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PNLD 2023 - Aquarela Matemática 1 - Anos Iniciais

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LOURISNEI FORTES REIS HELENA MARTINS SUSANA FRANÇA KATIANI LOUREIRO

MANUAL DO PROFESSOR

Aquarela

1

MATEMÁTICA

ENSINO FUNDAMENTAL • ANOS INICIAIS

COMPONENTE

CURRICULAR

MATEMÁTICA



COMPONENTE

CURRICULAR

MATEMÁTICA

MANUAL DO PROFESSOR

Aquarela

HELENA DO CARMO BORBA MARTINS1

MATEMÁTICA

ENSINO FUNDAMENTAL • ANOS INICIAIS

Graduada em Matemática pelo Mackenzie. Licenciada em Formação Pedagógica

pelo Centro Universitário Adventista (atual UNASP). Professora de Matemática

em escolas da rede particular de ensino.

KATIANI DA CONCEIÇÃO LOUREIRO

Licenciada em Matemática pela UFSC. Mestre em Engenharia de Produção (área de

Mídia e Conhecimento) pela UFSC. Doutora em Engenharia de Produção pela UFSC. Foi

professora de Matemática no Ensino Fundamental e Médio e, atualmente, ministra aulas

no Ensino Superior, na Universidade do Estado de Santa Catarina.

LOURISNEI FORTES REIS

Licenciado em Matemática e em Ciências pela Unijuí (RS) e em Pedagogia pela FAMO (SP).

Pós-graduado em Gestão Escolar pela Spei (PR) e em EaD pela UNED (Madri, Espanha).

Diretor e professor de Matemática, Ciências e Física (Ensino Fundamental e Médio) em

escolas das redes estadual e particular. Autor de obras didáticas de Matemática.

SUSANA MARIS FRANÇA DA SILVA

Licenciada em Matemática pela Uniesp e em Pedagogia pela Facens (SP). Mestre em

Educação Matemática pela Unian (SP). Professora de Matemática e coordenadora

pedagógica em escolas das redes estadual e particular.

São Paulo • 2 a edição • 2021


Coordenação de produção editorial

Fernanda Azevedo/ M10

© 2018 Kit’s editora

São Paulo • 2 a edição Coordenação • 2021 de arte e projeto gráfico

Thais Ometto

Preparação e revisão de textos

Responsabilidade editorial Jéssica Silva

Jane Soraya Apolinário Brenda Silva

Coordenação editorial Assessoria técnica

M10 Editorial Sandra Helena Dittmar Sarli Santos

Raquel Reinert Reis

Equipe M10 Editorial:

Editoração eletrônica

Coordenação de produção Eduardo editorial Enoki

Fernanda Azevedo/ M10 Nathalia Scala

Thais Pedroso

Coordenação de arte Jevis e projeto Umeno gráfico

Thais Ometto Ricardo Coelho

Helder Pomaro

Edição

Angela Leite Ilustrações

Victor Borborema

Preparação e revisão Nathalia de textos Scala

Jéssica Silva Shutterstock.com

Brenda Silva

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Sandra Helena Dittmar Sarli Santos

Raquel Reinert Reis

Editoração eletrônica

Imagens gerais e ilustrações técnicas

Eduardo Enoki

Nathalia Scala

Thais Pedroso

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Ilustrações

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Nathalia Scala

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Iconografia

Helder Pomaro

Responsabilidade editorial

Jane Soraya Apolinário

Coordenação editorial

M10 Editorial

Equipe M10 Editorial:

Edição

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Helder Pomaro

Arte/ M10Editorial (ábacos, material dourado, dados, dominós)

Shutterstock.com (relógios, balanças, calendários, réguas,

transferidor e esquadros)

Veronica Louro, All about people e Anurak Pongpatimet/

Shutterstock.com (Fotos das crianças)

Djomas/ Shutterstock.com (Fotos dos professores)

Impressão e acabamento

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nesse documento foi elaborada por profissional bibliotecário, devidamente registrado

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A656

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)

(eDOC BRASIL, Belo Horizonte/MG)

Aquarela matemática: volume 1 / Helena do Carmo Borba Martins...

[et al.]. – 2.ed. – São Paulo, SP: Kit´s Editora, 2021.

Inclui bibliografia

ISBN 978-85-66526-81-3 (Aluno)

ISBN 978-85-66526-71-4 (Professor)

1. Matemática – Estudo e ensino. I. Martins, Helena do Carmo

Borba. II. Loureiro, Katiani da Conceição. III. Reis, Lourisnei Fortes.

IV. Silva, Susana Maris França da.

CDD 510.7

Elaborado por Maurício Amormino Júnior – CRB6/2422

Rua Cel. Joaquim Tibúrcio, 869 - Belo Horizonte/MG. CEP.: 31741-570

Contato: (31) 9 8837-8378 | contato@edocbrasil.com.br

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Djomas/ Shutterstock.com (Fotos dos professores)

Impressão e acabamento


SUMÁRIO

APRESENTAÇÃO.................................................................................................IV

A PERSPECTIVA METODOLÓGICA.................................................................. V

PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS ADOTADOS............................................................................................. VI

PRESSUPOSTOS DA COLEÇÃO...................................................................................................................XIV

ORIENTAÇÕES DA BNCC................................................................................................................................XV

A POLÍTICA NACIONAL DE ALFABETIZAÇÃO (PNA).........................................................................XVI

OBJETIVOS DA COLEÇÃO........................................................................................................................... XVII

ORGANIZAÇÃO DE CADA VOLUME......................................................................................................... XVII

A UTILIZAÇÃO DA COLEÇÃO.................................................................................................................... XVIII

O PROCESSO DE AVALIAÇÃO................................................................................................................... XXIII

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA.........................................................................................................................XXV

AVALIAÇÃO FORMATIVA.............................................................................................................................XXVI

AVALIAÇÃO DE RESULTADO OU SOMATIVA......................................................................................XXVII

MATEMÁTICA SOB UM NOVO PRISMA..................................................................................................XXVII

OBJETIVOS DA COLEÇÃO.........................................................................................................................XXVII

A UTILIZAÇÃO DA COLEÇÃO...................................................................................................................XXVII

ORGANIZAÇÃO DE CADA VOLUME..................................................................................................... XXVIII

BIBLIOGRAFIA PARA OS ALUNOS............................................................XXIX

BIBLIOGRAFIA PARA OS PROFESSORES...............................................XXXI

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS............................................................ XXXV

ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS................................................................... XXXV

PLANEJAMENTO ANUAL 1º. ANO........................................................... XXXIX

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA E NIVELAMENTO.................................................................................XXXIX

UNIDADE 1............................................................................................................................................................. XL

UNIDADE 2...........................................................................................................................................................XLI

UNIDADE 3..........................................................................................................................................................XLII

UNIDADE 4........................................................................................................................................................XLIII

ANOTAÇÕES.................................................................................................................................................... XLIV

AVALIAÇÃO SOMATIVA OU DE RESULTADOS.......................................XLIV

ANOTAÇÕES....................................................................................................................................................XLV]

ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS PARA O VOLUME.......................................... 1

III


APRESENTAÇÃO

Esta coleção tem por objetivo propor atividades, questões e desafios que contribuam para a construção

do conhecimento matemático de forma significativa, prática e contextualizada.

Vivemos em um momento importante no que tange as ideias sobre o processo de ensino-aprendizagem.

Não é suficiente que os alunos apenas organizem conteúdos, memorizem regras ou repitam exemplos.

A aprendizagem torna-se significativa quando possibilita a comparação e a reflexão com a experiência

de vida; quando desenvolve habilidades para o enfrentamento de problemas do cotidiano. Assim,

nosso desafio é apresentar um programa dinâmico, com uma Matemática relacionada aos problemas

atuais e aos interesses dos alunos. Dentro dessa concepção, temos como meta a problematização e o

questionamento da relação entre o conhecimento matemático e a realidade concreta em suas múltiplas

dimensões.

Justificativas para a apresentação dos conteúdos matemáticos, tais como: “ajudar a desenvolver o

raciocínio” ou “pensar com clareza e lógica”, talvez sejam insuficientes em sua generalidade. Ainda mais:

tais justificativas, muitas vezes, nozs servem como “desculpas” para não tornar as práticas pedagógicas

mais claras e exequíveis, com exemplos e situações mais concretas, vinculadas aos objetos de conhecimento

tratados. Por meio da investigação de problemas práticos ou de situações motivadoras do ponto

de vista do aluno, os conceitos são apresentados ao longo deste volume e da coleção. E, ao relacioná-los

com situações reais do mundo que nos cerca, acreditamos contribuir com a proposta de integração da

Matemática com o dia a dia.

Em vez de apresentar ideias prontas e conceitos que serão usados posteriormente, procuramos colocar

o estudante em uma situação de investigação em que precise usar um conceito ou procedimento

matemático. Só então são apresentadas as diversas possibilidades de ensino e aprendizagem daqueles

conceitos dos quais ele necessita para resolver uma situação-problema específica.

Ao trabalhar de forma investigativa, construindo pouco a pouco os conceitos matemáticos, o próprio

estudante responde à pergunta: “Para que serve?”. As ideias matemáticas vão adquirindo significados e

passam a ser parte da prática individual de cada estudante.

Os Autores

VI


A PERSPECTIVA METODOLÓGICA

As rápidas mudanças em nossa sociedade tecnológica produziram um ambiente em que alguns métodos e currículos

do passado tornaram-se um obstáculo ao desenvolvimento de mentes capazes de lidar com a Era da

Informação e com a resolução de problemas do dia a dia. A instrução de hoje precisa ir muito além da memorização

de regras e dos cálculos mecânicos com números.

A educação matemática deve prover aos estudantes as ferramentas para o desenvolvimento, utilização e apreciação

do mundo ao seu redor. O estudo da Matemática deve alimentar o pensamento crítico e analítico, indo das

observações aos conceitos abstratos, mas com o apoio de diversas aplicações práticas.

A sociedade atual espera que a escola assegure a todos os estudantes iguais oportunidades de se tornarem

“matematicamente alfabetizados”, de terem oportunidades iguais para o aprendizado e de se tornarem cidadãos

informados, capazes de compreender as questões de nossa sociedade tecnológica, conforme o que consta da Base

Nacional Comum Curricular:

O desenvolvimento dessas habilidades está intrinsecamente relacionado a algumas formas de organização

da aprendizagem matemática, com base na análise de situações da vida cotidiana, de

outras áreas do conhecimento e da própria Matemática. Os processos matemáticos de resolução

de problemas, de investigação, de desenvolvimento de projetos e da modelagem podem ser citados

como formas privilegiadas da atividade matemática, motivo pelo qual são, ao mesmo tempo,

objeto e estratégia para a aprendizagem ao longo de todo o Ensino Fundamental. Esses processos

de aprendizagem são potencialmente ricos para o desenvolvimento de competências fundamentais

para o letramento matemático: raciocínio, representação, comunicação e argumentação. (BRASIL,

2018, p. 266)

Temos então uma mudança de enfoque: saímos da simples preocupação com “o quê ensinar” para irmos em direção

a um ensino-aprendizado concentrado no “para quê ensinar”. Por essa razão, é de se esperar que haja um repensar

nos objetivos, na seleção e no tratamento dos objetos de aprendizagem de Matemática para o Ensino

Fundamental I. Essa preocupação não é recente pois, já em 1 980, o NCTM (National Council of Teachers of

Mathematics) divulgou uma agenda para ação, propondo oito recomendações:

1. O ponto central no ensino de Matemática deve ser a resolução de problemas.

2. As capacidades básicas em Matemática devem ser definidas de forma que sejam incluídas mais atividades práticas

e contextualizadas do que facilidades de cálculo.

3. É preciso que os programas de Matemática tirem todas as vantagens das capacidades das calculadoras e dos

computadores em todos os níveis de ensino.

4. Níveis de eficácia e eficiência rigorosos devem ser aplicados ao ensino de Matemática.

5. É necessário que o sucesso dos programas de Matemática e da aprendizagem dos estudantes seja avaliado de

uma forma mais ampla do que a dos testes convencionais.

6. Deve ser exigido de todos os estudantes mais estudo de Matemática e deve-se construir um currículo com

maior leque de opções para incluir as diversas necessidades da população estudantil.

7. É preciso que os professores exijam de si e de seus colegas um alto nível de profissionalismo.

8. É essencial que o apoio público ao ensino de Matemática suba para um nível compatível com a importância da

compreensão da Matemática para o indivíduo e a sociedade.

VII


De todas essas ações propostas pela NCTM, sem dúvida, as três primeiras e a sexta foram “adotadas” na quase

totalidade das recomendações oficiais publicadas no Brasil a partir de 1 982. Como exemplo, podemos nos reportar à

Competência Específica de número 5 da BNCC:

VIII

5. Utilizar processos e ferramentas matemáticas, inclusive tecnologias digitais disponíveis, para modelar

e resolver problemas cotidianos, sociais e de outras áreas desconhecimento, validando estratégias

e resultados. (BRASIL, 2018, p. 267)

Na década de 1 980 surgiu, então, uma forma diferente de pensar o papel pedagógico e as relações no interior da

escola, e apareceram muitas das lideranças intelectuais do movimento docente que atuam ainda hoje. Nesse período

eclodiram, em várias secretarias estaduais e municipais de educação, as reformulações curriculares que precederam

a elaboração dos PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais).

Esse período trouxe também diversas “inovações”, que podem ser encontradas nas sugestões dadas aos professores

em praticamente todas as propostas curriculares que surgiram desde então. Entre elas estão: o “desenvolvimento

em espiral dos conceitos”, “o ensino de Geometria a partir dos sólidos geométricos”, a ruptura da sequência rígida dos

conteúdos e a adoção de “eixos como números, medidas e geometria”, que seriam tratados ao longo de todos os

bimestres e todas as observações genéricas desse tipo quanto à sequência didática e o desenvolvimento de campos

conceituais.

Como consequência de todo esse movimento de repensar o ensino de Matemática, surgem os PCNs na década

de 1 990, construindo referenciais nacionais comuns ao processo educativo em todas as regiões do país. Por se constituírem

documentos oficiais, frutos da discussão histórica que apresentamos anteriormente, os PCNs, bem como as

Matrizes Curriculares de Referência do Saeb, e agora a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e a Política Nacional

de Alfabetização (PNA), servirão de base para a seleção, distribuição e tratamento dos objetos de aprendizagem

desta coleção.

PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS ADOTADOS

Não esquecendo o passado e, atentos ao presente, devemos planejar um futuro dinâmico. Os países industrializados

experimentam as mudanças de uma sociedade industrial para uma sociedade de informação. Essa mudança

transforma tanto os aspectos da Matemática que precisam ser do conhecimento dos estudantes quanto os conceitos

e procedimentos que eles devem dominar para serem cidadãos autônomos e produtivos. Por isso, hoje já não é

mais suficiente (e muito menos adequado) utilizar modelos antigos que privilegiem a memorização ou a repetição.

Fremont (1 979) afirma que a memorização rotineira, aparentemente necessária em algumas áreas da Matemática,

pode ser grande inimiga do desenvolvimento continuado do pensamento matemático dos nossos alunos. Ela certamente

causa uma visão completamente distorcida da natureza da Matemática.

Segundo esse modelo, o aluno pode deixar de examinar a informação contida na situação-problema, não desenvolvendo

sua criatividade ou busca por novas possibilidades, questionando-se sobre como o professor resolveria a

situação-problema. Fremont (1 979) afirma ainda que muitas das respostas “aparentemente impossíveis e sem nexo”

que os professores encontram nas provas dos estudantes são um exemplo dos frutos dessa ênfase na duplicação.

Situações nas quais o estudante está livre para pensar por si mesmo a respeito dos conceitos contidos, promovem

o desenvolvimento de seus próprios modelos de pensamento.

Sobre isso, podemos nos reportar à proposição da segunda e da terceira Competências Específicas da BNCC:

2. Desenvolver o raciocínio lógico, o espírito de investigação e a capacidade de produzir argumentos

convincentes, recorrendo aos conhecimentos matemáticos para compreender e atuar no mundo.


3. Compreender as relações entre conceitos e procedimentos dos diferentes campos da Matemática

(Aritmética, Álgebra, Geometria, Estatística e Probabilidade) e de outras áreas do conhecimento,

sentindo segurança quanto à própria capacidade de construir e aplicar conhecimentos matemáticos,

desenvolvendo a autoestima e a perseverança na busca de soluções. (BNCC, 2018, p. 267)

Por todas essas razões, a coleção procura evitar modelos prontos, que privilegiam apenas a repetição ou a memorização,

fazendo uso somente quando esse se faz instrumental. Preferimos que o estudante investigue e construa seu

conhecimento e sua própria forma de pensar. Em vez de ensinar conceitos e relações que serão utilizados mais tarde,

procuramos primeiramente colocar o estudante frente a uma situação a ser resolvida, na qual ele sinta a necessidade

deles. Desse modo, os conceitos são construídos e aprofundados satisfazendo-se a necessidade de cada educando

inserido em seu grupo.

Um exemplo desse modelo, proposto na BNCC, é a comparação de números racionais na forma fracionária:

Na perspectiva de que os alunos aprofundem a noção de número, é importante colocá-los diante

de tarefas, como as que envolvem medições, nas quais os números naturais não são suficientes para

resolvê-las, indicando a necessidade dos números racionais tanto na representação decimal quanto

na fracionária. (BNCC, 2018, p.269)

O estudante poderá comparar, apoiado pelas imagens, os valores representados pelas frações:

1 2 3 4 5 6

2

3

4

6

1

2

3

6

2

2

4

ou 1 ou 1

4

Nessa perspectiva, para determinar os resultados das comparações, os estudantes avaliam suas estratégias ao

conversar com os colegas sobre cada imagem. À medida que avança, o estudante reconhece quando um número

racional é maior (>), menor (<) ou igual (=) observando imagens, tais como:

1

4

1

1

5

4

1

2

1

4

1

1

4

3

4

1

4

1

1

8

1

2

1

4

1

1

2

1

8

1

2

1

1

4

1

1

8

3

4

Assim, preparamos o estudante para a resolução de problemas, pois isso está no cerne do que se faz em

Matemática atualmente, demonstrando bom senso ao tratar dos problemas e oferecendo os conceitos básicos, o

que nos permite expor o primeiro princípio metodológico que adotamos ao longo da coleção:

Primeiro princípio metodológico:

Definições e procedimentos formais decorrem da investigação de problemas práticos

Esse princípio está amparado pelas Competências Específicas quarta e sexta da BNCC:

IX


4. Fazer observações sistemáticas de aspectos quantitativos e qualitativos presentes nas práticas sociais

e culturais, de modo a investigar, organizar, representar e comunicar informações relevantes, para

interpretá-las e avaliá-las crítica e eticamente, produzindo argumentos convincentes.

6. Enfrentar situações-problema em múltiplos contextos, incluindo-se situações imaginadas, não diretamente

relacionadas com o aspecto prático-utilitário, expressar suas respostas e sintetizar conclusões,

utilizando diferentes registros e linguagens: gráficos, tabelas, esquemas, além de texto escrito

na língua materna. (BNCC, 2018, p. 267)

Acreditamos que os “problemas práticos” são aqueles que também advêm da investigação, observação dentro da

própria Matemática, como regularidades numéricas ou geométricas, cálculos de aproximação, estudo de propriedades

geométricas ou algébricas envolvidas em gráficos etc.

Sempre que possível, procuramos iniciar cada unidade ou capítulo da coleção com um texto que tem como objetivo

despertar o interesse do estudante e propondo atividades de maneira que os conceitos matemáticos desejados

apareçam de modo bastante natural.

A maior parte dos conceitos em Matemática podem ser tratados em múltiplas abordagens. Um bom exemplo é o

que acontece com os conceitos relativos a operações com números naturais. Esses, tradicionalmente, têm sido ensinados

por meio de manipulações aritméticas. Entretanto, podem ser trabalhados também com o auxílio do Material

Dourado, do ábaco de pinos e do Material Cuisenaire. Cada uma dessas ferramentas explora habilidades particulares.

Por isso, nosso objetivo é tratar os objetos da aprendizagem sob diversas perspectivas, procurando não privilegiar

apenas uma delas. Nesse caso, a ideia não é “reduzir” ou “minimizar” as características aritméticas da Matemática, mas

sim reforçá-las, dando significado aos símbolos, tabelas ou figuras.

Ao entrar em contato com diversas abordagens de um tópico, o estudante pode desenvolver um olhar mais crítico

em relação às múltiplas possibilidades de ampliação do tema. Além disso, várias competências cognitivas básicas,

como a observação, a argumentação, a organização, a análise-síntese, a comunicação de ideias matemáticas, o

planejamento, a memorização etc., podem ser contempladas nessa perspectiva – principalmente por meio de discussões

em grupo e comparações de resultados obtidos nas soluções das atividades propostas.

É claro que uma proposta desse tipo também deve levar em conta o papel fundamental do professor, envolvendo

os estudantes em tantas atividades quanto possível (ouvir, falar, escrever e praticar, por exemplo), a fim de

manter um alto grau de interação entre eles e para que suas habilidades possam ser plenamente utilizadas ou

desenvolvidas.

Além disso, saber raciocinar matematicamente, decodificar a linguagem matemática e expressar-se por meio

dela, requer habilidades e competências que, não podendo ser aprendidas espontaneamente, precisam ser ensinadas.

Por essa razão, o segundo princípio metodológico adotado na coleção é:

X

Segundo princípio metodológico:

Dentre as habilidades e as competências mobilizadas e desenvolvidas, não se privilegia apenas uma delas.

O cálculo mental e a interpretação de problemas envolvem necessariamente várias competências e habilidades.

Por isso, buscamos uma metodologia que articule objetivos, conceitos e métodos, a fim de completar o desenvolvimento

de diversas competências cognitivas básicas.

Ainda nesse contexto, procuramos seguir o proposto pela BNCC para o Ensino Fundamental I, sugerindo e desenvolvendo

várias atividades para capacitar o estudante a: planejar ações e projetar soluções para problemas novos,

que exigem iniciativa e criatividade; compreender e transmitir ideias matemáticas, por escrito ou oralmente


(desenvolvendo a capacidade de argumentação); fazer estimativas mentais de resultados ou cálculos aproximados;

estabelecer relações entre os conhecimentos numéricos, algébricos, aritméticos e geométricos para resolver problemas,

passando de um desses eixos para outro, a fim de enriquecer a interpretação do problema, encarando-o sob

vários pontos de vista. Isso é confirmado pela BNCC, na terceira Competência Específica:

3. Compreender as relações entre conceitos e procedimentos dos diferentes campos da Matemática

(Aritmética, Álgebra, Geometria, Estatística e Probabilidade) e de outras áreas do conhecimento,

sentindo segurança quanto à própria capacidade de construir e aplicar conhecimentos matemáticos,

desenvolvendo a autoestima e a perseverança na busca de soluções. (BNCC, 2018, p. 267).

Essa lista de capacidades reflete uma mudança de enfoque: saímos da simples preocupação com “o quê ensinar”

para irmos em direção a um ensino-aprendizado concentrado no “para quê ensinar”. Tal mudança vai contra uma

corrente muito forte, que defende a chamada “matemática tradicional”, baseada nos estereótipos do livro didático

tradicional de que falamos anteriormente. Por essa razão, deve ficar claro que essa opção é fruto da concretização de

anos de pesquisas em educação matemática que agora se incorpora em propostas governamentais, tais como a

BNCC.

A noção de disciplinas segregadas influenciou grandemente os currículos de Matemática. Nesse modelo, os conteúdos

são estratificados em blocos, com pouca ou nenhuma interação. Até bem recentemente, os idealizadores dos

currículos, editores de livros, professores, administradores e pais esperavam a inclusão de campos distintos de estudo:

números, álgebra, geometria, grandezas e medidas, probabilidade, estatística etc., a fim de atender aos objetivos da

educação matemática tradicional. Entretanto, diversos estudos, tanto no campo do ensino quanto da aprendizagem,

sugerem um modelo diferente para a educação matemática. Eles mostram que o desenvolvimento do pensamento

crítico e matemático se processa em níveis de compreensão.

Um importante estudo dos níveis de compreensão do pensamento geométrico encontra-se na pesquisa desenvolvida

pelo casal holandês Dina Van Hiele-Geldof e Pierre Van Hiele, em 1 957. Apenas para ilustrar, por meio de

exemplo, essas pesquisas destacam que o desenvolvimento do pensamento geométrico, relevante para a Geometria

do Ensino Fundamental, passa pelos seguintes níveis (CROWLEY, 1994):

1. Reconhecimento - visualização: as figuras são entendidas de acordo com sua aparência.

2. Análise: as figuras são um conjunto de suas propriedades; as propriedades relacionam-se entre si.

3. Classificação: as propriedades são ordenadas logicamente; início do raciocínio formal; descrição formal.

Além disso, o modelo Van Hiele também aponta que (CROWLEY, 1 994):

• é possível encontrar vários níveis diferentes de perfeição no raciocínio dos estudantes de Matemática;

• um estudante só é capaz de compreender realmente aquilo que o professor apresentar de maneira adequada ao seu

nível de raciocínio;

• se uma relação matemática não pode ser expressa ao nível atual de raciocínio dos estudantes, será necessário esperar

que eles alcancem um nível de raciocínio superior para poder apresentá-la;

• não se pode ensinar uma pessoa a raciocinar de uma determinada forma. No entanto, pode-se ajudá-la, mediante

um ensino adequado, a alcançar logo (o quanto antes) a possibilidade de raciocinar dessa forma.

Em uma vasta revisão da literatura sobre a cognição matemática associada ao processo de alfabetização, Haase (2

020) apresenta evidências de que os processos são semelhantes, envolvendo estágios no desenvolvimento do conceito

de número, dos fatos aritméticos, na resolução de problemas; demonstrando a importância do ensino com

ênfase tanto nos aspectos conceituais como procedimentais em todas as áreas da Matemática.

Em consonância, a BNCC recomenda a transição do modelo tradicional para um modelo integrado que incorpore

os conceitos de geometria, números e operações, álgebra, estatística, medidas e probabilidade em cada ano de

estudo da Matemática. O motivo dessa abordagem vem do reconhecimento de que a Matemática é uma ferramenta

XI


para a resolução de problemas e para a compreensão de um universo que não pode ser plenamente apreciado

usando-se uma abordagem desconexa para os conteúdos. A BNCC contempla em sua terceira Competência

Específica:

3. Compreender as relações entre conceitos e procedimentos dos diferentes campos da Matemática

(Aritmética, Álgebra, Geometria, Estatística e Probabilidade) e de outras áreas do conhecimento,

sentindo segurança quanto à própria capacidade de construir e aplicar conhecimentos matemáticos,

desenvolvendo a autoestima e a perseverança na busca de soluções. (BNCC, 2018, p.267)

Nessa perspectiva, justificam-se e respaldam-se algumas das sugestões, como “o tratamento dos conceitos em

espiral”, que aparece nas propostas curriculares de um grande número de estados brasileiros. Isso não significa, entretanto,

que se repetirá um mesmo conceito, mas sim que se retomará esse conceito por meio de novas situações, em

que ele apareça naturalmente mais aprofundado, dentro de outro contexto, de acordo com o que se apresentou

antes e com nova situação.

No ensino de Matemática, tradicionalmente, tem-se adotado uma organização linear e bastante rígida dos conteúdos.

Isso tem se tornado um grande obstáculo, impedindo a mudança das práticas pedagógicas em uma direção

em que se privilegie o recurso à resolução de problemas e a participação ativa do aluno. Nosso propósito é romper

com a estratificação e a hierarquização dos conceitos. Por isso, adotamos na distribuição e no tratamento dos temas

ao longo dos volumes da coleção a ideia de rede, em que os conceitos se articulam entre si. Por essa razão estabelecemos

o terceiro princípio:

Terceiro princípio metodológico:

Os conceitos serão apresentados em rede, ao longo de todos os anos.

Procuramos fazer conexões entre os conceitos matemáticos, planejando suas articulações e propondo situações-

-problema que vão desencadeá-los. Também traçamos conexões com outras áreas do currículo e com os temas contemporâneos

transversais, como é o caso das atividades que aparecem no início e no final de quase todos os capítulos

e em seções como Vamos pensar juntos, Curiosidade, Você é o artista e Desafios.

Apresentamos, a seguir, como cada unidade foi estruturada de acordo com os Eixos Temáticos, Objetos de

Conhecimento e Habilidades para o livro do 1º. ano.

UNIDADE

1

CONTEÚDOS

CAPÍTULOS

1. Geometria e

Medidas

Posição e

localização

Comprimento

EIXOS

TEMÁTICOS

Geometria

Grandezas e

Medidas

LIVRO DO 1º ANO

OBJETOS DE CONHECIMENTO

• Localização de objetos e de pessoas

no espaço, utilizando diversos

pontos de referência e vocabulário

apropriado.

• Medidas de comprimento, massa e

capacidade: comparações e unidades

de medida não convencionais.

HABILIDADES

(EF01MA11) Descrever a localização de pessoas e de

objetos no espaço em relação à sua própria posição, utilizando

termos como à direita, à esquerda, em frente, atrás.

(EF01MA12) Descrever a localização de pessoas e de

objetos no espaço segundo um dado ponto de referência,

compreendendo que, para a utilização de termos que

se referem à posição, como direita, esquerda, em cima,

embaixo, é necessário explicitar-se o referencial.

(EF01MA15) Comparar comprimentos, capacidades ou

massas, utilizando termos como mais alto, mais baixo,

mais comprido, mais curto, mais grosso, mais fino, mais

largo, mais pesado, mais leve, cabe mais, cabe menos,

entre outros, para ordenar objetos de uso cotidiano.

XII


UNIDADE

CONTEÚDOS

CAPÍTULOS

2. Números

Contando de

1 a 5

Contando de

6 a 9

O Dez

Contando de 11

a 20

Gráficos de

colunas

EIXOS

TEMÁTICOS

Números

Probabilidade

e Estatística

LIVRO DO 1º ANO

OBJETOS DE CONHECIMENTO

• Contagem de rotina.

• Contagem ascendente e descendente.

• Reconhecimento de números

no contexto diário: indicação de

quantidades, indicação de ordem ou

indicação de código para a organização

de informações.

• Quantificação de elementos de

uma coleção: estimativas, contagem

um a um, pareamento ou outros

agrupamentos e comparação.

• Leitura, escrita e comparação de

números naturais (até 100).

• Leitura de tabelas e de gráficos de

colunas simples.

Sequências Álgebra • Padrões figurais e numéricos:

investigação de regularidades ou

padrões em sequências.

• Sequências recursivas: observação

de regras usadas em seriações

numéricas (mais 1, mais 2, menos 1,

menos 2, por exemplo).

3. A dezena

Unidades e

dezenas

Agrupamento de

dezenas

Números

• Quantificação de elementos de uma

coleção: estimativas, contagem

um a um, pareamento ou outros

agrupamentos e comparação.

HABILIDADES

(EF01MA01) Utilizar números naturais como indicador de

quantidade ou de ordem em diferentes situações cotidianas

e reconhecer situações em que os números não indicam

contagem nem ordem, mas sim código de identificação.

(EF01MA02) Contar de maneira exata ou aproximada,

utilizando diferentes estratégias, como o pareamento e

outros agrupamentos.

(EF01MA03) Estimar e comparar quantidades de objetos

de dois conjuntos (em torno de 20 elementos), por estimativa

e/ou por correspondência (um a um, dois a dois)

para indicar “tem mais”, “tem menos” ou “tem a mesma

quantidade”.

(EF01MA04) Contar a quantidade de objetos de coleções

até 100 unidades e apresentar o resultado por registros

verbais e simbólicos, em situações de seu interesse,

como jogos, brincadeiras, materiais da sala de aula, entre

outros.

(EF01MA05) Comparar números naturais de até duas

ordens em situações cotidianas, com e sem suporte da

reta numérica.

(EF01MA09) Organizar e ordenar objetos familiares ou

representações por figuras, por meio de atributos, tais

como cor, forma e medida.

(EF01MA10) Descrever, após o reconhecimento e a explicitação

de um padrão (ou regularidade), os elementos

ausentes em sequências recursivas de números naturais,

objetos ou figuras.

(EF01MA21) Ler dados expressos em tabelas e em gráficos

de colunas simples.

(EF01MA02) Contar de maneira exata ou aproximada,

utilizando diferentes estratégias, como o pareamento e

outros agrupamentos.

(EF01MA03) Estimar e comparar quantidades de objetos

de dois conjuntos (em torno de 20 elementos), por estimativa

e/ou por correspondência (um a um, dois a dois)

para indicar “tem mais”, “tem menos” ou “tem a mesma

quantidade”.

XIII


UNIDADE

2

CONTEÚDOS

CAPÍTULOS

1. Adição

Juntar ou

acrescentar

Contando até 50

Adição de

números om

dois algarismos

EIXOS

TEMÁTICOS

Números

LIVRO DO 1º ANO

OBJETOS DE CONHECIMENTO

• Construção de fatos básicos da

adição.

• Problemas envolvendo diferentes

significados da adição e da subtração

(juntar, acrescentar, separar, retirar).

• Composição e decomposição de

números naturais.

• Quantificação de elementos de uma

coleção: estimativas, contagem

um a um, pareamento ou outros

agrupamentos e comparação.

• Reta numérica.

• Leitura, escrita e comparação de

números naturais (até 100).

Sequências Álgebra • Sequências recursivas: observação

de regras usadas em seriações

numéricas (mais 1, mais 2, menos 1,

menos 2, por exemplo).

2. Grandezas e

Medidas

Comprimento

Massa

Capacidade

3. Geometria

plana

Reconhecendo

as figuras

geométricas

Sequências

geométricas

Grandezas e

Medidas

Geometria

Álgebra

• Medidas de comprimento, massa e

capacidade: comparações e unidades

de medida não convencionais

• Figuras geométricas planas:

reconhecimento do formato das faces

de figuras geométricas espaciais.

• Padrões figurais e numéricos:

investigação de regularidades ou

padrões em sequências.

HABILIDADES

(EF01MA02) Contar de maneira exata ou aproximada,

utilizando diferentes estratégias, como o pareamento e

outros agrupamentos.

(EF01MA03) Estimar e comparar quantidades de objetos

de dois conjuntos (em torno de 20 elementos), por estimativa

e/ou por correspondência (um a um, dois a dois)

para indicar “tem mais”, “tem menos” ou “tem a mesma

quantidade”.

(EF01MA04) Contar a quantidade de objetos de coleções

até 100 unidades e apresentar o resultado por registros

verbais e simbólicos, em situações de seu interesse,

como jogos, brincadeiras, materiais da sala de aula, entre

outros.

(EF01MA05) Comparar números naturais de até duas

ordens em situações cotidianas, com e sem suporte da

reta numérica.

(EF01MA06) Construir fatos básicos da adição e utilizá-los

em procedimentos de cálculo para resolver problemas.

(EF01MA07) Compor e decompor número de até duas

ordens, por meio de diferentes adições, com o suporte de

material manipulável, contribuindo para a compreensão

de características do sistema de numeração decimal e o

desenvolvimento de estratégias de cálculo.

(EF01MA08) Resolver e elaborar problemas de adição e

de subtração, envolvendo números de até dois algarismos,

com os significados de juntar, acrescentar, separar e

retirar, com o suporte de imagens e/ou material manipulável,

utilizando estratégias e formas de registro pessoais.

(EF01MA10) Descrever, após o reconhecimento e a explicitação

de um padrão (ou regularidade), os elementos

ausentes em sequências recursivas de números naturais,

objetos ou figuras.

(EF01MA15) Comparar comprimentos, capacidades ou

massas, utilizando termos como mais alto, mais baixo,

mais comprido, mais curto, mais grosso, mais fino, mais

largo, mais pesado, mais leve, cabe mais, cabe menos,

entre outros, para ordenar objetos de uso cotidiano.

(EF01MA09) Organizar e ordenar objetos familiares ou

representações por figuras, por meio de atributos, tais

como forma e medida.

(EF01MA14) Identificar e nomear figuras planas (círculo,

quadrado, retângulo e triângulo) em desenhos apresentados

em diferentes disposições ou em contornos de

faces de sólidos geométricos.

XIV


UNIDADE

3

CONTEÚDOS

CAPÍTULOS

1. Subtração

Resto ou

Diferença

Completar

Comparar

Contando até 80

2. Medidas de

tempo

Hora

Dias e semanas

Calendário

3. Geometria

espacial

Figuras

geométricas no

cotidiano

EIXOS

TEMÁTICOS

Números

Grandezas e

Medidas

Geometria

LIVRO DO 1º ANO

OBJETOS DE CONHECIMENTO

• • Problemas envolvendo diferentes

significados da adição e da subtração

(juntar, acrescentar, separar, retirar).

• • Reta numérica.

• • Quantificação de elementos de

uma coleção: estimativas, contagem

um a um, pareamento ou outros

agrupamentos e comparação.

• • Contagem de rotina.

• • Contagem ascendente e

descendente.

• • Reconhecimento de números

no contexto diário: indicação de

quantidades, indicação de ordem

ou indicação de código para a

organização de informações.

• • Leitura, escrita e comparação de

números naturais (até 100).

• • Medidas de tempo: unidades de

medida de tempo, suas relações e o uso

do calendário.

• Figuras geométricas espaciais:

reconhecimento e relações com

objetos familiares do mundo físico.

HABILIDADES

(EF01MA01) Utilizar números naturais como indicador de

quantidade ou de ordem em diferentes situações cotidianas

e reconhecer situações em que os números não indicam

contagem nem ordem, mas sim código de identificação.

(EF01MA02) Contar de maneira exata ou aproximada,

utilizando diferentes estratégias, como o pareamento e

outros agrupamentos.

(EF01MA03) Estimar e comparar quantidades de objetos

de dois conjuntos (em torno de 20 elementos), por estimativa

e/ou por correspondência (um a um, dois a dois)

para indicar “tem mais”, “tem menos” ou “tem a mesma

quantidade”.

(EF01MA04) Contar a quantidade de objetos de coleções

até 100 unidades e apresentar o resultado por registros

verbais e simbólicos, em situações de seu interesse,

como jogos, brincadeiras, materiais da sala de aula, entre

outros.

(EF01MA05) Comparar números naturais de até duas

ordens em situações cotidianas, com e sem suporte da

reta numérica. (EF01MA08) Resolver e elaborar problemas

de adição e de subtração, envolvendo números de

até dois algarismos, com os significados de juntar, acrescentar,

separar e retirar, com o suporte de imagens e/ou

material manipulável, utilizando estratégias e formas de

registro pessoais.

(EF01MA16) Relatar em linguagem verbal ou não verbal

uma sequência de acontecimentos relativos a um dia, utilizando,

quando possível, os horários dos eventos.

(EF01MA17) Reconhecer e relacionar períodos do dia,

dias da semana e meses do ano, utilizando calendário,

quando necessário.

(EF01MA18) Produzir a escrita de uma data, apresentando

o dia, o mês e o ano, e indicar o dia da semana de uma

data, consultando calendários.

(EF01MA13) Relacionar figuras geométricas espaciais

(cones, cilindros, esferas e blocos retangulares) a objetos

familiares do mundo físico.

XV


UNIDADE

4

CONTEÚDOS

CAPÍTULOS

1. Ampliando

contagens

Contando até

100

2. Noções de

Probabilidade e

Estatística

Possível ou

impossível

Organizando

informações

3. Sistema

monetário

Conhecendo

moedas e

cédulas do Brasil

EIXOS

TEMÁTICOS

Números

Probabilidade

e Estatística

Grandezas e

Medidas

LIVRO DO 1º ANO

OBJETOS DE CONHECIMENTO

• Leitura, escrita e comparação de

números naturais (até 100).

• Reta numérica.

• Quantificação de elementos de uma

• coleção: estimativas, contagem

um a um, pareamento ou outros

agrupamentos e comparação.

• Noção de acaso.

• Leitura de tabelas e de gráficos de

colunas simples.

• Coleta e organização de informações.

• Registros pessoais para comunicação de

informações coletadas.

• Sistema monetário brasileiro:

reconhecimento de cédulas e

moedas.

HABILIDADES

(EF01MA02) Contar de maneira exata ou aproximada,

utilizando diferentes estratégias, como o pareamento e

outros agrupamentos.

(EF01MA03) Estimar e comparar quantidades de objetos

de dois conjuntos (em torno de 20 elementos), por estimativa

e/ou por correspondência (um a um, dois a dois)

para indicar “tem mais”, “tem menos” ou “tem a mesma

quantidade”.

(EF01MA04) Contar a quantidade de objetos de coleções

até 100 unidades e apresentar o resultado por registros

verbais e simbólicos, em situações de seu interesse,

como jogos, brincadeiras, materiais da sala de aula, entre

outros.

(EF01MA05) Comparar números naturais de até duas

ordens em situações cotidianas, com e sem suporte da

reta numérica.

(EF01MA20) Classificar eventos envolvendo o acaso, tais

como “acontecerá com certeza”, “talvez aconteça” e “é

impossível acontecer”, em situações do cotidiano.

(EF01MA21) Ler dados expressos em tabelas e gráficos de

colunas simples.

(EF01MA22) Realizar pesquisa, envolvendo até duas variáveis

categóricas de seu interesse e universo de até 30

elementos, e organizar dados por meio de representações

pessoais.

(EF01MA19) Reconhecer e relacionar valores de moedas

e cédulas do sistema monetário brasileiro para resolver

situações simples do cotidiano do estudante.

XVI

Na introdução de cada conceito, o professor poderá fazer uma abordagem inicial sobre os temas a serem

trabalhados.

É importante salientar que não são apenas as experiências na sala de aula que fazem com que o estudante

aprenda. Fora da escola, as crianças também aprendem: brincando, participando das atividades do dia a dia, explorando

novos lugares, conhecendo novos objetos e muito mais.

O professor deverá usar as experiências advindas das situações do cotidiano para favorecer o ensino-aprendizagem

dos estudantes.

PRESSUPOSTOS DA COLEÇÃO

Para o estabelecimento dos objetivos gerais da coleção foi considerado o escopo mais amplo da BNCC, no que

diz respeito às expectativas que são traçadas para o desenvolvimento dos alunos. Para isso, enfatizamos as

Competências Gerais, as Competências Específicas, as opções quanto às Unidades Temáticas, os Objetos de

Conhecimento e Habilidades contidos na BNCC. Consideramos como destaque os princípios estabelecidos para os

anos iniciais do Ensino Fundamental.


ORIENTAÇÕES DA BNCC

No Ensino Fundamental – Anos Iniciais, deve-se retomar as vivências cotidianas das crianças com

números, formas e espaço, e também as experiências desenvolvidas na Educação Infantil, para

iniciar uma sistematização dessas noções. Nessa fase, as habilidades matemáticas que os alunos

devem desenvolver não podem ficar restritas à aprendizagem dos algoritmos das chamadas “quatro

operações”, apesar de sua importância. No que diz respeito ao cálculo, é necessário acrescentar,

à realização dos algoritmos das operações, a habilidade de efetuar cálculos mentalmente, fazer

estimativas, usar calculadora e, ainda, para decidir quando é apropriado usar um ou outro procedimento

de cálculo.

Portanto, a BNCC orienta-se pelo pressuposto de que a aprendizagem em Matemática está intrinsecamente

relacionada à compreensão, ou seja, à apreensão de significados dos objetos matemáticos,

sem deixar de lado suas aplicações. Os significados desses objetos resultam das conexões que

os alunos estabelecem entre eles e os demais componentes, entre eles e seu cotidiano e entre os

diferentes temas matemáticos. Desse modo, recursos didáticos como malhas quadriculadas, ábacos,

jogos, livros, vídeos, calculadoras, planilhas eletrônicas e softwares de geometria dinâmica têm um

papel essencial para a compreensão e utilização das noções matemáticas. Entretanto, esses materiais

precisam estar integrados a situações que levem à reflexão e à sistematização, para que se inicie

um processo de formalização.

Em todas as unidades temáticas, a delimitação dos objetos de conhecimento e das habilidades considera

que as noções matemáticas são retomadas, ampliadas e aprofundadas ano a ano. No entanto,

é fundamental considerar que a leitura dessas habilidades não seja feita de maneira fragmentada.

A compreensão do papel que determinada habilidade representa no conjunto das aprendizagens

demanda a compreensão de como ela se conecta com habilidades dos anos anteriores, o que leva

à identificação das aprendizagens já consolidadas, e em que medida o trabalho para o desenvolvimento

da habilidade em questão serve de base para as aprendizagens posteriores. Nesse sentido, é

fundamental considerar, por exemplo, que a contagem até 100, proposta no 1º. ano, não deve ser

interpretada como restrição a ampliações possíveis em cada escola e em cada turma. Afinal, não se

pode frear a curiosidade e o entusiasmo pela aprendizagem, tão comum nessa etapa da escolaridade,

e muito menos os conhecimentos prévios dos alunos.

Na Matemática escolar, o processo de aprender uma noção em um contexto, abstrair e depois aplicá-la

em outro contexto envolve capacidades essenciais, como formular, empregar, interpretar e

avaliar – criar, enfim –, e não somente a resolução de enunciados típicos que são, muitas vezes, meros

exercícios e apenas simulam alguma aprendizagem. Assim, algumas das habilidades formuladas

começam por: “resolver e elaborar problemas envolvendo...”. Nessa enunciação está implícito que

se pretende não apenas a resolução do problema, mas também que os alunos reflitam e questionem

o que ocorreria se algum dado do problema fosse alterado ou se alguma condição fosse acrescida

ou retirada. Nessa perspectiva, pretende-se que os alunos também formulem problemas em outros

contextos. BNCC, p. 277

XVII


A POLÍTICA NACIONAL DE ALFABETIZAÇÃO (PNA)

Para completar o universo de conceitos e referências para o estabelecimento dos objetivos da coleção, é importante

que sejam destacados os aspectos mais relevantes da Política Nacional de Alfabetização (PNA), instituída

pelo Decreto no. 9 765, de 11 de abril de 2 019, relativos à Alfabetização Matemática, que afetam diretamente as metodologias

assumidas no 1º. e no 2º. anos do Ensino Fundamental.

As principais habilidades de todo o processo de escolarização consistem em ler, escrever e realizar

operações matemáticas básicas. Não por acaso o professor alfabetizador também ocupa o importante

papel de ensinar habilidades de matemática básica. Além disso, os professores da educação

infantil igualmente contribuem para o desenvolvimento do raciocínio lógico-matemático, promovendo

atividades e jogos que ensinam noções básicas numéricas, espaciais, geométricas, de medidas

e de estatística.

A expressão “alfabetização matemática”, utilizada por muitos anos no Brasil, não cumpre a função

de designar o ensino de matemática básica.

A palavra “alfabetização” deriva de “alfabeto”, o conjunto de letras do sistema alfabético. Não se

deve, portanto, entender alfabetização como sinônimo de aprendizagem inicial, ou de conhecimentos

básicos, sob o risco de ampliar demasiadamente, por uma figura de linguagem, o real significado

da palavra, criando dúvidas ainda sobre o que de fato seja uma “alfabetização matemática”.

Literacia, por sua vez, é um termo que também designa os meios de obter e processar informações

escritas. A literacia numérica diz respeito às habilidades de matemática que permitem resolver problemas

da vida cotidiana e lidar com informações matemáticas.

O termo “literacia matemática” originou-se do inglês numerical literacy, popularizado como numeracy,

e em português se convencionou chamar numeracia (UNESCO, 2006). Muitas habilidades

de numeracia emergem simultaneamente com as habilidades de literacia, abrindo caminho para

competências matemáticas mais complexas que se instalarão depois mediante instrução formal. A

numeracia não se limita à habilidade de usar números para contar, mas se refere antes à habilidade

de usar a compreensão e as habilidades matemáticas para solucionar problemas e encontrar respostas

para as demandas da vida cotidiana.

XVIII

Desde os primeiros anos de vida, a criança pode aprender a pensar e a comunicar-se usando de

quantidades, tornando-se capaz de compreender padrões e sequências, conferindo sentido aos dados

e aplicando raciocínio matemático para resolver problemas. (NATIONAL MATHEMATICS

PANEL, 2 008).


• CONTANDO ATÉ 100

CAPÍTULO 2 • NOÇÕES DE

PROBABILIDADE

E ESTATÍSTICA

• POSSÍVEL OU IMPOSSÍVEL

• ORGANIZANDO INFORMAÇÕES

CAPÍTULO 3 • SISTEMA

MONETÁRIO

• CONHECENDO AS

MOEDAS E AS CÉDULAS

DO BRASIL

AGORA VAMOS APRENDER A CONTAR ATÉ 100 (CEM).

COMO JÁ ESTUDAMOS, UM CUBINHO DO MATERIAL DOURADO REPRESENTA

UMA UNIDADE, E UMA BARRINHA CORRESPONDE A 10 UNIDADES OU UMA DEZENA.

1 UNIDADE

1 DEZENA OU

10 UNIDADES

10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10

AO JUNTARMOS 10 BARRINHAS DE UMA DEZENA, OBTEREMOS 100 (CEM)

UNIDADES. QUANDO JUNTAMOS AS 10 BARRINHAS, OBTEMOS UMA PLACA. ELA

CONTÊM 100 UNIDADES OU UMA CENTENA.

AQUI ESTÃO

10 DEZENAS OU

UMA CENTENA.

VAMOS PENSAR JUNTOS

NO ÁBACO, REPRESENTAMOS

UMA CENTENA (C) ASSIM:

C D U

• SE JUNTARMOS 30 UNIDADES, TEREMOS QUANTAS DEZENAS?

• OITO DEZENAS JUNTAS SÃO QUANTAS UNIDADES?

10 DEZENAS OU

100 UNIDADES

175

(EI03ET01) Estabelecer relações

de comparação entre objetos,

204

1. RÚBIA FOI À FEIRA E COMPROU VÁRIAS FRUTAS.

observando suas propriedades. < FOTO DE VÁRIAS FRUTAS EM

CIMA DE UMA MESA, DE MODO

(EI03ET02) Observar e

descrever mudanças

em diferentes materiais,

resultantes de ações sobre

eles, em experimentos

envolvendo fenômenos

naturais e artificiais.

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA

AVALIAÇÃO SOMATIVA

1. NA IMAGEM DO ESPANTALHO:

• CIRCULE O PÁSSARO QUE ESTÁ NO BRAÇO DIREITO DELE;

• ESCREVA O QUE ESTÁ EM CIMA DA CABEÇA;

• PINTE DE VERDE O QUE ESTÁ ATRÁS DELE;

• PINTE DE AMARELO O QUE ESTÁ DENTRO DO CESTO; E

• ESCREVA O QUE ESTÁ NA FRENTE DELE.

2. OBSERVE A IMAGEM DO NÚMERO FORMADO

POR BOTÕES E RESPONDA:

A) QUANTOS BOTÕES FORAM NECESSÁRIOS

PARA FORMAR ESSE NÚMERO?

B) QUAL ALGARISMO ESTÁ POSICIONADO NA

ORDEM DAS DEZENAS?

C) QUAL ALGARISMO ESTÁ NA ORDEM DAS UNIDADES?

QUE AS FRUTAS ESTEJAM SEPA-

RADAS PARA SEREM CIRCULA-

DAS>

D) QUANTAS UNIDADES FALTAM PARA FORMAR DUAS DEZENAS?

ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK

JOHN DAVID BIGL III/ SHUTTERSTOCK

VERMELHO

VAMOS COMPARÁ-LAS:

• CIRCULE A FRUTA MAIS LEVE COM A COR VERMELHA E A MAIS PESADA

COM A COR VERDE.

2. PINTE A IMAGEM DE ACORDO COM A LEGENDA.

VERDE

AZUL

AMARELO

VERMELHO

9

O QUE APRENDI NESSE CAPÍTULO

1. LIGUE A QUANTIDADE DE FRUTAS EM CADA PRATO COM O

NÚMERO CORRESPONDENTE.

