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PNLD 2023 - Aquarela Ciências 1

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Trivellato • Cida Lico

Aquarela

CIÊNCIAS

MANUAL DO PROFESSOR

1

1 0 ANO ENSINO FUNDAMENTAL • ANOS INCIAIS

CIÊNCIAS DA NATUREZA



Aquarela

CIÊNCIAS

MANUAL DO PROFESSOR

Trivellato [ José Trivellato Júnior ]

Licenciado em Ciências Biológicas pelo Instituto de Biociências da

Universidade de São Paulo (USP). Licenciado em Pedagogia pela Faculdade

de Ciências e Letras Nove de Julho. Doutor em Educação e Mestre em

Didática pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP)

Cida Lico [ Maria Aparecida de Almeida Lico ]

Licenciada em Ciências Biológicas pelo Instituto de Biociências da

Universidade de São Paulo (USP)

1

1 0 ANO ENSINO FUNDAMENTAL • ANOS INCIAIS

CIÊNCIAS DA NATUREZA

1 a edição | São Paulo | 2021


© 2021 Kit’s editora

São Paulo • 1 a edição • 2021

Kit’s Editora Comércio e Indústria Ltda. - EPP

Rua Henrique Sam Mindlin, 576 – Piso Superior

Jardim do Colégio – São Paulo – SP

CEP: 05882-000

Tel.: (11) 5873-4363

www.kitseditora.com.br/

Direção administrativa

Jane Soraya Apolinário

Equipe M10 Editorial:

Coordenação editorial

Fernanda Azevedo

Coordenação de arte e projeto gráfico de capa

Thais Ometto

Projeto gráfico

Sérgio C.

Edição

Bárbara Odria

Preparação e revisão de textos

Brenda Silva

Assessoria técnica

Giovanna Sarli

Sandra Helena Dittmar Sarli Santos

Produção editorial

Vanessa Dionello

Coordenação de editoração eletrônica

Eduardo Enoki

Editoração eletrônica

Fanny Sosa

Nathalia Scala

Iconografia e ilustrações

M10 editorial

Impressão e acabamento


SUMÁRIO

APRESENTAÇÃO.................................................................................... IV

1. ORIENTAÇÕES GERAIS DA COLEÇÃO......................................... IV

1. 1 PRESSUPOSTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS DA COLEÇÃO.............................IV

1.2 O ENSINO FUNDAMENTAL ................................................................................................V

2. A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR (BNCC)................ VI

2.1 – UNIDADES TEMÁTICAS................................................................................................... VII

3 – O ENSINO DE CIÊNCIAS.............................................................VIII

3.1 O CONHECIMENTO CIENTÍFICO.................................................................................... VIII

3.2 LETRAMENTO CIENTÍFICO................................................................................................IX

4. - A DIDÁTICA DAS CIÊNCIAS...........................................................X

4.1 - AS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO (TICS)...............XI

5 - A PRÁTICA DOCENTE................................................................... XII

6 - A AVALIAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM.XII

7 - APRESENTAÇÃO DOS RECURSOS DIDÁTICOS DA OBRA..XIII

8 - TEXTO DE APROFUNDAMENTO................................................XIV

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS................................................... XVI

ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS PARA O VOLUME ............................ 1

III


APRESENTAÇÃO

Elaboramos este livro especialmente para você. Na parte inicial, incluímos uma série de temas e discussões a respeito do trabalho

nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental que tratam do ensino de Ciências nessa etapa da educação escolar.

Conscientes da importância do trabalho colaborativo entre os profissionais da educação, dedicamos grande parte desse projeto

editorial a pesquisas e leituras de textos, dialogando tanto com professores de Ensino Básico quanto do Superior sobre a

educação em geral, propostas e recursos didáticos, currículo, legislação e avaliação. Este material é fruto desse trabalho, que foi

desenvolvido paralelamente à escrita dos livros dos alunos.

Esperamos que esse Manual e as orientações específicas para cada ano possam contribuir para as aulas e sua atualização docente

ao apresentar as perspectivas teóricas que sustentaram este projeto editorial. Ao apresentá-las estamos colaborando para a ampliação

do seu repertório de formação e para a reflexão acerca das transformações recentes no processo de ensino-aprendizagem de Ciências.

