

ANA CALAPEZ

Ana Calapez foi nomeada Gestora do Segmento

da Administração Pública, no início deste ano.

Falámos com esta advogada, ao serviço da Securitas

há 11 anos, sobre o novo cargo e funções

que lhe foram atribuídas.

Securitas Portugal - Ingressou na Securitas no

ano de 1999, altura em que estava a iniciar o 2.º

ano no estágio de advocacia. Que tipo de empresa

veio encontrar?

Ana Calapez - Foi a primeira empresa em que trabalhei,

portanto, toda a minha formação profissional foi

adquirida na Securitas.

SECURITAS PORTUGAL 33

NACIONAL


NACIONAL

34

A Securitas é uma empresa dinâmica, acolhedora,

com um capital humano muito forte, que marca

a formação dos seus profissionais. A Securitas

destaca-se no mercado pela sua credibilidade,

seriedade e responsabilidade na prestação dos

serviços que oferece aos seus Clientes, bem como

pela experiência e conhecimento dos seus

profissionais, e pelo seu forte espírito de equipa.

SP - Como se tem desenvolvido a sua carreira

na Securitas, desde então?

AC - Exerci funções na área Jurídica até 2007, como

advogada. No final desse ano, ingressei nos quadros

da Securitas. Em Janeiro de 2010, fui nomeada Gestora

do Segmento da Administração Pública.

A Securitas tem feito uma aposta muito grande nos

profissionais da Empresa, na equipa de trabalho, o

que para mim teve consequências muito positivas

na minha progressão e especialização profissional.

É, sem dúvida, algo que me marca de forma

muito positiva nestes 11 anos de colaboração

com a Empresa.

SP - Como tem evoluído este mercado tão

específico?

AC - A contratação pública teve alterações profundas,

a partir de 2008, a nível de legislação. Foi aprovado

o primeiro Código dos Contratos Públicos que,

além de integrar a legislação dispersa, visou tornar

a contratação pública mais simples e transparente.

Este código estabeleceu igualmente a contratação

electrónica, na qual o Estado português foi pioneiro,

porque implementou, em todas as fases dos procedimentos

de aquisição de bens e serviços, a opção

pela desmaterialização dos concursos, banindo o

suporte em papel.

Para além disso, é importante a opção tomada pela

Administração Pública de centralizar a aquisição de

serviços de Segurança Privada na Agência Nacional

de Compras Públicas, no âmbito do Sistema Nacional

de Compras Públicas, através da pré-selecção de

fornecedores, que apresentaram a sua candidatura

em resposta aos critérios de selecção estabelecidos.

Como é evidente, no âmbito do Acordo-Quadro para

a actividade de Vigilância e Segurança, a Securitas é

uma das empresas seleccionadas.

SP - Quais os principais desafios com que se

depara no dia-a-dia?

SECURITAS PORTUGAL

Ana Calapez

AC - Encarar sucessivamente novas necessidades de

estratégia, dada a contínua actualização e inovação

da informação, o que implica uma aprendizagem

constante. Ainda, a adaptação dos conhecimentos

jurídicos a um mercado tão específico e exigente

como é o da Segurança Privada, o que apesar de ser

um desafio, faço de uma forma natural, porque a minha

formação profissional tem evoluído na Empresa.

Gostaria também de salientar que as minhas funções

permitem a riqueza de trabalhar com equipas multidisciplinares.

São estes desafios que tornam a minha

função muito aliciante e motivadora.

SP - Como antevê a evolução na área da Administração

Pública, nos próximos anos?

AC - Sendo a questão da segurança uma das principais

preocupações da Administração Pública, na

gestão das suas instalações, penso que é essencial

nos seus procedimentos aquisitivos a opção pela

selecção de fornecedores e a procura de propostas

economicamente mais vantajosas, para que exista

uma verdadeira aposta na qualidade dos serviços. A

prestação de serviços de segurança privada tem uma

componente humana muito significativa nos custos

e, por isso, no momento da contratualização, ao se

analisar a justificação do preço, é essencial a verificação

do cumprimento das obrigações dos custos da

actividade e das regras laborais, sendo esta a única

forma de assegurar o desenvolvimento da actividade.

Penso que nos próximos anos é imperativo a

opção pela qualidade dos serviços, que promova a

inovação e especialização das soluções de segurança

propostas e aplicadas a cada instalação.

LOUVORES DE CLIENTES

Quem Faz a Diferença

VIGILANTE EM ACÇÃO


VIGILANTE EM ACÇÃO

36

As cartas e e-mails de louvor à actuação dos nossos Vigilantes sucedem-se, o que é extremamente gratificante

para a Securitas por reflectirem, por um lado, a satisfação dos Clientes pelos serviços que lhes

prestamos e, por outro, a qualidade com que os nossos Colaboradores desempenham as suas funções.

Aos Vigilantes que mereceram essa distinção por parte dos nossos Clientes, a Securitas redobra o seu

elogio, agradecendo a estes nossos Colaboradores a sua postura, que dignifica a nossa Empresa e constitui

um estímulo e modelo a seguir pelos seus Colegas.

