São Lucas Magazine - Edição 03

carolnaves




05 - SÃO LUCAS

Segurança, qualidade e

excelência na área da saúde

08 / 09 – CONTABILIDADE

Contabilidade na área médica

12- DESTAQUE

Ela é uma referência: Fabiana Silbor

13 - DIREITO

Planejamento Sucessório

16 / 17 - TURISMO

Rede Tauá lança Páscoa

Iluminada Araxá 2019

18 - MODA

A história das Ó cas Carol

22 - IMUNOLIGIA

A imunoterapia e os bene cios

na promoção da saúde

29 - MÚSICA

Qual o segredo do sucesso?

30 – ESTÉTICA

Procedimentos esté cos que

trazem beleza e bem estar

32 / 33 / 34 - DIREITO

Aposentadoria especial dos

profissionais da área da saúde

47 - ASSOCIAÇÃO

Asmed: Uma sobrevivente

48 - GERIATRIA

Geriatra auxilia no gerenciamento

dos cuidados para a terceira idade

70 / 71 - PETS

Canil Von Peace Land é referência

na criação de cachorros

75 – PSICOLOGIA

Por que buscar um psicólogo se

você pode conversar com um amigo?

78 – COMUNICAÇÃO

Fake News sempre exis u

82 / 83 - NEUROLOGIA

Acompanhamento especializado

em Neurologia Infan l

86 / 87 - BELEZA

Dicas para cuidar das madeixas

88 - POLÍTICA

Segurança Pública, saúde e

educação são as plataformas do

Deputado Estadual Delegado Heli Grilo

94 / 95 - ESPORTE

De Uberaba para o Mundo, via Las Vegas

100 / 101 - REPRODUÇÃO HUMANA

Avanços na Medicina trazem a

realização do sonho da maternidade

112 / 113 - PEDIATRIA

Atendimento especializado

promove saúde e mais qualidade

de vida para crianças e adolescentes

SÃO LUCAS MAGAZINE

EXPEDIENTE

SÃO LUCAS MAGAZINE


são lucas

Segurança, competência e qualidade em um único espaço

O Edi cio São Lucas é um amplo

espaço que hoje abriga inúmeros

profissionais com mais de 35 especialidades,

ele oferece tranquilidade e

supera as expecta vas. A qualidade e

competência dos profissionais reforçam

a importância do espaço para

Uberaba e região. O que o torna uma

referência em atendimentos na área

da saúde.

O São Lucas oferece o melhor para

você! Recepção com monitoramento

24 horas, estacionamento, refeitório,

banheiros com acessibilidade, ves á-

rios para funcionários, salas de resíduos,

depósito de material de limpeza,

espaço totalmente monitorado e

recepções em todos os andares com

televisão e ambiente clima zado.

Venha para

o São Lucas.

Aqui você é o

mais importante!

O síndico do São Lucas, Glaico Silva Araújo tem desenvolvido com é ca e

competência os novos projetos e a administração do prédio. “Nós buscamos a

cada dia oferecer o que há de mais moderno e sofis cado para nossos condôminos.

Temos uma equipe qualificada e atuante, que com carisma oferece além de

carinho e felicidade, as soluções para os pacientes. Atualmente temos desenvolvido

muitos projetos, mas a segurança ainda é a nossa principal preocupação,

por isso os inves mentos constantes. Além das diversas câmeras, nós temos um

mecanismo de monitoramento e catracas. Todas as pessoas que tem acesso ao

São Lucas são cadastradas e sua entrada é registrada com os horários de entrada

e saída e em qual especialista esteve. Todo esse cuidado é porque recebemos

mais de 1400 pessoas por dia e valorizamos a confiança que as pessoas têm no

São Lucas”.

Marina Amaral é a gestora administra va do São Lucas, formada em administração

e engenharia civil, ela oferece acompanhamento, apoio e soluções para

os condôminos. Competente e resolu va, trabalha com afinco buscando

excelência e tem sido elogiada entre os pacientes e condôminos. “Temos uma

gestão par cipa va, com a presença dos condôminos. Nas assembleias nós

levantamos melhorias e implementações, além de ouvir a opinião e ideia daqueles

que são os proprietários do espaço. A São Lucas Magazine tornou-se uma

referência no seguimento da saúde e tem recebido diversos elogios, o que nos

traz orgulho e reafirma a nossa responsabilidade em oferecer o melhor conteúdo

a nossos leitores. Além da revista, nós lançamos recentemente a TV São

Lucas, que anuncia e disponibiliza diversas informações para os visitantes que

u lizam os elevadores. Com visão e empreendedorismo, estamos tentando a

cada dia oferecer mais serviços e melhoria na logís ca e acessibilidade para

nossos condôminos e pacientes.”






Agregando valor no que é

importante para você.

Abertura de

empresa e

inscrição no CNPJ

Regularização de

Alvará Sanitário e de

Licença e Localização

Registro

CRM e CNES

Planejamento

tributário

contabilidade

médica

Elaboração de

Livro-Caixa

Escrituração

Contábil e Fiscal

Assessoria e controle

de recursos humanos e

Departamento pessoal

Declaração de

Imposto de Renda para

pessoa física e jurídica

(34) 3332-6621

Rua Coronel Manoel Borges, 584 - Mercês - Uberaba/MG

www.acessovalor.com.br



destaque

Ela é

referência

Nesta terceira edição da São Lucas

Magazine, nós mostramos personalidades

que são ícones. Profissionais

das áreas de saúde, educação, direito

e comunicação que fazem a diferença

com suas inovações, posicionamentos

e valores. Em destaque: Fabiana Silbor.

Ela é Professora Universitária,

Gestora de Comunicação, Palestrante

e Jornalista. Compar lhar boas histórias

e dar voz para aqueles que são

dignos de respeito e atenção é com ela

mesma.

A comunicóloga tem importantes

legados no rádio, na televisão, nos

projetos de assessoria, jornal impresso,

colunismo social, revistas, polí ca,

consultoria e trabalhos ligados às

plataformas online. Construiu, no

decorrer dos úl mos anos, projetos

marcantes em empresas privadas,

públicas e do terceiro setor. Preocupada

com as questões de responsabilidade

e equidade, ela reforça o compromisso

e o empenho nos campos

empresariais e sociais na busca da

valorização econômica, humana e

pela jus ça social.

É di cil encontrar em um único

profissional tantos atributos e experiências.

Isso faz de Fabiana Silbor

uma referência. A carreira bem sucedida

soma com uma década de estudos

e inovações. Especialista em Gestão

Empresarial e dedicada às ciências

sociais e empresariais, ela é destacada

pelos alunos como uma educadora,

verdadeiramente, interessada na

formação do ser humano. Quando

perguntamos a eles sobre a professora

Fabiana, as respostas são unânimes:

“É um privilégio poder aprender

com alguém tão experiente e apaixonada

pelo que faz. A cada aula temos

mais e ficamos, ainda, ansiosos para

os próximos ensinamentos. É mo vador”.

Competente e visionária, ela é uma

referência nos diagnós cos para o

zelo da Imagem e da Reputação de

Empresas e de Pessoas. Nome forte na

Gestão de Comunicação, Fabiana

Silbor é uma referência nesse segmento.

Palestrante aclamada, ela faz questão

de cooperar. Considera o comparlhar

um alicerce da educação para a

transformação e o progresso. Sim,

Fabiana Silbor é polivalente na arte do

ser e do fazer. Com um sorriso, ela fala

dos planos para o futuro, acreditando

em dias com mais bondade. Sempre,

reforça a importância da educação, da

generosidade e de trabalhar para a

felicidade própria e das pessoas.

Aos domingos, há oito anos, os

belos textos e reflexões são publicados

no Jornal de Uberaba. A colunista

mistura poesia, posicionamentos

crí cos e releituras do comportamento

humano, fazendo da página a única

nesse segmento de colunismo. É

comum ouvir dos colegas e leitores

elogios para a maneira peculiar como

Fabiana escreve.

Ela também é Gestora e edificou um

legado inédito, em quase uma década

de inovações. As construções humanistas

mo varam novas conexões e

geraram conteúdo é co e transparente.

Dona de uma personalidade marcante,

ela reforça a potência das

mulheres. Em um mercado tão raso,

onde há falta de profissionais qualificados

e honestos, encontrar alguém

com dedicação, seriedade e compromisso

é importante. E esse exemplo

mo va a todos nós que acreditamos

em dias melhores, na competência e

na é ca

Admiração, respeito e valorização

por aquelas pessoas que, como Fabiana

Silbor, fazem a diferença.


jurídico

Januário Barbosa Dos Santos Junior

Advogado

Você já pensou em como será a vida

da sua família, quando você não es ver

mais aqui? Esse é um assunto delicado,

e muitas vezes, esquecido. O planejamento

para a vida e para a ausência é

algo que merece sua atenção.

A origem do Testamento é milenar.

Ela é caracterizada como o ato da ul ma

vontade da pessoa, para sa sfazer os

sen mentos mais verdadeiros do autor.

A ideia do planejamento sucessório é

extremamente interessante e importante.

É claro que fazer um testamento para

muitas pessoas parece algo distante da

realidade, afinal nós pensamos muito

pouco na morte. Mas a escolha por

preservar e dar tranquilidade às pessoas

que amamos é um ato de proteção das

suas vontades e dos interesses das pessoas

que são as mais importantes da sua

vida.

Esta é uma realidade comum em

vários países, entre eles os Estados

Unidos. Contudo, no Brasil, o planejamento

sucessório ainda é uma ferramenta

jurídica pouco aplicada ou u lizada.

Ele é uma forma de se estabelecer a

par lha e a des nação dos bens

Fazer um testamento é um ato de precaução

e proteção às pessoas que você ama

adquiridos por determinada pessoa aos

seus herdeiros e a quem mais desejar

beneficiar.

Um exemplo comum é o planejamento

sucessório nas grandes empresas

familiares. A forma de se formalizar é

através da elaboração do testamento.

No Brasil, temos algumas opções, entre

eles: o cerrado, o público e o par cular.

No testamento cerrado, somente

após o falecimento do autor que o

mesmo é aberto e passa a ser conhecido

pelos interessados.

No caso do testamento público, ele é

feito no cartório de notas, que é o local

onde são lavradas escrituras e procurações.

Esta forma de testamento proporciona

maior segurança ao testador,

sendo mais di cil de ser anulado por

não cumprir requisitos legais em razão

de ser lavrado por tabelião.

O testamento par cular é escrito

pelo testador ou a quem o mesmo

determinar e assinado pelo próprio e

lido em voz alta perante pelo menos três

testemunhas, que também assinarão o

referido documento, que será publicado

após o falecimento do testador com a

citação dos seus herdeiros legí mos,

para se manifestarem.

Para todas as formas de testamento,

devem seguir algumas formalidades

para que tenha validade.

Ao se realizar o planejamento sucessório,

o autor do testamento evita futuras

brigas entre seus herdeiros. Rara-

mente após a par lha de bens entre

herdeiros não ocorre um distanciamento

dos familiares. Sempre existem pessoas

que tentam se beneficiar em

prejuízo do próximo.

Em caso de pessoas que não possuem

herdeiros diretos, ou seja, filhos e pais, o

planejamento ainda é mais bem aplicado.

Neste caso, os bens que foram sacrificados

para serem adquiridos ou conservados

podem ir parar nas mãos de

quem o autor da herança não tem

nenhum vínculo afe vo. Com o planejamento

sucessório, o autor des na seus

bens àquelas pessoas que, durante sua

vida, lhe deram atenção, carinho e se

preocuparam com ele.

Planejar é fundamental em tudo em

nossas vidas. O testamento evita conflitos

entre irmãos, pois os responsáveis

pela aquisição ou conservação do patrimônio

têm uma visão mais próxima da

realidade do valor dos bens e quem se

adequa melhor a determinado po de

bem, ou seja, você evita que determinado

bem seja recebido por alguém que

não tem o perfil para receber aquele

bem e, por consequência, o vende.

E importante salientar que o testamento

pode ser alterado ou revogado a

qualquer momento.

Portanto o planejamento sucessório

através da lavratura de testamento é

uma boa opção para garan r que o

patrimônio adquirido tenha a des nação

que o testador melhor entender.






moda

A história da Óticas Carol

Empresa brasileira opera uma rede de franquia com cerca de 1.209 lojas no país

Divulgação Ó cas Carol

O grupo italiano Luxo ca, dona de

marcas como Ray-ban e Oakley,

acertou a compra da rede brasileira

Ó cas Carol, uma das líderes do

mercado brasileiro de óculos, em um

acordo de 110 milhões de euros (U$

117 milhões), expandindo a sua

presença no mercado varejista

brasileiro.

A Luxo ca, assinou um acordo de

fusão de cerca de US$ 50 bilhões com

a fabricante de lentes Essilor (das

marcas Varilux e Transi ons), já está

presente no Brasil com uma rede de

lojas Sunglass Hut, uma fábrica em

Campinas (SP) e negócios no setor

atacadista.

A Ó cas Carol opera atualmente

uma marca de franquia com cerca de

1.209 lojas Brasil, com uma receita

anual de cerca de 200 milhões de

euros. A rede cresceu de um total de

500 lojas em 2013, para 1.209 em

2018.

Histórico da empresa

Criada em 1997, as Ó cas Carol foi comprada em 2008 por Marcos Amaro,

filho do comandante Rolim Amaro, fundador da TAM. Quatro anos depois, ele

vendeu sua par cipação majoritária no negócio para inves dores liderados

pelo fundo britânico 3i por R$ 108 milhões. Atualmente, os principais

accionistas da empresa são os fundos de inves mento 3i Group,

NeubergerBerman e SigulerGuff&Company.

“O Brasil é um ó mo país, tanto que acreditamos e inves mos há 25 anos”,

disse em comunicado Leonardo Del Vecchio, presidente execu vo do Grupo

Luxo ca.

A compra ainda está sujeita às habituais aprovações regulatórias, e a

previsão de finalização é para o primeiro semestre de 2017.

‘’Agora, nós temos todas as ferramentas necessárias para seguir em frente

com nossos planos de expansão”, disse Ronaldo Pereira, diretor execu vo da

Ó cas Carol.

Projeto pequenos olhares

Es ma-se que 8 em cada 10 crianças em idade escolar, nunca foram ao

o almologista. Cerca de 30% dessas crianças tem algum problema de visão

passível de correção com o uso de óculos. Sabendo dessa realidade a Ó cas

Carol lançou o projeto PEQUENOS OLHARES e tornou o programa sua MISSÃO

SOCIAL.

Laboratório digital carol

Atendendo com exclusividade a rede de norte a sul do país, o Laboratório

Digital CAROL é um dos mais modernos do mundo. Ele oferece ao consumidor

um por ólio exclusivo com produtos de al ssima qualidade e excelente

custo/bene cio. No Laboratório Digital CAROL, todas as lentes são produzidas

através de processo 100% digital, garan ndo mais ni dez, precisão, campo de

visão mais amplo, conforto e adaptação imediata.



gastronomia

Ele é o Chef

Carol Naves

Victor Facure trabalha na área gastronômica

há mais de dez anos. A paixão pela

culinária italiana sempre fez parte da vida

do Chef, que nha certeza que a escolha

por pizzas e massas faria parte da sua vida

profissional.

O Don Vic orio surgiu há quase dois

anos. O nome é uma referência ao proprietário,

“Senhor Victor” em italiano. O local

é charmoso e sofis cado, um ambiente

que remete às cozinhas da Itália. Aroma,

sabor e qualidade, das luzes no ambiente

aos pratos, tudo é oferecido para trazer

uma sensação internacional aos clientes.

Em apenas dois anos, o espaço tornouse

o queridinho dos apreciadores de uma

boa culinária. E quando o local é ques o-

nado na cidade, é eleito o melhor restaurante

para apreciar massas e pizzas de

Uberaba e também da região. Tantos

elogios e comentários fazem com que a

responsabilidade do Chef Victor aumente

a cada dia. As redes sociais do restaurante

são recheadas de elogios e notas posi -

vas. Quem gosta de olhar as avaliações dos

lugares antes de ir, não terá surpresas

nega vas no facebook do Don Vic orio.

