Folha de Sala Digital transmissão online 14 fevereiro 2021 — Petite Messe Solennelle — concertogravado15jul2020

1793.tnsc

Notas de programa:
Jorge Rodrigues

Transmissão Online: 14 de fevereiro às 16h em YouTube.com/SaoCarlos

#SÃO

CARLOS

VOLTA A

SUA CASA

EDIÇÃO ARQUIVO 2020-21

TRANSMISSÃO ONLINE

14 FEV 2021 às 16H

PETITE MESSE

SOLENNELLE

com o

CORO DO TEATRO

NACIONAL DE

SÃO CARLOS

DORA RODRIGUES

Soprano

MARIA LUÍSA DE FREITAS

Meio-soprano

CARLOS CARDOSO

Tenor

ANDRÉ HENRIQUES

Barítono

NUNO MARGARIDO LOPES

Harmónio

JOÃO PAULO SANTOS

Piano e direção musical

Elementos do CORO

DO TEATRO NACIONAL DE SÃO CARLOS

(Maestro assistente KODO YAMAGISHI)

SAOCARLOS.PT

#CULTURAÉIMAGINAÇÃO

Concerto

gravado a

15 JUL 2020


CONCERTO

CORO DO TEATRO NACIONAL DE SÃO CARLOS

GIOACHINO ROSSINI

PETITE MESSE

SOLENNELLE

M/6 Este programa pode ser alterado por motivos imprevistos 2


Dora Rodrigues

< SOPRANO

Fez a sua formação em Portugal, Itália e

Espanha, vindo posteriormente a instalar-se

em Inglaterra para integrar o European

Opera Center. Apresentou-se no Teatro

São Carlos, Teatro de Modena e Ferrara,

Teatro Real Madrid, Teatro La Maestranza,

Liverpool Philharmonic Hall, Saint

David’s Hall, Casa da Música, Liverpool

Hope University, Teatro Aberto, Teatro

Cornucópia, Fundação Gulbenkian,

Salle Jean Eudes, Pavillon des Arts

de Ste-Adèle, Salle Claude Champagne,

no Canadá, Kastel De Clee na Bélgica,

Teatro Toti dal Monte em Treviso, Teatro

Buonumore em Florença, Opera Narodowa

em Varsóvia, St John’s Smith Square

em Londres. Participou em gravações

discográficas, incluindo: D. Chisciotte

Garcia/Almaviva; Royal Liverpool

Philharmonic Il segreto di Susanna

Wolf-Ferrari/Avie Records; European Union

Youth Orchestra/The Classical Recording

Company; Opera Premium/Universal Music;

Compositores do Porto do séc. XX/Fermata. ​

Recebeu o prémio «Ribeiro da Fonte» pelo

Ministério da Cultura.

Maria Luísa de Freitas

< MEIO-SOPRANO

Nasceu em Angola. Iniciou os seus estudos

de canto no Conservatório Nacional de

Lisboa com José Carlos Xavier. Ganhou

vários prémios em Portugal, Itália e

Brasil. Já colaborou com maestros como

Marko Letonja, Marc Tardeu, Johannes

Stert, Julia Jones, João Paulo Santos,

Michail Jurowski, Massimiliano Damerini,

Osvaldo Ferreira, José Cura, Martin André,

Gregor Buhl, César Viana, Sébastien Rouland,

François Xavier Roth, Yaniv Dinur, Lawrence

Foster, Pedro Neves, Nuno Côrte-Real,

Nicholas Kraemer, Antonio Pirolli,

Joana Carneiro, Leonardo García

Alarcón e Renato Palumbo.