Damos especial destaque aos louvores que publicamos na sua totalidade.

A primeira carta que reproduzimos é da Loja do Cidadão da Madeira, localizada no Funchal. O seu Director

nela expressa a sua gratidão pelo facto do Vigilante Luís Silvestre Almeida Pereira, nas cheias que

afectaram recentemente a Região Autónoma da Madeira, ter tido a iniciativa e prontidão de resposta

que possibilitou que as instalações não ficassem completamente inundadas, minorando significativamente

os estragos. A sua intervenção foi de tal forma importante que passará a ser adoptado o uso de

uma barreira, baseada na que utilizou, em futuras situações deste tipo.

SECURITAS PORTUGAL

Da esquerda para a direita: Vigilante

Luis Pereira, Dr. João Lomelino Freitas e

Gestor de Filial Vigilância Especializada

Madeira - Rui Freitas

Seguidamente, publicamos carta da Empresa Balbino

& Faustino, agradecendo a pronta e corajosa intervenção

do Vigilante Mobile, João Paulo Henriques Costa,

que deteve a propagação de um incêndio ocorrido

nas suas instalações, conseguindo debelá-lo antes da

chegada dos Bombeiros.

Gestor de Filial Vigilância

Mobile Leiria - Miguel Tomé e

Vigilante João Costa

SECURITAS PORTUGAL 37

VIGILANTE NACIONAL EM ACÇÃO


VIGILANTE EM ACÇÃO

38 SECURITAS

Gestor de Segmento Retail, Maurílio Soares, Geraldo Ferreira (Auxiliar

Operações Rio Sul), Vigilante Luis Santos, Dr. Luis Teodoro (Dir. Geral)

e Dr.ª Ana Serra (Dir. Operações Rio Sul).

SECURITAS PORTUGAL

Especial referência merece também

a carta que o Director do Rio Sul

Shopping nos endereçou, louvando

os serviços prestados pelo Vigilante

Luís Santos, durante o ano de 2009,

que foram além das suas atribuições

e que contribuíram para a melhoria

do Ambiente.

Esquerda para a direira: Supervisor Carlos Freitas,

Vigilante Luis Santos e Gestor de Filial Vigilância

Mobile Algarve, Miguel Heliodoro

O Hotel Baía Grande expressou também o seu agradecimento,

por carta, pela decisiva intervenção do Vigilante Mobile, Luís

José Sequeira Santos, que impediu uma tentativa de furto e

agressão.

PORTUGAL 39

VIGILANTE EM ACÇÃO


VIGILANTE EM ACÇÃO

40 SECURITAS

Da parte da Directora de Recursos Humanos

do Grupo Savoy, sediado na Região Autónoma

da Madeira, recebemos igualmente uma carta

de agradecimento pela colaboração da equipa

da Securitas que, ao longo de 13 anos, prestou

serviços no Hotel Savoy Clássico, actualmente

encerrado e em fase de demolição.

SECURITAS PORTUGAL

Por parte da Directora dos Serviços Jurídicos e de Contencioso do

CHLO – Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, recebemos um e-mail

salientando o profissionalismo dos Vigilantes José Vieira e Ângelo

Ribeiro, cuja louvável atitude favorece a imagem do Hospital de São

Francisco Xavier, um dos três hospitais geridos pelo CHLO.

Esquerda para a direita: Chefe de Grupo Rui Gonçalves,

Vigilante José Vieira, Vigilante Ângelo Ribeiro e Gestor de

Filial Segmento Saúde - Lisboa, Luis Silva

PORTUGAL 41

VIGILANTE EM ACÇÃO


VIGILANTE EM ACÇÃO

42 SECURITAS

Esquerda para a direita: Sr. Paulo Baptista - Gestor de

Segurança (TAP), Vigilante Ricardo Coelho

e António Meireles, Responsável pelo Cliente UCS.

SECURITAS PORTUGAL

Especial relevo merece

igualmente o e-mail remetido

por ex-Colaborador

da Megasis, utente da UCS

(TAP) – Cuidados Integrados

de Saúde, que ali deixou

esquecida a sua carteira,

louvando a integridade do

Vigilante Ricardo Coelho

que lha devolveu, dias depois,

intacta.

Ainda merecendo especial relevo, reproduzimos na sua totalidade o e-mail

dirigido pela Tabacaria Madeira, integrada no Hiper Sá, localizado em São

Martinho, na Região Autónoma da Madeira, onde a equipa da Securitas

presta serviço. O Cliente destacou a importante intervenção dos Vigilantes

Almerindo Sousa, Duarte Góis, Geraldo Fernandes e Nuno Pimenta, que pôs

cobro a uma situação continuada de furto.

Resumimos os restantes louvores recebidos,

pelo facto de, por uma questão de espaço, não

nos ser possível publicá-los na íntegra.