2. AS IMAGENS MOSTRAM UM CAVALO, UM GATO, UM CACHORRO, UM PATO, UMA

VACA E UM PÁSSARO. OS PÁSSAROS TÊM PÉS E OS OUTROS ANIMAIS TÊM PATAS.

62

RESPONDA:

A) QUANTOS ANIMAIS HÁ NA IMAGEM?

B) QUAL É O NÚMERO TOTAL DE PÉS E PATAS DESSES ANIMAIS?

OBJETIVOS DA COLEÇÃO

Com base nos referenciais descritos acima, os objetivos da coleção são:

• Compreender as contribuições da Matemática na sociedade.

• Utilizar, sempre que possível, a Matemática na vida real.

• Exercer cidadania utilizando as estruturas do pensamento crítico e do raciocínio lógico, tais como: comparar,

generalizar, projetar, prever, criticar, estimar e abstrair, concorrendo para a formação da consciência no que tange à

observância das leis naturais e físicas.

• Construir conhecimentos matemáticos fazendo uso da linguagem oral e escrita como meio para entender os

aspectos da vida.

• Ser autônomo na utilização dos conhecimentos matemáticos, utilizando-os adequadamente na resolução de

problemas.

• Privilegiar o raciocínio e a construção de conceitos matemáticos por meio de técnicas que foram testadas e adequadas

à capacidade de compreensão de acordo com cada ano.

• Apresentar experiências significativas, jogos e desafios lúdicos.

• Fornecer ao aluno o conhecimento da vida diária.

ORGANIZAÇÃO DE CADA VOLUME

A organização dos volumes obedece à criação de espaços e seções que facilitam situações de aprendizagem e

favorecem o atingimento dos objetivos da coleção.

O texto foi dividido em unidades e essas, por sua vez, foram divididas em capítulos nos quais estão incluídas as

seguintes seções:

• VAMOS PENSAR JUNTOS

• CURIOSIDADES

• VOCÊ É O ARTISTA

• MÃOS À OBRA!

• O QUE APRENDI NESSE CAPÍTULO

CONHEÇA SEU LIVRO

CAPÍTULO 1 • AMPLIANDO

14CONTAGENS

UNIDADES

SEU LIVRO ESTÁ DIVIDIDO EM QUATRO

UNIDADES. CADA ABERTURA DE

UNIDADE MOSTRA ILUSTRAÇÕES QUE

SE RELACIONAM COM O CONTEÚDO QUE

VOCÊ VAI ENCONTRAR ALI.

NATHALIA SCALA/ M10EDITORIAL

SPREADTHESIGN/ SHUTTERSTOCK

PUAYPUAY/ SHUTTERSTOCK

TARTILA/ SHUTTERSTOCK

TN-PRINTS/ SHUTTERSTOCK

TOTALLYJAMIE/ SHUTTERSTOCK

CURIOSITY/ SHUTTERSTOCK

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA

O QUE APRENDI NESSE CAPÍTULO

1 AMPLIANDO

CONTAGENS

CONTANDO ATÉ 100

CAPÍTULOS

EM CADA UNIDADE DE SEU LIVRO,

VOCÊ SEMPRE ENCONTRARÁ

TRÊS CAPÍTULOS, NOS QUAIS OS

CONTEÚDOS SÃO APRESENTADOS

DE MANEIRA AGRADÁVEL E

ESTIMULANTE.

VAMOS PENSAR

JUNTOS

NO INÍCIO DO LIVRO, VOCÊ ENCONTRARÁ UMA AVALIAÇÃO

QUE TEM POR OBJETIVO VERIFICAR SEUS CONHECIMENTOS

SOBRE OS CONTEÚDOS NECESSÁRIOS PARA UM BOM

APROVEITAMENTO NO ANO QUE SE INICIA.

AO FINAL DE CADA CAPÍTULO, HÁ UMA AVALIAÇÃO DE

VERIFICAÇÃO DE SUA APRENDIZAGEM DOS CONTEÚDOS

ESTUDADOS.

AVALIAÇÃO SOMATIVA

AO FINAL DO LIVRO, VOCÊ ENCONTRA UMA

AVALIAÇÃO QUE ENVOLVE TODOS OS CONTEÚDOS

ESTUDADOS NO ANO QUE SE ENCERRA.

NESTA SEÇÃO, ALGUMAS QUESTÕES

SERÃO APRESENTADAS PARA

VERIFICAR O QUE VOCÊ JÁ SABE SOBRE

O ASSUNTO QUE VAI ESTUDAR.

XIX


A UTILIZAÇÃO DA COLEÇÃO

Objetivando buscar as melhores práticas de ensino e a gestão didática das situações de sala de aula, apresentamos

orientações gerais de utilização da coleção, considerando os itens mais importantes presentes no dia a dia da

prática escolar.

a. LEITURA

Os alunos, sob a orientação do professor, leem – individualmente ou em grupos – o texto introdutório do capítulo,

para exercitar a compreensão do texto e dos objetos de aprendizagem a serem investigados e para desenvolverem

a capacidade de construir conhecimentos, a autonomia, além de aprender a observar e colher informações de

diferentes registros escritos.

O texto pode ser comentado, analisado e debatido a partir da leitura. É um momento rico em que surgem as

dúvidas, bem como as ideias que devem ser formuladas e respondidas oralmente. A interação é uma estratégia

importantíssima, pois:

• promove a troca de ideias;

• possibilita a comunicação e a expressão do raciocínio de cada um;

• constrói o aprendizado cooperativo, mediante a exposição verbal das ideias matemáticas.

O texto inicial de cada capítulo é idealizado sempre em uma linguagem direta e acessível ao aluno. Há na seção

Vamos pensar juntos um diálogo com questionamentos que fomentam as discussões e análises quanto ao objeto

a ser estudado. As atividades, por sua vez, promovem referências a esse texto, na intenção de ampliar as ideias iniciais

das situações-problemas, métodos e conceitos trabalhados.

EM CIMA OU EMBAIXO?

MARIANA ESTÁ BRINCANDO EM SEU QUARTO.

O LIVRO ESTÁ EM CIMA DA CAMA E O TÊNIS ESTÁ EMBAIXO DA CAMA.

• QUAL BRINQUEDO ESTÁ PERTO DA PORTA?

• QUAL ANIMAL ESTÁ SENTADO LONGE DA PORTA?

• O QUE PODEMOS OBSERVAR FORA DO QUARTO?

5. OBSERVE AS FIGURAS E:

A) CIRCULE O ROBÔ QUE ESTÁ EMBAIXO DA MESA.

VICTOR B./ M10

VICTOR B./ M10

B) CIRCULE O GATO QUE ESTÁ EM CIMA DA ÁRVORE.

VICTOR B./ M10

C) DESENHE UM CACHORRO EMBAIXO DA CADEIRA.

ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK

VAMOS PENSAR JUNTOS

OBSERVE A IMAGEM DO QUARTO DE MARIANA E RESPONDA:

• O URSO ESTÁ DENTRO OU FORA DA CAIXA?

• O PATO ESTÁ EM CIMA OU EMBAIXO DA CAMA?

• O QUE ESTÁ MAIS LONGE DE MARIANA: O CACHORRINHO OU A ÁRVORE?

20

21

b. ATIVIDADES

Nas atividades, procuramos frequentemente validar e complementar os resultados obtidos, mostrando seu sentido

frente às situações-problema associadas. Por isso, é estratégico variar: resolver as atividades em sala de aula às

vezes de maneira individual, às vezes em pequenos grupos ou coletivamente. A postura do professor deve ser

XX


observar, acompanhar e auxiliar o aluno a construir, agindo como mediador no processo de aprendizagem. Isso permite

que:

• os alunos concentrem seu raciocínio, reflitam e conversem sobre os “porquês” de diferentes métodos para se obter

uma solução;

• o professor detecte as dificuldades individuais;

• o professor chame atenção para as ideias importantes.

Consideramos quatro tipos de atividades que, articuladas, contribuem para a qualidade de todo o processo

pedagógico:

• atividades destinadas à avaliação diagnóstica;

• atividades destinadas ao acompanhamento do processo de aprendizagem;

• atividades destinadas à avaliação da aprendizagem, consideradas como formativas;

• atividades destinadas à avaliação do resultado final do processo de ensino e aprendizagem, consideradas somativas.

Após o tempo dado pelo professor para a atividade, é importante que ele resolva e comente todas as atividades

propostas com a turma, pois é o momento de se dirimir quaisquer dúvidas que ainda restem.

O NÚMERO 2 (DOIS) PODE SER REPRESENTADO NO ÁBACO POR DUAS

ARGOLAS NA ORDEM DAS UNIDADES (U).

ÁBACO

C

D

U

DOIS2

4. CUBRA OS PONTILHADOS E ESCREVA NAS LINHAS O ALGARISMO E O NÚMERO

POR EXTENSO.

NATHALIA S./ M10

ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10

5. CIRCULE O NÚMERO QUE CORRESPONDE À QUANTIDADE DE BRINQUEDOS EM

CADA ITEM:

2 2 2 2

A)

B)

1 2

NATHALIA S./ M10 NATHALIA S./ M10

D)

E)

1 2

NATHALIA S./ M10 NATHALIA S./ M10

1 2

1 2

C)

F)

30

2

DOIS

NATHALIA S./ M10

NATHALIA S./ M10

1 2

1 2

• VOCÊ TEM BRINQUEDOS REPETIDOS? DUAS BONECAS OU DOIS CARRINHOS,

POR EXEMPLO? CONVERSE COM OS COLEGAS.

31

c. ATIVIDADES EM GRUPO

Muitas das atividades propostas na coleção solicitam o trabalho em pequenos grupos, a comparação de soluções

obtidas com as de um colega ou, ainda, o debate com outros estudantes da turma.

Nesses momentos, o professor pode:

• formar grupos de maneira que os estudantes com mais facilidade possam auxiliar aqueles com alguma dificuldade;

• distribuir os grupos pelas afinidades dos próprios alunos.

Essa é uma oportunidade de construir coletivamente o conhecimento, desenvolver o espírito colaborativo e a

socialização.

XXI


Novamente, a postura do professor deve ser observar, acompanhar e orientar o aluno a construir os conceitos,

agindo como mediador no processo de aprendizagem. Na dinâmica do trabalho em grupo, destacamos que:

• as primeiras conjecturas levantadas individualmente pelos alunos, após serem debatidas em pequenos grupos,

atingem um refinamento natural;

• as dúvidas e discussões chegam ao professor em um nível mais avançado, talvez mais próximo das possibilidades de

uma solução do problema;

• o professor, agindo como mediador, deve realimentar o processo com novas informações e ideias para discussão nos

grupos ou coletivamente;

• em vez de obter uma solução pronta, os grupos tornam-se participantes ativos no processo de construção, passando

pelas provas e refutações tão naturais no desenvolvimento da ciência Matemática.

A atividade em grupo gera natural autonomia de trabalho aos estudantes. Essa é a razão de sua contínua utilização

na coleção.

d. CURIOSIDADES

As curiosidades estão em praticamente todos os capítulos, com a intenção de fazer conexões matemáticas com

outras áreas do conhecimento ou temas contemporâneos transversais. As curiosidades proporcionam ao estudante:

• uma mente ativa para perguntar e pensar em diferentes assuntos;

• observação de novas ideias e a oportunidade de reconhecê-las e aproveitá-las para ampliar suas informações;

• novas possibilidades com elementos diferenciadores que, muitas vezes, estão camuflados no dia a dia e a possibilidade

de olhar além da superfície;

• emoção à vida, pois o novo surpreende e fascina o espírito de uma criança.

VAMOS PENSAR JUNTOS

• CALCULE MENTALMENTE: SE TIVÉSSEMOS 20 LATINHAS EM UM SACO E

12 EM OUTRO, QUANTAS LATINHAS TERÍAMOS AO TODO? 32 LATINHAS.

• POR QUE É IMPORTANTE RECICLAR OS OBJETOS? RESPOSTA PESSOAL.

• EM SUA CASA, SUA FAMÍLIA SEPARA O LIXO PARA A RECICLAGEM?

RESPOSTA PESSOAL.

CURIOSIDADE

O BRASIL É O PAÍS RECORDISTA MUNDIAL EM RECICLAGEM DE LATAS

DE ALUMÍNIO. EM 2018, O BRASIL CONSEGUIU RECICLAR QUASE TODAS AS

LATINHAS DE ALUMÍNIO QUE FORAM USADAS.

FONTE: TEM SUSTENTÁVEL.

RECIPIENTES DE LIXO PARA

RECICLAGEM EM UMA PRAÇA

DE SÃO PAULO, NO ESTADO DE

SÃO PAULO.

SU JUSTEN/SHUTTERSTOCK

VANESSA VOLK/ SHUTTERSTOCK.COM

RESÍDUOS SEPARADOS PARA

REAPROVEITAMENTO EM

PETRÓPOLIS, NO ESTADO DO

RIO DE JANEIRO.

95

e. DESAFIOS

Os desafios aparecem em quase todos os capítulos. Nossa intenção, ao propô-los, não é somente dar uma oportunidade

de aprofundamento aos alunos que se destacam, mas também despertar a curiosidade em todos os alunos,

a fim de que pensem, debatam entre si e superem as dificuldades para alcançar a solução.

XXII


O prazer que advém de superar desafios, e ir além do usual, é de grande importância no desenvolvimento do

raciocínio, da criatividade e na motivação dos estudantes. Alguns desafios contêm temas interdisciplinares, ou temas

motivadores do ponto de vista do aluno, mostrando a Matemática nas mais variadas situações do mundo em que

vivemos. O papel do professor é atuar como mediador na busca de solução dos desafios, orientando os caminhos no

processo da solução.

1. DESENHE O DOBRO DA QUANTIDADE DE RETÂNGULOS:

2. LÚCIA DESENHOU A SUA MÃO DIREITA

EM UMA fOLHA DE PAPEL.

AGORA É COM VOCÊ! UTILIZANDO AS

SUAS MÃOS, DESENHE EM UMA fOLHA

AVULSA O DOBRO DE DEDOS QUE LÚCIA

DESENHOU. 10 DEDOS.

3. ASSINALE COM UM X A ALTERNATIVA QUE REPRESENTA O DOBRO DA

QUANTIDADE DOS OVOS QUE ESTÃO NA CAIXA:

A)

B)

X

C)

D)

IVASCHENKO ROMAN/SHUTTERSTOCK; NASKAMI/SHUTTERSTOCK

104

f. CÁLCULO MENTAL

Em diversas atividades são abordadas estratégias para o cálculo mental. Muitas vezes são atividades que envolve

contagem simples, em outras oportunidades são problemas em que se solicita que façam mentalmente.

Qual a importância do cálculo mental? Em nosso dia a dia podemos fazer cálculos com lápis e papel, em calculadoras

ou mentalmente, quando não dispomos de nenhum desses outros recursos. O cálculo mental é de ampla utilidade

social, como também no desenvolvimento do raciocínio, perceber padrões numéricos, compreender as propriedades

das operações, fazer estimativas.

O cálculo mental tem grande valor pedagógico e deve fazer parte da formação dos estudantes, pois será utilizado

ao longo de suas vidas. A BNCC propõe essa prática ao logo do curso Fundamental. Por exemplo, solicite aos estudantes

uma estimativa de quantos clipes há em um punhado solto no papel. Cada grupo de alunos irá registrar suas

estimativas. Depois irão contar para verificar quão perto chegaram do número exato ou aproximado de clipes.

XXIII


MR M+ M-

MR M+ M-

g. CALCULADORAS

A utilização de tecnologias em educação matemática vem sendo estudada há algumas décadas. Nosso objetivo

aqui não é estabelecer uma crítica ou adotar um referencial “melhor” ou “pior” para o uso da tecnologia no ensino de

Matemática. Na coleção, incorporamos o uso da calculadora gradativamente, apenas como uma ferramenta de cálculo,

em atividades específicas para isso. Nas demais atividades o professor pode avaliar com autonomia a conveniência

do uso da calculadora, mas, a princípio, julgamos que sugerir seu uso seria desnecessário, porque outras

habilidades (como o cálculo mental) são requisitadas ou porque o uso da calculadora poderia até mesmo comprometer

o objetivo primordial de algumas das atividades.

8. LIGUE OS NÚMEROS, DOIS A DOIS, DE MODO QUE A SOMA SEJA 100.

25 19

55 30

70 45

42 75

ZERBOR/ SHUTTERSTOCK.COM

81 58

9. DESCUBRA TRÊS MODOS DE FAZER APARECER NO VISOR DE

UMA CALCULADORA O NÚMERO 99, SEM UTILIZAR A TECLA 9.

REGISTRE-AS NOS ESPAÇOS ABAIXO.

USE UMA CALCULADORA. ALGUMAS POSSIBILIDADES.

1 o 88 1 11

7 8 9

4 5 6

AC 1 2 3

0

99

SHUTTERSTOCK.COM

2 o 100 2 1

3 o 55 1 44

10. DESCUBRA TRÊS MANEIRAS DIFERENTES DE FAZER APARECER

NO VISOR DE UMA CALCULADORA O NÚMERO 100, SEM

UTILIZAR AS TECLAS 1 E 0. REGISTRE-AS NOS ESPAÇOS ABAIXO.

USE UMA CALCULADORA. ALGUMAS POSSIBILIDADES.

7 8 9

4 5 6

AC 1 2 3

100

SHUTTERSTOCK.COM

0

1 o 98 1 2

2 o 75 1 25

3 o 57 1 43

180

h. H. VOCÊ É O ARTISTA

No fim de alguns capítulos apresentamos uma atividade prazerosa, lúdica, em que o estudante terá de interpretar,

montar, calcular, criar e mostrar suas habilidades de artista. Trata-se de mais um espaço para a criança exercer a criatividade

vinculada aos temas que está estudando.

VOCÊ É O ARTISTA

PINTE O DESENHO COM AS CORES ABAIXO, DE ACORDO

COM O RESULTADO DE CADA ADIÇÃO.

9 1 1 5 10

5 1 3 5 8

4 1 0 5 4

8 1 6 5 14

2 1 7 5 9

9 1 8 5 17

17

17

8

10

8

4

17

8

9 14 9

17

17

8

9

8

8

17

8

9

9

10

9

8

8

17

4

NATHALIA S./ M10

17

14

14

9

14

9 9

14

10

9

8

14

14

10

14

10

10

XXIV

89


i. JOGOS

A aplicação dos jogos em sala de aula surge como uma oportunidade de socializar os alunos, estabelecer a cooperação

mútua, participação da equipe na busca de elucidar um problema proposto pelo professor. Mas, para que

isso aconteça, o educador precisa de um planejamento e um jogo que incite o aluno a buscar o resultado: ele precisa

ser interessante, desafiador.

j. RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS

A contribuição da resolução de problemas resulta em uma aprendizagem significativa para o processo de ensino

da Matemática, pois faz com que o aluno desenvolva a capacidade de raciocinar, pensar matematicamente, eliminando

atividades rotineiras desinteressantes que criam no aluno o hábito de aprender por repetição ou imitação,

sem atribuir significado na construção do processo.

O fato de possibilitar que os estudantes tenham a capacidade de se conectar com situações do seu dia a dia, dentro

e fora da sala de aula é o que torna essa metodologia uma poderosa ferramenta para a aprendizagem de

Matemática. O aluno ainda tem a oportunidade de ampliar seus conhecimentos aumentando sua confiança diante

de problemas e desafios futuros, tanto na aula de matemática quanto na vida cotidiana.

2. FERNANDO E TALITA MEDIRAM O COMPRIMENTO DOS TAMPOS DE SUAS

MESAS USANDO, CADA UM, O SEU PALMO COMO UNIDADE DE MEDIDA DE

COMPRIMENTO. ACOMPANHE A CONVERSA ENTRE OS DOIS:

A MINHA MESA MEDE

A MINHA MEDE 8 PALMOS

9 PALMOS DE COMPRIMENTO.

DE COMPRIMENTO.

3. FORME UM GRUPO COM 3 AMIGOS E FAÇA O SEGUINTE:

• CADA UM DEVE MEDIR O COMPRIMENTO DA SALA, DO FUNDO ATÉ A LOUSA,

DE PÉ EM PÉ, E REGISTRAR OS RESULTADOS.

• CADA UM DEVE MEDIR O COMPRIMENTO DA SALA, DO FUNDO ATÉ A LOUSA,

USANDO CANETAS, E REGISTRAR OS RESULTADOS.

• EM SEGUIDA, COMPAREM OS RESULTADOS QUE CADA UM OBTEVE.

VICTOR B./ M10

VICTOR B./ M10

AGORA RESPONDA:

A) AS DUAS CRIANÇAS OBTIVERAM RESULTADOS DIFERENTES, EMBORA AS MESAS

SEJAM IGUAIS. POR QUE ISSO ACONTECEU?

A MEDIDA DO PALMO DELAS É DIFERENTE.

B) MEÇA COM O SEU PALMO O TAMPO DE SUA MESA. QUANTOS PALMOS

INTEIROS VOCÊ OBTEVE?

NOMES

COMPRIMENTO DA SALA

CANETAS

PÉS

RESPOSTA PESSOAL.

C) COMPARE O NÚMERO DE PALMOS INTEIROS QUE VOCÊ OBTEVE COM A

MEDIDA OBTIDA POR UM COLEGA. OS VALORES SÃO IGUAIS OU DIFERENTES?

RESPOSTA PESSOAL.

116

RESPONDA:

A) NO SEU GRUPO, QUEM TEM O PÉ MAIOR?

B) QUANTAS CANETAS FORAM USADAS PARA MEDIR A SALA?

C) QUANTOS PÉS FORAM USADOS PARA MEDIR A SALA?

117

O PROCESSO DE AVALIAÇÃO

Avaliação é uma palavra que transita no senso comum e está presente no cotidiano das pessoas envolvendo as

ideias de julgamento, decisão, escolha, apreciação, opção, entre outras. O ato de avaliar está intimamente relacionado

com a capacidade de raciocinar, tomar decisão, resolver problemas, ponderar - capacidades que o ser humano

adquire ao longo de seu processo de desenvolvimento como indivíduo. A todo momento, de maneira informal ou

formal, os atos humanos são precedidos de atos avaliativos.

Quando se trata de avaliação no contexto educacional, de igual modo, o processo acontece tanto de modo informal

- em inúmeros momentos de interação e trocas entre professor e alunos; ou formal – quando há um tempo e

instrumentos previamente planejados e sistematizados com essa finalidade. Por isso, não se pode considerar a avaliação

apenas como uma atividade formal que ocorre ao final do processo de ensino e aprendizagem para se verificar o

XXV


quanto o aluno aprendeu em um ciclo. Ao contrário, ela está presente em todo o processo, desde o levantamento

dos objetivos do ensino, a execução do que foi planejado, na realização das atividades diárias, alimentando e dando

“dicas” ao professor, e ao aluno, sobre o que foi ensinado e aprendido.

Como uma das principais categorias da organização do trabalho pedagógico, a importância da avaliação educacional

vai muito além das fronteiras da sala de aula com a avaliação da aprendizagem. Quando compreendidas as especificidades,

os pressupostos teórico-metodológicos, e a abrangência do processo, esse pode contribuir para o avanço nos

indicadores de desempenho de alunos e escolas nas avaliações externas em larga escala, nacionais e internacionais.

Para tanto, considera-se que toda possibilidade de avaliação que ocorre no espaço escolar, quer seja em momentos

informais em que o professor observa ou interage com o aluno em sala de aula, quer seja nos momentos do uso de instrumentos

avaliativos formais, constitui-se oportunidade privilegiadas de reflexão, crescimento e aprendizagem.

O processo avaliativo permite ao professor não somente monitorar a aprendizagem dos alunos, mas subsidiar

decisões sobre sua prática pedagógica que garantam aprendizagens significativas para todos.

Nessa perspectiva, a avaliação deve destacar uma dimensão tanto social quanto pedagógica. No primeiro caso, a

avaliação deve fornecer ao aluno informações a respeito das capacidades e competências exigidas socialmente e o

professor deve auxiliar no reconhecimento da capacidade de literacia e numeracia do aluno, a fim de que ele possa

se inserir futuramente no mercado de trabalho e participar da vida sociocultural. No segundo caso, a dimensão pedagógica

da avaliação deve fornecer informações ao professor de como a aprendizagem está ocorrendo, a fim de que

possa revisar e relembrar conceitos que ainda não estão totalmente consolidados. Em outras palavras, a dimensão

pedagógica da avaliação deve fornecer informações ao professor sobre as competências e habilidades de cada

aluno. Com isso, o educador tem a chance de identificar “o que” e “como” está ensinando e quais intervenções ou

mudanças devem ocorrer nas estratégias pedagógicas adotadas.

Uma vez que é objetivo da coleção não apresentar modelos prontos, que privilegiem apenas a repetição ou a

memorização, as avaliações da aprendizagem devem ser pensadas sob esse prisma, como parte do processo de

desenvolvimento do pensamento matemático. Assim, é importante destacar o que se encontra nos PCNs:

[...] é preciso repensar certas ideias que predominam sobre o significado da avaliação em Matemática,

ou seja, as que recebem como prioritário avaliar apenas se os alunos memorizam as regras e

esquemas, não verificando a compreensão dos conceitos, o desenvolvimento de atitudes e procedimentos,

e a criatividade nas soluções, que, por sua vez, se refletem nas possibilidades de enfrentar

situações-problema e resolvê-las. Outra ideia dominante é a que atribui exclusivamente ao desempenho

do aluno as causas das dificuldades nas avaliações. (BRASIL, 1998, p. 54)

Para alcançar a completude da prática avaliativa em seu propósito de subsidiar o professor na organização do trabalho

pedagógico e contribuir com o desenvolvimento do aluno, é essencial que as avaliações sejam contínuas,

integrais, abrangentes e versáteis, de caráter compreensivo e de modo a incentivar o compromisso do aluno com o

seu próprio crescimento. Por essa razão, as avaliações devem ser feitas não somente por meio de provas ou pela participação

em sala de aula, mas também por intermédio de trabalhos em grupo, supervisionados pelo professor, relatórios

individuais e trabalhos de pesquisa; diversificando os instrumentos e oportunizando explicações e argumentações

orais que revelam aspectos do raciocínio que, por vezes, as avaliações escritas não evidenciam.

Apresentamos algumas dimensões sugestivas que podem auxiliar o professor no processo de avaliação:

• Integral: deve contemplar as diferentes capacidades dos alunos.

• Significativa: deve levar em conta a relação entre ação – reflexão – ação.

• Permanente: cada processo, etapa ou estágio do ensino merece atenção.

• Cumulativa: devem-se evocar aprendizagens já adquiridas e aplicá-las a situações mais abrangentes.

• Pragmática: é necessário relacionar causa e efeito, teoria e prática.

XXVI


• Coerente: além de avaliar realmente o que foi ensinado, deve-se usar bom senso e priorizar os pontos mais

importantes (conceitos e procedimentos, não apenas ferramentas ou algoritmos).

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA

Bloom (1 993) e seus colaboradores estabeleceram três denominações para adjetivar o momento, a função e o

uso que se faz da avaliação: diagnóstica, formativa e somativa. Para o autor, avaliação diagnóstica é aquela que

ocorre antes da ação, produzindo uma leitura da realidade, cuja função é determinar se os estudantes possuem as

habilidades para consecução dos objetivos do tema a ser estudado, determinar seu nível de domínio prévio e,

quando aplicada durante a instrução, determinar causas subjacentes a repetidas deficiências na aprendizagem. É,

portanto, uma ferramenta que traz informações sobre quanto dominam determinados conhecimentos e habilidades,

com o objetivo de verificar o que os alunos já sabem, e suas necessidades.

Após realizada a avaliação diagnóstica, é possível ter um panorama sobre as necessidades dos alunos, e a partir

dele, estabelecer estratégias pedagógicas adequadas e trabalhar para desenvolvê-los. Podemos concluir que essa

avaliação possui três objetivos especiais:

1. Identificar a realidade de cada turma e, especificamente, de cada aluno.

2. Observar se os alunos estão desenvolvendo ou não as habilidades pretendidas nos processos de ensino e

aprendizagem.

3. Refletir sobre as causas das dificuldades, definido as ações necessárias para trabalhar as defasagens encontradas.

Em que momento aplicar a avaliação diagnóstica? É comum que ela seja aplicada no início de ano letivo ou do processo

ensino-aprendizagem, momento visto por muitos como o mais propício para que o educador faça as alterações

necessárias de adaptação do plano de aula as necessidades reais da turma. Esse aspecto preventivo é uma das principais

características da avaliação diagnóstica, pois torna possível trabalhar em cima dos dados coletados desde o início.

Mas, nada impede que ela seja aplicada ao final dos ciclos de aprendizagem, sejam eles no início do ano letivo ou no

final do ano, com objetivo de fazer um comparativo sobre a jornada do aluno, de como ele ingressou e como evoluiu.

A avaliação diagnóstica apresentada no livro do 1º. ano, por exemplo, traz o conjunto de aprendizagens essenciais

representadas pelas habilidades que se espera que o estudante tenha desenvolvido na educação infantil. As atividades

foram elaboradas com o objetivo de dar ao professor uma visão ampla das condições iniciais dos estudantes.

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA

(EI03ET03) Identificar e selecionar

fontes de informações, para

responder a questões sobre a

natureza, seus fenômenos, sua

conservação.

3. AS CORES SÃO INCRÍVEIS: ELAS DEIXAM TUDO MAIS BELO!

PINTE O CÍRCULO COM A COR AMARELA E DEPOIS COM A COR AZUL.

1. RÚBIA FOI À FEIRA E COMPROU VÁRIAS FRUTAS.

(EI03ET01) Estabelecer relações

de comparação entre objetos,

observando suas propriedades. < FOTO DE VÁRIAS FRUTAS EM

CIMA DE UMA MESA, DE MODO

QUE AS FRUTAS ESTEJAM SEPA-

RADAS PARA SEREM CIRCULA- VERMELHO

DAS>

NATHALIA SCALA/ M10EDITORIAL

AO MISTURAR A COR AZUL COM A COR AMARELA VOCÊ OBTEVE UMA COR

DIFERENTE?

VAMOS COMPARÁ-LAS:

(EI03ET03) Identificar

e selecionar fontes de

• CIRCULE A FRUTA MAIS LEVE COM A COR VERMELHA E A MAIS PESADA

informações, para responder

COM A COR VERDE.

a questões sobre a natureza,

seus fenômenos, sua

2. PINTE A IMAGEM DE ACORDO COM A LEGENDA.

conservação.

VERDE

SIM

NÃO

4. OBSERVE COMO ESTÁ O DIA EM QUE AS CRIANÇAS ESTÃO BRINCANDO:

ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK

AZUL

(EI03ET02) Observar e

descrever mudanças

em diferentes materiais,

resultantes de ações sobre

eles, em experimentos

envolvendo fenômenos

naturais e artificiais.

AMARELO

VERMELHO

FAÇA UM X SOBRE A IMAGEM QUE INDICA COMO ESTÁ O CLIMA NESSE DIA.

ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK

9

10

XXVII


A análise dos resultados é uma oportunidade valiosa do professor obter informações que poderão sinalizar caminhos,

direcionamentos e possibilidades diante dos dados obtidos. Para colaborar com essa análise, uma planilha com

a síntese do desempenho dos alunos é proposta, facilitando assim um registro que permite uma visualização das

condições de cada estudante e da turma como um todo.

Diante dos resultados das avaliações diagnósticas o professor precisa desenvolver uma postura acolhedora e

inclusiva para com aqueles que apresentem dificuldades ou ausência de pré-requisitos, intervindo de maneira construtiva,

apresentando alternativas que contribuam para que alunos alcancem o desempenho desejado, levando em

conta que cada aluno tem características únicas, ritmo e tempo de desenvolvimento distintos.

AVALIAÇÃO FORMATIVA

A avaliação formativa, segundo a visão de Bloom (1 993) é aquela que se dá durante a execução de uma ação e

que, por meio de resultados intermediários, contribui para compor um resultado final. É, portanto, a avaliação que

está integrada ao processo de ensino e aprendizagem, ocorrendo de maneira contínua e processual.

Fernandes (2 009) destaca que a avaliação formativa deve ser a modalidade privilegiada de avaliação com a função

principal de melhorar e de regular as aprendizagens. Tem a vantagem de dar aos professores informações específicas

sobre o nível de compreensão dos alunos momento a momento e permitir que ofereçam feedback de variadas

formas para subsidiar as tomadas de decisões e refinar a prática pedagógica ao longo do processo educativo.

O professor pode valer-se de diversas técnicas e instrumentos para levantar evidências formativas, incluindo atividades

avaliativas formais, informais e a autoavaliação; situações que permitem a coleta de informações de maneira

sistemática sobre os objetivos de aprendizagem ou dúvidas específicas que os alunos possam desenvolver.

O planejamento deve estar aberto a revisões e ajustes durante todo o ciclo de aprendizagem, levando em conta

os dados que forem coletados por meio dos tipos de avaliação:

TIPO DE AVALIAÇÃO FUNÇÃO PARA QUE SERVE QUANDO APLICAR

DIAGNÓSTICA

Permite que o professor entenda

e identifique conteúdos em que

os estudantes possuem aptidão e

possíveis defasagens.

Para que o professor desenvolva

ações remediativas para corrigir

possíveis defasagens e realinhar

seus objetivos.

Antes de iniciar o processo de

aprendizagem.

FORMATIVA

Promove o acompanhamento,

com o intuito de verificar se os

estudantes estão alcançando os

objetivos propostos.

Para proporcionar aos estudantes

e professores os chamados

feedbacks quanto ao progresso de

aprendizagem.

Durante todo o processo de

aprendizagem.

SOMATIVA

Promove a classificação dos

alunos, de acordo com os níveis

de aproveitamento previamente

estabelecidos.

Para medir por meio de notas

ou conceitos o aprendizado dos

alunos. Indicado por meio de

resultados.

Ao final de um conteúdo, de um

período ou ao final de uma etapa

educativa

XXVIII

Fonte: Bloom (1993) Elaboração dos autores

A avaliação formativa garante o monitoramento da aprendizagem ao longo do ano letivo. Desse modo, são apresentadas,

nesta coleção, atividades destinadas à avaliação de acompanhamento da aprendizagem ao final de cada


capítulo das unidades do livro na seção O que aprendi nesse capítulo. Considera-se que esses são momentos

oportunos no decorrer da evolução sequencial dos temas, conforme cronograma sugestivo da unidade.

O QUE APRENDI NESSE CAPÍTULO

3. FAÇA UM X NA ÁRVORE MAIS ALTA E CIRCULE A MAIS BAIXA.

1. OBSERVE A IMAGEM E PINTE:

ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK

4. PINTE DE VERMELHO O LÁPIS MAIS COMPRIDO E, DE AZUL, O MAIS CURTO.

• DE AZUL A CRIANÇA QUE ESTÁ EM FRENTE AO BANCO.

• DE MARROM O CACHORRO QUE VOCÊ OBSERVA À DIREITA DO MENINO.

• DE PRETO O CACHORRO QUE VOCÊ OBSERVA À ESQUERDA DO MENINO.

• DE VERMELHO QUEM ESTÁ ATRÁS DO BANCO.

• DE VERDE O QUE ESTÁ EMBAIXO DO BANCO.

• DE AMARELO O QUE ESTÁ EM CIMA DO BANCO

2. CIRCULE O PINCEL MAIS GROSSO E FAÇA UM X NO LÁPIS MAIS FINO.

ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK

5. OBSERVE A FOTO, FAÇA UM X NA PESSOA MAIS ALTA E CIRCULE A PESSOA

MAIS BAIXA.

EPICSTOCKMEDIA/SHUTTERSTOCK

24

25

A análise dos resultados dessas avaliações contribui para dar agilidade nas ações de intervenção, caso seja necessário

retomar conceitos não compreendidos, antes de avançar para novos temas. Para esse acompanhamento processual,

a avaliação indica ao professor as evidências de aprendizagem de forma específica, facilitando a percepção

não só do que foi aprendido, mas se o ensino foi eficaz.

Os registros do desempenho dos alunos nas avaliações formativas dão ao professor a oportunidade de realinhar

suas ações, flexibilizar seu planejamento prévio, garantindo seu protagonismo como gestor do trabalho pedagógico.

AVALIAÇÃO DE RESULTADO OU SOMATIVA

A avaliação de resultado, ou somativa, é aquela que ocorre ao final de um período mais ou menos amplo de

tempo, quando o processo de ensino e aprendizagem precisa ser verificado à luz dos objetivos pedagógicos

XXIX


descritos para todos os assuntos trabalhados, com as evidências de que as habilidades foram desenvolvidas, garantindo

a possibilidade de o professor apresentar, com segurança, uma síntese da progressão dos alunos.

A elaboração dessa síntese necessita ser articulada com as avaliações diagnóstica e formativa, pois o percurso de

cada aluno é único e sua trajetória determina seu progresso, avanços ou dificuldades. Por isso, a avaliação somativa

não tem um fim em si mesma, ela contribui quando relacionada às demais avaliações, possibilitando a constatação

do grau em que os resultados mais amplos foram alcançados ao final de um processo de aprendizagem. Quando

ocorre a articulação entre a avaliação diagnóstica, as avaliações formativas e a avaliação somativa, esta se torna mais

sustentada, mais justa e equitativa.

Como suporte para o professor, ao final do volume, a coleção apresenta uma avaliação somativa, de natureza

cumulativa e abrangente, cujos itens estão relacionados às habilidades previstas para serem desenvolvidas ao longo

daquele ano letivo do Ensino Fundamental. É importante que seja reservado um tempo especial para a realização

dessa atividade, que os estudantes se sintam seguros e tranquilos para estse momento de avaliação, motivados para

demonstrar as habilidades adquiridas e desenvolvidas no período. O professor pode incentivá-los, criando um clima

favorável e de confiança na capacidade de cada um.

Para a consolidação dos resultados dessa avaliação, uma planilha sugestiva é disponibilizada para o professor

registrar o desempenho dos alunos. O conjunto de habilidades serve de parâmetro para que, ao final do perído

letivo, possa ser apresentado aos pais, ao conselho de classe ou aos gestores escolares, um demonstrativo do processo

de ensino e aprendizagem ocorrido durante o ano. Além de oportunizar uma análise individualizada, esse

registro também permite uma visão de toda a turma.

AVALIAÇÃO SOMATIVA

1. NA IMAGEM DO ESPANTALHO:

• CIRCULE O PÁSSARO QUE ESTÁ NO BRAÇO DIREITO DELE;

• ESCREVA O QUE ESTÁ EM CIMA DA CABEÇA;

• PINTE DE VERDE O QUE ESTÁ ATRÁS DELE;

• PINTE DE AMARELO O QUE ESTÁ DENTRO DO CESTO; E

• ESCREVA O QUE ESTÁ NA FRENTE DELE.

3. OS ALUNOS DO 1 o ANO ESTÃO PASSEANDO EM UM PARQUE E FORMARAM FILA

PARA IREM A UM BRINQUEDO.

ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK

ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK

A) CIRCULE A CRIANÇA QUE É A PRIMEIRA DA FILA.

B) A CRIANÇA QUE ESTÁ NA 10 A POSIÇÃO É UM MENINO OU UMA MENINA?

2. OBSERVE A IMAGEM DO NÚMERO FORMADO

POR BOTÕES E RESPONDA:

A) QUANTOS BOTÕES FORAM NECESSÁRIOS

PARA FORMAR ESSE NÚMERO?

B) QUAL ALGARISMO ESTÁ POSICIONADO NA

ORDEM DAS DEZENAS?

C) QUAL ALGARISMO ESTÁ NA ORDEM DAS UNIDADES?

JOHN DAVID BIGL III/ SHUTTERSTOCK

C) QUAL É A POSIÇÃO DO ÚLTIMO LUGAR DA FILA?

4. ORDENE AS SEQUÊNCIAS DE ACONTECIMENTOS:

ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK

D) QUANTAS UNIDADES FALTAM PARA FORMAR DUAS DEZENAS?

204

205

O conjunto de avaliações propostas na coleção é parte integrante do processo de ensino e aprendizagem, compondo

um todo articulado e coerente, principalmente se for complementado pela oportunidade de autoavaliação

de estudantes e professores. Espera-se, ainda, que contribuam para o preparo dos alunos para qualquer processo de

avaliação a que sejam submetidos e para que a qualidade educacional seja promovida.

XXX


BIBLIOGRAFIA PARA OS ALUNOS

MACHADO, N. J. Contando de um a dez – 5ª. Edição (6ª. impressão). São Paulo: Editora Scipione, Coleção

Histórias de Contar, 2008

A coleção Histórias de contar é ideal para crianças que fazem os seus primeiros contatos com as letras e os números.

Versos com muito ritmo e ilustrações divertidas garantem o prazer da leitura. Contar é legal, é bem natural. Minha

mãe é só uma, meus olhos são dois. Seis faces tem um dado. Sem contar os pés, meus dedos são dez... E o que vem

depois?

MACHADO, N. J. A Peteca do Pinto. São Paulo: Editora Scipione, Coleção Histórias de Contar, 2004

A coleção Histórias de contar é ideal para crianças que fazem os seus primeiros contatos com as letras e os números.

Versos com muito ritmo e ilustrações divertidas garantem o prazer da leitura.

CHAMLIAN, Regina. ALEXANDRINO, Helena. O pintinho que nasceu quadrado. São Paulo: Global Editora, 2007.

O seu primeiro ovo causou susto, indignação e muita confusão. Carola botara um ovo quadrado! Impedida de

ficar no galinheiro, parte, com firmeza e coragem, em busca de um lugar onde seu filho possa ser criado com dignidade

e respeito. A leitura dessa criativa fábula contemporânea possibilita uma reflexão sobre o comportamento

humano e a construção de uma sociedade mais solidária e mais justa.

TORERO, José Roberto; PIMENTA, Marcus Aurelius; OLIVEIRA, Eduardo. Os 33 porquinhos. São Paulo: Companhia

das Letrinhas, 2012.

A família cresceu e cada porquinho construiu uma casa que combinava com seu jeito de ser. O porquinho Apolo,

por exemplo, alugou uma estação espacial, Porcoátl fez sua casa em forma de pirâmide asteca, Lorde Bacon tinha

tanto dinheiro que morava numa mansão e Granulfo levou um tempão para levantar seu castelo de areia. Além

disso, o livro permite que o leitor cruze as tirinhas em que foram divididas as páginas para descobrir uma história

diferente. É possível até criar o próprio porquinho e misturar a história de todos.

SOUZA, H. A Zeropéia. 2. ed. São Paulo: Salamandra, 2016.

A centopeia está andando por aí quando encontra uma barata e, também, um grande dilema: se com seis pernas

a barata consegue ser tão ágil, será que uma centopeia precisa mesmo de cem? O boi, com apenas quatro, sabe se

virar muito bem... E o macaco, c om duas, consegue fazer tanta coisa...Muitos bichos e problemas depois, a centopeia

acaba fazendo uma grande descoberta!

ABOFF, Marcie. Se você fosse um polígono. 1. ed. São Paulo: Gaivota, 2011.

O polígono pode ser encontrado em diversas situações de nosso cotidiano. Com ilustrações divertidas, o texto

aproxima a criança dessa figura geométrica. O conceito de polígono e a sua relação com as outras figuras geométricas

são apresentadas de maneira simples e lúdica. O pequeno leitor encontrará um polígono irregular nas pipas de

uma família de hipopótamos e descobrirá, observando o desenho da casa dos sonhos do urso Douglas, que o triângulo

é um tipo de polígono.

Se você fosse um sinal de menos – Editora Gaivota Edição Português, por Trisha Speed Shaskan e Francesca

Carabelli | 1 jan 2011

Apresentar a matemática de forma lúdica e desafiadora é o objetivo central do texto. Que tal usar a subtração

num jogo de boliche? Conceitos como resto, diferença e o uso da adição como possibilidade de verificar o resultado

da subtração são gradativamente explorados, com ilustrações divertidas que atraem o interesse da criança. Na

página 23, o pequeno leitor encontra uma atividade prática para fixação do tema, que pode ser realizada utilizando-

-se lousa e giz, sob supervisão dos professores. As respostas estão na página subsequente. Na última página há um

glossário.

BROWN, Keri. Meu caderno de atividades de matemática. 1. ed. Rio de Janeiro: Sextante, 2020.

XXXI


O livro contém 96 jogos e passatempos com intuito de desenvolver as habilidades da criança. Como proposta

apresenta estimular o raciocino logico e a criatividade com quebra-cabeças, códigos escondidos afim de contribuir

para o aprendizado de maneira lúdica, com atividades ideais para aprofundar o que eles já estão vendo na escola.

MACDONALD, Sharon Matemática em Minutos: Atividades Fáceis para Crianças de 4 a 8 Anos. 1. ed. Porto

Alegre: Penso, 2009.

O Livro introduz aos primeiros conceitos matemáticos para as crianças; um capítulo começa com atividades mais

fáceis e avança para atividades mais difíceis. Muitas das atividades têm a sugestão “Aumente um nível” para crianças

que gostam de desafios. As atividades usam materiais simples de obter, disponíveis em qualquer sala de aula. Este

livro também traz dicas e ideias que beneficiarão professores novos e experientes.

MESACASA, Eduardo. Amigos da Matemática – Tabuada. 1. ed. Blumenau: Vale das Letras, 2019.

Amigos da Matemática é uma série de apoio escolar com diversos exercícios que ajudarão a criança a trabalhar

suas habilidades em adição, divisão, multiplicação, subtração e tabuada, capacitando uma maior fixação das matérias

de forma lúdica e divertida. Este livro tem o objetivo de ensinar a tabuada.

KOZMINSKI, Edson Luiz. As três partes. 12. ed.São Paulo: Ática, 2019.

Era uma vez uma casa que cansou de ser casa. Então, se desmontou em três partes, três figuras geométricas. Elas

saíram por ai criando os mais diversos desenhos, inventando brincadeiras e fazendo amigos.

DOS REIS, Sílvia Marina G. A Matemática no cotidiano infantil: Jogos e atividades com crianças de 3 a 6 anos. 1.

ed. São Paulo: Papirus, 2016.

As noções básicas em matemática, lógica e geometria começam a ser elaboradas na infância, portanto, é vital que

a base seja sólida, bem construída e bem trabalhada. Estimular o raciocínio lógico-matemático é muito mais do que

ensinar matemática, é propiciar o desenvolvimento mental, é fazer pensar. Esse livro apresenta sugestões de jogos,

brincadeiras e atividades que buscam desenvolver o raciocínio lógico-matemático e trabalhar o conteúdo a ser

explorado com crianças de 3 a 6 anos de forma lúdica, interativa e desafiadora, auxiliando o educador a construir um

“ambiente matematizador” em sala de aula. Várias atividades aliam arte e criatividade, como o desenho com formas

geométricas e a construção de jogos e materiais com sucata, proporcionando às crianças a satisfação de construir

seus próprios jogos, além de trabalhar o conceito de reciclagem. A obra também tem por objetivo levar à reflexão

dos caminhos que conduzem a essa aprendizagem. É destinada a todos que trabalham com crianças nessa faixa etária:

professores, coordenadores e orientadores, e também aos estudantes na área da educação.

HORE, Rosie. RUSINÀ, Enrica. GIAUFRET, Benedetta. REHAVIA, Ilana. Vamos pesar e medir? Brinque e aprenda. 1.

ed. Usborne,2018.

Com mais de 60 abas para explorar, esse colorido livro introduz de forma divertida conceitos importantes tais

como tamanho, comparações e medidas. As crianças mais novas podem comparar uma lenta tartaruga e um rápido

leopardo, o tamanho de dois barcos diferentes, podem ver qual a criança é mais alta e muito mais. Uma introdução

cheia de diversão para um tópico chave do aprendizado.

CLAUDE, Jean. Girafas. 1. ed. São Paulo: Brinque-Book, 2019.

O que mais diverte as crianças quando seus pais brincam com elas? Neste livro, um pequeno vive pedindo desenhos.

O pai, brincalhão, coloca em um papel compriiiido suas melhores versões de girafas. Com seus pescoços

looongos, os bichos tomam conta das páginas e vão se multiplicando, mostrando que nessa brincadeira de desenhar

também há um tanto de matemática. Mas ora, onde foi parar a girafa número 10?

BIAVA, Ana Maria. BIAVA, Maria Olivia. Neurologics. 200 Atividades de Raciocínio e Lógica Para Crianças a

Partir de 5 Anos. Clínica Vivência,2018.

Este livro tem como objetivo estimular o raciocínio lógico-matemático em crianças a partir de cinco anos de

idade. Inicialmente o livro foi elaborado para crianças especiais, mas no decorrer de seu preparo percebemos também

a importância de ser utilizado por todas as crianças, por funcionar como preventivo de dificuldades de

XXXII


aprendizagens futuras e também complementar lacunas em áreas defasadas. São 200 exercícios criados com níveis

de crescente indução ao pensamento infantil, dos mais fáceis aos mais difíceis, respeitando as fases do desenvolvimento,

provocando curiosidade e incentivando a criança em cada descoberta. Pode, e deve, ser usado por pais, professores,

pedagogos, psicopedagogos e coordenadores. Um exercício gostoso e animador aliado ao maravilhoso

mundo da lógica da matemática.

VASCONCELOS, Adson. Cartilha de Matemática Caminho do Saber – Aprendendo os Números. 1 ed. Blumenau.

Bicho Esperto, 2018.

Material pedagógico de apoio a pais e professores que acompanham o aprendizado de crianças em processo de

alfabetização matemática e que compreendem que o ato de escrever e representar números requer não apenas

habilidades cognitivas, mas também habilidades motoras que precisam ser ensinadas às crianças.

Destinada a crianças que estão iniciando o processo de alfabetização matemática, esta cartilha é composta de

varias atividades que favorecem, entre outras habilidades e competências: construção da ideia de sistema de numeração

decimal, aquisição do sistema de numeração decimal,, identificação e discriminação dos números, pratica de

movimentos necessárias para a escrita dos algarismos, quantificação e contagem, realização de registros e agrupamentos,

desenvolvimento da coordenação motora fina e da consciência matemática, resolução de situação-problema,

desenvolvimento de breve noção do valor posicional dos números e percepção da existência de diferentes

tipologias dos números.

BIBLIOGRAFIA PARA OS PROFESSORES

SELVA, Ana Coelho Vieira; BORBA, Rute Elizabete S. Rosa. O uso da calculadora nos anos iniciais do ensino fundamental.

Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2010.

Neste livro, Ana Selva e Rute Borba abordam o uso da calculadora, desmistificando preconceitos e demonstrando

a sua grande contribuição para o processo de aprendizagem da Matemática. As autoras apresentam pesquisas, analisam

propostas de uso da ferramenta em livros didáticos e descrevem experiências inovadoras em sala de aula nas

quais o uso da calculadora possibilitou avanços nos conhecimentos matemáticos dos estudantes dos anos iniciais do

Ensino Fundamental. Elas trazem também diversas sugestões de uso da calculadora na sala de aula que podem contribuir

para um novo olhar por parte dos professores para o uso do instrumento cotidiano da escola.

DOS SANTOS, Cleane Aparecida; NACARATO, Adair Mendes. Aprendizagem em Geometria na educação

básica: a fotografia e a escrita na sala de aula. 1. ed. São Paulo: Autêntica Editora, 2014.

Muitas pesquisas têm sido produzidas no campo da Educação Matemática sobre o ensino de Geometria. No

entanto, o professor, quando deseja implementar atividades diferenciadas com seus alunos, depara-se com a escassez

de materiais publicados. As autoras, diante dessa constatação, constroem, desenvolvem e analisam uma proposta

alternativa para explorar os conceitos geométricos, aliando o uso de imagens fotográficas às produções escritas

dos alunos. As autoras almejam que o compartilhamento da experiência vivida possa contribuir tanto para o

campo da pesquisa quanto para as práticas pedagógicas dos professores que ensinam Matemática nos anos iniciais

do Ensino Fundamental.