3


Carlos Cardoso

< TENOR

Natural de Tarouquela. Venceu o 1.º prémio

do Concurso «Luísa Todi», o 3.º prémio no

Concurso «Magda Olivero» e o 1.º prémio no

Concurso de Canto da Fundação Rotária

Portuguesa em Lisboa. Entre 2010 e 2011

foi membro do Estúdio Ópera do Teatro

Nacional de São Carlos e entre 2011

e 2013 da Accademia del Teatro alla Scala

em Milão, com a qual apresentou-se em

diversos concertos e óperas. Outras

estreias incluíram Edgardo em Lucia di

Lammermoor na Dutch National Opera em

Amesterdão, Duque de Mântua em Rigoletto

no Teatro Verdi de Busseto para o Festival

Verdi de Parma, Ismaele em Nabucco no

Teatro São Carlos, Conte di Leicester em

Maria Stuarda no Stadttheater Klagenfurt

e Tebaldo em I Capuleti e i Montecchi na

Ópera de Vilnius. Apresentou-se também

em Carmina Burana e Monster in the maze

na Fundação Calouste Gulbenkian. De 2017

a 2019, interpretou papéis como Duque em

Rigoletto no Aalto Theater Essen, Rodolfo

em La bohème, Alfredo em La traviata,

Pinkerton em Madama Butterfly e Rodolfo em

Luisa Miller.

André Henriques

< BARÍTONO

Nasceu em Lisboa e é diplomado em Canto

pela Escola de Música do Conservatório

Nacional, na classe de António Wagner

Diniz. Bolseiro da Fundação Calouste

Gulbenkian, completou o MA em Opera

Performance, na Royal Welsh College

of Music and Drama, com Donald Maxwell.

Tendo vindo a afirmar-se no domínio da

ópera, destacam-se as suas interpretações

de Don Giovanni (Don Giovanni) e Figaro

(Le nozze di Figaro) com a Orquestra

Metropolitana de Lisboa, Polyphemus

(Acis and Galatea) e Gregorio (Roméo

et Juliette) na Fundação Gulbenkian,

Dandini (La cenerentola) e Papageno (Die

Zauberflöte) com a RWCMD, Gianni Schicchi

(Gianni Schicchi) com a Welsh National

Opera Orchestra, Dulcamara (L’elisir

d’amore) com a all’Opera, os solos de

Fairy Queen com o agrupamento La Paix du

Parnasse, Aeneas (Dido and Aeneas) com a

Nova Ópera de Lisboa e a estreia absoluta

do Macaco em A Canção do Bandido, numa

coprodução do Teatro da Trindade e Teatro

Nacional de São Carlos. Como solista

de concerto e oratória, destacam-se

as apresentações da 9.ª Sinfonia de

Beethoven (OML, TNSC e FCG), Stabat Mater de

Szymanowski (no Saint David’s Hall), Missa

Solemnis de Beethoven (Festival de Música

Religiosa de Cuenca), Requiem de Mozart,

os Magnificat de J.S.Bach e C.P.E.Bach

(OML, Onofri) e Die Schöpfung de Haydn

(Gulbenkian, Alarcón).

4


Nuno Margarido Lopes

< HARMÓNIO

João Paulo Santos

< PIANO E DIREÇÃO MUSICAL

Estudou Piano com Alexei Eremine

e Composição com Evgueni Zoudilkin.

Em 1997 inicia a colaboração com

a Orquestra Sinfónica Portuguesa e o

Teatro Nacional de São Carlos onde se

fixou e exerce atualmente funções de

maestro correpetidor e assistente do

maestro João Paulo Santos. Apresentou-se

em concerto com Daniel Hope, Dimitra

Theodossiu e Elisabete Matos. Foi diretor

artístico e maestro titular do Coro

Juvenil de Lisboa.

Nascido em Lisboa, concluiu o curso

superior de piano no Conservatório Nacional

desta cidade na classe de Adriano Jordão.

Trabalhou ainda com Helena Costa, Joana

Silva, Constança Capdeville, Lola Aragón

e Elizabeth Grümmer. Como bolseiro da

Fundação Gulbenkian aperfeiçoou-se

em Paris com Aldo Ciccolini (1979-84).