Equipa da Securitas – Cliente: Câmara Municipal

do Porto

O responsável da Divisão Municipal de Protocolo e

Relações Públicas, pertencente à Direcção Municipal

dos Serviços da Presidência, através de e-mail,

enalteceu o desempenho da Equipa da Securitas

durante o ano transacto, destacando o desempenho

da Vigilante Ana Moura e do seu Coordenador Jorge

Cunha, bem como dos Vigilantes Ernesto Pereira,

Paulo Maia e Miguel Martins. Este elogio tem como

base o facto da equipa da Securitas demonstrar

permanente melhoria e apoio, de forma muito activa

e positiva. Foram também enaltecidas a motivação e

o empenho destes Colaboradores, ao apresentarem

propostas e ao recomendarem procedimentos.

Vigilante Abílio Gomes Moreira – Cliente: Vishay

Electrónica Portugal

A Gestora de Recursos Humanos desta Empresa

Cliente elogiou a “postura de extrema dedicação,

empenhamento, zelo, motivação e competência”

deste profissional, que ali prestou serviços durante

mais de 17 anos.

Equipa Securitas – Cliente: Banco Popular

E-mail de agradecimento, enviado pelo Coordenador

de Unidade da Área de Património – Obras, Manutenção

e Segurança, pelo importante contributo da

Equipa da Securitas na situação de risco de cheia,

verificada no final de Fevereiro e início de Março, que

ameaçou a Agência de Vila Nova de Gaia – Cais e que

obrigou à desmontagem e montagem dos equipamentos

das respectivas instalações.

Equipa Securitas – Cliente: Câmara Municipal de

Sintra

Através de e-mail, a Responsável pelas instalações

de Vila Verde deste Município, elogiou a “responsabilidade

e fiabilidade” da Equipa da Securitas, nos

registos de entradas e saídas de viaturas, bem como

dos materiais transportados.

Vigilante Rosa Celeste Soares de Sousa – Cliente:

Instituto Nacional de Medicina Legal

O Chefe de Gabinete da Administração deste Instituto,

em carta que nos endereçou, elogiou a actuação

da nossa Vigilante, pelo seu empenho e dedicação,

elevado profissionalismo e bom relacionamento

interpessoal, manifestando igualmente a sua satisfação

pelo atendimento prestado, “de forma afável,

disponível e responsável”, segundo declarou.

Sede da Securitas, em Linda-a-Velha

Vigilante Vítor Salazar – Cliente: Câmara

Municipal do Entroncamento

Via e-mail, esta Autarquia manifestou o seu agrado

pelo facto do nosso Vigilante ter encontrado uma

carteira com 170 euros em dinheiro e sem quaisquer

documentos, no Parque de Estacionamento Subterrâneo

do Entroncamento, e tê-la devolvido à utente

que a perdera, mediante a descrição do seu formato

e cor, bem como da quantia nela inclusa.

Vigilante Rui Pires – Cliente: Museu de Portimão

Um visitante deste Museu enviou e-mail à Securitas,

agradecendo a “actuação nobre e de uma sensibilidade

fora do comum” do nosso Vigilante Rui Pires,

salientando igualmente a sua amabilidade e correcção

extrema.

Vigilante-Chefe Carlos Alves e Equipa

Securitas – Cliente: Escola Superior de Tecnologia

do Barreiro/Instituto Politécnico de Setúbal

O Director deste Estabelecimento de Ensino

Superior, por e-mail, louvou “a forma profissional e

dedicada” que a Equipa da Securitas tem sempre

demonstrado, destacando a especial colaboração

prestada numa cerimónia de grande importância,

que ali decorreu. Expressou o seu reconhecimento,

pedindo que o mesmo fosse transmitido ao Vigilante-Chefe

Carlos Alves.

Vigilante Eduardo Gaspar – Cliente:

Teleperformance

Administrador de Prédio em Setúbal, em seu nome

e de todos os Condóminos, enviou-nos um e-mail,

agradecendo a intervenção do referido Vigilante, ao

serviço da Teleperformance, “pelo civismo e profissionalismo

demonstrado”, segundo afirmou, pois,

devido à sua rápida intervenção, evitou a queda da

antena parabólica do edifício, em risco de cair devido

aos fortes ventos que, na altura, se faziam sentir na

zona.

PORTUGAL 43

VIGILANTE EM ACÇÃO


EVENTO

44 SECURITAS

HOMENAGEM A COLABORADORES

Cerimónia Anual de

Reconhecimento da Securitas

A Securitas prestou homenagem aos seus Colaboradores

que atingiram 25, 30, 35 e 40 anos de

serviço em 2009.

O evento decorreu no Casino da Figueira da Foz,

no dia 27 de Janeiro de 2010, tendo início com a

Cerimónia de Reconhecimento aos Colaboradores

que cumpriram o ano passado, 25, 30, 35 e 40 anos

de casa.

Os homenageados receberam o tradicional pin/charme,

comemorativo dos anos ao serviço da Securitas,

e algumas lembranças.

Após o reconhecimento, realizou-se a entrega dos

prémios e a apresentação dos trabalhos vencedores

do Concurso Novos Talentos, bem como aqueles

que foram distinguidos com menções honrosas.

