03.12.2021 Views

Balera News | Edição nº 10

Leia nessa edição: - Conhecendo as áreas: Área Cível – Conheça o setor responsável pela prestação de serviços de assessoria jurídica às empresas, com foco no contencioso e consultivo ligados ao direito civil. - Governança de dados: Segurança e confidencialidade - Comitê interno, liderado por Pedro Vasconcellos, visa garantir a conformidade e a proteção de dados pessoais. - Pingue-Pongue: Fábio Berbel, sócio do Balera, Berbel & Mitne Advogados e admirador de Woody Allen e Frank Sinatra, revela quem foi sua inspiração para seguir na carreira de advocacia, entre outras curiosidades. - Na Mídia: Veja o que Lucas Ciappina, Bruno Fazzolo, Marceli de Paula Bonfim, Leilane Borgo Rolim e Louise Capello de Moraes, articularam nos veículos de comunicação. - Biscoito Filosófico: Comunicação - Frases e reflexões sobre a arte de fazer conexões. - Aprendê-lo-ei: A arte de virgular - Por que a vírgula é tão importante para a formação e o entendimento da frase? - Mensagens automáticas: Final de ano chegando... Fique atento à padronização dos avisos de ausência. Siga o passo a passo e saiba como inserir a resposta automática no e-mail. - Veja também quem são os aniversariantes da próxima quinzena! Comunicação & Marketing/RH https://www.balera.com.br/pt/home/

Leia nessa edição:

- Conhecendo as áreas: Área Cível – Conheça o setor responsável pela prestação de serviços de assessoria jurídica às empresas, com foco no contencioso e consultivo ligados ao direito civil.

- Governança de dados: Segurança e confidencialidade - Comitê interno, liderado por Pedro Vasconcellos, visa garantir a conformidade e a proteção de dados pessoais.

- Pingue-Pongue: Fábio Berbel, sócio do Balera, Berbel & Mitne Advogados e admirador de Woody Allen e Frank Sinatra, revela quem foi sua inspiração para seguir na carreira de advocacia, entre outras curiosidades.

- Na Mídia: Veja o que Lucas Ciappina, Bruno Fazzolo, Marceli de Paula Bonfim, Leilane Borgo Rolim e Louise Capello de Moraes, articularam nos veículos de comunicação.

- Biscoito Filosófico: Comunicação - Frases e reflexões sobre a arte de fazer conexões.

- Aprendê-lo-ei: A arte de virgular - Por que a vírgula é tão importante para a formação e o entendimento da frase?

- Mensagens automáticas: Final de ano chegando... Fique atento à padronização dos avisos de ausência. Siga o passo a passo e saiba como inserir a resposta automática no e-mail.

- Veja também quem são os aniversariantes da próxima quinzena!

Comunicação & Marketing/RH
https://www.balera.com.br/pt/home/

SHOW MORE
SHOW LESS

You also want an ePaper? Increase the reach of your titles

YUMPU automatically turns print PDFs into web optimized ePapers that Google loves.

EDIÇÃO 10

03/12/2021

Conhecendo

as áreas

CÍVEL

Setor responsável pela

prestação de serviços

de assessoria jurídica

às empresas, com foco

no contencioso e

consultivo ligados

ao direito civil.

Saiba mais!

Biscoito

Filosófico

COMUNICAÇÃO

Frases e reflexões

sobre a arte de

fazer conexões.

Governança

de dados

SEGURANÇA E

CONFIDENCIALIDADE

Comitê interno, liderado

por Pedro Vasconcellos, visa

garantir a conformidade e a

proteção de dados pessoais.

FÁBIO

BERBEL

Admirador de Woody Allen e Frank

Sinatra, o sócio do Balera, Berbel &

Mitne Advogados, revela quem foi sua

inspiração para seguir na carreira de

advocacia, entre outras curiosidades.

Nossa

Língua

A ARTE DE

VIRGULAR

Por que a vírgula

é tão importante

para a formação

e o entendimento

da frase?


CONHECENDO AS ÁREAS

CONHECENDO AS ÁREAS

Setor Cível

Pedro

Vasconcellos

Sócio atuante

na área Cível.

Lucas Cinesi

Advogado

atuante na gestão

da área Cível.


Resumo da área

A

área presta serviços de assessoria jurídica às empresas, com foco

no contencioso e consultivo ligados ao direito civil.

