Revista Newslab Edição 164

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Revista Newslab Edição 164 - Março 2021

INFORME DE MERCADO

EM TEMPOS DE COVID-19, TAMBÉM É NECESSÁRIO

COMBATER A DENGUE

“Simultaneamente à guerra contra a Covid-19,

o Brasil não pode esmorecer na luta contra outra

inimiga da saúde pública, a dengue, que teve

cerca de um milhão de casos em 2020”, alerta

o médico sanitarista Alexandre Chieppe, diretor

médico da MedLevensohn, salientando: “No

combate e prevenção desta doença, cada brasileiro

pode e deve fazer sua parte, eliminando os

criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor

dos vírus causadores da infecção. Para isso,

não se pode deixar água parada em nenhuma

superfície das casas, terrenos e quintais. Também

se recomenda instalar telas de proteção em janelas

e portas, uso de produtos repelentes na pele

e roupas que protejam braços e pernas, em áreas

expostas ao inseto.

O boletim epidemiológico mais recente do

Ministério da Saúde revela que, entre janeiro e

novembro do ano passado, ocorreram 971.136

casos de dengue no País, com 528 mortes.

Maiores incidências verificaram-se nas regiões

Centro-Oeste (1.187,4 por 100 mil habitantes),

Sul (931,3/100 mil) e Nordeste (258,6/100 mil).

“Tais dados epidemiológicos podem parecer pouco

graves na comparação com os da Covid-19,

que já matou mais de 220 mil brasileiros, mas

são muito preocupantes, pois se trata de uma

enfermidade epidêmica em crescimento e para

a qual ainda não há vacina no sistema público,

com capacidade de acesso muito baixa”, explica

Chieppe.

De 2018 para 2019, o Brasil já havia registrado

aumento de 488% no número de casos de dengue.

Em 2020, como demonstram os números, a

expansão continuou, agravada pela simultaneidade

com o novo coronavírus. Um dos problemas

está na capacidade do sistema de saúde para

atender às demandas relativas a uma gravíssima

pandemia juntamente com uma epidemia nacional,

agravada no período de chuvas, no qual a

reprodução do mosquito é favorecida.

“Um aspecto complicador é que os sintomas

das duas doenças apresentam algumas semelhanças,

confundindo-se também com a gripe,

principalmente no início das duas infecções”,

lembra o diretor médico da MedLevensohn. A

dengue costuma apresentar febre alta, de até

40 graus, dor de cabeça, muscular e nas articulações,

cansaço, indisposição, enjoos e vômitos.

Essas manifestações passam entre cinco e sete

dias. Porém, há casos mais graves, hemorrágicos,

que exigem tratamento imediato e, na maior

parte das vezes, internação hospitalar. Os sintomas

congruentes mais comuns da Covid-19 são

febre, cansaço e dores no corpo. Tosse seca, dor

de garganta e perda de olfato e paladar são sinais

mais característicos da enfermidade pandêmica.

Para as duas doenças não há tratamento cientificamente

reconhecido como eficaz para a cura,

processada pela reação natural do organismo.

Em ambas, são tratados apenas os sintomas,

com medicamentos que variam de acordo com

as características dos pacientes e gravidade das

infecções. Os pacientes mais graves requerem

internação hospitalar. Os que são tratados em

casa não devem tomar remédios, nem mesmo

analgésicos, sem orientação médica. Em caso de

dengue, por exemplo, é imprópria a administração

de ácido acetilsalicílico (Aspirina, Melhoral e

AAS, por exemplo).

“Em caso de sintomas, é importante consultar

o médico, para que se identifique o mais rapidamente

possível qual doença está acometendo a

pessoa, para o devido tratamento”, orienta Alexandre

Chieppe, lembrando haver um teste rápido

da MedLevensohn (Dengue- anticorpos IgG e

IgM), que é um grande aliado no diagnóstico e

controle da enfermidade. “Temos de fazer todos

os esforços no sentido de vencer a dengue no

Brasil, da mesma maneira e ao mesmo tempo

em que enfrentamos a Covid-19”, conclui.

MedLevensohn

www.medlevensohn.com.br

Central de Atendimento: 4003-9021

Sac / Assistência Técnica: 0800 722 2393

e-mail: suporte.tecnico@medlevensohn.com.br

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