SECURITAS PORTUGAL

Os Colaboradores homenageados na Figueira da Foz

Após a Cerimónia de Reconhecimento, e também

no Casino, teve lugar o jantar oferecido a todos os

convidados, seguido de espectáculo.

DINAMISMO COMERCIAL PROSSEGUE

Novos Contratos

A Securitas celebrou recentemente vários contratos comerciais, que demonstram a

confiança que os Clientes têm nas nossas soluções de segurança e que estão cientes

da mais-valia que estas constituem para a sua actividade. Revelam também que, com

determinação, conseguimos alcançar os objectivos que traçámos, o principal dos quais

é satisfazer as necessidades específicas de cada um dos nossos Clientes, de cada

segmento de mercado.

Fazemos aqui referência a alguns dos novos contratos, ganhos nos últimos meses:

Aeroporto Francisco Sá Carneiro – Segurança Aeroportuária

A Securitas iniciou recentemente a prestação de Serviços de

Segurança da Aviação Civil, no Aeroporto Francisco Sá Carneiro,

Porto. O contrato celebrado inclui Rastreio de Passageiros e Bagagem

de Mão, Rastreio de Bagagem de Porão, Rastreio a Viaturas e

Controlo de Acessos Terra/Ar.

Quinta da Aveleda – Contrato de Segurança Integrada

Contrato de Segurança Integrada composto por Serviços

de Vigilância Humana Especializada e Vigilância Electrónica,

que inclui Sistemas de Detecção de Intrusão e

Sistemas de Detecção de Incêncio, com ligação à Central

de Monitorização da Securitas.

PORTUGAL 45

NACIONAL


NACIONAL

46 SECURITAS

SECURITAS PORTUGAL

Secretaria Geral do Ministério da

Justiça – Vigilância Especializada

Contrato de Prestação de Serviços

de Vigilância Humana Especializada.

Grupo Hipogest – Contrato de Segurança Integrada

Contrato de Segurança Integrada composto por Serviços

de Vigilância Humana Especializada e Vigilância Electrónica,

que inclui Sistemas de Vídeo Vigilância (CCTV), Sistemas

de Detecção de Intrusão e Sistemas de Controlo de Acessos.

Centro Cultural Olga Cadaval e Museu Arqueológico de

São Miguel de Odrinhas – Vigilância Especializada

Contrato de Prestação de Serviços de Vigilância Humana

Especializada.

Park & Zoo S. Inácio – Vila Nova de Gaia

– Contrato de Segurança Integrada

Contrato de Segurança Integrada composto

por Serviços de Vigilância Humana Especializada

e Electrónica, que inclui Sistemas de

Detecção de Intrusão.

SECURITAS NOS GRANDES EVENTOS INTERNACIONAIS

Grande Prémio de Portugal/Algarve

F1 Motonáutica

Pelo décimo segundo ano consecutivo, a Securitas

garantiu a segurança do Grande Prémio de

Portugal/Algarve Fórmula 1 em Motonáutica,

que se realizou nos dias 8 e 9 do passado mês de

Maio, em Portimão.

O estuário do rio Arade recebeu, mais uma vez, a

prestigiada competição mundial do calendário da

União Internacional de Motonáutica (UIM) — a 12.ª

edição do Grande Prémio de Portugal/Algarve F1,

espectáculo de alta velocidade que agitou as águas

algarvias e também a cidade de Portimão, pelos

muitos visitantes que a prova sempre atrai.

Esta edição do Grande Prémio de Motonáutica

contou com 19 pilotos de 10 equipas, entre os quais

Duarte Benavente, da F1 Atlantic Team, o único

piloto português em prova.

O piloto dos Emirados Árabes Unidos, Ahmad Al

Hameli (Abu Dhabi) venceu esta prova de abertura

do Mundial de Fórmula 1 em motonáutica, tendo o

português Duarte Benavente (F1 Atlantic) abandonado

a competição com problemas mecânicos.

Em cima da esquerda para a direita, Vigilantes João Cabrita e

Francisco Silva, em baixo Vigilante Pedro Ferreira

Classificação (42 voltas)

1. Ahmad Al Hameli (EAU/Abu Dhabi), 45 minutos

2. Francesco Cantando (Itália/Singha F1), a 18,78 segundos

3. Thani Al Qamzi (EAU/Abu Dhabi), a 21,97

4. Jay Price (EUA/Qatar), a 24,73

5. Pierre Lundi (Suécia/CTIC China), a 41,86

6. Andy Elliot (Grã-Bretanha/Qatar), a 2 voltas

7. Fabian Kalsow (Alemanha/F1 Atlantic), a 2 voltas

8. Davide Padovan (Itália/Rainbow), a 2 voltas

Benavente cumpriu apenas sete das 42 voltas do

circuito algarvio, tendo abandonado quando seguia

na terceira posição, atrás do vencedor da corrida,

na altura liderada pelo italiano Francesco Cantando

(Singha F1).

