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GUIA IMPLANTAÇAO POLO PRESENCIAL EAD/UFAM

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS

CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

GUIA ORIENTATIVO DE IMPLANTAÇÃO DE POLO MUNICIPAL

INSTITUCIONALIZADO DE APOIO A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

Autores: Prof. Dr. Régis Tribuzy de Oliveira

Prof. Dr. João Victor Figueiredo Cardoso Rodrigues

1ª Edição

Manaus-AM

2022


Sumário

1. INTRODUÇÃO ............................................................................................................... 15

2. CONCEITO DE POLO PRESENCIAL ......................... Erro! Indicador não definido.

3. CREDENCIAMENTO DO POLO ............................................................................ 1718

4. POLO E SUA INSTITUCIONALIZAÇÃO ............... 17Erro! Indicador não definido.

5. INFRAESTRUTURA DO POLO .............................................................................. 1832

6. RECURSOS TECNOLÓGICOS ................................................................................... 32

7. RECURSOS HUMANOS ............................................................................................... 32

7.1. Coordenador de Polo ....................................................................................................... 32

7.1. Tutor ................................................................................................................................. 32

8. LEGISLAÇÃO SOBRE EDUCAÇÃO A DISTANCIA .............................................. 26

9. RECOMENDAÇÕES PARA MONTAGEM DE LABORATÓRIO DE

INFORMÁTICA ..................................................................................................................... 32

13. REFERÊNCIAS CONSULTADAS ............................................................................... 32


1. INTRODUÇÃO

A Universidade Federal do Amazonas (UFAM), por meio de seu órgão suplementar

Centro de Educação a Distância (CED), desenvolveu esse guia de implantação de polo

municipal de apoio a educação a distância (EaD), visando nortear as orientações básicas e

necessárias para criação dos polos nos municípios mantenedores e gestores do Amazonas.

O Polo Municipal de Apoio a EaD tem por finalidade principal dar apoio didáticopedagógico

para realização das atividades presenciais e a distância dos cursos, bem como o

logístico operacional e a gerencia da infraestrutura física, tecnológica e de pessoal humano

para o desenvolvimento das atividades educacionais no polo.

O guia também de forma complementar orientações necessárias para o melhor

entendimento do funcionamento do polo, perfis profissionais envolvidos nas ofertas de

cursos, e concepções do funcionamento didático, a operação do Ambiente Virtual de Ensino e

Aprendizagem (AVEA), assim como as orientações para os encontros presenciais e avaliações

finais de cada disciplina estudada, além da legislação histórica que baliza e norteia o processo

de implementação da EaD no Brasil.

2. CONCEITO DE POLO PRESENCIAL

O polo de apoio a EaD é um local com infraestrutura física, tecnológica e pedagógica,

sendo um centro de auxílio didático, pedagógico e administrativo para os alunos, mantida pelo

município e/ou pelo estado vinculado, cuja tal estrutura deve dispor das seguintes

dependências: salas de aula, secretaria acadêmica, coordenação de polo, sala de tutores

presenciais, sala de professores, sala ou auditório para encontro presencial, laboratório de

informática, biblioteca, laboratório para aulas práticas, banheiros masculino e feminino,

ambos com acessibilidade e estrutura geral. Esta estrutura física pode ser exclusiva ou

compartilhada, desde que atenda as necessidades de utilização do(s) curso(s). Abaixo seguem

alguns registros de um polo de apoio presencial no interior do Amazonas, conforme

apresentada na figura 01.

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Figura 01

Figura 01: Recepção de um Polo de Apoio a EaD localizado em Itacoatiara-AM. Fonte: Eduardo Castro

O objetivo do polo de apoio presencial ofertado em cada município é possibilitar uma

estrutura apropriada para o atendimento dos alunos, professores e todos envolvidos neste

processo de ensino e aprendizagem da EaD com qualidade, promovendo as condições

necessárias para a permanência e manutenção do curso, sendo um vinculo próximo e ativo

com a Universidade, desenvolvendo a expansão da educação superior pública e gratuita

principalmente no interior do Estado do Amazonas.