A sua carreira atravessa os últimos 40 anos

da história do Teatro de São Carlos, onde

principiou como correpetidor e maestro

titular do Coro, desempenhando atualmente

as funções de diretor de Estudos Musicais

e diretor musical de Cena. Estreou-se

na direção musical em 1990 com The Bear

(W. Walton), encenada por Luis Miguel

Cintra. Dirigiu óperas para crianças,

musicais, concertos e óperas nas

principais salas nacionais. Estreou

em Portugal, entre outras, as óperas

Renard (Stravinski), Hanjo (Hosokawa),

Pollicino (Henze), Albert Herring

(Britten), Neues vom Tage (Hindemith),

Le Vin Herbé (Martin) e The English Cat

(Henze) e estreias absolutas de obras

de Chagas Rosa, Pinho Vargas, Eurico

Carrapatoso e Clotilde Rosa.

É responsável pela investigação,

edição e interpretação de obras

portuguesas dos séculos XIX e XX.

5


Coro do Teatro Nacional

de São Carlos

O Coro do Teatro Nacional de São Carlos,

criado em 1943 sob a titularidade de

Mario Pellegrini, tem atuado sob a

direção de importantes maestros (Pedro

de Freitas Branco, Votto, Serafin, Gui,

Giulini, Klemperer, Zedda, Solti, Santi,

Rescigno, Navarro, Rennert, Burgos,

Conlon, Christophers, Plasson, Minkowski,

entre outros) e colaborado com marcantes

encenadores (Pountney, Carsen, Vick).

Entre 1962 e 1975, o Coro colaborou nas

temporadas da Companhia Portuguesa de Ópera

(Teatro da Trindade), tendo-se deslocado

com a mesma à Madeira, aos Açores, a Angola

e a Oviedo. O conjunto tem regularmente

abordado o repertório de compositores

nacionais (Alfredo Keil, Augusto Machado)

e tem participado em estreias mundiais

de óperas de Fernando Lopes-Graça,

António Victorino d’Almeida, António

Chagas Rosa, Nuno Côrte-Real. Em 1980

formou-se um primeiro núcleo coral

a tempo inteiro e três anos depois

assumiu-se a profissionalização plena,

sob a direção de Antonio Brainovitch.

A partir de 1985 a afirmação artística

do conjunto foi creditada a Gianni

Beltrami e o titular seguinte foi João

Paulo Santos. Sob a responsabilidade

destes dois maestros o Coro registou

marcantes êxitos internacionais: Grande

Messe des morts de Berlioz (1989 – Turim);

Requiem de Verdi (1991 – Bruxelas);

Concerto Henze/Corghi (1997 – Festival de

Granada). Giovanni Andreoli assumiu

o cargo em 2004. Sob a sua direção,

o Coro averbou êxitos num vasto e

variado repertório: Iphigénie en Tauride,

Alceste, Trilogia Popular verdiana, Don

Carlo, Macbeth, La forza del destino,

Turandot, The Rake’s Progress, Dialogues

des Carmélites. Sucessos foram ainda as

incursões no repertório lírico espanhol:

El gato montés; Los diamantes de la corona.

Em 2005, o coro foi convidado pela Ópera

de Génova para participar em récitas da

ópera Billy Budd de Britten, convite que

se repetiu em 2015.

Kodo Yamagishi

< MAESTRO ASSISTENTE DO CORO DO TNSC

Natural do Japão, começou os seus estudos

de piano e teoria da música aos 7 anos.

Entre 1988 e 2002 viveu em Viena, onde

estudou direção orquestral no Conservatório

de Viena e na Universidade de Música de

Viena. É, desde 2009, assistente convidado

no Departamento de Música da Universidade

de Évora e, desde 2015, diretor da

Orquestra da Universidade. De 2003 a 2004

foi maestro correpetidor e Kapellmeister

no Pfalztheater em Kaiserslautern (Alemanha).

Desde a temporada de 2004/05 que desempenha

as funções de maestro assistente do Coro do

Teatro Nacional de São Carlos, que dirigiu

e acompanhou a piano em vários concertos.