Ahmad Al Hameli (Abu Dhabi) dominou a corrida

depois de destronar do comando, à sétima volta, o

italiano Francesco Cantando (Singha F1). A vitória

em Portimão é a segunda consecutiva do piloto dos

Emirados Árabes Unidos em Portugal, onde venceu

em 2009.

A temporada de 2010 ficou marcada pela ausência

de Guido Capellini, que se retirou da competição

no final da última época. Ninguém venceu mais em

Portimão do que este italiano, 10 vezes campeão

mundial e vencedor de sete das 13 provas realizadas

em Portugal.

O 12.º Grande Prémio Portugal/Algarve F1 em Motonáutica

teve como patrocinador oficial o Município

de Portimão que, com a Urbis SGRU EM assegurou

a coordenação geral da prova, tendo a Federação

Portuguesa de Motonáutica prestado o apoio técnico

oficial.

PORTUGAL 47

EVENTO


EVENTO

48

SECURITAS APOIA PROVA HÍPICA

Campeonato Nacional

de Endurance 2010

A Securitas apoiou a edição deste ano do Campeonato

Nacional de Endurance, prova hípica

organizada pela Sociedade Agrícola D. Dinis, SA,

que decorreu nos dias 16 a 18 do passado mês de

Abril, no Monte da Ravasqueira, em Arraiolos, e

que teve como vencedor João Raposo.

O Monte da Ravasqueira acolheu, na zona da Herdade

da Mata, este Concurso de Endurance Internacional

(CEI), integrado no calendário de provas da

Federação Equestre Internacional (FEI), com a classificação

“Três Estrelas”, o nível mais elevado e apenas

abaixo dos Campeonatos da Europa e do Mundo.

Para além deste CEI, com uma extensão de 160

quilómetros, no qual participaram cavaleiros de

Portugal, Espanha, Alemanha, Bélgica, França, Suíça,

Reino Unido, Dinamarca, Itália, EUA, Qatar, Barainh,

entre outros, decorreram, paralelamente, mais quatro

concursos equestres de endurance: um CEI “Duas

Estrelas” de 120 quilómetros, um CEI “Uma Estrela”

de 80 quilómetros, um CEQ de 80 quilómetros e um

CEP de 40 quilómetros.

SECURITAS PORTUGAL

A realização destas provas no Monte da Ravasqueira

esteve aberta ao público em geral e contribuiu para

a promoção do turismo regional e dos produtos

regionais, sendo também uma forma de promover

o desporto equestre e o cavalo árabe e anglo-árabe

nacional, bem como o cavalo lusitano.

A Endurance é uma das modalidades equestres

que mais tem crescido nos últimos anos e que mais

medalhas tem trazido para Portugal em disciplinas

equestres. A Equipa Portuguesa tem um vasto

palmarés de resultados internacionais, de onde se

destaca a Medalha de Prata conquistada no Campeonato

da Europa 2009, em Itália.

SECURITAS NO

Rugby Veterans

Festival

A Securitas associou-se ao Rugby Veterans Festival,

através do Rugby Clube de Santarém, uma

das equipas que participou neste torneio e à qual

pertencem dois Colaboradores nossos.

No passado dia 15 de Maio, organizado pelo Rugby

Clube de São Miguel, de Lisboa, realizou-se um Torneio

Quadrangular de Veteranos — Veterans Festival

in Lisbon, num campo sintético do Estádio Nacional.

Este torneio esteve aberto a jogadores com mais

de 35 anos e que tenham já deixado de jogar no

campeonato nacional.

A Securitas associou-se a este evento, através do

Rugby Clube de Santarém, do qual fazem parte o

Vigilante Hélder Vieira, da Filial Retail, e Luís Freire,

Gestor da Filial Retail Lisboa.

As equipas convidadas a participar neste torneio,

para além da equipa do Rugby Clube São Miguel,

foram a do Clube Desportivo de Direito (Lisboa), a

Hamburger Rugby Team — equipa de Hamburgo,

Alemanha, e a do Rugby Clube de Santarém.

Foram disputados 12 jogos, de 24 minutos cada.

O vencedor do torneio foi o Grupo Desportivo de

Direito que alcançou três vitórias, mas, mais importante

que apurar um vencedor, foi o convívio entre as

equipas que se viveu ao longo do dia.

Após os jogos, o São Miguel convidou todos os participantes

e amigos para um lanche ajantarado, com

sardinhas assadas e febras, juntamente com muita

conversa, música e boa disposição.

Todos os participantes ficaram satisfeitos e prometeram

voltar a jogar em torneios similares.

49

EVENTO


NACIONAL

50 SECURITAS

Da esquerda para a direita : Alexandre Filipe, Pedro Magalhães, Rui Araújo, José

Ferreira, Administrator-Delegado Jorge Couto, Ana Rodrigues e Maria Bichinho

INESPERADAS REVELAÇÕES GRANDE ADESÃO

Concurso

Novos Talentos

A Direcção de Recursos Humanos da Securitas

lançou o concurso “Novos Talentos”, que teve

como objectivo estimular o trabalho criativo dos

seus Colaboradores, nas categorias de Literatura,

Pintura, Música e Fotografia.

