PNLD 2023 - Aquarela Matemática 1 - Anos Iniciais
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LOURISNEI FORTES REIS HELENA MARTINS SUSANA FRANÇA KATIANI LOUREIRO
MANUAL DO PROFESSOR
Aquarela
1
MATEMÁTICA
ENSINO FUNDAMENTAL • ANOS INICIAIS
COMPONENTE
CURRICULAR
MATEMÁTICA
COMPONENTE
CURRICULAR
MATEMÁTICA
MANUAL DO PROFESSOR
Aquarela
HELENA DO CARMO BORBA MARTINS1
MATEMÁTICA
ENSINO FUNDAMENTAL • ANOS INICIAIS
Graduada em Matemática pelo Mackenzie. Licenciada em Formação Pedagógica
pelo Centro Universitário Adventista (atual UNASP). Professora de Matemática
em escolas da rede particular de ensino.
KATIANI DA CONCEIÇÃO LOUREIRO
Licenciada em Matemática pela UFSC. Mestre em Engenharia de Produção (área de
Mídia e Conhecimento) pela UFSC. Doutora em Engenharia de Produção pela UFSC. Foi
professora de Matemática no Ensino Fundamental e Médio e, atualmente, ministra aulas
no Ensino Superior, na Universidade do Estado de Santa Catarina.
LOURISNEI FORTES REIS
Licenciado em Matemática e em Ciências pela Unijuí (RS) e em Pedagogia pela FAMO (SP).
Pós-graduado em Gestão Escolar pela Spei (PR) e em EaD pela UNED (Madri, Espanha).
Diretor e professor de Matemática, Ciências e Física (Ensino Fundamental e Médio) em
escolas das redes estadual e particular. Autor de obras didáticas de Matemática.
SUSANA MARIS FRANÇA DA SILVA
Licenciada em Matemática pela Uniesp e em Pedagogia pela Facens (SP). Mestre em
Educação Matemática pela Unian (SP). Professora de Matemática e coordenadora
pedagógica em escolas das redes estadual e particular.
São Paulo • 2 a edição • 2021
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São Paulo • 2 a edição Coordenação • 2021 de arte e projeto gráfico
Thais Ometto
Preparação e revisão de textos
Responsabilidade editorial Jéssica Silva
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Edição
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Aquarela matemática: volume 1 / Helena do Carmo Borba Martins...
[et al.]. – 2.ed. – São Paulo, SP: Kit´s Editora, 2021.
Inclui bibliografia
ISBN 978-85-66526-81-3 (Aluno)
ISBN 978-85-66526-71-4 (Professor)
1. Matemática – Estudo e ensino. I. Martins, Helena do Carmo
Borba. II. Loureiro, Katiani da Conceição. III. Reis, Lourisnei Fortes.
IV. Silva, Susana Maris França da.
CDD 510.7
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Djomas/ Shutterstock.com (Fotos dos professores)
Impressão e acabamento
SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO.................................................................................................IV
A PERSPECTIVA METODOLÓGICA.................................................................. V
PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS ADOTADOS............................................................................................. VI
PRESSUPOSTOS DA COLEÇÃO...................................................................................................................XIV
ORIENTAÇÕES DA BNCC................................................................................................................................XV
A POLÍTICA NACIONAL DE ALFABETIZAÇÃO (PNA).........................................................................XVI
OBJETIVOS DA COLEÇÃO........................................................................................................................... XVII
ORGANIZAÇÃO DE CADA VOLUME......................................................................................................... XVII
A UTILIZAÇÃO DA COLEÇÃO.................................................................................................................... XVIII
O PROCESSO DE AVALIAÇÃO................................................................................................................... XXIII
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA.........................................................................................................................XXV
AVALIAÇÃO FORMATIVA.............................................................................................................................XXVI
AVALIAÇÃO DE RESULTADO OU SOMATIVA......................................................................................XXVII
MATEMÁTICA SOB UM NOVO PRISMA..................................................................................................XXVII
OBJETIVOS DA COLEÇÃO.........................................................................................................................XXVII
A UTILIZAÇÃO DA COLEÇÃO...................................................................................................................XXVII
ORGANIZAÇÃO DE CADA VOLUME..................................................................................................... XXVIII
BIBLIOGRAFIA PARA OS ALUNOS............................................................XXIX
BIBLIOGRAFIA PARA OS PROFESSORES...............................................XXXI
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS............................................................ XXXV
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS................................................................... XXXV
PLANEJAMENTO ANUAL 1º. ANO........................................................... XXXIX
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA E NIVELAMENTO.................................................................................XXXIX
UNIDADE 1............................................................................................................................................................. XL
UNIDADE 2...........................................................................................................................................................XLI
UNIDADE 3..........................................................................................................................................................XLII
UNIDADE 4........................................................................................................................................................XLIII
ANOTAÇÕES.................................................................................................................................................... XLIV
AVALIAÇÃO SOMATIVA OU DE RESULTADOS.......................................XLIV
ANOTAÇÕES....................................................................................................................................................XLV]
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS PARA O VOLUME.......................................... 1
III
APRESENTAÇÃO
Esta coleção tem por objetivo propor atividades, questões e desafios que contribuam para a construção
do conhecimento matemático de forma significativa, prática e contextualizada.
Vivemos em um momento importante no que tange as ideias sobre o processo de ensino-aprendizagem.
Não é suficiente que os alunos apenas organizem conteúdos, memorizem regras ou repitam exemplos.
A aprendizagem torna-se significativa quando possibilita a comparação e a reflexão com a experiência
de vida; quando desenvolve habilidades para o enfrentamento de problemas do cotidiano. Assim,
nosso desafio é apresentar um programa dinâmico, com uma Matemática relacionada aos problemas
atuais e aos interesses dos alunos. Dentro dessa concepção, temos como meta a problematização e o
questionamento da relação entre o conhecimento matemático e a realidade concreta em suas múltiplas
dimensões.
Justificativas para a apresentação dos conteúdos matemáticos, tais como: “ajudar a desenvolver o
raciocínio” ou “pensar com clareza e lógica”, talvez sejam insuficientes em sua generalidade. Ainda mais:
tais justificativas, muitas vezes, nozs servem como “desculpas” para não tornar as práticas pedagógicas
mais claras e exequíveis, com exemplos e situações mais concretas, vinculadas aos objetos de conhecimento
tratados. Por meio da investigação de problemas práticos ou de situações motivadoras do ponto
de vista do aluno, os conceitos são apresentados ao longo deste volume e da coleção. E, ao relacioná-los
com situações reais do mundo que nos cerca, acreditamos contribuir com a proposta de integração da
Matemática com o dia a dia.
Em vez de apresentar ideias prontas e conceitos que serão usados posteriormente, procuramos colocar
o estudante em uma situação de investigação em que precise usar um conceito ou procedimento
matemático. Só então são apresentadas as diversas possibilidades de ensino e aprendizagem daqueles
conceitos dos quais ele necessita para resolver uma situação-problema específica.
Ao trabalhar de forma investigativa, construindo pouco a pouco os conceitos matemáticos, o próprio
estudante responde à pergunta: “Para que serve?”. As ideias matemáticas vão adquirindo significados e
passam a ser parte da prática individual de cada estudante.
Os Autores
VI
A PERSPECTIVA METODOLÓGICA
As rápidas mudanças em nossa sociedade tecnológica produziram um ambiente em que alguns métodos e currículos
do passado tornaram-se um obstáculo ao desenvolvimento de mentes capazes de lidar com a Era da
Informação e com a resolução de problemas do dia a dia. A instrução de hoje precisa ir muito além da memorização
de regras e dos cálculos mecânicos com números.
A educação matemática deve prover aos estudantes as ferramentas para o desenvolvimento, utilização e apreciação
do mundo ao seu redor. O estudo da Matemática deve alimentar o pensamento crítico e analítico, indo das
observações aos conceitos abstratos, mas com o apoio de diversas aplicações práticas.
A sociedade atual espera que a escola assegure a todos os estudantes iguais oportunidades de se tornarem
“matematicamente alfabetizados”, de terem oportunidades iguais para o aprendizado e de se tornarem cidadãos
informados, capazes de compreender as questões de nossa sociedade tecnológica, conforme o que consta da Base
Nacional Comum Curricular:
O desenvolvimento dessas habilidades está intrinsecamente relacionado a algumas formas de organização
da aprendizagem matemática, com base na análise de situações da vida cotidiana, de
outras áreas do conhecimento e da própria Matemática. Os processos matemáticos de resolução
de problemas, de investigação, de desenvolvimento de projetos e da modelagem podem ser citados
como formas privilegiadas da atividade matemática, motivo pelo qual são, ao mesmo tempo,
objeto e estratégia para a aprendizagem ao longo de todo o Ensino Fundamental. Esses processos
de aprendizagem são potencialmente ricos para o desenvolvimento de competências fundamentais
para o letramento matemático: raciocínio, representação, comunicação e argumentação. (BRASIL,
2018, p. 266)
Temos então uma mudança de enfoque: saímos da simples preocupação com “o quê ensinar” para irmos em direção
a um ensino-aprendizado concentrado no “para quê ensinar”. Por essa razão, é de se esperar que haja um repensar
nos objetivos, na seleção e no tratamento dos objetos de aprendizagem de Matemática para o Ensino
Fundamental I. Essa preocupação não é recente pois, já em 1 980, o NCTM (National Council of Teachers of
Mathematics) divulgou uma agenda para ação, propondo oito recomendações:
1. O ponto central no ensino de Matemática deve ser a resolução de problemas.
2. As capacidades básicas em Matemática devem ser definidas de forma que sejam incluídas mais atividades práticas
e contextualizadas do que facilidades de cálculo.
3. É preciso que os programas de Matemática tirem todas as vantagens das capacidades das calculadoras e dos
computadores em todos os níveis de ensino.
4. Níveis de eficácia e eficiência rigorosos devem ser aplicados ao ensino de Matemática.
5. É necessário que o sucesso dos programas de Matemática e da aprendizagem dos estudantes seja avaliado de
uma forma mais ampla do que a dos testes convencionais.
6. Deve ser exigido de todos os estudantes mais estudo de Matemática e deve-se construir um currículo com
maior leque de opções para incluir as diversas necessidades da população estudantil.
7. É preciso que os professores exijam de si e de seus colegas um alto nível de profissionalismo.
8. É essencial que o apoio público ao ensino de Matemática suba para um nível compatível com a importância da
compreensão da Matemática para o indivíduo e a sociedade.
VII
De todas essas ações propostas pela NCTM, sem dúvida, as três primeiras e a sexta foram “adotadas” na quase
totalidade das recomendações oficiais publicadas no Brasil a partir de 1 982. Como exemplo, podemos nos reportar à
Competência Específica de número 5 da BNCC:
VIII
5. Utilizar processos e ferramentas matemáticas, inclusive tecnologias digitais disponíveis, para modelar
e resolver problemas cotidianos, sociais e de outras áreas desconhecimento, validando estratégias
e resultados. (BRASIL, 2018, p. 267)
Na década de 1 980 surgiu, então, uma forma diferente de pensar o papel pedagógico e as relações no interior da
escola, e apareceram muitas das lideranças intelectuais do movimento docente que atuam ainda hoje. Nesse período
eclodiram, em várias secretarias estaduais e municipais de educação, as reformulações curriculares que precederam
a elaboração dos PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais).
Esse período trouxe também diversas “inovações”, que podem ser encontradas nas sugestões dadas aos professores
em praticamente todas as propostas curriculares que surgiram desde então. Entre elas estão: o “desenvolvimento
em espiral dos conceitos”, “o ensino de Geometria a partir dos sólidos geométricos”, a ruptura da sequência rígida dos
conteúdos e a adoção de “eixos como números, medidas e geometria”, que seriam tratados ao longo de todos os
bimestres e todas as observações genéricas desse tipo quanto à sequência didática e o desenvolvimento de campos
conceituais.
Como consequência de todo esse movimento de repensar o ensino de Matemática, surgem os PCNs na década
de 1 990, construindo referenciais nacionais comuns ao processo educativo em todas as regiões do país. Por se constituírem
documentos oficiais, frutos da discussão histórica que apresentamos anteriormente, os PCNs, bem como as
Matrizes Curriculares de Referência do Saeb, e agora a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e a Política Nacional
de Alfabetização (PNA), servirão de base para a seleção, distribuição e tratamento dos objetos de aprendizagem
desta coleção.
PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS ADOTADOS
Não esquecendo o passado e, atentos ao presente, devemos planejar um futuro dinâmico. Os países industrializados
experimentam as mudanças de uma sociedade industrial para uma sociedade de informação. Essa mudança
transforma tanto os aspectos da Matemática que precisam ser do conhecimento dos estudantes quanto os conceitos
e procedimentos que eles devem dominar para serem cidadãos autônomos e produtivos. Por isso, hoje já não é
mais suficiente (e muito menos adequado) utilizar modelos antigos que privilegiem a memorização ou a repetição.
Fremont (1 979) afirma que a memorização rotineira, aparentemente necessária em algumas áreas da Matemática,
pode ser grande inimiga do desenvolvimento continuado do pensamento matemático dos nossos alunos. Ela certamente
causa uma visão completamente distorcida da natureza da Matemática.
Segundo esse modelo, o aluno pode deixar de examinar a informação contida na situação-problema, não desenvolvendo
sua criatividade ou busca por novas possibilidades, questionando-se sobre como o professor resolveria a
situação-problema. Fremont (1 979) afirma ainda que muitas das respostas “aparentemente impossíveis e sem nexo”
que os professores encontram nas provas dos estudantes são um exemplo dos frutos dessa ênfase na duplicação.
Situações nas quais o estudante está livre para pensar por si mesmo a respeito dos conceitos contidos, promovem
o desenvolvimento de seus próprios modelos de pensamento.
Sobre isso, podemos nos reportar à proposição da segunda e da terceira Competências Específicas da BNCC:
2. Desenvolver o raciocínio lógico, o espírito de investigação e a capacidade de produzir argumentos
convincentes, recorrendo aos conhecimentos matemáticos para compreender e atuar no mundo.
3. Compreender as relações entre conceitos e procedimentos dos diferentes campos da Matemática
(Aritmética, Álgebra, Geometria, Estatística e Probabilidade) e de outras áreas do conhecimento,
sentindo segurança quanto à própria capacidade de construir e aplicar conhecimentos matemáticos,
desenvolvendo a autoestima e a perseverança na busca de soluções. (BNCC, 2018, p. 267)
Por todas essas razões, a coleção procura evitar modelos prontos, que privilegiam apenas a repetição ou a memorização,
fazendo uso somente quando esse se faz instrumental. Preferimos que o estudante investigue e construa seu
conhecimento e sua própria forma de pensar. Em vez de ensinar conceitos e relações que serão utilizados mais tarde,
procuramos primeiramente colocar o estudante frente a uma situação a ser resolvida, na qual ele sinta a necessidade
deles. Desse modo, os conceitos são construídos e aprofundados satisfazendo-se a necessidade de cada educando
inserido em seu grupo.
Um exemplo desse modelo, proposto na BNCC, é a comparação de números racionais na forma fracionária:
Na perspectiva de que os alunos aprofundem a noção de número, é importante colocá-los diante
de tarefas, como as que envolvem medições, nas quais os números naturais não são suficientes para
resolvê-las, indicando a necessidade dos números racionais tanto na representação decimal quanto
na fracionária. (BNCC, 2018, p.269)
O estudante poderá comparar, apoiado pelas imagens, os valores representados pelas frações:
1 2 3 4 5 6
2
3
4
6
1
2
3
6
2
2
4
ou 1 ou 1
4
Nessa perspectiva, para determinar os resultados das comparações, os estudantes avaliam suas estratégias ao
conversar com os colegas sobre cada imagem. À medida que avança, o estudante reconhece quando um número
racional é maior (>), menor (<) ou igual (=) observando imagens, tais como:
1
4
1
1
5
4
1
2
1
4
1
1
4
3
4
1
4
1
1
8
1
2
1
4
1
1
2
1
8
1
2
1
1
4
1
1
8
3
4
Assim, preparamos o estudante para a resolução de problemas, pois isso está no cerne do que se faz em
Matemática atualmente, demonstrando bom senso ao tratar dos problemas e oferecendo os conceitos básicos, o
que nos permite expor o primeiro princípio metodológico que adotamos ao longo da coleção:
Primeiro princípio metodológico:
Definições e procedimentos formais decorrem da investigação de problemas práticos
Esse princípio está amparado pelas Competências Específicas quarta e sexta da BNCC:
IX
4. Fazer observações sistemáticas de aspectos quantitativos e qualitativos presentes nas práticas sociais
e culturais, de modo a investigar, organizar, representar e comunicar informações relevantes, para
interpretá-las e avaliá-las crítica e eticamente, produzindo argumentos convincentes.
6. Enfrentar situações-problema em múltiplos contextos, incluindo-se situações imaginadas, não diretamente
relacionadas com o aspecto prático-utilitário, expressar suas respostas e sintetizar conclusões,
utilizando diferentes registros e linguagens: gráficos, tabelas, esquemas, além de texto escrito
na língua materna. (BNCC, 2018, p. 267)
Acreditamos que os “problemas práticos” são aqueles que também advêm da investigação, observação dentro da
própria Matemática, como regularidades numéricas ou geométricas, cálculos de aproximação, estudo de propriedades
geométricas ou algébricas envolvidas em gráficos etc.
Sempre que possível, procuramos iniciar cada unidade ou capítulo da coleção com um texto que tem como objetivo
despertar o interesse do estudante e propondo atividades de maneira que os conceitos matemáticos desejados
apareçam de modo bastante natural.
A maior parte dos conceitos em Matemática podem ser tratados em múltiplas abordagens. Um bom exemplo é o
que acontece com os conceitos relativos a operações com números naturais. Esses, tradicionalmente, têm sido ensinados
por meio de manipulações aritméticas. Entretanto, podem ser trabalhados também com o auxílio do Material
Dourado, do ábaco de pinos e do Material Cuisenaire. Cada uma dessas ferramentas explora habilidades particulares.
Por isso, nosso objetivo é tratar os objetos da aprendizagem sob diversas perspectivas, procurando não privilegiar
apenas uma delas. Nesse caso, a ideia não é “reduzir” ou “minimizar” as características aritméticas da Matemática, mas
sim reforçá-las, dando significado aos símbolos, tabelas ou figuras.
Ao entrar em contato com diversas abordagens de um tópico, o estudante pode desenvolver um olhar mais crítico
em relação às múltiplas possibilidades de ampliação do tema. Além disso, várias competências cognitivas básicas,
como a observação, a argumentação, a organização, a análise-síntese, a comunicação de ideias matemáticas, o
planejamento, a memorização etc., podem ser contempladas nessa perspectiva – principalmente por meio de discussões
em grupo e comparações de resultados obtidos nas soluções das atividades propostas.
É claro que uma proposta desse tipo também deve levar em conta o papel fundamental do professor, envolvendo
os estudantes em tantas atividades quanto possível (ouvir, falar, escrever e praticar, por exemplo), a fim de
manter um alto grau de interação entre eles e para que suas habilidades possam ser plenamente utilizadas ou
desenvolvidas.
Além disso, saber raciocinar matematicamente, decodificar a linguagem matemática e expressar-se por meio
dela, requer habilidades e competências que, não podendo ser aprendidas espontaneamente, precisam ser ensinadas.
Por essa razão, o segundo princípio metodológico adotado na coleção é:
X
Segundo princípio metodológico:
Dentre as habilidades e as competências mobilizadas e desenvolvidas, não se privilegia apenas uma delas.
O cálculo mental e a interpretação de problemas envolvem necessariamente várias competências e habilidades.
Por isso, buscamos uma metodologia que articule objetivos, conceitos e métodos, a fim de completar o desenvolvimento
de diversas competências cognitivas básicas.
Ainda nesse contexto, procuramos seguir o proposto pela BNCC para o Ensino Fundamental I, sugerindo e desenvolvendo
várias atividades para capacitar o estudante a: planejar ações e projetar soluções para problemas novos,
que exigem iniciativa e criatividade; compreender e transmitir ideias matemáticas, por escrito ou oralmente
(desenvolvendo a capacidade de argumentação); fazer estimativas mentais de resultados ou cálculos aproximados;
estabelecer relações entre os conhecimentos numéricos, algébricos, aritméticos e geométricos para resolver problemas,
passando de um desses eixos para outro, a fim de enriquecer a interpretação do problema, encarando-o sob
vários pontos de vista. Isso é confirmado pela BNCC, na terceira Competência Específica:
3. Compreender as relações entre conceitos e procedimentos dos diferentes campos da Matemática
(Aritmética, Álgebra, Geometria, Estatística e Probabilidade) e de outras áreas do conhecimento,
sentindo segurança quanto à própria capacidade de construir e aplicar conhecimentos matemáticos,
desenvolvendo a autoestima e a perseverança na busca de soluções. (BNCC, 2018, p. 267).
Essa lista de capacidades reflete uma mudança de enfoque: saímos da simples preocupação com “o quê ensinar”
para irmos em direção a um ensino-aprendizado concentrado no “para quê ensinar”. Tal mudança vai contra uma
corrente muito forte, que defende a chamada “matemática tradicional”, baseada nos estereótipos do livro didático
tradicional de que falamos anteriormente. Por essa razão, deve ficar claro que essa opção é fruto da concretização de
anos de pesquisas em educação matemática que agora se incorpora em propostas governamentais, tais como a
BNCC.
A noção de disciplinas segregadas influenciou grandemente os currículos de Matemática. Nesse modelo, os conteúdos
são estratificados em blocos, com pouca ou nenhuma interação. Até bem recentemente, os idealizadores dos
currículos, editores de livros, professores, administradores e pais esperavam a inclusão de campos distintos de estudo:
números, álgebra, geometria, grandezas e medidas, probabilidade, estatística etc., a fim de atender aos objetivos da
educação matemática tradicional. Entretanto, diversos estudos, tanto no campo do ensino quanto da aprendizagem,
sugerem um modelo diferente para a educação matemática. Eles mostram que o desenvolvimento do pensamento
crítico e matemático se processa em níveis de compreensão.
Um importante estudo dos níveis de compreensão do pensamento geométrico encontra-se na pesquisa desenvolvida
pelo casal holandês Dina Van Hiele-Geldof e Pierre Van Hiele, em 1 957. Apenas para ilustrar, por meio de
exemplo, essas pesquisas destacam que o desenvolvimento do pensamento geométrico, relevante para a Geometria
do Ensino Fundamental, passa pelos seguintes níveis (CROWLEY, 1994):
1. Reconhecimento - visualização: as figuras são entendidas de acordo com sua aparência.
2. Análise: as figuras são um conjunto de suas propriedades; as propriedades relacionam-se entre si.
3. Classificação: as propriedades são ordenadas logicamente; início do raciocínio formal; descrição formal.
Além disso, o modelo Van Hiele também aponta que (CROWLEY, 1 994):
• é possível encontrar vários níveis diferentes de perfeição no raciocínio dos estudantes de Matemática;
• um estudante só é capaz de compreender realmente aquilo que o professor apresentar de maneira adequada ao seu
nível de raciocínio;
• se uma relação matemática não pode ser expressa ao nível atual de raciocínio dos estudantes, será necessário esperar
que eles alcancem um nível de raciocínio superior para poder apresentá-la;
• não se pode ensinar uma pessoa a raciocinar de uma determinada forma. No entanto, pode-se ajudá-la, mediante
um ensino adequado, a alcançar logo (o quanto antes) a possibilidade de raciocinar dessa forma.
Em uma vasta revisão da literatura sobre a cognição matemática associada ao processo de alfabetização, Haase (2
020) apresenta evidências de que os processos são semelhantes, envolvendo estágios no desenvolvimento do conceito
de número, dos fatos aritméticos, na resolução de problemas; demonstrando a importância do ensino com
ênfase tanto nos aspectos conceituais como procedimentais em todas as áreas da Matemática.
Em consonância, a BNCC recomenda a transição do modelo tradicional para um modelo integrado que incorpore
os conceitos de geometria, números e operações, álgebra, estatística, medidas e probabilidade em cada ano de
estudo da Matemática. O motivo dessa abordagem vem do reconhecimento de que a Matemática é uma ferramenta
XI
para a resolução de problemas e para a compreensão de um universo que não pode ser plenamente apreciado
usando-se uma abordagem desconexa para os conteúdos. A BNCC contempla em sua terceira Competência
Específica:
3. Compreender as relações entre conceitos e procedimentos dos diferentes campos da Matemática
(Aritmética, Álgebra, Geometria, Estatística e Probabilidade) e de outras áreas do conhecimento,
sentindo segurança quanto à própria capacidade de construir e aplicar conhecimentos matemáticos,
desenvolvendo a autoestima e a perseverança na busca de soluções. (BNCC, 2018, p.267)
Nessa perspectiva, justificam-se e respaldam-se algumas das sugestões, como “o tratamento dos conceitos em
espiral”, que aparece nas propostas curriculares de um grande número de estados brasileiros. Isso não significa, entretanto,
que se repetirá um mesmo conceito, mas sim que se retomará esse conceito por meio de novas situações, em
que ele apareça naturalmente mais aprofundado, dentro de outro contexto, de acordo com o que se apresentou
antes e com nova situação.
No ensino de Matemática, tradicionalmente, tem-se adotado uma organização linear e bastante rígida dos conteúdos.
Isso tem se tornado um grande obstáculo, impedindo a mudança das práticas pedagógicas em uma direção
em que se privilegie o recurso à resolução de problemas e a participação ativa do aluno. Nosso propósito é romper
com a estratificação e a hierarquização dos conceitos. Por isso, adotamos na distribuição e no tratamento dos temas
ao longo dos volumes da coleção a ideia de rede, em que os conceitos se articulam entre si. Por essa razão estabelecemos
o terceiro princípio:
Terceiro princípio metodológico:
Os conceitos serão apresentados em rede, ao longo de todos os anos.
Procuramos fazer conexões entre os conceitos matemáticos, planejando suas articulações e propondo situações-
-problema que vão desencadeá-los. Também traçamos conexões com outras áreas do currículo e com os temas contemporâneos
transversais, como é o caso das atividades que aparecem no início e no final de quase todos os capítulos
e em seções como Vamos pensar juntos, Curiosidade, Você é o artista e Desafios.
Apresentamos, a seguir, como cada unidade foi estruturada de acordo com os Eixos Temáticos, Objetos de
Conhecimento e Habilidades para o livro do 1º. ano.
UNIDADE
1
CONTEÚDOS
CAPÍTULOS
1. Geometria e
Medidas
Posição e
localização
Comprimento
EIXOS
TEMÁTICOS
Geometria
Grandezas e
Medidas
LIVRO DO 1º ANO
OBJETOS DE CONHECIMENTO
• Localização de objetos e de pessoas
no espaço, utilizando diversos
pontos de referência e vocabulário
apropriado.
• Medidas de comprimento, massa e
capacidade: comparações e unidades
de medida não convencionais.
HABILIDADES
(EF01MA11) Descrever a localização de pessoas e de
objetos no espaço em relação à sua própria posição, utilizando
termos como à direita, à esquerda, em frente, atrás.
(EF01MA12) Descrever a localização de pessoas e de
objetos no espaço segundo um dado ponto de referência,
compreendendo que, para a utilização de termos que
se referem à posição, como direita, esquerda, em cima,
embaixo, é necessário explicitar-se o referencial.
(EF01MA15) Comparar comprimentos, capacidades ou
massas, utilizando termos como mais alto, mais baixo,
mais comprido, mais curto, mais grosso, mais fino, mais
largo, mais pesado, mais leve, cabe mais, cabe menos,
entre outros, para ordenar objetos de uso cotidiano.
XII
UNIDADE
CONTEÚDOS
CAPÍTULOS
2. Números
Contando de
1 a 5
Contando de
6 a 9
O Dez
Contando de 11
a 20
Gráficos de
colunas
EIXOS
TEMÁTICOS
Números
Probabilidade
e Estatística
LIVRO DO 1º ANO
OBJETOS DE CONHECIMENTO
• Contagem de rotina.
• Contagem ascendente e descendente.
• Reconhecimento de números
no contexto diário: indicação de
quantidades, indicação de ordem ou
indicação de código para a organização
de informações.
• Quantificação de elementos de
uma coleção: estimativas, contagem
um a um, pareamento ou outros
agrupamentos e comparação.
• Leitura, escrita e comparação de
números naturais (até 100).
• Leitura de tabelas e de gráficos de
colunas simples.
Sequências Álgebra • Padrões figurais e numéricos:
investigação de regularidades ou
padrões em sequências.
• Sequências recursivas: observação
de regras usadas em seriações
numéricas (mais 1, mais 2, menos 1,
menos 2, por exemplo).
3. A dezena
Unidades e
dezenas
Agrupamento de
dezenas
Números
• Quantificação de elementos de uma
coleção: estimativas, contagem
um a um, pareamento ou outros
agrupamentos e comparação.
HABILIDADES
(EF01MA01) Utilizar números naturais como indicador de
quantidade ou de ordem em diferentes situações cotidianas
e reconhecer situações em que os números não indicam
contagem nem ordem, mas sim código de identificação.
(EF01MA02) Contar de maneira exata ou aproximada,
utilizando diferentes estratégias, como o pareamento e
outros agrupamentos.
(EF01MA03) Estimar e comparar quantidades de objetos
de dois conjuntos (em torno de 20 elementos), por estimativa
e/ou por correspondência (um a um, dois a dois)
para indicar “tem mais”, “tem menos” ou “tem a mesma
quantidade”.
(EF01MA04) Contar a quantidade de objetos de coleções
até 100 unidades e apresentar o resultado por registros
verbais e simbólicos, em situações de seu interesse,
como jogos, brincadeiras, materiais da sala de aula, entre
outros.
(EF01MA05) Comparar números naturais de até duas
ordens em situações cotidianas, com e sem suporte da
reta numérica.
(EF01MA09) Organizar e ordenar objetos familiares ou
representações por figuras, por meio de atributos, tais
como cor, forma e medida.
(EF01MA10) Descrever, após o reconhecimento e a explicitação
de um padrão (ou regularidade), os elementos
ausentes em sequências recursivas de números naturais,
objetos ou figuras.
(EF01MA21) Ler dados expressos em tabelas e em gráficos
de colunas simples.
(EF01MA02) Contar de maneira exata ou aproximada,
utilizando diferentes estratégias, como o pareamento e
outros agrupamentos.
(EF01MA03) Estimar e comparar quantidades de objetos
de dois conjuntos (em torno de 20 elementos), por estimativa
e/ou por correspondência (um a um, dois a dois)
para indicar “tem mais”, “tem menos” ou “tem a mesma
quantidade”.
XIII
UNIDADE
2
CONTEÚDOS
CAPÍTULOS
1. Adição
Juntar ou
acrescentar
Contando até 50
Adição de
números om
dois algarismos
EIXOS
TEMÁTICOS
Números
LIVRO DO 1º ANO
OBJETOS DE CONHECIMENTO
• Construção de fatos básicos da
adição.
• Problemas envolvendo diferentes
significados da adição e da subtração
(juntar, acrescentar, separar, retirar).
• Composição e decomposição de
números naturais.
• Quantificação de elementos de uma
coleção: estimativas, contagem
um a um, pareamento ou outros
agrupamentos e comparação.
• Reta numérica.
• Leitura, escrita e comparação de
números naturais (até 100).
Sequências Álgebra • Sequências recursivas: observação
de regras usadas em seriações
numéricas (mais 1, mais 2, menos 1,
menos 2, por exemplo).
2. Grandezas e
Medidas
Comprimento
Massa
Capacidade
3. Geometria
plana
Reconhecendo
as figuras
geométricas
Sequências
geométricas
Grandezas e
Medidas
Geometria
Álgebra
• Medidas de comprimento, massa e
capacidade: comparações e unidades
de medida não convencionais
• Figuras geométricas planas:
reconhecimento do formato das faces
de figuras geométricas espaciais.
• Padrões figurais e numéricos:
investigação de regularidades ou
padrões em sequências.
HABILIDADES
(EF01MA02) Contar de maneira exata ou aproximada,
utilizando diferentes estratégias, como o pareamento e
outros agrupamentos.
(EF01MA03) Estimar e comparar quantidades de objetos
de dois conjuntos (em torno de 20 elementos), por estimativa
e/ou por correspondência (um a um, dois a dois)
para indicar “tem mais”, “tem menos” ou “tem a mesma
quantidade”.
(EF01MA04) Contar a quantidade de objetos de coleções
até 100 unidades e apresentar o resultado por registros
verbais e simbólicos, em situações de seu interesse,
como jogos, brincadeiras, materiais da sala de aula, entre
outros.
(EF01MA05) Comparar números naturais de até duas
ordens em situações cotidianas, com e sem suporte da
reta numérica.
(EF01MA06) Construir fatos básicos da adição e utilizá-los
em procedimentos de cálculo para resolver problemas.
(EF01MA07) Compor e decompor número de até duas
ordens, por meio de diferentes adições, com o suporte de
material manipulável, contribuindo para a compreensão
de características do sistema de numeração decimal e o
desenvolvimento de estratégias de cálculo.
(EF01MA08) Resolver e elaborar problemas de adição e
de subtração, envolvendo números de até dois algarismos,
com os significados de juntar, acrescentar, separar e
retirar, com o suporte de imagens e/ou material manipulável,
utilizando estratégias e formas de registro pessoais.
(EF01MA10) Descrever, após o reconhecimento e a explicitação
de um padrão (ou regularidade), os elementos
ausentes em sequências recursivas de números naturais,
objetos ou figuras.
(EF01MA15) Comparar comprimentos, capacidades ou
massas, utilizando termos como mais alto, mais baixo,
mais comprido, mais curto, mais grosso, mais fino, mais
largo, mais pesado, mais leve, cabe mais, cabe menos,
entre outros, para ordenar objetos de uso cotidiano.
(EF01MA09) Organizar e ordenar objetos familiares ou
representações por figuras, por meio de atributos, tais
como forma e medida.
(EF01MA14) Identificar e nomear figuras planas (círculo,
quadrado, retângulo e triângulo) em desenhos apresentados
em diferentes disposições ou em contornos de
faces de sólidos geométricos.
XIV
UNIDADE
3
CONTEÚDOS
CAPÍTULOS
1. Subtração
Resto ou
Diferença
Completar
Comparar
Contando até 80
2. Medidas de
tempo
Hora
Dias e semanas
Calendário
3. Geometria
espacial
Figuras
geométricas no
cotidiano
EIXOS
TEMÁTICOS
Números
Grandezas e
Medidas
Geometria
LIVRO DO 1º ANO
OBJETOS DE CONHECIMENTO
• • Problemas envolvendo diferentes
significados da adição e da subtração
(juntar, acrescentar, separar, retirar).
• • Reta numérica.
• • Quantificação de elementos de
uma coleção: estimativas, contagem
um a um, pareamento ou outros
agrupamentos e comparação.
• • Contagem de rotina.
• • Contagem ascendente e
descendente.
• • Reconhecimento de números
no contexto diário: indicação de
quantidades, indicação de ordem
ou indicação de código para a
organização de informações.
• • Leitura, escrita e comparação de
números naturais (até 100).
• • Medidas de tempo: unidades de
medida de tempo, suas relações e o uso
do calendário.
• Figuras geométricas espaciais:
reconhecimento e relações com
objetos familiares do mundo físico.
HABILIDADES
(EF01MA01) Utilizar números naturais como indicador de
quantidade ou de ordem em diferentes situações cotidianas
e reconhecer situações em que os números não indicam
contagem nem ordem, mas sim código de identificação.
(EF01MA02) Contar de maneira exata ou aproximada,
utilizando diferentes estratégias, como o pareamento e
outros agrupamentos.
(EF01MA03) Estimar e comparar quantidades de objetos
de dois conjuntos (em torno de 20 elementos), por estimativa
e/ou por correspondência (um a um, dois a dois)
para indicar “tem mais”, “tem menos” ou “tem a mesma
quantidade”.
(EF01MA04) Contar a quantidade de objetos de coleções
até 100 unidades e apresentar o resultado por registros
verbais e simbólicos, em situações de seu interesse,
como jogos, brincadeiras, materiais da sala de aula, entre
outros.
(EF01MA05) Comparar números naturais de até duas
ordens em situações cotidianas, com e sem suporte da
reta numérica. (EF01MA08) Resolver e elaborar problemas
de adição e de subtração, envolvendo números de
até dois algarismos, com os significados de juntar, acrescentar,
separar e retirar, com o suporte de imagens e/ou
material manipulável, utilizando estratégias e formas de
registro pessoais.
(EF01MA16) Relatar em linguagem verbal ou não verbal
uma sequência de acontecimentos relativos a um dia, utilizando,
quando possível, os horários dos eventos.
(EF01MA17) Reconhecer e relacionar períodos do dia,
dias da semana e meses do ano, utilizando calendário,
quando necessário.
(EF01MA18) Produzir a escrita de uma data, apresentando
o dia, o mês e o ano, e indicar o dia da semana de uma
data, consultando calendários.
(EF01MA13) Relacionar figuras geométricas espaciais
(cones, cilindros, esferas e blocos retangulares) a objetos
familiares do mundo físico.
XV
UNIDADE
4
CONTEÚDOS
CAPÍTULOS
1. Ampliando
contagens
Contando até
100
2. Noções de
Probabilidade e
Estatística
Possível ou
impossível
Organizando
informações
3. Sistema
monetário
Conhecendo
moedas e
cédulas do Brasil
EIXOS
TEMÁTICOS
Números
Probabilidade
e Estatística
Grandezas e
Medidas
LIVRO DO 1º ANO
OBJETOS DE CONHECIMENTO
• Leitura, escrita e comparação de
números naturais (até 100).
• Reta numérica.
• Quantificação de elementos de uma
• coleção: estimativas, contagem
um a um, pareamento ou outros
agrupamentos e comparação.
• Noção de acaso.
• Leitura de tabelas e de gráficos de
colunas simples.
• Coleta e organização de informações.
• Registros pessoais para comunicação de
informações coletadas.
• Sistema monetário brasileiro:
reconhecimento de cédulas e
moedas.
HABILIDADES
(EF01MA02) Contar de maneira exata ou aproximada,
utilizando diferentes estratégias, como o pareamento e
outros agrupamentos.
(EF01MA03) Estimar e comparar quantidades de objetos
de dois conjuntos (em torno de 20 elementos), por estimativa
e/ou por correspondência (um a um, dois a dois)
para indicar “tem mais”, “tem menos” ou “tem a mesma
quantidade”.
(EF01MA04) Contar a quantidade de objetos de coleções
até 100 unidades e apresentar o resultado por registros
verbais e simbólicos, em situações de seu interesse,
como jogos, brincadeiras, materiais da sala de aula, entre
outros.
(EF01MA05) Comparar números naturais de até duas
ordens em situações cotidianas, com e sem suporte da
reta numérica.
(EF01MA20) Classificar eventos envolvendo o acaso, tais
como “acontecerá com certeza”, “talvez aconteça” e “é
impossível acontecer”, em situações do cotidiano.
(EF01MA21) Ler dados expressos em tabelas e gráficos de
colunas simples.
(EF01MA22) Realizar pesquisa, envolvendo até duas variáveis
categóricas de seu interesse e universo de até 30
elementos, e organizar dados por meio de representações
pessoais.
(EF01MA19) Reconhecer e relacionar valores de moedas
e cédulas do sistema monetário brasileiro para resolver
situações simples do cotidiano do estudante.
XVI
Na introdução de cada conceito, o professor poderá fazer uma abordagem inicial sobre os temas a serem
trabalhados.
É importante salientar que não são apenas as experiências na sala de aula que fazem com que o estudante
aprenda. Fora da escola, as crianças também aprendem: brincando, participando das atividades do dia a dia, explorando
novos lugares, conhecendo novos objetos e muito mais.
O professor deverá usar as experiências advindas das situações do cotidiano para favorecer o ensino-aprendizagem
dos estudantes.
PRESSUPOSTOS DA COLEÇÃO
Para o estabelecimento dos objetivos gerais da coleção foi considerado o escopo mais amplo da BNCC, no que
diz respeito às expectativas que são traçadas para o desenvolvimento dos alunos. Para isso, enfatizamos as
Competências Gerais, as Competências Específicas, as opções quanto às Unidades Temáticas, os Objetos de
Conhecimento e Habilidades contidos na BNCC. Consideramos como destaque os princípios estabelecidos para os
anos iniciais do Ensino Fundamental.
ORIENTAÇÕES DA BNCC
No Ensino Fundamental – Anos Iniciais, deve-se retomar as vivências cotidianas das crianças com
números, formas e espaço, e também as experiências desenvolvidas na Educação Infantil, para
iniciar uma sistematização dessas noções. Nessa fase, as habilidades matemáticas que os alunos
devem desenvolver não podem ficar restritas à aprendizagem dos algoritmos das chamadas “quatro
operações”, apesar de sua importância. No que diz respeito ao cálculo, é necessário acrescentar,
à realização dos algoritmos das operações, a habilidade de efetuar cálculos mentalmente, fazer
estimativas, usar calculadora e, ainda, para decidir quando é apropriado usar um ou outro procedimento
de cálculo.
Portanto, a BNCC orienta-se pelo pressuposto de que a aprendizagem em Matemática está intrinsecamente
relacionada à compreensão, ou seja, à apreensão de significados dos objetos matemáticos,
sem deixar de lado suas aplicações. Os significados desses objetos resultam das conexões que
os alunos estabelecem entre eles e os demais componentes, entre eles e seu cotidiano e entre os
diferentes temas matemáticos. Desse modo, recursos didáticos como malhas quadriculadas, ábacos,
jogos, livros, vídeos, calculadoras, planilhas eletrônicas e softwares de geometria dinâmica têm um
papel essencial para a compreensão e utilização das noções matemáticas. Entretanto, esses materiais
precisam estar integrados a situações que levem à reflexão e à sistematização, para que se inicie
um processo de formalização.
Em todas as unidades temáticas, a delimitação dos objetos de conhecimento e das habilidades considera
que as noções matemáticas são retomadas, ampliadas e aprofundadas ano a ano. No entanto,
é fundamental considerar que a leitura dessas habilidades não seja feita de maneira fragmentada.
A compreensão do papel que determinada habilidade representa no conjunto das aprendizagens
demanda a compreensão de como ela se conecta com habilidades dos anos anteriores, o que leva
à identificação das aprendizagens já consolidadas, e em que medida o trabalho para o desenvolvimento
da habilidade em questão serve de base para as aprendizagens posteriores. Nesse sentido, é
fundamental considerar, por exemplo, que a contagem até 100, proposta no 1º. ano, não deve ser
interpretada como restrição a ampliações possíveis em cada escola e em cada turma. Afinal, não se
pode frear a curiosidade e o entusiasmo pela aprendizagem, tão comum nessa etapa da escolaridade,
e muito menos os conhecimentos prévios dos alunos.
Na Matemática escolar, o processo de aprender uma noção em um contexto, abstrair e depois aplicá-la
em outro contexto envolve capacidades essenciais, como formular, empregar, interpretar e
avaliar – criar, enfim –, e não somente a resolução de enunciados típicos que são, muitas vezes, meros
exercícios e apenas simulam alguma aprendizagem. Assim, algumas das habilidades formuladas
começam por: “resolver e elaborar problemas envolvendo...”. Nessa enunciação está implícito que
se pretende não apenas a resolução do problema, mas também que os alunos reflitam e questionem
o que ocorreria se algum dado do problema fosse alterado ou se alguma condição fosse acrescida
ou retirada. Nessa perspectiva, pretende-se que os alunos também formulem problemas em outros
contextos. BNCC, p. 277
XVII
A POLÍTICA NACIONAL DE ALFABETIZAÇÃO (PNA)
Para completar o universo de conceitos e referências para o estabelecimento dos objetivos da coleção, é importante
que sejam destacados os aspectos mais relevantes da Política Nacional de Alfabetização (PNA), instituída
pelo Decreto no. 9 765, de 11 de abril de 2 019, relativos à Alfabetização Matemática, que afetam diretamente as metodologias
assumidas no 1º. e no 2º. anos do Ensino Fundamental.
As principais habilidades de todo o processo de escolarização consistem em ler, escrever e realizar
operações matemáticas básicas. Não por acaso o professor alfabetizador também ocupa o importante
papel de ensinar habilidades de matemática básica. Além disso, os professores da educação
infantil igualmente contribuem para o desenvolvimento do raciocínio lógico-matemático, promovendo
atividades e jogos que ensinam noções básicas numéricas, espaciais, geométricas, de medidas
e de estatística.
A expressão “alfabetização matemática”, utilizada por muitos anos no Brasil, não cumpre a função
de designar o ensino de matemática básica.
A palavra “alfabetização” deriva de “alfabeto”, o conjunto de letras do sistema alfabético. Não se
deve, portanto, entender alfabetização como sinônimo de aprendizagem inicial, ou de conhecimentos
básicos, sob o risco de ampliar demasiadamente, por uma figura de linguagem, o real significado
da palavra, criando dúvidas ainda sobre o que de fato seja uma “alfabetização matemática”.
Literacia, por sua vez, é um termo que também designa os meios de obter e processar informações
escritas. A literacia numérica diz respeito às habilidades de matemática que permitem resolver problemas
da vida cotidiana e lidar com informações matemáticas.
O termo “literacia matemática” originou-se do inglês numerical literacy, popularizado como numeracy,
e em português se convencionou chamar numeracia (UNESCO, 2006). Muitas habilidades
de numeracia emergem simultaneamente com as habilidades de literacia, abrindo caminho para
competências matemáticas mais complexas que se instalarão depois mediante instrução formal. A
numeracia não se limita à habilidade de usar números para contar, mas se refere antes à habilidade
de usar a compreensão e as habilidades matemáticas para solucionar problemas e encontrar respostas
para as demandas da vida cotidiana.
XVIII
Desde os primeiros anos de vida, a criança pode aprender a pensar e a comunicar-se usando de
quantidades, tornando-se capaz de compreender padrões e sequências, conferindo sentido aos dados
e aplicando raciocínio matemático para resolver problemas. (NATIONAL MATHEMATICS
PANEL, 2 008).
• CONTANDO ATÉ 100
CAPÍTULO 2 • NOÇÕES DE
PROBABILIDADE
E ESTATÍSTICA
• POSSÍVEL OU IMPOSSÍVEL
• ORGANIZANDO INFORMAÇÕES
CAPÍTULO 3 • SISTEMA
MONETÁRIO
• CONHECENDO AS
MOEDAS E AS CÉDULAS
DO BRASIL
AGORA VAMOS APRENDER A CONTAR ATÉ 100 (CEM).
COMO JÁ ESTUDAMOS, UM CUBINHO DO MATERIAL DOURADO REPRESENTA
UMA UNIDADE, E UMA BARRINHA CORRESPONDE A 10 UNIDADES OU UMA DEZENA.
1 UNIDADE
1 DEZENA OU
10 UNIDADES
10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10
AO JUNTARMOS 10 BARRINHAS DE UMA DEZENA, OBTEREMOS 100 (CEM)
UNIDADES. QUANDO JUNTAMOS AS 10 BARRINHAS, OBTEMOS UMA PLACA. ELA
CONTÊM 100 UNIDADES OU UMA CENTENA.
AQUI ESTÃO
10 DEZENAS OU
UMA CENTENA.
VAMOS PENSAR JUNTOS
NO ÁBACO, REPRESENTAMOS
UMA CENTENA (C) ASSIM:
C D U
• SE JUNTARMOS 30 UNIDADES, TEREMOS QUANTAS DEZENAS?
• OITO DEZENAS JUNTAS SÃO QUANTAS UNIDADES?
10 DEZENAS OU
100 UNIDADES
175
(EI03ET01) Estabelecer relações
de comparação entre objetos,
204
1. RÚBIA FOI À FEIRA E COMPROU VÁRIAS FRUTAS.
observando suas propriedades. < FOTO DE VÁRIAS FRUTAS EM
CIMA DE UMA MESA, DE MODO
(EI03ET02) Observar e
descrever mudanças
em diferentes materiais,
resultantes de ações sobre
eles, em experimentos
envolvendo fenômenos
naturais e artificiais.
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
AVALIAÇÃO SOMATIVA
1. NA IMAGEM DO ESPANTALHO:
• CIRCULE O PÁSSARO QUE ESTÁ NO BRAÇO DIREITO DELE;
• ESCREVA O QUE ESTÁ EM CIMA DA CABEÇA;
• PINTE DE VERDE O QUE ESTÁ ATRÁS DELE;
• PINTE DE AMARELO O QUE ESTÁ DENTRO DO CESTO; E
• ESCREVA O QUE ESTÁ NA FRENTE DELE.
2. OBSERVE A IMAGEM DO NÚMERO FORMADO
POR BOTÕES E RESPONDA:
A) QUANTOS BOTÕES FORAM NECESSÁRIOS
PARA FORMAR ESSE NÚMERO?
B) QUAL ALGARISMO ESTÁ POSICIONADO NA
ORDEM DAS DEZENAS?
C) QUAL ALGARISMO ESTÁ NA ORDEM DAS UNIDADES?
QUE AS FRUTAS ESTEJAM SEPA-
RADAS PARA SEREM CIRCULA-
DAS>
D) QUANTAS UNIDADES FALTAM PARA FORMAR DUAS DEZENAS?
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
JOHN DAVID BIGL III/ SHUTTERSTOCK
VERMELHO
VAMOS COMPARÁ-LAS:
• CIRCULE A FRUTA MAIS LEVE COM A COR VERMELHA E A MAIS PESADA
COM A COR VERDE.
2. PINTE A IMAGEM DE ACORDO COM A LEGENDA.
VERDE
AZUL
AMARELO
VERMELHO
9
O QUE APRENDI NESSE CAPÍTULO
1. LIGUE A QUANTIDADE DE FRUTAS EM CADA PRATO COM O
NÚMERO CORRESPONDENTE.
2. AS IMAGENS MOSTRAM UM CAVALO, UM GATO, UM CACHORRO, UM PATO, UMA
VACA E UM PÁSSARO. OS PÁSSAROS TÊM PÉS E OS OUTROS ANIMAIS TÊM PATAS.
62
RESPONDA:
A) QUANTOS ANIMAIS HÁ NA IMAGEM?
B) QUAL É O NÚMERO TOTAL DE PÉS E PATAS DESSES ANIMAIS?
OBJETIVOS DA COLEÇÃO
Com base nos referenciais descritos acima, os objetivos da coleção são:
• Compreender as contribuições da Matemática na sociedade.
• Utilizar, sempre que possível, a Matemática na vida real.
• Exercer cidadania utilizando as estruturas do pensamento crítico e do raciocínio lógico, tais como: comparar,
generalizar, projetar, prever, criticar, estimar e abstrair, concorrendo para a formação da consciência no que tange à
observância das leis naturais e físicas.
• Construir conhecimentos matemáticos fazendo uso da linguagem oral e escrita como meio para entender os
aspectos da vida.
• Ser autônomo na utilização dos conhecimentos matemáticos, utilizando-os adequadamente na resolução de
problemas.
• Privilegiar o raciocínio e a construção de conceitos matemáticos por meio de técnicas que foram testadas e adequadas
à capacidade de compreensão de acordo com cada ano.
• Apresentar experiências significativas, jogos e desafios lúdicos.
• Fornecer ao aluno o conhecimento da vida diária.
ORGANIZAÇÃO DE CADA VOLUME
A organização dos volumes obedece à criação de espaços e seções que facilitam situações de aprendizagem e
favorecem o atingimento dos objetivos da coleção.
O texto foi dividido em unidades e essas, por sua vez, foram divididas em capítulos nos quais estão incluídas as
seguintes seções:
• VAMOS PENSAR JUNTOS
• CURIOSIDADES
• VOCÊ É O ARTISTA
• MÃOS À OBRA!
• O QUE APRENDI NESSE CAPÍTULO
CONHEÇA SEU LIVRO
CAPÍTULO 1 • AMPLIANDO
14CONTAGENS
UNIDADES
SEU LIVRO ESTÁ DIVIDIDO EM QUATRO
UNIDADES. CADA ABERTURA DE
UNIDADE MOSTRA ILUSTRAÇÕES QUE
SE RELACIONAM COM O CONTEÚDO QUE
VOCÊ VAI ENCONTRAR ALI.
NATHALIA SCALA/ M10EDITORIAL
SPREADTHESIGN/ SHUTTERSTOCK
PUAYPUAY/ SHUTTERSTOCK
TARTILA/ SHUTTERSTOCK
TN-PRINTS/ SHUTTERSTOCK
TOTALLYJAMIE/ SHUTTERSTOCK
CURIOSITY/ SHUTTERSTOCK
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
O QUE APRENDI NESSE CAPÍTULO
1 AMPLIANDO
CONTAGENS
CONTANDO ATÉ 100
CAPÍTULOS
EM CADA UNIDADE DE SEU LIVRO,
VOCÊ SEMPRE ENCONTRARÁ
TRÊS CAPÍTULOS, NOS QUAIS OS
CONTEÚDOS SÃO APRESENTADOS
DE MANEIRA AGRADÁVEL E
ESTIMULANTE.
VAMOS PENSAR
JUNTOS
NO INÍCIO DO LIVRO, VOCÊ ENCONTRARÁ UMA AVALIAÇÃO
QUE TEM POR OBJETIVO VERIFICAR SEUS CONHECIMENTOS
SOBRE OS CONTEÚDOS NECESSÁRIOS PARA UM BOM
APROVEITAMENTO NO ANO QUE SE INICIA.
AO FINAL DE CADA CAPÍTULO, HÁ UMA AVALIAÇÃO DE
VERIFICAÇÃO DE SUA APRENDIZAGEM DOS CONTEÚDOS
ESTUDADOS.
AVALIAÇÃO SOMATIVA
AO FINAL DO LIVRO, VOCÊ ENCONTRA UMA
AVALIAÇÃO QUE ENVOLVE TODOS OS CONTEÚDOS
ESTUDADOS NO ANO QUE SE ENCERRA.
NESTA SEÇÃO, ALGUMAS QUESTÕES
SERÃO APRESENTADAS PARA
VERIFICAR O QUE VOCÊ JÁ SABE SOBRE
O ASSUNTO QUE VAI ESTUDAR.
XIX
A UTILIZAÇÃO DA COLEÇÃO
Objetivando buscar as melhores práticas de ensino e a gestão didática das situações de sala de aula, apresentamos
orientações gerais de utilização da coleção, considerando os itens mais importantes presentes no dia a dia da
prática escolar.
a. LEITURA
Os alunos, sob a orientação do professor, leem – individualmente ou em grupos – o texto introdutório do capítulo,
para exercitar a compreensão do texto e dos objetos de aprendizagem a serem investigados e para desenvolverem
a capacidade de construir conhecimentos, a autonomia, além de aprender a observar e colher informações de
diferentes registros escritos.
O texto pode ser comentado, analisado e debatido a partir da leitura. É um momento rico em que surgem as
dúvidas, bem como as ideias que devem ser formuladas e respondidas oralmente. A interação é uma estratégia
importantíssima, pois:
• promove a troca de ideias;
• possibilita a comunicação e a expressão do raciocínio de cada um;
• constrói o aprendizado cooperativo, mediante a exposição verbal das ideias matemáticas.
O texto inicial de cada capítulo é idealizado sempre em uma linguagem direta e acessível ao aluno. Há na seção
Vamos pensar juntos um diálogo com questionamentos que fomentam as discussões e análises quanto ao objeto
a ser estudado. As atividades, por sua vez, promovem referências a esse texto, na intenção de ampliar as ideias iniciais
das situações-problemas, métodos e conceitos trabalhados.
EM CIMA OU EMBAIXO?
MARIANA ESTÁ BRINCANDO EM SEU QUARTO.
O LIVRO ESTÁ EM CIMA DA CAMA E O TÊNIS ESTÁ EMBAIXO DA CAMA.
• QUAL BRINQUEDO ESTÁ PERTO DA PORTA?
• QUAL ANIMAL ESTÁ SENTADO LONGE DA PORTA?
• O QUE PODEMOS OBSERVAR FORA DO QUARTO?
5. OBSERVE AS FIGURAS E:
A) CIRCULE O ROBÔ QUE ESTÁ EMBAIXO DA MESA.
VICTOR B./ M10
VICTOR B./ M10
B) CIRCULE O GATO QUE ESTÁ EM CIMA DA ÁRVORE.
VICTOR B./ M10
C) DESENHE UM CACHORRO EMBAIXO DA CADEIRA.
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
VAMOS PENSAR JUNTOS
OBSERVE A IMAGEM DO QUARTO DE MARIANA E RESPONDA:
• O URSO ESTÁ DENTRO OU FORA DA CAIXA?
• O PATO ESTÁ EM CIMA OU EMBAIXO DA CAMA?
• O QUE ESTÁ MAIS LONGE DE MARIANA: O CACHORRINHO OU A ÁRVORE?
20
21
b. ATIVIDADES
Nas atividades, procuramos frequentemente validar e complementar os resultados obtidos, mostrando seu sentido
frente às situações-problema associadas. Por isso, é estratégico variar: resolver as atividades em sala de aula às
vezes de maneira individual, às vezes em pequenos grupos ou coletivamente. A postura do professor deve ser
XX
observar, acompanhar e auxiliar o aluno a construir, agindo como mediador no processo de aprendizagem. Isso permite
que:
• os alunos concentrem seu raciocínio, reflitam e conversem sobre os “porquês” de diferentes métodos para se obter
uma solução;
• o professor detecte as dificuldades individuais;
• o professor chame atenção para as ideias importantes.
Consideramos quatro tipos de atividades que, articuladas, contribuem para a qualidade de todo o processo
pedagógico:
• atividades destinadas à avaliação diagnóstica;
• atividades destinadas ao acompanhamento do processo de aprendizagem;
• atividades destinadas à avaliação da aprendizagem, consideradas como formativas;
• atividades destinadas à avaliação do resultado final do processo de ensino e aprendizagem, consideradas somativas.
Após o tempo dado pelo professor para a atividade, é importante que ele resolva e comente todas as atividades
propostas com a turma, pois é o momento de se dirimir quaisquer dúvidas que ainda restem.
O NÚMERO 2 (DOIS) PODE SER REPRESENTADO NO ÁBACO POR DUAS
ARGOLAS NA ORDEM DAS UNIDADES (U).
ÁBACO
C
D
U
DOIS2
4. CUBRA OS PONTILHADOS E ESCREVA NAS LINHAS O ALGARISMO E O NÚMERO
POR EXTENSO.
NATHALIA S./ M10
ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10
5. CIRCULE O NÚMERO QUE CORRESPONDE À QUANTIDADE DE BRINQUEDOS EM
CADA ITEM:
2 2 2 2
A)
B)
1 2
NATHALIA S./ M10 NATHALIA S./ M10
D)
E)
1 2
NATHALIA S./ M10 NATHALIA S./ M10
1 2
1 2
C)
F)
30
2
DOIS
NATHALIA S./ M10
NATHALIA S./ M10
1 2
1 2
• VOCÊ TEM BRINQUEDOS REPETIDOS? DUAS BONECAS OU DOIS CARRINHOS,
POR EXEMPLO? CONVERSE COM OS COLEGAS.
31
c. ATIVIDADES EM GRUPO
Muitas das atividades propostas na coleção solicitam o trabalho em pequenos grupos, a comparação de soluções
obtidas com as de um colega ou, ainda, o debate com outros estudantes da turma.
Nesses momentos, o professor pode:
• formar grupos de maneira que os estudantes com mais facilidade possam auxiliar aqueles com alguma dificuldade;
• distribuir os grupos pelas afinidades dos próprios alunos.
Essa é uma oportunidade de construir coletivamente o conhecimento, desenvolver o espírito colaborativo e a
socialização.
XXI
Novamente, a postura do professor deve ser observar, acompanhar e orientar o aluno a construir os conceitos,
agindo como mediador no processo de aprendizagem. Na dinâmica do trabalho em grupo, destacamos que:
• as primeiras conjecturas levantadas individualmente pelos alunos, após serem debatidas em pequenos grupos,
atingem um refinamento natural;
• as dúvidas e discussões chegam ao professor em um nível mais avançado, talvez mais próximo das possibilidades de
uma solução do problema;
• o professor, agindo como mediador, deve realimentar o processo com novas informações e ideias para discussão nos
grupos ou coletivamente;
• em vez de obter uma solução pronta, os grupos tornam-se participantes ativos no processo de construção, passando
pelas provas e refutações tão naturais no desenvolvimento da ciência Matemática.
A atividade em grupo gera natural autonomia de trabalho aos estudantes. Essa é a razão de sua contínua utilização
na coleção.
d. CURIOSIDADES
As curiosidades estão em praticamente todos os capítulos, com a intenção de fazer conexões matemáticas com
outras áreas do conhecimento ou temas contemporâneos transversais. As curiosidades proporcionam ao estudante:
• uma mente ativa para perguntar e pensar em diferentes assuntos;
• observação de novas ideias e a oportunidade de reconhecê-las e aproveitá-las para ampliar suas informações;
• novas possibilidades com elementos diferenciadores que, muitas vezes, estão camuflados no dia a dia e a possibilidade
de olhar além da superfície;
• emoção à vida, pois o novo surpreende e fascina o espírito de uma criança.
VAMOS PENSAR JUNTOS
• CALCULE MENTALMENTE: SE TIVÉSSEMOS 20 LATINHAS EM UM SACO E
12 EM OUTRO, QUANTAS LATINHAS TERÍAMOS AO TODO? 32 LATINHAS.
• POR QUE É IMPORTANTE RECICLAR OS OBJETOS? RESPOSTA PESSOAL.
• EM SUA CASA, SUA FAMÍLIA SEPARA O LIXO PARA A RECICLAGEM?
RESPOSTA PESSOAL.
CURIOSIDADE
O BRASIL É O PAÍS RECORDISTA MUNDIAL EM RECICLAGEM DE LATAS
DE ALUMÍNIO. EM 2018, O BRASIL CONSEGUIU RECICLAR QUASE TODAS AS
LATINHAS DE ALUMÍNIO QUE FORAM USADAS.
FONTE: TEM SUSTENTÁVEL.
RECIPIENTES DE LIXO PARA
RECICLAGEM EM UMA PRAÇA
DE SÃO PAULO, NO ESTADO DE
SÃO PAULO.
SU JUSTEN/SHUTTERSTOCK
VANESSA VOLK/ SHUTTERSTOCK.COM
RESÍDUOS SEPARADOS PARA
REAPROVEITAMENTO EM
PETRÓPOLIS, NO ESTADO DO
RIO DE JANEIRO.
95
e. DESAFIOS
Os desafios aparecem em quase todos os capítulos. Nossa intenção, ao propô-los, não é somente dar uma oportunidade
de aprofundamento aos alunos que se destacam, mas também despertar a curiosidade em todos os alunos,
a fim de que pensem, debatam entre si e superem as dificuldades para alcançar a solução.
XXII
O prazer que advém de superar desafios, e ir além do usual, é de grande importância no desenvolvimento do
raciocínio, da criatividade e na motivação dos estudantes. Alguns desafios contêm temas interdisciplinares, ou temas
motivadores do ponto de vista do aluno, mostrando a Matemática nas mais variadas situações do mundo em que
vivemos. O papel do professor é atuar como mediador na busca de solução dos desafios, orientando os caminhos no
processo da solução.
1. DESENHE O DOBRO DA QUANTIDADE DE RETÂNGULOS:
2. LÚCIA DESENHOU A SUA MÃO DIREITA
EM UMA fOLHA DE PAPEL.
AGORA É COM VOCÊ! UTILIZANDO AS
SUAS MÃOS, DESENHE EM UMA fOLHA
AVULSA O DOBRO DE DEDOS QUE LÚCIA
DESENHOU. 10 DEDOS.
3. ASSINALE COM UM X A ALTERNATIVA QUE REPRESENTA O DOBRO DA
QUANTIDADE DOS OVOS QUE ESTÃO NA CAIXA:
A)
B)
X
C)
D)
IVASCHENKO ROMAN/SHUTTERSTOCK; NASKAMI/SHUTTERSTOCK
104
f. CÁLCULO MENTAL
Em diversas atividades são abordadas estratégias para o cálculo mental. Muitas vezes são atividades que envolve
contagem simples, em outras oportunidades são problemas em que se solicita que façam mentalmente.
Qual a importância do cálculo mental? Em nosso dia a dia podemos fazer cálculos com lápis e papel, em calculadoras
ou mentalmente, quando não dispomos de nenhum desses outros recursos. O cálculo mental é de ampla utilidade
social, como também no desenvolvimento do raciocínio, perceber padrões numéricos, compreender as propriedades
das operações, fazer estimativas.
O cálculo mental tem grande valor pedagógico e deve fazer parte da formação dos estudantes, pois será utilizado
ao longo de suas vidas. A BNCC propõe essa prática ao logo do curso Fundamental. Por exemplo, solicite aos estudantes
uma estimativa de quantos clipes há em um punhado solto no papel. Cada grupo de alunos irá registrar suas
estimativas. Depois irão contar para verificar quão perto chegaram do número exato ou aproximado de clipes.
XXIII
MR M+ M-
MR M+ M-
g. CALCULADORAS
A utilização de tecnologias em educação matemática vem sendo estudada há algumas décadas. Nosso objetivo
aqui não é estabelecer uma crítica ou adotar um referencial “melhor” ou “pior” para o uso da tecnologia no ensino de
Matemática. Na coleção, incorporamos o uso da calculadora gradativamente, apenas como uma ferramenta de cálculo,
em atividades específicas para isso. Nas demais atividades o professor pode avaliar com autonomia a conveniência
do uso da calculadora, mas, a princípio, julgamos que sugerir seu uso seria desnecessário, porque outras
habilidades (como o cálculo mental) são requisitadas ou porque o uso da calculadora poderia até mesmo comprometer
o objetivo primordial de algumas das atividades.
8. LIGUE OS NÚMEROS, DOIS A DOIS, DE MODO QUE A SOMA SEJA 100.
25 19
55 30
70 45
42 75
ZERBOR/ SHUTTERSTOCK.COM
81 58
9. DESCUBRA TRÊS MODOS DE FAZER APARECER NO VISOR DE
UMA CALCULADORA O NÚMERO 99, SEM UTILIZAR A TECLA 9.
REGISTRE-AS NOS ESPAÇOS ABAIXO.
USE UMA CALCULADORA. ALGUMAS POSSIBILIDADES.
1 o 88 1 11
7 8 9
4 5 6
AC 1 2 3
0
99
SHUTTERSTOCK.COM
2 o 100 2 1
3 o 55 1 44
10. DESCUBRA TRÊS MANEIRAS DIFERENTES DE FAZER APARECER
NO VISOR DE UMA CALCULADORA O NÚMERO 100, SEM
UTILIZAR AS TECLAS 1 E 0. REGISTRE-AS NOS ESPAÇOS ABAIXO.
USE UMA CALCULADORA. ALGUMAS POSSIBILIDADES.
7 8 9
4 5 6
AC 1 2 3
100
SHUTTERSTOCK.COM
0
1 o 98 1 2
2 o 75 1 25
3 o 57 1 43
180
h. H. VOCÊ É O ARTISTA
No fim de alguns capítulos apresentamos uma atividade prazerosa, lúdica, em que o estudante terá de interpretar,
montar, calcular, criar e mostrar suas habilidades de artista. Trata-se de mais um espaço para a criança exercer a criatividade
vinculada aos temas que está estudando.
VOCÊ É O ARTISTA
PINTE O DESENHO COM AS CORES ABAIXO, DE ACORDO
COM O RESULTADO DE CADA ADIÇÃO.
9 1 1 5 10
5 1 3 5 8
4 1 0 5 4
8 1 6 5 14
2 1 7 5 9
9 1 8 5 17
17
17
8
10
8
4
17
8
9 14 9
17
17
8
9
8
8
17
8
9
9
10
9
8
8
17
4
NATHALIA S./ M10
17
14
14
9
14
9 9
14
10
9
8
14
14
10
14
10
10
XXIV
89
i. JOGOS
A aplicação dos jogos em sala de aula surge como uma oportunidade de socializar os alunos, estabelecer a cooperação
mútua, participação da equipe na busca de elucidar um problema proposto pelo professor. Mas, para que
isso aconteça, o educador precisa de um planejamento e um jogo que incite o aluno a buscar o resultado: ele precisa
ser interessante, desafiador.
j. RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS
A contribuição da resolução de problemas resulta em uma aprendizagem significativa para o processo de ensino
da Matemática, pois faz com que o aluno desenvolva a capacidade de raciocinar, pensar matematicamente, eliminando
atividades rotineiras desinteressantes que criam no aluno o hábito de aprender por repetição ou imitação,
sem atribuir significado na construção do processo.
O fato de possibilitar que os estudantes tenham a capacidade de se conectar com situações do seu dia a dia, dentro
e fora da sala de aula é o que torna essa metodologia uma poderosa ferramenta para a aprendizagem de
Matemática. O aluno ainda tem a oportunidade de ampliar seus conhecimentos aumentando sua confiança diante
de problemas e desafios futuros, tanto na aula de matemática quanto na vida cotidiana.
2. FERNANDO E TALITA MEDIRAM O COMPRIMENTO DOS TAMPOS DE SUAS
MESAS USANDO, CADA UM, O SEU PALMO COMO UNIDADE DE MEDIDA DE
COMPRIMENTO. ACOMPANHE A CONVERSA ENTRE OS DOIS:
A MINHA MESA MEDE
A MINHA MEDE 8 PALMOS
9 PALMOS DE COMPRIMENTO.
DE COMPRIMENTO.
3. FORME UM GRUPO COM 3 AMIGOS E FAÇA O SEGUINTE:
• CADA UM DEVE MEDIR O COMPRIMENTO DA SALA, DO FUNDO ATÉ A LOUSA,
DE PÉ EM PÉ, E REGISTRAR OS RESULTADOS.
• CADA UM DEVE MEDIR O COMPRIMENTO DA SALA, DO FUNDO ATÉ A LOUSA,
USANDO CANETAS, E REGISTRAR OS RESULTADOS.
• EM SEGUIDA, COMPAREM OS RESULTADOS QUE CADA UM OBTEVE.
VICTOR B./ M10
VICTOR B./ M10
AGORA RESPONDA:
A) AS DUAS CRIANÇAS OBTIVERAM RESULTADOS DIFERENTES, EMBORA AS MESAS
SEJAM IGUAIS. POR QUE ISSO ACONTECEU?
A MEDIDA DO PALMO DELAS É DIFERENTE.
B) MEÇA COM O SEU PALMO O TAMPO DE SUA MESA. QUANTOS PALMOS
INTEIROS VOCÊ OBTEVE?
NOMES
COMPRIMENTO DA SALA
CANETAS
PÉS
RESPOSTA PESSOAL.
C) COMPARE O NÚMERO DE PALMOS INTEIROS QUE VOCÊ OBTEVE COM A
MEDIDA OBTIDA POR UM COLEGA. OS VALORES SÃO IGUAIS OU DIFERENTES?
RESPOSTA PESSOAL.
116
RESPONDA:
A) NO SEU GRUPO, QUEM TEM O PÉ MAIOR?
B) QUANTAS CANETAS FORAM USADAS PARA MEDIR A SALA?
C) QUANTOS PÉS FORAM USADOS PARA MEDIR A SALA?
117
O PROCESSO DE AVALIAÇÃO
Avaliação é uma palavra que transita no senso comum e está presente no cotidiano das pessoas envolvendo as
ideias de julgamento, decisão, escolha, apreciação, opção, entre outras. O ato de avaliar está intimamente relacionado
com a capacidade de raciocinar, tomar decisão, resolver problemas, ponderar - capacidades que o ser humano
adquire ao longo de seu processo de desenvolvimento como indivíduo. A todo momento, de maneira informal ou
formal, os atos humanos são precedidos de atos avaliativos.
Quando se trata de avaliação no contexto educacional, de igual modo, o processo acontece tanto de modo informal
- em inúmeros momentos de interação e trocas entre professor e alunos; ou formal – quando há um tempo e
instrumentos previamente planejados e sistematizados com essa finalidade. Por isso, não se pode considerar a avaliação
apenas como uma atividade formal que ocorre ao final do processo de ensino e aprendizagem para se verificar o
XXV
quanto o aluno aprendeu em um ciclo. Ao contrário, ela está presente em todo o processo, desde o levantamento
dos objetivos do ensino, a execução do que foi planejado, na realização das atividades diárias, alimentando e dando
“dicas” ao professor, e ao aluno, sobre o que foi ensinado e aprendido.
Como uma das principais categorias da organização do trabalho pedagógico, a importância da avaliação educacional
vai muito além das fronteiras da sala de aula com a avaliação da aprendizagem. Quando compreendidas as especificidades,
os pressupostos teórico-metodológicos, e a abrangência do processo, esse pode contribuir para o avanço nos
indicadores de desempenho de alunos e escolas nas avaliações externas em larga escala, nacionais e internacionais.
Para tanto, considera-se que toda possibilidade de avaliação que ocorre no espaço escolar, quer seja em momentos
informais em que o professor observa ou interage com o aluno em sala de aula, quer seja nos momentos do uso de instrumentos
avaliativos formais, constitui-se oportunidade privilegiadas de reflexão, crescimento e aprendizagem.
O processo avaliativo permite ao professor não somente monitorar a aprendizagem dos alunos, mas subsidiar
decisões sobre sua prática pedagógica que garantam aprendizagens significativas para todos.
Nessa perspectiva, a avaliação deve destacar uma dimensão tanto social quanto pedagógica. No primeiro caso, a
avaliação deve fornecer ao aluno informações a respeito das capacidades e competências exigidas socialmente e o
professor deve auxiliar no reconhecimento da capacidade de literacia e numeracia do aluno, a fim de que ele possa
se inserir futuramente no mercado de trabalho e participar da vida sociocultural. No segundo caso, a dimensão pedagógica
da avaliação deve fornecer informações ao professor de como a aprendizagem está ocorrendo, a fim de que
possa revisar e relembrar conceitos que ainda não estão totalmente consolidados. Em outras palavras, a dimensão
pedagógica da avaliação deve fornecer informações ao professor sobre as competências e habilidades de cada
aluno. Com isso, o educador tem a chance de identificar “o que” e “como” está ensinando e quais intervenções ou
mudanças devem ocorrer nas estratégias pedagógicas adotadas.
Uma vez que é objetivo da coleção não apresentar modelos prontos, que privilegiem apenas a repetição ou a
memorização, as avaliações da aprendizagem devem ser pensadas sob esse prisma, como parte do processo de
desenvolvimento do pensamento matemático. Assim, é importante destacar o que se encontra nos PCNs:
[...] é preciso repensar certas ideias que predominam sobre o significado da avaliação em Matemática,
ou seja, as que recebem como prioritário avaliar apenas se os alunos memorizam as regras e
esquemas, não verificando a compreensão dos conceitos, o desenvolvimento de atitudes e procedimentos,
e a criatividade nas soluções, que, por sua vez, se refletem nas possibilidades de enfrentar
situações-problema e resolvê-las. Outra ideia dominante é a que atribui exclusivamente ao desempenho
do aluno as causas das dificuldades nas avaliações. (BRASIL, 1998, p. 54)
Para alcançar a completude da prática avaliativa em seu propósito de subsidiar o professor na organização do trabalho
pedagógico e contribuir com o desenvolvimento do aluno, é essencial que as avaliações sejam contínuas,
integrais, abrangentes e versáteis, de caráter compreensivo e de modo a incentivar o compromisso do aluno com o
seu próprio crescimento. Por essa razão, as avaliações devem ser feitas não somente por meio de provas ou pela participação
em sala de aula, mas também por intermédio de trabalhos em grupo, supervisionados pelo professor, relatórios
individuais e trabalhos de pesquisa; diversificando os instrumentos e oportunizando explicações e argumentações
orais que revelam aspectos do raciocínio que, por vezes, as avaliações escritas não evidenciam.
Apresentamos algumas dimensões sugestivas que podem auxiliar o professor no processo de avaliação:
• Integral: deve contemplar as diferentes capacidades dos alunos.
• Significativa: deve levar em conta a relação entre ação – reflexão – ação.
• Permanente: cada processo, etapa ou estágio do ensino merece atenção.
• Cumulativa: devem-se evocar aprendizagens já adquiridas e aplicá-las a situações mais abrangentes.
• Pragmática: é necessário relacionar causa e efeito, teoria e prática.
XXVI
• Coerente: além de avaliar realmente o que foi ensinado, deve-se usar bom senso e priorizar os pontos mais
importantes (conceitos e procedimentos, não apenas ferramentas ou algoritmos).
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
Bloom (1 993) e seus colaboradores estabeleceram três denominações para adjetivar o momento, a função e o
uso que se faz da avaliação: diagnóstica, formativa e somativa. Para o autor, avaliação diagnóstica é aquela que
ocorre antes da ação, produzindo uma leitura da realidade, cuja função é determinar se os estudantes possuem as
habilidades para consecução dos objetivos do tema a ser estudado, determinar seu nível de domínio prévio e,
quando aplicada durante a instrução, determinar causas subjacentes a repetidas deficiências na aprendizagem. É,
portanto, uma ferramenta que traz informações sobre quanto dominam determinados conhecimentos e habilidades,
com o objetivo de verificar o que os alunos já sabem, e suas necessidades.
Após realizada a avaliação diagnóstica, é possível ter um panorama sobre as necessidades dos alunos, e a partir
dele, estabelecer estratégias pedagógicas adequadas e trabalhar para desenvolvê-los. Podemos concluir que essa
avaliação possui três objetivos especiais:
1. Identificar a realidade de cada turma e, especificamente, de cada aluno.
2. Observar se os alunos estão desenvolvendo ou não as habilidades pretendidas nos processos de ensino e
aprendizagem.
3. Refletir sobre as causas das dificuldades, definido as ações necessárias para trabalhar as defasagens encontradas.
Em que momento aplicar a avaliação diagnóstica? É comum que ela seja aplicada no início de ano letivo ou do processo
ensino-aprendizagem, momento visto por muitos como o mais propício para que o educador faça as alterações
necessárias de adaptação do plano de aula as necessidades reais da turma. Esse aspecto preventivo é uma das principais
características da avaliação diagnóstica, pois torna possível trabalhar em cima dos dados coletados desde o início.
Mas, nada impede que ela seja aplicada ao final dos ciclos de aprendizagem, sejam eles no início do ano letivo ou no
final do ano, com objetivo de fazer um comparativo sobre a jornada do aluno, de como ele ingressou e como evoluiu.
A avaliação diagnóstica apresentada no livro do 1º. ano, por exemplo, traz o conjunto de aprendizagens essenciais
representadas pelas habilidades que se espera que o estudante tenha desenvolvido na educação infantil. As atividades
foram elaboradas com o objetivo de dar ao professor uma visão ampla das condições iniciais dos estudantes.
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
(EI03ET03) Identificar e selecionar
fontes de informações, para
responder a questões sobre a
natureza, seus fenômenos, sua
conservação.
3. AS CORES SÃO INCRÍVEIS: ELAS DEIXAM TUDO MAIS BELO!
PINTE O CÍRCULO COM A COR AMARELA E DEPOIS COM A COR AZUL.
1. RÚBIA FOI À FEIRA E COMPROU VÁRIAS FRUTAS.
(EI03ET01) Estabelecer relações
de comparação entre objetos,
observando suas propriedades. < FOTO DE VÁRIAS FRUTAS EM
CIMA DE UMA MESA, DE MODO
QUE AS FRUTAS ESTEJAM SEPA-
RADAS PARA SEREM CIRCULA- VERMELHO
DAS>
NATHALIA SCALA/ M10EDITORIAL
AO MISTURAR A COR AZUL COM A COR AMARELA VOCÊ OBTEVE UMA COR
DIFERENTE?
VAMOS COMPARÁ-LAS:
(EI03ET03) Identificar
e selecionar fontes de
• CIRCULE A FRUTA MAIS LEVE COM A COR VERMELHA E A MAIS PESADA
informações, para responder
COM A COR VERDE.
a questões sobre a natureza,
seus fenômenos, sua
2. PINTE A IMAGEM DE ACORDO COM A LEGENDA.
conservação.
VERDE
SIM
NÃO
4. OBSERVE COMO ESTÁ O DIA EM QUE AS CRIANÇAS ESTÃO BRINCANDO:
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
AZUL
(EI03ET02) Observar e
descrever mudanças
em diferentes materiais,
resultantes de ações sobre
eles, em experimentos
envolvendo fenômenos
naturais e artificiais.
AMARELO
VERMELHO
FAÇA UM X SOBRE A IMAGEM QUE INDICA COMO ESTÁ O CLIMA NESSE DIA.
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
9
10
XXVII
A análise dos resultados é uma oportunidade valiosa do professor obter informações que poderão sinalizar caminhos,
direcionamentos e possibilidades diante dos dados obtidos. Para colaborar com essa análise, uma planilha com
a síntese do desempenho dos alunos é proposta, facilitando assim um registro que permite uma visualização das
condições de cada estudante e da turma como um todo.
Diante dos resultados das avaliações diagnósticas o professor precisa desenvolver uma postura acolhedora e
inclusiva para com aqueles que apresentem dificuldades ou ausência de pré-requisitos, intervindo de maneira construtiva,
apresentando alternativas que contribuam para que alunos alcancem o desempenho desejado, levando em
conta que cada aluno tem características únicas, ritmo e tempo de desenvolvimento distintos.
AVALIAÇÃO FORMATIVA
A avaliação formativa, segundo a visão de Bloom (1 993) é aquela que se dá durante a execução de uma ação e
que, por meio de resultados intermediários, contribui para compor um resultado final. É, portanto, a avaliação que
está integrada ao processo de ensino e aprendizagem, ocorrendo de maneira contínua e processual.
Fernandes (2 009) destaca que a avaliação formativa deve ser a modalidade privilegiada de avaliação com a função
principal de melhorar e de regular as aprendizagens. Tem a vantagem de dar aos professores informações específicas
sobre o nível de compreensão dos alunos momento a momento e permitir que ofereçam feedback de variadas
formas para subsidiar as tomadas de decisões e refinar a prática pedagógica ao longo do processo educativo.