NACARATO, Adair Mendes; DA SILVA MENGALI, Brenda Leme; PASSOS, Cármen Lúcia Brancaglion. A matemática

nos anos iniciais do ensino fundamental: tecendo fios do ensinar e do aprender. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica

Editora, 2019.

Neste livro, as autoras discutem o ensino de matemática nas séries iniciais do Ensino Fundamental em um movimento

entre o aprender e o ensinar. Consideram que essa discussão não pode ser dissociada de uma mais ampla,

que diz respeito à formação das professoras polivalentes – aquelas que têm uma formação mais generalista em

XXXIII


cursos de nível médio (Habilitação ao Magistério) ou em cursos superiores (Normal Superior e Pedagogia). Nesse sentido,

elas analisam como têm sido as reformas curriculares desses cursos e apresentam perspectivas para formadores

e pesquisadores no campo da formação docente. O foco central da obra está nas situações matemáticas desenvolvidas

em salas de aula dos anos iniciais.

PAIS, Luiz Carlos. Ensinar e aprender matemática. 1. ed. São Paulo: Autêntica, 2018.

Como valorizar o ensino das estruturas e dos conceitos na educação Matemática sem menosprezar a subjetividade

contida no fenômeno cognitivo? Baseando-se nessa questão, o autor propõe uma reflexão sobre os aspectos

metodológicos do ensino da Matemática, atento à subjetividade do processo cognitivo. O livro trata da relação entre

o saber matemático e os desafios inerentes às ações integradas do ensino e da aprendizagem escolar, e faz emergir

questionamentos e reflexões necessários aos professores, educadores e universitários envolvidos com essa disciplina.

Outro ponto do livro invoca, ainda, a questão da linearidade do livro didático e os conceitos de ordem, clareza e formalidade,

que parecem impregnar todo o ensino da Matemática de rigidez e absolutismo. Fenômeno que é fruto do

contágio epistemológico do saber científico na prática pedagógica.

LORENZATO, Sergio. Para Aprender Matemática. 3. Ed. Campinas/SP Autores associados, 2010.

Este livro, voltado tanto aos professores que ensinam matemática, como aos cursos de formação de professores

para os Ensinos Fundamental e Médio, nasceu das dificuldades vivenciadas por docentes em operacionalizar princípios

didáticos fundamentais à prática pedagógica, como: aproveitar a vivência do aluno, favorecer a experimentação

e a descoberta, historiar o ensino, valorizar erros e dúvidas do aluno, ensinar integradamente aritmética, geometria e

álgebra, respeitar as diferenças individuais, enfatizar os porquês dos alunos, explorar as aplicações da matemática.

Pretendendo tornar a aprendizagem da matemática significativa e agradável, esta obra aborda 25 princípios educacionais,

cuja aplicação favorece um ensino de qualidade. Apresenta também vários exemplos de situações verídicas,

de atividades já testadas em sala de aula e de materiais didáticos facilmente reproduzíveis por alunos e docentes. Sua

linguagem é simples, direta e dispensa conhecimentos prévios da matemática.

LORENZATO, Sergio. O Laboratório de Ensino de Matemática na Formação de Professores. 3. Ed. Campinas/

SP Autores associados, 2012.

Este livro, elaborado com o propósito de responder a essas e a muitas outras questões a respeito do LEM, mostra

o insubstituível papel que este pode desempenhar no ensino e na aprendizagem da matemática. Apresenta também

diferentes concepções e utilizações do LEM, extensa bibliografia referente ao tema e muitas sugestões de materiais

didáticos. Por isso, esta obra torna-se imprescindível àqueles que já ensinam matemática e àqueles que pretendem

ensiná-la.

MORETTI, Vanessa Dias; DE SOUZA, Neusa Maria Marques. Educação Matemática nos anos iniciais do Ensino

Fundamental: princípios e práticas pedagógicas. 1. Ed. São Paulo: Cortez Editora, 2015.

O ensino de Matemática nos anos iniciais do Ensino Fundamental consiste em um frequente desafio para professores,

do mesmo modo que o ensino da língua materna. Com base nessa realidade, as autoras elaboram a presente

obra, cujo objetivo principal é oferecer a professores e educadores dos três primeiros anos do Ensino Fundamental

respaldo teórico e metodológico para um ensino da Matemática que seja incentivador de aprendizagem e possibilite

às crianças o desenvolvimento do pensamento teórico sobre os conceitos e as noções referentes a essa

disciplina.

CURI, Edda. Matemática para crianças pequenas. São Paulo: Editora Melhoramentos, 2015.

Aliando o “estado da arte” de pesquisas na área de Matemática com uma sólida experiência em formação docente,

a professora Edda Curi oferece neste volume da coleção um caldeirão de jogos, brincadeiras e problemas que, ao

serem enfrentados por cabecinhas curiosas, formarão as primeiras noções de matemática das crianças. Uma boa

introdução ao saber e ao fazer matemático pode ser o melhor caminho para evitar que novas gerações continuem a

XXXIV


alimentar o estigma de “difícil” da disciplina, criando ao longo de séculos de ensino mecanizado, centrado na memorização

de fórmulas.

NACARATO, Adair Mendes. DE FREITAS, Ana Paula. DOS ANJOS Daniela Dias. MORETTO Milena. Práticas de

Letramento Matemático nos Anos Iniciais: Experiências, Saberes e Formação Docente. 1. ed. São Paulo: Editora

Mercado de Letras, 2018.

O livro tem como objetivo apresentar os resultados de uma pesquisa de quatro anos desenvolvida no âmbito do

Programa Observatório da Educação, no período de 2 013 a 2 017, vinculado ao Programa de Pós-Graduação Stricto

Sensu em Educação da Universidade São Francisco, campus Itatiba em São Paulo. A pesquisa investigou, por meio de

um trabalho compartilhado com professores da rede pública de educação básica, as práticas de letramentos escolares,

mais especificamente, o letramento matemático, bem como as práticas de formação docente de professores que

ensinam matemática.

SMOLE, Katia Stocco; DINIZ, Maria Ignez. Ler, Escrever e Resolver Problemas Habilidades básicas para

aprender matemática. 1. Ed. Porto Alegre: Penso Editora, 2001.

Com um projeto gráfico atrativo e escrito de modo claro e bem fundamentado, Ler, Escrever e Resolver Problemas

contribui para a atual discussão sobre o lugar e o significado das competências e das habilidades no ensino fundamental,

enfocando as habilidades básicas para aprender matemática. Repleta de informações e reflexões baseadas

nas diferentes teorias de ensino e de aprendizagem contemporâneas, e na extensa experiência das autoras junto as

escolas pública e particular brasileiras, esta obra e completa de descrições detalhadas de proposta pedagógicas inovadoras,

assim como de exemplos de produções de alunos, todos ilustrados em cores. Trata-se de um recurso diferenciado

para os educadores na construção de modelos de ensino e de aprendizagem matemática mais qualificados e

adequados ao desenvolvimento integral das crianças.

VAN DE WALLE, John A. Matemática no Ensino Fundamental - Formação de Professores e Aplicação em Sala de

Aula. 6. Ed. Porto Alegre: Penso Editora, 2009.

Este livro apresenta ideias e discussões de profundidade inigualável para orientar os estudantes em formação que

irão ensinar matemática e para ajudar os alunos de Ensino Fundamental a desenvolver uma compreensão real da disciplina

aplicada em sala de aula. O texto reflete os benefícios da instrução construtivista – ou centrada no aluno – em

matemática.

FAINGUELERNT, Estela Kaufman. NUNES, Katia Regina Ashton. Fazendo arte com a matemática. 2. Ed. Porto

Alegre: Penso Editora, 2015.

Neste livro, as autoras propõem o ensino e a aprendizagem da matemática por meio da arte. É um convite para

abandonar velhas crenças e derrubar barreiras que impedem os alunos de conhecer e apreciar melhor essas áreas tão

importantes. Fazendo arte com a matemática apresenta diferentes leituras das obras mais marcantes de artistas

como Dalí, Picasso e Mondrian, propondo atividades que integram matemática e arte, tornando as aulas muito mais

ricas e interessantes. Em sua segunda edição, a obra traz um novo capítulo totalmente dedicado a obras de artistas

brasileiros, valorizando o estudo da arte nacional na escola.

HUMPHREYS, Cathy; PARKER, Ruth. Conversas numéricas: estratégias de cálculo mental para uma compreensão

profunda da matemática. 1. ed. Porto Alegre: Penso editora, 2019.

Neste livro, Cathy Humphreys e Ruth Parker apresentam as Conversas Numéricas: um método rápido e eficaz que

pode mudar a visão que os alunos têm da matemática, ensinar-lhes senso numérico, auxiliá-los a desenvolver competências

matemáticas e, ao mesmo tempo, engajá-los em uma matemática aberta e criativa. Trata-se de recurso de

grande valor para professores que já usam ou desejam usar as Conversas Numéricas em salas de aula dos Ensinos

Fundamental e Médio, ou mesmo para pais que querem aprofundar seu conhecimento sobre a matemática e o

ensino da disciplina.

XXXV


SMOLE, Katia Stocco; DINIZ, Maria Ignez. Materiais Manipulativos para o Ensino do Sistema de Numeração

Decimal -Vol. 1: Coleção Mathemoteca. 1. ed. Porto Alegre: Penso Editora, 2016.

Neste livro as autoras focalizam o ensino de Matemática no qual os alunos aprendem pela construção do significado,

tendo como recurso materiais manipuláveis, desde que as atividades propostas permitam a reflexão por meio

de perguntas e pelo registro oral ou escrito das aprendizagens.

SMOLE, Katia Stocco; DINIZ, Maria Ignez. Materiais Manipulativos para o Ensino das Quatro Operações

Básicas-Vol. 2: Coleção Mathemoteca. 1. ed. Porto Alegre: Penso Editora, 2016.

Ensinar matemática às crianças e aos jovens é sempre um interessante desafio e o ambiente de sala de aula pode

tornar essa tarefa ainda mais instigante. Esta coleção tem como objetivo apresentar uma proposta de ensino pautada

pelo desenvolvimento de habilidades de pensamento, em especial aquelas relacionadas à resolução de problemas.

Para isso, cada livro faz um recorte de alguns temas dos anos iniciais do ensino fundamental e apresenta uma

forma específica de ensino, que inclui o desenvolvimento da leitura e escrita em matemática, resultado de 15 anos de

investigação na formação de professores e alunos de diversas escolas. Os livros estão organizados sob dois enfoques:

- a utilização de materiais manipuláveis como recursos para favorecer a compreensão de conceitos matemáticos; - a

problemateca como um arquivo de problemas diversificados para o desenvolvimento do raciocínio lógico e da habilidade

de leitura de textos em problemas. Em cada atividade encontra-se indicado o ano em que deve ser aplicada,

facilitando sua utilização pelo professor em sala de aula.

SANDRA M., CAMPOS T.M.M., NUNES, T. E GITIRANA, V. Repensando adição e subtração: contribuições da teoria

dos campos conceituais. Editora PROEM. 2008.

O livro apresenta questões teóricas complexas, sem tratá-las de maneira simplista ou errônea. As autoras procuram

oferecer ao professor um referencial teórico que subsidie sua prática em sala de aula. Elas conseguiram combinar

de maneira harmônica a forma e o conteúdo, produzindo um texto de qualidade, claro e acessível em que a obra

de Gerárd Vergnaud se aplica à educação matemática. Um livro para professores, em que pesquisadores da educação

matemática e da psicologia se encontram em um espaço de reflexão que vai além do repensar a adição e a subtração,

levando o leitor a repensar caminhos em que a teoria, a pesquisa e a prática convergem e se complementam.

GITIRANA, V. , CAMPOS T.M.M. , MAGINA S. , SPINILLO A. Repensando multiplicação e divisão. contribuição da

teoria dos campos conceituais. Editora PROEM, 2014.

O livro traz um estudo dos significados das operações de multiplicação e divisão focalizando parte do campo

conceitual multiplicativo, à luz das contribuições trazidas à prática docente do Ensino Fundamental pela Teoria dos

Campos Conceituais - desenvolvida pelo professor e pesquisador francês Gérard Vergnaud. Também é resultado de

estudos das autoras em torno de diversos textos do pesquisador. O livro traz também uma breve discussão sobre a

teoria dos campos conceituais que se apoia em exemplos e em resultados de pesquisas das autoras. Uma bibliografia

capaz de aproximar o professor da Teoria dos Campos Conceituais e seus significados fazendo uma ponte entre a

pesquisa e a prática docente.

PONTE, J.P.BROCADO,J., OLIVEIRA, H. Investigações Matemáticas na sala de aula, Coleção Tendências em

Educação Matemática, Editora Autêntica, 2019.

Neste livro, os autores analisam como as práticas de investigação desenvolvidas por matemáticos podem ser trazidas

para a sala de aula. Eles mostram resultados de pesquisas, ilustrando as vantagens e dificuldades de se trabalhar

com tal perspectiva em Educação Matemática.

XXXVI


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BLOOM, B.S; HASTINGS, J. T.; MADAUS, J. F. Manual de avaliação formativa e somativa do aprendizado escolar.

São Paulo: Pioneira; 1993.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular.(BNCC)

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Alfabetização.Política Nacional de Alfabetização. (PNA).

CROWELY, M. L. O modelo Van Hiele de desenvolvimento do pensamento geométrico. In LINDQUIST, M. M.,

SHULTE, A. P. Aprendendo e ensinando geometria. São Paulo: Atual, 1994.

FERNANDES, D. Avaliar para Aprender: fundamentos, práticas e políticas. São Paulo, Editora UNESP, 2009.

FREMONT, H. Tweaching secondary mathematics throught applications. Boston: Prinle, Weber & Schimidt, 1979.

HAASE, Vitor G. Numeracia e Literacia: Como associar o ensino e aprendizagem da matemática básica com a

alfabetização? Relatório Nacional de Alfabetização Baseada em Evidências [recursoeletrônico] / organizado por

Ministério da Educação – MEC ; coordenado por Secretaria de Alfabetização - Sealf. – Brasília, DF : MEC/Sealf, 2020.

ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS

Antes de apresentarmos as orientações específicas das Unidades, Capítulos e Atividades, vamos apresentar as

dimensões de trabalho com as competências essenciais e as unidades temáticas do 1º. ano.

Na perspectiva da PNA, as competências matemáticas mais complexas se instalam por meio da instrução formal,

sendo que muitas habilidades da numeracia emergem simultaneamente com as habilidades da literacia. Desse

modo, há componentes essenciais que precisam ser contemplados no 1º. ano do Ensino Fundamental e que estruturarão

aprendizagens posteriores. São eles:

1. Contagem de números até 1 000 (mil);

2. Contextualização de quantidades em contagens de dinheiro, pessoas e objetos em geral;

3. Adição e subtração elementares, incluindo o significado das operações e sua prática reiterada;

4. Multiplicação e divisão elementares, incluindo o significado das operações e sua prática reiterada por meio da

tabuada;

5. Composição e decomposição de números;

6. Geometria plana e Geometria espacial;

7. Probabilidade e Estatística, incluindo leitura e construção de tabelas e gráficos simples, recolhimento e interpretação

de dados;

Na perspectiva da BNCC, as habilidades a serem desenvolvidas ao longo do 1º. ano do Ensino Fundamental são

organizadas em unidades temáticas que se correlacionam. Essa formulação não pretende fragmentar o conhecimento

matemático, mas demonstrar a articulação vertical das aprendizagens ao longo da escolaridade, quando um

conjunto de aprendizagens depende de conhecimentos prévios e serve de base para posteriores.

A unidade temática Números tem como finalidade desenvolver o pensamento numérico, que implica

o conhecimento de maneiras de quantificar atributos de objetos e de julgar e interpretar argumentos

baseados em quantidades. No processo da construção da noção de número, os alunos

precisam desenvolver, entre outras, as ideias de aproximação, proporcionalidade, equivalência e

ordem, noções fundamentais da Matemática. Para essa construção, é importante propor, por meio

de situações significativas, sucessivas ampliações dos campos numéricos. No estudo desses campos

numéricos, devem ser enfatizados registros, usos, significados e operações. BNCC, p.268

XXXVII


NÚMEROS

(EF01MA01)

(EF01MA02)

(EF01MA03)

(EF01MA04)

(EF01MA05)

(EF01MA06)

(EF01MA07)

(EF01MA08)

Utilizar números naturais como indicador de quantidade ou de ordem em diferentes situações cotidianas e

reconhecer situações em que os números não indicam contagem nem ordem, mas sim código de identificação.

Contar de maneira exata ou aproximada, utilizando diferentes estratégias como o pareamento e outros

agrupamentos.

Estimar e comparar quantidades de objetos de dois conjuntos (em torno de 20 elementos), por estimativa e/ou por

correspondência (um a um, dois a dois) para indicar “tem mais”, “tem menos” ou “tem a mesma quantidade”.

Contar a quantidade de objetos de coleções até 100 unidades e apresentar o resultado por registros verbais e

simbólicos, em situações de seu interesse, como jogos, brincadeiras, materiais da sala de aula, entre outros.

Comparar números naturais de até duas ordens em situações cotidianas, com e sem suporte da reta numérica.

Construir fatos básicos da adição e utilizá-los em procedimentos de cálculo para resolver problemas.

Compor e decompor número de até duas ordens, por meio de diferentes adições, com o suporte de material

manipulável, contribuindo para a compreensão de características do sistema de numeração decimal e o

desenvolvimento de estratégias de cálculo.

Resolver e elaborar problemas de adição e de subtração, envolvendo números de até dois algarismos, com os

significados de juntar, acrescentar, separar e retirar, com o suporte de imagens e/ou material manipulável, utilizando

estratégias e formas de registro pessoais.

BNCC, p.283

Nessa perspectiva, é imprescindível que algumas dimensões do trabalho com a álgebra estejam

presentes nos processos de ensino e aprendizagem desde o Ensino Fundamental – Anos Iniciais,

como as ideias de regularidade, generalização de padrões e propriedades da igualdade. No entanto,

nessa fase, não se propõe o uso de letras para expressar regularidades, por mais simples que

sejam. A relação dessa unidade temática com a de Números é bastante evidente no trabalho com

sequências (recursivas e repetitivas), seja na ação de completar uma sequência com elementos ausentes,

seja na construção de sequências segundo uma determinada regra de formação. A relação de

equivalência pode ter seu início com atividades simples, envolvendo a igualdade, como reconhecer

que se 2 + 3 = 5 e 5 = 4 + 1, então 2 + 3 = 4 + 1. Atividades como essa contribuem para a compreensão

de que o sinal de igualdade não é apenas a indicação de uma operação a ser feita. A noção

intuitiva de função pode ser explorada por meio da resolução de problemas envolvendo a variação

proporcional direta entre duas grandezas (sem utilizar a regra de três), como: ‘Se com duas medidas

de suco concentrado eu obtenho três litros de refresco, quantas medidas desse suco concentrado

eu preciso para ter doze litros de refresco?’ BNCC, p. 270

XXXVIII


ÁLGEBRA

(EF01MA09)

(EF01MA10)

Organizar e ordenar objetos familiares ou representações por figuras, por meio de atributos, tais como cor, forma e

medida.

Descrever, após o reconhecimento e a explicitação de um padrão (ou regularidade), os elementos ausentes em

sequências recursivas de números naturais, objetos ou figuras.

BNCC, p.283

A Geometria envolve o estudo de um amplo conjunto de conceitos e procedimentos necessários

para resolver problemas do mundo físico e de diferentes áreas do conhecimento. Assim, nessa unidade

temática, estudar posição e deslocamentos no espaço, formas e relações entre elementos de

figuras planas e espaciais pode desenvolver o pensamento geométrico dos alunos.

Esse pensamento é necessário para investigar propriedades, fazer conjecturas e produzir argumentos

geométricos convincentes. É importante, também, considerar o aspecto funcional que deve

estar presente no estudo da Geometria: as transformações geométricas, sobretudo as simetrias. As

ideias matemáticas fundamentais associadas a essa temática são, principalmente, construção, representação

e interdependência. BNCC, p. 271

GEOMETRIA

(EF01MA11)

(EF01MA12)

(EF01MA13)

(EF01MA14)

Descrever a localização de pessoas e de objetos no espaço em relação à sua própria posição, utilizando termos

como à direita, à esquerda, em frente, atrás.

Descrever a localização de pessoas e de objetos no espaço segundo um dado ponto de referência, compreendendo

que, para a utilização de termos que se referem à posição, como direita, esquerda, em cima, em baixo, é necessário

explicitar-se o referencial.

Relacionar figuras geométricas espaciais (cones, cilindros, esferas e blocos retangulares) a objetos familiares do

mundo físico.

Identificar e nomear figuras planas (círculo, quadrado, retângulo e triângulo) em desenhos apresentados em

diferentes disposições ou em contornos de faces de sólidos geométricos.

BNCC, p.283

As medidas quantificam grandezas do mundo físico e são fundamentais para a compreensão da

realidade. Assim, a unidade temática Grandezas e medidas, ao propor o estudo das medidas e das

relações entre elas – ou seja, das relações métricas –, favorece a integração da Matemática a outras

áreas de conhecimento, como Ciências (densidade, grandezas e escalas do Sistema Solar, energia

elétrica etc.) ou Geografia (coordenadas geográficas, densidade demográfica, escalas de mapas e

guias etc.). Essa unidade temática contribui ainda para a consolidação e ampliação da noção de

número, a aplicação de noções geométricas e a construção do pensamento algébrico. BNCC, p. 273

XXXIX


GRANDEZAS E MEDIDAS

(EF01MA15)

(EF01MA16)

(EF01MA17)

(EF01MA18)

(EF01MA19)

Comparar comprimentos, capacidades ou massas, utilizando termos como mais alto, mais baixo, mais comprido,

mais curto, mais grosso, mais fino, mais largo, mais pesado, mais leve, cabe mais, cabe menos, entre outros, para

ordenar objetos de uso cotidiano.

Relatar em linguagem verbal ou não verbal sequência de acontecimentos relativos a um dia, utilizando, quando

possível, os horários dos eventos.

Reconhecer e relacionar períodos do dia, dias da semana e meses do ano, utilizando calendário, quando necessário.

Produzir a escrita de uma data, apresentando o dia, o mês e o ano, e indicar o dia da semana de uma data,

consultando calendários.

Reconhecer e relacionar valores de moedas e cédulas do sistema monetário brasileiro para resolver situações

simples do cotidiano do estudante.

BNCC, p.285

A incerteza e o tratamento de dados são estudados na unidade temática Probabilidade e Estatística.

Ela propõe a abordagem de conceitos, fatos e procedimentos presentes em muitas situações-problema

da vida cotidiana, das ciências e da tecnologia. Assim, todos os cidadãos precisam desenvolver

habilidades para coletar, organizar, representar, interpretar e analisar dados em uma variedade

de contextos, de maneira a fazer julgamentos bem fundamentados e tomar as decisões adequadas.

Isso inclui raciocinar e utilizar conceitos, representações e índices estatísticos para descrever, explicar

e predizer fenômenos. (BNCC, p. 274)

PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA

(EF01MA20)

(EF01MA21)

(EF01MA22)

Classificar eventos envolvendo o acaso, tais como “acontecerá com certeza”, “talvez aconteça” e “é impossível

acontecer”, em situações do cotidiano.

Ler dados expressos em tabelas e em gráficos de colunas simples.

Realizar pesquisa, envolvendo até duas variáveis categóricas de seu interesse e universo de até 30 elementos, e

organizar dados por meio de representações pessoais.

XL


PLANEJAMENTO ANUAL 1º. ANO

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA E NIVELAMENTO

SEMANAS

1

2

SONDAGEM DOS

CONHECIMENTOS PRÉVIOS

DOS ESTUDANTES

APLICAÇÃO DA PROVA DIAGNÓSTICA

ATIVIDADES DE NIVELAMENTO

ATIVIDADES DE NIVELAMENTO

SUGESTÕES DE INTERVENÇÃO

Preenchimento da planilha de acompanhamento de aprendizagem da

avaliação diagnóstica.

Retomada dos conteúdos de acordo com as dificuldades apresentadas

dos eixos temáticos Números e Álgebra.

Retomada dos conteúdos de acordo com as dificuldades apresentadas

dos eixos temáticos Geometria, Grandezas e Medidas, Probabilidade e

Estatística.

XLI


UNIDADE 1

CAPÍTULOS

Capítulo 1

Geometria e

medidas

Capítulo 2

Números

SEMANAS

ITENS A SEREM

DESENVOLVIDOS

OBJETIVOS

3 Posição e localização

Comprimento

Localizar pessoas e objetos

no espaço em relação a sua

própria posição.

Localizar pessoas e objetos

no espaço a partir de um

ponto de referência e

utilizar os termos corretos

para descrever a posição.

4

Comparar comprimentos,

utilizando a terminologia

correta para ordenar

objetos de uso cotidiano.

5

6

7

8

Retomada dos conceitos

apresentados no capítulo 1

Contando de 1 a 5

Contando de 6 a 9

O dez

Contando de 11 a 20

Gráfico de colunas

Sequências

Retomada dos conceitos

apresentados no capítulo 2

AVALIAÇÃO FORMATIVA

Capítulo 1

Utilizar números naturais

como indicador de

quantidade, de ordem ou

código de identificação.

Contar de maneira exata

ou aproximada utilizando

diferentes estratégias.

Estimar e comparar

diferentes quantidades de

objetos.

Ler e representar dados

expressos em tabelas

e gráficos de colunas

simples.

Ordenar sequência de

objetos ou eventos por

meio de seus atributos.

AVALIAÇÃO FORMATIVA

Capítulo 2

FORMAS DE AVALIAÇÃO

• A avaliação pode ocorrer ao longo de todo

o processo de ensino e aprendizagem por

meio de experiências, observação, registros

diários das atividades em grupo ou individual,

relatórios e trabalhos; sendo interventiva e

contínua (com proposta de acompanhamento

da aprendizagem).

• As atividades desta unidade envolverão

questões dissertativas, propostas de

argumentação oral, atividades individuais e

em grupo.

• A avaliação proposta ao final de cada

capítulo tem o intuito de aferir os conceitos

apresentados no decorrer do mesmo. É

importante que essa avaliação seja aplicada

para que se tenha um acompanhamento

individualizado da aprendizagem.

- Amplie cada temática solicitando que

os alunos desenvolvam as atividades

complementares.

Capítulo 3

A dezena

9

10

11

Unidades e dezenas

Agrupamento de dezenas

Retomada dos conceitos

apresentados no capítulo 3

Fazer a correspondência

do agrupamento de

dez unidades com uma

dezena.

Representar o

agrupamento de dezenas

e fazer a decomposição em

unidades.

AVALIAÇÃO FORMATIVA

Capítulo 3

Análise dos resultados das avaliações formativas da unidade e intervenções no processo de aprendizagem

por meio de atividades complementares e de aprofundamento.

XLII


UNIDADE 2

CAPÍTULOS

Capítulo 1

Adição

Capítulo 2

Grandezas e

Medidas

Capítulo 3

Geometria

plana

SEMANAS

12

13

14

15

16

17

18

19

20

ITENS A SEREM

DESENVOLVIDOS

Juntar ou acrescentar

Contando até 50

Adição de números com

dois algarismos

Sequências

Retomada dos conceitos

apresentados no capítulo 1

Comprimento e Massa

Capacidade

Retomada dos conceitos

apresentados no capítulo

2.

Reconhecendo as figuras

geométricas

Sequências geométricas

Retomada dos conceitos

apresentados no capítulo 3

OBJETIVOS

Efetuar cálculos da adição

de números de até duas

ordens.

Resolver problemas de

adição envolvendo números

de até duas ordens.

Ler, escrever e contar

números até 50.

Compor e decompor

números naturais de até

duas ordens.

Identificar o padrão de

sequências numéricas e

elementos ausentes em

sequências de números

naturais ou figuras.

Comparar números naturais

até duas ordens com o

suporte da reta numérica.

Identificar o dobro e a

metade de quantidades.

AVALIAÇÃO FORMATIVA

Capítulo 1

Comparar comprimento de

objetos utilizando os termos:

mais comprido, mais curto.

Comparar a massa de

objetos e pessoas, utilizando

os termos: mais pesado,

mais leve.

Comparar a capacidade

entre recipientes indicando

quando cabe mais,

cabe menos ou se são

equivalentes.

AVALIAÇÃO FORMATIVA

Capítulo 2

Identificar e nomear as

figuras geométricas planas:

círculo, quadrado, retângulo

e triângulo.

Ordenar sequências de

figuras geométricas e

identificar as faltantes em

uma sequência.

AVALIAÇÃO FORMATIVA

Capítulo 3

FORMAS DE AVALIAÇÃO

• A avaliação pode ocorrer ao longo de

todo o processo de ensino e aprendizagem

por meio de experiências, observação,

registros diários das atividades em grupo

ou individual, relatórios e trabalhos; sendo

interventiva e contínua (com proposta de

acompanhamento da aprendizagem).

• As atividades desta unidade envolverão

questões dissertativas, propostas de

argumentação oral, atividades individuais e

em grupo.

• A avaliação proposta ao final de cada

capítulo tem o intuito de aferir os conceitos

apresentados no decorrer do mesmo. É

importante que essa avaliação seja aplicada

para que se tenha um acompanhamento

individualizado da aprendizagem.

- Amplie cada temática solicitando que

os alunos desenvolvam as atividades

complementares.

Análise dos resultados das avaliações formativas da unidade e intervenções no processo de aprendizagem

por meio de atividades complementares e de aprofundamento.

XLIII


UNIDADE 3

CAPÍTULOS

SEMANAS

ITENS A SEREM

DESENVOLVIDOS

OBJETIVOS

FORMAS DE AVALIAÇÃO

Capítulo 1

Subtração

Capítulo 2

Medidas de

Tempo

21

22

23

24

25

26

Resto ou diferença

Completar

Comparar

Contando até 80

Retomada dos conceitos

apresentados no capítulo 1

Hora

Dias e semanas

Calendário

Efetuar cálculos da

subtração envolvendo

números com até dois

algarismos.

Resolver problemas de

subtração envolvendo

números com até dois

algarismos.

Ler, escrever e contar

números até 80.

Comparar números

naturais até duas ordens

com o suporte da reta

numérica.

AVALIAÇÃO FORMATIVA

Capítulo 1

Descrever a sequência de

acontecimentos relativos

a um dia, utilizando a hora

como referência.

Identificar os períodos do

dia, os dias da semana e os

meses do ano.

Escrever corretamente as

datas apresentando o dia,

o mês e o ano.

• A avaliação pode ocorrer ao longo de todo

o processo de ensino e aprendizagem por

meio de experiências, observação, registros

diários das atividades em grupo ou individual,

relatórios e trabalhos; sendo interventiva e

contínua (com proposta de acompanhamento

da aprendizagem).

• As atividades desta unidade envolverão

questões dissertativas, propostas de

argumentação oral, atividades individuais e

em grupo.

• A avaliação proposta ao final de cada

capítulo tem o intuito de aferir os conceitos

apresentados no decorrer do mesmo. É

importante que essa avaliação seja aplicada

para que se tenha um acompanhamento

individualizado da aprendizagem.

- Amplie cada temática solicitando que

os alunos desenvolvam as atividades

complementares.

Retomada dos conceitos

apresentados no capítulo 2

AVALIAÇÃO FORMATIVA

Capítulo 2

Capítulo 3

Geometria

Espacial

27

28

Figuras geométricas no

cotidiano

Retomada dos conceitos

apresentados no capítulo 3

Identificar e nomear

as figuras geométricas

espaciais (cones, cilindros,

esferas, cubos, pirâmides e

paralelepípedo.

Relacionar sólidos

geométricos a objetos

familiares.

AVALIAÇÃO FORMATIVA

Capítulo 3

29

Análise dos resultados das avaliações formativas da unidade e intervenções no processo de aprendizagem

por meio de atividades complementares e de aprofundamento.

XLIV


UNIDADE 4

CAPÍTULOS

Capítulo 1

Ampliando

contagens

Capítulo 2

Noções de

Probabilidade

e Estatística

Capítulo 3

Sistema

monetário

SEMANAS

30

31

32

33

34

35

36

37

38

ITENS A SEREM

DESENVOLVIDOS

Contando até 100

Contando até 100

Retomada dos conceitos

apresentados no capítulo 1

Possível ou impossível

Organizando informações

Retomada dos conceitos

apresentados no capítulo 2

Conhecendo as moedas e

as cédulas do Brasil

Retomada dos conceitos

apresentados no capítulo 3

OBJETIVOS

Comparar e ordenar

números naturais até duas

ordens.

Descrever sequências

numéricas e identificar

elemento faltante.

Posicionar corretamente os

números naturais na reta

numérica.

Utilizar procedimentos

de cálculo da adição para

resolver problemas que

envolvam números até

duas ordens.

Compor e decompor

números naturais até 100.

AVALIAÇÃO FORMATIVA

Capítulo 1

Classificar eventos do

cotidiano, envolvendo o

acaso, como possíveis ou

impossíveis.

Ler e interpretar dados

expressos em tabelas e

gráficos.

Organizar dados

levantados por meio de

pesquisa envolvendo

variável categórica do

universo de seu interesse.

AVALIAÇÃO FORMATIVA

Capítulo 2

Identificar e relacionar

valores de moedas e

cédulas do sistema

monetário brasileiro.

Resolver situações simples

do cotidiano que envolvam

contagem de moedas e

cédulas

AVALIAÇÃO FORMATIVA

Capítulo 3

FORMAS DE AVALIAÇÃO

• A avaliação pode ocorrer ao longo de

todo o processo de ensino e aprendizagem

por meio de experiências, observação,

registros diários das atividades em grupo

ou individual, relatórios e trabalhos; sendo

interventiva e contínua (com proposta de

acompanhamento da aprendizagem).

• As atividades desta unidade envolverão

questões dissertativas, propostas de

argumentação oral, atividades individuais e

em grupo.

• A avaliação proposta ao final de cada

capítulo tem o intuito de aferir os conceitos

apresentados no decorrer do mesmo. É

importante que essa avaliação seja aplicada

para que se tenha um acompanhamento

individualizado da aprendizagem.

- Amplie cada temática solicitando que

os alunos desenvolvam as atividades

complementares.

Análise dos resultados das avaliações formativas da unidade e intervenções no processo de

aprendizagem por meio de atividades complementares e de aprofundamento.

XLV


AVALIAÇÃO SOMATIVA OU DE RESULTADOS

SEMANAS

SONDAGEM DOS CONHECIMENTOS PRÉVIOS DOS

ESTUDANTES

SUGESTÕES DE INTERVENÇÃO

39

APLICAÇÃO DA PROVA SOMATIVA OU DE

RESULTADOS

Preenchimento da planilha de acompanhamento de

aprendizagem da avaliação somativa.

40

ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA INTERVENÇÃO

NOS RESULTADOS.

Retomada dos conteúdos de acordo com as dificuldades

apresentadas dos eixos temáticos.

ANOTAÇÕES

XLVI


ANOTAÇÕES

XLVII


XLVIII


COMPONENTE

CURRICULAR

MATEMÁTICA

Aquarela

MATEMÁTICA

1

MATEMÁTICA

ENSINO FUNDAMENTAL • ANOS INICIAIS

HELENA DO CARMO BORBA MARTINS

Graduada em Matemática pelo Mackenzie. Licenciada em Formação Pedagógica

pelo Centro Universitário adventista de São Paulo (UNASP). Professora de Matemática

em escolas da rede particular de ensino.

KATIANI DA CONCEIÇÃO LOUREIRO

Licenciada em Matemática pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Mestre em

Engenharia de Produção (área de Mídia e Conhecimento) pela UFSC. Doutora em Engenharia de

Produção pela UFSC. Foi professora de Matemática no Ensino Fundamental e Médio e, atualmente,

ministra aulas no Ensino Superior na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).

LOURISNEI FORTES REIS

Licenciado em Matemática e em Ciências pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do

Rio Grande do Sul (Unijuí) e em Pedagogia pela FAMO (SP). Pós-graduado em Gestão Escolar pela

Faculdade Spei, no Paraná, e em EaD pela Universidad Nacional de Educación a Distancia (UNED),

em Madri, na Espanha. Diretor e professor de Matemática, Ciências e Física (Ensino Fundamental e

Médio) em escolas das redes estadual e particular. Autor de obras didáticas de Matemática.

SUSANA MARIS FRANÇA DA SILVA

Licenciada em Matemática pelo Centro Universitário UNIESP e em Pedagogia pelo Centro

Universitário FACENS. Mestre em Educação Matemática pela Universidade Anhanguera de São

Paulo (UNIAN-SP). Professora de Matemática e coordenadora pedagógica em escolas das redes

estadual e particular.

São Paulo • 2 a edição • 2021

1


© 2018 Kit’s editora

São Paulo • 2 a edição • 2021

Responsabilidade editorial

Jane Soraya Apolinário

Coordenação editorial

M10 Editorial

Equipe M10 Editorial:

Coordenação de produção editorial

Fernanda Azevedo/ M10

Coordenação de arte e projeto gráfico

Thais Ometto

Edição

Angela Leite

Preparação e revisão de textos

Jéssica Silva

Brenda Silva

Assessoria técnica

Sandra Helena Dittmar Sarli Santos

Raquel Reinert Reis

Editoração eletrônica

Eduardo Enoki

Nathalia Scala

Thais Pedroso

Jevis Umeno

Ricardo Coelho

Helder Pomaro

Ilustrações

Victor Borborema

Nathalia Scala

Shutterstock.com

Iconografia

Helder Pomaro

Kit’s Editora Comércio e Indústria Ltda. - EPP

Rua Henrique Sam Mindlin, 576 – Piso Superior

Jardim do Colégio – São Paulo – SP

CEP: 05882-000

CNPJ 19.893.722/0001-40

Tel.: (11) 5873-4363

www.kitseditora.com.br/

DECLARAÇÃO

A eDOC BRASIL declara para os devidos fins que a ficha catalográfica constante

nesse documento foi elaborada por profissional bibliotecário, devidamente registrado

no Conselho Regional de Biblioteconomia. Certifica que a ficha está de acordo com as

normas do Código de Catalogação Anglo Americano (AACR2), as recomendações da

Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e com a Lei Federal n. 10.753/03.

É permitida a alteração da tipografia, tamanho e cor da fonte da ficha

catalográfica de modo a corresponder com a obra em que ela será utilizada. Outras

alterações relacionadas com a formatação da ficha catalográfica também são

permitidas, desde que os parágrafos e pontuações sejam mantidos. O cabeçalho e o

rodapé deverão ser mantidos inalterados. Alterações de cunho técnico-documental

não estão autorizadas. Para isto, entre em contato conosco.

A656

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)

(eDOC BRASIL, Belo Horizonte/MG)

Aquarela matemática: volume 1 / Helena do Carmo Borba Martins...

[et al.]. – 2.ed. – São Paulo, SP: Kit´s Editora, 2021.

Inclui bibliografia

ISBN 978-85-66526-81-3 (Aluno)

ISBN 978-85-66526-71-4 (Professor)

1. Matemática – Estudo e ensino. I. Martins, Helena do Carmo

Borba. II. Loureiro, Katiani da Conceição. III. Reis, Lourisnei Fortes.

IV. Silva, Susana Maris França da.

CDD 510.7

Elaborado por Maurício Amormino Júnior – CRB6/2422

Imagens gerais e ilustrações técnicas

Arte/ M10Editorial (ábacos, material dourado, dados, dominós)

Shutterstock.com (relógios, balanças, calendários, réguas,

transferidor e esquadros)

Veronica Louro, All about people e Anurak Pongpatimet/

Shutterstock.com (Fotos das crianças)

Djomas/ Shutterstock.com (Fotos dos professores)

Impressão e acabamento

Rua Cel. Joaquim Tibúrcio, 869 - Belo Horizonte/MG. CEP.: 31741-570

Contato: (31) 9 8837-8378 | contato@edocbrasil.com.br

www.edocbrasil.com.br

2


APRESENTAÇÃO

JUNTE-SE A NÓS!

AQUI INICIAMOS UMA AVENTURA PELO MUNDO DA MATEMÁTICA. QUEREMOS

QUE VOCÊ PARTICIPE DELA CONOSCO. AO ESTUDAR COM ESTA COLEÇÃO, EM CADA

CAPÍTULO VOCÊ VAI SE DEPARAR COM SITUAÇÕES MUITO LEGAIS, QUE O AJUDARÃO

A CONHECER MAIS SOBRE O MUNDO EM QUE VIVEMOS E A ENTENDER COMO A

MATEMÁTICA APARECE NAS MAIS VARIADAS SITUAÇÕES DO DIA A DIA. NO FINAL DE

CADA CAPÍTULO, VOCÊ ENCONTRARÁ UMA ATIVIDADE ESPECIAL, ÚTIL PARA APLICAR

OS CONHECIMENTOS QUE ADQUIRIU EM DIVERSAS ÁREAS, TAIS COMO ARTES,

CIÊNCIAS, ENTRE OUTRAS. LEMBRE-SE DE QUE VOCÊ NÃO ESTARÁ SOZINHO NESSA

PÁGINA 2

LIVRO ALUNO

AVENTURA: SEUS COLEGAS E SEU PROFESSOR ESTARÃO COM VOCÊ.

DESCUBRA!

JUNTO DE SEU PROFESSOR E SEUS COLEGAS, VOCÊ FARÁ MUITAS DESCOBERTAS.

ELES SEMPRE ESTARÃO POR PERTO PARA APOIÁ-LO. O TEXTO TRARÁ DICAS E

EXPLICAÇÕES PARA OS CONCEITOS FICAREM CLAROS E PARA AJUDÁ-LO A EXPLORAR

OS CONHECIMENTOS MATEMÁTICOS. ALGUNS ASSUNTOS APARECERÃO DIVERSAS

VEZES EM SUA JORNADA, RELEMBRANDO O QUE VOCÊ JÁ VIU E ABRINDO CAMINHOS

PARA NOVAS DESCOBERTAS. VOCÊ PODERÁ DISCUTI-LAS E PARTILHÁ-LAS, ISSO

PORQUE NA MATEMÁTICA AS PESSOAS APRENDEM E DESCOBREM MAIS JUNTAS!

DIVIRTA-SE!

ESPERAMOS QUE SUA AVENTURA SEJA DIVERTIDA E PRAZEROSA. MUITAS

ATIVIDADES E JOGOS INTERESSANTES SÃO APRESENTADOS PARA QUE VOCÊ

SE SINTA DESAFIADO NO QUE ESTÁ APRENDENDO. TAMBÉM PODERÁ CONSTRUIR

SUAS PRÓPRIAS OBRAS DE ARTE E TERÁ DIVERSOS DESAFIOS LEGAIS. MAS

LEMBRE-SE: APRENDER PODE SER MUITO IMPORTANTE E AGRADÁVEL, PORÉM

EXIGE TEMPO E ESFORÇO. MAIS QUE ISSO: REQUER QUE VOCÊ PENSE. ESPERAMOS

QUE VOCÊ APRENDA E REFLITA BASTANTE! FAÇA DE SUA MENTE UM LABORATÓRIO

E MÃOS À OBRA!

OS AUTORES

3


SUMÁRIO

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA .................................................................. 9

UNIDADE 1

CAPÍTULO 1 • GEOMETRIA E MEDIDAS ............................................. 16

• POSIÇÃO E LOCALIZAÇÃO ............. 16

• COMPRIMENTO ........................................... 22

• O QUE APRENDI NESSE

CAPÍTULO ..........................................24

CAPÍTULO 2 • NÚMEROS .................................................................. 26

• CONTANDO DE 1 A 5 ................................. 27

• CONTANDO DE 6 A 9 ................................ 41

• O DEZ ............................................................. 47

• CONTANDO DE 11 A 20 ............................50

• GRÁFICO DE COLUNAS ........................... 54

• SEQUÊNCIAS ................................................57

• O QUE APRENDI NESSE

CAPÍTULO ..........................................62

CAPÍTULO 3 • A DEZENA .................................................................. 66

• UNIDADES E DEZENAS .......................... 66

• AGRUPAMENTO DE DEZENAS ............ 70

• O QUE APRENDI NESSE

CAPÍTULO ...................................................74

UNIDADE 2

CAPÍTULO 1 • ADIÇÃO ...................................................................... 79

• JUNTAR OU ACRESCENTAR ................... 79

• CONTANDO ATÉ 50 ...................................90

• ADIÇÃO DE NÚMEROS COM DOIS

ALGARISMOS ...............................................94

• SEQUÊNCIAS..............................................100

• O QUE APRENDI NESSE

CAPÍTULO .....................................................111

CAPÍTULO 2 • GRANDEZAS E MEDIDAS ........................................ 114

• COMPRIMENTO ......................................... 114

• MASSA ...........................................................119

• CAPACIDADE ............................................. 122

• O QUE APRENDI NESSE

CAPÍTULO ...................................................127

CAPÍTULO 3 • GEOMETRIA PLANA ................................................ 130

• RECONHECENDO AS FIGURAS

GEOMÉTRICAS .........................................130

• SEQUÊNCIAS GEOMÉTRICAS .............134

• O QUE APRENDI NESSE

CAPÍTULO .................................................136

4


UNIDADE 3

CAPÍTULO 1 • SUBTRAÇÃO .............................................................. 139

• RESTO OU DIFERENÇA .......................... 139

• COMPLETAR .............................................. 144

• COMPARAR ................................................ 149

• CONTANDO ATÉ 80 ...................................151

• O QUE APRENDI NESSE

CAPÍTULO ...................................................156

CAPÍTULO 2 • MEDIDAS DE TEMPO ............................................... 158

• HORA ............................................................ 158

• DIAS E SEMANAS ...................................... 161

• CALENDÁRIO ............................................. 163

• O QUE APRENDI NESSE

CAPÍTULO ...................................................166

CAPÍTULO 3 • GEOMETRIA ESPACIAL........................................... 169

• FIGURAS GEOMÉTRICAS NO

COTIDIANO ................................................. 169

• O QUE APRENDI NESSE

CAPÍTULO ...................................................172

UNIDADE 4

CAPÍTULO 1 • AMPLIANDO CONTAGENS ....................................... 175

• CONTANDO ATÉ 100 .............................. 175

• O QUE APRENDI NESSE

CAPÍTULO ...................................................182

CAPÍTULO 2 • NOÇÕES DE PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA .... 184

• POSSÍVEL OU IMPOSSÍVEL ..................184

• ORGANIZANDO INFORMAÇÕES .......187

• O QUE APRENDI NESSE

CAPÍTULO ...................................................195

CAPÍTULO 3 • SISTEMA MONETÁRIO ........................................... 198

• CONHECENDO AS MOEDAS E AS

CÉDULAS DO BRASIL ............................198

• O QUE APRENDI NESSE

CAPÍTULO ................................................ 202

AVALIAÇÃO SOMATIVA ...................................................................... 204

SUGESTÃO DE LEITURA PARA OS ALUNOS ............... 216

MATERIAL DE APOIO .................................................... 217

5


CONHEÇA SEU LIVRO

UNIDADES

CAPÍTULO 1 • AMPLIANDO

14CONTAGENS

SEU LIVRO ESTÁ DIVIDIDO EM QUATRO

UNIDADES. CADA ABERTURA DE

UNIDADE MOSTRA ILUSTRAÇÕES QUE

SE RELACIONAM COM O CONTEÚDO QUE

VOCÊ VAI ENCONTRAR ALI.

• CONTANDO ATÉ 100

CAPÍTULO 2 • NOÇÕES DE

PROBABILIDADE

E ESTATÍSTICA

• POSSÍVEL OU IMPOSSÍVEL

• ORGANIZANDO INFORMAÇÕES

CAPÍTULO 3 • SISTEMA

MONETÁRIO

• CONHECENDO AS

MOEDAS E AS CÉDULAS

DO BRASIL

1

AMPLIANDO

CONTANDO ATÉ 100

AGORA VAMOS APRENDER A CONTAR ATÉ 100 (CEM).

COMO JÁ ESTUDAMOS, UM CUBINHO DO MATERIAL DOURADO REPRESENTA

UMA UNIDADE, E UMA BARRINHA CORRESPONDE A 10 UNIDADES OU UMA DEZENA.

1 UNIDADE

1 DEZENA OU

10 UNIDADES

10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10

AO JUNTARMOS 10 BARRINHAS DE UMA DEZENA, OBTEREMOS 100 (CEM)

UNIDADES. QUANDO JUNTAMOS AS 10 BARRINHAS, OBTEMOS UMA PLACA. ELA

CONTÊM 100 UNIDADES OU UMA CENTENA.

AQUI ESTÃO

10 DEZENAS OU

UMA CENTENA.

VAMOS PENSAR JUNTOS

CONTAGENS

NO ÁBACO, REPRESENTAMOS

UMA CENTENA (C) ASSIM:

C D U

10 DEZENAS OU

100 UNIDADES

• SE JUNTARMOS 30 UNIDADES, TEREMOS QUANTAS DEZENAS? 3 DEZENAS.

• OITO DEZENAS JUNTAS SÃO QUANTAS UNIDADES? 80 UNIDADES.

175

CAPÍTULOS

EM CADA UNIDADE DE SEU LIVRO,

VOCÊ SEMPRE ENCONTRARÁ

TRÊS CAPÍTULOS, NOS QUAIS OS

CONTEÚDOS SÃO APRESENTADOS

DE MANEIRA AGRADÁVEL E

ESTIMULANTE.

VAMOS PENSAR

JUNTOS

NESTA SEÇÃO, ALGUMAS QUESTÕES

SERÃO APRESENTADAS PARA

VERIFICAR O QUE VOCÊ JÁ SABE SOBRE

O ASSUNTO QUE VAI ESTUDAR.

6


AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA

O QUE APRENDI NESSE CAPÍTULO

1. RÚBIA FOI À FEIRA E COMPROU VÁRIAS FRUTAS.

1. LIGUE A QUANTIDADE DE FRUTAS EM CADA PRATO COM O

NÚMERO CORRESPONDENTE.

(EI03ET01) Estabelecer relações

de comparação entre objetos,

VERDE

observando suas propriedades. < FOTO DE VÁRIAS FRUTAS EM

CIMA DE UMA MESA, DE MODO

QUE AS FRUTAS ESTEJAM SEPA-

RADAS PARA SEREM CIRCULA- VERMELHO

DAS>

VERDE

VERMELHO

VAMOS COMPARÁ-LAS:

• CIRCULE A FRUTA MAIS LEVE COM A COR VERMELHA E A MAIS PESADA

COM A COR VERDE.

2. PINTE A IMAGEM DE ACORDO COM A LEGENDA.

VERDE

AMARELO

NATHALIA SCALA/ M10EDITORIAL

2. AS IMAGENS MOSTRAM UM CAVALO, UM GATO, UM CACHORRO, UM PATO, UMA

VACA E UM PÁSSARO. OS PÁSSAROS TÊM PÉS E OS OUTROS ANIMAIS TÊM PATAS.

PUAYPUAY/ SHUTTERSTOCK

TN-PRINTS/ SHUTTERSTOCK

TOTALLYJAMIE/ SHUTTERSTOCK

AMARELO

AMARELO

AZUL

(EI03ET02) Observar e

descrever mudanças

em diferentes materiais,

resultantes de ações sobre

eles, em experimentos

envolvendo fenômenos

naturais e artificiais.