A esse respeito, dentro do contencioso, a área defende os interesses

dos clientes nos processos judiciais, que vão desde direito do consumidor,

até ações estratégicas com maior valor envolvido.

Além disso, por englobar o contencioso geral, diversas soluções são

propostas aos clientes através da judicialização da questão, quando,

administrativamente, não é possível obter uma solução satisfatória, à

exemplo dos decretos municipais e estaduais que foram amplamente

discutidos ao longo da pandemia.

Na parte consultiva, o trabalho se desenvolve na elaboração de pareceres

e contratos de todos os tipos (compra e venda; locação; prestação

de serviços; de franquia entre outros), além de propor soluções aos

clientes, voltadas à economia e melhora das relações, sempre no ramo

do direito civil (incluindo o direito imobiliário; direito de família e sucessões;

responsabilidade civil; entre outros) e direito do consumidor.

Paulo Biz

Advogado

Bianca dos

Santos Cestari

Advogada

Ana Clara

Valone

Advogada

Amanda Dias

de Melo

Advogada

Tatiana Teixeira Pereira

Advogada

Danielle Pereira

Advogada

Rodrigo Haji

Advogado


Feliz

aniversário!

A

todos os aniversariantes, desejamos uma vida repleta de

amor, alegria e felicidade! Que a saúde seja abundante,

a colheita seja farta, as amizades sejam muitas e as barreiras

superadas. Tudo de bom, hoje e sempre!

6/12

• ARI HENRIQUE FAUSTINO BATISTA

• GABRIELA MORAES CAVALCANTI

8/12

• ANE ELIZA ROSA GARCIA

• DENISE DE CAMARGO

9/12

• MAYSA JAIME DOS SANTOS

• FÁBIO EDUARDO BIAZON ABRANTES

11/12

• GABRIEL CIRILLO CURTTI

14/12

• LILIAN MARIA KNOP DE SOUZA

17/12

• DANILO GUSTAVO DELECRODE


PINGUE

PONGUE

ENTREVISTA

FÁBIO BERBEL

HISTÓRIA DE VIDA

Primeiramente vamos falar,

de forma breve e resumida,

sobre a sua história

de vida.

Em qual cidade você nasceu?

Tem irmãos? Na sua

família só você seguiu a carreira

de advocacia? O que

te inspirou a seguir nessa

profissão?

Nasci em Londrina/PR.

Tenho um irmão, o Diogo

Berbel, e na minha

família, apenas eu e ele seguimos

a profissão de advocacia.

Fui inspirado pelo meu

pai a seguir nessa carreira.

TRAJETÓRIA PROFISSIONAL

De que forma você resumiria

a sua trajetória profissional,

pontuando os principais

acontecimentos, desde

que iniciou a faculdade até

se consolidar como um dos

sócios do Balera, Berbel &

Mitne?

Em 2003, me mudei para

São Paulo/SP para cursar

o mestrado em Direito na

PUC/SP, logo após concluir

a graduação. Em paralelo,

advogava em Londrina,

São Paulo e Rio de Janeiro.

Em 2009, me tornei sócio

do Almeida Advogados. Em

2010, no Rio, abri o Vilela

Berbel Advogados, ano em

que me doutorei em Direito

pela PUC/SP. Em 2011,

me tornei sócio do Bichara

Advogados, até abrir o Balera,

em 2017.


Comida preferida:

Churrasco.

O que gosta de fazer nas

horas de lazer:

Esquiar.

Quais filmes preferidos:

“Meia Noite Em Paris”.

Músicas preferidas:

“Fly Me To The Moon”.

Sonhos realizados:

Voltar a trabalhar com meu

irmão.

Metas que deseja alcançar:

Consolidar o Balera como

um dos maiores escritórios do

Brasil.

Se pudesse mudar algo no mundo,

o que seria?

Deixaria o plano. Tudo seria mais fácil.

Frase preferida:

Entrega o bolo.

E para finalizar, quais são suas

expectativas pessoais e profissionais

para daqui a 5 e 10 anos?

Profissionais: ser mais multidisciplinar

e criativo. Transformar o Balera

num escritório internacional.

Pessoal: melhorar minhas relações

interpessoais.