O professor pode valer-se de diversas técnicas e instrumentos para levantar evidências formativas, incluindo atividades
avaliativas formais, informais e a autoavaliação; situações que permitem a coleta de informações de maneira
sistemática sobre os objetivos de aprendizagem ou dúvidas específicas que os alunos possam desenvolver.
O planejamento deve estar aberto a revisões e ajustes durante todo o ciclo de aprendizagem, levando em conta
os dados que forem coletados por meio dos tipos de avaliação:
TIPO DE AVALIAÇÃO FUNÇÃO PARA QUE SERVE QUANDO APLICAR
DIAGNÓSTICA
Permite que o professor entenda
e identifique conteúdos em que
os estudantes possuem aptidão e
possíveis defasagens.
Para que o professor desenvolva
ações remediativas para corrigir
possíveis defasagens e realinhar
seus objetivos.
Antes de iniciar o processo de
aprendizagem.
FORMATIVA
Promove o acompanhamento,
com o intuito de verificar se os
estudantes estão alcançando os
objetivos propostos.
Para proporcionar aos estudantes
e professores os chamados
feedbacks quanto ao progresso de
aprendizagem.
Durante todo o processo de
aprendizagem.
SOMATIVA
Promove a classificação dos
alunos, de acordo com os níveis
de aproveitamento previamente
estabelecidos.
Para medir por meio de notas
ou conceitos o aprendizado dos
alunos. Indicado por meio de
resultados.
Ao final de um conteúdo, de um
período ou ao final de uma etapa
educativa
XXVIII
Fonte: Bloom (1993) Elaboração dos autores
A avaliação formativa garante o monitoramento da aprendizagem ao longo do ano letivo. Desse modo, são apresentadas,
nesta coleção, atividades destinadas à avaliação de acompanhamento da aprendizagem ao final de cada
capítulo das unidades do livro na seção O que aprendi nesse capítulo. Considera-se que esses são momentos
oportunos no decorrer da evolução sequencial dos temas, conforme cronograma sugestivo da unidade.
O QUE APRENDI NESSE CAPÍTULO
3. FAÇA UM X NA ÁRVORE MAIS ALTA E CIRCULE A MAIS BAIXA.
1. OBSERVE A IMAGEM E PINTE:
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
4. PINTE DE VERMELHO O LÁPIS MAIS COMPRIDO E, DE AZUL, O MAIS CURTO.
• DE AZUL A CRIANÇA QUE ESTÁ EM FRENTE AO BANCO.
• DE MARROM O CACHORRO QUE VOCÊ OBSERVA À DIREITA DO MENINO.
• DE PRETO O CACHORRO QUE VOCÊ OBSERVA À ESQUERDA DO MENINO.
• DE VERMELHO QUEM ESTÁ ATRÁS DO BANCO.
• DE VERDE O QUE ESTÁ EMBAIXO DO BANCO.
• DE AMARELO O QUE ESTÁ EM CIMA DO BANCO
2. CIRCULE O PINCEL MAIS GROSSO E FAÇA UM X NO LÁPIS MAIS FINO.
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
5. OBSERVE A FOTO, FAÇA UM X NA PESSOA MAIS ALTA E CIRCULE A PESSOA
MAIS BAIXA.
EPICSTOCKMEDIA/SHUTTERSTOCK
24
25
A análise dos resultados dessas avaliações contribui para dar agilidade nas ações de intervenção, caso seja necessário
retomar conceitos não compreendidos, antes de avançar para novos temas. Para esse acompanhamento processual,
a avaliação indica ao professor as evidências de aprendizagem de forma específica, facilitando a percepção
não só do que foi aprendido, mas se o ensino foi eficaz.
Os registros do desempenho dos alunos nas avaliações formativas dão ao professor a oportunidade de realinhar
suas ações, flexibilizar seu planejamento prévio, garantindo seu protagonismo como gestor do trabalho pedagógico.
AVALIAÇÃO DE RESULTADO OU SOMATIVA
A avaliação de resultado, ou somativa, é aquela que ocorre ao final de um período mais ou menos amplo de
tempo, quando o processo de ensino e aprendizagem precisa ser verificado à luz dos objetivos pedagógicos
XXIX
descritos para todos os assuntos trabalhados, com as evidências de que as habilidades foram desenvolvidas, garantindo
a possibilidade de o professor apresentar, com segurança, uma síntese da progressão dos alunos.
A elaboração dessa síntese necessita ser articulada com as avaliações diagnóstica e formativa, pois o percurso de
cada aluno é único e sua trajetória determina seu progresso, avanços ou dificuldades. Por isso, a avaliação somativa
não tem um fim em si mesma, ela contribui quando relacionada às demais avaliações, possibilitando a constatação
do grau em que os resultados mais amplos foram alcançados ao final de um processo de aprendizagem. Quando
ocorre a articulação entre a avaliação diagnóstica, as avaliações formativas e a avaliação somativa, esta se torna mais
sustentada, mais justa e equitativa.
Como suporte para o professor, ao final do volume, a coleção apresenta uma avaliação somativa, de natureza
cumulativa e abrangente, cujos itens estão relacionados às habilidades previstas para serem desenvolvidas ao longo
daquele ano letivo do Ensino Fundamental. É importante que seja reservado um tempo especial para a realização
dessa atividade, que os estudantes se sintam seguros e tranquilos para estse momento de avaliação, motivados para
demonstrar as habilidades adquiridas e desenvolvidas no período. O professor pode incentivá-los, criando um clima
favorável e de confiança na capacidade de cada um.
Para a consolidação dos resultados dessa avaliação, uma planilha sugestiva é disponibilizada para o professor
registrar o desempenho dos alunos. O conjunto de habilidades serve de parâmetro para que, ao final do perído
letivo, possa ser apresentado aos pais, ao conselho de classe ou aos gestores escolares, um demonstrativo do processo
de ensino e aprendizagem ocorrido durante o ano. Além de oportunizar uma análise individualizada, esse
registro também permite uma visão de toda a turma.
AVALIAÇÃO SOMATIVA
1. NA IMAGEM DO ESPANTALHO:
• CIRCULE O PÁSSARO QUE ESTÁ NO BRAÇO DIREITO DELE;
• ESCREVA O QUE ESTÁ EM CIMA DA CABEÇA;
• PINTE DE VERDE O QUE ESTÁ ATRÁS DELE;
• PINTE DE AMARELO O QUE ESTÁ DENTRO DO CESTO; E
• ESCREVA O QUE ESTÁ NA FRENTE DELE.
3. OS ALUNOS DO 1 o ANO ESTÃO PASSEANDO EM UM PARQUE E FORMARAM FILA
PARA IREM A UM BRINQUEDO.
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
A) CIRCULE A CRIANÇA QUE É A PRIMEIRA DA FILA.
B) A CRIANÇA QUE ESTÁ NA 10 A POSIÇÃO É UM MENINO OU UMA MENINA?
2. OBSERVE A IMAGEM DO NÚMERO FORMADO
POR BOTÕES E RESPONDA:
A) QUANTOS BOTÕES FORAM NECESSÁRIOS
PARA FORMAR ESSE NÚMERO?
B) QUAL ALGARISMO ESTÁ POSICIONADO NA
ORDEM DAS DEZENAS?
C) QUAL ALGARISMO ESTÁ NA ORDEM DAS UNIDADES?
JOHN DAVID BIGL III/ SHUTTERSTOCK
C) QUAL É A POSIÇÃO DO ÚLTIMO LUGAR DA FILA?
4. ORDENE AS SEQUÊNCIAS DE ACONTECIMENTOS:
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
D) QUANTAS UNIDADES FALTAM PARA FORMAR DUAS DEZENAS?
204
205
O conjunto de avaliações propostas na coleção é parte integrante do processo de ensino e aprendizagem, compondo
um todo articulado e coerente, principalmente se for complementado pela oportunidade de autoavaliação
de estudantes e professores. Espera-se, ainda, que contribuam para o preparo dos alunos para qualquer processo de
avaliação a que sejam submetidos e para que a qualidade educacional seja promovida.
XXX
BIBLIOGRAFIA PARA OS ALUNOS
MACHADO, N. J. Contando de um a dez – 5ª. Edição (6ª. impressão). São Paulo: Editora Scipione, Coleção
Histórias de Contar, 2008
A coleção Histórias de contar é ideal para crianças que fazem os seus primeiros contatos com as letras e os números.
Versos com muito ritmo e ilustrações divertidas garantem o prazer da leitura. Contar é legal, é bem natural. Minha
mãe é só uma, meus olhos são dois. Seis faces tem um dado. Sem contar os pés, meus dedos são dez... E o que vem
depois?
MACHADO, N. J. A Peteca do Pinto. São Paulo: Editora Scipione, Coleção Histórias de Contar, 2004
A coleção Histórias de contar é ideal para crianças que fazem os seus primeiros contatos com as letras e os números.
Versos com muito ritmo e ilustrações divertidas garantem o prazer da leitura.
CHAMLIAN, Regina. ALEXANDRINO, Helena. O pintinho que nasceu quadrado. São Paulo: Global Editora, 2007.
O seu primeiro ovo causou susto, indignação e muita confusão. Carola botara um ovo quadrado! Impedida de
ficar no galinheiro, parte, com firmeza e coragem, em busca de um lugar onde seu filho possa ser criado com dignidade
e respeito. A leitura dessa criativa fábula contemporânea possibilita uma reflexão sobre o comportamento
humano e a construção de uma sociedade mais solidária e mais justa.
TORERO, José Roberto; PIMENTA, Marcus Aurelius; OLIVEIRA, Eduardo. Os 33 porquinhos. São Paulo: Companhia
das Letrinhas, 2012.
A família cresceu e cada porquinho construiu uma casa que combinava com seu jeito de ser. O porquinho Apolo,
por exemplo, alugou uma estação espacial, Porcoátl fez sua casa em forma de pirâmide asteca, Lorde Bacon tinha
tanto dinheiro que morava numa mansão e Granulfo levou um tempão para levantar seu castelo de areia. Além
disso, o livro permite que o leitor cruze as tirinhas em que foram divididas as páginas para descobrir uma história
diferente. É possível até criar o próprio porquinho e misturar a história de todos.
SOUZA, H. A Zeropéia. 2. ed. São Paulo: Salamandra, 2016.
A centopeia está andando por aí quando encontra uma barata e, também, um grande dilema: se com seis pernas
a barata consegue ser tão ágil, será que uma centopeia precisa mesmo de cem? O boi, com apenas quatro, sabe se
virar muito bem... E o macaco, c om duas, consegue fazer tanta coisa...Muitos bichos e problemas depois, a centopeia
acaba fazendo uma grande descoberta!
ABOFF, Marcie. Se você fosse um polígono. 1. ed. São Paulo: Gaivota, 2011.
O polígono pode ser encontrado em diversas situações de nosso cotidiano. Com ilustrações divertidas, o texto
aproxima a criança dessa figura geométrica. O conceito de polígono e a sua relação com as outras figuras geométricas
são apresentadas de maneira simples e lúdica. O pequeno leitor encontrará um polígono irregular nas pipas de
uma família de hipopótamos e descobrirá, observando o desenho da casa dos sonhos do urso Douglas, que o triângulo
é um tipo de polígono.
Se você fosse um sinal de menos – Editora Gaivota Edição Português, por Trisha Speed Shaskan e Francesca
Carabelli | 1 jan 2011
Apresentar a matemática de forma lúdica e desafiadora é o objetivo central do texto. Que tal usar a subtração
num jogo de boliche? Conceitos como resto, diferença e o uso da adição como possibilidade de verificar o resultado
da subtração são gradativamente explorados, com ilustrações divertidas que atraem o interesse da criança. Na
página 23, o pequeno leitor encontra uma atividade prática para fixação do tema, que pode ser realizada utilizando-
-se lousa e giz, sob supervisão dos professores. As respostas estão na página subsequente. Na última página há um
glossário.
BROWN, Keri. Meu caderno de atividades de matemática. 1. ed. Rio de Janeiro: Sextante, 2020.
XXXI
O livro contém 96 jogos e passatempos com intuito de desenvolver as habilidades da criança. Como proposta
apresenta estimular o raciocino logico e a criatividade com quebra-cabeças, códigos escondidos afim de contribuir
para o aprendizado de maneira lúdica, com atividades ideais para aprofundar o que eles já estão vendo na escola.
MACDONALD, Sharon Matemática em Minutos: Atividades Fáceis para Crianças de 4 a 8 Anos. 1. ed. Porto
Alegre: Penso, 2009.
O Livro introduz aos primeiros conceitos matemáticos para as crianças; um capítulo começa com atividades mais
fáceis e avança para atividades mais difíceis. Muitas das atividades têm a sugestão “Aumente um nível” para crianças
que gostam de desafios. As atividades usam materiais simples de obter, disponíveis em qualquer sala de aula. Este
livro também traz dicas e ideias que beneficiarão professores novos e experientes.
MESACASA, Eduardo. Amigos da Matemática – Tabuada. 1. ed. Blumenau: Vale das Letras, 2019.
Amigos da Matemática é uma série de apoio escolar com diversos exercícios que ajudarão a criança a trabalhar
suas habilidades em adição, divisão, multiplicação, subtração e tabuada, capacitando uma maior fixação das matérias
de forma lúdica e divertida. Este livro tem o objetivo de ensinar a tabuada.
KOZMINSKI, Edson Luiz. As três partes. 12. ed.São Paulo: Ática, 2019.
Era uma vez uma casa que cansou de ser casa. Então, se desmontou em três partes, três figuras geométricas. Elas
saíram por ai criando os mais diversos desenhos, inventando brincadeiras e fazendo amigos.
DOS REIS, Sílvia Marina G. A Matemática no cotidiano infantil: Jogos e atividades com crianças de 3 a 6 anos. 1.
ed. São Paulo: Papirus, 2016.
As noções básicas em matemática, lógica e geometria começam a ser elaboradas na infância, portanto, é vital que
a base seja sólida, bem construída e bem trabalhada. Estimular o raciocínio lógico-matemático é muito mais do que
ensinar matemática, é propiciar o desenvolvimento mental, é fazer pensar. Esse livro apresenta sugestões de jogos,
brincadeiras e atividades que buscam desenvolver o raciocínio lógico-matemático e trabalhar o conteúdo a ser
explorado com crianças de 3 a 6 anos de forma lúdica, interativa e desafiadora, auxiliando o educador a construir um
“ambiente matematizador” em sala de aula. Várias atividades aliam arte e criatividade, como o desenho com formas
geométricas e a construção de jogos e materiais com sucata, proporcionando às crianças a satisfação de construir
seus próprios jogos, além de trabalhar o conceito de reciclagem. A obra também tem por objetivo levar à reflexão
dos caminhos que conduzem a essa aprendizagem. É destinada a todos que trabalham com crianças nessa faixa etária:
professores, coordenadores e orientadores, e também aos estudantes na área da educação.
HORE, Rosie. RUSINÀ, Enrica. GIAUFRET, Benedetta. REHAVIA, Ilana. Vamos pesar e medir? Brinque e aprenda. 1.
ed. Usborne,2018.
Com mais de 60 abas para explorar, esse colorido livro introduz de forma divertida conceitos importantes tais
como tamanho, comparações e medidas. As crianças mais novas podem comparar uma lenta tartaruga e um rápido
leopardo, o tamanho de dois barcos diferentes, podem ver qual a criança é mais alta e muito mais. Uma introdução
cheia de diversão para um tópico chave do aprendizado.
CLAUDE, Jean. Girafas. 1. ed. São Paulo: Brinque-Book, 2019.
O que mais diverte as crianças quando seus pais brincam com elas? Neste livro, um pequeno vive pedindo desenhos.
O pai, brincalhão, coloca em um papel compriiiido suas melhores versões de girafas. Com seus pescoços
looongos, os bichos tomam conta das páginas e vão se multiplicando, mostrando que nessa brincadeira de desenhar
também há um tanto de matemática. Mas ora, onde foi parar a girafa número 10?
BIAVA, Ana Maria. BIAVA, Maria Olivia. Neurologics. 200 Atividades de Raciocínio e Lógica Para Crianças a
Partir de 5 Anos. Clínica Vivência,2018.
Este livro tem como objetivo estimular o raciocínio lógico-matemático em crianças a partir de cinco anos de
idade. Inicialmente o livro foi elaborado para crianças especiais, mas no decorrer de seu preparo percebemos também
a importância de ser utilizado por todas as crianças, por funcionar como preventivo de dificuldades de
XXXII
aprendizagens futuras e também complementar lacunas em áreas defasadas. São 200 exercícios criados com níveis
de crescente indução ao pensamento infantil, dos mais fáceis aos mais difíceis, respeitando as fases do desenvolvimento,
provocando curiosidade e incentivando a criança em cada descoberta. Pode, e deve, ser usado por pais, professores,
pedagogos, psicopedagogos e coordenadores. Um exercício gostoso e animador aliado ao maravilhoso
mundo da lógica da matemática.
VASCONCELOS, Adson. Cartilha de Matemática Caminho do Saber – Aprendendo os Números. 1 ed. Blumenau.
Bicho Esperto, 2018.
Material pedagógico de apoio a pais e professores que acompanham o aprendizado de crianças em processo de
alfabetização matemática e que compreendem que o ato de escrever e representar números requer não apenas
habilidades cognitivas, mas também habilidades motoras que precisam ser ensinadas às crianças.
Destinada a crianças que estão iniciando o processo de alfabetização matemática, esta cartilha é composta de
varias atividades que favorecem, entre outras habilidades e competências: construção da ideia de sistema de numeração
decimal, aquisição do sistema de numeração decimal,, identificação e discriminação dos números, pratica de
movimentos necessárias para a escrita dos algarismos, quantificação e contagem, realização de registros e agrupamentos,
desenvolvimento da coordenação motora fina e da consciência matemática, resolução de situação-problema,
desenvolvimento de breve noção do valor posicional dos números e percepção da existência de diferentes
tipologias dos números.
BIBLIOGRAFIA PARA OS PROFESSORES
SELVA, Ana Coelho Vieira; BORBA, Rute Elizabete S. Rosa. O uso da calculadora nos anos iniciais do ensino fundamental.
Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2010.
Neste livro, Ana Selva e Rute Borba abordam o uso da calculadora, desmistificando preconceitos e demonstrando
a sua grande contribuição para o processo de aprendizagem da Matemática. As autoras apresentam pesquisas, analisam
propostas de uso da ferramenta em livros didáticos e descrevem experiências inovadoras em sala de aula nas
quais o uso da calculadora possibilitou avanços nos conhecimentos matemáticos dos estudantes dos anos iniciais do
Ensino Fundamental. Elas trazem também diversas sugestões de uso da calculadora na sala de aula que podem contribuir
para um novo olhar por parte dos professores para o uso do instrumento cotidiano da escola.
DOS SANTOS, Cleane Aparecida; NACARATO, Adair Mendes. Aprendizagem em Geometria na educação
básica: a fotografia e a escrita na sala de aula. 1. ed. São Paulo: Autêntica Editora, 2014.
Muitas pesquisas têm sido produzidas no campo da Educação Matemática sobre o ensino de Geometria. No
entanto, o professor, quando deseja implementar atividades diferenciadas com seus alunos, depara-se com a escassez
de materiais publicados. As autoras, diante dessa constatação, constroem, desenvolvem e analisam uma proposta
alternativa para explorar os conceitos geométricos, aliando o uso de imagens fotográficas às produções escritas
dos alunos. As autoras almejam que o compartilhamento da experiência vivida possa contribuir tanto para o
campo da pesquisa quanto para as práticas pedagógicas dos professores que ensinam Matemática nos anos iniciais
do Ensino Fundamental.
NACARATO, Adair Mendes; DA SILVA MENGALI, Brenda Leme; PASSOS, Cármen Lúcia Brancaglion. A matemática
nos anos iniciais do ensino fundamental: tecendo fios do ensinar e do aprender. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica
Editora, 2019.
Neste livro, as autoras discutem o ensino de matemática nas séries iniciais do Ensino Fundamental em um movimento
entre o aprender e o ensinar. Consideram que essa discussão não pode ser dissociada de uma mais ampla,
que diz respeito à formação das professoras polivalentes – aquelas que têm uma formação mais generalista em
XXXIII
cursos de nível médio (Habilitação ao Magistério) ou em cursos superiores (Normal Superior e Pedagogia). Nesse sentido,
elas analisam como têm sido as reformas curriculares desses cursos e apresentam perspectivas para formadores
e pesquisadores no campo da formação docente. O foco central da obra está nas situações matemáticas desenvolvidas
em salas de aula dos anos iniciais.
PAIS, Luiz Carlos. Ensinar e aprender matemática. 1. ed. São Paulo: Autêntica, 2018.
Como valorizar o ensino das estruturas e dos conceitos na educação Matemática sem menosprezar a subjetividade
contida no fenômeno cognitivo? Baseando-se nessa questão, o autor propõe uma reflexão sobre os aspectos
metodológicos do ensino da Matemática, atento à subjetividade do processo cognitivo. O livro trata da relação entre
o saber matemático e os desafios inerentes às ações integradas do ensino e da aprendizagem escolar, e faz emergir
questionamentos e reflexões necessários aos professores, educadores e universitários envolvidos com essa disciplina.
Outro ponto do livro invoca, ainda, a questão da linearidade do livro didático e os conceitos de ordem, clareza e formalidade,
que parecem impregnar todo o ensino da Matemática de rigidez e absolutismo. Fenômeno que é fruto do
contágio epistemológico do saber científico na prática pedagógica.
LORENZATO, Sergio. Para Aprender Matemática. 3. Ed. Campinas/SP Autores associados, 2010.
Este livro, voltado tanto aos professores que ensinam matemática, como aos cursos de formação de professores
para os Ensinos Fundamental e Médio, nasceu das dificuldades vivenciadas por docentes em operacionalizar princípios
didáticos fundamentais à prática pedagógica, como: aproveitar a vivência do aluno, favorecer a experimentação
e a descoberta, historiar o ensino, valorizar erros e dúvidas do aluno, ensinar integradamente aritmética, geometria e
álgebra, respeitar as diferenças individuais, enfatizar os porquês dos alunos, explorar as aplicações da matemática.
Pretendendo tornar a aprendizagem da matemática significativa e agradável, esta obra aborda 25 princípios educacionais,
cuja aplicação favorece um ensino de qualidade. Apresenta também vários exemplos de situações verídicas,
de atividades já testadas em sala de aula e de materiais didáticos facilmente reproduzíveis por alunos e docentes. Sua
linguagem é simples, direta e dispensa conhecimentos prévios da matemática.
LORENZATO, Sergio. O Laboratório de Ensino de Matemática na Formação de Professores. 3. Ed. Campinas/
SP Autores associados, 2012.
Este livro, elaborado com o propósito de responder a essas e a muitas outras questões a respeito do LEM, mostra
o insubstituível papel que este pode desempenhar no ensino e na aprendizagem da matemática. Apresenta também
diferentes concepções e utilizações do LEM, extensa bibliografia referente ao tema e muitas sugestões de materiais
didáticos. Por isso, esta obra torna-se imprescindível àqueles que já ensinam matemática e àqueles que pretendem
ensiná-la.
MORETTI, Vanessa Dias; DE SOUZA, Neusa Maria Marques. Educação Matemática nos anos iniciais do Ensino
Fundamental: princípios e práticas pedagógicas. 1. Ed. São Paulo: Cortez Editora, 2015.
O ensino de Matemática nos anos iniciais do Ensino Fundamental consiste em um frequente desafio para professores,
do mesmo modo que o ensino da língua materna. Com base nessa realidade, as autoras elaboram a presente
obra, cujo objetivo principal é oferecer a professores e educadores dos três primeiros anos do Ensino Fundamental
respaldo teórico e metodológico para um ensino da Matemática que seja incentivador de aprendizagem e possibilite
às crianças o desenvolvimento do pensamento teórico sobre os conceitos e as noções referentes a essa
disciplina.
CURI, Edda. Matemática para crianças pequenas. São Paulo: Editora Melhoramentos, 2015.
Aliando o “estado da arte” de pesquisas na área de Matemática com uma sólida experiência em formação docente,
a professora Edda Curi oferece neste volume da coleção um caldeirão de jogos, brincadeiras e problemas que, ao
serem enfrentados por cabecinhas curiosas, formarão as primeiras noções de matemática das crianças. Uma boa
introdução ao saber e ao fazer matemático pode ser o melhor caminho para evitar que novas gerações continuem a
XXXIV
alimentar o estigma de “difícil” da disciplina, criando ao longo de séculos de ensino mecanizado, centrado na memorização
de fórmulas.
NACARATO, Adair Mendes. DE FREITAS, Ana Paula. DOS ANJOS Daniela Dias. MORETTO Milena. Práticas de
Letramento Matemático nos Anos Iniciais: Experiências, Saberes e Formação Docente. 1. ed. São Paulo: Editora
Mercado de Letras, 2018.
O livro tem como objetivo apresentar os resultados de uma pesquisa de quatro anos desenvolvida no âmbito do
Programa Observatório da Educação, no período de 2 013 a 2 017, vinculado ao Programa de Pós-Graduação Stricto
Sensu em Educação da Universidade São Francisco, campus Itatiba em São Paulo. A pesquisa investigou, por meio de
um trabalho compartilhado com professores da rede pública de educação básica, as práticas de letramentos escolares,
mais especificamente, o letramento matemático, bem como as práticas de formação docente de professores que
ensinam matemática.
SMOLE, Katia Stocco; DINIZ, Maria Ignez. Ler, Escrever e Resolver Problemas Habilidades básicas para
aprender matemática. 1. Ed. Porto Alegre: Penso Editora, 2001.
Com um projeto gráfico atrativo e escrito de modo claro e bem fundamentado, Ler, Escrever e Resolver Problemas
contribui para a atual discussão sobre o lugar e o significado das competências e das habilidades no ensino fundamental,
enfocando as habilidades básicas para aprender matemática. Repleta de informações e reflexões baseadas
nas diferentes teorias de ensino e de aprendizagem contemporâneas, e na extensa experiência das autoras junto as
escolas pública e particular brasileiras, esta obra e completa de descrições detalhadas de proposta pedagógicas inovadoras,
assim como de exemplos de produções de alunos, todos ilustrados em cores. Trata-se de um recurso diferenciado
para os educadores na construção de modelos de ensino e de aprendizagem matemática mais qualificados e
adequados ao desenvolvimento integral das crianças.
VAN DE WALLE, John A. Matemática no Ensino Fundamental - Formação de Professores e Aplicação em Sala de
Aula. 6. Ed. Porto Alegre: Penso Editora, 2009.
Este livro apresenta ideias e discussões de profundidade inigualável para orientar os estudantes em formação que
irão ensinar matemática e para ajudar os alunos de Ensino Fundamental a desenvolver uma compreensão real da disciplina
aplicada em sala de aula. O texto reflete os benefícios da instrução construtivista – ou centrada no aluno – em
matemática.
FAINGUELERNT, Estela Kaufman. NUNES, Katia Regina Ashton. Fazendo arte com a matemática. 2. Ed. Porto
Alegre: Penso Editora, 2015.
Neste livro, as autoras propõem o ensino e a aprendizagem da matemática por meio da arte. É um convite para
abandonar velhas crenças e derrubar barreiras que impedem os alunos de conhecer e apreciar melhor essas áreas tão
importantes. Fazendo arte com a matemática apresenta diferentes leituras das obras mais marcantes de artistas
como Dalí, Picasso e Mondrian, propondo atividades que integram matemática e arte, tornando as aulas muito mais
ricas e interessantes. Em sua segunda edição, a obra traz um novo capítulo totalmente dedicado a obras de artistas
brasileiros, valorizando o estudo da arte nacional na escola.
HUMPHREYS, Cathy; PARKER, Ruth. Conversas numéricas: estratégias de cálculo mental para uma compreensão
profunda da matemática. 1. ed. Porto Alegre: Penso editora, 2019.
Neste livro, Cathy Humphreys e Ruth Parker apresentam as Conversas Numéricas: um método rápido e eficaz que
pode mudar a visão que os alunos têm da matemática, ensinar-lhes senso numérico, auxiliá-los a desenvolver competências
matemáticas e, ao mesmo tempo, engajá-los em uma matemática aberta e criativa. Trata-se de recurso de
grande valor para professores que já usam ou desejam usar as Conversas Numéricas em salas de aula dos Ensinos
Fundamental e Médio, ou mesmo para pais que querem aprofundar seu conhecimento sobre a matemática e o
ensino da disciplina.
XXXV
SMOLE, Katia Stocco; DINIZ, Maria Ignez. Materiais Manipulativos para o Ensino do Sistema de Numeração
Decimal -Vol. 1: Coleção Mathemoteca. 1. ed. Porto Alegre: Penso Editora, 2016.
Neste livro as autoras focalizam o ensino de Matemática no qual os alunos aprendem pela construção do significado,
tendo como recurso materiais manipuláveis, desde que as atividades propostas permitam a reflexão por meio
de perguntas e pelo registro oral ou escrito das aprendizagens.
SMOLE, Katia Stocco; DINIZ, Maria Ignez. Materiais Manipulativos para o Ensino das Quatro Operações
Básicas-Vol. 2: Coleção Mathemoteca. 1. ed. Porto Alegre: Penso Editora, 2016.
Ensinar matemática às crianças e aos jovens é sempre um interessante desafio e o ambiente de sala de aula pode
tornar essa tarefa ainda mais instigante. Esta coleção tem como objetivo apresentar uma proposta de ensino pautada
pelo desenvolvimento de habilidades de pensamento, em especial aquelas relacionadas à resolução de problemas.
Para isso, cada livro faz um recorte de alguns temas dos anos iniciais do ensino fundamental e apresenta uma
forma específica de ensino, que inclui o desenvolvimento da leitura e escrita em matemática, resultado de 15 anos de
investigação na formação de professores e alunos de diversas escolas. Os livros estão organizados sob dois enfoques:
- a utilização de materiais manipuláveis como recursos para favorecer a compreensão de conceitos matemáticos; - a
problemateca como um arquivo de problemas diversificados para o desenvolvimento do raciocínio lógico e da habilidade
de leitura de textos em problemas. Em cada atividade encontra-se indicado o ano em que deve ser aplicada,
facilitando sua utilização pelo professor em sala de aula.
SANDRA M., CAMPOS T.M.M., NUNES, T. E GITIRANA, V. Repensando adição e subtração: contribuições da teoria
dos campos conceituais. Editora PROEM. 2008.
O livro apresenta questões teóricas complexas, sem tratá-las de maneira simplista ou errônea. As autoras procuram
oferecer ao professor um referencial teórico que subsidie sua prática em sala de aula. Elas conseguiram combinar
de maneira harmônica a forma e o conteúdo, produzindo um texto de qualidade, claro e acessível em que a obra
de Gerárd Vergnaud se aplica à educação matemática. Um livro para professores, em que pesquisadores da educação
matemática e da psicologia se encontram em um espaço de reflexão que vai além do repensar a adição e a subtração,
levando o leitor a repensar caminhos em que a teoria, a pesquisa e a prática convergem e se complementam.
GITIRANA, V. , CAMPOS T.M.M. , MAGINA S. , SPINILLO A. Repensando multiplicação e divisão. contribuição da
teoria dos campos conceituais. Editora PROEM, 2014.
O livro traz um estudo dos significados das operações de multiplicação e divisão focalizando parte do campo
conceitual multiplicativo, à luz das contribuições trazidas à prática docente do Ensino Fundamental pela Teoria dos
Campos Conceituais - desenvolvida pelo professor e pesquisador francês Gérard Vergnaud. Também é resultado de
estudos das autoras em torno de diversos textos do pesquisador. O livro traz também uma breve discussão sobre a
teoria dos campos conceituais que se apoia em exemplos e em resultados de pesquisas das autoras. Uma bibliografia
capaz de aproximar o professor da Teoria dos Campos Conceituais e seus significados fazendo uma ponte entre a
pesquisa e a prática docente.
PONTE, J.P.BROCADO,J., OLIVEIRA, H. Investigações Matemáticas na sala de aula, Coleção Tendências em
Educação Matemática, Editora Autêntica, 2019.
Neste livro, os autores analisam como as práticas de investigação desenvolvidas por matemáticos podem ser trazidas
para a sala de aula. Eles mostram resultados de pesquisas, ilustrando as vantagens e dificuldades de se trabalhar
com tal perspectiva em Educação Matemática.
XXXVI
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BLOOM, B.S; HASTINGS, J. T.; MADAUS, J. F. Manual de avaliação formativa e somativa do aprendizado escolar.
São Paulo: Pioneira; 1993.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular.(BNCC)
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Alfabetização.Política Nacional de Alfabetização. (PNA).
CROWELY, M. L. O modelo Van Hiele de desenvolvimento do pensamento geométrico. In LINDQUIST, M. M.,
SHULTE, A. P. Aprendendo e ensinando geometria. São Paulo: Atual, 1994.
FERNANDES, D. Avaliar para Aprender: fundamentos, práticas e políticas. São Paulo, Editora UNESP, 2009.
FREMONT, H. Tweaching secondary mathematics throught applications. Boston: Prinle, Weber & Schimidt, 1979.
HAASE, Vitor G. Numeracia e Literacia: Como associar o ensino e aprendizagem da matemática básica com a
alfabetização? Relatório Nacional de Alfabetização Baseada em Evidências [recursoeletrônico] / organizado por
Ministério da Educação – MEC ; coordenado por Secretaria de Alfabetização - Sealf. – Brasília, DF : MEC/Sealf, 2020.
ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS
Antes de apresentarmos as orientações específicas das Unidades, Capítulos e Atividades, vamos apresentar as
dimensões de trabalho com as competências essenciais e as unidades temáticas do 1º. ano.
Na perspectiva da PNA, as competências matemáticas mais complexas se instalam por meio da instrução formal,
sendo que muitas habilidades da numeracia emergem simultaneamente com as habilidades da literacia. Desse
modo, há componentes essenciais que precisam ser contemplados no 1º. ano do Ensino Fundamental e que estruturarão
aprendizagens posteriores. São eles:
1. Contagem de números até 1 000 (mil);
2. Contextualização de quantidades em contagens de dinheiro, pessoas e objetos em geral;
3. Adição e subtração elementares, incluindo o significado das operações e sua prática reiterada;
4. Multiplicação e divisão elementares, incluindo o significado das operações e sua prática reiterada por meio da
tabuada;
5. Composição e decomposição de números;
6. Geometria plana e Geometria espacial;
7. Probabilidade e Estatística, incluindo leitura e construção de tabelas e gráficos simples, recolhimento e interpretação
de dados;
Na perspectiva da BNCC, as habilidades a serem desenvolvidas ao longo do 1º. ano do Ensino Fundamental são
organizadas em unidades temáticas que se correlacionam. Essa formulação não pretende fragmentar o conhecimento
matemático, mas demonstrar a articulação vertical das aprendizagens ao longo da escolaridade, quando um
conjunto de aprendizagens depende de conhecimentos prévios e serve de base para posteriores.
A unidade temática Números tem como finalidade desenvolver o pensamento numérico, que implica
o conhecimento de maneiras de quantificar atributos de objetos e de julgar e interpretar argumentos
baseados em quantidades. No processo da construção da noção de número, os alunos
precisam desenvolver, entre outras, as ideias de aproximação, proporcionalidade, equivalência e
ordem, noções fundamentais da Matemática. Para essa construção, é importante propor, por meio
de situações significativas, sucessivas ampliações dos campos numéricos. No estudo desses campos
numéricos, devem ser enfatizados registros, usos, significados e operações. BNCC, p.268
XXXVII
NÚMEROS
(EF01MA01)
(EF01MA02)
(EF01MA03)
(EF01MA04)
(EF01MA05)
(EF01MA06)
(EF01MA07)
(EF01MA08)
Utilizar números naturais como indicador de quantidade ou de ordem em diferentes situações cotidianas e
reconhecer situações em que os números não indicam contagem nem ordem, mas sim código de identificação.
Contar de maneira exata ou aproximada, utilizando diferentes estratégias como o pareamento e outros
agrupamentos.
Estimar e comparar quantidades de objetos de dois conjuntos (em torno de 20 elementos), por estimativa e/ou por
correspondência (um a um, dois a dois) para indicar “tem mais”, “tem menos” ou “tem a mesma quantidade”.
Contar a quantidade de objetos de coleções até 100 unidades e apresentar o resultado por registros verbais e
simbólicos, em situações de seu interesse, como jogos, brincadeiras, materiais da sala de aula, entre outros.
Comparar números naturais de até duas ordens em situações cotidianas, com e sem suporte da reta numérica.
Construir fatos básicos da adição e utilizá-los em procedimentos de cálculo para resolver problemas.
Compor e decompor número de até duas ordens, por meio de diferentes adições, com o suporte de material
manipulável, contribuindo para a compreensão de características do sistema de numeração decimal e o
desenvolvimento de estratégias de cálculo.
Resolver e elaborar problemas de adição e de subtração, envolvendo números de até dois algarismos, com os
significados de juntar, acrescentar, separar e retirar, com o suporte de imagens e/ou material manipulável, utilizando
estratégias e formas de registro pessoais.
BNCC, p.283
Nessa perspectiva, é imprescindível que algumas dimensões do trabalho com a álgebra estejam
presentes nos processos de ensino e aprendizagem desde o Ensino Fundamental – Anos Iniciais,
como as ideias de regularidade, generalização de padrões e propriedades da igualdade. No entanto,
nessa fase, não se propõe o uso de letras para expressar regularidades, por mais simples que
sejam. A relação dessa unidade temática com a de Números é bastante evidente no trabalho com
sequências (recursivas e repetitivas), seja na ação de completar uma sequência com elementos ausentes,
seja na construção de sequências segundo uma determinada regra de formação. A relação de
equivalência pode ter seu início com atividades simples, envolvendo a igualdade, como reconhecer
que se 2 + 3 = 5 e 5 = 4 + 1, então 2 + 3 = 4 + 1. Atividades como essa contribuem para a compreensão
de que o sinal de igualdade não é apenas a indicação de uma operação a ser feita. A noção
intuitiva de função pode ser explorada por meio da resolução de problemas envolvendo a variação
proporcional direta entre duas grandezas (sem utilizar a regra de três), como: ‘Se com duas medidas
de suco concentrado eu obtenho três litros de refresco, quantas medidas desse suco concentrado
eu preciso para ter doze litros de refresco?’ BNCC, p. 270
XXXVIII
ÁLGEBRA
(EF01MA09)
(EF01MA10)
Organizar e ordenar objetos familiares ou representações por figuras, por meio de atributos, tais como cor, forma e
medida.
Descrever, após o reconhecimento e a explicitação de um padrão (ou regularidade), os elementos ausentes em
sequências recursivas de números naturais, objetos ou figuras.
BNCC, p.283
A Geometria envolve o estudo de um amplo conjunto de conceitos e procedimentos necessários
para resolver problemas do mundo físico e de diferentes áreas do conhecimento. Assim, nessa unidade
temática, estudar posição e deslocamentos no espaço, formas e relações entre elementos de
figuras planas e espaciais pode desenvolver o pensamento geométrico dos alunos.
Esse pensamento é necessário para investigar propriedades, fazer conjecturas e produzir argumentos
geométricos convincentes. É importante, também, considerar o aspecto funcional que deve
estar presente no estudo da Geometria: as transformações geométricas, sobretudo as simetrias. As
ideias matemáticas fundamentais associadas a essa temática são, principalmente, construção, representação
e interdependência. BNCC, p. 271
GEOMETRIA
(EF01MA11)
(EF01MA12)
(EF01MA13)
(EF01MA14)
Descrever a localização de pessoas e de objetos no espaço em relação à sua própria posição, utilizando termos
como à direita, à esquerda, em frente, atrás.
Descrever a localização de pessoas e de objetos no espaço segundo um dado ponto de referência, compreendendo
que, para a utilização de termos que se referem à posição, como direita, esquerda, em cima, em baixo, é necessário
explicitar-se o referencial.
Relacionar figuras geométricas espaciais (cones, cilindros, esferas e blocos retangulares) a objetos familiares do
mundo físico.
Identificar e nomear figuras planas (círculo, quadrado, retângulo e triângulo) em desenhos apresentados em
diferentes disposições ou em contornos de faces de sólidos geométricos.
BNCC, p.283
As medidas quantificam grandezas do mundo físico e são fundamentais para a compreensão da
realidade. Assim, a unidade temática Grandezas e medidas, ao propor o estudo das medidas e das
relações entre elas – ou seja, das relações métricas –, favorece a integração da Matemática a outras
áreas de conhecimento, como Ciências (densidade, grandezas e escalas do Sistema Solar, energia
elétrica etc.) ou Geografia (coordenadas geográficas, densidade demográfica, escalas de mapas e
guias etc.). Essa unidade temática contribui ainda para a consolidação e ampliação da noção de
número, a aplicação de noções geométricas e a construção do pensamento algébrico. BNCC, p. 273
XXXIX
GRANDEZAS E MEDIDAS
(EF01MA15)
(EF01MA16)
(EF01MA17)
(EF01MA18)
(EF01MA19)
Comparar comprimentos, capacidades ou massas, utilizando termos como mais alto, mais baixo, mais comprido,
mais curto, mais grosso, mais fino, mais largo, mais pesado, mais leve, cabe mais, cabe menos, entre outros, para
ordenar objetos de uso cotidiano.
Relatar em linguagem verbal ou não verbal sequência de acontecimentos relativos a um dia, utilizando, quando
possível, os horários dos eventos.
Reconhecer e relacionar períodos do dia, dias da semana e meses do ano, utilizando calendário, quando necessário.
Produzir a escrita de uma data, apresentando o dia, o mês e o ano, e indicar o dia da semana de uma data,
consultando calendários.
Reconhecer e relacionar valores de moedas e cédulas do sistema monetário brasileiro para resolver situações
simples do cotidiano do estudante.
BNCC, p.285
A incerteza e o tratamento de dados são estudados na unidade temática Probabilidade e Estatística.
Ela propõe a abordagem de conceitos, fatos e procedimentos presentes em muitas situações-problema
da vida cotidiana, das ciências e da tecnologia. Assim, todos os cidadãos precisam desenvolver
habilidades para coletar, organizar, representar, interpretar e analisar dados em uma variedade
de contextos, de maneira a fazer julgamentos bem fundamentados e tomar as decisões adequadas.
Isso inclui raciocinar e utilizar conceitos, representações e índices estatísticos para descrever, explicar
e predizer fenômenos. (BNCC, p. 274)
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA
(EF01MA20)
(EF01MA21)
(EF01MA22)
Classificar eventos envolvendo o acaso, tais como “acontecerá com certeza”, “talvez aconteça” e “é impossível
acontecer”, em situações do cotidiano.
Ler dados expressos em tabelas e em gráficos de colunas simples.
Realizar pesquisa, envolvendo até duas variáveis categóricas de seu interesse e universo de até 30 elementos, e
organizar dados por meio de representações pessoais.
XL
PLANEJAMENTO ANUAL 1º. ANO
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA E NIVELAMENTO
SEMANAS
1
2
SONDAGEM DOS
CONHECIMENTOS PRÉVIOS
DOS ESTUDANTES
APLICAÇÃO DA PROVA DIAGNÓSTICA
ATIVIDADES DE NIVELAMENTO
ATIVIDADES DE NIVELAMENTO
SUGESTÕES DE INTERVENÇÃO
Preenchimento da planilha de acompanhamento de aprendizagem da
avaliação diagnóstica.
Retomada dos conteúdos de acordo com as dificuldades apresentadas
dos eixos temáticos Números e Álgebra.
Retomada dos conteúdos de acordo com as dificuldades apresentadas
dos eixos temáticos Geometria, Grandezas e Medidas, Probabilidade e
Estatística.
XLI
UNIDADE 1
CAPÍTULOS
Capítulo 1
Geometria e
medidas
Capítulo 2
Números
SEMANAS
ITENS A SEREM
DESENVOLVIDOS
OBJETIVOS
3 Posição e localização
Comprimento
Localizar pessoas e objetos
no espaço em relação a sua
própria posição.
Localizar pessoas e objetos
no espaço a partir de um
ponto de referência e
utilizar os termos corretos
para descrever a posição.
4
Comparar comprimentos,
utilizando a terminologia
correta para ordenar
objetos de uso cotidiano.
5
6
7
8
Retomada dos conceitos
apresentados no capítulo 1
Contando de 1 a 5
Contando de 6 a 9
O dez
Contando de 11 a 20
Gráfico de colunas
Sequências
Retomada dos conceitos
apresentados no capítulo 2
AVALIAÇÃO FORMATIVA
Capítulo 1
Utilizar números naturais
como indicador de
quantidade, de ordem ou
código de identificação.
Contar de maneira exata
ou aproximada utilizando
diferentes estratégias.
Estimar e comparar
diferentes quantidades de
objetos.
Ler e representar dados
expressos em tabelas
e gráficos de colunas
simples.
Ordenar sequência de
objetos ou eventos por
meio de seus atributos.
AVALIAÇÃO FORMATIVA
Capítulo 2
FORMAS DE AVALIAÇÃO
• A avaliação pode ocorrer ao longo de todo
o processo de ensino e aprendizagem por
meio de experiências, observação, registros
diários das atividades em grupo ou individual,
relatórios e trabalhos; sendo interventiva e
contínua (com proposta de acompanhamento
da aprendizagem).
• As atividades desta unidade envolverão
questões dissertativas, propostas de
argumentação oral, atividades individuais e
em grupo.
• A avaliação proposta ao final de cada
capítulo tem o intuito de aferir os conceitos
apresentados no decorrer do mesmo. É
importante que essa avaliação seja aplicada
para que se tenha um acompanhamento
individualizado da aprendizagem.
- Amplie cada temática solicitando que
os alunos desenvolvam as atividades
complementares.
Capítulo 3
A dezena
9
10
11
Unidades e dezenas
Agrupamento de dezenas
Retomada dos conceitos
apresentados no capítulo 3
Fazer a correspondência
do agrupamento de
dez unidades com uma
dezena.
Representar o
agrupamento de dezenas
e fazer a decomposição em
unidades.
AVALIAÇÃO FORMATIVA
Capítulo 3
Análise dos resultados das avaliações formativas da unidade e intervenções no processo de aprendizagem
por meio de atividades complementares e de aprofundamento.
XLII
UNIDADE 2
CAPÍTULOS
Capítulo 1
Adição
Capítulo 2
Grandezas e
Medidas
Capítulo 3
Geometria
plana
SEMANAS
12
13
14
15
16
17
18
19
20
ITENS A SEREM
DESENVOLVIDOS
Juntar ou acrescentar
Contando até 50
Adição de números com
dois algarismos
Sequências
Retomada dos conceitos
apresentados no capítulo 1
Comprimento e Massa
Capacidade
Retomada dos conceitos
apresentados no capítulo
2.
Reconhecendo as figuras
geométricas
Sequências geométricas
Retomada dos conceitos
apresentados no capítulo 3
OBJETIVOS
Efetuar cálculos da adição
de números de até duas
ordens.
Resolver problemas de
adição envolvendo números
de até duas ordens.
Ler, escrever e contar
números até 50.
Compor e decompor
números naturais de até
duas ordens.
Identificar o padrão de
sequências numéricas e
elementos ausentes em
sequências de números
naturais ou figuras.
Comparar números naturais
até duas ordens com o
suporte da reta numérica.
Identificar o dobro e a
metade de quantidades.
AVALIAÇÃO FORMATIVA
Capítulo 1
Comparar comprimento de
objetos utilizando os termos:
mais comprido, mais curto.
Comparar a massa de
objetos e pessoas, utilizando
os termos: mais pesado,
mais leve.
Comparar a capacidade
entre recipientes indicando
quando cabe mais,
cabe menos ou se são
equivalentes.
AVALIAÇÃO FORMATIVA
Capítulo 2
Identificar e nomear as
figuras geométricas planas:
círculo, quadrado, retângulo
e triângulo.
Ordenar sequências de
figuras geométricas e
identificar as faltantes em
uma sequência.
AVALIAÇÃO FORMATIVA
Capítulo 3
FORMAS DE AVALIAÇÃO
• A avaliação pode ocorrer ao longo de
todo o processo de ensino e aprendizagem
por meio de experiências, observação,
registros diários das atividades em grupo
ou individual, relatórios e trabalhos; sendo
interventiva e contínua (com proposta de
acompanhamento da aprendizagem).
• As atividades desta unidade envolverão
questões dissertativas, propostas de
argumentação oral, atividades individuais e
em grupo.
• A avaliação proposta ao final de cada
capítulo tem o intuito de aferir os conceitos
apresentados no decorrer do mesmo. É
importante que essa avaliação seja aplicada
para que se tenha um acompanhamento
individualizado da aprendizagem.
- Amplie cada temática solicitando que
os alunos desenvolvam as atividades
complementares.
Análise dos resultados das avaliações formativas da unidade e intervenções no processo de aprendizagem
por meio de atividades complementares e de aprofundamento.
XLIII
UNIDADE 3
CAPÍTULOS
SEMANAS
ITENS A SEREM
DESENVOLVIDOS
OBJETIVOS
FORMAS DE AVALIAÇÃO
Capítulo 1
Subtração
Capítulo 2
Medidas de
Tempo
21
22
23
24
25
26
Resto ou diferença
Completar
Comparar
Contando até 80
Retomada dos conceitos
apresentados no capítulo 1
Hora
Dias e semanas
Calendário
Efetuar cálculos da
subtração envolvendo
números com até dois
algarismos.
Resolver problemas de
subtração envolvendo
números com até dois
algarismos.
Ler, escrever e contar
números até 80.
Comparar números
naturais até duas ordens
com o suporte da reta
numérica.
AVALIAÇÃO FORMATIVA
Capítulo 1
Descrever a sequência de
acontecimentos relativos
a um dia, utilizando a hora
como referência.
Identificar os períodos do
dia, os dias da semana e os
meses do ano.
Escrever corretamente as
datas apresentando o dia,
o mês e o ano.
• A avaliação pode ocorrer ao longo de todo
o processo de ensino e aprendizagem por
meio de experiências, observação, registros
diários das atividades em grupo ou individual,
relatórios e trabalhos; sendo interventiva e
contínua (com proposta de acompanhamento
da aprendizagem).
• As atividades desta unidade envolverão
questões dissertativas, propostas de
argumentação oral, atividades individuais e
em grupo.
• A avaliação proposta ao final de cada
capítulo tem o intuito de aferir os conceitos
apresentados no decorrer do mesmo. É
importante que essa avaliação seja aplicada
para que se tenha um acompanhamento
individualizado da aprendizagem.
- Amplie cada temática solicitando que
os alunos desenvolvam as atividades
complementares.
Retomada dos conceitos
apresentados no capítulo 2
AVALIAÇÃO FORMATIVA
Capítulo 2
Capítulo 3
Geometria
Espacial
27
28
Figuras geométricas no
cotidiano
Retomada dos conceitos
apresentados no capítulo 3
Identificar e nomear
as figuras geométricas
espaciais (cones, cilindros,
esferas, cubos, pirâmides e
paralelepípedo.
Relacionar sólidos
geométricos a objetos
familiares.
AVALIAÇÃO FORMATIVA
Capítulo 3
29
Análise dos resultados das avaliações formativas da unidade e intervenções no processo de aprendizagem
por meio de atividades complementares e de aprofundamento.
XLIV
UNIDADE 4
CAPÍTULOS
Capítulo 1
Ampliando
contagens
Capítulo 2
Noções de
Probabilidade
e Estatística
Capítulo 3
Sistema
monetário
SEMANAS
30
31
32
33
34
35
36
37
38
ITENS A SEREM
DESENVOLVIDOS
Contando até 100
Contando até 100
Retomada dos conceitos
apresentados no capítulo 1
Possível ou impossível
Organizando informações
Retomada dos conceitos
apresentados no capítulo 2
Conhecendo as moedas e
as cédulas do Brasil
Retomada dos conceitos
apresentados no capítulo 3
OBJETIVOS
Comparar e ordenar
números naturais até duas
ordens.
Descrever sequências
numéricas e identificar
elemento faltante.
Posicionar corretamente os
números naturais na reta
numérica.
Utilizar procedimentos
de cálculo da adição para
resolver problemas que
envolvam números até
duas ordens.
Compor e decompor
números naturais até 100.
AVALIAÇÃO FORMATIVA
Capítulo 1
Classificar eventos do
cotidiano, envolvendo o
acaso, como possíveis ou
impossíveis.
Ler e interpretar dados
expressos em tabelas e
gráficos.
Organizar dados
levantados por meio de
pesquisa envolvendo
variável categórica do
universo de seu interesse.
AVALIAÇÃO FORMATIVA
Capítulo 2
Identificar e relacionar
valores de moedas e
cédulas do sistema
monetário brasileiro.
Resolver situações simples
do cotidiano que envolvam
contagem de moedas e
cédulas
AVALIAÇÃO FORMATIVA
Capítulo 3
FORMAS DE AVALIAÇÃO
• A avaliação pode ocorrer ao longo de
todo o processo de ensino e aprendizagem
por meio de experiências, observação,
registros diários das atividades em grupo
ou individual, relatórios e trabalhos; sendo
interventiva e contínua (com proposta de
acompanhamento da aprendizagem).
• As atividades desta unidade envolverão
questões dissertativas, propostas de
argumentação oral, atividades individuais e
em grupo.
• A avaliação proposta ao final de cada
capítulo tem o intuito de aferir os conceitos
apresentados no decorrer do mesmo. É
importante que essa avaliação seja aplicada
para que se tenha um acompanhamento
individualizado da aprendizagem.
- Amplie cada temática solicitando que
os alunos desenvolvam as atividades
complementares.
Análise dos resultados das avaliações formativas da unidade e intervenções no processo de
aprendizagem por meio de atividades complementares e de aprofundamento.
XLV
AVALIAÇÃO SOMATIVA OU DE RESULTADOS
SEMANAS
SONDAGEM DOS CONHECIMENTOS PRÉVIOS DOS
ESTUDANTES
SUGESTÕES DE INTERVENÇÃO
39
APLICAÇÃO DA PROVA SOMATIVA OU DE
RESULTADOS
Preenchimento da planilha de acompanhamento de
aprendizagem da avaliação somativa.
40
ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA INTERVENÇÃO
NOS RESULTADOS.
Retomada dos conteúdos de acordo com as dificuldades
apresentadas dos eixos temáticos.
ANOTAÇÕES
XLVI
ANOTAÇÕES
XLVII
XLVIII
COMPONENTE
CURRICULAR
MATEMÁTICA
Aquarela
MATEMÁTICA
1
MATEMÁTICA
ENSINO FUNDAMENTAL • ANOS INICIAIS
HELENA DO CARMO BORBA MARTINS
Graduada em Matemática pelo Mackenzie. Licenciada em Formação Pedagógica
pelo Centro Universitário adventista de São Paulo (UNASP). Professora de Matemática
em escolas da rede particular de ensino.
KATIANI DA CONCEIÇÃO LOUREIRO
Licenciada em Matemática pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Mestre em
Engenharia de Produção (área de Mídia e Conhecimento) pela UFSC. Doutora em Engenharia de
Produção pela UFSC. Foi professora de Matemática no Ensino Fundamental e Médio e, atualmente,
ministra aulas no Ensino Superior na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).
LOURISNEI FORTES REIS
Licenciado em Matemática e em Ciências pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do
Rio Grande do Sul (Unijuí) e em Pedagogia pela FAMO (SP). Pós-graduado em Gestão Escolar pela
Faculdade Spei, no Paraná, e em EaD pela Universidad Nacional de Educación a Distancia (UNED),
em Madri, na Espanha. Diretor e professor de Matemática, Ciências e Física (Ensino Fundamental e
Médio) em escolas das redes estadual e particular. Autor de obras didáticas de Matemática.
SUSANA MARIS FRANÇA DA SILVA
Licenciada em Matemática pelo Centro Universitário UNIESP e em Pedagogia pelo Centro
Universitário FACENS. Mestre em Educação Matemática pela Universidade Anhanguera de São
Paulo (UNIAN-SP). Professora de Matemática e coordenadora pedagógica em escolas das redes
estadual e particular.
São Paulo • 2 a edição • 2021
1
© 2018 Kit’s editora
São Paulo • 2 a edição • 2021
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Coordenação editorial
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Coordenação de produção editorial
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Brenda Silva
Assessoria técnica
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Editoração eletrônica
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nesse documento foi elaborada por profissional bibliotecário, devidamente registrado
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É permitida a alteração da tipografia, tamanho e cor da fonte da ficha
catalográfica de modo a corresponder com a obra em que ela será utilizada. Outras
alterações relacionadas com a formatação da ficha catalográfica também são
permitidas, desde que os parágrafos e pontuações sejam mantidos. O cabeçalho e o
rodapé deverão ser mantidos inalterados. Alterações de cunho técnico-documental
não estão autorizadas. Para isto, entre em contato conosco.
A656
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
(eDOC BRASIL, Belo Horizonte/MG)
Aquarela matemática: volume 1 / Helena do Carmo Borba Martins...
[et al.]. – 2.ed. – São Paulo, SP: Kit´s Editora, 2021.
Inclui bibliografia
ISBN 978-85-66526-81-3 (Aluno)
ISBN 978-85-66526-71-4 (Professor)
1. Matemática – Estudo e ensino. I. Martins, Helena do Carmo
Borba. II. Loureiro, Katiani da Conceição. III. Reis, Lourisnei Fortes.
IV. Silva, Susana Maris França da.
CDD 510.7
Elaborado por Maurício Amormino Júnior – CRB6/2422
Imagens gerais e ilustrações técnicas
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Contato: (31) 9 8837-8378 | contato@edocbrasil.com.br
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2
APRESENTAÇÃO
JUNTE-SE A NÓS!
AQUI INICIAMOS UMA AVENTURA PELO MUNDO DA MATEMÁTICA. QUEREMOS
QUE VOCÊ PARTICIPE DELA CONOSCO. AO ESTUDAR COM ESTA COLEÇÃO, EM CADA
CAPÍTULO VOCÊ VAI SE DEPARAR COM SITUAÇÕES MUITO LEGAIS, QUE O AJUDARÃO
A CONHECER MAIS SOBRE O MUNDO EM QUE VIVEMOS E A ENTENDER COMO A
MATEMÁTICA APARECE NAS MAIS VARIADAS SITUAÇÕES DO DIA A DIA. NO FINAL DE
CADA CAPÍTULO, VOCÊ ENCONTRARÁ UMA ATIVIDADE ESPECIAL, ÚTIL PARA APLICAR
OS CONHECIMENTOS QUE ADQUIRIU EM DIVERSAS ÁREAS, TAIS COMO ARTES,
CIÊNCIAS, ENTRE OUTRAS. LEMBRE-SE DE QUE VOCÊ NÃO ESTARÁ SOZINHO NESSA
PÁGINA 2
LIVRO ALUNO
AVENTURA: SEUS COLEGAS E SEU PROFESSOR ESTARÃO COM VOCÊ.
DESCUBRA!
JUNTO DE SEU PROFESSOR E SEUS COLEGAS, VOCÊ FARÁ MUITAS DESCOBERTAS.
ELES SEMPRE ESTARÃO POR PERTO PARA APOIÁ-LO. O TEXTO TRARÁ DICAS E
EXPLICAÇÕES PARA OS CONCEITOS FICAREM CLAROS E PARA AJUDÁ-LO A EXPLORAR
OS CONHECIMENTOS MATEMÁTICOS. ALGUNS ASSUNTOS APARECERÃO DIVERSAS
VEZES EM SUA JORNADA, RELEMBRANDO O QUE VOCÊ JÁ VIU E ABRINDO CAMINHOS
PARA NOVAS DESCOBERTAS. VOCÊ PODERÁ DISCUTI-LAS E PARTILHÁ-LAS, ISSO
PORQUE NA MATEMÁTICA AS PESSOAS APRENDEM E DESCOBREM MAIS JUNTAS!
DIVIRTA-SE!
ESPERAMOS QUE SUA AVENTURA SEJA DIVERTIDA E PRAZEROSA. MUITAS
ATIVIDADES E JOGOS INTERESSANTES SÃO APRESENTADOS PARA QUE VOCÊ
SE SINTA DESAFIADO NO QUE ESTÁ APRENDENDO. TAMBÉM PODERÁ CONSTRUIR
SUAS PRÓPRIAS OBRAS DE ARTE E TERÁ DIVERSOS DESAFIOS LEGAIS. MAS
LEMBRE-SE: APRENDER PODE SER MUITO IMPORTANTE E AGRADÁVEL, PORÉM
EXIGE TEMPO E ESFORÇO. MAIS QUE ISSO: REQUER QUE VOCÊ PENSE. ESPERAMOS
QUE VOCÊ APRENDA E REFLITA BASTANTE! FAÇA DE SUA MENTE UM LABORATÓRIO
E MÃOS À OBRA!
OS AUTORES
3
SUMÁRIO
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA .................................................................. 9
UNIDADE 1
CAPÍTULO 1 • GEOMETRIA E MEDIDAS ............................................. 16
• POSIÇÃO E LOCALIZAÇÃO ............. 16
• COMPRIMENTO ........................................... 22
• O QUE APRENDI NESSE
CAPÍTULO ..........................................24
CAPÍTULO 2 • NÚMEROS .................................................................. 26
• CONTANDO DE 1 A 5 ................................. 27
• CONTANDO DE 6 A 9 ................................ 41
• O DEZ ............................................................. 47
• CONTANDO DE 11 A 20 ............................50
• GRÁFICO DE COLUNAS ........................... 54
• SEQUÊNCIAS ................................................57
• O QUE APRENDI NESSE
CAPÍTULO ..........................................62
CAPÍTULO 3 • A DEZENA .................................................................. 66
• UNIDADES E DEZENAS .......................... 66
• AGRUPAMENTO DE DEZENAS ............ 70
• O QUE APRENDI NESSE
CAPÍTULO ...................................................74
UNIDADE 2
CAPÍTULO 1 • ADIÇÃO ...................................................................... 79
• JUNTAR OU ACRESCENTAR ................... 79
• CONTANDO ATÉ 50 ...................................90
• ADIÇÃO DE NÚMEROS COM DOIS
ALGARISMOS ...............................................94
• SEQUÊNCIAS..............................................100
• O QUE APRENDI NESSE
CAPÍTULO .....................................................111
CAPÍTULO 2 • GRANDEZAS E MEDIDAS ........................................ 114
• COMPRIMENTO ......................................... 114
• MASSA ...........................................................119
• CAPACIDADE ............................................. 122
• O QUE APRENDI NESSE
CAPÍTULO ...................................................127
CAPÍTULO 3 • GEOMETRIA PLANA ................................................ 130
• RECONHECENDO AS FIGURAS
GEOMÉTRICAS .........................................130
• SEQUÊNCIAS GEOMÉTRICAS .............134
• O QUE APRENDI NESSE
CAPÍTULO .................................................136
4
UNIDADE 3
CAPÍTULO 1 • SUBTRAÇÃO .............................................................. 139
• RESTO OU DIFERENÇA .......................... 139
• COMPLETAR .............................................. 144
• COMPARAR ................................................ 149
• CONTANDO ATÉ 80 ...................................151
• O QUE APRENDI NESSE
CAPÍTULO ...................................................156
CAPÍTULO 2 • MEDIDAS DE TEMPO ............................................... 158
• HORA ............................................................ 158
• DIAS E SEMANAS ...................................... 161
• CALENDÁRIO ............................................. 163
• O QUE APRENDI NESSE
CAPÍTULO ...................................................166
CAPÍTULO 3 • GEOMETRIA ESPACIAL........................................... 169
• FIGURAS GEOMÉTRICAS NO
COTIDIANO ................................................. 169
• O QUE APRENDI NESSE
CAPÍTULO ...................................................172
UNIDADE 4
CAPÍTULO 1 • AMPLIANDO CONTAGENS ....................................... 175
• CONTANDO ATÉ 100 .............................. 175
• O QUE APRENDI NESSE
CAPÍTULO ...................................................182
CAPÍTULO 2 • NOÇÕES DE PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA .... 184
• POSSÍVEL OU IMPOSSÍVEL ..................184
• ORGANIZANDO INFORMAÇÕES .......187
• O QUE APRENDI NESSE
CAPÍTULO ...................................................195
CAPÍTULO 3 • SISTEMA MONETÁRIO ........................................... 198
• CONHECENDO AS MOEDAS E AS
CÉDULAS DO BRASIL ............................198
• O QUE APRENDI NESSE
CAPÍTULO ................................................ 202
AVALIAÇÃO SOMATIVA ...................................................................... 204
SUGESTÃO DE LEITURA PARA OS ALUNOS ............... 216
MATERIAL DE APOIO .................................................... 217
5
CONHEÇA SEU LIVRO
UNIDADES
CAPÍTULO 1 • AMPLIANDO
14CONTAGENS
SEU LIVRO ESTÁ DIVIDIDO EM QUATRO
UNIDADES. CADA ABERTURA DE
UNIDADE MOSTRA ILUSTRAÇÕES QUE
SE RELACIONAM COM O CONTEÚDO QUE
VOCÊ VAI ENCONTRAR ALI.
• CONTANDO ATÉ 100
CAPÍTULO 2 • NOÇÕES DE
PROBABILIDADE
E ESTATÍSTICA
• POSSÍVEL OU IMPOSSÍVEL
• ORGANIZANDO INFORMAÇÕES
CAPÍTULO 3 • SISTEMA
MONETÁRIO
• CONHECENDO AS
MOEDAS E AS CÉDULAS
DO BRASIL
1
AMPLIANDO
CONTANDO ATÉ 100
AGORA VAMOS APRENDER A CONTAR ATÉ 100 (CEM).
COMO JÁ ESTUDAMOS, UM CUBINHO DO MATERIAL DOURADO REPRESENTA
UMA UNIDADE, E UMA BARRINHA CORRESPONDE A 10 UNIDADES OU UMA DEZENA.
1 UNIDADE
1 DEZENA OU
10 UNIDADES
10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10
AO JUNTARMOS 10 BARRINHAS DE UMA DEZENA, OBTEREMOS 100 (CEM)
UNIDADES. QUANDO JUNTAMOS AS 10 BARRINHAS, OBTEMOS UMA PLACA. ELA
CONTÊM 100 UNIDADES OU UMA CENTENA.
AQUI ESTÃO
10 DEZENAS OU
UMA CENTENA.
VAMOS PENSAR JUNTOS
CONTAGENS
NO ÁBACO, REPRESENTAMOS
UMA CENTENA (C) ASSIM:
C D U
10 DEZENAS OU
100 UNIDADES
• SE JUNTARMOS 30 UNIDADES, TEREMOS QUANTAS DEZENAS? 3 DEZENAS.
• OITO DEZENAS JUNTAS SÃO QUANTAS UNIDADES? 80 UNIDADES.
175
CAPÍTULOS
EM CADA UNIDADE DE SEU LIVRO,
VOCÊ SEMPRE ENCONTRARÁ
TRÊS CAPÍTULOS, NOS QUAIS OS
CONTEÚDOS SÃO APRESENTADOS
DE MANEIRA AGRADÁVEL E
ESTIMULANTE.
VAMOS PENSAR
JUNTOS
NESTA SEÇÃO, ALGUMAS QUESTÕES
SERÃO APRESENTADAS PARA
VERIFICAR O QUE VOCÊ JÁ SABE SOBRE
O ASSUNTO QUE VAI ESTUDAR.
6
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
O QUE APRENDI NESSE CAPÍTULO
1. RÚBIA FOI À FEIRA E COMPROU VÁRIAS FRUTAS.
1. LIGUE A QUANTIDADE DE FRUTAS EM CADA PRATO COM O
NÚMERO CORRESPONDENTE.
(EI03ET01) Estabelecer relações
de comparação entre objetos,
VERDE
observando suas propriedades. < FOTO DE VÁRIAS FRUTAS EM
CIMA DE UMA MESA, DE MODO
QUE AS FRUTAS ESTEJAM SEPA-
RADAS PARA SEREM CIRCULA- VERMELHO
DAS>
VERDE
VERMELHO
VAMOS COMPARÁ-LAS:
• CIRCULE A FRUTA MAIS LEVE COM A COR VERMELHA E A MAIS PESADA
COM A COR VERDE.
2. PINTE A IMAGEM DE ACORDO COM A LEGENDA.
VERDE
AMARELO
NATHALIA SCALA/ M10EDITORIAL
2. AS IMAGENS MOSTRAM UM CAVALO, UM GATO, UM CACHORRO, UM PATO, UMA
VACA E UM PÁSSARO. OS PÁSSAROS TÊM PÉS E OS OUTROS ANIMAIS TÊM PATAS.
PUAYPUAY/ SHUTTERSTOCK
TN-PRINTS/ SHUTTERSTOCK
TOTALLYJAMIE/ SHUTTERSTOCK
AMARELO
AMARELO
AZUL
(EI03ET02) Observar e
descrever mudanças
em diferentes materiais,
resultantes de ações sobre
eles, em experimentos
envolvendo fenômenos
naturais e artificiais.
AMARELO
VERDE
AMARELO
AMARELO
AZUL AZUL AZUL
AZUL AZUL
VERDE
VERDE
VERMELHO
AMARELO
VERMELHO
RESPONDA:
A) QUANTOS ANIMAIS HÁ NA IMAGEM?
SPREADTHESIGN/ SHUTTERSTOCK
TARTILA/ SHUTTERSTOCK
CURIOSITY/ SHUTTERSTOCK
6 ANIMAIS
VERMELHO
AZUL
VERMELHO
B) QUAL É O NÚMERO TOTAL DE PÉS E PATAS DESSES ANIMAIS?
20
9
62
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
NO INÍCIO DO LIVRO, VOCÊ ENCONTRARÁ UMA AVALIAÇÃO
QUE TEM POR OBJETIVO VERIFICAR SEUS CONHECIMENTOS
SOBRE OS CONTEÚDOS NECESSÁRIOS PARA UM BOM
APROVEITAMENTO NO ANO QUE SE INICIA.
O QUE APRENDI NESSE CAPÍTULO
AO FINAL DE CADA CAPÍTULO, HÁ UMA AVALIAÇÃO DE
VERIFICAÇÃO DE SUA APRENDIZAGEM DOS CONTEÚDOS
ESTUDADOS.
AVALIAÇÃO SOMATIVA
1. NA IMAGEM DO ESPANTALHO:
• CIRCULE O PÁSSARO QUE ESTÁ NO BRAÇO DIREITO DELE;
• ESCREVA O QUE ESTÁ EM CIMA DA CABEÇA;
CHÁPEU
• PINTE DE VERDE O QUE ESTÁ ATRÁS DELE;
• PINTE DE AMARELO O QUE ESTÁ DENTRO DO CESTO; E
• ESCREVA O QUE ESTÁ NA FRENTE DELE.
ABÓBORA
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
AVALIAÇÃO SOMATIVA
AO FINAL DO LIVRO, VOCÊ ENCONTRA UMA
AVALIAÇÃO QUE ENVOLVE TODOS OS CONTEÚDOS
ESTUDADOS NO ANO QUE SE ENCERRA.
2. OBSERVE A IMAGEM DO NÚMERO FORMADO
POR BOTÕES E RESPONDA:
A) QUANTOS BOTÕES FORAM NECESSÁRIOS
PARA FORMAR ESSE NÚMERO?
15 BOTÕES
B) QUAL ALGARISMO ESTÁ POSICIONADO NA
ORDEM DAS DEZENAS?
JOHN DAVID BIGL III/ SHUTTERSTOCK
1 (UM)
C) QUAL ALGARISMO ESTÁ NA ORDEM DAS UNIDADES?
5 (CINCO)
D) QUANTAS UNIDADES FALTAM PARA FORMAR DUAS DEZENAS?
5 UNIDADES
204
7
MÃOS À OBRA!
RECORTE DO MATERIAL DE APOIO (PÁGINA 223) AS
FIGURAS E FORME PARES COM AQUELAS QUE TÊM ALGO EM
COMUM, COLANDO-AS NO QUADRO ABAIXO.
RESPOSTA:
ILUSTRAÇÕES: VICTOR B./ M10
MÃOS À OBRA!
NESTA SEÇÃO, VOCÊ ENCONTRARÁ PROPOSTAS
DE TRABALHOS INVESTIGATIVOS QUE
INTEGRAM OS CONTEÚDOS APRENDIDOS EM
OUTRAS ÁREAS DO CONHECIMENTO.
PRIMEIRO PAR
SEGUNDO PAR
TERCEIRO PAR
COMO VOCÊ FORMOU OS PARES?
PELA COMBINAÇÃO DAS CORES.
110
1. QUANTOS PEIXINHOS TEREMOS SE ACRESCENTARMOS A QUANTIDADE DE
PEIXINHOS DO AQUÁRIO MENOR À QUANTIDADE DO AQUÁRIO MAIOR?
27 49 10 15
A)
C)
E)
36 50 25 39
NATHALIA S./ M10
NATHALIA S./ M10
NATHALIA S./ M10
1 5
3 2 5
1 5
3 1 4
1 5
5 3 8
B)
D)
F)
ATIVIDADES
1
1
2
5
3
NATHALIA S./ M10
3
1
4
5
7
NATHALIA S./ M10
7
1
8
5
15
NATHALIA S./ M10
AS ATIVIDADES ABORDAM CONTEÚDOS COM LINGUAGEM
CLARA E ACESSÍVEL PARA VOCÊ, MUITAS VEZES
UTILIZANDO MATERIAIS MANIPULÁVEIS, COM O OBJETIVO
DE DESENVOLVER OS CONCEITOS MATEMÁTICOS.
• ESCOLHA UM DOS ITENS E, EM UMA FOLHA AVULSA, ESCREVA UM PROBLEMA
SOBRE OS PEIXINHOS PARA UM COLEGA RESOLVER. RESPOSTA PESSOAL.
2. ADICIONE OS NÚMEROS DOS QUADRADOS AMARELOS COM OS NÚMEROS DOS
QUADRADOS AZUIS E PREENCHA O QUADRO COM OS RESULTADOS.
1 0 1 2 3 4 5
0 0 1 2 3 4 5
2 + 3 = 5
1 1 2 3 4 5
2 2 3 4 5
3 3 4 5
4 4 5
5 5
81
ESTE ÍCONE, QUE APARECE NO FINAL DE ALGUMAS PÁGINAS DO SEU LIVRO,
INFORMA QUE NELAS HÁ ILUSTRAÇÕES OU FOTOS COM ELEMENTOS NÃO
PROPORCIONAIS ENTRE SI.
8
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
1. RÚBIA FOI À FEIRA E COMPROU VÁRIAS FRUTAS.
< FOTO DE VÁRIAS FRUTAS EM
CIMA DE UMA MESA, DE MODO
QUE AS FRUTAS ESTEJAM SEPA-
RADAS PARA SEREM CIRCULA-
DAS>
VERDE
VERMELHO
NATHALIA SCALA/ M10EDITORIAL
Atividades 1 e 2
(EI03ET01) Estabelecer relações
de comparação entre
objetos, observando suas
propriedades.
VERMELHO
VERDE
VAMOS COMPARÁ-LAS:
• CIRCULE A FRUTA MAIS LEVE COM A COR VERMELHA E A MAIS PESADA
COM A COR VERDE.
2. PINTE A IMAGEM DE ACORDO COM A LEGENDA.
AMARELO
VERDE
AMARELO
AMARELO
AZUL
AMARELO
VERMELHO
AMARELO
VERDE
VERDE
AMARELO
AZUL AZUL AZUL
AZUL AZUL
VERDE
VERMELHO
AMARELO
VERMELHO
AZUL
VERMELHO
9
INTERPRETAÇÃO PEDAGÓGICA DA AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
Após a realização da avaliação diagnóstica, diante dos resultados apresentados pelos estudantes, é possível realizar um mapeamento
do nível de conhecimentos prévios, tanto de forma individual como de forma coletiva. Esse levantamento é uma ferramenta
importante para que o professor possa atender à necessidade de superação das defasagens, antes de construir novos conhecimentos
e estabelecer estratégias de nivelamento para cada estudante individualmente e para toda a turma.
É necessário que haja uma interlocução entre o conjunto de aprendizagens que compõem as habilidades previstas na Base
Nacional Comum Curricular (BNCC) e o conjunto de componentes essenciais preconizados pela Política Nacional de Alfabetização
(PNA) para a Educação Infantil. Como uma forma de facilitar a interpretação pedagógica da avaliação diagnóstica e apenas
a título de sistematização, organizamos quatro quadros que buscam fazer a articulação entre os conteúdos essenciais de Numeracia
- PNA e de habilidades da BNCC.
Caso o aluno não apresente os conhecimentos prévios esperados, apresentamos sugestões de intervenções para serem desenvolvidas
logo após o resultado da avaliação diagnóstica e que podem ser retomadas em todo o percurso do ano letivo.
9
(EI03ET03) Identificar e selecionar
fontes de informações, para
responder a questões sobre a
natureza, seus fenômenos, sua
conservação.
Atividade 3
(EI03ET02) Observar e descrever
mudanças em diferentes
materiais, resultantes de
ações sobre eles, em experimentos
envolvendo fenômenos
naturais e artificiais.
Atividade 4
(EI03ET03) Identificar e selecionar
(EI03ET03) fontes Identificar
informações,
para e selecionar responder fontes a questões de
informações, para responder
sobre a natureza, seus fenômenos,
seus fenômenos, sua conservação. sua
a questões sobre a natureza,
conservação.
Os conteúdos relacionados
às noções de localização,
espacialidades, grandezas
e medidas possuem uma
dimensão muito prática, pois
muitas situações do cotidiano
envolvem problemas oriundos
desses componentes. Além
do que, essas noções estão
relacionadas a outras áreas do
conhecimento que serão trabalhadas
ao longo de todo o
Ensino Fundamental, como na
Geografia, por exemplo. De um
modo lúdico e prático é possível
retomar esses componentes
essenciais, caso alguma defasagem
seja percebida.
3. AS CORES SÃO INCRÍVEIS: ELAS DEIXAM TUDO MAIS BELO!
PINTE O CÍRCULO COM A COR AMARELA E DEPOIS COM A COR AZUL.
AO MISTURAR A COR AZUL COM A COR AMARELA VOCÊ OBTEVE UMA COR
DIFERENTE?
X
SIM
NÃO
RESULTARÁ NA COR VERDE.
4. OBSERVE COMO ESTÁ O DIA EM QUE AS CRIANÇAS ESTÃO BRINCANDO:
10
FAÇA UM X SOBRE A IMAGEM QUE INDICA COMO ESTÁ O CLIMA NESSE DIA.
AQUARELA1_ILUSTRA_NOVA_I002
AQUARELA1_ILUSTRA_NOVA_I003
COMPONENTES ESSEN-
CIAIS - PNA
Noções de localização,
posicionamento, espacialidade,
direcionalidade,
tempo, tamanho, massa
e volume.
NUMERACIA – PNA E HABILIDADES DA BNCC - EDUCAÇÃO INFANTIL
HABILIDADES BNCC
(EI03ET01) Estabelecer relações de
comparação entre objetos, observando
suas propriedades.
(EI03ET06) Relatar fatos importantes
sobre seu nascimento e desenvolvimento,
a história dos seus familiares
e da sua comunidade.
(EI03ET08) Expressar medidas
(peso, altura etc.), construindo gráficos
básicos.
SUGESTÃO DE INTERVENÇÃO
Ao identificar que os alunos apresentam dificuldades com as noções de localização e posição
de objetos ou pessoas, atividades lúdicas com o deslocamento do aluno, sob o comando da
professora, utilizando as palavras chaves que envolvem lateralidade e posição a partir de pontos
de referência podem ser feitas em espaços amplos, como o pátio da escola. De igual modo,
atividades que envolvam comparação de tamanho, massa, volume com diversos objetos e com
a possibilidade de manipulação pelos alunos. É importante que os termos certos sejam reforçados:
“perto”; “longe”; “maior”; “menor”; “pesado”; “leve”; “dia”; “noite”; “alto”; “baixo”; etc. As noções
temporais precisam ser trabalhadas com os eventos próximos do cotidiano e, para os mais distantes,
aproveitando datas importantes para a criança como a do seu nascimento.
É oportuno, diariamente, relembrar os dias e horários correspondentes as atividades estudantis.
10
5. ZEZINHO SUJOU SEU PÉ COM TINTA. ELE SAIU CORRENDO PARA LIMPAR SEUS
PÉS NO BANHEIRO.
Atividade 5
(EI03ET04) Registrar observações,
manipulações e
E AS IMAGENS E D
medidas, usando múltiplas
I TEM UMA MANCH
linguagens (desenho, registro
por números ou escrita
Ó ESTÁ À ESQUERD
PI ESTÁ À DIREITA D
espontânea), em diferentes
ESTÁ ENTRE <COLOCAR UMA PORTA TÓPI E
suportes.
AQUARELA1_ILUSTRA_NOVA_I004
NO FUNDO PARA INDI-
CAR O BANHEIRO>
linguagens (desenho, registro
por números ou escrita
espontânea), em diferentes
suportes.
Atividade 6
(EI03ET05) Classificar objetos
e figuras de acordo com
suas semelhanças e diferenças.
QUANTAS MARCAS ZEZINHO DEIXOU NO CHÃO DE ONDE ESTAVA ATÉ CHEGAR
ÓPI
AO BANHEIRO? 9 MARCAS.
6. LIGUE AS PIPAS AOS POTES DE TINTA CONFORME AS SEMELHANÇAS QUE VOCÊ
(EI03ET05) Classificar
objetos e figuras de
E ENCONTRAR: SUA MÃO DIREI
acordo com suas
, PINTE DE VERDE semelhanças e diferenças. A
AQUARELA1_ILUSTRA_NOVA_I005
11
11
7. LIGUE OS OBJETOS QUE TÊM FORMAS PARECIDAS.
Atividades 7 e 8
(EI03ET05) Classificar objetos
e figuras de acordo com
suas semelhanças e diferenças.
Atividade 9
(EI03ET06) Relatar fatos
importantes sobre seu nascimento
e desenvolvimento,
a história dos seus familiares
e da sua comunidade.