AMARELO

VERDE

AMARELO

AMARELO

AZUL AZUL AZUL

AZUL AZUL

VERDE

VERDE

VERMELHO

AMARELO

VERMELHO

RESPONDA:

A) QUANTOS ANIMAIS HÁ NA IMAGEM?

SPREADTHESIGN/ SHUTTERSTOCK

TARTILA/ SHUTTERSTOCK

CURIOSITY/ SHUTTERSTOCK

6 ANIMAIS

VERMELHO

AZUL

VERMELHO

B) QUAL É O NÚMERO TOTAL DE PÉS E PATAS DESSES ANIMAIS?

20

9

62

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA

NO INÍCIO DO LIVRO, VOCÊ ENCONTRARÁ UMA AVALIAÇÃO

QUE TEM POR OBJETIVO VERIFICAR SEUS CONHECIMENTOS

SOBRE OS CONTEÚDOS NECESSÁRIOS PARA UM BOM

APROVEITAMENTO NO ANO QUE SE INICIA.

O QUE APRENDI NESSE CAPÍTULO

AO FINAL DE CADA CAPÍTULO, HÁ UMA AVALIAÇÃO DE

VERIFICAÇÃO DE SUA APRENDIZAGEM DOS CONTEÚDOS

ESTUDADOS.

AVALIAÇÃO SOMATIVA

1. NA IMAGEM DO ESPANTALHO:

• CIRCULE O PÁSSARO QUE ESTÁ NO BRAÇO DIREITO DELE;

• ESCREVA O QUE ESTÁ EM CIMA DA CABEÇA;

CHÁPEU

• PINTE DE VERDE O QUE ESTÁ ATRÁS DELE;

• PINTE DE AMARELO O QUE ESTÁ DENTRO DO CESTO; E

• ESCREVA O QUE ESTÁ NA FRENTE DELE.

ABÓBORA

ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK

AVALIAÇÃO SOMATIVA

AO FINAL DO LIVRO, VOCÊ ENCONTRA UMA

AVALIAÇÃO QUE ENVOLVE TODOS OS CONTEÚDOS

ESTUDADOS NO ANO QUE SE ENCERRA.

2. OBSERVE A IMAGEM DO NÚMERO FORMADO

POR BOTÕES E RESPONDA:

A) QUANTOS BOTÕES FORAM NECESSÁRIOS

PARA FORMAR ESSE NÚMERO?

15 BOTÕES

B) QUAL ALGARISMO ESTÁ POSICIONADO NA

ORDEM DAS DEZENAS?

JOHN DAVID BIGL III/ SHUTTERSTOCK

1 (UM)

C) QUAL ALGARISMO ESTÁ NA ORDEM DAS UNIDADES?

5 (CINCO)

D) QUANTAS UNIDADES FALTAM PARA FORMAR DUAS DEZENAS?

5 UNIDADES

204

7


MÃOS À OBRA!

RECORTE DO MATERIAL DE APOIO (PÁGINA 223) AS

FIGURAS E FORME PARES COM AQUELAS QUE TÊM ALGO EM

COMUM, COLANDO-AS NO QUADRO ABAIXO.

RESPOSTA:

ILUSTRAÇÕES: VICTOR B./ M10

MÃOS À OBRA!

NESTA SEÇÃO, VOCÊ ENCONTRARÁ PROPOSTAS

DE TRABALHOS INVESTIGATIVOS QUE

INTEGRAM OS CONTEÚDOS APRENDIDOS EM

OUTRAS ÁREAS DO CONHECIMENTO.

PRIMEIRO PAR

SEGUNDO PAR

TERCEIRO PAR

COMO VOCÊ FORMOU OS PARES?

PELA COMBINAÇÃO DAS CORES.

110

1. QUANTOS PEIXINHOS TEREMOS SE ACRESCENTARMOS A QUANTIDADE DE

PEIXINHOS DO AQUÁRIO MENOR À QUANTIDADE DO AQUÁRIO MAIOR?

27 49 10 15

A)

C)

E)

36 50 25 39

NATHALIA S./ M10

NATHALIA S./ M10

NATHALIA S./ M10

1 5

3 2 5

1 5

3 1 4

1 5

5 3 8

B)

D)

F)

ATIVIDADES

1

1

2

5

3

NATHALIA S./ M10

3

1

4

5

7

NATHALIA S./ M10

7

1

8

5

15

NATHALIA S./ M10

AS ATIVIDADES ABORDAM CONTEÚDOS COM LINGUAGEM

CLARA E ACESSÍVEL PARA VOCÊ, MUITAS VEZES

UTILIZANDO MATERIAIS MANIPULÁVEIS, COM O OBJETIVO

DE DESENVOLVER OS CONCEITOS MATEMÁTICOS.

• ESCOLHA UM DOS ITENS E, EM UMA FOLHA AVULSA, ESCREVA UM PROBLEMA

SOBRE OS PEIXINHOS PARA UM COLEGA RESOLVER. RESPOSTA PESSOAL.

2. ADICIONE OS NÚMEROS DOS QUADRADOS AMARELOS COM OS NÚMEROS DOS

QUADRADOS AZUIS E PREENCHA O QUADRO COM OS RESULTADOS.

1 0 1 2 3 4 5

0 0 1 2 3 4 5

2 + 3 = 5

1 1 2 3 4 5

2 2 3 4 5

3 3 4 5

4 4 5

5 5

81

ESTE ÍCONE, QUE APARECE NO FINAL DE ALGUMAS PÁGINAS DO SEU LIVRO,

INFORMA QUE NELAS HÁ ILUSTRAÇÕES OU FOTOS COM ELEMENTOS NÃO

PROPORCIONAIS ENTRE SI.

8


AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA

1. RÚBIA FOI À FEIRA E COMPROU VÁRIAS FRUTAS.

< FOTO DE VÁRIAS FRUTAS EM

CIMA DE UMA MESA, DE MODO

QUE AS FRUTAS ESTEJAM SEPA-

RADAS PARA SEREM CIRCULA-

DAS>

VERDE

VERMELHO

NATHALIA SCALA/ M10EDITORIAL

Atividades 1 e 2

(EI03ET01) Estabelecer relações

de comparação entre

objetos, observando suas

propriedades.

VERMELHO

VERDE

VAMOS COMPARÁ-LAS:

• CIRCULE A FRUTA MAIS LEVE COM A COR VERMELHA E A MAIS PESADA

COM A COR VERDE.

2. PINTE A IMAGEM DE ACORDO COM A LEGENDA.

AMARELO

VERDE

AMARELO

AMARELO

AZUL

AMARELO

VERMELHO

AMARELO

VERDE

VERDE

AMARELO

AZUL AZUL AZUL

AZUL AZUL

VERDE

VERMELHO

AMARELO

VERMELHO

AZUL

VERMELHO

9

INTERPRETAÇÃO PEDAGÓGICA DA AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA

Após a realização da avaliação diagnóstica, diante dos resultados apresentados pelos estudantes, é possível realizar um mapeamento

do nível de conhecimentos prévios, tanto de forma individual como de forma coletiva. Esse levantamento é uma ferramenta

importante para que o professor possa atender à necessidade de superação das defasagens, antes de construir novos conhecimentos

e estabelecer estratégias de nivelamento para cada estudante individualmente e para toda a turma.

É necessário que haja uma interlocução entre o conjunto de aprendizagens que compõem as habilidades previstas na Base

Nacional Comum Curricular (BNCC) e o conjunto de componentes essenciais preconizados pela Política Nacional de Alfabetização

(PNA) para a Educação Infantil. Como uma forma de facilitar a interpretação pedagógica da avaliação diagnóstica e apenas

a título de sistematização, organizamos quatro quadros que buscam fazer a articulação entre os conteúdos essenciais de Numeracia

- PNA e de habilidades da BNCC.

Caso o aluno não apresente os conhecimentos prévios esperados, apresentamos sugestões de intervenções para serem desenvolvidas

logo após o resultado da avaliação diagnóstica e que podem ser retomadas em todo o percurso do ano letivo.

9


(EI03ET03) Identificar e selecionar

fontes de informações, para

responder a questões sobre a

natureza, seus fenômenos, sua

conservação.

Atividade 3

(EI03ET02) Observar e descrever

mudanças em diferentes

materiais, resultantes de

ações sobre eles, em experimentos

envolvendo fenômenos

naturais e artificiais.

Atividade 4

(EI03ET03) Identificar e selecionar

(EI03ET03) fontes Identificar

informações,

para e selecionar responder fontes a questões de

informações, para responder

sobre a natureza, seus fenômenos,

seus fenômenos, sua conservação. sua

a questões sobre a natureza,

conservação.

Os conteúdos relacionados

às noções de localização,

espacialidades, grandezas

e medidas possuem uma

dimensão muito prática, pois

muitas situações do cotidiano

envolvem problemas oriundos

desses componentes. Além

do que, essas noções estão

relacionadas a outras áreas do

conhecimento que serão trabalhadas

ao longo de todo o

Ensino Fundamental, como na

Geografia, por exemplo. De um

modo lúdico e prático é possível

retomar esses componentes

essenciais, caso alguma defasagem

seja percebida.

3. AS CORES SÃO INCRÍVEIS: ELAS DEIXAM TUDO MAIS BELO!

PINTE O CÍRCULO COM A COR AMARELA E DEPOIS COM A COR AZUL.

AO MISTURAR A COR AZUL COM A COR AMARELA VOCÊ OBTEVE UMA COR

DIFERENTE?

X

SIM

NÃO

RESULTARÁ NA COR VERDE.

4. OBSERVE COMO ESTÁ O DIA EM QUE AS CRIANÇAS ESTÃO BRINCANDO:

10

FAÇA UM X SOBRE A IMAGEM QUE INDICA COMO ESTÁ O CLIMA NESSE DIA.

AQUARELA1_ILUSTRA_NOVA_I002

AQUARELA1_ILUSTRA_NOVA_I003

COMPONENTES ESSEN-

CIAIS - PNA

Noções de localização,

posicionamento, espacialidade,

direcionalidade,

tempo, tamanho, massa

e volume.

NUMERACIA – PNA E HABILIDADES DA BNCC - EDUCAÇÃO INFANTIL

HABILIDADES BNCC

(EI03ET01) Estabelecer relações de

comparação entre objetos, observando

suas propriedades.

(EI03ET06) Relatar fatos importantes

sobre seu nascimento e desenvolvimento,

a história dos seus familiares

e da sua comunidade.

(EI03ET08) Expressar medidas

(peso, altura etc.), construindo gráficos

básicos.

SUGESTÃO DE INTERVENÇÃO

Ao identificar que os alunos apresentam dificuldades com as noções de localização e posição

de objetos ou pessoas, atividades lúdicas com o deslocamento do aluno, sob o comando da

professora, utilizando as palavras chaves que envolvem lateralidade e posição a partir de pontos

de referência podem ser feitas em espaços amplos, como o pátio da escola. De igual modo,

atividades que envolvam comparação de tamanho, massa, volume com diversos objetos e com

a possibilidade de manipulação pelos alunos. É importante que os termos certos sejam reforçados:

“perto”; “longe”; “maior”; “menor”; “pesado”; “leve”; “dia”; “noite”; “alto”; “baixo”; etc. As noções

temporais precisam ser trabalhadas com os eventos próximos do cotidiano e, para os mais distantes,

aproveitando datas importantes para a criança como a do seu nascimento.

É oportuno, diariamente, relembrar os dias e horários correspondentes as atividades estudantis.

10


5. ZEZINHO SUJOU SEU PÉ COM TINTA. ELE SAIU CORRENDO PARA LIMPAR SEUS

PÉS NO BANHEIRO.

Atividade 5

(EI03ET04) Registrar observações,

manipulações e

E AS IMAGENS E D

medidas, usando múltiplas

I TEM UMA MANCH

linguagens (desenho, registro

por números ou escrita

Ó ESTÁ À ESQUERD

PI ESTÁ À DIREITA D

espontânea), em diferentes

ESTÁ ENTRE <COLOCAR UMA PORTA TÓPI E

suportes.

AQUARELA1_ILUSTRA_NOVA_I004

NO FUNDO PARA INDI-

CAR O BANHEIRO>

linguagens (desenho, registro

por números ou escrita

espontânea), em diferentes

suportes.

Atividade 6

(EI03ET05) Classificar objetos

e figuras de acordo com

suas semelhanças e diferenças.

QUANTAS MARCAS ZEZINHO DEIXOU NO CHÃO DE ONDE ESTAVA ATÉ CHEGAR

ÓPI

AO BANHEIRO? 9 MARCAS.

6. LIGUE AS PIPAS AOS POTES DE TINTA CONFORME AS SEMELHANÇAS QUE VOCÊ

(EI03ET05) Classificar

objetos e figuras de

E ENCONTRAR: SUA MÃO DIREI

acordo com suas

, PINTE DE VERDE semelhanças e diferenças. A

AQUARELA1_ILUSTRA_NOVA_I005

11

11


7. LIGUE OS OBJETOS QUE TÊM FORMAS PARECIDAS.

Atividades 7 e 8

(EI03ET05) Classificar objetos

e figuras de acordo com

suas semelhanças e diferenças.

Atividade 9

(EI03ET06) Relatar fatos

importantes sobre seu nascimento

e desenvolvimento,

a história dos seus familiares

e da sua comunidade.

8. CIRCULE O ELEMENTO QUE NÃO FAZ PARTE DO GRUPO.

9. DESENHE OS MEMBROS DE SUA FAMÍLIA QUE MORAM COM VOCÊ.

Resposta pessoal.

AQUARELA1_ILUSTRA_NOVA_I006

AQUARELA1_ILUSTRA_NOVA_I007

12

As noções elementares de figuras geométricas nas séries iniciais do Ensino Fundamental estão associadas às ideias de construção,

representação e interdependência, sendo que essas noções contribuem para a resolução de problemas, não só no campo

da Matemática, como em outras áreas do conhecimento. Deve-se dar atenção às habilidades relacionadas a esse componente

essencial, pois o aprofundamento dos conteúdos de Geometria ao longo do Ensino Fundamental requer que as noções básicas

trabalhadas desde a Educação Infantil não sejam negligenciadas.

NUMERACIA – PNA E HABILIDADES DA BNCC - EDUCAÇÃO INFANTIL

COMPONENTES ESSEN-

CIAIS - PNA

Noções de figuras geométricas

elementares

HABILIDADES BNCC

(EI03ET05) Classificar objetos e

figuras de acordo com suas semelhanças

e diferenças

SUGESTÃO DE INTERVENÇÃO

As dificuldades detectadas com as noções elementares de figuras geométricas podem ser remediadas

com a manipulação de figuras geométricas planas ou espaciais e a representação por

meio de desenhos.

A associação entre a imagem e o nome da figura pode se dar por meio de jogos e músicas disponíveis

em vídeos e sites descritos no Manual do Professor desse volume.

12


10. JULIA GOSTA DE BICHINHOS DE PELÚCIA. NO NATAL, ELA GANHOU ESTES TRÊS

BICHINHOS.

PINTE OS QUADRADINHOS PARA INDICAR A ALTURA E ESCREVA O NÚMERO QUE

CORRESPONDE A ALTURA DE CADA UM.

AQUARELA1_ILUSTRA_NOVA_I011

5 2 4

11. NO PERÍODO DA MANHÃ DONA CECÍLIA COLOCOU MEIAS PARA SECAR

NO VARAL. OBSERVE A IMAGEM E CIRCULE O NÚMERO QUE REPRESENTA A

QUANTIDADE DE MEIAS NO VARAL.

AQUARELA1_ILUSTRA_NOVA_I012

AQUARELA1_ILUSTRA_NOVA_I013

Atividade 10

(EI03ET08) Expressar medidas

(peso, altura etc.), construindo

gráficos básicos.

Atividade 11

(EI03ET07) Relacionar números

às suas respectivas quantidades

e identificar o antes,

o depois e o entre em uma

sequência.

AQUARELA1_ILUSTRA_NOVA_I014

3 4 5

13

Os componentes essenciais relacionados ao raciocínio lógico e raciocínio matemático abrangem uma série de conteúdos

que exploram o espírito investigativo, curioso e criativo, típico dessa faixa etária. Por isso, é muito importante que os alunos

sejam incentivados a verbalizar suas ideias, explicar suas suposições para que, depois, com o domínio da escrita, sejam capazes

de registrar suas conclusões.

NUMERACIA – PNA E HABILIDADES DA BNCC - EDUCAÇÃO INFANTIL

COMPONENTES

ESSENCIAIS - PNA

Raciocínio lógico e

raciocínio matemático

HABILIDADES BNCC

(EI03ET02) Observar e descrever mudanças

em diferentes materiais, resultantes de ações

sobre eles, em experimentos envolvendo

fenômenos naturais e artificiais.

(EI03ET03) Identificar e selecionar fontes de

informações, para responder a questões sobre

a natureza, seus fenômenos, sua conservação.

SUGESTÃO DE INTERVENÇÃO

Ao verificar que os alunos apresentam dificuldades nas atividades que envolvem raciocínio

lógico, a observação e a argumentação, sugerimos que sejam trabalhadas muitas atividades

que demandem a observação de fenômenos naturais, sociais, culturais, nas quais possam

ser conduzidas rodas de conversas para que todos possam expor suas ideias e impressões.

Utilize figuras, imagens, músicas, histórias, notícias, levantamentos de dados simples que

favoreçam a organização de ideias e conclusões. A oralidade precisa ser colocada em prática

para que o professor possa avaliar os raciocínios desenvolvido pelos alunos.

13


Atividades 12 e 13

(EI03ET07) Relacionar números

às suas respectivas quantidades

e identificar o antes,

o depois e o entre em uma

sequência.

12. OBSERVE AS SEQUÊNCIAS E PREENCHA OS ESPAÇOS EM BRANCO COM OS

NÚMEROS QUE FALTAM.

1

4

2

5

3

6

7

8

9

13. LIGUE AS QUANTIDADES AO NÚMERO CORRESPONDENTE:

AQUARELA1_ILUSTRA_NOVA_I015

1

2 3 4 5 6 7 8 9

10

14

O primeiro conjunto de componentes está relacionado às Noções de quantidades e Números. O desenvolvimento do pensamento

numérico na educação infantil e nos primeiros anos do Ensino Fundamental é determinante para o reconhecimento dos

fatos aritméticos e para todo o conjunto das aprendizagens matemáticas que serão construídas ao longo da escolaridade. Por isso,

é muito importante que essas noções básicas sejam consolidadas.

NUMERACIA – PNA E HABILIDADES DA BNCC - EDUCAÇÃO INFANTIL

COMPONENTES ESSENCIAIS - PNA HABILIDADES BNCC SUGESTÃO DE INTERVENÇÃO

Noções de quantidade, algarismo,

adições, subtrações, proporções

simples envolvendo números de

apenas um algarismo.

(EI03ET04) Registrar observações, manipulações

e medidas, usando múltiplas linguagens

(desenho, registro por números ou escrita

espontânea), em diferentes suportes.

(EI03ET07) Relacionar números às suas respectivas

quantidades e identificar o antes, o

depois e o entre em uma sequência.

Ao identificar que os alunos apresentam dificuldades com as noções de quantidade

e a representação dos algarismos (pelo menos até 9) é necessário que

sejam retomadas as noções básicas de contagem, utilizando conjuntos de

objetos (palitos, bolinhas, grãos de cereais, etc.) para que manipulem, contem

e sejam capazes de associar a quantidade ao algarismo. Caso os alunos

não dominem a grafia, trabalhe para que, ao menos, nas primeiras semanas

consigam identificar e relacionar a quantidade ao algarismo correspondente.

14


UNIDADE 1

O primeiro capítulo da unidade apresenta inicialmente as noções de posição e localização. Essas noções espaciais e geométricas

são fundamentais nesta fase em que o pensamento matemático está se desenvolvendo e as habilidades relacionadas à

Numeracia começam a emergir. As atividades propostas dependem de uma ampla interação da professora com os alunos, pois

eles necessitam das suas orientações e comandos para a realização das atividades, tendo em vista que ainda não adquiriram

autonomia na leitura. Desse modo, além do apoio das imagens e do recurso visual, a explicitação dos enunciados e a verificação

se estão compreendendo o que a atividade está propondo são fundamentais.

Os conceitos relacionados a comprimento (grande, pequeno; alto, baixo; grosso, fino; maior, menor) finalizam o capítulo e

são trabalhados com o apoio de muitas atividades práticas que podem ser desenvolvidas tanto na sala de aula como no pátio da

escola. É importante que os alunos tenham a oportunidade de observar, comparar e principalmente verbalizar suas conclusões

e percepções.

O segundo capítulo introduz o componente essencial Contagem de Números com as contagens de 1 a 5; de 6 a 9; o dez e

de 11 a 20. Entende-se que os alunos já podem ter algumas noções de contagem pelas vivências cotidianas ou por conhecimentos

adquiridos na Educação Infantil. Porém, nesta fase, além do domínio das quantidades, precisam grafar corretamente os algarismos

associados a essas quantidades. Nesse contexto, a introdução do Ábaco e do Material Dourado como recursos para indicação

de quantidades e o uso de técnicas motoras para que realizem o traçado dos números é indispensável. O capítulo ainda traz

as noções de gráficos de colunas e sequências, de fatos ou objetos, envolvendo padrões.

O terceiro capítulo apresenta a dezena. Para desenvolver a noção de uma dezena como o agrupamento de dez unidades, a

ideia de notação posicional precisa estar clara. Para isso, é indispensável o uso do Material Dourado e do Ábaco. Porém, é possível

também trabalhar com palitos de sorvetes, lápis ou outros objetos disponíveis que possam ser manipulados por todos os alunos,

em quantidades suficientes para que o agrupamento de dez seja possível e sequencialmente também seja trabalhado o agrupamento

de dezenas.

15


OBJETIVOS PEDAGÓGICOS DA UNIDADE

Conteúdos Objetivos pedagógicos Habilidades relacionadas

Geometria e Medidas

Posição e Localização

Comprimento

Números

Contando de 1 a 5

Contando de 6 a 9

O dez

Contando de 11 a 20

Gráficos de Colunas

Sequências

A dezena

Unidades e dezenas

Agrupamento de

dezenas

• Localizar pessoas e objetos

no espaço em relação a sua

própria posição.

• Localizar pessoas e objetos

no espaço a partir de um

ponto de referência e utilizar

os termos corretos para

descrever a posição.

• Comparar comprimentos,

utilizando a terminologia

correta para ordenar objetos

de uso cotidiano.

• Utilizar números naturais

como indicador de

quantidade, de ordem ou

código de identificação.

• Contar de maneira exata

ou aproximada utilizando

diferentes estratégias.

• Estimar e comparar

diferentes quantidades de

objetos.

• Ler e representar dados

expressos em tabelas e

gráficos de colunas simples.

• Ordenar sequência de

objetos ou eventos por meio

de seus atributos.

• Fazer a correspondência

do agrupamento de dez

unidades com uma dezena.

• Representar o agrupamento

de dezenas e fazer a

decomposição em unidades.

(EF01MA11) Descrever a localização de pessoas e de objetos no espaço

em relação à sua própria posição, utilizando termos como à direita, à

esquerda, em frente, atrás.

(EF01MA12) Descrever a localização de pessoas e de objetos no espaço

segundo um dado ponto de referência, compreendendo que, para a utilização

de termos que se referem à posição, como direita, esquerda, em

cima, embaixo, é necessário explicitar-se o referencial.

(EF01MA15) Comparar comprimentos, capacidades ou massas, utilizando

termos como mais alto, mais baixo, mais comprido, mais curto, mais grosso,

mais fino, mais largo, mais pesado, mais leve, cabe mais, cabe menos, entre

outros, para ordenar objetos de uso cotidiano.

(EF01MA01) Utilizar números naturais como indicador de quantidade ou

de ordem em diferentes situações cotidianas e reconhecer situações em

que os números não indicam contagem nem ordem, mas sim código de

identificação.

(EF01MA02) Contar de maneira exata ou aproximada, utilizando diferentes

estratégias como o pareamento e outros agrupamentos.

(EF01MA03) Estimar e comparar quantidades de objetos de dois conjuntos

(em torno de 20 elementos), por estimativa e/ou por correspondência

(um a um, dois a dois) para indicar “tem mais”, “tem menos” ou “tem a

mesma quantidade”.

(EF01MA09) Organizar e ordenar objetos familiares ou representações por

figuras, por meio de atributos, tais como cor, forma e medida.

(EF01MA10) Descrever, após o reconhecimento e a explicitação de um

padrão (ou regularidade), os elementos ausentes em sequências recursivas

de números naturais, objetos ou figuras.

(EF01MA21) Ler dados expressos em tabelas e em gráficos de colunas simples.

(EF01MA02) Contar de maneira exata ou aproximada, utilizando diferentes

estratégias como o pareamento e outros agrupamentos.

(EF01MA03) Estimar e comparar quantidades de objetos de dois conjuntos

(em torno de 20 elementos), por estimativa e/ou por correspondência

(um a um, dois a dois) para indicar “tem mais”, “tem menos” ou “tem a

mesma quantidade”.

16


ASPECTOS IMPORTANTES PARA A ABORDAGEM DOS TEMAS DA UNIDADE

• Alguns conceitos desta unidade são fundantes para muitos conhecimentos matemáticos que serão desenvolvidos ao longo de

todo o Ensino Fundamental. Certifique-se de que os alunos estão compreendendo até mesmo as noções que julgamos mais

simples como as de posição e localização.

• Nesta fase os alunos dependem muito da professora para a leitura e explicação dos enunciados das atividades propostas no

livro. Por isso, um clima de muita confiança e liberdade deve ser desenvolvido para que eles expressem suas dúvidas quando

necessitarem de orientação mais detalhada.

• Os recursos visuais e os objetos manipuláveis são indispensáveis para o desenvolvimento das noções numéricas de quantidade

e de ordenação. Especialmente o Ábaco e o Material Dourado são fundamentais para a compreensão do sistema de numeração

decimal (unidades e dezenas).

• Os alunos, nesta faixa etária, possuem uma curiosidade natural que pode ser bem explorada na apresentação dos conteúdos,

considerando que a Matemática é uma ferramenta de descobertas e útil para resolver muitas situações do cotidiano.

17


CRONOGRAMA SUGESTIVO DA UNIDADE

Conteúdo

Geometria e Medidas

Posição e localização

Comprimento

Atividade de avaliação formativa

Números

Contando de 1 a 5

Contando de 6 a 10

Contando de 11 a 20

Gráfico de Colunas

Sequências

Atividade de avaliação formativa

A dezena

Unidades e dezenas

Agrupamento de dezenas

Atividade de avaliação formativa

SEMANAS

1ª. semana

2ª. semana

2ª. semana

3ª. semana

4ª. semana

5ª. semana

6ª. semana

6ª. semana

6ª. semana

7ª. semana

8ª. semana

8ª. semana

18


1

CAPÍTULO 1 • GEOMETRIA

E MEDIDAS

• POSIÇÃO E LOCALIZAÇÃO

• COMPRIMENTO

CAPÍTULO 2 • NÚMEROS

• CONTANDO DE 1 A 5

• CONTANDO DE 6 A 9

• O DEZ

• CONTANDO DE 11 A 20

• GRÁFICO DE COLUNAS

• SEQUÊNCIAS

CAPÍTULO 3 • A DEZENA

• UNIDADES E DEZENAS

• AGRUPAMENTO DE

DEZENAS

15

19


ATIVIDADE

PREPARATÓRIA

Pergunte aos alunos:

Qual é a sua mão direita?

E qual é a sua mão esquerda?

Após essa observação, separe-os

em duplas, um de frente

para o outro, realizando

movimentos coordenados,

seguindo os seus comandos,

por exemplo: toque na mão

esquerda do seu amigo; deem

a mão direita; pulem com o

pé esquerdo etc. Ao finalizar,

fale sobre a posição espelhada

com o amigo: observe que

o posicionamento direito/

esquerda é o inverso.

Convide os alunos a observarem

as imagens das mãos e

as figuras de Renato e Camila

do livro. Pergunte a eles se as

posições das mãos conferem

com as mesmas posições das

mãos das crianças das figuras

abaixo: Na posição que o

Renato está, se ele erguesse as

mãos, elas estariam na mesma

posição das mãos que estão

nas imagens acima dele?

E Camila, se ela erguesse as

mãos também estariam na

mesma posição das mãos das

imagens acima dela?

Ouça os alunos falarem

sobre as primeiras percepções

quanto ao tema da lateralidade.

POSIÇÃO E LOCALIZAÇÃO

DIREITA OU ESQUERDA?

MÃO ESQUERDA

MÃO DIREITA

OBSERVE AS IMAGENS DE RENATO E CAMILA.

EU USO O

RELÓGIO

NO PULSO

ESQUERDO.

EU CARREGO

A BOLSA

COM A MÃO

DIREITA.

MÃO DIREITA

VOCÊ CONSEGUE PERCEBER QUE:

• A BOLA VERDE ESTÁ À DIREITA DE RENATO?

• A BOLA VERMELHA ESTÁ À ESQUERDA DE CAMILA?

16

FUNDAMENTO PEDAGÓGICO

1 GEOMETRIA

E MEDIDAS

MÃO ESQUERDA

A Geometria envolve o estudo de um amplo conjunto de conceitos e procedimentos necessários

para resolver problemas do mundo físico e de diferentes áreas do conhecimento. Assim, nessa unidade

temática, estudar posição e deslocamentos no espaço, formas e relações entre elementos de

figuras planas e espaciais pode desenvolver o pensamento geométrico dos alunos. Esse pensamento

é necessário para investigar propriedades, fazer conjecturas e produzir argumentos geométricos

convincentes. É importante, também, considerar o aspecto funcional que deve estar presente no

estudo da Geometria: as transformações geométricas, sobretudo as simetrias. As ideias matemáticas

fundamentais associadas a essa temática são, principalmente, construção, representação e

interdependência.

BNCC-BRASIL, p.271

SYDA PRODUCTIONS/ SHUTTERSTOCK

VICTOR B./ M10

20


EM FRENTE OU ATRÁS?

O BALANÇO ESTÁ EM FRENTE À CAMILA.

O ESCORREGADOR ESTÁ ATRÁS DE RENATO.

LOCALIZAMOS A POSIÇÃO DOS OBJETOS EM RELAÇÃO A CAMILA E RENATO.

PODEMOS IDENTIFICAR TAMBÉM A POSIÇÃO DAS CRIANÇAS EM UMA FILA.

OBSERVE:

ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK

ATIVIDADE

PREPARATÓRIA

Trabalhe o posicionamento

dos alunos sentados em fileiras

em sala de aula. Questione:

Quem está sentado à sua

frente?

E atrás de você?

(Procure não constranger alunos

que sentam na primeira

ou na última fileira)

É importante que os alunos

percebam que a questão do

posicionamento é relativa:

um mesmo aluno localiza-se

à frente de um colega, mas

atrás de outro.

CAMILA RENATO PATRÍCIA JÚLIO LARISSA ISADORA

RENATO ESTÁ EM FRENTE A PATRÍCIA. LARISSA ESTÁ ATRÁS DE JÚLIO.

VAMOS PENSAR JUNTOS

• QUEM ESTÁ EM FRENTE A RENATO? CAMILA.

• ISADORA FICOU ATRÁS DE QUEM? LARISSA.

• CAMILA ENTRARÁ NO ÚLTIMO LUGAR DA FILA. QUEM FICARÁ

EM FRENTE A ELA? ISADORA.

• VOCÊ ESCREVE COM A MÃO ESQUERDA OU COM A MÃO DIREITA?

RESPOSTA PESSOAL.

17

VICTOR B./ M10

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Posicione os alunos em fila;

depois solicite que respondam

perguntas tendo em

vista relatar quem é que, por

meio de sua localização: está

na frente? Está atrás?

Atividades como essa favorecem

a aprendizagem, pois a

posição passa a ser uma cognição

incorporada. Ao favorecer

essa aprendizagem, na

sequência, faça os questionamentos

da seção Vamos

pensar juntos e ouça as respostas

dos alunos.

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Jogo de lateralidade: Divida a turma em grupos de 3 alunos. Desenhe com fita adesiva no chão do pátio ou em um espaço

maior do que a sala de aula, 3 símbolos parecidos com o hashtag em tamanho grande o suficiente para caber um aluno dentro

de cada parte dele:

# # #

Posicione cada aluno de um mesmo grupo no centro do símbolo. Dê comandos para eles mudarem de posição, cada um no

seu hashtag: direita, esquerda, frente, atrás, direita, direita, esquerda … e assim cada aluno mudará de posição de acordo com

os comandos. Acelere os comandos para que eles sejam ágeis nas locomoções. Se um dos três do grupo errar a posição, todos

sairão dos hashtags e um novo grupo se posicionará.

A opção pelo jogo se deve pela contribuição para a construção dos conceitos matemáticos de posição e localização, o envolvimento

dos alunos, individual ou coletivamente, e a interatividade entre professor-aluno.

Este vídeo apresenta uma atividade lúdica semelhante, embora tenha sido feita com círculos. Disponível em:

https://www.youtube.com/watch?v=jQ-o-wrzYJg Acesso em 28 jul. 2021

21


Atividades 1 a 4

(EF01MA11) Descrever a localização

de pessoas e de objetos

no espaço em relação

à sua própria posição, utilizando

termos como à direita,

à esquerda, em frente, atrás.

(EF01MA12) Descrever a localização

de pessoas e de objetos

no espaço segundo um

dado ponto de referência,

compreendendo que, para

a utilização de termos que

se referem à posição, como

direita, esquerda, em cima,

embaixo, é necessário explicitar-se

o referencial.

1. OBSERVE AS IMAGENS E DESCUBRA O NOME DE CADA CACHORRO.

• TÓPI TEM UMA MANCHA BRANCA NA CABEÇA.

• TOTÓ ESTÁ À ESQUERDA DE TÓPI.

• FLÓPI ESTÁ À DIREITA DE TÓPI.

• MEL ESTÁ ENTRE TÓPI E TOTÓ.

FLÓPI TÓPI MEL TOTÓ

2. DESENHE SUA MÃO DIREITA E SUA MÃO ESQUERDA.

DEPOIS, PINTE DE VERDE A MÃO DIREITA E DE VERMELHO A MÃO ESQUERDA.

RESPOSTA PESSOAL.

SHUTTERSTOCK.COM

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Observe com os alunos, na

atividade 1, as imagens, questionando

sobre as características

de cada cachorro, solicitando

descrições dos animais

e, em seguida, leia as pistas

para descobrir o nome deles.

Na atividade 2, combine

com os alunos a escolha de

cores para o lado direito e

para o esquerdo. Desenhe

setas na lousa indicando o

lado esquerdo e o direito de

quem olha para ela.

18

PARA AMPLIAR

Sugerimos uma videoaula sobre o tema da lateralidade, parte de um curso de formação de professores,

para ampliar as ideias e tratativas pedagógicas do tema: Noções de direita e esquerda.

Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=eumqPJrM9a4

Acesso em 27 jul. 2021

22


3. ADILSON E MARIA ESTÃO NO SUPERMERCADO. OBSERVE A IMAGEM. PINTE QUEM

ESTÁ ATRÁS DO BALCÃO, CIRCULE QUEM ESTÁ EM FRENTE À PRATELEIRA E

MARQUE UM X EM QUEM ESTÁ À DIREITA DE ADILSON.

X

4. OBSERVE A IMAGEM A SEGUIR E PINTE:

• DE AZUL A ROUPA DA CRIANÇA QUE ESTÁ AO LADO DIREITO DA PROFESSORA.

• DE VERMELHO A ROUPA DA CRIANÇA QUE ESTÁ AO LADO ESQUERDO DA

PROFESSORA.

• DE VERDE A ROUPA DA CRIANÇA QUE ESTÁ EM FRENTE À PROFESSORA.

• DE LARANJA A ROUPA DA CRIANÇA QUE ESTÁ ATRÁS DA PROFESSORA.

HÁ OUTRAS RESPOSTAS POSSÍVEIS.

VICTOR B. /M10

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Na atividade 3, exemplifique

com seu posicionamento em

relação à mesa da sala de aula.

Após a realização da atividade

4, separe os alunos em

dois grupos: o 1º. grupo fará a

observação e o 2º. grupo se

posicionará de modo aleatório.

O professor fica no centro

do 2º. grupo e faz questões ao

grupo que está observando:

Quem está do meu lado

direito?

Quem está do meu lado

esquerdo?

Quem está na minha frente?

Quem está atrás?

Depois, o professor

vai para o outro grupo e

repete as questões.

VERDE

VERMELHO

VERMELHO

VERDE

LARANJA

AZUL

AZUL

LARANJA

19

VICTOR B. /M10

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Proponha aos estudantes uma atividade complementar de adivinhação: posicione

objetos em lugares variados e pergunte às crianças, tendo em vista descobrir que objeto é, informando

sua localização: o que está em cima da mesa? O que está atrás do banco? O que está na estante?

ACOMPANHAMENTO DE APRENDIZAGEM

Para os alunos que apresentarem alguma dificuldade na identificação da localização ou posição,

o procedimento adequado é registrar no caderno, cada termo estudado e pedir que

façam desenhos para representá-los: à direita, à esquerda, em frente, atrás, em cima, embaixo

... Observe atentamente se cada aluno revela capacidade de reconhecer a localização de

pessoas e de objetos no espaço em relação à sua própria posição, utilizando termos como à

direita, à esquerda, em frente, atrás e descrever a localização de pessoas e de objetos no espaço

segundo um dado ponto de referência, usando termos que se referem à posição, como direita,

esquerda, em cima, embaixo, a partir de um referencial.

23


EM CIMA OU EMBAIXO?

ATIVIDADE

PREPARATÓRIA

Traga uma caixa com objetos,

espalhe-os na mesa e no

chão e questione o posicionamento

relativo deles (perto,

longe, dentro, fora, em cima,

embaixo). Após esses questionamentos,

observe a imagem

do livro e localize os objetos

e a sua posição. A proposta

desse estudo envolve a localização

de objetos e de pessoas

no espaço, utilizando diversos

pontos de referência e vocabulário

apropriado.

Desenvolva os questionamentos

apresentados na seção

Vamos pensar juntos e

ouça sobre as percepções

dos alunos.

Outras imagens de cenários

próprios às vivências dos alunos,

podem ser utilizadas para

o exercício do reconhecimento

e uso dos termos apropriados

relativos aos conceitos de

localização e posição.

20

MARIANA ESTÁ BRINCANDO EM SEU QUARTO.

O LIVRO ESTÁ EM CIMA DA CAMA E O TÊNIS ESTÁ EMBAIXO DA CAMA.

• QUAL BRINQUEDO ESTÁ PERTO DA PORTA? A JOANINHA.

• QUAL ANIMAL ESTÁ SENTADO LONGE DA PORTA?

• O QUE PODEMOS OBSERVAR FORA DO QUARTO?

VAMOS PENSAR JUNTOS

O GATO.

UM MENINO NO BALANÇO.

OBSERVE A IMAGEM DO QUARTO DE MARIANA E RESPONDA:

• O URSO ESTÁ DENTRO OU FORA DA CAIXA? FORA DA CAIXA.

• O PATO ESTÁ EM CIMA OU EMBAIXO DA CAMA? EMBAIXO DA CAMA.

• O QUE ESTÁ MAIS LONGE DE MARIANA: O CACHORRINHO OU A ÁRVORE?

A ÁRVORE.

VICTOR B./ M10

APOIO PEDAGÓGICO

Os conceitos e termos abordados neste estudo, além das vivências dos alunos, também foram introduzidos na Educação Infantil.

Nos anos iniciais do Ensino Fundamental eles serão ampliados para garantir a compreensão vocabular e a localização nos próprios

espaços de convivência entre os alunos.

FUNDAMENTO PEDAGÓGICO

A BNCC do Ensino Fundamental – Anos Iniciais, ao valorizar as situações lúdicas de aprendizagem, aponta para a necessária articulação

com as experiências vivenciadas na Educação Infantil. Tal articulação precisa prever tanto a progressiva sistematização dessas

experiências quanto o desenvolvimento, pelos alunos, de novas formas de relação com o mundo, novas possibilidades de ler e formular

hipóteses sobre os fenômenos, de testá-las de refutá-las, de elaborar conclusões, em uma atitude ativa na construção de conhecimentos.

BNCC-BRASIL, p.57

24


5. OBSERVE AS FIGURAS E:

A) CIRCULE O ROBÔ QUE ESTÁ EMBAIXO DA MESA.

B) CIRCULE O GATO QUE ESTÁ EM CIMA DA ÁRVORE.

VICTOR B./ M10

VICTOR B./ M10

Atividade 5

(EF01MA11) Descrever a localização

de pessoas e de objetos

no espaço em relação à

sua própria posição, utilizando

termos como à direita, à

esquerda, em frente, atrás.

(EF01MA12) Descrever a

localização de pessoas e de

objetos no espaço segundo

um dado ponto de referência,

compreendendo que,

para a utilização de termos

que se referem à posição,

como direita, esquerda, em

cima, embaixo, é necessário

explicitar-se o referencial.

C) DESENHE UM CACHORRO EMBAIXO DA CADEIRA.

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Sugerimos um jogo virtual para reforçar os termos: dentro, fora, em cima, embaixo. Disponível

em: https://wordwall.net/pt/resource/12705570/onde-dentro-fora-em-cima-ou-embaixo

Sugerimos esta videoaula com teatro para noções de distância: perto e longe. Disponível em:

https://www.youtube.com/watch?v=g6_ATk_u2Uo. Acesso 28 jul. 2021

ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK

21

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Leve para a sala de aula dois

carrinhos de brinquedo. Escolha

um objeto, por exemplo, a

caixa de giz, e posicione um

carrinho distante e outro próximo

à caixa de giz.

Pergunte aos estudantes:

Qual carrinho está mais próximo

da caixa de giz?

Utilize uma caixa e alguns

objetos e converse com os

estudantes sobre quais objetos

estão fora ou dentro da caixa.

Depois coloque a caixa em

cima da mesa, vire-a com a

abertura para baixo e coloque

objetos em cima da caixa

e embaixo da caixa.

Depois, resolva com os alunos

a atividade 5.

ACOMPANHAMENTO DE APRENDIZAGEM

Para os alunos que apresentarem alguma dificuldade quanto à compreensão da localização

de pessoas e de objetos no espaço a partir de um ponto de referência, será importante vivenciar

novas atividades com eles, em que tenham que posicionar o seu próprio corpo em relação

aos comandos. Pode ser levada para a sala de aula uma caixa grande de papelão e pedir

que se posicionem, dentro, fora, perto, longe, à sua direita, à sua esquerda. Observe e registre

os avanços dos alunos neste momento de aprendizagem ativa.

25


COMPRIMENTO

ATIVIDADE

PREPARATÓRIA

Peça aos alunos que formem

uma fila do maior para

o menor. Pergunte:

Quem é o maior?

E quem é o menor?

Em seguida, separe o aluno

maior e posicione-se ao lado

dele.

Pergunte:

Quem é o maior agora?

Mas ele não era o maior? Por

que agora é menor?

Ouça as respostas.

Comente que quando comparamos

um objeto ou seres

com outros encontramos

medidas que podem ser identificadas

diferentemente se um

dos dois elementos comparados

forem trocados.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Leia as informações sobre

as comparações. Se puder,

desenhe os animais na lousa,

enquanto fizer o comentário

sobre as comparações. Em

seguida, a partir das questões

da seção Vamos pensar

juntos, ouça as respostas dos

alunos quanto à compreensão

deles neste momento inicial.

GRANDE OU PEQUENO? BAIXO OU ALTO?

QUANDO OLHAMOS AO REDOR, ENCONTRAMOS COISAS OU SERES

GRANDES, PEQUENOS, ALTOS OU BAIXOS.

OBSERVE A IMAGEM DO CACHORRO E DO GATO.

22

COMPARANDO ESSES DOIS ANIMAIS, PODEMOS DIZER QUE:

• O CACHORRO É GRANDE QUANDO COMPARADO AO GATO.

• O GATO É PEQUENO QUANDO COMPARADO AO CACHORRO.

• O GATO É MENOR QUE O CACHORRO.

TAMBÉM PODEMOS DIZER QUE:

• O GATO É MAIS BAIXO QUE O CACHORRO.

• O CACHORRO É MAIS ALTO QUE O GATO.

• O CACHORRO É MAIOR QUE O GATO.

VAMOS PENSAR JUNTOS

• VOCÊ JÁ VIU UM ELEFANTE? COMPARADO A UM GATO, ELE É GRANDE OU

PEQUENO? COMPARADO A UM GATO, ELE É GRANDE.

• E UM RATO: ELE É GRANDE OU PEQUENO COMPARADO AO TAMANHO DE

UM ELEFANTE? COMPARADO AO TAMANHO DE UM ELEFANTE, ELE É PEQUENO.

• QUAL É O ANIMAL MAIS ALTO QUE VOCÊ JÁ VIU? RESPOSTA PESSOAL.

CHENDONGSHAN/SHUTTERSTOCK

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Inicialmente trabalhe com os alunos as unidades de medida de comprimento não padronizadas.

Convide-os a uma atividade em que usarão partes do próprio corpo como unidade de

medida; peça que meçam o lápis de escrever usando o dedo, por ex.: Quantos dedos de comprimento

tem o seu lápis? Em seguida, convide-os a medir a própria mesinha individual da

classe com o palmo. Quantos palmos tem a sua mesinha? Convide-os a medir de uma parede

a outra da sala usando o pé. Quantos pés usamos para medir de uma parede até a outra? Por

fim, use o passo. Quantos passos usamos para ir de um lado ao outro da sala? Ouça as respostas

e, depois, pergunte: Por que as respostas foram diferentes? Porque o tamanho das nossas

mãos e dos nossos pés é diferente. Agora vamos ver alguns instrumentos de medição: mostre

instrumentos convencionais (régua, trena etc.) e não convencionais (pedaços de barbante).

Explique que esses instrumentos são usados para medir altura, comprimento, largura, distância

etc. de variados objetos e espaços.

26


6. FAÇA UM X NO QUADRINHO AO LADO DA IMAGEM DO MENINO MAIS ALTO.

7. COMPARE OS OBJETOS E CIRCULE O MAIS BAIXO.

A) B) C)

GROSSO OU FINO?

X

JÚLIA, PAULA E TARSILA ESTÃO BRINCANDO DE PULAR CORDA. OBSERVE BEM

AS DUAS CENAS E VEJA QUE A CORDA VERMELHA É MAIS FINA QUE A AZUL

E QUE A AZUL É MAIS GROSSA QUE A VERMELHA.

4. CIRCULE O LIVRO MAIS GROSSO E FAÇA UM X NO LIVRO MAIS FINO.

NATHALIA S./ M10

VICTOR B./ M10

Atividades 6 a 8

(EF01MA15) Comparar comprimentos,

capacidades ou

massas, utilizando termos

como mais alto, mais baixo,

mais comprido, mais curto,

mais grosso, mais fino, mais

largo, mais pesado, mais leve,

cabe mais, cabe menos, entre

outros, para ordenar objetos

de uso cotidiano.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Pegue dois objetos, um

pequeno e outro bem grande

e converse com os estudantes:

qual é o maior e qual é o

menor? Qual é o mais alto e

o mais baixo?

A seguir, desenvolva as atividades

6 e 7.

Apresente objetos com espessuras

diferentes e solicite aos

estudantes que investiguem

qual é o mais grosso e qual

é o mais fino. Aplique a atividade

8.

VICTOR B./ M10

23

APOIO PEDAGÓGICO

O vídeo a seguir aprofunda os conceitos matemáticos que estão sendo trabalhados de maneira

visual e realizando comparações. Pode ser usado como base para elaboração de aulas, mas

também pode ser apresentado aos alunos.

Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=9mvitBn3FHgAcesso em 28 jul. 2021.

ACOMPANHAMENTO DE APRENDIZAGEM

Sugerimos um procedimento visando a aprendizagem daqueles alunos que, porventura, apresentaram

alguma dificuldade. Convide a turma para uma roda de conversa. Eles deverão se

sentar em círculo e cada um falará para os demais colegas quais foram as aprendizagens que

adquiriram ao desenvolver as atividades. Peça que todos falem o que acharam mais fácil e se

acharam alguma coisa difícil. Aproveite este momento para interagir com eles e relembrar o

que estudaram.

27


O QUE APRENDI NESSE CAPÍTULO

Atividade 1

EVIDÊNCIAS

Observar se o estudante:

Reconhece a localização

de pessoas e de objetos no

espaço em relação à sua própria

posição, utilizando termos

como à direita, à esquerda,

em frente, atrás.

Reconhece a localização

de pessoas e de objetos no

espaço segundo um dado

ponto de referência e utiliza

termos que se referem à posição,

como direita, esquerda,

em cima, embaixo.

1. OBSERVE A IMAGEM E PINTE:

ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK

Atividade 2

EVIDÊNCIAS

Observar se o estudante:

mpara comprimentos, capacidades

ou massas, utilizando

termos como mais grosso e

mais fino.

• DE AZUL A CRIANÇA QUE ESTÁ EM FRENTE AO BANCO.

• DE MARROM O CACHORRO QUE VOCÊ OBSERVA À DIREITA DO MENINO.

• DE PRETO O CACHORRO QUE VOCÊ OBSERVA À ESQUERDA DO MENINO.

• DE VERMELHO QUEM ESTÁ ATRÁS DO BANCO.

• DE VERDE O QUE ESTÁ EMBAIXO DO BANCO.

• DE AMARELO O QUE ESTÁ EM CIMA DO BANCO

2. CIRCULE O PINCEL MAIS GROSSO E FAÇA UM X NO LÁPIS MAIS FINO.

ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK

X

24

TABELA DE REGISTRO DE ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM

Nº de chamada

Atividade

1

Atividade

2

Atividade

3

Atividade

4

Atividade

5

S P I S P I S P I S P I S P I

1

2

3

4

S – (SATISFATÓRIO) -Alcançou satisfatoriamente o objetivo. P – (PARCIAL) -Alcançou parcialmente o objetivo.

I – (INSATISFATÓRIO)-Não alcançou o objetivo.

ENCAMINHAMENTO:

Aos estudantes que apresentarem dificuldades na avaliação, com muitos resultados parciais e insatisfatórios,

utilize atividades complementares de revisão e aprofundamento que reforçam os conceitos do capítulo,

referentes às evidências listadas.

28


3. FAÇA UM X NA ÁRVORE MAIS ALTA E CIRCULE A MAIS BAIXA.

X

4. PINTE DE VERMELHO O LÁPIS MAIS COMPRIDO E, DE AZUL, O MAIS CURTO.

Vermelho

Azul

Atividade 3

EVIDÊNCIAS

Observar se o estudante:

Compara comprimentos utilizando

termos mais alto e

mais baixo.

Atividade 4

EVIDÊNCIAS

Observar se o estudante:

Compara comprimentos utilizando

termos mais comprido

e mais curto.

Atividade 5

EVIDÊNCIAS

Observar se o estudante:

Compara comprimentos utilizando

termos mais alto e

mais baixo.

5. OBSERVE A FOTO, FAÇA UM X NA PESSOA MAIS ALTA E CIRCULE A PESSOA

MAIS BAIXA.

EPICSTOCKMEDIA/SHUTTERSTOCK

25

ENCAMINHAMENTO

Aos estudantes que apresentarem dificuldades na avaliação, com muitos resultados parciais e

insatisfatórios, utilize atividades complementares de revisão e aprofundamento que reforçam

os conceitos do capítulo, referentes às evidências listadas.

29


ATIVIDADE

PREPARATÓRIA

Antes de iniciar este capítulo,

monte um cartaz com o

número de medalhas ganhas

pelo Brasil na última Olimpíada

que aconteceu.

Destaque os números de

medalhas e oriente o aluno

a representar as quantidades

utilizando palitos de sorvete

ou tampinhas.