As funções são bem específicas neste processo de ensino, onde o polo é responsável pelos

cuidados do atendimento presencial, os tutores (papel desenvolvido por professores do

município cedidos para tal função), mediam o atendimento didático-pedagógico dos alunos,

auxiliando com a orientação e solução de dúvidas, sob a supervisão do professor ministrante,

a cada disciplina estudada, assim como acompanham e corrigem as atividades e tarefas

propostas a serem realizadas, sendo um elo entre docentes e discentes nas disciplinas em

curso.

O polo tem seus recursos didáticos pedagógicos, bem como os materiais de consumo e

quadro humano, mantidos pelas prefeituras. Todos os custos para manter o polo, são de mera

e exclusiva responsabilidade das prefeituras mantenedoras. No entanto, não havendo a

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possibilidade de ter uma sede própria, o Polo Municipal de Apoio a EaD poderá funcionar em

cooperação a uma escola pública, viabilizando o seu funcionamento.

As avaliações periódicas in loco de adequação e qualidade serão realizadas regularmente

por especialistas do CED/UFAM, visando auxiliar o polo a melhorar sua estrutura física e

didático-pedagógica, sem caráter punitivo, onde o relatório de avaliação é direcionado ao

mantenedor, para as medidas necessárias serem tomadas na manutenção do polo. A realização

das atividades avaliativas de cada disciplina é realizada tanto a distância como presencial. As

avaliações a distância são realizadas por meio do Ambiente Virtual de Ensino e

Aprendizagem (AVEA), em plataforma Moodle 2.0 e as avaliações presenciais o polo precisa

dispor de sala de aula que comporte adequadamente 40 alunos.

3. CREDENCIAMENTO DO POLO

A implantação de um novo Polo Municipal de Apoio a EaD é realizado por meio de um

termo de cooperação técnico-científico entre a prefeitura, mantenedora do polo no município,

e a Universidade Federal do Amazonas, que oferece os cursos. A prefeitura municipal, por

meio de sua secretaria de educação ou organização administrativa equivalente, envia proposta

nos termos do edital vigente, apresentando toda a documentação necessária.

Após o termo de cooperação técnico-científico assinado, a Prefeitura enviará o relatório

técnico de avaliação do Polo para o CED, que realizará a análise e emitirá um parecer sobre a

viabilidade para o planejamento do inicio das atividades acadêmicas. A documentação

necessária está descrita no item 4.

4. POLO E SUA INSTITUCIONALIZAÇÃO

Para compor o relatório técnico de avaliação do polo, o mantenedor (prefeitura) deve

enviar ao Centro de Educação a Distância, os seguintes documentos abaixo listados:

a. Cópia do Termo de Cooperação Prefeitura-UFAM assinado pelas partes;

b. Publicação da Lei de Criação do Polo Municipal de Apoio a EaD;

c. Criação do Conselho de Polo;

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d. Criação do Regimento Interno do Polo Municipal de Apoio a EaD;

e. Elaboração do Plano de Gestão do Polo Municipal de Apoio a EaD;

f. Portaria de cessão dos funcionários para o Polo Municipal de Apoio a EaD ou

comprovante de contração de pessoal.

g. Relatório descritivo e ilustrado das dependências do Polo Municipal de Apoio a

EaD.

Findada o processo de avaliação documental de credenciamento do polo, inicia-se o

procedimento de articulação de cursos para ofertas no polo a ser incluído no próximo

processo seletivo.

5. INFRAESTRUTURA DO POLO

Para a infraestrutura do polo presencial, o referencial mínimo necessário para garantir o

apoio e bom funcionamento dos cursos, deve conter em sua estrutura física uma edificação de

acordo com os propósitos do polo, contendo espaços físicos, rede elétrica e suporte de

equipamentos didáticos e tecnológicos, todos adequados com o processo de ensino da EaD.

Os seguintes mobiliários e equipamentos abaixo listados, deve conter para cada setor no polo:

a. Secretaria Acadêmica

Mobília: Mesa para computador, mesa de escritório, armário com 2 portas, arquivo de

aço, mesa para telefone, mural, cadeiras giratórias.

Equipamentos: Computador com multimídia, impressora multifuncional, aparelho de

telefone, webcam, no-break, linha telefônica, acesso a internet no espaço via wifi.

b. Coordenação de Polo

Mobília: Mesa para computador, mesa de escritório, armário com 2 portas, mural,

cadeiras giratórias.