8. CIRCULE O ELEMENTO QUE NÃO FAZ PARTE DO GRUPO.
9. DESENHE OS MEMBROS DE SUA FAMÍLIA QUE MORAM COM VOCÊ.
Resposta pessoal.
AQUARELA1_ILUSTRA_NOVA_I006
AQUARELA1_ILUSTRA_NOVA_I007
12
As noções elementares de figuras geométricas nas séries iniciais do Ensino Fundamental estão associadas às ideias de construção,
representação e interdependência, sendo que essas noções contribuem para a resolução de problemas, não só no campo
da Matemática, como em outras áreas do conhecimento. Deve-se dar atenção às habilidades relacionadas a esse componente
essencial, pois o aprofundamento dos conteúdos de Geometria ao longo do Ensino Fundamental requer que as noções básicas
trabalhadas desde a Educação Infantil não sejam negligenciadas.
NUMERACIA – PNA E HABILIDADES DA BNCC - EDUCAÇÃO INFANTIL
COMPONENTES ESSEN-
CIAIS - PNA
Noções de figuras geométricas
elementares
HABILIDADES BNCC
(EI03ET05) Classificar objetos e
figuras de acordo com suas semelhanças
e diferenças
SUGESTÃO DE INTERVENÇÃO
As dificuldades detectadas com as noções elementares de figuras geométricas podem ser remediadas
com a manipulação de figuras geométricas planas ou espaciais e a representação por
meio de desenhos.
A associação entre a imagem e o nome da figura pode se dar por meio de jogos e músicas disponíveis
em vídeos e sites descritos no Manual do Professor desse volume.
12
10. JULIA GOSTA DE BICHINHOS DE PELÚCIA. NO NATAL, ELA GANHOU ESTES TRÊS
BICHINHOS.
PINTE OS QUADRADINHOS PARA INDICAR A ALTURA E ESCREVA O NÚMERO QUE
CORRESPONDE A ALTURA DE CADA UM.
AQUARELA1_ILUSTRA_NOVA_I011
5 2 4
11. NO PERÍODO DA MANHÃ DONA CECÍLIA COLOCOU MEIAS PARA SECAR
NO VARAL. OBSERVE A IMAGEM E CIRCULE O NÚMERO QUE REPRESENTA A
QUANTIDADE DE MEIAS NO VARAL.
AQUARELA1_ILUSTRA_NOVA_I012
AQUARELA1_ILUSTRA_NOVA_I013
Atividade 10
(EI03ET08) Expressar medidas
(peso, altura etc.), construindo
gráficos básicos.
Atividade 11
(EI03ET07) Relacionar números
às suas respectivas quantidades
e identificar o antes,
o depois e o entre em uma
sequência.
AQUARELA1_ILUSTRA_NOVA_I014
3 4 5
13
Os componentes essenciais relacionados ao raciocínio lógico e raciocínio matemático abrangem uma série de conteúdos
que exploram o espírito investigativo, curioso e criativo, típico dessa faixa etária. Por isso, é muito importante que os alunos
sejam incentivados a verbalizar suas ideias, explicar suas suposições para que, depois, com o domínio da escrita, sejam capazes
de registrar suas conclusões.
NUMERACIA – PNA E HABILIDADES DA BNCC - EDUCAÇÃO INFANTIL
COMPONENTES
ESSENCIAIS - PNA
Raciocínio lógico e
raciocínio matemático
HABILIDADES BNCC
(EI03ET02) Observar e descrever mudanças
em diferentes materiais, resultantes de ações
sobre eles, em experimentos envolvendo
fenômenos naturais e artificiais.
(EI03ET03) Identificar e selecionar fontes de
informações, para responder a questões sobre
a natureza, seus fenômenos, sua conservação.
SUGESTÃO DE INTERVENÇÃO
Ao verificar que os alunos apresentam dificuldades nas atividades que envolvem raciocínio
lógico, a observação e a argumentação, sugerimos que sejam trabalhadas muitas atividades
que demandem a observação de fenômenos naturais, sociais, culturais, nas quais possam
ser conduzidas rodas de conversas para que todos possam expor suas ideias e impressões.
Utilize figuras, imagens, músicas, histórias, notícias, levantamentos de dados simples que
favoreçam a organização de ideias e conclusões. A oralidade precisa ser colocada em prática
para que o professor possa avaliar os raciocínios desenvolvido pelos alunos.
13
Atividades 12 e 13
(EI03ET07) Relacionar números
às suas respectivas quantidades
e identificar o antes,
o depois e o entre em uma
sequência.
12. OBSERVE AS SEQUÊNCIAS E PREENCHA OS ESPAÇOS EM BRANCO COM OS
NÚMEROS QUE FALTAM.
1
4
2
5
3
6
7
8
9
13. LIGUE AS QUANTIDADES AO NÚMERO CORRESPONDENTE:
AQUARELA1_ILUSTRA_NOVA_I015
1
2 3 4 5 6 7 8 9
10
14
O primeiro conjunto de componentes está relacionado às Noções de quantidades e Números. O desenvolvimento do pensamento
numérico na educação infantil e nos primeiros anos do Ensino Fundamental é determinante para o reconhecimento dos
fatos aritméticos e para todo o conjunto das aprendizagens matemáticas que serão construídas ao longo da escolaridade. Por isso,
é muito importante que essas noções básicas sejam consolidadas.
NUMERACIA – PNA E HABILIDADES DA BNCC - EDUCAÇÃO INFANTIL
COMPONENTES ESSENCIAIS - PNA HABILIDADES BNCC SUGESTÃO DE INTERVENÇÃO
Noções de quantidade, algarismo,
adições, subtrações, proporções
simples envolvendo números de
apenas um algarismo.
(EI03ET04) Registrar observações, manipulações
e medidas, usando múltiplas linguagens
(desenho, registro por números ou escrita
espontânea), em diferentes suportes.
(EI03ET07) Relacionar números às suas respectivas
quantidades e identificar o antes, o
depois e o entre em uma sequência.
Ao identificar que os alunos apresentam dificuldades com as noções de quantidade
e a representação dos algarismos (pelo menos até 9) é necessário que
sejam retomadas as noções básicas de contagem, utilizando conjuntos de
objetos (palitos, bolinhas, grãos de cereais, etc.) para que manipulem, contem
e sejam capazes de associar a quantidade ao algarismo. Caso os alunos
não dominem a grafia, trabalhe para que, ao menos, nas primeiras semanas
consigam identificar e relacionar a quantidade ao algarismo correspondente.
14
UNIDADE 1
O primeiro capítulo da unidade apresenta inicialmente as noções de posição e localização. Essas noções espaciais e geométricas
são fundamentais nesta fase em que o pensamento matemático está se desenvolvendo e as habilidades relacionadas à
Numeracia começam a emergir. As atividades propostas dependem de uma ampla interação da professora com os alunos, pois
eles necessitam das suas orientações e comandos para a realização das atividades, tendo em vista que ainda não adquiriram
autonomia na leitura. Desse modo, além do apoio das imagens e do recurso visual, a explicitação dos enunciados e a verificação
se estão compreendendo o que a atividade está propondo são fundamentais.
Os conceitos relacionados a comprimento (grande, pequeno; alto, baixo; grosso, fino; maior, menor) finalizam o capítulo e
são trabalhados com o apoio de muitas atividades práticas que podem ser desenvolvidas tanto na sala de aula como no pátio da
escola. É importante que os alunos tenham a oportunidade de observar, comparar e principalmente verbalizar suas conclusões
e percepções.
O segundo capítulo introduz o componente essencial Contagem de Números com as contagens de 1 a 5; de 6 a 9; o dez e
de 11 a 20. Entende-se que os alunos já podem ter algumas noções de contagem pelas vivências cotidianas ou por conhecimentos
adquiridos na Educação Infantil. Porém, nesta fase, além do domínio das quantidades, precisam grafar corretamente os algarismos
associados a essas quantidades. Nesse contexto, a introdução do Ábaco e do Material Dourado como recursos para indicação
de quantidades e o uso de técnicas motoras para que realizem o traçado dos números é indispensável. O capítulo ainda traz
as noções de gráficos de colunas e sequências, de fatos ou objetos, envolvendo padrões.
O terceiro capítulo apresenta a dezena. Para desenvolver a noção de uma dezena como o agrupamento de dez unidades, a
ideia de notação posicional precisa estar clara. Para isso, é indispensável o uso do Material Dourado e do Ábaco. Porém, é possível
também trabalhar com palitos de sorvetes, lápis ou outros objetos disponíveis que possam ser manipulados por todos os alunos,
em quantidades suficientes para que o agrupamento de dez seja possível e sequencialmente também seja trabalhado o agrupamento
de dezenas.
15
OBJETIVOS PEDAGÓGICOS DA UNIDADE
Conteúdos Objetivos pedagógicos Habilidades relacionadas
Geometria e Medidas
Posição e Localização
Comprimento
Números
Contando de 1 a 5
Contando de 6 a 9
O dez
Contando de 11 a 20
Gráficos de Colunas
Sequências
A dezena
Unidades e dezenas
Agrupamento de
dezenas
• Localizar pessoas e objetos
no espaço em relação a sua
própria posição.
• Localizar pessoas e objetos
no espaço a partir de um
ponto de referência e utilizar
os termos corretos para
descrever a posição.
• Comparar comprimentos,
utilizando a terminologia
correta para ordenar objetos
de uso cotidiano.
• Utilizar números naturais
como indicador de
quantidade, de ordem ou
código de identificação.
• Contar de maneira exata
ou aproximada utilizando
diferentes estratégias.
• Estimar e comparar
diferentes quantidades de
objetos.
• Ler e representar dados
expressos em tabelas e
gráficos de colunas simples.
• Ordenar sequência de
objetos ou eventos por meio
de seus atributos.
• Fazer a correspondência
do agrupamento de dez
unidades com uma dezena.
• Representar o agrupamento
de dezenas e fazer a
decomposição em unidades.
(EF01MA11) Descrever a localização de pessoas e de objetos no espaço
em relação à sua própria posição, utilizando termos como à direita, à
esquerda, em frente, atrás.
(EF01MA12) Descrever a localização de pessoas e de objetos no espaço
segundo um dado ponto de referência, compreendendo que, para a utilização
de termos que se referem à posição, como direita, esquerda, em
cima, embaixo, é necessário explicitar-se o referencial.
(EF01MA15) Comparar comprimentos, capacidades ou massas, utilizando
termos como mais alto, mais baixo, mais comprido, mais curto, mais grosso,
mais fino, mais largo, mais pesado, mais leve, cabe mais, cabe menos, entre
outros, para ordenar objetos de uso cotidiano.
(EF01MA01) Utilizar números naturais como indicador de quantidade ou
de ordem em diferentes situações cotidianas e reconhecer situações em
que os números não indicam contagem nem ordem, mas sim código de
identificação.
(EF01MA02) Contar de maneira exata ou aproximada, utilizando diferentes
estratégias como o pareamento e outros agrupamentos.
(EF01MA03) Estimar e comparar quantidades de objetos de dois conjuntos
(em torno de 20 elementos), por estimativa e/ou por correspondência
(um a um, dois a dois) para indicar “tem mais”, “tem menos” ou “tem a
mesma quantidade”.
(EF01MA09) Organizar e ordenar objetos familiares ou representações por
figuras, por meio de atributos, tais como cor, forma e medida.
(EF01MA10) Descrever, após o reconhecimento e a explicitação de um
padrão (ou regularidade), os elementos ausentes em sequências recursivas
de números naturais, objetos ou figuras.
(EF01MA21) Ler dados expressos em tabelas e em gráficos de colunas simples.
(EF01MA02) Contar de maneira exata ou aproximada, utilizando diferentes
estratégias como o pareamento e outros agrupamentos.
(EF01MA03) Estimar e comparar quantidades de objetos de dois conjuntos
(em torno de 20 elementos), por estimativa e/ou por correspondência
(um a um, dois a dois) para indicar “tem mais”, “tem menos” ou “tem a
mesma quantidade”.
16
ASPECTOS IMPORTANTES PARA A ABORDAGEM DOS TEMAS DA UNIDADE
• Alguns conceitos desta unidade são fundantes para muitos conhecimentos matemáticos que serão desenvolvidos ao longo de
todo o Ensino Fundamental. Certifique-se de que os alunos estão compreendendo até mesmo as noções que julgamos mais
simples como as de posição e localização.
• Nesta fase os alunos dependem muito da professora para a leitura e explicação dos enunciados das atividades propostas no
livro. Por isso, um clima de muita confiança e liberdade deve ser desenvolvido para que eles expressem suas dúvidas quando
necessitarem de orientação mais detalhada.
• Os recursos visuais e os objetos manipuláveis são indispensáveis para o desenvolvimento das noções numéricas de quantidade
e de ordenação. Especialmente o Ábaco e o Material Dourado são fundamentais para a compreensão do sistema de numeração
decimal (unidades e dezenas).
• Os alunos, nesta faixa etária, possuem uma curiosidade natural que pode ser bem explorada na apresentação dos conteúdos,
considerando que a Matemática é uma ferramenta de descobertas e útil para resolver muitas situações do cotidiano.
17
CRONOGRAMA SUGESTIVO DA UNIDADE
Conteúdo
Geometria e Medidas
Posição e localização
Comprimento
Atividade de avaliação formativa
Números
Contando de 1 a 5
Contando de 6 a 10
Contando de 11 a 20
Gráfico de Colunas
Sequências
Atividade de avaliação formativa
A dezena
Unidades e dezenas
Agrupamento de dezenas
Atividade de avaliação formativa
SEMANAS
1ª. semana
2ª. semana
2ª. semana
3ª. semana
4ª. semana
5ª. semana
6ª. semana
6ª. semana
6ª. semana
7ª. semana
8ª. semana
8ª. semana
18
1
CAPÍTULO 1 • GEOMETRIA
E MEDIDAS
• POSIÇÃO E LOCALIZAÇÃO
• COMPRIMENTO
CAPÍTULO 2 • NÚMEROS
• CONTANDO DE 1 A 5
• CONTANDO DE 6 A 9
• O DEZ
• CONTANDO DE 11 A 20
• GRÁFICO DE COLUNAS
• SEQUÊNCIAS
CAPÍTULO 3 • A DEZENA
• UNIDADES E DEZENAS
• AGRUPAMENTO DE
DEZENAS
15
19
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Pergunte aos alunos:
Qual é a sua mão direita?
E qual é a sua mão esquerda?
Após essa observação, separe-os
em duplas, um de frente
para o outro, realizando
movimentos coordenados,
seguindo os seus comandos,
por exemplo: toque na mão
esquerda do seu amigo; deem
a mão direita; pulem com o
pé esquerdo etc. Ao finalizar,
fale sobre a posição espelhada
com o amigo: observe que
o posicionamento direito/
esquerda é o inverso.
Convide os alunos a observarem
as imagens das mãos e
as figuras de Renato e Camila
do livro. Pergunte a eles se as
posições das mãos conferem
com as mesmas posições das
mãos das crianças das figuras
abaixo: Na posição que o
Renato está, se ele erguesse as
mãos, elas estariam na mesma
posição das mãos que estão
nas imagens acima dele?
E Camila, se ela erguesse as
mãos também estariam na
mesma posição das mãos das
imagens acima dela?
Ouça os alunos falarem
sobre as primeiras percepções
quanto ao tema da lateralidade.
POSIÇÃO E LOCALIZAÇÃO
DIREITA OU ESQUERDA?
MÃO ESQUERDA
MÃO DIREITA
OBSERVE AS IMAGENS DE RENATO E CAMILA.
EU USO O
RELÓGIO
NO PULSO
ESQUERDO.
EU CARREGO
A BOLSA
COM A MÃO
DIREITA.
MÃO DIREITA
VOCÊ CONSEGUE PERCEBER QUE:
• A BOLA VERDE ESTÁ À DIREITA DE RENATO?
• A BOLA VERMELHA ESTÁ À ESQUERDA DE CAMILA?
16
FUNDAMENTO PEDAGÓGICO
1 GEOMETRIA
E MEDIDAS
MÃO ESQUERDA
A Geometria envolve o estudo de um amplo conjunto de conceitos e procedimentos necessários
para resolver problemas do mundo físico e de diferentes áreas do conhecimento. Assim, nessa unidade
temática, estudar posição e deslocamentos no espaço, formas e relações entre elementos de
figuras planas e espaciais pode desenvolver o pensamento geométrico dos alunos. Esse pensamento
é necessário para investigar propriedades, fazer conjecturas e produzir argumentos geométricos
convincentes. É importante, também, considerar o aspecto funcional que deve estar presente no
estudo da Geometria: as transformações geométricas, sobretudo as simetrias. As ideias matemáticas
fundamentais associadas a essa temática são, principalmente, construção, representação e
interdependência.
BNCC-BRASIL, p.271
SYDA PRODUCTIONS/ SHUTTERSTOCK
VICTOR B./ M10
20
EM FRENTE OU ATRÁS?
O BALANÇO ESTÁ EM FRENTE À CAMILA.
O ESCORREGADOR ESTÁ ATRÁS DE RENATO.
LOCALIZAMOS A POSIÇÃO DOS OBJETOS EM RELAÇÃO A CAMILA E RENATO.
PODEMOS IDENTIFICAR TAMBÉM A POSIÇÃO DAS CRIANÇAS EM UMA FILA.
OBSERVE:
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Trabalhe o posicionamento
dos alunos sentados em fileiras
em sala de aula. Questione:
Quem está sentado à sua
frente?
E atrás de você?
(Procure não constranger alunos
que sentam na primeira
ou na última fileira)
É importante que os alunos
percebam que a questão do
posicionamento é relativa:
um mesmo aluno localiza-se
à frente de um colega, mas
atrás de outro.
CAMILA RENATO PATRÍCIA JÚLIO LARISSA ISADORA
RENATO ESTÁ EM FRENTE A PATRÍCIA. LARISSA ESTÁ ATRÁS DE JÚLIO.
VAMOS PENSAR JUNTOS
• QUEM ESTÁ EM FRENTE A RENATO? CAMILA.
• ISADORA FICOU ATRÁS DE QUEM? LARISSA.
• CAMILA ENTRARÁ NO ÚLTIMO LUGAR DA FILA. QUEM FICARÁ
EM FRENTE A ELA? ISADORA.
• VOCÊ ESCREVE COM A MÃO ESQUERDA OU COM A MÃO DIREITA?
RESPOSTA PESSOAL.
17
VICTOR B./ M10
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Posicione os alunos em fila;
depois solicite que respondam
perguntas tendo em
vista relatar quem é que, por
meio de sua localização: está
na frente? Está atrás?
Atividades como essa favorecem
a aprendizagem, pois a
posição passa a ser uma cognição
incorporada. Ao favorecer
essa aprendizagem, na
sequência, faça os questionamentos
da seção Vamos
pensar juntos e ouça as respostas
dos alunos.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Jogo de lateralidade: Divida a turma em grupos de 3 alunos. Desenhe com fita adesiva no chão do pátio ou em um espaço
maior do que a sala de aula, 3 símbolos parecidos com o hashtag em tamanho grande o suficiente para caber um aluno dentro
de cada parte dele:
# # #
Posicione cada aluno de um mesmo grupo no centro do símbolo. Dê comandos para eles mudarem de posição, cada um no
seu hashtag: direita, esquerda, frente, atrás, direita, direita, esquerda … e assim cada aluno mudará de posição de acordo com
os comandos. Acelere os comandos para que eles sejam ágeis nas locomoções. Se um dos três do grupo errar a posição, todos
sairão dos hashtags e um novo grupo se posicionará.
A opção pelo jogo se deve pela contribuição para a construção dos conceitos matemáticos de posição e localização, o envolvimento
dos alunos, individual ou coletivamente, e a interatividade entre professor-aluno.
Este vídeo apresenta uma atividade lúdica semelhante, embora tenha sido feita com círculos. Disponível em:
https://www.youtube.com/watch?v=jQ-o-wrzYJg Acesso em 28 jul. 2021
21
Atividades 1 a 4
(EF01MA11) Descrever a localização
de pessoas e de objetos
no espaço em relação
à sua própria posição, utilizando
termos como à direita,
à esquerda, em frente, atrás.
(EF01MA12) Descrever a localização
de pessoas e de objetos
no espaço segundo um
dado ponto de referência,
compreendendo que, para
a utilização de termos que
se referem à posição, como
direita, esquerda, em cima,
embaixo, é necessário explicitar-se
o referencial.
1. OBSERVE AS IMAGENS E DESCUBRA O NOME DE CADA CACHORRO.
• TÓPI TEM UMA MANCHA BRANCA NA CABEÇA.
• TOTÓ ESTÁ À ESQUERDA DE TÓPI.
• FLÓPI ESTÁ À DIREITA DE TÓPI.
• MEL ESTÁ ENTRE TÓPI E TOTÓ.
FLÓPI TÓPI MEL TOTÓ
2. DESENHE SUA MÃO DIREITA E SUA MÃO ESQUERDA.
DEPOIS, PINTE DE VERDE A MÃO DIREITA E DE VERMELHO A MÃO ESQUERDA.
RESPOSTA PESSOAL.
SHUTTERSTOCK.COM
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Observe com os alunos, na
atividade 1, as imagens, questionando
sobre as características
de cada cachorro, solicitando
descrições dos animais
e, em seguida, leia as pistas
para descobrir o nome deles.
Na atividade 2, combine
com os alunos a escolha de
cores para o lado direito e
para o esquerdo. Desenhe
setas na lousa indicando o
lado esquerdo e o direito de
quem olha para ela.
18
PARA AMPLIAR
Sugerimos uma videoaula sobre o tema da lateralidade, parte de um curso de formação de professores,
para ampliar as ideias e tratativas pedagógicas do tema: Noções de direita e esquerda.
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=eumqPJrM9a4
Acesso em 27 jul. 2021
22
3. ADILSON E MARIA ESTÃO NO SUPERMERCADO. OBSERVE A IMAGEM. PINTE QUEM
ESTÁ ATRÁS DO BALCÃO, CIRCULE QUEM ESTÁ EM FRENTE À PRATELEIRA E
MARQUE UM X EM QUEM ESTÁ À DIREITA DE ADILSON.
X
4. OBSERVE A IMAGEM A SEGUIR E PINTE:
• DE AZUL A ROUPA DA CRIANÇA QUE ESTÁ AO LADO DIREITO DA PROFESSORA.
• DE VERMELHO A ROUPA DA CRIANÇA QUE ESTÁ AO LADO ESQUERDO DA
PROFESSORA.
• DE VERDE A ROUPA DA CRIANÇA QUE ESTÁ EM FRENTE À PROFESSORA.
• DE LARANJA A ROUPA DA CRIANÇA QUE ESTÁ ATRÁS DA PROFESSORA.
HÁ OUTRAS RESPOSTAS POSSÍVEIS.
VICTOR B. /M10
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 3, exemplifique
com seu posicionamento em
relação à mesa da sala de aula.
Após a realização da atividade
4, separe os alunos em
dois grupos: o 1º. grupo fará a
observação e o 2º. grupo se
posicionará de modo aleatório.
O professor fica no centro
do 2º. grupo e faz questões ao
grupo que está observando:
Quem está do meu lado
direito?
Quem está do meu lado
esquerdo?
Quem está na minha frente?
Quem está atrás?
Depois, o professor
vai para o outro grupo e
repete as questões.
VERDE
VERMELHO
VERMELHO
VERDE
LARANJA
AZUL
AZUL
LARANJA
19
VICTOR B. /M10
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Proponha aos estudantes uma atividade complementar de adivinhação: posicione
objetos em lugares variados e pergunte às crianças, tendo em vista descobrir que objeto é, informando
sua localização: o que está em cima da mesa? O que está atrás do banco? O que está na estante?
ACOMPANHAMENTO DE APRENDIZAGEM
Para os alunos que apresentarem alguma dificuldade na identificação da localização ou posição,
o procedimento adequado é registrar no caderno, cada termo estudado e pedir que
façam desenhos para representá-los: à direita, à esquerda, em frente, atrás, em cima, embaixo
... Observe atentamente se cada aluno revela capacidade de reconhecer a localização de
pessoas e de objetos no espaço em relação à sua própria posição, utilizando termos como à
direita, à esquerda, em frente, atrás e descrever a localização de pessoas e de objetos no espaço
segundo um dado ponto de referência, usando termos que se referem à posição, como direita,
esquerda, em cima, embaixo, a partir de um referencial.
23
EM CIMA OU EMBAIXO?
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Traga uma caixa com objetos,
espalhe-os na mesa e no
chão e questione o posicionamento
relativo deles (perto,
longe, dentro, fora, em cima,
embaixo). Após esses questionamentos,
observe a imagem
do livro e localize os objetos
e a sua posição. A proposta
desse estudo envolve a localização
de objetos e de pessoas
no espaço, utilizando diversos
pontos de referência e vocabulário
apropriado.
Desenvolva os questionamentos
apresentados na seção
Vamos pensar juntos e
ouça sobre as percepções
dos alunos.
Outras imagens de cenários
próprios às vivências dos alunos,
podem ser utilizadas para
o exercício do reconhecimento
e uso dos termos apropriados
relativos aos conceitos de
localização e posição.
20
MARIANA ESTÁ BRINCANDO EM SEU QUARTO.
O LIVRO ESTÁ EM CIMA DA CAMA E O TÊNIS ESTÁ EMBAIXO DA CAMA.
• QUAL BRINQUEDO ESTÁ PERTO DA PORTA? A JOANINHA.
• QUAL ANIMAL ESTÁ SENTADO LONGE DA PORTA?
• O QUE PODEMOS OBSERVAR FORA DO QUARTO?
VAMOS PENSAR JUNTOS
O GATO.
UM MENINO NO BALANÇO.
OBSERVE A IMAGEM DO QUARTO DE MARIANA E RESPONDA:
• O URSO ESTÁ DENTRO OU FORA DA CAIXA? FORA DA CAIXA.
• O PATO ESTÁ EM CIMA OU EMBAIXO DA CAMA? EMBAIXO DA CAMA.
• O QUE ESTÁ MAIS LONGE DE MARIANA: O CACHORRINHO OU A ÁRVORE?
A ÁRVORE.
VICTOR B./ M10
APOIO PEDAGÓGICO
Os conceitos e termos abordados neste estudo, além das vivências dos alunos, também foram introduzidos na Educação Infantil.
Nos anos iniciais do Ensino Fundamental eles serão ampliados para garantir a compreensão vocabular e a localização nos próprios
espaços de convivência entre os alunos.
FUNDAMENTO PEDAGÓGICO
A BNCC do Ensino Fundamental – Anos Iniciais, ao valorizar as situações lúdicas de aprendizagem, aponta para a necessária articulação
com as experiências vivenciadas na Educação Infantil. Tal articulação precisa prever tanto a progressiva sistematização dessas
experiências quanto o desenvolvimento, pelos alunos, de novas formas de relação com o mundo, novas possibilidades de ler e formular
hipóteses sobre os fenômenos, de testá-las de refutá-las, de elaborar conclusões, em uma atitude ativa na construção de conhecimentos.
BNCC-BRASIL, p.57
24
5. OBSERVE AS FIGURAS E:
A) CIRCULE O ROBÔ QUE ESTÁ EMBAIXO DA MESA.
B) CIRCULE O GATO QUE ESTÁ EM CIMA DA ÁRVORE.
VICTOR B./ M10
VICTOR B./ M10
Atividade 5
(EF01MA11) Descrever a localização
de pessoas e de objetos
no espaço em relação à
sua própria posição, utilizando
termos como à direita, à
esquerda, em frente, atrás.
(EF01MA12) Descrever a
localização de pessoas e de
objetos no espaço segundo
um dado ponto de referência,
compreendendo que,
para a utilização de termos
que se referem à posição,
como direita, esquerda, em
cima, embaixo, é necessário
explicitar-se o referencial.
C) DESENHE UM CACHORRO EMBAIXO DA CADEIRA.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Sugerimos um jogo virtual para reforçar os termos: dentro, fora, em cima, embaixo. Disponível
em: https://wordwall.net/pt/resource/12705570/onde-dentro-fora-em-cima-ou-embaixo
Sugerimos esta videoaula com teatro para noções de distância: perto e longe. Disponível em:
https://www.youtube.com/watch?v=g6_ATk_u2Uo. Acesso 28 jul. 2021
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
21
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Leve para a sala de aula dois
carrinhos de brinquedo. Escolha
um objeto, por exemplo, a
caixa de giz, e posicione um
carrinho distante e outro próximo
à caixa de giz.
Pergunte aos estudantes:
Qual carrinho está mais próximo
da caixa de giz?
Utilize uma caixa e alguns
objetos e converse com os
estudantes sobre quais objetos
estão fora ou dentro da caixa.
Depois coloque a caixa em
cima da mesa, vire-a com a
abertura para baixo e coloque
objetos em cima da caixa
e embaixo da caixa.
Depois, resolva com os alunos
a atividade 5.
ACOMPANHAMENTO DE APRENDIZAGEM
Para os alunos que apresentarem alguma dificuldade quanto à compreensão da localização
de pessoas e de objetos no espaço a partir de um ponto de referência, será importante vivenciar
novas atividades com eles, em que tenham que posicionar o seu próprio corpo em relação
aos comandos. Pode ser levada para a sala de aula uma caixa grande de papelão e pedir
que se posicionem, dentro, fora, perto, longe, à sua direita, à sua esquerda. Observe e registre
os avanços dos alunos neste momento de aprendizagem ativa.
25
COMPRIMENTO
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Peça aos alunos que formem
uma fila do maior para
o menor. Pergunte:
Quem é o maior?
E quem é o menor?
Em seguida, separe o aluno
maior e posicione-se ao lado
dele.
Pergunte:
Quem é o maior agora?
Mas ele não era o maior? Por
que agora é menor?
Ouça as respostas.
Comente que quando comparamos
um objeto ou seres
com outros encontramos
medidas que podem ser identificadas
diferentemente se um
dos dois elementos comparados
forem trocados.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Leia as informações sobre
as comparações. Se puder,
desenhe os animais na lousa,
enquanto fizer o comentário
sobre as comparações. Em
seguida, a partir das questões
da seção Vamos pensar
juntos, ouça as respostas dos
alunos quanto à compreensão
deles neste momento inicial.
GRANDE OU PEQUENO? BAIXO OU ALTO?
QUANDO OLHAMOS AO REDOR, ENCONTRAMOS COISAS OU SERES
GRANDES, PEQUENOS, ALTOS OU BAIXOS.
OBSERVE A IMAGEM DO CACHORRO E DO GATO.
22
COMPARANDO ESSES DOIS ANIMAIS, PODEMOS DIZER QUE:
• O CACHORRO É GRANDE QUANDO COMPARADO AO GATO.
• O GATO É PEQUENO QUANDO COMPARADO AO CACHORRO.
• O GATO É MENOR QUE O CACHORRO.
TAMBÉM PODEMOS DIZER QUE:
• O GATO É MAIS BAIXO QUE O CACHORRO.
• O CACHORRO É MAIS ALTO QUE O GATO.
• O CACHORRO É MAIOR QUE O GATO.
VAMOS PENSAR JUNTOS
• VOCÊ JÁ VIU UM ELEFANTE? COMPARADO A UM GATO, ELE É GRANDE OU
PEQUENO? COMPARADO A UM GATO, ELE É GRANDE.
• E UM RATO: ELE É GRANDE OU PEQUENO COMPARADO AO TAMANHO DE
UM ELEFANTE? COMPARADO AO TAMANHO DE UM ELEFANTE, ELE É PEQUENO.
• QUAL É O ANIMAL MAIS ALTO QUE VOCÊ JÁ VIU? RESPOSTA PESSOAL.
CHENDONGSHAN/SHUTTERSTOCK
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Inicialmente trabalhe com os alunos as unidades de medida de comprimento não padronizadas.
Convide-os a uma atividade em que usarão partes do próprio corpo como unidade de
medida; peça que meçam o lápis de escrever usando o dedo, por ex.: Quantos dedos de comprimento
tem o seu lápis? Em seguida, convide-os a medir a própria mesinha individual da
classe com o palmo. Quantos palmos tem a sua mesinha? Convide-os a medir de uma parede
a outra da sala usando o pé. Quantos pés usamos para medir de uma parede até a outra? Por
fim, use o passo. Quantos passos usamos para ir de um lado ao outro da sala? Ouça as respostas
e, depois, pergunte: Por que as respostas foram diferentes? Porque o tamanho das nossas
mãos e dos nossos pés é diferente. Agora vamos ver alguns instrumentos de medição: mostre
instrumentos convencionais (régua, trena etc.) e não convencionais (pedaços de barbante).
Explique que esses instrumentos são usados para medir altura, comprimento, largura, distância
etc. de variados objetos e espaços.
26
6. FAÇA UM X NO QUADRINHO AO LADO DA IMAGEM DO MENINO MAIS ALTO.
7. COMPARE OS OBJETOS E CIRCULE O MAIS BAIXO.
A) B) C)
GROSSO OU FINO?
X
JÚLIA, PAULA E TARSILA ESTÃO BRINCANDO DE PULAR CORDA. OBSERVE BEM
AS DUAS CENAS E VEJA QUE A CORDA VERMELHA É MAIS FINA QUE A AZUL
E QUE A AZUL É MAIS GROSSA QUE A VERMELHA.
4. CIRCULE O LIVRO MAIS GROSSO E FAÇA UM X NO LIVRO MAIS FINO.
NATHALIA S./ M10
VICTOR B./ M10
Atividades 6 a 8
(EF01MA15) Comparar comprimentos,
capacidades ou
massas, utilizando termos
como mais alto, mais baixo,
mais comprido, mais curto,
mais grosso, mais fino, mais
largo, mais pesado, mais leve,
cabe mais, cabe menos, entre
outros, para ordenar objetos
de uso cotidiano.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Pegue dois objetos, um
pequeno e outro bem grande
e converse com os estudantes:
qual é o maior e qual é o
menor? Qual é o mais alto e
o mais baixo?
A seguir, desenvolva as atividades
6 e 7.
Apresente objetos com espessuras
diferentes e solicite aos
estudantes que investiguem
qual é o mais grosso e qual
é o mais fino. Aplique a atividade
8.
VICTOR B./ M10
23
APOIO PEDAGÓGICO
O vídeo a seguir aprofunda os conceitos matemáticos que estão sendo trabalhados de maneira
visual e realizando comparações. Pode ser usado como base para elaboração de aulas, mas
também pode ser apresentado aos alunos.
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=9mvitBn3FHgAcesso em 28 jul. 2021.
ACOMPANHAMENTO DE APRENDIZAGEM
Sugerimos um procedimento visando a aprendizagem daqueles alunos que, porventura, apresentaram
alguma dificuldade. Convide a turma para uma roda de conversa. Eles deverão se
sentar em círculo e cada um falará para os demais colegas quais foram as aprendizagens que
adquiriram ao desenvolver as atividades. Peça que todos falem o que acharam mais fácil e se
acharam alguma coisa difícil. Aproveite este momento para interagir com eles e relembrar o
que estudaram.
27
O QUE APRENDI NESSE CAPÍTULO
Atividade 1
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Reconhece a localização
de pessoas e de objetos no
espaço em relação à sua própria
posição, utilizando termos
como à direita, à esquerda,
em frente, atrás.
Reconhece a localização
de pessoas e de objetos no
espaço segundo um dado
ponto de referência e utiliza
termos que se referem à posição,
como direita, esquerda,
em cima, embaixo.
1. OBSERVE A IMAGEM E PINTE:
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
Atividade 2
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
mpara comprimentos, capacidades
ou massas, utilizando
termos como mais grosso e
mais fino.
• DE AZUL A CRIANÇA QUE ESTÁ EM FRENTE AO BANCO.
• DE MARROM O CACHORRO QUE VOCÊ OBSERVA À DIREITA DO MENINO.
• DE PRETO O CACHORRO QUE VOCÊ OBSERVA À ESQUERDA DO MENINO.
• DE VERMELHO QUEM ESTÁ ATRÁS DO BANCO.
• DE VERDE O QUE ESTÁ EMBAIXO DO BANCO.
• DE AMARELO O QUE ESTÁ EM CIMA DO BANCO
2. CIRCULE O PINCEL MAIS GROSSO E FAÇA UM X NO LÁPIS MAIS FINO.
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
X
24
TABELA DE REGISTRO DE ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM
Nº de chamada
Atividade
1
Atividade
2
Atividade
3
Atividade
4
Atividade
5
S P I S P I S P I S P I S P I
1
2
3
4
S – (SATISFATÓRIO) -Alcançou satisfatoriamente o objetivo. P – (PARCIAL) -Alcançou parcialmente o objetivo.
I – (INSATISFATÓRIO)-Não alcançou o objetivo.
ENCAMINHAMENTO:
Aos estudantes que apresentarem dificuldades na avaliação, com muitos resultados parciais e insatisfatórios,
utilize atividades complementares de revisão e aprofundamento que reforçam os conceitos do capítulo,
referentes às evidências listadas.
28
3. FAÇA UM X NA ÁRVORE MAIS ALTA E CIRCULE A MAIS BAIXA.
X
4. PINTE DE VERMELHO O LÁPIS MAIS COMPRIDO E, DE AZUL, O MAIS CURTO.
Vermelho
Azul
Atividade 3
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Compara comprimentos utilizando
termos mais alto e
mais baixo.
Atividade 4
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Compara comprimentos utilizando
termos mais comprido
e mais curto.
Atividade 5
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Compara comprimentos utilizando
termos mais alto e
mais baixo.
5. OBSERVE A FOTO, FAÇA UM X NA PESSOA MAIS ALTA E CIRCULE A PESSOA
MAIS BAIXA.
EPICSTOCKMEDIA/SHUTTERSTOCK
25
ENCAMINHAMENTO
Aos estudantes que apresentarem dificuldades na avaliação, com muitos resultados parciais e
insatisfatórios, utilize atividades complementares de revisão e aprofundamento que reforçam
os conceitos do capítulo, referentes às evidências listadas.
29
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Antes de iniciar este capítulo,
monte um cartaz com o
número de medalhas ganhas
pelo Brasil na última Olimpíada
que aconteceu.
Destaque os números de
medalhas e oriente o aluno
a representar as quantidades
utilizando palitos de sorvete
ou tampinhas.
Explique que existem modalidades
em que uma pessoa
pode ganhar mais do que uma
medalha, como por exemplo,
no atletismo ou na natação.
Promova uma atividade lúdica,
como sugestão, que seja em
local aberto para terem uma
melhor movimentação nesse
momento, utilizando comandos:
a cada número falado, os
alunos deverão agrupar-se,
conforme a quantidade solicitada
pelo professor.
2 NÚMEROS
MELISSA, CATARINA E SEUS AMIGOS DO 1 O ANO COLECIONARAM SELOS DA
OLIMPÍADA QUE ACONTECEU NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, NO ANO DE 2016.
SHAHJEHAN/ SHUTTERSTOCK.COM
TURISTAS AO REDOR DO PARQUE OLÍMPICO NO RIO DE JANEIRO (RJ), 2016.
26
PARA AMPLIAR
História
De acordo com a mitologia grega, o herói Hércules criou as Olimpíadas por volta de 2.500 a.C., na Grécia antiga, para homenagear o
pai dele, Zeus. Contudo, os primeiros registros históricos das Olimpíadas são de 776 a.C., quando os atletas vencedores começaram a ter
seus nomes registrados. Nessa época, os reis de Ilia, de Esparta e de Pissa aliaram-se para que, durante os jogos, houvesse trégua sagrada
em toda a Grécia. A aliança foi realizada no templo de Hera, localizado no santuário de Olímpia. Essa é a origem do termo “Olimpíadas”.
Era Moderna
Atenas foi a cidade que sediou a primeira olimpíada da Era Moderna, em abril de 1896, com delegações de 14 países. Ao todo, 241 atletas
competiram em nove modalidades. Desde essa época, os Jogos Olímpicos passaram a ser realizados de quatro em quatro anos, à
exceção de 1914 e 1918 e 1939 e 1945, quando ocorreram a Primeira e Segunda Guerra Mundial, respectivamente.
Leia o texto na íntegra disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/educacao-fisica/os-jogos-olimpicos.htm
Acesso em 28 jul. 2021
30
CONTANDO DE 1 A 5
OBSERVE A QUANTIDADE DE SELOS QUE MELISSA E SEUS AMIGOS
CONSEGUIRAM.
EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS (ECT)
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Faça a contagem de 1 a 5 utilizando
os dedos das mãos.
Proponha um número e os
alunos devem representá-lo
com os dedos, conforme o
seu comando. Observando a
imagem, conduza uma análise,
questionando as quantidades
de selos de cada criança. O
modo como os selos estão
dispostos, formando colunas,
lembra os gráficos de colunas
que serão estudados posteriormente.
1
UM
2
DOIS
3
TRÊS
4
QUATRO
5
CINCO
GUSTAVO MELISSA LÉO CATARINA LAURA
CATARINA TEM 4 (QUATRO) SELOS. LAURA TEM 5 (CINCO) SELOS.
QUEM TEM MAIS SELOS: LAURA OU CATARINA?
VAMOS PENSAR JUNTOS
• QUEM CONSEGUIU O MAIOR NÚMERO DE SELOS? LAURA.
• QUEM CONSEGUIU 1 (UM) SELO A MAIS QUE LÉO? CATARINA.
FUNDAMENTO PEDAGÓGICO
A apropriação do conhecimento numérico estabelece níveis de aprendizagens crescentes e
contínuas, relacionando a investigação das características de diferentes materiais e objetos,
para a construção do conceito numérico fundamental para a criança. O contexto das escritas
e registros, possibilitam o desenvolvimento gradual da aprendizagem das regularidades de
uma sequência do sistema de numeração decimal. Conforme a 4 a_ Competência Específica
de Matemática:
Fazer observações sistemáticas de aspectos quantitativos e qualitativos presentes nas práticas sociais
e culturais, de modo a investigar, organizar, representar e comunicar informações relevantes, para
interpretá-las e avaliá-las crítica e eticamente, produzindo argumentos convincentes.
BNCC – BRASIL, P. 267
27
Na seção Vamos pensar
juntos, promova contagens
como dos pratos que estão
sobre a mesa, dos degraus
de uma escada, dos carros
que vemos ao fazer uma viagem,
das peças de roupas que
tiramos do varal, das portas
e janelas de nossa casa, das
lâmpadas que iluminam nossa
casa, etc. podem começar a
ser feitas de um modo progressivo
(1, 2, 3, 4, 5 ...).
Pergunte aos estudantes se
eles reconhecem uma coleção
de até 5 objetos só de
olhar, estimando quantidades.
Trabalhe coletivamente
no planejamento ou desenvolvimento
de tarefas, estimulando
o aluno a buscar
soluções para os problemas.
31
Atividades 1 a 3
(EF01MA01) Utilizar números
naturais como indicador de
quantidade ou de ordem em
diferentes situações cotidianas
e reconhecer situações em
que os números não indicam
contagem nem ordem, mas
sim código de identificação.
PNA-NUMERACIA
Cada um dos dez algarismos,
incluindo seu traçado e a
quantidade que representa.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Utilize números naturais como
códigos em diferentes situações
cotidianas.
Na atividade 1, converse com
os estudantes sobre a importância
dos bombeiros e suas
funções, pontuando as informações
relevantes do texto,
disponível em: <https://www.
infoescola.com/profissionais/
bombeiro/>
Acesso em 28jul. 2021
Enfatize o número 193 para
emergências e realize a atividade
proposta.
Formalmente, os alunos ainda
estão estudando os algarismos
de 1 a 9 e, em particular
nesta seção, de 1 a 5. Mas há um
conhecimento prévio dos alunos
em relação aos números
que vem das experiências cotidianas
dentro e fora da escola.
Observe se os alunos conhecem
os algarismos 3 (três) e 9
(nove) e solicite exemplos de
situações em que viram esse
símbolo (elevadores, números
de celular etc.)
Na atividade 2, solicite aos alunos
que criem, em duplas, mais
uma questão sobre a imagem
e que troquem as questões
entre as duplas para responder.
1. OBSERVE O TELEFONE E PINTE AS TECLAS QUE PRECISAM SER DIGITADAS PARA
FAZER UMA LIGAÇÃO AO CORPO DE BOMBEIROS. O NÚMERO É 193.
ESCREVA AQUI O NÚMERO DO TELEFONE DE UM DE SEUS FAMILIARES:
RESPOSTA PESSOAL.
2. VOCÊ JÁ OBSERVOU QUE AS CASAS E OS PRÉDIOS RECEBEM UM CÓDIGO
NUMÉRICO DE IDENTIFICAÇÃO? NESSA RUA, OS CÓDIGOS ESTÃO ESCRITOS COM
ALGARISMOS DE 1 A 5.
28
A) QUAL É A COR DA CASA IDENTIFICADA PELO NÚMERO 132?
AZUL.
PARA AMPLIAR
B) QUAL É O NÚMERO QUE IDENTIFICA O PRÉDIO AMARELO?
NÚMERO 124.
122 124 126
SUGESTÃO DE LEITURA PARA O PROFESSOR
A criança e o número. De Constace Kamii - Papirus Editora. O livro instrui o professor a abordar
os processos envolvidos na construção dos conceitos numéricos e ajuda-o a observar
como os alunos pensam a fim de entender a lógica existente nos erros. A autora apresenta
uma análise lúcida, bem-informada e fundamentada na teoria de Piaget sobre as relações da
criança com o número.
130
TMVECTORART/SHUTTERSTOCK
132
NATHALIA S./ M10
32
A FIGURA AO LADO É DE UM ÁBACO.
NELE, VAMOS REPRESENTAR QUANTIDADES. O
NÚMERO 1 (UM) É REPRESENTADO POR UMA
ARGOLA NA ORDEM DAS UNIDADES (U).
ÁBACO
C
D
U
1UM
3. CUBRA OS PONTILHADOS E ESCREVA NAS LINHAS O ALGARISMO E O NÚMERO
POR EXTENSO (COM PALAVRAS).
NATHALIA S./ M10
1
UM
1 1 1 1 1 1
C
D
U
29
ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Traga um ábaco para a sala de
aula e mostre a sua utilização,
representando números (da
ordem das unidades) e solicitando
que os alunos mostrem
com os dedos ou escrevam
com algarismos ou com palavras
(por extenso) o número
representado no ábaco.
Embora o sistema monetário
brasileiro seja abordado
neste volume em unidades
posteriores, traga, se julgar
conveniente, algumas moedas
de 1 real e as cédulas de 2
e de 5 reais de brinquedo para
que os alunos manipulem e
associem com os números de
1 a 5, realizando contagens.
Reúna a classe em um local
espaçoso, sugerimos a quadra,
por exemplo, e represente,
com fita-crepe, os números de
1 a 5 no chão; peça aos alunos
para caminharem em cima
dos números. Depois que
todos fizerem a atividade,
brinque de “o mestre mandou”,
dando os comandos: “o
mestre mandou todos irem
para o número 3” etc.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 3, após o
desenvolvimento da atividade
preparatória, proponha
aos alunos a identificação
do número e suas
características, relacionando
objeto e quantidade,
e acompanhe o registro da
escrita.
33
O NÚMERO 2 (DOIS) PODE SER REPRESENTADO NO ÁBACO POR DUAS
ARGOLAS NA ORDEM DAS UNIDADES (U).
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Entregue massinha de modelar
para cada aluno. Escreva
os números de 1 a 5 na lousa
e peça para que os alunos
moldem os números usando
a massinha.
Atividades 4 e 5
(EF01MA01) Utilizar números
naturais como indicador de
quantidade ou de ordem em
diferentes situações cotidianas
e reconhecer situações em
que os números não indicam
contagem nem ordem, mas
sim código de identificação.
ÁBACO
C
D
U
DOIS2
4. CUBRA OS PONTILHADOS E ESCREVA NAS LINHAS O ALGARISMO E O NÚMERO
POR EXTENSO.
NATHALIA S./ M10
2 2 2 2 2 2
ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10
PNA-NUMERACIA
Cada um dos dez algarismos,
incluindo seu traçado e a
quantidade que representa.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 4, após o
desenvolvimento da ATIVI-
DADE
PREPARATÓRIA com a massinha
de modelar, conduza
os alunos à identificação do
número e suas características,
relacionando objeto e
quantidade, e acompanhe
o registro da escrita.
30
2
DOIS
ACOMPANHAMENTO DE APRENDIZAGEM
Para os alunos que apresentarem alguma dificuldade em explorar as muitas maneiras de modelar
ou representar conceitos e ideias de quantidade para desenvolver o senso de número e a
habilidade de contagem, sugerimos músicas que favorecem essas associações.
O uso de músicas favorece a introdução da contagem, por meio de uma atividade com imagens
e sons, de modo que o aluno associe o número, observando com atenção a quantidade
de itens presentes na imagem.
Disponíveis em:
https://www.youtube.com/watch?v=c4PFecQPX98
https://www.youtube.com/watch?v=Zi-cEMm3m9g
https://www.youtube.com/watch?v=TDJAU31wG58
https://www.youtube.com/watch?v=9rKxo-x_-2U
Acesso em 28 jul. 2021
34
5. CIRCULE O NÚMERO QUE CORRESPONDE À QUANTIDADE DE BRINQUEDOS EM
CADA ITEM:
A)
B)
1 2
NATHALIA S./ M10 NATHALIA S./ M10
D)
E)
1 2
NATHALIA S./ M10 NATHALIA S./ M10
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 5, direcione os
alunos a observar a quantidade
de objetos em cada item
e relacioná-la com o número
adequado.
1 2
1 2
C)
F)
NATHALIA S./ M10
NATHALIA S./ M10
1 2
1 2
• VOCÊ TEM BRINQUEDOS REPETIDOS? DUAS BONECAS OU DOIS CARRINHOS,
POR EXEMPLO? CONVERSE COM OS COLEGAS. RESPOSTA PESSOAL E ORAL.
31
SUGESTÃO DE LEITURA
O livro Um amor de confusão. De Dulce Rangel - Ed. Moderna apresenta a história de uma
galinha que, ao passear, encontrou alguns ovos em seu trajeto e os levou para chocar. Dona
galinha encontra outros ovos que aos primeiros vão se juntar. No dia em que os ovos se abrem,
é uma surpresa: nasce ganso, pato, tartaruga, jacaré. Que confusão. Promova uma situação-
-problema com a quantidade de ovos e animais e relacionando-os com registros.
APOIO PEDAGÓGICO
Nessa idade, a criança também aprende por percepção visual e começa a identificar quantidades
em figuras e relacioná-las com o número. O ábaco, o Material Dourado, as barrinhas de
Cuisenaire e o dado ou o dominó podem auxiliar nessa busca de várias situações do dia a dia
que permitem fazer contagens.
35
O NÚMERO 3 (TRÊS) PODE SER REPRESENTADO NO ÁBACO POR 3 ARGOLAS
NA ORDEM DAS UNIDADES (U).
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Entregue a cada aluno 3 folhas
em branco e tinta guache.
Peça para eles representarem
os números de 1 a 3:
um número em cada folha,
usando as pontas dos dedos
como pincel.
Exponha os trabalhos da
turma em uma corda, como
se faz no cordel, e, depois, cole
as folhas em um caderno de
desenhos.
C
D
U
3TRÊS
6. CUBRA OS PONTILHADOS E ESCREVA NAS LINHAS O ALGARISMO E O NÚMERO
POR EXTENSO.
3 3 3 3 3 3
ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10
Atividades 6 a 8
(EF01MA01) Utilizar números
naturais como indicador de
quantidade ou de ordem em
diferentes situações cotidianas
e reconhecer situações em
que os números não indicam
contagem nem ordem, mas
sim código de identificação.
NATHALIA S./ M10
PNA-NUMERACIA
Cada um dos dez algarismos,
incluindo seu traçado e a
quantidade que representa.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 6, após o
desenvolvimento da atividade
preparatória com a
tinta guache, conduza os
alunos a identificação do
número e suas características,
relacionando objeto
e quantidade, e acompanhe
o registro da escrita.
Retome as músicas propostas
no acompanhamento
de aprendizagem.
32
3
TRÊS
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Converse com os estudantes acerca do uso e função dos números em situações cotidianas.
Conduza-os a perceber que os números podem ser usados com funções diferentes, tais como,
para representar: quantidade, ordem, medida ou código. Faça perguntas como: Você já percebeu
que as motos, carros, caminhões e ônibus possuem placas? Os números na placa indicam
uma medida? Qual é a função dos números em um podium? No saquinho do feijão: o
que quer dizer a informação 1 kg? Na camiseta do jogador de futebol são colocados números:
o que eles querem representar? Permita a troca de ideias entre os estudantes e fomente reflexões
que promovam aprendizagens significativas.
Solicite para os alunos que pesquisem em jornais, revistas e internet, recortem as imagens
contendo números que indicam: quantidade, código, ordem ou medida.
Durante o desenvolvimento da atividade, circule pela sala observando as trocas de ideias e
estratégias dos estudantes. Auxilie os alunos que apresentarem dificuldades.
36
7. COMPLETE A FIGURA DESENHANDO E PINTANDO 1 (UM) CACHORRO, 2 (DOIS)
GATOS E 3 (TRÊS) CRIANÇAS.
DEPOIS, CONTE PARA UM COLEGA UMA HISTÓRIA SOBRE A SUA PAISAGEM.
RESPOSTA PESSOAL.
8. ENCONTRE DIFERENTES MANEIRAS DE COLOCAR 3 BOLINHAS EM CADA FIGURA.
OBSERVE DOIS EXEMPLOS:
VICTOR B./ M10
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 7, após completar
o cenário com as quantidades
e itens solicitados,
instigue os alunos a criarem
uma história coletiva e registre-a
na lousa, especificando
a quantidade dos principais
objetos.
Na atividade 8, mostre ao
aluno que existem várias
alternativas para dispor as
três bolinhas no retângulo.
Para realizar a atividade de
modo mais dinâmico, separe a
turma em grupos, monte cartazes
no formato da atividade
e utilize tampinhas substituindo
as bolinhas, para eles
analisarem todas as possibilidades
e registrá-las.
33
ACOMPANHAMENTO DE APRENDIZAGEM
Para aqueles alunos que estão com dificuldades em registrar quantidades de diferentes maneiras,
incluindo a língua materna, auxilie-os a se expressar em linguagem matemática, expor
suas respostas e sintetizar conclusões. Contar a quantidade de determinados objetos na sala
de aula e anotar no caderno, desenhar e pintar são estratégias para a compreensão das quantidades
associadas aos números.
Sugestão de sites com grande variedade de jogos online: Envolvendo números naturais em
diferentes contextos e situações-problema de nível fácil, médio e difícil. Disponível em:
https://www.escolagames.com.br/jogos/euSeiContar002F
https://www.escolagames.com.br/jogos/aprendaContar/
https://wordwall.net/pt/resource/3308161/contagem
https://www.smartkids.com.br/jogos-educativos/jogo-de-matematica-vamos-contar
Acesso em 28 jul. 2021
37
O O NÚMERO 4 4 (QUATRO) PODE SER SER REPRESENTADO NO NO ÁBACO POR POR 4 4
O NÚMERO 4 (QUATRO) ARGOLAS NA PODE NA ORDEM SER DAS REPRESENTADO DAS UNIDADES (U). NO (U). ÁBACO POR 4
ARGOLAS NA ORDEM DAS UNIDADES (U).
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Leve o ábaco para a sala
4 4
de aula e represente
os números 1, 2, 3 e 4.
Observe com os alunos o
movimento de acrescentar
uma conta no ábaco
C C D D U U
C D U
QUATRO
(uma unidade) para avançar
de um número a outro
QUATRO
na sequência numérica.
9. 9. CUBRA OS OS PONTILHADOS E E ESCREVA NAS NAS LINHAS O O ALGARISMO E O E O NÚMERO
Peça aos alunos que inventem 9. CUBRA OS PONTILHADOS POR POR EXTENSO. E ESCREVA NAS LINHAS O ALGARISMO E O NÚMERO
uma história, associada àquele POR EXTENSO.
movimento no ábaco, com
base na imagem dos 4 passarinhos
ou das 4 borboletas.
4 4 4 4 4 4 4 4
Atividades 9 e 10
(EF01MA01) Utilizar números
naturais como indicador de
quantidade ou de ordem em
diferentes situações cotidianas
e reconhecer situações em
que os números não indicam
contagem nem ordem, mas
sim código de identificação.
PNA-NUMERACIA
4 4
Cada um dos dez algarismos,
incluindo seu traçado e a
quantidade que representa.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
QUATRO
Na atividade 9, após o QUATRO34
desenvolvimento da atividade
preparatória uti-
34
34
lizando o Ábaco, como
suporte para representar
a quantidade, conduza os PARA AMPLIAR
alunos a identificação do “As linhas da história são preenchidas com diversas descobertas no intuito de dinamizar os
número e suas características
e acompanhe o registro os babilônios utilizavam um ábaco construído em pedra lisa por volta de 2400 a.C., os indícios
estudos matemáticos. O ábaco é considerado uma dessas descobertas, existem relatos que
da escrita. Retome a história do uso do ábaco na Índia, Mesopotâmia, Grécia e Egito são contundentes. O seu surgimento
do livro: “Um amor de confusão.”
Na Idade Média o ábaco era usado pelos romanos para a realização de cálculos. A utilização do
está ligado ao desenvolvimento dos conceitos de contagem.
instrumento por parte dos chineses e japoneses foi de grande importância para o seu desenvolvimento
e aperfeiçoamento.”
Leia o texto na íntegra disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/historiag/abaco.htm
Acesso em 28 jul. 2021
NATHALIA S./ M10
NATHALIA S./ M10
NATHALIA S./ M10
ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10
ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10
ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10
38
DORA ZETT/ SHUTTERSTOCK.COM
SEREGRAFF/ SHUTTERSTOCK.COM
10. LIGUE AS FIGURAS ABAIXO AO NÚMERO QUE REPRESENTA A QUANTIDADE DE
BICHINHOS MOSTRADA NELAS.
3
IRIN-K/ SHUTTERSTOCK.COM
BUTTERFLY HUNTER/ SHUTTERSTOCK.COM
SONSEDSKA YULIIA/ SHUTTERSTOCK.COM
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 10, solicite que
os estudantes façam primeiro
a contagem de cada grupo de
animais, relacione a quantidade
de objetos aos números
e pergunte aos estudantes:
Quantos existem em cada
coleção?
Quais números correspondem
a cada uma dessas quantidades?
Depois, faça as correspondências
aos números, ligando
cada grupo ao número correspondente.
4
ERIC ISSELEE/ SHUTTERSTOCK.COM
35
APOIO PEDAGÓGICO
Os alunos precisam de atividades coletivas e interação em grupo para apropriar significados
sociais, com o objetivo de relacionar conhecimentos matemáticos com o movimento corporal,
por meio de brincadeiras, estimulando e motivando a criança a aprender. Várias brincadeiras
que contribuirão, por exemplo:
Amarelinha – Construir uma amarelinha no chão com a sequência dos números; acrescente
desenhos que representam as quantidades em cada quadradinho e ensine os alunos as regras
do pular amarelinha;
Pular corda – Ao pular corda, o aluno deverá contar na sequência correta e averiguar quem
pulou mais sem parar.
Esconde-esconde – O aluno desenvolverá também a sequência de contagem enquanto os
colegas se escondam.
Todas as brincadeiras são essenciais para o desenvolvimento motor, cognitivo e social.
39
O NÚMERO 5 (CINCO) PODE SER REPRESENTADO NO ÁBACO POR 5 ARGOLAS
NA ORDEM DAS UNIDADES (U).
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Faça cartões com os números
de 1 a 5 e outros cinco cartões
com imagens representando
essas respectivas quantidades.
Organize os alunos em duplas,
entregue os cartões e peça
para eles encontrarem seus
respectivos pares, como no
jogo da memória.
Atividades 11 a 13
(EF01MA01) Utilizar números
naturais como indicador de
quantidade ou de ordem em
diferentes situações cotidianas
e reconhecer situações em
que os números não indicam
contagem nem ordem, mas
sim código de identificação.
PNA-NUMERACIA
Cada um dos dez algarismos,
incluindo seu traçado e a
quantidade que representa.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 11, após o
desenvolvimento da ATIVI-
DADE
PREPARATÓRIA utilizando
o jogo da memória, como
suporte para representar
a quantidade, conduza os
alunos a identificação do
número e suas características.
Acompanhe o registro
da escrita.
5
C D U
CINCO
11. CUBRA OS PONTILHADOS E ESCREVA NAS LINHAS O ALGARISMO E O NÚMERO
POR EXTENSO.
NATHALIA S./ M10
36
5
CINCO
5 5 5 5 5 5
PARA AMPLIAR
“É sabido, por exemplo, que o conhecimento matemático não se constitui num conjunto de fatos
a serem memorizados; que aprender números é mais do que contar, muito embora a contagem
seja importante para a compreensão do conceito de número; que as ideias matemáticas que as
crianças aprendem [...] serão de grande importância em toda a sua vida escolar e cotidiana.” (p.9)
Brincadeiras infantis nas aulas de Matemática. Coleção Matemática de 0 a 6. Volume 1.
De SMOLE, Kátia Stocco; DINIZ, Maria Ignez; CÂNDIDO, Patrícia – Editora Penso.
WHITE SPACE ILLUSTRATIONS/SHUTTERSTOCK
ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10
40
12. CONTE AS FRUTAS E COMPLETE ESCREVENDO O NÚMERO CORRESPONDENTE.
OBSERVE O EXEMPLO:
QUANTIDADE DE FRUTAS NÚMERO POR EXTENSO
5 CINCO
3 TRÊS
4 QUATRO
3 TRÊS
5 CINCO
NATHALIA S./ M10
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Podemos introduzir a atividade
12, como atividade
de contagem de uma coleção
de frutas, de modo que
o aluno possa interagir com
os pares, separando por tipos
e construindo uma tabela
informando a quantidade de
cada tipo de fruta.
Na atividade 13, solicite aos
estudantes que primeiro contem
quantas pessoas há em
cada veículo e, em seguida,
circulem o número que
representa cada quantidade.
Lembre-se de dizer aos alunos
que é necessário incluir
o motorista na contagem.
13. CIRCULE O NÚMERO QUE CORRESPONDE A QUANTIDADE DE PESSOAS QUE ESTÃO
DENTRO DE CADA ÔNIBUS.
A)
1 2 3 4 5
VICTOR B./ M10
37
41
B)
VICTOR B./ M10
1 2 3 4 5
C) DESENHE AQUI UMA PLACA PARA ESSE ÔNIBUS COM 3 LETRAS E 4
ALGARISMOS. RESPOSTA PESSOAL.
D) ASSINALE COM UM X O QUE INDICAM OS NÚMEROS NAS PLACAS DOS
AUTOMÓVEIS:
QUANTIDADE
ORDEM
X CÓDIGO
MEDIDA
38
42
O ZERO
A CAIXA DE OVOS ESTÁ VAZIA. ENTÃO, DIZEMOS QUE NELA HÁ ZERO (0)
OVOS. A PEÇA DE DOMINÓ NÃO TEM PONTINHOS. ISSO INDICA QUE O NÚMERO
EM SUAS DUAS CASAS TAMBÉM É ZERO.
ÁBACO
C
D
U
ZERO0
14. CUBRA OS PONTILHADOS E ESCREVA NAS LINHAS O ALGARISMO E O NÚMERO
POR EXTENSO.
0 0 0 0 0 0
PIYASET/ SHUTTERSTOCK.COM
ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Utilize uma caixa de ovos e
use bolinhas de papel para
preencher os espaços.
Retire cada bolinha, uma a
uma, até ficar sem nenhuma.
Poderá fazer essa mesma dinâmica
com o ábaco ou as peças
de dominó.
Estimule questionando os alunos
sobre a ausência de bolinhas
(a ausência de quantidade
é indicada pelo zero – 0).
Atividade 14
(EF01MA01) Utilizar números
naturais como indicador de
quantidade ou de ordem em
diferentes situações cotidianas
e reconhecer situações em
que os números não indicam
contagem nem ordem, mas
sim código de identificação.
0
ZERO
APOIO PEDAGÓGICO
Comente com os estudantes: o zero muitas vezes passa despercebido pela maioria das pessoas.
Quem se importaria em anotar que voltou da feira com zero laranjas? O símbolo “0” e o
nome zero estão relacionados com a ideia de nenhum, nulo; com a ausência de quantidade.
39
PNA-NUMERACIA
Cada um dos dez algarismos,
incluindo seu traçado e a
quantidade que representa.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 14, após o
desenvolvimento da atividade
preparatória com a
caixa de ovos, ábaco e as
peças de dominó, conduza
os alunos a identificação do
número e suas características,
relacionando objeto
e quantidade, e acompanhe
o registro da escrita.
Retome as músicas propostas
no acompanhamento
de aprendizagem.
43
15. LIGUE CADA CAIXA DE OVOS ÀS RESPECTIVAS QUANTIDADES:
Atividade 15
(EF01MA01) Utilizar números
naturais como indicador de
quantidade ou de ordem em
diferentes situações cotidianas
e reconhecer situações em
que os números não indicam
contagem nem ordem, mas
sim código de identificação.
PNA-NUMERACIA
Cada um dos dez algarismos,
incluindo seu traçado e a
quantidade que representa.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 15, use a estratégia
de contagem de cada
grupo de ovos e, em seguida,
o aluno ligará cada caixa com
essa quantidade ao número
correspondente. Ao finalizar
essas atividades, utilize
um dado para que os alunos
reconheçam em cada
face o número representado
pela quantidade de bolinhas/
pontos. Questione-os sobre a
face com 6 bolinhas/pontos:
Conhecem esse número?
Como se escreve?
Como as crianças devem ter
por volta de 5 ou 6 anos, avalie
esse conhecimento previamente
(pergunte se já viram,
por exemplo, uma vela de aniversário
com o formato do 6).
ILUSTRAÇÕES: VICTOR B./ M10
40
0
1
2
3
4
5
FUNDAMENTO PEDAGÓGICO
Utilizar os dedos como um recurso de ensino-aprendizagem na Matemática, implica a descoberta
e a investigação da criança, usando o próprio corpo, conhecendo quantidades até
o número 5 com uma mão, até a quantidade de 10 com as duas mãos, partindo para outras
estratégias para dar continuidade na contagem.
Muito provavelmente, as habilidades aritméticas se desenvolvem a partir de intuições conceituais
primitivas que permitem a descoberta de procedimentos de cálculo, como a contagem nos dedos
e verbal. A prática com esses procedimentos permite, por sua vez, que a criança adquira os fatos
aritméticos e intua novos conceitos, tais como a decomposição, a partir dos quais se desenvolvem
novos procedimentos, etc.
44
CONTANDO DE 6 A 9
A ESCOLA EM QUE ISADORA ESTUDA FORMOU UMA BANDA COM VÁRIOS
INSTRUMENTOS MUSICAIS. ALGUNS DELES SÃO FEITOS DE SUCATA.
AS TURMAS DE 1 O (PRIMEIRO) ANO VÃO PARTICIPAR DA BANDA.
VICTOR B./ M10
TAMBOR RECO-RECO PRATOS FLAUTA TRIÂNGULO
VAMOS PENSAR JUNTOS
VICTOR B./ M10
RESPOSTA
• VOCÊ JÁ VIU ALGUM INSTRUMENTO MUSICAL FEITO DE SUCATA? PESSOAL.
• QUANDO APROVEITAMOS SUCATAS PARA CRIAR NOVOS OBJETOS, VOCÊ
CONCORDA QUE AJUDAMOS O MEIO AMBIENTE? RESPOSTA PESSOAL.
• QUANTAS FLAUTAS HÁ NA BANDA DE ISADORA? 9 FLAUTAS.
VICTOR B./ M10
VICTOR B./ M10
VICTOR B./ M10
VICTOR B./ M10
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Proponha aos alunos que
façam instrumentos musicais
usando material de sucata
(lata de leite em pó, cano de
PVC, garrafa PET etc.).
Conclua essa atividade formando
uma banda com a
classe.
Classifique os instrumentos
por forma, cor, tamanho etc.
Na seção Vamos pensar
juntos, os estudantes deverão
comparar dois grupos
de instrumentos musicais
utilizando o método da
correspondência, identificando
o grupo com mais,
menos ou o mesmo número.
Use as expressões “mais do
que”, “menos do que” ou “igual”
ao comparar as quantidades
nos grupos de objetos e
associá-las aos números, até
concluir com a contagem
da quantidade de flautas da
banda.
41
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Peça para os alunos se dividirem em grupos de 4 integrantes. Solicite que os grupos se organizem
em sequência de “quem” joga depois de “quem” antes das jogadas começarem. Para
iniciar o jogo o primeiro jogador deve colocar, um dois ou três dedos, em seguida os outros
jogadores deverão fazer o mesmo e todos devem ir agregando essas quantidades com a intenção
de alcançar a soma 10; assim, o colega que fechar a soma vence, iniciando outra rodada.
Acompanhe as jogadas dos alunos circulando e observando as estratégias aplicadas entre
eles sem fazer interferências, porém faça anotações de situações de vitórias, acertos e erros
para o momento da discussão. Após as rodadas serem concluídas proponha que se coloque
em um grande círculo para fazerem suas observações e contarem como se desenvolveram
as jogadas e as estratégias.
45
O NÚMERO 6 (SEIS) PODE SER REPRESENTADO NO ÁBACO POR 6 ARGOLAS
NA ORDEM DAS UNIDADES (U).
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Traga para a sala de aula um
jogo de dominó e, inicialmente,
explore com os alunos
as peças, observando
as representações do 0 ao
6. Depois, ensine-os a jogar.
C
D
U
SEIS6
ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10
Atividades 1 a 3
((EF01MA01) Utilizar números
naturais como indicador de
quantidade ou de ordem em
diferentes situações cotidianas
e reconhecer situações em
que os números não indicam
contagem nem ordem, mas
sim código de identificação.
PNA-NUMERACIA
Cada um dos dez algarismos,
incluindo seu traçado e a
quantidade que representa.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 1, após o
desenvolvimento da ATIVI-
DADE
PREPARATÓRIA utilizando
o jogo de dominó, como
suporte para representar
as quantidades, proponha
para os alunos a identificação
do número, suas características
e acompanhe o
registro da escrita.
Na atividade 2, separe grupos
de objetos na sequência:
5 objetos, 4 objetos, 3 objetos
etc., para questioná-los quantos
faltam para completar 6.
Acrescente conforme a resposta
deles e confira com a
contagem coletiva em cada
grupo de objetos; logo eles
farão a atividade propostas
com os desenhos.
1. CUBRA OS PONTILHADOS E ESCREVA NAS LINHAS O ALGARISMO E O NÚMERO
POR EXTENSO.
6 6 6 6 6 6
6
ARTE/ M10
2. DESENHE OS ELEMENTOS QUE FALTAM PARA COMPLETAR 6.
42
A)
B)
SEIS
ACOMPANHAMENTO DE APRENDIZAGEM
Por meio dessa atividade prática que proporcionará oportunidades para aqueles alunos que
apresentarem dificuldades na contagem, quantidade ou ordem da sequência dos números
de 0 a 10, investiguem os processos para contar utilizando pareamento e outros agrupamentos,
com brincadeiras e em situações do cotidiano.
Divida a classe em 2 grupos e entregue para os alunos fichas numeradas de 0 a 10. Separe 11
cadeiras, para fazer a dança das cadeiras. Coloque uma música e peça para os alunos se movimentarem
em torno das cadeiras. Quando a música parar, eles devem sentar-se nas cadeiras
de modo que a sequência numérica fique em ordem crescente.
NATHALIA S./ M10
46
O NÚMERO 7 (SETE) PODE SER REPRESENTADO NO ÁBACO POR 7 ARGOLAS
NA ORDEM DAS UNIDADES (U).
EMIEL DE LANGE/SHUTTERSTOCK
C
D
U
7SETE
3. CUBRA OS PONTILHADOS E ESCREVA NAS LINHAS O ALGARISMO E O NÚMERO
POR EXTENSO.
ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
Na atividade 3, corte quadradinhos
em papel colorido e
escreva os números de 0 a 7
em cada quadradinho.
Peça para que todos os alunos
embaralhem, troquem os seus
números com seus amigos e
colem no caderno a sequência
numérica na ordem crescente.
Depois, como suporte para
representar as quantidades,
proponha para aos alunos a
identificação do número, suas
características e acompanhe
o registro da escrita.
ARTE/ M10
7
7 7 7 7 7
7
SETE
43
APOIO PEDAGÓGICO
Embora o sistema monetário brasileiro seja abordado neste volume em unidades posteriores,
traga, se julgar conveniente, algumas moedas de 1 real e as cédulas de 2, 5 e 10 reais de brinquedo
para que os alunos manipulem e associem com os números de 1 a 10, realizando contagens.
Trabalhe, por exemplo, as equivalências, trocando uma cédula de 10 por 10 moedas de 1 real
ou 5 cédulas de 2 reais, decompondo os números.
47
4. LIGUE AS QUANTIDADES DE BRINQUEDOS AOS NÚMEROS CORRESPONDENTES.
Atividades 4 a 6
(EF01MA01) Utilizar números
naturais como indicador de
quantidade ou de ordem em
diferentes situações cotidianas
e reconhecer situações em
que os números não indicam
contagem nem ordem, mas
sim código de identificação.
NATHALIA S./ M10
NATHALIA S./ M10
PNA-NUMERACIA
Cada um dos dez algarismos,
incluindo seu traçado e a
quantidade que representa.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 4, solicite que
os estudantes contém cada
grupo de objetos, façam anotações
no caderno e, em
seguida, liguem o grupo de
objetos aos números correspondentes.
Utilizando o ábaco,
o estudante poderá comparar
quantidades e fazer contagens.
Ao relacionar objetos
e quantidades, pergunte aos
estudantes:
Quantos objetos existem em
cada coleção?
Qual é o número correspondente
a essa quantidade de
objetos?
NATHALIA S./ M10
NATHALIA S./ M10
NATHALIA S./ M10
NATHALIA S./ M10
44
6
7
PARA AMPLIAR
“No entanto, as autoras salientam que a aquisição do conceito de número é um processo demorado.
Mesmo as crianças já sabendo a série numérica desde pequenas – conhecimento este adquirido
no núcleo familiar – nem sempre elas são capazes de utilizar este conhecimento para contar.
Cabe a escola o papel de transformar esses conhecimentos numéricos intuitivos em conceitos operatórios.
Uma das formas de se construir o conceito de número é através da recontagem e medição,
sendo que essas atividades surgem através da imitação de outras pessoas ou do ensino explícito.
Segundo as autoras, o contar e o conceito de número são desenvolvidos de forma gradual e espiralada,
sendo que este desenvolvimento vai se tornando mais complexo, o que provoca uma compreensão
maior do número.”
Michelle Francisco de Azevedo e Renata Cristina Geromel Meneghetti, Materiais didáticos
manipuláveis e a resolução de problemas no ensino do número. Dissertação de Mestrado
em Educação Matemática na Contemporaneidade: desafios e possibilidades. p. 3.
48
O NÚMERO 8 (OITO) PODE SER REPRESENTADO NO ÁBACO POR 8 ARGOLAS
NA ORDEM DAS UNIDADES (U).
5. CUBRA OS PONTILHADOS E ESCREVA NAS LINHAS O ALGARISMO E O NÚMERO
POR EXTENSO.
8 8 8 8 8 8
ARTE/ M10
C
8
OITO
D
6. LIGUE O NÚMERO 8 AOS CONJUNTOS QUE TÊM 8 ELEMENTOS.
U
OITO8
ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
Questione os estudantes
sobre a relação do polvo com
o número 8: verifique se eles
associaram ao número de
tentáculos.
Na atividade 5, após o desenvolvimento
da atividade sobre
os tentáculos do polvo, conduza
os alunos a identificação
do número e suas características,
relacionando objeto e
quantidade, e acompanhe o
registro da escrita.
Na atividade 6, solicite
que os estudantes contem
cada grupo de objetos,
façam anotações no
caderno e, em seguida, liguem
cada grupo de objetos ao
número correspondente.
Pergunte:
Quantos grupos não foram
ligados ao número 8?
Havia mais de oito elementos
ou menos de oito elementos
nesses grupos?
8
VICTOR B./ M10
45
FUNDAMENTO PEDAGÓGICO
É também o letramento matemático que assegura aos alunos reconhecer que os conhecimentos
matemáticos são fundamentais para a compreensão e a atuação no mundo e perceber o caráter
de jogo intelectual da matemática, como aspecto que favorece o desenvolvimento do raciocínio
lógico e crítico, estimula a investigação e pode ser prazeroso (fruição).
BNCC – BRASIL, p. 266
49
O NÚMERO 9 (NOVE) PODE SER REPRESENTADO NO ÁBACO POR 9 ARGOLAS
NA ORDEM DAS UNIDADES (U).
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Utilizando os dedos das mãos,
o estudante poderá comparar
quantidades e fazer contagens.
Sugira que os alunos, em
duplas, representem um
número cada um, com os
dedos, e comparem:
Quem pôs o maior número
de dedos?
Quem pôs o menor?
Ao relacionar grupos de objetos
com 9 unidades, pergunte
aos estudantes:
Quantos objetos existem em
cada coleção?
Qual é o número correspondente
à quantidade de cada
objeto?
Atividades 7 a 9
(EF01MA01) Utilizar números
naturais como indicador de
quantidade ou de ordem em
diferentes situações cotidianas
e reconhecer situações em
que os números não indicam
contagem nem ordem, mas
sim código de identificação.
PNA-NUMERACIA
Cada um dos dez algarismos,
incluindo seu traçado e a
quantidade que representa.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Após as atividades 7 e 8,
faça um ditado de números,
usando os dedos das mãos.
Peça aos alunos para ficarem
com as mãos sobre a cabeça,
quando o professor falar o
número, os alunos devem
representá-lo com os dedos
das mãos. Aproveite essa atividade
e questione-os sobre
o número 10, avaliando seu
conhecimento prévio.
7. CUBRA OS PONTILHADOS E ESCREVA NAS LINHAS O ALGARISMO E O NÚMERO
POR EXTENSO.
ARTE/ M10
9
NOVE
8. CIRCULE 9 BORBOLETAS.
46
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
RUTH BLACK/SHUTTERSTOCK
C
D
9NOVE
9 9 9 9 9 9
JOGO
Contagem de grãos
Materiais necessários: dois potes plásticos, um punhado de grãos e um dado.
A atividade consiste em pedir para a criança jogar o dado e ver que número caiu. A criança olha
para o dado e fala qual foi o número que tirou, usando os dedos para contar quantas bolinhas
tinha na face do dado voltada para cima. Em seguida, a criança precisa pegar, em um pote, a
mesma quantidade de grãos que ela tirou no dado. Os grãos coletados devem ser transferidos
para o pote vazio. A brincadeira pode ser simplesmente a de transferir os grãos de um pote
para ou outro até acabar. Mas se tiver mais de uma criança, pode virar um jogo de sorte, em
que ganha quem terminar com o pote mais cheio (os jogadores se revezam e vão enchendo
o pote dependendo do número que tiram no dado a cada rodada).
U
NATHALIA S./ M10
ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10
50
O DEZ
ARTE/ M10
PODEMOS REPRESENTAR O NÚMERO 10 (DEZ) NO ÁBACO COM UMA
ARGOLA NA ORDEM DAS DEZENAS (D).
VOCÊ CONHECE O MATERIAL DOURADO? CADA CUBINHO REPRESENTA
UMA UNIDADE.
A BARRA DO MATERIAL DOURADO TEM 10 CUBOS. A BARRA
DO MATERIAL DOURADO REPRESENTA UMA DEZENA OU DEZ UNIDADES.
10
D U
DEZ
9. CUBRA OS PONTILHADOS E ESCREVA NAS LINHAS OS ALGARISMOS E O NÚMERO
POR EXTENSO.
10 10 10 10 10
10
DEZ
47
ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Chame a atenção dos alunos
para a representação do 10 no
ábaco e associe a escrita com
algarismos: zero (0) conta no
pino das unidades e uma (1)
conta no pino das dezenas. A
dezena como um novo agrupamento
ou uma nova ordem
decimal será apresentada mais
adiante, de modo que não é
preciso insistir nesse conceito
agora. Apenas associe o pino
vazio e o 0 na escrita com o
algarismo.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 9, após o
desenvolvimento da atividade
preparatória com o
ábaco, conduza os alunos a
identificação do número e
suas características, relacionando
objeto e quantidade,
e acompanhe o registro da
escrita.
APOIO PEDAGÓGICO
Leve o Material Dourado para a sala e apresente o cubinho (unidade) e a barrinha (dezena).
Represente alguns números até 10 com o Material Dourado e peça que os alunos identifiquem
o número representado. Depois, fale alguns números de 0 a 10 e peça que os alunos os representem
com as peças do Material Dourado.
Traga cartelas com números de 0 a 10 em cada uma dispostos de maneira desordenada. Entregue
feijões aos alunos e faça um bingo de números.
Monte um cartaz com os números de 0 a 10 para deixar exposto na sala. Peça que registrem
no caderno os números de 0 a 10 e que escrevam os nomes por extenso.
51
10. CONTE OS DEDOS LEVANTADOS DAS MÃOS E LIGUE-AS AO NÚMERO
CORRESPONDENTE.
Atividades 10 a 12
(EF01MA02) Contar de
maneira exata ou aproximada,
utilizando diferentes estratégias
como o pareamento e
outros agrupamentos.
(EF01MA04) Contar a quantidade
de objetos de coleções
até 100 unidades e apresentar
o resultado por registros verbais
e simbólicos, em situações
de seu interesse, como
jogos, brincadeiras, materiais
da sala de aula, entre outros.
PNA-NUMERACIA
Cada um dos dez algarismos,
incluindo seu traçado e a
quantidade que representa.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Antes da realização das atividades
10 e 11, separe a turma
em duplas e brinquem de
2 ou 1.
Faça um de cada vez, ou seja,
quando um colocar a quantidade
nas mãos, o outro dirá
qual o número representado.