Ótimo trabalho!

Autores e equipe editorial.

1. ORIENTAÇÕES GERAIS DA COLEÇÃO

1. 1. PRESSUPOSTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS DA COLEÇÃO

Quando as atividades didáticas propostas pelo professor proporcionam o engajamento dos estudantes na busca pelo conhecimento

científico de modo ativo e colaborativo, a aprendizagem se dá de modo significativo, ou seja, a busca por respostas a

questões instigantes permite que os estudantes reestruturem a sua rede de conhecimento e ampliem a compreensão que têm

do mundo natural, científico, tecnológico e social.

Para promover a aprendizagem significativa, essa coleção se estrutura sobre quatro pilares: o conhecimento científico,

englobando suas práticas, teorias, leis, conceitos, metodologias e história; a linguagem e seu papel mediador na construção do

conhecimento; os valores sociais, políticos e éticos; e o desenvolvimento socioemocional que deve ser estimulado durante

a formação educacional e humana dos alunos.

O conhecimento científico permeia nosso mundo atual e constitui um dos saberes que devem estar presentes na Educação Básica.

O conhecimento científico não consiste apenas em um conjunto de conceitos e teorias, mas sim uma forma de interpretar o mundo à

nossa volta. Ensinar ciência se refere aos modos como os cientistas e pesquisadores trabalham, como e quais são as práticas que eles usam

para elaborar o conhecimento científico e como o contexto cultural e político influencia na construção de tal conhecimento.

Pensar cientificamente diz respeito ao desenvolvimento de habilidades e competências que permitem aos alunos resolver

problemas, interpretar evidências e dados, comunicar ideias, ler e entender textos, argumentar e explicar fatos e teorias com

base em justificativas válidas. Essas habilidades e competências são desenvolvidas na interação com o professor (mediador) e os

problemas ou temas propostos pelo material educativo ou propostos pelo docente autonomamente. Elas também constituem

um repertório cognitivo que permite ao aluno lidar com a diversidade de situações-problema que nos deparamos no dia a dia.

Aprender ciência também implica compreender o caráter coletivo e processual da elaboração do conhecimento científico, que se

desenvolve continuamente por meio da colaboração de diferentes pessoas e do compartilhamento de conhecimentos entre pesquisadores

de todos os cantos do mundo. Espera-se que os alunos consigam ver os cientistas como pessoas participativas e integradas ao

contexto histórico, cultural, social e geográfico que influenciam suas decisões e as formas como a ciência é elaborada.

Para ensinar Ciências da Natureza, os professores precisam conhecer os processos e procedimentos empregados nas investigações

científicas e a historicidade do desenvolvimento dos conhecimentos científicos; planejar e utilizar abordagens didáticas adequadas,

que orientem a aprendizagem dos conteúdos trabalhados; compreender a importância da ludicidade, do brincar e das atividades

dinâmicas como instrumentos que motivam e aguçam a curiosidade dos alunos; criar situações de ensino capazes de

promover uma aprendizagem significativa de conceitos complexos; e estimular a criatividade dos alunos por meio de um ensino

que não encare a aprendizagem como um processo exclusivo de memorização e repetição de conceitos, teorias e leis.

A compreensão da ciência como um empreendimento coletivo e situado em um contexto social e cultural também permite

aos estudantes entender como ela se relaciona com os valores éticos, políticos e estéticos presentes na sociedade. A

IV


importância da responsabilidade social e da promoção do bem-estar individual e coletivo; do desenvolvimento sustentável; da

preservação ambiental; do papel da ética, do senso de justiça e da perseverança na construção do conhecimento científico são

alguns dos aspectos trabalhados nas aulas de ciências. Discutir com os alunos os princípios éticos, relacionados aos seres vivos e

à natureza como um todo, fomenta a compreensão da importância da honestidade, da empatia, do comprometimento com a

sustentabilidade e das relações da ciência com a sociedade e o meio ambiente.