A iniciativa suscitou bastante interesse e tem merecido

muitos elogios por parte dos Colaboradores da

Securitas, visto a Empresa premiar a sua criatividade

e preocupar-se com os seus talentos e actividades

extra-laborais de eleição.

Dirigido a todos os Colaboradores, de todas as

idades e de todo o país, o concurso “Novos Talentos”

abarcou quatro grandes áreas: Literatura, Pintura,

Música e Fotografia. Segundo o regulamento, só foi

possível a cada candidato apresentar um trabalho,

individual ou em grupo e apenas para uma das

categorias mencionadas.

SECURITAS PORTUGAL


Ana Zélia Rodrigues

A forma de apresentação de cada obra presente a

concurso foi deixada ao critério criativo do respectivo

candidato, sendo, no entanto, obrigatório que fosse

acompanhada de uma breve e clara exposição.

Aos vencedores de cada categoria foi entregue um

prémio monetário.

O concurso “Novos Talentos” terá continuidade no

corrente ano, pelo que a sua segunda edição será

anunciada proximamente.

Lista de Premiados

Literatura (Vencedor)

Pedro Magalhães

“Em Nome da Fé”

Literatura (Menção Honrosa)

Ana Zélia Rodrigues

“Instantes”

Música (Vencedor)

Alexandre Filipe

“Ebnoy – Securitas

Pintura (Vencedor)

José Ferreira

“Alfama”

Pintura (Menção Honrosa)

Maria Bichinho

“Encontro Especial de Infinito”

Fotografia (Vencedor)

Rui Araújo

“Perspectiva”

Concurso Conhecimento

da Securitas

Vigilante Fernando Pinto Sá

Vigilante Vitor Manuel Alves Borges

Vigilante Igor Machado

Na primeira edição do “Concurso Conhecimento

da Securitas”, lançado pela Direcção Serv.

Marketing, participaram 815 Colaboradores da

Empresa.

Os vencedores da primeira edição deste Concurso,

foram apurados, de entre todos os participantes

que tinham respondido correctamente a todas as

questões.

Os vencedores foram os Vigilantes Fernando Pinto

Sá e Vítor Manuel Alves Borges, ambos da Filial do

Porto, e o Vigilante Igor Machado, da Filial de Braga.

Estes colegas, que felicitamos pelo seu conhecimento

da Securitas, a nível nacional e internacional,

ganharam fins de semana para duas pessoas, na Ilha

da Madeira, numa Pousada de Portugal e no Algarve,

prémios atribuídos respectivamente ao primeiro,

segundo e terceiro lugares, conforme o regulamento

deste concurso.

O sorteio teve a presença do nosso Administrador-

-Delegado Jorge Couto, de Abel de Sousa, Director

Nacional da Vigilância Mobile, e do Eng.º Ricardo Sá,

Director-Geral da Divisão Aviation, que retiraram de

uma tômbola, os três formulários premiados.

De acordo também com o regulamento, o concurso

foi dirigido a todos os Colaboradores afectos directamente

à actividade operacional nas instalações dos

Clientes, exceptuando-se os Colaboradores ligados

às estruturas operacionais e administrativas das

nossas Filiais.

A segunda edição deste concurso irá realizar-se

ainda este ano, prevendo-se que seja lançada após o

período de férias de Verão.

PORTUGAL 51

NACIONAL


INTERNACIONAL

52 SECURITAS

NO CENTRO DE CONGRESSOS DE LISBOA

Securitas Participou na

9.ª Conferência Europeia da ASIS

A Securitas esteve presente na 9.ª Conferência

Anual Europeia de Segurança da ASIS International,

que este ano se realizou em Portugal, no

Centro de Congressos de Lisboa, de 18 a 21 de

Abril.

Infelizmente, esta importante conferência viu afectado

o número de participantes que, em alguns casos,

não conseguiram chegar atempadamente a Lisboa,

devido ao encerramento, sem precedentes, do espaço

aéreo europeu, provocado pelas cinzas vulcânicas

provenientes da Islândia.

SECURITAS PORTUGAL

Apesar deste inconveniente, a 9.ª Conferência

Anual Europeia de Segurança da ASIS International

manteve os seus trabalhos, contando com oradores

de excelência, que contribuíram com importantes

intervenções sobre a indústria da Segurança.

Fundada em 1955, sob a designação “American

Society for Industrial Security” (ASIS), esta destacada

Organização norte-americana de profissionais de Segurança,

alterou, em 2002, a sua denominação para

ASIS International que, além de preservar a sua história,

reflecte melhor o seu crescimento e expansão,

já que conta com mais de 35.000 membros em todo

o mundo, abarcando uma ampla gama de serviços e

especialidades da indústria da Segurança.