Depois, troque a regra,
dizendo que será de 0 a 10,
em vez de 2 ou 1.
Nas atividades 10 e 11, leve
os alunos a perceber que
temos uma contagem de uma
sequência de objetos de 0 a
10. É importante observar se
os alunos:
1. Contam de 0 a 10.
2. Reconhecem e leem
números de 0 a 10.
3. Associam um número
à quantidade correspondente
de itens.
4. Lembram-se da sequência
de números de 0 a 10.
11. CONTE QUANTAS FRUTAS HÁ EM CADA FILEIRA E ESCREVA O NÚMERO
CORRESPONDENTE.
0
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
48
0
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10
FRUTAS: NATHALIA S./ M10
52
12. OBSERVE A IMAGEM:
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
Na atividade 12, conduza o
aluno a observar com atenção
a imagem e fazer a contagem
dos elementos, anotando
com cuidado.
Ao analisarem a imagem,
questione sobre os objetos
existentes e as suas quantidades.
Pergunte:
Há alguma bicicleta na imagem?
Induza a representação correspondente:
0 bicicleta.
VICTOR B./ M10
ESCREVA, COM ALGARISMOS E POR EXTENSO, A QUANTIDADE DE LIVROS,
BONECAS, BOLAS, CADEIRAS E SOFÁS QUE VOCÊ VÊ NA IMAGEM.
LIVRO
SEIS
6
BONECA
3
TRÊS
BOLA
2
DOIS
ILUSTRAÇÕES: VICTOR B./ M10
4
1
CADEIRA
QUATRO
SOFÁ
UM
49
ACOMPANHAMENTO DE APRENDIZAGEM
Para atender possíveis dificuldades individuais dos alunos, mas também para intervenções
coletivas de dificuldades apresentadas por vários alunos, após aprender os números de 1 a 10,
considere que as crianças começam a contar a partir dos 2 ou 3 anos de idade e melhoram
essa habilidade com a idade. Estes jogos on-line para aprender a contar podem ser adequados
para crianças por volta dos 6 anos de idade, quando elas já devem saber o significado e a
utilidade de contar com números.
Sugestão de site com grandes variedades de jogos online. Disponível em: https://www.coquinhos.com/tag/jogos-de-contar/
Acesso em 01 agosto. 2021
53
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Decorem uma caixa para
guardar uma coleção: o aluno
poderá colecionar bolinhas de
gude, botões, tampinhas etc.
Solicite diversas coleções
ao longo do bimestre; ao
final, eles devem trazer os
itens colecionados, realizando
uma exposição.
Construa um gráfico de colunas
na sala de aula e explique
que o preenchimento das
colunas conforme as quantidades
é feito de baixo para cima.
Preencha o gráfico de acordo
com os itens colecionados.
Observe a imagem da atividade
proposta e responda aos
questionamentos da seção
Vamos pensar juntos. Em
seguida, retome a escrita por
extenso dos números de 0 a
20 e registre no caderno.
CONTANDO DE 11 A 20
COLECIONAR PODE SER MUITO LEGAL!
PODEMOS FAZER COLEÇÕES DE SELOS, DE BOLINHAS DE GUDE, DE
FIGURINHAS E DE MUITAS OUTRAS COISAS.
WILLIAM TEM UMA COLEÇÃO DE CARRINHOS.
O ÚLTIMO CARRINHO DA PRATELEIRA É O DE NÚMERO 19 (DEZENOVE).
HOJE ELE GANHOU MAIS 1 CARRINHO.
1
UM
6
SEIS
11
ONZE
16
DEZESSEIS
2
DOIS
7
SETE
12
DOZE
17
DEZESSETE
3
TRÊS
8
OITO
13
TREZE
18
DEZOITO
4
QUATRO
9
NOVE
14
QUATORZE
19
DEZENOVE
?
5
CINCO
10
DEZ
15
QUINZE
VICTOR B./ M10
VAMOS PENSAR JUNTOS
• O QUE VOCÊ GOSTARIA DE COLECIONAR? RESPOSTA PESSOAL.
• ALGUÉM QUE VOCÊ CONHECE TEM UMA COLEÇÃO? RESPOSTA PESSOAL.
• OBSERVE A COLEÇÃO DE WILLIAM: QUE NÚMERO DEVERÍAMOS ESCREVER
EMBAIXO DO CARRINHO QUE ELE GANHOU? 20 (VINTE).
50
FUNDAMENTO PEDAGÓGICO
É possível notar a presença dos números em diversos momentos e situações do nosso cotidiano.
Os números podem ser encontrados como indicadores de quantidade, ordem ou ser
usados em outras situações. Apresentaremos os números como um recurso para a contagem,
enfatizando o nome e a escrita de cada numeral.
Muitas habilidades de numeracia emergem simultaneamente com as habilidades de literacia,
abrindo caminho para competências matemáticas mais complexas que se instalarão depois
mediante instrução formal. A numeracia não se limita à habilidade de usar números para contar,
mas se refere antes à habilidade de usar a compreensão e as habilidades matemáticas para
solucionar problemas e encontrar respostas para as demandas da vida cotidiana.
A PNA recomenda que as práticas de numeracia e o ensino de habilidades de matemática
básica tenham por fundamento as ciências cognitivas.
PNA – BRASIL, 2019, p. 24
54
1. FAÇA A CONTAGEM DO NÚMERO DE OBJETOS NA FIGURA ABAIXO E PINTE OS
RETÂNGULOS DE ACORDO COM A LEGENDA.
MAT_V1_U1_C2I117
OBSERVANDO AS COLUNAS QUE VOCÊ PINTOU, RESPONDA:
A) QUANTOS GUARDA-SÓIS FECHADOS VOCÊ CONTOU? 5
B) QUANTOS BALDINHOS HÁ NESSA PRAIA? 6
C) QUANTOS BARCOS APARECEM NA ILUSTRAÇÃO? 3
D) QUANTOS GUARDA-SÓIS ABERTOS VOCÊ CONTOU? 4
E) QUANTAS PÁS HÁ NESSA PRAIA? 10
F) QUAL OBJETO HÁ EM MAIOR QUANTIDADE? PÁS.
G) QUANTAS LATAS DE LIXO HÁ NESSA PRAIA? 0 (ZERO) LATAS DE LIXO
FUNDAMENTO PEDAGÓGICO
QUANTIDADES NA ILUSTRAÇÃO
Os gráficos de colunas serão formalmente apresentados nas próximas páginas. Queremos
introduzir esse tipo de representação de dados numéricos, além de avaliar os conhecimentos
prévios dos alunos.
Merece destaque o uso de tecnologias – como calculadoras, para avaliar e comparar resultados,
e planilhas eletrônicas, que ajudam na construção de gráficos e nos cálculos das medidas
de tendência central. A consulta a páginas de institutos de pesquisa – como a do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – pode oferecer contextos potencialmente ricos não
apenas para aprender conceitos e procedimentos estatísticos, mas também para utilizá-los
com o intuito de compreender a realidade.
BNCC – BRASIL, p. 274
51
NATHALIA S./ M10
Atividade 1
(EF01MA02) Contar de
maneira exata ou aproximada,
utilizando diferentes estratégias
como o pareamento e
outros Agrupamentos.
(EF01MA03) Estimar e comparar
quantidades de objetos
de dois conjuntos (em
torno de 20 elementos), por
estimativa e/ou por correspondência
(um a um, dois a
dois) para indicar “tem mais”,
“tem menos” ou “tem a mesma
quantidade”.
(EF01MA04) Contar a quantidade
de objetos de coleções
até 100 unidades e apresentar
o resultado por registros verbais
e simbólicos, em situações
de seu interesse, como
jogos, brincadeiras, materiais
da sala de aula, entre outros.
(EF01MA21) Ler dados expressos
em tabelas e em gráficos
de colunas simples.
PNA-NUMERACIA
Contagem de números até
100 (cem).
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Antes de iniciar a atividade 1,
solicite que os alunos, observando
a imagem da atividade,
estimem a quantidade de baldinhos,
barcos etc. sem contar
um a um. Questione-os:
Qual a maior quantidade de
objetos: baldinhos, barcos etc.?
A seguir, o estudante deve
observar atentamente a imagem
da atividade, fazer a contagem
e anotar. Quando terminar
essa contagem, ele deve
pintar a coluna do gráfico de
acordo com os números e a
quantidade de objetos. Explique
as razões para a correspondência
entre o gráfico e
as imagens.
55
Atividades 2 a 5
(EF01MA02) Contar de
maneira exata ou aproximada,
utilizando diferentes estratégias
como o pareamento e
outros Agrupamentos.
(EF01MA03) Estimar e comparar
quantidades de objetos de
dois conjuntos (em torno de
20 elementos), por estimativa
e/ou por correspondência (um
a um, dois a dois) para indicar
“tem mais”, “tem menos” ou
“tem a mesma quantidade”.
(EF01MA04) Contar a quantidade
de objetos de coleções
até 100 unidades e apresentar
o resultado por registros verbais
e simbólicos, em situações
de seu interesse, como
jogos, brincadeiras, materiais
da sala de aula, entre outros.
PNA-NUMERACIA
Contagem de números até
100 (cem).
2. CONTE QUANTOS PONTOS PRETOS HÁ NO TOTAL EM CADA IMAGEM E ESCREVA
COM ALGARISMOS E POR EXTENSO.
A) B)
13 (TREZE) 20 (VINTE)
3. LÉO TEM UMA COLEÇÃO DE TINTAS E, HOJE, RESOLVEU ORGANIZÁ-LA EM
SEQUÊNCIA.
ALGUNS POTINHOS NÃO ESTÃO NUMERADOS. AJUDE LÉO A NUMERÁ-LOS.
0
1
COMPLETE:
4 7
10 14 18 20
A) O CAVALO ESTÁ EM CIMA DO POTE DE NÚMERO 3 .
ARTE/ M10
VICTOR B./ M10
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 2, proponha
aos alunos um momento para
o jogo de dominó, como já
foram apresentadas as regras
anteriormente. Depois, distribua
3 peças aleatoriamente
para os alunos, solicite contarem
as bolinhas totais das
peças e exponha para a turma,
logo poderão fazer a atividade
proposta.
Na atividade 3, pergunte:
Qual número está mais próximo
do avião?
O 4 está localizado entre quais
números? Que objeto está
mais longe do número 20?
Sugestão para conclusão: faça
um cartaz de 0 a 20 e o exponha
na sala.
52
B) A BONECA ESTÁ EM CIMA DOS POTES DE NÚMEROS 16 E 17 .
C) OS NÚMEROS 6 , 7 E 8 ESTÃO ENTRE O
AVIÃO E A CONCHA.
D) OS NÚMEROS DOS POTES AMARELOS SÃO: 5 , 13
E 18 .
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Monte um jogo de tabuleiro com casas numeradas de 1 a 20; utilize um saquinho, em que
haverá a sequência do jogo. Ex.: Vá para a casa 6, volte uma casa, responda ao desafio (pode
ser uma adição simples) etc. O aluno que chegar ao final ganhará.
Crie uma lista de chamada do número 1 ao 20. O professor chamará o número associado a um
aluno, ele deverá anotar o seu número. O professor chamará quatro números: 5, 10, 15 e 20, por
exemplo, e colocará os alunos em fila com seus números em ordem crescente, perguntando:
que número está na frente? Que número está atrás? etc. Mude a posição para lado a lado e
pergunte: quem está mais próximo do número 15?
Uma atividade complementar a ser trabalhada com os estudantes é posicionar objetos numerados
em lugares variados e perguntar – tendo em vista descobrir o número do objeto por
meio de sua localização –, por exemplo: qual é o número do objeto que está mais próximo
da porta da sala de aula?
56
4. OBSERVE A IMAGEM.
AGORA CIRCULE:
A) O NÚMERO MAIS PRÓXIMO DO : 4 0
B) O NÚMERO MAIS PRÓXIMO DA : 10 14
C) O NÚMERO MAIS DISTANTE DA : 0 20
5. COMPLETE A SEQUÊNCIA COM OS NÚMEROS QUE ESTÃO FALTANDO.
A)
B)
C)
0
1 4 7
10 14 18 20
11, 12, 13 , 14, 15 , 16, 17 , 18, 19 , 20.
11, 12 , 13 , 14 , 15, 16 , 17 , 18 , 19.
VICTOR B./ M10
VICTOR B./ M10
VICTOR B./ M10
ILUSTRAÇÕES:VICTOR B./ M10
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 4, pergunte aos
estudantes se sabem contar
até 20. Peça que eles escrevam
os números de 1 a 20 na
imagem, mas oriente-os na
escrita durante a atividade.
Em equipes, brinquem de
boliche. Os alunos deverão
anotar a quantidade de pontos
nas jogadas e adicionar
para obter o resultado por
contagem até 20.
Na atividade 5, verifique se os
alunos conhecem a sequência
numérica a partir de qualquer
número (sem iniciar do 1), ou
seja, se conhecem a sequência
numérica a partir de um
número sem recorrer ao início.
Chame a atenção para a
leitura dos números 16 (dez-e-
-seis), 17 (dez-e-sete), 18 (dez-
-e-oito) e assim por diante.
D)
5, 6, 7 , 8, 9 , 10 , 11, 12 , 13 , 14.
VICTOR B./ M10
11 , 12 , 13, 14 , 15 , 16 , 17, 18 , 19 , 20.
53
APOIO PEDAGÓGICO
Embora o sistema monetário brasileiro seja abordado neste volume em unidades posteriores,
traga, se julgar conveniente, algumas moedas de 1 real e as cédulas de 2, 5, 10 e 20 reais de
brinquedo para que os alunos manipulem e associem com os números de 1 a 20, realizando
contagens. Trabalhe, por exemplo, as equivalências, trocando uma cédula de 20 por 20 moedas
de 1 real, 2 cédulas de 10 reais ou 4 cédulas de 5 reais, decompondo os números.
57
GRÁFICO DE COLUNAS
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Chame a atenção dos estudantes
para a imagem, para
que eles façam a contagem
e anotem:
Peixes amarelos – 12; Caranguejos
– 3.
Quando terminar essa contagem,
oriente-os a pintar as
colunas do gráfico de acordo
com a quantidade e os tipos
de animais marinhos.
Dados podem ser coletados e
organizados vertical ou horizontalmente.
O gráfico de colunas com as
imagens ajuda o aluno na
interpretação dos dados:
• contar e encontrar o número
de cada categoria de itens;
• comparar duas ou mais coleções
de elementos, usando os
termos ”mais do que”, “menos
do que”, “mais” e “menos”.
O OCEANO ESTÁ CHEIO DE SERES VIVOS.
OBSERVE A ILUSTRAÇÃO DE ALGUNS ANIMAIS QUE VIVEM NO MAR.
O GRÁFICO DE COLUNAS A SEGUIR MOSTRA QUANTOS ANIMAIS MARINHOS
DE CADA TIPO PODEM SER CONTADOS NA ILUSTRAÇÃO ACIMA.
12
11
10
9
8
7
6
5
4
3
2
1
ANIMAIS MARINHOS
NATHALIA S./ M10
54
FUNDAMENTO PEDAGÓGICO
O trabalho com tabelas e gráficos contribui para o desenvolvimento da capacidade de tratar
e analisar diversas informações, sendo reconhecida como uma importante ferramenta para
todas as áreas do conhecimento e contribui para o desenvolvimento da 6ª Competência
Específica de Matemática:
Enfrentar situações-problema em múltiplos contextos, incluindo-se situações imaginadas, não
diretamente relacionadas com o aspecto prático-utilitário, expressar suas respostas e sintetizar
conclusões, utilizando diferentes registros e linguagens (gráficos, tabelas, esquemas, além
de texto escrito na língua materna e outras linguagens para descrever algoritmos, como fluxogramas,
e dados).
BNCC – Brasil, 2018 p. 267.
58
1. OBSERVE A ILUSTRAÇÃO A SEGUIR. DEPOIS, FAÇA O QUE SE PEDE.
NATHALIA S./ M10
Atividade 1
(EF01MA21) Ler dados
expressos em tabelas e em
gráficos de colunas simples.
A) PINTE OS RETÂNGULOS NO GRÁFICO DE COLUNAS PARA INDICAR AS
QUANTIDADES IDENTIFICADAS NA FIGURA.
10
9
8
7
6
5
4
3
2
1
O FUNDO DO MAR
B) OBSERVE O GRÁFICO ACIMA PARA RESPONDER:
PNA-NUMERACIA
Contextualização de quantidades
em contagens de dinheiro,
pessoas e objetos em geral.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 1, chame a atenção
dos estudantes para a
imagem, para que façam a
contagem e anotem: Conchas
abertas – 4; Conchas
fechadas – 3; Estrelas-do-mar
– 5. Quando terminar essa
contagem, oriente-os a pintar
as colunas do gráfico de
acordo com os números de
conchas e estrelas-do-mar.
Façam a análise da imagem e
preencham o gráfico.
• QUANTAS SÃO AS ? 4
• QUANTAS SÃO AS ? 5
• QUANTAS SÃO AS ? 3
• QUANTAS HÁ A MAIS QUE ? 1
55
PARA AMPLIAR
Sugerimos um site que cria gráficos online, atentando-se ao tipo de gráfico de colunas simples,
conforme a solicitação da habilidade na BNCC; segue o tutorial de como construir e utilizar
a ferramenta.
Crie belos Gráficos Grátis
Segue uma sugestão de site que permite a construção de infográficos e um vídeo tutorial que
ensina a trabalhar com o mesmo.
Gráfico online - https://infogram.com/pt/templates#infographics
Vídeo - https://www.youtube.com/watch?v=_1UhmwfuELk
59
Atividade 2
(EF01MA02) Contar de
maneira exata ou aproximada,
utilizandodiferentes estratégias,
como o pareamento e
outros agrupamentos.
(EF01MA04) Contar a quantidade
de objetos de coleções
até 100 unidades e apresentar
o resultado por registros verbais
e simbólicos, em situações
de seu interesse, como
jogos, brincadeiras, materiais
da sala de aula, entre outros.
2. SOFIA, GUILHERME E BÁRBARA ESTÃO BRINCANDO DE PEGAR CONCHAS. QUEM
ENCONTRAR MAIS CONCHAS SERÁ O CAMPEÃO.
PNA-NUMERACIA
Contextualização de quantidades
em contagens de dinheiro,
pessoas e objetos em geral.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 2, oriente os
alunos a traçar o caminho de
cada criança até o castelo de
areia, contando a quantidade
de conchas que cada uma
pegou, e, na sequência, responder
às questões.
Proponha a construção do
gráfico no caderno, utilizando
malha quadriculada, representando
as colunas do gráfico.
Colorir conforme as respostas
da atividade.
56
BÁRBARA SOFIA GUILHERME
RESPONDA:
A) QUANTAS CONCHAS CADA UM PEGOU?
BÁRBARA: 9
SOFIA: 9
GUILHERME: 11
B) QUEM FOI O CAMPEÃO? GUILHERME.
VICTOR B./ M10
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Um quiz online referente aos gráficos de colunas simples.
A proposta é avaliar a intepretação e leitura gráfica da criança, com diversas situação-problema.
Promover a atividade em duplas com o tablet ou na sala de informática. Disponível em:
https://wordwall.net/pt/resource/14455817/atividade-complementar-6-ano-pet-i-semana-4
60
SEQUÊNCIAS
DURANTE AS FÉRIAS, ROBERTO E LARA AJUDARAM SUA TIA ROSE A
CUIDAR DO JARDIM PLANTANDO ALGUMAS FLORES. ROSE REGISTROU COM
FOTOGRAFIAS O QUE ACONTECEU EM DIVERSOS MOMENTOS.
PORÉM, AO RECEBEREM AS FOTOS, PERCEBERAM QUE ELAS ESTAVAM TODAS
FORA DE ORDEM. OBSERVE:
3 4
1 2
VAMOS PENSAR JUNTOS
PRIMEIRO PLANTARAM
• QUAL ATIVIDADE AS CRIANÇAS FIZERAM PRIMEIRO? AS SEMENTES.
• NUMERE CADA FOTOGRAFIA DE ACORDO COM A ORDEM EM QUE ELAS
FORAM TIRADAS PELA TIA DE ROBERTO E LARA.
FUNDAMENTO PEDAGÓGICO
Encaminhe o aluno para a reflexão sobre a construção de sequências, observação de atributos
dos objetos e busca de argumentação.
Para esse desenvolvimento, é necessário que os alunos identifiquem regularidades e padrões de
sequências numéricas e não numéricas, estabeleçam leis matemáticas que expressem a relação de
interdependência entre grandezas em diferentes contextos, bem como criar, interpretar e transitar
entre as diversas representações gráficas e simbólicas, para resolver problemas por meio de equações
e inequações, com compreensão dos procedimentos utilizados.
BNCC – BRASIL, p. 270
ILUSTRAÇÕES: VICTOR B./ M10
57
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Assista com os alunos ao vídeo
“Plant Time Lapse”,disponível
em: <https://www.youtube.
com/user/lgolden56/search?-
query=plant+time+lapse>.
Enfatize que existe uma
sequência para os acontecimentos,
com começo, meio
e fim.
Os números também podem
ser organizados em uma
sequência obedecendo a
uma regra ou padrão.
Conte uma história curta, toda
fora de ordem, e peça aos
alunos que a recontem na
ordem correta, identificando
início, meio e fim.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Neste tópico, os estudantes
identificarão as representações
de padrões em sequências
por meio da linguagem
numérica e do uso de imagens
para identificação indutiva
do padrão de sequências.
Investigue com os alunos
o que eles entendem
por sequências e regras.
Apresente uma sequência
de desenhos (triângulo, quadrado,
triângulo, quadrado…)
e peça que comentem as
regras observadas. Solicite aos
alunos que identifiquem cada
desenho com um número e
enfatize que as sequências
podem ser numéricas: 1, 2, 3,
4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11 ...
61
Atividades 1 a 3
(EF01MA01) Utilizar números
naturais como indicador de
quantidade ou de ordem em
diferentes situações cotidianas
e reconhecer situações em
que os números não indicam
contagem nem ordem, mas
sim código de identificação.
(EF01MA09) Organizar e
ordenar objetos familiares
ou representações por
figuras, por meio de
atributos, tais como cor,
forma e medida.
(EF01MA10) Descrever,
após o reconhecimento
e a explicitação de um
padrão (ou regularidade),
os elementos ausentes em
sequências recursivas de
números naturais, objetos
ou figuras.
1. NUMERE CADA FIGURA DE ACORDO COM A ORDEM DOS ACONTECIMENTOS.
A)
B)
C)
4 1 2 3
3 1 2
2 3 1
2. MARIA E JOANA ESTÃO FAZENDO PULSEIRAS. DESCUBRA O PADRÃO, DESENHE
E PINTE AS FIGURAS RESPEITANDO O PADRÃO DA SEQUÊNCIA DAS CORES,
AJUDANDO A FAZER UMA PULSEIRA PARA AS MENINAS.
ILUSTRAÇÕES: VICTOR B./ M10
ILUSTRAÇÕES: VICTOR B./ M10
ILUSTRAÇÕES: VICTOR B./ M10
PNA-NUMERACIA
Identificação e continuação
de sequências, resolução de
quebra-cabeças e labirintos.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 1, observe as
imagens com os estudantes
e numere cada quadro
de acordo com a ordem dos
acontecimentos. Mostre um
semáforo com a sua sequência
de cores. Traga para sala
esse exemplo como padrão
de segurança: sabemos o que
esperar, ou seja, qual é a cor
seguinte e o que ela significa.
Faça as atividades 2 e 3
observando os padrões (cores
e formas).
58
ILUSTRAÇÕES: VICTOR B./ M10
VERDE
AZUL
AZUL
VERDE
LARANJA
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Use clipes coloridos para fazer com os alunos uma corrente de clipes com uma sequência
de cores. Enquanto constroem a corrente juntos, combine com os alunos como devem ser
organizadas as cores para que realmente seja considerada uma sequência. Introduza o termo
“padrão” por meio de um padrão de cores construído com eles.
62
3. PINTE OS QUADRADINHOS DE ACORDO COM O PADRÃO EM CADA LINHA.
NÚMERO ORDINAL
OBSERVE O EDIFÍCIO E O PAINEL DO ELEVADOR.
FRANS BLOK/SHUTTERSTOCK
CORES PARA A RESPOSTA:
• 1 ª LINHA: AZUL, VERMELHO, AZUL, VERMELHO E ASSIM POR DIANTE, ATÉ O FINAL DA LINHA.
• 2 ª LINHA: VERDE, AMARELO, VERDE, AMARELO E ASSIM POR DIANTE, ATÉ O FINAL DA LINHA.
• 3 ª LINHA: VERMELHO, AZUL, VERMELHO E ASSIM POR DIANTE, ATÉ O FINAL DA LINHA.
• 4 ª LINHA: VERDE, AMARELO, VERDE, AMARELO E ASSIM POR DIANTE, ATÉ O FINAL DA LINHA.
• 5 ª LINHA: AZUL, VERMELHO, AZUL, VERMELHO E ASSIM POR DIANTE, ATÉ O FINAL DA LINHA.
• 6 ª LINHA: VERDE, AMARELO, VERDE, AMARELO E ASSIM POR DIANTE, ATÉ O FINAL DA LINHA.
CLAUDIO DIVIZIA/ SHUTTERSTOCK.COM
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
Após a atividade 3, apresente
uma sequência de
cores ou desenhos e peça
que os estudantes comentem
as regras observadas.
Solicite aos alunos que identifiquem
cada desenho com
um número e enfatize que as
sequências podem ser indicadas
pelos números ordinais: 1º.,
2º., 3º., 4º., 5º., 6º., 7º., 8º., 9º ...
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Explique que os números
podem indicar ordem.
Leve diferentes figuras
e numere-as de 1 a 10.
Embaralhe as figuras e peça
aos alunos para colocar em
ordem numérica. Assim que
estiverem na ordem, faça as
perguntas: Qual é a 1ª figura?
Qual é a 4ª figura?
Qual é a última figura?
NA RECEPÇÃO DO EDIFÍCIO, ENCONTRAMOS UMA LISTA COM A INDICAÇÃO
DO ANDAR DE CADA MORADOR.
59
ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM
Se o aluno apresentar alguma dificuldade, faça uma breve revisão, apresentando outros tipos
de sequências de histórias com imagens (sequência temporal) e sequências de cores em forma
de fichinhas (sequência lógica), para que organizem a partir de uma sequência. Separe um
momento da aula para a socialização entre os alunos, em que mostrem a lógica dos acontecimentos
e verbalizem o que entenderam. Disponibilize também alguns cartazes com sequências
de cores para que descubram o padrão. Intitule este momento como “descobrindo os
segredinhos de uma sequência.” Pensando-se em um plano vertical de ensino e de aprendizagem,
compreende-se a importância da compreensão dos padrões observados e na descrição
dessas regularidades para aprendizagens futuras.
63
OBSERVE A TABELA QUE INDICA O ANDAR EM QUE CADA CRIANÇA MORA:
Atividades 4 a 6
(EF01MA01) Utilizar números
naturais como indicador de
quantidade ou de ordem em
diferentes situações cotidianas
e reconhecer situações em
que os números não indicam
contagem nem ordem, mas
sim código de identificação.
PNA-NUMERACIA
Identificação e continuação
de sequências, resolução de
quebra-cabeças e labirintos.
MEU PRÉDIO
MORADORES ANDARES
JÚLIA 1 O ANDAR
CLARA 2 O ANDAR
SOFIA 3 O ANDAR
GUILHERME 4 O ANDAR
LÉO 5 O ANDAR
GUSTAVO 6 O ANDAR
MELISSA 7 O ANDAR
LAURA 8 O ANDAR
JUCA 9 O ANDAR
PAULO 10 O ANDAR
AS POSIÇÕES
1 O (PRIMEIRO),
2 O (SEGUNDO),
3 O (TERCEIRO),
4 O (QUARTO),
5 O (QUINTO),
6 O (SEXTO),
7 O (SÉTIMO),
8 O (OITAVO),
9 O (NONO) E
10 O (DÉCIMO)
INDICAM A ORDEM DOS
ANDARES. POR ISSO SÃO
CHAMADOS DE NÚMEROS
ORDINAIS.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na sequência, desenvolva a
atividade 4.
Investigue com os alunos
as sequências de números
ordinais apresentadas nas
atividades 4, 5 e 6. Apresente
outras sequências que
os estimulem a identificar
a posição dos elementos.
Solicite aos alunos que identifiquem
cada elemento com
um número ordinal e enfatize
que as sequências podem ser:
1º., 2º., 3º., 4º., 5º., 6º., 7º., 8º., 9º ...
4. CIRCULE O ANIMAL DE ACORDO COM A INFORMAÇÃO DADA. CONTE DA
ESQUERDA PARA A DIREITA.
PRIMEIRO
4 O
SÉTIMO
TERCEIRO
10 O
ILUSTRAÇÕES: VICTOR B./ M10
60
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
JOGO COM SEQUÊNCIA DE CORES
Prepare uma tira de cartolina contendo vários círculos desenhados e pintados apresentando
um padrão na sequência das cores. Ponha essa tira sobre uma mesa e uma fila de copos descartáveis
acompanhando o comprimento da tira de cartolina. Prepare bolinhas feitas com
papéis coloridos contendo as mesmas cores que você usou para pintar os círculos da tira de
cartolina. Posicione os alunos a uma distância que dê para jogar as bolinhas para dentro dos
copinhos descartáveis. Os alunos deverão segurar as bolinhas nas mãos, e dado um sinal, jogarão
as bolinhas em direção aos copinhos com as mesmas cores contidas na tira apresentada.
Para cada dupla de alunos, troque a tira da sequência por outra, feita com as mesmas cores,
mas com padrão diferente.
64
5. PINTE OS CÍRCULOS NAS POSIÇÕES INDICADAS NOS LÁPIS DE CERA, COM A COR
DO LÁPIS. CONTE AS POSIÇÕES DA ESQUERDA PARA A DIREITA.
ILUSTRAÇÕES: VICTOR B./ M10
8 o 7 o
5 o
3 o
6 o
4 o
AZUL
5 o
VERMELHO
4 o
6 o
AMARELO
3 o
7 o
4 o E 7 o
AMARELO
1 o , 3 o E 5 o
2 o , 6 o E 8 o
AMARELO
VERMELHO
AMARELO
6. A PROFESSORA DE EDUCAÇÃO FÍSICA FEZ UMA CORRIDA DIFERENTE. FOI MUITO
DIVERTIDA! MARCELA CHEGOU EM PRIMEIRO LUGAR.
OBSERVE A POSIÇÃO DE CADA UM NA CORRIDA E COMPLETE OS ESPAÇOS EM
BRANCO NAS CAMISETAS COM NÚMEROS ORDINAIS.
2 o
VERMELHO
AZUL AMARELO AZUL AZUL
VERMELHO
1 o
ILUSTRAÇÕES: VICTOR B./ M10
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
Peça aos alunos que observem
atentamente a imagem
na atividade 5 e pintem os
círculos nas posições indicadas
pelos lápis de cera.
Após a realização da atividade
6, monte um circuito
de atividades na quadra
(pular no bambolê, pular
corda, corrida de saco etc.).
Faça uma pequena competição
entre as crianças.
No final, registre na lousa, por
atividade, a posição de cada
um: 1º lugar, 2º lugar, 3º, 4º ...
Cores para a resposta:
• 5ª. bolinha da 1ª. linha: azul
• 4ª. bolinha da 2ª. linha: vermelha;
• 6ª. bolinha da 2ª. linha: amarela.
• 3ª. bolinha da 3ª. linha:
amarela;
• 7ª. bolinha da 3ª. linha: vermelha.
• 4ª. e 7ª. bolinhas da 4ª. linha:
vermelhas;
• 1ª., 3ª. e 5ª. bolinhas da 4ª.
linha: amarelas;
• 2ª. , 5ª. e 8ª. bolinhas da 4ª.
linha: azuis.
61
65
O QUE APRENDI NESSE CAPÍTULO
Atividade 1
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante: Utiliza
números naturais como
indicador de quantidades.
Conta de maneira exata utilizando
diferentes estratégias.
Relaciona números naturais
com quantidades.
Atividade 2
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante: Utiliza
números naturais como
indicador de quantidades em
diferentes situações cotidianas.
Conta de maneira exata utilizando
diferentes estratégias.
1. LIGUE A QUANTIDADE DE FRUTAS EM CADA PRATO COM O
NÚMERO CORRESPONDENTE.
2. AS IMAGENS MOSTRAM UM CAVALO, UM GATO, UM CACHORRO, UM PATO, UMA
VACA E UM PÁSSARO. OS PÁSSAROS TÊM PÉS E OS OUTROS ANIMAIS TÊM PATAS.
PUAYPUAY/ SHUTTERSTOCK
TN-PRINTS/ SHUTTERSTOCK
TOTALLYJAMIE/ SHUTTERSTOCK
SPREADTHESIGN/ SHUTTERSTOCK
TARTILA/ SHUTTERSTOCK
CURIOSITY/ SHUTTERSTOCK
RESPONDA:
A) QUANTOS ANIMAIS HÁ NA IMAGEM?
6 ANIMAIS
B) QUAL É O NÚMERO TOTAL DE PÉS E PATAS DESSES ANIMAIS?
20
62
TABELA DE REGISTRO DE ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM
Nº de chamada
Atividade
1
Atividade
2
Atividade
3
Atividade
4
Atividade
5
Atividade
6
S P I S P I S P I S P I S P I S P I
1
2
3
4
S – (SATISFATÓRIO) -Alcançou satisfatoriamente o objetivo. P – (PARCIAL) -Alcançou parcialmente o objetivo.
I – (INSATISFATÓRIO)-Não alcançou o objetivo.
ENCAMINHAMENTO:
Aos estudantes que apresentarem dificuldades na avaliação, com muitos resultados parciais e insatisfatórios,
utilize atividades complementares de revisão e aprofundamento que reforçam os conceitos do
capítulo, referentes às evidências listadas.
66
3. ESCREVA O NÚMERO QUE REPRESENTA A QUANTIDADE DE BRINQUEDOS.
9
HAPPYPICTURES/ SHUTTERSTOCK
Atividade 3
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante: Utiliza
números naturais como
indicador de quantidades em
diferentes situações cotidianas.
Conta de maneira exata utilizando
diferentes estratégias.
12
SERGEY MASTEPANOV/ SHUTTERSTOCK
POR TARTILA/ SHUTTERSTOCK
17
63
ENCAMINHAMENTO
Aos estudantes que apresentarem dificuldades na avaliação, com muitos resultados parciais e
insatisfatórios, utilize atividades complementares de revisão e aprofundamento que reforçam
os conceitos do capítulo, referentes às evidências listadas.
67
4. OBSERVE OS ANIMAIS NA CENA:
Atividade 4
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante: Lê
dados expressos em tabelas
e em gráficos de colunas
simples.
Conta de maneira exata utilizando
diferentes estratégias.
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
A) PINTE OS RETÂNGULOS NO GRÁFICO DE COLUNAS PARA INDICAR AS
QUANTIDADES DE ANIMAIS NA FIGURA.
10
9
8
7
6
5
4
3
2
1
ANIMAIS
B) QUANTOS ANIMAIS HÁ AO TODO? 18 ANIMAIS
C) QUANTOS CACHORROS HÁ A MAIS DO QUE PÁSSAROS? 2 CACHORROS
D) QUANTOS GATOS HÁ A MENOS DO QUE CACHORROS? 4 GATOS
64
68
5. NUMERE CADA FIGURA DE ACORDO COM A ORDEM DOS ACONTECIMENTOS,
SENDO A PRIMEIRA COM O NÚMERO 1 E A ÚLTIMA COM O NÚMERO 3.
A)
3 1 2
B)
2 3 1
6. A IMAGEM APRESENTA OS CARROS SE APROXIMANDO DA LINHA DE CHEGADA
DE UMA CORRIDA.
OBSERVE A POSIÇÃO DE CADA UM E ESCREVA OS NÚMEROS ORDINAIS DE
ACORDO COM A POSIÇÃO QUE CADA CARRO SE ENCONTRA NESSE MOMENTO.
FOXYIMAGE/ SHUTTERSTOCK
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
Atividade 5
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Ordena e numera cada quadro
de acordo com a ordem
dos acontecimentos.
Atividade 6
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Ordena objetos por meio de
atributos como cor.
Utiliza números naturais para
indicar ordem em diferentes
situações cotidianas.
TRONIN ANDREI/ SHUTTERSTOCK
7 o 6 o 5 o 4 o 3 o 2 o 1 o
A) CIRCULE O CARRO QUE ESTÁ EM PRIMEIRO LUGAR.
B) ESCREVA A POSIÇÃO DO CARRO VERDE.
5 o LUGAR
C) ESCREVA A POSIÇÃO DO CARRO QUE ESTÁ ENTRE O CARRO LARANJA E O
VERDE.
4 o LUGAR
65
69
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Distribua 15 palitos por criança
e 1 elástico. Os alunos separarão
as quantidades, conforme
o comando do professor, até
chegar a 10 unidades. Peça
para amarrarem 10 palitos
com um elástico ou barbante
e explique que os 10 palitos,
juntos, formam uma dezena
(ou dez). Pergunte:
Quantos palitos são necessários
para formar uma dezena?
Como são chamados os palitos
que ficam soltos?
Sugestões: use o Material Dourado
para a atividade acima.
Utilize também o ábaco
para auxiliar na explicação,
se necessário.
Embora o sistema monetário
brasileiro seja abordado
neste volume em unidades
posteriores, traga, se julgar
conveniente, algumas moedas
de 1 real e as cédulas de 2,
5 e 10 reais de brinquedo para
que os alunos manipulem e
associem com os números
de 1 a 10, realizando contagens.
Peça aos alunos para
abrirem as duas mãos e pergunte
a eles quantos dedos
têm? Responderão 10. Nesse
momento, mostre que cada
grupo de 10 unidades recebe
o nome de dezena. Chame
atenção para a representação
do número 10, em que o
zero (0) representa zero unidades
e o 1 representa uma
dezena. O aluno conta até
10, mas aqui ele deverá compreender
a dezena como um
agrupamento de 10 unidades
e a notação posicional: o algarismo
1 na ordem das dezenas
não representa mais uma
unidade, mas dez unidades,
ou uma dezena.
UNIDADES E DEZENAS
A PROFESSORA ENTREGOU PARA OS ALUNOS DO 1 O ANO ALGUNS CUBOS
DE MATERIAL DOURADO.
ELES ESTÃO ORGANIZANDO OS CUBOS PARA DESCOBRIR QUEM TEM
UMA DEZENA (10 UNIDADES).
66
3
A
EU TENHO
10 UNIDADES.
ENTÃO EU
TENHO 1
DEZENA.
FUNDAMENTO PEDAGÓGICO
DEZENA
FALTAM
3 UNIDADES
PARA
COMPLETAR
10. ENTÃO EU
NÃO TENHO 1
DEZENA.
10 UNIDADES
CORRESPONDEM
A 1 DEZENA.
A unidade temática Números tem como finalidade desenvolver o pensamento numérico, que
implica o conhecimento de maneiras de quantificar atributos de objetos e de julgar e interpretar
argumentos baseados em quantidades. No processo da construção da noção de número, os alunos
precisam desenvolver, entre outras, as ideias de aproximação, proporcionalidade, equivalência
e ordem, noções fundamentais da Matemática. Para essa construção, é importante propor, por
meio de situações significativas, sucessivas ampliações dos campos numéricos. No estudo desses
campos numéricos, devem ser enfatizados registros, usos, significados e operações.
BNCC-BRASIL, p. 268
70
NATHALIA S./ M10
NO MATERIAL DOURADO, CADA
CORRESPONDE A UMA UNIDADE.
UM CONJUNTO DE 10 UNIDADES FORMA UMA DEZENA (D).
→
C D U C
PODEMOS AGRUPAR MAIS DE UMA DEZENA. OBSERVE:
DUAS DEZENAS
VAMOS PENSAR JUNTOS
• DUAS DEZENAS TÊM QUANTAS UNIDADES? 20 UNIDADES.
• TRINTA UNIDADES CORRESPONDEM A QUANTAS DEZENAS? 3 DEZENAS.
• QUANTAS DEZENAS ESTÃO REPRESENTADAS NO ÁBACO? 4 DEZENAS.
D
U
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
Apresente ao aluno o material
dourado e explique que
os cubinhos/quadradinhos na
notação simplificada representam
as unidades e as barrinhas
representam as dezenas. Peça
que os alunos representem
com o Material Dourado, em
suas mesas, os números que
serão ditados:
1. O número 20;
2. O número 30;
3. O número 32.
Pergunte:
Qual número tem unidades?
Dinamize os questionamentos
da seção Vamos pensar juntos.
Leve para sala de aula o
ábaco para mostrar que cada
grupo de 10 unidades forma
uma dezena, dois grupos de 10
unidades formam duas dezenas…
e assim sucessivamente.
Pergunte:
Em 50 unidades há quantas
dezenas?
C
D
U
67
FUNDAMENTO PEDAGÓGICO
Para orientar o estudo dos números nas séries iniciais do Ensino Fundamental, a BNCC recomenda:
Nessa fase espera-se também o desenvolvimento de habilidades no que se refere à leitura, escrita
e ordenação de números naturais e números racionais por meio da identificação e compreensão
de características do sistema de numeração decimal, sobretudo o valor posicional dos algarismos.
BNCC-BRASIL, p. 269
PARA AMPLIAR
No site sugerido você encontrará modelos de jogos para trabalhar com os alunos o conceito
da dezena. Disponível em:
https://wordwall.net/pt-br/community/dezenas-e-unidade Acesso em 28 jul. 2021
71
Atividades 1 a 4
(EF01MA02) Contar de
maneira exata ou aproximada,
utilizando diferentes estratégias,
como o pareamento e
outros agrupamentos.
(EF01MA03) Estimar e comparar
quantidades de objetos
de dois conjuntos (em
torno de 20 elementos), por
estimativa e/ou por correspondência
(um a um, dois a
dois) para indicar “tem mais”,
“tem menos” ou “tem a mesma
quantidade”.
(EF01MA04) Contar a quantidade
de objetos de coleções
até 100 unidades e apresentar
o resultado por registros verbais
e simbólicos, em situações
de seu interesse, como
jogos, brincadeiras, materiais
da sala de aula, entre outros.
PNA - NUMERACIA
Representação concreta e
verbal de raciocínios.
Contextualização de quantidades
em contagens de dinheiro,
pessoas e objetos em geral.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Sugira aos estudantes:
Atividade 1: adicione as
quantidades de lápis e ligue
quando formar um conjunto
de 10 (uma dezena).
Atividade 2: complete pintando
os triângulos até formar
uma dezena.
1. LIGUE CADA UM DOS CONJUNTOS DE LÁPIS DA ESQUERDA A UM CONJUNTO DE
LÁPIS DA DIREITA PARA FORMAR UMA DEZENA.
2. PINTE UMA DEZENA DE TRIÂNGULOS E COMPLETE A FRASE ABAIXO.
68
PINTEI 10 TRIÂNGULOS, OU SEJA, PINTEI UMA DEZENA DE TRIÂNGULOS.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Separe a turma em grupos e entregue um potinho com grãos de feijão, ou milho, ou ervilha
e alguns palitos de picolé. Peça que os alunos comecem a contar os grãos e todas as vezes
que chegarem ao 10, deverão separar um palito de picolé. Desse modo, os palitos de picolés
começarão a representar as dezenas.
Em seguida, pergunte:
- Quantas dezenas podem ser formadas com essa quantidade de grãos? O grupo responderá
contando os palitos, pois eles representam as dezenas completas a partir dos grãos que
foram contados.
- Se nós estamos chamando os palitos de dezenas, os grãos estão representando o que? Sim,
as unidades. Então, agora faremos um ditado mudo de dezenas e unidades. Vou escrever os
números na lousa e vocês representarão sobre a mesa com os palitos representando as dezenas
e os grãos representando as unidades.
ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10 ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10
72
3. CONTE QUANTAS DEZENAS DE DEDOS VOCÊ VÊ NA IMAGEM.
2 DEZENAS DE DEDOS
SYDA PRODUCTIONS/ SHUTTERSTOCK
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Ressalte ao aluno que na atividade
3, faça a contagem e
circule os dedos de 10 em 10;
e na atividade 4, observe as
imagens e desenhe os elementos
faltantes até completar
10 elementos (uma dezena).
4. DESENHE OS CÍRCULOS E OS QUADRADOS QUE FALTAM PARA SE OBTER UMA
DEZENA EM CADA ITEM. DESCREVA PARA UM COLEGA A ESTRATÉGIA QUE VOCÊ
UTILIZOU PARA COMPLETAR AS FIGURAS QUE ESTÃO FALTANDO.
A)
B)
69
ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM
Para reorientar a aprendizagem do aluno que apresentar alguma dificuldade no princípio da
contagem e formação da dezena, a composição do agrupamento de dez (base decimal) pode
ter como ponto de partida os dez dedos das mãos. Peça ao aluno para desenhar o contorno
das mãos na folha do caderno (auxilie-o na mão que precisar para fazer o contorno dos dedos)
e contar quantos dedos tem em cada mão. E nas duas mãos? Faça em seguida o contorno
da sua mão também, conte junto com ele os dedos e compare a contagem dos seus dedos
com a contagem dos dedos dele. Se for necessário, use também representações por meio de
desenhos, por estarem mais próximas a maneira como os alunos nessa fase expressam suas
aprendizagens. É possível estabelecer relações entre quantidades de desenhos, dedos ou outros
materiais de contagem para auxiliá-lo a estruturar o conceito da dezena.
73
AGRUPAMENTO DE DEZENAS
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Distribua palitos de sorvete
para os estudantes formarem
grupos de dezenas.
Entregue 47 palitos para cada
grupo e desafie-os a formar
o maior número possível de
dezenas e amarrar com elástico.
Questione:
Quantas dezenas foram formadas?
Sobraram unidades que não
completaram uma dezena?
Solicite aos alunos que representem
esse número no ábaco
e com as peças do Material
Dourado.
Embora o sistema monetário
brasileiro seja abordado
neste volume em unidades
posteriores, traga, se julgar
conveniente, algumas moedas
de 1 real e as cédulas de 2,
5, 10 e 20 reais de brinquedo
para que os alunos manipulem
e associem-nas com os
agrupamentos de dezenas.
Trabalhe, por exemplo, a composição
e a decomposição
das dezenas exatas, trocando
uma cédula de 20 reais por 2
de 10 reais.
Pergunte:
Em um agrupamento de 4
dezenas há quantas unidades?
Quantas dezenas e quantas
unidades há em uma caixa
com 35 peras?
Em 46 cenouras, quantas unidades
faltam para completar
5 dezenas?
Amplie o debate com as perguntas
da seção Vamos pensar
juntos.
JOSIAS TEM 34 CENOURAS NA QUITANDA.
PARA VENDÊ-LAS, ELE ORGANIZOU-AS DA SEGUINTE MANEIRA:
34
OS NÚMEROS 10, 20 E 30 CORRESPONDEM A UMA DEZENA, DUAS DEZENAS E
TRÊS DEZENAS, RESPECTIVAMENTE.
70
PODEMOS
JUNTAR
VÁRIAS
DEZENAS!
VAMOS PENSAR JUNTOS
3 DEZENAS E...
...4 UNIDADES É IGUAL A 34.
• QUANTAS DEZENAS DE CENOURAS JOSIAS TEM NA QUITANDA? 3 DEZENAS.
• É POSSÍVEL FORMAR 4 DEZENAS COM AS 34 CENOURAS? NÃO.
• SE JUNTARMOS 10 UNIDADES DE CENOURAS COM 30 UNIDADES, TEREMOS
QUANTAS DEZENAS? 4 DEZENAS.
APOIO PEDAGÓGICO
As crianças normalmente, têm o desejo de ver ou saber algo novo, diferente. Isso pode levá-las
a procurar, descobrir, refletir e aprender. Use em seu ensino objetos ou estratégias que despertem
e satisfaça a curiosidade matemática. Faça perguntas e com elas, disponibilize materiais
manipuláveis, pois auxiliam o desenvolvimento do pensamento e tornam o processo do
aprender voltados para a compreensão. O conceito de agrupamento de dezenas é um tema
matemático especialmente compreendido com o uso de materiais manipuláveis.
10
10
10
NATHALIA S./ M10
74
1. ESCREVA O NÚMERO QUE REPRESENTA A QUANTIDADE DE LÁPIS E COMPLETE AS
LACUNAS CONFORME O EXEMPLO.
C)
A)
B)
1 DEZENA E 5 UNIDADES
1 DEZENA E 2 UNIDADES
9 UNIDADES
D)
E)
1 DEZENA E 4 UNIDADES
1 DEZENA E 3 UNIDADES
2 DEZENAS
2. SIGA O EXEMPLO PARA LIGAR AS QUANTIDADES AOS VALORES CORRETOS:
VICTOR B./ M10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
VICTOR B./ M10
15 14
VICTOR B./ M10
12
VICTOR B./ M10
9 20
1 DEZENA E 3 UNIDADES
1 DEZENA E 5 UNIDADES
1 DEZENA E 1 UNIDADE
1 DEZENA E 7 UNIDADES
2 DEZENAS
1 DEZENA E 6 UNIDADES
FUNDAMENTO PEDAGÓGICO
A aprendizagem em Matemática está intrinsecamente relacionada à compreensão, ou seja, à
apreensão de significados dos objetos matemáticos, sem deixar de lado suas aplicações. Os significados
desses objetos resultam das conexões que os alunos estabelecem entre eles e os demais componentes,
entre eles e seu cotidiano e entre os diferentes temas matemáticos.
BNCC-BRASIL, p.276
13
71
VICTOR B./ M10
VICTOR B./ M10
VICTOR B./ M10
Atividades 1 e 2
(EF01MA02) Contar de
maneira exata ou aproximada,
utilizando diferentes estratégias,
como o pareamento e
outros agrupamentos.
(EF01MA03) Estimar e comparar
quantidades de objetos
de dois conjuntos (em
torno de 20 elementos), por
estimativa e/ou por correspondência
(um a um, dois a
dois) para indicar “tem mais”,
“tem menos” ou “tem a mesma
quantidade”.
(EF01MA04) Contar a quantidade
de objetos de coleções
até 100 unidades e apresentar
o resultado por registros verbais
e simbólicos, em situações
de seu interesse, como
jogos, brincadeiras, materiais
da sala de aula, entre outros.
PNA - NUMERACIA
Representação concreta e
verbal de raciocínios.
Composição e decomposição
de números.
Contextualização de quantidades
em contagens de dinheiro,
pessoas e objetos em geral.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Sugira que os alunos façam
a contagem e registrem nas
atividades 1 e 2 as dezenas
e unidades encontradas.
Oriente o aluno a relacionar
qual número de unidades
ou dezenas cada grupo de
elementos possui. Observações
sistemáticas de aspectos
quantitativos favorecem aos
estudantes relacionar e investigar
informações relevantes,
produzindo argumentos convincentes.
75
3. PREENCHA O QUADRO DE ACORDO COM OS EXEMPLOS.
Atividade 3
(EF01MA02) Contar de
maneira exata ou aproximada,
utilizando diferentes estratégias,
como o pareamento e
outros agrupamentos.
(EF01MA03) Estimar e comparar
quantidades de objetos
de dois conjuntos (em
torno de 20 elementos), por
estimativa e/ou por correspondência
(um a um, dois a
dois) para indicar “tem mais”,
“tem menos” ou “tem a mesma
quantidade”.
(EF01MA04) Contar a quantidade
de objetos de coleções
até 100 unidades e apresentar
o resultado por registros verbais
e simbólicos, em situações
de seu interesse, como
jogos, brincadeiras, materiais
da sala de aula, entre outros.
PNA - NUMERACIA
Representação concreta e
verbal de raciocínios.
Composição e decomposição
de números.
Contextualização de quantidades
em contagens de dinheiro,
pessoas e objetos em geral.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Leve para a sala de aula o
Material Dourado, para os
alunos, em grupos, manusearem
e completarem a atividade
3.
Amplie o momento dessa atividade
para a representação
dos números também por
meio do ábaco. Faça a correção
coletiva com a participação
de todos. Avalie os
conhecimentos prévios dos
alunos sobre números maiores
do que 20.
72
REPRESENTAÇÃO COM
MATERIAL DOURADO
APOIO PEDAGÓGICO
D
U
1 0
1 1
1 2
1 3
1 4
1 6
2 0
DECOMPOSIÇÃO EM
DEZENAS E UNIDADES E
ESCRITA POR EXTENSO
1 DEZENA
DEZ
ONZE
DOZE
1 DEZENA E 1 UNIDADE
1 DEZENA E 2 UNIDADES
1 DEZENA E 3 UNIDADES
TREZE
1 DEZENA E 4 UNIDADES
QUATORZE
1 DEZENA E 6 UNIDADES
DEZESSEIS
2 DEZENAS
VINTE
NÚMERO
Quando precisamos contar grandes quantidades, passamos pela contagem de 1 a 1 e avançamos
para a contagem de grupos por quantidades. Esse procedimento matemático é chamado
de contagem por agrupamento. Esse princípio básico deu origem aos diferentes sistemas de
numeração, tornando a contagem de grandes quantidades eficientemente mais rápida. Pensando
nessa direção, podemos definir que agrupar é uma estratégia de contagem que organiza
o que é contado sem deixar nada para trás.
10
11
12
13
14
16
20
76
REPRESENTAÇÃO COM
MATERIAL DOURADO
D
U
DECOMPOSIÇÃO EM
DEZENAS E UNIDADES E
ESCRITA POR EXTENSO
NÚMERO
2 9
2 DEZENAS E 9 UNIDADES
VINTE E NOVE
29
1 5
1 DEZENA E 5 UNIDADES
QUINZE
15
1 8
1 DEZENA E 8 UNIDADES
DEZOITO
18
1 9
1 DEZENA E 9 UNIDADES
DEZENOVE
19
2 4
2 DEZENAS E 4 UNIDADES
VINTE E QUATRO
24
2 8
2 DEZENAS E 8 UNIDADES
VINTE E OITO
28
3 0
3 DEZENAS
TRINTA
30
73
ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM
Os objetos matemáticos de aprendizagem envolvidos neste capítulo, visam a compreensão
do conceito de dezena como um agrupamento de dez elementos e o reconhecimento de
diferentes agrupamentos numéricos. Se algum aluno apresentar dificuldades nessa compreensão,
amplie as possibilidades de construções e representações de dezenas e unidades com o
uso do Material Dourado. Faça ditados numéricos de dezenas em que os alunos tenham que
mostrar com as peças, suas representações.
77
O QUE APRENDI NESSE CAPÍTULO
Atividade 1
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Conta de maneira exata e utiliza
agrupamento como estratégia
para fazer a contagem.
Reconhece a dezena como
um conjunto de 10 unidades.
Atividade 2
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Conta de maneira exata e utiliza
agrupamento como estratégia
para fazer a contagem.
Reconhece a dezena como
um conjunto de 10 unidades.
Soma quantidades de elementos
para formar uma dezena.
1. CIRCULE UM GRUPO COM UMA DEZENA DE COELHINHOS:
2. DESENHE OS ELEMENTOS QUE FALTAM PARA SE OBTER UMA DEZENA DE
SORVETES.
MAGICLEAF/ SHUTTERSTOCK
SHIRSTOK/ SHUTTERSTOCK
74
TABELA DE REGISTRO DE ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM
Nº de chamada
Atividade
1
Atividade
2
Atividade
3
Atividade
4
Atividade
5
Atividade
6
S P I S P I S P I S P I S P I S P I
1
2
3
4
S – (SATISFATÓRIO) -Alcançou satisfatoriamente o objetivo. P – (PARCIAL) -Alcançou parcialmente o objetivo.
I – (INSATISFATÓRIO)-Não alcançou o objetivo.
ENCAMINHAMENTO:
Aos estudantes que apresentarem dificuldades na avaliação, com muitos resultados parciais e insatisfatórios,
utilize atividades complementares de revisão e aprofundamento que reforçam os conceitos do
capítulo, referentes às evidências listadas.
78
3. OBSERVE A FIGURA E RESPONDA:
WISE ANT/ SHUTTERSTOCK
Atividade 3
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Conta de maneira exata e utiliza
agrupamento como estratégia
para fazer a contagem.
Reconhece a dezena como
um conjunto de 10 unidades.
Soma quantidades de elementos
para formar uma dezena.
Compara quantidades de
objetos de dois conjuntos
para indicar “tem mais”, “tem
menos” ou “tem a mesma
quantidade”.
A) HÁ QUANTAS DEZENAS DE BALÕES?
2 DEZENAS
B) QUANTOS BALÕES SOBRARAM SEM FORMAR UMA NOVA DEZENA?
5 BALÕES
C) QUANTAS DEZENAS E UNIDADES DE BALÕES A IMAGEM APRESENTA?
2 DEZENAS E 5 UNIDADES
Atividade 4
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Conta de maneira exata e utiliza
agrupamento como estratégia
para fazer a contagem.
Reconhece a dezena como
um conjunto de 10 unidades.
4. THIAGO COMPROU UMA DEZENA DE FLORES PARA SUA MÃE E SUA IRMÃ
COMPROU MAIS 5 FLORES. QUANTAS FLORES FORAM COMPRADAS AO TODO?
15 FLORES
75
ENCAMINHAMENTO
Aos estudantes que apresentarem dificuldades na avaliação, com muitos resultados parciais e
insatisfatórios, utilize atividades complementares de revisão e aprofundamento que reforçam
os conceitos do capítulo, referentes às evidências listadas.
79
Atividade 5
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Conta de maneira exata.
Reconhece a dezena como
um conjunto de 10 unidades.
5. MARINA ESTÁ FAZENDO ANIVERSÁRIO E CONVIDOU ALGUNS AMIGOS PARA
COMEMORAR COM ELA.
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
A) QUANTOS ANOS MARINA ESTÁ COMPLETANDO?
7 ANOS
B) FALTAM QUANTOS COPOS SOBRE A MESA PARA COMPLETAR UMA DEZENA
DE COPOS?
2 COPOS
C) QUANTAS DEZENAS DE DOCES ESTÃO SERVIDOS?
2 DEZENAS
76
80
6. COMPLETE O QUADRO:
NÚMERO
QUANTIDADE DE DEZENAS E UNIDADES
DEZENAS
UNIDADES
17 1 7
10 1 0
13 1 3
CM DM UM C D U
8 0 8
CM DM UM C D U
20 2 0
Atividade 6
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Reconhece o valor posicional
dos números naturais até 20.
Reconhece a dezena como
um conjunto de 10 unidades.
5 0 5
7. ESCREVA OS NÚMEROS REPRESENTADOS NOS ÁBACOS.
CM DM UM C D U
DM UM C CM D DM U UM C D U
20 15
CM DM UM C D U
CM DM UM C D U
9
DM UM C D U
77
DM UM C D U
81
CONCLUSÃO DA UNIDADE
Ao final da unidade, com o recurso das atividades de avaliação formativa ao longo do período observado, é possível ao professor
realizar um monitoramento da aprendizagem e dos objetivos pedagógicos trabalhados. Esse acompanhamento permite que
a trajetória de cada estudante, e do grupo, seja descrita por meio de registros que evidenciam a progressão ocorrida, os avanços,
assim como as possibilidades de intervenções para que novas aprendizagens, nas unidades seguintes, ocorram de forma efetiva.
Para esse acompanhamento, uma síntese dos objetivos pedagógicos da unidade é disponibilizada por meio de uma planilha
em que o professor apontará o desempenho de cada estudante. Essa é uma oportunidade de avaliação, não apenas da aprendizagem,
mas do ensino ministrado no período. É um momento privilegiado de reflexão sobre os objetivos alcançados, permitindo
confirmar as ações exitosas ou planejar novas estratégias para retomar os objetivos eventualmente não alcançados a contento.
PLANILHA DE ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM – CONCLUSÃO DA UNIDADE 1 – 1 O ANO
CAPÍTULOS
Capítulo 1
Geometria e
Medidas
Capítulo 2
Números
OBJETIVOS
Localizar pessoas e objetos no espaço em relação a sua própria posição.
Localizar pessoas e objetos no espaço a partir de um ponto de referência e
utilizar os termos corretos para descrever a posição.
Comparar comprimentos, utilizando a terminologia correta para ordenar objetos
de uso cotidiano.
Números
Desenhar esboços de plantas de ambientes familiares assinalando alguns pontos
de referência indicados.
Desenhar e nomear figuras geométricas planas.
Desenhar na malha quadriculada a vista frontal, lateral e superior de objetos.
Aluno 1 Aluno 2 Aluno 3 ...
S P I S P I S P I S P I
Capítulo 3
A dezena
Fazer a correspondência do agrupamento de dez unidades com uma dezena.
Representar o agrupamento de dezenas e fazer a decomposição em unidades.
Legenda:
S = Satisfatório P = Parcialmente satisfatório
I = Insatisfatório
ENCAMINHAMENTO
A tabela de registro de acompanhamento, pautada nos objetivos da unidade, apoia uma avaliação de desempenho geral e
apresentará o que deve ser corrigido, melhorado ou mantido, mas é essencial elaborar planos de ação coerentes com esses pontos
críticos, nos três níveis de análise.
O professor deve estar atento, tanto ao interpretar as planilhas, quanto ao fornecer a devolutiva da avaliação sem causar constrangimentos
ao grupo de alunos. E os alunos devem ser preparados para receber essa devolutiva, de modo que compreendam
que não é um momento de críticas ou punição, mas uma conversa visando seu desenvolvimento.
É importante salientar que alguns temas deverão ser trabalhados de forma pontual com alguns alunos, porém outros ficarão
evidentes na planilha como elementos em que existem falhas coletivas na aprendizagem e esses exigirão maior atenção e redirecionamento
de ações e métodos para o alcance de resultados mais eficazes no ensino.
Utilize sugestões de atividades práticas, vivências e investigações para aproximar os alunos dos conteúdos em que houver
uma maior necessidade.
82
UNIDADE 2
O primeiro capítulo desta unidade introduz o componente essencial PNA – Numeracia: adição elementar com seus significados
e a prática aplicada em situações contextualizadas. São exploradas as noções de juntar e acrescentar e a adição de números
com dois algarismos. O capítulo ainda trabalha a contagem até 50 e o componente essencial PNA – Numeracia: raciocínio lógico
e álgebra, com a identificação e continuação de sequências numéricas ou de figuras. Os conceitos são construídos por meio de
inúmeras atividades que se apoiam em recursos didáticos tais como o Ábaco, o Material Dourado, as barrinhas de Cuisenaire, e
a reta numérica, bem como muitas situações-problema que permitem ao aluno compreender a aplicabilidade dos conteúdos.
Concluindo, o capítulo apresenta ainda o componente essencial PNA – Numeracia: noção de dobro e metade com apoio visual,
números pares e números ímpares.
O segundo capítulo da unidade apresenta as noções de medidas de comprimento, massa e capacidade. As atividades propostas
introduzem medidas não convencionais que permitem aos alunos identificarem a necessidade de padronização de unidades
de medida para a comparabilidade. De forma prática e contextualizada, os alunos são levados a formularem conceitos e
organizarem as noções básicas sobre as medidas.
O terceiro capítulo apresenta o componente essencial PNA – Numeracia: Geometria Plana; com atividades que oportunizam
o reconhecimento das principais figuras geométricas planas e a identificação de sequências geométricas. É fundamental,
neste capítulo, o uso do recurso de modelos de figuras geométricas manipuláveis para que os alunos explorem de várias formas
as características de cada uma, pois, nos anos subsequentes, com o aprofundamento dos conteúdos, esses atributos básicos precisam
estar consolidados, para que os novos conceitos possam ser construídos.
OBJETIVOS PEDAGÓGICOS DA UNIDADE
Conteúdos Objetivos pedagógicos Habilidades relacionadas
Adição
Juntar ou acrescentar
Contando até 50
Adição de números
com dois algarismos
Sequências
• Efetuar cálculos da adição de números de
até duas ordens.
• Resolver problemas de adição
envolvendo números de até duas ordens.
• Ler, escrever e contar números até 50.
• Compor e decompor números naturais
até duas ordens.
• Identificar o padrão de sequências
numéricas e elementos ausentes em
sequências de números naturais ou
figuras.
• Comparar números naturais, até duas
ordens, com o suporte da reta numérica.
• Identificar o dobro e a metade de
quantidades.
(EF01MA02) Contar de maneira exata ou aproximada, utilizando
diferentes estratégias como o pareamento e outros
agrupamentos.
(EF01MA03) Estimar e comparar quantidades de objetos de
dois conjuntos (em torno de 20 elementos), por estimativa e/
ou por correspondência (um a um, dois a dois) para indicar
“tem mais”, “tem menos” ou “tem a mesma quantidade”.
(EF01MA05) Comparar números naturais de até duas ordens
em situações cotidianas, com e sem suporte da reta numérica.
(EF01MA06) Construir fatos básicos da adição e utilizá-los em
procedimentos de cálculo para resolver problemas.
(EF01MA07) Compor e decompor número de até duas ordens,
por meio de diferentes adições, com o suporte de material
manipulável, contribuindo para a compreensão de características
do sistema de numeração decimal e o desenvolvimento
de estratégias de cálculo.
(EF01MA08) Resolver e elaborar problemas de adição e de
subtração, envolvendo números de até dois algarismos, com
os significados de juntar, acrescentar, separar e retirar, com o
suporte de imagens e/ou material manipulável, utilizando
estratégias e formas de registro pessoais.
(EF01MA10) Descrever, após o reconhecimento e a explicitação
de um padrão (ou regularidade), os elementos ausentes em
sequências recursivas de números naturais, objetos ou figuras.
83
OBJETIVOS PEDAGÓGICOS DA UNIDADE
Conteúdos Objetivos pedagógicos Habilidades relacionadas
Grandezas e
Medidas
Comprimento
Massa
Capacidade
• Comparar comprimento de objetos
utilizando os termos: mais comprido,
mais curto.
• Comparar a massa de objetos e pessoas,
utilizando os termos: mais pesado, mais
leve.
• Comparar a capacidade entre recipientes
indicando quando cabe mais, cabe
menos ou se são equivalentes.
(EF01MA15) Comparar comprimentos, capacidades ou massas,
utilizando termos como mais alto, mais baixo, mais comprido,
mais curto, mais grosso, mais fino, mais largo, mais pesado,
mais leve, cabe mais, cabe menos, entre outros, para ordenar
objetos de uso cotidiano.
Geometria Plana
Reconhecendo as formas
geométricas
Sequências geométricas
• Identificar e nomear as figuras planas:
círculo, quadrado, retângulo e triângulo.
• Ordenar sequências de figuras
geométricas e identificar as faltantes em
uma sequência.
(EF01MA09) Organizar e ordenar objetos familiares ou representações
por figuras, por meio de atributos, tais como cor,
forma e medida.
(EF01MA14) Identificar e nomear figuras planas (círculo,
quadrado, retângulo e triângulo) em desenhos apresentados
em diferentes disposições ou em contornos de faces de
sólidos geométricos.
ASPECTOS IMPORTANTES PARA A ABORDAGEM DOS TEMAS DA UNIDADE
• No trabalho com adição, além da necessidade de utilizar muitos materiais manipuláveis e recursos didáticos, explorar
situações do cotidiano nas quais os alunos necessitam adicionar quantidades faz com que o conteúdo adquira sentido e
a aprendizagem seja significativa. Por isso, permita que os alunos apresentem situações práticas nas quais necessitam da
adição em seu dia a dia.
• Os alunos já apresentam noções intuitivas a respeito das medidas de comprimento, massa e capacidade, quer da
vivência diária, quer das experiências da Educação Infantil. Contudo, enfatizar o uso correto dos termos para realizar as
comparações favorece que os processos de Literacia e Numeracia caminhem juntos, ampliando o vocabulário neste
momento da escolaridade.
• As noções geométricas básicas apresentadas nas séries iniciais do Ensino Fundamental são base para os conhecimentos
subsequentes nos anos futuros. Certifique-se que os alunos estão compreendendo as características de cada figura
apresentada. Por vezes julgamos que esse conteúdo é de fácil assimilação, mas há alunos que apresentam dificuldade de
identificação visual das figuras.
84
CRONOGRAMA SUGESTIVO DA UNIDADE
Conteúdo
Adição
Juntar ou acrescentar
Contando até 50
Adição de números com dois algarismos
Sequências
Atividade de avaliação formativa
Grandezas e Medidas
Comprimento
Massa
Capacidade
Atividade de avaliação formativa
Geometria plana
Reconhecendo as figuras geométricas
Sequências geométricas
Atividade de avaliação formativa
SEMANAS
1ª. e 2ª. semanas
2ª. semana
3ª. semana
4ª. semana
4ª. semana
5ª. semana
5ª. semana
6ª. semana
6ª. semana
7ª. semana
8ª. semana
8ª. semana
85
2
NATHALIA SCALA/ M10EDITORIAL
CAPÍTULO 1 • ADIÇÃO
• JUNTAR OU ACRESCENTAR
• CONTANDO ATÉ 50
• ADIÇÃO DE NÚMEROS COM
DOIS ALGARISMOS
• SEQUÊNCIAS
METADE E DOBRO
CAPÍTULO 2 • GRANDEZAS E
MEDIDAS
• COMPRIMENTO
• MASSA
• CAPACIDADE
CAPÍTULO 3 • GEOMETRIA
PLANA
• RECONHECENDO AS FIGURAS
GEOMÉTRICAS
• SEQUÊNCIAS GEOMÉTRICAS
86
1 ADIÇÃO ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Utilize a quadra da escola
ou outro lugar apropriado
para uma partida de boliche.
Separe os alunos em grupos.
JUNTAR OU ACRESCENTAR
ISAURA E CAIO ESTAVAM INVESTIGANDO QUANTAS JOANINHAS HAVIA
NO JARDIM.
TODA VEZ QUE ENCONTRAVAM UMA JOANINHA, ANOTAVAM. ELES
ENCONTRARAM JOANINHAS VERMELHAS E VERDES.
Materiais: 1 bola e 6 garrafas
PET.
Monte um cartaz com
os nomes dos grupos.
A cada jogada, anote o
número de pinos que caíram.
No final, faça as adições das
quantidades registradas no
cartaz e questione:
Como descobrimos quem
venceu?
O que é adicionar?
Conclusão: mostre que a soma
pode ser obtida contando as
quantidades uma a uma.
Trabalhe os fatos básicos da
adição.
VICTOR B./ M10
79
FUNDAMENTO PEDAGÓGICO
O estudo da adição, ao fazer parte do campo dos números, é orientado pela BNCC, com as
seguintes bases:
No Ensino Fundamental – Anos Iniciais, a expectativa em relação a essa temática é que os alunos
resolvam problemas com números naturais e números racionais cuja representação decimal é finita,
envolvendo diferentes significados das operações, argumentem e justifiquem os procedimentos utilizados
para a resolução e avaliem a plausibilidade dos resultados encontrados. No tocante aos cálculos,
espera-se que os alunos desenvolvam diferentes estratégias para a obtenção dos resultados,
sobretudo por estimativa e cálculo mental, além de algoritmos e uso de calculadoras.
BNCC- BRASIL, p. 268
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Sugerimos uma videoaula do Quintal da Cultura, com o tema da adição. Disponível em:
https://www.youtube.com/watch?v=UkT9c8_adNQ
87
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Leve para a sala de aula o
ábaco e o Material Dourado
para servir como apoio para
juntar ou acrescentar quantidades
e resolver problemas.
Neste capítulo, podemos usar
várias estratégias para apresentar
a adição e fixá-la. Para
representar números e realizar
as operações, utilize o
ábaco e o Material Dourado:
• Explore a ideia de adição utilizando
material manipulável.
• Identifique os símbolos 1 e 5
e os termos “parcela” e “soma”
ou “total”.
Ao fazer as perguntas da
seção Vamos pensar juntos,
aguarde a resposta dos
alunos e, se for necessário,
desenhe na lousa as joaninhas
e faça a contagem junto
com eles. Destaque a ideia de
juntar quantidades.
OBSERVE COMO ELES ORGANIZARAM A CONTAGEM DA QUANTIDADE DE
JOANINHAS:
5 1 12 5 17
PARCELA 1 PARCELA 5 SOMA OU TOTAL
C
D
U
5
1 12
17
1 5
5 JOANINHAS VERMELHAS
12 JOANINHAS VERDES
PARCELA
PARCELA
SOMA OU TOTAL
TAMBÉM PODEMOS REPRESENTAR ESSAS QUANTIDADES UTILIZANDO O
ÁBACO OU O MATERIAL DOURADO.
OBSERVE:
D
U
5
1 1 2
1 7
5 JOANINHAS VERMELHAS
12 JOANINHAS VERDES 17 JOANINHAS
VAMOS PENSAR JUNTOS
5 JOANINHAS VERMELHAS.
• QUANTAS JOANINHAS VERMELHAS FORAM ENCONTRADAS?
• ELES ENCONTRARAM MAIS JOANINHAS VERMELHAS OU VERDES? VERDES.
80
PARA AMPLIAR
Estruturas Aditivas nas séries iniciais do Ensino Fundamental
Composição: nessa classe é possível relacionar parte–todo: “Num tanque havia 6 peixes vermelhos e 7 peixes amarelos. Quantos peixes
havia no tanque?”
Transformação: nessa classe relaciona-se um estado inicial e uma transformação que leva a um estado final: “Maria tinha 9 figurinhas
e ganhou 4 figurinhas de seu pai. Quantas figurinhas Maria têm agora?”
Comparação: nessa classe é possível relacionar duas partes comparando–as: “Ana tem 8 anos e Carlos tem 2 anos a mais que ela. Quantos
anos têm Carlos?”
Mistos: nessa classe é possível combinar problemas das classes anteriores: “João tinha 13 carrinhos deu alguns para seu irmão ficando
com 8 carrinhos. Depois ganhou 4 carrinhos de seu pai. E, por fim, presenteou seu primo com 4 carrinhos. Quantos carrinhos João deu
ao todo? E com quantos carrinhos João ficou no final?”
Nunes, T., Campos, T. M. M., Magina, S. & Bryant, P. (2001). Introdução à Educação Matemática: números e operações numéricas.
São Paulo, Brasil: PROEM.
Para ler o artigo completo, acesse o link: http://www.scielo.org.mx/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1665-24362007000200003
Acesso em 31 jul. 2021
88
1. QUANTOS PEIXINHOS TEREMOS SE ACRESCENTARMOS A QUANTIDADE DE
PEIXINHOS DO AQUÁRIO MENOR À QUANTIDADE DO AQUÁRIO MAIOR?
A)
B)
3
1
1
1
2
2
5
5
5
3
NATHALIA S./ M10
NATHALIA S./ M10
C)
D)
3
3
1
1
• ESCOLHA UM DOS ITENS E, EM UMA FOLHA AVULSA, ESCREVA UM PROBLEMA
SOBRE OS PEIXINHOS PARA UM COLEGA RESOLVER. RESPOSTA PESSOAL.
2. ADICIONE OS NÚMEROS DOS QUADRADOS AMARELOS COM OS NÚMEROS DOS
QUADRADOS AZUIS E PREENCHA O QUADRO COM OS RESULTADOS.
1
4
5
5
4
7
NATHALIA S./ M10
NATHALIA S./ M10
E)
F)
5
7
1
1
3
8
5
5
8
15
NATHALIA S./ M10
NATHALIA S./ M10
Atividades 1 e 2
(EF01MA06) Construir fatos
básicos da adição e utilizá-los
em procedimentos de cálculo
para resolver problemas.
(EF01MA08) Resolver e elaborar
problemas de adição
e de subtração, envolvendo
números de até dois algarismos,
com os significados de
juntar, acrescentar, separar e
retirar, com o suporte de imagens
e/ou material manipulável,
utilizando estratégias e
formas de registros pessoais.
PNA - NUMERACIA
Adição e subtração elementares,
incluindo o significado
das operações e sua prática
reiterada.
1 0 1 2 3 4 5
0 0 1 2 3 4 5
1 1 2 3 4 5
2 2 3 4 5
3 3 4 5
4 4 5
5 5
2 + 3 = 5
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
JOGO DE BOLICHE
Juntar ou acrescentar
Leve 6 garrafas PET, sem rótulo, para serem os pinos e duas bolas.
Caso você queira que os pinos tenham algum peso, insira um pouco de arroz, feijão ou água
dentro das garrafas. Utilize a quadra da escola ou outro lugar apropriado para o jogo. Separe
os alunos em grupos iguais.
- Cada aluno do grupo irá jogar uma vez.
- Quando todos os alunos, de cada grupo, tiverem jogado, acaba o jogo.
Monte um cartaz com os nomes dos grupos. A cada jogada, anote a quantidade de pinos caídos.
Após todos os alunos do grupo jogarem, anote o total de pinos que cada grupo derrubou.
Os alunos farão as adições das quantidades registradas no cartaz. Vence o grupo que derrubar
mais pinos, ou seja, o grupo que tiver a maior soma.
81
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 1, convide os
alunos a observarem as imagens
e representar a quantidade
total de peixes em cada
aquário, juntando as quantidades
por meio da adição.
Na atividade 2, o aluno adicionará
todos os números da
coluna amarela ao número
zero. Os resultados serão colocados
na primeira coluna.
Faça o mesmo adicionando os
números da coluna amarela ao
número 1; os resultados serão
colocados na segunda coluna.
Repita o mesmo processo
para completar todos os espaços
da tabela. Leve o aluno a
concluir que uma sequência
numérica está sendo formada
por meio da adição.
89
ESTOURO
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Utilize a imagem do livro
e mostre o Material Cuisenaire,
explicando que
cada barra tem uma cor e
é associada a um número.
Sugestão: elabore com
papel canson as barras do
Material Cuisenaire e pinte
com caneta hidrográfica.
Utilize o material criado
para resolver as atividades.
Embora o sistema monetário
brasileiro seja abordado neste
volume em unidades posteriores,
traga, se julgar conveniente,
algumas moedas de
1 real e as cédulas de 2, 5, 10
e 20 reais de brinquedo para
que os alunos brinquem de
“trocar dinheiro”, decompondo
os valores, por exemplo, trocando
uma cédula de 20 reais
por duas de 10 reais ou por 4
de 5 reais.
Utilize também o Material
Cuisenaire nos momentos
de construção do conceito
de adição para formar as parcelas
e a soma.
Atividades 3 a 5
(EF01MA06) Construir fatos
básicos da adição e utilizá-los
em procedimentos de cálculo
para resolver problemas.
(EF01MA08) Resolver e elaborar
problemas de adição
e de subtração, envolvendo
números de até dois algarismos,
com os significados de
juntar, acrescentar, separar e
retirar, com o suporte de imagens
e/ou material manipulável,
utilizando estratégias e
formas de registros pessoais.
MATERIAL CUISENAIRE
O MATERIAL CUISENAIRE É FORMADO POR UMA SÉRIE DE BARRINHAS
CUJOS TAMANHOS VARIAM DE UMA UNIDADE ATÉ 10 UNIDADES. CADA
TAMANHO CORRESPONDE A UMA COR ESPECÍFICA.
COR NÚMERO MATERIAL CUISENAIRE
BRANCO (OU COR DE MADEIRA) 1
VERMELHO 2
VERDE-CLARO 3
ROSA (OU LILÁS) 4
AMARELO 5
VERDE-ESCURO 6
PRETO 7
MARROM 8
AZUL 9
COR DE LARANJA 10
CADA BARRINHA É ASSOCIADA A UM NÚMERO.
3. CALCULE A SOMA E, DEPOIS, PINTE AS BARRINHAS EM BRANCO COM AS CORES
DO MATERIAL CUISENAIRE, DE ACORDO COM O TOTAL OBTIDO. OBSERVE
O EXEMPLO.
82
A)
B)
C)
D)
PRETO
2 5
ROXO
1 3
MARROM
4
AMARELO
2 3
4
6
2
4
E)
F)
G)
VERDE-ESCURO
3 3
AZUL
4
5
COR DE LARANJA
2 8
PARA AMPLIAR
Os estudos de Fiorentini e Miorim (1990) destacam que o conhecimento sobre os materiais como
recursos de ensino e possibilitadores de ensino-aprendizagem podem promover uma aprendizagem
significativa na qual o aluno pode ser estimulado a raciocinar, incorporar soluções alternativas,
acerca dos conceitos envolvidos nas situações e, consequentemente, aprender. A Matemática
a partir da utilização de material concreto torna as aulas mais interativas, assim como incentiva a
busca, o interesse, a curiosidade e o espírito de investigação; instigando-os a elaboração de perguntas,
desvelamento de relações, criação de hipóteses e a descoberta das próprias soluções.
FIORENTINI, Dario; MIORIM, Maria Ângela. Uma reflexão sobre o uso dos materiais concretos
e jogos no ensino da matemática. In: Boletim SBEM-SP, 4(7): 5-10, 1990.
Para ler o artigo completo, acesse o link: https://educere.bruc.com.br/cd2009/pdf/3186_1477.pdf
Acesso em 31 jul. 2021
90
4. JULIANA E FÁBIO
COMBINARAM DE REUNIR
SEUS AMIGOS PARA
BRINCAREM NO PARQUE.
JULIANA LEVOU 3 AMIGOS
E FÁBIO LEVOU 2 AMIGOS.
JUNTANDO OS DOIS GRUPOS,
QUANTAS CRIANÇAS TEREMOS
AO TODO?
Teremos 7 crianças brincando juntas.
5. OBSERVE AS PEÇAS DO MATERIAL DOURADO E ESCREVA A ADIÇÃO E OS SEUS
TERMOS. OBSERVE O EXEMPLO:
D U
5
1 2
7
PARCELA
PARCELA
SOMA
5
1 2
7
5 1 2 5 7
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
PNA - NUMERACIA
Adição e subtração elementares,
incluindo o significado
das operações e sua prática
reiterada.
Representação concreta e
verbal de raciocínios.
Na atividade 3, mostre a eles
que uma barra de tamanho
7 tem o mesmo tamanho da
barra de tamanho 2 adicionado
à barra de tamanho 5:
Mostre que cada barra tem
uma cor associada a um valor.