Explique que existem modalidades

em que uma pessoa

pode ganhar mais do que uma

medalha, como por exemplo,

no atletismo ou na natação.

Promova uma atividade lúdica,

como sugestão, que seja em

local aberto para terem uma

melhor movimentação nesse

momento, utilizando comandos:

a cada número falado, os

alunos deverão agrupar-se,

conforme a quantidade solicitada

pelo professor.

2 NÚMEROS

MELISSA, CATARINA E SEUS AMIGOS DO 1 O ANO COLECIONARAM SELOS DA

OLIMPÍADA QUE ACONTECEU NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, NO ANO DE 2016.

SHAHJEHAN/ SHUTTERSTOCK.COM

TURISTAS AO REDOR DO PARQUE OLÍMPICO NO RIO DE JANEIRO (RJ), 2016.

26

PARA AMPLIAR

História

De acordo com a mitologia grega, o herói Hércules criou as Olimpíadas por volta de 2.500 a.C., na Grécia antiga, para homenagear o

pai dele, Zeus. Contudo, os primeiros registros históricos das Olimpíadas são de 776 a.C., quando os atletas vencedores começaram a ter

seus nomes registrados. Nessa época, os reis de Ilia, de Esparta e de Pissa aliaram-se para que, durante os jogos, houvesse trégua sagrada

em toda a Grécia. A aliança foi realizada no templo de Hera, localizado no santuário de Olímpia. Essa é a origem do termo “Olimpíadas”.

Era Moderna

Atenas foi a cidade que sediou a primeira olimpíada da Era Moderna, em abril de 1896, com delegações de 14 países. Ao todo, 241 atletas

competiram em nove modalidades. Desde essa época, os Jogos Olímpicos passaram a ser realizados de quatro em quatro anos, à

exceção de 1914 e 1918 e 1939 e 1945, quando ocorreram a Primeira e Segunda Guerra Mundial, respectivamente.

Leia o texto na íntegra disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/educacao-fisica/os-jogos-olimpicos.htm

Acesso em 28 jul. 2021

30


CONTANDO DE 1 A 5

OBSERVE A QUANTIDADE DE SELOS QUE MELISSA E SEUS AMIGOS

CONSEGUIRAM.

EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS (ECT)

ATIVIDADE

PREPARATÓRIA

Faça a contagem de 1 a 5 utilizando

os dedos das mãos.

Proponha um número e os

alunos devem representá-lo

com os dedos, conforme o

seu comando. Observando a

imagem, conduza uma análise,

questionando as quantidades

de selos de cada criança. O

modo como os selos estão

dispostos, formando colunas,

lembra os gráficos de colunas

que serão estudados posteriormente.

1

UM

2

DOIS

3

TRÊS

4

QUATRO

5

CINCO

GUSTAVO MELISSA LÉO CATARINA LAURA

CATARINA TEM 4 (QUATRO) SELOS. LAURA TEM 5 (CINCO) SELOS.

QUEM TEM MAIS SELOS: LAURA OU CATARINA?

VAMOS PENSAR JUNTOS

• QUEM CONSEGUIU O MAIOR NÚMERO DE SELOS? LAURA.

• QUEM CONSEGUIU 1 (UM) SELO A MAIS QUE LÉO? CATARINA.

FUNDAMENTO PEDAGÓGICO

A apropriação do conhecimento numérico estabelece níveis de aprendizagens crescentes e

contínuas, relacionando a investigação das características de diferentes materiais e objetos,

para a construção do conceito numérico fundamental para a criança. O contexto das escritas

e registros, possibilitam o desenvolvimento gradual da aprendizagem das regularidades de

uma sequência do sistema de numeração decimal. Conforme a 4 a_ Competência Específica

de Matemática:

Fazer observações sistemáticas de aspectos quantitativos e qualitativos presentes nas práticas sociais

e culturais, de modo a investigar, organizar, representar e comunicar informações relevantes, para

interpretá-las e avaliá-las crítica e eticamente, produzindo argumentos convincentes.

BNCC – BRASIL, P. 267

27

Na seção Vamos pensar

juntos, promova contagens

como dos pratos que estão

sobre a mesa, dos degraus

de uma escada, dos carros

que vemos ao fazer uma viagem,

das peças de roupas que

tiramos do varal, das portas

e janelas de nossa casa, das

lâmpadas que iluminam nossa

casa, etc. podem começar a

ser feitas de um modo progressivo

(1, 2, 3, 4, 5 ...).

Pergunte aos estudantes se

eles reconhecem uma coleção

de até 5 objetos só de

olhar, estimando quantidades.

Trabalhe coletivamente

no planejamento ou desenvolvimento

de tarefas, estimulando

o aluno a buscar

soluções para os problemas.

31


Atividades 1 a 3

(EF01MA01) Utilizar números

naturais como indicador de

quantidade ou de ordem em

diferentes situações cotidianas

e reconhecer situações em

que os números não indicam

contagem nem ordem, mas

sim código de identificação.

PNA-NUMERACIA

Cada um dos dez algarismos,

incluindo seu traçado e a

quantidade que representa.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Utilize números naturais como

códigos em diferentes situações

cotidianas.

Na atividade 1, converse com

os estudantes sobre a importância

dos bombeiros e suas

funções, pontuando as informações

relevantes do texto,

disponível em: <https://www.

infoescola.com/profissionais/

bombeiro/>

Acesso em 28jul. 2021

Enfatize o número 193 para

emergências e realize a atividade

proposta.

Formalmente, os alunos ainda

estão estudando os algarismos

de 1 a 9 e, em particular

nesta seção, de 1 a 5. Mas há um

conhecimento prévio dos alunos

em relação aos números

que vem das experiências cotidianas

dentro e fora da escola.

Observe se os alunos conhecem

os algarismos 3 (três) e 9

(nove) e solicite exemplos de

situações em que viram esse

símbolo (elevadores, números

de celular etc.)

Na atividade 2, solicite aos alunos

que criem, em duplas, mais

uma questão sobre a imagem

e que troquem as questões

entre as duplas para responder.

1. OBSERVE O TELEFONE E PINTE AS TECLAS QUE PRECISAM SER DIGITADAS PARA

FAZER UMA LIGAÇÃO AO CORPO DE BOMBEIROS. O NÚMERO É 193.

ESCREVA AQUI O NÚMERO DO TELEFONE DE UM DE SEUS FAMILIARES:

RESPOSTA PESSOAL.

2. VOCÊ JÁ OBSERVOU QUE AS CASAS E OS PRÉDIOS RECEBEM UM CÓDIGO

NUMÉRICO DE IDENTIFICAÇÃO? NESSA RUA, OS CÓDIGOS ESTÃO ESCRITOS COM

ALGARISMOS DE 1 A 5.

28

A) QUAL É A COR DA CASA IDENTIFICADA PELO NÚMERO 132?

AZUL.

PARA AMPLIAR

B) QUAL É O NÚMERO QUE IDENTIFICA O PRÉDIO AMARELO?

NÚMERO 124.

122 124 126

SUGESTÃO DE LEITURA PARA O PROFESSOR

A criança e o número. De Constace Kamii - Papirus Editora. O livro instrui o professor a abordar

os processos envolvidos na construção dos conceitos numéricos e ajuda-o a observar

como os alunos pensam a fim de entender a lógica existente nos erros. A autora apresenta

uma análise lúcida, bem-informada e fundamentada na teoria de Piaget sobre as relações da

criança com o número.

130

TMVECTORART/SHUTTERSTOCK

132

NATHALIA S./ M10

32


A FIGURA AO LADO É DE UM ÁBACO.

NELE, VAMOS REPRESENTAR QUANTIDADES. O

NÚMERO 1 (UM) É REPRESENTADO POR UMA

ARGOLA NA ORDEM DAS UNIDADES (U).

ÁBACO

C

D

U

1UM

3. CUBRA OS PONTILHADOS E ESCREVA NAS LINHAS O ALGARISMO E O NÚMERO

POR EXTENSO (COM PALAVRAS).

NATHALIA S./ M10

1

UM

1 1 1 1 1 1

C

D

U

29

ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10

ATIVIDADE

PREPARATÓRIA

Traga um ábaco para a sala de

aula e mostre a sua utilização,

representando números (da

ordem das unidades) e solicitando

que os alunos mostrem

com os dedos ou escrevam

com algarismos ou com palavras

(por extenso) o número

representado no ábaco.

Embora o sistema monetário

brasileiro seja abordado

neste volume em unidades

posteriores, traga, se julgar

conveniente, algumas moedas

de 1 real e as cédulas de 2

e de 5 reais de brinquedo para

que os alunos manipulem e

associem com os números de

1 a 5, realizando contagens.

Reúna a classe em um local

espaçoso, sugerimos a quadra,

por exemplo, e represente,

com fita-crepe, os números de

1 a 5 no chão; peça aos alunos

para caminharem em cima

dos números. Depois que

todos fizerem a atividade,

brinque de “o mestre mandou”,

dando os comandos: “o

mestre mandou todos irem

para o número 3” etc.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Na atividade 3, após o

desenvolvimento da atividade

preparatória, proponha

aos alunos a identificação

do número e suas

características, relacionando

objeto e quantidade,

e acompanhe o registro da

escrita.

33


O NÚMERO 2 (DOIS) PODE SER REPRESENTADO NO ÁBACO POR DUAS

ARGOLAS NA ORDEM DAS UNIDADES (U).

ATIVIDADE

PREPARATÓRIA

Entregue massinha de modelar

para cada aluno. Escreva

os números de 1 a 5 na lousa

e peça para que os alunos

moldem os números usando

a massinha.

Atividades 4 e 5

(EF01MA01) Utilizar números

naturais como indicador de

quantidade ou de ordem em

diferentes situações cotidianas

e reconhecer situações em

que os números não indicam

contagem nem ordem, mas

sim código de identificação.

ÁBACO

C

D

U

DOIS2

4. CUBRA OS PONTILHADOS E ESCREVA NAS LINHAS O ALGARISMO E O NÚMERO

POR EXTENSO.

NATHALIA S./ M10

2 2 2 2 2 2

ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10

PNA-NUMERACIA

Cada um dos dez algarismos,

incluindo seu traçado e a

quantidade que representa.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Na atividade 4, após o

desenvolvimento da ATIVI-

DADE

PREPARATÓRIA com a massinha

de modelar, conduza

os alunos à identificação do

número e suas características,

relacionando objeto e

quantidade, e acompanhe

o registro da escrita.

30

2

DOIS

ACOMPANHAMENTO DE APRENDIZAGEM

Para os alunos que apresentarem alguma dificuldade em explorar as muitas maneiras de modelar

ou representar conceitos e ideias de quantidade para desenvolver o senso de número e a

habilidade de contagem, sugerimos músicas que favorecem essas associações.

O uso de músicas favorece a introdução da contagem, por meio de uma atividade com imagens

e sons, de modo que o aluno associe o número, observando com atenção a quantidade

de itens presentes na imagem.

Disponíveis em:

https://www.youtube.com/watch?v=c4PFecQPX98

https://www.youtube.com/watch?v=Zi-cEMm3m9g

https://www.youtube.com/watch?v=TDJAU31wG58

https://www.youtube.com/watch?v=9rKxo-x_-2U

Acesso em 28 jul. 2021

34


5. CIRCULE O NÚMERO QUE CORRESPONDE À QUANTIDADE DE BRINQUEDOS EM

CADA ITEM:

A)

B)

1 2

NATHALIA S./ M10 NATHALIA S./ M10

D)

E)

1 2

NATHALIA S./ M10 NATHALIA S./ M10

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Na atividade 5, direcione os

alunos a observar a quantidade

de objetos em cada item

e relacioná-la com o número

adequado.

1 2

1 2

C)

F)

NATHALIA S./ M10

NATHALIA S./ M10

1 2

1 2

• VOCÊ TEM BRINQUEDOS REPETIDOS? DUAS BONECAS OU DOIS CARRINHOS,

POR EXEMPLO? CONVERSE COM OS COLEGAS. RESPOSTA PESSOAL E ORAL.

31

SUGESTÃO DE LEITURA

O livro Um amor de confusão. De Dulce Rangel - Ed. Moderna apresenta a história de uma

galinha que, ao passear, encontrou alguns ovos em seu trajeto e os levou para chocar. Dona

galinha encontra outros ovos que aos primeiros vão se juntar. No dia em que os ovos se abrem,

é uma surpresa: nasce ganso, pato, tartaruga, jacaré. Que confusão. Promova uma situação-

-problema com a quantidade de ovos e animais e relacionando-os com registros.

APOIO PEDAGÓGICO

Nessa idade, a criança também aprende por percepção visual e começa a identificar quantidades

em figuras e relacioná-las com o número. O ábaco, o Material Dourado, as barrinhas de

Cuisenaire e o dado ou o dominó podem auxiliar nessa busca de várias situações do dia a dia

que permitem fazer contagens.

35


O NÚMERO 3 (TRÊS) PODE SER REPRESENTADO NO ÁBACO POR 3 ARGOLAS

NA ORDEM DAS UNIDADES (U).

ATIVIDADE

PREPARATÓRIA

Entregue a cada aluno 3 folhas

em branco e tinta guache.

Peça para eles representarem

os números de 1 a 3:

um número em cada folha,

usando as pontas dos dedos

como pincel.

Exponha os trabalhos da

turma em uma corda, como

se faz no cordel, e, depois, cole

as folhas em um caderno de

desenhos.

C

D

U

3TRÊS

6. CUBRA OS PONTILHADOS E ESCREVA NAS LINHAS O ALGARISMO E O NÚMERO

POR EXTENSO.

3 3 3 3 3 3

ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10

Atividades 6 a 8

(EF01MA01) Utilizar números

naturais como indicador de

quantidade ou de ordem em

diferentes situações cotidianas

e reconhecer situações em

que os números não indicam

contagem nem ordem, mas

sim código de identificação.

NATHALIA S./ M10

PNA-NUMERACIA

Cada um dos dez algarismos,

incluindo seu traçado e a

quantidade que representa.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Na atividade 6, após o

desenvolvimento da atividade

preparatória com a

tinta guache, conduza os

alunos a identificação do

número e suas características,

relacionando objeto

e quantidade, e acompanhe

o registro da escrita.

Retome as músicas propostas

no acompanhamento

de aprendizagem.

32

3

TRÊS

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Converse com os estudantes acerca do uso e função dos números em situações cotidianas.

Conduza-os a perceber que os números podem ser usados com funções diferentes, tais como,

para representar: quantidade, ordem, medida ou código. Faça perguntas como: Você já percebeu

que as motos, carros, caminhões e ônibus possuem placas? Os números na placa indicam

uma medida? Qual é a função dos números em um podium? No saquinho do feijão: o

que quer dizer a informação 1 kg? Na camiseta do jogador de futebol são colocados números:

o que eles querem representar? Permita a troca de ideias entre os estudantes e fomente reflexões

que promovam aprendizagens significativas.

Solicite para os alunos que pesquisem em jornais, revistas e internet, recortem as imagens

contendo números que indicam: quantidade, código, ordem ou medida.

Durante o desenvolvimento da atividade, circule pela sala observando as trocas de ideias e

estratégias dos estudantes. Auxilie os alunos que apresentarem dificuldades.

36


7. COMPLETE A FIGURA DESENHANDO E PINTANDO 1 (UM) CACHORRO, 2 (DOIS)

GATOS E 3 (TRÊS) CRIANÇAS.

DEPOIS, CONTE PARA UM COLEGA UMA HISTÓRIA SOBRE A SUA PAISAGEM.

RESPOSTA PESSOAL.

8. ENCONTRE DIFERENTES MANEIRAS DE COLOCAR 3 BOLINHAS EM CADA FIGURA.

OBSERVE DOIS EXEMPLOS:

VICTOR B./ M10

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Na atividade 7, após completar

o cenário com as quantidades

e itens solicitados,

instigue os alunos a criarem

uma história coletiva e registre-a

na lousa, especificando

a quantidade dos principais

objetos.

Na atividade 8, mostre ao

aluno que existem várias

alternativas para dispor as

três bolinhas no retângulo.

Para realizar a atividade de

modo mais dinâmico, separe a

turma em grupos, monte cartazes

no formato da atividade

e utilize tampinhas substituindo

as bolinhas, para eles

analisarem todas as possibilidades

e registrá-las.

33

ACOMPANHAMENTO DE APRENDIZAGEM

Para aqueles alunos que estão com dificuldades em registrar quantidades de diferentes maneiras,

incluindo a língua materna, auxilie-os a se expressar em linguagem matemática, expor

suas respostas e sintetizar conclusões. Contar a quantidade de determinados objetos na sala

de aula e anotar no caderno, desenhar e pintar são estratégias para a compreensão das quantidades

associadas aos números.

Sugestão de sites com grande variedade de jogos online: Envolvendo números naturais em

diferentes contextos e situações-problema de nível fácil, médio e difícil. Disponível em:

https://www.escolagames.com.br/jogos/euSeiContar002F

https://www.escolagames.com.br/jogos/aprendaContar/

https://wordwall.net/pt/resource/3308161/contagem

https://www.smartkids.com.br/jogos-educativos/jogo-de-matematica-vamos-contar

Acesso em 28 jul. 2021

37


O O NÚMERO 4 4 (QUATRO) PODE SER SER REPRESENTADO NO NO ÁBACO POR POR 4 4

O NÚMERO 4 (QUATRO) ARGOLAS NA PODE NA ORDEM SER DAS REPRESENTADO DAS UNIDADES (U). NO (U). ÁBACO POR 4

ARGOLAS NA ORDEM DAS UNIDADES (U).

ATIVIDADE

PREPARATÓRIA

Leve o ábaco para a sala

4 4

de aula e represente

os números 1, 2, 3 e 4.

Observe com os alunos o

movimento de acrescentar

uma conta no ábaco

C C D D U U

C D U

QUATRO

(uma unidade) para avançar

de um número a outro

QUATRO

na sequência numérica.

9. 9. CUBRA OS OS PONTILHADOS E E ESCREVA NAS NAS LINHAS O O ALGARISMO E O E O NÚMERO

Peça aos alunos que inventem 9. CUBRA OS PONTILHADOS POR POR EXTENSO. E ESCREVA NAS LINHAS O ALGARISMO E O NÚMERO

uma história, associada àquele POR EXTENSO.

movimento no ábaco, com

base na imagem dos 4 passarinhos

ou das 4 borboletas.

4 4 4 4 4 4 4 4

Atividades 9 e 10

(EF01MA01) Utilizar números

naturais como indicador de

quantidade ou de ordem em

diferentes situações cotidianas

e reconhecer situações em

que os números não indicam

contagem nem ordem, mas

sim código de identificação.

PNA-NUMERACIA

4 4

Cada um dos dez algarismos,

incluindo seu traçado e a

quantidade que representa.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

QUATRO

Na atividade 9, após o QUATRO34

desenvolvimento da atividade

preparatória uti-

34

34

lizando o Ábaco, como

suporte para representar

a quantidade, conduza os PARA AMPLIAR

alunos a identificação do “As linhas da história são preenchidas com diversas descobertas no intuito de dinamizar os

número e suas características

e acompanhe o registro os babilônios utilizavam um ábaco construído em pedra lisa por volta de 2400 a.C., os indícios

estudos matemáticos. O ábaco é considerado uma dessas descobertas, existem relatos que

da escrita. Retome a história do uso do ábaco na Índia, Mesopotâmia, Grécia e Egito são contundentes. O seu surgimento

do livro: “Um amor de confusão.”

Na Idade Média o ábaco era usado pelos romanos para a realização de cálculos. A utilização do

está ligado ao desenvolvimento dos conceitos de contagem.

instrumento por parte dos chineses e japoneses foi de grande importância para o seu desenvolvimento

e aperfeiçoamento.”

Leia o texto na íntegra disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/historiag/abaco.htm

Acesso em 28 jul. 2021

NATHALIA S./ M10

NATHALIA S./ M10

NATHALIA S./ M10

ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10

ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10

ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10

38


DORA ZETT/ SHUTTERSTOCK.COM

SEREGRAFF/ SHUTTERSTOCK.COM

10. LIGUE AS FIGURAS ABAIXO AO NÚMERO QUE REPRESENTA A QUANTIDADE DE

BICHINHOS MOSTRADA NELAS.

3

IRIN-K/ SHUTTERSTOCK.COM

BUTTERFLY HUNTER/ SHUTTERSTOCK.COM

SONSEDSKA YULIIA/ SHUTTERSTOCK.COM

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Na atividade 10, solicite que

os estudantes façam primeiro

a contagem de cada grupo de

animais, relacione a quantidade

de objetos aos números

e pergunte aos estudantes:

Quantos existem em cada

coleção?

Quais números correspondem

a cada uma dessas quantidades?

Depois, faça as correspondências

aos números, ligando

cada grupo ao número correspondente.

4

ERIC ISSELEE/ SHUTTERSTOCK.COM

35

APOIO PEDAGÓGICO

Os alunos precisam de atividades coletivas e interação em grupo para apropriar significados

sociais, com o objetivo de relacionar conhecimentos matemáticos com o movimento corporal,

por meio de brincadeiras, estimulando e motivando a criança a aprender. Várias brincadeiras

que contribuirão, por exemplo:

Amarelinha – Construir uma amarelinha no chão com a sequência dos números; acrescente

desenhos que representam as quantidades em cada quadradinho e ensine os alunos as regras

do pular amarelinha;

Pular corda – Ao pular corda, o aluno deverá contar na sequência correta e averiguar quem

pulou mais sem parar.

Esconde-esconde – O aluno desenvolverá também a sequência de contagem enquanto os

colegas se escondam.

Todas as brincadeiras são essenciais para o desenvolvimento motor, cognitivo e social.

39


O NÚMERO 5 (CINCO) PODE SER REPRESENTADO NO ÁBACO POR 5 ARGOLAS

NA ORDEM DAS UNIDADES (U).

ATIVIDADE

PREPARATÓRIA

Faça cartões com os números

de 1 a 5 e outros cinco cartões

com imagens representando

essas respectivas quantidades.

Organize os alunos em duplas,

entregue os cartões e peça

para eles encontrarem seus

respectivos pares, como no

jogo da memória.

Atividades 11 a 13

(EF01MA01) Utilizar números

naturais como indicador de

quantidade ou de ordem em

diferentes situações cotidianas

e reconhecer situações em

que os números não indicam

contagem nem ordem, mas

sim código de identificação.

PNA-NUMERACIA

Cada um dos dez algarismos,

incluindo seu traçado e a

quantidade que representa.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Na atividade 11, após o

desenvolvimento da ATIVI-

DADE

PREPARATÓRIA utilizando

o jogo da memória, como

suporte para representar

a quantidade, conduza os

alunos a identificação do

número e suas características.

Acompanhe o registro

da escrita.

5

C D U

CINCO

11. CUBRA OS PONTILHADOS E ESCREVA NAS LINHAS O ALGARISMO E O NÚMERO

POR EXTENSO.

NATHALIA S./ M10

36

5

CINCO

5 5 5 5 5 5

PARA AMPLIAR

“É sabido, por exemplo, que o conhecimento matemático não se constitui num conjunto de fatos

a serem memorizados; que aprender números é mais do que contar, muito embora a contagem

seja importante para a compreensão do conceito de número; que as ideias matemáticas que as

crianças aprendem [...] serão de grande importância em toda a sua vida escolar e cotidiana.” (p.9)

Brincadeiras infantis nas aulas de Matemática. Coleção Matemática de 0 a 6. Volume 1.

De SMOLE, Kátia Stocco; DINIZ, Maria Ignez; CÂNDIDO, Patrícia – Editora Penso.

WHITE SPACE ILLUSTRATIONS/SHUTTERSTOCK

ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10

40


12. CONTE AS FRUTAS E COMPLETE ESCREVENDO O NÚMERO CORRESPONDENTE.

OBSERVE O EXEMPLO:

QUANTIDADE DE FRUTAS NÚMERO POR EXTENSO

5 CINCO

3 TRÊS

4 QUATRO

3 TRÊS

5 CINCO

NATHALIA S./ M10

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Podemos introduzir a atividade

12, como atividade

de contagem de uma coleção

de frutas, de modo que

o aluno possa interagir com

os pares, separando por tipos

e construindo uma tabela

informando a quantidade de

cada tipo de fruta.

Na atividade 13, solicite aos

estudantes que primeiro contem

quantas pessoas há em

cada veículo e, em seguida,

circulem o número que

representa cada quantidade.

Lembre-se de dizer aos alunos

que é necessário incluir

o motorista na contagem.

13. CIRCULE O NÚMERO QUE CORRESPONDE A QUANTIDADE DE PESSOAS QUE ESTÃO

DENTRO DE CADA ÔNIBUS.

A)

1 2 3 4 5

VICTOR B./ M10

37

41


B)

VICTOR B./ M10

1 2 3 4 5

C) DESENHE AQUI UMA PLACA PARA ESSE ÔNIBUS COM 3 LETRAS E 4

ALGARISMOS. RESPOSTA PESSOAL.

D) ASSINALE COM UM X O QUE INDICAM OS NÚMEROS NAS PLACAS DOS

AUTOMÓVEIS:

QUANTIDADE

ORDEM

X CÓDIGO

MEDIDA

38

42


O ZERO

A CAIXA DE OVOS ESTÁ VAZIA. ENTÃO, DIZEMOS QUE NELA HÁ ZERO (0)

OVOS. A PEÇA DE DOMINÓ NÃO TEM PONTINHOS. ISSO INDICA QUE O NÚMERO

EM SUAS DUAS CASAS TAMBÉM É ZERO.

ÁBACO

C

D

U

ZERO0

14. CUBRA OS PONTILHADOS E ESCREVA NAS LINHAS O ALGARISMO E O NÚMERO

POR EXTENSO.

0 0 0 0 0 0

PIYASET/ SHUTTERSTOCK.COM

ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10

ATIVIDADE

PREPARATÓRIA

Utilize uma caixa de ovos e

use bolinhas de papel para

preencher os espaços.

Retire cada bolinha, uma a

uma, até ficar sem nenhuma.

Poderá fazer essa mesma dinâmica

com o ábaco ou as peças

de dominó.

Estimule questionando os alunos

sobre a ausência de bolinhas

(a ausência de quantidade

é indicada pelo zero – 0).

Atividade 14

(EF01MA01) Utilizar números

naturais como indicador de

quantidade ou de ordem em

diferentes situações cotidianas

e reconhecer situações em

que os números não indicam

contagem nem ordem, mas

sim código de identificação.

0

ZERO

APOIO PEDAGÓGICO

Comente com os estudantes: o zero muitas vezes passa despercebido pela maioria das pessoas.

Quem se importaria em anotar que voltou da feira com zero laranjas? O símbolo “0” e o

nome zero estão relacionados com a ideia de nenhum, nulo; com a ausência de quantidade.

39

PNA-NUMERACIA

Cada um dos dez algarismos,

incluindo seu traçado e a

quantidade que representa.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Na atividade 14, após o

desenvolvimento da atividade

preparatória com a

caixa de ovos, ábaco e as

peças de dominó, conduza

os alunos a identificação do

número e suas características,

relacionando objeto

e quantidade, e acompanhe

o registro da escrita.

Retome as músicas propostas

no acompanhamento

de aprendizagem.

43


15. LIGUE CADA CAIXA DE OVOS ÀS RESPECTIVAS QUANTIDADES:

Atividade 15

(EF01MA01) Utilizar números

naturais como indicador de

quantidade ou de ordem em

diferentes situações cotidianas

e reconhecer situações em

que os números não indicam

contagem nem ordem, mas

sim código de identificação.

PNA-NUMERACIA

Cada um dos dez algarismos,

incluindo seu traçado e a

quantidade que representa.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Na atividade 15, use a estratégia

de contagem de cada

grupo de ovos e, em seguida,

o aluno ligará cada caixa com

essa quantidade ao número

correspondente. Ao finalizar

essas atividades, utilize

um dado para que os alunos

reconheçam em cada

face o número representado

pela quantidade de bolinhas/

pontos. Questione-os sobre a

face com 6 bolinhas/pontos:

Conhecem esse número?

Como se escreve?

Como as crianças devem ter

por volta de 5 ou 6 anos, avalie

esse conhecimento previamente

(pergunte se já viram,

por exemplo, uma vela de aniversário

com o formato do 6).

ILUSTRAÇÕES: VICTOR B./ M10

40

0

1

2

3

4

5

FUNDAMENTO PEDAGÓGICO

Utilizar os dedos como um recurso de ensino-aprendizagem na Matemática, implica a descoberta

e a investigação da criança, usando o próprio corpo, conhecendo quantidades até

o número 5 com uma mão, até a quantidade de 10 com as duas mãos, partindo para outras

estratégias para dar continuidade na contagem.

Muito provavelmente, as habilidades aritméticas se desenvolvem a partir de intuições conceituais

primitivas que permitem a descoberta de procedimentos de cálculo, como a contagem nos dedos

e verbal. A prática com esses procedimentos permite, por sua vez, que a criança adquira os fatos

aritméticos e intua novos conceitos, tais como a decomposição, a partir dos quais se desenvolvem

novos procedimentos, etc.

44


CONTANDO DE 6 A 9

A ESCOLA EM QUE ISADORA ESTUDA FORMOU UMA BANDA COM VÁRIOS

INSTRUMENTOS MUSICAIS. ALGUNS DELES SÃO FEITOS DE SUCATA.

AS TURMAS DE 1 O (PRIMEIRO) ANO VÃO PARTICIPAR DA BANDA.

VICTOR B./ M10

TAMBOR RECO-RECO PRATOS FLAUTA TRIÂNGULO

VAMOS PENSAR JUNTOS

VICTOR B./ M10

RESPOSTA

• VOCÊ JÁ VIU ALGUM INSTRUMENTO MUSICAL FEITO DE SUCATA? PESSOAL.

• QUANDO APROVEITAMOS SUCATAS PARA CRIAR NOVOS OBJETOS, VOCÊ

CONCORDA QUE AJUDAMOS O MEIO AMBIENTE? RESPOSTA PESSOAL.

• QUANTAS FLAUTAS HÁ NA BANDA DE ISADORA? 9 FLAUTAS.

VICTOR B./ M10

VICTOR B./ M10

VICTOR B./ M10

VICTOR B./ M10

ATIVIDADE

PREPARATÓRIA

Proponha aos alunos que

façam instrumentos musicais

usando material de sucata

(lata de leite em pó, cano de

PVC, garrafa PET etc.).

Conclua essa atividade formando

uma banda com a

classe.

Classifique os instrumentos

por forma, cor, tamanho etc.

Na seção Vamos pensar

juntos, os estudantes deverão

comparar dois grupos

de instrumentos musicais

utilizando o método da

correspondência, identificando

o grupo com mais,

menos ou o mesmo número.

Use as expressões “mais do

que”, “menos do que” ou “igual”

ao comparar as quantidades

nos grupos de objetos e

associá-las aos números, até

concluir com a contagem

da quantidade de flautas da

banda.

41

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Peça para os alunos se dividirem em grupos de 4 integrantes. Solicite que os grupos se organizem

em sequência de “quem” joga depois de “quem” antes das jogadas começarem. Para

iniciar o jogo o primeiro jogador deve colocar, um dois ou três dedos, em seguida os outros

jogadores deverão fazer o mesmo e todos devem ir agregando essas quantidades com a intenção

de alcançar a soma 10; assim, o colega que fechar a soma vence, iniciando outra rodada.

Acompanhe as jogadas dos alunos circulando e observando as estratégias aplicadas entre

eles sem fazer interferências, porém faça anotações de situações de vitórias, acertos e erros

para o momento da discussão. Após as rodadas serem concluídas proponha que se coloque

em um grande círculo para fazerem suas observações e contarem como se desenvolveram

as jogadas e as estratégias.

45


O NÚMERO 6 (SEIS) PODE SER REPRESENTADO NO ÁBACO POR 6 ARGOLAS

NA ORDEM DAS UNIDADES (U).

ATIVIDADE

PREPARATÓRIA

Traga para a sala de aula um

jogo de dominó e, inicialmente,

explore com os alunos

as peças, observando

as representações do 0 ao

6. Depois, ensine-os a jogar.

C

D

U

SEIS6

ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10

Atividades 1 a 3

((EF01MA01) Utilizar números

naturais como indicador de

quantidade ou de ordem em

diferentes situações cotidianas

e reconhecer situações em

que os números não indicam

contagem nem ordem, mas

sim código de identificação.

PNA-NUMERACIA

Cada um dos dez algarismos,

incluindo seu traçado e a

quantidade que representa.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Na atividade 1, após o

desenvolvimento da ATIVI-

DADE

PREPARATÓRIA utilizando

o jogo de dominó, como

suporte para representar

as quantidades, proponha

para os alunos a identificação

do número, suas características

e acompanhe o

registro da escrita.

Na atividade 2, separe grupos

de objetos na sequência:

5 objetos, 4 objetos, 3 objetos

etc., para questioná-los quantos

faltam para completar 6.

Acrescente conforme a resposta

deles e confira com a

contagem coletiva em cada

grupo de objetos; logo eles

farão a atividade propostas

com os desenhos.

1. CUBRA OS PONTILHADOS E ESCREVA NAS LINHAS O ALGARISMO E O NÚMERO

POR EXTENSO.

6 6 6 6 6 6

6

ARTE/ M10

2. DESENHE OS ELEMENTOS QUE FALTAM PARA COMPLETAR 6.

42

A)

B)

SEIS

ACOMPANHAMENTO DE APRENDIZAGEM

Por meio dessa atividade prática que proporcionará oportunidades para aqueles alunos que

apresentarem dificuldades na contagem, quantidade ou ordem da sequência dos números

de 0 a 10, investiguem os processos para contar utilizando pareamento e outros agrupamentos,

com brincadeiras e em situações do cotidiano.

Divida a classe em 2 grupos e entregue para os alunos fichas numeradas de 0 a 10. Separe 11

cadeiras, para fazer a dança das cadeiras. Coloque uma música e peça para os alunos se movimentarem

em torno das cadeiras. Quando a música parar, eles devem sentar-se nas cadeiras

de modo que a sequência numérica fique em ordem crescente.

NATHALIA S./ M10

46


O NÚMERO 7 (SETE) PODE SER REPRESENTADO NO ÁBACO POR 7 ARGOLAS

NA ORDEM DAS UNIDADES (U).

EMIEL DE LANGE/SHUTTERSTOCK

C

D

U

7SETE

3. CUBRA OS PONTILHADOS E ESCREVA NAS LINHAS O ALGARISMO E O NÚMERO

POR EXTENSO.

ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10

ORIENTAÇÃO DIDÁTICA

Na atividade 3, corte quadradinhos

em papel colorido e

escreva os números de 0 a 7

em cada quadradinho.

Peça para que todos os alunos

embaralhem, troquem os seus

números com seus amigos e

colem no caderno a sequência

numérica na ordem crescente.

Depois, como suporte para

representar as quantidades,

proponha para aos alunos a

identificação do número, suas

características e acompanhe

o registro da escrita.

ARTE/ M10

7

7 7 7 7 7

7

SETE

43

APOIO PEDAGÓGICO

Embora o sistema monetário brasileiro seja abordado neste volume em unidades posteriores,

traga, se julgar conveniente, algumas moedas de 1 real e as cédulas de 2, 5 e 10 reais de brinquedo

para que os alunos manipulem e associem com os números de 1 a 10, realizando contagens.

Trabalhe, por exemplo, as equivalências, trocando uma cédula de 10 por 10 moedas de 1 real

ou 5 cédulas de 2 reais, decompondo os números.

47


4. LIGUE AS QUANTIDADES DE BRINQUEDOS AOS NÚMEROS CORRESPONDENTES.

Atividades 4 a 6

(EF01MA01) Utilizar números

naturais como indicador de

quantidade ou de ordem em

diferentes situações cotidianas

e reconhecer situações em

que os números não indicam

contagem nem ordem, mas

sim código de identificação.

NATHALIA S./ M10

NATHALIA S./ M10

PNA-NUMERACIA

Cada um dos dez algarismos,

incluindo seu traçado e a

quantidade que representa.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Na atividade 4, solicite que

os estudantes contém cada

grupo de objetos, façam anotações

no caderno e, em

seguida, liguem o grupo de

objetos aos números correspondentes.

Utilizando o ábaco,

o estudante poderá comparar

quantidades e fazer contagens.

Ao relacionar objetos

e quantidades, pergunte aos

estudantes:

Quantos objetos existem em

cada coleção?

Qual é o número correspondente

a essa quantidade de

objetos?

NATHALIA S./ M10

NATHALIA S./ M10

NATHALIA S./ M10

NATHALIA S./ M10

44

6

7

PARA AMPLIAR

“No entanto, as autoras salientam que a aquisição do conceito de número é um processo demorado.

Mesmo as crianças já sabendo a série numérica desde pequenas – conhecimento este adquirido

no núcleo familiar – nem sempre elas são capazes de utilizar este conhecimento para contar.

Cabe a escola o papel de transformar esses conhecimentos numéricos intuitivos em conceitos operatórios.

Uma das formas de se construir o conceito de número é através da recontagem e medição,

sendo que essas atividades surgem através da imitação de outras pessoas ou do ensino explícito.

Segundo as autoras, o contar e o conceito de número são desenvolvidos de forma gradual e espiralada,

sendo que este desenvolvimento vai se tornando mais complexo, o que provoca uma compreensão

maior do número.”

Michelle Francisco de Azevedo e Renata Cristina Geromel Meneghetti, Materiais didáticos

manipuláveis e a resolução de problemas no ensino do número. Dissertação de Mestrado

em Educação Matemática na Contemporaneidade: desafios e possibilidades. p. 3.

48


O NÚMERO 8 (OITO) PODE SER REPRESENTADO NO ÁBACO POR 8 ARGOLAS

NA ORDEM DAS UNIDADES (U).

5. CUBRA OS PONTILHADOS E ESCREVA NAS LINHAS O ALGARISMO E O NÚMERO

POR EXTENSO.

8 8 8 8 8 8

ARTE/ M10

C

8

OITO

D

6. LIGUE O NÚMERO 8 AOS CONJUNTOS QUE TÊM 8 ELEMENTOS.

U

OITO8

ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10

ORIENTAÇÃO DIDÁTICA

Questione os estudantes

sobre a relação do polvo com

o número 8: verifique se eles

associaram ao número de

tentáculos.

Na atividade 5, após o desenvolvimento

da atividade sobre

os tentáculos do polvo, conduza

os alunos a identificação

do número e suas características,

relacionando objeto e

quantidade, e acompanhe o

registro da escrita.

Na atividade 6, solicite

que os estudantes contem

cada grupo de objetos,

façam anotações no

caderno e, em seguida, liguem

cada grupo de objetos ao

número correspondente.

Pergunte:

Quantos grupos não foram

ligados ao número 8?

Havia mais de oito elementos

ou menos de oito elementos

nesses grupos?

8

VICTOR B./ M10

45

FUNDAMENTO PEDAGÓGICO

É também o letramento matemático que assegura aos alunos reconhecer que os conhecimentos

matemáticos são fundamentais para a compreensão e a atuação no mundo e perceber o caráter

de jogo intelectual da matemática, como aspecto que favorece o desenvolvimento do raciocínio

lógico e crítico, estimula a investigação e pode ser prazeroso (fruição).

BNCC – BRASIL, p. 266

49


O NÚMERO 9 (NOVE) PODE SER REPRESENTADO NO ÁBACO POR 9 ARGOLAS

NA ORDEM DAS UNIDADES (U).

ATIVIDADE

PREPARATÓRIA

Utilizando os dedos das mãos,

o estudante poderá comparar

quantidades e fazer contagens.

Sugira que os alunos, em

duplas, representem um

número cada um, com os

dedos, e comparem:

Quem pôs o maior número

de dedos?

Quem pôs o menor?

Ao relacionar grupos de objetos

com 9 unidades, pergunte

aos estudantes:

Quantos objetos existem em

cada coleção?

Qual é o número correspondente

à quantidade de cada

objeto?

Atividades 7 a 9

(EF01MA01) Utilizar números

naturais como indicador de

quantidade ou de ordem em

diferentes situações cotidianas

e reconhecer situações em

que os números não indicam

contagem nem ordem, mas

sim código de identificação.

PNA-NUMERACIA

Cada um dos dez algarismos,

incluindo seu traçado e a

quantidade que representa.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Após as atividades 7 e 8,

faça um ditado de números,

usando os dedos das mãos.

Peça aos alunos para ficarem

com as mãos sobre a cabeça,

quando o professor falar o

número, os alunos devem

representá-lo com os dedos

das mãos. Aproveite essa atividade

e questione-os sobre

o número 10, avaliando seu

conhecimento prévio.

7. CUBRA OS PONTILHADOS E ESCREVA NAS LINHAS O ALGARISMO E O NÚMERO

POR EXTENSO.

ARTE/ M10

9

NOVE

8. CIRCULE 9 BORBOLETAS.

46

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

RUTH BLACK/SHUTTERSTOCK

C

D

9NOVE

9 9 9 9 9 9

JOGO

Contagem de grãos

Materiais necessários: dois potes plásticos, um punhado de grãos e um dado.

A atividade consiste em pedir para a criança jogar o dado e ver que número caiu. A criança olha

para o dado e fala qual foi o número que tirou, usando os dedos para contar quantas bolinhas

tinha na face do dado voltada para cima. Em seguida, a criança precisa pegar, em um pote, a

mesma quantidade de grãos que ela tirou no dado. Os grãos coletados devem ser transferidos

para o pote vazio. A brincadeira pode ser simplesmente a de transferir os grãos de um pote

para ou outro até acabar. Mas se tiver mais de uma criança, pode virar um jogo de sorte, em

que ganha quem terminar com o pote mais cheio (os jogadores se revezam e vão enchendo

o pote dependendo do número que tiram no dado a cada rodada).

U

NATHALIA S./ M10

ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10

50


O DEZ

ARTE/ M10

PODEMOS REPRESENTAR O NÚMERO 10 (DEZ) NO ÁBACO COM UMA

ARGOLA NA ORDEM DAS DEZENAS (D).

VOCÊ CONHECE O MATERIAL DOURADO? CADA CUBINHO REPRESENTA

UMA UNIDADE.

A BARRA DO MATERIAL DOURADO TEM 10 CUBOS. A BARRA

DO MATERIAL DOURADO REPRESENTA UMA DEZENA OU DEZ UNIDADES.

10

D U

DEZ

9. CUBRA OS PONTILHADOS E ESCREVA NAS LINHAS OS ALGARISMOS E O NÚMERO

POR EXTENSO.

10 10 10 10 10

10

DEZ

47

ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10

ATIVIDADE

PREPARATÓRIA

Chame a atenção dos alunos

para a representação do 10 no

ábaco e associe a escrita com

algarismos: zero (0) conta no

pino das unidades e uma (1)

conta no pino das dezenas. A

dezena como um novo agrupamento

ou uma nova ordem

decimal será apresentada mais

adiante, de modo que não é

preciso insistir nesse conceito

agora. Apenas associe o pino

vazio e o 0 na escrita com o

algarismo.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Na atividade 9, após o

desenvolvimento da atividade

preparatória com o

ábaco, conduza os alunos a

identificação do número e

suas características, relacionando

objeto e quantidade,

e acompanhe o registro da

escrita.

APOIO PEDAGÓGICO

Leve o Material Dourado para a sala e apresente o cubinho (unidade) e a barrinha (dezena).

Represente alguns números até 10 com o Material Dourado e peça que os alunos identifiquem

o número representado. Depois, fale alguns números de 0 a 10 e peça que os alunos os representem

com as peças do Material Dourado.

Traga cartelas com números de 0 a 10 em cada uma dispostos de maneira desordenada. Entregue

feijões aos alunos e faça um bingo de números.

Monte um cartaz com os números de 0 a 10 para deixar exposto na sala. Peça que registrem

no caderno os números de 0 a 10 e que escrevam os nomes por extenso.

51


10. CONTE OS DEDOS LEVANTADOS DAS MÃOS E LIGUE-AS AO NÚMERO

CORRESPONDENTE.

Atividades 10 a 12

(EF01MA02) Contar de

maneira exata ou aproximada,

utilizando diferentes estratégias

como o pareamento e

outros agrupamentos.

(EF01MA04) Contar a quantidade

de objetos de coleções

até 100 unidades e apresentar

o resultado por registros verbais

e simbólicos, em situações

de seu interesse, como

jogos, brincadeiras, materiais

da sala de aula, entre outros.

PNA-NUMERACIA

Cada um dos dez algarismos,

incluindo seu traçado e a

quantidade que representa.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Antes da realização das atividades

10 e 11, separe a turma

em duplas e brinquem de

2 ou 1.

Faça um de cada vez, ou seja,

quando um colocar a quantidade

nas mãos, o outro dirá

qual o número representado.

Depois, troque a regra,

dizendo que será de 0 a 10,

em vez de 2 ou 1.

Nas atividades 10 e 11, leve

os alunos a perceber que

temos uma contagem de uma

sequência de objetos de 0 a

10. É importante observar se

os alunos:

1. Contam de 0 a 10.

2. Reconhecem e leem

números de 0 a 10.

3. Associam um número

à quantidade correspondente

de itens.

4. Lembram-se da sequência

de números de 0 a 10.

11. CONTE QUANTAS FRUTAS HÁ EM CADA FILEIRA E ESCREVA O NÚMERO

CORRESPONDENTE.

0

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

48

0

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10

FRUTAS: NATHALIA S./ M10

52


12. OBSERVE A IMAGEM:

ORIENTAÇÃO DIDÁTICA

Na atividade 12, conduza o

aluno a observar com atenção

a imagem e fazer a contagem

dos elementos, anotando

com cuidado.

Ao analisarem a imagem,

questione sobre os objetos

existentes e as suas quantidades.

Pergunte:

Há alguma bicicleta na imagem?

Induza a representação correspondente:

0 bicicleta.

VICTOR B./ M10

ESCREVA, COM ALGARISMOS E POR EXTENSO, A QUANTIDADE DE LIVROS,

BONECAS, BOLAS, CADEIRAS E SOFÁS QUE VOCÊ VÊ NA IMAGEM.

LIVRO

SEIS

6

BONECA

3

TRÊS

BOLA

2

DOIS

ILUSTRAÇÕES: VICTOR B./ M10

4

1

CADEIRA

QUATRO

SOFÁ

UM

49

ACOMPANHAMENTO DE APRENDIZAGEM

Para atender possíveis dificuldades individuais dos alunos, mas também para intervenções

coletivas de dificuldades apresentadas por vários alunos, após aprender os números de 1 a 10,

considere que as crianças começam a contar a partir dos 2 ou 3 anos de idade e melhoram

essa habilidade com a idade. Estes jogos on-line para aprender a contar podem ser adequados

para crianças por volta dos 6 anos de idade, quando elas já devem saber o significado e a

utilidade de contar com números.

Sugestão de site com grandes variedades de jogos online. Disponível em: https://www.coquinhos.com/tag/jogos-de-contar/

Acesso em 01 agosto. 2021

53


ATIVIDADE

PREPARATÓRIA

Decorem uma caixa para

guardar uma coleção: o aluno

poderá colecionar bolinhas de

gude, botões, tampinhas etc.

Solicite diversas coleções

ao longo do bimestre; ao

final, eles devem trazer os

itens colecionados, realizando

uma exposição.

Construa um gráfico de colunas

na sala de aula e explique

que o preenchimento das

colunas conforme as quantidades

é feito de baixo para cima.

Preencha o gráfico de acordo

com os itens colecionados.

Observe a imagem da atividade

proposta e responda aos

questionamentos da seção

Vamos pensar juntos. Em

seguida, retome a escrita por

extenso dos números de 0 a

20 e registre no caderno.

CONTANDO DE 11 A 20

COLECIONAR PODE SER MUITO LEGAL!

PODEMOS FAZER COLEÇÕES DE SELOS, DE BOLINHAS DE GUDE, DE

FIGURINHAS E DE MUITAS OUTRAS COISAS.

WILLIAM TEM UMA COLEÇÃO DE CARRINHOS.

O ÚLTIMO CARRINHO DA PRATELEIRA É O DE NÚMERO 19 (DEZENOVE).

HOJE ELE GANHOU MAIS 1 CARRINHO.

1

UM

6

SEIS

11

ONZE

16

DEZESSEIS

2

DOIS

7

SETE

12

DOZE

17

DEZESSETE

3

TRÊS

8

OITO

13

TREZE

18

DEZOITO

4

QUATRO

9

NOVE

14

QUATORZE

19

DEZENOVE

?

5

CINCO

10

DEZ

15

QUINZE

VICTOR B./ M10

VAMOS PENSAR JUNTOS

• O QUE VOCÊ GOSTARIA DE COLECIONAR? RESPOSTA PESSOAL.

• ALGUÉM QUE VOCÊ CONHECE TEM UMA COLEÇÃO? RESPOSTA PESSOAL.

• OBSERVE A COLEÇÃO DE WILLIAM: QUE NÚMERO DEVERÍAMOS ESCREVER

EMBAIXO DO CARRINHO QUE ELE GANHOU? 20 (VINTE).

50

FUNDAMENTO PEDAGÓGICO

É possível notar a presença dos números em diversos momentos e situações do nosso cotidiano.

Os números podem ser encontrados como indicadores de quantidade, ordem ou ser

usados em outras situações. Apresentaremos os números como um recurso para a contagem,

enfatizando o nome e a escrita de cada numeral.

Muitas habilidades de numeracia emergem simultaneamente com as habilidades de literacia,

abrindo caminho para competências matemáticas mais complexas que se instalarão depois

mediante instrução formal. A numeracia não se limita à habilidade de usar números para contar,

mas se refere antes à habilidade de usar a compreensão e as habilidades matemáticas para

solucionar problemas e encontrar respostas para as demandas da vida cotidiana.

A PNA recomenda que as práticas de numeracia e o ensino de habilidades de matemática

básica tenham por fundamento as ciências cognitivas.

PNA – BRASIL, 2019, p. 24

54


1. FAÇA A CONTAGEM DO NÚMERO DE OBJETOS NA FIGURA ABAIXO E PINTE OS

RETÂNGULOS DE ACORDO COM A LEGENDA.

MAT_V1_U1_C2I117

OBSERVANDO AS COLUNAS QUE VOCÊ PINTOU, RESPONDA:

A) QUANTOS GUARDA-SÓIS FECHADOS VOCÊ CONTOU? 5

B) QUANTOS BALDINHOS HÁ NESSA PRAIA? 6

C) QUANTOS BARCOS APARECEM NA ILUSTRAÇÃO? 3

D) QUANTOS GUARDA-SÓIS ABERTOS VOCÊ CONTOU? 4

E) QUANTAS PÁS HÁ NESSA PRAIA? 10

F) QUAL OBJETO HÁ EM MAIOR QUANTIDADE? PÁS.

G) QUANTAS LATAS DE LIXO HÁ NESSA PRAIA? 0 (ZERO) LATAS DE LIXO

FUNDAMENTO PEDAGÓGICO

QUANTIDADES NA ILUSTRAÇÃO

Os gráficos de colunas serão formalmente apresentados nas próximas páginas. Queremos

introduzir esse tipo de representação de dados numéricos, além de avaliar os conhecimentos

prévios dos alunos.

Merece destaque o uso de tecnologias – como calculadoras, para avaliar e comparar resultados,

e planilhas eletrônicas, que ajudam na construção de gráficos e nos cálculos das medidas

de tendência central. A consulta a páginas de institutos de pesquisa – como a do Instituto

Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – pode oferecer contextos potencialmente ricos não

apenas para aprender conceitos e procedimentos estatísticos, mas também para utilizá-los

com o intuito de compreender a realidade.

BNCC – BRASIL, p. 274

51

NATHALIA S./ M10

Atividade 1

(EF01MA02) Contar de

maneira exata ou aproximada,

utilizando diferentes estratégias

como o pareamento e

outros Agrupamentos.

