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Revista Live Marketing Edição 38 - 2021

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SORTEIO<br />

PESQUISA<br />

Sócio da Silvestre Assessoria, Thiago Silvestre<br />

SILVESTRE ASSESSORIA<br />

COLOCA À DISPOSIÇÃO DO MERCADO DE LIVE<br />

MARKETING MAIS DE 18 ANOS DE EXPERIÊNCIA<br />

COM APROVAÇÃO DE AÇÕES PROMOCIONAIS<br />

COM MAIS DE 18 ANOS DE EXPERIÊNCIA,<br />

a Silvestre Assessoria é uma empresa especializada<br />

na regulamentação de sorteios e aprovação de ações<br />

promocionais junto aos órgãos oficiais. Seu sócio Thiago<br />

Silvestre lembra que a realização de promoções sem<br />

autorização pode trazer riscos de multa e proibição de realizar<br />

promoções para os clientes e agências de <strong>Live</strong> <strong>Marketing</strong>.<br />

Sua experiência nesse segmento foi conquistada inicialmente<br />

atendendo emissoras de rádio de todo o país que precisavam<br />

realizar seus sorteios e ações promocionais sem riscos e<br />

depois, atendendo às agências de <strong>Live</strong> <strong>Marketing</strong>.<br />

Foi o conhecimento adquirido nesse longo período<br />

que fez com que Silvestre conseguisse se consolidar no<br />

segmento. “O aprendizado trouxe a possibilidade de me<br />

colocar à disposição de outras emissoras e assim fomos<br />

nos desenvolvendo e criando uma filosofia que nos permitiu<br />

crescer de maneira constante, além do aprimoramento e<br />

do entendimento de como proceder dentro do processo de<br />

aprovação de ações promocionais.”<br />

MUDANÇA<br />

O executivo conta que no início de sua história, as<br />

emissoras de rádio levavam perto de 40 dias para conseguir a<br />

aprovação de uma ação promocional junto a Caixa Econômica<br />

Federal, além de exigir uma burocracia enorme com o envio de<br />

documentos autenticados para Brasília, ao contrário do que<br />

acontece hoje.<br />

Ao longo do tempo, Silvestre lembra que embora a<br />

legislação referente a promoções comerciais tenha sofrido poucas<br />

alterações significativas, a digitalização dos processos tornou<br />

possível aprovar uma promoção em até 5 dias. “Todo pedido<br />

é realizado pelo Sistema de Controle de Promoção Comercial<br />

(SCPC). Nosso trabalho se inicia no auxílio ao cliente na reunião<br />

dos documentos, obtenção das certidões e fornecimento<br />

das declarações necessárias, na medida em que a promoção<br />

somente passa a ser analisada e posteriormente aprovada com a<br />

documentação apresentada corretamente”, conta.<br />

Por isso, Silvestre lembra que o seu envolvimento<br />

é completo. “Quando a agência contrata a Sivestre<br />

Assessoria, leva a certeza de que o processo de autorização é<br />

acompanhado de modo profissional e assessoramos o cliente<br />

em todas as etapas da aprovação, inclusive na prestação<br />

de contas, que deve ser realizada após o encerramento da<br />

promoção. “Depois de juntar a documentação, é preciso, por<br />

exemplo, definir o escopo da promoção para que se encaixe<br />

nas modalidades previstas em lei: concurso, sorteio, valebrinde,<br />

comprou-ganhou ou modalidades assemelhadas. É<br />

preciso ficar atento, pois nem sempre a realização de um<br />

sorteio, está prevista desta forma na lei.”<br />

Além disso, Silvestre também destaca o fato de<br />

que a realização de promoções que envolvam redes sociais,<br />

participação por telefone, datas comemorativas, como dia das<br />

mães e natal, devem obrigatoriamente ser autorizadas pela<br />

SECAP. Antes de se realizar uma ação promocional ou sorteio<br />

é necessário levar em consideração os aspectos acima, bem<br />

como as restrições existentes para se definir o que pode ser<br />

distribuído como prêmio.<br />

Ele ressalta que hoje é permitido sortear produtos<br />

e serviços regulares, seja nacional ou importado; imóveis;<br />

viagens; passagens aéreas; produtos promocionais; bolsa<br />

de estudo; certificados de barras de ouro e ingressos para<br />

eventos, independente do tamanho e da localização.<br />

Do mesmo modo, não é possível conseguir<br />

autorização para promoções que envolvam jogo de azar; que<br />

transforme a promoção em fonte de renda; que não trate<br />

todos os participantes de maneira igualitária; que gere um<br />

lucro exorbitante a quem realiza a promoção e que leve o<br />

participante a ter uma perspectiva exagerada no que tange a<br />