A)
B)
C)
D U
9
1 6
1 5
D U
8
1 8
1 6
D U
1 0
1 8
1 8
PARCELA
PARCELA
SOMA
PARCELA
PARCELA
SOMA
PARCELA
PARCELA
SOMA
9
1 6
1 5
8
1 8
1 6
1 0
1 8
1 8
9 1 6 5 15
8 1 8 5 16
10 1 8 5 18
83
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 4, retome os
conceitos de acrescentar e
juntar quantidades. Explore
os dedos das mãos, juntando,
acrescentando e trabalhando
com fatos fundamentais da
adição. Peça que os estudantes
representem utilizando as
mãos, fazendo relação com os
dados do problema e ao sinal
de adição, como também o
fato de juntar e acrescentar
quantidades.
Na atividade 5, verifique se
os estudantes estão posicionando
corretamente os números
no quadro de ordens e no
algoritmo para efetuarem as
adições.
APOIO PEDAGÓGICO
Por meio do algoritmo da adição, os estudantes poderão relacionar o todo com a adição das partes. Utilize imagens com quantidades
de objetos, nas quais eles serão capazes de observar o todo que foi representado pela adição das parcelas.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Uma atividade lúdica para aprofundar os conhecimentos dos alunos sobre adição pode ser:
Monte 2 dados com duas caixas de papelão e numere suas faces de 1 a 6. Peça ao aluno que jogue os dados; as quantidades que
aparecerem nos dados, o aluno deverá adicionar e registrar no caderno.
Sugerimos os jogos que auxiliam na aprendizagem da operação da adição. Disponíveis em:
https://www.atividadesdematematica.com/jogar-gratis/jogo-tabuada-do-dino
https://www.nossoclubinho.com.br/jogo-de-matematica-soma-subtraca/
Acesso em 01. Ago. .2021
91
6. COMPLETE AS LACUNAS COM AS PARCELAS DA SOMA 10.
Atividades 6 a 8
(EF01MA06) Construir fatos
básicos da adição e utilizá-los
em procedimentos de cálculo
para resolver problemas.
(EF01MA08) Resolver e elaborar
problemas de adição
e de subtração, envolvendo
números de até dois algarismos,
com os significados de
juntar, acrescentar, separar e
retirar, com o suporte de imagens
e/ou material manipulável,
utilizando estratégias e
formas de registros pessoais.
PNA - NUMERACIA
Adição e subtração elementares,
incluindo o significado
das operações e sua prática
reiterada.
Representação concreta e
verbal de raciocínios.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 6, estimule o
raciocínio lógico dos alunos
para obter a parcela por meio
do questionamento: 5 mais
quanto vai dar 10?
Na atividade 7, estimule os
estudantes a efetuarem as
adições e localizar no quadro
a posição em que esse resultado
deve ser colocado. Leve-
-os a perceber que as adições
podem ser feitas tanto na horizontal
como na vertical, pois
o resultado será o mesmo.
Na atividade 8, sugerimos a
realização em dupla. Retome
o conceito de juntar e acrescentar
quantidades associados
à adição. Faça algumas
perguntas para promover
a imaginação da situação e
fomentar a criatividade para
a elaboração do problema.
Como exemplo:
Quantas maçãs terá colhido
um garoto que está com 2
cestas com 5 maçãs em cada?
2 1 8
6 1 4
9 1 1
4 1 6
5 1 5
10
7 1 3
1 1 9
8 1 2
0 1 10
7. COMPLETE OS ESPAÇOS EM BRANCO E O QUADRO DE ADIÇÕES COM AS SOMAS.
6
6
6
1 3
1 4
1 5
9
10
11
8. JULIANA E LUCAS ESTÃO NO POMAR DO AVÔ COLHENDO MAÇÃS.
84
OBSERVE A IMAGEM E ESCREVA UM PROBLEMA
DE ADIÇÃO. PEÇA PARA UM COLEGA RESOLVER.
RESPOSTA PESSOAL.
1 3 4 5
6 9 10 11
7 10 11 12
8 11 12 13
ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM
Ao acompanhar a aprendizagem dos alunos é importante respeitar as diferentes estratégias
que serão usadas para expressar o pensamento matemático sobre o conceito da adição. Para
auxiliar o aluno que apresentar alguma dificuldade quanto à ideia de adição por meio de ações
de juntar e acrescentar, retome as estratégias com uso dos materiais manipulaveis, incluindo
o ábaco, Material Dourado, barrinhas de Cuisenaire, e caixinha de contagem , entregando
a eles uma certa quantidade do material e acrescentando novas quantidades às peças que
receberem em mãos.
A ideia de juntar: Ex, Marcos tem cinco bolinhas e Juliana tem três. Quantas bolinhas eles têm
ao todo?
A ideia de acrescentar: Ex: Fabiano tinha um carrinho e ganhou dois carrinhos em seu aniversário.
Quantos carrinhos ele tem agora?
Novas situações dessa natureza podem ser propostas para que o aluno represente passo a
passo com o material manipulável e chegue à resposta esperada.
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
92
COMPOSIÇÃO E DECOMPOSIÇÃO DOS NÚMEROS
LÉO ORGANIZOU SUAS 6 BOLINHAS DE GUDE DE MANEIRAS DIFERENTES.
A
C
E
ASSIM COMO LÉO FEZ COM AS BOLINHAS, TAMBÉM PODEMOS REPRESENTAR
OS NÚMEROS COMO SOMAS DE DIFERENTES ADIÇÕES.
OBSERVE O QUE FOI FEITO COM O NÚMERO 6.
3 1 3 5 6 1 1 2 1 3 5 6 4 1 2 5 6 2 1 4 5 6 6 1 0 5 6 0 1 6 5 6
VAMOS PENSAR JUNTOS
NATHALIA S./ M10
NATHALIA S./ M10
NATHALIA S./ M10
6 MANEIRAS.
• DE QUANTAS MANEIRAS DIFERENTES LÉO ORGANIZOU SUAS BOLINHAS?
• DE QUANTAS MANEIRAS DIFERENTES POSSO ORGANIZAR 5 BOLINHAS
COMO SOMA DE BOLINHAS DE 2 GRUPOS? 6 MANEIRAS DIFERENTES:
0 1 5; 5 1 0; 1 1 4; 4 1 1; 2 1 3; 3 1 2.
B
D
F
NATHALIA S./ M10
NATHALIA S./ M10 NATHALIA S./ M10
85
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Peça aos alunos que observem
atentamente a imagem do
livro e questione-os sobre o
que eles notaram na imagem.
Após as respostas, explique
que podemos usar
várias estratégias para chegar
a um mesmo resultado.
Sugestão: separe os alunos
em grupos. Faça fichas coloridas
associando cada cor a um
número. Exemplo: verde = 10,
amarelo = 3, azul = 1, etc. Cada
grupo terá uma caixinha com
as fichas coloridas. O professor
dirá um número e os alunos
devem chegar ao resultado
adicionando os valores das
fichas coloridas que representam
os números.
Chame a atenção dos estudantes
para as possibilidades
de representar os números por
meio da adição, por exemplo,
o número 12:
6 + 6 =12
7 + 5 =12
8 + 4 = 12
9 + 3 = 12
10 + 2 = 12
A utilização do material Cuisenaire
pode auxiliar nesse
processo.
Realize as perguntas da seção
Vamos pensar juntos, ouça
as respostas dos alunos e dialogue
com eles sobre as diferentes
estratégias de adições.
93
Atividades 9 a 11
(EF01MA07) Compor e
decompor número de até
duas ordens, por meio de
diferentes adições, com o
suporte de material manipulável,
contribuindo para a compreensão
de características do
sistema de numeração decimal
e o desenvolvimento de
estratégias de cálculo.
PNA - NUMERACIA
Adição e subtração elementares,
incluindo o significado
das operações e sua prática
reiterada.
Representação concreta e
verbal de raciocínios.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 9, utilize as
cores das barrinhas do Cuisenaire
para criar outras possibilidades
de modo a chegar
ao resultado proposto.
Explore os registros dos estudantes
para que eles observem
as estratégias e estabeleçam
relações e comparações
com os resultados dos colegas.
Discuta os resultados
apresentados.
9. ESCREVA VÁRIAS ADIÇÕES QUE RESULTEM NOS NÚMEROS INDICADOS.
UTILIZE AS CORES DAS BARRINHAS DO MATERIAL CUISENAIRE PARA REPRESENTAR
AS PARCELAS.
A)
B)
1
9
12
2
3
4
5
ALGUMAS
POSSIBILIDADES:
5 1 4 = 9
6 1 3 = 9
1 1 8 = 9
9 1 0 = 9
6
ALGUMAS
POSSIBILIDADES:
12 1 0 = 12
6 1 6 = 12
5 1 7 = 12
4 1 8 = 12
C)
D)
7
8
6
11
9
10
ALGUMAS
POSSIBILIDADES:
3 1 3 = 6
4 1 2 = 6
1 1 5 = 6
6 1 0 = 6
ALGUMAS
POSSIBILIDADES:
5 1 6 = 11
7 1 4 = 11
4 1 7 = 11
8 1 3 = 11
86
PARA AMPLIAR
O vídeo sugerido apresenta uma explicação sobre o uso das barrinhas de Cuisenaire para adição.
Disponível em:
https://www.youtube.com/watch?v=VpdIMxQnZA4
Acesso em 01 ago. 2021
94
10. COMPLETE OS SALTOS DO GRILO E OS VALORES PARA COMPOR A SOMA IGUAL A 12.
ACOMPANHE O EXEMPLO: RESPOSTAS PESSOAIS.
5 1 7 5 12
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
2 1 1 5 12
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
1 1 5 12
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
1 1 1 5 12
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
ILUSTRAÇÕES: NATHALIA S./ M10
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
Na atividade 10, estimule o
estudante a perceber qual é
o último pulo do grilo na reta
numérica para completar a
adição de resultado 10.
Observe o exemplo e realize
a atividade.
Na atividade 11, além da calculadora,
você pode utilizar
palitos, tampinhas ou botões
para auxiliar na adição.
Explore a reta numérica e a
calculadora como suportes
para realizar adições e resolver
problemas do cotidiano, validando
estratégias e resultados.
SHUTTERSTOCK.COM
11. FAÇA APARECER O NÚMERO 18 INDICANDO AS TECLAS
DIGITADAS. USE UMA CALCULADORA PARA FAZER
ESSAS OPERAÇÕES.
• DIGITANDO 4 TECLAS. 9 9
• DIGITANDO 8 TECLAS.
MR M+ M-
7 8 9
4 5 6
1
AC 2 3
0
18
2 1 3 1 5 1 8 5
UMA DAS RESPOSTAS POSSÍVEIS.
• DIGITANDO 6 TECLAS.
5 1 6 1 7 5
UMA DAS RESPOSTAS POSSÍVEIS.
87
FUNDAMENTO PEDAGÓGICO
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) refere-se a calculadora como um recurso que deve
estar presente em sala de aula, porém se faz necessário que esteja integrado a “situações que propiciem
a reflexão, contribuindo para a sistematização e a formalização dos conceitos matemáticos”.
(BRASIL, 2018, p.296).
95
Atividades 12 e 13
(EF01MA07) Compor e
decompor número de até
duas ordens, por meio de
diferentes adições, com o
suporte de material manipulável,
contribuindo para a
compreensão de características
do sistema de numeração
decimal e o desenvolvimento
de estratégias de cálculo.
PNA - NUMERACIA
Adição e subtração elementares,
incluindo o significado
das operações e sua prática
reiterada.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 12, peça aos
alunos que observem atentamente
a quantidade em
cada dado e façam a adição
correspondente.
Na atividade 13, explique
a tabela do jogo proposto
pelo livro, auxilie nas regras
e acompanhe a atividade.
Questione:
Que estratégia podemos utilizar
para adicionar a quantidade
de pontos?
Você utilizaria os dedos para
auxiliar os cálculos?
Espera-se que após apresentar
as regras os alunos se mobilizem
para apresentar diferentes
estratégias para a resolução,
além de procedimentos
próprios. A proposta é que os
estudantes comparem resultados,
observem caminhos
diferentes para encontrar a
mesma soma.
12. TRÊS AMIGOS ESTÃO JOGANDO DADOS. ESCREVA NOS QUADRINHOS VAZIOS O TOTAL
DE PONTOS QUE CADA UM ALCANÇOU E CIRCULE QUAL DELES CONSEGUIU MAIS
PONTOS:
7 11 14
3 1 2 1 2
1 1 5 1 5
5 1 6 1 3
13. ESTA ATIVIDADE DEVE SER FEITA EM GRUPO. JUNTE-SE A 1 OU 2 COLEGAS E LEIA
COM ATENÇÃO AS REGRAS DO JOGO.
JOGO DE LANÇA-DADOS
RECORTE, DOBRE, MONTE E COLE O DADO QUE ESTÁ NO MATERIAL DE APOIO
(PÁGINA 221).
REGRAS DO JOGO
• CADA JOGADOR LANÇA O DADO. INICIA O JOGO AQUELE QUE OBTIVER O
MAIOR NÚMERO.
• DEPOIS DE UM JOGADOR LANÇAR O DADO, O PRÓXIMO A JOGAR SERÁ O
COLEGA QUE ESTÁ A SUA ESQUERDA.
• CADA JOGADOR, NA SUA VEZ, LANÇA O DADO TRÊS VEZES
E REGISTRA NO QUADRO OS VALORES. OBSERVE O EXEMPLO:
1 1 6 1 3 = 10
1 O LANÇAMENTO 2 O LANÇAMENTO 3 O LANÇAMENTO TOTAL
EXEMPLO 1 6 3 10
JOGADOR A
JOGADOR B
JOGADOR C
RESPOSTAS PESSOAIS.
• O JOGO TERMINA QUANDO TODOS OS JOGADORES COMPLETAREM
3 LANÇAMENTOS.
• O JOGADOR QUE OBTIVER O MAIOR TOTAL NO FINAL DOS 3 LANÇAMENTOS
GANHA O JOGO.
88
ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM
Ao aluno que apresentar alguma dificuldade na realização das atividades ou na compreensão
do conceito aditivo, retome com ele as estratégias de adição com apoio dos materiais manipuláveis:
ábaco, Material Dourado, Cuisenaire e também com o apoio das retas numéricas
aplicáveis à novas situações de cálculo. Trabalhe a composição e decomposição numérica,
resgatando requisitos para a compreensão das formas de representações.
ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10
NATHALIA S./ M10
96
VOCÊ É O ARTISTA
9 1 1 5 10
8 1 6 5 14
17
8
14
PINTE O DESENHO COM AS CORES ABAIXO, DE ACORDO
COM O RESULTADO DE CADA ADIÇÃO.
8
17
5 1 3 5 8
2 1 7 5 9
17
14
17
8
8
10
14
4 1 0 5 4
9 1 8 5 17
17
8
9 14 9
17
9
8
4
9
17
9
9
8
10
8
8
17
9
9 9
4
NATHALIA S./ M10
Você é o artista
ROTEIRO DE AULA
Tempo de duração: uma
aula de 50 minutos
Objetivo: Efetuar adições e
produzir uma arte a partir dos
resultados.
Orientação didática: De
forma lúdica, os alunos efetuarão
as operações de adição
para descobrirem a cor que
deverá ser aplicada a cada
parte do desenho. Peça que
façam as adições e pintem
o desenho de acordo com
as cores de cada resultado.
Avaliação: Observar se
as cores pintadas estão de
acordo com os resultados das
adições. Pedir que os alunos
comparem as suas pinturas
para ver se as cores pintadas
foram iguais e se não foram
em alguma parte, que confiram
as adições para ver qual
a cor que está certa.
14
10
9
8
14
14
10
14
10
10
89
97
CONTANDO ATÉ 50
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Organize a turma em grupos
de cinco alunos. Proponha
uma atividade com materiais
de contagem: tampinhas, palitos,
grãos de feijão, etc.
Estabeleça para cada grupo
um número:
Grupo 1: contagem de 10 a 20
elementos.
Grupo 2: contagem de 10 a 35
elementos.
Grupo 3: contagem de 10 a
40 elementos.
Grupo4; contagem de 10 a 45
elementos.
Grupo 5: contagem de 10 a
50 elementos.
Faça um cartaz com os alunos
do número 10 ao 50. Peça
que leiam os números em
voz alta. Exponha o cartaz na
sala e peça que registrem no
caderno a sequência numérica
de 10 a 50. Ao finalizar, peça
para cada grupo relatar o que
conseguiram observar sobre
as regularidades da sequência
de 10 a 50.
Na seção Vamos pensar
juntos, proporcione reflexões
para a turma a partir das
questões e trabalhe a representação
das dezenas com o
uso do ábaco, enquanto os
questionamentos forem feitos,
para que a compreensão
seja alcançada.
HENRIQUE FEZ ANIVERSÁRIO.
NA FESTA, CARINA, DANIEL E MARTA
FICARAM RESPONSÁVEIS POR
ENTREGAR OS BALÕES PARA OS
CONVIDADOS.
VAMOS REPRESENTAR AS
QUANTIDADES DE BALÕES QUE AS
CRIANÇAS TÊM NAS MÃOS UTILIZANDO
O MATERIAL DOURADO. OBSERVE:
20 UNIDADES
2 DEZENAS
20 UNIDADES
2 DEZENAS
NESSE CASO, CADA 10 UNIDADES SÃO
REPRESENTADAS NO ÁBACO POR UMA ARGOLINHA.
JUNTOS, ELES TÊM 50 BALÕES.
90
VAMOS PENSAR JUNTOS
10 UNIDADES
1 DEZENA
• QUANTAS DEZENAS DE BALÕES AS CRIANÇAS TÊM JUNTAS? 5 DEZENAS.
• SE JUNTARMOS OS BALÕES DE DANIEL E MARTA, TEREMOS AO TODO
QUANTOS BALÕES? 30 BALÕES.
• QUANTOS BALÕES TEREMOS AO ADICIONAR OS BALÕES DE CARINA COM
OS DE DANIEL? 40 BALÕES.
FUNDAMENTO PEDAGÓGICO
A BNCC orienta-se pelo pressuposto de que a aprendizagem em Matemática está intrinsecamente
relacionada à compreensão, ou seja, à apreensão de significados dos objetos matemáticos, sem
deixar de lado suas aplicações. Os significados desses objetos resultam das conexões que os alunos
estabelecem entre eles e os demais componentes, entre eles e seu cotidiano e entre os diferentes
temas matemáticos.
Desse modo, recursos didáticos como malhas quadriculadas, ábacos, jogos, livros, vídeos, calculadoras,
planilhas eletrônicas e softwares de geometria dinâmica têm um papel essencial para a compreensão
e utilização das noções matemáticas. Entretanto, esses materiais precisam estar integrados
a situações que levem à reflexão e à sistematização, para que se inicie um processo de formalização.
BNCC - BRASIL, p. 276.
CARINA
MARTA
C
D
DANIEL
U
ILUSTRAÇÕES: OLGA1818/ SHUTTERSTOCK
98
1. CIRCULE O ALGARISMO DAS DEZENAS NOS NÚMEROS A SEGUIR.
27 49 10 15 36 50 25 39
ESCOLHA QUATRO DESSES NÚMEROS E REPRESENTE-OS NOS ÁBACOS. ESCREVA O
NÚMERO REPRESENTADO EMBAIXO DE CADA ÁBACO.
RESPOSTA PESSOAL.
C D U
C D U
Atividades 1 e 2
(EF01MA02) Contar de
maneira exata ou aproximada,
utilizando diferentes estratégias,
como o pareamento
e outros agrupamentos.
(EF01MA03) Estimar e comparar
quantidades de objetos
de dois conjuntos (em
torno de 20 elementos), por
estimativa e/ou por correspondência
(um a um, dois a
dois) para indicar “tem mais”,
“tem menos” ou “tem a mesma
quantidade”.
PNA - NUMERACIA
Contagem de números até 50.
C
D
U
2. ESCREVA O NÚMERO QUE REPRESENTA A QUANTIDADE DE LÁPIS E COMPLETE DE
ACORDO COM O EXEMPLO:
10 10
10
10 10
10
A)
C
D
U
ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 1, oriente o
aluno a perceber o valor posicional
do algarismo que ocupa
a casa das dezenas.
Na atividade 2, o aluno
deverá perceber o agrupamento
de dezenas.
Estimule-o a refletir que a
cada grupo de 10 unidades
obtemos uma dezena.
4 DEZENAS E 9 UNIDADES
49
2 DEZENAS E 8 UNIDADES
28
91
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Embora o sistema monetário brasileiro seja abordado neste volume em unidades posteriores,
traga, se julgar conveniente, algumas moedas de 1 real e as cédulas de 2, 5, 10, 20 e 50 reais de
brinquedo para que os alunos manipulem e associem com os agrupamentos. Investigue com
seus alunos a contagem de objetos de coleções de até 50 unidades; previamente, pergunte:
Vocês sabem contar até 50?
Quantas dezenas há em 50 unidades?
Como podemos representar 50 unidades no ábaco? E no Material Dourado?
99
Atividade 3
(EF01MA02) Contar de
maneira exata ou aproximada,
utilizando diferentes estratégias,
como o pareamento e
outros agrupamentos.
(EF01MA03) Estimar e comparar
quantidades de objetos
de dois conjuntos (em
torno de 20 elementos), por
estimativa e/ou por correspondência
(um a um, dois a
dois) para indicar “tem mais”,
“tem menos” ou “tem a mesma
quantidade”.
Atividades 4 e 5
(EF01MA05) Comparar números
naturais de até duas ordens
em situações cotidianas, com
e sem suporte da reta numérica.
(EF01MA10) Descrever, após
o reconhecimento e a explicitação
de um padrão (ou regularidade),
os elementos ausentes
em sequências recursivas
de números naturais, objetos
ou figuras..
PNA - NUMERACIA
Contagem de números até 50.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 3, solicite aos
alunos que, oralmente, expressem
a quantidade de peças
do Material Dourado indicadas
no quadro com seu número
correspondente.
Na atividade 4, proponha
a leitura e observação dos
números no quadro acima
da reta numérica e questione
que padrões aparecem na
sequência após a localização
dos valores na reta numérica.
B) C)
10 10 10
10 10 10 10 10
3 DEZENAS E 5 UNIDADES
3. COMPLETE O QUADRO OBSERVANDO O EXEMPLO DADO.
35 51
5 DEZENAS E 1 UNIDADE
NÚMERO
15 QUINZE
24 VINTE E QUATRO
28 VINTE E OITO
32 TRINTA E DOIS
ESCRITA POR EXTENSO
34 TRINTA E QUATRO
4. ESCREVA OS NÚMEROS ABAIXO COMPLETANDO ESTA RETA NUMÉRICA.
92
20 4 36 12 28 8 44
0 4 8 12 16 20 24 28 32 36 40 44
PARA AMPLIAR
Sugestão de leitura:
SMOLE, K.S.; DINIZ, M.I. (Orgs). Materiais manipulativos para o ensino das quatro operações.
Porto Alegre: Penso, 2016. (Coleção mathemoteca, v.2).
O livro aborda a utilização de materiais manipulativos como recursos para favorecer a compreensão
de conceitos matemáticos.
ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10
100
5. OBSERVE A SEQUÊNCIA DE VALORES E PREENCHA ESTA RETA NUMÉRICA:
A
B
RESPONDA:
A) QUE NÚMERO CORRESPONDE À LETRA E? 20
B) QUE LETRA REPRESENTA O NÚMERO 30? G
6. OBSERVE ESTA IMAGEM E RESPONDA ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
A) SEM CONTAR, ESTIME QUANTAS CRIANÇAS ESTÃO SENTADAS NO AUDITÓRIO.
RESPOSTA PESSOAL.
B) AGORA CONTE QUANTAS CRIANÇAS ESTÃO NO AUDITÓRIO E VERIFIQUE SE SUA
ESTIMATIVA ESTÁ PRÓXIMA DESSA QUANTIDADE. HÁ 22 CRIANÇAS NO AUDITÓRIO.
A COMPARAÇÃO COM A ESTIMATIVA SERÁ UMA RESPOSTA PESSOAL.
C) QUANTOS LUGARES ESTÃO LIVRES? 8 LUGARES.
D) OLHANDO PARA A IMAGEM DA SALA, QUAL LADO TEM MENOS CRIANÇAS?
LADO DIREITO.
C
E) QUANTAS CRIANÇAS FALTAM PARA QUE OS DOIS LADOS TENHAM A MESMA
QUANTIDADE? 2 CRIANÇAS.
D E F G H I J K
0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50
F) VOCÊ JÁ FOI AO CINEMA OU AO TEATRO, OU A UMA APRESENTAÇÃO DE DANÇA
RESPOSTA PESSOAL
OU MÚSICA? SE SIM, CONTE A EXPERIÊNCIA PARA A TURMA.
ORAL.
93
VICTOR B./ M10
Atividade 6
(EF01MA05) Comparar números
naturais de até duas ordens
em situações cotidianas, com
e sem suporte da reta numérica.
PNA - NUMERACIA
Contagem de números até 50.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 5, proporcione
outras sequências numéricas
para identificar suas regularidades.
Faça a sequência
de 10 em 10, podendo utilizar
o exemplo da atividade
anterior. Sequências numéricas
em uma reta auxiliam a
expandir a contagem.
Na atividade 6, questione:
Como posso fazer estimativas?
É o mesmo que adivinhar?
Promova um debate sobre
essas ideias de modo que
possa contribuir para valorizar
as diferentes ideias dos estudantes.
Oriente que podemos
fazer a contagem com diferentes
estratégias: de 1 e 1 de
2 em 2, utilizar os dedos etc.
ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM
Para auxiliar os alunos que apresentarem dificuldade referente a habilidade de comparar números
naturais de até duas ordens com ou sem suporte da reta numérica, podem ser exercitadas
novas contagens com o auxílio do ábaco, solicitando que contém de 2 em 2, depois de 3
em 3, em seguida de 4 em 4 e de 5 em 5. Retome procedimentos simples de contagens e de
padrões também simples de sequências. Em seguida, faça na lousa os desenhos das mesmas
retas numéricas apresentadas e troque os números propostos nelas, para que os alunos possam
pensar, descobrir o padrão e preencher os espaços com os números que estiverem faltando.
101
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Assista com os alunos ao vídeo
“Adição para crianças”, disponível
em: <https://www.you-
tube.com/channel/UCI8qJ-
CvG6BQWAoS3UYVkMog>.
Para iniciar essa atividade proponha
que os alunos realizem
a adição proposta no
livro com Material Dourado
e amplie para outros valores.
Em seguida, explore a ideia
da segunda estratégia, para
que os alunos percebam as
associações diferentes que
chegam ao mesmo resultado.
Use folha quadriculada para
representar a operação no
quadro de ordens. Enfatize
que podemos usar diferentes
estratégias para pensar e
resolver uma mesma situação.
Chame atenção dos estudantes
sobre as três maneiras diferentes
de fazer os cálculos da
adição e ressalte que a adição
na vertical (algoritmo) deve
ser alinhado unidade abaixo
de unidade e dezena abaixo
de dezena.
ADIÇÃO DE NÚMEROS
COM DOIS ALGARISMOS
NA ESCOLA DE LAURA ESTÃO FAZENDO UMA CAMPANHA PARA ARRECADAR
LATINHAS DE ALUMÍNIO PARA RECICLAGEM.
A PROFESSORA PEDIU PARA OS ALUNOS TRAZEREM AS LATINHAS
ARRECADADAS PARA QUE PUDESSE FAZER A CONTAGEM FINAL.
ESTAS FORAM AS QUANTIDADES DE LATINHAS QUE LAURA E BEATRIZ JUNTARAM:
LAURA: 26 LATINHAS
BEATRIZ: 12 LATINHAS
A PROFESSORA PEDIU QUE AS MENINAS COLOCASSEM AS LATINHAS EM UMA
MESMA SACOLA E SOLICITOU A PAULO, LAURA E BEATRIZ QUE DISSESSEM COMO
FARIAM PARA SABER A QUANTIDADE TOTAL DE LATINHAS.
OBSERVE COMO CADA CRIANÇA REPRESENTOU SEU CÁLCULO:
26 1 12
20 1 6 1 10 1 2
20 1 8 1 10
1
D
2
1
30 1 8 5 38
U
6
2
3 8
APESAR DE UTILIZAREM MANEIRAS DIFERENTES PARA CHEGAR AO RESULTADO,
AS TRÊS CRIANÇAS ACERTARAM A QUANTIDADE TOTAL DE LATINHAS QUE ESTÃO
DENTRO DA SACOLA.
94
1
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Antes de iniciar essa atividade prática com os estudantes, construa um ábaco da seguinte
maneira:
Faça dois furos na caixinha de suco, corte o palito de churrasco ao meio e insira os buracos
feitos na caixa. Fixe os palitos com a fita adesiva. Faça a indicação na caixa para as Dezenas (D)
e Unidades (U). Recorte 10 círculos verdes e 10 amarelos de EVA com diâmetros de 3 cm cada
e faça furos centrais nesses círculos. Você poderá chamar os alunos para ajudar na confecção.
Separe os alunos em grupos.
Entregue para cada grupo um ábaco. Ao seu comando, solicite que os alunos representem no
ábaco as parcelas indicadas. Por exemplo: 12 + 5. Eles colocarão uma argola nas dezenas, duas
nas unidades e mais 5 nas unidades. Desse modo, o aluno indicará como resposta o número 17.
102
VAMOS PENSAR JUNTOS
• CALCULE MENTALMENTE: SE TIVÉSSEMOS 20 LATINHAS EM UM SACO E
12 EM OUTRO, QUANTAS LATINHAS TERÍAMOS AO TODO? 32 LATINHAS.
• POR QUE É IMPORTANTE RECICLAR OS OBJETOS? RESPOSTA PESSOAL.
• EM SUA CASA, SUA FAMÍLIA SEPARA O LIXO PARA A RECICLAGEM?
RESPOSTA PESSOAL.
CURIOSIDADE
O BRASIL É O PAÍS RECORDISTA MUNDIAL EM RECICLAGEM DE LATAS
DE ALUMÍNIO. EM 2018, O BRASIL CONSEGUIU RECICLAR QUASE TODAS AS
LATINHAS DE ALUMÍNIO QUE FORAM USADAS.
FONTE: TEM SUSTENTÁVEL.
VANESSA VOLK/ SHUTTERSTOCK.COM
SU JUSTEN/SHUTTERSTOCK
RECIPIENTES DE LIXO PARA
RECICLAGEM EM UMA PRAÇA
DE SÃO PAULO, NO ESTADO DE
SÃO PAULO.
RESÍDUOS SEPARADOS PARA
REAPROVEITAMENTO EM
PETRÓPOLIS, NO ESTADO DO
RIO DE JANEIRO.
Na seção Vamos pensar juntos,
a temática da reciclagem
deve ser bem pontuada
visando orientar a aplicabilidade
do conceito aditivo em
situação prática do cotidiano
e a reflexividade do aluno.
Após a utilização do ábaco ou
do Material Dourado, efetue
cálculos utilizando a representação
das adições de números
com dois algarismos no
quadro de ordens.
Proponha um desafio:
Qual chave abre o cofre se o
número da chave tem 3 dezenas
e 5 unidades?
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
CURIOSIDADE
Chame a atenção dos alunos
para a coleta seletiva do lixo
e o exercício de cidadania de
forma consciente. Comente
com os estudantes que todos
podem e devem participar da
coleta seletiva em suas casas
colocando todo material a
ser reciclado (plástico, vidro,
papel e metal) em um saco.
Quando o saco estiver cheio,
entregue a algum catador ou
em algum posto de coleta.
95
Para que a aprendizagem se torne dinâmica, dentro do cotidiano dos alunos, crie um contexto
para apresentar as parcelas e a soma. Exemplo: Vera foi comprar 12 laranjas e 5 maçãs,
quantas frutas ela comprou?
Solicite que os alunos registrem as parcelas e o total no caderno.
Durante o desenvolvimento da atividade, circule pela sala observando as estratégias dos alunos
e auxiliando os que apresentarem dificuldades.
103
Atividades 1 a 3
(EF01MA06) Construir fatos
básicos da adição e utilizá-los
em procedimentos de cálculo
para resolver problemas.
(EF01MA08) Resolver e elaborar
problemas de adição e de
subtração, envolvendo números
de até dois algarismos,
com os significados de juntar,
acrescentar, separar e retirar,
com o suporte de imagens e/
ou material manipulável, utilizando
estratégias e formas de
registro pessoais.
PNA - NUMERACIA
Adição e subtração elementares,
incluindo o significado
das operações e sua prática
reiterada.
Problema envolvendo um cálculo
de adição com 2 algarismos
e significados de adição.
Composição e decomposição
de números.
1. EFETUE AS OPERAÇÕES ADICIONANDO PRIMEIRO AS UNIDADES E, EM SEGUIDA,
AS DEZENAS.
A)
B)
D
U
5
1 1 3
1 8
D
U
1 3
1 2 1
3 4
C)
D)
D
U
1 4
1 2 5
D
3 9
U
4 0
1 6
4 6
2. ANA E ALICE ESTÃO GUARDANDO TAMPINHAS DE GARRAFAS PET PARA DOAR
A UM PROJETO SOCIAL. NESSE PROJETO, CADA TAMPINHA COLETADA PODERÁ
AJUDAR NA COMPRA DE UMA CADEIRA DE RODAS.
ANA GUARDOU 16 TAMPINHAS E ALICE PEDIU PARA ANA ACRESCENTAR MAIS 13
TAMPINHAS QUE ELA HAVIA GUARDADO. QUAL É O TOTAL DE TAMPINHAS QUE
ANA E ALICE TÊM JUNTAS?
ANA E ALICE TÊM JUNTAS 29 TAMPINHAS.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 1, estimule os
alunos a obterem o resultado
da adição de quantidades
de peças do Material
Dourado por meio da contagem
total de peças e pela adição
utilizando a estrutura do
algoritmo. Fomente debates
quanto a qual dos dois processos
é mais prático.
Na atividade 2, retome a
estratégia de acrescentar e
juntar, revendo o conceito
de adição. Utilize tampinhas
para fazer a representação da
situação problema e promova
uma vivência com a utilização
dos materiais manipuláveis
na resolução de problemas.
96
FUNDAMENTO PEDAGÓGICO
O contexto apresentado para trabalhar o pensamento aditivo aplicado à temática da reciclagem
e cidadania consciente, fundamenta-se na visão progressiva para o desenvolvimento da
Competência Geral-7, proposta pela BNCC:
Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender
ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência
socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento
ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta.
BNCC - BRASIL, p. 9.
OLGA1818/SHUTTERSTOCK
104
3. COMPLETE CONFORME O EXEMPLO:
A)
B)
12
DOZE
24
VINTE E QUATRO
10
10
2
10
10
4
10 1 2 5 12
10 1 10 1 4 5 24
20 1 4 5 24
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
Na atividade 3, relembre
aos alunos a adição de dezenas.
Estimule-os a refletir que
outra estratégia utilizada para
adicionar também pode ser a
decomposição de números.
Para a realização da atividade,
use o Material Dourado, se
necessário. Leve o aluno a
relacionar o número de unidades
ou dezenas no Material
Dourado ao resultado do
algoritmo da adição entre as
quantidades. Observações sistemáticas
de aspectos quantitativos
favorecem aos estudantes
relacionar e investigar
informações relevantes, produzindo
argumentos convincentes.
35
TRINTA E CINCO
10
10
10 1 10 1 10 1 5 5 35
30 1 5 5 35
5
• ESCOLHA UM DOS ITENS E ESCREVA, EM UMA FOLHA AVULSA, UM PROBLEMA
QUE POSSA SER RESOLVIDO PELAS ADIÇÕES QUE VOCÊ COMPLETOU.
RESPOSTA PESSOAL.
97
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Apresente aos alunos, dois potes transparentes com diferentes quantidades de tampinhas pet.
Solicite que ajudem a contar quantas tampinhas há em cada um dos potes. Anote o número
na lousa. Em seguida, junte todas as tampinhas em um único pote e peça para que contém
novamente. Anote esse número na lousa. Fale a eles que o que acabaram de fazer foi adicionar
duas quantidades e que o número obtido é o resultado da adição. Mostra a contagem
anotada na lousa de cada pote e faça a adição dos dois números e compare com a contagem
total mostrando a mesma solução entre contagem e adição.
Apresente aos estudantes uma videoaula para consolidar as ideias de adição, disponível em:
https://youtu.be/KVImzPJwUuM (Acesso em 02/08/21)
105
Atividades 4 a 6
(EF01MA06) Construir fatos
básicos da adição e utilizá-los
em procedimentos de cálculo
para resolver problemas.
(EF01MA08) Resolver e
elaborar problemas de
adição e de subtração,
envolvendo números de
até dois algarismos, com
os significados de juntar, acrescentar,
separar e retirar, com
o suporte de imagens e/ou
material manipulável, utilizando
estratégias e formas
de registro pessoais.
PNA - NUMERACIA
Adição e subtração elementares,
incluindo o significado
das operações e sua prática
reiterada.
Problema envolvendo um cálculo
de adição com 2 algarismos
e significados de adição.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 4, leve o ábaco
para a sala de aula e represente
as quantidades da atividade.
Peça que os alunos
façam a contagem do total
antes de procurarem a alternativa
correta posicionada
no ábaco.
Na atividade 5, promova a
percepção dos agrupamentos,
contando, por exemplo,
de 2 em 2, 3 em 3, por linha,
por coluna etc. Utilize o ábaco
e figuras como suporte para
a resolução de problemas.
4. JOÃO TEM 15 LÁPIS DE COR E GANHOU UMA CAIXA COM DUAS DEZENAS DE LÁPIS
DE COR FLUORESCENTES.
ESCREVA O NÚMERO REPRESENTADO EM CADA ÁBACO E MARQUE UM X NO QUE
INDICA COM QUANTOS LÁPIS COLORIDOS ELE FICOU.
A)
C)
X
B)
C
C
D
2 4
D
1 7
UM C D U
CM DM UM C D U
U
U
D)
C
D
3 5
UM C D U
C
CM DM UM C D U
D
5 0
5. EDUARDO ESTÁ FAZENDO UMA CONSTRUÇÃO COM BLOCOS. ELE JÁ COLOCOU
32 PEÇAS, MAS FALTA COLOCAR MAIS 16 PEÇAS.
98
UM C D U
CM DM UM C D U
QUANTAS PEÇAS TERÁ, NO TOTAL, A CONSTRUÇÃO DE EDUARDO?
48 PEÇAS.
PARA AMPLIAR
Sugestão de leitura
As Operações Matemáticas no Ensino Fundamental I. Autora: Cláudia Broitman – Editora: Ática.
O livro trata do ensino das operações nas séries iniciais do Ensino Fundamental, enfatizando a
diversidade de problemas e estratégias de cálculos que devem ser abordados na escola, além
dos procedimentos de resolução utilizados pelas crianças. A preocupação central da autora
é promover um trabalho em sala de aula que proporcione a todas as crianças a aquisição de
conhecimentos significativos e que essa aquisição seja produzida em um ambiente favorável
à produção, ao espírito de investigação sobre a atividade matemática e a produção de argumentos
matemáticos para compreensão do mundo.
U
U
OLGA1818/ SHUTTERSTOCK
106
6. MARINA GOSTA MUITO DE LER. ELA EMPRESTOU 12 LIVROS DA SUA COLEÇÃO DE
HISTÓRIAS DE AVENTURAS. MESMO ASSIM, AINDA TEM 16 LIVROS.
MARINA
CALCULEI:
16 1 12 5 28
D
U
1 6
1 1 2
2 8
RESPOSTA: 28
ARTE/ M10
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
Na atividade 6, peça aos alunos
que elaborem uma estratégia
para determinar a quantidade
de livros de Marina; a
seguir, solicite que eles comparem
as suas respostas com
as dos colegas.
Utilize materiais manipuláveis
para dramatizar a situação
problema, solicite a participação
dos alunos.
JOSÉ
CALCULEI:
10 1 6 1 10 1 2 5
16 1 12 5
28
20 1 8 5 28
RESPOSTA:
28
RESPONDA:
A) MARINA ORGANIZOU TODOS OS SEUS LIVROS JUNTOS NA ESTANTE DO
QUARTO. QUANTOS LIVROS MARINA TEM?
28 LIVROS.
B) VOCÊ GOSTA DE LER?
RESPOSTA PESSOAL.
C) QUAL FOI O ÚLTIMO LIVRO QUE VOCÊ LEU?
RESPOSTA PESSOAL.
99
ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM
Para os alunos que apresentarem alguma dificuldade, retome os significados da adição com
dois algarismos, relacionando-os ao cálculo e observando os valores posicionais no algoritmo.
Utilize materiais manipuláveis, pois favorecem a investigação, o raciocínio lógico e estimulam a
produção de argumentos convincentes, além de auxiliar os alunos a se apropriarem das ideias
que envolvem a operação da adição e sua instrumentalização por meio de diferentes recursos e
procedimentos. Dedique tempo a acompanhar o raciocínio dos alunos individualmente e verificar
os pontos que precisam ser reorientados para a compreensão do procedimento aditivo.
107
SEQUÊNCIAS
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Leve os alunos, se possível,
até uma escada e peça que
subam os degraus de 2 em 2.
Na primeira vez, o professor
auxiliará na contagem dos
degraus. Peça que repitam a
atividade, mas desta vez os
alunos farão a contagem de
cada degrau.
Solicite extremo cuidado na
escada, orientando sobre não
ser um local adequado para
brincadeiras.
Na seção Vamos pensar juntos,
converse com os alunos
sobre a organização das formigas
e para captar o interesse
deles, pergunte se já
observaram um caminho de
formigas levando folhinhas
para algum lugar? Ouça as
respostas e prossiga com as
perguntas do seção.
AS FORMIGAS ESTÃO TRABALHANDO INTENSAMENTE NO VERÃO E
GUARDANDO ALIMENTOS PARA O INVERNO.
11 11 11 11
CADA FORMIGA ESTÁ CARREGANDO UMA FOLHINHA.
AO FINAL DE UMA VIAGEM, ESSAS 8 FORMIGAS TERÃO LEVADO PARA O
FORMIGUEIRO 8 FOLHINHAS.
SE CADA UMA DAS 8 FORMIGAS CONSEGUIR LEVAR DUAS FOLHAS EM CADA
VIAGEM, QUANTAS FOLHINHAS ELAS TERÃO GUARDADO NO FORMIGUEIRO?
OBSERVE:
2
1
2
2
4
ELAS TERÃO GUARDADO 16 FOLHINHAS.
11 11 11
11 11 11 11 11 11
3
6
4
12 12 12 12 12 12
8
5
10
6
12
7
14
8
16
ILUSTRAÇÕES: NATHALIA S./ M10
VAMOS PENSAR JUNTOS
• SE CADA UMA DAS 8 FORMIGAS LEVASSE 3 FOLHAS A CADA VIAGEM,
QUANTAS FOLHINHAS ELAS GUARDARIAM NO FORMIGUEIRO?
24 FOLHINHAS.
• SE HOUVER 9 FORMIGAS E CADA UMA LEVAR DUAS FOLHINHAS,
QUANTAS FOLHAS ELAS COLOCARÃO DENTRO DO FORMIGUEIRO?
18 FOLHAS.
100
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Prepare uma cartela com números de 0 a 50 (semelhante a cartela de bingo).
Peça aos alunos que separem 3 lápis coloridos: vermelho, verde e azul. Entregue uma cartela para cada um. Explique que você
falará uma cor e um padrão e eles deverão circular na tabela os números que formarão essa sequência. Ex: padrão: adição de 2
em 2 para vermelha. Padrão: adição de 3 em 3 para a cor azul. Padrão: adição de 4 em 4 para a cor verde.
Verifique durante as rodadas da brincadeira o que as crianças estão marcando e como estão desenvolvendo a brincadeira. Faça
intervenções apenas se observar algum erro. Converse com os alunos sobre a importância de trocarem ideias entre si, quando
estiverem em cada rodada da brincadeira. Ao final do padrão de cada cor, compare as tabelas dos grupos. Se houver sequência
igual, cada grupo ganhará 5 pontos – se a sequência for única ganhará 10 pontos. Se a sequência estiver errada não ganhará
pontos. O grupo que tiver mais pontos ao final da última rodada, vence.
108
1. ESCREVA A QUANTIDADE DE DEDOS QUE HÁ EM CADA FIGURA.
2. COMPLETE COM OS VALORES CONFORME O PADRÃO DE CADA SEQUÊNCIA.
A)
B)
0
2
5 10
15 20
25
1 4
1 4
4
6
1 4
1 2 1 2 1 2 1 2 1 2 1 2 1 2 1 2 1 2 1 2 1 2
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20
8
10
1 4
12
14
22
16
NATHALIA S./ M10
101
Atividades 1 e 2
(EF01MA05) Comparar números
naturais de até duas ordens
em situações cotidianas, com e
sem suporte da reta numérica.
(EF01MA08) Resolver e elaborar
problemas de adição e de subtração,
envolvendo números de
até dois algarismos, com os significados
de juntar, acrescentar,
separar e retirar, com o suporte
de imagens e/ou material manipulável,
utilizando estratégias
e formas de registro pessoais.
(EF01MA10) Descrever, após
o reconhecimento e a explicitação
de um padrão ou (regularidade),
os elementos ausentes
em sequências recursivas
de números naturais, objetos
ou figuras.
PNA - NUMERACIA
Identificação e continuação de
sequências.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 1, separe os alunos
em duplas e, para cada dupla,
entregue 4 folhas de sulfite. Peça
para que os alunos pintem as
palmas das mãos com tinta
guache. A seguir, dê comandos
como: em uma folha de sulfite,
coloque duas dezenas de dedos.
Quantas mãos foram necessárias
para obter essa quantidade?
Repita a atividade com outros
comandos.
Na atividade 2, peça para que
os alunos “subam” a escada do
item a) contando de quatro
em quatro. Da mesma forma,
deverão construir a sequência
dos itens a), b) e c). A reta
numérica pode ser um instrumento
utilizado para completar
uma sequência e descobrir
o número que se deve adicionar
para determinar os números
que faltam na reta.
109
C)
1 3 1 3 1 3 1 3 1 3 1 3 1 3 1 3 1 3 1 3
Atividades 3 a 5
(EF01MA08) Resolver e elaborar
problemas de adição
e de subtração, envolvendo
números de até dois algarismos,
com os significados de
juntar, acrescentar, separar e
retirar, com o suporte de imagens
e/ou material manipulável,
utilizando estratégias e
formas de registro pessoais.
(EF01MA10) Descrever, após
o reconhecimento e a explicitação
de um padrão (ou regularidade),
os elementos ausentes
em sequências recursivas
de números naturais, objetos
ou figuras.
PNA - NUMERACIA
Identificação e continuação
de sequências.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
A atividade 3 é quase um
desafio: deixe os alunos
refletirem sobre como cada
sequência está sendo formada.
Debata, após um tempo
combinado, as respostas dos
alunos.
Na atividade 4, leve os alunos
a entender que outros
agrupamentos podem ser formados.
Estimule-os a perceber
quantos elementos cada
grupo possui. A reta numérica
pode ser um instrumento para
completar uma sequência e
descobrir o número que se
deve adicionar ou para obter
os números que faltam na reta.
0 3 6 9 12 15 18 21 24 27
• O QUE VOCÊ PODE CONTAR DE 2 EM 2? E DE 3 EM 3? E DE 4 EM 4?
HÁ VÁRIAS RESPOSTAS POSSÍVEIS: DE 2 EM 2 – MEIAS, MÃOS, PÉS, PNEUS DE BICICLETA
ETC.; DE 3 EM 3 – RODAS DE UM TRICICLO; DE 4 EM 4 – PATAS DO CACHORRO, PNEUS
DE AUTOMÓVEL ETC.
3. ENCONTRE UM PADRÃO PARA FORMAR CADA SEQUÊNCIA E COMPLETE:
A) 32 35 38 41 44 47 50
B) 22 26 30 34 38 42 46
4. EM CADA SAQUINHO SURPRESA HÁ 6 UNIDADES DE DOCES. COMPLETE A
SEQUÊNCIA ANOTANDO O NÚMERO DE DOCES DE CADA FIGURA E DESENHE AS
BALAS NOS SAQUINHOS.
6
12
5. INVENTE UMA REGRA E ESCREVA UMA SEQUÊNCIA NUMÉRICA EM UMA FOLHA
AVULSA. PEÇA PARA UM COLEGA DECIFRAR A REGRA E OBTER MAIS TRÊS TERMOS.
RESPOSTA PESSOAL.
102
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
As sequências com materiais manipuláveis permitem um movimento mais dinâmico, pois,
uma vez criadas, podem ser discutidas entre professora e alunos, e podem ser refeitas, caso
não tenham um padrão aditivo. Construa com os alunos uma centopeia feita com círculos
de massinha e com a ponta de um palito escreva os números que farão parte da sequência
aditiva. Pergunte a eles qual será o padrão aditivo para a sequência: +3, + 4, +5? Cada vez que
um padrão for escolhido, uma sequência será produzida.
30
NATHALIA S./ M10
24
18
110
METADE E DOBRO
DOBRO
MARIANA ESTÁ AJUDANDO SUA MÃE A ARRUMAR DOIS VASOS COM FLORES.
NO PRIMEIRO VASO FORAM COLOCADAS 3 FLORES. SUA MÃE PEDIU QUE, NO
SEGUNDO VASO, MARIANA COLOCASSE O DOBRO DE FLORES QUE FORAM
COLOCADAS NO PRIMEIRO VASO.
6 É O DOBRO DE 3
PARA OBTER O DOBRO DE UMA QUANTIDADE, DEVEMOS CONSIDERAR ESSA
QUANTIDADE 2 VEZES.
VAMOS PENSAR JUNTOS
• SE MARIANA COLOCASSE 2 FLORES NO PRIMEIRO VASO, QUANTAS
FLORES ELA DEVERIA COLOCAR NO SEGUNDO VASO? 4 FLORES.
• SE FOSSEM COLOCADAS 5 FLORES NO PRIMEIRO VASO, QUANTAS
FLORES SERIAM COLOCADAS NO SEGUNDO VASO? CONVERSE COM O
SEU COLEGA E VERIFIQUE COMO ELE CHEGOU AO RESULTADO. 10 FLORES.
• SE NO SEGUNDO VASO HÁ 8 FLORES, QUANTAS FLORES FORAM
COLOCADAS NO PRIMEIRO VASO? 4 FLORES.
PARA AMPLIAR
“Dois aspectos precisam ser considerados quanto ao uso deste referencial por parte de crianças. Um
é que as crianças podem usar os limites entre “mais que metade”, “menos que metade” e “igual a
metade” ao comparar dimensões complementares nas relações de primeira ordem. O outro é que
as crianças tratam “metade” inicialmente em termos de relações parte-parte antes de fazê-lo em termos
de relações parte-todo. Existe na literatura evidências que apoiam esses dois aspectos.” (p.309)
SPINILLO, A. G. A importância do referencial de “metade” e o desenvolvimento do conceito
de proporção, Universidade Federal de Pernambuco, Psic.: Teor. e Pesq., Brasília, 1992,
Vol. 8, N° 3, pp. 305-317
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
103
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Coloque pequenas quantidades
de objetos sobre a mesa
da sala e dramatize:
Crianças, preciso da ajuda de
você para verificar se temos
dois desses objetos para cada
criança.
Utilize a ideia de pareamento
para realizar a contagem junto
aos alunos.
Coloque de um lado da mesa,
um objeto, faça uma linha divisória
na mesa e do outro lado
coloque outro objeto igual.
Vá compondo os dois lados
da mesa, de modo que em
ambos fiquem duas quantidades
iguais de objetos.
Ao final desse momento, diga:
“CONSEGUIMOS !”
Explique que o dobro representa
duas vezes a mesma
quantidade. Use as duas
mãos para mostrar o dobro
dos dedos de uma mão. Use
outros objetos para representar
o dobro da quantidade.
Peça que os alunos, separem
quantidades pequenas
e coloquem, ao lado, o dobro
da quantidade de objetos.
Associe a ideia de metade
dizendo: Com duas partes
iguais juntas, temos o dobro
de uma parte. Mostre o dobro
da quantidade e a metade da
quantidade com suporte de
vários objetos fazendo contagens
das quantidades para evidenciar
os valores numéricos
de dobro e metade. Explore a
seção Vamos pensar juntos
111
1. DESENHE O DOBRO DA QUANTIDADE DE RETÂNGULOS:
Atividades 1 a 3
(EF01MA02) Contar de maneira
exata ou aproximada, utilizando
diferentes estratégias como o
pareamento e outros agrupamentos.
(EF01MA03) Estimar e comparar
quantidades de objetos de
dois conjuntos (em torno de 20
elementos), por estimativa e/ou
por correspondência (um a um,
dois a dois) para indicar “tem
mais”, “tem menos” ou “tem a
mesma quantidade”.
PNA - NUMERACIA
Noção de dobro e de metade
com apoio visual.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 1, a ideia de dobro
associada a contagem dos retângulos
pode ser desenvolvida por
meio da correspondência dois a
dois. Para cada retângulo verde
deve-se desenhar dois retângulos
no quadro, reforçando a contagem
dois a dois, e resultando
no dobro. Enfatize a observação
de que o dobro é sempre uma
quantidade maior que a quantidade
de referência.
A atividade 2, trabalha a ideia
de dobro abordando o pareamento,
cada dedo tem o seu
correspondente na outra mão,
de modo que as duas juntas
têm o dobro de dedos de uma
mão. Fica explícito o conceito
de dobro, associando as duas
mãos com o fato da adição de
duas parcelas iguais.
A observação da quantidade de
ovos na caixa principal apresentada
na imagem da atividade
3 facilita a visualização das duas
partes iguais necessária para que
se tenha o dobro. Debata cada
uma das alternativas e observe os
argumentos dos alunos para verificar
a aprendizagem do conceito.
112
2. LÚCIA DESENHOU A SUA MÃO DIREITA
EM UMA FOLHA DE PAPEL.
AGORA É COM VOCÊ! UTILIZANDO AS
SUAS MÃOS, DESENHE EM UMA FOLHA
AVULSA O DOBRO DE DEDOS QUE LÚCIA
DESENHOU. 10 DEDOS.
3. ASSINALE COM UM X A ALTERNATIVA QUE REPRESENTA O DOBRO DA
QUANTIDADE DOS OVOS QUE ESTÃO NA CAIXA:
A)
B)
104
X
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
JOGO
Jogos com o conceito de dobro e metade são importantes para aproximar o aluno dos conceitos
e dos valores que envolvem dobro e metade. Utilize jogos da memória com os pares
de metade e dobro.
Jogando dados, também pode-se explorar a ideia de dobro dos números de 1 a 6. Prepare
momentos em que os alunos possam vivenciar atividades que explorem esses conceitos.
C)
D)
IVASCHENKO ROMAN/SHUTTERSTOCK; NASKAMI/SHUTTERSTOCK
METADE
DONA FRANCISCA RECEBEU UMA ENCOMENDA DE 12 BOLINHOS. EM CADA
CAIXA ELA COLOCARÁ METADE DOS BOLINHOS PRODUZIDOS.
6 É A METADE DE 12
PARA OBTER A METADE DE UMA QUANTIDADE, DEVEMOS SEPARAR ESSA
QUANTIDADE EM 2 PARTES IGUAIS E CONSIDERAR UMA DAS PARTES.
VAMOS PENSAR JUNTOS
• SE FOSSEM PRODUZIDOS 10 BOLINHOS, QUAL SERIA A METADE
DESSA QUANTIDADE? 5 BOLINHOS.
• PARA EXPOR NA VITRINE 20 BOLINHOS DONA FRANCISCA IRÁ
COLOCAR EM CADA PRATELEIRA A METADE DESSA QUANTIDADE.
QUANTOS BOLINHOS FICARÃO EM CADA VITRINE? 10 BOLINHOS.
• DONA FRANCISCA CONFEITOU 8 BOLINHOS. ESSA QUANTIDADE
REPRESENTA METADE DE UMA ENCOMENDA. QUANTOS BOLINHOS
FALTAM SER CONFEITADOS PARA COMPLETAR A ENCOMENDA?
8 BOLINHOS.
APOIO PEDAGÓGICO
Apresente o vídeo para compor a aula sobre dobro e metade. Nesse vídeo, a professora mostra
o dobro e a metade de quantidades de laranjas de uma cesta e de lápis e canetas de um
porta lápis.
Disponível em: https://youtu.be/mv6RVapwR3o
Acesso: 02/08/2021
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
105
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Leve para a sala de aula envelopes
com 20 quadradinhos de EVA
cada e distribua para cada dupla
de alunos um envelope. Oriente
os estudantes a contarem quantos
quadradinhos há em cada
envelope. Logo após a contagem
eles devem em forma de
rodizio, um tira “um”, outro cologa
tira “um” e assim sucessivamente
até esvaziar o envelope. Solicite
que eles contem com quantos
quadradinhos ficaram. Espera-se
que todos tenham 10 quadradinhos.
Como material alternativo
para essa atividade podem ser
usadas bolinhas, tampinhas,
figurinhas, ou outro brinquedo
para despertar a curiosidade das
crianças.Pergunte:
Quantos quadradinhos havia inicialmente
no envelope?
Quantos quadradinhos você
retirou do envelope?
Quantos quadradinhos seu
colega retirou?
As quantidades são iguais ? Podemos
chamá-las de metades ?
Faça um registro na lousa da
separação em duas partes iguais.
Conte os quadradinhos na lousa
com participação dos estudantes,
peça que circulem dois grupos
de 10 quadradinhos. Mostre que
há 20 quadradinhos na lousa.
Questione:
Você já recebeu a metade de
alguma coisa?
Deixe que participem falando
sobre seus conhecimentos prévios.
Faça um traço mostrando que
de cada lado do traço existem 10
quadradinhos e que esse valor
é a metade de 20.
113
1. PINTE A METADE DA QUANTIDADE DE CARRINHOS. 3 CARRINHOS.
Atividades 1 a 3
(EF01MA02) Contar de
maneira exata ou aproximada,
utilizando diferentes estratégias
como o pareamento e
outros agrupamentos.
(EF01MA03) Estimar e comparar
quantidades de objetos
de dois conjuntos (em
torno de 20 elementos), por
estimativa e/ou por correspondência
(um a um, dois a
dois) para indicar “tem mais”,
“tem menos” ou “tem a mesma
quantidade”.
PNA - NUMERACIA
Noção de dobro e de metade
com apoio visual.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 1, a ideia de
metade associada a contagem
dos carrinhos pode ser
desenvolvida por meio da
correspondência dois a dois
(um aqui e outro lá). Para cada
carrinho de um lado, marque
um carrinho do outro lado.
Reforçando a estratégia da
correspondência que resulta
na separação de duas quantidades
iguais.
Na atividade 2, explicite os
conceitos de dobro e metade.
Coloque 8 dedos em duas
mãos utilizando o pareamento,
em seguida, separe as mãos,
sinalizando a ideia de separar
em duas partes iguais presente
na construção do conceito
de metade.
A observação da quantidade
de pássaros apresentada na
imagem da atividade 3 facilita
a visualização da separação
em duas partes iguais. Debata
com os alunos as estratégias
de separação, fazendo correspondências
de modo a localizar
a metade.
2. MARCOS ESTÁ BRINCANDO DE JOGAR COM OS DEDOS. O OBJETIVO DESSE JOGO É
INDICAR A METADE DA QUANTIDADE DE DEDOS APRESENTADOS. ELE COLOCOU 8
DEDOS. CIRCULE A MÃO QUE INDICA A METADE DESSA QUANTIDADE.
3. CIRCULE A METADE DA QUANTIDADE DE PÁSSAROS NA IMAGEM:
106
ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM
Leve os alunos para a quadra ou em um espaço adequado para a realização de uma dinâmica.
Explique que alguns comandos serão dados e que deverão formar pequenos grupos com as
mãos dadas, a partir de cada comando: Ex: Formem grupos com três crianças; em seguida,
peça que o grupo formado tenha o dobro da quantidade de integrantes. Formem grupos com
o número par de crianças, em seguida peça que se separem e formem grupos com a metade
da quantidade. Prossiga com os comandos e observe a interatividade e a compreensão dos
conceitos representados pelas formações dos grupos a partir da dinâmica. Faça registros das
dificuldades observadas e direcione para a realização de atividades complementares e de reforço.
BIORAVEN/ SHUTTERSTOCK
ROCIOCHIAPPINO/SHUTTERSTOCK
114
PAR OU ÍMPAR
A ESCOLA EM QUE MARCELO ESTUDA ESTÁ PROMOVENDO UMA FESTA JUNINA.
A PROFESSORA DE EDUCAÇÃO FÍSICA ENSAIOU UMA QUADRILHA COM 13
ALUNOS: 7 MENINAS E 6 MENINOS.
DURANTE A ATIVIDADE, ELA PEDIU QUE AS CRIANÇAS FORMASSEM DUPLAS
COM UM MENINO E UMA MENINA.
VICTOR B./ M10
NO ENTANTO, A PROFESSORA PERCEBEU QUE UMA MENINA FICOU SEM PAR.
• DESENHE UM PAR PARA A MENINA.
107
115
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Separe a turma em grupos de
meninos e meninas; chame
um representante de cada
grupo e diga um número ao
aluno. Ele deverá colocar no
quadro o número falado pelo
professor e dizer se é par ou
ímpar. Ganhará o grupo que
tiver mais acertos.
Desafie seus alunos no jogo
do “par ou ímpar”. O jogo consiste
em:
1. Fechar as mãos e um jogador
escolher “par” e outro escolher
“ímpar”.
2. Os dois jogadores, ao
mesmo tempo, abrirem as
mãos e mostrarem a quantidade
de dedos que escolheram
mentalmente (quem
escolheu “par” deve colocar
um número par).
3. Adicionar as quantidades
de dedos.
4. Se a soma for 0, 2, 4, 6, 8, 10,
ganha quem escolheu par.
5. Se a soma for 1, 3, 5, 7, 9,
ganha quem escolheu ímpar.
Na seção Vamos pensar
juntos, convide os alunos
a pensar para dar a resposta
e, se necessário, forme com
eles os pares de alunos, de
acordo com a pergunta da
seção para encontrar a resposta
adequada.
OBSERVE COMO A PROFESSORA REPRESENTOU O QUE ACONTECEU.
UTILIZANDO QUANTIDADES PARES E QUANTIDADES ÍMPARES, ELA CHAMOU DE H
OS MENINOS E DE M AS MENINAS E DESENHOU NA LOUSA O SEGUINTE ESQUEMA:
SEMPRE QUE UM NÚMERO (DIFERENTE DE 0) PUDER SER DECOMPOSTO DE 2
EM 2, ELE SERÁ CHAMADO DE NÚMERO PAR. QUANDO NA DECOMPOSIÇÃO DE 2
EM 2 SOBRAR UMA UNIDADE, O NÚMERO SERÁ ÍMPAR.
108
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
M
M
M
M
M
M
M
M
M
M
M
M
M
H
H
H
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M
M
VAMOS PENSAR JUNTOS
H
H
H
H
H
H
H
H
H
H
M
M
M
M
M
M
M
M
M
A ÚLTIMA FILA REPRESENTA A DIVISÃO DAS DUPLAS DA QUADRILHA.
H
H
H
H
H
H
H
H
M
M
M
M
M
M
M
• SE EM UMA TURMA HOUVER 12 MENINAS E 15 MENINOS, QUANTOS PARES,
COM UM MENINO E UMA MENINA, SERÁ POSSÍVEL FORMAR? 12 PARES.
• SE ADICIONARMOS 2 NÚMEROS ÍMPARES, O RESULTADO SERÁ PAR OU
ÍMPAR? PAR.
• A SEQUÊNCIA 4, 8, 12, 16, 20... SEMPRE TERÁ NÚMEROS PARES? SIM.
H
H
H
H
H
H
M
M
M
M
M
H
H
H
H
M
M
M
H
H
M
APOIO PEDAGÓGICO
Para compor a aula sobre os conceitos de par e ímpar, assista com os alunos ao vídeo “Mucuninha
– Matemática para crianças, números pares e ímpares”, disponível em: https://www.youtube.com/channel/UCLDe1YcjZ-3iqkRG9dmAy1Q/search?query=numeros+pares+e+impares
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Solicite que os alunos façam bolinhas de papel colorido e utilizem uma caixa de ovos vazia. Ao
comando do professor, os alunos devem colocar as bolinhas uma ao lado da outra nos espaços
vazios. O espaço em que ficar uma única bolinha é considerado ímpar, pois não forma pares.
Outra atividade é pedir para que os alunos nomeiem os dedos iniciando com ímpar e, na
sequência, par. Peça para eles formarem pares ou ímpares usando os dedos. Questione: qual
número você colocou? É par ou ímpar? Pode-se também dramatizar a situação apresentada
como exemplo no livro com a turma.
116
1. SEPARE OS GRUPOS DE OBJETOS DE 2 EM 2 E, EM SEGUIDA, CIRCULE A PALAVRA
PAR OU ÍMPAR PARA A QUANTIDADE ENCONTRADA.
A) B) C)
PAR ÍMPAR PAR ÍMPAR PAR ÍMPAR
2. LÉO E BEATRIZ ESTÃO JOGANDO PAR OU ÍMPAR. OBSERVE A IMAGEM E
RESPONDA ÀS QUESTÕES.
ÍMPAR
PAR
A) O NÚMERO QUE BEATRIZ COLOCOU É PAR OU ÍMPAR?
ÍMPAR.
B) LÉO COLOCOU 2 DEDOS. ESSE NÚMERO É PAR OU ÍMPAR?
PAR.
C) A SOMA DOS NÚMEROS QUE BEATRIZ E LÉO COLOCARAM JUNTOS É PAR OU ÍMPAR?
ÍMPAR.
D) QUEM VENCEU A JOGADA?
BEATRIZ.
• AGORA, JOGUE “PAR OU ÍMPAR” COM UM COLEGA.
109
NATHALIA S./ M10
Atividades 1 e 2
(EF01MA02) Contar de
maneira exata ou aproximada,
utilizando diferentes estratégias,
como o pareamento e
outros agrupamentos.
(EF01MA03) Estimar e comparar
quantidades de objetos
de dois conjuntos (em
torno de 20 elementos), por
estimativa e/ou por correspondência
(um a um, dois a
dois) para indicar “tem mais”,
“tem menos” ou “tem a mesma
quantidade”.
PNA - NUMERACIA
Contagem de números.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 1, além de separar
objetos de 2 em 2, oriente o
aluno a observar a quantidade
total de objetos e a dizer se
esse número é par ou ímpar.
Na atividade 2, peça para que
os alunos, em duplas, façam a
mesma brincadeira sugerida
pela atividade. Em três tentativas,
peça que eles verifiquem
quem obteve maior quantidade
de acertos.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Prepare algumas cartelas com números de 1 a 50 e misture esses números. Combine com os
alunos que você mostrará para eles um número de cada vez e quando o número for par eles
ficarão em pé, quando for ímpar eles se sentarão (semelhante a brincadeira do morto e vivo).
Comece mostrando as cartelas devagar e depois vá acelerando. Observe, durante a brincadeira,
o reconhecimento dos alunos quanto aos números pares e números ímpares.
ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM
O link a seguir apresenta uma vídeo aula produzida pelo Quintal da Cultura, e pode ser um
recurso com uma abordagem interessante para os alunos que apresentarem alguma dificuldade
quanto a compreensão do conceito dos números pares e ímpares. Disponível em: https://
www.youtube.com/watch?v=WFphcEu0JcQ. Acesso em 01 ago. 2021
117
MÃOS À OBRA!
MÃOS À OBRA!
ROTEIRO DE AULA
Tempo de duração: 30 minutos
Objetivo: reforçar o conceito
da formação de pares.
Orientação didática: Nesta
atividade, o estudante refletirá
sobre qual regra fez com que
dois objetos formassem o par.
O objetivo é que os alunos
percebam que semelhanças
(mesma cor ou mesma forma,
por exemplo) podem tornar
elementos pertencentes ao
mesmo grupo. Nesse caso,
formariam par.
Avaliação: avalie a fluidez da
compreensão desenvolvida a
partir das respostas dadas com
as figuras postas lado a lado
e dê total atenção quando o
aluno anunciar em suas próprias
palavras o critério que
usou para formar os pares.
PRIMEIRO PAR
SEGUNDO PAR
RECORTE DO MATERIAL DE APOIO (PÁGINA 223) AS
FIGURAS E FORME PARES COM AQUELAS QUE TÊM ALGO EM
COMUM, COLANDO-AS NO QUADRO ABAIXO.
RESPOSTA:
ILUSTRAÇÕES: VICTOR B./ M10
TERCEIRO PAR
COMO VOCÊ FORMOU OS PARES?
PELA COMBINAÇÃO DAS CORES.
110
118
O QUE APRENDI NESSE CAPÍTULO
1. JÚLIO COLECIONA CARRINHOS E NA PRATELEIRA ESTÃO
TODOS OS CARRINHOS DE SUA COLEÇÃO. EM SUA FESTA
DE ANIVERSÁRIO, ELE GANHOU MAIS 6 CARRINHOS.
QUANTOS CARRINHOS ELE TEM AGORA? 18 CARRINHOS.
2. A TURMA DO 1 o ANO FOI VISITAR O MUSEU DO BRINQUEDO DA CIDADE. LÁ
ENCONTROU ALGUMAS COLEÇÕES DE SOLDADINHOS DE CHUMBO.
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
Atividade 1
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Resolve problemas de adição,
envolvendo números de até
dois algarismos, com os significados
de juntar e acrescentar.
Atividade 2
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Resolve problemas de adição,
envolvendo números de até
dois algarismos, com os significados
de juntar e acrescentar.
OBSERVE AS COLEÇÕES E RESPONDA:
A) QUANTOS SOLDADINHOS A COLEÇÃO 2 TEM A MAIS QUE A COLEÇÃO 1?
1 SOLDADINHO.
B) QUANTOS SOLDADINHOS
TEREMOS AO JUNTAR AS DUAS
COLEÇÕES? FAÇA A CONTA
COMPLETANDO O QUADRO DE
ORDENS.
25 SOLDADINHOS.
SOLDADINHOS DA COLEÇÃO 1
SOLDADINHOS DA COLEÇÃO 2
TOTAL DE SOLDADINHOS
D U
1 2
1 1 3
2 5
111
TABELA DE REGISTRO DE ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM
Nº de chamada
Atividade
1
Atividade
2
Atividade
3
Atividade
4
Atividade
5
Atividade
6
S P I S P I S P I S P I S P I S P I
1
2
3
4
S – (SATISFATÓRIO) -Alcançou satisfatoriamente o objetivo. P – (PARCIAL) -Alcançou parcialmente o objetivo.
I – (INSATISFATÓRIO)-Não alcançou o objetivo.
ENCAMINHAMENTO:
Aos estudantes que apresentarem dificuldades na avaliação, com muitos resultados parciais e insatisfatórios,
utilize atividades complementares de revisão e aprofundamento que reforçam os conceitos do
capítulo, referentes às evidências listadas.
119
Atividade 3
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Compõe número de até duas
ordens, por meio de diferentes
adições, com o suporte de
material manipulável.
Atividade 4
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Compara números naturais
de até duas ordens em situações
cotidianas e os localiza
na reta numérica.
3. NO JOGO “TOTAL DEZ”, GANHA QUEM APRESENTAR A SOMA DOS NÚMEROS
QUE RESULTE EM 10 QUADRADINHOS. EM UMA RODADA, SOBRARAM 4
BARRINHAS PARA UM PARTICIPANTE. CIRCULE AS BARRINHAS QUE ELE DEVERÁ
ESCOLHER PARA GANHAR O JOGO.
TOTAL 10
4. DUAS EQUIPES ESTÃO DISPUTANDO QUEM LANÇA A BOLA MAIS LONGE. NA
BRINCADEIRA, FORAM COLOCADOS CESTOS SOBRE UMA RETA NUMÉRICA.
OBSERVE A IMAGEM:
FOXYIMAGE/ SHUTTERSTOCK
A) O TIME AZUL ACERTOU O CESTO POSICIONADO NO NÚMERO 3. PARA
ACERTAR O CESTO POSICIONADO NO NÚMERO 12, O JOGADOR DEVERÁ
LANÇAR A BOLA QUANTOS CESTOS À FRENTE DO NÚMERO 3? 9 CESTOS.
B) DETERMINE O NÚMERO QUE FALTA NA OPERAÇÃO E DESENHE SETAS
QUE INDIQUEM OS LANCES FEITOS PELA EQUIPE LARANJA PARA OBTER A
PONTUAÇÃO 11.
5 + 6 = 11
FOXYIMAGE/ SHUTTERSTOCK
112
ENCAMINHAMENTO
Aos estudantes que apresentarem dificuldades na avaliação, com muitos resultados parciais e
insatisfatórios, utilize atividades complementares de revisão e aprofundamento que reforçam
os conceitos do capítulo, referentes às evidências listadas.
120
5. DUAS TURMAS DA ESCOLA FORAM SORTEADAS PARA ASSISTIR A UMA PEÇA DE
TEATRO.
OBSERVE A IMAGEM E RESPONDA:
A) QUAL LADO DO AUDITÓRIO POSSUI MAIS POLTRONAS VAZIAS? O LADO B
B) NESSE AUDITÓRIO TEM MAIS MENINAS OU MENINOS?
OS MENINOS E AS MENINAS ESTÃO EM MESMA QUANTIDADE.
6. PARA FAZER UM CARTAZ, CARLA VAI UTILIZAR O
DOBRO DO NÚMERO DE CORAÇÕES E A METADE
DO NÚMERO DE ESTRELINHAS DA FIGURA.
RESPONDA:
A) QUANTOS CORAÇÕES CARLA IRÁ USAR? 12 CORAÇÕES
B) QUANTAS ESTRELAS SERÃO UTILIZADAS? 3 ESTRELAS
C) QUANTOS ELEMENTOS NO TOTAL CARLA IRÁ UTILIZAR NO CARTAZ?
15 ELEMENTOS
LADO A
LADO B
7. DE UM LADO DA RUA ONDE SOLANGE MORA AS CASAS SÃO NUMERADAS COM
NÚMEROS PARES E, DO OUTRO LADO, COM NÚMEROS ÍMPARES, TODOS EM
ORDEM CRESCENTE.
COMPLETE AS CASAS COM OS NÚMEROS QUE ESTÃO FALTANDO.
MATSABE/ SHUTTERSTOCK
1
3 5 7 9 11 13 15
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
Atividade 5
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Conta de maneira exata ou
aproximada, utilizando diferentes
estratégias como o
pareamento e outros agrupamentos
e comparar quantidades
de objetos de dois
conjuntos (em torno de 20
elementos), utilizando diferentes
estratégias para indicar
“tem mais”, “tem menos”
ou “tem a mesma quantidade”.
Atividade 6
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Conta de maneira exata, reconhecendo
o dobro e a metade
de uma quantidade.
Atividade 7
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Descreve, após o reconhecimento
e a explicitação de
um padrão (ou regularidade),
os elementos ausentes em
sequências recursivas de
números naturais.
2 4 6 8 10 12 14 16
113
121
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Organize os alunos para medir
o comprimento ou a largura
da sala de aula usando os próprios
pés (podem usar outros
objetos: estojos, mochilas
etc.). Após medirem, faça o
questionamento:
A quantidade de pés foi igual
para todos?
A quantidade de objetos foi
igual ou diferente dos pés?
Na seção Vamos pensar juntos,
promova contagens das
unidades de medidas propostas
na imagem e nas questões.
Conclua explicando que existem
unidades e instrumentos
padrão de medida de comprimento.
Traga para a sala
de aula fita métrica, trena,
régua e permita que os alunos
os manipulem e façam
seus questionamentos.
Faça as medidas da sala
usando um desses instrumentos.
COMPRIMENTO
LAURA VISITOU O SÍTIO DE SEU TIO CHARLES E, PRÓXIMO A UMA DAS
CERCAS DO SÍTIO, ELA ENCONTROU ALGUMAS MARCAS.
CURIOSA, TENTOU DESCOBRIR O COMPRIMENTO DA CERCA UTILIZANDO
APENAS AS MARCAS ENCONTRADAS.
OBSERVE O QUE ELA ENCONTROU:
PODEMOS MEDIR O COMPRIMENTO DA CERCA UTILIZANDO AS MARCAS
QUE FORAM DEIXADAS PERTO DELA. SE USARMOS COMO UNIDADE PARA
MEDIR A CERCA, DIREMOS QUE A CERCA TEM 30 DE COMPRIMENTO.
114
2 GRANDEZAS
E MEDIDAS
VAMOS PENSAR JUNTOS
• E SE USARMOS O PARA DESCOBRIR O COMPRIMENTO DA CERCA, QUAL
SERÁ O COMPRIMENTO DELA? 10 PÉS.
• AGORA USE A E DIGA QUANTAS SERÃO NECESSÁRIAS PARA
OBTER O COMPRIMENTO DA CERCA. 5 POÇAS
• CONVERSE COM SEUS COLEGAS: POR QUE AS MEDIDAS NÃO SÃO IGUAIS?
RESPOSTA PESSOAL.
ILUSTRAÇÕES: NATHALIA S./ M10
FUNDAMENTO PEDAGÓGICO
Promova experiências significativas sobre a temática abordada e a identificação das medidas de
comprimentos que podem ser obtidas utilizando unidades convencionais ou não. Por meio das
atividades que proporcionarão oportunidades para que os alunos investiguem e reflitam sobre
os tipos de instrumentos que podem ser utilizados para medir os comprimentos de objetos.
As medidas quantificam grandezas do mundo físico e são fundamentais para a compreensão da
realidade. Assim, a unidade temática Grandezas e medidas, ao propor o estudo das medidas e das
relações entre elas – ou seja, das relações métricas –, favorece a integração da Matemática a outras
áreas de conhecimento, como Ciências (densidade, grandezas e escalas do Sistema Solar, energia
elétrica etc.) ou Geografia (coordenadas geográficas, densidade demográfica, escalas de mapas e
guias etc.). Essa unidade temática contribui ainda para a consolidação e ampliação da noção de
número, a aplicação de noções geométricas e a construção do pensamento algébrico.
BNCC – BRASIL, p. 273
122
1. LEIA O QUADRO ABAIXO. DEPOIS, RESPONDA ÀS PERGUNTAS.
MEDINDO COMPRIMENTOS
PARA SABER O COMPRIMENTO DE UM OBJETO, TEMOS DE
COMPARÁ-LO COM UMA UNIDADE DE MEDIDA DE COMPRIMENTO.
1 UNIDADE
O LÁPIS TEM 5 UNIDADES DE MEDIDA DE COMPRIMENTO.
A) USANDO O CLIPE COMO UNIDADE DE MEDIDA, RESPONDA: QUAL É O
COMPRIMENTO DOS OBJETOS?
1 CLIPE.
2 CLIPES.
3 CLIPES.
4 CLIPES.
B) QUAL DOS OBJETOS É O MAIS COMPRIDO?
O PINCEL.
C) QUAL É O MAIS CURTO?
O APONTADOR.
ILUSTRAÇÕES: NATHALIA S./ M10
Atividade 1
(EF01MA15) Comparar comprimentos,
capacidades ou
massas, utilizando termos
como mais alto, mais baixo,
mais comprido, mais curto,
mais grosso, mais fino, mais
largo, mais pesado, mais leve,
cabe mais, cabe menos, entre
outros, para ordenar objetos
de uso cotidiano.
PNA - NUMERACIA
Representação concreta e
verbal de raciocínios.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Solicite aos alunos que, na
atividade 1, utilizem como
unidade de medida os clipes
(unidade de medida não convencional):
identifiquem quantos
deles serão necessários
para medir o comprimento
de alguns objetos. Leve-os a
analisar qual dos objetos utilizou
mais ou menos clipes em
seu comprimento, nomeando-os
como mais comprido
ou mais curto.
115
APOIO PEDAGÓGICO
Pode-se, inicialmente, trabalhar com unidades de medida como: 1 palmo, 1 pé, 1 passo, 1 clipe,
1 elo de corrente etc.
Sugira aos alunos medir a largura da carteira em que estão sentados usando uma borracha, um
lápis ou um clipe e comparar o resultado com os colegas. Pode-se também medir a altura da
cadeira utilizando, por exemplo, uma corrente ou barbante, do piso até o assento, tendo como
unidade de medida o elo da corrente ou barbante. E, finalmente, perguntar: qual o cachorro
mais alto que você conhece? Qual o mais baixo?
Atividades como essas estimulam observações sistemáticas de objetos, de modo a organizar
e avaliar situações-problema.
123
Atividades 2 e 3
(EF01MA15) Comparar comprimentos,
capacidades ou
massas, utilizando termos
como mais alto, mais baixo,
mais comprido, mais curto,
mais grosso, mais fino, mais
largo, mais pesado, mais leve,
cabe mais, cabe menos, entre
outros, para ordenar objetos
de uso cotidiano.
2. FERNANDO E TALITA MEDIRAM O COMPRIMENTO DOS TAMPOS DE SUAS
MESAS USANDO, CADA UM, O SEU PALMO COMO UNIDADE DE MEDIDA DE
COMPRIMENTO. ACOMPANHE A CONVERSA ENTRE OS DOIS:
A MINHA MESA MEDE
9 PALMOS DE COMPRIMENTO.
A MINHA MEDE 8 PALMOS
DE COMPRIMENTO.
PNA - NUMERACIA
Representação concreta e
verbal de raciocínios.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 2, oriente os
alunos a refletirem que as unidades
de medida que não são
padrão apresentam diversos
tamanhos (palmo da mão).
Sugestão: compare o tamanho
da sua mão com a mão de um
aluno e uns com os outros.
Após as comparações, meça
o comprimento da lousa com
o palmo da sua mão e com
a mão de um aluno, para
eles analisarem e fazerem as
comparações, concluindo a
necessidade de instrumentos
e unidades convencionais. Os
estudantes devem determinar
medidas a partir de partes
do próprio corpo (palma da
mão, planta do pé etc.). Ofereça
instrumentos convencionais
e não convencionais para
realizar as medições.
