Exposição Padre Joaquim Espanca - Vida e obra de um erudito calipolense
No âmbito do projeto “Artes & Letras Alentejo”, no dia 25 de maio de 2022, vai ser publicada a exposição “Vida e obra do erudito Padre Joaquim Espanca”. A exposição virtual estará disponível no portal “Artes & Letras Alentejo”: https://arteseletras.cechap.com/ Coordenador: Carlos Filipe | Autor: João Pires Lopes | Design: Carlos Pernas
No âmbito do projeto “Artes & Letras Alentejo”, no dia 25 de maio de 2022, vai ser publicada a exposição “Vida e obra do erudito Padre Joaquim Espanca”. A exposição virtual estará disponível no portal “Artes & Letras Alentejo”: https://arteseletras.cechap.com/
Coordenador: Carlos Filipe | Autor: João Pires Lopes | Design: Carlos Pernas
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1. ENQUADRAMENTO DO TEMA
O Projeto Artes & Letras Alentejo (ALT20-06-5145-FEDER-001146) está a ser
desenvolvido pelo Centro de Estudos CECHAP. Tem como principais objetivos o
estudo e a promoção do turismo literário, envolvendo personalidades que se
destacam na cultura e nas artes da Região dos Mármores. É nesta linha que se
insere a exposição que se segue, apresentando-se de maneira dinâmica e
sistematizada a notável figura calipolense do século XIX no âmbito da literatura,
da história e da arqueologia, o padre Joaquim Espanca.
Pe. Joaquim Espanca. Vida e Obra de um erudito calipolense, é o tema proposto
para esta exposição biobibliográfica, onde se pretende destacar um filho de Villa
Viçosa e filho muito benemérito pois ninguém até hoje estudou com maior
profundidade a história e antiguidades da sua terra natal.
Relembrar que o Padre Espanca foi um erudito, um homem dedicado à cultura,
cujo legado tem sido valorizado, interpretado e aproveitado pelo
desenvolvimento de um turismo literário nos concelhos da Região dos Mármores.
2. DADOS BIOGRÁFICOS DE PADRE JOAQUIM ESPANCA
2.1 Família, Juventude e Formação
Joaquim da Rocha Espanca nasceu em
Vila Viçosa, na freguesia de São
Bartolomeu, no dia 17 de maio de
1839. Foi batizado no dia 27 do
mesmo mês, na igreja do Espírito
Santo (Misericórdia), que serviu de
paroquial dessa freguesia até 1865.
Vista parcial da freguesia de S. Bartolomeu, como era à época do
Padre Joaquim da Rocha Espanca.
In http://ww3.aeje.pt/avcultur/avcultur/Postais4/VilaVicosaPt01.htm
Filho de Joaquim José Lourenço da Rocha Espanca (1802 – 1883) e de Maria das Dores da
Purificação Pereira, naturais de São Bartolomeu, que casaram no dia 30 de outubro de 1832
na referida igreja.
Casa onde nasceu Padre Joaquim da Rocha Espanca localizada na zona do
antigo Rocio de São Paulo, em Vila Viçosa. Arquivo CECHAP
Assento de Casamento de Joaquim José da Rocha Espanca e Maria
das Dores. Arquivo Distrital de Évora, Registo Paroquial,
Paróquia de São Bartolomeu (Vila Viçosa), Lv. 30, Cx. 15.
Da família, conhecem-se dois irmãos, e ao que se sabe, os únicos que teve: António Joaquim
da Rocha Espanca (1835 - 1904), também sacerdote, e José Bartolomeu da Rocha Espanca
(1841 – 1873), ferrador, que faleceu em Bencatel, na casa de seu irmão António que, à data,
era pároco dessa aldeia do concelho de Vila Viçosa e para onde se mudou toda a família
Espanca.
Casa paroquial de Bencatel na qual viveu António da Rocha Espanca
com a sua mãe e irmãos. Arquivo CECHAP
Assento de Óbito de José da Rocha Espanca onde consta a sua
idade, morada, profissão e local de sepultamento no Cemitério
da Matriz de Vila Viçosa. Arquivo Distrital de Évora, Registo
Paroquial, Paróquia de Bencatel, Lv. 75, Cx. 6
Diagrama com a família do Padre Joaquim da Rocha Espanca. Destaca-se o facto de
o seu pai e irmão terem morrido em Bencatel, aldeia para a qual se mudou a família
depois de António da Rocha Espanca se ter tornado prior de Bencatel.