Já dirigiu orquestras sediadas em Viena,

Oradea, Cairo, Szombathely e São Paulo,

além da Orquestra Sinfónica Portuguesa

e da Orquestra Sinfónica do Ginásio Ópera,

da qual foi maestro titular. Na Áustria,

colaborou em montagens de óperas como Gianni

Schicchi (1997), L’isola disabitata e Armida

(1998 e 1999) e Turandot e Tosca (2001

e 2002). Em 2000, dirigiu L’enfant et

les sortilèges em Tübingen (Alemanha); e,

em 2009, dirigiu o Coro do Teatro de Ópera

de Istambul, Devlet Opera ve Balesi.

6


Vamos ouvir uma Missa Solene que é … «pequena / petite»

— não é um paradoxo, é Rossini, que nos legou com a

sua música uma das visões mais otimistas e risonhas

do mundo.

A Petite Messe Solenelle é uma daquelas centenas de

obras que o compositor escreveu depois da subida à

cena da sua última ópera — Guillaume Tell. Composta

em 1863, 34 anos depois dessa estreia, a Petite Messe foi

escrita em Passy, onde Rossini decidiu passar as últimas

décadas da sua vida e onde — além de cozinhar

infatigavelmente — recebia com a mulher os amigos de

ambos, nuns célebres samedi soirs. Para esses amigos,

Rossini inventava petiscos e compunha pequenas peças

de câmara, muitas vezes vocais, a que chamou os

seus péchés de vieillesse/pecados de velhice.

A missa parece ter sido encomendada pelo conde Alexis

Pillet-Will, a cuja mulher, Louise, foi dedicada. Rossini

indicou que queria 12 cantores no total: oito coristas

e quatro solistas. A inabitual orquestração para vozes,

dois pianos e harmónio bebia na tradição napolitana

do século XVIII.

A obra é estruturada nas várias secções da tradição

da missa solemnis, mas Rossini caracterizou essa solenidade,

num gesto irónico, como «pequena» — petite.

Uma Missa Solene, mas Pequena. Na última página do

manuscrito escreveu «Senhor, eis terminada esta pobre

pequena missa. Terei escrito música sacra ou sacrílega?

Eu nasci para a opera buffa, como sabeis: técnica, não

muita, um pouco de coração … e é tudo.»

A obra foi estreada a 14 de março de 1864 no hôtel da

condessa Pillet-Will em Paris. Solistas foram as célebres

irmãs Carlotta e Barbara Marchisio (renomadas intérpretes

da música do compositor), o tenor Italo Gardoni

e o baixo Luigi Agnesi. Nessa ocasião, Rossini virou as

7


páginas e marcou o tempo com a cabeça. A essa estreia

assistiram Giacomo Meyerbeer, Daniel Auber e Ambroise

Thomas, o que prova a expectativa com que a obra de

Rossini era esperada por alguns dos mais importantes

criadores líricos em voga na França da época. No dia

seguinte, outra apresentação teve já a assistência da

imprensa. A receção à obra não foi unânime. Giuseppe

Verdi, por exemplo, escreveu, logo em 1864: «Rossini tem

estudado e feito progressos! Mas estudado o quê? Eu,

pessoalmemte, aconselhá-lo-ia a desaprender música

e a escrever outro Barbeiro de Sevilha.»

Em 1867, três anos depois, Rossini orquestrou a obra,

mas vários acontecimentos fizeram com que esta nova

versão apenas tivesse sido estreada a 24 de fevereiro

de 1869, já depois da morte do compositor. A primeira

apresentação da nova versão foi dada na Salle Ventadour

em Paris. Alguns julgam-na mais conseguida do

que a original, mas Rossini preferia a primeira.

Apresentaram-se na Salle Ventadour como solistas

algumas das mais gloriosas estrelas da companhia

do Théâtre-Italien: Gabrielle Krauss, soprano principal

da Opéra durante mais de um decénio e primeira

intérprete mundial da ópera Fosca de Carlos Gomes;

o tenor francês Ernesto Nicolini (que nasceu Ernest

Nicolas), futuro marido de Adelina Patti; e o baixo Luigi

Agnesi. Last but not least, o celebérrimo contralto

Marietta Alboni, de quem o grande poeta norte-

-americano Walt Whitman escreveu: «A voz de Marietta

Alboni teve enorme influência em mim; sem ela, Leaves

of Grass não teria existido».