A ASIS International tem por objectivo aumentar a

eficácia e produtividade dos profissionais de Segurança,

através do desenvolvimento de programas e

materiais educativos de interesse geral para esta indústria,

como é o caso do Seminário Anual da ASIS,

bem como sobre temas específicos de Segurança.

REALIZADA EM PORTUGAL

Securitas Patrocina e Participa

na Conferência “Maritime Domain

Awareness”

A Securitas patrocinou e participou nesta

importante Conferência de âmbito internacional,

realizada a 14 e 15 de Junho, no Lisboa Marriott

Hotel, que teve como tema a Segurança

Marítima, Naval e Portuária.

A conferência “Maritime Domain Awareness” focou

os desafios que se colocam no domínio marítimo,

nomeadamente à Guarda Costeira e à indústria naval.

Desafios que têm mudado drasticamente na última

década, tornando pouco previsíveis as questões de

segurança nesta particular área.

Esta conferência proporcionou a oportunidade

de conhecer e discutir abertamente as ameaças à

segurança neste domínio, através de “case studies”

apresentados por conceituados oradores internacionais:

da Marinha, da Guarda Costeira, do Socorrismo

e dos sectores Marítimo Comercial e Portuário.

O seu programa incluiu, entre outras, intervenções

do International Maritime Bureau e da Marinha Por-

tuguesa, da responsabilidade do Contra-Almirante

António Silva Ribeiro, Vice-Chefe Adjunto do Estado-

-Maior da Armada.

A conferência defendeu que o primeiro passo para

aumentar a segurança marítima passa por uma maior

sensibilização, pois elevará igualmente o nível de

consciência no domínio marítimo, contribuindo para a

decisiva segurança dos oceanos.

Segundo as conclusões desta Conferência, a partir

do 11 de Setembro, a preocupação prioritária em

termos de segurança concentrou-se de forma

extremamente acentuada nos Transportes Aéreos.

Esta situação pode levar a que o tipo de Organização

que esteve por trás do 11 de Setembro transfira a

sua atenção para a área dos Transportes Marítimos,

a qual, até agora, não tem beneficiado de atenção

idêntica em termos de segurança, pelas Autoridades

competentes. Assim, para combater esta eventual

ameaça, convém estarmos cientes desta possível

evolução.

PORTUGAL 53

INTERNACIONAL


GRUPO DESPORTIVO

54 SECURITAS

APRESENTAÇÃO DA EQUIPA DE FUTSAL E…

1.ª Caminhada “Não Corra...

Caminhe Connosco!...”

O Grupo Desportivo Securitas prossegue as suas

actividades, dando continuidade àquelas que

têm maior adesão e apresentando também novos

desafios, sempre com o objectivo de proporcionar

um saudável convívio entre todos os que nelas

participam.

Assim, no passado dia 1 de Maio, no pavilhão

da Escola Secundária Mães D’Água, na Brandoa,

realizou-se a apresentação da equipa de Futsal do

Grupo Desportivo da Securitas, que defrontou a sua

congénere da Vigilância Mobile, tendo como resultado

final 9-3, a favor da equipa da primeira (Vigilância

Especializada).

Antes deste jogo, decorreu um outro entre Directores

e Gestores de Filial, que amavelmente acederam ao

SECURITAS PORTUGAL

convite do Grupo Desportivo. O resultado, não sendo

o mais importante, ficou no empate a uma bola — o

melhor para um encontro amigável.

Neste evento contámos com a participação da empresa

Oriflame, que efectuou um workshop destinado

às senhoras (colegas, mulheres/namoradas de

Colaboradores), distribuindo amostras de produtos

cosméticos comercializados por esta empresa.

Contámos também com a participação “ruidosa” do

grupo musical “Barafuzada”, pertencente à Filarmónica

de Alverca, que animou a plateia no decorrer de

ambos os encontros. No final destes, realizou-se um

almoço/convívio no Restaurante Mineirão, situado

também na Brandoa, que superou as expectativas.

Da esquerda para a direita, Vigilância Mobile Nacional, Vigilância Especializada de Lisboa

e Directores, Gestores de Filial e Supervisores da Empresa

Caminhada em Sintra

No passado dia 22 de Maio de 2010, o Grupo Desportivo

da Securitas inovou com a realização da sua

1.ª Caminhada, sob o lema “Não Corra… Caminhe

Connosco!...”, ao longo do Percurso de Seteais, em

Sintra.

Esta actividade foi aberta a todos os Colaboradores —

— entre os quais se contaram Gestores de Filial, Escaladores,

Supervisores, Vigilantes, Administrativos,

bem como seus familiares e amigos, contando com a

participação de um total de 34 pessoas.

Entre estes últimos, estiveram pessoas ligadas a

vários ramos de actividade, nomeadamente, Gestores

Bancários, Consultores de Marca, Estudantes Universitários

e Militares.

À hora marcada e com indicações bem explícitas relativamente

ao ponto de encontro, no parque do Museu

Anjos Teixeira, a iniciativa começou com a entrega de

brindes a todos os participantes, seguida da caminhada

pelo percurso proposto, onde todos se deliciaram

com a bela paisagem da Serra de Sintra.