116
AGORA RESPONDA:
A) AS DUAS CRIANÇAS OBTIVERAM RESULTADOS DIFERENTES, EMBORA AS MESAS
SEJAM IGUAIS. POR QUE ISSO ACONTECEU?
A MEDIDA DO PALMO DELAS É DIFERENTE.
B) MEÇA COM O SEU PALMO O TAMPO DE SUA MESA. QUANTOS PALMOS
INTEIROS VOCÊ OBTEVE?
RESPOSTA PESSOAL.
C) COMPARE O NÚMERO DE PALMOS INTEIROS QUE VOCÊ OBTEVE COM A
MEDIDA OBTIDA POR UM COLEGA. OS VALORES SÃO IGUAIS OU DIFERENTES?
RESPOSTA PESSOAL.
SUGESTÃO DE LEITURA
Livro: Bem lá no alto de Susanne Straber e Julia Bussius - Editora Companhia das Letrinhas.
Relata a história de um urso que avista um bolo saboroso bem lá no alto; chegarão outros personagens
para auxiliar o urso para pegar esse bolo e o inesperado acontece. Promova uma
conversação ao finalizar a leitura com os alunos, comparando os comprimentos dos personagens
utilizando termos como mais alto, mais baixo. Analisando os instrumentos não convencionais
e convencionais para medir comprimento da distância do bolo.
VICTOR B./ M10
124
3. FORME UM GRUPO COM 3 AMIGOS E FAÇA O SEGUINTE:
• CADA UM DEVE MEDIR O COMPRIMENTO DA SALA, DO FUNDO ATÉ A LOUSA,
DE PÉ EM PÉ, E REGISTRAR OS RESULTADOS.
• CADA UM DEVE MEDIR O COMPRIMENTO DA SALA, DO FUNDO ATÉ A LOUSA,
USANDO CANETAS, E REGISTRAR OS RESULTADOS.
• EM SEGUIDA, COMPAREM OS RESULTADOS QUE CADA UM OBTEVE.
VICTOR B./ M10
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
Na atividade 3, solicite aos
alunos que identifiquem as
medidas da sala utilizando
unidades não convencionais
conforme a proposta da atividade.
Peça para que eles
conversem com os colegas
sobre as medidas encontradas.
NOMES
COMPRIMENTO DA SALA
CANETAS
PÉS
RESPONDA:
A) NO SEU GRUPO, QUEM TEM O PÉ MAIOR? RESPOSTA PESSOAL.
B) QUANTAS CANETAS FORAM USADAS PARA MEDIR A SALA? RESPOSTA PESSOAL.
C) QUANTOS PÉS FORAM USADOS PARA MEDIR A SALA? RESPOSTA PESSOAL.
117
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Para que haja aprendizagem significativa é importante que a cada etapa você faça intervenções
necessárias de modo a conduzir os estudantes para a compreensão dos significados de
medição bem como os instrumentos e unidades não convencionais que podem ser utilizados
nesse processo. Os links a seguir apresentam jogos online para reforçar os termos:
Medidas de comprimento: comparações e unidades de medida não convencionais. Disponível
em:
https://wordwall.net/pt-br/community/jogo-medidas-de-comprimento
https://www.escolagames.com.br/jogos/circoMagico/
https://br.ixl.com/math/3-ano/meca-usando-uma-regua
Acesso 01 ago. 2021
125
Atividades 4 e 5
(EF01MA15) Comparar comprimentos,
capacidades ou
massas, utilizando termos
como mais alto, mais baixo,
mais comprido, mais curto,
mais grosso, mais fino, mais
largo, mais pesado, mais leve,
cabe mais, cabe menos, entre
outros, para ordenar objetos
de uso cotidiano.
4. NA SAÍDA DA ESCOLA, LÉO, GUSTAVO E MELISSA MARCARAM UM ENCONTRO EM
FRENTE À BIBLIOTECA. CADA UM FEZ UM CAMINHO DIFERENTE PARA CHEGAR ATÉ
LÁ. PEGUE UM BARBANTE E USE-O PARA MEDIR O COMPRIMENTO DOS CAMINHOS.
• CAMINHO A FEITO POR LÉO;
• CAMINHO B FEITO POR GUSTAVO;
• CAMINHO C FEITO POR MELISSA;
ESTIQUE O BARBANTE EM CADA TRECHO, COMPARE OS COMPRIMENTOS TOTAIS E
RESPONDA ÀS QUESTÕES ABAIXO.
BIBLIOTECA
NATHALIA S./ M10
PNA - NUMERACIA
Representação concreta e
verbal de raciocínios.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 4, leve barbantes
para a sala de aula
e distribua para cada aluno.
Solicite que o aluno passe o
barbante por cima dos caminhos
indicados na figura.
Peça que, oralmente, ele identifique
qual dos caminhos é
mais curto ou mais comprido.
Na atividade 5, fomente uma
conversa sobre o uso dos termos
e dê exemplos para a
utilização de palavras como
espessura que não são tão
familiares; após a conversa,
ficarão evidentes as palavras
que precisarão de elucidação.
A) QUAL DELES PERCORREU O CAMINHO MAIOR?
LÉO.
B) QUEM PERCORREU O CAMINHO MENOR?
GUSTAVO.
A
ESCOLA
5. CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE EM QUE SITUAÇÕES VOCÊ USA OS TERMOS:
ALTURA, LARGURA, COMPRIMENTO, DISTÂNCIA E ESPESSURA. RESPOSTA
118
PESSOAL E ORAL.
B
C
ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM
Essa é uma atividade coletiva, mas o professor deverá ter um olhar especial para aqueles alunos
que apresentarem dificuldades em medidas de comprimento, utilizando instrumentos
não convencionais.
Gráfico das alturas:
Em duplas, cada aluno deverá medir com um barbante a altura do seu colega e vice versa.
Esse barbantes serão colados em um papel pardo com a identificação de cada aluno, nome
em foto, dando origem a um gráfico de estaturas, será um momento oportuno para fazer as
comparações utilizando termos como mais alto, mais baixo (alunos), mais comprido, mais
curto (barbante) e ordenar de forma crescente e decrescente de altura.
126
MASSA
TODOS OS OBJETOS SÃO ATRAÍDOS PELA AÇÃO DA GRAVIDADE.
É POR ISSO QUE, SE SOLTARMOS UMA BOLA, ELA CAIRÁ NO SENTIDO DO
CHÃO. A FORÇA DE ATRAÇÃO QUE PUXA OS OBJETOS PARA BAIXO É CHAMADA
DE “PESO”.
O PESO DE UMA PESSOA OU DE UM OBJETO ESTÁ RELACIONADO À MASSA
DESSA PESSOA OU OBJETO. OBJETOS COM MAIOR MASSA TÊM MAIOR PESO.
É COMUM DIZERMOS QUE O “PESO” DE UM OBJETO É O MESMO QUE A
MASSA, MAS SÃO DUAS GRANDEZAS DIFERENTES.
PARA COMPARAR AS MASSAS DE DOIS OBJETOS, PODEMOS UTILIZAR UMA
BALANÇA DE DOIS PRATOS.
OBSERVE:
VAMOS PENSAR JUNTOS
TEM MAIS MASSA QUE .
É MAIS PESADA QUE .
TEM MENOS MASSA QUE .
É MAIS LEVE QUE .
UMA BICICLETA.
• QUEM TEM MAIS MASSA: UMA BICICLETA OU UMA BOLA DE FUTEBOL?
• CITE TRÊS ALIMENTOS QUE COMPRAMOS NO SUPERMERCADO POR
MASSA OU “PESO”. RESPOSTA PESSOAL.
119
ILUSTRAÇÕES DE: NATHALIA S./ M10 E SHUTTERSTOCK.COM
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
As mãos podem servir como
instrumento para diferenciar
o mais leve do mais pesado.
Sugestão: separe alguns estojos
dos alunos, de diversos
tamanhos, coloque nas mãos
deles e questione:
Qual tem mais massa?
Faça diferentes trocas, acrescentando
e tirando os objetos
do estojo, e repita o teste com
os alunos. Questione:
Por que a massa mudou?
Na seção Vamos pensar juntos,
conduza a reflexão sobre
a massa dos objetos. Pergunte
aos estudantes:
Quem de vocês já foi à uma
farmácia para se pesar?
Quando você sobe em uma
balança, se o número que aparece
no visor é 23, esse número
é peso ou massa? Podemos
expressar esse valor como 23
kg, ou seja, sua massa seria de
23 kg. Embora, muitas vezes,
no cotidiano, utilizemos um
termo pelo outro, massa e
peso são grandezas diferentes.
A massa mede a quantidade
de matéria de um objeto ou
corpo. O peso é a força que
atrai um objeto ou corpo ao
centro da Terra.
SUGESTÃO DE LEITURA PARA O ALUNO
O livro Quem vai ficar com o pêssego? de Yoon Ah-Hae e Yang Hye-Won- Editora Callis
apresenta a história de alguns animais que encontraram um pêssego apetitoso e eles estão
discutindo quem ficará com o pêssego, usando os argumentos de suas características físicas,
envolvendo critérios de comparação de altura, peso ou outros parâmetros inusitados. A proposição
de uma pesquisa para descobrir a altura dos animais da história é bem rica! Pode-se
comparar a altura da girafa com a altura da sala de aula ou com a altura de um edifício.
127
Atividades 1 e 2
(EF01MA15) Comparar comprimentos,
capacidades ou
massas, utilizando termos
como mais alto, mais baixo,
mais comprido, mais curto,
mais grosso, mais fino, mais
largo, mais pesado, mais leve,
cabe mais, cabe menos, entre
outros, para ordenar objetos
de uso cotidiano.
PNA - NUMERACIA
Representação concreta e
verbal de raciocínios.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Leve para a sala de aula um
cabide com duas sacolas plásticas
amarradas em suas extremidades.
Pendure o cabide
em um ponto fixo. Dentro
das sacolas, coloque objetos
e peça que os alunos verifiquem
qual deles tem maior
massa. O objeto que ficar do
lado mais baixo, inclinando
mais o cabide, é o de maior
massa ou o mais pesado.
Na atividade 1, oriente o estudante
a comparar e deduzir,
mostrando, por exemplo, uma
pequena bola pesada e uma
grande bola leve: qual tem
mais massa? Peça aos alunos
que encontrem massas
comparando outros objetos
encontrados na sala de aula.
1. COMPLETE AS FRASES CORRETAMENTE COM O NOME DAS FRUTAS.
ILUSTRAÇÕES DE: NATHALIA S./ M10 E SHUTTERSTOCK.COM
A)
B)
C)
120
D)
A MELANCIA É MAIS PESADA DO QUE A MAÇÃ .
O MORANGO É MAIS LEVE DO QUE A MAÇÃ .
A MAÇÃ E A LARANJA TÊM A MESMA MASSA.
A MELANCIA É MAIS PESADA DO QUE A MAÇÃ E O MORANGO JUNTOS.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
DINÂMICA DA BALANÇA
Materiais necessários: 1 cabide (por grupo); 2 sacolas plásticas (por grupo); objetos para
comparação de massas (ex: borracha, caneta, apagador, agenda, livro, óculos, estojo, pote de
tinta guache etc.); fita adesiva; tesoura sem ponta; cola.
Separe os alunos em duplas, inicie essa prática conversando com os estudantes acerca das
medidas de massa dos objetos. Conduza de modo que os alunos possam compreender que
para medir massas podemos utilizar uma balança. Entregue para cada dupla os materiais
supracitados e solicite que cada dupla fixe nas extremidades do cabide as sacolas, essa será
a balança. Na maioria dos casos é necessário que investiguemos as massas dos objetos utilizando
uma balança; com a balança feita por um cabide e duas sacolas fixas nas extremidades,
você deverá descobrir quem é o mais leve e o mais pesado dos objetos e registrar no caderno.
128
A MASSA DE UM OBJETO É EXPRESSA EM
QUILOGRAMAS, CUJO SÍMBOLO É kg.
OBSERVE AO LADO UM OBJETO DE MASSA 1 kg.
É COMUM DIZERMOS QUE É UM “PESO DE
1 QUILOGRAMA”.
PARA MEDIR A MASSA DE UM OBJETO EM QUILOGRAMAS, PODEMOS
COMPARÁ-LA, EM UMA BALANÇA DE PRATOS, COM OBJETOS CUJAS MASSAS
JÁ CONHECEMOS. PODEMOS TAMBÉM USAR, DIRETAMENTE, BALANÇAS CUJOS
VISORES MOSTRAM O VALOR DA MASSA.
BALANÇA COM PONTEIROS.
STUDIOVIN/ SHUTTERSTOCK.COM
BALANÇA DIGITAL.
2. QUEM TEM MAIOR MASSA? OBSERVE AS FIGURAS ABAIXO E NUMERE-AS. NUMERE
USANDO 1 PARA A MAIOR MASSA, 2 PARA A SEGUNDA MAIOR E
3 PARA A MENOR:
3 1 2
VICTOR B./ M10
WITR/ SHUTTERSTOCK.COM
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Explique que, para medir a
massa dos objetos, usamos
a balança como instrumento
padrão de medida.
Traga para a sala de aula diversos
tipos de balança (de 2
pratos, digital, de feira, de
banheiro).
Na atividade 2, pese os alunos;
mostre as diferenças de
massa de cada um (procure
não os constranger e converse
com os alunos sobre o tema,
se necessário, promovendo o
respeito às diferenças).
Anote na lousa o total da
massa das meninas e o total
dos meninos. Classificarão
de forma crescente a massa
de cada pessoa indicada na
balança da atividade.
121
ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM
Se os alunos apresentarem alguma dificuldade, faça uma retomada que proporcionará oportunidades
para que investiguem e reflitam sobre as estratégias de pesagem e ampliem as percepções
relativas ao uso de instrumentos para medir massa.
Os links dos jogos online a seguir, tem a intenção de promover experiências significativas sobre
a temática abordada, possibilitando investigações acerca do “peso” dos objetos. Disponíveis em:
https://wordwall.net/pt/resource/5002426/medida-de-massa
https://wordwall.net/pt/resource/4274390/medida-de-capacidade-e-medida-de-massa
https://wordwall.net/pt/resource/8691267/unidades-de-medida-de-massa-e-comprimento
Acesso 01 ago. 2021
129
CAPACIDADE
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Utilizando uma garrafa, distribua
água igualmente em
copos descartáveis. Use os
copos de mesmo tamanho
como unidade de medida.
Mostre a quantidade de copos
necessária para esvaziar a
garrafa. Repita a experiência
usando a mesma garrafa
e copos de tamanhos e de
capacidade iguais, menores
ou maiores; faça a comparação
entre as quantidades de
copos utilizados: são necessários
menos copos dos maiores,
ou seja, quando a unidade
de medida utilizada é
maior, o resultado numérico
da medição é menor.
Na seção Vamos pensar juntos,
proponha a análise da
imagem para que os alunos
cheguem nas repostas com
suporte de desenhos, para
que eles consigam visualizar
as quantidades e contá-las.
QUANDO VAMOS AO
SUPERMERCADO COMPRAR
SUCO, PODEMOS LEVÁ-LO
PARA CASA EM DIFERENTES
RECIPIENTES.
NA GARRAFA CABE MAIS
SUCO DO QUE NA CAIXINHA.
POR ISSO, DIZEMOS QUE A
CAPACIDADE DA GARRAFA É
MAIOR QUE A DA CAIXINHA.
VEJA AGORA O QUE OCORREU AO FAZERMOS UMA JARRA DE SUCO DE
LARANJA.
VAMOS PENSAR JUNTOS
4 LARANJAS.
• QUANTAS LARANJAS FORAM USADAS PARA FAZER UM COPO DE SUCO?
• QUANTAS LARANJAS FORAM USADAS PARA FAZER UMA JARRA DE
SUCO? 20 LARANJAS.
• ESSA JARRA TEM CAPACIDADE PARA RECEBER QUANTOS COPOS
DE SUCO? 5 COPOS.
EVGENY KARANDAEV; KEITH HOMAN/
SHUTTERSTOCK.COM
NATHALIA S./ M10
122
FUNDAMENTO PEDAGÓGICO
A atividade funciona como um laboratório de experimentação da capacidade de objetos
verificando a noção de quanto cabe as quantidades líquidas, grãos como feijão, pipoca etc. A
intenção é de justamente investigar e construir o conceito de capacidade e refiná-lo por meio
das estimativas realizadas no início e no meio do experimento. Dessa maneira, espera-se contribuir
para o desenvolvimento da 2ª competência específica de Matemática:
Desenvolver o raciocínio lógico, o espírito de investigação e a capacidade de produzir argumentos
convincentes, recorrendo aos conhecimentos matemáticos para compreender e atuar no mundo.
BNCC-BRASIL, p. 267
130
1. EM CADA ITEM, MARQUE COM UM X O RECIPIENTE COM MAIOR CAPACIDADE:
A)
B)
C)
D)
X
X
DIPLOMEDIA/ SHUTTERSTOCK.COM
MAKSYM BONDARCHUK/ SHUTERSTOCK.COM
KEITH HOMAN/ SHUTTERSTOCK.COM
20 L
1 L
EVGENY KARANDAEV/ SHUTTERSTOCK.COM
SCIENCE PHOTO/ SHUTTERSTOCK.COM DIPLOMEDIA/ SHUTTERSTOCK.COM
NORTONGO/ SHUTTERSTOCK.COM
X
X
123
Atividade 1
(EF01MA15) Comparar comprimentos,
capacidades ou
massas, utilizando termos
como mais alto, mais baixo,
mais comprido, mais curto,
mais grosso, mais fino, mais
largo, mais pesado, mais leve,
cabe mais, cabe menos, entre
outros, para ordenar objetos
de uso cotidiano.
PNA - NUMERACIA
Representação concreta e
verbal de raciocínios.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 1, estimule
os alunos a observarem
que o tamanho do recipiente
não implica automaticamente
sua capacidade.
Questione-os:
É verdade que, quanto menor
o recipiente, menor será sua
capacidade?
Quanto maior o recipiente,
maior será sua capacidade?
Exemplifique mostrando ou
desenhando um recipiente
fino e alto em que caiba
menor quantidade de líquido
do que em um baixo e mais
largo. Ressalte que não basta
avaliar uma das medidas do
recipiente (a altura, por exemplo)
para determinar qual tem
maior capacidade; é preciso
comparar alturas, larguras e
comprimentos.
131
Atividades 2 e 3
(EF01MA15) Comparar comprimentos,
capacidades ou
massas, utilizando termos
como mais alto, mais baixo,
mais comprido, mais curto,
mais grosso, mais fino, mais
largo, mais pesado, mais leve,
cabe mais, cabe menos, entre
outros, para ordenar objetos
de uso cotidiano.
2. CAROLINA PASSOU TODO O LEITE DE UMA CAIXA PARA CANECAS. ENCHEU
4 CANECAS. DEPOIS, PASSOU TODO O LEITE DE OUTRA CAIXA IGUAL PARA COPOS.
ENCHEU 8 COPOS.
A) EM QUAL DOS RECIPIENTES CABE MAIS LEITE?
NATHALIA S./ M10
X
CANECA
PNA - NUMERACIA
Representação concreta e
verbal de raciocínios.
NATHALIA S./ M10
COPO
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 2, encaminhe
os alunos a fazerem comparações
relacionadas às capacidades
da caneca e do copo.
Reflita com eles sobre qual dos
dois recipientes tem maior
ou menor capacidade. Faça
testes em sala de aula com
objetos semelhantes a esses
para ampliar a noção de capacidade.
NATHALIA S./ M10
B) CIRCULE O OBJETO QUE PODE CONTER MENOS LEITE.
124
C) CAROLINA QUER SABER EM QUAL CABE MENOS LEITE: TRÊS COPOS OU UMA
CANECA?
UMA CANECA.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Escolha dois os três potes de tamanhos diferentes para trabalhar a estimativa de quantidades. Mostre os recipientes para as
crianças e permita que elas olhem de perto. Utilize um com arroz que será transferido entre os outros recipientes. Escolha uma
caneca para começar a atividade e pergunte para a classe quantas canecas dessas são necessárias para colocar todo o arroz do
pote. Colha as estimativas deles e anote no quadro, junto aos seus nomes, pedindo que anotem também nos seus registros e
em seguida comece a colocar o conteúdo do arroz em canecas ao lado do pote, organizando essas canecas ao lado. Quando
alcançar por volta da metade do conteúdo do arroz, faça uma pausa e permita que eles mudem a estimativa inicial e façam uma
segunda estimativa. Termine de colocar o conteúdo nas canecas e, ao final, faça a contagem para ver quem mais se aproximou
da quantidade de canecas correta. Peça que façam as anotações em suas fichas e que que circulem o nome de quem mais se
aproximou da quantidade correta.
Para continuar coloque uma jarra ou outro recipiente dos maiores e pergunte se essa quantidade de canecas de arroz cabe nesse
segundo recipiente, pergunte se “cabe mais” ou se “cabe menos” do que a quantidade exata de canecas cheias de arroz.
132
3. COM A ÁGUA DE UMA GARRAFA PET, LEONARDO ENCHEU EXATAMENTE 5 COPOS.
1 L
A) CIRCULE QUANTOS COPOS PODEMOS ENCHER COM DUAS GARRAFAS IGUAIS À
QUE LEONARDO USOU.
1 L 1 L
B) CIRCULE EM QUAIS RECIPIENTES CABEM MAIS ÁGUA: 2 GARRAFAS OU 12 COPOS?
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
Na atividade 3, estimule os
alunos a relacionarem medidas
equivalentes, por exemplo:
para encher completamente
a garrafa ilustrada nesta atividade,
são necessários 5 copos.
Nessa perspectiva, estimule-os
a refletir quantos copos seriam
necessários para encher 2 ou
3 ou outras quantidades de
garrafas como essa.
Além disso, determinem quantas
garrafas serão necessárias
para encher uma determinada
quantidade de copos. Sugira
que o estudante compare as
capacidades entre diversos
recipientes ou embalagens
em sua próxima ida ao mercado
com a família.
1 L 1 L
FOTOS: DIPLOMEDIA/ SHUTTERSTOCK.COM
125
ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM
Investigue com os alunos situações do dia a dia em que são utilizadas medidas de capacidade,
por exemplo, para comprar leite, suco, combustível etc. Traga para a sala de aula diferentes
embalagens e compare suas capacidades. Os alunos que apresentarem dificuldades, terão a
oportunidade de revisar os conteúdos por meio de jogos online disponíveis em:
https://wordwall.net/pt/resource/15999641/medida-de-capacidade-litro
https://wordwall.net/pt/resource/3005758/medida-de-capacidade-litro
https://wordwall.net/pt/resource/4027796/medidas-capacidade-litro
Acesso 01 ago. 2021
133
VOCÊ É O ARTISTA
Você é o artista
PNA - NUMERACIA
Resolução de quebra-cabeças
e labirintos.
ROTEIRO DE AULA
Tempo de duração: duas
aulas de 50 minutos.
Objetivo: Comparar comprimentos,
capacidades ou
massas, utilizando termos
como mais alto, mais baixo,
mais comprido, mais curto,
mais grosso, mais fino, mais
largo, mais pesado, mais leve,
cabe mais, cabe menos, entre
outros, para ordenar objetos
de uso cotidiano.
Orientação didática: Nesta
atividade lúdica, os alunos
devem determinar quantos
pés serão necessários para
percorrer o caminho mais
curto. Antes disso, peça que
os alunos tracem com lápis
o caminho que consideram
mais curto. Solicite que comparem
as respostas entre si.
Avaliação: Avaliar as estratégias
aplicadas para definir
o percurso mais curto, a contagem
e o registro correto
do número correspondente.
126
RECORTE OS PEZINHOS DO MATERIAL DE APOIO
(PÁGINA 225) E DESCUBRA QUANTOS PASSOS SERÃO
NECESSÁRIOS PARA ENCONTRAR A SAÍDA DO LABIRINTO
PASSANDO PELO CAMINHO MAIS CURTO.
SERÃO NECESSÁRIOS APROXIMADAMENTE 20 PASSOS.
NATHALIA S./ M10
134
O QUE APRENDI NESSE CAPÍTULO
1. NAS FÉRIAS, A FAMÍLIA DE FELIPE COSTUMA ALUGAR
UMA CASA EM UM CONDOMÍNIO PRÓXIMO A UMA
REPRESA. NO ANO PASSADO, SUA FAMÍLIA ALUGOU A
CASA 1 E, NESTE ANO, FICOU NA CASA 2.
ALEXANDRE R./ M10
Atividade 1
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Compara comprimentos, utilizando
termos como mais
comprido ou mais curto, para
ordenar objetos de uso cotidiano.
Atividade 2
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Compara comprimentos, utilizando
termos como mais alto
ou mais baixo, para ordenar
objetos ou pessoas em situações
cotidianas.
OBSERVE O MAPA E RESPONDA:
A) ANDANDO PELOS CAMINHOS DESCRITOS NO MAPA, QUAL CASA TEM O
CAMINHO MAIS CURTO ATÉ A REPRESA? A CASA 1.
B) OLHANDO AS QUATRO CASAS NO MAPA, QUAL DELAS TEM O CAMINHO
MAIS LONGO ATÉ O SALÃO DE JOGOS? A CASA 4.
2. A PROFESSORA DO 1 o ANO SEPAROU A TURMA EM TRÊS GRUPOS PARA FAZER A
BRINCADEIRA “SIGA O MESTRE”. OBSERVE OS GRUPOS FORMADOS:
X X X
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
FAÇA UM X NO ALUNO MAIS ALTO DE CADA GRUPO E CIRCULE O MAIS BAIXO.
127
TABELA DE REGISTRO DE ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM
Nº de chamada
Atividade
1
Atividade
2
Atividade
3
Atividade
4
Atividade
5
Atividade
6
S P I S P I S P I S P I S P I S P I
1
2
3
4
S – (SATISFATÓRIO) -Alcançou satisfatoriamente o objetivo. P – (PARCIAL) -Alcançou parcialmente o objetivo.
I – (INSATISFATÓRIO)-Não alcançou o objetivo.
ENCAMINHAMENTO:
Aos estudantes que apresentarem dificuldades na avaliação, com muitos resultados parciais e insatisfatórios,
utilize atividades complementares de revisão e aprofundamento que reforçam os conceitos do
capítulo, referentes às evidências listadas.
135
Atividade 3
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Compara medidas de massa,
utilizando termos como mais
leve ou mais pesado, para
ordenar objetos ou pessoas
em situações cotidianas.
Atividade 4
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Compara medidas de massa,
utilizando termos como mais
leve ou mais pesado, para
ordenar objetos ou pessoas
em situações cotidianas.
3. NAS IMAGENS, AS BALANÇAS COMPARAM A MASSA ENTRE OS OBJETOS.
COMPLETE AS FRASES COM “MAIS LEVE”, “MAIS PESADA” OU “MESMA MASSA” E
LIGUE CADA FRASE À BALANÇA QUE REPRESENTA O QUE NELA ESTÁ ESCRITO.
A PETECA É
LEVE
O ABACAXI.
MAIS
QUE
O ABACAXI TEM
MESMA MASSA
QUE O MELÃO.
A
A PETECA É
PESADA
O MORANGO.
MAIS
4. ANTES DE PARTICIPAREM DE UMA COMPETIÇÃO DE JUDÔ, QUATRO ATLETAS
VERIFICARAM QUANTO ESTAVAM PESANDO, MEDINDO SUAS MASSAS.
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
QUE
ELENA ABRAZHEVICH/
SHUTTERSTOCK
ANA LUIS GILSON PAULA
NAS IMAGENS, AS BALANÇAS REGISTRAM ESSAS MASSAS. OBSERVE-AS E
RESPONDA:
A) QUAL COMPETIDOR É O MAIS PESADO? LUIS
B) QUAL COMPETIDOR É O MAIS LEVE? PAULA
C) EM CADA QUADRO ESCREVA O NOME DOS COMPETIDORES E SUAS MASSAS
CORPORAIS ORDENANDO DA MENOR PARA A MAIOR MASSA.
27 kg 36 kg 48 kg
50 kg
PAULA GILSON ANA LUIS
128
ENCAMINHAMENTO
Aos estudantes que apresentarem dificuldades na avaliação, com muitos resultados parciais e
insatisfatórios, utilize atividades complementares de revisão e aprofundamento que reforçam
os conceitos do capítulo, referentes às evidências listadas.
136
5. OBSERVE AS IMAGENS E RESPONDA AS PERGUNTAS:
PARA ENCHER COMPLETAMENTE UM BALDE COM ÁGUA SÃO NECESSÁRIAS 10
GARRAFAS.
A) QUANTOS COPOS COM ÁGUA SÃO NECESSÁRIOS PARA ENCHER 3
GARRAFAS? 12 COPOS
B) QUANTAS GARRAFAS COM ÁGUA SÃO NECESSÁRIAS PARA ENCHER 2
BALDES? 20 GARRAFAS
C) QUANTOS COPOS COM ÁGUA SÃO NECESSÁRIOS PARA ENCHER 1 BALDE?
40 COPOS
PARA ENCHER UMA
GARRAFA SÃO
NECESSÁRIOS 4 COPOS
COM ÁGUA.
6. NUMERE OS RECIPIENTES COM ÁGUA DE 1 A 3, INDICANDO 1 PARA O DE MENOR
CAPACIDADE E 3 PARA O DE MAIOR CAPACIDADE.
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
Atividade 5
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Compara capacidades, indicando
quando a quantidade
de alguns recipientes é equivalente
a medida de capacidade
de outro recipiente.
Atividade 6
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Compara capacidades, utilizando
termos como cabe
mais ou cabe menos, para
ordenar objetos ou pessoas
em situações cotidianas.
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
FOXYIMAGE/ SHUTTERSTOCK
3 1 2
129
137
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Como atividade introdutória:
No chão, cole várias figuras
geométricas de maneira
alternada.
Faça um dado com uma caixa
de papelão com os nomes das
figuras. O aluno joga o dado e
se direciona para a figura geométrica
escrita no dado. Solicite
aos alunos que informem
as características das figuras
geométricas sorteadas pelo
dado. Além disso, monte um
painel com as figuras geométricas
planas e exponha na
sala de aula.
Pesquise com os alunos sobre
como alguns pintores criaram
suas obras utilizando
figuras geométricas: por exemplo,
veja a matéria “A geometria
na tela de Van Gogh”, disponível
em:<novaescola.org.
br/conteudo/1038/a-geometria-na-tela-de-van-gogh>.
Certifique-se de que os
alunos são capazes de:
• identificar figuras congruentes;
• reconhecer partes retilíneas
e planas de objetos;
• identificar figuras geométricas
planas (retângulo, quadrado,
triângulo e respectivos
lados, circunferência e círculo).
Na seção Vamos pensar juntos
faça os questionamentos
e conduza o olhar dos alunos
para a observação das figuras
geométricas que formam
o trenzinho.
RECONHECENDO AS FIGURAS GEOMÉTRICAS
A PROFESSORA CONTOU À TURMA DO 1 O ANO QUE A MARIA-FUMAÇA FOI A
LOCOMOTIVA DOS TRENS DO PASSADO.
APÓS CONTAR A HISTÓRIA, ELA DESENHOU COM AS CRIANÇAS UM
TRENZINHO UTILIZANDO VÁRIAS FIGURAS GEOMÉTRICAS.
OBSERVE COMO ELE FICOU:
OBSERVE QUANTAS FIGURAS GEOMÉTRICAS ELA UTILIZOU!
AGORA VAMOS APRENDER SOBRE ALGUMAS FIGURAS GEOMÉTRICAS
PLANAS.
O TRIÂNGULO É
UMA FIGURA DE
3 LADOS.
130
3
GEOMETRIA
PLANA
O QUADRADO TEM
4 LADOS, TODOS DE
MESMO COMPRIMENTO.
O RETÂNGULO TEM
2 PARES DE LADOS; OS LADOS
OPOSTOS TÊM MESMO COMPRIMENTO.
O CÍRCULO
NÃO TEM
LADOS.
FUNDAMENTO PEDAGÓGICO
A Geometria envolve o estudo de um amplo conjunto de conceitos e procedimentos necessários
para resolver problemas do mundo físico e de diferentes áreas do conhecimento. Assim, nesta unidade
temática, estudar posição e deslocamentos no espaço, formas e relações entre elementos
de figuras planas e espaciais pode desenvolver o pensamento geométrico dos alunos. Esse pensamento
é necessário para investigar propriedades, fazer conjecturas e produzir argumentos geométricos
convincentes.
BNCC -BRASIL, p. 271
NATHALIA S./ M10
138
VAMOS PENSAR JUNTOS
• QUAL FIGURA GEOMÉTRICA MAIS APARECE NO DESENHO DO
TRENZINHO? O CÍRCULO.
• AS JANELAS DO TRENZINHO FORAM FORMADAS POR QUAL FIGURA
GEOMÉTRICA? QUADRADO.
• A FUMAÇA QUE SAI DA CHAMINÉ DO TRENZINHO É REPRESENTADA POR
QUAIS FIGURAS GEOMÉTRICAS? CÍRCULO.
• QUAL É O NOME DA FIGURA GEOMÉTRICA QUE FOI PINTADA DE VERDE
NO TRENZINHO? TRIÂNGULO.
1. LIGUE CADA FIGURA GEOMÉTRICA AO SEU NOME.
TRIÂNGULO
RETÂNGULO
CÍRCULO
QUADRADO
2. CIRCULE A FIGURA GEOMÉTRICA QUE PERTENCE AO GRUPO DESTACADO.
A)
B)
Atividades 1 e 2
(EF01MA14) Identificar e
nomear figuras planas (círculo,
quadrado, retângulo e
triângulo) em desenhos apresentados
em diferentes disposições
ou em contornos de
faces de sólidos geométricos.
PNA - NUMERACIA
Geometria plana e Geometria
espacial.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Nas atividades 1 e 2, conduza
o aluno a relacionar a figura
geométrica ao seu respectivo
nome. Fomente debates relativos
à posição em que a figura
se encontra, por exemplo:
Podemos dispor um quadrado
em quais posições em uma
folha de papel?
Se girarmos um triângulo,
posicionando-o de outra
maneira, essa figura deixará
de ser um triângulo?
Faça a mesma pergunta com
relação a outras figuras geométricas.
131
139
3. OBSERVE A FIGURA E RESPONDA:
Atividades 3 a 7
(EF01MA14) Identificar e
nomear figuras planas (círculo,
quadrado, retângulo e
triângulo) em desenhos apresentados
em diferentes disposições
ou em contornos de
faces de sólidos geométricos.
PNA - NUMERACIA
Geometria plana e Geometria
espacial.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 3, proponha
a dobradura na metade do
triângulo, em papéis com a
forma triangular reproduzindo
a figura da atividade. Após as
dobraduras e observações
peça que realizem a atividade.
Na atividade 4, peça a participação
dos alunos para
declararem as suas noções
de atributos que diferenciam
os retângulos dos quadrados.
Ouça as colocações dos alunos
e corrija, se necessário.
Indique as diferenças e semelhanças
entre essas figuras; em
seguida, solicite que realizem
as pinturas delas.
A) QUANTOS TRIÂNGULOS HÁ NA FIGURA?
3 TRIÂNGULOS.
B) PINTE NAS IMAGENS OS TRIÂNGULOS
QUE VOCÊ IDENTIFICOU NA FIGURA.
4. TODAS AS FIGURAS A SEGUIR SÃO RETÂNGULOS. ALGUMAS DELAS, POR TEREM
TODOS OS LADOS DE MESMA MEDIDA, RECEBEM O NOME DE QUADRADO.
ANALISE A IMAGEM, IDENTIFIQUE QUAIS FIGURAS SÃO QUADRADOS E PINTE-OS
DE AZUL.
AZUL.
AZUL.
AZUL.
132
PARA AMPLIAR
“A geometria é particularmente propícia, desde os primeiros anos de escolaridade, a um ensino fortemente
baseado na exploração de situações de natureza exploratória e investigativa. É possível
conceber tarefas adequadas a diferentes níveis de desenvolvimento e que requerem um número
reduzido de pré-requisitos. No entanto sua exploração pode contribuir para uma compreensão de
fatos e relações geométricas que vai muito além da simples memorização e utilização de técnicas
para resolver exercícios -tipo.” (p. 69)
PONTE, J.P.BROCADO,J., OLIVEIRA, H. Investigações Matemáticas na sala de aula, Coleção
Tendências em Educação Matemática, Editora Autêntica, 2019.
140
5. PINTE OS RETÂNGULOS DE AZUL, OS QUADRADOS DE AMARELO E OS CÍRCULOS
DE VERMELHO.
AMARELO
AMARELO
AMARELO
AZUL
AMARELO
AMARELO
VERMELHO
VERMELHO
VERMELHO
VERMELHO
AZUL
AZUL
AMARELO
AZUL
AZUL AZUL
VERMELHO VERMELHO
VERMELHO VERMELHO
6. AS FORMAS DE MUITOS OBJETOS QUE USAMOS NO COTIDIANO LEMBRAM FIGURAS
GEOMÉTRICAS. LIGUE CADA OBJETO À FIGURA GEOMÉTRICA QUE ELE LEMBRA.
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
Nas atividades 5 e 6, organize
os alunos em grupos e
distribua 4 figuras geométricas:
4 retângulos, 4 quadrados
e 4 círculos em um envelope.
Solicite que eles separem em
três grupos identificando as
formas.
Em seguida, peça que realizem
as atividades.
Na atividade 7, antecipadamente
solicite que providenciem
a tesoura para esse
momento e, se possível, tragam
recortado de casa. Evidencie
que é preciso testar
as possibilidades de giros das
peças para realizar o encaixe.
7. MONTE ESTE QUEBRA CABEÇA! RECORTE
AS PEÇAS DO MATERIAL DE APOIO PÁGINA
223 E POSICIONE-AS DE MODO QUE TODA
A MALHA QUADRICULADA SEJA COBERTA
SEM SOBREPOSIÇÃO DE PEÇAS.
133
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Livro Meu amigo robô, escrito por Giselda Laporta Nicolelis e ilustrado por Dika Araujo.
Esse livro você pode acessar no site: (https://www.euleioparaumacrianca.com.br/historias/meu-amigo-robo/). Leia o livro para as crianças
enquanto elas visualizam as imagens no computador. Seria interessante levar um robô com material reciclado ou fazer um dedoche de um
robô para interagir com os alunos. Após a leitura, converse com as crianças sobre a história. Faça as seguintes perguntas:
-Você sabe o que é um artesão? Fale com as crianças sobre as profissões, pergunte para elas o que os pais fazem. Dê importância para todas
as profissões.
Projete as figuras geométricas; caso não seja possível a projeção, leve em papel as figuras geométricas e pergunte aos alunos:
- Que figura geométrica é a figura amarela?
- Quantos lados ela tem?
- Qual é a figura geométrica em vermelho?
- Qual é o nome da figura geométrica em laranja?
- Que cor tem o círculo?
Após a discussão, abra um software de desenho e peça para o aluno criar um robô usando figuras geométricas planas
141
SEQUÊNCIAS GEOMÉTRICAS
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Introduza o conteúdo de
sequências geométricas com
uma atividade lúdica. Traga
várias figuras geométricas
recortadas em papel colorido.
Faça um ditado com as figuras
geométricas, montando uma
sequência-padrão. Peça ao
aluno que crie uma sequência
de figuras geométricas e
estabeleça as quantidades
de formas e cores. Cole as
sequências criadas pelos alunos
no caderno de desenho.
Peça a cada aluno que xplique
o padrão da sequência
que formou.
Na seção Vamos pensar
juntos, as perguntas elucidam
aos alunos o reconhecimento
de um padrão. Recorde
sequências numéricas e, em
seguida, apresente as sequências
geométricas, destacando
o padrão que se repete.
PARA SE COMUNICAR E SE EXPRESSAR DE
FORMA ARTÍSTICA, SÃO MUITO USADOS OS
PADRÕES GEOMÉTRICOS.
OBSERVE A ARTE COM MIÇANGAS FEITA
PELOS ÍNDIOS GUARANIS.
ASSIM COMO OS GUARANIS
DESENVOLVERAM PADRÕES COM AS FIGURAS
GEOMÉTRICAS PLANAS, TAMBÉM PODEMOS
REPRESENTAR UM PADRÃO QUE SE REPETE.
VAMOS PENSAR JUNTOS
DETALHE DE PULSEIRA FEITA DE
MIÇANGAS POR INDÍGENAS GUARANIS.
• QUAIS SÃO AS FIGURAS GEOMÉTRICAS QUE APARECEM NA SEQUÊNCIA
ACIMA? QUADRADO, TRIÂNGULO E CÍRCULO.
• QUANTAS VEZES O MESMO PADRÃO É REPETIDO NESSA SEQUÊNCIA? 3 VEZES.
• SE CONTINUARMOS ESSA SEQUÊNCIA, QUE FIGURA GEOMÉTRICA
APARECERÁ NA PRÓXIMA POSIÇÃO? QUADRADO.
APATERSON/ SHUTTERSTOCK.COM
CASSANDRA CURY/SHUTTERSTOCK
134
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
MÚSICA
O link a seguir apresenta uma música caracterizando e identificando as figuras geométricas
em estudo.
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=5NjG7gIgf_0. Acesso em 01 ago. 2021
142
1. CIRCULE A FIGURA GEOMÉTRICA QUE COMPLETA A SEQUÊNCIA ABAIXO:
2. DESENHE COBRINDO OS PONTILHADOS E PINTE PARA COMPLETAR AS
SEQUÊNCIAS COM A COR CORRETA. DEPOIS, CONTE PARA UM COLEGA COMO
VOCÊ DESCOBRIU O PADRÃO DAS SEQUÊNCIAS.
VERDE-
-CLARO
AZUL
VERDE-
-ESCURO
VERDE-
-CLARO
VERDE-
-ESCURO
VERDE-
-CLARO
LARANJA LARANJA AZUL LARANJA
AMARELO VERDE AMARELO VERDE AMARELO
VERMELHO AZUL VERMELHO AZUL VERMELHO
Atividades 1 e 2
(EF01MA09) Organizar e
ordenar objetos familiares
ou representações por figuras,
por meio de atributos, tais
como cor, forma e medida.
(EF01MA10) Descrever, após
o reconhecimento e a explicitação
de um padrão (ou regularidade),
os elementos ausentes
em sequências recursivas
de números naturais, objetos
ou figuras.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 1, pergunte
aos alunos sobre qual o
padrão correspondente a
cada sequência, seja forma,
cor ou ambos.
Na atividades 2, solicite a 5
alunos que segurem 4 círculos
e 4 triângulos e organize-os
como no exercício: triângulo,
círculo, triângulo, círculo, triângulo,
círculo; peça a eles para
descreverem o que aconteceu.
Ressalte como as figuras
geométricas foram dispostas.
Explique aos alunos que as
sequências têm, em geral, um
padrão de repetição.
135
ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM
Para o aluno que apresentar alguma dificuldade com esse conteúdo, construa com ele algumas
sequências envolvendo atributos diferentes: cor e forma. Durante o procedimento da construção,
converse com o aluno, auxiliando-o na identificação dos padrões que serão propostos
para as sequências, bem como na identificação das figuras geométricas utilizadas.
143
O QUE APRENDI NESSE CAPÍTULO
Atividade 1
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Identifica e nomeia figuras planas
(círculo, quadrado, retângulo
e triângulo) em desenhos
apresentados em diferentes
disposições.
Atividade 2
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Identifica figuras planas (círculo,
quadrado, retângulo e
triângulo) faltantes em uma
sequência, organiza e ordena
objetos familiares ou representações
por figuras, por
meio de atributos, tais como
cor e forma.
Atividade 3
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Identifica e nomeia figuras planas
(círculo, quadrado, retângulo
e triângulo) em desenhos
apresentados em diferentes
disposições.
1. JONAS DESENHOU UM ROBÔ,
USANDO ALGUMAS FIGURAS
GEOMÉTRICAS.
OBSERVE A IMAGEM E ESCREVA O NÚMERO DE
VEZES QUE CADA FIGURA APARECEU:
• CÍRCULO: 3
• QUADRADO: 2
• RETÂNGULO: 5
• TRIÂNGULO: 3
2. OBSERVE A SEQUÊNCIA FORMADA POR ALGUMAS FIGURAS GEOMÉTRICAS.
DESENHE E PINTE OS ELEMENTOS QUE FALTAM NESTA SEQUÊNCIA:
RETÂNGULO ROSA
TRIÂNGULOS VERDES
3. JULIANA SEPAROU ALGUMAS PEÇAS DE UM JOGO GEOMÉTRICO. OBSERVE AS
PEÇAS E LIGUE COM OS NOMES DAS FIGURAS GEOMÉTRICAS CORRESPONDENTES:
QUADRADO
TRIÂNGULO
CÍRCULO
RETÂNGULO
136
TABELA DE REGISTRO DE ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM
Nº de chamada
Atividade
1
Atividade
2
Atividade
3
Atividade
4
Atividade
5
Atividade
6
S P I S P I S P I S P I S P I S P I
1
2
3
4
S – (SATISFATÓRIO) -Alcançou satisfatoriamente o objetivo. P – (PARCIAL) -Alcançou parcialmente o objetivo.
I – (INSATISFATÓRIO)-Não alcançou o objetivo.
ENCAMINHAMENTO:
Aos estudantes que apresentarem dificuldades na avaliação, com muitos resultados parciais e insatisfatórios,
utilize atividades complementares de revisão e aprofundamento que reforçam os conceitos do
capítulo, referentes às evidências listadas.
144
4. LIGUE CADA UMA DAS FIGURAS GEOMÉTRICAS À INFORMAÇÃO QUE INDICA A
QUANTIDADE DE LADOS QUE ELA POSSUI.
3 LADOS 4 LADOS
5. EM CADA ITEM, MARQUE UM X NA FIGURA GEOMÉTRICA QUE NÃO PERTENCE
AO GRUPO.
A)
Atividade 4
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Identifica figuras planas (quadrado,
retângulo e triângulo)
e determina a quantidade de
lados de cada figura.
Atividade 5
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Identifica figuras planas (círculo,
quadrado, retângulo e
triângulo), e organiza objetos
familiares, por meio de
atributos, tais como a forma.
GRUPO DOS RETÂNGULOS
B)
GRUPO DOS TRIÂNGULOS
C)
GRUPO DOS CÍRCULOS
137
ENCAMINHAMENTO
Aos estudantes que apresentarem dificuldades na avaliação, com muitos resultados parciais e
insatisfatórios, utilize atividades complementares de revisão e aprofundamento que reforçam
os conceitos do capítulo, referentes às evidências listadas.
145
CONCLUSÃO DA UNIDADE – MP 1
Ao final da unidade, com o recurso das atividades de avaliação formativa ao longo do período observado, é possível ao professor
realizar um monitoramento da aprendizagem e dos objetivos pedagógicos trabalhados. Esse acompanhamento permite que
a trajetória de cada estudante, e do grupo, seja descrita por meio de registros que evidenciam a progressão ocorrida, os avanços,
assim como as possibilidades de intervenções para que novas aprendizagens, nas unidades seguintes, ocorram de forma efetiva.
Para esse acompanhamento, uma síntese dos objetivos pedagógicos da unidade é disponibilizada por meio de uma planilha
em que o professor apontará o desempenho de cada estudante. Essa é uma oportunidade de avaliação, não apenas da aprendizagem,
mas do ensino ministrado no período. É um momento privilegiado de reflexão sobre os objetivos alcançados, permitindo
confirmar as ações exitosas ou planejar novas estratégias para retomar os objetivos eventualmente não alcançados a contento.
PLANILHA DE ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM – CONCLUSÃO DA UNIDADE 2 – 1 O ANO
CAPÍTULOS
Capítulo 1
Adição
Capítulo 2
Grandezas e
Medidas
Capítulo 3
Geometria Plana
Legenda:
OBJETIVOS
Efetuar cálculos de adição de números de até duas ordens.
Resolver problemas de adição envolvendo números de até duas ordens.
Ler, escrever e contar números até 50.
Compor e decompor números naturais até duas ordens.
Identificar o padrão de sequências numéricas e elementos ausentes em sequências
de números naturais ou figuras.
Comparar números naturais, até duas ordens, com o suporte da reta numérica.
Identificar o dobro e a metade de quantidades.
Comparar comprimento de objetos utilizando os termos: mais comprido, mais
curto.
Comparar a massa de objetos e pessoas, utilizando os termos: mais pesado,
mais leve.
Comparar a capacidade de recipientes indicando quando cabe mais, cabe
menos ou se são equivalentes.
Identificar e nomear as figuras geométricas planas: círculo, quadrado, retângulo
e triângulo.
Ordenar sequências de figuras geométricas e identificar as faltantes em uma
sequência.
S = Satisfatório P = Parcialmente satisfatório
I = Insatisfatório
Aluno 1 Aluno 2 Aluno 3 ...
S P I S P I S P I S P I
ENCAMINHAMENTO
A tabela de registro de acompanhamento, pautada nos objetivos da unidade, apoia uma avaliação de desempenho geral e
apresentará o que deve ser corrigido, melhorado ou mantido, mas é essencial elaborar planos de ação coerentes com esses pontos
críticos, nos três níveis de análise.
O professor deve estar atento, tanto ao interpretar as planilhas, quanto ao fornecer a devolutiva da avaliação sem causar constrangimentos
ao grupo de alunos. E os alunos devem ser preparados para receber essa devolutiva, de modo que compreendam
que não é um momento de críticas ou punição, mas uma conversa visando seu desenvolvimento.
É importante salientar que alguns temas deverão ser trabalhados de forma pontual com alguns alunos, porém outros ficarão
evidentes na planilha como elementos em que existem falhas coletivas na aprendizagem e esses exigirão maior atenção e redirecionamento
de ações e métodos para o alcance de resultados mais eficazes no ensino.
146
UNIDADE 3
O primeiro capítulo desta unidade introduz o componente essencial PNA – Numeracia: subtração elementar com seus significados
e a prática aplicada em situações contextualizadas. São exploradas as noções de diferença, completar e comparar. O capítulo
ainda trabalha a contagem até 80. Os conceitos são construídos por meio de inúmeras atividades que se apoiam em recursos
didáticos tais como o Ábaco, o Material Dourado e a reta numérica, bem como muitas situações-problema que permitem ao
aluno compreender os significados da subtração.
O segundo capítulo da unidade apresenta medidas de tempo. As atividades propostas introduzem as noções de horas do
dia, de minutos, a leitura das horas em relógios digitais ou analógicos; os dias da semana e o calendário mensal e anual. Essas referências
são indispensáveis para a construção das ideias de tempo e organização de rotinas. De forma prática e com recursos dos
instrumentos de medida de tempo e registro, como calendários e agendas, podemos contribuir para uma aprendizagem efetiva.
O terceiro capítulo apresenta o componente essencial PNA – Numeracia: Geometria Espacial; com atividades que oportunizam
o reconhecimento das formas dos principais sólidos geométricos presentes no cotidiano do aluno. É fundamental, neste
capítulo, o uso de objetos manipuláveis que se assemelhem aos sólidos para que os alunos explorem de várias formas as suas
características. As atividades propostas contribuem para que o aluno identifique as características dos sólidos geométricos e sejam
capazes de nomeá-los.
OBJETIVOS PEDAGÓGICOS DA UNIDADE
Conteúdos Objetivos pedagógicos Habilidades relacionadas
Subtração
Resto ou Diferença
Completar
Comparar
Contando até 80
Medidas de Tempo
Hora
Dias e semanas
Calendário
Geometria Espacial
Figuras geométricas
no cotidiano
• Efetuar cálculos da subtração envolvendo
até dois algarismos.
• Resolver problemas de subtração
envolvendo até dois algarismos.
• Ler, escrever e contar números até 80.
• Comparar números naturais até duas
ordens com o suporte da reta numérica.
• Descrever a sequência de
acontecimentos relativos a um dia,
utilizando a hora como referência.
• Identificar os períodos do dia, os dias da
semana e os meses do ano.
• Escrever corretamente as datas
apresentando o dia, o mês e o ano.
• Identificar e nomear as figuras
geométricas espaciais (cones,
cilindros, esferas, cubos, pirâmides e
paralelepípedo).
• Relacionar sólidos geométricos a formas
de objetos familiares.
(EF01MA02) Contar de maneira exata ou aproximada, utilizando
diferentes estratégias como o pareamento e outros
agrupamentos.
(EF01MA05) Comparar números naturais de até duas ordens
em situações cotidianas, com e sem suporte da reta numérica.
(EF01MA08) Resolver e elaborar problemas de adição e de
subtração, envolvendo números de até dois algarismos, com
os significados de juntar, acrescentar, separar e retirar, com o
suporte de imagens e/ou material manipulável, utilizando
estratégias e formas de registro pessoais.
(EF01MA16) Relatar em linguagem verbal ou não verbal
sequência de acontecimentos relativos a um dia, utilizando,
quando possível, os horários dos eventos.
(EF01MA17) Reconhecer e relacionar períodos do dia, dias
da semana e meses do ano, utilizando calendário, quando
necessário.
(EF01MA18) Produzir a escrita de uma data, apresentando
o dia, o mês e o ano, e indicar o dia da semana de uma data,
consultando calendários.
(EF01MA13) Relacionar figuras geométricas espaciais (cones,
cilindros, esferas, cubo, pirâmide e paralelepípedo) a objetos
familiares do mundo físico.
147
ASPECTOS IMPORTANTES PARA A ABORDAGEM DOS TEMAS DA UNIDADE
• No trabalho com a subtração, além da necessidade de utilizar muitos materiais manipuláveis e recursos didáticos, explorar
situações do cotidiano nas quais os alunos necessitam subtrair quantidades faz com que o conteúdo adquira sentido e a
aprendizagem seja significativa.
• Os alunos já apresentam noções intuitivas a respeito das medidas de tempo, quer da vivência diária, quer das
experiências da Educação Infantil. Contudo, enfatizar o uso correto dos termos para realizar os registros (dias da semana,
meses do ano) favorece que os processos de Literacia e Numeracia caminhem juntos, ampliando o vocabulário neste
momento da escolaridade.
• As noções de Geometria Espacial apresentadas nas séries iniciais do Ensino Fundamental são base para os conhecimentos
subsequentes nos anos futuros. Certifique-se que os alunos estão compreendendo as características de cada figura
apresentada. Por vezes julgamos que esse conteúdo é de fácil assimilação, mas há alunos que apresentam dificuldade de
identificação visual das figuras e ao nomeá-las.
148
CRONOGRAMA SUGESTIVO DA UNIDADE
Conteúdo
Subtração
Resto ou Diferença
Completar
Comparar
Contando até 80
Atividade de avaliação formativa
Medidas de Tempo
Hora
Dias e semanas
Calendário
Atividade de avaliação formativa
Geometria Espacial
Figuras geométricas no cotidiano
Atividade de avaliação formativa
SEMANAS
1ª. semana
2ª. semana
3ª. semana
4ª. semana
4ª. semana
5ª. semana
5ª. semana
6ª. semana
6ª. semana
7ª. semana
8ª. semana
149
3
CAPÍTULO 1 • SUBTRAÇÃO
• RESTO OU DIFERENÇA
• COMPLETAR
• COMPARAR
• CONTANDO ATÉ 80
CAPÍTULO 2 • MEDIDAS DE
TEMPO
• HORA
• DIAS E SEMANAS
• CALENDÁRIO
CAPÍTULO 3 • GEOMETRIA
ESPACIAL
• FIGURAS GEOMÉTRICAS
NO COTIDIANO
138
150
1 SUBTRAÇÃO RESTO OU DIFERENÇA
PABLO É UM CRIADOR DE OVELHAS.
QUANDO A NOITE CHEGA, ELE RECOLHE AS OVELHAS EM 2 CERCADOS.
EM CADA CERCADO ELE COLOCA UMA QUANTIDADE DIFERENTE DE OVELHAS.
1 O CERCADO
2 O CERCADO
NO 1 O CERCADO ELE COLOCA 10 OVELHAS. NO 2 O CERCADO, ELE COLOCA
7 OVELHAS. A DIFERENÇA ENTRE AS QUANTIDADES DE OVELHAS NO PRIMEIRO
CERCADO E NO SEGUNDO CERCADO É DE 3 OVELHAS:
10 – 7 = 3
VAMOS PENSAR JUNTOS
• EM QUAL CERCADO A QUANTIDADE DE OVELHAS É MENOR? NO 2 O CERCADO.
• SE RETIRARMOS 2 OVELHAS DO 1 O CERCADO, QUANTAS OVELHAS
FICARÃO? 8 OVELHAS.
• CONVERSE COM UM COLEGA: SE RETIRARMOS 2 OVELHAS DO 1 O CERCADO,
A QUANTIDADE DE OVELHAS NOS DOIS CERCADOS SERÁ IGUAL?
NÃO, POIS UM CERCADO TERÁ 8 OVELHAS E O OUTRO TERÁ 7 OVELHAS.
139
ILUSTRAÇÕES: NATHALIA S./ M10
FUNDAMENTO PEDAGÓGICO
As ideias de retirar, comparar e completar requerem que os estudantes elaborem sínteses
de conceitos, o que amplia a linguagem matemática e cumpre a 2ª competência geral da
educação básica:
Desenvolver o raciocínio lógico, o espírito de investigação e a capacidade de produzir argumentos
convincentes, recorrendo aos conhecimentos matemáticos para compreender e atuar no mundo.
BNCC, Brasil, p.267
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Traga variados objetos e exponha-os
sobre a mesa. Crie
uma situação-problema de
subtração. Utilize, por exemplo,
as expressões: “eu tinha”,
“perdi”. Ex.: eu tinha 4 bolinhas
e perdi 2. Com quantas bolinhas
fiquei? Obs.: exemplifique
com objetos diferentes.
Faça o problema desenhando
na lousa e apresente o resultado.
Separe a classe em
pequenos grupos e distribua
os objetos em quantidades
iguais para cada grupo.
Faça alguns problemas de
subtração para que os grupos
cheguem ao resultado. Peça
que registrem no caderno
a expressão numérica que
resolve os problemas. Ex.: 3 - 2
= 1. Aproveite as perguntas da
seção Vamos pensar juntos
e faças simulações utilizando
os números de 1 a 10. Use os
dedos das mãos para os alunos
experimentarem situações-problemas
que envolvam
a ideia de retirar. Mostre
os 10 dedos e pergunte:
Quantos dedos?
Mostre 8 dedos e pergunte
quantos foram retirados. Mostre
6 dedos e pergunte:
Quanto falta para completar
10?
151
Atividades 1 a 4
(EF01MA05) Comparar números
naturais de até duas ordens
em situações cotidianas, com
e sem suporte da reta numérica.
(EF01MA08) Resolver e elaborar
problemas de adição
e de subtração, envolvendo
números de até dois algarismos,
com os significados de
juntar, acrescentar, separar e
retirar, com o suporte de imagens
e/ou material manipulável,
utilizando estratégias e
formas de registro pessoais.
PNA - NUMERACIA
Adição e subtração elementares,
incluindo o significado
das operações e sua prática
reiterada.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Nas atividades 1 e 2, exemplifique
levando para a sala de
aula 10 copos descartáveis e
colocando-os sobre a mesa.
Pergunte:
Quantos copos temos sobre
a mesa?
Espera-se que os alunos respondam:
“10”.
Se retirarmos 3 copos, com
quantos copos ficamos? Espera-se
que os alunos respondam:
“7”.
Destaque os conceitos de
retirar, subtrair e de diferença
entre as quantidades.
Apresente os significados da
operação de subtração aos
estudantes usando os termos
subtrair, retirar, tirar, comparar,
completar, menos do que.
1. EM SUA FESTA DE ANIVERSÁRIO, BEATRIZ TEVE UM PEQUENO ACIDENTE AO
TRAZER OS COPOS À MESA. OBSERVE A IMAGEM E RESPONDA ÀS QUESTÕES.
A) BEATRIZ TRAZIA QUANTOS COPOS? 7 COPOS.
B) QUANTOS CAÍRAM? 3 COPOS.
C) QUANTOS RESTARAM? 4 COPOS.
2. OBSERVE AS FIGURAS E COMPLETE AS SUBTRAÇÕES CONFORME O EXEMPLO:
VICTOR B./ M10
140
A) 7 2 5 5 2
B) 8 2 2 5 6
C) 8 2 1 5 7
D) 5 2 4 5 1
E) 9 2 6 5 3
F) 6 2 3 5 3
G) 10 2 7 5 3
H) 9 2 3 5 6
I) 13 2 4 5 9
J) 15 2 11 5 4
SUGESTÃO DE LEITURA
Se você fosse um sinal de menos – Editora Gaivota
Apresentar a matemática de forma lúdica e desafiadora é o objetivo central do texto. Que tal
usar a subtração em um jogo de boliche? Conceitos como resto, diferença e o uso da adição
como possibilidade de verificar o resultado da subtração são gradativamente explorados,
com ilustrações divertidas que atraem o interesse da criança. Na página 23, o pequeno leitor
encontra uma atividade prática para fixação do tema, que pode ser realizada utilizando-se
lousa e giz, sob supervisão dos professores. As respostas estão na página subsequente. Na
última página há um glossário.
VICTOR B./ M10
152
3. OBSERVE O EXEMPLO E COMPLETE AS SUBTRAÇÕES:
A)
B)
21
0 1 2 3 4 5 6 7
0 1 2 3 4 5 6 7
21
21
21
21
21
21
0 1 2 3 4 5 6 7
21
21
21 21
8 9 10
21 21
8 9 10
21 21
8 9 10
10 2 4 5
10 2 5 5
9 2 6 5
NATHALIA S./ M10
6
5
3
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
Na atividade 3, com o
suporte da reta numérica,
leve os alunos a efetuar as subtrações
observando cada unidade
que está sendo retirada.
Na atividade 4, estimule os
estudantes a observar o todo
de elementos e a identificar
o elemento que não está no
grupo investigado.
4. RESOLVA OS PROBLEMAS:
A) NO ABRIGO DE ANIMAIS HAVIA 4 GATOS. UM DELES FOI ADOTADO. QUANTOS
GATOS RESTARAM?
ERAM 4 GATOS. SE 1 FOI ADOTADO, RESTARAM 3 GATOS .
B) NO ABRIGO HAVIA 3 CACHORROS. UM DELES FOI ADOTADO. QUANTOS
RESTARAM?
OLGA1818/ SHUTTERSTOCK.COM OLGA1818/ SHUTTERSTOCK.COM
ERAM 3 CACHORROS. UM FOI ADOTADO. RESTARAM 2 CACHORROS .
141
153
Atividades 5 e 6
(EF01MA08) Resolver e elaborar
problemas de adição
e de subtração, envolvendo
números de até dois algarismos,
com os significados de
juntar, acrescentar, separar e
retirar, com o suporte de imagens
e/ou material manipulável,
utilizando estratégias e
formas de registro pessoais.
PNA - NUMERACIA
Adição e subtração elementares,
incluindo o significado
das operações e sua prática
reiterada.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 5, de forma
lúdica, estimule os alunos
a resolverem as operações
de subtração relacionando
o resultado
encontrado com a cor que
deverá ser aplicada na figura.
Trabalhe os fatos básicos da
subtração.
5. ESCREVA A DIFERENÇA E PINTE AS FIGURAS DE ACORDO COM O CÓDIGO DE CORES.
CÓDIGO:
0 – 2 – 4 –
1 – 3 – 5 –
6
2 2
4
9
2 8
1
7
2 3
4
9
2 4
5
1 0
2 6
4
7
2 4
3
9
2 6
3
6
2 1
5
1 0
2 8
2
8
2 5
3
4
2 4
0
1 0
2 9
1
6
2 6
0
1 0
2 5
5
9
2 5
4
2
2 1
1
8
2 8
0
7
2 2
5
VICTOR B./ M10
142
154
6. OBSERVE AS PEÇAS DO MATERIAL DOURADO E ESCREVA A DIFERENÇA OU RESTO.
ACOMPANHE O EXEMPLO:
A)
D U
5
2 3
2
D U
8
2 4
4
MINUENDO
SUBTRAENDO
RESTO
MINUENDO
SUBTRAENDO
RESTO
5
2 3
2
8
2 4
4
5 2 3 5 2
8 2 4 5 4
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
Na atividade 6, utilizando o
Material Dourado, estimule os
alunos a efetuarem as subtrações
de quantidades. Associe
os valores dos termos e
o algoritmo da subtração às
peças do material: represente
o minuendo no Material Dourado
e retire as peças correspondentes
ao subtraendo.
Observe que o que resta é a
diferença entre as duas quantidades.
Leve os alunos a perceberem
que o processo de
retirar peças corresponde à
operação de subtração.
B)
D U
9
2 3
6
MINUENDO
SUBTRAENDO
RESTO
9
2 3
6
9 2 3 5 6
C)
D U
7
2 2
5
MINUENDO
SUBTRAENDO
RESTO
7
2 2
5
7 2 2 5 5
143
155
COMPLETAR
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Introduza o significado de
“completar” da subtração, aplicando
uma atividade lúdica:
Bingo de subtração
Faça cartelas com 9 números
de 1 a 20; use feijões para
marcar a cartela. Escreva
uma operação de subtração
na lousa, cujo resultado
seja um número de 1 a 20.
O aluno deverá fazer o cálculo
em um papel de rascunho
e, assim que determinar
o resultado, marcar na
cartela. Ganha quem completar
o bingo primeiro.
Explique que o termo “retirar”
corresponde a “subtrair”.
Embora o sistema monetário
brasileiro seja abordado
neste volume em unidades
posteriores, traga, se julgar
conveniente, algumas moedas
de 1 real e as cédulas de 2,
5, 10 e 20 reais de brinquedo
para que os alunos manipulem
e associem com a ideia
de completar da subtração.
Ao “fazer o troco”, muitos
comerciantes calculam por
completamento: se recebo
uma cédula de 50 reais para
cobrar 22 reais, quanto devo
de troco? Quanto falta a 22
para chegar a 50?
22 + 8 + 20 = 50, por exemplo.
Aproveite as perguntas da
seção Vamos pensar juntos
para aprofundar as investigações
propostas no texto
introdutório. Durante as resoluções,
permita a troca de
ideias entre os estudantes e
conduza os debates.
PAULO TEM UMA COLEÇÃO COM 16 BARQUINHOS.
NO MOMENTO, APENAS 13 ESTÃO NO LUGAR CERTO.
ELE NÃO SABE ONDE DEIXOU ALGUNS DELES.
VEJA COMO PAULO PODE FAZER PARA DESCOBRIR QUANTOS BARQUINHOS
DEVE PROCURAR PARA COMPLETAR A COLEÇÃO:
144
2 5
16 MENOS 13 É IGUAL A 3.
PARTE
TODO
16
PARTE
13 3
VAMOS PENSAR JUNTOS
PENSE: 13 1 3 5 16.
D
U
1 6
2 1 3
3
ENTÃO: 16 2 13 5 3.
3 É A PARTE QUE FALTA A 13
PARA COMPLETAR 16.
MINUENDO
SUBTRAENDO
RESTO OU DIFERENÇA
• SE NA PRATELEIRA HOUVER 16 BARQUINHOS E 5 FOREM RETIRADOS,
QUANTOS BARQUINHOS FICARÃO? 11 BARQUINHOS.
• SE A COLEÇÃO AUMENTAR PARA 20 BARQUINHOS, QUANTOS FICARÃO DE
FORA DA PRATELEIRA, SE SÓ CABEM 16 BARQUINHOS NELA? 4 BARQUINHOS.
FUNDAMENTO PEDAGÓGICO
Para que o estudante desenvolva competências e habilidades matemáticas e as aplique no
cotidiano, é necessário que vivencie situações-problema nas quais poderá investigar significados
e estratégias da subtração para poder aplicá-las em situações reais.
Segundo HAASSE (2020) “A literatura sobre educação matemática tem enfatizado a distinção entre
conhecimento numérico conceitual e procedimental (ANSARI, 2015; RITTLE-JOHNSON, 2017). O conhecimento
conceitual se refere aos processos de pensamento subjacentes ao conceito de número (tais
como conservação, seriação, composição aditiva, etc.) e operações (comutatividade, transitividade,
raciocínio aditivo, raciocínio multiplicativo, etc.). O conhecimento procedimental se refere às
habilidades de associar as quantidades aos numerais simbólicos, aos procedimentos de cálculo
por contagem ou algoritmos, à aquisição de fatos aritméticos rapidamente resgatáveis,
etc. De um modo geral, esses dois aspectos estão relacionados aos dois grandes fatores psicometricamente
identificados nas habilidades matemáticas, o raciocínio e a fluência de cálculo
(GEARY; WIDAMAN, 1992; GEARY; BAILEY; HOARD, 2009.).” RENABE - Brasil, 2020. p. 129
ARTE SOBRE IMAGENS DE SHUTTERSTOCK.COM
156
OBSERVE A SUBTRAÇÃO:
17 2 12 5 5
E SUA REPRESENTAÇÃO NO QUADRO DE ORDENS E NO ÁBACO:
D
U
1 7
2 1 2
0 5
C
D
1. EFETUE AS SUBTRAÇÕES NO QUADRO DE ORDENS, COMPLETE E DESENHE O
RESULTADO NO ÁBACO SEGUINDO O EXEMPLO ACIMA. REGISTRE PARA A MESMA
OPERAÇÃO UMA OUTRA ESTRATÉGIA DE CÁLCULO.
A)
C
C
D
D
U
CU
C
U
C
C
D
C
D
U
D
CU
C
U
D
U
1 5
2 1 3
0 2
Atividade 1
(EF01MA08) Resolver e elaborar
problemas de adição
e de subtração, envolvendo
números de até dois algarismos,
com os significados de
juntar, acrescentar, separar e
retirar, com o suporte de imagens
e/ou material manipulável,
utilizando estratégias e
formas de registro pessoais.
PNA - NUMERACIA
Adição e subtração elementares,
incluindo o significado
das operações e sua prática
reiterada.
15 – 13 = 15 – 10 – 3 = 5 – 3 = 2
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
B)
C C D D U U C C D D
18 – 12 = 18 – 10 – 2 = 8 – 2 = 6
U
U
D U
1 8
2 1 2
0 6
145
Na atividade 1, utilize o ábaco
para representar as subtrações
de quantidades. Solicite também
que os alunos indiquem
as operações escrevendo os
números do algoritmo no
quadro de ordens. Peça para
que eles confirmem o resultado
encontrado no ábaco
e na operação de subtração.
Como nesta atividade se trata
de subtrações sem desagrupamento,
é possível primeiro
retirar as dezenas e, depois, as
unidades, como sugerem as
escritas abaixo dos quadros.
APOIO PEDAGÓGICO
Nas atividades, represente o minuendo no ábaco. Explique como realizar a subtração retirando
do ábaco a quantidade do subtraendo. Peça aos alunos que concluam olhando no ábaco qual
é o resto ou diferença. Outro material que pode ser utilizado para auxiliar nas operações de
subtração é o Material Dourado.
157
2. FAÇA ESTA ATIVIDADE COM UM COLEGA:
Atividades 2 a 5
(EF01MA05) Comparar números
naturais de até duas ordens
em situações cotidianas, com
e sem suporte da reta numérica.
(EF01MA08) Resolver e elaborar
problemas de adição
e de subtração, envolvendo
números de até dois algarismos,
com os significados de
juntar, acrescentar, separar e
retirar, com o suporte de imagens
e/ou material manipulável,
utilizando estratégias e
formas de registro pessoais.
PNA - NUMERACIA
Adição e subtração elementares,
incluindo o significado
das operações e sua prática
reiterada.
- Problemas de raciocínio
lógico e de álgebra, incluindo
reconhecimento de padrões
numéricos e geométricos,
identificação e continuação
de sequências, resolução de
quebra-cabeças e labirintos.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 2, solicite aos
estudantes que efetuem as
subtrações com Material
Dourado. Proponha que,
para determinar o resultado,
coloquem 9 pecinhas sobre a
mesa e agrupem outras 4 ao
grupo. Peça que comparem
os resultados encontrados
com os colegas.
Na atividade 3, estimule os
alunos a relacionar os resultados
obtidos nas subtrações
às suas respectivas escritas
por extenso na cruzadinha.
PAULINHO DOOU QUATRO DE SEUS CARRINHOS E AINDA FICOU COM NOVE. CONVERSE
COM A SUA DUPLA: QUANTOS CARRINHOS PAULINHO TINHA ANTES DA DOAÇÃO?
REGISTRE NO ESPAÇO ABAIXO A SUA ESTRATÉGIA PARA ENCONTRAR A RESPOSTA.
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
3. COMPLETE A CRUZADINHA ESCREVENDO POR EXTENSO O RESULTADO DE
CADA OPERAÇÃO.
146
1 5
2 1 0
0 5
3 6
2 2 3
1 3
1 8
2 1 2
0 6
C E S
I Z E
T
R
2 0
1 5
2 5
3 6
2 2 4
1 2
V I N T E E C I N C O
C
D O Z E
13 CARRINHOS.
S
158
SOMA É O NOME DO RESULTADO DA ADIÇÃO.
RESTO OU DIFERENÇA SÃO OS NOMES DO RESULTADO DA SUBTRAÇÃO.
4. SIGA AS INDICAÇÕES DAS SETAS E COMPLETE OS QUADROS COM AS SOMAS OU
COM AS DIFERENÇAS.
A)
B)
C)
22 12 12 22 21 21
23 23
21 23 25
22 21
12 13 22 11 21 14
37 41
39 42 40
40 44
13 13 22 11 21 24
18 23
21 24 22
22 18
5. EM CADA UMA DAS RETAS NUMÉRICAS, CONTE AS DEZENAS NO SENTIDO CONTRÁRIO
AO DA RETA, A FIM DE ENCONTRAR OS NÚMEROS QUE ESTÃO FALTANDO, E EFETUE AS
SUBTRAÇÕES.
210 210
5 15 25 35 45
45 2 20 5 25
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
Na atividade 4, por meio de
adições ou subtrações, os alunos
encontrarão os elementos
que faltam nas sequências
numéricas.
Na atividade 5, utilize como
suporte a reta numérica, estimulando
os alunos a perceberem
a operação que está
sendo aplicada para determinar
os números que faltam
nas sequências.
Utilize a reta numérica para
efetuar as subtrações. Efetue
subtrações utilizando contagens
progressivas e regressivas.
Sempre que possível,
relacione as operações de
adição e subtração.
210 210 210 210
9 19 29 39 49
210 210 210 210
3 13 23 33 43
49 2 40 5 9
43 2 40 5 3
210
210
41 2 20 5 21
1 11 21 31 41
147
159
Atividades 6 e 7
(EF01MA08) Resolver e elaborar
problemas de adição e de subtração,
envolvendo números de
até dois algarismos, com os significados
de juntar, acrescentar,
separar e retirar, com o suporte
de imagens e/ou material manipulável,
utilizando estratégias
e formas de registro pessoais.
PNA - NUMERACIA
Adição e subtração elementares,
incluindo o significado das operações
e sua prática reiterada.
- Problemas de raciocínio lógico
e de álgebra, incluindo reconhecimento
de padrões numéricos
e geométricos, identificação e
continuação de sequências,
resolução de quebra-cabeças
e labirintos.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Nas atividades 6 e 7, estimule
os estudantes a efetuarem as
subtrações de modo a encontrar
a cor para pintar as partes do
foguete e as letras que completarão
a frase. Nessas atividades,
pode haver operações, tanto
adições como subtrações, que,
formalmente, ou seja, com o uso
do algoritmo, exigiriam reagrupamentos
ou desagrupamentos.
No entanto, observe as estratégias
dos alunos: eles podem,
por exemplo, fazer por completamento,
por contagem, por
decomposição dos números em
dezenas e unidades etc. Avalie
também o conhecimento prévio
dos alunos sobre os números
maiores do que 50 (escrita
com algarismos e leitura). Eles
trazem conhecimentos extraclasse
que devem ser aproveitados
e destacados. Atividades
como essa os motivam e desafiam
a aprender novos conceitos
e procedimentos.
160
6. PINTE O FOGUETE DE ACORDO COM OS RESULTADOS E AS CORES PEDIDAS PELO
ASTRONAUTA.
Azul
19 2 5
Vermelho
19 2 2
Verde
17 2 4
Azul Verde
Amarelo 17 2 3 16 2 3
17 2 2
Azul
18 2 4
Vermelho
18 2 1
Azul
16 2 2
Azul
19 2 5
18 2 3
Amarelo Amarelo
19 2 4
18 2 1
Vermelho
7. FAÇA AS OPERAÇÕES INDICADAS E USE O CÓDIGO PARA ENCONTRAR A FRASE
SECRETA.
148
CÓDIGO
S R E A Ç N I C F L Z É
46 12 18 34 8 14 21 2 5 13 17 37
FRASE SECRETA
24 1 22 16 1 2 17 2 5 19 2 17 6 1 6 45 2 24 23 1 11 25 2 11 19 2 11 46 2 12
S E R C R I A N Ç A
12 1 25 15 1 31 38 2 20 48 2 36 18 2 13 15 1 3 29 2 16 10 1 11 28 2 11
É S E R F E L I Z
13
14
15
17
NATHALIA S./ M10
COMPARAR
LÚCIA É UMA VOVÓ MUITO BRINCALHONA COM SEUS NETOS FERNANDO E
ALANA. TODOS OS ANOS, EM CADA ANIVERSÁRIO DAS CRIANÇAS, ALÉM DE DAR
UM PRESENTE, ELA ENTREGA PARA CADA UMA DELAS UM PACOTE COM MOEDAS
DE 1 REAL.
CADA PACOTE TEM UMA QUANTIDADE DE MOEDAS IGUAL À IDADE DE
CADA CRIANÇA.
OBSERVE AS MOEDAS QUE RECEBERAM:
VAMOS PENSAR JUNTOS
• QUAL DAS CRIANÇAS É A MAIS VELHA? ALANA.
• QUAL É A DIFERENÇA DE IDADE ENTRE FERNANDO E ALANA? 5 ANOS.
• ALANA NÃO GASTOU AS MOEDAS QUE RECEBEU NO ANO PASSADO E
GANHOU 11 MOEDAS ESTE ANO. COM QUANTOS REAIS ELA FICOU
AO TODO? 21 REAIS.
1. OBSERVE A FIGURA DA DENTIÇÃO DE LEITE E DA DENTIÇÃO DEFINITIVA.
DENTIÇÃO DE LEITE
DENTIÇÃO DEFINITIVA
VICTOR B./ M10
ILUSTRAÇÕES: NATHALIA S./ M10
ILUSTRAÇÃO
ESQUEMÁTICA.
NÃO TEM
DIMENSÕES REAIS.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
No jogo da comparação cada aluno deve encontrar as melhores palavras para dar dicas de
como passar as informações da imagem de modo que os colegas entendam o que está sendo
comparado e em que quantidade para que possam colocar o valor certo e marcar ponto. Nessa
atividade a intenção é trabalhar a linguagem verbal, associada a linguagem matemática de
forma que o estudante esteja buscando elementos na história que possam ser quantificados e
comparados. É interessante para quem tem de elaborar fatos para verbalizar e também desafiador
para aqueles que buscam entender a ideia do outro e encontrar a resposta.
149
Atividade 1
(EF01MA03) Estimar e comparar
quantidades de objetos
de dois conjuntos (em
torno de 20 elementos), por
estimativa e/ou por correspondência
(um a um, dois a
dois) para indicar “tem mais”,
“tem menos” ou “tem a mesma
quantidade”.
(EF01MA08) Resolver e elaborar
problemas de adição
e de subtração, envolvendo
números de até dois algarismos,
com os significados de
juntar, acrescentar, separar e
retirar, com o suporte de imagens
e/ou material manipulável,
utilizando estratégias e
formas de registro pessoais.
PNA - NUMERACIA
Adição e subtração elementares,
incluindo o significado
das operações e sua prática
reiterada.
Problemas de raciocínio
lógico e de álgebra, incluindo
reconhecimento de padrões
numéricos e geométricos,
identificação e continuação
de sequências, resolução de
quebra-cabeças e labirintos.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Nas atividades 1 a 4,
estimule os alunos a compararem
quantidades, identificando
quem tem mais,
quem tem menos. Evidencie
também que quantidades
como, por exemplo, as velinhas
do bolo, estão relacionadas
à idade de uma pessoa.
161
Atividades 2 a 4
(EF01MA03) Estimar e comparar
quantidades de objetos de
dois conjuntos (em torno de
20 elementos), por estimativa
e/ou por correspondência (um
a um, dois a dois) para indicar
“tem mais”, “tem menos” ou “tem
a mesma quantidade”.
(EF01MA08) Resolver e elaborar
problemas de adição e de subtração,
envolvendo números de
até dois algarismos, com os significados
de juntar, acrescentar,
separar e retirar, com o suporte
de imagens e/ou material manipulável,
utilizando estratégias
e formas de registro pessoais.
PNA - NUMERACIA
Adição e subtração elementares,
incluindo o significado das operações
e sua prática reiterada.
Problemas de raciocínio lógico
e de álgebra, incluindo reconhecimento
de padrões numéricos
e geométricos, identificação e
continuação de sequências,
resolução de quebra-cabeças
e labirintos.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Nas atividades 2, 3 e 4 é importante
ressaltar que, em nosso dia
a dia, fazemos várias comparações:
a altura entre duas pessoas,
o tamanho do pé, a cor da
roupa, o tamanho dos automóveis
(pequenos, médios ou grandes).
Além disso, também podemos
comparar quantidades de
conjuntos, questionando “qual
tem mais?”, “qual tem menos?”.
Nesse sentido, estimule os alunos
a compreender e comparar
quantidades e características de
elementos entre dois grupos e
a efetuarem as operações apropriadas
para resolver situações
do cotidiano.
AGORA RESPONDA:
A) QUANTOS SÃO OS DENTES DE LEITE? 20
B) E OS DENTES DEFINITIVOS? 32
C) QUAL DENTIÇÃO TEM MAIS DENTES? A DENTIÇÃO DEFINITIVA.