Equipamentos: Computador completo, aparelho de telefone, webcam, acesso a internet

no espaço via wifi.

c. Sala de Tutores Presenciais

Mobília: Mesa de reunião para 4 pessoas, cadeiras estofadas, cadeiras com braço,

mesa de escritório, mesa para impressora multifuncional, armário com 2 portas.

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Equipamentos: Computador completo, impressora multifuncional, aparelho de

telefone, webcam, acesso a internet no espaço via wifi.

d. Sala de Aula Multiuso para Encontro Presencial

Mobília: 40 Carteiras, quadro branco, mural, mesa para professor, cadeira estofada.

Equipamentos: acesso a internet no espaço via wifi.

e. Laboratório de Informática

Mobília: Cadeiras, mesa para computador, quadro branco, mural, mesa ou suporte para

projetor, armário de segurança, mesa para impressora multifuncional, e suporte para

TV.

Equipamentos: 20 computadores completos, webcam, impressora multifuncional,

projetor multimídia, TV, nobreak, roteador, aparelho de ar condicionado, acesso a

internet no espaço via wifi e multipontos também.

f. Biblioteca

Mobília: Mesas para 4 pessoas (grupos de estudo), cadeiras estofadas, cadeiras

giratórias, mesas para computador, mesa de escritório, armário com fechaduras,

armário com duas portas, estantes de aço.

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6. RECURSOS TECNOLÓGICOS

Os equipamentos tecnológicos de que deve dispor os polos, a fim de oferecer um

processo educacional adequado e com qualidade, por meio da EaD são:

a. Rede de Internet: A quantidade do número de pontos de acesso a internet deve ser

compatível com as atividades educacionais do polo. A internet deve ser de banda

larga, como no mínimo 100 megabytes. Em caso de não haver no município

provedor que ofereça esta velocidade, será permitido o máximo disponível mediante

declaração em contrato.

b. Computador: 20 computadores completos para o laboratório de informática,

contendo programas operacionais de edição de texto, planilhas e apresentações,

saída de áudio e vídeo, monitor, webcam e com acesso a internet.

c. Periféricos: impressora multifuncional, aparelho de telefone, nobreak, data-show,

quadro branco ou lousa digital.

7. RECURSOS HUMANOS

Sobre o quadro humano mínimo necessário para abertura e manutenção de um polo de

apoio presencial a Ead, é requerido que a equipe de colaboradores do polo seja composta

pelos seguintes profissionais:

a. Coordenador do polo, com dedicação exclusiva profissional com o polo (indicado pelo

mantenedor do polo, Portaria própria);

b. Assistente à Docência (Professor indicado pelo mantenedor do polo, para dar suporte

pedagógico aos alunos e professores – mínimo 20h semanais);

c. Tutor presencial (Professor indicado pelo mantenedor do polo, para acompanhar o

processo de ensino-aprendizagem dos alunos e auxiliar o trabalho dos professores –

mínimo 20h semanais);

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O corpo técnico administrativo do polo deverá ser contratado e remunerado, única e

exclusivamente pelo mantenedor (estado e/ou prefeitura), sendo constituído minimamente

pelos seguintes profissionais:

a. Secretario do polo para apoio administrativo (recebe pelo mantenedor do polo);

b. Técnico de Informática (recebe pelo mantenedor do polo);

Adicionalmente, garantindo o bom funcionamento do polo, poderá haver a

necessidade dos seguintes perfis de recursos humanos, que poderão ser

compartilhados, caso o Polo funcione associado a escola pública, por exemplo.

c. Técnico de laboratório pedagógico, desde que exista laboratório de biologia

(biologia), química (química), física (física), ateliê de artes (artes), ou quadra

poliesportiva (educação física), e estas dependências seja requeridas para o

funcionamento dos cursos.

d. Técnicos de segurança, manutenção e limpeza.

Só podem utilizar a infraestrutura do polo, entidades públicas, sendo vedado o uso dos

espaços e equipamentos do polo com entidades privadas ou com fins lucrativos.