São quase 200 avaliações e a nota, em sua

maioria, são cinco estrelas. O que faz com

que o Chef invista cada dia mais em atendimento,

cursos e produtos de al ssima

qualidade. “Só após anos de trabalho que

eu realmente resolvi abrir o restaurante.

Eu queria fazer o melhor. Esse espaço tem

a minha história. Fiz todo o inves mento

sozinho e sempre busquei oferecer, além

de qualidade, o melhor atendimento da

cidade. Eu queria oferecer um lugar que

você não precisasse viajar para comer

bem, você poderia comer em Uberaba e

com uma sensação internacional.”

Perfeccionista e estudioso da gastronomia,

a palavra qualidade é sempre repe -

da pelo Chef Victor. Ele reforça a exigência

do público que frequenta o restaurante e a

importância de sempre surpreender até

os paladares mais apurados e “viajados”

pelo mundo. Atualmente o Don Vic orio

oferece, além das pizzas, um cardápio de

culinária italiana, repleto de produtos

exclusivos e clássicos italianos. Os produtos

u lizados pelo Chef são frescos e com

al ssima qualidade, oferecendo um sabor

inigualável que causa sensações.

Até as pizzas tradicionais como a toscana

ganham um sabor diferente nas mãos

do talentoso Victor. A pizza, que é uma das

mais consumidas no Mundo, perde a sua

simplicidade e ganha a sofis cação criada

com exclusividade pelo Chef. Outra unanimidade

e sempre a mais pedida da casa é o

Queijo Brie e damasco. Ela é a queridinha

e todos a conhecem. Composta de geleia

de damasco da casa, queijo brie, rondele

de presunto parma ao toque de hortelã e

gotas de creme de leite. Uma verdadeira

maravilha para os paladares mais apurados.

Sabores suculentos e que a çam a

fome, o Chef Victor tem várias receitas

exclusivas. “Faço um Gnocchi com fonduta,

feito de nhoque de batata ao molho de

queijos. Temos a verdadeira e saborosa

Carbonara Italiana. O Fe uccine Al Limone

que é composto por presunto de Parma

puxado na manteiga ao molho de limão

siciliano, um verdadeiro prato dos deuses.

Temos a Pizza Carbonara Al Limone, costumo

dizer que ela se destaca pela irreverência

e sabor incomparável. Ela é composta

por mussarela, molho fresco, panceta

italiana, queijo pecorino romano, ovo

ba do, pimenta do reino, um leve toque

de cream cheese e finalizada com raspas

de limão siciliano. Uma pizza extremamente

aromá ca e saborosa.”

Uma das entradas preferidas da casa é a

Foccacia. Composta por uma deliciosa

massa assada com parmesão, manjericão

e um fio de azeite e acompanha azeitonas

pretas e pasta de tomate confit. O pedido

é uma ó ma opção e, se combinada com

um bom vinho, fica perfeito. A carta de

vinhos do restaurante é enorme e supera

as expecta vas daqueles que adoram e

apreciam a bebida feita de uvas

Com opções de rodízio e à La carte, são

dezenas de opções de pratos. Nos dias de

rodízios, é possível apreciar, além das

massas e pizzas, uma deliciosa mesa de

an pas , com várias opções de queijos

nacionais e importados, geleias, molhos e

castanhas. No clima de rodízio, a pizza

Portuguesa já é tradicional. Ela tem o

verdadeiro sabor e qualidade que são

marcas registradas do Don Vic orio.

Composta de molho fresco, presunto

magro, mussarela, ervilhas cruas, palmito

de açaí, ovos, azeitonas pretas e orégano.

Oferecendo tradição e sabor, surpreendente.

Recentemente o Chef realizou o primeiro

curso internacional de pizza napolitana,

cer ficado pela academia Vero Napole. O

curso foi ministrado pelo melhor Chef

Pizzaiolo da Itália. E além dos diversos

cursos na área culinária, Victor Facure

coleciona conhecimentos em outras áreas,

como coaching com PNL, no maior

ins tuto do mundo em programação

Neurolinguís ca, o curso trabalha e ajuda

nos processos de liderança e relacionamento

interpessoal, projetando e fortalecendo

o restaurante para um nível avançado

também em excelência humana. Ele

também par cipa frequentemente de

encontros com donos e pizzaiolos de mais

de 60 pizzarias do Brasil, onde debatem

sobre o mercado e as novidades do setor.

A busca incessante pela qualidade é

feita para proporcionar sempre a melhor

“experiência gastronômica”. Todos os

pratos e pizzas são cuidadosamente pensados

para surpreender os clientes da

melhor maneira possível.

É uma experiência incrível. Venha para

o Don Vic orio e surpreenda-se com a

verdadeira culinária italiana!



saúde

promoção

da saúde

Fotos Marise Romano

Carol Naves

Dra. Juliana Lima Ribeiro é médica,

alergista e imunologista, com tulo de

especialista pela ASBAI e SBP e mestre

em Ciências – UFU. Há onze anos, atua

como alergista e, há dois anos, mudouse

para Uberaba. Nesta conversa, ela

esclarece os leitores sobre os mais variados

pos de alergias e os tratamentos

realizados com a Imunoterapia.

O que são Vacinas de Alergia?

A Imunoterapia (IT) é um tratamento

específico. É um tratamento que visa

induzir a tolerância, ou seja, o paciente

tolerar o alérgeno causador de sua alergia,

ficando com sua alergia muito mais

controlada e, muitas vezes, com pouco

ou nenhum medicamento após alguns

meses de tratamento. A IT pode ser

subcutânea ou sublingual.

Qual o mecanismo de ação da Imunoterapia?

A IT regula a produção de an corpos,

diminuindo os an corpos da classe IgE

(responsáveis pelas alergias) e aumentando

os an corpos IgG4. Diminuem

ainda as células inflamatórias que

mantêm a reação alérgica em a vidade.

Os efeitos da IT ocorrem gradualmente

ao longo dos meses de tratamento,

quando o paciente já começa a sen r a

redução gradual e progressiva dos sintomas

alérgicos.

Em quais doenças alérgicas a IT é

indicada?

A Imunoterapia está indicada nas

doenças alérgicas IgE mediadas, como:

alergia respiratória (asma e rinite alérgica);

alergia ocular (conjun vite alérgica);

alergia a picadas de insetos (abelhas,

marimbondos, vespas e formigas);

alergia de pele (derma te atópica) e

também indicada para candidíase de

repe ção e reação de hipersensibilidade

a picada de insetos, vulgarmente

conhecido como pernilongo.

Para algumas doenças alérgicas não

existe vacina?

Sim. As doenças não IgE mediadas

não respondem ao tratamento com IT.

Quais os pré-requisitos para se iniciar

um tratamento com IT?

O primeiro pré-requisito é o diagnósco

correto, realizado através de exames

de sangue e testes alérgicos, para

saber especificamente a que o paciente

é alérgico e a correta indicação do tratamento

específico.

Qual o tempo de tratamento com IT

e qual o seu efeito a longo prazo?

A Imunoterapia tradicional é realizada

em duas etapas. A fase de indução e

fase de manutenção, onde a dose máxima

já foi a ngida. O tratamento geralmente

dura de 3 a 5 anos, e ao final o

paciente con nua com a melhora clínica

por vários anos, em geral 10 a 12 anos

após o término da IT.

E a IT sublingual funciona da mesma

forma que a injetável subcutânea?

A IT sublingual é tão eficaz quanto a

injetável e mais segura por causar

menos reações.

Tem as mesmas indicações da subcutânea,

porém seu custo é um pouco

mais elevado, pois necessita extrato em

mais alta concentração. A vantagem é

de ser administrada no próprio domicílio,

não havendo necessidade de deslocamento

ao consultório médico como

as injetáveis requerem.

Quais as contraindicações e riscos da

IT? Que cuidados devemos tomar para

evitá-los?

A IT específica é um procedimento

bastante seguro. Contudo, existe o risco

de ocorrência de reações locais e sistêmicas.

Reações locais como apenas

eritema no local da aplicação e reações

sistêmicas como ur cária, rinite, asma

etc. Reações graves são raríssimas, es -

mando em um por milhão de aplicações.

A frequência de reação à IT sublingual

é ainda menor, por isto está liberada

para uso domiciliar, com risco de

reação sistêmica de 0,05%. Algumas

recomendações para se evitar reação

são cuidados de não aplicar em pacientes

em crise alérgica, em vigência de

febre adiar o dia da aplicação e ter a

supervisão de profissional especializado

e capacitado. As principais contraindicações

para a realização de Imunoterapia

são asma grave não controlada, uso de

beta-bloqueador, neoplasia maligna

(câncer), e entre outros.



gastronomia

harmonização

Carlos Alberto Pereira

Jornalista, Enófilo e Tecnólogo

em Turismo e Hotelaria

O mundo do vinho é sempre muito

sedutor e ins gante e, quando

entramos neste universo, pelo menos

duas coisas queremos fazer de

imediato: aprofundar cada vez mais o

nosso conhecimento e nos entregar

p o r c o m p l e t o à s m ú l p l a s

experiências sensoriais que ele nos

oferece! Enfim, queremos saber de

tudo!

Por exemplo, queremos saber a

diferença entre vinho tranquilo, vinho

espumante e vinho for ficado; o que

são taninos e acidez; qual a melhor

temperatura para se servir um vinho;

o que é terroir; qual a importância da

safra; o que é vinho de guarda; o que é

buquê e aromas; o que é retrogosto e

corpo; o que são barricas de carvalho

e tanque de inox; qual a diferença

entre um sommelier, enólogo e

e n ó fi l o ; c o m o f a z e r u m a

harmonização correta entre vinho e

um bom prato.......... etc! São muitas

as perguntas e todas per nentes!

Assim sendo e já sabendo que não

daria para falar de todas estas

questões neste curto espaço de que

disponho, vou tentar, neste ar go,

passar apenas dicas bem simples e

sem complicação de como melhor

harmonizar pratos e vinhos. Mas

a t e n ç ã o ! E s t e t e m a é m u i t o

controverso e, por se tratar de gosto

pessoal, o que pode ser bom para uns,

não necessariamente, será para

outros. E depois, a melhor forma de

saber se harmonizou ou não é fazendo

várias experiências, sem medo e sem

preconceito!

Vamos a elas!

SEMELHANÇA x CONTRASTE

Os sabores se harmonizam por

semelhanças e contrastes. Na

harmonização por semelhança, há

muitos componentes compar lhados

q u e c o m b i n a m e n t r e s i e s e

intensificam. A harmonização por

contraste u liza componentes que se

opõem para criar um equilíbrio. Você

pode criar combinações sensacionais

ao empregar itens semelhantes para

ampliar a harmonia dos sabores, ou

contrastantes para neutralizar a

discordância dos sabores.

ALGUMAS DICAS

Alimentos Ácidos: Alimentos com

acidez elevada fazem vinhos de baixa

acidez ficarem sem graça. Harmonize

alimentos e vinhos com acidez

elevada.

Alimentos Untuosos: Um vinho

nto com muitos taninos age

Carne Vermelha

Tinto Encorpado

Carne Curada

Tinto de Médio Corpo

Carne Branca

Tinto Leve/ Branco

Frutos do Mar

Rosé/Branco/Espumante

Queijos, Frutos do Mar, Peixes,

Carnes Brancas, Verduras, Especiarias

Espumante

Sobremesas

Vinhos doces

limpando o paladar ao ingerir

a l i m e nto s r i cos e m p ro te í n a s

gordurosas.

Alimentos Picantes: Um vinho doce

c o m b a i xo t e o r a l c ó o l i c o v a i

neutralizar a ardência das comidas

apimentadas.

Alimentos Pungentes: Alimentos

de sabores intensos, como queijo

gorgonzola, harmonizam com vinhos

de acidez e doçura elevadas.

Alimentos Amargos: Alimentos

amargos intensificam o amargor dos

taninos. Tente harmonizar alimentos

amargos com vinhos de baixo ou

nenhum tanino, que contenham

doçura ou alguma salinidade.

Alimentos Doces: Alimentos doces

geralmente dão aos vinhos secos um

gosto amargo. Tente harmonizar

alimentos doces com um vinho doce.

* Fonte Wine Folly

24 | SÃO LUCAS MAGAZINE



saúde

Dermatologia, Nutrologia e Cirurgia Plástica

Carol Naves

Dra. Mayra Pasin é a idealizadora da

Clínica Médica Pasin. Em Uberaba, o atendimento

personalizado une uma equipe

de alta qualidade que oferece serviços

para promover a saúde e o bem-estar.

Juntos e liderados com mo vação pela

médica, geram importantes respostas

para os pacientes. Envolvendo muito

conhecimento e aplicando o novo conceito,

estão ajudando pessoas a viverem

mais, com jovialidade, saúde e, o mais

importante, felizes. A seguir, uma entrevista

com a médica Mayra de Souza Pasin.

Conte sobre a clínica e como surgiu a

ideia?

A Clínica Médica Pasin conta com uma

estrutura de recepção clima zada, 2

consultórios médicos, sala para pequenos

procedimentos, sala de esté ca com área

para tratamentos capilares, sala de esterilização

de materiais e uma copa. A ideia

surgiu da vontade de reunir, em um único

espaço, diversas especialidades, para um

atendimento completo ao paciente. O

nome foi escolhido em homenagem à

família Pasin, que tem origem Italiana.

Quais os diferenciais da Clínica Médica

Pasin?

É um espaço projetado para oferecer

funcionalidade e qualidade com aconchego.

Quais são os profissionais da clínica?

Atualmente atendem as especialidades

de Cirurgia Plás ca, Dermatologia e

Esté ca (médicos e fisioterapeutas) e

Nutrologia.

Dr. Eduardo Grisolia é médico, com pósgraduação

em Nutrologia pela Associação

Brasileira de Nutrologia – São Paulo

(ABRAN). Foi médico no Serviço de Nutrologia

do Hospital da Força Aérea de Brasília

e Hospital das Forças Armadas com

atuação ambulatorial e hospitalar.

Dra. Mayra Pasin é médica, com pósgraduação

em Dermatologia pela Fundação

Souza Marques (APS – Associação Pele

Saudável), com cursos complementares

na área de Dermatoscopia em Campinas e

diversos cursos na área de Medicina Estéca.

Foi médica no Hospital Santa Cecília

em São Paulo com atuação clínica.

Dr. Thomas Green, é médico formado e

especializado pela Universidade Federal

do Triângulo Mineiro. Ganhador do prêmio

Olendino Prado como melhor residente

mineiro em 2016. É membro tular

da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plás -

ca. Atualmente é preceptor de Cirurgia

Geral da Universidade de Uberaba, no

Hospital Mário Palmério.

Fernanda Campos é fisioterapeuta

formada pela Universidade Federal do

Triângulo Mineiro, com mestrado na área

e docente no curso de esté ca do Senac-

MG. Atua na área de fisioterapia e Dermatofuncional

na Clínica Médica Pasin.

Jesielly Cherim é fisioterapeuta forma-

da pela Universidade de Uberaba, com

formação em pilates. Atua na área de

fisioterapia e Dermatofuncional na Clínica

Médica Pasin.

Como são os atendimentos na clínica?

Os atendimentos médicos são realizados

diariamente. Atualmente contamos

com três especialistas e no futuro teremos

ainda mais profissionais. De acordo com o

Dr. Thomas Green, as consultas têm média

de 40 minutos. É feito uma anamnese e

exames sicos relevantes, é discu do a

melhor estratégica terapêu ca dentro das

necessidades e desejos dos pacientes. Nas

especialidades de Nutrologia e Dermatologia,

a ro na é semelhante, incluindo

algumas par cularidades clínicas e patológicas.

Além dos atendimentos e procedimentos

médicos, contamos ainda com

profissionais da área da fisioterapia, que

complementam os tratamentos no setor

de fisioterapia dermatofuncional e nos

tratamentos cosmiátricos capilares (complementando

a tricologia médica).