NA MÍDIA

Aprovada proposta que prorroga a desoneração

da folha de pagamentos

Por Leilane Borgo Rolim e Louise Capello de Moraes,

Advogadas tributárias

Sabe-se que

a folha de

pagamento

é um dos documentos

de maior

relevância na rotina

das empresas,

pois além de

acomodar dados

salariais, também

é utilizada

como base informativa

para uma

série de tributos,

dentre eles a contribuição previdenciária

patronal, erroneamente

conhecida como “INSS” patronal.

O pagamento do “INSS” patronal

é imposto às empresas que

contratam mão de obra com ou

sem vínculo empregatício, conforme

determinação da Constituição

Federal, e tem como objetivo financiar

inúmeras prestações por

meio da tributação das folhas de

salários e demais rendimentos do

trabalho pagos ou creditados, a

qualquer título.

Essa regra geral sofreu uma

importante modificação a partir

de 2011.

De fato, algumas empresas

passaram para uma nova modalidade

de tributação conhecida

como Contribuição Previdenciária

sobre Receita Bruta (CPRB).

Esse regime, instituído pela Lei

n⁰ 12.546/2011, apresentou como

principal intuito o alívio da carga

tributária de alguns setores empresariais,

objetivando a substituição

do pagamento da contribuição

previdenciária patronal sobre

a folha de salários pela contribuição

incidente sobre a receita bruta.

A contribuição patronal sobre a

receita bruta permite que as empresas

contribuam com um percentual

que varia de 1% a 4,5% sobre essa


nova base de cálculo – receita bruta,

diga-se –, desonerando o pagamento

de 20% sobre a folha de pagamento

dos trabalhadores.

Note-se que somente alguns

setores enquadram-se na possibilidade

de desoneração, a depender

das suas atividades econômicas

previstas em Lei, quais sejam, as

empresas de comunicação; call center;

calçados; confecção/vestuário;

construção civil; couro; empresas

de construção e obra de infraestrutura;

fabricação de veículos e carroçarias;

máquinas e equipamentos;

proteínas animal; têxtil; tecnologia

da informação (TI) e tecnologia da

informação (TIC); projetos de circuitos

integrados transporte ferroviário

de passageiros, de transporte

metroferroviário de passageiros e;

transporte rodoviário de cargas.

Referido regime, criado em 2011,

sofreu diversas alterações legislativas

e prorrogações de vigência ao

longo dos anos. A última modificação

estabeleceu sua permanência até 31

de dezembro de 2021 (Art. 7º da Lei

12.546/2011).

À vista disso, considerando as

consequências da Pandemia e da

crise provocada pela Covid-19, a Comissão

de Finanças e Tributação da

Câmara dos Deputados aprovou o

Projeto de Lei 2541/21, que prorroga

a desoneração da folha de pagamentos

para dezembro de 2026.

Dado o desafiador cenário mundial,

esta medida é de extrema significância,

visto que a manutenção

da CPRB continuará beneficiando

os 17 setores da economia. Ainda, a

proposta apresentada à Câmara dos

Deputados objetiva prorrogar por

mais 5 anos referido regime, a fim

de promover o bem-estar social e o

desenvolvimento econômico, pois,

segundo os autores do Projeto, sem

essa forma alternativa de custeio

inexistiria incentivo para geração de

empregos formais.

Ainda, tem-se que a desoneração

da folha de pagamentos ampara

diversas áreas econômicas com a redução

de custos tributários.

De todo modo, a prorrogação

ainda precisa ser aprovada pelo Senado.

Assim, levando-se em consideração

que o cenário atual tem

gerado insegurança quanto à uma

efetiva reabilitação econômica e

que o ritmo da retomada não se encontra

em patamar satisfatório, privar

as empresas de estímulos fiscais

pode ameaçar ainda mais qualquer

expectativa de melhora.

Em um período de tantas incertezas

e tendo em mente que o Brasil

endereça alta carga tributária às empresas,

há grande expectativa que o

Projeto de Lei 2541/21 seja aprovado

para expandir a vigência da CPRB.

Com isso, as empresas deverão

fazer as simulações necessárias e verificar

suas cargas tributárias, a fim

de obter uma melhor gestão financeira

e aproveitar os benefícios que

estão à disposição para se resguardarem

e terem eficiência econômica

a longo prazo.