7.1. Coordenador de Polo

De acordo com o termo de cooperação técnica entre UFAM e Municípios, as

autoridades municipais que são responsáveis por liberar e ceder um profissional da rede

básica e pública de ensino para exercer esta função de coordenador de polo, em regime de

dedicação exclusiva e integral ao polo, a fim de realizar sua gestão acadêmica, logística,

administrativa, pedagógica e operacional. Na seleção/indicação e escolha do coordenador as

seguintes atribuições devem ser atentadas para melhor definição do perfil necessário:

As atribuições que o coordenador de polo deve exercer:

1. Acompanhar, executar e coordenar as atividades administrativas do polo;

2. Orquestrar e organizar as instalações do polo, a fim de melhorar e manter as

atividades de estudo dos alunos;

3. Ser um articulador com o mantenedor do polo (prefeitura), a fim de prover e manter

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as necessidades materiais de pessoal do polo;

4. Acompanhar as atividades de ensino presenciais no que diz respeito às necessidades

administrativas;

4. Acompanhar e gerenciar o recebimento de materiais no polo;

5. Dialogar, interagir e trabalhar de forma integrada e colaborativa com o assistente à

docência, tutores e alunos;

6. Organizar o atendimento da tutoria presencial, definindo horários e escalas das

sessões, coordenação, aplicação das avaliações e atividades presenciais;

7. Distribuir organizadamente o uso das instalações para a realização das atividades de

diversos cursos no polo;

8. Planejar em conjunto com a UFAM-CED a edição e reedição de cursos;

9. Estar ciente dos calendários e cronogramas das disciplinas de cada semestre;

10. Realizar eventos acadêmicos e de integração do polo à comunidade;

11. Participar das atividades de capacitação e atualização do curso;

12. Elaborar e encaminhar relatórios periódicos do curso ao CED/UFAM;

13. Relatar problemas enfrentados pelos alunos ao coordenador de curso;

14. Organizar o calendário acadêmico e administrativo, a partir dos dados da UFAM,

que regulamenta as atividades dos cursos;

15. Receber, prestar e auxiliar as informações do curso perante todos que participam do

processo de ensino;

16. Promover ações de permanência dos alunos no curso, evitando a evasão, auxiliando

em suas dificuldades;

17. Participar do processo de acolhimento dos alunos no polo;

18. Estabelecer contato permanente com os alunos, divulgando todas as ações sob sua

responsabilidade no polo;

19. Articular-se com o CED/UFAM, conforme suas orientações, a fim de realizar a

gestão do polo.

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7.2. Tutor

A presente seleção de tutores presenciais será regida mediante edital, sendo orientado

pelo Centro de Educação a Distância - CED, em parceria com a coordenação do curso.

O candidato que, por qualquer motivo, deixar de atender às normas e às recomendações

estabelecidas será automaticamente eliminado do processo de seleção. Os candidatos

classificados poderão ser chamados à medida que haja disponibilidade de vagas, respeitando a

ordem de classificação. O candidato para atuar como Tutor Presencial deverá atender aos

seguintes requisitos:

a. Possuir título mínimo de graduação na área ou área afim do curso para a qual o

candidato se inscrever;

b. Caberá à Comissão de Seleção determinar se considera válido como área afim o

diploma apresentado que não for correspondente à área do curso pretendido;

c. Somente serão aceitos diplomas de graduação devidamente registrados, expedidos

por Instituição de Ensino Superior reconhecida pelo Ministério da Educação - MEC

ou pelo Conselho Estadual de Educação – CEE;

d. No caso de diplomas obtidos no exterior, estes, obrigatoriamente, deverão estar

revalidados por Instituição de Ensino Superior no Brasil, de acordo com o Art. 48 da

Lei Nº 9.394/1996, de 20.12.1996, e da Resolução CNE/CES Nº 01/2001, de

03.04.2001;

e. Ter disponibilidade de cessão, no mínimo, 20 (vinte) horas semanais para

desenvolver atividades relativas ao trabalho, inclusive nos finais de semana (sextasfeiras,

sábados e domingos), com planejamento prévio definido pela coordenação do

curso;

f. Ter disponibilidade, a demanda do curso de, obrigatoriamente, participar de Reuniões

Pedagógicas presenciais e/ou on-line, inclusive nos finais de semana (sextas-feiras,

sábados e domingos), conforme dias, horários e locais a serem definidos pela

coordenação do curso;

g. Comprovar experiência mínima de 01 (um) ano de atuação no Magistério do Ensino

Básico ou Superior em estabelecimento de ensino devidamente registrado nos

órgãos competentes;

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h. Ter familiaridade com o uso do computador, acesso à internet, e-mail e whatsapp;

i. Ter facilidade de comunicação, e espírito de liderança e colaborativo para trabalhar

em equipe;

j. Para o cargo de Tutor Presencial, residir e comprovar domicílio no município do Polo