(EF01MA03) Estimar e comparar

quantidades de objetos

de dois conjuntos (em

torno de 20 elementos), por

estimativa e/ou por correspondência

(um a um, dois a

dois) para indicar “tem mais”,

“tem menos” ou “tem a mesma

quantidade”.

(EF01MA04) Contar a quantidade

de objetos de coleções

até 100 unidades e apresentar

o resultado por registros verbais

e simbólicos, em situações

de seu interesse, como

jogos, brincadeiras, materiais

da sala de aula, entre outros.

(EF01MA21) Ler dados expressos

em tabelas e em gráficos

de colunas simples.

PNA-NUMERACIA

Contagem de números até

100 (cem).

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Antes de iniciar a atividade 1,

solicite que os alunos, observando

a imagem da atividade,

estimem a quantidade de baldinhos,

barcos etc. sem contar

um a um. Questione-os:

Qual a maior quantidade de

objetos: baldinhos, barcos etc.?

A seguir, o estudante deve

observar atentamente a imagem

da atividade, fazer a contagem

e anotar. Quando terminar

essa contagem, ele deve

pintar a coluna do gráfico de

acordo com os números e a

quantidade de objetos. Explique

as razões para a correspondência

entre o gráfico e

as imagens.

55


Atividades 2 a 5

(EF01MA02) Contar de

maneira exata ou aproximada,

utilizando diferentes estratégias

como o pareamento e

outros Agrupamentos.

(EF01MA03) Estimar e comparar

quantidades de objetos de

dois conjuntos (em torno de

20 elementos), por estimativa

e/ou por correspondência (um

a um, dois a dois) para indicar

“tem mais”, “tem menos” ou

“tem a mesma quantidade”.

(EF01MA04) Contar a quantidade

de objetos de coleções

até 100 unidades e apresentar

o resultado por registros verbais

e simbólicos, em situações

de seu interesse, como

jogos, brincadeiras, materiais

da sala de aula, entre outros.

PNA-NUMERACIA

Contagem de números até

100 (cem).

2. CONTE QUANTOS PONTOS PRETOS HÁ NO TOTAL EM CADA IMAGEM E ESCREVA

COM ALGARISMOS E POR EXTENSO.

A) B)

13 (TREZE) 20 (VINTE)

3. LÉO TEM UMA COLEÇÃO DE TINTAS E, HOJE, RESOLVEU ORGANIZÁ-LA EM

SEQUÊNCIA.

ALGUNS POTINHOS NÃO ESTÃO NUMERADOS. AJUDE LÉO A NUMERÁ-LOS.

0

1

COMPLETE:

4 7

10 14 18 20

A) O CAVALO ESTÁ EM CIMA DO POTE DE NÚMERO 3 .

ARTE/ M10

VICTOR B./ M10

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Na atividade 2, proponha

aos alunos um momento para

o jogo de dominó, como já

foram apresentadas as regras

anteriormente. Depois, distribua

3 peças aleatoriamente

para os alunos, solicite contarem

as bolinhas totais das

peças e exponha para a turma,

logo poderão fazer a atividade

proposta.

Na atividade 3, pergunte:

Qual número está mais próximo

do avião?

O 4 está localizado entre quais

números? Que objeto está

mais longe do número 20?

Sugestão para conclusão: faça

um cartaz de 0 a 20 e o exponha

na sala.

52

B) A BONECA ESTÁ EM CIMA DOS POTES DE NÚMEROS 16 E 17 .

C) OS NÚMEROS 6 , 7 E 8 ESTÃO ENTRE O

AVIÃO E A CONCHA.

D) OS NÚMEROS DOS POTES AMARELOS SÃO: 5 , 13

E 18 .

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Monte um jogo de tabuleiro com casas numeradas de 1 a 20; utilize um saquinho, em que

haverá a sequência do jogo. Ex.: Vá para a casa 6, volte uma casa, responda ao desafio (pode

ser uma adição simples) etc. O aluno que chegar ao final ganhará.

Crie uma lista de chamada do número 1 ao 20. O professor chamará o número associado a um

aluno, ele deverá anotar o seu número. O professor chamará quatro números: 5, 10, 15 e 20, por

exemplo, e colocará os alunos em fila com seus números em ordem crescente, perguntando:

que número está na frente? Que número está atrás? etc. Mude a posição para lado a lado e

pergunte: quem está mais próximo do número 15?

Uma atividade complementar a ser trabalhada com os estudantes é posicionar objetos numerados

em lugares variados e perguntar – tendo em vista descobrir o número do objeto por

meio de sua localização –, por exemplo: qual é o número do objeto que está mais próximo

da porta da sala de aula?

56


4. OBSERVE A IMAGEM.

AGORA CIRCULE:

A) O NÚMERO MAIS PRÓXIMO DO : 4 0

B) O NÚMERO MAIS PRÓXIMO DA : 10 14

C) O NÚMERO MAIS DISTANTE DA : 0 20

5. COMPLETE A SEQUÊNCIA COM OS NÚMEROS QUE ESTÃO FALTANDO.

A)

B)

C)

0

1 4 7

10 14 18 20

11, 12, 13 , 14, 15 , 16, 17 , 18, 19 , 20.

11, 12 , 13 , 14 , 15, 16 , 17 , 18 , 19.

VICTOR B./ M10

VICTOR B./ M10

VICTOR B./ M10

ILUSTRAÇÕES:VICTOR B./ M10

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Na atividade 4, pergunte aos

estudantes se sabem contar

até 20. Peça que eles escrevam

os números de 1 a 20 na

imagem, mas oriente-os na

escrita durante a atividade.

Em equipes, brinquem de

boliche. Os alunos deverão

anotar a quantidade de pontos

nas jogadas e adicionar

para obter o resultado por

contagem até 20.

Na atividade 5, verifique se os

alunos conhecem a sequência

numérica a partir de qualquer

número (sem iniciar do 1), ou

seja, se conhecem a sequência

numérica a partir de um

número sem recorrer ao início.

Chame a atenção para a

leitura dos números 16 (dez-e-

-seis), 17 (dez-e-sete), 18 (dez-

-e-oito) e assim por diante.

D)

5, 6, 7 , 8, 9 , 10 , 11, 12 , 13 , 14.

VICTOR B./ M10

11 , 12 , 13, 14 , 15 , 16 , 17, 18 , 19 , 20.

53

APOIO PEDAGÓGICO

Embora o sistema monetário brasileiro seja abordado neste volume em unidades posteriores,

traga, se julgar conveniente, algumas moedas de 1 real e as cédulas de 2, 5, 10 e 20 reais de

brinquedo para que os alunos manipulem e associem com os números de 1 a 20, realizando

contagens. Trabalhe, por exemplo, as equivalências, trocando uma cédula de 20 por 20 moedas

de 1 real, 2 cédulas de 10 reais ou 4 cédulas de 5 reais, decompondo os números.

57


GRÁFICO DE COLUNAS

ATIVIDADE

PREPARATÓRIA

Chame a atenção dos estudantes

para a imagem, para

que eles façam a contagem

e anotem:

Peixes amarelos – 12; Caranguejos

– 3.

Quando terminar essa contagem,

oriente-os a pintar as

colunas do gráfico de acordo

com a quantidade e os tipos

de animais marinhos.

Dados podem ser coletados e

organizados vertical ou horizontalmente.

O gráfico de colunas com as

imagens ajuda o aluno na

interpretação dos dados:

• contar e encontrar o número

de cada categoria de itens;

• comparar duas ou mais coleções

de elementos, usando os

termos ”mais do que”, “menos

do que”, “mais” e “menos”.

O OCEANO ESTÁ CHEIO DE SERES VIVOS.

OBSERVE A ILUSTRAÇÃO DE ALGUNS ANIMAIS QUE VIVEM NO MAR.

O GRÁFICO DE COLUNAS A SEGUIR MOSTRA QUANTOS ANIMAIS MARINHOS

DE CADA TIPO PODEM SER CONTADOS NA ILUSTRAÇÃO ACIMA.

12

11

10

9

8

7

6

5

4

3

2

1

ANIMAIS MARINHOS

NATHALIA S./ M10

54

FUNDAMENTO PEDAGÓGICO

O trabalho com tabelas e gráficos contribui para o desenvolvimento da capacidade de tratar

e analisar diversas informações, sendo reconhecida como uma importante ferramenta para

todas as áreas do conhecimento e contribui para o desenvolvimento da 6ª Competência

Específica de Matemática:

Enfrentar situações-problema em múltiplos contextos, incluindo-se situações imaginadas, não

diretamente relacionadas com o aspecto prático-utilitário, expressar suas respostas e sintetizar

conclusões, utilizando diferentes registros e linguagens (gráficos, tabelas, esquemas, além

de texto escrito na língua materna e outras linguagens para descrever algoritmos, como fluxogramas,

e dados).

BNCC – Brasil, 2018 p. 267.

58


1. OBSERVE A ILUSTRAÇÃO A SEGUIR. DEPOIS, FAÇA O QUE SE PEDE.

NATHALIA S./ M10

Atividade 1

(EF01MA21) Ler dados

expressos em tabelas e em

gráficos de colunas simples.

A) PINTE OS RETÂNGULOS NO GRÁFICO DE COLUNAS PARA INDICAR AS

QUANTIDADES IDENTIFICADAS NA FIGURA.

10

9

8

7

6

5

4

3

2

1

O FUNDO DO MAR

B) OBSERVE O GRÁFICO ACIMA PARA RESPONDER:

PNA-NUMERACIA

Contextualização de quantidades

em contagens de dinheiro,

pessoas e objetos em geral.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Na atividade 1, chame a atenção

dos estudantes para a

imagem, para que façam a

contagem e anotem: Conchas

abertas – 4; Conchas

fechadas – 3; Estrelas-do-mar

– 5. Quando terminar essa

contagem, oriente-os a pintar

as colunas do gráfico de

acordo com os números de

conchas e estrelas-do-mar.

Façam a análise da imagem e

preencham o gráfico.

• QUANTAS SÃO AS ? 4

• QUANTAS SÃO AS ? 5

• QUANTAS SÃO AS ? 3

• QUANTAS HÁ A MAIS QUE ? 1

55

PARA AMPLIAR

Sugerimos um site que cria gráficos online, atentando-se ao tipo de gráfico de colunas simples,

conforme a solicitação da habilidade na BNCC; segue o tutorial de como construir e utilizar

a ferramenta.

Crie belos Gráficos Grátis

Segue uma sugestão de site que permite a construção de infográficos e um vídeo tutorial que

ensina a trabalhar com o mesmo.

Gráfico online - https://infogram.com/pt/templates#infographics

Vídeo - https://www.youtube.com/watch?v=_1UhmwfuELk

59


Atividade 2

(EF01MA02) Contar de

maneira exata ou aproximada,

utilizandodiferentes estratégias,

como o pareamento e

outros agrupamentos.

(EF01MA04) Contar a quantidade

de objetos de coleções

até 100 unidades e apresentar

o resultado por registros verbais

e simbólicos, em situações

de seu interesse, como

jogos, brincadeiras, materiais

da sala de aula, entre outros.

2. SOFIA, GUILHERME E BÁRBARA ESTÃO BRINCANDO DE PEGAR CONCHAS. QUEM

ENCONTRAR MAIS CONCHAS SERÁ O CAMPEÃO.

PNA-NUMERACIA

Contextualização de quantidades

em contagens de dinheiro,

pessoas e objetos em geral.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Na atividade 2, oriente os

alunos a traçar o caminho de

cada criança até o castelo de

areia, contando a quantidade

de conchas que cada uma

pegou, e, na sequência, responder

às questões.

Proponha a construção do

gráfico no caderno, utilizando

malha quadriculada, representando

as colunas do gráfico.

Colorir conforme as respostas

da atividade.

56

BÁRBARA SOFIA GUILHERME

RESPONDA:

A) QUANTAS CONCHAS CADA UM PEGOU?

BÁRBARA: 9

SOFIA: 9

GUILHERME: 11

B) QUEM FOI O CAMPEÃO? GUILHERME.

VICTOR B./ M10

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Um quiz online referente aos gráficos de colunas simples.

A proposta é avaliar a intepretação e leitura gráfica da criança, com diversas situação-problema.

Promover a atividade em duplas com o tablet ou na sala de informática. Disponível em:

https://wordwall.net/pt/resource/14455817/atividade-complementar-6-ano-pet-i-semana-4

60


SEQUÊNCIAS

DURANTE AS FÉRIAS, ROBERTO E LARA AJUDARAM SUA TIA ROSE A

CUIDAR DO JARDIM PLANTANDO ALGUMAS FLORES. ROSE REGISTROU COM

FOTOGRAFIAS O QUE ACONTECEU EM DIVERSOS MOMENTOS.

PORÉM, AO RECEBEREM AS FOTOS, PERCEBERAM QUE ELAS ESTAVAM TODAS

FORA DE ORDEM. OBSERVE:

3 4

1 2

VAMOS PENSAR JUNTOS

PRIMEIRO PLANTARAM

• QUAL ATIVIDADE AS CRIANÇAS FIZERAM PRIMEIRO? AS SEMENTES.

• NUMERE CADA FOTOGRAFIA DE ACORDO COM A ORDEM EM QUE ELAS

FORAM TIRADAS PELA TIA DE ROBERTO E LARA.

FUNDAMENTO PEDAGÓGICO

Encaminhe o aluno para a reflexão sobre a construção de sequências, observação de atributos

dos objetos e busca de argumentação.

Para esse desenvolvimento, é necessário que os alunos identifiquem regularidades e padrões de

sequências numéricas e não numéricas, estabeleçam leis matemáticas que expressem a relação de

interdependência entre grandezas em diferentes contextos, bem como criar, interpretar e transitar

entre as diversas representações gráficas e simbólicas, para resolver problemas por meio de equações

e inequações, com compreensão dos procedimentos utilizados.

BNCC – BRASIL, p. 270

ILUSTRAÇÕES: VICTOR B./ M10

57

ATIVIDADE

PREPARATÓRIA

Assista com os alunos ao vídeo

“Plant Time Lapse”,disponível

em: <https://www.youtube.

com/user/lgolden56/search?-

query=plant+time+lapse>.

Enfatize que existe uma

sequência para os acontecimentos,

com começo, meio

e fim.

Os números também podem

ser organizados em uma

sequência obedecendo a

uma regra ou padrão.

Conte uma história curta, toda

fora de ordem, e peça aos

alunos que a recontem na

ordem correta, identificando

início, meio e fim.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Neste tópico, os estudantes

identificarão as representações

de padrões em sequências

por meio da linguagem

numérica e do uso de imagens

para identificação indutiva

do padrão de sequências.

Investigue com os alunos

o que eles entendem

por sequências e regras.

Apresente uma sequência

de desenhos (triângulo, quadrado,

triângulo, quadrado…)

e peça que comentem as

regras observadas. Solicite aos

alunos que identifiquem cada

desenho com um número e

enfatize que as sequências

podem ser numéricas: 1, 2, 3,

4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11 ...

61


Atividades 1 a 3

(EF01MA01) Utilizar números

naturais como indicador de

quantidade ou de ordem em

diferentes situações cotidianas

e reconhecer situações em

que os números não indicam

contagem nem ordem, mas

sim código de identificação.

(EF01MA09) Organizar e

ordenar objetos familiares

ou representações por

figuras, por meio de

atributos, tais como cor,

forma e medida.

(EF01MA10) Descrever,

após o reconhecimento

e a explicitação de um

padrão (ou regularidade),

os elementos ausentes em

sequências recursivas de

números naturais, objetos

ou figuras.

1. NUMERE CADA FIGURA DE ACORDO COM A ORDEM DOS ACONTECIMENTOS.

A)

B)

C)

4 1 2 3

3 1 2

2 3 1

2. MARIA E JOANA ESTÃO FAZENDO PULSEIRAS. DESCUBRA O PADRÃO, DESENHE

E PINTE AS FIGURAS RESPEITANDO O PADRÃO DA SEQUÊNCIA DAS CORES,

AJUDANDO A FAZER UMA PULSEIRA PARA AS MENINAS.

ILUSTRAÇÕES: VICTOR B./ M10

ILUSTRAÇÕES: VICTOR B./ M10

ILUSTRAÇÕES: VICTOR B./ M10

PNA-NUMERACIA

Identificação e continuação

de sequências, resolução de

quebra-cabeças e labirintos.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Na atividade 1, observe as

imagens com os estudantes

e numere cada quadro

de acordo com a ordem dos

acontecimentos. Mostre um

semáforo com a sua sequência

de cores. Traga para sala

esse exemplo como padrão

de segurança: sabemos o que

esperar, ou seja, qual é a cor

seguinte e o que ela significa.

Faça as atividades 2 e 3

observando os padrões (cores

e formas).

58

ILUSTRAÇÕES: VICTOR B./ M10

VERDE

AZUL

AZUL

VERDE

LARANJA

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Use clipes coloridos para fazer com os alunos uma corrente de clipes com uma sequência

de cores. Enquanto constroem a corrente juntos, combine com os alunos como devem ser

organizadas as cores para que realmente seja considerada uma sequência. Introduza o termo

“padrão” por meio de um padrão de cores construído com eles.

62


3. PINTE OS QUADRADINHOS DE ACORDO COM O PADRÃO EM CADA LINHA.

NÚMERO ORDINAL

OBSERVE O EDIFÍCIO E O PAINEL DO ELEVADOR.

FRANS BLOK/SHUTTERSTOCK

CORES PARA A RESPOSTA:

• 1 ª LINHA: AZUL, VERMELHO, AZUL, VERMELHO E ASSIM POR DIANTE, ATÉ O FINAL DA LINHA.

• 2 ª LINHA: VERDE, AMARELO, VERDE, AMARELO E ASSIM POR DIANTE, ATÉ O FINAL DA LINHA.

• 3 ª LINHA: VERMELHO, AZUL, VERMELHO E ASSIM POR DIANTE, ATÉ O FINAL DA LINHA.

• 4 ª LINHA: VERDE, AMARELO, VERDE, AMARELO E ASSIM POR DIANTE, ATÉ O FINAL DA LINHA.

• 5 ª LINHA: AZUL, VERMELHO, AZUL, VERMELHO E ASSIM POR DIANTE, ATÉ O FINAL DA LINHA.

• 6 ª LINHA: VERDE, AMARELO, VERDE, AMARELO E ASSIM POR DIANTE, ATÉ O FINAL DA LINHA.

CLAUDIO DIVIZIA/ SHUTTERSTOCK.COM

ORIENTAÇÃO DIDÁTICA

Após a atividade 3, apresente

uma sequência de

cores ou desenhos e peça

que os estudantes comentem

as regras observadas.

Solicite aos alunos que identifiquem

cada desenho com

um número e enfatize que as

sequências podem ser indicadas

pelos números ordinais: 1º.,

2º., 3º., 4º., 5º., 6º., 7º., 8º., 9º ...

ATIVIDADE

PREPARATÓRIA

Explique que os números

podem indicar ordem.

Leve diferentes figuras

e numere-as de 1 a 10.

Embaralhe as figuras e peça

aos alunos para colocar em

ordem numérica. Assim que

estiverem na ordem, faça as

perguntas: Qual é a 1ª figura?

Qual é a 4ª figura?

Qual é a última figura?

NA RECEPÇÃO DO EDIFÍCIO, ENCONTRAMOS UMA LISTA COM A INDICAÇÃO

DO ANDAR DE CADA MORADOR.

59

ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM

Se o aluno apresentar alguma dificuldade, faça uma breve revisão, apresentando outros tipos

de sequências de histórias com imagens (sequência temporal) e sequências de cores em forma

de fichinhas (sequência lógica), para que organizem a partir de uma sequência. Separe um

momento da aula para a socialização entre os alunos, em que mostrem a lógica dos acontecimentos

e verbalizem o que entenderam. Disponibilize também alguns cartazes com sequências

de cores para que descubram o padrão. Intitule este momento como “descobrindo os

segredinhos de uma sequência.” Pensando-se em um plano vertical de ensino e de aprendizagem,

compreende-se a importância da compreensão dos padrões observados e na descrição

dessas regularidades para aprendizagens futuras.

63


OBSERVE A TABELA QUE INDICA O ANDAR EM QUE CADA CRIANÇA MORA:

Atividades 4 a 6

(EF01MA01) Utilizar números

naturais como indicador de

quantidade ou de ordem em

diferentes situações cotidianas

e reconhecer situações em

que os números não indicam

contagem nem ordem, mas

sim código de identificação.

PNA-NUMERACIA

Identificação e continuação

de sequências, resolução de

quebra-cabeças e labirintos.

MEU PRÉDIO

MORADORES ANDARES

JÚLIA 1 O ANDAR

CLARA 2 O ANDAR

SOFIA 3 O ANDAR

GUILHERME 4 O ANDAR

LÉO 5 O ANDAR

GUSTAVO 6 O ANDAR

MELISSA 7 O ANDAR

LAURA 8 O ANDAR

JUCA 9 O ANDAR

PAULO 10 O ANDAR

AS POSIÇÕES

1 O (PRIMEIRO),

2 O (SEGUNDO),

3 O (TERCEIRO),

4 O (QUARTO),

5 O (QUINTO),

6 O (SEXTO),

7 O (SÉTIMO),

8 O (OITAVO),

9 O (NONO) E

10 O (DÉCIMO)

INDICAM A ORDEM DOS

ANDARES. POR ISSO SÃO

CHAMADOS DE NÚMEROS

ORDINAIS.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Na sequência, desenvolva a

atividade 4.

Investigue com os alunos

as sequências de números

ordinais apresentadas nas

atividades 4, 5 e 6. Apresente

outras sequências que

os estimulem a identificar

a posição dos elementos.

Solicite aos alunos que identifiquem

cada elemento com

um número ordinal e enfatize

que as sequências podem ser:

1º., 2º., 3º., 4º., 5º., 6º., 7º., 8º., 9º ...

4. CIRCULE O ANIMAL DE ACORDO COM A INFORMAÇÃO DADA. CONTE DA

ESQUERDA PARA A DIREITA.

PRIMEIRO

4 O

SÉTIMO

TERCEIRO

10 O

ILUSTRAÇÕES: VICTOR B./ M10

60

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

JOGO COM SEQUÊNCIA DE CORES

Prepare uma tira de cartolina contendo vários círculos desenhados e pintados apresentando

um padrão na sequência das cores. Ponha essa tira sobre uma mesa e uma fila de copos descartáveis

acompanhando o comprimento da tira de cartolina. Prepare bolinhas feitas com

papéis coloridos contendo as mesmas cores que você usou para pintar os círculos da tira de

cartolina. Posicione os alunos a uma distância que dê para jogar as bolinhas para dentro dos

copinhos descartáveis. Os alunos deverão segurar as bolinhas nas mãos, e dado um sinal, jogarão

as bolinhas em direção aos copinhos com as mesmas cores contidas na tira apresentada.

Para cada dupla de alunos, troque a tira da sequência por outra, feita com as mesmas cores,

mas com padrão diferente.

64


5. PINTE OS CÍRCULOS NAS POSIÇÕES INDICADAS NOS LÁPIS DE CERA, COM A COR

DO LÁPIS. CONTE AS POSIÇÕES DA ESQUERDA PARA A DIREITA.

ILUSTRAÇÕES: VICTOR B./ M10

8 o 7 o

5 o

3 o

6 o

4 o

AZUL

5 o

VERMELHO

4 o

6 o

AMARELO

3 o

7 o

4 o E 7 o

AMARELO

1 o , 3 o E 5 o

2 o , 6 o E 8 o

AMARELO

VERMELHO

AMARELO

6. A PROFESSORA DE EDUCAÇÃO FÍSICA FEZ UMA CORRIDA DIFERENTE. FOI MUITO

DIVERTIDA! MARCELA CHEGOU EM PRIMEIRO LUGAR.

OBSERVE A POSIÇÃO DE CADA UM NA CORRIDA E COMPLETE OS ESPAÇOS EM

BRANCO NAS CAMISETAS COM NÚMEROS ORDINAIS.

2 o

VERMELHO

AZUL AMARELO AZUL AZUL

VERMELHO

1 o

ILUSTRAÇÕES: VICTOR B./ M10

ORIENTAÇÃO DIDÁTICA

Peça aos alunos que observem

atentamente a imagem

na atividade 5 e pintem os

círculos nas posições indicadas

pelos lápis de cera.

Após a realização da atividade

6, monte um circuito

de atividades na quadra

(pular no bambolê, pular

corda, corrida de saco etc.).

Faça uma pequena competição

entre as crianças.

No final, registre na lousa, por

atividade, a posição de cada

um: 1º lugar, 2º lugar, 3º, 4º ...

Cores para a resposta:

• 5ª. bolinha da 1ª. linha: azul

• 4ª. bolinha da 2ª. linha: vermelha;

• 6ª. bolinha da 2ª. linha: amarela.

• 3ª. bolinha da 3ª. linha:

amarela;

• 7ª. bolinha da 3ª. linha: vermelha.

• 4ª. e 7ª. bolinhas da 4ª. linha:

vermelhas;

• 1ª., 3ª. e 5ª. bolinhas da 4ª.

linha: amarelas;

• 2ª. , 5ª. e 8ª. bolinhas da 4ª.

linha: azuis.

61

65


O QUE APRENDI NESSE CAPÍTULO

Atividade 1

EVIDÊNCIAS

Observar se o estudante: Utiliza

números naturais como

indicador de quantidades.

Conta de maneira exata utilizando

diferentes estratégias.

Relaciona números naturais

com quantidades.

Atividade 2

EVIDÊNCIAS

Observar se o estudante: Utiliza

números naturais como

indicador de quantidades em

diferentes situações cotidianas.

Conta de maneira exata utilizando

diferentes estratégias.

1. LIGUE A QUANTIDADE DE FRUTAS EM CADA PRATO COM O

NÚMERO CORRESPONDENTE.

2. AS IMAGENS MOSTRAM UM CAVALO, UM GATO, UM CACHORRO, UM PATO, UMA

VACA E UM PÁSSARO. OS PÁSSAROS TÊM PÉS E OS OUTROS ANIMAIS TÊM PATAS.

PUAYPUAY/ SHUTTERSTOCK

TN-PRINTS/ SHUTTERSTOCK

TOTALLYJAMIE/ SHUTTERSTOCK

SPREADTHESIGN/ SHUTTERSTOCK

TARTILA/ SHUTTERSTOCK

CURIOSITY/ SHUTTERSTOCK

RESPONDA:

A) QUANTOS ANIMAIS HÁ NA IMAGEM?

6 ANIMAIS

B) QUAL É O NÚMERO TOTAL DE PÉS E PATAS DESSES ANIMAIS?

20

62

TABELA DE REGISTRO DE ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM

Nº de chamada

Atividade

1

Atividade

2

Atividade

3

Atividade

4

Atividade

5

Atividade

6

S P I S P I S P I S P I S P I S P I

1

2

3

4

S – (SATISFATÓRIO) -Alcançou satisfatoriamente o objetivo. P – (PARCIAL) -Alcançou parcialmente o objetivo.

I – (INSATISFATÓRIO)-Não alcançou o objetivo.

ENCAMINHAMENTO:

Aos estudantes que apresentarem dificuldades na avaliação, com muitos resultados parciais e insatisfatórios,

utilize atividades complementares de revisão e aprofundamento que reforçam os conceitos do

capítulo, referentes às evidências listadas.

66


3. ESCREVA O NÚMERO QUE REPRESENTA A QUANTIDADE DE BRINQUEDOS.

9

HAPPYPICTURES/ SHUTTERSTOCK

Atividade 3

EVIDÊNCIAS

Observar se o estudante: Utiliza

números naturais como

indicador de quantidades em

diferentes situações cotidianas.

Conta de maneira exata utilizando

diferentes estratégias.

12

SERGEY MASTEPANOV/ SHUTTERSTOCK

POR TARTILA/ SHUTTERSTOCK

17

63

ENCAMINHAMENTO

Aos estudantes que apresentarem dificuldades na avaliação, com muitos resultados parciais e

insatisfatórios, utilize atividades complementares de revisão e aprofundamento que reforçam

os conceitos do capítulo, referentes às evidências listadas.

67


4. OBSERVE OS ANIMAIS NA CENA:

Atividade 4

EVIDÊNCIAS

Observar se o estudante: Lê

dados expressos em tabelas

e em gráficos de colunas

simples.

Conta de maneira exata utilizando

diferentes estratégias.

ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK

A) PINTE OS RETÂNGULOS NO GRÁFICO DE COLUNAS PARA INDICAR AS

QUANTIDADES DE ANIMAIS NA FIGURA.

10

9

8

7

6

5

4

3

2

1

ANIMAIS

B) QUANTOS ANIMAIS HÁ AO TODO? 18 ANIMAIS

C) QUANTOS CACHORROS HÁ A MAIS DO QUE PÁSSAROS? 2 CACHORROS

D) QUANTOS GATOS HÁ A MENOS DO QUE CACHORROS? 4 GATOS

64

68


5. NUMERE CADA FIGURA DE ACORDO COM A ORDEM DOS ACONTECIMENTOS,

SENDO A PRIMEIRA COM O NÚMERO 1 E A ÚLTIMA COM O NÚMERO 3.

A)

3 1 2

B)

2 3 1

6. A IMAGEM APRESENTA OS CARROS SE APROXIMANDO DA LINHA DE CHEGADA

DE UMA CORRIDA.

OBSERVE A POSIÇÃO DE CADA UM E ESCREVA OS NÚMEROS ORDINAIS DE

ACORDO COM A POSIÇÃO QUE CADA CARRO SE ENCONTRA NESSE MOMENTO.

FOXYIMAGE/ SHUTTERSTOCK

ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK

Atividade 5

EVIDÊNCIAS

Observar se o estudante:

Ordena e numera cada quadro

de acordo com a ordem

dos acontecimentos.

Atividade 6

EVIDÊNCIAS

Observar se o estudante:

Ordena objetos por meio de

atributos como cor.

Utiliza números naturais para

indicar ordem em diferentes

situações cotidianas.

TRONIN ANDREI/ SHUTTERSTOCK

7 o 6 o 5 o 4 o 3 o 2 o 1 o

A) CIRCULE O CARRO QUE ESTÁ EM PRIMEIRO LUGAR.

B) ESCREVA A POSIÇÃO DO CARRO VERDE.

5 o LUGAR

C) ESCREVA A POSIÇÃO DO CARRO QUE ESTÁ ENTRE O CARRO LARANJA E O

VERDE.

4 o LUGAR

65

69


ATIVIDADE

PREPARATÓRIA

Distribua 15 palitos por criança

e 1 elástico. Os alunos separarão

as quantidades, conforme

o comando do professor, até

chegar a 10 unidades. Peça

para amarrarem 10 palitos

com um elástico ou barbante

e explique que os 10 palitos,

juntos, formam uma dezena

(ou dez). Pergunte:

Quantos palitos são necessários

para formar uma dezena?

Como são chamados os palitos

que ficam soltos?

Sugestões: use o Material Dourado

para a atividade acima.

Utilize também o ábaco

para auxiliar na explicação,

se necessário.

Embora o sistema monetário

brasileiro seja abordado

neste volume em unidades

posteriores, traga, se julgar

conveniente, algumas moedas

de 1 real e as cédulas de 2,

5 e 10 reais de brinquedo para

que os alunos manipulem e

associem com os números

de 1 a 10, realizando contagens.

Peça aos alunos para

abrirem as duas mãos e pergunte

a eles quantos dedos

têm? Responderão 10. Nesse

momento, mostre que cada

grupo de 10 unidades recebe

o nome de dezena. Chame

atenção para a representação

do número 10, em que o

zero (0) representa zero unidades

e o 1 representa uma

dezena. O aluno conta até

10, mas aqui ele deverá compreender

a dezena como um

agrupamento de 10 unidades

e a notação posicional: o algarismo

1 na ordem das dezenas

não representa mais uma

unidade, mas dez unidades,

ou uma dezena.

UNIDADES E DEZENAS

A PROFESSORA ENTREGOU PARA OS ALUNOS DO 1 O ANO ALGUNS CUBOS

DE MATERIAL DOURADO.

ELES ESTÃO ORGANIZANDO OS CUBOS PARA DESCOBRIR QUEM TEM

UMA DEZENA (10 UNIDADES).

66

3

A

EU TENHO

10 UNIDADES.

ENTÃO EU

TENHO 1

DEZENA.

FUNDAMENTO PEDAGÓGICO

DEZENA

FALTAM

3 UNIDADES

PARA

COMPLETAR

10. ENTÃO EU

NÃO TENHO 1

DEZENA.

10 UNIDADES

CORRESPONDEM

A 1 DEZENA.

A unidade temática Números tem como finalidade desenvolver o pensamento numérico, que

implica o conhecimento de maneiras de quantificar atributos de objetos e de julgar e interpretar

argumentos baseados em quantidades. No processo da construção da noção de número, os alunos

precisam desenvolver, entre outras, as ideias de aproximação, proporcionalidade, equivalência

e ordem, noções fundamentais da Matemática. Para essa construção, é importante propor, por

meio de situações significativas, sucessivas ampliações dos campos numéricos. No estudo desses

campos numéricos, devem ser enfatizados registros, usos, significados e operações.

BNCC-BRASIL, p. 268

70


NATHALIA S./ M10

NO MATERIAL DOURADO, CADA

CORRESPONDE A UMA UNIDADE.

UM CONJUNTO DE 10 UNIDADES FORMA UMA DEZENA (D).

C D U C

PODEMOS AGRUPAR MAIS DE UMA DEZENA. OBSERVE:

DUAS DEZENAS

VAMOS PENSAR JUNTOS

• DUAS DEZENAS TÊM QUANTAS UNIDADES? 20 UNIDADES.

• TRINTA UNIDADES CORRESPONDEM A QUANTAS DEZENAS? 3 DEZENAS.

• QUANTAS DEZENAS ESTÃO REPRESENTADAS NO ÁBACO? 4 DEZENAS.

D

U

ORIENTAÇÃO DIDÁTICA

Apresente ao aluno o material

dourado e explique que

os cubinhos/quadradinhos na

notação simplificada representam

as unidades e as barrinhas

representam as dezenas. Peça

que os alunos representem

com o Material Dourado, em

suas mesas, os números que

serão ditados:

1. O número 20;

2. O número 30;

3. O número 32.

Pergunte:

Qual número tem unidades?

Dinamize os questionamentos

da seção Vamos pensar juntos.

Leve para sala de aula o

ábaco para mostrar que cada

grupo de 10 unidades forma

uma dezena, dois grupos de 10

unidades formam duas dezenas…

e assim sucessivamente.

Pergunte:

Em 50 unidades há quantas

dezenas?

C

D

U

67

FUNDAMENTO PEDAGÓGICO

Para orientar o estudo dos números nas séries iniciais do Ensino Fundamental, a BNCC recomenda:

Nessa fase espera-se também o desenvolvimento de habilidades no que se refere à leitura, escrita

e ordenação de números naturais e números racionais por meio da identificação e compreensão

de características do sistema de numeração decimal, sobretudo o valor posicional dos algarismos.

BNCC-BRASIL, p. 269

PARA AMPLIAR

No site sugerido você encontrará modelos de jogos para trabalhar com os alunos o conceito

da dezena. Disponível em:

https://wordwall.net/pt-br/community/dezenas-e-unidade Acesso em 28 jul. 2021

71


Atividades 1 a 4

(EF01MA02) Contar de

maneira exata ou aproximada,

utilizando diferentes estratégias,

como o pareamento e

outros agrupamentos.

(EF01MA03) Estimar e comparar

quantidades de objetos

de dois conjuntos (em

torno de 20 elementos), por

estimativa e/ou por correspondência

(um a um, dois a

dois) para indicar “tem mais”,

“tem menos” ou “tem a mesma

quantidade”.

(EF01MA04) Contar a quantidade

de objetos de coleções

até 100 unidades e apresentar

o resultado por registros verbais

e simbólicos, em situações

de seu interesse, como

jogos, brincadeiras, materiais

da sala de aula, entre outros.

PNA - NUMERACIA

Representação concreta e

verbal de raciocínios.

Contextualização de quantidades

em contagens de dinheiro,

pessoas e objetos em geral.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Sugira aos estudantes:

Atividade 1: adicione as

quantidades de lápis e ligue

quando formar um conjunto

de 10 (uma dezena).

Atividade 2: complete pintando

os triângulos até formar

uma dezena.

1. LIGUE CADA UM DOS CONJUNTOS DE LÁPIS DA ESQUERDA A UM CONJUNTO DE

LÁPIS DA DIREITA PARA FORMAR UMA DEZENA.

2. PINTE UMA DEZENA DE TRIÂNGULOS E COMPLETE A FRASE ABAIXO.

68

PINTEI 10 TRIÂNGULOS, OU SEJA, PINTEI UMA DEZENA DE TRIÂNGULOS.

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Separe a turma em grupos e entregue um potinho com grãos de feijão, ou milho, ou ervilha

e alguns palitos de picolé. Peça que os alunos comecem a contar os grãos e todas as vezes

que chegarem ao 10, deverão separar um palito de picolé. Desse modo, os palitos de picolés

começarão a representar as dezenas.

Em seguida, pergunte:

- Quantas dezenas podem ser formadas com essa quantidade de grãos? O grupo responderá

contando os palitos, pois eles representam as dezenas completas a partir dos grãos que

foram contados.

- Se nós estamos chamando os palitos de dezenas, os grãos estão representando o que? Sim,

as unidades. Então, agora faremos um ditado mudo de dezenas e unidades. Vou escrever os

números na lousa e vocês representarão sobre a mesa com os palitos representando as dezenas

e os grãos representando as unidades.

ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10 ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10

72


3. CONTE QUANTAS DEZENAS DE DEDOS VOCÊ VÊ NA IMAGEM.

2 DEZENAS DE DEDOS

SYDA PRODUCTIONS/ SHUTTERSTOCK

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Ressalte ao aluno que na atividade

3, faça a contagem e

circule os dedos de 10 em 10;

e na atividade 4, observe as

imagens e desenhe os elementos

faltantes até completar

10 elementos (uma dezena).

4. DESENHE OS CÍRCULOS E OS QUADRADOS QUE FALTAM PARA SE OBTER UMA

DEZENA EM CADA ITEM. DESCREVA PARA UM COLEGA A ESTRATÉGIA QUE VOCÊ

UTILIZOU PARA COMPLETAR AS FIGURAS QUE ESTÃO FALTANDO.

A)

B)

69

ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM

Para reorientar a aprendizagem do aluno que apresentar alguma dificuldade no princípio da

contagem e formação da dezena, a composição do agrupamento de dez (base decimal) pode

ter como ponto de partida os dez dedos das mãos. Peça ao aluno para desenhar o contorno

das mãos na folha do caderno (auxilie-o na mão que precisar para fazer o contorno dos dedos)

e contar quantos dedos tem em cada mão. E nas duas mãos? Faça em seguida o contorno

da sua mão também, conte junto com ele os dedos e compare a contagem dos seus dedos

com a contagem dos dedos dele. Se for necessário, use também representações por meio de

desenhos, por estarem mais próximas a maneira como os alunos nessa fase expressam suas

aprendizagens. É possível estabelecer relações entre quantidades de desenhos, dedos ou outros

materiais de contagem para auxiliá-lo a estruturar o conceito da dezena.

73


AGRUPAMENTO DE DEZENAS

ATIVIDADE

PREPARATÓRIA

Distribua palitos de sorvete

para os estudantes formarem

grupos de dezenas.

Entregue 47 palitos para cada

grupo e desafie-os a formar

o maior número possível de

dezenas e amarrar com elástico.

Questione:

Quantas dezenas foram formadas?

Sobraram unidades que não

completaram uma dezena?

Solicite aos alunos que representem

esse número no ábaco

e com as peças do Material

Dourado.

Embora o sistema monetário

brasileiro seja abordado

neste volume em unidades

posteriores, traga, se julgar

conveniente, algumas moedas

de 1 real e as cédulas de 2,

5, 10 e 20 reais de brinquedo

para que os alunos manipulem

e associem-nas com os

agrupamentos de dezenas.

Trabalhe, por exemplo, a composição

e a decomposição

das dezenas exatas, trocando

uma cédula de 20 reais por 2

de 10 reais.

Pergunte:

Em um agrupamento de 4

dezenas há quantas unidades?

Quantas dezenas e quantas

unidades há em uma caixa

com 35 peras?

Em 46 cenouras, quantas unidades

faltam para completar

5 dezenas?

Amplie o debate com as perguntas

da seção Vamos pensar

juntos.

JOSIAS TEM 34 CENOURAS NA QUITANDA.

PARA VENDÊ-LAS, ELE ORGANIZOU-AS DA SEGUINTE MANEIRA:

34

OS NÚMEROS 10, 20 E 30 CORRESPONDEM A UMA DEZENA, DUAS DEZENAS E

TRÊS DEZENAS, RESPECTIVAMENTE.

70

PODEMOS

JUNTAR

VÁRIAS

DEZENAS!

VAMOS PENSAR JUNTOS

3 DEZENAS E...

...4 UNIDADES É IGUAL A 34.

• QUANTAS DEZENAS DE CENOURAS JOSIAS TEM NA QUITANDA? 3 DEZENAS.

• É POSSÍVEL FORMAR 4 DEZENAS COM AS 34 CENOURAS? NÃO.

• SE JUNTARMOS 10 UNIDADES DE CENOURAS COM 30 UNIDADES, TEREMOS

QUANTAS DEZENAS? 4 DEZENAS.

APOIO PEDAGÓGICO

As crianças normalmente, têm o desejo de ver ou saber algo novo, diferente. Isso pode levá-las

a procurar, descobrir, refletir e aprender. Use em seu ensino objetos ou estratégias que despertem

e satisfaça a curiosidade matemática. Faça perguntas e com elas, disponibilize materiais

manipuláveis, pois auxiliam o desenvolvimento do pensamento e tornam o processo do

aprender voltados para a compreensão. O conceito de agrupamento de dezenas é um tema

matemático especialmente compreendido com o uso de materiais manipuláveis.

10

10

10

NATHALIA S./ M10

74


1. ESCREVA O NÚMERO QUE REPRESENTA A QUANTIDADE DE LÁPIS E COMPLETE AS

LACUNAS CONFORME O EXEMPLO.

C)

A)

B)

1 DEZENA E 5 UNIDADES

1 DEZENA E 2 UNIDADES

9 UNIDADES

D)

E)

1 DEZENA E 4 UNIDADES

1 DEZENA E 3 UNIDADES

2 DEZENAS

2. SIGA O EXEMPLO PARA LIGAR AS QUANTIDADES AOS VALORES CORRETOS:

VICTOR B./ M10

11

12

13

14

15

16

17

18

19

20

VICTOR B./ M10

15 14

VICTOR B./ M10

12

VICTOR B./ M10

9 20

1 DEZENA E 3 UNIDADES

1 DEZENA E 5 UNIDADES

1 DEZENA E 1 UNIDADE

1 DEZENA E 7 UNIDADES

2 DEZENAS

1 DEZENA E 6 UNIDADES

FUNDAMENTO PEDAGÓGICO

A aprendizagem em Matemática está intrinsecamente relacionada à compreensão, ou seja, à

apreensão de significados dos objetos matemáticos, sem deixar de lado suas aplicações. Os significados

desses objetos resultam das conexões que os alunos estabelecem entre eles e os demais componentes,

entre eles e seu cotidiano e entre os diferentes temas matemáticos.

BNCC-BRASIL, p.276

13

71

VICTOR B./ M10

VICTOR B./ M10

VICTOR B./ M10

Atividades 1 e 2

(EF01MA02) Contar de

maneira exata ou aproximada,

utilizando diferentes estratégias,

como o pareamento e

outros agrupamentos.

(EF01MA03) Estimar e comparar

quantidades de objetos

de dois conjuntos (em

torno de 20 elementos), por

estimativa e/ou por correspondência

(um a um, dois a

dois) para indicar “tem mais”,

“tem menos” ou “tem a mesma

quantidade”.

(EF01MA04) Contar a quantidade

de objetos de coleções

até 100 unidades e apresentar

o resultado por registros verbais

e simbólicos, em situações

de seu interesse, como

jogos, brincadeiras, materiais

da sala de aula, entre outros.

PNA - NUMERACIA

Representação concreta e

verbal de raciocínios.

Composição e decomposição

de números.

Contextualização de quantidades

em contagens de dinheiro,

pessoas e objetos em geral.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Sugira que os alunos façam

a contagem e registrem nas

atividades 1 e 2 as dezenas

e unidades encontradas.

Oriente o aluno a relacionar

qual número de unidades

ou dezenas cada grupo de

elementos possui. Observações

sistemáticas de aspectos

quantitativos favorecem aos

estudantes relacionar e investigar

informações relevantes,

produzindo argumentos convincentes.

75


3. PREENCHA O QUADRO DE ACORDO COM OS EXEMPLOS.

Atividade 3

(EF01MA02) Contar de

maneira exata ou aproximada,

utilizando diferentes estratégias,

como o pareamento e

outros agrupamentos.

(EF01MA03) Estimar e comparar

quantidades de objetos

de dois conjuntos (em

torno de 20 elementos), por

estimativa e/ou por correspondência

(um a um, dois a

dois) para indicar “tem mais”,

“tem menos” ou “tem a mesma

quantidade”.

(EF01MA04) Contar a quantidade

de objetos de coleções

até 100 unidades e apresentar

o resultado por registros verbais

e simbólicos, em situações

de seu interesse, como

jogos, brincadeiras, materiais

da sala de aula, entre outros.

PNA - NUMERACIA

Representação concreta e

verbal de raciocínios.

Composição e decomposição

de números.

Contextualização de quantidades

em contagens de dinheiro,

pessoas e objetos em geral.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Leve para a sala de aula o

Material Dourado, para os

alunos, em grupos, manusearem

e completarem a atividade

3.

Amplie o momento dessa atividade

para a representação

dos números também por

meio do ábaco. Faça a correção

coletiva com a participação

de todos. Avalie os

conhecimentos prévios dos

alunos sobre números maiores

do que 20.

72

REPRESENTAÇÃO COM

MATERIAL DOURADO

APOIO PEDAGÓGICO

D

U

1 0

1 1

1 2

1 3

1 4

1 6

2 0

DECOMPOSIÇÃO EM

DEZENAS E UNIDADES E

ESCRITA POR EXTENSO

1 DEZENA

DEZ

ONZE

DOZE

1 DEZENA E 1 UNIDADE

1 DEZENA E 2 UNIDADES

1 DEZENA E 3 UNIDADES

TREZE

1 DEZENA E 4 UNIDADES

QUATORZE

1 DEZENA E 6 UNIDADES

DEZESSEIS

2 DEZENAS

VINTE

NÚMERO

Quando precisamos contar grandes quantidades, passamos pela contagem de 1 a 1 e avançamos

para a contagem de grupos por quantidades. Esse procedimento matemático é chamado

de contagem por agrupamento. Esse princípio básico deu origem aos diferentes sistemas de

numeração, tornando a contagem de grandes quantidades eficientemente mais rápida. Pensando

nessa direção, podemos definir que agrupar é uma estratégia de contagem que organiza

o que é contado sem deixar nada para trás.

10

11

12

13

14

16

20

76


REPRESENTAÇÃO COM

MATERIAL DOURADO

D

U

DECOMPOSIÇÃO EM

DEZENAS E UNIDADES E

ESCRITA POR EXTENSO

NÚMERO

2 9

2 DEZENAS E 9 UNIDADES

VINTE E NOVE

29

1 5

1 DEZENA E 5 UNIDADES

QUINZE

15

1 8

1 DEZENA E 8 UNIDADES

DEZOITO

18

1 9

1 DEZENA E 9 UNIDADES

DEZENOVE

19

2 4

2 DEZENAS E 4 UNIDADES

VINTE E QUATRO

24

2 8

2 DEZENAS E 8 UNIDADES

VINTE E OITO

28

3 0

3 DEZENAS

TRINTA

30

73

ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM

Os objetos matemáticos de aprendizagem envolvidos neste capítulo, visam a compreensão

do conceito de dezena como um agrupamento de dez elementos e o reconhecimento de

diferentes agrupamentos numéricos. Se algum aluno apresentar dificuldades nessa compreensão,

amplie as possibilidades de construções e representações de dezenas e unidades com o

uso do Material Dourado. Faça ditados numéricos de dezenas em que os alunos tenham que

mostrar com as peças, suas representações.

77


O QUE APRENDI NESSE CAPÍTULO

Atividade 1

EVIDÊNCIAS

Observar se o estudante:

Conta de maneira exata e utiliza

agrupamento como estratégia

para fazer a contagem.

Reconhece a dezena como

um conjunto de 10 unidades.

Atividade 2

EVIDÊNCIAS

Observar se o estudante:

Conta de maneira exata e utiliza

agrupamento como estratégia

para fazer a contagem.

Reconhece a dezena como

um conjunto de 10 unidades.

Soma quantidades de elementos

para formar uma dezena.

1. CIRCULE UM GRUPO COM UMA DEZENA DE COELHINHOS:

2. DESENHE OS ELEMENTOS QUE FALTAM PARA SE OBTER UMA DEZENA DE

SORVETES.

MAGICLEAF/ SHUTTERSTOCK

SHIRSTOK/ SHUTTERSTOCK

74

TABELA DE REGISTRO DE ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM

Nº de chamada

Atividade

1

Atividade

2

Atividade

3

Atividade

4

Atividade

5

Atividade

6

S P I S P I S P I S P I S P I S P I

1

2

3

4

S – (SATISFATÓRIO) -Alcançou satisfatoriamente o objetivo. P – (PARCIAL) -Alcançou parcialmente o objetivo.

I – (INSATISFATÓRIO)-Não alcançou o objetivo.

ENCAMINHAMENTO:

Aos estudantes que apresentarem dificuldades na avaliação, com muitos resultados parciais e insatisfatórios,

utilize atividades complementares de revisão e aprofundamento que reforçam os conceitos do

capítulo, referentes às evidências listadas.

78


3. OBSERVE A FIGURA E RESPONDA:

WISE ANT/ SHUTTERSTOCK

Atividade 3

EVIDÊNCIAS

Observar se o estudante:

Conta de maneira exata e utiliza

agrupamento como estratégia

para fazer a contagem.

Reconhece a dezena como

um conjunto de 10 unidades.

Soma quantidades de elementos

para formar uma dezena.

Compara quantidades de

objetos de dois conjuntos

para indicar “tem mais”, “tem

menos” ou “tem a mesma

quantidade”.

A) HÁ QUANTAS DEZENAS DE BALÕES?

2 DEZENAS

B) QUANTOS BALÕES SOBRARAM SEM FORMAR UMA NOVA DEZENA?

5 BALÕES

C) QUANTAS DEZENAS E UNIDADES DE BALÕES A IMAGEM APRESENTA?

2 DEZENAS E 5 UNIDADES

Atividade 4

EVIDÊNCIAS

Observar se o estudante:

Conta de maneira exata e utiliza

agrupamento como estratégia

para fazer a contagem.

Reconhece a dezena como

um conjunto de 10 unidades.

4. THIAGO COMPROU UMA DEZENA DE FLORES PARA SUA MÃE E SUA IRMÃ

COMPROU MAIS 5 FLORES. QUANTAS FLORES FORAM COMPRADAS AO TODO?

15 FLORES

75

ENCAMINHAMENTO

Aos estudantes que apresentarem dificuldades na avaliação, com muitos resultados parciais e

insatisfatórios, utilize atividades complementares de revisão e aprofundamento que reforçam

os conceitos do capítulo, referentes às evidências listadas.

79


Atividade 5

EVIDÊNCIAS

Observar se o estudante:

Conta de maneira exata.

Reconhece a dezena como

um conjunto de 10 unidades.