Qual a importância das atualizações e

cursos?

A busca pelo crescimento profissional é

indispensável. Quando ingressei na faculdade,

comecei a construção passo a passo

de um bom ambiente de trabalho e cada

vez mais conquistas na formação médica.

Gra dão pelas oportunidades, e a certeza

que muitos planos estão a caminho da

concre zação.

“Atuar na área da saúde exige bastante comprome mento e responsabilidade,

contudo é gra ficante e emocionante transformar a vida das

pessoas. A Clínica Médica Pasin é um novo espaço para somar e oferecer

um atendimento de qualidade e com excelência na área da saúde.”



saúde

Carol Naves

Dr. Leonardo Gaia é médico formado

pela Faculdade de Medicina do Triângulo

Mineiro, atual UFTM. Fez a residência em

ortopedia e coluna pelo Hospital das Clínicas

da USP – São Paulo. Ele é uma referência

em Uberaba e região, quando o assunto

é colunas e dores ortopédicas. Em

entrevista exclusiva para a São Lucas Magazine

ele fala sobre hérnia de disco, lombalgia,

dores nos membros inferiores e

outros acome mentos.

Por que você optou pela ortopedia?

Quando passei pela ortopedia na época

da faculdade, eu me apaixonei. Meu pai é

ortopedista, isso influenciou muito, eu

sempre me espelhei na carreira dele. É

uma especialidade que traz muitas resoluções

para as pessoas, você consegue voltar

o paciente as suas a vidades e possibilitar

mais qualidade de vida. O que é muito

gra ficante.

Quais são os tratamentos para dores

lombares e hérnias?

Hoje nós conseguimos executar o tratamento

conservador, sem cirurgia para a

maioria dos casos. São tratamentos que

dependem muito mais do paciente do que

do médico. Precisamos, nesses casos, do

apoio do terapeuta ocupacional, fisioterapeuta

e, em alguns casos, inclusive de

nutricionista. A equipe mul fatorial é

fundamental nos resultados do tratamento.

Nos casos de intervenção cirúrgica,

atualmente nós temos as cirurgias de

coluna que são muito seguras, quando são

bem indicadas e conseguimos minimizar

os riscos com a evolução das técnicas, dos

instrumentos e do material cirúrgico. Hoje

elas são muito mais seguras que an gamente.

Quais são as principais queixas dos

pacientes?

A principal queixa é a lombalgia, a dor

lombar. Qualquer dor que exista entre as

costelas inferiores e os ossos da bacia.

Existem várias causas, temos as causas

ortopédicas e não ortopédicas, musculares,

casos de tumores, cólicas renais e dor

28 | SÃO LUCAS MAGAZINE

Atividades físicas e fortalecimento da lombar, abdômen e

glúteos, são os melhores remédios para melhorar a lombalgia

pélvica nas mulheres. Atualmente, com a

má postura e o ganho de peso cada vez

mais frequente. As patologias de coluna

tornaram-se o mal do século XXI, uma

consequência do aumento da expecta va

de vida. Por isso, as queixas de dores na

coluna são cada vez mais frequentes.

Quem nunca travou, teve uma dor nas

costas, um pinçamento ou uma dor irradiada?

O que é a hérnia de disco?

Da forma mais simples de explicar, o

disco funciona como um amortecedor dos

corpos vertebrais. Ele tem um núcleo

punpuoso / gela noso, como se fosse o

aspecto de um chiclete.

Por determinados fatores, como o

tabagismo, o sobrepeso que acelera essa

degeneração, trabalhos pesados e a vidades

de alto rendimento, há um extravasamento

desse núcleo gela noso do disco e

ele toca no nervo. Por isso acontece a dor,

que geralmente é irradiada, e tem origem

na área paravertebral, na região glútea e

se estenda até os membros inferiores, até

os pés. É como se fosse uma compressão

mecânica que tem uma resposta inflamatória,

por isso tanta dor.

Quais são idades mais comuns para o

aparecimento das hérnias?

Nós costumamos dizer que a hérnia de

disco é a doença do adulto jovem. Ela

compreende entre os 45 a 50 anos. O

idoso raramente tem hérnia, porque ele já

tem uma degeneração tão acentuada que

o disco vai desidratando e não consegue

ter essa extrusão de escalpo. O paciente

mais jovem também é mais raro, porque

ele não tem as alterações degenera vas

que levam à hérnia. Atualmente temos

feito o diagnós co de adolescentes, talvez

pela má postura, sedentarismo ou por

a vidades de impacto cada vez mais

frequentes.

Quais são os sinais para procurar um

médico?

Na maioria das vezes, existem sinais e

sintomas de alarmes. Pode ser a dor irradiada

e persistente ou alteração de sensibilidade

nos membros inferiores. Alterações

de sensibilidade na região perineal, pacientes

que têm dificuldade de urinar e

evacuar pode ser um sinal que compressão

nervosa existe.

O que mais afeta os idosos?

Os idosos têm várias alterações degenera

vas, têm casos de lombalgia, osteoporose

e também o estreitamento do

canal. O idoso tem uma hipertrofia dos

ligamentos da coluna, e o canal vai ficando

estreito, mais fechado. São aqueles pacientes

que não conseguem caminhar, que

são os casos da estenose de canal lombar.

O idoso já tem uma restrição de movimento,

ele não tem mais a mesma flexibilidade

e nem a amplitude de movimento que tem

um jovem, então é aquele paciente que

começa a ver dificuldade nas ações do dia

a dia. Por limitação da mobilidade e por

dor. Há um enfraquecimento natural que

todo mundo vai viver, da musculatura

paravertebral, que é o que estabiliza a

coluna. Por isso o remédio mais barato e

que tem menor efeito colateral é o fortalecimento

muscular. Que é o que dará uma

sobrevida melhor, espaça as dores e crises

de lombalgia e o paciente tem uma qualidade

de vida melhor. O resultado é muito

melhor que cirurgia, infiltração e, neste

caso, só depende do esforço do paciente.

Quais os tratamentos para hérnia de

disco?

Existem algumas indicações cirúrgicas e

elas são bem especificas. Indicamos a

cirurgia na falha do tratamento conservador.

Tentamos medicação, reabilitação

por 3 a 4 meses e não houve resultado. Ou

com pacientes que estamos acompanhando

e há surgimento ou piora de algum

déficit neurológico. O paciente começa a

ter diminuição de força nos membros

inferiores, começa a perder a sensibilidade

nos membros inferiores e perineal.

O que é a infiltração?

Nós chamamos de infiltração ou bloqueio,

ela é feita pelos ortopedistas ou

anestesistas. Nós conseguimos injetar um

anestésico e um cor coide perto da onde

é essa compressão. Como se fosse feito

um bloqueio do nervo, da raiz, da onde

está inflamada a hérnia de disco. É como

um teste terapêu co, com os resultados

podemos medir a melhora do paciente. E,

a par r daí, começar com o processo de

reabilitação, quando é re rado o paciente

da crise.

A história clínica e o exame clínico

são fundamentais. Mas com o advento

da ressonância e da tomografia,

conseguimos com esses exames de

imagens complementarem os diagnós

cos. Coisas que há 15 - 20 anos

passavam ba do em um exame de

imagem, atualmente, com o avanço

da tecnologia, isso não passa. E a

população vai-se tornando mais

esclarecida, da sintomatologia, das

dores e os médicos estão com maior

facilidade de acesso para todas as

pessoas. O que facilita os bons resultados

e a promoção da saúde.


Fotos Fábio Nunes

música

Maestro Pinocchio

Produtor, músico, instrumen sta,

arranjador e maestro.

Se tem uma pergunta que ouvi nesses

40 anos de carreira foi essa: Maestro,

qual o segredo do sucesso? Como

você conseguiu estourar tantos ar s-

tas? Como teve a ideia daquela música

de sucesso? Preciso ter inves dores

ou empresários influentes, ter um

eficiente network, talvez uma boa

aparência?... Sim, são muitas questões

que cercam o fascinante mundo

de sucesso da música. E, ao final de

tudo, o que todos nós almejamos na

verdade é o sucesso, seja ele profissional

e/ou pessoal. Obriguei-me com

esse texto a pensar no assunto, a fazer

uma reflexão sobre o que realmente

penso, algo que vá além das respostas

vagas que dou normalmente.

A princípio, as primeiras respostas

sobre essa questão poderiam ser as

superficiais e clichês que dou normalmente.

Ah! O sucesso é a somatória de

vários fatores, talento, sorte, dinheiro,

contatos, enfim, tudo o que teoricamente

entendemos ser necessário

para gravar um ar sta com qualidade

e divulgá-lo como o mercado pede.

Mas não, não é o suficiente. Pasmem,

sucesso

como muitos acreditam, dinheiro, egos e cha serem do mesmo

talento, contatos, tudo como manda o tamanho de suas qualidades vocais.

figurino desse submundo da música Por outro lado, já vi talentos medianos

podem não ser suficientes para o se tornarem sucesso por conseguirem

ar sta alcançar o sucesso.

ca var o público e conquistarem seu

Por outro lado, comecei a pensar na lugar ao sol. Às vezes, o ar sta esquece

que o grande patrão precisa gostar

magia da coisa, entendem... Do que

adianta o ar sta ter dinheiro, cantar do trabalho e da pessoa que ele é e, no

bem, ter contatos influentes se lhe caso dele, o público é quem manda,

falta SIMPATIA, apa a com o público. ele que define se o ar sta vai ou não

Nesses longos anos de carreira, já vi fazer sucesso.

grandes talentos perdidos pelo caminho.

Aqueles por quem apostaria adiantaria a junção de todos os fatores

No entanto, caros leitores, de que

qualquer valor que fariam sucesso e descritos até agora como talento,

que se perderam no longo caminho dinheiro, contatos, perseverança,

até o sucesso. Da mesma forma, vi estudo, dedicação se não fosse o mais

talentos pequenos se tornarem grandes

nomes, e me sen inquieto com so, A MÚSICA. Sim, acredito que o

importante fator para a ngir o suces-

isso. Por vezes ques onei: Mas qual segredo do sucesso seja a MÚSICA

será o segredo do sucesso?

certa, com a pessoa certa, na hora

A resposta, a qual acredito ser a certa. Quantos sucessos já vimos vir à

mais per nente, precisou ser construída

ao longo da minha carreira. Viver p r e p a r o ! S e l e m b r a m d o

tona sem nenhum inves mento ou

da música sertaneja me fez ter uma “MORANGUINHO DO NORDESTE”

visão ampla de qual afinal seria o rsrsrs, claro que sem inves mento na

segredo do sucesso. Primeiramente, próxima música e na carreira o ar sta

há elementos que devem ser considerados

em qualquer segmento. Para gável que, naquele momento, ele

não se mantenha em alta, mas é ine-

ser um bom médico é necessário a ngiu o sucesso.

muito estudo, inves mento, trabalho Então, caros amigos, nesses anos de

e, é claro, talento. Na música é da estrada, aprendi que há muitos fatores

que juntos geram uma energia,

mesma forma, a soma desses fatores é

sim imprescindível, mas vamos além. uma magia que leva o ar sta até o

No mundo musical, o sujeito que sucesso. A vontade da equipe que

quer chegar ao sucesso e desfrutar de aquilo dê certo, o empenho do ar sta,

todos os bene cios, principalmente o a simpa a e empa a dele com o

financeiro que a fama traz, precisa ser público, a fé de que vai dar certo, o

simpá co, mas falo de uma simpa a acreditar naquilo que está fazendo,

nata, não a dissimulada. Precisa saber cantar aquilo que se acredita. Assim

ca var no público um sen mento de como em todas as profissões, o fazer

amor. Quantos talentos inacreditáveis com amor que faz a diferença. Perseverar,

acreditar e vi se perderem pelo caminho por seus

trabalhar.


estética

Carol Naves

bem-estar beleza e

Maria Ester Cruz Gomes é este cista

há 18 anos, com diversos cursos na

área. Ela ainda é depiladora e massoterapeuta.

Ela é a proprietária da Ester

Esté ca, um espaço no edi cio São

Lucas que oferece diversos procedimentos,

como massagem modeladora

e relaxante, vibracell, drenagem

linfá ca e para gestantes, depilação

com Laser Soprano XL, rádio frequência,

Power Shape, criolipólise, ultrasson

esté co, ventosa terapia, corrente

russa entre outros.

Quais os resultados das massagens

modeladoras? Quanto tempo é

necessário para ver mudanças?

Elas oferecem redução de medidas,

celulite e flacidez. É necessário que

sejam feitas no mínimo dez sessões de

massagem, aliada à a vidade sica e

reeducação alimentar, os resultados

só são propiciados pelas ações em

conjunto.

O que é o vibracel?

É um aparelho que, através de

ondas vibratórias de pressão posi va,

atua eliminando o depósito de gordura

decorrente da circulação deficiente,

mobilizando gorduras do tecido,

que serão absorvidas pela corrente

sanguínea e linfá ca. Ele apresenta

resultados incríveis.

Como funciona a drenagem em

gestantes?

A combinação entre drenagem

linfá ca e gestação não poderia ser

mais eficaz: ajuda a relaxar, alivia

inchaços picos da gravidez, reduz o

acúmulo de retenção liquida, es mula

a lactação e prepara as mamas para a

30 | SÃO LUCAS MAGAZINE

amamentação, além de prevenir e

combater varizes, celulite e estrias.

O que é a rádio frequência?

Este procedimento é u lizado para

es mular o colágeno e, além de

aumentar o metabolismo celular, é

indicado para o tratamento de rugas,

combate à flacidez, tratamento de

celulite e combate à obesidade. É uma

ó ma opção para mulheres e homens.

O que é o Power Shape?

Ele é indicado para o contorno corporal,

redução de celulite e medidas,

es mulo de colágeno, tratamento de

acne e da flacidez. São várias ponteiras

que permitem cuidar de qualquer

parte do corpo, inclusive do rosto. O

efeito térmico a nge as camadas

profundas de gordura, o que auxilia no

combate à celulite.

O que é a depilação com o laser

soprano XL?

Conhecido como Soprano XL, que é

o nome da máquina, o laser tem um

sistema de resfriamento que faz o

ardor dos disparos ser muito pequeno,

quase nulo. Os pulsos emi dos na

pele têm baixos picos de energia e são

aplicados em várias repe ções, o que

faz a depilação ser mais homogênea,

efe va e muito menos dolorida. Pode

ser feito em pele negra e bronzeada e,

após 24 horas, você pode tomar sol.

Qual o obje vo do ultrassom

esté co?

O ultrassom provoca a quebra da

célula de gordura e a microcorrente

potencializa sua ação e es mula o

sistema linfá co a eliminar estas

gorduras e toxinas de forma eficaz. Ele

também pode ser usado para tratar a

celulite, quando combinado com

outras tecnologias. Quando ele é

usado de forma focada, pode quebrar

gorduras ou mesmo promover microcoagulação

dos tecidos e es mulo do

colágeno. Ele pode ser u lizado tanto

no tratamento de gordura localizada

quanto em procedimentos contra a

flacidez e perda de firmeza da pele,

face e pescoço.

Como é feita a terapia com ventosas?

É um tratamento natural no qual

são usadas ventosas para melhorar a

circulação sanguínea. As ventosas

criam um efeito de vácuo, que suga a

pele, resultando em um aumento do

diâmetro dos vasos sanguíneo no

local. Com o resultado, existe uma

maior oxigenação destes tecidos,

permi ndo a liberação de toxinas do

sangue e do músculo com mais facilidade.





na mesma a vidade que deu origem à

concessão

Para os vinculados ao Regime Geral

de Previdência Social (INSS) e Regime

Próprio de Previdência Social (RPPS),

não há impedimento legal de se

aposentarem na modalidade especial

em um regime e con nuarem

trabalhando no outro. Da mesma

forma também, aquele que se

aposenta em um regime (RGPS ou

RPPS) e, logo após, inicia a vidade no

outro.