Municipal de Apoio a EaD;

As funções específicas dos tutores, a serem obrigatoriamente realizadas são:

a. Mediar às comunicações de conteúdos entre o professor e os alunos;

b. Acompanhar as atividades discentes, de forma permanente, conforme cronograma

do curso;

c. Apoiar o professor da disciplina no desenvolvimento das atividades docentes;

d. Colaborar com a Coordenação do Curso na avaliação dos estudantes;

e. Participar das atividades de capacitação e atualização promovidas pela Instituição de

Ensino;

f. Elaborar relatórios mensais de acompanhamento dos alunos e encaminhar à

Coordenação de Tutoria;

g. Participar do processo de avaliação da disciplina, sob a orientação do professor

responsável;

h. Apoiar operacionalmente a Coordenação do Curso nas atividades presenciais

desenvolvidas nos Polos, em especial na aplicação de avaliações;

i. Manter regularidade de acesso ao AVEA e dar retorno às solicitações dos alunos no

prazo máximo de 48 (quarenta e oito) horas;

j. Registrar no AVEA, no prazo determinado pela coordenação, as notas das avaliações

dos alunos;

k. Desenvolver, além das atividades de tutoria acima descritas, outras atividades

pedagógicas, caso sejam definidas pelo professor da disciplina e pelo coordenador

de curso, inclusive nos finais de semana (sextas-feiras, sábados e domingos).

l. Aplicar as atividades avaliativas de forma presencial nos polos;

m. Apoiar a coordenação do curso nos polos, organizando as salas e equipamentos para

as atividades realizadas presencialmente;

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n. Orientar e acompanhar o processo de aprendizagem dos alunos e, também, aplicar

avaliações (provas parciais e finais), primando pela lisura do processo;

o. Cumprir carga horária semanal de 20h (vinte horas), preferencialmente à noite e aos

fins de semana, com agenda definida com a coordenação do curso e do Polo;

p. Acompanhar o desenvolvimento teórico-metodológico do curso, mantendo contato

permanente com os alunos e professores e coordenador do curso para o bom

desenvolvimento das sessões de tutoria presencial com os alunos;

q. Organizar as atividades presenciais, mantendo contato com aqueles que não

comparecerem ao polo, buscando incentivá-los a cumprir, dentro dos prazos, as

atividades propostas, gerando a menor taxa de evasão possível para o curso;

r. Realizar busca ativa aos alunos ausentes na plataforma e atividades presenciais e

elaborar relatórios mensais com os resultados;

s. Realizar correção das atividades presenciais (quando necessário) solicitadas aos

alunos pelo professor formador, a critério do professor e dentro do seu horário

combinado;

t. Interagir frequentemente com o professor formador caso tenha dificuldade em

solucionar dúvidas dos alunos, o coordenador de tutoria, coordenador de polo,

coordenador de curso e os tutores a distância;

u. Elaborar relatórios de acompanhamento da aprendizagem, cujo modelo será

fornecido pelo professor da disciplina e/ou o coordenador de tutoria;

v. Participar de reuniões e capacitações ofertadas pela UFAM e/ou polos, presenciais

ou não, com o Coordenador de Tutoria, o Professor Formador e a Coordenação do

Curso.

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8. LEGISLAÇÃO SOBRE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

Decreto

Decreto 5.800, de 8 de junho

de 2006

Decreto 9.057, de 25 de maio

de 2017

Portaria

Portaria Normativa nº 21, de

13 de outubro de 2011

Portaria nº 183, de 21 de

outubro de 2016

Portaria Normativa nº 11, de

20 de junho de 2017

Portaria nº 275, de 18 de

dezembro de 2018

Portaria MEC nº 1.428, de 28

de dezembro de 2018

Portaria CAPES n.º 232, de

09/10/2019

Portaria CAPES nº 102, de

10/05/2019

Portaria CAPES n.º 218, de

24/09/2018

PORTARIA Nº 347, DE 24

DE ABRIL DE 2017

Instrução

Instrução Normativa nº 1, de

14 de janeiro de 2013

Resolução

Resolução nº 1, de 11 de

março de 2016

Parecer

Parecer CES/CNE nº 128, de

7 de março de 2018

Lei

Lei nº 9.394, de 20 de

dezembro de 1996

Descrição

Dispõe sobre o Sistema UAB

Regulamenta o art. 80 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que

estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.