5. MARINA ESTÁ FAZENDO ANIVERSÁRIO E CONVIDOU ALGUNS AMIGOS PARA

COMEMORAR COM ELA.

ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK

A) QUANTOS ANOS MARINA ESTÁ COMPLETANDO?

7 ANOS

B) FALTAM QUANTOS COPOS SOBRE A MESA PARA COMPLETAR UMA DEZENA

DE COPOS?

2 COPOS

C) QUANTAS DEZENAS DE DOCES ESTÃO SERVIDOS?

2 DEZENAS

76

80


6. COMPLETE O QUADRO:

NÚMERO

QUANTIDADE DE DEZENAS E UNIDADES

DEZENAS

UNIDADES

17 1 7

10 1 0

13 1 3

CM DM UM C D U

8 0 8

CM DM UM C D U

20 2 0

Atividade 6

EVIDÊNCIAS

Observar se o estudante:

Reconhece o valor posicional

dos números naturais até 20.

Reconhece a dezena como

um conjunto de 10 unidades.

5 0 5

7. ESCREVA OS NÚMEROS REPRESENTADOS NOS ÁBACOS.

CM DM UM C D U

DM UM C CM D DM U UM C D U

20 15

CM DM UM C D U

CM DM UM C D U

9

DM UM C D U

77

DM UM C D U

81


CONCLUSÃO DA UNIDADE

Ao final da unidade, com o recurso das atividades de avaliação formativa ao longo do período observado, é possível ao professor

realizar um monitoramento da aprendizagem e dos objetivos pedagógicos trabalhados. Esse acompanhamento permite que

a trajetória de cada estudante, e do grupo, seja descrita por meio de registros que evidenciam a progressão ocorrida, os avanços,

assim como as possibilidades de intervenções para que novas aprendizagens, nas unidades seguintes, ocorram de forma efetiva.

Para esse acompanhamento, uma síntese dos objetivos pedagógicos da unidade é disponibilizada por meio de uma planilha

em que o professor apontará o desempenho de cada estudante. Essa é uma oportunidade de avaliação, não apenas da aprendizagem,

mas do ensino ministrado no período. É um momento privilegiado de reflexão sobre os objetivos alcançados, permitindo

confirmar as ações exitosas ou planejar novas estratégias para retomar os objetivos eventualmente não alcançados a contento.

PLANILHA DE ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM – CONCLUSÃO DA UNIDADE 1 – 1 O ANO

CAPÍTULOS

Capítulo 1

Geometria e

Medidas

Capítulo 2

Números

OBJETIVOS

Localizar pessoas e objetos no espaço em relação a sua própria posição.

Localizar pessoas e objetos no espaço a partir de um ponto de referência e

utilizar os termos corretos para descrever a posição.

Comparar comprimentos, utilizando a terminologia correta para ordenar objetos

de uso cotidiano.

Números

Desenhar esboços de plantas de ambientes familiares assinalando alguns pontos

de referência indicados.

Desenhar e nomear figuras geométricas planas.

Desenhar na malha quadriculada a vista frontal, lateral e superior de objetos.

Aluno 1 Aluno 2 Aluno 3 ...

S P I S P I S P I S P I

Capítulo 3

A dezena

Fazer a correspondência do agrupamento de dez unidades com uma dezena.

Representar o agrupamento de dezenas e fazer a decomposição em unidades.

Legenda:

S = Satisfatório P = Parcialmente satisfatório

I = Insatisfatório

ENCAMINHAMENTO

A tabela de registro de acompanhamento, pautada nos objetivos da unidade, apoia uma avaliação de desempenho geral e

apresentará o que deve ser corrigido, melhorado ou mantido, mas é essencial elaborar planos de ação coerentes com esses pontos

críticos, nos três níveis de análise.

O professor deve estar atento, tanto ao interpretar as planilhas, quanto ao fornecer a devolutiva da avaliação sem causar constrangimentos

ao grupo de alunos. E os alunos devem ser preparados para receber essa devolutiva, de modo que compreendam

que não é um momento de críticas ou punição, mas uma conversa visando seu desenvolvimento.

É importante salientar que alguns temas deverão ser trabalhados de forma pontual com alguns alunos, porém outros ficarão

evidentes na planilha como elementos em que existem falhas coletivas na aprendizagem e esses exigirão maior atenção e redirecionamento

de ações e métodos para o alcance de resultados mais eficazes no ensino.

Utilize sugestões de atividades práticas, vivências e investigações para aproximar os alunos dos conteúdos em que houver

uma maior necessidade.

82


UNIDADE 2

O primeiro capítulo desta unidade introduz o componente essencial PNA – Numeracia: adição elementar com seus significados

e a prática aplicada em situações contextualizadas. São exploradas as noções de juntar e acrescentar e a adição de números

com dois algarismos. O capítulo ainda trabalha a contagem até 50 e o componente essencial PNA – Numeracia: raciocínio lógico

e álgebra, com a identificação e continuação de sequências numéricas ou de figuras. Os conceitos são construídos por meio de

inúmeras atividades que se apoiam em recursos didáticos tais como o Ábaco, o Material Dourado, as barrinhas de Cuisenaire, e

a reta numérica, bem como muitas situações-problema que permitem ao aluno compreender a aplicabilidade dos conteúdos.

Concluindo, o capítulo apresenta ainda o componente essencial PNA – Numeracia: noção de dobro e metade com apoio visual,

números pares e números ímpares.

O segundo capítulo da unidade apresenta as noções de medidas de comprimento, massa e capacidade. As atividades propostas

introduzem medidas não convencionais que permitem aos alunos identificarem a necessidade de padronização de unidades

de medida para a comparabilidade. De forma prática e contextualizada, os alunos são levados a formularem conceitos e

organizarem as noções básicas sobre as medidas.

O terceiro capítulo apresenta o componente essencial PNA – Numeracia: Geometria Plana; com atividades que oportunizam

o reconhecimento das principais figuras geométricas planas e a identificação de sequências geométricas. É fundamental,

neste capítulo, o uso do recurso de modelos de figuras geométricas manipuláveis para que os alunos explorem de várias formas

as características de cada uma, pois, nos anos subsequentes, com o aprofundamento dos conteúdos, esses atributos básicos precisam

estar consolidados, para que os novos conceitos possam ser construídos.

OBJETIVOS PEDAGÓGICOS DA UNIDADE

Conteúdos Objetivos pedagógicos Habilidades relacionadas

Adição

Juntar ou acrescentar

Contando até 50

Adição de números

com dois algarismos

Sequências

• Efetuar cálculos da adição de números de

até duas ordens.

• Resolver problemas de adição

envolvendo números de até duas ordens.

• Ler, escrever e contar números até 50.

• Compor e decompor números naturais

até duas ordens.

• Identificar o padrão de sequências

numéricas e elementos ausentes em

sequências de números naturais ou

figuras.

• Comparar números naturais, até duas

ordens, com o suporte da reta numérica.

• Identificar o dobro e a metade de

quantidades.

(EF01MA02) Contar de maneira exata ou aproximada, utilizando

diferentes estratégias como o pareamento e outros

agrupamentos.

(EF01MA03) Estimar e comparar quantidades de objetos de

dois conjuntos (em torno de 20 elementos), por estimativa e/

ou por correspondência (um a um, dois a dois) para indicar

“tem mais”, “tem menos” ou “tem a mesma quantidade”.

(EF01MA05) Comparar números naturais de até duas ordens

em situações cotidianas, com e sem suporte da reta numérica.

(EF01MA06) Construir fatos básicos da adição e utilizá-los em

procedimentos de cálculo para resolver problemas.

(EF01MA07) Compor e decompor número de até duas ordens,

por meio de diferentes adições, com o suporte de material

manipulável, contribuindo para a compreensão de características

do sistema de numeração decimal e o desenvolvimento

de estratégias de cálculo.

(EF01MA08) Resolver e elaborar problemas de adição e de

subtração, envolvendo números de até dois algarismos, com

os significados de juntar, acrescentar, separar e retirar, com o

suporte de imagens e/ou material manipulável, utilizando

estratégias e formas de registro pessoais.

(EF01MA10) Descrever, após o reconhecimento e a explicitação

de um padrão (ou regularidade), os elementos ausentes em

sequências recursivas de números naturais, objetos ou figuras.

83


OBJETIVOS PEDAGÓGICOS DA UNIDADE

Conteúdos Objetivos pedagógicos Habilidades relacionadas

Grandezas e

Medidas

Comprimento

Massa

Capacidade

• Comparar comprimento de objetos

utilizando os termos: mais comprido,

mais curto.

• Comparar a massa de objetos e pessoas,

utilizando os termos: mais pesado, mais

leve.

• Comparar a capacidade entre recipientes

indicando quando cabe mais, cabe

menos ou se são equivalentes.

(EF01MA15) Comparar comprimentos, capacidades ou massas,

utilizando termos como mais alto, mais baixo, mais comprido,

mais curto, mais grosso, mais fino, mais largo, mais pesado,

mais leve, cabe mais, cabe menos, entre outros, para ordenar

objetos de uso cotidiano.

Geometria Plana

Reconhecendo as formas

geométricas

Sequências geométricas

• Identificar e nomear as figuras planas:

círculo, quadrado, retângulo e triângulo.

• Ordenar sequências de figuras

geométricas e identificar as faltantes em

uma sequência.

(EF01MA09) Organizar e ordenar objetos familiares ou representações

por figuras, por meio de atributos, tais como cor,

forma e medida.

(EF01MA14) Identificar e nomear figuras planas (círculo,

quadrado, retângulo e triângulo) em desenhos apresentados

em diferentes disposições ou em contornos de faces de

sólidos geométricos.

ASPECTOS IMPORTANTES PARA A ABORDAGEM DOS TEMAS DA UNIDADE

• No trabalho com adição, além da necessidade de utilizar muitos materiais manipuláveis e recursos didáticos, explorar

situações do cotidiano nas quais os alunos necessitam adicionar quantidades faz com que o conteúdo adquira sentido e

a aprendizagem seja significativa. Por isso, permita que os alunos apresentem situações práticas nas quais necessitam da

adição em seu dia a dia.

• Os alunos já apresentam noções intuitivas a respeito das medidas de comprimento, massa e capacidade, quer da

vivência diária, quer das experiências da Educação Infantil. Contudo, enfatizar o uso correto dos termos para realizar as

comparações favorece que os processos de Literacia e Numeracia caminhem juntos, ampliando o vocabulário neste

momento da escolaridade.

• As noções geométricas básicas apresentadas nas séries iniciais do Ensino Fundamental são base para os conhecimentos

subsequentes nos anos futuros. Certifique-se que os alunos estão compreendendo as características de cada figura

apresentada. Por vezes julgamos que esse conteúdo é de fácil assimilação, mas há alunos que apresentam dificuldade de

identificação visual das figuras.

84


CRONOGRAMA SUGESTIVO DA UNIDADE

Conteúdo

Adição

Juntar ou acrescentar

Contando até 50

Adição de números com dois algarismos

Sequências

Atividade de avaliação formativa

Grandezas e Medidas

Comprimento

Massa

Capacidade

Atividade de avaliação formativa

Geometria plana

Reconhecendo as figuras geométricas

Sequências geométricas

Atividade de avaliação formativa

SEMANAS

1ª. e 2ª. semanas

2ª. semana

3ª. semana

4ª. semana

4ª. semana

5ª. semana

5ª. semana

6ª. semana

6ª. semana

7ª. semana

8ª. semana

8ª. semana

85


2

NATHALIA SCALA/ M10EDITORIAL

CAPÍTULO 1 • ADIÇÃO

• JUNTAR OU ACRESCENTAR

• CONTANDO ATÉ 50

• ADIÇÃO DE NÚMEROS COM

DOIS ALGARISMOS

• SEQUÊNCIAS

METADE E DOBRO

CAPÍTULO 2 • GRANDEZAS E

MEDIDAS

• COMPRIMENTO

• MASSA

• CAPACIDADE

CAPÍTULO 3 • GEOMETRIA

PLANA

• RECONHECENDO AS FIGURAS

GEOMÉTRICAS

• SEQUÊNCIAS GEOMÉTRICAS

86


1 ADIÇÃO ATIVIDADE

PREPARATÓRIA

Utilize a quadra da escola

ou outro lugar apropriado

para uma partida de boliche.

Separe os alunos em grupos.

JUNTAR OU ACRESCENTAR

ISAURA E CAIO ESTAVAM INVESTIGANDO QUANTAS JOANINHAS HAVIA

NO JARDIM.

TODA VEZ QUE ENCONTRAVAM UMA JOANINHA, ANOTAVAM. ELES

ENCONTRARAM JOANINHAS VERMELHAS E VERDES.

Materiais: 1 bola e 6 garrafas

PET.

Monte um cartaz com

os nomes dos grupos.

A cada jogada, anote o

número de pinos que caíram.

No final, faça as adições das

quantidades registradas no

cartaz e questione:

Como descobrimos quem

venceu?

O que é adicionar?

Conclusão: mostre que a soma

pode ser obtida contando as

quantidades uma a uma.

Trabalhe os fatos básicos da

adição.

VICTOR B./ M10

79

FUNDAMENTO PEDAGÓGICO

O estudo da adição, ao fazer parte do campo dos números, é orientado pela BNCC, com as

seguintes bases:

No Ensino Fundamental – Anos Iniciais, a expectativa em relação a essa temática é que os alunos

resolvam problemas com números naturais e números racionais cuja representação decimal é finita,

envolvendo diferentes significados das operações, argumentem e justifiquem os procedimentos utilizados

para a resolução e avaliem a plausibilidade dos resultados encontrados. No tocante aos cálculos,

espera-se que os alunos desenvolvam diferentes estratégias para a obtenção dos resultados,

sobretudo por estimativa e cálculo mental, além de algoritmos e uso de calculadoras.

BNCC- BRASIL, p. 268

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Sugerimos uma videoaula do Quintal da Cultura, com o tema da adição. Disponível em:

https://www.youtube.com/watch?v=UkT9c8_adNQ

87


ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Leve para a sala de aula o

ábaco e o Material Dourado

para servir como apoio para

juntar ou acrescentar quantidades

e resolver problemas.

Neste capítulo, podemos usar

várias estratégias para apresentar

a adição e fixá-la. Para

representar números e realizar

as operações, utilize o

ábaco e o Material Dourado:

• Explore a ideia de adição utilizando

material manipulável.

• Identifique os símbolos 1 e 5

e os termos “parcela” e “soma”

ou “total”.

Ao fazer as perguntas da

seção Vamos pensar juntos,

aguarde a resposta dos

alunos e, se for necessário,

desenhe na lousa as joaninhas

e faça a contagem junto

com eles. Destaque a ideia de

juntar quantidades.

OBSERVE COMO ELES ORGANIZARAM A CONTAGEM DA QUANTIDADE DE

JOANINHAS:

5 1 12 5 17

PARCELA 1 PARCELA 5 SOMA OU TOTAL

C

D

U

5

1 12

17

1 5

5 JOANINHAS VERMELHAS

12 JOANINHAS VERDES

PARCELA

PARCELA

SOMA OU TOTAL

TAMBÉM PODEMOS REPRESENTAR ESSAS QUANTIDADES UTILIZANDO O

ÁBACO OU O MATERIAL DOURADO.

OBSERVE:

D

U

5

1 1 2

1 7

5 JOANINHAS VERMELHAS

12 JOANINHAS VERDES 17 JOANINHAS

VAMOS PENSAR JUNTOS

5 JOANINHAS VERMELHAS.

• QUANTAS JOANINHAS VERMELHAS FORAM ENCONTRADAS?

• ELES ENCONTRARAM MAIS JOANINHAS VERMELHAS OU VERDES? VERDES.

80

PARA AMPLIAR

Estruturas Aditivas nas séries iniciais do Ensino Fundamental

Composição: nessa classe é possível relacionar parte–todo: “Num tanque havia 6 peixes vermelhos e 7 peixes amarelos. Quantos peixes

havia no tanque?”

Transformação: nessa classe relaciona-se um estado inicial e uma transformação que leva a um estado final: “Maria tinha 9 figurinhas

e ganhou 4 figurinhas de seu pai. Quantas figurinhas Maria têm agora?”

Comparação: nessa classe é possível relacionar duas partes comparando–as: “Ana tem 8 anos e Carlos tem 2 anos a mais que ela. Quantos

anos têm Carlos?”

Mistos: nessa classe é possível combinar problemas das classes anteriores: “João tinha 13 carrinhos deu alguns para seu irmão ficando

com 8 carrinhos. Depois ganhou 4 carrinhos de seu pai. E, por fim, presenteou seu primo com 4 carrinhos. Quantos carrinhos João deu

ao todo? E com quantos carrinhos João ficou no final?”

Nunes, T., Campos, T. M. M., Magina, S. & Bryant, P. (2001). Introdução à Educação Matemática: números e operações numéricas.

São Paulo, Brasil: PROEM.

Para ler o artigo completo, acesse o link: http://www.scielo.org.mx/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1665-24362007000200003

Acesso em 31 jul. 2021

88


1. QUANTOS PEIXINHOS TEREMOS SE ACRESCENTARMOS A QUANTIDADE DE

PEIXINHOS DO AQUÁRIO MENOR À QUANTIDADE DO AQUÁRIO MAIOR?

A)

B)

3

1

1

1

2

2

5

5

5

3

NATHALIA S./ M10

NATHALIA S./ M10

C)

D)

3

3

1

1

• ESCOLHA UM DOS ITENS E, EM UMA FOLHA AVULSA, ESCREVA UM PROBLEMA

SOBRE OS PEIXINHOS PARA UM COLEGA RESOLVER. RESPOSTA PESSOAL.

2. ADICIONE OS NÚMEROS DOS QUADRADOS AMARELOS COM OS NÚMEROS DOS

QUADRADOS AZUIS E PREENCHA O QUADRO COM OS RESULTADOS.

1

4

5

5

4

7

NATHALIA S./ M10

NATHALIA S./ M10

E)

F)

5

7

1

1

3

8

5

5

8

15

NATHALIA S./ M10

NATHALIA S./ M10

Atividades 1 e 2

(EF01MA06) Construir fatos

básicos da adição e utilizá-los

em procedimentos de cálculo

para resolver problemas.

(EF01MA08) Resolver e elaborar

problemas de adição

e de subtração, envolvendo

números de até dois algarismos,

com os significados de

juntar, acrescentar, separar e

retirar, com o suporte de imagens

e/ou material manipulável,

utilizando estratégias e

formas de registros pessoais.

PNA - NUMERACIA

Adição e subtração elementares,

incluindo o significado

das operações e sua prática

reiterada.

1 0 1 2 3 4 5

0 0 1 2 3 4 5

1 1 2 3 4 5

2 2 3 4 5

3 3 4 5

4 4 5

5 5

2 + 3 = 5

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

JOGO DE BOLICHE

Juntar ou acrescentar

Leve 6 garrafas PET, sem rótulo, para serem os pinos e duas bolas.

Caso você queira que os pinos tenham algum peso, insira um pouco de arroz, feijão ou água

dentro das garrafas. Utilize a quadra da escola ou outro lugar apropriado para o jogo. Separe

os alunos em grupos iguais.

- Cada aluno do grupo irá jogar uma vez.

- Quando todos os alunos, de cada grupo, tiverem jogado, acaba o jogo.

Monte um cartaz com os nomes dos grupos. A cada jogada, anote a quantidade de pinos caídos.

Após todos os alunos do grupo jogarem, anote o total de pinos que cada grupo derrubou.

Os alunos farão as adições das quantidades registradas no cartaz. Vence o grupo que derrubar

mais pinos, ou seja, o grupo que tiver a maior soma.

81

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Na atividade 1, convide os

alunos a observarem as imagens

e representar a quantidade

total de peixes em cada

aquário, juntando as quantidades

por meio da adição.

Na atividade 2, o aluno adicionará

todos os números da

coluna amarela ao número

zero. Os resultados serão colocados

na primeira coluna.

Faça o mesmo adicionando os

números da coluna amarela ao

número 1; os resultados serão

colocados na segunda coluna.

Repita o mesmo processo

para completar todos os espaços

da tabela. Leve o aluno a

concluir que uma sequência

numérica está sendo formada

por meio da adição.

89


ESTOURO

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Utilize a imagem do livro

e mostre o Material Cuisenaire,

explicando que

cada barra tem uma cor e

é associada a um número.

Sugestão: elabore com

papel canson as barras do

Material Cuisenaire e pinte

com caneta hidrográfica.

Utilize o material criado

para resolver as atividades.

Embora o sistema monetário

brasileiro seja abordado neste

volume em unidades posteriores,

traga, se julgar conveniente,

algumas moedas de

1 real e as cédulas de 2, 5, 10

e 20 reais de brinquedo para

que os alunos brinquem de

“trocar dinheiro”, decompondo

os valores, por exemplo, trocando

uma cédula de 20 reais

por duas de 10 reais ou por 4

de 5 reais.

Utilize também o Material

Cuisenaire nos momentos

de construção do conceito

de adição para formar as parcelas

e a soma.

Atividades 3 a 5

(EF01MA06) Construir fatos

básicos da adição e utilizá-los

em procedimentos de cálculo

para resolver problemas.

(EF01MA08) Resolver e elaborar

problemas de adição

e de subtração, envolvendo

números de até dois algarismos,

com os significados de

juntar, acrescentar, separar e

retirar, com o suporte de imagens

e/ou material manipulável,

utilizando estratégias e

formas de registros pessoais.

MATERIAL CUISENAIRE

O MATERIAL CUISENAIRE É FORMADO POR UMA SÉRIE DE BARRINHAS

CUJOS TAMANHOS VARIAM DE UMA UNIDADE ATÉ 10 UNIDADES. CADA

TAMANHO CORRESPONDE A UMA COR ESPECÍFICA.

COR NÚMERO MATERIAL CUISENAIRE

BRANCO (OU COR DE MADEIRA) 1

VERMELHO 2

VERDE-CLARO 3

ROSA (OU LILÁS) 4

AMARELO 5

VERDE-ESCURO 6

PRETO 7

MARROM 8

AZUL 9

COR DE LARANJA 10

CADA BARRINHA É ASSOCIADA A UM NÚMERO.

3. CALCULE A SOMA E, DEPOIS, PINTE AS BARRINHAS EM BRANCO COM AS CORES

DO MATERIAL CUISENAIRE, DE ACORDO COM O TOTAL OBTIDO. OBSERVE

O EXEMPLO.

82

A)

B)

C)

D)

PRETO

2 5

ROXO

1 3

MARROM

4

AMARELO

2 3

4

6

2

4

E)

F)

G)

VERDE-ESCURO

3 3

AZUL

4

5

COR DE LARANJA

2 8

PARA AMPLIAR

Os estudos de Fiorentini e Miorim (1990) destacam que o conhecimento sobre os materiais como

recursos de ensino e possibilitadores de ensino-aprendizagem podem promover uma aprendizagem

significativa na qual o aluno pode ser estimulado a raciocinar, incorporar soluções alternativas,

acerca dos conceitos envolvidos nas situações e, consequentemente, aprender. A Matemática

a partir da utilização de material concreto torna as aulas mais interativas, assim como incentiva a

busca, o interesse, a curiosidade e o espírito de investigação; instigando-os a elaboração de perguntas,

desvelamento de relações, criação de hipóteses e a descoberta das próprias soluções.

FIORENTINI, Dario; MIORIM, Maria Ângela. Uma reflexão sobre o uso dos materiais concretos

e jogos no ensino da matemática. In: Boletim SBEM-SP, 4(7): 5-10, 1990.

Para ler o artigo completo, acesse o link: https://educere.bruc.com.br/cd2009/pdf/3186_1477.pdf

Acesso em 31 jul. 2021

90


4. JULIANA E FÁBIO

COMBINARAM DE REUNIR

SEUS AMIGOS PARA

BRINCAREM NO PARQUE.

JULIANA LEVOU 3 AMIGOS

E FÁBIO LEVOU 2 AMIGOS.

JUNTANDO OS DOIS GRUPOS,

QUANTAS CRIANÇAS TEREMOS

AO TODO?

Teremos 7 crianças brincando juntas.

5. OBSERVE AS PEÇAS DO MATERIAL DOURADO E ESCREVA A ADIÇÃO E OS SEUS

TERMOS. OBSERVE O EXEMPLO:

D U

5

1 2

7

PARCELA

PARCELA

SOMA

5

1 2

7

5 1 2 5 7

ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK

PNA - NUMERACIA

Adição e subtração elementares,

incluindo o significado

das operações e sua prática

reiterada.

Representação concreta e

verbal de raciocínios.

Na atividade 3, mostre a eles

que uma barra de tamanho

7 tem o mesmo tamanho da

barra de tamanho 2 adicionado

à barra de tamanho 5:

Mostre que cada barra tem

uma cor associada a um valor.

A)

B)

C)

D U

9

1 6

1 5

D U

8

1 8

1 6

D U

1 0

1 8

1 8

PARCELA

PARCELA

SOMA

PARCELA

PARCELA

SOMA

PARCELA

PARCELA

SOMA

9

1 6

1 5

8

1 8

1 6

1 0

1 8

1 8

9 1 6 5 15

8 1 8 5 16

10 1 8 5 18

83

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Na atividade 4, retome os

conceitos de acrescentar e

juntar quantidades. Explore

os dedos das mãos, juntando,

acrescentando e trabalhando

com fatos fundamentais da

adição. Peça que os estudantes

representem utilizando as

mãos, fazendo relação com os

dados do problema e ao sinal

de adição, como também o

fato de juntar e acrescentar

quantidades.

Na atividade 5, verifique se

os estudantes estão posicionando

corretamente os números

no quadro de ordens e no

algoritmo para efetuarem as

adições.

APOIO PEDAGÓGICO

Por meio do algoritmo da adição, os estudantes poderão relacionar o todo com a adição das partes. Utilize imagens com quantidades

de objetos, nas quais eles serão capazes de observar o todo que foi representado pela adição das parcelas.

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Uma atividade lúdica para aprofundar os conhecimentos dos alunos sobre adição pode ser:

Monte 2 dados com duas caixas de papelão e numere suas faces de 1 a 6. Peça ao aluno que jogue os dados; as quantidades que

aparecerem nos dados, o aluno deverá adicionar e registrar no caderno.

Sugerimos os jogos que auxiliam na aprendizagem da operação da adição. Disponíveis em:

https://www.atividadesdematematica.com/jogar-gratis/jogo-tabuada-do-dino

https://www.nossoclubinho.com.br/jogo-de-matematica-soma-subtraca/

Acesso em 01. Ago. .2021

91


6. COMPLETE AS LACUNAS COM AS PARCELAS DA SOMA 10.

Atividades 6 a 8

(EF01MA06) Construir fatos

básicos da adição e utilizá-los

em procedimentos de cálculo

para resolver problemas.

(EF01MA08) Resolver e elaborar

problemas de adição

e de subtração, envolvendo

números de até dois algarismos,

com os significados de

juntar, acrescentar, separar e

retirar, com o suporte de imagens

e/ou material manipulável,

utilizando estratégias e

formas de registros pessoais.

PNA - NUMERACIA

Adição e subtração elementares,

incluindo o significado

das operações e sua prática

reiterada.

Representação concreta e

verbal de raciocínios.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Na atividade 6, estimule o

raciocínio lógico dos alunos

para obter a parcela por meio

do questionamento: 5 mais

quanto vai dar 10?

Na atividade 7, estimule os

estudantes a efetuarem as

adições e localizar no quadro

a posição em que esse resultado

deve ser colocado. Leve-

-os a perceber que as adições

podem ser feitas tanto na horizontal

como na vertical, pois

o resultado será o mesmo.

Na atividade 8, sugerimos a

realização em dupla. Retome

o conceito de juntar e acrescentar

quantidades associados

à adição. Faça algumas

perguntas para promover

a imaginação da situação e

fomentar a criatividade para

a elaboração do problema.

Como exemplo:

Quantas maçãs terá colhido

um garoto que está com 2

cestas com 5 maçãs em cada?

2 1 8

6 1 4

9 1 1

4 1 6

5 1 5

10

7 1 3

1 1 9

8 1 2

0 1 10

7. COMPLETE OS ESPAÇOS EM BRANCO E O QUADRO DE ADIÇÕES COM AS SOMAS.

6

6

6

1 3

1 4

1 5

9

10

11

8. JULIANA E LUCAS ESTÃO NO POMAR DO AVÔ COLHENDO MAÇÃS.

84

OBSERVE A IMAGEM E ESCREVA UM PROBLEMA

DE ADIÇÃO. PEÇA PARA UM COLEGA RESOLVER.

RESPOSTA PESSOAL.

1 3 4 5

6 9 10 11

7 10 11 12

8 11 12 13

ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM

Ao acompanhar a aprendizagem dos alunos é importante respeitar as diferentes estratégias

que serão usadas para expressar o pensamento matemático sobre o conceito da adição. Para

auxiliar o aluno que apresentar alguma dificuldade quanto à ideia de adição por meio de ações

de juntar e acrescentar, retome as estratégias com uso dos materiais manipulaveis, incluindo

o ábaco, Material Dourado, barrinhas de Cuisenaire, e caixinha de contagem , entregando

a eles uma certa quantidade do material e acrescentando novas quantidades às peças que

receberem em mãos.

A ideia de juntar: Ex, Marcos tem cinco bolinhas e Juliana tem três. Quantas bolinhas eles têm

ao todo?

A ideia de acrescentar: Ex: Fabiano tinha um carrinho e ganhou dois carrinhos em seu aniversário.

Quantos carrinhos ele tem agora?

Novas situações dessa natureza podem ser propostas para que o aluno represente passo a

passo com o material manipulável e chegue à resposta esperada.

ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK

92


COMPOSIÇÃO E DECOMPOSIÇÃO DOS NÚMEROS

LÉO ORGANIZOU SUAS 6 BOLINHAS DE GUDE DE MANEIRAS DIFERENTES.

A

C

E

ASSIM COMO LÉO FEZ COM AS BOLINHAS, TAMBÉM PODEMOS REPRESENTAR

OS NÚMEROS COMO SOMAS DE DIFERENTES ADIÇÕES.

OBSERVE O QUE FOI FEITO COM O NÚMERO 6.

3 1 3 5 6 1 1 2 1 3 5 6 4 1 2 5 6 2 1 4 5 6 6 1 0 5 6 0 1 6 5 6

VAMOS PENSAR JUNTOS

NATHALIA S./ M10

NATHALIA S./ M10

NATHALIA S./ M10

6 MANEIRAS.

• DE QUANTAS MANEIRAS DIFERENTES LÉO ORGANIZOU SUAS BOLINHAS?

• DE QUANTAS MANEIRAS DIFERENTES POSSO ORGANIZAR 5 BOLINHAS

COMO SOMA DE BOLINHAS DE 2 GRUPOS? 6 MANEIRAS DIFERENTES:

0 1 5; 5 1 0; 1 1 4; 4 1 1; 2 1 3; 3 1 2.

B

D

F

NATHALIA S./ M10

NATHALIA S./ M10 NATHALIA S./ M10

85

ATIVIDADE

PREPARATÓRIA

Peça aos alunos que observem

atentamente a imagem do

livro e questione-os sobre o

que eles notaram na imagem.

Após as respostas, explique

que podemos usar

várias estratégias para chegar

a um mesmo resultado.

Sugestão: separe os alunos

em grupos. Faça fichas coloridas

associando cada cor a um

número. Exemplo: verde = 10,

amarelo = 3, azul = 1, etc. Cada

grupo terá uma caixinha com

as fichas coloridas. O professor

dirá um número e os alunos

devem chegar ao resultado

adicionando os valores das

fichas coloridas que representam

os números.

Chame a atenção dos estudantes

para as possibilidades

de representar os números por

meio da adição, por exemplo,

o número 12:

6 + 6 =12

7 + 5 =12

8 + 4 = 12

9 + 3 = 12

10 + 2 = 12

A utilização do material Cuisenaire

pode auxiliar nesse

processo.

Realize as perguntas da seção

Vamos pensar juntos, ouça

as respostas dos alunos e dialogue

com eles sobre as diferentes

estratégias de adições.

93


Atividades 9 a 11

(EF01MA07) Compor e

decompor número de até

duas ordens, por meio de

diferentes adições, com o

suporte de material manipulável,

contribuindo para a compreensão

de características do

sistema de numeração decimal

e o desenvolvimento de

estratégias de cálculo.

PNA - NUMERACIA

Adição e subtração elementares,

incluindo o significado

das operações e sua prática

reiterada.

Representação concreta e

verbal de raciocínios.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Na atividade 9, utilize as

cores das barrinhas do Cuisenaire

para criar outras possibilidades

de modo a chegar

ao resultado proposto.

Explore os registros dos estudantes

para que eles observem

as estratégias e estabeleçam

relações e comparações

com os resultados dos colegas.

Discuta os resultados

apresentados.

9. ESCREVA VÁRIAS ADIÇÕES QUE RESULTEM NOS NÚMEROS INDICADOS.

UTILIZE AS CORES DAS BARRINHAS DO MATERIAL CUISENAIRE PARA REPRESENTAR

AS PARCELAS.

A)

B)

1

9

12

2

3

4

5

ALGUMAS

POSSIBILIDADES:

5 1 4 = 9

6 1 3 = 9

1 1 8 = 9

9 1 0 = 9

6

ALGUMAS

POSSIBILIDADES:

12 1 0 = 12

6 1 6 = 12

5 1 7 = 12

4 1 8 = 12

C)

D)

7

8

6

11

9

10

ALGUMAS

POSSIBILIDADES:

3 1 3 = 6

4 1 2 = 6

1 1 5 = 6

6 1 0 = 6

ALGUMAS

POSSIBILIDADES:

5 1 6 = 11

7 1 4 = 11

4 1 7 = 11

8 1 3 = 11

86

PARA AMPLIAR

O vídeo sugerido apresenta uma explicação sobre o uso das barrinhas de Cuisenaire para adição.

Disponível em:

https://www.youtube.com/watch?v=VpdIMxQnZA4

Acesso em 01 ago. 2021

94


10. COMPLETE OS SALTOS DO GRILO E OS VALORES PARA COMPOR A SOMA IGUAL A 12.

ACOMPANHE O EXEMPLO: RESPOSTAS PESSOAIS.

5 1 7 5 12

0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12

2 1 1 5 12

0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12

1 1 5 12

0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12

1 1 1 5 12

0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12

ILUSTRAÇÕES: NATHALIA S./ M10

ORIENTAÇÃO DIDÁTICA

Na atividade 10, estimule o

estudante a perceber qual é

o último pulo do grilo na reta

numérica para completar a

adição de resultado 10.

Observe o exemplo e realize

a atividade.

Na atividade 11, além da calculadora,

você pode utilizar

palitos, tampinhas ou botões

para auxiliar na adição.

Explore a reta numérica e a

calculadora como suportes

para realizar adições e resolver

problemas do cotidiano, validando

estratégias e resultados.

SHUTTERSTOCK.COM

11. FAÇA APARECER O NÚMERO 18 INDICANDO AS TECLAS

DIGITADAS. USE UMA CALCULADORA PARA FAZER

ESSAS OPERAÇÕES.

• DIGITANDO 4 TECLAS. 9 9

• DIGITANDO 8 TECLAS.

MR M+ M-

7 8 9

4 5 6

1

AC 2 3

0

18

2 1 3 1 5 1 8 5

UMA DAS RESPOSTAS POSSÍVEIS.

• DIGITANDO 6 TECLAS.

5 1 6 1 7 5

UMA DAS RESPOSTAS POSSÍVEIS.

87

FUNDAMENTO PEDAGÓGICO

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) refere-se a calculadora como um recurso que deve

estar presente em sala de aula, porém se faz necessário que esteja integrado a “situações que propiciem

a reflexão, contribuindo para a sistematização e a formalização dos conceitos matemáticos”.

(BRASIL, 2018, p.296).

95


Atividades 12 e 13

(EF01MA07) Compor e

decompor número de até

duas ordens, por meio de

diferentes adições, com o

suporte de material manipulável,

contribuindo para a

compreensão de características

do sistema de numeração

decimal e o desenvolvimento

de estratégias de cálculo.

PNA - NUMERACIA

Adição e subtração elementares,

incluindo o significado

das operações e sua prática

reiterada.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Na atividade 12, peça aos

alunos que observem atentamente

a quantidade em

cada dado e façam a adição

correspondente.

Na atividade 13, explique

a tabela do jogo proposto

pelo livro, auxilie nas regras

e acompanhe a atividade.

Questione:

Que estratégia podemos utilizar

para adicionar a quantidade

de pontos?

Você utilizaria os dedos para

auxiliar os cálculos?

Espera-se que após apresentar

as regras os alunos se mobilizem

para apresentar diferentes

estratégias para a resolução,

além de procedimentos

próprios. A proposta é que os

estudantes comparem resultados,

observem caminhos

diferentes para encontrar a

mesma soma.

12. TRÊS AMIGOS ESTÃO JOGANDO DADOS. ESCREVA NOS QUADRINHOS VAZIOS O TOTAL

DE PONTOS QUE CADA UM ALCANÇOU E CIRCULE QUAL DELES CONSEGUIU MAIS

PONTOS:

7 11 14

3 1 2 1 2

1 1 5 1 5

5 1 6 1 3

13. ESTA ATIVIDADE DEVE SER FEITA EM GRUPO. JUNTE-SE A 1 OU 2 COLEGAS E LEIA

COM ATENÇÃO AS REGRAS DO JOGO.

JOGO DE LANÇA-DADOS

RECORTE, DOBRE, MONTE E COLE O DADO QUE ESTÁ NO MATERIAL DE APOIO

(PÁGINA 221).

REGRAS DO JOGO

• CADA JOGADOR LANÇA O DADO. INICIA O JOGO AQUELE QUE OBTIVER O

MAIOR NÚMERO.

• DEPOIS DE UM JOGADOR LANÇAR O DADO, O PRÓXIMO A JOGAR SERÁ O

COLEGA QUE ESTÁ A SUA ESQUERDA.

• CADA JOGADOR, NA SUA VEZ, LANÇA O DADO TRÊS VEZES

E REGISTRA NO QUADRO OS VALORES. OBSERVE O EXEMPLO:

1 1 6 1 3 = 10

1 O LANÇAMENTO 2 O LANÇAMENTO 3 O LANÇAMENTO TOTAL

EXEMPLO 1 6 3 10

JOGADOR A

JOGADOR B

JOGADOR C

RESPOSTAS PESSOAIS.

• O JOGO TERMINA QUANDO TODOS OS JOGADORES COMPLETAREM

3 LANÇAMENTOS.

• O JOGADOR QUE OBTIVER O MAIOR TOTAL NO FINAL DOS 3 LANÇAMENTOS

GANHA O JOGO.

88

ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM

Ao aluno que apresentar alguma dificuldade na realização das atividades ou na compreensão

do conceito aditivo, retome com ele as estratégias de adição com apoio dos materiais manipuláveis:

ábaco, Material Dourado, Cuisenaire e também com o apoio das retas numéricas

aplicáveis à novas situações de cálculo. Trabalhe a composição e decomposição numérica,

resgatando requisitos para a compreensão das formas de representações.

ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10

NATHALIA S./ M10

96


VOCÊ É O ARTISTA

9 1 1 5 10

8 1 6 5 14

17

8

14

PINTE O DESENHO COM AS CORES ABAIXO, DE ACORDO

COM O RESULTADO DE CADA ADIÇÃO.

8

17

5 1 3 5 8

2 1 7 5 9

17

14

17

8

8

10

14

4 1 0 5 4

9 1 8 5 17

17

8

9 14 9

17

9

8

4

9

17

9

9

8

10

8

8

17

9

9 9

4

NATHALIA S./ M10

Você é o artista

ROTEIRO DE AULA

Tempo de duração: uma

aula de 50 minutos

Objetivo: Efetuar adições e

produzir uma arte a partir dos

resultados.

Orientação didática: De

forma lúdica, os alunos efetuarão

as operações de adição

para descobrirem a cor que

deverá ser aplicada a cada

parte do desenho. Peça que

façam as adições e pintem

o desenho de acordo com

as cores de cada resultado.

Avaliação: Observar se

as cores pintadas estão de

acordo com os resultados das

adições. Pedir que os alunos

comparem as suas pinturas

para ver se as cores pintadas

foram iguais e se não foram

em alguma parte, que confiram

as adições para ver qual

a cor que está certa.

14

10

9

8

14

14

10

14

10

10

89

97


CONTANDO ATÉ 50

ATIVIDADE

PREPARATÓRIA

Organize a turma em grupos

de cinco alunos. Proponha

uma atividade com materiais

de contagem: tampinhas, palitos,

grãos de feijão, etc.

Estabeleça para cada grupo

um número:

Grupo 1: contagem de 10 a 20

elementos.

Grupo 2: contagem de 10 a 35

elementos.

Grupo 3: contagem de 10 a

40 elementos.

Grupo4; contagem de 10 a 45

elementos.

Grupo 5: contagem de 10 a

50 elementos.

Faça um cartaz com os alunos

do número 10 ao 50. Peça

que leiam os números em

voz alta. Exponha o cartaz na

sala e peça que registrem no

caderno a sequência numérica

de 10 a 50. Ao finalizar, peça

para cada grupo relatar o que

conseguiram observar sobre

as regularidades da sequência

de 10 a 50.

Na seção Vamos pensar

juntos, proporcione reflexões

para a turma a partir das

questões e trabalhe a representação

das dezenas com o

uso do ábaco, enquanto os

questionamentos forem feitos,

para que a compreensão

seja alcançada.

HENRIQUE FEZ ANIVERSÁRIO.

NA FESTA, CARINA, DANIEL E MARTA

FICARAM RESPONSÁVEIS POR

ENTREGAR OS BALÕES PARA OS

CONVIDADOS.

VAMOS REPRESENTAR AS

QUANTIDADES DE BALÕES QUE AS

CRIANÇAS TÊM NAS MÃOS UTILIZANDO

O MATERIAL DOURADO. OBSERVE:

20 UNIDADES

2 DEZENAS

20 UNIDADES

2 DEZENAS

NESSE CASO, CADA 10 UNIDADES SÃO

REPRESENTADAS NO ÁBACO POR UMA ARGOLINHA.

JUNTOS, ELES TÊM 50 BALÕES.

90

VAMOS PENSAR JUNTOS

10 UNIDADES

1 DEZENA

• QUANTAS DEZENAS DE BALÕES AS CRIANÇAS TÊM JUNTAS? 5 DEZENAS.

• SE JUNTARMOS OS BALÕES DE DANIEL E MARTA, TEREMOS AO TODO

QUANTOS BALÕES? 30 BALÕES.

• QUANTOS BALÕES TEREMOS AO ADICIONAR OS BALÕES DE CARINA COM

OS DE DANIEL? 40 BALÕES.

FUNDAMENTO PEDAGÓGICO

A BNCC orienta-se pelo pressuposto de que a aprendizagem em Matemática está intrinsecamente

relacionada à compreensão, ou seja, à apreensão de significados dos objetos matemáticos, sem

deixar de lado suas aplicações. Os significados desses objetos resultam das conexões que os alunos

estabelecem entre eles e os demais componentes, entre eles e seu cotidiano e entre os diferentes

temas matemáticos.

Desse modo, recursos didáticos como malhas quadriculadas, ábacos, jogos, livros, vídeos, calculadoras,

planilhas eletrônicas e softwares de geometria dinâmica têm um papel essencial para a compreensão

e utilização das noções matemáticas. Entretanto, esses materiais precisam estar integrados

a situações que levem à reflexão e à sistematização, para que se inicie um processo de formalização.

BNCC - BRASIL, p. 276.

CARINA

MARTA

C

D

DANIEL

U

ILUSTRAÇÕES: OLGA1818/ SHUTTERSTOCK

98


1. CIRCULE O ALGARISMO DAS DEZENAS NOS NÚMEROS A SEGUIR.

27 49 10 15 36 50 25 39

ESCOLHA QUATRO DESSES NÚMEROS E REPRESENTE-OS NOS ÁBACOS. ESCREVA O

NÚMERO REPRESENTADO EMBAIXO DE CADA ÁBACO.

RESPOSTA PESSOAL.

C D U

C D U

Atividades 1 e 2

(EF01MA02) Contar de

maneira exata ou aproximada,

utilizando diferentes estratégias,

como o pareamento

e outros agrupamentos.

(EF01MA03) Estimar e comparar

quantidades de objetos

de dois conjuntos (em

torno de 20 elementos), por

estimativa e/ou por correspondência

(um a um, dois a

dois) para indicar “tem mais”,

“tem menos” ou “tem a mesma

quantidade”.

PNA - NUMERACIA

Contagem de números até 50.

C

D

U

2. ESCREVA O NÚMERO QUE REPRESENTA A QUANTIDADE DE LÁPIS E COMPLETE DE

ACORDO COM O EXEMPLO:

10 10

10

10 10

10

A)

C

D

U

ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Na atividade 1, oriente o

aluno a perceber o valor posicional

do algarismo que ocupa

a casa das dezenas.

Na atividade 2, o aluno

deverá perceber o agrupamento

de dezenas.

Estimule-o a refletir que a

cada grupo de 10 unidades

obtemos uma dezena.

4 DEZENAS E 9 UNIDADES

49

2 DEZENAS E 8 UNIDADES

28

91

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Embora o sistema monetário brasileiro seja abordado neste volume em unidades posteriores,

traga, se julgar conveniente, algumas moedas de 1 real e as cédulas de 2, 5, 10, 20 e 50 reais de

brinquedo para que os alunos manipulem e associem com os agrupamentos. Investigue com

seus alunos a contagem de objetos de coleções de até 50 unidades; previamente, pergunte:

Vocês sabem contar até 50?

Quantas dezenas há em 50 unidades?

Como podemos representar 50 unidades no ábaco? E no Material Dourado?

99


Atividade 3

(EF01MA02) Contar de

maneira exata ou aproximada,

utilizando diferentes estratégias,

como o pareamento e

outros agrupamentos.

(EF01MA03) Estimar e comparar

quantidades de objetos

de dois conjuntos (em

torno de 20 elementos), por

estimativa e/ou por correspondência

(um a um, dois a

dois) para indicar “tem mais”,

“tem menos” ou “tem a mesma

quantidade”.

Atividades 4 e 5

(EF01MA05) Comparar números

naturais de até duas ordens

em situações cotidianas, com

e sem suporte da reta numérica.

(EF01MA10) Descrever, após

o reconhecimento e a explicitação

de um padrão (ou regularidade),

os elementos ausentes

em sequências recursivas

de números naturais, objetos

ou figuras..

PNA - NUMERACIA

Contagem de números até 50.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Na atividade 3, solicite aos

alunos que, oralmente, expressem

a quantidade de peças

do Material Dourado indicadas

no quadro com seu número

correspondente.

Na atividade 4, proponha

a leitura e observação dos

números no quadro acima

da reta numérica e questione

que padrões aparecem na

sequência após a localização

dos valores na reta numérica.

B) C)

10 10 10

10 10 10 10 10

3 DEZENAS E 5 UNIDADES

3. COMPLETE O QUADRO OBSERVANDO O EXEMPLO DADO.

35 51

5 DEZENAS E 1 UNIDADE

NÚMERO

15 QUINZE

24 VINTE E QUATRO

28 VINTE E OITO

32 TRINTA E DOIS

ESCRITA POR EXTENSO

34 TRINTA E QUATRO

4. ESCREVA OS NÚMEROS ABAIXO COMPLETANDO ESTA RETA NUMÉRICA.

92

20 4 36 12 28 8 44

0 4 8 12 16 20 24 28 32 36 40 44

PARA AMPLIAR

Sugestão de leitura:

SMOLE, K.S.; DINIZ, M.I. (Orgs). Materiais manipulativos para o ensino das quatro operações.

Porto Alegre: Penso, 2016. (Coleção mathemoteca, v.2).

O livro aborda a utilização de materiais manipulativos como recursos para favorecer a compreensão

de conceitos matemáticos.

ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10

100


5. OBSERVE A SEQUÊNCIA DE VALORES E PREENCHA ESTA RETA NUMÉRICA:

A

B

RESPONDA:

A) QUE NÚMERO CORRESPONDE À LETRA E? 20

B) QUE LETRA REPRESENTA O NÚMERO 30? G

6. OBSERVE ESTA IMAGEM E RESPONDA ÀS QUESTÕES A SEGUIR.

A) SEM CONTAR, ESTIME QUANTAS CRIANÇAS ESTÃO SENTADAS NO AUDITÓRIO.

RESPOSTA PESSOAL.

B) AGORA CONTE QUANTAS CRIANÇAS ESTÃO NO AUDITÓRIO E VERIFIQUE SE SUA

ESTIMATIVA ESTÁ PRÓXIMA DESSA QUANTIDADE. HÁ 22 CRIANÇAS NO AUDITÓRIO.

A COMPARAÇÃO COM A ESTIMATIVA SERÁ UMA RESPOSTA PESSOAL.

C) QUANTOS LUGARES ESTÃO LIVRES? 8 LUGARES.

D) OLHANDO PARA A IMAGEM DA SALA, QUAL LADO TEM MENOS CRIANÇAS?

LADO DIREITO.

C

E) QUANTAS CRIANÇAS FALTAM PARA QUE OS DOIS LADOS TENHAM A MESMA

QUANTIDADE? 2 CRIANÇAS.

D E F G H I J K

0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50

F) VOCÊ JÁ FOI AO CINEMA OU AO TEATRO, OU A UMA APRESENTAÇÃO DE DANÇA

RESPOSTA PESSOAL

OU MÚSICA? SE SIM, CONTE A EXPERIÊNCIA PARA A TURMA.

ORAL.

93

VICTOR B./ M10

Atividade 6

(EF01MA05) Comparar números

naturais de até duas ordens

em situações cotidianas, com

e sem suporte da reta numérica.

PNA - NUMERACIA

Contagem de números até 50.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Na atividade 5, proporcione

outras sequências numéricas

para identificar suas regularidades.

Faça a sequência

de 10 em 10, podendo utilizar

o exemplo da atividade

anterior. Sequências numéricas

em uma reta auxiliam a

expandir a contagem.

Na atividade 6, questione:

Como posso fazer estimativas?

É o mesmo que adivinhar?

Promova um debate sobre

essas ideias de modo que

possa contribuir para valorizar

as diferentes ideias dos estudantes.

Oriente que podemos

fazer a contagem com diferentes

estratégias: de 1 e 1 de

2 em 2, utilizar os dedos etc.

ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM

Para auxiliar os alunos que apresentarem dificuldade referente a habilidade de comparar números

naturais de até duas ordens com ou sem suporte da reta numérica, podem ser exercitadas

novas contagens com o auxílio do ábaco, solicitando que contém de 2 em 2, depois de 3

em 3, em seguida de 4 em 4 e de 5 em 5. Retome procedimentos simples de contagens e de

padrões também simples de sequências. Em seguida, faça na lousa os desenhos das mesmas

retas numéricas apresentadas e troque os números propostos nelas, para que os alunos possam

pensar, descobrir o padrão e preencher os espaços com os números que estiverem faltando.

101


ATIVIDADE

PREPARATÓRIA

Assista com os alunos ao vídeo

“Adição para crianças”, disponível

em: <https://www.you-

tube.com/channel/UCI8qJ-

CvG6BQWAoS3UYVkMog>.

Para iniciar essa atividade proponha

que os alunos realizem

a adição proposta no

livro com Material Dourado

e amplie para outros valores.

Em seguida, explore a ideia

da segunda estratégia, para

que os alunos percebam as

associações diferentes que

chegam ao mesmo resultado.

Use folha quadriculada para

representar a operação no

quadro de ordens. Enfatize

que podemos usar diferentes

estratégias para pensar e

resolver uma mesma situação.