Há várias outras hipóteses, contudo

a análise por um especialista é

imprescindível para evitar prejuízos e

dores de cabeça juntos aos órgãos

mantenedores das aposentadorias.

É possível transformar o tempo

especial em comum, para fins de

aposentadoria?

Sim, a conversão é possível e

observará as regras previstas no

Regulamento da Previdência Social

(Decreto nº 3.048/99), sendo

interessante quando o segurado ter

exercido a vidades especiais ao longo

da vida, mas em período insuficiente

para requerer a aposentadoria

especial.

O tempo conver do pode ser

u lizado no requerimento de outro

po de aposentação.

Tal entendimento atualmente não

se aplica aos servidores públicos

vinculados ao RPPS.

Sou profissional da saúde e possuo

vários vínculos de trabalho cuja soma

de todos os meus rendimentos

ultrapassa o teto previdenciário e

efetuo recolhimento sobre todos os

valores. Vou me aposentar com valor

que atualmente recolho?

Não. O teto de contribuição para o

INSS atualmente é de R$ 5.645,80 (até

31/12/2018), sendo que os valores

acima desse limite não serão

computados para fins de valor de

aposentadoria, conforme prevê a

legislação atual.

É possível requerer os valores que

foram pagos a mais?

Sim, é possível. Se você contribuiu

para o INSS pelo teto máximo em

todos seus vínculos de trabalho, é

possível requerer a res tuição

previdenciária das diferenças

recolhidas, dos úl mos 05 (cinco)

anos.

Os valores devidos, dependendo do

c a s o , p o d e m u l t r a p a s s a r

R$100.000,00 (cem mil reais).

Para tanto, é imprescindível a

contratação de um especialista para

analisar se há direito à Res tuição

Previdenciária e apurar se existem

diferenças, evitando assim o não

reconhecimento do direito ou a

ocorrência de prejuízos financeiros

acerca do real valor a ser recuperado.

É possível declarar o tempo de

a vidade especial para u lizar

futuramente no requerimento de

aposentadoria?

Sim. A declaração do tempo

especial garan rá a u lização desse

direito em momento futuro, sem

riscos de mudança da lei, por se tratar

de direito adquirido na cons tuição.

Essa opção é interessante para

quem deseja fazer seu planejamento

previdenciário.

Estou aposentado, mas minha

aposentadoria é menos vantajosa

que a Aposentadoria Especial. O que

fazer?

Sem dúvida a Aposentadoria

Especial para os profissionais da saúde

se mostra vantajosa, por exigir menor

tempo de trabalho e possuir valor

atra vo para aqueles que pensam em

se aposentar.

A complexidade da matéria exige a

análise do direito por profissional

especializado na área previdenciária,

o qual terá condições para dizer qual a

melhor forma de garan r seus direitos

e evitar que eventualmente haja

algum infortúnio.


saúde

Catarata

Carol Naves

Dra. Graziela Massa Resende é médica

formada pela Universidade Federal

do Triângulo Mineiro (UFTM), com

residência em o almologia e especialização

em glaucoma pela UNICAMP.

Ela conta com exclusividade para a São

Lucas Magazine sobre a catarata, os

sintomas, tratamentos e riscos.

O que é a catarata?

Nós temos uma lente natural do

olho, que se chama cristalino. Com o

envelhecimento, ela vai perdendo a

sua transparência e com isso vai piorando

a qualidade da imagem que nós

vemos. A catarata é uma perda de

transparência da lente natural do

olho.

Quem pode ter catarata?

A mais comum é a catarata senil,

própria do envelhecimento. Existe

também a catarata congênita, que já

se manifesta nos primeiros dias de

vida.

É mais grave e pode deixar sequelas

visuais, pois nesta a fase, a criança está

desenvolvendo a visão. Necessita

tratamento rápido para que a criança

não se torne amblíope (não desenvolva

o potencial de visão e fique com a

visão “preguiçosa”). A catarata senil,

mesmo se re rada em fases mais

tardias, tem bom resultado visual,

pois a fase de maturação visual já foi

finalizada.

Qual o tratamento para a catarata?

Ele é cirúrgico e não existe colírio. É

um tratamento que evoluiu muito, as

cirurgias hoje são mais rápidas e são

consideradas microcirurgias, com

recuperação rápida. As lentes intraoculares

que nós implantamos no lugar

da catarata evoluíram muito e a técnica

cirúrgica mudou ao longo dos anos.

An gamente era re rado o cristalino

inteiro e não se fazia nada, pois não

exis a uma lente intraocular. Era

re rado o cristalino sem deixar um

apoio para colocar a lente. Com o

tempo evoluiu e passamos a u lizar a

técnica de facectomia extracapsular.

Nós rávamos uma parte desse cristalino

e do núcleo como todo. Surgiram

as lentes intraoculares que eram

implantadas naquele todo, o que já foi

uma grande evolução. Hoje os cortes

são pequenos e a recuperação é muito

mais rápida, em média os pacientes já

sentem a melhora na visão no dia

seguinte.

Com o tempo a cirurgia precisa ser

refeita?

Não. Em alguns casos, se houver

piora da visão, pode ser feita a capsulotomia

a laser para re rada da cápsula

posterior do cristalino que pode

perder a transparência com o tempo.

Esse procedimento é ambulatorial e

de rápida recuperação.

Qual a parcela da população mais

a ngida pela catarata?

O idoso com certeza terá catarata

em algum momento. É uma evolução

natural relacionada ao processo de

envelhecimento. Sempre brinco com

os pacientes que “Quem viver, vai

ter”! Como dito anteriormente, crianças

podem nascer com catarata, devido

à doenças infecciosas ou mutações

gené cas. Existem cataratas em

adultos jovens, relacionadas à traumas,

à uso indevido de medicações

como os cor coides, entre outras.

Qual o risco da cirurgia e importância

dos cuidados no pós-operatório?

O risco mais temido é a infecção, e

esta depende de vários fatores: condições

de higiene do paciente no pré e

pós operatório, qualidade das pálpebras,

uso correto dos colírios, qualidade

dos insumos u lizados para as

cirurgias, manipulação dos olhos sem

lavar as mãos. Com a evolução da

cirurgia e recuperação mais rápida, os

pacientes “baixam mais a guarda”, não

fazem o repouso como deveriam. O

risco de infecção é baixo, mas existe e

é grave, podendo causar até a perda

da visão.

O Sistema Único de Saúde (SUS)

oferece a cirurgia de catarata?

Oferece e em boas condições. Em

Uberaba, por exemplo, nós temos

bons aparelhos e boa qualidade de

insumos. O que o SUS fica para trás do

par cular é que eles não oferecem as

lentes que nós chamamos de Premium.

Hoje temos várias opções, e no

caso do SUS, são oferecidas as mais

básicas.

Qual a importância da experiência

na área médica?

Nós ganhamos experiência ao longo

do tempo. Quando eu vejo esse quesonamento,

eu me lembro do início

da minha carreira, quando os pacientes

nham medo de se consultar

comigo, por ser muito jovem. Hoje,

com 10 anos de profissão, eu vejo que

experiência é algo que te traz muita

tranquilidade. Com as tenta vas de

escolher o que é o pior ou o melhor, o

que é certo naquele momento, a

gente vai criando a nossa experiência

e conseguindo agir com mais eficiência

e tendo melhores resultados para

os pacientes.

Qual a importância da anamnese?

A anamnese é tudo. Enquanto você

está conversando com o paciente,

você já está pensando em várias coisas

e já consegue direcionar melhor o

diagnós co. Principalmente na o almologia,

o diagnós co é muito clinico,

nem sempre você precisa de exames

complementares.

Então a anamnese bem feita te abre

vários caminhos para realizar um diagnós

co mais preciso. A conversa

direciona o que você vai procurar e

isso te ajuda muito.




educação

transformar

Por Aírton DeSouza

Jornalista e professor

Ninguém discorda de que a

educação é a porta de entrada para o

sucesso e para a transformação das

pessoas e do mundo à sua volta. No

entanto, existem pessoas que têm

mais convicção do que outras quando

se faz essa afirmação. Cláudio

Gonçalves é uma dessas pessoas.

Paulista de Sertãozinho, professor de

química em várias escolas do interior

de São Paulo, mudou-se para Uberaba

já há alguns anos e aqui reforçou ainda

mais a sua prá ca em suas crenças.

Sua vocação maior é a sala de aula, o

que testemunha alguns de seus

i n ú m e r o s a l u n o s , q u e n ã o

economizam palavras para falar da

habilidade do mestre na arte de

ensinar, além de diver r, pois a

educação, para ele, deve se dar com

zelo e prazer.

Muitos foram esses alunos que hoje

são médicos, engenheiros, den stas,

mas, sobretudo, pessoas que não se

formaram apenas na técnica, mas

também na sua humanidade, algo que

para o Cláudio é imprescindível. “De

n a d a va l e o conhecimento, a

profissão, se a pessoa não cul va

também valores humanos”, diz

Cláudio, em testemunho de seus

amigos e colegas de trabalho.

Por sen r a necessidade de ir além

da sala de aula, justamente por

imaginar que ainda poderia fazer

mais, aumentar sua contribuição para

as pessoas, ele permi u que aflorasse

também o seu lado empreendedor e

inves u toda a sua experiência numa

escola de ensino fundamental e

médio, o Colégio Liceu, e em uma

faculdade a distância, a Unopar. O

Liceu é a menina dos olhos desse

professor que se enche de orgulho

quando pode se dar ao prazer de

entrar numa sala de aula para

exercitar o que tem de mais talentoso.

Entre hidroxilas, benzenos e tantas

rimas mais, ele brinca e transmite

muito além dos livros a um grupo de

ouvidos atentos. Ali se realiza.

Esse empreendimento que dá

mostras de sucesso é resultado

também de sua parceria na vida

pessoal. Casado com Érica Ferreira,

administradora focada em sempre

assimilar novos conhecimentos, é ela

quem cuida de manter afinada essa

orquestra educacional. Ela busca

sempre novas alterna vas para que o

aluno tenha sempre um melhor

a p r o v e i t a m e n t o , i n t r o d u z

técnicas inovadoras no plano

educacional da escola para

que o desempenho dos

alunos seja cada vez mais

sa sfatório. Nas palavras

de Cláudio, Érica é a

responsável pelo sucesso

de tudo que fazem juntos

e afirma também que ela,

c u i d a n d o d a

administração, ele pode

se dedicar ao que mais

ama, a arte de ensinar.

Enfim, esse casal,

focado na educação

dos inúmeros alunos

que vêm ao Liceu, é

exemplo de crença no

que faz, talento e competência para

fazer da melhor forma possível. É

inevitável que, com essas qualidades

todas, o resultado seja o sucesso do

brilhante casal de empreendedores

em educação aqui em Uberaba.

38 | SÃO LUCAS MAGAZINE


seu point de

alimentação

saudável

no shopping uberaba.

Shopping Uberaba

(34) 3311-1131

@mrfitshoppinguberaba

mrfitshoppinguberaba


SAÚDE

Tratamento

Dra. Thais Moscardini

Médica especialista em

Endocrinologia e Metabologia

obesidade

A Organização Mundial de Saúde

aponta a obesidade como um dos

maiores problemas de saúde pública

no mundo. A projeção é que, em 2025,

cerca de 2,3 bilhões de adultos

estejam com sobrepeso e mais de 700

milhões, obesos. No Brasil, a

obesidade vem crescendo cada vez

mais. Alguns levantamentos apontam

que mais de 50% da população está

acima do peso, ou seja, na faixa de

sobrepeso e obesidade.

Es ma-se que os fatores gené cos

possam responder por 24% a 40% da

variância no IMC, por determinarem

diferenças em fatores como taxa de

metabolismo basal, resposta à

superalimentação e outros. Acreditas

e q u e a s m u d a n ç a s d e

comportamento alimentar e os

hábitos de vida sedentários, atuando

sobre genes de suscep bilidade,

sejam o determinante principal do

crescimento da obesidade. É provável

que a obesidade surja como a

resultante de fatores poligênicos

c o m p l e x o s e u m a m b i e n t e

obesogênico.

Uma grande preocupação médica é

o risco elevado de doenças associadas

ao sobrepeso e à obesidade, como

d i a b e t e s m e l l i t u s p o 2 ,

hipercolesterolemia, hipertensão

arterial, doenças cardiovasculares,

a p n e i a d o s o n o , p r o b l e m a s

psicossociais, doenças ortopédicas e

diversos pos de câncer. É importante

o conhecimento das comorbidades

mais frequentes para permi r o

diagnós co precoce e o tratamento

dessas condições, de forma que as

intervenções adequadas possam ser

realizadas para reduzir a mortalidade

associada.

O tratamento da obesidade é

complexo e mul disciplinar. O

t r a t a m e n t o f a r m a c o l ó g i c o é

adjuvante das terapias dirigidas com

foco na modificação dos hábitos de

vida relacionados com orientações

nutricionais para diminuir o consumo

d e calorias n a a l i m e nta ção e

exercícios para aumentar o gasto

c a l ó r i c o . T u d o d e v e s e r

individualizado, sob supervisão

médica con nua e man do, quando

seguro e efe vo, principalmente pela

tendência a recuperar o peso perdido,

já que se trata de uma doença crônica.

Uma meta inicial de perda de 5% a

10% do peso em 6 meses é fac vel. As

mudanças de es lo de vida e as

técnicas cogni vo-comportamentais

são fundamentais e o tratamento

farmacológico não deve ser usado

como tratamento na ausência de

outras medidas não farmacológicas. A

escolha do tratamento deve basear-se

na gravidade do problema e na

presença de complicações associadas.

A escolha da medicação deve levar

em conta diversas caracterís cas do

p a c i e n t e , a s s i m c o m o

contraindicações. Nem todos podem

usar todas as medicações, e é função

de um profissional médico sério

escolher as opções, baseado em tudo

isso, e saber reavaliar o paciente para

trocar, se for necessário. Além disso,

as medicações aprovadas atualmente

para tratamento da obesidade e

vendidas em farmácia (no Brasil,

temos Sibutramina, Liraglu da e

Orlistate, e a Lorcaserina aprovada,

mas ainda não vendida) passaram por

crivo de estudos de segurança e

podem ser usadas a longo prazo

( e m b o r a a S i b u t r a m i n a s e j a

contraindicada em quem tem doença

cardiovascular prévia, por poder

aumentar ligeiramente a pressão,

principalmente nos que perdem

pouco peso com ela). A Liraglu da

possui estudos de segurança em

população diabé ca de alto risco e

mostrou não só segurança, como

redução de eventos cardiovasculares

nessa população. E uma análise de

estudos para obesidade sugere

(embora não seja um dado defini vo),

q u e o m e s m o o corra e m n ã o

diabé cos.

As medicações são opções com

limitações, mas que podem ajudar

muito a vida de pacientes que sofrem

com obesidade, que é tão di cil de

t rata r e tã o e s g m a za d a n a

sociedade.

40 | SÃO LUCAS MAGAZINE



saúde

Dr. Rodrigo Sousa Rezende é médico,

formado pela Universidade Federal

do Triângulo Mineiro (UFTM), com

residência em Cirurgia pelo HC-UFTM

e em otorrinolaringologia pelo

HB-FAMERP de São José do

Rio Preto-SP. É também mestre em

otorrinolaringologia pela FMRP-USP

de Ribeirão Preto-SP. Explica, nesta

entrevista, alguns cuidados e

tratamentos para o nariz,

garganta e ouvidos.

Quais sintomas em relação a nariz,

garganta e ouvidos são sinais de alertas

para procurar um médico?

Os sintomas gripais que pioram do

terceiro ao quinto dia, ou que persistem

após 7-10 dias indicam a necessidade

de tratamento, pois apontam

para um quadro infeccioso bacteriano.

Outras situações que indicam

urgência são os casos de surdez súbita,

paralisia facial, ver gens incapacitantes,

dentre outras. A nossa especialidade

tem um predomínio de atendimento

de urgências.

Quais as queixas mais comuns

entre os pacientes?