Trabalhar e aprender ciência na sala de aula também promove o desenvolvimento de habilidades socioemocionais. Trabalhar em

grupo, se comunicar, dividir tarefas, lidar com problemas de diversas naturezas e com experimentos que exigem comprometimento e responsabilidade

incentivam os alunos a conviver socialmente. Assim, as aulas de ciências também trabalham com o desenvolvimento de

habilidades pessoais e sociais, como a capacidade de dialogar e resolver conflitos, de lidar com frustrações e perseverar, entre outras.

Nas aulas de ciências, os conhecimentos científicos são trabalhados por meio da comunicação, que se dá por diferentes formas:

texto escrito (linguagem verbal), discussão de ideias, informações contidas em representações como gráficos, tabelas, ilustrações,

desenhos, diagramas, imagens, vídeos, histogramas etc. Todas essas ações comunicativas constituem formas de linguagem.

A linguagem, assim, tem um papel importante para o ensino, na medida em que ela possibilita que os alunos tenham

contato com a ciência e aprendam quando participam de atividades de discussão, leitura, escrita etc.

As tecnologias da informação e comunicação (TICs) também são formas de linguagem. A internet, vídeos, fóruns online, imagens,

ilustrações digitais e podcasts podem ser utilizados como recursos didáticos que enriquecem as aulas e ampliam o contato

dos estudantes com a cultura digital.

A linguagem desempenha uma função de organização do pensamento e possibilita que o aluno entre em contato com o

conhecimento científico e se aproprie de saberes sobre o mundo em que vive. Ela também permite que o aluno comunique

suas experiências de vida sobre um tema, objeto ou fenômeno. Os conhecimentos prévios dos alunos constituem um repertório

sobre o qual o professor deve trabalhar, promovendo oportunidades para que os alunos aprimorem, critiquem e avaliem o que

já sabem, reestruturando a sua rede de conhecimentos.

Esperamos que o professor explore os conhecimentos prévios dos alunos, estimule a curiosidade e dê liberdade para que

possam observar e explicar os fenômenos naturais. Nesse processo, as crianças se engajam em práticas científicas como o levantamento

de hipóteses, a identificação de relações de causa e efeito e a elaboração de explicações com base em evidências.

O trabalho do professor apoiado pelos materiais educativos, como livros didáticos e mídias digitais, deve fomentar nos alunos a aprendizagem

dos conhecimentos científicos, o desenvolvimento de habilidades socioemocionais e o gosto pela ciência e pelo pensamento

científico. O livro didático é um instrumento de auxílio à prática docente, cabendo ao professor inseri-lo em seu planejamento e nas suas

aulas em conformidade com os objetivos de ensino e com a realidade da comunidade em que a escola está inserida.

Esse material visa apoiar o professor na árdua atividade de ensinar.

A coleção apresenta uma diversidade de seções que incluem

Formação integral do cidadão

atividades, textos, experimentos, projetos, discussões em grupo,

debates, reflexões individuais, contato com outras fontes de conhecimento

e valorização das experiências da comunidade. Esperamos

que esse material seja utilizado de diferentes formas e finalidades,

visando contemplar o seu planejamento e objetivos educacionais.

É importante ressaltar que o professor, em virtude de sua

convivência com os alunos, é capaz de reconhecer as características

e necessidades da comunidade escolar. Assim, a coleção e o

manual não procuram estabelecer um receituário com formas de

ensinar, mas auxiliar no planejamento, no aprimoramento da prática

docente e no cotidiano de sala aula, oferecendo subsídios

para o ensino e a promoção da aprendizagem.

1.2. O ENSINO FUNDAMENTAL

A Educação Básica de qualidade é um direito assegurado pela

Constituição Federal, pelo Estatuto da Criança e do Adolescente

e pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), e se

constitui pela Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio.

V


De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica, um dos fundamentos do projeto de Nação que estamos

construindo, a formação escolar é o alicerce indispensável e condição primeira para o exercício pleno da cidadania e o acesso aos direitos

sociais, econômicos, civis e políticos. A educação deve proporcionar o desenvolvimento humano na sua plenitude, em condições

de liberdade e dignidade, respeitando e valorizando as diferenças.