premiação a ser distribuída.<br />

Por fim, Silvestre avalia que o mercado do <strong>Live</strong><br />

<strong>Marketing</strong> tem trabalhado de maneira extremamente<br />

profissional o que leva a uma atuação bastante tranquila,<br />

quando o assunto é a aprovação das promoções. “Em razão<br />

do trabalho realizado primeiro pela Caixa Econômica Federal<br />

e agora pela Secretaria de Avaliação, Planejamento, Energia<br />

e Loteria (SECAP) que é o órgão do Ministério da Economia<br />

responsável por emitir as autorizações, nossa função<br />

está muito mais organizada. Deve ser reconhecido o nível<br />

profissional de todos os envolvidos nesse processo e com isso,<br />

conseguir o certificado de autorização para as promoções<br />

ficou mais fácil. Desse modo, todos ganham porque os<br />

processos são muito mais transparentes e rápidos.” <br />

ESTUDO MOSTRA QUE CONSUMIDORAS<br />

VOLTARIAM A COMPRAR PRESENCIALMENTE<br />

SEM ABANDONAR O E-COMMERCE<br />

A CONSUMIDORA BRASILEIRA ESTÁ CADA VEZ<br />

mais exigente, tanto na maneira como busca por produtos<br />

e serviços que necessita, quanto na questão da inovação<br />

e praticidade, procurando por mais segurança e opções de<br />

tecnologia no momento de pagar. Dados do estudo Visa Back to<br />

Business <strong>2021</strong> – <strong>Edição</strong> Mulheres mostram que há um interesse<br />

crescente por soluções omnichannel e, apesar de que 60%<br />

dessas mulheres brasileiras entrevistadas tenham comprado<br />

online antes de novembro de 2020, data da pesquisa, mais da<br />

metade (51%) do total delas voltaria a comprar presencialmente<br />

com a chegada da vacina assim que possível, porém não<br />

abandonariam hábitos adquiridos anteriormente.<br />

Para o vice-presidente de vendas e soluções da<br />

Visa do Brasil, Fernando Pantaleão, entender a jornada<br />

dessa nova cliente, seus anseios e desejos é fundamental<br />

para que os estabelecimentos comerciais possam definir a<br />

melhor estratégia multicanal para atendê-las onde e quando<br />

quiserem. “Em <strong>2021</strong>, a tendência é que essa integração<br />

do comércio físico e online seja cada vez mais dinâmica e<br />

interativa para essas consumidoras, proporcionando uma<br />

melhor experiência de compra”, comenta o executivo.<br />

No que diz respeito às compras presenciais, as<br />

brasileiras estão mais atentas às medidas de segurança<br />

oferecidas pelos estabelecimentos comerciais: 74% das<br />

entrevistadas consideraram importante o uso de máscaras<br />

faciais, preocupam-se com desinfecção de carrinhos usados<br />

no momento da compra (72%), com a exigência de limites de<br />

capacidade para manter o distanciamento social dentro dos<br />

comércios (67%) e com a limpeza dos caixas após a saída do<br />

cliente (63%).<br />

E, mesmo que naquele momento da pesquisa 84%<br />

tenham afirmado que só iam às lojas físicas quando realmente<br />

precisavam, ao saírem de casa, esperavam encontrar opções<br />

diversas e mais modernas em relação aos pagamentos<br />

digitais, como aplicativos de pagamento móvel (71%),<br />

pagamento por aproximação (44%); carteira digital (35%)<br />

e, até mesmo, citaram buscar por opções como poder pagar<br />

com criptomoedas (8%), o que reforça que a digitalização e a<br />

busca por inovação é um fator de grande importância para o<br />

novo perfil de consumidora no país.<br />

Falando especialmente sobre os pagamentos por<br />

aproximação, 44% dessas consumidoras brasileiras afirmaram<br />

usá-lo sempre que possível. A maioria (58%) relatou ainda<br />

que não compraria em uma loja que não oferecesse esse meio<br />

para pagar por suas compras, mostrando que o hábito está<br />

realmente ligado aos benefícios que essa inovação traz ao seu<br />

dia a dia, como a segurança e agilidade.<br />

Em contraponto, o estudo mostra que o uso do<br />

dinheiro físico continua muito presente, somente 9%<br />

delas não havia utilizado dinheiro em espécie no último<br />

ano (outubro de 2019/2020). Ainda de acordo com as<br />

entrevistadas, segmentos como o transporte público (41%);<br />

pequenos estabelecimentos comerciais locais (30%) e<br />

boletos de despesas pessoais (23%), por exemplo, não<br />

oferecem meios de pagamentos digitais suficientes – o que<br />

pode justificar a presença do dinheiro ainda no dia a dia<br />

dessas brasileiras.<br />

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