Esta grande estrela esteve em Portugal de finais de outubro

de 1854 a abril do ano seguinte. Cantou no Teatro

de São Carlos La cenerentola, La favorita, La sonnambula,

Il trovatore, Anna Bolena, La fille du régiment,

8


Il barbiere di Siviglia, La gazza ladra e Semiramide.

Também se apresentou no Palácio das Laranjeiras, no

Teatro do Conde de Farrobo.

A Missa estrutura-se seguindo as cinco usuais secções

do texto litúrgico: Kyrie desenvolvido em três partes;

Gloria, em seis; Credo, em quatro; Sanctus (que inclui

Hosanna e Benedictus) e Agnus Dei. Rossini juntou ainda

dois trechos instrumentais: um Prelúdio Religioso (Prelúdio

e Fuga) para o Ofertório; e um pequeno Ritornello

antes do Sanctus. Para a segunda versão foi ainda escrita

uma ária para soprano: «O salutaris hostia», com texto

de Tomás de Aquino.

A audição da Petite Messe Solenelle de Rossini transmite-

-nos sempre uma sensação verdadeiramente otimista,

do mundo e da música.

JORGE RODRIGUES

9


TEXTO

KYRIE

GLORIA

GLORIA IN EXCELSIS DEO

Laudamus te

Gratias

Domine Deus

Qui tollis

Quoniam

Cum Sancto Spiritu

CREDO

Credo in unum Deum

Crucifixus

Et resurrexit

Et vitam venturi

PRELÚDIO RELIGIOSO

SANCTUS

O SALUTARES HOSTIA

AGNUS DEI

Cedência da tradução FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN


[LT]

PETITE MESSE SOLENNELLE

PEQUENA MISSA SOLENE

[PT]

KYRIE

Kyrie eleison!

Christe eleison!

Kyrie eleison!

KYRIE

Senhor, tende piedade de nós!

Cristo, tende piedade de nós!

Senhor, tende piedade de nós!

GLORIA

Gloria in excelsis Deo, et in terra pax

hominibus bonae voluntatis.

Laudamus te, benedicimus te,

adoramus te, glorificamus te.

GLORIA

Glória a Deus nas alturas.

E paz na terra aos homens de boa vontade.

Nós vos louvamos, nós vos bendizemos,

nós vos adoramos, nós vos glorificamos.

GRATIAS

Gratias agimus tibi propter magnam gloriam tuam.

GRATIAS

Nós vos damos graças pela vossa imensa glória.

DOMINE DEUS

Domine Deus, rex coelestis, Pater omnipotens,

Domine fili unigenite, Jesu Christe.

Domine Deus, Agnus Dei, Filius Patris.

DOMINE DEUS

Senhor Deus, Rei dos céus, Deus Pai omnipotente.

Senhor, Filho unigénito, Jesus Cristo.

Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho do Pai.

QUI TOLLIS

Qui tollis peccata mundi, miserere nobis!

Suscipe deprecationem nostram, qui sedes ad dexteram

Patris.

QUI TOLLIS

Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Vós que estais sentado à direita do Pai,

acolhei a nossa súplica.

QUONIAM

Quoniam tu solus sanctus, tu solus

Dominus, tu solus altissimus,

Jesu Christe.

QUONIAM

Pois só vós sois Santo,

só vós sois Senhor,

só vós sois o Altíssimo Jesus Cristo.

CUM SANCTO SPIRITU

Cum Sancto Spiritu in gloria Dei Patris.

Gloria in excelsis Deo.

CUM SANCTO SPIRITU

Com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai.

Gloria a Deus nas alturas. Ámen.