Os objetivos formativos da Educação Infantil prolongam-se durante os primeiros cinco anos do Ensino Fundamental, de

modo que os aspectos físico, afetivo, psicológico, intelectual e social sejam priorizados na sua formação, complementando a

ação da família e da comunidade. Os documentos oficiais que normatizam a Educação Básica no Brasil estabelecem que as políticas

educativas e as propostas pedagógicas do Ensino Fundamental devem seguir princípios:

a) Éticos, como a justiça, a solidariedade, a liberdade, a autonomia, o respeito à dignidade da pessoa humana, o compromisso

com a promoção do bem de todos e o combate a quaisquer manifestações de preconceito e discriminação.

b) Políticos, como o reconhecimento dos direitos e deveres de cidadania, o respeito ao bem comum e à preservação do

regime democrático, aos recursos ambientais, a exigência de diversidade de tratamento para assegurar a igualdade de direitos

entre os alunos que apresentam diferentes necessidades, a redução da pobreza e das desigualdades sociais e regionais, e a

busca da equidade no acesso à educação, à saúde, ao trabalho, aos bens culturais e outros benefícios.

c) Estéticos, como o cultivo da sensibilidade juntamente com a racionalidade, o enriquecimento das formas de expressão e

do exercício da criatividade, a valorização das diferentes manifestações culturais (especialmente as da cultura brasileira), e a construção

de identidades plurais e solidárias.

Nos anos iniciais do Ensino Fundamental se intensifica e se amplia, de forma gradativa, o processo educativo que preconiza o

domínio da leitura, da escrita e do cálculo, sendo que nos dois primeiros anos o foco educativo recai na alfabetização. Ao longo

do Ensino Fundamental, busca-se que os estudantes consolidem uma compreensão do ambiente natural e social, do sistema

político, da economia, da tecnologia, das artes e cultura, dos direitos humanos e dos valores em que se fundamenta a sociedade.

Além disso, espera-se que os estudantes desenvolvam habilidades, atitudes e valores, buscando o fortalecimento dos vínculos

de família, dos laços de solidariedade humana e de respeito necessários à vida social.

O currículo e as propostas pedagógicas para o Ensino Fundamental devem ser construídos fundamentando-se na Base Nacional

Comum Curricular, que estabelece os conhecimentos a que todos devem ter acesso, assegurando uma uniformidade nas orientações

e propostas curriculares dos Estados, Distrito Federal e Municípios. Os conteúdos sistematizados que fazem parte do currículo são

denominados componentes curriculares e, para o Ensino Fundamental, esses são organizados em quatro áreas do conhecimento:

Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza e Ciências Humanas. Além disso, a legislação (por exemplo, a Lei de Diretrizes e Bases da

Educação Nacional) determina: que as comunidades indígenas podem utilizar suas línguas maternas e seus próprios processos de

ensino (art. 32 da LDB); a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena” nos conteúdos desenvolvidos no

âmbito de todo o currículo escolar, em especial na Arte, Literatura e História do Brasil (art. 26, § 4º da LDB); a Música como conteúdo

obrigatório, mas não exclusivo, do componente curricular Arte; a Educação Física como componente obrigatório do currículo do

Ensino Fundamental; o Ensino Religioso com matrícula facultativa e parte integrante da formação básica do cidadão; matrícula obrigatória,

a partir do 6º ano, no ensino de uma Língua Estrangeira Moderna; a abordagem de temas abrangentes e contemporâneos, como

saúde, sexualidade e gênero, vida familiar e social, os direitos das crianças e adolescentes (Lei nº 8.069/90), a preservação do meio

ambiente (Lei nº 9.795/99), a educação para o trânsito (Lei nº 9.503/97) e a condição e direitos dos idosos (Lei nº 10.741/03).

Os princípios éticos, políticos e estéticos propostos nos documentos do Ministério da Educação que norteiam a concepção de

currículos e propostas pedagógicas são inerentes ao ensino de Ciências. Ensinar ciências implica ensinar como os fatores éticos,

políticos e estéticos se relacionam com os constructos conceituais, teóricos e procedimentais desse campo do conhecimento, de

forma a favorecer que os alunos tenham uma aprendizagem significativa sobre como a Ciência da Natureza se relaciona com os

aspectos sociais e culturais de seu tempo. Preconizando que a escola é um espaço de constante construção e reconstrução do

repertório de conhecimentos dos alunos, espera-se que o ensino de Ciências proporcione oportunidades para que amadureçam

intelectualmente de forma a constituir entendimentos cada vez mais elaborados e adequados acerca do conhecimento científico

(práticas, teorias vigentes, objetos de estudo, metodologias e história).