NA MÍDIA

Declaração de compensação via formulário

Uma alternativa às adversidades sistêmicas

Por Marceli de Paula Bonfim, advogada tributarista

Atualmente

nos deparamos

com diversas

formas de

reaver valores que

são creditados indevidamente

ou

a mais ao Erário

pelos contribuintes.

As operações

de compensação,

restituição e ressarcimento

em

matéria tributária

foram previstas

na legislação

justamente para possibilitar o ajuste

financeiro entre o Fisco e os contribuintes

em casos de identificação de

pagamentos equivocados.

O texto vigente da Instrução Normativa

RFB 1.717/2017, regulamenta

os procedimentos criados pelo Fisco

para possibilitar o tratamento dos

casos de restituição e compensação

de tributos administrados pela Secretaria

da Receita Federal do Brasil

(RFB), de outras receitas da União arrecadadas

por Documento de Arrecadação

de Receitas Federais (DARF) ou

Guia da Previdência Social (GPS), bem

como o ressarcimento e compensação

de créditos de IPI, PIS, COFINS e

REINTEGRA.

A confusão entre os procedimentos

existentes para regularização de pagamentos

equivocados ao Fisco é comum,

considerando a similaridade de suas

formas e finalidades. Por este motivo,

se faz necessário diferenciá-los:

Restituição: trata-se de devolução

de valor pago ou recolhido indevidamente

aos cofres públicos. Houve uma

saída financeira equivocada do caixa do

contribuinte, que deverá ser restituída

pelo Fisco após análise, e concordância,

quanto ao Pedido de Restituição.

Compensação: assim como a restituição,

identificou-se uma saída financeira

equivocada do caixa do contribuinte,

todavia, o procedimento de

compensação permite ao usuário abater,

imediatamente e por conta pró-


pria, o valor pago equivocadamente no

passado do total devido em relação a

outro débito de sua responsabilidade,

caso em que a RFB analisará o Pedido

de Compensação depois de já ter produzido

seus efeitos econômicos.

Reembolso: por previsão legal, as

quotas do salário-família e do salário-

-maternidade são custeadas pelos empregadores

em favor de seus funcionários

(as). Posteriormente, tais valores

são reembolsados à empresa por meio

de dedução no ato do pagamento das

contribuições devidas à Previdência Social.

Não se trata de pagamento equivocado

do contribuinte, mas sim um

adiantamento realizado pelo empregador,

posteriormente reembolsado pelo

Fisco por opção legislativa.

Ressarcimento: procedimento realizado

para operacionalizar benefício fiscal

com expressa previsão legal, utilizado

especificamente para que os contribuintes

do PIS e da COFINS possam ser ressarcidos

ao realizarem operações de exportação

de mercadorias, prestação de

serviços a pessoas físicas ou jurídicas no

exterior e vendas à empresa comercial

exportadora com finalidade específica de

exportação quando, até o final de cada

trimestre do ano civil, o contribuinte não

conseguir utilizar o crédito por dedução

do valor das próprias contribuições ou

compensação com outros tributos administrados

pela RFB. Por suas especificidades,

diferentemente dos demais, o

procedimento de ressarcimento foi normatizado

pela Portaria MF 348/2014.

Abordando o aspecto operacional, a

restituição e a compensação se utilizam

de procedimentos semelhantes, sendo

precedidos da apresentação de solicitação

ao Fisco formalizando a Restituição/

Compensação, nos quais se detalha o detentor,

o valor e a origem do crédito pleiteado,

seja por meio do Programa PER/

DCOMP, do Módulo PER/DCOMP Web

(eCAC) ou, na impossibilidade de utilização

dos sistemas anteriores, a apresentação

de Formulário de Pedido de Restituição

ou Declaração de Compensação,

conforme anexos I e IV da IN 1.717/2017,

respectivamente.

Tratando-se das especificidades operacionais

dos Pedidos de Restituição e/ou

Compensação via formulários, amparados

no §1º do Art. 7º e §1º do Art. 65, ambos da

IN 1.717/2017, devem ser observados alguns

requisitos, que serão verificados pela

RFB, para viabilizar seu processamento

adequado. A juntada de documentos comprobatórios

do valor e da origem dos créditos

pleiteados será necessária, diferentemente

dos procedimentos realizados pela

via comum, em que não há necessidade de

demonstração prévia da constituição do

crédito. No caso específico, o crédito deverá

ser detalhado de forma analítica.