Obstrução nasal, tonturas, zumbido

e os sintomas infecciosos pós-gripais

são os mais prevalentes.

Há doenças que, se não forem tratadas

adequadamente, poderão

tornar-se crônicas?

Sim, um exemplo são as rinossinusites.

Se não tratadas, podem evoluir

Promoção

para rinossinusites crônicas. Outro

exemplo são as perdas audi vas que

vão piorando, se não abordadas.

O que é a rinite alérgica? Qual o seu

tratamento?

Trata-se de um processo inflamatório

nasal em que o componente alérgico

é expresso por uma exposição a um

agente externo, chamado alérgeno.

Entretanto é muito incomum uma

causa única para a rinite, que é geralmente

Mul fatorial. O tratamento é

com an -inflamatórios hormonais

tópicos e o alívio dos sintomas com

an -histamínicos tópicos ou sistêmicos.

O que é obstrução nasal?

De um jeito simples, é o entupimento

do nariz. Pode ser por um quadro

inflamatório como a rinite ou por

alterações estruturais, como os desvios

de septo, além de outras causas,

como pólipos nasais, tumores etc.

Quando devemos considerar a

cirurgia para resolução da obstrução

nasal?

Quando ocorre uma falha no tratamento

clínico e os sintomas persistem

ou incomodam o paciente, além das

causas tumorais que exigem uma

urgência no tratamento.

Quais são as possíveis causas das

a as?

Existem a as traumá cas (escovação,

aparelhos, mordidas etc.), reumatológicas,

dieté cas (alimentos

ácidos, p. ex.), por doença do refluxo

daSaúde

Carol Naves

gastroesofágico, dentre outras. O

tratamento da causa é impera vo,

mas a melhora dos sintomas pode ser

o b d a com p o m a d a s d e a n -

inflamatórios hormonais, cauterização,

laser etc.

Que significam as amígdalas grandes?

É um diagnós co para cirurgia?

Existem fatores gené cos, hiperplasia,

além de causas infecciosas, refluxo,

inflamação, que são as hipertrofias.

A indicação cirúrgica é quando

esse aumento vem junto com a clínica

de roncos, infecção recorrente, eliminação

de cáseo, dentre outras.

É normal ouvir um zumbido no

ouvido?

Não é normal, embora seja comum

nas situações de silêncio absoluto.

Trabalhos mostram a incidência de

92% da população geral em silêncio

absoluto. Pode estar relacionado ao

início de uma perda audi va.

É necessário fazer exame audi vo

após os 50 anos?

Seria ideal, pois a chance de detectar

e tratar no início aumenta consideravelmente,

além de monitorar a evolução

da eventual perda audi va.

Existem pacientes que apresentam

nariz “entupido” em grande parte do

dia. Em alguns casos é necessária

uma intervenção cirúrgica?

Sim, naqueles casos de insucesso

no tratamento clínico, com alterações

anatômicas como os desvios septais e

nos casos de tumores.


cooperativismo

Unidos em busca da Justiça Social

Carol Naves

Em meados de 1844, surgia uma

das doutrinas mais conhecidas do

mundo. O coopera vismo nasceu em

uma cidadezinha no interior da Inglaterra.

Os moradores de Rochdale, em

Manchester, não conseguiam comprar

o básico para sobreviver nos mercadinhos

da região, que nham valores

abusivos. Pensando na união e nas

melhores possibilidades para todas

aquelas famílias, 28 pessoas se reuniram

para montar um armazém próprio.

Lá eles realizavam compras conjuntas

em grande quan dade e compar

lhavam de forma igualitária os

produtos com valores mais justos.

Atualmente, a palavra cooperar

tem feito parte da vida de milhões de

brasileiros. São centenas de cooperavas

por todo o Brasil. E o senso de

jus ça e igualdade tem sido difundido

todos os dias. Graças à educação e

divulgação dessa prá ca que é tão

importante, as pessoas têm aprendido

a importância da igualdade e da

união para o bem comum.

Maria Elisa Di Poi é presidente do

Sicoob Credimed, uma coopera va

em Uberaba que faz parte do grupo

Sicoob. O Sicoob é o maior sistema

financeiro coopera vo do país com

mais de 4,3 milhões de cooperados e

2,8 mil pontos de atendimento, distribuídos

em todo o Brasil. Apaixonada

pelo movimento coopera vista, a

presidente conta sobre a importância

da jus ça financeira e do crescimento

mútuo da sociedade que é conquistada

em decorrência do coopera vismo.

“O coopera vismo é um modelo

de negócio, mas, além disso, é um

modelo de vida. No quesito negócio,

as coopera vas são grupos de pessoas

que se unem e formam uma associação

específica que são as segmentadas

ou as livres que são unidas não

apenas pelo segmento, mas por

outros obje vos que sejam comuns.

Tornou-se um modelo de vida, pois os

valores principais são a cooperação,

democracia, jus ça, igualdade, transparência

e o incen vo à educação e ao

conhecimento. É um modelo que já

funciona no mundo há muito tempo.

Quem está na coopera va, os associados,

são os donos do próprio negócio.

E as sobras são rateadas entre os membros.

Tudo que é gerado nela é rever -

do aos cooperados. Eles são os donos

e os usuários. A coopera va é democrá

ca e oferece o direito à voz e voto,

pois as decisões são tomadas dentro

das assembleias com os cooperados.”

É apaixonante ver como os envolvidos

na causa gostam de falar sobre o

assunto e divulgar o movimento.

Maria Elisa conheceu o coopera vismo,

quando ainda fazia faculdade, há

quase 40 anos. O seu trabalho de conclusão

de curso foi sobre o coopera -

vismo de crédito. E, desde aquela

época, ela já acreditava no modelo.

“Anos depois, ve a possibilidade de

fazer parte do conselho fiscal e de

administração de uma singular do

Sicoob e algum tempo depois fui convidada

a fazer parte da diretoria.

Desde então eu par cipei de dezenas

de cursos, palestras e especializações,

inclusive fora do Brasil. Em Belo Horizonte,

fiz um curso intensivo de 2

anos, lá eu conheci realmente na práca.

Que é um movimento que tem

tudo a ver com o que eu acredito,

meus princípios e valores. A cooperava

é um eterno ganha-ganha, todos

ganhamos, ninguém perde e ninguém

é enganado. É absolutamente transparente.”

A paixão é comum entre os par cipantes,

as pessoas se integram a essa

corrente e começam a trabalhar por

gosto, por amor, porque sabem que

estão fazendo o bem e trazendo benecios

para uma maioria. É uma forma

sustentável e que propicia o bem para

ambos os lados. As ins tuições são

extremamente sólidas, confiáveis e

fiscalizadas pelo Banco Central de

forma con nua. A educação cooperavista

tem sido difundida nas escolas

e o obje vo é que seja incorporada

como matéria escolar nas nossas

regiões no futuro. Essa já é uma realidade

do Sul do Brasil onde existem as

primeiras coopera vas e as maiores.

Lá existe um trabalho de educação

coopera vista feito dentro das escolas.

Os cursos e palestras dos órgãos

responsáveis dos grupos coopera vistas

estão empenhados em disseminar

essa filosofia e prá ca. Inclusive o

Ins tuto Sicoob tem feito concursos e

livros para incen var a metodologia

entre as crianças e os jovens.

Álvaro de Sá é gerente geral do Sicoob

Credimed. Há mais de 20 anos

envolvido no coopera vismo, ele

conta com alegria sobre o crescimento

da filosofia e a força que a prá ca

adquiriu no Brasil. “A educação é um

dos pilares do coopera vismo e traz

grandes vantagens. No caso das coopera

vas de crédito, muitas vezes

algumas pessoas vêm apenas por uma

taxa melhor e não sabem muito sobre

a sua essência. E isso depende de nós,

das ins tuições coopera vistas

estarem trabalhando a educação de

forma mais fortalecida entre a população.

É importante falar de coopera -

vismo com todas as pessoas, não só os

cooperados. Coopera vismo é união,

igualdade e a busca por jus ça financeira.

O Faça Parte, que é um slogan u lizado

pelo Sicoob, representa a essência

do coopera vismo e mostra a força

de fazer parte de um movimento que

se tornou um dos mais importantes do

mundo.

SÃO LUCAS MAGAZINE | 43




saúde

Pilates para

Gestantes

Por Carol Naves

Jornalista

A gravidez é o período mais especial

da vida da mulher e, salvo exceções,

algumas a vidades podem e devem

ser pra cadas nesse período tão

importante, inclusive para auxiliar na

manutenção da saúde à espera do

bebê. Inúmeras a vidades são indicadas

pelos obstetras, mas uma, em

par cular, destaca-se pelos seus

bene cios. Isso devido ao baixo

impacto dos exercícios, desenvolvendo

a força e flexibilidade de maneira

segura, atuando para minimizar os

desconfortos decorrentes das alterações

posturais, ao promover maior

conscien zação corporal, auxiliando

inclusive na hora do parto, além da

liberação de hormônios que promovem

bem-estar e relaxamento. Estamos

falando do Pilates. E não só em

relação à mãe, mas, em relação ao

bebê, os bene cios também ocorrem,

como o aumento da oxigenação e

circulação sanguínea, promovendo

melhor desenvolvimento.

É muito comum a mulher se sen r

insegura no início da gestação quanto

à prá ca de a vidades sicas,

principalmente se for o primeiro filho.

Existem situações em que a mulher

será liberada desde o início da gestação,

após 12 semanas, ou até mesmo

não poderá pra car exercícios sicos,

dependendo da gestação. Por isso que

a liberação médica é importante antes

do início de qualquer exercício.

Somente o médico obstetra poderá

avaliar e liberar a gestante para a práca,

mas, independente disso, ela

deve se sen r confortável e sem

medos.

Escolher um ambiente que lhe agrade,

próximo à sua casa ou local de

trabalho, com profissionais que lhe

transmitam confiança e sejam capacitados,

é indispensável para que ela se

sinta confortável e disposta a desenvolver

as a vidades, a fim de usufruir

de todos os bene cios que a prá ca irá

lhe proporcionar.

“Grupos formados apenas por gestantes

são essenciais, pois permitem

uma atenção maior às demandas

específicas da fase em que cada uma

se encontra”, segundo Andrezza Papini,

profissional de Educação Física e

professora de Pilates. Além disso,

esses grupos também podem proporcionar

uma maior in midade entre as

par cipantes, o que levará, inevitavelmente,

à troca de experiências e

entrosamento que é o melhor meio

para ques onamentos e esclarecer

dúvidas comuns a todas. “Neste período,

a mulher requer atenção especial

na elaboração de um plano de exercícios

que fortaleça seu corpo, prevenindo

dores decorrentes do progressivo

ganho de peso e respeitando limitações

naturais da gestação. Além

disso, como qualquer outra a vidade,

uma avaliação sica detalhada com

anamnese, deve ser realizada antes

do início da prá ca”, conclui Andrezza

Papini.

À espera de Joaquim, a profissional

é o próprio exemplo daquilo que preconiza,

pois, além de auxiliar outras

mulheres, nessa importante etapa da

vida, também pra ca o Pilates como

forma de beneficiar a si mesma e ao

seu filho. Ela tem a convicção de que,

na hora do parto, estará devidamente

preparada, pois, ao longo desse período,

vê os resultados daquilo em que

acredita e compar lha com todos.

46 | SÃO LUCAS MAGAZINE


associação

Assim podemos definir a Asmed por

sua história de lutas, nesses 38 anos.

Desde a sua fundação, em 10 de junho

de 1980, foram muitos os desafios.

Hoje, mais estruturada, com novas

propostas, passou por muitos

obstáculos. Precisou cortar na própria

carne quando a crise bateu em suas

p o r ta s . D e m i u f u n c i o n á r i o s ,

t e r c e i r i z o u o l a b o r a t ó r i o d e

i n f o r m á c a , a c a n n a e o

estacionamento e também foi preciso

suprimir o serviço de ambulância.

Mas, tudo isso foi necessário para a

sua sobrevivência.

Voltando um pouco na história e,

p a ra refo rçar a d e n o m i n a ção

“sobrevivente”, 20 anos após sua

fundação, a diretoria foi surpreendida

com uma ação que levou a Asmed a

ser encampada por outra en dade de

classe. Dois anos mais tarde, inclusive

já escriturada e comandada pela nova

d i r e ç ã o , m a s s e m e l e i ç ã o

regulamentar, um processo judicial

era iniciado para a retomada da

Asmed.

Um novo caminho estava sendo

traçado e, ao final de 2002, a Asmed

ressurgia para contar a sua própria

história. Desde a sua fundação, com a

diretoria capitaneada pelo servidor

público Carlos Antonio Gomes,

passando por Camilo Rodrigues da

Silva, José Carlos Gerolin, João Ba sta

dos Reis, Lourival Pereira de Andrade,

Luiz Jorge Germano, Arildo Rabis Diniz

e Jesus de Faria Fernandes (desde

2004), todos trabalharam para o

crescimento da associação, visando,

exclusivamente, ao associado.

Em suas conquistas, centenas de

ações na Jus ça que garan ram

direitos e bene cios ao longo desses

38 anos. Quanto a ações que

valorizaram o patrimônio da en dade,

destaque para a aquisição do terreno

e construção do prédio que abriga a

Asmed, na gestão de Lourival, bem

como da quadra de areia, na gestão de

Luiz Jorge.

A Asmed mantém hoje centenas de

empresas e ins tuições parceiras que

garantem descontos nas áreas de

e d u c a ç ã o e e n s i n o , s a ú d e ,

informá ca, e ainda é Polo de

Educação a Distância pela Rede Futura

de Ensino.

Aquisição do terreno e construção do prédio que abriga a Asmed

aconteceu na gestão de Lourival Pereira de Andrade

Agora, mais sólida, a atual diretoria

está em fase de estudos para a

realização de um sonho, que é a

construção de Salão de Festas e

quadra poliespor va em área de mais

de 2 mil m², localizada no Residencial

Estados Unidos, cedida pela Prefeitura

Municipal de Uberaba. “A obra vai

garan r e consolidar a posse da área,

além de ser um inves mento que será

rever do para o associado”, afirma o

presidente Jesus de Faria Fernandes.

A construção dos espaços ainda

está em fase de contratação de

projeto execu vo e será uma obra a

longo prazo. Entretanto, a intenção é

que o novo espaço seja entregue aos

associados ainda pela atual diretoria.

Tanto a quadra poliespor va quanto o

salão de festas serão des nados às

a vidades da Asmed e poderão ser

locados por terceiros, aumentando

assim a fonte de renda da associação.

“ É m u i t o i n t e r e s s a n t e e s s a

perspec va da diretoria que não está

medindo esforços para atrair novos

Atual diretoria com os funcionários da Asmed trabalham

para garan r mais bene cios aos associados

bene cios para seus associados”,

ressalta Divino Alves, sem se esquecer

do trabalho das diretorias passadas

que contribuíram imensamente para

que a Asmed con nuasse. "Foi um

caminho di cil”, concluiu.

O atual presidente, Jesus Faria,

também ressalta a importância de

cada associado que acreditou na

Asmed e permaneceu até hoje em

seus quadros. Foram esses que nos

deram a certeza de que valia a pena

con nuar”. “O agradecimento é

também para os funcionários que

fizeram parte ou ainda integram a

a s s o c i a ç ã o e q u e t a m b é m

acreditaram que dias melhores ainda

virão”, concluiu.

SÃO LUCAS MAGAZINE | 47


saúde

Geriatria auxilia no gerenciamento

de cuidados para a terceira idade

Carol Naves

Dra. Renata Borges Facury é médica

formada pela Universidade Federal do

Triângulo Mineiro (UFTM), tem residência

em clinica médica e geriatria. Ela

reforça a importância do rastreio e

gerenciamento das doenças para mais

qualidade de vida.

Fale um pouco sobre a geriatria.

O geriatra é um clínico-geral, pensando

em promoção de saúde, o quanto

antes nós atuarmos, melhor. Teoricamente

o envelhecimento já deveria ser

pensado na pediatria. Desde o momento

em que nós nascemos, nós já envelhecemos.