2. A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR (BNCC)

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) visa efetivar os direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento para os alunos

da Educação Básica em parceria com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios. A BNCC consiste em um documento normativo

que deve ser utilizado na concepção dos currículos e das propostas pedagógicas dos sistemas, redes de ensino e escolas públicas

e privadas de Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio em todo o território nacional.

VI


A Base reúne um conjunto de conhecimentos, competências e habilidades que representam aprendizagens essenciais que

todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica. Tais aprendizagens essenciais foram

orientadas e concebidas com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica, que propõem que os processos

educativos visem à formação humana integral de indivíduos comprometidos com a transformação social por meio da construção

de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.

Para a Educação Básica a BNCC apresenta um conjunto de dez competências gerais. (BNCC, p. 9-10).

Cada área do conhecimento também possui competências específicas do componente, que devem ser desenvolvidas pelos

estudantes ao longo do Ensino Fundamental e Médio. A BNCC ainda propõe um conjunto de habilidades relacionadas a cada

componente curricular que objetivam o desenvolvimento das competências específicas. Tais habilidades se relacionam com

diferentes objetos do conhecimento como conteúdos, conceitos e processos que são organizados em unidades temáticas, as

quais agrupam os objetos do conhecimento de acordo com as especificidades dos diferentes componentes curriculares.

As 8 competências específicas da área de Ciências da Natureza do Ensino Fundamental estão disponíveis no texto da BNCC

(p. 324), disponibilizado no endereço: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/ (acesso em: 13 ago. 2021).

2.1 – UNIDADES TEMÁTICAS

As unidades temáticas da área Ciências da Natureza estabelecidas pela BNCC são: Matéria e Energia, Vida e Evolução e

Terra e Universo.

A unidade temática Matéria e Energia engloba os conhecimentos que dizem respeito aos usos e propriedades dos diferentes

materiais, suas transformações e o uso consciente de materiais diversos e às diferentes fontes energéticas, aos processos

empregados em sua geração e os usos da energia.

Sob uma perspectiva histórica, essa unidade também se preocupa em discutir as formas pelas quais a humanidade se apropriou

desses recursos e processos, resgatando os materiais e seus usos em diferentes ambientes e épocas da história humana.

Nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, as crianças já têm familiaridade com diversos tipos de objetos, materiais e fenômenos

que estão presentes em seu cotidiano. Essa familiaridade constitui um repertório inicial a partir do qual é possível trabalhar os conhecimentos

propostos por essa unidade temática. Por exemplo, a exploração das propriedades de diferentes materiais do cotidiano como

dureza, transparência, solubilidade e interações com a luz. Nessa unidade temática também são trabalhadas questões relacionadas à

água e seus usos, ao clima, à geração de energia elétrica, à preservação dos solos e outros aspectos ambientais presentes no entorno

das crianças nos diferentes espaços que elas frequentam, como a casa, a escola e o bairro.

As questões relacionadas aos conhecimentos biológicos são abordadas na unidade Vida e Evolução. Essa unidade engloba:

os conhecimentos sobre as características dos seres vivos, tratando a vida como fenômeno natural e social que requer elementos

para sua manutenção; os estudos relacionados aos processos evolutivos que geram a biodiversidade do planeta; as questões

ecológicas como as características dos ecossistemas e as relações dos seres vivos entre si e o ambiente físico; as interações que

os seres humanos estabelecem entre si, com outros seres vivos e com elementos não vivos do ambiente; e a importância da preservação

da biodiversidade e como ela se apresenta nos ecossistemas brasileiros. O corpo humano consiste em outro foco

importante dessa unidade, sendo tratado de modo que os alunos percebam o funcionamento harmonioso, a integridade dos

processos e as funções biológicas desempenhadas pelos diferentes sistemas que compõem o nosso corpo.

Aspectos relativos à saúde também têm destaque e visam promover uma compreensão da saúde para além da ideia de

bem-estar físico individual, mas também como um bem-estar coletivo, destacando-se a importância dos programas institucionais

e das políticas públicas.