Joaquim da Rocha Espanca terá estudado as primeiras letras em Vila Viçosa e, em 16 de
outubro de 1856, aos 17 anos de idade, entra no Seminário Maior de Évora para frequentar o
curso de Filosofia e Teologia ministrado nessa instituição, terminando a sua formação
académica em 1861.
Claustro do Seminário Maior de Évora. Fotografia: Arquidiocese de Évora
Fachada do Seminário Maior de Évora. Fotografia: Arquidiocese de Évora
2.2 Acesso às Ordens Sacras
Apesar de ter terminado os estudos em 1861, com
exame final realizado a 14 de dezembro desse ano, já
antes tinha iniciado o seu processo de admissão à
Prima Tonsura e Ordens Menores, nomeadamente em
abril de 1858, através de um requerimento assinado
pelo jovem seminarista, o qual foi respondido
favoravelmente em 29 de abril. O acesso a estas ordens
terá acontecido nas Têmporas de Pentecostes do ano
de 1858.
Requerimento de Joaquim da Rocha Espanca para acesso à
Prima Tonsura e Ordens Menores. Arquivo Distrital de Évora,
Em 1861, para constituir património que lhe
permitisse o acesso às ordens de Subdiácono
e Diácono, é nomeado pelo Arcebispo de
Évora para a serventia da Tesouraria da
Freguesia de Santiago de Rio de Moinhos,
cargo cujos rendimentos lhe permitiriam
reunir o património necessário para a sua
ordenação. Toma posse dessa função em 22
de outubro de 1861, trabalhando com o
pároco, Padre Joaquim António de Almeida
Seguro.
Igreja Paroquial de Santiago de Rio de Moinhos (Borba).
Fotografia: Inventário Artístico do Distrito de Évora.
Em 1862 muda-se para a freguesia de Bencatel, onde seu irmão António era pároco. Nessa paróquia
recebe as ordens de Subdiácono, no dia 8 de fevereiro de 1863, e de Diácono, em 27 de julho do
mesmo ano. A partir desse momento, começa o seu trabalho pastoral em Bencatel sob a alçada do
seu irmão. No final desse mesmo ano, é ordenado Presbítero e permanece em Bencatel como
capelão da Irmandade das Almas, assinando, com esse título, um assento de batismo de dezembro
de 1863.
Transcrição: «Pro Parocho, o Cappellão da Irmandade das Almas – P. e Joaquim José da Rocha Espanca, Autoriza a celebração deste
baptismo, Parocho António Joaquim da Rocha Espanca.»
Assinatura do Padre Joaquim da Rocha Espanca, como capelão da Irmandade das Almas, em dezembro de 1863 – uma das suas primeiras
assinaturas depois de ordenado presbítero. Arquivo Distrital de Évora, Registo Paroquial, Paróquia de Bencatel, Lv. 21, Cx. 3
2.2 Percurso eclesiástico
Entre 1863 e 1877, Padre Joaquim
da Rocha Espanca exerce a função
de Capelão da Irmandade das
Almas na freguesia de Sant’Ana de
Bencatel, tendo sido nomeado
prior de Santa Catarina de Pardais
em 21 de novembro de 1877,
cargo que irá exercer durante 10
anos.
Primeiro assento de batismo assinado por
Padre Joaquim da Rocha Espanca, na
qualidade de prior de Pardais, em 6 de
janeiro de 1878. Arquivo Distrital de
Évora, Registo Paroquial, Paróquia de
Pardais, Lv. 45, Cx. 4
Altar da Irmandade das Almas de Bencatel onde Padre
Joaquim Espanca foi capelão.
Arquivo CECHAP
Em 1878, toma posse da paróquia de Santa Catarina de Pardais, onde irá desenvolver uma
atividade muito intensa quer a nível religioso, quer a nível historiográfico. Destaca-se o resgate e
a compilação do Livro Novo dos Usos e Costumes da Frêguezia de Santa Catharina de Pardais.
Igreja Paroquial de Santa Catarina de Pardais.
Arquivo CECHAP
Antiga casa paroquial de Pardais onde residiu o Padre Joaquim da
Rocha Espanca. Arquivo CECHAP
Em 23 de junho de 1887, o Padre
Joaquim Espanca recebe a
confirmação da sua transferência
para a Paróquia de São Bartolomeu
de Vila Viçosa, renunciando à
paróquia de Pardais em 12 de julho,
tendo assinado o último documento
na qualidade de pároco de Pardais a
17 de julho desse ano.