Outro requisito essencial está na

comprovação da impossibilidade do

envio dos pedidos pela internet. A RFB

caracteriza como impossibilidade a ausência

de previsão da hipótese de restituição/compensação,

bem como falha

no programa que impeça a geração do

pedido eletrônico, o que deverá ser demonstrado

pelo requerente no momento

da entrega do formulário, sob pena

de indeferimento sumário.

Com o número do processo administrativo

gerado por meio do procedimento

descrito, o contribuinte terá a possibilidade

de vincular essa numeração para

abatimento de débitos diretamente em

sua declaração, seguindo o fluxo de processamento

usual da PER/DCOMPWeb.


NA MÍDIA

Decisão sobre alíquotas de ICMS pode

beneficiar empresas no Paraná

Por Lucas Ciappina, sócio e advogado tributarista,

e Bruno Fazzolo, advogado tributarista

Em artigo publicado na Folha de Londrina, Lucas Ciappina,

sócio e advogado tributarista, e Bruno Fazzolo,

advogado tributarista, ambos do Balera, Berbel &

Mitne Advogados, falam como a decisão do STF que definiu

a inconstitucionalidade de alíquotas do ICMS pode

beneficiar empresas no Paraná. Se aplicado o entendimento

do Supremo, as alíquotas do ICMS energia e telecom

devem ser igualadas à média geral de 18%.

Leia na íntegra: https://bit.ly/3lsSFcV


Biscoito

Filosófico

“Sou absolutamente

responsável pelo que

digo, mas irresponsável

pelo que você escuta.

No entanto, é minha

responsabilidade

verificar constantemente

o que digo com o que

você escuta.”

Humberto Maturana

Neurobiólogo chileno

“Um sorriso não custa

nada e é o meio mais

eficaz de comunicação

entre duas pessoas.”

Valdeci Alves Nogueira

Pastor e escritor brasileiro

“A falta de

comunicação nos

dá o direito de

pensar o que bem

entendermos.”

Georgeana Alves

Escritora brasileira

“Ouça com

curiosidade. Fale

com honestidade. Aja

com integridade. O

maior problema com

a comunicação é que

nós não ouvimos para

entender. Ouvimos

para responder.

Quando ouvimos

com curiosidade,

não ouvimos com

a intenção de

responder, ouvimos o

que está por trás das

palavras.”

Roy T. Bennett

Advogado americano

“A comunicação é o

pilar mais importante

da evolução humana.”

“O mais importante na

comunicação é ouvir o

que não foi dito.”

Peter Drucker

Escritor e professor austríaco

Heverson Barbosa

Professor de oratória e

palestrante brasileiro

“A comunicação pela

metade faz mal.”

Papa Francisco

Líder religioso católico


Final de ano chegando...

Fique atento à padronização dos avisos de ausência!

Siga o passo a passo e saiba como

inserir a resposta automática no e-mail.

1) Use o seguinte texto:

2) Abra o seu Outlook e clique em “Arquivo”, na barra de

ferramentas, no menu superior.

3) Clique em “Respostas Automáticas”.


4) Selecione a opção “Enviar respostas automáticas”.

Clique em “Só enviar durante este intervalo de tempo”

e escolha a data de início e de término.

5) Cole o texto no

campo de texto e

formate para que

ele fique com o

padrão “Open Sans”,

tamanho 11. Clique

em “Ok”, ou...

6) ...Se preferir, adicione regras.

Clique em “Adicionar regra” e

escolha as opções conforme sua

necessidade.


APRENDÊ-LO-EI

A arte de virgular

Essa tal arte de

virgular, ou seja,

de colocar vírgula

no texto, mais do

que conhecimento

gramatical, exige

sensibilidade. É preciso

estar atento ao fluir da

frase. Se interrompemos

o fluxo natural do

raciocínio expresso por

escrito, colocando a

vírgula de forma errada,

a frase resulta truncada,

até sem sentido.Veja os

exemplos a seguir.

• O Presidente da República,

nomeou o Ministro do Trabalho.

• Tente não repetir, os mesmos

erros.

Uma vírgula mal colocada

atrapalha o entendimento

agradável do pensamento. Mesmo

que não tenhamos consciência

clara disso, sentimos certo

desconforto ao ler uma frase

assim. De acordo com a gramática,

isso ocorre porque não se pode

separar o que está sintaticamente

ligado: sujeito-verbo-complemento.