D) COMPARANDO AS DUAS DENTIÇÕES, QUANTOS DENTES A MAIS TEM A
DENTIÇÃO DEFINITIVA?
12 DENTES A MAIS.
E) VOCÊ JÁ PERDEU ALGUM DENTE DE LEITE? RESPOSTA PESSOAL.
2. OBSERVE A FIGURA ABAIXO, CONTE AS VELINHAS DE ANIVERSÁRIO E RESPONDA:
A) QUEM NASCEU PRIMEIRO? A MENINA.
B) QUANTOS ANOS O MENINO TEM A MENOS DO QUE A MENINA? 5 ANOS.
3. LETÍCIA E MARIANA ESTÃO COMPRANDO SAPATOS. MARIANA CALÇA NÚMERO 25,
E LETÍCIA CALÇA NÚMERO 27.
A) QUEM TEM O PÉ MAIOR? LETÍCIA.
B) QUAL É A DIFERENÇA ENTRE OS NÚMEROS DE SAPATO DE LETÍCIA E MARIANA? 2
4. MELISSA ESTÁ LENDO UM LIVRO QUE TEM 48 PÁGINAS. ELA JÁ LEU 25 E SEPAROU
AS PÁGINAS LIDAS COM UM MARCA-PÁGINAS. QUANTAS PÁGINAS FALTAM PARA
MELISSA TERMINAR DE LER O LIVRO?
150
23 PÁGINAS.
NATHALIA S./ M10
162
CONTANDO ATÉ 80
NO PERÍODO DA PANDEMIA DA COVID-19, ALGUMAS PESSOAS PRECISARAM
SE CADASTRAR PARA RECEBER DO GOVERNO FEDERAL O AUXÍLIO EMERGENCIAL.
OS NÚMEROS QUE ESTÃO REPRESENTADOS NA RETA NUMÉRICA A SEGUIR
CORRESPONDEM ÀS SENHAS DE 50 A 80.
50 55 60 65 70 75 80
ELDAR NURKOVIC/SHUTTERSTOCK
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Dando continuidade à contagem
numérica até 80, monte
um cartaz com a sequência
numérica de 0 a 80 e exponha
na sala. Faça a leitura dos
números com os alunos e
conclua com um ditado dos
números no caderno. Aproveite
as perguntas da seção
Vamos pensar juntos para
aprofundar as investigações
propostas no texto introdutório.
Durante as resoluções,
permita a troca de ideias entre
os estudantes e conduza os
debates.
CINQUENTA
SESSENTA
TODOS OS NÚMEROS QUE ESTÃO ESCRITOS EM VERMELHO SÃO DEZENAS
EXATAS.
SETENTA
OITENTA
VAMOS PENSAR JUNTOS
• A PESSOA QUE ESTÁ COM A SENHA DE NÚMERO 72 ESTÁ MAIS PRÓXIMA
DA PESSOA COM A SENHA DE NÚMERO 70 OU DA PESSOA COM A SENHA
DE NÚMERO 80? DA PESSOA COM A SENHA 70.
• ENTRE AS SENHAS DE NÚMEROS 50 E 80 TEMOS QUANTAS SENHAS COM
DEZENAS EXATAS? 2 SENHAS COM DEZENAS EXATAS: 60 E 70.
• QUAL NÚMERO ESTÁ LOCALIZADO NA RETA NUMÉRICA IMEDIATAMENTE
ANTES DO 75? 74.
151
FUNDAMENTO PEDAGÓGICO
No texto acima, utilizamos como cenário contextos relacionados a urgência social. Recomendamos
que, no desenvolvimento dessa atividade, sejam promovidas conversas acerca da importância
do auxílio emergencial em situações em que a população se encontra em vulnerabilidade,
conforme proposto na 7ª. competência geral da educação básica:
Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender
ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência
socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento
ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta.
BNCC – Brasil, 2018 p. 9.
163
Atividades 1 a 4
(EF01MA01) Utilizar números
naturais como indicador de
quantidade ou de ordem em
diferentes situações cotidianas
e reconhecer situações em
que os números não indicam
contagem nem ordem, mas
sim código de identificação.
(EF01MA02) Contar de
maneira exata ou aproximada,
utilizando diferentes estratégias,
como o pareamento e
outros agrupamentos.
(EF01MA04) Contar a quantidade
de objetos de coleções
até 100 unidades e apresentar
o resultado por registros verbais
e simbólicos, em situações
de seu interesse, como
jogos, brincadeiras, materiais
da sala de aula, entre outros.
(EF01MA05) Comparar números
naturais de até duas ordens
em situações cotidianas, com
e sem suporte da reta numérica.
PNA - NUMERACIA
Contagem de números até
100 (cem).
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 1, leve os alunos
a relacionarem a quantidade
de peças do Material
Dourado ao número escrito
com algarismos e com palavras
(ou por extenso).
Investigue com seus alunos
a contagem de objetos de
coleções de até 80 unidades;
previamente, pergunte:
Vocês sabem contar até 80?
Quantas dezenas há em 80
unidades?
Como podemos representar
80 unidades no ábaco? E no
Material Dourado?
1. COMPLETE O QUADRO ABAIXO ESCREVENDO O NÚMERO REPRESENTADO PELO
MATERIAL DOURADO.
152
78
SETENTA E OITO.
80
OITENTA.
43
QUARENTA E TRÊS.
NÚMERO
65
SESSENTA E CINCO
MATERIAL DOURADO
164
2. REPRESENTE NO ÁBACO OU ESCREVA OS NÚMEROS.
A) C)
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
Na atividade 2, leve o ábaco
para a sala de aula e peça para
os alunos posicionarem as
C D
U C D U C peças no ábaco de modo a
D U representar o número indicado
C
D
50
51
ou determinar o número
B) D)
representado no ábaco.
Na atividade 3, utilize a reta
numérica como suporte e leve
os alunos a investigar quais
números estão faltando para
completar a sequência.
U C
D U C
D U
Na atividade 4, leve o aluno
a perceber que as sequências
35
80
numéricas nas linhas são formadas
3. COMPLETE CADA RETA NUMÉRICA COM OS VALORES QUE FALTAM.
por números de 1 em
1; já as sequências nas colunas
têm o mesmo algarismo
A)
50 51 52 53 54 55 56 57 58 59
nas unidades.
B)
C)
60 61 62 63 64 65 66 67 68 69
70 71 72 73 74 75 76 77 78 79
4. PREENCHA O QUADRO COM OS NÚMEROS QUE ESTÃO FALTANDO.
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
40 41 42 43 44 45 46 47 48 49
30 31 32 33 34 35 36 37 38 39
153
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Coloque alguns alunos enfileirados com cartazes com números de modo a formar uma sequência.
Os números serão: 70, 71, 72, 73, 74, 75, 76, 77, 78, 79 e 80. Misture os alunos e solicite que os
demais colegas os coloquem em posição de modo que formem uma sequência crescente.
165
5. OBSERVE O EXEMPLO E COMPLETE O QUADRO.
Atividades 5 e 6
(EF01MA01) Utilizar números
naturais como indicador de quantidade
ou de ordem em diferentes
situações cotidianas e reconhecer
situações em que os números não
indicam contagem nem ordem,
mas sim código de identificação.
(EF01MA02) Contar de maneira
exata ou aproximada, utilizando
diferentes estratégias, como o
pareamento e outros agrupamentos.
(EF01MA04) Contar a quantidade
de objetos de coleções
até 100 unidades e apresentar o
resultado por registros verbais e
simbólicos, em situações de seu
interesse, como jogos, brincadeiras,
materiais da sala de aula,
entre outros.
(EF01MA05) Comparar números
naturais de até duas ordens
em situações cotidianas, com e
sem suporte da reta numérica.
PNA - NUMERACIA
Contagem de números até 100
(cem).
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 5, estimule os alunos
a perceberem a relação que
existe entre o número representado,
sua decomposição em dezenas
e unidades e a escrita por
extenso ou leitura do número.
Na atividade 6, proponha aos
alunos refletirem sobre a maior
e a menor quantia em dinheiro,
dispondo-as em ordem crescente.
Embora o sistema monetário
brasileiro seja abordado neste
volume em unidades posteriores,
traga, se julgar conveniente,
algumas moedas de 1 real e as
cédulas de 2, 5, 10, 20 e 50 reais
de brinquedo para que os alunos
representem os valores dessa
atividade. Socialize os problemas
criados pelos alunos.
D U NÚMERO DECOMPOSIÇÃO ESCRITA POR EXTENSO
0 50 50 CINQUENTA
5 3 53 50 1 3 CINQUENTA E TRÊS
5 8 58 50 1 8 CINQUENTA E OITO
6 2 62 60 1 2 SESSENTA E DOIS
6 9 69 60 1 9 SESSENTA E NOVE
7 5 75 70 1 5 SETENTA E CINCO
7 7 77 70 1 7 SETENTA E SETE
8 0 80 80 1 0 OITENTA
6. OBSERVE NA IMAGEM OS VALORES DAS COMPRAS DE CADA CLIENTE.
R$ 50,00 R$ 36,00 R$ 15,00 R$ 72,00 R$ 45,00 R$ 80,00
A) COLOQUE EM ORDEM CRESCENTE, OU SEJA, DO MENOR VALOR ATÉ O MAIOR
VALOR, OS VALORES GASTOS PELOS CLIENTES:
R$ 15,00 R$ 36,00 R$ 45,00 R$ 50,00 R$ 72,00 R$ 80,00
B) OBSERVANDO A ILUSTRAÇÃO, ESCREVA, EM UMA FOLHA AVULSA, UM PROBLEMA
SOBRE ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL E PEÇA PARA UM COLEGA RESOLVER.
RESPOSTA PESSOAL.
154
NATHALIA S./ M10
166
VOCÊ É O ARTISTA
RECORTE DO MATERIAL DE APOIO (PÁGINA 227) AS
PEÇAS DO QUEBRA-CABEÇA E MONTE-O DE ACORDO COM
OS RESULTADOS DE CADA SUBTRAÇÃO.
6 3 10
Você é o artista
nesta atividade, estimule os
estudantes a identificar as
subtrações a partir de seus
possíveis resultados e posicionar
as peças do quebra-
-cabeça no lugar indicado
pelo resultado da operação.
5 1 15
2 14 40
• QUAL FIGURA VOCÊ ENCONTROU?
UM BARCO.
• COMO CHAMAMOS O RESULTADO DA SUBTRAÇÃO?
RESTO OU DIFERENÇA.
RESPOSTA:
155
NATHALIA S./ M10
ROTEIRO DE AULA
Promova a realização da atividade
em duplas.
Duração: uma aula.
Objetivo: Promover uma
vivência na qual se deve
empregar conceitos aprendidos
sobre a operação de
subtração.
Orientação didática: Oriente
os estudantes a recortar as
peças do quebra cabeça disponíveis
no Material de Apoio.
Solicite que, antes de colocá-
-las, façam as operações de
subtração e colem a peça
no local indicado pela operação
que resulta no número
da peça.
Avaliação: Verifique se os
alunos resolvem cálculos de
subtração utilizando diferentes
estratégias. Acompanhe
validando as contribuições e
observando principalmente
os alunos que apresentarem
dificuldades ao longo do processo.
167
O QUE APRENDI NESSE CAPÍTULO
Atividade 1
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Utiliza números naturais como
indicador de quantidade.
Conta de maneira exata.
Atividade 2
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
O estudante resolve subtração,
envolvendo números de
até dois algarismos, com os
significados de retirar, com
o suporte de imagens e/ou
material manipulável.
Atividade 3
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Resolve subtrações de números
naturais de até duas
ordens, com suporte da reta
numérica.
OBSERVE A IMAGEM E RESPONDA:
A) QUANTOS BALÕES HÁ NA IMAGEM?
7 BALÕES
B) QUANTOS BALÕES CONTINUAM PRESOS EM
SUA MÃO?
5 BALÕES
C) QUANTOS BALÕES SE SOLTARAM?
2 BALÕES
1. PAULA ESTÁ BRINCANDO COM BALÕES
E ALGUNS DELES SE SOLTARAM.
2. OBSERVE AS PEÇAS DO MATERIAL DOURADO, COMPLETE OS ESPAÇOS E
CALCULE A DIFERENÇA OU RESTO.
D
U
1 0
2 6
4
MINUENDO
SUBTRAENDO
RESTO
10 – 6 = 4
3. COMPLETE AS SUBTRAÇÕES DE ACORDO COM OS SALTOS DAS SETAS:
FOXYIMAGE/ SHUTTERSTOCK
21
21
21 21 21 21
21
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
21
21
21
21 21 21 21
21
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
10 – 7 = 3
9 – 8 = 1
156
TABELA DE REGISTRO DE ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM
Nº de chamada
Atividade
1
Atividade
2
Atividade
3
Atividade
4
Atividade
5
Atividade
6
Atividade
7
S P I S P I S P I S P I S P I S P I S P I
1
2
3
4
S – (SATISFATÓRIO) -Alcançou satisfatoriamente o objetivo. P – (PARCIAL) -Alcançou parcialmente o objetivo.
I – (INSATISFATÓRIO)-Não alcançou o objetivo.
ENCAMINHAMENTO:
Aos estudantes que apresentarem dificuldades na avaliação, com muitos resultados parciais e insatisfatórios,
utilize atividades complementares de revisão e aprofundamento que reforçam os conceitos do
capítulo, referentes às evidências listadas.
168
4. COMPARE OS NÚMEROS COM A QUANTIDADE DE PONTINHOS DAS PEÇAS DE
DOMINÓ. LIGUE O VALOR CORRESPONDENTE ÀS PEÇAS.
0 6 7 8 9
5. COMPLETE A RETA NUMÉRICA COM OS NÚMEROS QUE FALTAM.
60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70
6. OBSERVE OS EXEMPLOS E COMPLETE O QUADRO O QUE FALTA.
D U NÚMERO DECOMPOSIÇÃO
6 1 61 60 + 1
Atividade 4
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Compara quantidades de
objetos de dois conjuntos
(de até 9 elementos), por correspondência
(um a um, dois
a dois).
Atividade 5
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
O estudante faz contagem de
números naturais de até duas
ordens (50 a 70), com suporte
da reta numérica.
6 5 65 60 + 5
7 3 73 70 + 3
7 6 76 70 + 6
7 9 79 70 + 9
8 0 80 80 + 0 OU 80
7. OBSERVE OS PREÇOS DE CADA OBJETO NA VITRINE DE UMA LOJA.
KRAKENIMAGES.COM/
SHUTTERSTOCK
GRESEI/SHUTTERSTOCK
76 REAIS 80 REAIS 35 REAIS 28 REAIS
COLOQUE EM ORDEM CRESCENTE OS PREÇOS DOS OBJETOS DA VITRINE:
28 REAIS 35 REAIS 76 REAIS 80 REAIS
NTWOWE/
SHUTTERSTOCK
OLGA KOVALENKO/
SHUTTERSTOCK
Atividade 6
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
O estudante utiliza números
naturais como indicador
de quantidade ou de ordem
em decomposição de dezenas
e unidades em diferentes
situações.
Atividade 7
EVIDÊNCIAS
Observe se o estudante:
Utiliza números naturais como
indicador de quantidade e de
ordem crescente.
157
ENCAMINHAMENTO
Aos estudantes que apresentarem dificuldades na avaliação, com muitos resultados parciais e
insatisfatórios, utilize atividades complementares de revisão e aprofundamento que reforçam
os conceitos do capítulo, referentes às evidências listadas.
169
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Monte um relógio com papel-cartão,
deixando o ponteiro
maior fixo no número 12 e o
menor móvel. Com o relógio
em mãos, faça as seguintes
perguntas:
Para que serve o relógio?
O que você vê no relógio?
Quantos números existem
no relógio?
A que horas se inicia e a que
horas termina a aula?
Conclua ditando algumas
horas e pedindo para os alunos
posicionarem os ponteiros
no relógio analógico.
Relacione as horas aos acontecimentos
que ocorrem
durante o dia.
Mostre aos alunos um relógio
digital e um analógico: explore
com eles semelhanças e diferenças
entre os dois tipos de
instrumentos de medição do
tempo.
Se possível, mostre aos alunos
outros formatos de relógios,
como o de pulso, de parede,
de sol etc. Cite alguns eventos
que acontecem durante o
dia, como hora de se levantar,
hora de ir para a escola, hora
do almoço, do lanche e do jantar
e o momento de dormir,
e associe-os a horas exatas.
HORA
PARA MEDIR O TEMPO E MARCAR OS ACONTECIMENTOS DO DIA,
UTILIZAMOS A HORA.
UM DIA TEM 24 HORAS E UMA HORA TEM 60 MINUTOS.
O INSTRUMENTO QUE USAMOS PARA MEDIR O TEMPO É RELÓGIO. OBSERVE
ESTES DOIS TIPOS DE RELÓGIO:
RELÓGIO DE PONTEIROS
(OU ANALÓGICO).
08:00
RELÓGIO DIGITAL.
NO RELÓGIO DIGITAL, O PRIMEIRO NÚMERO INDICA AS HORAS E O ÚLTIMO,
DEPOIS DOS DOIS-PONTOS, INDICA OS MINUTOS.
NO RELÓGIO DE PONTEIROS, O PONTEIRO MENOR MARCA AS HORAS E O
MAIOR MARCA OS MINUTOS. OBSERVE NA FOTO QUE O RELÓGIO DE PONTEIROS
MARCA 8 HORAS DA MANHÃ OU 8 HORAS DA NOITE.
158
2
MEDIDAS
DE TEMPO
ILUSTRAÇÕES: ARTE/ M10
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Para ampliar o conhecimento dos alunos mostre um vídeo sobre as horas O relógio marca
hora, que horas são agora?. Disponível em: https://www.youtube.com/user/paulozola/
search?query=o+relogio+marca+as+horas. Acesso 29 jul. 2021.
170
OBSERVE ALGUNS EVENTOS DO DIA:
• O INÍCIO DAS AULAS DE ALGUMAS CRIANÇAS É ÀS 7 HORAS DA MANHÃ.
07:00
• A MAIORIA DAS CRIANÇAS DORME ÀS 9 HORAS DA NOITE.
ILUSTRAÇÕES: NATHALIA S./ M10
SE FOR MANHÃ,
DIZEMOS QUE SÃO
7 HORAS DA MANHÃ.
PATHDOC/ SHUTTERSTOCK.COM
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Faça uma abordagem inicial
relacionada às horas utilizando
como ponto de partida os
questionamentos feitos na
seção Vamos pensar juntos.
Fomente debates entre
os alunos relativos ao tempo
que cada um leva para chegar
à escola, quantas horas cada
um dorme por dia etc.
SE FOR NOITE, DIZEMOS
QUE SÃO 9 HORAS DA
NOITE OU 21 HORAS.
21:00
MEGO-STUDIO/ SHUTTERSTOCK.COM
VAMOS PENSAR JUNTOS
• A QUE HORAS SUAS AULAS INICIAM? RESPOSTA PESSOAL.
• QUANDO O PONTEIRO MENOR DO RELÓGIO DE PONTEIROS (OU
ANALÓGICO) ESTIVER SOBRE O 10 E O PONTEIRO MAIOR SOBRE O 12, QUE
HORAS SÃO? 10 HORAS.
• A FAMÍLIA DE MARIA COSTUMA JANTAR PONTUALMENTE ÀS 7 HORAS DA
NOITE. QUAL HORA EXATA ANTECEDE O HORÁRIO DO JANTAR?
6 HORAS DA NOITE OU 18 HORAS.
159
FUNDAMENTO PEDAGÓGICO
A numeracia não se limita à habilidade de usar números para contar, mas se refere antes à habilidade
de usar a compreensão e as habilidades matemáticas para solucionar problemas e encontrar
respostas para as demandas da vida cotidiana. Desde os primeiros anos de vida, a criança pode
aprender a pensar e a comunicar-se usando de quantidades, tornando-se capaz de compreender
padrões e sequências, conferindo sentido aos dados e aplicando raciocínio matemático para resolver
problemas.
(NATIONAL MATHEMATICS PANEL, 2008). PNA – BRASIL – 2020, p. 24.
171
Atividades 1 e 2
(EF01MA16) Relatar em linguagem
verbal ou não verbal
sequência de acontecimentos
relativos a um dia, utilizando,
quando possível, os horários
dos eventos.
1. ESCREVA AS HORAS EXATAS QUE ESTÃO INDICADAS NOS RELÓGIOS.
OBSERVE O EXEMPLO:
A) B) C)
2 HORAS 9 HORAS 1 HORA
ILUSTRAÇÕES: NATHALIA S./ M10
PNA - NUMERACIA
Problemas de raciocínio
lógico e de álgebra, incluindo
reconhecimento de padrões
numéricos e geométricos,
identificação e continuação
de sequências, resolução de
quebra-cabeças e labirintos.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 1, comente que
1 dia tem 24 horas e que essas
estão divididas em dia e noite.
Converse com os alunos o
que eles fazem de dia e o que
fazem de noite.
Para realizar a atividade 2,
faça uma roda de conversa
para debaterem sobre as atividades
que realizam diariamente
(dia/noite). Em seguida,
solicite que observem as imagens
e coloquem as horas
em que cada uma está acontecendo.
QUANDO O PONTEIRO MAIOR ESTIVER NO 12,
TEMOS HORAS EXATAS.
2. OBSERVE AS IMAGENS QUE DESCREVEM A ROTINA DO DIA DE BRENDA E ESCREVA
AS HORAS EM QUE ACONTECE CADA SITUAÇÃO.
160
7:00
16:00 OU 4:00 DA TARDE
9:00
20:00 OU 8:00 DA NOITE
12:00
DJOMAS/ SHUTTERSTOCK.COM
22:00 OU 10:00 DA NOITE
ILUSTRAÇÕES: VICTOR B./ M10
ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM
Em caso de dificuldades com o conceito de horas sugerimos uma atividade de intervenção
na qual todos os alunos poderão participar de forma ativa em seu nível de aprendizado. Promova
o jogo Bingo das horas.
Divida a turma em grupo de 4 alunos e dê dois dados para cada grupo. Na primeira rodada
eles deverão jogar apenas um dado, 3 vezes, e pintar o relógio de azul com a hora correspondente.
Na segunda rodada, os alunos jogarão dois dados simultaneamente, 3 vezes, e pintarão
o relógio de verde com a hora correspondente. O grupo que tiver mais relógios pintados
em uma fileira vence o jogo. A cartela para o bingo deve conter relógios com as horas exatas
de maneira aleatória.
172
DIAS E SEMANAS
ALÉM DE CONTAR AS HORAS, AS PESSOAS TAMBÉM CONTAM OS DIAS.
UM DIA TEM 24 HORAS. O DIA PODE SER DIVIDIDO EM TRÊS PERÍODOS:
MANHÃ, TARDE E NOITE.
UMA SEMANA TEM 7 DIAS; CADA DIA RECEBEU UM NOME.
DOMINGO
SEGUNDA-
-FEIRA
TERÇA-
-FEIRA
QUARTA-
-FEIRA
VAMOS PENSAR JUNTOS
QUINTA-
-FEIRA
SEXTA-
-FEIRA
SÁBADO
• EM QUE PERÍODO DO DIA VOCÊ VAI À ESCOLA? RESPOSTA PESSOAL.
• QUE DIA DA SEMANA É HOJE? RESPOSTA PESSOAL.
• O QUE VOCÊ FAZ ÀS TERÇAS-FEIRAS? RESPOSTA PESSOAL.
1. OBSERVE A PREVISÃO DO TEMPO REGISTRADA DURANTE UMA SEMANA.
DOMINGO SEGUNDA-FEIRA TERÇA-FEIRA QUARTA-FEIRA QUINTA-FEIRA SEXTA-FEIRA SÁBADO
KRYTAEVA IANA/SHUTTERSTOCK
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Monte um cartaz por ordem
do 1º ao 7º dia da semana e
coloque cada dia em sua
ordem:
1º dia: domingo;
2º dia: segunda.
Explique a relação da sequência
da ordem numérica com
o nome do dia da semana.
Pergunte aos alunos:
Vocês conhecem um calendário?
Escolha um mês do ano e diga
a eles como esses números
foram organizados: em dias e
semanas. Comente que cada
semana tem 7 dias e que cada
dia tem 24 horas.
Utilize as perguntas da seção
Vamos pensar juntos , para
proporcionar um momento de
socialização entre os alunos.
DOMINGO SEGUNDA-FEIRA TERÇA-FEIRA QUARTA-FEIRA QUINTA-FEIRA SEXTA-FEIRA SÁBADO
INTERPRETE OS SÍMBOLOS DAS PREVISÕES EM CADA DIA DA SEMANA:
A) EM QUE DIAS DA SEMANA NÃO DEVE CHOVER?
DOMINGO E SEGUNDA-FEIRA.
B) EM QUE DIA DA SEMANA AS NUVENS NÃO APARECERÃO?
DOMINGO.
FUNDAMENTO PEDAGÓGICO
O cérebro é capacitado com representações elementares de espaço, tempo e números, que são o
fundamento para a intuição matemática. Todos os seres humanos nascem com um senso numérico,
um sistema primário que envolve uma compreensão implícita de numerosidade, ordinalidade,
início da contagem e aritmética simples. (CORSO; DORNELES, 2010; DEHAENE, 1997; DEHAENE;
COHEN, 1995)
PNA – Brasil – 2020, p. 24.
161
Atividade 1
(EF01MA17) Reconhecer e
relacionar períodos do dia,
dias da semana e meses do
ano, utilizando calendário,
quando necessário.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 1, os alunos
deverão observar as imagens
que aparecem relacionando-
-as com o que os alunos interpretam
ao ver essas figuras.
Investigue a compreensão dos
alunos sobre o uso do termo
tempo para indicar também
o clima.
173
Atividades 2 e 3
(EF01MA17) Reconhecer e
relacionar períodos do dia,
dias da semana e meses do
ano, utilizando calendário,
quando necessário.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Peça que realizem a atividade
2 em duplas.
Explique o código apresentado
na atividade e mostre
qual cor deverá ser colocada
antes e depois dos dias relacionados
na coluna central.
Aborde o assunto da atividade
3 mencionando que,
no decorrer de um dia, cada
pessoa desenvolve muitas
atividades. Solicite aos alunos
que, de acordo com os
períodos do dia, relacionem
a atividade a ser desenvolvida.
2. PINTE OS ESPAÇOS DO QUADRO DE ACORDO COM O CÓDIGO DE COR DE CADA
DIA DA SEMANA.
CÓDIGO:
DOMINGO
SEGUNDA-FEIRA
TERÇA-FEIRA
QUARTA-FEIRA
QUINTA-FEIRA
SEXTA-FEIRA
SÁBADO
ONTEM HOJE AMANHÃ
VERDE SEGUNDA-FEIRA AZUL
AZUL QUARTA-FEIRA ROXO
PRETO DOMINGO AMARELO
3. LIGUE CADA UM DOS ACONTECIMENTOS AO PERÍODO DO DIA CORRESPONDENTE:
RESPOSTA: VAI DEPENDER DO HORÁRIO QUE O ALUNO VAI PARA A ESCOLA.
MANHÃ TARDE NOITE
ILUSTRAÇÕES: VICTOR B./ M10
162
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Para compreensão do que é ontem, hoje, amanhã e para a fixação dos dias da semana apresente
o vídeo:
Dias da Semana – Preguinho na Escola. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=VvBDQZrReVQ.
Acesso 29 jul. 2021.
174
CALENDÁRIO
UM CALENDÁRIO É UMA TABELA QUE REGISTRA OS DIAS DA SEMANA, OS
MESES E O ANO. OBSERVE O CALENDÁRIO DE UM MÊS.
JANEIRO
D S T Q Q S S
1 2 3 4 5 6 7
8 9 10 11 12 13 14
15 16 17 18 19 20 21
22 23 24 25 26 27 28
29 30 31
D S T Q Q S S
1 2 3 4 5 6 7
8 9 10 11 12 13 14
15 16 17 18 19 20 21
22 23 24 25 26 27 28
29 30 31
ABRIL
D S T Q Q S S
2 3 4 5 6 7 8
9 10 11 12 13 14 15
16 17 18 19 20 21 22
23 24 25 26 27 28 29
30
JULHO
D S T Q Q S S
2 3 4 5 6 7 8
9 10 11 12 13 14 15
16 17 18 19 20 21 22
23 24 25 26 27 28 29
30 31
OUTUBRO
VAMOS PENSAR JUNTOS
CALENDÁRIO MENSAL.
• QUANTOS DIAS TEM O MÊS DE NOVEMBRO? 30 DIAS.
• O ÚLTIMO DIA DESSE MÊS CAIU EM QUAL DIA DA SEMANA? QUINTA-FEIRA.
1. PODEMOS ESCREVER UMA DATA DE VÁRIAS MANEIRAS. POR EXEMPLO: 12 DE
OUTUBRO DE 2023; OU DE MODO ABREVIADO: 12/10/2023.
ESCREVA A DATA EM QUE VOCÊ NASCEU DOS DOIS MODOS APRESENTADOS.
• RESPOSTA PESSOAL.
• RESPOSTA PESSOAL.
2. PEÇA A UM ADULTO QUE AJUDE VOCÊ A DESCOBRIR EM QUE DIA DA SEMANA
VOCÊ NASCEU.
RESPOSTA PESSOAL.
PARA AMPLIAR
1
1
2023
FEVEREIRO
D S T Q Q S S
D S T Q Q S S
1 2 3 4 5
6 7 8 9 10 11 12
13 14 15 16 17 18 19
20 21 22 23 24 25 26
27 28 29 30 31
1 2 3 4
5 6 7 8 9 10 11
12 13 14 15 16 17 18
19 20 21 22 23 24 25
26 27 28
MAIO
D S T Q Q S S
1 2 3 4 5 6
7 8 9 10 11 12 13
14 15 16 17 18 19 20
21 22 23 24 25 26 27
28 29 30 31
AGOSTO
NOVEMBRO
D S T Q Q S S
1 2 3 4
5 6 7 8 9 10 11
12 13 14 15 16 17 18
19 20 21 22 23 24 25
26 27 28 29 30
D S T Q Q S S
1 2
3 4 5 6 7 8 9
10 11 12 13 14 15 16
17 18 19 20 21 22 23
24 25 26 27 28 29 30
31
MARÇO
D S T Q Q S S
1 2 3 4
5 6 7 8 9 10 11
12 13 14 15 16 17 18
19 20 21 22 23 24 25
26 27 28 29 30 31
JUNHO
D S T Q Q S S
1 2 3
4 5 6 7 8 9 10
11 12 13 14 15 16 17
18 19 20 21 22 23 24
25 26 27 28 29 30
SETEMBRO
D S T Q Q S S
1 2
3 4 5 6 7 8 9
10 11 12 13 14 15 16
17 18 19 20 21 22 23
24 25 26 27 28 29 30
DEZEMBRO
NOVEMBRO
D S T Q Q S S
1 2 3 4
5 6 7 8 9 10 11
12 13 14 15 16 17 18
19 20 21 22 23 24 25
26 27 28 29 30
A maioria dos países do mundo usa o Calendário Gregoriano. Apesar de não ser perfeito, ele é o
mais preciso comparando com o seu anterior. Para saber mais sobre esse calendário sugerimos
a leitura do texto Calendário Gregoriano: o que é, como surgiu e suas características.
Disponível em: https://www.significados.com.br/calendario-gregoriano/. Acesso 30 jul. 2021.
163
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Introduza o tema trazendo
um calendário para a sala de
aula, para que os alunos possam
identificar a sequência
dos meses e os dias.
Saliente que uma agenda de
trabalho é organizada utilizando
o calendário e o relógio.
Por exemplo: consultar
o médico, dia 20, segunda-
-feira, às 9 horas; realizar prova
de Matemática dia 10, sexta-
-feira, às 8 horas; fazer aula
de natação dia 21, terça-feira,
às 15 horas.
Agora, utilizando um calendário,
pergunte:
Se uma semana tem sete dias
e a prova de Português será
uma semana depois da prova
de Matemática (dia 10 acima),
em que dia do mês será a
prova de Português?
Espera-se que os alunos respondam:
“dia 17”.
Explore a seção Vamos pensar
juntos com o auxílio de
um calendário.
Atividades 1 e 2
(EF01MA18) Produzir a
escrita de uma data, apresentando
o dia, o mês e o
ano, e indicar o dia da semana
de uma data, consultando
calendários.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Nas atividades 1 e 2, faça o
cabeçalho da escola, usando
a forma por extenso e abreviada
de escrita de uma data.
Sugerimos que realizem a atividade
como tarefa de casa.
Para a correção, convide os
alunos para contarem o que
descobriram em relação ao
seu nascimento.
175
3. OBSERVE ESTE CARTAZ DA SALA DE AULA DO 1 O ANO, EM QUE ESTÃO
REGISTRADOS OS DIAS DOS ANIVERSÁRIOS DOS ALUNOS.
Atividades 3 e 4
(EF01MA17) Reconhecer e
relacionar períodos do dia,
dias da semana e meses do
ano, utilizando calendário,
quando necessário.
(EF01MA21) Ler dados expressos
em tabelas e em gráficos
de colunas simples.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 3, leia o cartaz
com a turma e enfatize
a quantidade de alunos que
fazem aniversário naquele
mês. Sugira que durante a
leitura pintem o gráfico de
colunas. Faça a correção oralmente
e verifique se os alunos
preencheram corretamente
o gráfico.
JANEIRO
1 ISAURA
12 GUSTAVO
MAIO
5 GABRIEL
16 RODRIGO
22 SOFIA
SETEMBRO
18 LARA
FEVEREIRO
8 CATARINA
JUNHO
OUTUBRO
19 NUNO
MARÇO
12 PAULA
17 PEDRO 28 JOÃO
JULHO
8 MELISSA
14 YURI
NOVEMBRO
1 INÊS
17 BERNARDO
18 SÍLVIA
23 MARTA
ABRIL
AGOSTO
1 TOMÁS
14 LÉO
23 BÁRBARA
DEZEMBRO
25 MANUEL
30 LARA
PINTE AS COLUNAS DESTE GRÁFICO COM A QUANTIDADE DE CRIANÇAS QUE
FAZEM ANIVERSÁRIO EM CADA MÊS, CONFORME O EXEMPLO:
JANEIRO
FEVEREIRO
MARÇO
ABRIL
MAIO
ANIVERSÁRIOS
JUNHO
JULHO
AGOSTO
SETEMBRO
OUTUBRO
NOVEMBRO
SHUTTERSTOCK.COM
DEZEMBRO
164
RESPONDA ÀS QUESTÕES:
A) QUANTOS ALUNOS TEM ESSA TURMA DO 1 O ANO?
22 ALUNOS.
B) QUAL É O PRIMEIRO ALUNO A FAZER ANIVERSÁRIO NO ANO?
ISAURA.
C) QUANTOS ALUNOS FAZEM ANIVERSÁRIO NO MÊS DE JUNHO?
NENHUM.
D) QUAL MÊS TEM MAIS ALUNOS FAZENDO ANIVERSÁRIO?
NOVEMBRO.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Durante o desenvolvimento das atividades, algumas dificuldades podem ter sido observadas.
Promova uma brincadeira Ciranda dos meses, em que serão espalhados papéis, no chão,
com os nomes e com os números correspondentes a cada mês. Solicite que os alunos formem
um círculo e ao som da música fiquem dançando. Quando a música parar, eles deverão
pegar um papel que está no chão e procurar quem é seu par, ou seja, o mês de janeiro deverá
encontrar o número 1, pois este é o número correspondente ao mês. Repita a brincadeira até
que todos participem.
176
ACOMPANHE A LEITURA DO TEXTO E OBSERVE AS IMAGENS.
EXISTEM QUATRO DIFERENTES PERÍODOS NO DECORRER DO ANO QUE
CHAMAMOS DE ESTAÇÕES DO ANO.
NO BRASIL, GERALMENTE OCORREM NOS SEGUINTES PERÍODOS:
• OUTONO: DE 20 DE MARÇO A 20 DE JUNHO.
• INVERNO: DE 21 DE JUNHO A 21 DE SETEMBRO.
• PRIMAVERA: DE 22 DE SETEMBRO A 20 DE DEZEMBRO.
• VERÃO: DE 21 DE DEZEMBRO A 19 DE MARÇO.
VERÃO EM CANOA QUEBRADA (CEARÁ).
OUTONO EM CURITIBA (PARANÁ).
PRIMAVERA EM BRASÍLIA (DISTRITO FEDERAL).
INVERNO EM SANTA CATARINA.
4. DESENHE E PINTE, EM UMA FOLHA AVULSA, VOCÊ COM A SUA FAMÍLIA,
REPRESENTANDO A SUA ESTAÇÃO DO ANO PREFERIDA.
FELIPE CARVALHO BRITO/ SHUTTERSTOCK.COM
RACHEL AMARO/ SHUTTERSTOCK.COM
165
BRASÍLIA, DISTRITO FEDERAL/ AGENCIA BRASIL
PEDRO_AIMAR/ SHUTTERSTOCK.COM
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
As imagens mostram as 4
estações do ano.
Converse com os alunos sobre
as estações em sua região.
• Primavera – estação
das flores.
• Verão – estação em
que sentimos mais
calor.
• Inverno – estação
em que sentimos
muito frio no sul e
há muitas chuvas no
norte.
• Outono – estação
das frutas e quando
as folhas começam
a cair.
Traga imagens das estações
do ano, ensinando que em
um ano temos 4 estações.
Peça aos alunos que digam
coisas que podemos fazer e
vestir em cada estação. Explique
aos alunos quais os meses
em que se inicia e termina
cada estação.
Na atividade 4, pergunte
aos alunos:
Qual é a estação do ano que
mais gostam? Por quê?
Em seguida, solicite que façam
o desenho deles com sua
família.
ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM
Ao constatar alguma dificuldade de compreensão com o calendário, apresente o vídeo Aprendendo
o calendário/Meses do ano/Dias da semana. Disponível em: https://www.youtube.
com/watch?v=O0BtOsCaH0w. Acesso 30 jul. 2021.
APOIO PEDAGÓGICO
Explique que 1 ano = 12 meses. Cada mês tem um nome (escreva na lousa os nomes dos
meses). Cada mês tem 28, 29, 30 ou 31 dias; 365 dias (ou 366, no caso dos anos bissextos) correspondem
a 1 ano. Esse período é o tempo que a Terra leva para dar uma volta completa
ao redor do Sol. Assistam ao vídeo De onde vêm o dia e a noite? Disponível em: https://
www.youtube.com/watch?v=Nux_3PVdo9U. Acesso 30 jul. 2021.
177
O QUE APRENDI NESSE CAPÍTULO
Atividade 1
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Relata sequência de acontecimentos
relativos a um dia,
utilizando, os horários dos
eventos.
Atividade 2
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Identifica hora exata em relógio
analógico.
1. AS IMAGENS ILUSTRAM A ROTINA DE UM DIA DE PEDRO:
4
TOMO BANHO.
1
ESTOU NA ESCOLA DE MANHÃ.
3
JOGO BOLA.
KANKHEM/ SHUTTERSTOCK
JANTO.
5
FAÇO A LIÇÃO DE CASA.
2
OBSERVE O HORÁRIO EM QUE ACONTECE CADA SITUAÇÃO E NUMERE A ORDEM
DE ACONTECIMENTOS DE 1 A 5: 1 PARA O PRIMEIRO ACONTECIMENTO E 5 PARA
O ÚLTIMO.
2. ESCREVA AS HORAS EXATAS INDICADAS NOS RELÓGIOS.
A) B) C)
3 HORAS 11 HORAS 8 HORAS
166
TABELA DE REGISTRO DE ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM
Nº de chamada
Atividade
1
Atividade
2
Atividade
3
Atividade
4
Atividade
5
Atividade
6
S P I S P I S P I S P I S P I S P I
1
2
3
4
S – (SATISFATÓRIO) -Alcançou satisfatoriamente o objetivo. P – (PARCIAL) -Alcançou parcialmente o objetivo.
I – (INSATISFATÓRIO)-Não alcançou o objetivo.
ENCAMINHAMENTO:
Aos estudantes que apresentarem dificuldades na avaliação, com muitos resultados parciais e insatisfatórios,
utilize atividades complementares de revisão e aprofundamento que reforçam os conceitos do
capítulo, referentes às evidências listadas.
178
3. O QUADRO MOSTRA COMO A MÃE DE PAULO ORGANIZA OS LANCHES
DURANTE UMA SEMANA.
DOMINGO
SEGUNDA-
-FEIRA
TERÇA-
-FEIRA
QUARTA-
-FEIRA
QUINTA-
-FEIRA
SEXTA-
-FEIRA
SÁBADO
MANGA MAÇÃ BANANA LARANJA MAÇÃ BANANA MANGA
OBSERVE O QUADRO E RESPONDA:
A) EM QUE DIAS DA SEMANA PAULO COME BANANA?
TERÇA-FEIRA E SEXTA-FEIRA
B) QUAL FOI A FRUTA QUE ELE COMEU SÓ UMA VEZ NA SEMANA?
LARANJA
C) QUAIS FRUTAS ELE COME DUAS VEZES NA SEMANA?
BANANA, MAÇÃ E MANGA
4. EM CADA ITEM, FAÇA O QUE É INDICADO:
A) NUMERE DE 1 A 3 A ORDEM DE ACONTECIMENTOS, COM 1 PARA O INÍCIO DO
DIA E 3 PARA FINAL DO DIA.
Atividade 3
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Produz a escrita, indica os
acontecimentos dos dias da
semana e consulta tabela.
Atividade 4
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Relata sequência de acontecimentos
relativos a um dia,
identificando manhã, tarde
e noite.
1
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
2
3
B) PINTE A PALAVRA MANHÃ, TARDE OU NOITE DE ACORDO COM O MOMENTO
EM QUE OCORRE CADA CENA.
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
MANHÃ TARDE NOITE MANHÃ TARDE NOITE MANHÃ TARDE NOITE
X X X
167
ENCAMINHAMENTO
Aos estudantes que apresentarem dificuldades na avaliação, com muitos resultados parciais e
insatisfatórios, utilize atividades complementares de revisão e aprofundamento que reforçam
os conceitos do capítulo, referentes às evidências listadas.
179
5. OBSERVE O CALENDÁRIO DO MÊS EM QUE MARTA FAZ ANOS.
Atividade 5
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Produz a escrita de uma data,
apresentando o dia, o mês
e o ano.
Indica o dia da semana de
uma data, consultando calendários.
Na atividade 6
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Produz a leitura, indica os dias
da semana.
DEZEMBRO 2023
DOM SEG TER QUA QUI SEX SÁB
1 2 3
4 5 6 7 8 9 10
11 12 13 14 15 16 17
18 19 20 21 22 23 24
25 26 27 28 29 30 31
A) ESCREVA A DATA DO NATAL.
25 DE DEZEMBRO DE 2023 OU 25/12/2023.
B) QUE DIA DA SEMANA É O DIA 10 DE DEZEMBRO?
SÁBADO
C) QUANTOS DIAS TEM UMA SEMANA?
7 DIAS
D) QUANTOS DIAS TEM O MÊS DE DEZEMBRO?
31 DIAS
6. PINTE NO CAÇA-PALAVRAS OS DIAS DA SEMANA QUE CORRESPONDEM AO
FINAL DE SEMANA.
Q U H B D O M I N Q
D O M I N G O C D U
S T S E G U N D A A
U E Z E S A D T Q R
T M S Á B A D O K T
S E X T A R Y U G A
168
180
3
ATIVIDADE
FIGURAS GEOMÉTRICAS NO COTIDIANO
VAMOS CONHECER ALGUNS SÓLIDOS GEOMÉTRICOS.
CUBO PARALELEPÍPEDO ESFERA PIRÂMIDE
CILINDRO
MUITOS OBJETOS EM NOSSO DIA A DIA SÃO PARECIDOS COM OS SÓLIDOS
GEOMÉTRICOS.
VAMOS PENSAR JUNTOS
GEOMETRIA
ESPACIAL
TIMMARY/ SHUTTERSTOCK.COM
TIMMARY/ SHUTTERSTOCK.COM
• A LATA DE TINTA SE PARECE COM QUAL SÓLIDO GEOMÉTRICO? O CILINDRO.
• QUAL EMBALAGEM TEM O FORMATO DE UM CUBO? A CAIXA DE PRESENTE.
• O CHAPÉU DE FESTA PARECE QUE TIPO DE SÓLIDO GEOMÉTRICO? O CONE.
• O PARALELEPÍPEDO SE PARECE COM QUAL DOS OBJETOS ACIMA? A CAIXA DE
• QUAIS DOS SÓLIDOS GEOMÉTRICOS PODEM ROLAR EM ALGUMA CHOCOLATES.
POSIÇÃO? ESFERA, CILINDRO E CONE.
FUNDAMENTO PEDAGÓGICO
As principais habilidades de todo o processo de escolarização consistem em ler, escrever e realizar
operações matemáticas básicas. Não por acaso o professor alfabetizador também ocupa o importante
papel de ensinar habilidades de matemática básica. Além disso, os professores da educação
infantil igualmente contribuem para o desenvolvimento do raciocínio lógico-matemático, promovendo
atividades e jogos que ensinam noções básicas numéricas, espaciais, geométricas, de
medidas e de estatística.
PNA – BRASIL, 2020, p.24
KALMUKANIN/ SHUTTERSTOCK.COM
IRIN-K/ SHUTTERSTOCK.COM
CONE
169
ARTE/ M10
MILE ATANASOV/ SHUTTERSTOCK.COM
PREPARATÓRIA
Traga objetos como chapéu
de aniversário, lata, bola, pirâmide
de papel, caixas quadradas
e retangulares e algumas
figuras geométricas planas
recortadas em papel-cartão.
Mostre as diferenças entre as
figuras geométricas espaciais e
as figuras geométricas planas.
Conclua dizendo que vários
objetos que usamos no dia
a dia possuem formas que
lembram as das figuras geométricas
espaciais. Estimule
os estudantes a observar e a
falar sobre a forma dos diferentes
objetos existentes em
casa ou vistos durante um
passeio. Qual a forma dos
pratos, das janelas, das caixas
de cereais, das latas de
ervilha, de um prédio ou de
uma casa diferente?
Sempre que uma forma for
identificada, solicite ao aluno
que faça um desenho ou um
esboço dessa figura geométrica,
o que o ajudará a desenvolver
a capacidade de análise
e também de observação das
características dessa figura.
Na seção Vamos pensar
juntos, oriente os estudantes
a observar as imagens do
texto e comparar os sólidos
geométricos, com as formas
que conhecem no cotidiano.
181
1. LIGUE CADA SÓLIDO A UM OBJETO QUE LEMBRE SUA FORMA:
Atividades 1 a 3
(EF01MA13) Relacionar figuras
geométricas espaciais
(cones, cilindros, esferas e
blocos retangulares) a objetos
familiares do mundo físico.
(EF01MA14) Identificar e
nomear figuras planas (círculo,
quadrado, retângulo e
triângulo) em desenhos apresentados
em diferentes disposições
ou em contornos de
faces de sólidos geométricos.
PNA - NUMERACIA
Geometria Plana e Geometria
Espacial
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 1, oriente os
estudantes a perceberem que
objetos observados no cotidiano
parecem com sólidos
geométricos. De acordo com
as características de cada um,
solicite que relacionem cada
objeto ao sólido geométrico
correspondente.
Se possível, traga um conjunto
modelo de sólidos geométricos
para que os alunos possam
manipulá-los, observá-los
e descrever algumas de suas
características.
Antes de resolver a atividade
2, assista ao vídeo
sobre como fazer uma pirâmide
de papel com base
quadrada. Disponível em:
<https:// www.youtube.com/
channel/UCSZMILn7
xzHbQ3tKqUbz58A/
search?query=piramide+
de+base+quadrada>.
Traga a pirâmide pronta e faça
na lousa a atividade 2.
CUBO CONE
CILINDRO PARALELEPÍPEDO
BUTSAYA/ SHUTTERSTOCK.COM
3DSGURU/ SHUTTERSTOCK.COM
2. SE CONTORNARMOS A BASE DE ALGUNS OBJETOS, VAMOS OBTER FIGURAS
GEOMÉTRICAS.
170
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Apresente aos estudantes a videoaula sobre figuras geométricas espaciais disponível no link:
https://youtu.be/BDstLnJJS24
4NDREI/ SHUTTERSTOCK.COM
NICK BAROUNIS/ SHUTTERSTOCK.COM
ARTE/ M10
VICTOR B./ M10
182
MARQUE COM UM X AS FIGURAS GEOMÉTRICAS QUE OBTEMOS AO CONTORNAR
A BASE DOS OBJETOS.
ILUSTRAÇÕES: NATHALIA S./ M10
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
Na atividade 3, separe os
alunos em grupos e entregue
para os grupos alguns
modelos de sólidos geométricos
e os estimule a averiguar
as características dos
sólidos. Permita a troca de
ideias entre os estudantes
e conduza as investigações
acerca dos sólidos que rolam
em alguma posição, em qualquer
posição e dos que não
rolam em nenhuma posição.
3. ANALISE OS SÓLIDOS GEOMÉTRICOS A SEGUIR E MARQUE UM X NO ESPAÇO DA
TABELA QUE CORRESPONDE ÀS CARACTERÍSTICAS DE CADA SÓLIDO.
NÃO
ROLAM EM
NENHUMA
POSIÇÃO
ROLAM EM
QUALQUER
POSIÇÃO
ROLAM
SÓ EM
ALGUMAS
POSIÇÕES
ESFERA PIRÂMIDE CILINDRO CUBO PARALELEPÍPEDO CONE
ILUSTRAÇÕES: NATHALIA S./ M10
171
PARA AMPLIAR
Para conhecer as figuras geométricas espaciais sugerimos a utilização de simuladores que
servirão como tutoriais para os professores. Disponíveis em: https://www.geogebra.org/m/
qhQe2gbW. Acesso 31 jul. 2021.
ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM
Para os alunos que apresentarem alguma dificuldade, retome o conteúdo de figuras geométricas.
Utilize materiais manipuláveis, pois favorecem a investigação, o raciocínio lógico e estimulam
a produção de argumentos convincentes, além de auxiliar os alunos a se apropriarem
das ideias que envolvem a identificação dos sólidos e sua instrumentalização por meio de
diferentes recursos e procedimentos.
183
O QUE APRENDI NESSE CAPÍTULO
Atividade 1
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Relacionar figuras geométricas
espaciais (cones, cilindros,
esferas, cubo, pirâmide
e paralelepípedo) a objetos
semelhantes.
Escreve o nome dos sólidos.
A)
PARALELEPÍPEDO
OU BLOCO RETANGULAR
B)
C)
CILINDRO
1. LIGUE CADA SÓLIDO GEOMÉTRICO A UM OBJETO COM A
FORMA PARECIDA E ESCREVA O NOME DOS SÓLIDOS.
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK ARTE/ M10 E
SHUTTERSTOCK
ARTE/ M10 E
SHUTTERSTOCK
CUBO
D)
ARTE/ M10 E
SHUTTERSTOCK
PIRÂMIDE
E)
ARTE/ M10 E
SHUTTERSTOCK
F)
ESFERA
ARTE/ M10 E
SHUTTERSTOCK
CONE
172
TABELA DE REGISTRO DE ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM
Nº de chamada Atividade
1
Atividade
2
Atividade
3
S P I S P I S P I
1
2
3
4
S – (SATISFATÓRIO) -Alcançou satisfatoriamente o objetivo. P – (PARCIAL) -Alcançou parcialmente o objetivo.
I – (INSATISFATÓRIO)-Não alcançou o objetivo.
ENCAMINHAMENTO:
Aos estudantes que apresentarem dificuldades na avaliação, com muitos resultados parciais e insatisfatórios,
utilize atividades complementares de revisão e aprofundamento que reforçam os conceitos do capítulo,
referentes às evidências listadas.
184
2. CONTE E REGISTRE A QUANTIDADE DE SÓLIDOS GEOMÉTRICOS, PINTANDO OS
RETÂNGULOS NO GRÁFICO DE COLUNAS.
FIGURAS GEOMÉTRICAS ESPACIAIS
Atividade 2
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Identifica figuras geométricas
espaciais (cones, cilindros,
esferas e paralelepípedo) e faz
contagem registra em colunas.
Atividade 3
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Circula as figuras, cujas formas
se assemelham a (cones, cilindros,
esferas, pirâmide, cubo
e paralelepípedo).
CUBO ESFERA CONE CILINDRO PARALELEPÍPEDO
3. CIRCULE A FIGURA CUJA FORMA SE ASSEMELHA A DO SÓLIDO GEOMÉTRICO
DA COLUNA À ESQUERDA.
ARTE/ M10 E
SHUTTERSTOCK
ARTE/ M10 E
SHUTTERSTOCK
ARTE/ M10 E
SHUTTERSTOCK
ARTE/ M10 E
SHUTTERSTOCK
ARTE/ M10 E
SHUTTERSTOCK
ARTE/ M10 E
SHUTTERSTOCK
173
ENCAMINHAMENTO
Aos estudantes que apresentarem dificuldades na avaliação, com muitos resultados parciais e
insatisfatórios, utilize atividades complementares de revisão e aprofundamento que reforçam
os conceitos do capítulo, referentes às evidências listadas.
185
CONCLUSÃO DA UNIDADE
Ao final da unidade, com o recurso das atividades de avaliação formativa ao longo do período observado, é possível ao professor
realizar um monitoramento da aprendizagem e dos objetivos pedagógicos trabalhados. Esse acompanhamento permite que
a trajetória de cada estudante, e do grupo, seja descrita por meio de registros que evidenciam a progressão ocorrida, os avanços,
assim como as possibilidades de intervenções para que novas aprendizagens, nas unidades seguintes, ocorram de forma efetiva.
Para esse acompanhamento, uma síntese dos objetivos pedagógicos da unidade é disponibilizada por meio de uma planilha
em que o professor apontará o desempenho de cada estudante. Essa é uma oportunidade de avaliação, não apenas da aprendizagem,
mas do ensino ministrado no período. É um momento privilegiado de reflexão sobre os objetivos alcançados, permitindo
confirmar as ações exitosas ou planejar novas estratégias para retomar os objetivos eventualmente não alcançados a contento.
PLANILHA DE ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM – CONCLUSÃO DA UNIDADE 3 – 1 O ANO
CAPÍTULOS
Capítulo 1
Subtração
OBJETIVOS
Efetuar cálculos de subtração envolvendo números de até dois algarismos.
Resolver problemas de subtração envolvendo números de até dois algarismos.
Ler, escrever e contar números até 80.
Comparar números naturais até duas ordens com o suporte da reta numérica.
Aluno 1 Aluno 2 Aluno 3 ...
S P I S P I S P I S P I
Capítulo 2
Medidas de
Tempo
Descrever a sequência de acontecimentos relativos a um dia, utilizando a hora
como referência.
Identificar os períodos do dia, os dias da semana e os meses do ano.
Escrever corretamente as datas apresentando o dia, o mês e o ano.
Capítulo 3
Geometria
Espacial
Identificar e nomear as figuras geométricas espaciais (cones, cilindros, esferas,
cubos, pirâmides e paralelepípedo.
Relacionar as formas de sólidos geométricos a objetos familiares.
Legenda:
S = Satisfatório P = Parcialmente satisfatório
I = Insatisfatório
ENCAMINHAMENTO
A tabela de registro de acompanhamento, pautada nos objetivos da unidade, apoia uma avaliação de desempenho geral e
apresentará o que deve ser corrigido, melhorado ou mantido, mas é essencial elaborar planos de ação coerentes com esses pontos
críticos, nos três níveis de análise.
O professor deve estar atento, tanto ao interpretar as planilhas, quanto ao fornecer a devolutiva da avaliação sem causar constrangimentos
ao grupo de alunos. E os alunos devem ser preparados para receber essa devolutiva, de modo que compreendam
que não é um momento de críticas ou punição, mas uma conversa visando seu desenvolvimento.
É importante salientar que alguns temas deverão ser trabalhados de forma pontual com alguns alunos, porém outros ficarão
evidentes na planilha como elementos em que existem falhas coletivas na aprendizagem e esses exigirão maior atenção e redirecionamento
de ações e métodos para o alcance de resultados mais eficazes no ensino.
Utilize sugestões de atividades práticas, vivências e investigações para aproximar os alunos dos conteúdos em que houver
uma maior necessidade.
186
UNIDADE 4
O primeiro capítulo desta unidade introduz o componente essencial PNA – Numeracia: contagem de números até 100.
As noções de quantidades são apoiadas nos recursos do Material Dourado, do Ábaco e de exemplos concretos de organização
de dezenas e centenas com objetos do cotidiano. Além dessas noções, o capítulo ainda trabalha com a adição, a organização dos
números na reta numérica e a decomposição e composição dos números naturais até 100.
O segundo capítulo da unidade apresenta as ideias de probabilidade e estatística. O componente essencial PNA – Numeracia:
representação concreta e verbal do raciocínio é contemplado pela oportunidade de o aluno apresentar suas conclusões
diante de eventos e situações possíveis ou impossíveis de ocorrer. O capítulo também explora a organização de informações e
a representação de dados em tabelas e gráficos de forma atrativa para os alunos, com temas de interesse das crianças, dando a
oportunidade de envolvimento de toda a turma.
O terceiro capítulo apresenta o sistema monetário brasileiro, com a representação das cédulas e moedas em circulação no
país para que os alunos não apenas sejam capazes de identificá-las, como também dá a oportunidade de trabalharem com a adição
de maneira informal, para que representem valores determinados, mediante o ajuntamento de notas e moedas. Sem dúvida,
esse tema também dá a oportunidade de o professor trabalhar uma série de temas contemporâneos transversais associados ao
uso do dinheiro, economia, consumo, etc.
OBJETIVOS PEDAGÓGICOS DA UNIDADE
Conteúdos Objetivos pedagógicos Habilidades relacionadas
Ampliando
contagens
Contando até 100
• Contar quantidades até 100 e representar
os números por meio com algarismos e
por extenso.
• Comparar e ordenar números naturais até
duas ordens.
• Descrever sequências numéricas e
identificar um elemento faltante.
• Posicionar corretamente os números
naturais na reta numérica.
• Utilizar procedimentos de cálculo da
adição para resolver problemas que
envolvam números até duas ordens.
• Compor e decompor números naturais
até 100.
(EF01MA02) Contar de maneira exata ou aproximada, utilizando
diferentes estratégias como o pareamento e outros
agrupamentos.
(EF01MA04) Contar a quantidade de objetos de coleções até
100 unidades e apresentar o resultado por registros verbais e
simbólicos, em situações de seu interesse, como jogos, brincadeiras,
materiais da sala de aula, entre outros.
(EF01MA05) Comparar números naturais de até duas ordens
em situações cotidianas, com e sem suporte da reta numérica.
(EF01MA06) Construir fatos básicos da adição e utilizá-los em
procedimentos de cálculo para resolver problemas.
(EF01MA07) Compor e decompor número de até duas ordens,
por meio de diferentes adições, com o suporte de material
manipulável, contribuindo para a compreensão de características
do sistema de numeração decimal e o desenvolvimento
de estratégias de cálculo.
187
OBJETIVOS PEDAGÓGICOS DA UNIDADE
Conteúdos Objetivos pedagógicos Habilidades relacionadas
Noções de Probabilidade
e Estatística
Possível ou impossível
Organizando informações
• Classificar eventos do cotidiano,
envolvendo o acaso, como possíveis ou
impossíveis.
• Ler e interpretar dados expressos em
tabelas e gráficos.
• Organizar dados levantados por meio de
pesquisa envolvendo variável categórica
do universo de seu interesse.
(EF01MA20) Classificar eventos envolvendo o acaso, tais
como “acontecerá com certeza”, “talvez aconteça” e “é impossível
acontecer”, em situações do cotidiano.
(EF01MA21) Ler dados expressos em tabelas e em gráficos
de colunas simples.
(EF01MA22) Realizar pesquisa, envolvendo até duas variáveis
categóricas de seu interesse e universo de até 30 elementos, e
organizar dados por meio de representações pessoais.
Sistema Monetário
Conhecendo as moedas
e as cédulas do
Brasil
• Identificar e relacionar valores de moedas
e cédulas do sistema monetário brasileiro.
• Resolver situações simples do cotidiano
que envolvam contagem de moedas e
cédulas
(EF01MA19) Reconhecer e relacionar valores de moedas e
cédulas do sistema monetário brasileiro para resolver situações
simples do cotidiano do estudante
ASPECTOS IMPORTANTES PARA A ABORDAGEM DOS TEMAS DA UNIDADE
• As características do sistema de numeração decimal com as noções de unidades, dezenas e centenas aprendidas no
primeiro ano do Ensino Fundamental são indispensáveis, não apenas para o reconhecimento dos fatos aritméticos, mas
para a proficiência em Álgebra, Grandezas e Medidas e algumas áreas da Geometria, especialmente quando os números
racionais forem apresentados. Certifique-se que estão dominando essas noções básicas com números naturais. Utilize os
recursos disponíveis no material de apoio para aprofundar a compreensão.
• Tanto no trabalho com noções de probabilidade e estatística; ou com o sistema monetário brasileiro, levar em conta
a realidade cultural e social dos alunos é muito importante para que as situações do cotidiano sejam exploradas e os
conteúdos adquiram sentido.
• É muito oportuno enriquecer a temática do capítulo três com o desenvolvimento de noções de economia como o uso
consciente dos recursos financeiros, a diferença entre necessidade e desejo de adquirir algo, a dignidade do trabalho etc.
188
CRONOGRAMA SUGESTIVO DA UNIDADE
Conteúdo
Ampliando contagens
Contando até 100
Atividade de avaliação formativa
Noções de Probabilidade e Estatística
Possível ou impossível
Organizando informações
Atividade de avaliação formativa
Sistema Monetário
Conhecendo as moedas e as cédulas do Brasil
Atividade de avaliação formativa
SEMANAS
1ª. e 2ª. semana
3ª. semana
4ª. semana
5ª. semana
6ª. semana
7ª. semana
8ª. semana
189
CAPÍTULO 1 • AMPLIANDO
14CONTAGENS
• CONTANDO ATÉ 100
CAPÍTULO 2 • NOÇÕES DE
PROBABILIDADE
E ESTATÍSTICA
• POSSÍVEL OU IMPOSSÍVEL
• ORGANIZANDO INFORMAÇÕES
CAPÍTULO 3 • SISTEMA
MONETÁRIO
• CONHECENDO AS
MOEDAS E AS CÉDULAS
DO BRASIL
190
1
AMPLIANDO
CONTANDO ATÉ 100
AGORA VAMOS APRENDER A CONTAR ATÉ 100 (CEM).
COMO JÁ ESTUDAMOS, UM CUBINHO DO MATERIAL DOURADO REPRESENTA
UMA UNIDADE, E UMA BARRINHA CORRESPONDE A 10 UNIDADES OU UMA DEZENA.
1 UNIDADE
1 DEZENA OU
10 UNIDADES
10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10
AO JUNTARMOS 10 BARRINHAS DE UMA DEZENA, OBTEREMOS 100 (CEM)
UNIDADES. QUANDO JUNTAMOS AS 10 BARRINHAS, OBTEMOS UMA PLACA. ELA
CONTÊM 100 UNIDADES OU UMA CENTENA.
AQUI ESTÃO
10 DEZENAS OU
UMA CENTENA.
VAMOS PENSAR JUNTOS
NO ÁBACO, REPRESENTAMOS
UMA CENTENA (C) ASSIM:
C D U
10 DEZENAS OU
100 UNIDADES
• SE JUNTARMOS 30 UNIDADES, TEREMOS QUANTAS DEZENAS? 3 DEZENAS.
• OITO DEZENAS JUNTAS SÃO QUANTAS UNIDADES? 80 UNIDADES.
PARA AMPLIAR
CONTAGENS
“A aprendizagem requer o envolvimento das crianças em atividades significativas. As explicações
do professor, em um momento adequado e de uma forma apropriada, são certamente elementos
fundamentais. Convém ressaltar que, não adianta ensinar conteúdos novos de modo expositivo se
as crianças não tiveram oportunidades de viver experiências concretas sobre as quais essas explicações
podem fazer sentido. [...] A utilização de materiais manipuláveis e instrumentos tecnológicos,
por exemplo, pode ser importante como ponto de partida ou suporte de muitas tarefas escolares.
Mas trata-se de um meio e não de um fim, pois o essencial está na natureza da atividade intelectual
dos alunos.” (p.10)
Secretaria da Educação. Orientações curriculares do Estado de São Paulo – Anos Iniciais
do Ensino Fundamental – Matemática: Versão preliminar. São Paulo, 2014. v. 1
175
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Introduza a ampliação da contagem
até 100 com a seguinte
atividade lúdica: O professor
inicia: 1, 2, 3..., toca em um
aluno e ele continua a sequência:
4, 5, 6... o professor retoma
a contagem e toca em outro
aluno para continuar e assim
sucessivamente.
Obs.: essa sequência pode ser
de 5 em 5, de 10 em 10, de 20
em 20 etc. Faça uma sequência
de 10 em 10 no Material Dourado
e mostre quantos 10 precisamos
para chegar ao 100.
Embora o sistema monetário
brasileiro seja abordado nesta
unidade em capítulo posterior,
traga, se julgar conveniente,
algumas moedas de 1 real e
as cédulas de 2, 5, 10, 20, 50 e
100 reais sem valor para manipularem
e associarem com
os diversos agrupamentos,
formando a centena.
Quantas dezenas há em 100
unidades?
Como podemos representar
100 unidades no ábaco? E no
Material Dourado?
Peça a participação dos alunos
para representar no ábaco
e no Material Dourado o
número 100. Pergunte:
Vou precisar de 100 pecinhas
para representar o número100?
Explore as perguntas da seção
Vamos pensar juntos.
191
1. PREENCHA AS RETAS NUMÉRICAS COM OS NÚMEROS QUE ESTÃO FALTANDO.
Atividades 1 a 4
(EF01MA02) Contar de
maneira exata ou aproximada,
utilizando diferentes estratégias,
como o pareamento e
outros agrupamentos.
(EF01MA04) Contar a quantidade
de objetos de coleções
até 100 unidades e apresentar
o resultado por registros verbais
e simbólicos, em situações
de seu interesse, como
jogos, brincadeiras, materiais
da sala de aula, entre outros.
(EF01MA05) Comparar números
naturais de até duas ordens
em situações cotidianas, com
e sem suporte da reta numérica.
PNA – NUMERACIA
Contagem de números até
100 (cem).
Composição e decomposição
de números.
Representação concreta e
verbal de raciocínios.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 1, utilize a reta
numérica e solicite aos alunos
que completem a sequência
verbalmente. Pergunte a eles
qual vem antes e qual vem
depois de alguns números
indicados por você.
Na atividade 2, utilize o Material
Dourado e o ábaco como
suporte para efetuar as operações.
Represente os números
até 100 utilizando esses
recursos.
A)
B)
C)
30 31 32 33 34 35 36 37 38 39
80 81 82 83 84 85 86 87 88 89
90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100
2. COMPLETE OS ESPAÇOS E OS ÁBACOS CONFORME O EXEMPLO.
176
A)
4 DEZENAS E 2 UNIDADES
QUARENTA E DOIS
42
65
C
C
D
U
40 1 2 5 42
6 DEZENAS E 5 UNIDADES 60 1 5 5 65
SESSENTA E CINCO
SUGESTÃO DE LEITURA
SOUZA, H. A Zeropéia. 2. ed. São Paulo: Salamandra, 2016.
A centopeia está andando por aí quando encontra uma barata e, também, um grande dilema:
se com seis pernas a barata consegue ser tão ágil, será que uma centopeia precisa mesmo
de cem? O boi, com apenas quatro, sabe se virar muito bem... E o macaco, com duas, consegue
fazer tanta coisa ... Muitos bichos e problemas depois, a centopeia acaba fazendo uma
grande descoberta!
D
U
192
B)
C)
80
C D U
8 DEZENAS E 0 UNIDADE 80 1 0 5 80
OITENTA
98
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
Nas atividades 3 e 4, dramatize
situações-problema
semelhantes e encaminhe
uma conversa sobre comparação
de quantidades, evidenciando
quem tem mais
ou quem tem menos.
C
D
U
9 DEZENAS E 8 UNIDADES 90 1 8 5 98
NOVENTA E OITO
3. OS MENINOS DA TURMA ESTÃO COLECIONANDO FIGURINHAS. PEDRO TEM
84 FIGURINHAS, E JÚLIO TEM 6 FIGURINHAS A MAIS QUE PEDRO. QUANTAS
FIGURINHAS TEM JÚLIO?
JÚLIO TEM 90 FIGURINHAS.
4. A BISAVÓ DE LAURA TEM 79 ANOS, E A AVÓ É 18 ANOS MAIS NOVA DO QUE A
BISAVÓ. QUAL É A IDADE DA AVÓ DE LAURA?
A AVÓ DE LAURA TEM 61 ANOS.
177
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Para ampliar o sentido de número, proponha uma vivência com materiais diversos (tampinhas
de garrafa, bolinhas, lápis e outros objetos em quantidades aleatórias). A proposta é uma atividade
lúdica de manipulação de quantidades. Exemplo: organização dos materiais da caixa
maluca. Leve para a sala de aula uma caixa com vários tipos de materiais misturados e peça
para que os alunos separem e contém todos os objetos, construindo fatos de adição e composição
do número 100. Solicite que classifiquem os objetos por atributos de cor ou forma,
coloquem em saquinhos e identifiquem com etiquetas. Proponha registros e representações
por Material Dourado e ábaco.
193
Atividades 5 a 7
(EF01MA02) Contar de maneira
exata ou aproximada, utilizando
diferentes estratégias, como o
pareamento e outros agrupamentos.
(EF01MA04) Contar a quantidade
de objetos de coleções
até 100 unidades e apresentar
o resultado por registros verbais
e simbólicos, em situações
de seu interesse, como jogos,
brincadeiras, materiais da sala
de aula, entre outros.
(EF01MA05) Comparar números
naturais de até duas ordens
em situações cotidianas, com e
sem suporte da reta numérica.
(EF01MA06) Construir fatos
básicos da adição e utilizá-los
em procedimentos de cálculo
para resolver problemas.
PNA – NUMERACIA
Contagem de números até 100
(cem).
Composição e decomposição
de números.
Problemas de raciocínio lógico
e de álgebra, incluindo reconhecimento
de padrões numéricos
e geométricos, identificação
e continuação de sequências,
resolução de quebra-cabeças
e labirintos.
Adição e subtração elementares,
incluindo o significado das operações
e sua prática reiterada.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 5, solicite que o
aluno relacione os feixes de lápis
com as dezenas para construção
dos fatos de adição e a composição
do número 100.
Na atividade 6, estimule a leitura
do enunciado. Se possível reproduza
a situação problema em
sala de aula e estimule a contagem
de 5 em 5. Em seguida, peça
que completem a sequência.
194
5. EM UM CLUBINHO DE AMIGOS TODOS GANHARAM UMA CAIXA DE LÁPIS DE
PRESENTE. AJUDE-OS A CONTAR O TOTAL DE LÁPIS QUE TODOS GANHARAM.
10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10 1 10
30 20
50
NO TOTAL SÃO 10 DEZENAS OU 100 UNIDADES .
100
30 20
6. A PROFESSORA FEZ UMA BRINCADEIRA DE PULAR CORDA: OS
ALUNOS DEVEM PULAR E CONTAR DO 50 PARA FRENTE, DE 5 EM 5,
EM VOZ ALTA E SEGUIR PULANDO ATÉ 90 SEM ERRAR.
178
ESCREVA A SEQUÊNCIA DE NÚMEROS QUE ESSES ALUNOS
DEVERÃO FALAR EM VOZ ALTA PARA PARTICIPAR DA
BRINCADEIRA.
50 55 60 65 70 75 80 85 90
50
NATHALIA S./ M10
NATHALIA S./ M10
7. REPRESENTE A DECOMPOSIÇÃO DOS NÚMEROS EM DEZENAS E UNIDADES E
ESCREVA POR EXTENSO:
NÚMERO DECOMPOSIÇÃO ESCRITA POR EXTENSO
84
89
96
81
73
80 1 4
8 DEZENAS
E 4 UNIDADES
80 1 9
8 DEZENAS
E 9 UNIDADES
70 1 3
7 DEZENAS
E 3 UNIDADES
90 1 6
9 DEZENAS
E 6 UNIDADES
80 1 1
8 DEZENAS
E 1 UNIDADE
OITENTA E QUATRO
OITENTA E NOVE
SETENTA E TRÊS
NOVENTA E SEIS
OITENTA E UM
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
Na atividade 7, utilize material
de apoio para o desenvolvimento
coletivo e solicite a
participação dos alunos na
separação dos materiais e
preenchimento de um quadro
semelhante feito na lousa.
75
99
70 1 5
7 DEZENAS
E 5 UNIDADES
90 1 9
9 DEZENAS
E 9 UNIDADES
SETENTA E CINCO
NOVENTA E NOVE
100
99 1 1
10 DEZENAS
OU 1 CENTENA
CEM
179
SUGESTÃO DE LEITURA
CAMARGO, M. As centopeias e seus sapatinhos. São Paulo: Ática, 2006.
Não é fácil ser vendedora de sapatos quando as freguesas são a centopeia e sua filha. O livro
conta uma história em que se desenrolam fatos que encaminham para a percepção de contagem
gerando um contexto para introduzir o número 100 de maneira divertida.
195
8. LIGUE OS NÚMEROS, DOIS A DOIS, DE MODO QUE A SOMA SEJA 100.
Atividades 8 a 10
(EF01MA02) Contar de maneira
exata ou aproximada, utilizando
diferentes estratégias, como o
pareamento e outros agrupamentos.
(EF01MA04) Contar a quantidade
de objetos de coleções
até 100 unidades e apresentar o
resultado por registros verbais e
simbólicos, em situações de seu
interesse, como jogos, brincadeiras,
materiais da sala de aula,
entre outros.
(EF01MA05) Comparar números
naturais de até duas ordens
em situações cotidianas, com e
sem suporte da reta numérica.
(EF01MA06) Construir fatos
básicos da adição e utilizá-los
em procedimentos de cálculo
para resolver problemas.
PNA – NUMERACIA
Contagem de números até 100
(cem).
Adição e subtração elementares,
incluindo o significado das operações
e sua prática reiterada.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Sugerimos a realização da atividade
8 em duplas. Estimule
reflexões sobre as estratégias
utilizadas para a obtenção dos
resultados. Faça a correção coletiva
ao final e solicite argumentação
dos alunos ao socializarem
seus resultados.
Peça que os alunos resolvam as
atividades 9 e 10 em duplas.
Promova um debate sobre as
possibilidades de se obter os
números indicados de acordo
com cada comando. Providencie
previamente algumas calculadoras
simples e oriente o uso
pelos alunos, identificando as
teclas com números, com as
operações e o sinal de igual.
9. DESCUBRA TRÊS MODOS DE FAZER APARECER NO VISOR DE
UMA CALCULADORA O NÚMERO 99, SEM UTILIZAR A TECLA 9.
REGISTRE-AS NOS ESPAÇOS ABAIXO.
USE UMA CALCULADORA. ALGUMAS POSSIBILIDADES.
1 o 88 1 11
2 o 100 2 1
3 o 55 1 44
10. DESCUBRA TRÊS MANEIRAS DIFERENTES DE FAZER APARECER
NO VISOR DE UMA CALCULADORA O NÚMERO 100, SEM
UTILIZAR AS TECLAS 1 E 0. REGISTRE-AS NOS ESPAÇOS ABAIXO.
180
25 19
55 30
70 45
42 75
81 58
USE UMA CALCULADORA.
1 o 98 1 2
2 o 75 1 25
3 o 57 1 43
ALGUMAS POSSIBILIDADES.
MR M+ M-
7 8 9
4 5 6
AC 1 2 3
0
MR M+ M-
7 8 9
4 5 6
AC 1 2 3
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
O uso da calculadora pode auxiliar no desenvolvimento de conceitos e padrões de raciocínio
em atividades programadas com essa finalidade. Sugerimos uma atividade de raciocínio que
envolve o uso de calculadora. Amplie a atividade propondo outros desafios para os alunos
como por exemplo:
Faça aparecer na calculadora, o número 10 sem digitar o zero (0). Complemente a atividade
indicando o número de teclas, por exemplo:
• Digitando 4 teclas (5 + 5 =);
• Digitando 6 teclas (3 + 3 + 4 =);
• Digitando 10 teclas (2 + 2 + 2 + 2 + 2 =).
0
99
100
ZERBOR/ SHUTTERSTOCK.COM
SHUTTERSTOCK.COM
SHUTTERSTOCK.COM
196
VAMOS JOGAR
60
59
61
A TURMA DO 1 O ANO PARTICIPARÁ DO JOGO DO ZOOLÓGICO.
58
PARE 2 RODADAS PARA
ESPERAR O TIGRE APARECER.
62
57
63 64 65
56
55
HORA DE ENTRAR NO ZOO,
AVANCE 2 CASAS.
SAÍDA 50
54
51
66
53
52
67
68
71
69
70
72
73 74
CHEGADA
PREENCHA O TABULEIRO COM OS NÚMEROS QUE FALTAM. RECORTE O DADO,
OS PEÕES E OS ANIMAIS DO MATERIAL DE APOIO (PÁGINA 229). DEPOIS, MONTE
O DADO E COLE OS ANIMAIS NO TABULEIRO. APROVEITE PARA JOGAR COM OS
AMIGOS, UTILIZANDO O DADO PARA SORTEAR POR QUANTAS CASAS CADA
JOGADOR DEVE MOVIMENTAR SEU PEÃO.
79
75
80
78
77
76
PARE UMA RODADA
PARA VER O BICHO
PREGUIÇA.
81
82
92
91
93
83
90
94
84
AVANCE 2 CASAS
PARA VER OS
MACACOS.
89
95
85
86
88
87
96
97
98
99
100
AVANCE 4
CASAS PARA
DESCANSAR.
ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM
Sugerimos atividades on-line que podem auxiliar no processo de acompanhamento por serem
adequadas aos níveis de aprendizagem dos alunos envolvendo o tema de números e contagens.
O link sugerido apresenta uma série de atividades envolvendo contagens para explorar
com os alunos em uma aula com uso da tecnologia. Aplique para cada aluno atividades
de acordo com a necessidade. Disponível em: https://pt.khanacademy.org/math/early-math/
cc-early-math-counting-topic
No link abaixo está disponível uma das atividades propostas, especialmente formulada para
atender as habilidades da BNCC destacadas nesta unidade.
https://pt.khanacademy.org/math/early-math/cc-early-math-counting-topic/cc-early-math-
-numbers-120/e/count-to-100
181
NATHALIA S./ M10
Vamos jogar
(EF01MA04) Contar a quantidade
de objetos de coleções
até 100 unidades e apresentar
o resultado por registros verbais
e simbólicos, em situações
de seu interesse, como
jogos, brincadeiras, materiais
da sala de aula, entre outros.
PNA – NUMERACIA
Contagem de números até
100 (cem).
ROTEIRO DE AULA
Promova a realização da atividade
em grupos.
Duração: uma aula.
Objetivo: Participar de um
jogo no qual deve empregar
a habilidade da contagem de
números até 100.
Orientação didática: Solicite
que recortem os materiais
antecipadamente.
Oriente os estudantes a colarem
os animais no tabuleiro,
preencherem os números faltantes
e a construir o dado e
os peões do material de apoio
conforme as instruções.
Peça para que todos os grupos
organizem o tabuleiro e
os materiais nas mesas.
Combine um tempo de início
e término para o jogo.
Faça uma explicação breve
sobre como funciona o jogo
de tabuleiro e dê um sinal
para que as partidas dos grupos
iniciem.
Avaliação: Por meio do
acompanhamento das jogadas
verificando se os grupos
fizeram o preenchimento correto
do tabuleiro e se as jogadas
discorrem normalmente.
Auxilie os alunos que apresentarem
alguma dificuldade.
197
O QUE APRENDI NESSE CAPÍTULO
Atividade 1
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Conta de maneira exata, utilizando
diferentes estratégias
como o pareamento e outros
agrupamentos.
Identifica a metade de uma
quantidade por contagem
com suporte de imagem.
Atividade 2
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Posiciona números na reta
numérica.
Faz contagens da quantidade
de elementos em um intervalo
numérico.
Compara números naturais
de até duas ordens em situações
cotidianas, com suporte
da reta numérica.
1. UMA FLORISTA ORGANIZOU BUQUÊS DE FLORES IGUAIS PARA
VENDER NO DIA DAS MÃES.
OBSERVE A IMAGEM E RESPONDA:
A) QUANTAS FLORES FORAM USADAS PARA MONTAR TODOS OS BUQUÊS?
50 FLORES
B) CIRCULE NA IMAGEM A METADE DA QUANTIDADE DE FLORES.
C) QUANTAS FLORES COMPÕEM A METADE QUE VOCÊ CIRCULOU?
25 FLORES
2. MARIANA, BEATRIZ E CAROLINA ENTRARAM EM UMA LANCHONETE E FIZERAM
SEUS PEDIDOS. CADA UMA RECEBEU UMA SENHA PARA A RETIRADA DO
LANCHE. MARIANA RECEBEU A SENHA DE NÚMERO 38, BEATRIZ, A DE NÚMERO
41 E CAROLINA, A DE NÚMERO 34.
Carolina Mariana Beatriz
30 31 35 40 42
32 33 34 36 37 38 39 41
NADDYA/ SHUTTERSTOCK
INDIQUE NA RETA NUMÉRICA OS NÚMEROS DAS SENHAS RECEBIDAS POR MARIANA,
BEATRIZ E CAROLINA E COMPLETE OS DEMAIS QUADRINHOS. DEPOIS, RESPONDA:
A) QUANTOS NÚMEROS ESTÃO ENTRE A SENHA DE MARIANA E A DE
CAROLINA? QUAIS SÃO ELES?
TRÊS NÚMEROS. 35, 36 E 37.