Chame atenção dos estudantes

sobre as três maneiras diferentes

de fazer os cálculos da

adição e ressalte que a adição

na vertical (algoritmo) deve

ser alinhado unidade abaixo

de unidade e dezena abaixo

de dezena.

ADIÇÃO DE NÚMEROS

COM DOIS ALGARISMOS

NA ESCOLA DE LAURA ESTÃO FAZENDO UMA CAMPANHA PARA ARRECADAR

LATINHAS DE ALUMÍNIO PARA RECICLAGEM.

A PROFESSORA PEDIU PARA OS ALUNOS TRAZEREM AS LATINHAS

ARRECADADAS PARA QUE PUDESSE FAZER A CONTAGEM FINAL.

ESTAS FORAM AS QUANTIDADES DE LATINHAS QUE LAURA E BEATRIZ JUNTARAM:

LAURA: 26 LATINHAS

BEATRIZ: 12 LATINHAS

A PROFESSORA PEDIU QUE AS MENINAS COLOCASSEM AS LATINHAS EM UMA

MESMA SACOLA E SOLICITOU A PAULO, LAURA E BEATRIZ QUE DISSESSEM COMO

FARIAM PARA SABER A QUANTIDADE TOTAL DE LATINHAS.

OBSERVE COMO CADA CRIANÇA REPRESENTOU SEU CÁLCULO:

26 1 12

20 1 6 1 10 1 2

20 1 8 1 10

1

D

2

1

30 1 8 5 38

U

6

2

3 8

APESAR DE UTILIZAREM MANEIRAS DIFERENTES PARA CHEGAR AO RESULTADO,

AS TRÊS CRIANÇAS ACERTARAM A QUANTIDADE TOTAL DE LATINHAS QUE ESTÃO

DENTRO DA SACOLA.

94

1

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Antes de iniciar essa atividade prática com os estudantes, construa um ábaco da seguinte

maneira:

Faça dois furos na caixinha de suco, corte o palito de churrasco ao meio e insira os buracos

feitos na caixa. Fixe os palitos com a fita adesiva. Faça a indicação na caixa para as Dezenas (D)

e Unidades (U). Recorte 10 círculos verdes e 10 amarelos de EVA com diâmetros de 3 cm cada

e faça furos centrais nesses círculos. Você poderá chamar os alunos para ajudar na confecção.

Separe os alunos em grupos.

Entregue para cada grupo um ábaco. Ao seu comando, solicite que os alunos representem no

ábaco as parcelas indicadas. Por exemplo: 12 + 5. Eles colocarão uma argola nas dezenas, duas

nas unidades e mais 5 nas unidades. Desse modo, o aluno indicará como resposta o número 17.

102


VAMOS PENSAR JUNTOS

• CALCULE MENTALMENTE: SE TIVÉSSEMOS 20 LATINHAS EM UM SACO E

12 EM OUTRO, QUANTAS LATINHAS TERÍAMOS AO TODO? 32 LATINHAS.

• POR QUE É IMPORTANTE RECICLAR OS OBJETOS? RESPOSTA PESSOAL.

• EM SUA CASA, SUA FAMÍLIA SEPARA O LIXO PARA A RECICLAGEM?

RESPOSTA PESSOAL.

CURIOSIDADE

O BRASIL É O PAÍS RECORDISTA MUNDIAL EM RECICLAGEM DE LATAS

DE ALUMÍNIO. EM 2018, O BRASIL CONSEGUIU RECICLAR QUASE TODAS AS

LATINHAS DE ALUMÍNIO QUE FORAM USADAS.

FONTE: TEM SUSTENTÁVEL.

VANESSA VOLK/ SHUTTERSTOCK.COM

SU JUSTEN/SHUTTERSTOCK

RECIPIENTES DE LIXO PARA

RECICLAGEM EM UMA PRAÇA

DE SÃO PAULO, NO ESTADO DE

SÃO PAULO.

RESÍDUOS SEPARADOS PARA

REAPROVEITAMENTO EM

PETRÓPOLIS, NO ESTADO DO

RIO DE JANEIRO.

Na seção Vamos pensar juntos,

a temática da reciclagem

deve ser bem pontuada

visando orientar a aplicabilidade

do conceito aditivo em

situação prática do cotidiano

e a reflexividade do aluno.

Após a utilização do ábaco ou

do Material Dourado, efetue

cálculos utilizando a representação

das adições de números

com dois algarismos no

quadro de ordens.

Proponha um desafio:

Qual chave abre o cofre se o

número da chave tem 3 dezenas

e 5 unidades?

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

CURIOSIDADE

Chame a atenção dos alunos

para a coleta seletiva do lixo

e o exercício de cidadania de

forma consciente. Comente

com os estudantes que todos

podem e devem participar da

coleta seletiva em suas casas

colocando todo material a

ser reciclado (plástico, vidro,

papel e metal) em um saco.

Quando o saco estiver cheio,

entregue a algum catador ou

em algum posto de coleta.

95

Para que a aprendizagem se torne dinâmica, dentro do cotidiano dos alunos, crie um contexto

para apresentar as parcelas e a soma. Exemplo: Vera foi comprar 12 laranjas e 5 maçãs,

quantas frutas ela comprou?

Solicite que os alunos registrem as parcelas e o total no caderno.

Durante o desenvolvimento da atividade, circule pela sala observando as estratégias dos alunos

e auxiliando os que apresentarem dificuldades.

103


Atividades 1 a 3

(EF01MA06) Construir fatos

básicos da adição e utilizá-los

em procedimentos de cálculo

para resolver problemas.

(EF01MA08) Resolver e elaborar

problemas de adição e de

subtração, envolvendo números

de até dois algarismos,

com os significados de juntar,

acrescentar, separar e retirar,

com o suporte de imagens e/

ou material manipulável, utilizando

estratégias e formas de

registro pessoais.

PNA - NUMERACIA

Adição e subtração elementares,

incluindo o significado

das operações e sua prática

reiterada.

Problema envolvendo um cálculo

de adição com 2 algarismos

e significados de adição.

Composição e decomposição

de números.

1. EFETUE AS OPERAÇÕES ADICIONANDO PRIMEIRO AS UNIDADES E, EM SEGUIDA,

AS DEZENAS.

A)

B)

D

U

5

1 1 3

1 8

D

U

1 3

1 2 1

3 4

C)

D)

D

U

1 4

1 2 5

D

3 9

U

4 0

1 6

4 6

2. ANA E ALICE ESTÃO GUARDANDO TAMPINHAS DE GARRAFAS PET PARA DOAR

A UM PROJETO SOCIAL. NESSE PROJETO, CADA TAMPINHA COLETADA PODERÁ

AJUDAR NA COMPRA DE UMA CADEIRA DE RODAS.

ANA GUARDOU 16 TAMPINHAS E ALICE PEDIU PARA ANA ACRESCENTAR MAIS 13

TAMPINHAS QUE ELA HAVIA GUARDADO. QUAL É O TOTAL DE TAMPINHAS QUE

ANA E ALICE TÊM JUNTAS?

ANA E ALICE TÊM JUNTAS 29 TAMPINHAS.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Na atividade 1, estimule os

alunos a obterem o resultado

da adição de quantidades

de peças do Material

Dourado por meio da contagem

total de peças e pela adição

utilizando a estrutura do

algoritmo. Fomente debates

quanto a qual dos dois processos

é mais prático.

Na atividade 2, retome a

estratégia de acrescentar e

juntar, revendo o conceito

de adição. Utilize tampinhas

para fazer a representação da

situação problema e promova

uma vivência com a utilização

dos materiais manipuláveis

na resolução de problemas.

96

FUNDAMENTO PEDAGÓGICO

O contexto apresentado para trabalhar o pensamento aditivo aplicado à temática da reciclagem

e cidadania consciente, fundamenta-se na visão progressiva para o desenvolvimento da

Competência Geral-7, proposta pela BNCC:

Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender

ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência

socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento

ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta.

BNCC - BRASIL, p. 9.

OLGA1818/SHUTTERSTOCK

104


3. COMPLETE CONFORME O EXEMPLO:

A)

B)

12

DOZE

24

VINTE E QUATRO

10

10

2

10

10

4

10 1 2 5 12

10 1 10 1 4 5 24

20 1 4 5 24

ORIENTAÇÃO DIDÁTICA

Na atividade 3, relembre

aos alunos a adição de dezenas.

Estimule-os a refletir que

outra estratégia utilizada para

adicionar também pode ser a

decomposição de números.

Para a realização da atividade,

use o Material Dourado, se

necessário. Leve o aluno a

relacionar o número de unidades

ou dezenas no Material

Dourado ao resultado do

algoritmo da adição entre as

quantidades. Observações sistemáticas

de aspectos quantitativos

favorecem aos estudantes

relacionar e investigar

informações relevantes, produzindo

argumentos convincentes.

35

TRINTA E CINCO

10

10

10 1 10 1 10 1 5 5 35

30 1 5 5 35

5

• ESCOLHA UM DOS ITENS E ESCREVA, EM UMA FOLHA AVULSA, UM PROBLEMA

QUE POSSA SER RESOLVIDO PELAS ADIÇÕES QUE VOCÊ COMPLETOU.

RESPOSTA PESSOAL.

97

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Apresente aos alunos, dois potes transparentes com diferentes quantidades de tampinhas pet.

Solicite que ajudem a contar quantas tampinhas há em cada um dos potes. Anote o número

na lousa. Em seguida, junte todas as tampinhas em um único pote e peça para que contém

novamente. Anote esse número na lousa. Fale a eles que o que acabaram de fazer foi adicionar

duas quantidades e que o número obtido é o resultado da adição. Mostra a contagem

anotada na lousa de cada pote e faça a adição dos dois números e compare com a contagem

total mostrando a mesma solução entre contagem e adição.

Apresente aos estudantes uma videoaula para consolidar as ideias de adição, disponível em:

https://youtu.be/KVImzPJwUuM (Acesso em 02/08/21)

105


Atividades 4 a 6

(EF01MA06) Construir fatos

básicos da adição e utilizá-los

em procedimentos de cálculo

para resolver problemas.

(EF01MA08) Resolver e

elaborar problemas de

adição e de subtração,

envolvendo números de

até dois algarismos, com

os significados de juntar, acrescentar,

separar e retirar, com

o suporte de imagens e/ou

material manipulável, utilizando

estratégias e formas

de registro pessoais.

PNA - NUMERACIA

Adição e subtração elementares,

incluindo o significado

das operações e sua prática

reiterada.

Problema envolvendo um cálculo

de adição com 2 algarismos

e significados de adição.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Na atividade 4, leve o ábaco

para a sala de aula e represente

as quantidades da atividade.

Peça que os alunos

façam a contagem do total

antes de procurarem a alternativa

correta posicionada

no ábaco.

Na atividade 5, promova a

percepção dos agrupamentos,

contando, por exemplo,

de 2 em 2, 3 em 3, por linha,

por coluna etc. Utilize o ábaco

e figuras como suporte para

a resolução de problemas.

4. JOÃO TEM 15 LÁPIS DE COR E GANHOU UMA CAIXA COM DUAS DEZENAS DE LÁPIS

DE COR FLUORESCENTES.

ESCREVA O NÚMERO REPRESENTADO EM CADA ÁBACO E MARQUE UM X NO QUE

INDICA COM QUANTOS LÁPIS COLORIDOS ELE FICOU.

A)

C)

X

B)

C

C

D

2 4

D

1 7

UM C D U

CM DM UM C D U

U

U

D)

C

D

3 5

UM C D U

C

CM DM UM C D U

D

5 0

5. EDUARDO ESTÁ FAZENDO UMA CONSTRUÇÃO COM BLOCOS. ELE JÁ COLOCOU

32 PEÇAS, MAS FALTA COLOCAR MAIS 16 PEÇAS.

98

UM C D U

CM DM UM C D U

QUANTAS PEÇAS TERÁ, NO TOTAL, A CONSTRUÇÃO DE EDUARDO?

48 PEÇAS.

PARA AMPLIAR

Sugestão de leitura

As Operações Matemáticas no Ensino Fundamental I. Autora: Cláudia Broitman – Editora: Ática.

O livro trata do ensino das operações nas séries iniciais do Ensino Fundamental, enfatizando a

diversidade de problemas e estratégias de cálculos que devem ser abordados na escola, além

dos procedimentos de resolução utilizados pelas crianças. A preocupação central da autora

é promover um trabalho em sala de aula que proporcione a todas as crianças a aquisição de

conhecimentos significativos e que essa aquisição seja produzida em um ambiente favorável

à produção, ao espírito de investigação sobre a atividade matemática e a produção de argumentos

matemáticos para compreensão do mundo.

U

U

OLGA1818/ SHUTTERSTOCK

106


6. MARINA GOSTA MUITO DE LER. ELA EMPRESTOU 12 LIVROS DA SUA COLEÇÃO DE

HISTÓRIAS DE AVENTURAS. MESMO ASSIM, AINDA TEM 16 LIVROS.

MARINA

CALCULEI:

16 1 12 5 28

D

U

1 6

1 1 2

2 8

RESPOSTA: 28

ARTE/ M10

ORIENTAÇÃO DIDÁTICA

Na atividade 6, peça aos alunos

que elaborem uma estratégia

para determinar a quantidade

de livros de Marina; a

seguir, solicite que eles comparem

as suas respostas com

as dos colegas.

Utilize materiais manipuláveis

para dramatizar a situação

problema, solicite a participação

dos alunos.

JOSÉ

CALCULEI:

10 1 6 1 10 1 2 5

16 1 12 5

28

20 1 8 5 28

RESPOSTA:

28

RESPONDA:

A) MARINA ORGANIZOU TODOS OS SEUS LIVROS JUNTOS NA ESTANTE DO

QUARTO. QUANTOS LIVROS MARINA TEM?

28 LIVROS.

B) VOCÊ GOSTA DE LER?

RESPOSTA PESSOAL.

C) QUAL FOI O ÚLTIMO LIVRO QUE VOCÊ LEU?

RESPOSTA PESSOAL.

99

ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM

Para os alunos que apresentarem alguma dificuldade, retome os significados da adição com

dois algarismos, relacionando-os ao cálculo e observando os valores posicionais no algoritmo.

Utilize materiais manipuláveis, pois favorecem a investigação, o raciocínio lógico e estimulam a

produção de argumentos convincentes, além de auxiliar os alunos a se apropriarem das ideias

que envolvem a operação da adição e sua instrumentalização por meio de diferentes recursos e

procedimentos. Dedique tempo a acompanhar o raciocínio dos alunos individualmente e verificar

os pontos que precisam ser reorientados para a compreensão do procedimento aditivo.

107


SEQUÊNCIAS

ATIVIDADE

PREPARATÓRIA

Leve os alunos, se possível,

até uma escada e peça que

subam os degraus de 2 em 2.

Na primeira vez, o professor

auxiliará na contagem dos

degraus. Peça que repitam a

atividade, mas desta vez os

alunos farão a contagem de

cada degrau.

Solicite extremo cuidado na

escada, orientando sobre não

ser um local adequado para

brincadeiras.

Na seção Vamos pensar juntos,

converse com os alunos

sobre a organização das formigas

e para captar o interesse

deles, pergunte se já

observaram um caminho de

formigas levando folhinhas

para algum lugar? Ouça as

respostas e prossiga com as

perguntas do seção.

AS FORMIGAS ESTÃO TRABALHANDO INTENSAMENTE NO VERÃO E

GUARDANDO ALIMENTOS PARA O INVERNO.

11 11 11 11

CADA FORMIGA ESTÁ CARREGANDO UMA FOLHINHA.

AO FINAL DE UMA VIAGEM, ESSAS 8 FORMIGAS TERÃO LEVADO PARA O

FORMIGUEIRO 8 FOLHINHAS.

SE CADA UMA DAS 8 FORMIGAS CONSEGUIR LEVAR DUAS FOLHAS EM CADA

VIAGEM, QUANTAS FOLHINHAS ELAS TERÃO GUARDADO NO FORMIGUEIRO?

OBSERVE:

2

1

2

2

4

ELAS TERÃO GUARDADO 16 FOLHINHAS.

11 11 11

11 11 11 11 11 11

3

6

4

12 12 12 12 12 12

8

5

10

6

12

7

14

8

16

ILUSTRAÇÕES: NATHALIA S./ M10

VAMOS PENSAR JUNTOS

• SE CADA UMA DAS 8 FORMIGAS LEVASSE 3 FOLHAS A CADA VIAGEM,

QUANTAS FOLHINHAS ELAS GUARDARIAM NO FORMIGUEIRO?

24 FOLHINHAS.

• SE HOUVER 9 FORMIGAS E CADA UMA LEVAR DUAS FOLHINHAS,

QUANTAS FOLHAS ELAS COLOCARÃO DENTRO DO FORMIGUEIRO?

18 FOLHAS.

100

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Prepare uma cartela com números de 0 a 50 (semelhante a cartela de bingo).

Peça aos alunos que separem 3 lápis coloridos: vermelho, verde e azul. Entregue uma cartela para cada um. Explique que você

falará uma cor e um padrão e eles deverão circular na tabela os números que formarão essa sequência. Ex: padrão: adição de 2

em 2 para vermelha. Padrão: adição de 3 em 3 para a cor azul. Padrão: adição de 4 em 4 para a cor verde.

Verifique durante as rodadas da brincadeira o que as crianças estão marcando e como estão desenvolvendo a brincadeira. Faça

intervenções apenas se observar algum erro. Converse com os alunos sobre a importância de trocarem ideias entre si, quando

estiverem em cada rodada da brincadeira. Ao final do padrão de cada cor, compare as tabelas dos grupos. Se houver sequência

igual, cada grupo ganhará 5 pontos – se a sequência for única ganhará 10 pontos. Se a sequência estiver errada não ganhará

pontos. O grupo que tiver mais pontos ao final da última rodada, vence.

108


1. ESCREVA A QUANTIDADE DE DEDOS QUE HÁ EM CADA FIGURA.

2. COMPLETE COM OS VALORES CONFORME O PADRÃO DE CADA SEQUÊNCIA.

A)

B)

0

2

5 10

15 20

25

1 4

1 4

4

6

1 4

1 2 1 2 1 2 1 2 1 2 1 2 1 2 1 2 1 2 1 2 1 2

0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20

8

10

1 4

12

14

22

16

NATHALIA S./ M10

101

Atividades 1 e 2

(EF01MA05) Comparar números

naturais de até duas ordens

em situações cotidianas, com e

sem suporte da reta numérica.

(EF01MA08) Resolver e elaborar

problemas de adição e de subtração,

envolvendo números de

até dois algarismos, com os significados

de juntar, acrescentar,

separar e retirar, com o suporte

de imagens e/ou material manipulável,

utilizando estratégias

e formas de registro pessoais.

(EF01MA10) Descrever, após

o reconhecimento e a explicitação

de um padrão ou (regularidade),

os elementos ausentes

em sequências recursivas

de números naturais, objetos

ou figuras.

PNA - NUMERACIA

Identificação e continuação de

sequências.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Na atividade 1, separe os alunos

em duplas e, para cada dupla,

entregue 4 folhas de sulfite. Peça

para que os alunos pintem as

palmas das mãos com tinta

guache. A seguir, dê comandos

como: em uma folha de sulfite,

coloque duas dezenas de dedos.

Quantas mãos foram necessárias

para obter essa quantidade?

Repita a atividade com outros

comandos.

Na atividade 2, peça para que

os alunos “subam” a escada do

item a) contando de quatro

em quatro. Da mesma forma,

deverão construir a sequência

dos itens a), b) e c). A reta

numérica pode ser um instrumento

utilizado para completar

uma sequência e descobrir

o número que se deve adicionar

para determinar os números

que faltam na reta.

109


C)

1 3 1 3 1 3 1 3 1 3 1 3 1 3 1 3 1 3 1 3

Atividades 3 a 5

(EF01MA08) Resolver e elaborar

problemas de adição

e de subtração, envolvendo

números de até dois algarismos,

com os significados de

juntar, acrescentar, separar e

retirar, com o suporte de imagens

e/ou material manipulável,

utilizando estratégias e

formas de registro pessoais.

(EF01MA10) Descrever, após

o reconhecimento e a explicitação

de um padrão (ou regularidade),

os elementos ausentes

em sequências recursivas

de números naturais, objetos

ou figuras.

PNA - NUMERACIA

Identificação e continuação

de sequências.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

A atividade 3 é quase um

desafio: deixe os alunos

refletirem sobre como cada

sequência está sendo formada.

Debata, após um tempo

combinado, as respostas dos

alunos.

Na atividade 4, leve os alunos

a entender que outros

agrupamentos podem ser formados.

Estimule-os a perceber

quantos elementos cada

grupo possui. A reta numérica

pode ser um instrumento para

completar uma sequência e

descobrir o número que se

deve adicionar ou para obter

os números que faltam na reta.

0 3 6 9 12 15 18 21 24 27

• O QUE VOCÊ PODE CONTAR DE 2 EM 2? E DE 3 EM 3? E DE 4 EM 4?

HÁ VÁRIAS RESPOSTAS POSSÍVEIS: DE 2 EM 2 – MEIAS, MÃOS, PÉS, PNEUS DE BICICLETA

ETC.; DE 3 EM 3 – RODAS DE UM TRICICLO; DE 4 EM 4 – PATAS DO CACHORRO, PNEUS

DE AUTOMÓVEL ETC.

3. ENCONTRE UM PADRÃO PARA FORMAR CADA SEQUÊNCIA E COMPLETE:

A) 32 35 38 41 44 47 50

B) 22 26 30 34 38 42 46

4. EM CADA SAQUINHO SURPRESA HÁ 6 UNIDADES DE DOCES. COMPLETE A

SEQUÊNCIA ANOTANDO O NÚMERO DE DOCES DE CADA FIGURA E DESENHE AS

BALAS NOS SAQUINHOS.

6

12

5. INVENTE UMA REGRA E ESCREVA UMA SEQUÊNCIA NUMÉRICA EM UMA FOLHA

AVULSA. PEÇA PARA UM COLEGA DECIFRAR A REGRA E OBTER MAIS TRÊS TERMOS.

RESPOSTA PESSOAL.

102

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

As sequências com materiais manipuláveis permitem um movimento mais dinâmico, pois,

uma vez criadas, podem ser discutidas entre professora e alunos, e podem ser refeitas, caso

não tenham um padrão aditivo. Construa com os alunos uma centopeia feita com círculos

de massinha e com a ponta de um palito escreva os números que farão parte da sequência

aditiva. Pergunte a eles qual será o padrão aditivo para a sequência: +3, + 4, +5? Cada vez que

um padrão for escolhido, uma sequência será produzida.

30

NATHALIA S./ M10

24

18

110


METADE E DOBRO

DOBRO

MARIANA ESTÁ AJUDANDO SUA MÃE A ARRUMAR DOIS VASOS COM FLORES.

NO PRIMEIRO VASO FORAM COLOCADAS 3 FLORES. SUA MÃE PEDIU QUE, NO

SEGUNDO VASO, MARIANA COLOCASSE O DOBRO DE FLORES QUE FORAM

COLOCADAS NO PRIMEIRO VASO.

6 É O DOBRO DE 3

PARA OBTER O DOBRO DE UMA QUANTIDADE, DEVEMOS CONSIDERAR ESSA

QUANTIDADE 2 VEZES.

VAMOS PENSAR JUNTOS

• SE MARIANA COLOCASSE 2 FLORES NO PRIMEIRO VASO, QUANTAS

FLORES ELA DEVERIA COLOCAR NO SEGUNDO VASO? 4 FLORES.

• SE FOSSEM COLOCADAS 5 FLORES NO PRIMEIRO VASO, QUANTAS

FLORES SERIAM COLOCADAS NO SEGUNDO VASO? CONVERSE COM O

SEU COLEGA E VERIFIQUE COMO ELE CHEGOU AO RESULTADO. 10 FLORES.

• SE NO SEGUNDO VASO HÁ 8 FLORES, QUANTAS FLORES FORAM

COLOCADAS NO PRIMEIRO VASO? 4 FLORES.

PARA AMPLIAR

“Dois aspectos precisam ser considerados quanto ao uso deste referencial por parte de crianças. Um

é que as crianças podem usar os limites entre “mais que metade”, “menos que metade” e “igual a

metade” ao comparar dimensões complementares nas relações de primeira ordem. O outro é que

as crianças tratam “metade” inicialmente em termos de relações parte-parte antes de fazê-lo em termos

de relações parte-todo. Existe na literatura evidências que apoiam esses dois aspectos.” (p.309)

SPINILLO, A. G. A importância do referencial de “metade” e o desenvolvimento do conceito

de proporção, Universidade Federal de Pernambuco, Psic.: Teor. e Pesq., Brasília, 1992,

Vol. 8, N° 3, pp. 305-317

ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK

103

ATIVIDADE

PREPARATÓRIA

Coloque pequenas quantidades

de objetos sobre a mesa

da sala e dramatize:

Crianças, preciso da ajuda de

você para verificar se temos

dois desses objetos para cada

criança.

Utilize a ideia de pareamento

para realizar a contagem junto

aos alunos.

Coloque de um lado da mesa,

um objeto, faça uma linha divisória

na mesa e do outro lado

coloque outro objeto igual.

Vá compondo os dois lados

da mesa, de modo que em

ambos fiquem duas quantidades

iguais de objetos.

Ao final desse momento, diga:

“CONSEGUIMOS !”

Explique que o dobro representa

duas vezes a mesma

quantidade. Use as duas

mãos para mostrar o dobro

dos dedos de uma mão. Use

outros objetos para representar

o dobro da quantidade.

Peça que os alunos, separem

quantidades pequenas

e coloquem, ao lado, o dobro

da quantidade de objetos.

Associe a ideia de metade

dizendo: Com duas partes

iguais juntas, temos o dobro

de uma parte. Mostre o dobro

da quantidade e a metade da

quantidade com suporte de

vários objetos fazendo contagens

das quantidades para evidenciar

os valores numéricos

de dobro e metade. Explore a

seção Vamos pensar juntos

111


1. DESENHE O DOBRO DA QUANTIDADE DE RETÂNGULOS:

Atividades 1 a 3

(EF01MA02) Contar de maneira

exata ou aproximada, utilizando

diferentes estratégias como o

pareamento e outros agrupamentos.

(EF01MA03) Estimar e comparar

quantidades de objetos de

dois conjuntos (em torno de 20

elementos), por estimativa e/ou

por correspondência (um a um,

dois a dois) para indicar “tem

mais”, “tem menos” ou “tem a

mesma quantidade”.

PNA - NUMERACIA

Noção de dobro e de metade

com apoio visual.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Na atividade 1, a ideia de dobro

associada a contagem dos retângulos

pode ser desenvolvida por

meio da correspondência dois a

dois. Para cada retângulo verde

deve-se desenhar dois retângulos

no quadro, reforçando a contagem

dois a dois, e resultando

no dobro. Enfatize a observação

de que o dobro é sempre uma

quantidade maior que a quantidade

de referência.

A atividade 2, trabalha a ideia

de dobro abordando o pareamento,

cada dedo tem o seu

correspondente na outra mão,

de modo que as duas juntas

têm o dobro de dedos de uma

mão. Fica explícito o conceito

de dobro, associando as duas

mãos com o fato da adição de

duas parcelas iguais.

A observação da quantidade de

ovos na caixa principal apresentada

na imagem da atividade

3 facilita a visualização das duas

partes iguais necessária para que

se tenha o dobro. Debata cada

uma das alternativas e observe os

argumentos dos alunos para verificar

a aprendizagem do conceito.

112

2. LÚCIA DESENHOU A SUA MÃO DIREITA

EM UMA FOLHA DE PAPEL.

AGORA É COM VOCÊ! UTILIZANDO AS

SUAS MÃOS, DESENHE EM UMA FOLHA

AVULSA O DOBRO DE DEDOS QUE LÚCIA

DESENHOU. 10 DEDOS.

3. ASSINALE COM UM X A ALTERNATIVA QUE REPRESENTA O DOBRO DA

QUANTIDADE DOS OVOS QUE ESTÃO NA CAIXA:

A)

B)

104

X

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

JOGO

Jogos com o conceito de dobro e metade são importantes para aproximar o aluno dos conceitos

e dos valores que envolvem dobro e metade. Utilize jogos da memória com os pares

de metade e dobro.

Jogando dados, também pode-se explorar a ideia de dobro dos números de 1 a 6. Prepare

momentos em que os alunos possam vivenciar atividades que explorem esses conceitos.

C)

D)

IVASCHENKO ROMAN/SHUTTERSTOCK; NASKAMI/SHUTTERSTOCK


METADE

DONA FRANCISCA RECEBEU UMA ENCOMENDA DE 12 BOLINHOS. EM CADA

CAIXA ELA COLOCARÁ METADE DOS BOLINHOS PRODUZIDOS.

6 É A METADE DE 12

PARA OBTER A METADE DE UMA QUANTIDADE, DEVEMOS SEPARAR ESSA

QUANTIDADE EM 2 PARTES IGUAIS E CONSIDERAR UMA DAS PARTES.

VAMOS PENSAR JUNTOS

• SE FOSSEM PRODUZIDOS 10 BOLINHOS, QUAL SERIA A METADE

DESSA QUANTIDADE? 5 BOLINHOS.

• PARA EXPOR NA VITRINE 20 BOLINHOS DONA FRANCISCA IRÁ

COLOCAR EM CADA PRATELEIRA A METADE DESSA QUANTIDADE.

QUANTOS BOLINHOS FICARÃO EM CADA VITRINE? 10 BOLINHOS.

• DONA FRANCISCA CONFEITOU 8 BOLINHOS. ESSA QUANTIDADE

REPRESENTA METADE DE UMA ENCOMENDA. QUANTOS BOLINHOS

FALTAM SER CONFEITADOS PARA COMPLETAR A ENCOMENDA?

8 BOLINHOS.

APOIO PEDAGÓGICO

Apresente o vídeo para compor a aula sobre dobro e metade. Nesse vídeo, a professora mostra

o dobro e a metade de quantidades de laranjas de uma cesta e de lápis e canetas de um

porta lápis.

Disponível em: https://youtu.be/mv6RVapwR3o

Acesso: 02/08/2021

ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK

105

ATIVIDADE

PREPARATÓRIA

Leve para a sala de aula envelopes

com 20 quadradinhos de EVA

cada e distribua para cada dupla

de alunos um envelope. Oriente

os estudantes a contarem quantos

quadradinhos há em cada

envelope. Logo após a contagem

eles devem em forma de

rodizio, um tira “um”, outro cologa

tira “um” e assim sucessivamente

até esvaziar o envelope. Solicite

que eles contem com quantos

quadradinhos ficaram. Espera-se

que todos tenham 10 quadradinhos.

Como material alternativo

para essa atividade podem ser

usadas bolinhas, tampinhas,

figurinhas, ou outro brinquedo

para despertar a curiosidade das

crianças.Pergunte:

Quantos quadradinhos havia inicialmente

no envelope?

Quantos quadradinhos você

retirou do envelope?

Quantos quadradinhos seu

colega retirou?

As quantidades são iguais ? Podemos

chamá-las de metades ?

Faça um registro na lousa da

separação em duas partes iguais.

Conte os quadradinhos na lousa

com participação dos estudantes,

peça que circulem dois grupos

de 10 quadradinhos. Mostre que

há 20 quadradinhos na lousa.

Questione:

Você já recebeu a metade de

alguma coisa?

Deixe que participem falando

sobre seus conhecimentos prévios.

Faça um traço mostrando que

de cada lado do traço existem 10

quadradinhos e que esse valor

é a metade de 20.

113


1. PINTE A METADE DA QUANTIDADE DE CARRINHOS. 3 CARRINHOS.

Atividades 1 a 3

(EF01MA02) Contar de

maneira exata ou aproximada,

utilizando diferentes estratégias

como o pareamento e

outros agrupamentos.

(EF01MA03) Estimar e comparar

quantidades de objetos

de dois conjuntos (em

torno de 20 elementos), por

estimativa e/ou por correspondência

(um a um, dois a

dois) para indicar “tem mais”,

“tem menos” ou “tem a mesma

quantidade”.

PNA - NUMERACIA

Noção de dobro e de metade

com apoio visual.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Na atividade 1, a ideia de

metade associada a contagem

dos carrinhos pode ser

desenvolvida por meio da

correspondência dois a dois

(um aqui e outro lá). Para cada

carrinho de um lado, marque

um carrinho do outro lado.

Reforçando a estratégia da

correspondência que resulta

na separação de duas quantidades

iguais.

Na atividade 2, explicite os

conceitos de dobro e metade.

Coloque 8 dedos em duas

mãos utilizando o pareamento,

em seguida, separe as mãos,

sinalizando a ideia de separar

em duas partes iguais presente

na construção do conceito

de metade.

A observação da quantidade

de pássaros apresentada na

imagem da atividade 3 facilita

a visualização da separação

em duas partes iguais. Debata

com os alunos as estratégias

de separação, fazendo correspondências

de modo a localizar

a metade.

2. MARCOS ESTÁ BRINCANDO DE JOGAR COM OS DEDOS. O OBJETIVO DESSE JOGO É

INDICAR A METADE DA QUANTIDADE DE DEDOS APRESENTADOS. ELE COLOCOU 8

DEDOS. CIRCULE A MÃO QUE INDICA A METADE DESSA QUANTIDADE.

3. CIRCULE A METADE DA QUANTIDADE DE PÁSSAROS NA IMAGEM:

106

ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM

Leve os alunos para a quadra ou em um espaço adequado para a realização de uma dinâmica.

Explique que alguns comandos serão dados e que deverão formar pequenos grupos com as

mãos dadas, a partir de cada comando: Ex: Formem grupos com três crianças; em seguida,

peça que o grupo formado tenha o dobro da quantidade de integrantes. Formem grupos com

o número par de crianças, em seguida peça que se separem e formem grupos com a metade

da quantidade. Prossiga com os comandos e observe a interatividade e a compreensão dos

conceitos representados pelas formações dos grupos a partir da dinâmica. Faça registros das

dificuldades observadas e direcione para a realização de atividades complementares e de reforço.

BIORAVEN/ SHUTTERSTOCK

ROCIOCHIAPPINO/SHUTTERSTOCK

114


PAR OU ÍMPAR

A ESCOLA EM QUE MARCELO ESTUDA ESTÁ PROMOVENDO UMA FESTA JUNINA.

A PROFESSORA DE EDUCAÇÃO FÍSICA ENSAIOU UMA QUADRILHA COM 13

ALUNOS: 7 MENINAS E 6 MENINOS.

DURANTE A ATIVIDADE, ELA PEDIU QUE AS CRIANÇAS FORMASSEM DUPLAS

COM UM MENINO E UMA MENINA.

VICTOR B./ M10

NO ENTANTO, A PROFESSORA PERCEBEU QUE UMA MENINA FICOU SEM PAR.

• DESENHE UM PAR PARA A MENINA.

107

115


ATIVIDADE

PREPARATÓRIA

Separe a turma em grupos de

meninos e meninas; chame

um representante de cada

grupo e diga um número ao

aluno. Ele deverá colocar no

quadro o número falado pelo

professor e dizer se é par ou

ímpar. Ganhará o grupo que

tiver mais acertos.

Desafie seus alunos no jogo

do “par ou ímpar”. O jogo consiste

em:

1. Fechar as mãos e um jogador

escolher “par” e outro escolher

“ímpar”.

2. Os dois jogadores, ao

mesmo tempo, abrirem as

mãos e mostrarem a quantidade

de dedos que escolheram

mentalmente (quem

escolheu “par” deve colocar

um número par).

3. Adicionar as quantidades

de dedos.

4. Se a soma for 0, 2, 4, 6, 8, 10,

ganha quem escolheu par.

5. Se a soma for 1, 3, 5, 7, 9,

ganha quem escolheu ímpar.

Na seção Vamos pensar

juntos, convide os alunos

a pensar para dar a resposta

e, se necessário, forme com

eles os pares de alunos, de

acordo com a pergunta da

seção para encontrar a resposta

adequada.

OBSERVE COMO A PROFESSORA REPRESENTOU O QUE ACONTECEU.

UTILIZANDO QUANTIDADES PARES E QUANTIDADES ÍMPARES, ELA CHAMOU DE H

OS MENINOS E DE M AS MENINAS E DESENHOU NA LOUSA O SEGUINTE ESQUEMA:

SEMPRE QUE UM NÚMERO (DIFERENTE DE 0) PUDER SER DECOMPOSTO DE 2

EM 2, ELE SERÁ CHAMADO DE NÚMERO PAR. QUANDO NA DECOMPOSIÇÃO DE 2

EM 2 SOBRAR UMA UNIDADE, O NÚMERO SERÁ ÍMPAR.

108

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

11

12

13

M

M

M

M

M

M

M

M

M

M

M

M

M

H

H

H

H

H

H

H

H

H

H

H

H

M

M

M

M

M

M

M

M

M

M

M

VAMOS PENSAR JUNTOS

H

H

H

H

H

H

H

H

H

H

M

M

M

M

M

M

M

M

M

A ÚLTIMA FILA REPRESENTA A DIVISÃO DAS DUPLAS DA QUADRILHA.

H

H

H

H

H

H

H

H

M

M

M

M

M

M

M

• SE EM UMA TURMA HOUVER 12 MENINAS E 15 MENINOS, QUANTOS PARES,

COM UM MENINO E UMA MENINA, SERÁ POSSÍVEL FORMAR? 12 PARES.

• SE ADICIONARMOS 2 NÚMEROS ÍMPARES, O RESULTADO SERÁ PAR OU

ÍMPAR? PAR.

• A SEQUÊNCIA 4, 8, 12, 16, 20... SEMPRE TERÁ NÚMEROS PARES? SIM.

H

H

H

H

H

H

M

M

M

M

M

H

H

H

H

M

M

M

H

H

M

APOIO PEDAGÓGICO

Para compor a aula sobre os conceitos de par e ímpar, assista com os alunos ao vídeo “Mucuninha

– Matemática para crianças, números pares e ímpares”, disponível em: https://www.youtube.com/channel/UCLDe1YcjZ-3iqkRG9dmAy1Q/search?query=numeros+pares+e+impares

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Solicite que os alunos façam bolinhas de papel colorido e utilizem uma caixa de ovos vazia. Ao

comando do professor, os alunos devem colocar as bolinhas uma ao lado da outra nos espaços

vazios. O espaço em que ficar uma única bolinha é considerado ímpar, pois não forma pares.

Outra atividade é pedir para que os alunos nomeiem os dedos iniciando com ímpar e, na

sequência, par. Peça para eles formarem pares ou ímpares usando os dedos. Questione: qual

número você colocou? É par ou ímpar? Pode-se também dramatizar a situação apresentada

como exemplo no livro com a turma.

116


1. SEPARE OS GRUPOS DE OBJETOS DE 2 EM 2 E, EM SEGUIDA, CIRCULE A PALAVRA

PAR OU ÍMPAR PARA A QUANTIDADE ENCONTRADA.

A) B) C)

PAR ÍMPAR PAR ÍMPAR PAR ÍMPAR

2. LÉO E BEATRIZ ESTÃO JOGANDO PAR OU ÍMPAR. OBSERVE A IMAGEM E

RESPONDA ÀS QUESTÕES.

ÍMPAR

PAR

A) O NÚMERO QUE BEATRIZ COLOCOU É PAR OU ÍMPAR?

ÍMPAR.

B) LÉO COLOCOU 2 DEDOS. ESSE NÚMERO É PAR OU ÍMPAR?

PAR.

C) A SOMA DOS NÚMEROS QUE BEATRIZ E LÉO COLOCARAM JUNTOS É PAR OU ÍMPAR?

ÍMPAR.

D) QUEM VENCEU A JOGADA?

BEATRIZ.

• AGORA, JOGUE “PAR OU ÍMPAR” COM UM COLEGA.

109

NATHALIA S./ M10

Atividades 1 e 2

(EF01MA02) Contar de

maneira exata ou aproximada,

utilizando diferentes estratégias,

como o pareamento e

outros agrupamentos.

(EF01MA03) Estimar e comparar

quantidades de objetos

de dois conjuntos (em

torno de 20 elementos), por

estimativa e/ou por correspondência

(um a um, dois a

dois) para indicar “tem mais”,

“tem menos” ou “tem a mesma

quantidade”.

PNA - NUMERACIA

Contagem de números.

ORIENTAÇÃO

DIDÁTICA

Na atividade 1, além de separar

objetos de 2 em 2, oriente o

aluno a observar a quantidade

total de objetos e a dizer se

esse número é par ou ímpar.

Na atividade 2, peça para que

os alunos, em duplas, façam a

mesma brincadeira sugerida

pela atividade. Em três tentativas,

peça que eles verifiquem

quem obteve maior quantidade

de acertos.

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Prepare algumas cartelas com números de 1 a 50 e misture esses números. Combine com os

alunos que você mostrará para eles um número de cada vez e quando o número for par eles

ficarão em pé, quando for ímpar eles se sentarão (semelhante a brincadeira do morto e vivo).

Comece mostrando as cartelas devagar e depois vá acelerando. Observe, durante a brincadeira,

o reconhecimento dos alunos quanto aos números pares e números ímpares.

ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM

O link a seguir apresenta uma vídeo aula produzida pelo Quintal da Cultura, e pode ser um

recurso com uma abordagem interessante para os alunos que apresentarem alguma dificuldade

quanto a compreensão do conceito dos números pares e ímpares. Disponível em: https://

www.youtube.com/watch?v=WFphcEu0JcQ. Acesso em 01 ago. 2021

117


MÃOS À OBRA!

MÃOS À OBRA!

ROTEIRO DE AULA

Tempo de duração: 30 minutos

Objetivo: reforçar o conceito

da formação de pares.

Orientação didática: Nesta

atividade, o estudante refletirá

sobre qual regra fez com que

dois objetos formassem o par.

O objetivo é que os alunos

percebam que semelhanças

(mesma cor ou mesma forma,

por exemplo) podem tornar

elementos pertencentes ao

mesmo grupo. Nesse caso,

formariam par.

Avaliação: avalie a fluidez da

compreensão desenvolvida a

partir das respostas dadas com

as figuras postas lado a lado

e dê total atenção quando o

aluno anunciar em suas próprias

palavras o critério que

usou para formar os pares.

PRIMEIRO PAR

SEGUNDO PAR

RECORTE DO MATERIAL DE APOIO (PÁGINA 223) AS

FIGURAS E FORME PARES COM AQUELAS QUE TÊM ALGO EM

COMUM, COLANDO-AS NO QUADRO ABAIXO.

RESPOSTA:

ILUSTRAÇÕES: VICTOR B./ M10

TERCEIRO PAR

COMO VOCÊ FORMOU OS PARES?

PELA COMBINAÇÃO DAS CORES.

110

118


O QUE APRENDI NESSE CAPÍTULO

1. JÚLIO COLECIONA CARRINHOS E NA PRATELEIRA ESTÃO

TODOS OS CARRINHOS DE SUA COLEÇÃO. EM SUA FESTA

DE ANIVERSÁRIO, ELE GANHOU MAIS 6 CARRINHOS.

QUANTOS CARRINHOS ELE TEM AGORA? 18 CARRINHOS.

2. A TURMA DO 1 o ANO FOI VISITAR O MUSEU DO BRINQUEDO DA CIDADE. LÁ

ENCONTROU ALGUMAS COLEÇÕES DE SOLDADINHOS DE CHUMBO.

ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK

ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK

Atividade 1

EVIDÊNCIAS

Observar se o estudante:

Resolve problemas de adição,

envolvendo números de até

dois algarismos, com os significados

de juntar e acrescentar.

Atividade 2

EVIDÊNCIAS

Observar se o estudante:

Resolve problemas de adição,

envolvendo números de até

dois algarismos, com os significados

de juntar e acrescentar.

OBSERVE AS COLEÇÕES E RESPONDA:

A) QUANTOS SOLDADINHOS A COLEÇÃO 2 TEM A MAIS QUE A COLEÇÃO 1?

1 SOLDADINHO.

B) QUANTOS SOLDADINHOS

TEREMOS AO JUNTAR AS DUAS

COLEÇÕES? FAÇA A CONTA

COMPLETANDO O QUADRO DE

ORDENS.

25 SOLDADINHOS.

SOLDADINHOS DA COLEÇÃO 1

SOLDADINHOS DA COLEÇÃO 2

TOTAL DE SOLDADINHOS

D U

1 2

1 1 3

2 5

111

TABELA DE REGISTRO DE ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM

Nº de chamada

Atividade

1

Atividade

2

Atividade

3

Atividade

4

Atividade

5

Atividade

6

S P I S P I S P I S P I S P I S P I

1

2

3

4

S – (SATISFATÓRIO) -Alcançou satisfatoriamente o objetivo. P – (PARCIAL) -Alcançou parcialmente o objetivo.

I – (INSATISFATÓRIO)-Não alcançou o objetivo.

ENCAMINHAMENTO:

Aos estudantes que apresentarem dificuldades na avaliação, com muitos resultados parciais e insatisfatórios,

utilize atividades complementares de revisão e aprofundamento que reforçam os conceitos do

capítulo, referentes às evidências listadas.

119


Atividade 3

EVIDÊNCIAS

Observar se o estudante:

Compõe número de até duas

ordens, por meio de diferentes

adições, com o suporte de

material manipulável.

Atividade 4

EVIDÊNCIAS

Observar se o estudante:

Compara números naturais

de até duas ordens em situações

cotidianas e os localiza

na reta numérica.

3. NO JOGO “TOTAL DEZ”, GANHA QUEM APRESENTAR A SOMA DOS NÚMEROS

QUE RESULTE EM 10 QUADRADINHOS. EM UMA RODADA, SOBRARAM 4

BARRINHAS PARA UM PARTICIPANTE. CIRCULE AS BARRINHAS QUE ELE DEVERÁ

ESCOLHER PARA GANHAR O JOGO.

TOTAL 10

4. DUAS EQUIPES ESTÃO DISPUTANDO QUEM LANÇA A BOLA MAIS LONGE. NA

BRINCADEIRA, FORAM COLOCADOS CESTOS SOBRE UMA RETA NUMÉRICA.

OBSERVE A IMAGEM:

FOXYIMAGE/ SHUTTERSTOCK

A) O TIME AZUL ACERTOU O CESTO POSICIONADO NO NÚMERO 3. PARA

ACERTAR O CESTO POSICIONADO NO NÚMERO 12, O JOGADOR DEVERÁ

LANÇAR A BOLA QUANTOS CESTOS À FRENTE DO NÚMERO 3? 9 CESTOS.

B) DETERMINE O NÚMERO QUE FALTA NA OPERAÇÃO E DESENHE SETAS

QUE INDIQUEM OS LANCES FEITOS PELA EQUIPE LARANJA PARA OBTER A

PONTUAÇÃO 11.

5 + 6 = 11

FOXYIMAGE/ SHUTTERSTOCK

112

ENCAMINHAMENTO

Aos estudantes que apresentarem dificuldades na avaliação, com muitos resultados parciais e

insatisfatórios, utilize atividades complementares de revisão e aprofundamento que reforçam

os conceitos do capítulo, referentes às evidências listadas.

120


5. DUAS TURMAS DA ESCOLA FORAM SORTEADAS PARA ASSISTIR A UMA PEÇA DE

TEATRO.

OBSERVE A IMAGEM E RESPONDA:

A) QUAL LADO DO AUDITÓRIO POSSUI MAIS POLTRONAS VAZIAS? O LADO B

B) NESSE AUDITÓRIO TEM MAIS MENINAS OU MENINOS?

OS MENINOS E AS MENINAS ESTÃO EM MESMA QUANTIDADE.

6. PARA FAZER UM CARTAZ, CARLA VAI UTILIZAR O

DOBRO DO NÚMERO DE CORAÇÕES E A METADE

DO NÚMERO DE ESTRELINHAS DA FIGURA.

RESPONDA:

A) QUANTOS CORAÇÕES CARLA IRÁ USAR? 12 CORAÇÕES

B) QUANTAS ESTRELAS SERÃO UTILIZADAS? 3 ESTRELAS

C) QUANTOS ELEMENTOS NO TOTAL CARLA IRÁ UTILIZAR NO CARTAZ?

15 ELEMENTOS

LADO A

LADO B

7. DE UM LADO DA RUA ONDE SOLANGE MORA AS CASAS SÃO NUMERADAS COM

NÚMEROS PARES E, DO OUTRO LADO, COM NÚMEROS ÍMPARES, TODOS EM

ORDEM CRESCENTE.

COMPLETE AS CASAS COM OS NÚMEROS QUE ESTÃO FALTANDO.

MATSABE/ SHUTTERSTOCK

1

3 5 7 9 11 13 15

ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK

ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK

Atividade 5

EVIDÊNCIAS

Observar se o estudante:

Conta de maneira exata ou

aproximada, utilizando diferentes

estratégias como o

pareamento e outros agrupamentos

e comparar quantidades

de objetos de dois

conjuntos (em torno de 20

elementos), utilizando diferentes

estratégias para indicar

“tem mais”, “tem menos”

ou “tem a mesma quantidade”.

Atividade 6

EVIDÊNCIAS

Observar se o estudante:

Conta de maneira exata, reconhecendo

o dobro e a metade

de uma quantidade.

Atividade 7

EVIDÊNCIAS

Observar se o estudante:

Descreve, após o reconhecimento

e a explicitação de

um padrão (ou regularidade),

os elementos ausentes em

sequências recursivas de

números naturais.

2 4 6 8 10 12 14 16

113

121


ATIVIDADE

PREPARATÓRIA

Organize os alunos para medir

o comprimento ou a largura

da sala de aula usando os próprios

pés (podem usar outros

objetos: estojos, mochilas

etc.). Após medirem, faça o

questionamento:

A quantidade de pés foi igual

para todos?

A quantidade de objetos foi

igual ou diferente dos pés?

Na seção Vamos pensar juntos,

promova contagens das

unidades de medidas propostas

na imagem e nas questões.

Conclua explicando que existem

unidades e instrumentos

padrão de medida de comprimento.

Traga para a sala

de aula fita métrica, trena,

régua e permita que os alunos

os manipulem e façam

seus questionamentos.

Faça as medidas da sala

usando um desses instrumentos.

COMPRIMENTO

LAURA VISITOU O SÍTIO DE SEU TIO CHARLES E, PRÓXIMO A UMA DAS

CERCAS DO SÍTIO, ELA ENCONTROU ALGUMAS MARCAS.

CURIOSA, TENTOU DESCOBRIR O COMPRIMENTO DA CERCA UTILIZANDO

APENAS AS MARCAS ENCONTRADAS.

OBSERVE O QUE ELA ENCONTROU:

PODEMOS MEDIR O COMPRIMENTO DA CERCA UTILIZANDO AS MARCAS

QUE FORAM DEIXADAS PERTO DELA. SE USARMOS COMO UNIDADE PARA

MEDIR A CERCA, DIREMOS QUE A CERCA TEM 30 DE COMPRIMENTO.

114

2 GRANDEZAS

E MEDIDAS

VAMOS PENSAR JUNTOS

• E SE USARMOS O PARA DESCOBRIR O COMPRIMENTO DA CERCA, QUAL

SERÁ O COMPRIMENTO DELA? 10 PÉS.

• AGORA USE A E DIGA QUANTAS SERÃO NECESSÁRIAS PARA

OBTER O COMPRIMENTO DA CERCA. 5 POÇAS

• CONVERSE COM SEUS COLEGAS: POR QUE AS MEDIDAS NÃO SÃO IGUAIS?

RESPOSTA PESSOAL.

ILUSTRAÇÕES: NATHALIA S./ M10

FUNDAMENTO PEDAGÓGICO

Promova experiências significativas sobre a temática abordada e a identificação das medidas de

comprimentos que podem ser obtidas utilizando unidades convencionais ou não. Por meio das

atividades que proporcionarão oportunidades para que os alunos investiguem e reflitam sobre