Igreja Paroquial de São Bartolomeu de Vila Viçosa. Arquivo CECHAP
Em 27 de julho de 1887, assina o primeiro
documento na qualidade de pároco de São
Bartolomeu de Vila Viçosa. Nesta igreja
exerceu o presbiterado até à data da sua
morte, em 26 de novembro de 1896,
acumulando este cargo, desde 1894, com o
de Vigário da Vara de Vila Viçosa
Termo de abertura do Livro de Registos de Batismo de São Romão do ano
de 1895 onde se vê a assinatura de Padre Joaquim da Rocha Espanca na
qualidade de Vigário da Vara de Vila Viçosa.
Arquivo Distrital de Évora, Registo Paroquial, Paróquia de São Romão,
Lv. 112, Cx. 9
(responsável direto de todas as paróquias
sob a alçada de Vila Viçosa).
A morte do pároco de São Bartolomeu
levou à abertura do testamento que,
entre muitos outros aspetos, dá uma
visão geral, quase autobiográfica, do
Padre Joaquim Espanca.
De entre todas a disposições
testamentárias, destaca-se a doação da
sua residência à paróquia de São
Bartolomeu para servir de casa
paroquial.
Primeira página do manuscrito do testamento cerrado de Padre Joaquim da
Rocha Espanca. Arquivo Distrital de Évora, Registo de Testamentos na
Administração do Concelho de Vila Viçosa. Livro 23, fls. 33-43v.
A casa do Padre Joaquim Espanca, sita na Rua Frei Manuel (atual Rua Martim Afonso de Sousa),
tinha sido adquirida por ele em 1881, por 450 mil réis, possuindo uma capela por ele fundada, no
ano de 1887, em honra de Nossa Senhora da Graça.
Casa paroquial de São Bartolomeu – Vila Viçosa. Arquivo CECHAP
Capela de Nossa Senhora da Graça, fundada por Pe. Joaquim
Espanca. Arquivo CECHAP
Além da doação da casa paroquial de
São Bartolomeu, o testamento de
Padre Espanca determina que o seu
corpo saia directamente de casa para
o cemitério […] em que eu tenha
mandado construir jazigo de família
[…] e desejo ser ali enterrado em
sepultura própria e perpétua com
campa de mármore.
Jazigo do Padre Joaquim Espanca no Cemitério Municipal de Vila Viçosa.
Arquivo CECHAP
Jazigo do Padre Espanca no Cemitério Municipal de Vila Viçosa.: pormenores. Arquivo CECHAP
Além destas disposições testamentárias, sabemos
também que fez dos seus primos, até á terceira
geração, detentores de um legado, determinando
o seguinte: Não excluo do mesmo legado os
primos ilegítimos, uma vez que notoriamente
sejam havidos por meus primos. Aqui poderá
incluir-se Apeles e Florbela Espanca, filhos de João
Maria Espanca, primo-irmão do Padre Espanca.
João Maria Espanca assinou, em maio de 1895, o
retrato do prior de São Bartolomeu.
Retrato a carvão de Padre Espanca da autoria de João Maria Espanca e
respetiva assinatura.
Arquivo CECHAP
3. Obra Bibliográfica e Musical de Pe. Joaquim Espanca
3.1 Parenética religiosa
Uma das vertentes literárias a que se dedicou o Padre Espanca foi a parenética
religiosa. Contudo, é a vertente menos estudada, o que se justifica pelo
desconhecimento dos seus textos. Sabemos que o Padre Espanca escreveu alguns
sermões, com os quais deverá ter tido algum cuidado, atribuindo-lhe grande
importância, pois no seu testamento diz: deixo ao Seminário de Évora, igualmente
para a sua biblioteca, quatro volumes de sermões que eu tenho encadernados, se
os não tiver mandado imprimir.
Excerto do testamento de Padre Joaquim da Rocha Espanca em que deixa expresso a entrega de quatro
volumes dos seus sermões ao Seminário de Évora, onde foi aluno entre os anos de 1856 e 1861. Arquivo
CECHAP
3.2 Antiquário e aproximação à Arqueologia
Um dos trabalhos a que o Padre Joaquim Espanca se
dedicou foi à arqueologia, ou melhor, à descoberta e
interpretação de alguns achados arqueológicos, pois
não era propriamente archeologo; era antiquario e
curioso, mas instruído. Estas suas campanhas foram
reconhecidas a nível nacional, tendo sido o
correspondente de José Leite de Vasconcelos (célebre
etnógrafo e arqueólogo português do século XIX) nas
suas visitas a Vila Viçosa e a esta região.