Após os 40, 45 anos, já acontece

um declínio, e é interessante a

presença do geriatra, pois ele é um

gerenciador de cuidados.

A depressão acarreta outros acomementos?

A depressão traz à tona outros problemas.

A par r do momento que a

cabeça não está bem, o resto do corpo

acaba sofrendo algum po de pressão e

acaba acontecendo outros pos de

problemas de saúde. É muito comum o

paciente hipertenso ou com a diabetes

descompensada, que você faz tudo para

melhorar e não melhora, pois a depressão

está tão grave que não dá pra compensar.

Que acontece a soma zação, o

corpo começa a ter sintomas, que é a

maneira do corpo de liberar um pouco

daquela pressão que ele está sen ndo.

Quais os sintomas para Alzheimer?

A queixa de falta de memória é muito

48 | SÃO LUCAS MAGAZINE

comum. Só é preocupante, quando a

alteração de memória vier junto com

uma perda de função. Por exemplo, não

dou conta de fazer alguma coisa que eu

dava conta de fazer antes, eu trabalhava

e agora tenho dificuldade no trabalho.

Porque não sabe ou não lembra como

que faz. Às vezes, o fato de esquecer

uma chave, não lembrar o que foi pegar,

não caracteriza uma demência. Devido

ao atual momento, nós vivemos em

meio a uma ro na agitada, em que

temos que nos tornar mul funções e

acabamos não prestando atenção em

uma coisa específica e a memória acaba

ficando dividida.

O que pode colaborar com o paciente

que tem Alzheimer?

A ro na é fundamental! A par r do

momento que este paciente tem uma

ro na com horários, ele vai acostumando

a fazer as a vidades. Temos pacientes

que têm dificuldades em tomar

banho, mas a par r do momento que

aquela a vidade é colocada no mesmo

horário, ele começa a se acostumar.

A paciência é fundamental, não adianta

bater de frente, falar alto e brigar.

Existem algumas técnicas para ajudar a

manter os pacientes mais tranquilos. Eu

costumo sugerir para os familiares deixar

o paciente fazer o que ele ainda

consegue fazer e que não apresenta

risco. O idoso precisa desenvolver algumas

a vidades, ele não pode ficar

totalmente parado, ou apenas vendo

TV. Algumas a vidades simples es mulam

o cérebro e ajudam.

Uma boa indicação é a musicoterapia,

pessoas que gostam de música

melhoram muito com o seu auxilio,

cantando e dançando principalmente.

As fotografias também são muito

importantes, mostrar fotos, conversar

sobre aqueles acontecimentos e histórias.

O Alzheimer começa com a perda de

memórias recentes e só depois o esque-

cimento dos fatos mais an gos.

Qual a importância do atendimento

mul profissional para os idosos?

Nós somos gerentes de saúde, nós

temos muita noção de tudo que está

acontecendo, dos remédios, principalmente

porque os idosos tomam muitos

remédios. Quando o assunto começa a

ser muito especifico, sobre determinado

assunto, nós fazemos a indicação de

um especialista. Aliar o tratamento a

médicos especializados é fundamental.

Nós con nuamos próximos e aliados

aos diagnós cos.

Conte um pouco sobre o Parkinson.

A doença de Parkinson tem um componente

gené co. E geralmente acontece

com os idosos mais jovens, com 60 a

65 anos, mas pode acometer idosos

mais velhos. O sintoma mais comum é o

tremor em repouso. O diagnós co do

Parkinson é feito a par r do tremor,

paciente com corpo mais endurecido

(robo zado), instabilidade postural e

quedas, ele torna-se mais lento e demora

mais tempo para fazer as coisas.

Quais as ações para reduzir os danos

do mal de Parkinson?

Além dos remédios, temos a fisioterapia,

fonoterapia, terapia ocupacional e a

nutrição, que ajudam muito no tratamento

de Parkinson. Essa equipe vai

manter o paciente mais a vo, com mais

funcionalidade. A fisioterapia em si não

ajuda tanto no tremor ou na rigidez em

si, mas ajuda na musculatura, reduz as

atrofias. A fonoaudiologia ajuda a

reduzir os engasgos, evitando possíveis

pneumonias e problemas de pulmão. A

nutrição colabora para uma alimentação

melhor e evitar engasgos. A terapia

ocupacional para ajudar na funcionalidade

do paciente, que está tremendo,

mas mesmo assim con nua conseguindo

escrever, comer. São várias adaptações

para viver normalmente.



LANÇAMENTO



saúde

Carol Naves

Dra. Esther Andrade Rodrigues é médica

formada pela Universidade Federal do

Triângulo Mineiro (UFTM). É especialista

em Cirurgia Geral e tem residência em

Coloproctologia. Ela é uma referência na

área em Uberaba e região e conta com

exclusividade para a São Lucas Magazine

sobre os principais adoecimentos entre os

pacientes e os tratamentos mais indicados.

O que são os pólipos intes nais e quais

são os tratamentos?

Os pólipos são alterações causadas

pelo crescimento anormal da mucosa do

intes no grosso e reto. Surgem com o

resultado das alterações (mutações) dos

cromossomos de algumas células da mucosa,

fazendo com que modifiquem seu

comportamento, podendo seguir ao

longo da vida. Os sintomas podem ser

sangramento, saída de muco com as fezes,

alteração do funcionamento/hábito intesnal

e, em casos mais sérios, dores abdominais.

Em sua maioria, não apresentam

sintomas e muitas vezes é achado no

exame de colonoscopia ou Raio X contrastado.

O tratamento indicado é a re rada

dos pólipos, através do exame de colonoscopia.

Dependendo da quan dade encontrada

dentro do intes no e seu tamanho,

pode ser necessária a realização de cirurgia

para re rada da parte do intes no

comprome do.

O que é o câncer de colorretal e quais

os sintomas e tratamentos?

Exames e consultas

coloproctológicas

devem ser realizadas

anualmente

O câncer colorretal são tumores que

acometem o segmento do intes no

grosso e/ou reto. Os sintomas podem ser a

anemia, mudança de hábito intes nal

(diarreia ou cons pação), perda ponderal,

dor abdominal, sangramento, sensação

de não esvaziamento completo do intes -

no ao evacuar, fezes escuras, náuseas,

vômitos, dor na região anal. O diagnós co

requer realização de colonoscopia para

visualização direta da lesão e coleta de

biópsia. O tratamento consiste na realização

da cirurgia para re rada da parte do

intes no afetada e os nódulos linfá cos

próximos à região. Após, pode ou não

realizar quimioterapia para evitar a recidiva

da lesão.

O que é o Plicoma Anal e quais os sintomas?

Os plicomas não são hemorroidas verdadeiras,

são dobras da pele externa que

podem exis r no ânus. Os sintomas

podem ser inchaço e leve dor, edema e

prurido, mas, normalmente, não doem.

Eles podem ser de vários tamanhos e,

dependendo do tamanho, podem causar

incômodo e prejudicar a higienização.

Nesse caso, a remoção cirúrgica está indicada.

O que é a diver culose e a diver culite?

Quais as diferenças?

A doença diver cular são pequenas

saculações, que surgem na parede do

intes no grosso. São mais comuns do lado

esquerdo do intes no. A diver culite é a

inflamação dos ós os diver culares no

intes no.

O que é a hérnia inguinal e umbilical?

Quais são os tratamentos?

A hérnia inguinal é a que aparece na

região da virilha e ocorre quando há protusão

de conteúdo da cavidade abdominal

pelo canal inguinal. E o tratamento indicado

é a cirurgia.

A hérnia umbilical é o deslocamento

anormal de tecido pela parede abdominal

atrás do umbigo. Normalmente, a protuberância

é composta de gordura abdominal.

No adulto, o tratamento é cirúrgico.

Qual é a frequência ideal para realizar

exames com o coloproctologista?

É importante a realização do exame

proctológico pelo menos 1 vez ao ano. Ele

pode prevenir diversas doenças.

Quais causas podem levar a cirurgias?

Quando devo procurar um cirurgião

geral?

Existem várias causas que podem levar

a procedimentos cirúrgicos como: dor,

sangramento, perda de peso, dificuldade

de higienização. A cirurgia só é indicada

mediante a patologia do paciente e seus

sintomas. O cirurgião deve sempre ser

consultado ao se ter dor abdominal ou na

região inguinal, alteração do hábito intesnal,

histórico familiar de câncer colorretal,

perda de peso, sangramento e cons -

pação.

O que é o prolapso retal e quais os

sintomas?

O prolapso retal é caracterizado pela

exteriorização do reto pelo ori cio anal.

Pode ser completo ou parcial. Seu aparecimento

é mais frequente nos extremos da

vida.

Pode ser causado por vários fatores,

normalmente combinados: diminuição de

força dos es ncteres anais, alteração da

anatomia da pelve por cirurgias, parto,

trauma, cons pação intes nal severa,

perda de peso acentuada. Pode acometer

ambos os sexos, mas é mais comum em

mulheres. O diagnós co se dá pelo exame

proctológico.



saúde

Stella Andrade Rodrigues Campos

Fisioterapeuta, com especialização

em fisioterapia aplicada à ortopedia

/traumatologia. Especialista em

Reeducação Postural Global. Mestre

em Ciências da Saúde pela

Universidade Federal do Triângulo

Mineiro e Doutora em

Neurociências pela FMRP/USP.

54 | SÃO LUCAS MAGAZINE



internet

Fotos Kaká Borges

A história por trás do fenômeno

midiático chamado Kaká Borges

Kaká Borges

@kakaborgesoficial

56 | SÃO LUCAS MAGAZINE


SÃO LUCAS MAGAZINE | 57


corpo e mente

INTEGRAÇÃO SENSORIAL

E REABILITAÇÃO

Método utilizado na reabilitação de

crianças com necessidades especiais

Carol Naves

Você sabe o que é Integração Sensorial

(IS)?

IS é o processo pelo qual o cérebro

organiza as informações, de modo a dar uma

resposta adapta va adequada, organizando,

assim, as sensações do próprio corpo e do

ambiente de forma a ser possível o uso

eficiente do mesmo. Essas sensações dar-seão

através de dez sen dos. São eles: tá l,

olfa vo, visual, audi vo, gusta vo,

propriocepção (a postura / a contração

muscular; ter a sensação de “controle” sobre

o próprio corpo), ves bular (equilíbrio do

corpo), interocepção (sensações interiores

de fome, sede, sono, bexiga cheia,

b a m e n t o s c a r d í a c o s e c a n s a ç o ) ,

n o c i c e p ç ã o ( s e n s a ç ã o d e d o r ) e

termocepção (registro de temperatura frio,

quente etc). Assim, como um processo

neurológico e inconsciente, a coordenação

das sensações nos permite agir e responder

às situações adequadamente.

E o que é o Processamento Sensorial?

Processamento Sensorial é o nome que

está relacionado à Integração Sensorial,

sendo uma habilidade do sistema nervoso

central de absorver, processar e organizar

respostas adequadas às informações

trazidas pelos sen dos. O processamento

sensorial se divide em quatro etapas

dis ntas: registro sensorial; modulação

sensorial; discriminação sensorial;

p l a n e j a m e n t o e o r g a n i z a ç ã o d o

comportamento.

Como se dará a Reabilitação de

Integração Sensorial?

A reabilitação consiste em um programa

de tratamento elaborado a par r de uma

criteriosa avaliação do Perfil Sensorial

(ques onário padronizado u lizado para

avaliar crianças com distúrbios de Integração

Sensorial) e comportamentos da criança, a

fi m d e p r o p o r c i o n a r u m a m e l h o r

reorganização neurofuncional global,

adequando às necessidades individuais e

garan ndo melhores resultados.

Para es mular o processamento sensorial

de forma eficaz, a intervenção terapêu ca é

realizada em um ambiente organizado

sensorialmente, contendo a vidades e

es mulos dirigidos que facilitam a aquisição

de habilidades de vida diária, motoras e

acadêmicas. A criança, com a orientação de

58 | SÃO LUCAS MAGAZINE

um profissional capacitado, aprenderá a

brincar de forma eficaz, produzindo

aprendizagem e processamento organizado

das informações sensoriais, durante a

realização de a vidades que envolvem

movimento e es mulos diversos. Sendo

assim, o processamento sensorial é

importante para o desenvolvimento sico,

visual, audi vo, sensorial e sócio-emocional.

Quais os prejuízos podem acarretar

quando o indivíduo apresenta falhas nas

etapas do Processamento Sensorial?

Falhas nas etapas do Processamento

Sensorial ou a Disfunção de Integração

Sensorial (DIS) afetam a habilidade do

indivíduo de perceber e de memorizar

informações, de interpretá-las e/ou de

organizá-las, e, assim, revertem-se em

respostas inadequadas ou comportamentos

ineficientes.

Em que condições podem surgir a

Disfunção de Integração Sensorial (DIS)?

A DIS pode estar presente em atrasos do

desenvolvimento neuropsicomotor,

problemas de atenção e comportamento,

distúrbios de aprendizagem, Transtorno de

Déficit de Atenção e Hipera vidade (TDAH),

síndromes gené cas, malformação

congênita, doença neuromuscular,

prematuridade, deficiência mental, sica ou

sensorial e, primordialmente, no Transtorno

do Espectro Au sta (TEA), podendo afetar o

desempenho escolar, habilidades do

c o d i a n o e t o d o o p r o c e s s o d e

aprendizagem.

Quais comportamentos podem indicar

uma Disfunção de Integração Sensorial?

- Dificuldade em manter a atenção em

sala de aula ou brincadeiras mais complexas;

- C o m p o r ta m e n t o h i p e ra v o o u

desatento;

- Aversão ao toque, não gosta de se sujar,

evita a vidades manuais ( nta, massinha,

areia) ou gosta de se sujar com lama, nta e

não se sente incomodado;

- Faz bagunça para comer, brinca com a

comida, enche muito a boca enquanto se

alimenta;

- Dificuldade em se alimentar, não aceita

alimentos com texturas e cheiros diferentes

ou coloca a boca / lambe coisas não

comes veis (objetos, brinquedos, corpo,

roupas);

- Oscilação de humor de forma que chama

a atenção;

- Dificuldade em graduar a força durante

as brincadeiras e a escrita (realiza a escrita

com muita força no papel);

- Esbarra constantemente nos objetos ao

redor, derruba coisas sem querer;

- Problemas de linguagem (fala, leitura e

escrita);

- Problema na ar culação da fala sem

razão aparente;

- Evita ambiente com muitas pessoas e

ambientes barulhentos (tapa as orelhas

quando há barulho) ou busca por barulhos

altos;

- Anda na ponta dos pés;

- Recusa-se a tomar banho ou a brincar

com água, recusa a escovar os dentes;

- Não gosta de colocar sapatos ou prefere

somente um po de sapato e/ou odeia

e quetas e costuras de roupas;

- Evita / não gosta muito de brincar no

playground (subir no brinquedo, balançar);

- Gosta de girar, sobe em coisas muito

altas e em tudo;

- Evita / recusa band-aids, adesivos,

ntura na pele ou facial;

- Pouca resposta à dor ou super sensível à

dor etc.

Enfim, são es mulos que evitam

sensações e buscam sensações e, de modo

g e r a l , t o d o s t e m o s f a l h a ( s ) n o

processamento sensorial, em menor ou

maior proporção. No e nta nto, é a

frequência, intensidade, duração e impacto

funcional desses sintomas o que determina

a disfunção.

Quais consequências podem surgir caso

o indivíduo não seja (re)habilitado

adequadamente e por profissional

capacitado?

Como consequência, uma vez detectada,

a Disfunção de Integração Sensorial e não

realizado o tratamento adequado e com

profissional capacitado, o indivíduo poderá

apresentar problemas em sua autoes ma,

prejuízo na socialização, desvios de

comportamento, permanecer com déficit

motor, déficit sensorial, atraso na

comunicação/fala e linguagem, déficit de

atenção e aprendizagem, entre outros.