Descrição

Fixa critérios para a revalidação de diplomas concedidos por instituições

estrangeiras, nos casos específicos de cursos oferecidos na modalidade de

educação a distância (EAD).

Regulamenta as diretrizes para concessão e pagamento de bolsas aos

participantes da preparação e execução dos cursos e programas de formação

superior, inicial e continuada no âmbito do Sistema Universidade Aberta do

Brasil (UAB).

Estabelece normas para o credenciamento de instituições e a oferta de cursos

superiores a distância, em conformidade com o Decreto nº 9.057, de 25 de

maio de 2017.

Dispõe sobre os programas de pós-graduação stricto sensu na modalidade a

distância.

Dispõe sobre a oferta, por Instituições de Educação Superior (IES), de

disciplinas na modalidade a distância em cursos de graduação presencial.

Estabelece atribuições, forma de ingresso e parâmetros atinentes aos

Coordenadores de Polo UAB e regulamenta o Art. 7º da Portaria CAPES nº

183, de 21 de outubro de 2016, que prevê a realização de processo seletivo com

vistas à concessão das bolsas UAB criadas pela Lei nº 11.273, de 6 de fevereiro

de 2006, e Portaria CAPES nº 15, de 23 de janeiro de 2017 e pela Portaria

CAPES nº 139 de 13 de julho de 2017.

Regulamenta o Art. 7º da Portaria CAPES nº 183, de 21 de outubro de 2016,

que prevê a realização de processo seletivo com vistas à concessão das bolsas

UAB criadas pela Lei nº 11.273, de 6 de fevereiro de 2006.

Regulamenta as diretrizes de admissibilidade de novos polos, permanência e

desligamento dos polos no âmbito do Sistema Universidade Aberta do Brasil -

UAB.

A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (SERES)

poderá expedir atos autorizativos em caráter provisório,para credenciamento de

polos de apoio presencial, em processos de aditamento ao ato de

credenciamento EaD

Descrição

Dispõe sobre os procedimentos do fluxo dos processos de regulação de

reconhecimento e renovação de reconhecimento de cursos na modalidade

EAD.

Descrição

Estabelece Diretrizes e Normas Nacionais para a Oferta de Programas e Cursos

de Educação Superior na Modalidade a Distância.

Descrição

Dispõe sobre a oferta, por Instituições de Educação Superior (IES), de

disciplinas na modalidade a distância em cursos de graduação presencial.

Descrição

Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. ( Art. 80 dispõe sobre

EAD)

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9. RECOMENDAÇÕES PARA MONTAGEM DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA

A montagem para o laboratório de informática no polo deve seguir os procedimentos

citados abaixo:

O laboratório deve ter no mínimo 2 metros quadrados para cada computador instalado;

O laboratório de informática deve ser seguro e distante de tubulações hidráulicas;

A temperatura ambiente no laboratório deve estar entre 20 a 24º C, nas condições

previstas para operação (equipamentos+alunos), devendo ser instalado um aparelho de

ar condicionado de no mínimo 18.000 BTU;

As tomadas elétricas comuns não devem ser usadas e compartilhadas com a rede

elétrica para os equipamentos de informática;

O prédio do polo, especificamente no local do laboratório de informática não deve

conter falhas estruturais na alvenaria como infiltrações, rachaduras, umidade, mofo;

O piso do laboratório deve ser adequado, sendo de cerâmica ou equivalente, sem

desníveis, ressaltos ou batentes;

O fornecimento de energia elétrica deve ser de 110V ou 220V, com capacidade

mínima de 10KVA;

Deve-se ter um quadro de distribuição de energia elétrica exclusivo para os

equipamentos de informática, com aterramento do quadro com resistência menor ou

igual a 10W;

Na canaleta destinada à fiação elétrica, deve-se passar juntamente com os cabos

elétricos um fio de cobre com aproximadamente 0,5 cm (meio centímetro) de

diâmetro. Este cabo deverá ter o comprimento suficiente para passar pela canaleta e

ainda sobrar para os procedimentos que se seguem;