José Leite de Vasconcelos, correspondente do Padre Joaquim
Espanca, sobre quem escreveu um texto laudatório
publicado na Revista ‘O Archeologo Português’.
Publicada em http://cvc.instituto-camoes.pt/
A paixão por antiguidades levou a que o Padre Espanca coletasse alguns
achados arqueológicos e sobre eles escrevesse alguns textos publicados em
revistas e jornais. Leite de Vasconcelos, ao descrever a casa de Padre Espanca
diz: Depois do passeio, Espanca conduziu-me outra vez a casa, cujas
curiosidades archeologicas me mostrou: uma inscripção romana, que tinha
fixa na parede, para lh’a não rouberem; um punhado de moedas romanas e
portuguesas; vários machados prehistoricos de pedra polida.
José Leite de Vasconcelos. Padre Joaquim José da Rocha Espanca, in ‘O Archeologo Português’
No mesmo artigo faz-se uma
compilação dos artigos que o
pároco de São Bartolomeu
escreveu sobre o tema, de onde
se destacam algumas notícias
sobre alguns achados no concelho
de Vila Viçosa, nomeadamente os
vestígios romanos de Bencatel, as
placas do deus Endovélico e as
antas de Pardais.
Primeiras páginas de dois artigos de Padre Joaquim da Rocha Espanca publicados na Revista
Archeológica. O primeiro assinado em Bencatel, no ano de 1887, e o segundo, assinado em Vila
Viçosa, no ano de 1888. Publicada em https://archive.org/details/revistaarchaeolo01lisb
Ao lado: Frontispício do “Estudo sobre as antas e seus congéneres” publicado em 1894
por Padre Joaquim da Rocha Espanca. Arquivo CECHAP. Acima: Anta da Azenha dos
Apóstolos – freguesia de Pardais – descrita por Padre Espanca em 1894.
Arquivo CECHAP
3.3 Cronista de Vila Viçosa
Quando nos deparamos com a obra do
Padre Espanca temos a certeza que
estamos perante um cronista, mais do
que um historiador, que pretende
imortalizar todas as suas memórias e
conhecimentos históricos que conseguiu
compilar acerca da sua vila natal.
Primeira página manuscrita do Compêndio de Notícias de
Vila Viçosa.
Fotografia CECHAP
Do seu trabalho “historiográfico” destacamse
as Memórias de Vila Viçosa e o
Compêndio de Notícias de Vila Viçosa,
publicado pela primeira vez em 1892 e
republicado, em 2016, pelo CECHAP. As
Memórias de Vila Viçosa foram publicadas
pela primeira vez nos anos 80 do século XX,
pela Câmara Municipal de Vila Viçosa.
Primeira página do Compêndio de Notícias de Vila Viçosa,
editado em Redondo, no ano 1892. Fotografia CECHAP
Alguns números das Memórias de Vila Viçosa, editadas pela
Câmara Municipal em 1983.
Fotografia CECHAP
Compêndio de Notícias de Vila Viçosa, editado pelo CECHAP
em 2016.
Fotografia CECHAP
3.4 Obra Musical
“Por fim, sentando-se ao piano, na sua
sala de visitas, que era ao mesmo tempo
museu, tocou e cantou umas peças sacras
de sua lavra, pois, além de antiquário,
Espanca era poeta e músico”, lembra José
Leite de Vasconcelos no seu artigo de
homenagem ao Padre Espanca.
Fotografia da capa do Responsório das Matinas da Imaculada
Conceição, composto em 1873.
Arquivo CECHAP
A obra musical do Padre Joaquim
Espanca prende-se, na sua maioria, a
composição sacras, mas destacam-se
outras, nomeadamente marchas para
filarmónicas e hinos de algumas
coletividades e instituições calipolenses,
como é o exemplo do Asilo Calipolense
da Infância Desvalida, sob a Invocação
da Imaculada Conceição.
Imagem da partitura original da música para coreto nas Matinas da Festa da
Imaculada Conceição da Bem-Aventurada Virgem Maria.