Por isso:

• Não se usa vírgula entre

sujeito e verbo (primeira frase).

• Não se usa vírgula entre verbo

e complemento (segunda frase).


FALAR E ESCREVER

Mas a vírgula deve ser usada

em muitas outras situações.

Trata-se, assim como os

demais sinais de pontuação,

de um precioso recurso que

utilizamos para sinalizar ao

leitor como a frase deve ser

lida e entendida.

Quando conversamos com

alguém, face a face, fazemos

pausas para a respiração,

gesticulamos, somos

veementes, valorizamos

determinada palavra

ou frase com a ênfase

apropriada, pomos vibração,

ou não, no que dizemos...

Nos textos, contudo, para

obter o mesmo efeito,

temos de recorrer à

pontuação, em especial

à vírgula, pois seu uso

permite a correta entonação

e interpretação da frase

escrita, sinalizando quando

se deve fazer uma pausa

ligeira na leitura.

INTERCALAÇÕES

Ao sinalizar essa pausa, a

vírgula ajuda o leitor a perceber

a ocorrência de intercalações

na estrutura básica da

frase – aquela do sujeitoverbo-complemento

–, sem

interromper o fluxo natural do

pensamento. Veja como isso

ocorre nos seguintes exemplos:

O resultado do exame, ao

que tudo indica, logo será

publicado.

A vacinação, mesmo em doses

fracionadas, ainda é o melhor

sistema de prevenção.

A leitura da ideia principal

(em negrito) ocorre de

forma natural, sem que a

intercalação (em itálico), por

estar entre vírgulas, atrapalhe

a compreensão da frase. Ao

contrário, a separação com

vírgulas ajuda a entender a frase

de maneira mais completa, pois

indica que há uma explicação,

um esclarecimento, uma

condição etc. associada à

ideia principal. A variedade de

intercalações é grande, vamos

conhecer as mais comuns...


EXPRESSÕES EXPLICATIVAS

As intercalações aqui

são aquelas expressões

corretivas, explicativas, tais

como isto é; ou melhor;

quer dizer; data vênia; ou

seja; por exemplo etc. Como

tais, devem ser colocadas

entre vírgulas.

O professor, a meu ver,

deve sempre usar uma

linguagem clara, ou seja,

de fácil compreensão.

CONJUNÇÕES

Certas conjunções, quando

intercaladas, prepostas

(postas antes) ou pospostas

(postas depois) devem ser

acompanhadas de vírgulas.

Empenhava-se no

estudo com afinco e,

por isso, conseguia bons

resultados.

A verdade revelada,

contudo, não fazia sentido.

Tratava-se, portanto, de

fake news.

Entretanto, seguiu em

frente.

O ano foi difícil; não

me queixo, porém.

SUBORDINADAS

Nestes exemplos, separa-se com

vírgula da oração principal (em

negrito) a oração subordinada

(adverbial e reduzidas de gerúndio,

particípio ou infinitivo, em itálico),

que equivale a uma intercalação

explicativa.

Quando chamado a comentar, fez

um grave pronunciamento.

Sendo contrário, votou pela

reprovação do projeto.

Abandonado pelos amigos, ele se

virou como pôde.

Por ter parentesco com o réu,

declarou-se impedido de julgar.

Os alunos colocaram-se em fila,

atendendo ao sinal do recreio.

CONDICIONAL

Também se separa da oração

principal (em negrito), com

vírgula, a oração subordinada

adverbial (em itálico), que

funciona como uma intercalação

condicional.

Ainda que o provoquem, não reage

com violência.

Ele deve concluir o estudo hoje,

se for possível.


VOCATIVO E APOSTO

Observe, nos exemplos

a seguir, que se deve

usar vírgula para

separar os vocativos

(primeira e segunda

frase) e os apostos

(terceira e quarta

frase). Repare que a

lógica de colocar a

vírgula para organizar

a frase principal,

sem interromper sua

fluência, se mantém.

No caso do vocativo,

em particular, a vírgula

ainda ajuda a produzir

um efeito dramático.

Amigos, é chegada

a hora de buscar o

entendimento.

Acorda, Brasil.

Aristóteles, o grande

filósofo, foi o criador da

Lógica.