A terceira unidade temática proposta pela BNCC, Terra e Universo, engloba conhecimentos sobre as características dos corpos

celestes como a Terra, o Sol e a Lua. Nessa unidade temática busca-se que os estudantes desenvolvam um corpo de conhecimentos

sobre as dimensões, a composição, as localizações, os movimentos e as forças que atuam sobre os corpos celestes.

O ensino dessa unidade dá ênfase à ideia de que os conhecimentos astronômicos foram construídos ao longo da história da

humanidade e que diferentes culturas têm diferentes formas de interpretar os fenômenos astronômicos. Temas importantes

relacionados aos diversos fenômenos naturais como as condições para a manutenção da vida na Terra, o efeito estufa, a camada

de ozônio, as erupções vulcânicas, os tsunamis, os terremotos e os padrões de circulação atmosférica e oceânica também são

VII


abordados. Os assuntos dessa unidade temática normalmente despertam a curiosidade das crianças dos Anos Iniciais do Ensino

Fundamental. Assim, durante as aulas, espera-se estimular ainda mais tal curiosidade, propiciando o desenvolvimento do pensamento

espacial dos alunos por meio de experiências cotidianas de observação de diversos fenômenos celestes. As atividades de

observação, quando orientadas e sistematizadas, permitem a identificação e a regularidade de fenômenos que se relacionam

com a prática da agricultura, a construção de calendários, a determinação de cada estação do ano etc.

Nos Anos Iniciais, os temas abordados pelas unidades temáticas apresentadas anteriormente são tratados por meio dos

saberes intelectuais, linguísticos e emocionais que os alunos possuem. Tais saberes vão sendo aprimorados e organizados ao

longo de cada unidade com a mediação do professor. Dando continuidade às abordagens da Educação Infantil, nos Anos

Iniciais do Ensino Fundamental espera-se que as crianças deem prosseguimento ao processo de desenvolvimento de habilidades

cognitivas, ético-políticas e socioemocionais por meio do amadurecimento e enriquecimento de seu repertório de

conhecimentos científicos.

3 – O ENSINO DE CIÊNCIAS

A inserção do ensino de Ciências nos currículos da Educação Básica consiste em um fenômeno relativamente recente. Até a

promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, as aulas de Ciências só estavam presentes nos dois últimos anos

do Ensino Fundamental (antigamente, chamado de “ginásio”); em meados dos anos 1970 (lei 5.692/71), a disciplina passou a ser

obrigatória no currículo de todas as séries do Ensino Fundamental.

Com a obrigatoriedade do ensino de Ciências no Ensino Fundamental, os documentos oficiais normativos da Educação

Básica passaram a elaborar diretrizes e parâmetros curriculares para essa disciplina. Essas diretrizes e parâmetros refletem as concepções

didáticas e pedagógicas de um determinado período histórico e social. Com as alterações dos modelos de sociedade

que se deseja constituir, as concepções didático-pedagógicas também se ressignificam. Assim, no decorrer da história, o ensino

de Ciências no Brasil foi se modificando de acordo com as demandas e objetivos sociais e econômicos, que norteiam os objetivos

educacionais e orientam os currículos e a didática.

Atualmente, espera-se que a educação científica escolar estimule a reflexão sobre as Ciências e os processos envolvidos na

sua produção, comunicação e avaliação. Espera-se, portanto, que os estudantes se apropriem do conhecimento científico para

utilizá-lo como ferramenta na conquista de sua autonomia e exercício da cidadania crítica e consciente.

As aulas de Ciências representam um momento e um espaço em que é possível conhecer as diferentes explicações sobre o

mundo e os fenômenos naturais; se expressar, contrapor e avaliar diferentes ideias; se desenvolver intelectualmente de maneira

crítica por meio da indagação, da investigação e da análise do mundo e da realidade.

3.1. O CONHECIMENTO CIENTÍFICO

Os conteúdos constituídos pelo corpo de conhecimento de Ciências estão presentes nos compêndios que apresentam

fatos, fenômenos, conceitos, leis, teorias, modelos e princípios científicos. A apropriação de tal conteúdo permite ao aluno

expressar-se cientificamente pela escrita ou verbalmente.