Conte-nos um pouco sobre o trabalho

que vocês exercem?

Realizamos atendimento integrado nas

áreas de Terapia Ocupacional e Fisioterapia

com abordagem no Método de Integração

Sensorial, com enfoque em Neuropediatria.

Especializadas na área, atendemos crianças

de 0 a 14 anos, atendimento semanal, com

orientações aos pais e cuidadores e, quando

necessário, orientação e visita em âmbito

domiciliar e escolar.

Nosso obje vo principal é favorecer o

desenvolvimento global da criança, através

do Método de Integração Sensorial nos

aspectos psicomotor/motor, sensi vo e

cogni vo, por meio de a vidades lúdicas,

jogos, brincadeiras e hábitos saudáveis de

vida.


R. Frei Paulino, 364 - Nossa Sra. da Abadia

Edifício São Lucas - Sala 411 - (34) 98805-4882 / 99687-4642


Carol Naves

60 | SÃO LUCAS MAGAZINE


SÃO LUCAS MAGAZINE | 61


MARKETING

Redes sociais necessitam de planejamento

e a falta dela é o maior erro dos empresários

Jefferson Genari

Especialista em Marke ng Digital



saúde

Dental

Carol Naves


saúde

Acompanhamento periódico no oftalmologista

pode diagnosticar e tratar algumas doenças da

visão, trazendo mais qualidade de vida aos pacientes

Carol Naves


saúde

Visão

Carol Naves

Estrabismo


SÃO LUCAS MAGAZINE | 67






direito

me

defender?

como posso

François Silva Ramos

Advogado, Jornalista e

Professor Universitário. Especialista

em Direito Penal e Processo Penal


saúde

O que é a

Acupuntura

Cris ane Komori

Biomédica pós-graduada

em Acupuntura Clínica

e Ozonioterapeuta

SÃO LUCAS MAGAZINE | 73


saúde

Fonoaudiologia

Bruna Silva Alves

Fonoaudióloga com especialização

em disfagias e motricidade orofacial.

Formação em es mulação neuroaudi va,

aplicação e técnica de bandagem e em

LASERterapia. Sócia da clínica Audiosons

Atendimentos Integrados.


saúde

conversar com um amigo?

Reniseane Oliveira Costa

Psicóloga, especialista em teoria

psicanalí ca. Atua há oito anos com

atendimento infan l, adolescentes

e adultos. Psicóloga da PMU. Par cipante

do Espaço Winnico de Psicanálise de

Uberaba e sócia da clínica

Audiosons Atendimentos Integrados.

No consultório, durante as análises,

é comum a pessoa se dirigir ao profissional

com algumas dúvidas. Entre as

mais repe das, estão a angús a da

terapia gerar dependência ou uma

dose de incredulidade sobre a capacidade

da fala resolver uma “situaçãoproblema”.

Ter uma pessoa com quem

compar lhar um momento da vida e

dividir os sen mentos nele vivenciados

é muito bom, seja um ombro

amigo ou em um se ng analí co.

Contudo a escuta profissional se

difere por vários aspectos, desde a

estrutura sica, contrato, intervenções

e reflexões.

Em uma conversa informal, a pessoa

pode ser acolhida por um amigo e

ficar horas e horas em uma longa e

empolgante fala. Desse contato

podem surgir várias programações e,

ao término, a pessoa ficar com uma

ó ma sensação. No entanto, em

outros diálogos, a pessoa pode se

sen r incompreendida e reforçar um

sen mento de angús a, ou quando a

situação requer mais tempo que o

disposto e não encontra no outro essa

disponibilidade. Na escuta profissional,

o caráter técnico torna o encontro

uma busca para entender a mente

humana e seus padrões de comportamento,

pensamentos e sofrimentos.

Como bem cita Freud, “não somos

apenas o que pensamos ser. Somos

mais: somos também o que lembramos

e aquilo de que nos esquecemos,

somos todas as palavras que trocamos,

os enganos que cometemos, os

impulsos que cedemos ‘sem querer’.”

O psicólogo busca aperfeiçoar e invesr

no desenvolvimento de suas habilidades

para, através da teoria e de sua

experiência, torne-se o mais especializado

possível para propiciar diálogos

intensos de acordo com cada paciente.

O processo analí co é uma chance

de fortalecimento e desenvolvimento

dos recursos interiores, possibilitando

um “amadurecimento emocional”, o

que, consequentemente, pode cons -

tuir uma melhoria nas relações sociais.

Sempre escuto na clínica sobre a

necessidade desse amparo social e

como algumas pessoas estão se senndo

sozinhas, mesmo rodeadas de

gente. É comum relatos de relações

incompreendidas, infiéis e cercadas

por decepções. É uma sensação de

estar só em si mesmo. E as consequências

vão desde o enclausuramento

social a prejuízos sicos.

O ambiente terapêu co requer

tempo e confiança e a pessoa se sente

mais segura em expor assuntos que a

incomodam, sem a preocupação de

um julgamento, mas com a certeza de

um acolhimento e reflexões que a

fortalecerão para promover mudanças

e a passar por todos os incômodos

que dela surgirem. O paciente é resguardado

pelo sigilo e é ca profissional.

Ter vínculo social ou amigos com

quem contar é um privilégio, assim

como existem tantos recursos terapêu

cos (o que não significa fazer

terapia) como livros de autoajuda,

vídeos e palestras, uma escolha não

impede a outra.

Há muitos es gmas e desconhecimentos

sobre quando buscar um psicólogo

e, seja para adquirir um autoconhecimento

ou para enfrentar um

problema específico, sempre exis rão

alguns desafios no decorrer da vida e

uma ajuda qualificada pode cooperar

com a travessia. Não posso garan r

que a conversa com um profissional

poderá ex nguir o seu problema, mas

posso lhe assegurar que irá auxiliar e,

se houver mais dúvidas, te convido a

experimentar.


76 | SÃO LUCAS MAGAZINE


motivação

Seja forte!

Marcio Chuster

“Você só vai alcançar aquilo

sua imaginação acredita ser

possível. Imagine o impossível

como algo real.”


estética

têm atraído

Carol Naves

78 | SÃO LUCAS MAGAZINE


comunicação

Luís Fernando Ribeiro de Oliveira

Jornalista, especialista em Docência

Universitária e Mestre em Educação

com ênfase em Educomunicação.

Atualmente é professor nos cursos

de Audiovisual, Publicidade e

Propaganda e Jornalismo.

SÃO LUCAS MAGAZINE | 79




82 | SÃO LUCAS MAGAZINE


SÃO LUCAS MAGAZINE | 83






política

Minas Gerais

Carol Naves

88 | SÃO LUCAS MAGAZINE


Quer encontrar um especialista?

No São Lucas, você encontra mais de 35 especialidades.

Competência, conança e excelência na área da saúde.

SÃO LUCAS MAGAZINE | 89


saúde

Visita ao pronto-atendimento sem necessidade

pode acarretar outros acometimentos

Carol Naves


artista

Desenhos animados

Carol Naves

Workshop

Carine Côrrea

O workshop é desenvolvido para

crianças de 9 a 13 anos, no es lo

cartoon. E usamos várias formas diferentes,

não ficamos muito presos em

apenas uma receita. Usamos as formas

que já vimos na nossa vida, dando vida

e personalidade para os desenhos.

Assim como se tem receita de bolo,

temos receitas para trabalhar com

arte. E o cartoon nos possibilita isso.

Você pode pegar um formato de uma

pera e transformar em um personagem.

É excelente para trabalhar a criavidade

infan l, deixar as coisas

fluírem e criar novos universos. O

workshop ensinará sobre formas e

como transformar em personagens,

noções básicas de desenhos, espaços e

das colorações. O mais incrível da arte

é que qualquer pessoa pode desenhar,

basta dedicação, intuição e um pouco

de estudo.





SÃO LUCAS MAGAZINE | 95


MODA

feito sob medida

Por Silvia Carneiro

Es lista e consultora de imagem

96 | SÃO LUCAS MAGAZINE


?

odontologia

Chris ano Marinho Correia

Cirurgião den sta, especialista em

traumatologia bucomaxilofacial


saúde

Bioalinhamento,

Como se dá o

tratamento?

Gisele Faria é fisioterapeuta

e especialista em bioalinhamento

1 2 3

98 | SÃO LUCAS MAGAZINE





educação

atemporal

Aírton DeSouza

Escritor

Por Carol Naves

102 | SÃO LUCAS MAGAZINE



104 | SÃO LUCAS MAGAZINE


SÃO LUCAS MAGAZINE | 105


Daniela Viana

Esse tem sido o mote de Daniela Viana, Historiadora

da Arte, que teve a Arquitetura como formação

inicial. Depois de estudar com grandes

especialistas na USP e na Unicamp, ela encontrou

em Uberaba a oportunidade de falar sobre o que

mais gosta com a turma que ama viajar. A professora

prepara seus alunos para conhecer os mais

diversos lugares com aulas leves e cheias de profundidade,

sempre com muito humor. Nesta

edição, ela conta um pouco de como a história da

arte pode fazer um viajante mais feliz.

Estar em Londres sem aproveitar seus espaços

culturais excelentes é quase um pecado. Os melhores

acervos estão ali ao alcance dos olhos em ambientes

clima zados bem no centro das atrações turís cas.

Não custa nada visitar. Literalmente, nem cobram

ingresso. Mesmo assim, entrar num museu só pra

falar que foi, nem tem sen do. Por isso, antes de

embarcar, falamos sobre algumas obras muito especiais.

Conhecer os detalhes de um quadro e porque

ele é tão reverenciado transforma toda a experiência.

É como encontrar um conhecido no meio da galeria:

você fica feliz em vê-lo e sente um certo conforto de

cumplicidade por saber seus segredos. Por exemplo,

esse retrato dos embaixadores bem ves dos e cercados

por objetos super detalhados chama a atenção

com seus mais de dois metros de altura. A pessoa

pode passar direto ou ficar um bom tempo reparando

os tecidos, o globo, o instrumento musical, e tudo

mais. Hans Holbein sabia o que estava fazendo. Seu

valor é reconhecido desde 1533. Acontece que, depois

de saber que há uma caveira pintada no chão, que

só pode ser vista por quem olha pelo lado no ângulo

certo… ah, a coisa se transforma. A Na onal Gallery

pode estar lotada que você vai encontrar uma maneira

de chegar ao tal ponto ideal de observação. E

mesmo se alguém não entender o que raios você está

fazendo ao lado do quadro e não na frente dele, uma

parte sua vai se sen r muito feliz consigo mesmo.

Afinal, entendedores entenderão.



108 | SÃO LUCAS MAGAZINE


SÃO LUCAS MAGAZINE | 109



educação

o que devo fazer?