O homem, que é um

ser mortal, deve se

preocupar em deixar

um legado.

PALAVRAS ISOLADAS

Aqui, a ideia é dar ênfase a uma

afirmação, um conceito, uma tese.

Palavras ou expressões intercaladas na

frase principal conseguem alcançar esse

efeito com o uso das vírgulas.

Compete ao cidadão, sim, exigir do

político o cumprimento das promessas

de campanha.

Ao político, de fato, cabe a

responsabilidade de legislar em prol do

bem de todos.

O USO MAIS COMUM

As vírgulas, portanto, são muito úteis

para indicar a ocorrência de intercalações

dos mais variados tipos na frase principal,

sem interromper o fluxo natural do

raciocínio expresso por escrito.

Mas a vírgula se destaca naturalmente

como recurso usado para organizar

e ordenar uma sequência de termos

ou de orações em um período. Veja os

exemplos a seguir:

Chegou ao Rio de Janeiro, visitou

o Pão de Açúcar, levou os filhos ao

Jardim Botânico, passeou pela Avenida

Atlântica, conheceu o novíssimo

Museu do Amanhã.

Simplicidade, clareza, objetividade,

concisão são qualidades a serem

observadas na redação formal.

Assim, como explica a gramática, usa-se

a vírgula para separar orações paralelas

justapostas, ou seja, não ligadas por

conjunção (primeira frase) e para

separar termos independentes entre si

(segunda frase).


O MAIS ELEGANTE

A vírgula também pode ser

empregada para indicar a

elipse, ou seja, a ocultação

de verbo ou de outro termo

usado anteriormente,

ajudando a estruturar

a frase de forma mais

sofisticada. Observe:

João prefere os livros e

Carlos, os esportes.

(João prefere os livros

e Carlos prefere os

esportes.)

No horizonte distante, uma

promessa de navio.

(No horizonte distante

havia uma promessa de

navio.)

O MAIS PRÁTICO

Quem não conhece este uso

da vírgula? Com o objetivo

de organizar e deixar bem

claro o que está expresso

por escrito, usamos a

vírgula para separar os

topônimos (nome do lugar)

em datas e endereços.

São Paulo, 23 de abril de

1999.

Rua Nascimento e Silva,

107.

POR FIM, ALGUMAS

PECULIARIDADES

• No caso das conjunções mas

e pois, importante lembrar que

elas requerem continuidade e

não pausa ligeira. Assim: Ele veio

rápido, mas não ficou muito

tempo. (e não Ele veio rápido,

mas, não ficou muito tempo.) /

Riu muito da situação, pois foi

um acontecimento inusitado. (e

não Riu muito da situação, pois,

foi um acontecimento inusitado.)

• Não se usa vírgula antes de e, ou

e nem, com algumas exceções:

1) Quando o e liga orações de

sujeitos diferentes: O menino

respondeu com um sorriso, e a

menina, com uma piscadela. /

2) Quando o e e o nem estiverem

repetidos na frase, visando dar

ênfase ou sinalizar uma pausa

mais marcada: Ele tropeçou, e

caiu, e se machucou... / Ninguém

o acompanhou, nem os irmãos,

nem os amigos, nem a namorada!

/ 3) Quando se quer dar ênfase

a uma afirmação ou deixar mais

marcada uma pausa na frase: Ela

contou toda a história, e pôs

muita emoção nisso. / Vamos sair

agora, ou não? / Vou entrar neste

mar, nem que fique congelada!

VÍRGULA: APROVEITE ESSE

RECURSO COM MUITA ARTE!

Fonte: Ana Setti Rosa - Jornalista, Escritora, Mentora de Redação -

https://www.linkedin.com/pulse/arte-de-virgular-ana-margarida-setti-rosa/


Comunique-se!

O Balera está

ON!

Acompanhe o

conteúdo publicado

pelo Balera também

nas mídias sociais.

Inscreva-se no

LinkedIn e em

nosso canal no

YouTube!

Gostou do nosso informativo? Fique à vontade para

enviar dúvidas, elogios e sugestões. Até a próxima!

Equipe de Comunicação & Marketing/RH.

LinkedIn Balera: https://bit.ly/linkedin-balera

YouTube Balera: https://bit.ly/canal-balera-youtube

Hooray! Your file is uploaded and ready to be published.

Saved successfully!

Ooh no, something went wrong!