A metodologia de investigação científica diz respeito aos procedimentos e modos pelos quais o pesquisador obtém elementos

que apoiam leis, princípios e conceitos. Os procedimentos próprios da construção e reformulação do conhecimento

científico podem ser descritos como um conjunto de habilidades que devem ser desenvolvidas nas aulas de Ciências da

Natureza. Por exemplo, observar, classificar, seriar, medir, construir tabelas e gráficos, saber usar um aparelho, montar um modelo,

construir um equipamento, identificar problemas, saber buscar informações em fontes variadas, elaborar hipóteses, fazer previsões,

relacionar variáveis, planejar experimentos, analisar e interpretar dados, usar modelos interpretativos, concluir com base

nos dados disponíveis e argumentar com apoio da linguagem escrita e simbólica.

Os modos de pensar e de agir dos indivíduos são conteúdos que dizem respeito às ações das pessoas em relação à sociedade,

ao ambiente, aos cuidados com a saúde individual e coletiva e à valorização da atividade científica/tecnológica.

O desenvolvimento de habilidades e competências cognitivas nas aulas de Ciências permite que os alunos interpretem e utilizem

modelos, teorias e explicações científicas de maneira similar àquela dos cientistas.

VIII


Corpo de

conhecimentos

Ciências da Natureza

Caracterizam-se por

que determinam

Formas de pensar e atuar

que se manifestam como

Metodologia de

investigação

tomada de consciência

que deve implicar em

em relação a

mudança de atitude

avanços da

ciência

atividade

científica

desenvolvimento

sustentável

conservação

do meio

hábitos

saudáveis

3.2 LETRAMENTO CIENTÍFICO

Em atividades do dia a dia nos deparamos com o conhecimento científico e tecnológico que medeiam nossas ações e afazeres.

Assim, os conhecimentos científicos tornam-se mais do que necessários na formação do cidadão. A ciência colabora na resolução

de problemas ambientais; no desenvolvimento de medicamentos e meios de transporte; nas soluções para a saúde individual

e coletiva; na produção e conservação de alimentos etc. A presença da ciência na sociedade atual traz à tona a importância

do ensino de Ciências nas escolas de Educação Básica.

Espera-se que a educação científica institucional forme sujeitos que compreendam a relação entre ciência, tecnologia, sociedade

e o meio ambiente, visto que tal formação tem se estabelecido como uma condição para que cidadãos sejam capazes de

atuar de modo consciente e responsável no mundo atual.

No contexto do letramento científico, o objetivo central da educação em ciências recai sobre a necessidade de que os estudantes

não se limitem a entender os conteúdos, procedimentos e experimentos, mas entendam a própria natureza das ciências

e as práticas científicas, como forma de se inserir e estar apto a tomar decisões numa sociedade cada vez mais mediada por inovações

tecnológicas e avanços científicos.

A ideia de que a educação em ciências deve formar cidadãos participantes nas discussões científico-tecnológicas em voga

argumenta a favor de um ensino que contextualize os conhecimentos científicos de forma que os estudantes os compreendam

como uma ferramenta cultural que pode ser utilizada no campo social para a participação na tomada de decisões e nos juízos

de valor sobre as questões científico-tecnológicas da atualidade.

O ensino formal em ciências deve propiciar a compreensão dos processos sociais e coletivos de construção do conhecimento

científico ao longo do tempo e a conscientização do papel desses saberes no campo social, político, econômico e na preservação

da biodiversidade e recursos naturais.

É importante que o professor de Ciências reconheça o seu papel educativo ao propor e mediar atividades, discussões e questõesproblema

que propiciem o desenvolvimento das habilidades cognitivas dos alunos. As habilidades específicas que caracterizam o letramento

científico podem ser agrupadas em três eixos estruturantes da alfabetização científica (Sasseron; Carvalho, 2011).

O primeiro eixo estruturante preocupa-se com abordagens que permitam aos alunos construir e apropriar-se dos conhecimentos

científicos possibilitando a compreensão do mundo atual, de modo a serem utilizados no entendimento de informações

de natureza científica em situações cotidianas e na compreensão de fenômenos naturais.