Álvaro Junior

SÃO LUCAS MAGAZINE | 111


112 | SÃO LUCAS MAGAZINE


SÃO LUCAS MAGAZINE | 113


Cobertura ª Edição da

São Lucas Magazine

Fotos Larissa Santana



LANÇAMENTO



LANÇAMENTO



CONDÔMINOS

#ACUPUNTURA

#CARDIOLOGIA

EMIKO TSUCHIYA

Acupuntura / Moxabustão

9 9960-2033

(34) 3336-8005

Sala 106

ALDO ALER TOMÁS

Cardiologista – Especialista

em Marca Passo

(34) 3073-5786

Sala 804 / 806

#BIOMEDICINA

ESTÉTICA

JOSÉ GERALDO

FERREIRA GONÇALVES

Cardiologista

(34) 3333-1820

Sala 113

LILIAN FERREIRA

GOMES BORGES

Biomédica

(34) 3333-1100

Sala 1107

MARCELO HENRIQUE

BORGES

Cardiologista

(34) 3333-0020

Sala 502

MARIANA MARQUES

Biomédica Esteta

9 9650-0655

(34) 3352-0440

Sala 1003

RICARDO FERREIRA

SILVA

Cardiologista

(34) 3322-7178

Sala 804 / 806

MARIANA SIQUEIRA

Biomédica Esteta

9 8851-5200

(34) 3311-5200

Sala 1005

SAMIR IDALÓ JUNIOR

Cardiologista / Clínico Geral

(34) 3332-2770

Sala 103 e 105

RENATA ANDRÉA VOLPE

Biomédica Esteta

(34) 3325-5040

Sala 705


#CIRURGIA

DIGESTIVA

GUSTAVO S. BALARIN

Cirurgia Diges va / Obesidade

9 9690-3553

(34) 3312-8706

Sala 103 e 105

#CIRURGIÃO

VASCULAR

ANDERSON LUBITO

Cirurgia Vascular e

Endovascular

(34) 3332-3295

Sala 404 / 406

#cirurgia

pediátrica

#COLOPROC-

TOLOGIA

LUIS GUSTAVO

SABINO BORGES

Cirurgião Pediátrico

9 9689-1079

Sala 1001

#CIRURGIA

PLÁSTICA

ADRIANO PEDUTTI

Cirurgião Plás co

9 9697-8585

(34) 3325-8585

Sala 1108 / 1110

CARLOS RENATO

RODRIGUES DA CUNHA

Cirurgião Plás co

9 9968-8300

(34) 3338-8300

Sala 311, 313 e 314

ESTHER A. RODRIGUES

Cirurgia Geral / Coloproctologista /

Colonoscopia

9 9896-7800

(34) 3332-7800

Sala 107

GLÊNIO F. DE MORAES

Coloproctologista / Cirurgião Geral

Cirurgia Diges va / Endoscopia Diges va

9 9690-3553

(34) 3332-2770

Sala 103 e 105

#DERMATOLOGIA

BYRON JOSÉ

FIGUEIREDO BRANDÃO

Dermatologista

(34) 4102-8080

Sala 908 / 910 / 912

THOMAS GREEN MORTON

GONÇALVES DOS SANTOS

Cirurgião Plás co

9 9631-6100

(34) 3333-6100

Sala 108 / 110


CONDÔMINOS

CRISTIANE BEATRIZ

DE OLIVEIRA

Dermatologia Clínica

Cirúrgica e Esté ca

(34) 3315-4800

Sala 214

GEISA COSTA

Dermatologia / Laser /

Cosmiatria

9 8434-4365

(34) 3352-0622

Sala 907

ALCIONE ZANIN

RODRIGUES DA CUNHA

Endocrinologista

9 9968-8300

(34) 3338-8300

Sala 311 / 313 / 314

ELISABETE MANTOVANI

Endocrinologista

9 9871-0950

(34) 3352-0950

Sala 203

GIOVANNA PRATA

Dermatologista

9 9769-1600

(34) 3332-1600

Sala 802

FERNANDA DIB

Endocrinologista Pediátrica

(34) 3352-0950

Sala 203

MAYRA DE SOUZA PASIN

Dermatologista

Laser / Esté ca

(34) 3312-9978

Sala 108 / 110

MÁRCIA REGINA BEDIN

Endocrinologista Pediátrica

(34) 3314-2500

(34) 3314-2900

Sala 603 / 605

MÁRIO FERNANDO

MARTINS PINTO

Dermatologia Clínica Cirúrgica e Esté ca

(34) 3315-4800

Sala 213

SHORAYA S. MENDES

Endocrinologista e

Nutrologista

(34) 3315-2585

Sala 811

VANESSA A. FERREIRA

Dermatologista

9 9334-8080

(34) 4102-8080

Sala 908

THAÍS GOMES

MOSCARDINI

Endocrinologista

(34) 3314-2500

(34) 3314-2900

Sala 603 / 605

#ENDOCRI-

NOLOGIA

THIAGO SANTOS

HIROSE

Endocrinologista Pediátrico

(34) 3325-3001

Sala 604


#ESTÉTICA

POLLYANA RIBEIRO SILVA

Esté ca

9 9678-4117

Sala 505

DÉBORA OLIVEIRA

Esté ca

9 9871-0950

Sala 706

SARAH GESSER

Esté ca

9 9260-1818

Sala 606

DENILCE BRANDÃO

Terapia Capilar e Quân ca

(34) 4102-8080

Sala 908

#FISIOTERAPIA

MARIA ESTER

CRUZ GOMES

Esté ca

9 8842-6213

Sala 408

CAMILA FERNANDES

DE FREITAS OLIVEIRA

Fisioterapeuta Esté ca

(34) 3311-5200

Sala 1005

MARIANA MARQUES

Biomédica Esteta

(34) 3352-0440

Sala 1003

ELDERILAINE MARIA

MARTINS AMARAL

Fisioterapeuta

9 8842-6213

Sala 408

MARIANA SIQUEIRA

Spa Laser - Biomédica Esteta

9 8851-5200

(34) 3311-5200

Sala 1005

FERNANDA CAMPOS

Fisioterapeuta

9 9262-2254

Sala 1013 e 1014


CONDÔMINOS

MARCELA MELO

CUNHA GAIA

Fisiot. Dermato Funcional

(34) 3325-7200

Sala 1013 / 1014

SABRINA F. OLIVEIRA

Fisioterapeuta

Neurofuncional

9 9192-0667

Sala 1114

MARIANA TAVARES

Fisioterapeuta Funcional

9 9168-6863

(34) 3325-7200

Sala 1013 / 1014

#FONOAUDIO-

LOGIA

PALOMA PINTI

Fisiot. Dermato Funcional

9 9998-7799

(34) 3325-5040

Sala 705

ANELISIA B. CAGLIARI

Fonoaudióloga Clínica / Laser Terapia

(16) 9 9771-6291

(34) 3315-6304

Sala 1002

PATRÍCIA DE FÁTIMA SILVA

Fisioterapia Abordagem

em Integração Sensorial

9 9687-4642

Sala 411

CAROLINE DELFINO

DA SILVA COSTA

Fonoaudióloga

(34) 3322-7603

Sala 401 e 402

POLIANA F. RODRIGUES

Spa Laser – Fisioterapeuta Dermato Funcional

9 8851-5200

(34) 3311-5200

Sala 1005

ROSA A. DA SILVA

Fonoaudióloga

(16) 9 9771-6291

(34) 3315-6304

Sala 1002


#GERIATRIA

JOSÉ JOAQUIM

GOMES NABUCO

Ginecologista / Mastologista

9 9968-8300

(34) 3338-8300

Sala 311, 313 e 314

FERGUNSON

FINHOLDT CORRÊA

Geriatra

(34) 3336-1338

Sala 707

MANOEL LEMOS

SOBRINHO

Ginecologista / Obstetra

(34) 3312-6400

Sala 112

GUILHERME ROCHA PARDI

Geriatra

(34) 3314-3838

Sala 613

MARA YAMAMOTO

Ginecologista

(34) 3332-3247

Sala 308

PAULO G. CANASSA

Geriatra

9 9865-3091

(34) 3322-7178

Sala 804 e 806

MARCO AURÉLIO TROVÓ

Ginecologista / Obstreta /

Mastologista / Oncologista

(34) 3325-9821

Sala 1004

RENATA BORGES FACURY

Geriatra

9 9198-4616

(34) 3352-0461

Sala 1012

#GINECOLOGIA

E OBSTETRÍCIA

MÔNICA ROBERTA

DA SILVA GIACOMETTO

Ginecologista

9 9908-9677

9 9334-8080

Sala 908

PAULA ÁRABE LENZA

Ginecologista / Uroginecologista

9 9999-9122

(34) 3333-3030

Sala 511

ALESSANDRA FURLAN

Ginecologista / Obstetra

9 9897-9200

(34) 3332-5694

Sala 909


CONDÔMINOS

PAULA ZAGO

Ginecologista / Obstetra

9 9865-7600

(34) 3315-7600

Sala 410

MARCELO EUGÊNIO

Medicina Espor va

(Fisio Prime) / Nutrologia

(34) 3315-2585

Sala 811

#HOMEOPATIA

MARIANA DE SENE

Medicina Espor va

(34) 3073-5786

Sala 906

LÍVIA FIGUEIRA

AVEZUM OLIVEIRA

Clínica Médica / Homeopa a

9 9690-3553

(34) 3313-1998

Sala 103 e 105

#NEUROLOGIA

#IMUNOLOGIA

ANA CAROLINA

TRISTÃO SILVA

Neurologista Pediátrica

(34) 3325-3002

Sala 604

JULIANA LIMA RIBEIRO

Imunologista e alergista

(34) 3322-3003

Sala 205

CAMILA FEDATO

Neurologista / Doppler /

Transcraniano / Neurofisiologista

(34) 3332-3295

Sala 404 / 406

#MEDICINA

ESPORTIVA

CLAUDIO R. CRUVINEL

Neurologista

9 9997-3203

(34) 3333-1050

Sala 114


JOSEPHINE MARIE

FISH CARDOSO

Neurologista Infan l

(34) 3322-3003

Sala 205

MARCELO EUGÊNIO

Medicina Espor va e Nutrologia

(34) 3315-2585

Sala 811

#NUTRIÇÃO

SHORAYA S. MENDES

Endocrinologista e Nutróloga

(34) 3315-2585

Sala 811

CECÍLIA MARIA

ALKMIM SILVA

Nutricionista Espor va e Funcional

9 9141-8026

Sala 1009

#ODONTOLOGIA

ANA CAROLINA

GOMES FIDELIS

Den sta / Odontologia

Pediátrica e Clínica Geral

9 9634-5858

Sala 709

CINTIA FERNANDES

DE OLIVEIRA

Den sta - Ortodon a

(CDV Consultório Odontológico)

(34) 3316-4412

Sala 602

#nutrologia

CRISTIANO S. FERREIRA

Den sta / Especialista em Implantes,

Esté ca e Reabilitação Oral

(34) 3333-1100

Sala 1107 / 1109 / 1111

EDUARDO GRISOLIA

Nutrólogo - Especialista em obesidade

e doenças metabólicas

9 9631-6100

(34) 3333-6100

Sala 108 / 110

CHRISTIANO M. CORREIA

Den sta – Especialista em Cirurgia

e traumatologia bucomaxilofacial

9 9105-4002

(34) 3338-9120

Sala 1007


CONDÔMINOS

DANIELA CUNHA RALID

Den sta

9 8873-2813

(34) 3312-3241

Sala 305

DENISMAR SOARES

Den sta / Especialista em

Implantes, Esté ca e Reabilitação Oral

(34) 3333-1100

Sala 1107 / 1109 / 1111

JÚLIO CARVALHO

Cirurgião Den sta / Especialista em

Traumatologia Bucomaxilofacial /

Cirurgia Ortogná ca / Implantodon a

9 9170-5909

(34) 3073-8777

Sala 601

KARLA AVELAR GOMES

Den sta

9 9634-5858

Sala 709

DIELLYSON AUGUSTO

Den sta - Implantodon a

(CDV Consultório Odontológico)

(34) 3316-4412

Sala 602

LUCIANA MELO

Cirurgiã Den sta / Especialista

em Implantodon a / Periodon a

(34) 3334-0097

Sala 911

FÁBIO AZEVEDO

Odontologia Esté ca - Ortodon a -

Implantes Orais - Endodon a -

Odontopediatria - Periodon a -

Harmonização Orofacial

(34) 3322-9935

Sala 713

LUCIANA ROSA LOPES

Cirurgiã Den sta / Especialista em

Ortopedia Funcional dos Maxilares

9 9689-5693

Sala 1006

FERNANDA MARTINS

SOARES

Den sta / Clínica Geral e Prótese

9 9634-5858

Sala 709

LUIZ PAULO SANTOS

Den sta / Clínico Geral

9 9689-5693

Sala 709

GRAZIELA PEREIRA

DE PAULA

Den sta / Clínica Geral / Especialista em

Ortodon a, pediatria e harmonização orofacial

9 9222-2527

Sala 810

MARCELLO DE OLIVEIRA

Cirurgiã Den sta / Especialista em

Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial

e Implantodon a

9 9634-5858

Sala 709

JOSÉ JARDIM NETO

Den sta / Especialista em Ortodon a

9 9688-2677

(34) 3333-2609

Sala 704

RAFAELA V. DA COSTA

Den sta / Especialista em Ortodon a

9 9258-5566

(34) 3338-7508

Sala 210


RAQUEL SILVA SACARDO

Den sta / Especialista em

Ortodon a e Implantodon a

9 9671-4103

(34) 3313-2007

Sala 501

MÔNICA TOSTA

DE LIMA

O almologista

(34) 3314-3838

Sala 613

RENATA CÂNDIDA

MARQUES DE OLIVEIRA

Den sta / Clínica Geral / Especialista em

Implantes, Harmonização Orofacial e Esté ca

9 9868-0633

Sala 210

VITOR E. FRANGE

O almologista / Especialista

em Glaucoma e Catarata

(34) 3332-2204

(34) 3312-3554

Sala 701

ROBSON FERREIRA

Den sta / Especialista

em Ortodon a

9 9634-5858

Sala 709

#ORTOPEDIA

VANESSA O. DOS SANTOS

Den sta - Clínica Geral

(CDV Consultório Odontológico)

(34) 3316-4412

Sala 602

JOSÉ MARTINS

JULIANO

Ortopedista e Medicina Espor va

(34) 3315-2585

Sala 811

#OFTALMOLOGIA

LEONARDO GAIA

Ortopedista

(Especialista em Coluna)

(34) 3325-7200

Sala 1013 / 1014

ANDRESSA DA

SILVA OCHIUTO

O almologista

(34) 3314-3838

Sala 613

LUÍS GUSTAVO

RESENDE FERREIRA

Ortopedista, traumatologia

e cirurgia do joelho

(34) 3073-5786

Sala 906

DÉBORA GUIMARÃES

O almologista (Pediatra) /

Especialista em Estrabismo

(34) 3314-3838

Sala 613

MARCELO FURTADO

BARSAM

Ortopedista

(34) 3333-1050

Sala 114


CONDÔMINOS

OMAR ANDRADE

RODRIGUES

Ortopedista

(34) 3332-7800

Sala 107

#OTORRINOLA-

RINGOLOGIA

RODRIGO SOUSA REZENDE

Otorrinolaringologista

9 9643-0755

(34) 3338-3694

Sala 101

CRISTIANE GOULART

BICHUETTE

Psicóloga

9 9898-1242

(34) 3312-1242

Sala 208

ERIKA ALVES

GOMES BRANDOLIS

Psicóloga Psicopedagoga

SinapSER – Aprendizagem

e Desenvolvimento

9 9940-1981

Sala 212

GABRIELA VELOSO

GUIMARÃES

Psicóloga e Analista de Comportamento

9 9239-0588

(34) 3316-8320

Sala 109

WESLLEY QUIRINO

Otorrinolaringologista

(34) 3322-7603

Sala 401 / 402

KERLY BEATRIZ SILVA

Terapeuta do

Access Consciousness

9 9936-5530

Sala 204

#PSICOLOGIA

LUCIANA DE S. MELO

Neurocien sta / Psicanalista

9 9941-7707

(34) 3321-6864

Sala 1011

AIDA TERESA DOS

SANTOS BRITO

Psicóloga e Analista de Comportamento

9 9909-1808

(34) 3316-8320

Sala 109

PATRICIA EMANUELLE

Psicóloga

(34) 3322-3003

Sala 205

ALZIRA MARIA CUSSI

Psicóloga

9 9960-4656

Sala 206

PAULO ROBERTO

OLIVEIRA

Psicólogo

9 9972-1071

Sala 1114


URSULA ALVES LARA

Psicologa / Coach

(16) 9 9771-6291

(34) 3315-6304

Sala 1002

#PSIQUIATRIA

CAROLINE SILVA SPOSITO

Psiquiatra

9 9334-8080

(34) 4102-8080

Sala 908

CÉLIA ALMEIDA DE

MOURA PRESTES

Psiquiatria

(34) 3325-3001

Sala 604

DANIEL ANTONIO

MOREIRA FIGUEIREDO

Psiquiatra / Es mulação Magné ca Transcraniana

(34) 3312-3593

(34) 3322-5223

Sala 509

GABRIELA G. QUEIROZ

Psiquiatra

9 8406-1865

(34) 3322-7178

Sala 804 / 806

MARIA LAURA

RAMALHO

Psiquiatra

9 9898-1242

(34) 3312-1242

Sala 208

RENATO OLIVEIRA

E SILVA

Psiquiatra Geral Adulto e

Psiquiatra da Infância e Adolescência

(34) 3314-8787

Sala 211

#PEDIATRIA

ANA CAROLINA

TRISTÃO SILVA

Neurologista Pediátrica

(34) 3325-3002

Sala 604

BERENICE A. FERREIRA

Pediatra

(34) 3312-7328

(34) 3333-2042

Sala 712

DAYANA GONÇALVES

ROCHA

Pediatra

(34) 3332-1709

Sala 103 e 105

DÉBORA GUIMARÃES

O almologista (Pediatra) /

Especialista em Estrabismo

(34) 3314-3838

Sala 613

FERNANDA DIB

Endocrinologista Pediátrica

(34) 3352-0950

Sala 203

GABRIELLA SANTOS

DAHER

Pediatra

(34) 3313-1284

Sala 514

JOSEPHINE MARIE

FISH CARDOSO

Neurologista Infan l

(34) 3322-3003

Sala 205


CONDÔMINOS

JULIANA CASTANHEIRA

Pneumologista Infan l

(34) 3312-7328

Sala 712

#PILATES

LIA MARA BIZINOTTO

Pediatra Neonatal

(34) 3317-4004

(34) 3317-4005

Sala 607

ANDREZZA PAPINI

Pilates

9 8835-8050

Sala 209

MÁRCIA REGINA BEDIN

Endocrinologista Pediátrica

(34) 3314-2500

(34) 3314-2900

Sala 603 e 605

SUELI FACHINELLI

Pediatra

(34) 3322-3003

Sala 205

THIAGO SANTOS

HIROSE

Endocrinologista Pediátrico

(34) 3325-3001

Sala 604

#reprodução

humana

DANILO KOGA

MORIMOTO

Ginecologista, Obstetra

e Reprodução Humana

9 9908-7878

(34) 3317 - 4120

Sala 1113

#REUMATOLOGIA

VERA LÚCIA

BARRA BISINOTO

Pediatra

(34) 3312-7328

(34) 3333-2042

Sala 710

REGINALDO

BOTELHO TEODORO

Reumatologista

(34) 3332-4076

Sala 405

#SAÚDE INTEGRAL


KALAYANN

Saúde Integral

9 9908-9677

Sala 908

#TERAPIA

OCUPACIONAL

ANA PAULA CREMA

Terapeuta Ocupacional - Neuro Habilitar

9 8821-0244

9 9902-6636

Sala 812

KATIA ARIANA BORGES

Terapeuta Ocupacional e Analista de Comportamento

9 9236-4958

(34) 3316-8320

Sala 109

LIBENCIO JOSÉ

PINHEIRO FILHO

Terapeuta Ocupacional

(34) 3332-3247

Sala 308

LÍGIA B. DE OLIVEIRA

Terapia Ocupacional Abordagem

em Integração Sensorial

9 8805-4882

Sala 411

LUÍSA ARANTES LOUREIRO

Terapeuta Ocupacional - Neuro Habilitar

9 8821-0244

9 9902-6636

Sala 812

#TRICOLOGIA

ALDO CÉSAR CARNEIRO

Tricologista / Transplante Capilar

Clínica Médica e Cirúrgica

(34) 3073-5786

Sala 906

ROSANA BLANCO

Tricologista Capilar

9 8434-4365

(34) 3352-0622

Sala 907

#UROLOGIA

ALYSSON ROBERTO

JUNQUEIRA

Urologista

(34) 3336-1338

Sala 707

#ULTRASSO-

NOGRAFIA

MARIA ALICE

RESENDE DE SOUZA

Ultrassonografia Prime

(34) 3315-3311

Sala 711

#VACINAÇÃO

AMO PREVENIR

Clínica de Vacinação

(34) 3322-3003

Sala 205




More magazines by this user
Similar magazines