Arquivo CECHAP
Além destas, existem várias obras
descritas por David Crammer no artigo
publicado pelo CECHAP, em 2016, na
introdução da reedição do Compêndio
de Notícias de Vila Viçosa. Destas
destacamos a coleção de música sacra
Excerto da obra Breve Notícia sobre a fundação do Asylo Calipolense
para Infância Desvalida sob a invocação da Immaculada Conceição, da
autoria de Agostinho Augusto Cabral, 1891.
Arquivo CECHAP
que faz parte do acervo musical do
Mosteiro de São Bento de Cástris, em
Évora.
Imagem da capa da partitura da harmonização que Padre
Joaquim Espanca compôs do Te Deum de Francisco Franco, seu
professor de música.
Arquivo CECHAP
Imagem da página de rosto das “Lições para acompanhar” de David
Perez, transcritas por Padre Espanca em 1835.
Arquivo CECHAP
Hinos religiosos compostos pelo Padre Joaquim da Rocha Espanca para o Convento de São Bento de Cástris. Arquivo CECHAP
4. Legado cultural de Pe. Espanca e memória
O trabalho cultural que o Padre Espanca deixou a Vila Viçosa e à Região dos
Mármores é um legado importantíssimo que deverá ser valorizado e preservado.
Os seus manuscritos, as suas obras musicais, são de uma riqueza fundamental e
uma herança de que Vila Viçosa está orgulhosa.
Excerto do texto escrito pelo abade de Miragaia sobre Padre Joaquim Espanca.
Arquivo CECHAP
Algumas homenagens dedicadas ao Padre Joaquim Espanca, promovidas por
instituições locais. Arquivo CECHAP
Fontes e Bibliografia
Cranmer, David. «Pe. Espanca e a música: um ponto de partida» in Filipe, Carlos (coord.) Compêndio de Notícias de Vila
Viçosa composto pelo Padre Joaquim da Rocha Espanca, Vila Viçosa, CECHAP, 2016.
Quintas, Armando; Filipe, Carlos. «Joaquim José da Rocha Espanca. Um percurso de génio.» in Filipe, Carlos (coord.)
Compêndio de Notícias de Vila Viçosa composto pelo Padre Joaquim da Rocha Espanca, Vila Viçosa, CECHAP, 2016.
Vasconcelos, J. Leite de. Noticia biographica do Pe. Joaquim J. da Rocha Espanca. Lisboa, Separata Archeologo Português,
3, Imprensa Nacional, 1897.
Arquivo Distrital de Évora, Registo de Testamentos na Administração do Concelho de Vila Viçosa. Livro 23.
Arquivo Distrital de Évora, Câmara Eclesiástica, Habilitações de Génere, Mç. n.º 201, Proc. n.º 1694.
Arquivo Distrital de Évora, Registo Paroquial, Paróquia de Bencatel, Lv. 21, Cx. 3.
Arquivo Distrital de Évora, Registo Paroquial, Paróquia de Bencatel, Lv. 75, Cx. 6.
Arquivo Distrital de Évora, Registo Paroquial, Paróquia de São Bartolomeu (Vila Viçosa), Lv. 30, Cx. 15.
Arquivo Histórico da Câmara Municipal de Vila Viçosa – 927/ TSR.25 – Livro n.º 23 – Registo de Testamentos na
Administração do Concelho de Villa Viçosa. Transcrição de testamento do Pe. Joaquim José da Rocha Espanca, fls. 33-43v.
https://archive.org/details/revistaarchaeolo01lisb
http://cvc.instituto-camoes.pt/
http://ww3.aeje.pt/avcultur/avcultur/Postais4/VilaVicosaPt01.htm
http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPAArchives.aspx?id=092910cf-8eaa-4aa2-96d9-
994cc361eaf1&nipa=IPA.00002770
Ficha Técnica
Título: Padre Joaquim Espanca. Vida e obra de um erudito calipolense.
Coordenação: Carlos Filipe (ARTIS-IHA | FLUL | CECHAP)
Autores: João Lopes (CECHAP)
Edição e organização: Centro de Estudos CECHAP | Artes & Letras Alentejo
Projeto: Artes & Letras
Design: CECHAP | Artes & Letras Alentejo
ISBN: 978 – 989 – 53156 – 9 – 7
Entidade Financeira: Alentejo 2020 - (ALT20-06-5145-FEDER-001146)
Vila Viçosa, 25 de maio de 2022