No final, os caminhantes foram agraciados com uma

medalha de participação à chegada ao Parque das

Merendas da Mata Municipal de Sintra, local onde se

realizou um almoço que foi um sucesso devido às

iguarias trazidas pelos participantes.

Futuramente, o Grupo Desportivo da Securitas tenciona

organizar mais caminhadas sob o mesmo lema,

contando inclusive com mais participantes, em virtude

da opinião unânime desta 1.ª Caminhada ter sido

muito salutar e agradável. Por esta razão, o nosso

Grupo Desportivo considera ser actividade a repetir.

PORTUGAL 55

GRUPO DESPORTIVO


NACIONAL

56 SECURITAS

SEMPRE A CORRER SECURITAS APOIA CAUSAS SOCIAIS

Securitas na Meia e Mini

Maratonas de Lisboa

Os vários Colaboradores da Securitas participantes no Evento.

No passado dia 21 de Março, a Securitas reuniu

cerca de 70 Colaboradores e participou na 20.ª

Meia e Mini Maratonas de Lisboa.

De forma a criar um verdadeiro espírito de equipa

entre os Participantes da Prova, a Securitas ofereceu

a todos os Colaboradores a participação e uma t-shirt

com o seu logótipo.

O ponto de encontro para o local da partida foi na

nossa Sede, em Linda-a-Velha. Chegados ao ponto

de partida, foi o momento da foto de grupo. Até ao

início da prova houve confraternização entre Colegas

e depois foi correr, para ver quem chegava primeiro à

meta. Na verdade, só alguns correram, porque outros

optaram por um belo passeio, repleto de amigável

cavaqueira.

SECURITAS PORTUGAL

A Meia Maratona, este ano denominada “EDP - 20.ª

Meia Maratona Internacional de Lisboa”, foi uma

organização do Maratona Clube de Portugal, e o seu

percurso teve uma extensão de cerca de 21 quilómetros

Integrada no programa da “EDP 20.ª Meia Maratona

Internacional de Lisboa”, disputou-se em simultâneo

uma competição-convívio de 7.200 metros. O seu

percurso teve início junto às portagens da Ponte 25

de Abril, seguindo por Alcântara e terminando no

Mosteiro dos Jerónimos, onde se encontrava instalada

a meta.

Marcha Contra a Fome

e Corrida Sempre Mulher









































































No âmbito da sua Política de Responsabilidade

Social, a Securitas foi um dos patrocinadores da

Marcha Contra a Fome e vai igualmente contribuir

com o seu patrocínio para apoiar a Corrida

Sempre Mulher.

Atenta às importantes causas sociais, sempre que

possível, a Securitas presta-lhes o seu apoio. Foi o

que aconteceu em relação à Marcha Contra a Fome,

realizada em Portugal, simultaneamente, em Lisboa

e no Porto, no passado dia 6 de Junho.

A Marcha Contra a Fome inseriu-se na iniciativa

“Walk the World 2010”, sendo que no mesmo dia e

à mesma hora, em mais de 65 países, milhares de

pessoas participaram nesta causa.

As verbas angariadas foram entregues, na sua totalidade,

ao WFP – Programa Alimentar Contra a Fome

das Nações Unidas.





































PORTUGAL 57

RESPONSABILIDADE SOCIAL


RESPONSABILIDADE SOCIAL

58

Corrida Sempre Mulher

SECURITAS PORTUGAL

Inscrições e Informações: www.corridasempremulher.com

telf.: 918 234 803 e 263 508 301

Venha Correr ou Andar por uma boa Causa

Presença especial de Tony Carreira

Embaixador da Luta contra o Cancro da Mama

Patrocinadores Oficiais

Parceiros

Comunicação e Design

Parceiros Media

Organização

Transportes

Receita a favor da Associação Portuguesa

de Apoio à Mulher com Cancro da Mama

Parque das Nações

07 de Novembro 2010

Entretanto, a Securitas já decidiu ser um dos patrocinadores oficiais da Corrida Sempre Mulher, que se vai realizar

no dia 7 de Novembro próximo, dando o seu contributo para esta acção de Solidariedade Social, cuja receita

se destina à Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama.

A Corrida Sempre Mulher estará de volta ao Parque das Nações, em Lisboa, contando com a presença de Tony

Carreira, Embaixador da Luta Contra o Cancro da Mama 2010.

O percurso de quatro quilómetros da Corrida Sempre Mulher em 2010 tem como objectivo a angariação de

fundos para a aquisição da nova Sede da Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama, no

Campo Santa Clara, em Lisboa, e para a obra de construção do respectivo Auditório.

Porque o Cancro da Mama não é exclusivo das mulheres, os homens também podem participar, desde que se

inscrevam em conjunto com um elemento feminino, adulto ou criança.

Os participantes, no dia da corrida, poderão viajar gratuitamente na CP, Fertagus, Metro Lisboa e Carris, transportes

oficiais desta iniciativa.

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