Revista Live Marketing Edição 36 - 2020

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Caro leitor, é sempre bom poder compartilhar com vocês as informações do mundo do Live Marketing. Nessa edição estamos trazendo um furo de reportagem, que é a compra da Flex pela Apple Produções. Estamos honrados em ter sido escolhido para poder mostrar em primeira mão essa grande novidade que fez surgir a maior empresa de técnica full service da América do Sul, em um projeto que envolve um investimento de R$ 25 milhões e a perspectiva de um faturamento de R$ 100 milhões.

Além disso, estamos comemorando dois momentos importantes para a Revista Live Marketing. Os nossos 8 anos de vida e o nosso acordo com o portal de notícias ADNEWS. Isso faz com que possamos pensar em um processo de expansão amplo e coberto de informações de credibilidade.
Como complemento, estamos com uma edição plural, pois ainda completa nossas páginas uma matéria sobre transformação digital, que tanto tem chamado a atenção do mercado no momento; uma sobre incentivo, outra sobre o mercado MICE e uma mostrando a expectativa do setor de eventos para 2021.

Assim, nesse momento em que comemoramos os nossos 8 anos de vida, estamos lançando um selo comemorativo e estamos dando um passo importante dentro do nosso processo de digitalização da Revista Live Marketing que teve seu ponto de partida no início de 2020. Dessa forma, passamos a adotar o slogan “cada vez mais conectada”, porque entendemos que a conexão é fundamental para o nosso presente e futuro.

E por fim, como essa é a nossa última edição do ano, queremos desejar a todos boas festas e um 2021 completamente diferente e positivo. Esperamos que o live marketing consiga deixar para traz essa pandemia maluca que acabou com empresas e empregos, além de levar milhares de vidas.
Estamos junto com todo o mercado que luta para que seja possível melhorar os processos para que se possa ser mais efetivo dentro de um cenário mais prosaico. É importante saber que gerar experiências únicas continuará sendo premissa essencial para os projetos não importando o caminho se será on-line como todo mundo acha, ou ainda presencial.

Boa leitura

APRENDER SEMPRE

EVENTOS

O novo normal colocou as antigas regras no passado

e novas condutas foram adotadas visando garantir a saúde e

segurança de todos e devem se manter em 2021, bem como

os eventos híbridos. A diretora do Centro de Convenções

Rebouças, Ana Luísa Diniz Cintra, diz que os protocolos

sanitários adotados e todos os procedimentos de saúde e

higiene elaborados dentro dos mais altos padrões sanitários

vão continuar. “Seu objetivo é transmitir e garantir segurança

e proteção a todos os envolvidos. Ainda tivemos muitos

eventos híbridos e presenciais de sucesso. Se é que podemos

ver algum lado positivo, a pandemia favoreceu bastante o

crescimento no ambiente tecnológico, com muitos eventos

virtuais, conteúdos interessantes, muitas lives, interatividade

e inovações nas mais diversas plataformas.”

Já o CEO da agência Popi, Fábio Brunoro diz que ainda

vivemos um cenário de muito mais incertezas do que certezas.

“Mas, certamente, as oportunidades são inúmeras e quem

REINVENÇÃO MARCA O MERCADO

DE EVENTOS E AS ESTIMATIVAS

PARA 2021 SÃO PROMISSORAS

Diretor superintendente

do Expo Center Norte, Paulo Ventura

sócia-diretora da Gabbas, Patrícia Gabas

de feiras e as transformações estão acontecendo. A partir de

agora, a data de realização, bem como o período de duração,

de muitas feiras também pode mudar. Os processos, no geral,

devem ser simplificados e otimizados. A sustentabilidade

deve falar ainda mais alto. É necessário que todos passem a

enxergá-las irá surfar nesta onda. Não acredito em mudanças

vertiginosas, mas certamente será diferente do que já foi.”

adotar medidas e soluções mais práticas e efetivas, desde a

construção dos estandes à apresentação de produtos.”

A PANDEMIA PUXOU OS FREIOS E TRAVOU

qualquer tipo de evento que gerasse aglomeração. Isso foi um

duro golpe em diversos segmentos da economia, em especial,

no mercado de eventos, uma das principais atividades

econômicas do país. Sem eventos, muitas empresas foram do

céu ao inferno e centenas de espaços que são utilizados para

a realização de eventos, feiras, simpósios, reuniões e qualquer

atividade indoor, foram seriamente sacrificados. Mas mesmo

assim o que esperar de 2021?

“Acreditamos no poder das

feiras. Ao longo desses anos à

Para a sócia-diretora da Gabbas, startup focada na

gestão de projetos voltados à saúde e segurança de trabalho

em eventos, Patrícia Gabas entende que o diálogo e a união

entre as empresas e profissionais do mercado de eventos se

tornou essencial pela sobrevivência de todos os envolvidos. “A

verdade é que o mercado de eventos foi forçado a se adaptar

aos novos formatos de comunicação. As lives, por exemplo,

movimentaram as marcas e continuam ainda sendo excelentes

opções para comunicação das empresas, desde que utilizadas

de maneira correta.”

Já o sócio-fundador da EAÍ? Live Marketing, Paulo

Farnese, acrescenta que a pandemia fez o mercado de eventos

se transformar. “Tivemos o privilégio de estar entre as primeiras

frente de um dos maiores e mais

completos centros de exposições

e convenções da América Latina,

aprendi que as feiras são, de

fato, os principais balcões de

vendas e exposição de produtos.”

Paulo Ventura

Sócio-fundador da EAÍ? Live Marketing, Paulo Farnese

O diretor superintendente do Expo Center Norte,

Paulo Ventura ressalta que a indústria de eventos tem

grande representatividade na economia em todo o mundo e

que isso não vai mudar. “Acreditamos no poder das feiras.

Ao longo desses anos à frente de um dos maiores e mais

completos centros de exposições e convenções da América

Latina, aprendi que as feiras são, de fato, os principais

balcões de vendas e exposição de produtos. Este ano nos

proporcionou muitas reflexões, aprendizados e a oportunidade

de reinventarmos nossos mercados de atuação, priorizando,

mais do que nunca, o bem comum. Precisamos pensar e fazer

diferente. Estamos rompendo uma linha de cultura no setor

agências a apostar nos eventos online e a desenvolver uma

plataforma proprietária, a Smart Live. Dessa forma, posso dizer

que o mercado teve um break no segundo trimestre, mas voltou

a ter demanda para uma nova frente do nosso segmento que

não deixará mais de existir. A tecnologia e novas ferramentas de

comunicação, como o 5G, serão tendência para o novo normal

no mundo pós pandemia. Os clientes perceberam que não é

necessário que todos os eventos sejam presenciais. Claro que

a emoção e o relacionamento que conseguimos nos eventos

presenciais jamais serão os mesmos nos eventos online, por

isso teremos ambos e os eventos presenciais serão mais bem

aproveitados”, afirma Farnese.

Diretora do Centro de Convenções Rebouças, Ana Luísa Diniz Cintra

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