B) QUANDO AS MENINAS RECEBERAM AS SENHAS, O LANCHE QUE ESTAVA
SENDO ENTREGUE ERA O DE NÚMERO 31. POR QUANTAS SENHAS BEATRIZ
TERÁ QUE ESPERAR? 9 SENHAS
182
TABELA DE REGISTRO DE ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM
Nº de chamada
Atividade
1
Atividade
2
Atividade
3
Atividade
4
Atividade
5
Atividade
6
S P I S P I S P I S P I S P I S P I
1
2
3
4
S – (SATISFATÓRIO) -Alcançou satisfatoriamente o objetivo. P – (PARCIAL) -Alcançou parcialmente o objetivo.
I – (INSATISFATÓRIO)-Não alcançou o objetivo.
ENCAMINHAMENTO:
Aos estudantes que apresentarem dificuldades na avaliação, com muitos resultados parciais e insatisfatórios,
utilize atividades complementares de revisão e aprofundamento que reforçam os conceitos do
capítulo, referentes às evidências listadas.
198
3. PINTE COM A MESMA COR OS QUADROS COM NÚMEROS QUE JUNTOS SOMAM
100 UNIDADES. Os pares são 12 e 88; 24 e 76; 15 e 85; 43 e 57.
24
12
88
76
15 57
43 85
4. COMPLETE OS ESPAÇOS E PREENCHA O ÁBACO DE ACORDO COM A
QUANTIDADE REPRESENTADA PELAS PEÇAS DO MATERIAL DOURADO.
Atividade 3
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Constrói fatos básicos da adição
e utiliza-os em procedimentos
de cálculo para resolver
problemas.
Compõe a soma de 100 unidades
com números de duas
ordens, por meio de diferentes
adições.
4 DEZENAS E 6 UNIDADES.
UM
5. ESCREVA AS DEZENAS EXATAS DO QUADRO EM UMA
SEQUÊNCIA CRESCENTE E DESCUBRA A DEZENA QUE
FALTA PARA COMPLETAR ESSA SEQUÊNCIA:
10, 20, 30, 40, 50, 60, 70, 80, 90, 100
A DEZENA QUE FALTA É 70.
6. UM GRUPO DE MENINAS DA TURMA
ESTÁ COLECIONANDO ROUPINHAS
DE BONECAS. JUNTAS, ELAS TÊM 43
VESTIDOS, DUAS CALÇAS E 6 BLUSAS.
QUANTAS ROUPINHAS ELAS TÊM AO
TODO NESSA COLEÇÃO?
51 ITENS NO TOTAL
C
D U
40 80 50
60 30 90
10 20 100
183
SEMIANKOVA INHA/ SHUTTERSTOCK
Atividade 4
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Compõe número de até duas
ordens, por meio de diferentes
adições, com o suporte
de material dourado e ábaco.
Atividade 5
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Compara e ordena números
naturais de até duas ordens
em situações cotidianas, sem
suporte da reta numérica.
Descreve uma sequência formada
por dezenas e identifica
o elemento faltante.
Atividade 6
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Constrói fatos básicos da adição
e utiliza-os em procedimentos
de cálculo para resolver
problemas.
ENCAMINHAMENTO
Aos estudantes que apresentarem dificuldades na avaliação, com muitos resultados parciais e
insatisfatórios, utilize atividades complementares de revisão e aprofundamento que reforçam
os conceitos do capítulo, referentes às evidências listadas.
199
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Dramatize com os alunos uma
situação de sorteio semelhante
a proposta pelo livro.
Podem ser usadas bolinhas de
gude, tampinhas de garrafa
ou, até mesmo, pecinhas de
Material Dourado desde que
haja uma maioria de peças de
mesma cor e outras poucas
de mesma natureza, porém
de outras cores.
Coloque as peças em um saco
preto para sorteio ou em uma
caixa. Convide os alunos para
participarem e pergunte:
Qual cor de bolinha ou de
tampinha você espera retirar?
E peça que retirem, sem olhar,
um dos objetos.
Com essas experiências os
alunos deverão perceber que
algumas cores são mais prováveis
de serem sorteadas,
todas as cores presentes na
caixa são possíveis, as cores
que não estão presentes são
impossíveis.
Faça a dinâmica com toda
a turma.
Explore a seção Vamos pensar
juntos, reflita com os
estudantes sobre eventos possíveis
e eventos impossíveis.
POSSÍVEL OU IMPOSSÍVEL
A PROFESSORA PEDIU A GUSTAVO QUE RESPONDESSE À SEGUINTE
PERGUNTA: SE RETIRARMOS, SEM OLHAR, UMA BOLA DE UMA CAIXA CONTENDO
10 BOLAS AZUIS, QUAL SERÁ A COR DA BOLA RETIRADA?
NATHALIA S./ M10 NATHALIA S./ M10
CAIXA 1
CAIXA 2
VAMOS PENSAR JUNTOS
• O QUE VOCÊ ACHA QUE GUSTAVO
RESPONDERIA SOBRE A COR DA BOLA
RETIRADA?
• DEPOIS, PARA DESPERTAR A CURIOSIDADE DOS ALUNOS, ELA COLOCOU NA CAIXA
7 BOLINHAS AZUIS E 3 VERMELHAS E FEZ OUTRA PERGUNTA. RESPONDA VOCÊ:
• É POSSIVEL QUE, SEM OLHAR, SEJA RETIRADA
UMA BOLA AZUL?
OBSERVE A CAIXA ONDE A PROFESSORA COLOCOU AS BOLAS COLORIDAS
E RESPONDA: SIM, POIS NA CAIXA HÁ MAIS BOLAS AZUIS DO QUE VERMELHAS.
• A CHANCE DE RETIRAR UMA BOLA AZUL, SEM OLHAR, É MAIOR QUE A
CHANCE DE RETIRAR UMA BOLA VERMELHA?
• É POSSÍVEL RETIRAR DESSA CAIXA UMA BOLINHA AMARELA? POR QUÊ?
NÃO, POIS NÃO HÁ NENHUMA BOLA AMARELA NA CAIXA.
184
2
NOÇÕES
DE
PROBABILIDADE
E ESTATÍSTICA
FUNDAMENTO PEDAGÓGICO
No que concerne ao estudo de noções de probabilidade, a finalidade, no Ensino Fundamental – Anos
Iniciais, é promover a compreensão de que nem todos os fenômenos são determinísticos. Para isso,
o início da proposta de trabalho com probabilidade está centrado no desenvolvimento da noção
de aleatoriedade, de modo que os alunos compreendam que há eventos certos, eventos impossíveis
e eventos prováveis. É muito comum que pessoas julguem impossíveis eventos que nunca viram
acontecer. Nessa fase, é importante que os alunos verbalizem, em eventos que envolvem o acaso,
os resultados que poderiam ter acontecido em oposição ao que realmente aconteceu, iniciando a
construção do espaço amostral.
BNCC, BRASIL., P. 274.
200
1. A TURMA DO 1 o ANO ESTÁ BRINCANDO DE ADIVINHAR A COR DAS BOLINHAS QUE
ESTÃO DENTRO DO SAQUINHO QUE A PROFESSORA LEVOU. NINGUÉM SABE, MAS
NEM TODAS AS BOLINHAS DO SAQUINHO SÃO AMARELAS.
RESPONDA:
A) QUANDO UM ALUNO PEGAR UMA BOLINHA DE DENTRO DO SACO, ELA COM
CERTEZA SERÁ AMARELA? MARQUE COM UM X A RESPOSTA CORRETA.
SIM
X NÃO
B) APÓS O ALUNO TER PEGO A BOLINHA, ELA FOI POSTA
DE VOLTA NO SAQUINHO. QUANDO O PRÓXIMO
ALUNO PEGAR UMA BOLINHA, ELA SERÁ AZUL?
MARQUE COM UM X A RESPOSTA CORRETA.
COM CERTEZA SIM.
X TALVEZ.
IMPOSSÍVEL.
2. QUITÉRIA FOI À FEIRA COM POUCO DINHEIRO.
LEVOU APENAS O SEU PORTA-MOEDAS. ELA
CONTOU TODO O DINHEIRO E PERCEBEU QUE
NÃO TINHA NENHUMA MOEDA DE 1 REAL.
MARQUE COM UM X A RESPOSTA CORRETA.
A RETIRADA DE UMA MOEDA DE 1 REAL DA
BOLSINHA DE QUITÉRIA:
ACONTECERÁ COM CERTEZA.
TALVEZ ACONTEÇA.
X É IMPOSSÍVEL ACONTECER.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Proponha uma experiência com 10 lápis pretos dentro de uma urna:
1. Pergunte aos alunos se, com certeza, podemos retirar da urna um lápis preto. Espera-se que
os alunos respondam: “Sim, só há lápis pretos”.
2. Em seguida, coloque 4 lápis verdes junto aos 10 lápis pretos. Pergunte aos alunos se é possível
retirar da urna um lápis preto. Espera-se que os alunos respondam: “Sim, pois há 10 lápis pretos”.
3. O primeiro lápis a ser retirado da urna pode ser verde? Espera-se que os alunos respondam:
“Talvez o primeiro lápis seja verde, mas também pode ser um lápis preto”.
4. É possível retirar da urna um lápis vermelho? Espera-se que os alunos respondam: “Não é
possível, pois nessa urna não há lápis vermelhos”
VICTOR B./ M10 NATHALIA S./ M10
185
Atividades 1 e 2
(EF01MA20) Classificar eventos
envolvendo o acaso, tais
como “acontecerá com certeza”,
“talvez aconteça” e “é
impossível acontecer”, em
situações do cotidiano.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Nas atividades 1 e 2, promova
a análise dos eventos
segundo os critérios: possíveis,
impossíveis ou talvez
aconteçam. Fomente debates
relativos à probabilidade de
um evento acontecer.
Se possível, reproduza a situação
como proposta na atividade
1 e sorteie bolinhas
repetidas vezes para que
os alunos observem que a
chance da bolinha amarela é
maior em relação a azul. Em
seguida peça que preencham
a atividade.
Simule a retirada de moedas
de dentro de um porta
moedas e faça observações
do tipo: “Nunca sai a moeda
de 1 real.”
Após algumas tentativas, pergunte:
É possível retirar uma moeda
de 1 real dessa bolsa?
Eles deverão averiguar que
moedas estão dentro da bolsa
para responder e a resposta
será: impossível pois a moeda
de 1 real não está entre as
moedas.
201
Atividade 3
(EF01MA20) Classificar eventos
envolvendo o acaso, tais
como “acontecerá com certeza”,
“talvez aconteça” e “é
impossível acontecer”, em
situações do cotidiano.
3. OBSERVE A FIGURA E CRIE UMA HISTÓRIA ENVOLVENDO A IDEIA “TALVEZ
ACONTEÇA” ENTRE COLEGAS DA TURMA DO 1 O ANO QUE ESTÃO PARTICIPANDO DE
UM SORTEIO NO AUDITÓRIO DA ESCOLA.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Antes da criação da história,
coloque os nomes dos alunos
em um saquinho e peça
para cada um tirar um papel.
Antes do aluno ler o papel,
questione:
Qual nome você acha que
está no papel?
Vamos ver se você tirou essa
pessoa?
Explique que todos os que
tem seu nome na caixa podem
ser sorteados e fica clara a
situação “Talvez aconteça”.
Faça uma simulação do sorteio
e, em seguida, peça que
eles escrevam a história.
Ao final de um tempo combinado,
solicite que alguns
alunos socializem suas produções.
RESPOSTA PESSOAL.
VICTOR B./ M10
186
ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM
Promover debates e momentos em que os alunos possam verbalizar suas ideias e concepções é uma estratégia para observar
a compreensão dos conceitos sobre eventos probabilísticos propostos para essa série. Ao realizar a atividade 3 dramatizando a
situação do sorteio, amplie a discussão e solicite a participação dos alunos para acompanhar a aprendizagem.
Verifique se os alunos empregam corretamente os termos “acontecerá com certeza”,” talvez aconteça” ou “é impossível acontecer”.
Proponha outras situações em que eles possam fazer os julgamentos e refletirem sobre outras possibilidades de acontecimentos
em uma situação, refinando o olhar para o espaço amostral do evento.
Exemplo: Ao lançar um dado, é possível que sejam sorteados um dos números de 1 a 6, mas não é possível que seja sorteado o
7, o 8 ou o 9. Solicite que eles verbalizem todas as possibilidades e as impossibilidades. Essas reflexões encaminham para uma
visão mais ampla do tema e sugerem um olhar para as situações do cotidiano.
Utilize o vídeo sugerido para auxiliar alunos com dificuldades. Disponível em: https://youtu.be/ZFoiUJ9k6Yc
202
ORGANIZANDO INFORMAÇÕES
O PROFESSOR PERGUNTOU PARA ALGUNS DE SEUS ALUNOS QUAL ERA A
FRUTA PREDILETA DE CADA UM.
CADA ALUNO ESCOLHEU APENAS UMA FRUTA.
O PROFESSOR COLOCOU UM | (TRACINHO) PARA REGISTRAR A ESCOLHA DE
CADA ALUNO.
OBSERVE COMO A CONTAGEM FICOU ORGANIZADA:
FRUTAS MENINOS MENINAS
TOTAL 21 25
VAMOS PENSAR JUNTOS
• QUANTOS MENINOS FORAM ENTREVISTADOS? 21 MENINOS.
• FORAM ENTREVISTADAS 25 MENINAS. QUANTAS DELAS GOSTAM DE
LARANJA? 5 MENINAS.
• QUAL FOI A FRUTA MAIS APRECIADA PELOS MENINOS? LARANJA.
• SE VOCÊ ESTIVESSE PARTICIPANDO DESSA PESQUISA, QUAL FRUTA VOCÊ
DIRIA QUE É A SUA PREDILETA? RESPOSTA PESSOAL.
PARA AMPLIAR
“O trabalho com Estatística na escola propicia o desenvolvimento do pensamento estatístico, a
vivência de um trabalho interdisciplinar e possibilita abordar temas transversais. Como já discutido
anteriormente, o pensamento estatístico amplia as formas de pensar valorizando o mundo
das incertezas. Muitas vezes o aluno, acostumado a um pensamento determinístico, tende a aceitar
como certa a previsão de um resultado a partir da maior frequência de um evento. Por exemplo,
ao perceber que todos os seus colegas têm medo do escuro, concluem como certeza que um novo
colega terá também medo do escuro. O trabalho com o pensamento estatístico auxiliará o aluno
a perceber que sua previsão não necessariamente ocorrerá.” (p. 17)
CAZORLA I., MAGINA S., GITIRANA V., GUIMARÃES G., Estatística para os anos iniciais do
ensino fundamental [livro eletrônico] - 1. ed. - Brasília: Sociedade Brasileira de Educação
Matemática - SBEM, 2017
Disponível em: www.sbembrasil.org.br/files/ebook_sbem.pdf
187
ILUSTRAÇÕES: NATHALIA S./ M10
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Promova, uma pesquisa com
a turma com a pergunta:
Qual é o lanche preferido de
cada aluno (apenas 1 item
de cada).
Peça que utilizem o caderno
para, de forma organizada,
registrar todas as respostas
dos colegas. Cada aluno pode
utilizar a estratégia que julgar
melhor.
A seguir, promova a leitura
coletiva do texto do livro e
converse sobre a forma de
organização da tabela de frutas.
Comente que cada risquinho
na tabela representa a
resposta de um participante.
Faça as observações sobre as
contagens e os valores totais.
Peça que utilizem esse recurso
para a contagem das respostas
dos colegas na pesquisa
que fizeram sobre o lanche
preferido.
Divida os alunos em grupos
para que possam interagir
com seus pares de modo cooperativo,
trabalhando na organização
de um quadro que
represente a contagem de
suas pesquisas de maneira
semelhante à do livro.
Debata, após o momento das
entrevistas, sobre as perguntas
da seção Vamos pensar
juntos, e peça que façam
associações com os resultados
das próprias pesquisas.
Para esse momento prepare
uma folha com uma tabela
semelhante para facilitar a
coleta dos dados.
203
Atividades 1 e 2
(EF01MA21) Ler dados expressos
em tabelas e em gráficos
de colunas simples.
(EF01MA22) Realizar pesquisa,
envolvendo até duas
variáveis categóricas de seu
interesse e universo de até 30
elementos, e organizar dados
por meio de representações
pessoais.
PNA- NUMERACIA
Contextualização de quantidades
em contagens de dinheiro,
pessoas e objetos em geral.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Realize a atividade 1 em grupos.
Oriente os estudantes
a quantificarem elementos
repetidos que aparecem na
imagem. De acordo com as
quantidades coletadas, solicite
que eles preencham a
tabela de contagem e o gráfico
relacionando as quantidades
nas colunas indicadas. Ao
final, promova um momento
de debate e socialização dos
resultados.
1. O PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA PERGUNTOU AOS ALUNOS SOBRE SUAS
ATIVIDADES FÍSICAS PREFERIDAS. OBSERVE AS IMAGENS DAS PREFERÊNCIAS DOS
ALUNOS E PREENCHA CONFORME O EXEMPLO.
A) USANDO TRACINHOS PARA A CONTAGEM, REGISTRE ABAIXO O NÚMERO DE ITENS.
I IIII I IIII II IIII II IIII I III
B) PINTE NO GRÁFICO DE COLUNAS UM RETÂNGULO PARA CADA CRIANÇA E SUA
PREFERÊNCIA.
ATIVIDADES FÍSICAS PREFERIDAS
CORRIDA PATINS BALLET BICICLETA FUTEBOL PULAR
CORDA
C) QUAL ERA O TOTAL DE ALUNOS NO PÁTIO DE RECREAÇÃO?
29 ALUNOS.
D) QUAL É A ATIVIDADE PREFERIDA PELA MAIORIA DOS ALUNOS?
FUTEBOL.
E) QUAL É A ATIVIDADE PREFERIDA PELA MINORIA DOS ALUNOS?
PATINS.
CAMA
ELÁSTICA
NATHALIA S./ M10
VICTOR B./ M10
188
FUNDAMENTO PEDAGÓGICO
Promover meios para que os alunos coletem, observem e analisem dados, fortalece a construção
do pensamento crítico sobre informações de interesse presentes na sociedade. Esse tipo
de atividade favorece o desenvolvimento da 4ª. competência específica da Matemática:
Fazer observações sistemáticas de aspectos quantitativos e qualitativos presentes nas práticas sociais
e culturais, de modo a investigar, organizar, representar e comunicar informações relevantes, para
interpretá-las e avaliá-las crítica e eticamente, produzindo argumentos convincentes.
BBNCC, Brasil, 2018, p. 267.
204
2. BEATRIZ FEZ UMA PESQUISA COM SEUS COLEGAS PARA SABER QUAL ERA A
COMIDA PREDILETA DE CADA UM. CADA CRIANÇA ESCOLHEU APENAS UM TIPO
DE COMIDA. LEMBRE-SE QUE 5 1 5 5
SEREGAM/ SHUTTERSTOCK.COM
DEENIDA/ SHUTTERSTOCK.COM ROX77/ SHUTTERSTOCK.COM
VEJA O QUE ELA DESCOBRIU E OBSERVE A TABELA PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES ABAIXO.
COMIDA
MACARRONADA
ARROZ, FEIJÃO, SALADA E FRANGO
LEGUMES
COMIDA FAVORITA
PREFERÊNCIA POR ESSA COMIDA
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
Na atividade 2, sem contar os
risquinhos, comente sobre a
possibilidade de observação
do resultado da pesquisa sem
a contagem direta.
É possível saber qual é a
comida favorita?
Solicite a opinião dos alunos
a respeito dos alimentos favoritos
observados na pesquisa.
Peça que observem a tabela e
que respondam às questões.
A) QUANTAS CRIANÇAS PREFEREM MACARRONADA?
22 CRIANÇAS.
B) QUANTAS CRIANÇAS GOSTAM MAIS DE LEGUMES?
20 CRIANÇAS.
C) QUAL É A COMIDA FAVORITA ENTRE AS CRIANÇAS?
MACARRONADA.
D) QUANTAS CRIANÇAS GOSTAM MAIS DE ARROZ, FEIJÃO E SALADA?
18 CRIANÇAS.
E) QUANTAS CRIANÇAS RESPONDERAM AO QUESTIONÁRIO DE BEATRIZ?
60 CRIANÇAS.
189
PARA AMPLIAR
“As principais habilidades de todo o processo de escolarização consistem em ler, escrever e realizar
operações matemáticas básicas. Não por acaso o professor alfabetizador também ocupa o importante
papel de ensinar habilidades de matemática básica. Além disso, os professores da educação
infantil igualmente contribuem para o desenvolvimento do raciocínio lógico-matemático, promovendo
atividades e jogos que ensinam noções básicas numéricas, espaciais, geométricas, de medidas
e de estatística.”
PNA, Brasil, p.24
205
Atividade 3
(EF01MA21) Ler dados expressos
em tabelas e em gráficos
de colunas simples.
(EF01MA22) Realizar pesquisa,
envolvendo até duas variáveis
categóricas de seu interesse e
universo de até 30 elementos,
e organizar dados por meio de
representações pessoais.
PNA- NUMERACIA
Contextualização de quantidades
em contagens de dinheiro,
pessoas e objetos em geral.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Na atividade 3, sugerimos
essa atividade como tarefa
de casa e na aula seguinte,
converse sobre as informações
dadas no enunciado
da atividade e qual estratégia
utilizaram para encontrar
os dados faltantes da tabela.
Comente que, para uma pesquisa
possa ser compreendida,
os dados precisam estar
organizados, por exemplo, em
uma tabela, ou que se possa
construir um gráfico com os
resultados.
Os gráficos e tabelas facilitam
a leitura e a interpretação dos
dados coletados.
Peça que socializem os resultados
e conversem caso haja
divergência de ideias, para
chegarem a um consenso.
3. USE AS INFORMAÇÕES PARA COMPLETAR A TABELA.
• GUSTAVO TEM 22 FIGURINHAS EM SEU ÁLBUM DE FUTEBOL.
• LÉO TEM MAIS FIGURINHAS QUE GUSTAVO.
• NÍCOLAS TEM MAIS FIGURINHAS QUE ARTHUR.
190
COLEÇÃO DE FIGURINHAS
NOME QUANTIDADE DE FIGURINHAS TOTAL
GUSTAVO 22
ARTHUR 15
LÉO 25
NÍCOLAS 19
RESPONDA:
A) QUANTAS FIGURINHAS ARTHUR TEM?
15 FIGURINHAS.
B) QUAL CRIANÇA TEM O MAIOR NÚMERO DE FIGURINHAS?
LÉO.
C) QUANTAS FIGURINHAS GUSTAVO E LÉO TÊM JUNTOS?
47 FIGURINHAS.
D) QUANTAS FIGURINHAS LÉO TEM A MAIS QUE NÍCOLAS?
6 FIGURINHAS.
E) VOCÊ COLECIONA ALGUM OBJETO? COMENTE ISSO COM UM COLEGA.
RESPOSTA PESSOAL E ORAL.
FUNDAMENTO PEDAGÓGICO
Os processos matemáticos de resolução de problemas, de investigação, de desenvolvimento de
projetos e da modelagem podem ser citados como formas privilegiadas da atividade matemática,
motivo pelo qual são, ao mesmo tempo, objeto e estratégia para a aprendizagem ao longo de todo
o Ensino Fundamental.
BNCC, Brasil, p.266
206
GRÁFICOS E TABELAS
OS GRÁFICOS E AS TABELAS SÃO UTILIZADOS PARA REPRESENTAR
INFORMAÇÕES. ESSES MODOS DE APRESENTAÇÃO FACILITAM A LEITURA E A
INTERPRETAÇÃO DE DADOS.
LÉO E LAURA ORGANIZARAM EM UM GRÁFICO DE COLUNAS AS
INFORMAÇÕES SOBRE O ANIMAL DE ESTIMAÇÃO DE CADA UM DE SEUS AMIGOS.
OBSERVE COMO ESSES DADOS FORAM REPRESENTADOS.
QUANTIDADE DE CRIANÇAS
9
8
7
6
5
4
3
2
MEU ANIMAL DE ESTIMAÇÃO
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Proponha como atividade
lúdica:
Use o calendário do ano e
construa um gráfico dos aniversariantes
do mês. Informe
que o preenchimento do gráfico
de colunas é de baixo
para cima. Monte um gráfico
na lousa ou se possível utilize
a projeção de uma planilha
eletrônica para que observem
a montagem da tabela
e visualizem o gráfico pelo
computador.
Utilize o exemplo do livro para
dar sequência à aula e explore
as perguntas da seção Vamos
pensar juntos.
1
0
GATO CACHORRO PEIXE COELHO HAMSTER
ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO
VAMOS PENSAR JUNTOS
7 CRIANÇAS.
• QUANTAS CRIANÇAS TÊM UM GATO COMO ANIMAL DE ESTIMAÇÃO?
• QUAL ANIMAL DE ESTIMAÇÃO FOI MENOS MENCIONADO? COELHO.
• CADA CRIANÇA DISSE TER APENAS UM ANIMAL DE ESTIMAÇÃO. ENTÃO
QUANTAS CRIANÇAS PARTICIPARAM DA PESQUISA? 22 CRIANÇAS.
• VOCÊ TEM UM ANIMAL DE ESTIMAÇÃO? SE SIM, ACRESCENTE UM
RETÂNGULO PARA REPRESENTÁ-LO NO GRÁFICO. RESPOSTA PESSOAL.
191
PARA AMPLIAR
“São muito os autores que defendem que a educação estatística deve deslocar-se do cálculo e da
realização de tarefas de rotina para o processo geral de investigação. É o caso do estatístico Richard
Snee, segundo o qual a ênfase deve estar na ‘recolha de dados, compreensão e modelação da
variação, representação gráfica de dados, experimentação, questionamento’, enfatizando assim o
‘modo como o pensamento estatístico é usado na investigação de problemas do mundo real’. Só
essa forma de desenvolver conteúdos estatísticos poderá levar os alunos a compreender o papel da
Estatística na sociedade.” (p. 100-101)
PONTE, J.P. BROCADO, J., OLIVEIRA, H. Investigações Matemáticas na sala de aula, Coleção
Tendências em Educação
Matemática, Editora Autêntica, 2019.
207
4. OBSERVE O GRÁFICO DE COLUNAS E RESPONDA ÀS QUESTÕES:
Atividades 4 a 6
(EF01MA21) Ler dados expressos
em tabelas e em gráficos
de colunas simples.
(EF01MA22) Realizar pesquisa,
envolvendo até duas
variáveis categóricas de seu
interesse e universo de até 30
elementos, e organizar dados
por meio de representações
pessoais.
PNA- NUMERACIA
Contextualização de quantidades
em contagens de dinheiro,
pessoas e objetos em geral.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Nas atividades 4 e 5, instigue
o aluno a interpretar as
informações de modo a completar
a atividade e o gráfico.
Faça um levantamento prévio
com os alunos sobre a quantidade
de membros em sua
família. Anote os dados em
uma tabela e represente-os
graficamente. Dados reais
estimulam a percepção e o
interesse dos alunos sobre a
pesquisa.
9
8
7
6
5
4
3
2
1
0
NENHUM
IRMÃO
A) A MAIORIA DAS FAMÍLIAS DOS ALUNOS PESQUISADOS TEM QUANTOS
FILHOS?
2 FILHOS.
B) QUANTOS ALUNOS NÃO TÊM IRMÃOS? 5 ALUNOS.
C) QUANTOS ALUNOS TÊM 4 IRMÃOS? 1 ALUNO.
D) QUANTOS IRMÃOS OU IRMÃS VOCÊ TEM? RESPOSTA PESSOAL.
5. A MÁQUINA EMPACOTADORA NÃO RECONHECE AS CORES DOS CHICLETES.
SEPARE OS CHICLETES DE ACORDO COM SUAS CORES E PINTE AS COLUNAS POR
COR PARA DESCOBRIR QUANTOS CHICLETES DE CADA COR ESTÃO NESSES PACOTES.
NATHALIA S./ M10
192
RESPONDA:
QUANTIDADE DE
IRMÃOS DOS ALUNOS
1
IRMÃO
2
IRMÃOS
3
IRMÃOS
4
IRMÃOS
A) QUAL É A COR DO CHICLETE QUE MAIS APARECE? VERDE.
B) QUAL É A COR DO CHICLETE QUE MENOS APARECE? AMARELO.
9
8
7
6
5
4
3
2
1
0
CHICLETES
WAVEBREAKMEDIA/ SHUTTERSTOCK.COM
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Proponha a construção de gráficos e tabelas por meio de planilhas eletrônicas para familiarizar
os alunos com esse tipo de construção e aproximá-los da tecnologia. Utilize uma das atividades
propostas no livro como a atividade 4 ou a 5 para reproduzir no laboratório de informática
utilizando planilhas eletrônicas. Aproveite o momento para explorar as opções de design
e edição dos gráficos de colunas.
208
6. REALIZE UMA PESQUISA COM SUA TURMA. PERGUNTE PARA 10 COLEGAS: DE QUAL
DESTAS BRINCADEIRAS VOCÊ MAIS GOSTA?
A) USANDO OS TRACINHOS, REGISTRE ABAIXO A CONTAGEM DAS BRINCADEIRAS:
CABO DE GUERRA PULAR CORDA ESCONDE-ESCONDE PEGA-PEGA
B) PINTE UM RETÂNGULO PARA CADA CRIANÇA E SUA PREFERÊNCIA.
QUANTIDADE DE CRIANÇAS
10
9
8
7
6
5
4
3
2
1
CABO DE GUERRA
ESCONDE-
PULAR CORDA
-ESCONDE
BRINCADEIRAS
PEGA-PEGA
C) QUAL É A BRINCADEIRA PREFERIDA PELA MAIORIA DOS ALUNOS?
RESPOSTA PESSOAL.
D) QUAL É A BRINCADEIRA PREFERIDA PELA MINORIA DOS ALUNOS?
RESPOSTA PESSOAL.
0
BRINCADEIRA PREFERIDA
FUNDAMENTO PEDAGÓGICO
A realização das pesquisas em grupos, coletas de dados e análise de resultados, promove para
o aluno um senso de pertencimento ao mundo em que vive e desperta para a reflexão sobre
problemas e busca de soluções. A interação com os pares e a discussão sobre temas reais favorece
o desenvolvimento da 8ª Competência Específica da Matemática:
“Interagir com seus pares de forma cooperativa, trabalhando coletivamente no planejamento e
desenvolvimento de pesquisas para responder a questionamentos e na busca de soluções para
problemas, de modo a identificar aspectos consensuais ou não na discussão de uma determinada
questão, respeitando o modo de pensar dos colegas e aprendendo com eles”.
BNCC, Brasil, p. 267
193
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
Para a realização da atividade
6, promova um momento na
aula para a coleta dos dados,
permita que os alunos façam
entrevistas entre si para preencherem
suas tabelas.
Ao final de um tempo combinado
discuta os resultados
encontrados, encaminhe para
a percepção de que as amostras
pequenas com (10 participantes),
como são diferentes,
podem revelar informações
distorcidas sobre uma mesma
população (no caso, a turma).
Permita que eles percebam a
razão dos resultados serem
diferentes (cada um perguntou
para 10 amigos aleatórios).
Solicite que eles façam o
preenchimento do gráfico e
as perguntas.
Com os dados da turma coletados,
e organizados, questione:
Todos chegaram ao mesmo
resultado?
A brincadeira preferida foi a
mesma para todos?
Espera-se que mesmo com
amostras variadas dessa população
todas as pesquisas apontem
para uma brincadeira preferida.
Converse sobre esse
resultado e promova uma
reflexão sobre pesquisas com
grupos maiores. Questione:
Se fossemos perguntar para
mais crianças, teríamos o
mesmo resultado?
209
VOCÊ É O ARTISTA
Você é o artista
(EF01MA06) Construir fatos
básicos da adição e utilizá-los
em procedimentos de cálculo
para resolver problemas.
PNA – NUMERACIA
Problemas de raciocínio
lógico e de álgebra, incluindo
reconhecimento de padrões
numéricos e geométricos,
identificação e continuação
de sequências, resolução de
quebra-cabeças e labirintos.
Adição e subtração elementares,
incluindo o significado
das operações e sua prática
reiterada.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Sugerimos a atividade para
a realização em sala de aula.
Estimule os alunos a decifrar
os códigos, efetuando as operações
de adição e subtração.
Após um tempo combinado
para o término, separe um
momento para a socialização
dos resultados, no qual
os colegas deverão revelar
os enigmas da história.
A PROFESSORA DO 1 O ANO GOSTA MUITO DE MATEMÁTICA.
ELA ESCREVEU UMA HISTÓRIA EM CÓDIGO PARA SEUS ALUNOS.
AJUDE AS CRIANÇAS A DESCOBRIR O QUE ESTÁ ESCRITO
NESSA HISTORINHA.
LEGENDA:
2 20 30 24 27 11
GATO RATO PIQUENIQUE QUEIJO(S) QUENTE VÁRIOS
27 20 30
O DIA ESTAVA 12 1 15 E O 30210 SAIU PARA FAZER UM 42 2 12.
11
FOI ATÉ A COZINHA E VIU 8 1 3 DELICIOSOS 13 1 11.
24
O 10 1 10 PEGOU UM 18 1 6. 24
20
O 7 5 VIU E CORREU PARA PEGÁ-LO.
2
MAS O 50 2 30 FOI MAIS ESPERTO E CORREU PARA SUA CASA,
20
ONDE COMEU SOZINHO TODO O 22 1 2. 24
FAÇA UM DESENHO COM UMA CENA DA HISTÓRIA ACIMA.
194
210
O QUE APRENDI NESSE CAPÍTULO
1. GABRIELA E CATARINA ESTÃO FAZENDO PULSEIRAS COM
MIÇANGAS COLORIDAS.
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
Atividade 1
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Classifica eventos envolvendo
o acaso, tais como “acontecerá
com certeza”, “talvez aconteça”
e “é impossível acontecer”, em
situações do cotidiano.
OBSERVE A IMAGEM E ESCOLHA PARA CADA AFIRMAÇÃO UMA RESPOSTA.
A) GABRIELA E CATARINA FAZEREM UMA PULSEIRA VERDE E AMARELA.
( ) ACONTECERÁ COM CERTEZA.
( X ) TALVEZ ACONTEÇA.
( ) É IMPOSSÍVEL ACONTECER.
B) GABRIELA FAZER UMA PULSEIRA DE CORAÇÕES, ESTRELAS E BOLINHAS
PRETAS.
( ) ACONTECERÁ COM CERTEZA.
( ) TALVEZ ACONTEÇA.
( X ) É IMPOSSÍVEL ACONTECER.
C) CATARINA E GABRIELA FAZEREM PULSEIRAS.
( X ) ACONTECERÁ COM CERTEZA.
( ) TALVEZ ACONTEÇA.
( ) É IMPOSSÍVEL ACONTECER.
D) GABRIELA FAZER UMA PULSEIRA DE ESTRELAS E CORAÇÕES.
( ) ACONTECERÁ COM CERTEZA.
( X ) TALVEZ ACONTEÇA.
( ) É IMPOSSÍVEL ACONTECER.
195
TABELA DE REGISTRO DE ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM
Nº de chamada
Atividade
1
Atividade
2
Atividade
3
Atividade
4
S P I S P I S P I S P I
1
2
3
4
S – (SATISFATÓRIO) -Alcançou satisfatoriamente o objetivo. P – (PARCIAL) -Alcançou parcialmente o objetivo.
I – (INSATISFATÓRIO)-Não alcançou o objetivo.
ENCAMINHAMENTO:
Aos estudantes que apresentarem dificuldades na avaliação, com muitos resultados parciais e insatisfatórios,
utilize atividades complementares de revisão e aprofundamento que reforçam os conceitos do
capítulo, referentes às evidências listadas.
211
Atividade 2
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Classifica eventos envolvendo
o acaso, tais como “acontecerá
com certeza”, “talvez aconteça”
e “é impossível acontecer”, em
situações do cotidiano.
Atividade 3
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Faz a leitura e a interpretação
de dados expressos em
tabelas.
2. EM UMA CAIXA DE BRINQUEDOS HÁ BLOCOS DE
MONTAR AZUIS, VERMELHOS, AMARELOS E VERDES.
MARQUE COM UM X A RESPOSTA QUE COMPLETA
A FRASE:
RETIRAR DA CAIXA UM BLOCO DE COR LARANJA:
( ) ACONTECERÁ COM CERTEZA.
( X ) É IMPOSSÍVEL ACONTECER.
( ) TALVEZ ACONTEÇA.
3. DURANTE UMA VISITA AO ZOOLÓGICO AS CRIANÇAS FICARAM ENCANTADAS
COM OS ANIMAIS E RESPONDERAM A UMA PESQUISA.
SERGEY URYADNIKOV/
SHUTTERSTOCK
ANIMAL
ANIMAL FAVORITO
PREFERÊNCIA POR ESSE ANIMAL
NICOLA_K_PHOTOS/
SHUTTERSTOCK
PHOTOPIA/ SHUTTERSTOCK
BERNHARD BEKKER/
SHUTTERSTOCK
MAGGY MEYER/
SHUTTERSTOCK
OBSERVE NA TABELA OS ANIMAIS QUE AS CRIANÇAS MAIS GOSTARAM DE
VISITAR E RESPONDA:
A) QUANTAS CRIANÇAS PREFEREM O URSO? 18 CRIANÇAS.
B) QUAL É O ANIMAL FAVORITO ENTRE AS CRIANÇAS? O LEÃO.
C) QUANTAS CRIANÇAS ESCOLHERAM A GIRAFA? 14 CRIANÇAS.
D) QUANTAS CRIANÇAS VISITARAM O ZOOLÓGICO? 68 CRIANÇAS.
196
ENCAMINHAMENTO
Aos estudantes que apresentarem dificuldades na avaliação, com muitos resultados parciais e
insatisfatórios, utilize atividades complementares de revisão e aprofundamento que reforçam
os conceitos do capítulo, referentes às evidências listadas.
212
4. UMA PEDIATRA ESTÁ FAZENDO
UMA PALESTRA PARA PAIS E
FILHOS SOBRE ALIMENTAÇÃO.
ELA PERGUNTOU ÀS CRIANÇAS
QUAIS VEGETAIS JÁ HAVIAM
EXPERIMENTADO. CADA
PARTICIPANTE ESCOLHEU
APENAS UM VEGETAL.
11
10
9
8
7
6
5
4
3
2
1
0
OBSERVE COMO A CONTAGEM FICOU ORGANIZADA NO GRÁFICO DE COLUNAS
E RESPONDA:
A) QUANTAS CRIANÇAS JÁ EXPERIMENTARAM TOMATE?
8 CRIANÇAS
B) O VEGETAL MENOS EXPERIMENTADO ENTRE OS PARTICIPANTES TEVE
QUANTOS VOTOS?
BERINJELA – 2 VOTOS
C) QUAL FOI O VEGETAL MAIS EXPERIMENTADO? QUANTOS JÁ O
EXPERIMENTARAM?
ALFACE – 10 CRIANÇAS.
VEGETAIS JÁ EXPERIMENTADOS
ALFACE TOMATE CENOURA BERINJELA PEPINO ABOBRINHA
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
Atividade 4
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Faz a leitura e a interpretação
de dados expressos em
gráficos de colunas simples.
Analisa dados de pesquisa,
envolvendo variáveis categóricas.
197
213
ATIVIDADE
PREPARATÓRIA
Inicie a aula sobre sistema
monetário com o vídeo
Patrulha do Saber: A origem
do dinheiro. Disponível
em: <https://www.youtube.
com/user/joseanderson/
search?query=a+origem
+do+dinheiro>.
Leve para a sala de aula cédulas
e moedas do Real de brinquedo;
faça com que os alunos
manipulem essas cédulas
e moedas e expressem oralmente
se eles conhecem o
valor de cada uma. Observe
com eles as características –
os números, os textos, as ilustrações
– de cada moeda ou
cédula. Efetue contagens de
dinheiro envolvendo números
até 100. Introduza alguns
conceitos de Educação Financeira
como o de “troco”, por
exemplo.
3
SISTEMA
CONHECENDO AS MOEDAS E AS CÉDULAS
DO BRASIL
A UNIDADE MONETÁRIA UTILIZADA NO BRASIL É O REAL, CUJO SÍMBOLO É R$.
PARA FAZER OPERAÇÕES DE COMPRA E VENDA COM O REAL, UTILIZAMOS
CÉDULAS E MOEDAS.
HÁ CINCO TIPOS DE MOEDAS DE REAL DE VALORES DIFERENTES EM
CIRCULAÇÃO EM NOSSO PAÍS.
5 CENTAVOS 10 CENTAVOS 25 CENTAVOS 50 CENTAVOS 1 REAL
A MOEDA DE VALOR MAIS BAIXO É A DE 5 CENTAVOS E A DE MAIOR VALOR
É A DE 1 REAL.
JÁ OS TIPOS DE CÉDULAS DE VALORES DIFERENTES EM CIRCULAÇÃO SÃO SETE:
200 REAIS → R$ 200,00
MONETÁRIO
10 REAIS → R$ 10,00
CASA DA MOEDA DO BRASIL/ REPRODUÇÃO
100 REAIS → R$ 100,00
50 REAIS → R$ 50,00
20 REAIS → R$ 20,00
198
5 REAIS → R$ 5,00
2 REAIS → R$ 2,00
CASA DA MOEDA DO BRASIL/ REPRODUÇÃO
PARA AMPLIAR
“[...]defendemos que a Educação Financeira Escolar deve contribuir para reflexão e formação matemática
(inclusive) dos estudantes, a partir de diferentes lentes, estimulando que pensem em suas
ações diante do consumo[...]. Deve também auxiliar na conscientização das vantagens e benefícios
que podem advir da prática do planejamento financeiro, do estabelecimento de metas, da identificação
de como se gasta e com o que se gasta, bem como trazer reflexões sobre como as decisões
individuais estão relacionadas com o coletivo, ou seja, que suas decisões pessoais impactam a vida
em família e de um modo mais amplo, em sociedade.” (p. 4)
MUNIZ I. J., EDUCAÇÃO FINANCEIRA E A SALA DE AULA DE MATEMÁTICA: CONEXÕES
ENTRE A PESQUISA ACADÊMICA E A PRÁTICA DOCENTE. Educação Matemática na Contemporaneidade:
desafios e possibilidades São Paulo – SP, 2016. XII Encontro Nacional de Educação
Matemática 1 ISSN 2178-034X
214
A CÉDULA DE MENOR VALOR É A DE 2 REAIS.
JÁ A CÉDULA DE MAIOR VALOR É A DE DUZENTOS REAIS.
AG ORA VOCÊ JÁ CONHECE AS MOEDAS E CÉDULAS DO DINHEIRO
BRASILEIRO: O REAL. REPRESENTAMOS O REAL COM O SÍMBOLO R$.
VAMOS PENSAR JUNTOS
SERÁ A CÉDULA DE 100 REAIS.
OBSERVE AS CÉDULAS DO SISTEMA MONETÁRIO BRASILEIRO:
• SE TIRARMOS A CÉDULA DE 200 REAIS, QUAL SERÁ A CÉDULA DE MAIOR VALOR?
• O VALOR DA CÉDULA DE 20 REAIS É MAIOR OU MENOR DO QUE O VALOR DA
CÉDULA DE 2 REAIS? O VALOR DA CÉDULA DE 20 REAIS É MAIOR QUE O VALOR DA
CÉDULA DE 2 REAIS.
• O VALOR DA MOEDA DE 50 CENTAVOS É MENOR QUE O VALOR DA MOEDA
DE 25 CENTAVOS? NÃO, O VALOR DA MOEDA DE 50 CENTAVOS É MAIOR QUE O
VALOR DA MOEDA DE 25 CENTAVOS.
1. LIGUE AS CÉDULAS AOS SEUS VALORES.
Atividade 1
(EF01MA19) Reconhecer e
relacionar valores de moedas e
cédulas do sistema monetário
Brasileiro para resolver situações
simples do cotidiano do
estudante.
PNA- NUMERACIA
Contextualização de quantidades
em contagens de dinheiro,
pessoas e objetos em geral.
CASA DA MOEDA DO BRASIL/ REPRODUÇÃO
R$ 50,00
R$ 20,00
R$ 100,00
R$ 10,00
R$ 2,00
R$ 200,00
R$ 5,00
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Explore as perguntas da seção
Vamos pensar juntos trabalhando
com os valores, apresentando
e propondo a identificação
das cédulas e moedas.
Na atividade 1, utilize o
dinheiro de brinquedo para
auxiliar na identificação dos
valores em real (especialmente
da cédula de 200 reais). Estabeleça
relações de equivalência
entre as cédulas e moedas
do Real (uma cédula de 200
reais equivale a 2 centenas ou
2 cédulas de 100 reais).
Solicite que preencham a atividade.
199
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
PROPOSTA DE LOJINHA PEDAGÓGICA
Peça para que cada aluno traga um brinquedo que não irá mais utilizar ou outros objetos de
interesse das crianças como itens de papelaria etc. Faça uma loja com os brinquedos e peça
para que os alunos utilizem o dinheirinho sem valor para comprar. Estipule valores para os itens
da loja de acordo com as notas disponíveis para todos e após um tempo da atividade troque
de posição: os colegas que trabalharam vendendo na banca que fiquem como compradores
e vice-versa. Incentive as trocas de notas por valores equivalentes e cálculo de troco. Ao final
da atividade, promova um debate sobre questões que ocasionaram as maiores dificuldades
e questione as estratégias de resolução dos problemas encontradas. Trabalhe também sobre
questões de consumo, pergunte, por exemplo, se alguém gastou todo o dinheiro, se procuraram
por itens mais baratos ou questionaram os valores dos produtos.
215
Atividades 2 a 5
(EF01MA19) Reconhecer e
relacionar valores de moedas
e cédulas do sistema monetário
brasileiro para resolver
situações simples do cotidiano
do estudante.
PNA- NUMERACIA
Contextualização de quantidades
em contagens de dinheiro,
pessoas e objetos em geral.
ORIENTAÇÃO
DIDÁTICA
Antes de realizar as atividades
2 e 3, peça que registrem
no caderno o valor de cada
cédula e de cada moeda e
colem os valores em cédulas
e moedas de papel nos respectivos
lugares. Na sequência,
realize as atividades.
2. FLÁVIA COMBINOU COM SEUS IRMÃOS QUE DURANTE A SEMANA TODOS
DEVERIAM GUARDAR AS MOEDAS QUE RECEBESSEM DE SEUS PAIS. OBSERVE
QUANTO CADA UM CONSEGUIU GUARDAR:
PEDRO
FLÁVIA
ANA
LUCAS
A) QUEM CONSEGUIU GUARDAR MAIS DINHEIRO? LUCAS.
3 REAIS
5 REAIS
7 REAIS
9 REAIS
B) QUEM CONSEGUIU GUARDAR MENOS DINHEIRO? PEDRO.
C) QUAL É A DIFERENÇA ENTRE A QUANTIA QUE FLÁVIA E LUCAS GUARDARAM?
4 REAIS.
3. ESCREVA POR EXTENSO O VALOR, EM REAIS, DE CADA CÉDULA:
DOIS REAIS.
CINCO REAIS.
DEZ REAIS.
CASA DA MOEDA DO BRASIL/ REPRODUÇÃO
VINTE REAIS.
CINQUENTA REAIS.
CEM REAIS.
200
DUZENTOS REAIS.
FUNDAMENTO PEDAGÓGICO
Espera-se, também, que resolvam problemas sobre situações de compra e venda e desenvolvam,
por exemplo, atitudes éticas e responsáveis em relação ao consumo.
BNCC, Brasil, p. 273
216
4. LIGUE CADA MOEDA AO SEU VALOR.
CASA DA MOEDA DO BRASIL/ REPRODUÇÃO
50 CENTAVOS
1 REAL
5 CENTAVOS
25 CENTAVOS
10 CENTAVOS
5. RECORTE DO MATERIAL DE APOIO (PÁGINA 231) O VALOR EM DINHEIRO
INDICADO EM CADA CARTEIRA E COLE NO ESPAÇO AO LADO:
RESPOSTAS
A)
SUGERIDAS, POIS
O ALUNO PODE
FORMAR A QUANTIA
62 REAIS
UTILIZANDO OUTRAS
CÉDULAS E MOEDAS.
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA
Na atividade 4, oriente o
aluno a relacionar a cédula
ou moeda a seu valor escrito
por extenso.
Utilize o material de apoio e
cole a quantidade de cédulas
descritas na atividade.
Na atividade 5, promova
uma investigação das possibilidades
que existem de
combinar diferentes cédulas
para a obtenção do valor
solicitado.
B)
36 REAIS
C)
D)
27 REAIS
87 REAIS
ILUSTRAÇÕES: NATHALIA S./ M10
REPRODUÇÃO
201
ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM
Para auxiliar alunos que apresentem alguma dificuldade na identificação das notas e na combinação
de diferentes cédulas para composição dos valores, sugerimos esta atividade lúdica.
Batalha das equivalências de valores
Separe os alunos em grupos de 4 e distribua notas de dinheiro sem valor para todos os integrantes.
A cada rodada da brincadeira é apresentado um objeto com o preço para cada grupo
e cada integrante deve separar o dinheiro que corresponde ao valor, porém a dificuldade é
que cada integrante do grupo deve encontrar uma maneira diferente de compor o valor com
as notas. Exemplo: Se o valor do objeto é 55 reais, cada integrante do grupo deve montar o
valor 55 com notas diferentes. Ganha ponto o grupo que alcançar o objetivo. Ao final o grupo
vencedor, fica com todo o dinheiro.
217
O QUE APRENDI NESSE CAPÍTULO
Atividade 1
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Identifica valores de moedas
e cédulas do sistema monetário
brasileiro.
Atividade 2
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Identifica valores de moedas
e cédulas do sistema monetário
brasileiro e associa corretamente
a outros valores
fazendo relações de equivalência.
CASA DA MOEDA DO BRASIL/ REPRODUÇÃO
A)
B)
C)
D)
1. ESCREVA NOS ESPAÇOS OS VALORES, EM REAIS, DE CADA
QUANTIA.
SETENTA REAIS
VINTE E UM REAIS
VINTE E TRÊS REAIS
OITO REAIS
2. ASSOCIE AS CÉDULAS E MOEDAS QUE TÊM O MESMO VALOR:
CASA DA MOEDA DO BRASIL/ REPRODUÇÃO
202
TABELA DE REGISTRO DE ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM
Nº de chamada
Atividade
1
Atividade
2
Atividade
3
Atividade
4
Atividade
5
S P I S P I S P I S P I S P I
1
2
3
4
S – (SATISFATÓRIO) -Alcançou satisfatoriamente o objetivo. P – (PARCIAL) -Alcançou parcialmente o objetivo.
I – (INSATISFATÓRIO)-Não alcançou o objetivo.
ENCAMINHAMENTO:
Aos estudantes que apresentarem dificuldades na avaliação, com muitos resultados parciais e insatisfatórios,
utilize atividades complementares de revisão e aprofundamento que reforçam os conceitos do
capítulo, referentes às evidências listadas.
218
3. MARCOS VENDEU UM TÊNIS USADO E CONTOU O DINHEIRO RECEBIDO.
POR QUANTO MARCOS VENDEU ESSE TÊNIS? 100 REAIS
4. PEDRO ESTÁ PESQUISANDO OS PREÇOS DE ALGUNS PRODUTOS EM UMA
PAPELARIA. LIGUE O PREÇO DE CADA PRODUTO ÀS CÉDULAS E MOEDAS QUE
APRESENTAM O MESMO VALOR.
METEECHAICHAROEN/
SHUTTERSTOCK
SS1001/
SHUTTERSTOCK
TROTZOLGA/
SHUTTERSTOCK
PAKHNYUSHCHY/
SHUTTERSTOCK
14 REAIS
25 REAIS
18 REAIS
16 REAIS
5. MARIA SAIU PARA COMPRAR
UM CADERNO. NA PAPELARIA
ENCONTROU UM CADERNO NO
VALOR DE R$ 12,00 E OUTRO NO
VALOR DE R$ 8,00.
R$8,00
ESTAS SÃO AS CÉDULAS E MOEDAS QUE MARIA TINHA NA BOLSA.
R$12,00
CASA DA MOEDA DO BRASIL/ REPRODUÇÃO
Atividade 3
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Identifica e faz a contagem
correta de valores de moedas
e cédulas do sistema monetário
brasileiro para resolver
situações simples do cotidiano
do estudante.
Atividade 4
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Identifica valores de moedas
e cédulas do sistema monetário
brasileiro e associa corretamente
a outros valores
fazendo relações de equivalência.
Atividade 5
EVIDÊNCIAS
Observar se o estudante:
Identifica moedas e cédulas
do sistema monetário brasileiro
e faz a contagem correta
de valores para resolver situações
simples do cotidiano do
estudante.
CIRCULE QUAL DOS DOIS CADERNOS MARIA CONSEGUIU COMPRAR.
203
ENCAMINHAMENTO
Aos estudantes que apresentarem dificuldades na avaliação, com muitos resultados parciais e
insatisfatórios, utilize atividades complementares de revisão e aprofundamento que reforçam
os conceitos do capítulo, referentes às evidências listadas.
219
CONCLUSÃO DA UNIDADE
Ao final da unidade, com o recurso das atividades de avaliação formativa ao longo do período observado, é possível ao professor
realizar um monitoramento da aprendizagem e dos objetivos pedagógicos trabalhados. Esse acompanhamento permite que
a trajetória de cada estudante, e do grupo, seja descrita por meio de registros que evidenciam a progressão ocorrida, os avanços,
assim como as possibilidades de intervenções para que novas aprendizagens, nas unidades seguintes, ocorram de forma efetiva.
Para esse acompanhamento, uma síntese dos objetivos pedagógicos da unidade é disponibilizada por meio de uma planilha
em que o professor apontará o desempenho de cada estudante. Essa é uma oportunidade de avaliação, não apenas da aprendizagem,
mas do ensino ministrado no período. É um momento privilegiado de reflexão sobre os objetivos alcançados, permitindo
confirmar as ações exitosas ou planejar novas estratégias para retomar os objetivos eventualmente não alcançados a contento.
PLANILHA DE ACOMPANHAMENTO DA APRENDIZAGEM – CONCLUSÃO DA UNIDADE 4 – 1 O ANO
CAPÍTULOS
Capítulo 1
Ampliando
contagens
OBJETIVOS
Comparar e ordenar números naturais até duas ordens.
Descrever sequências numéricas e identificar elemento faltante.
Posicionar corretamente os números naturais na reta numérica.
Utilizar procedimentos de cálculo da adição para resolver problemas que
envolvam números de até duas ordens.
Compor e decompor números naturais até 100.
Aluno 1 Aluno 2 Aluno 3 ...
S P I S P I S P I S P I
Capítulo 2
Noções de
Probabilidade e
Estatística
Capítulo 3
Sistema
Monetário
Classificar eventos do cotidiano, envolvendo o acaso, como possíveis ou
impossíveis.
Ler e interpretar dados expressos em tabelas e gráficos.
Organizar dados levantados por meio de pesquisa envolvendo variável categórica
do universo de seu interesse.
Identificar e relacionar valores de cédulas e moedas do sistema monetário
brasileiro.
Resolver situações simples do cotidiano que envolvam contagem de moedas
e cédulas
Legenda:
S = Satisfatório P = Parcialmente satisfatório
I = Insatisfatório
220
ENCAMINHAMENTO
A tabela de registro de acompanhamento, pautada nos objetivos da unidade, apoia uma avaliação de desempenho geral e
apresentará o que deve ser corrigido, melhorado ou mantido, mas é essencial elaborar planos de ação coerentes com esses pontos
críticos, nos três níveis de análise.
O professor deve estar atento, tanto ao interpretar as planilhas, quanto ao fornecer a devolutiva da avaliação sem causar constrangimentos
ao grupo de alunos. E os alunos devem ser preparados para receber essa devolutiva, de modo que compreendam
que não é um momento de críticas ou punição, mas uma conversa visando seu desenvolvimento.
É importante salientar que alguns temas deverão ser trabalhados de forma pontual com alguns alunos, porém outros ficarão
evidentes na planilha como elementos em que existem falhas coletivas na aprendizagem e esses exigirão maior atenção e redirecionamento
de ações e métodos para o alcance de resultados mais eficazes no ensino.
Utilize sugestões de atividades práticas, vivências e investigações para aproximar os alunos dos conteúdos em que houver
uma maior necessidade.
221
AVALIAÇÃO SOMATIVA
Atividade 1
(EF01MA11) Descrever a localização
de pessoas e de objetos
no espaço em relação
à sua própria posição, utilizando
termos como à direita,
à esquerda, em frente, atrás.
(EF01MA12) Descrever a localização
de pessoas e de objetos
no espaço segundo um
dado ponto de referência,
compreendendo que, para
a utilização de termos que
se referem à posição, como
direita, esquerda, em cima,
em baixo, é necessário explicitar-se
o referencial.
1. NA IMAGEM DO ESPANTALHO:
• CIRCULE O PÁSSARO QUE ESTÁ NO BRAÇO DIREITO DELE;
• ESCREVA O QUE ESTÁ EM CIMA DA CABEÇA;
CHÁPEU
• PINTE DE VERDE O QUE ESTÁ ATRÁS DELE;
• PINTE DE AMARELO O QUE ESTÁ DENTRO DO CESTO; E
• ESCREVA O QUE ESTÁ NA FRENTE DELE.
ABÓBORA
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
Atividade 2
(EF01MA02) Contar de
maneira exata ou aproximada,
utilizando diferentes estratégias
como o pareamento e
outros agrupamentos.
(EF01MA03) Estimar e comparar
quantidades de objetos
de dois conjuntos (em
torno de 20 elementos), por
estimativa e/ou por correspondência
(um a um, dois a
dois) para indicar “tem mais”,
“tem menos” ou “tem a mesma
quantidade”.
2. OBSERVE A IMAGEM DO NÚMERO FORMADO
POR BOTÕES E RESPONDA:
A) QUANTOS BOTÕES FORAM NECESSÁRIOS
PARA FORMAR ESSE NÚMERO?
15 BOTÕES
B) QUAL ALGARISMO ESTÁ POSICIONADO NA
ORDEM DAS DEZENAS?
1 (UM)
C) QUAL ALGARISMO ESTÁ NA ORDEM DAS UNIDADES?
5 (CINCO)
D) QUANTAS UNIDADES FALTAM PARA FORMAR DUAS DEZENAS?
5 UNIDADES
JOHN DAVID BIGL III/ SHUTTERSTOCK
204
222
3. OS ALUNOS DO 1 o ANO ESTÃO PASSEANDO EM UM PARQUE E FORMARAM FILA
PARA IREM A UM BRINQUEDO.
A) CIRCULE A CRIANÇA QUE É A PRIMEIRA DA FILA.
B) A CRIANÇA QUE ESTÁ NA 10 A POSIÇÃO É UM MENINO OU UMA MENINA?
MENINA
C) QUAL É A POSIÇÃO DO ÚLTIMO LUGAR DA FILA?
16ª POSIÇÃO
4. ORDENE AS SEQUÊNCIAS DE ACONTECIMENTOS:
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
Atividade 3
(EF01MA01) Utilizar números
naturais como indicador de
quantidade ou de ordem em
diferentes situações cotidianas
e reconhecer situações em
que os números não indicam
contagem nem ordem, mas
sim código de identificação.
Atividade 4
(EF01MA10) Descrever, após
o reconhecimento e a explicitação
de um padrão (ou regularidade),
os elementos ausentes
em sequências recursivas
de números naturais, objetos
ou figuras.
3 5 2 1 4
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
205
223
Atividade 5
(EF01MA03) Estimar e comparar
quantidades de objetos de
dois conjuntos (em torno de
20 elementos), por estimativa
e/ou por correspondência (um
a um, dois a dois) para indicar
“tem mais”, “tem menos” ou
“tem a mesma quantidade”.
(EF01MA05) Comparar números
naturais de até duas ordens
em situações cotidianas, com
e sem suporte da reta numérica.
5. EM UM ACAMPAMENTO, AS BARRACAS AMARELAS SÃO AS BARRACAS DAS
MENINAS E AS BARRACAS VERDES SÃO AS DOS MENINOS.
OBSERVE A IMAGEM E RESPONDA:
A) QUANTAS BARRACAS TÊM, AO TODO, NO ACAMPAMENTO? 11 BARRACAS
B) QUAL BARRACA APARECE EM MAIOR QUANTIDADE? A BARRACA VERDE.
C) EM CADA BARRACA ESTÃO ALOJADAS 3 CRIANÇAS. QUANTAS CRIANÇAS
FORAM ACAMPAR? 33 CRIANÇAS
ALENA OHNEVA/ SHUTTERSTOCK
Atividade 6
(EF01MA03) Estimar e comparar
quantidades de objetos
de dois conjuntos (em
torno de 20 elementos), por
estimativa e/ou por correspondência
(um a um, dois a
dois) para indicar “tem mais”,
“tem menos” ou “tem a mesma
quantidade”.
(EF01MA08) Resolver e elaborar
problemas de adição
e de subtração, envolvendo
números de até dois algarismos,
com os significados de
juntar, acrescentar, separar e
retirar, com o suporte de imagens
e/ou material manipulável,
utilizando estratégias e
formas de registro pessoais.
6. OS PARTICIPANTES DE UM JOGO DEVEM SORTEAR DUAS CARTAS E ADICIONAR
OS NÚMEROS QUE APARECEREM. EM SEGUIDA, POSICIONAR-SE NA RETA SOBRE
O NÚMERO OBTIDO PELO RESULTADO.
206
OBSERVE AS CARTAS QUE TRÊS COMPETIDORES SORTEARAM:
4 9 1 7 12 0
FRANCISCA CAMILA JORGE
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14
CAMILA JORGE FRANCISCA
A) CIRCULE NA RETA NUMÉRICA O NÚMERO EM QUE CADA PARTICIPANTE DEVE
SE POSICIONAR. ABAIXO DO NÚMERO ESCREVA O NOME DO PARTICIPANTE.
B) QUANTAS CASAS JORGE ESTÁ A FRENTE DE CAMILA NO JOGO? 4 CASAS
C) QUAIS PARTICIPANTES ESTÃO MAIS PRÓXIMOS? JORGE E FRANCISCA.
224
7. OBSERVE AS IMAGENS E RESPONDA AS PERGUNTAS.
PARA ENCHER ESSA PISCINA SÃO NECESSÁRIOS 5 BALDES.
A) QUANTOS BALDES SÃO NECESSÁRIOS PARA ENCHER DUAS PISCINAS
COMO ESSA? 10 BALDES
B) QUANTAS GARRAFAS SÃO NECESSÁRIAS PARA ENCHER UMA PISCINA?
50 GARRAFAS
PARA ENCHER UM BALDE SÃO NECESSÁRIAS 10 GARRAFAS.
8. NA MESA DA COZINHA DE DONA JUREMA ESTÃO ALGUMAS FRUTAS. CIRCULE A
MAIS PESADA E MARQUE UM X NA MAIS LEVE.
X
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
207
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
Atividade 7
(EF01MA04) Contar a quantidade
de objetos de coleções
até 100 unidades e apresentar
o resultado por registros verbais
e simbólicos, em situações
de seu interesse, como
jogos, brincadeiras, materiais
da sala de aula, entre outros.
(EF01MA02) Contar de
maneira exata ou aproximada,
utilizando diferentes estratégias
como o pareamento e
outros agrupamentos.
(EF01MA15) Comparar comprimentos,
capacidades ou
massas, utilizando termos
como mais alto, mais baixo,
mais comprido, mais curto,
mais grosso, mais fino, mais
largo, mais pesado, mais leve,
cabe mais, cabe menos, entre
outros, para ordenar objetos
de uso cotidiano.
Atividade 8
(EF01MA15) Comparar comprimentos,
capacidades ou
massas, utilizando termos
como mais alto, mais baixo,
mais comprido, mais curto,
mais grosso, mais fino, mais
largo, mais pesado, mais leve,
cabe mais, cabe menos, entre
outros, para ordenar objetos
de uso cotidiano.
225
Atividade 9
(EF01MA14) Identificar e
nomear figuras planas (círculo,
quadrado, retângulo e
triângulo) em desenhos apresentados
em diferentes disposições
ou em contornos de
faces de sólidos geométricos.
Atividade 10
(EF01MA07) Compor e
decompor número de até
duas ordens, por meio de diferentes
adições, com o suporte
de material manipulável, contribuindo
para a compreensão
de características do sistema
de numeração decimal e o
desenvolvimento de estratégias
de cálculo.
9. GABRIELA UTILIZOU ALGUMAS FIGURAS GEOMÉTRICAS PARA
DESENHAR UMA VELA.
OBSERVE A IMAGEM E:
A) MARQUE UM X NOS NOMES DAS FIGURAS GEOMÉTRICAS
QUE FORAM UTILIZADAS.
CÍRCULO
X
QUADRADO
RETÂNGULO
10. COMPLETE AS LACUNAS PARA COMPOR A SOMA:
A)
RESPOSTA SUGESTIVA
B)
14
5
+ 5 + 4
11. ÍTALO E PEDRO FAZEM COLEÇÕES DE CARRINHOS.
9
X
TRIÂNGULO
B) ESCREVA O NÚMERO QUE INDICA A QUANTIDADE DE PEÇAS NA FORMA DE UM:
• CÍRCULO: 0 • QUADRADO: 2 • TRIÂNGULO: 5
COLEÇÃO DE ÍTALO
18
+
RESPOSTA
SUGESTIVA
5 + 4 + 4 + 5
COLEÇÃO DE PEDRO
9
Atividade 11
(EF01MA02) Contar de
maneira exata ou aproximada,
utilizando diferentes estratégias
como o pareamento e
outros agrupamentos.
(EF01MA08) Resolver e elaborar
problemas de adição
e de subtração, envolvendo
números de até dois algarismos,
com os significados de
juntar, acrescentar, separar e
retirar, com o suporte de imagens
e/ou material manipulável,
utilizando estratégias e
formas de registro pessoais.
208
OBSERVE AS COLEÇÕES E RESPONDA:
A) QUANTOS CARRINHOS TEM CADA UM?
ÍTALO TEM 12 CARRINHOS E PEDRO, 15.
BELOZERSKY/ SHUTTERSTOCK
226
B) QUEM TEM A MAIOR COLEÇÃO?
PEDRO
C) QUAL É A DIFERENÇA ENTRE O NÚMERO DE CARRINHOS DE PEDRO
E O DE ÍTALO?
15 – 12 = 3 CARRINHOS
12. COMPLETE A RETA NUMÉRICA COM OS NÚMEROS QUE FALTAM NA SEQUÊNCIA.
70 72 80
74 76 78
Atividade 12
(EF01MA10) Descrever, após
o reconhecimento e a explicitação
de um padrão (ou regularidade),
os elementos ausentes
em sequências recursivas
de números naturais, objetos
ou figuras.
13. FAÇA AS SUBTRAÇÕES DE ACORDO COM OS ÁBACOS.
A)
B)
C D U C D U
D U
1 6
2 1 2
0 4
D U
Atividade 13
(EF01MA08) Resolver e elaborar
problemas de adição
e de subtração, envolvendo
números de até dois algarismos,
com os significados de
juntar, acrescentar, separar e
retirar, com o suporte de imagens
e/ou material manipulável,
utilizando estratégias e
formas de registro pessoais.
C D U C D U
1 9
2 1 4
0 5
14. OBSERVE O PADRÃO DAS FIGURAS E CORES E DESENHE OS TERMOS FALTANTES
NA SEQUÊNCIA.
Atividade 14
(EF01MA09) Organizar e
ordenar objetos familiares
ou representações por figuras,
por meio de atributos, tais
como cor, forma e medida.
AZUL VERDE LARANJA
209
227
15. CIRCULE A FIGURA CUJA FORMA SE ASSEMELHA A CADA SÓLIDO GEOMÉTRICO.
Atividade 15
(EF01MA13) Relacionar figuras
geométricas espaciais
(cones, cilindros, esferas e
blocos retangulares) a objetos
familiares do mundo físico.
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
Atividade 16
(EF01MA16) Relatar em linguagem
verbal ou não verbal
sequência de acontecimentos
relativos a um dia, utilizando,
quando possível, os horários
dos eventos.
16. ESTES SÃO ALGUNS MOMENTOS DA ROTINA DE ALAN NA SEGUNDA-FEIRA:
OBSERVE AS IMAGENS E RESPONDA:
A) EM QUAL HORÁRIO ALAN TOMA CAFÉ DA MANHÃ? ÀS 7 HORAS
B) EM QUAL PERÍODO DO DIA ELE JOGA FUTEBOL? À TARDE
C) ALAN VAI DORMIR EM QUAL HORÁRIO? ÀS 9 HORAS DA NOITE OU ÀS 21 HORAS
210
228
17. O MÊS DE JULHO É SEMPRE BEM AGITADO PARA MARCELO.
JANEIRO
D S T Q Q S S
1 2 3 4 5 6 7
8 9 10 11 12 13 14
15 16 17 18 19 20 21
22 23 24 25 26 27 28
29 30 31
MAIO
D S T Q Q S S
1 2 3 4 5 6
7 8 9 10 11 12 13
14 15 16 17 18 19 20
21 22 23 24 25 26 27
28 29 30 31
2023
FEVEREIRO
MARÇO
D S T Q Q S S D S T Q Q S S
1 2 3 4
1 2 3 4
5 6 7 8 9 10 11 5 6 7 8 9 10 11
12 13 14 15 16 17 18 12 13 14 15 16 17 18
19 20 21 22 23 24 25 19 20 21 22 23 24 25
26 27 28
26 27 28 29 30 31
JUNHO
JULHO
D S T Q Q S S D S T Q Q S S
1 2 3
1
4 5 6 7 8 9 10 2 3 4 5 6 7 8
11 12 13 14 15 16 17 9 10 11 12 13 14 15
18 19 20 21 22 23 24 16 17 18 19 20 21 22
25 26 27 28 29 30 23 24 25 26 27 28 29
30 31
ABRIL
D S T Q Q S S
1
2 3 4 5 6 7 8
9 10 11 12 13 14 15
16 17 18 19 20 21 22
23 24 25 26 27 28 29
30
AGOSTO
D S T Q Q S S
1 2 3 4 5
6 7 8 9 10 11 12
13 14 15 16 17 18 19
20 21 22 23 24 25 26
27 28 29 30 31
Atividade 17
(EF01MA17) Reconhecer e
relacionar períodos do dia,
dias da semana e meses do
ano, utilizando calendário,
quando necessário.
(EF01MA18) Produzir a escrita
de uma data, apresentando
o dia, o mês e o ano, e indicar
o dia da semana de uma
data, consultando calendários.
SETEMBRO
OUTUBRO
NOVEMBRO
DEZEMBRO
D S T Q Q S S
1 2
3 4 5 6 7 8 9
10 11 12 13 14 15 16
17 18 19 20 21 22 23
24 25 26 27 28 29 30
D S T Q Q S S
1 2 3 4 5 6 7
8 9 10 11 12 13 14
15 16 17 18 19 20 21
22 23 24 25 26 27 28
29 30 31
D S T Q Q S S
1 2 3 4
5 6 7 8 9 10 11
12 13 14 15 16 17 18
19 20 21 22 23 24 25
26 27 28 29 30
D S T Q Q S S
1 2
3 4 5 6 7 8 9
10 11 12 13 14 15 16
17 18 19 20 21 22 23
24 25 26 27 28 29 30
31
OBSERVE O CALENDÁRIO DO ANO DE 2 023 E RESPONDA:
A) MARCELO VIAJOU NO SEGUNDO SÁBADO DE JULHO. ESCREVA A DATA DA
VIAGEM DE MARCELO DE DUAS MANEIRAS.
08/07/2023; OITO DE JULHO DE DOIS MIL E VINTE E TRÊS.
B) MARCELO NASCEU EM 16 DE JULHO DE 2 013. EM QUE DIA DA SEMANA CAI A
DATA DO SEU ANIVERSÁRIO NESSE ANO?
DOMINGO.
C) QUANTOS ANOS MARCELO COMPLETOU NESSA DATA?
10 ANOS.
211
229
Atividade 18
(EF01MA04) Contar a quantidade
de objetos de coleções
até 100 unidades e apresentar
o resultado por registros verbais
e simbólicos, em situações
de seu interesse, como
jogos, brincadeiras, materiais
da sala de aula, entre outros.
(EF01MA02) Contar de
maneira exata ou aproximada,
utilizando diferentes estratégias
como o pareamento e
outros agrupamentos.
18. FELIPE, SAMUEL E CLAYTON ESTÃO PARTICIPANDO DE UMA CORRIDA
MUNICIPAL DE KART. FELIPE RECEBEU O CARRO DE NÚMERO 67; SAMUEL,
O CARRO DE NÚMERO 75; E CLAYTON ESTÁ COM O CARRO DE NÚMERO 89.
A) COMPLETE O PAINEL COM OS NÚMEROS DAS CHAVES DELES QUE ESTÃO
FALTANDO.
ARTE/ M10
AS CHAVES DOS CARROS FICAM EM UM CLAVICULÁRIO: PAINEL QUE ORGANIZA POR ORDEM NUMÉRICA
CRESCENTE AS CHAVES.
B) QUANTAS CHAVES FICAM ENTRE AS CHAVES DE SAMUEL E FELIPE?
QUAIS SÃO?
7 CHAVES. SÃO ELAS: 68, 69, 70, 71, 72, 73 E 74.
C) QUANTOS CARROS SAÍRAM DO ESTACIONAMENTO NESSE DIA?
10 CARROS
D) QUAIS OS NÚMEROS DOS CARROS QUE ESTAVAM FORA NESSE DIA?
67, 68, 73, 75, 76, 79, 80, 83, 87 E 89.
212
230
19. EM UM ESTOJO HÁ LÁPIS COLORIDOS, LÁPIS GRAFITE, CANETA AZUL E
BORRACHA.
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
Atividade 19
(EF01MA20) Classificar eventos
envolvendo o acaso, tais
como “acontecerá com certeza”,
“talvez aconteça” e “é
impossível acontecer”, em
situações do cotidiano.
OBSERVE A IMAGEM E RESPONDA AS PERGUNTAS USANDO OS TERMOS
“ACONTECERÁ COM CERTEZA”, “É IMPOSSÍVEL ACONTECER” E “TALVEZ
ACONTEÇA”:
A) AO RETIRAR, SEM OLHAR, UM OBJETO DESSE ESTOJO, ELE SERÁ UM
APONTADOR?
É IMPOSSÍVEL ACONTECER.
B) RETIRANDO, SEM OLHAR, UM DOS LÁPIS DESSE ESTOJO, ELE SERÁ UM LÁPIS
COLORIDO?
TALVEZ ACONTEÇA.
C) SE O ESTOJO CAIR NO CHÃO ABERTO, OS OBJETOS SE ESPALHAREM E FICAR
APENAS UM OBJETO DENTRO DO ESTOJO, ESSE OBJETO SERÁ A BORRACHA?
TALVEZ ACONTEÇA.
213
231
Atividade 20
(EF01MA21) Ler dados expressos
em tabelas e em gráficos
de colunas simples.
(EF01MA22) Realizar pesquisa,
envolvendo até duas variáveis
categóricas de seu interesse e
universo de até 30 elementos,
e organizar dados por meio
de representações pessoais.
20. UMA PESQUISA FOI REALIZADA COM CRIANÇAS QUE PARTICIPARAM DE
ALGUMAS ATRAÇÕES EM UM PARQUE.
ARTE/ M10 E SHUTTERSTOCK
CADA CRIANÇA, AO RESPONDER A PESQUISA, ESCOLHEU APENAS UMA DAS
ATRAÇÕES.
OBSERVE, NO GRÁFICO DE COLUNAS, O RESULTADO DA PESQUISA E RESPONDA:
NÚMERO DE CRIANÇAS
7
6
5
4
3
2
1
0
ATRAÇÕES PREFERIDAS DO PARQUE
MALABARISMO MÁGICA PALHAÇO RODA-GIGANTE SHOW DE DANÇA
ATRAÇÕES
214
232
A) QUANTAS CRIANÇAS PARTICIPARAM DA PESQUISA? 17 CRIANÇAS
B) A ATRAÇÃO MENOS APRECIADA ENTRE OS PARTICIPANTES TEVE QUANTOS
VOTOS? MÁGICA – 1 VOTO
C) A ATRAÇÃO MAIS APRECIADA FOI ESCOLHIDA POR QUANTAS CRIANÇAS?
PALHAÇO – 7 CRIANÇAS.
D) PERGUNTE A ALGUNS COLEGAS QUAL DESSAS SERIA A ATRAÇÃO PREFERIDA
DELES E REGISTRE OS VOTOS NA TABELA: Respostas pessoais
ATRAÇÕES PREFERIDAS DO PARQUE NA MINHA TURMA
ATRAÇÕES
MALABARISMO
NÚMERO DE CRIANÇAS
Atividade 21
(EF01MA19) Reconhecer e
relacionar valores de moedas
e cédulas do sistema
monetário brasileiro para
resolver situações simples
do cotidiano do estudante.
MÁGICA
PALHAÇO
RODA GIGANTE
SHOW DE DANÇA
21. CATARINA SAIU PARA COMPRAR UM PAR DE CHINELOS. NA LOJA ELA
ENCONTROU DOIS MODELOS DE QUE GOSTOU.
R$ 24,00 R$ 27,00 R$ 19,00 R$ 32,00 R$ 23,00 R$ 29,00
ESTAS SÃO AS CÉDULAS E MOEDAS QUE CATARINA TINHA PARA COMPRAR O
PAR DE CHINELOS:
CIRCULE QUAIS CHINELOS ELA PODE COMPRAR.
215
233
SUGESTÃO DE LEITURA PARA OS ALUNOS
ABOFF, M. Se você fosse um polígono. 1. ed. São
Paulo: Gaivota, 2011.
O leitor encontrará um polígono irregular nas pipas de
uma família de hipopótamos e descobrirá, observando o
desenho da casa dos sonhos do urso Douglas, que o triângulo
é um tipo de polígono.
KOZMINSKI, Edson Luiz. As três partes. 12. ed. São
Paulo: Ática, 2019.
Era uma vez uma casa que cansou de ser casa. Então, se
desmontou em três partes, três figuras geométricas. Elas
saíram por aí criando os mais diversos desenhos, inventando
brincadeiras e fazendo amigos.
ABOFF, M. Se você fosse um sinal de menos. São
Paulo: Editora Gaivota, 2011.
Que tal usar a subtração num jogo de boliche? Conceitos
como resto, diferença e o uso da adição como possibilidade
de verificar o resultado da subtração são gradativamente
explorados.
MACHADO, N. J. Contando de um a dez – 5. ed.
(6ª. impressão). São Paulo: Editora Scipione, Coleção
Histórias de Contar, 2008
Contar é legal, é bem natural. Minha mãe é só uma, meus
olhos são dois. Seis faces tem um dado. Sem contar os
pés, meus dedos são dez... E o que vem depois?
BROWN, K. Meu caderno de atividades de matemática.
1. ed. Rio de Janeiro: Sextante, 2020.
O livro apresenta atividades de raciocínio lógico e criatividade
com quebra-cabeças, códigos escondidos a fim de
contribuir para o aprendizado de maneira lúdica.
MACHADO, N. J. A Peteca do Pinto. São Paulo: Editora
Scipione, Coleção Histórias de Contar, 2004
Um pinto sapeca queria uma peteca e arrancou as penas
de dona galinha. Mas o papai galo deixou-o de castigo.
Quantas foram as penas? Quem conta comigo?
CHAMLIAN, Regina. ALEXANDRINO, Helena. O pintinho
que nasceu quadrado. São Paulo: Global
Editora, 2007.
O seu primeiro ovo causou susto, indignação e muita confusão.
Carola botara um ovo quadrado! Impedida de ficar
no galinheiro, parte, com firmeza e coragem, em busca de
um lugar onde seu filho possa ser criado com dignidade
e respeito.
HORE, Rosie. RUSINÀ, Enrica. GIAUFRET, Benedetta.
REHAVIA, Ilana. Vamos pesar e medir? Brinque e
aprenda. 1. ed. Usborne,2018.
As crianças podem comparar uma lenta tartaruga e um
rápido leopardo, o tamanho de dois barcos diferentes,
podem ver qual a criança é mais alta e muito mais. Uma
introdução cheia de diversão para um tópico chave do
aprendizado.
SOUZA, H. A Zeropeia. 2. ed. São Paulo: Salamandra,
2016.
A centopeia está andando por aí quando encontra uma
barata e, também, um grande dilema: se com seis pernas
a barata consegue ser tão ágil, será que uma centopeia
precisa mesmo de cem?
TORERO, J. R.; PIMENTA, M. A.; OLIVEIRA, E. Os 33 porquinhos.
São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2012.
A família cresceu e cada porquinho construiu uma casa
que combinava com seu jeito de ser. O porquinho Apolo,
por exemplo, alugou uma estação espacial, Porcoátl fez
sua casa em forma de pirâmide asteca.
216
234
MATERIAL DE APOIO
UNIDADE 1
217
235
236
219
237
238
UNIDADE 2
221
239
240
223
241
242
225
243
244
UNIDADE 3
16 2 10 5
55 2 40 5
5 2 2 5
14 2 12 5
7 2 2 5
50 2 10 5
20 2 10 5
7 2 6 5
28 2 14 5
227
245
246
247
247
247
247
SAÍDA
54
CHEGADA
57
60
66
69
72
76
77
81
84
85
88
87
90
93
95
100
82
SAÍDA
54
CHEGADA
57
60
66
69
72
76
77
81
84
85
88
87
90
93
95
100
82
SAÍDA
54
57
60
66
69
72
76
77
81
84
85
88
87
90
93
95
82
SAÍDA
54
CHEGADA
57
60
66
69
72
76
77
81
84
85
88
87
90
93
95
100
82
SAÍDA
54
CHEGADA
57
60
66
69
72
76
77
81
84
85
88
87
90
93
95
100
82
CHEGADA
76
77
81
84
85
88
87
90
93
95
100
82
UNIDADE 4
229
248
231
249
250