No exterior do ambiente informatizado, utilize três hastes de cobre com 2 metros de

comprimento, enterrando-as em forma de triângulo ou em linha, a uma distância de 2

metros entre cada uma das hastes deixando aproximadamente 10 centímetros de cada

haste exposta para conexão da fiação;

A ligação entre as hastes utilizando fio de, no mínimo, 10 mm de espessura, deve criar

um triângulo fechado ou, caso as hastes estejam em linha, uma linha aberta. Os fios

deverão estar presos a cada uma das hastes através de conectores próprios, de forma a

garantir que não se desprendam;

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Recomenda-se a criação de caixas de acesso às pontas de cada haste, visando facilitar

a manutenção, proteção e o acesso às mesmas;

Uma extremidade do cabo de cobre descrito no item 1 deverá ser conectado ao

triângulo, ou linha;

O fio de cobre, que agora é o terra, deverá ser ligado ao terceiro pino de todas as

tomadas da rede elétrica que se desejem aterrar;

Para a averiguação do aterramento, deve-se utilizar um multímetro para averiguar a

tensão existente entre o neutro e terra das tomadas, esta voltagem não poderá exceder

a 3 Volts;

O neutro da rede elétrica não deve ser utilizado porque não é um terra (embora

popularmente seja conhecido com o nome de terra). O neutro é usado apenas como

referência para a fase. Se, por exemplo, uma rede possui uma voltagem de 110V, isto

significa que a diferença entre a voltagem do neutro e a voltagem da fase é de 110V,

não significando que a voltagem do neutro seja zero. Consequentemente, pode haver

eletricidade no chamado neutro da rede, e é por isso que ele não deve ser usado em

hipótese alguma como terra da rede elétrica;

Tomadas tremulares monofásicas (3 pinos) padrão NEMA 5P, instalada ao longo das

paredes, em caixas modulares externas ou embutidas. Uma para cada equipamento –

microcomputadores, impressoras, hubs e scanner (se houver);

Fiação elétrica embutida ou externa em canaletas. (Obs.: Todos os fios devem estar

ocultos ou presos);

Quadro de disjuntores para cada conjunto de 4 tomadas (MÁXIMO 20A). Dotado de

etiquetas identificadoras;

Cabeamento lógico de redes locais com fiação em cabos de boa qualidade – fio par

trançado de oito vias Categoria 5;

Tomadas padrão RJ-45, em caixas plásticas, instaladas imediatamente acima das

canaletas (mínimo de 60 cm do chão). Simples (uma por micro) ou duplas (uma para

cada dois micros). Distância máxima do micro de 1,5 m;

Janelas resistentes, que possam ser trancadas por dentro, reforçadas externamente por

grades de aço fixadas à parede;

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Entrada única para a sala, fechada por porta em madeira resistente com fechadura com

travamento rápido interno. Se porta externa, uma segunda porta, em grade de aço e

cadeado;

Uma mesa para cada micro ou bancada, com tampo de madeira revestida, fosco, cor

clara, profundidade mínima de 75 cm, mínimo de 2 cm de espessura, cantos

arredondados ou borda revestida;

Cadeiras para micro, com estrutura de aço, sem braços;

Mesa para impressora, com tampo em madeira revestida, fosca, cor clara, inteiriça,

medindo cerca de 60 cm X 50 cm, mínimo de 2 cm de espessura, cantos arredondados

ou borda revestida, a uma altura de aproximadamente 75 cm;

Sala de Microcomputadores com pé direito mínimo de 2,6 m;

Paredes pintadas em cor clara, com tinta resistente à água e à ação do tempo;

Iluminação natural – número suficiente de janelas, dotadas de cortinas e/ou persianas

para evitar exposição direta à luz solar;

Iluminação artificial com lâmpadas fluorescentes ou LED, com interruptores

independentes, que possibilitem desligar parcialmente as luzes próximas ao quadro

branco, evitando reflexos indesejáveis;

Existência do projeto ou diagrama da rede elétrica – no mínimo um diagrama, com a

identificação dos circuitos, disjuntores e tomadas;

Existência de pára-raios de linha, para proteção contra descargas atmosféricas;

Todas as tomadas e disjuntores devem possuir etiquetas identificadoras dos circuitos;

Todas as tomadas com etiqueta de aviso tipo: "tomada exclusiva para equipamentos de

informática";