11



[LT]

CREDO

Credo in unum Deum, Patrem omnipotentem,

factorem coeli et terrae,

visibilium omnium et invisibilium.

Credo in unum Dominum,

filium Dei unigenitum.

Et ex Patre natum ante omnia saecula,

Deum de Deo, lumen de lumine,

Deum verum de Deo vero, genitum,

non factum, consubstantialem Patri,

per quem omnia facta sunt.

Qui propter nos homines et propter mostram

salutem descendit de coelis

Et incarnatus est de Spiritu Sancto ex Maria virgine,

et homo factus est.

CREDO

Creio em um só Deus,

Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra,

de todas as coisas, visíveis e invisíveis.

E em um só Senhor, Jesus Cristo,

filho unigénito de Deus.

Nascido do Pai antes de todos os séculos.

Deus de Deus, luz de luz,

Deus verdadeiro de Deus verdadeiro.

Gerado, não criado, consubstancial ao Pai:

por quem todas as coisas foram feitas.

Que por nós homens e para nossa salvação

desceu dos céus.

E encarnou na Virgem Maria pelo Espírito Santo,

e se fez homem.

[PT]

CRUCIFIXUS

Crucifixus etiam pro nobis sub Pontio Pilato

passus et sepultus est.

CRUCIFIXUS

Também por nós foi crucificado:

sob Pôncio Pilatus padeceu e foi sepultado.

ET RESURREXIT

Et resurrexit tertia die secundum scripturas

Et ascendit in coelum, sedet at dexteram Patris.

Et iterum venturus est cum gloria

judicare vivos et mortuos.

Cujus regni non erit finis.

ET RESURREXIT

E ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras.

E subiu ao céu: onde está sentado à direita do Pai.

E voltará na sua glória,

para julgar os vivos e os mortos,

e o seu reino não terá fim.

Credo in Spiritum Sanctum, Dominum

et vivificantem, qui ex Patre Filioque procedit,

qui cum Patre et Filio simul adoratur,

et conglorificatur, qui locutus est per prophetas.

Et unam sanctam catholicam

et apostolicam ecclesiam.

Confiteor unum baptisma in remissionem

peccatorum, et exspecto resurrectionem mortuorum

et vitam venturi saeculi.

Amen

E creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida:

que procede do Pai e do Filho.

E com o Pai e o Filho é adorado

e glorificado: ele, que falou pelos Profetas.

E creio na Igreja una, santa,

católica e apostólica.

Professo um só batismo para a remissão dos pecados,

e espero a ressurreição dos mortos.

E a vida que há de vir.

Ámen.

SANCTUS

Sanctus, sanctus, sanctus dominus Deus Sabaoth.

Pleni sunt coeli et terra gloria tua.

Hosanna in excelsis!

Benedictus qui venit in nomine Domini.

Hosanna in excelsis!

SANCTUS

Santo, santo, santo, Senhor Deus dos exércitos.

O céu e a terra estão cheios da sua glória.

Glória nas alturas!

Bendito o que vem em nome do Senhor.

Glória nas alturas!

12



[LT]

O SALUTARIS

O salutaris hostia,

quae coeli pandis ostium:

Bella premunt hostilia,

da robur fer auxilium.

Amen.

O SALUTARIS

Ó hóstia que salva,

que abre as portas do céu:

Lutas adversas nos oprimem,

dá-nos força, traz-nos auxílio.

Ámen

[PT]

AGNUS DEI

Agnus Dei, qui tollis peccata mundi,

miserere nobis!

Dona nobis pacem!

AGNUS DEI

Cordeiro de Deus, que tiras o pecado do mundo,

tem piedade de nós!

Dá-nos a paz!

13



FOTOGRAFIA

CONCERTO

Concerto do dia 15 JUL 2020 por ©SUSANA CHICÓ

/

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DO OPART

Presidente CONCEIÇÃO AMARAL

Vogais ANNE VICTORINO D’ALMEIDA E ALEXANDRE SANTOS

Diretora Artística do TNSC ELISABETE MATOS


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