Cabeamento lógico das redes locais com fiação embutida em canaletas plásticas, de

tampo removível, ao longo das paredes das salas – seção reta mínima de 9 cm², com

distância mínima de 20 cm da fiação elétrica;

Concentrador lógico ("hub"), instalado em local de fácil acesso, porém distante do

trânsito de pessoas;

Todas as tomadas e conectores da fiação ligada ao "hub" devem estar devidamente

identificados por etiquetas;

Esquema de vigilância permanente;

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Sistema de alarme;

Quadro de laminado melanínico branco ("quadro branco"), com dimensões mínimas

de 1,5 m X 1,25 m, para ser fixado à parede com calha-suporte para marcadores;

O cabeamento da rede local ou rede lógica será fundamental para o funcionamento dos

equipamentos em rede. Ele deve ser orientado e/ou realizado por profissional ou empresa

especializada. Seguem algumas recomendações essenciais:

Deverá ser usado fio par trançado de oito vias Categoria 5, conforme especificado

anteriormente.

A fiação lógica deve correr dentro de canaletas plásticas ventiladas de tampo

removível, ao longo das paredes da sala, instaladas 20 cm acima da fiação elétrica. Em

hipótese alguma os cabos da rede local deverão compartilhar a mesma canaleta da

fiação elétrica.

A extremidade que será ligada ao hub deverá possuir conector macho padrão RJ-45.

Entre cada dois computadores e imediatamente acima da canaleta devem ser colocadas

caixas plásticas externas para conexão lógica. Cada uma delas com duas tomadas

fêmeas padrão RJ-45. A extremidade da fiação lógica oposta à ligada ao hub deverá

ser ligada a essas tomadas.

Concentrador lógico (hub) que será fornecido com os equipamentos da rede local

deverá ser localizado em local de fácil acesso, porém distante de local de trânsito de

pessoas.

Antes da interligação dos equipamentos, todo o cabeamento da rede deverá ser testado

com equipamentos específicos. A empresa responsável pelo cabeamento deverá

realizar esse teste e fornecer o relatório contendo os resultados destes.

Todos os cabos devem ser identificados por etiquetas nas duas extremidades: a

extremidade que se liga ao hub e a extremidade que se liga ao micro (tomada conector

fêmea padrão RJ-45).

Todas as tomadas com conectores fêmeas padrão RJ-45 deverão possuir etiquetas, de

forma que uma determinada tomada e a extremidade que será ligada ao hub possam

ser identificadas apenas por meio dessa etiqueta.

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A interligação dos equipamentos na rede local não é uma tarefa complexa, podendo

ser realizada por qualquer pessoa, que siga os seguintes passos:

Ligar todos os cabos UTP ao hub. Esta tarefa é simples, bastando apenas conectar cada

extremidade etiquetada dos cabos em cada uma das entradas do hub. A ordem de

ligação desses cabos não é importante, sugere-se apenas que seja mantida uma ordem

crescente (ou decrescente) para facilitar a localização de um cabo específico;

A disposição dos equipamentos irá depender do projeto pedagógico da escola. No

entanto, dentro da preocupação de descrever uma situação de laboratório típico, apresentamos

algumas recomendações de ordem geral:

Os equipamentos precisam ser instalados com uma distância mínima de 1 m entre eles.

Essa distância impede interferências e facilita a sua utilização e manutenção.

Uma distância maior precisará ser adotada, caso o uso predominante dos equipamentos

seja por dois alunos simultaneamente.

Lembrar que os cabos elétricos e lógicos (cabos de impressoras, de monitor etc.) ficam

na parte posterior do equipamento. É preciso considerar isso e deixar o espaço

adequado quando houver trânsito de pessoas.

Verificar sempre se a voltagem da rede elétrica é a mesma requerida pelo

equipamento;

Evite comer e beber enquanto opera o equipamento, pois restos de comida, bebidas

derramadas são ameaças ao bom funcionamento do teclado e dos demais componentes

da instalação;

Caso o equipamento fique longo tempo desligado, é aconselhável desligá-lo da

tomada;

Evite colocar objetos sobre o microcomputador.

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10. Referências Consultadas

1. MEC. Secretaria de Educação a Distancia. PROINFO. Cartilha: Recomendação para

Montagem de Laboratório de Informática nas Escolas. Brasília, 2005.

Atenciosamente,

.

Régis Tribuzy de Oliveira

CED/UFAM

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