O segundo eixo busca levar para a sala de aula a compreensão do caráter social e humano presente no empreendimento

científico, o entendimento de que as explicações científicas são provisórias e passíveis de modificações e que a produção de

conhecimento se dá de forma coletiva.

O terceiro eixo estruturante suscita reflexões sobre a responsabilidade social e ética necessária para a utilização dos conhecimentos

científicos e avaliação das consequências do seu emprego. Esse eixo preconiza a importância do desenvolvimento sustentável

para a promoção do bem-estar social e do meio ambiente.

De acordo com a BNCC, o letramento científico envolve a capacidade de compreender e interpretar questões relacionadas

com a ciência como forma de desenvolver uma capacidade de atuação no e sobre o mundo, sendo esse um importante

IX


aspecto no exercício da cidadania. Para compreender e interpretar questões relacionadas com a ciência, os estudantes precisam

desenvolver competências relativas às formas de trabalho e de raciocínio empregadas na construção do conhecimento

científico. Isso envolve, por exemplo, a capacidade de interpretar e avaliar criticamente informações de cunho científico; planejar

metodologias para a resolução de problemas; construir argumentos e explicações coerentes que se apoiam em dados,

evidências e justificativas; identificar termos em textos científicos; distinguir um texto científico de um texto de outra natureza;

relacionar variáveis; interpretar gráficos e tabelas com dados científicos e comunicar informações coletadas em textos

com linguagem típica da ciência.

4. A DIDÁTICA DAS CIÊNCIAS

Planejar as abordagens didáticas que se adequam aos objetivos do ensino e aos conteúdos que serão trabalhados também é

algo importante na prática docente. A variação nas modalidades didáticas aumenta o interesse dos alunos, na medida em que

eles experimentam diferentes formas de aprender.

Aqui apresentaremos abordagens, modalidades didáticas e seus objetivos no ensino de Ciências. Essas escolhas perpassam por

um processo de reflexão, visto que devem garantir que os objetivos educativos propostos no planejamento sejam alcançados.

As aulas expositivas são comumente utilizadas para apresentação e exploração de conceitos e ideias, para enfatizar aspectos

importantes do tema em estudo e apresentar novos tópicos e assuntos. É possível tornar uma aula expositiva mais participativa

e ativa para os alunos, procurando, por exemplo, instigá-los intelectualmente por meio de perguntas e desafios, e abrindo

momentos para que possam expor suas opiniões e ideias. Além disso, o uso de gestos e recursos digitais como vídeos, músicas,

imagens, ilustrações, sites, recursos online etc. podem dar dinamicidade à exposição.

Nos debates mediados, os alunos têm maior liberdade para se expressar por meio da participação em um diálogo mediado.

Nessa modalidade didática cabe ao professor conduzir as discussões de acordo com seus objetivos e com os temas propostos. A

abordagem de temas que tratem da relação entre ciência, tecnologia, sociedade e ambiente pode ser beneficiada com o uso

dessa modalidade didática.

As demonstrações são comumente utilizadas para apresentar técnicas e fenômenos naturais. Nessa modalidade didática o professor

realiza uma atividade de demonstração para a sala, garantindo que todos os alunos observem o fenômeno, técnica ou objeto.

As atividades práticas aguçam a curiosidade e o interesse dos alunos, envolvendo-os em investigações científicas que promovem

a capacidade de resolução de problemas, a compreensão de conceitos básicos e o desenvolvimento de habilidades.

Essa modalidade didática é característica da disciplina de Ciências da Natureza.

O propósito dessa modalidade didática consiste em apresentar e envolver os alunos com aspectos e práticas da construção

do conhecimento científico, o que engloba uma série de atividades que podem ser trabalhadas isoladamente em sala de

aula ou laboratório. Algumas dessas práticas podem ser: delineamento de situações-problema, proposição de temas e questões

para investigação, elaboração de hipóteses, extrapolação de conclusões com base no exame e na interpretação de

dados, planejamento e condução de experimentos, coleta e análise de dados e interpretação de resultados expressos em

forma de tabela ou gráfico. Esses aspectos podem ou não ser desenvolvidos por meio de atividades manipulativas, como

experimentos empíricos.

Essas atividades visam mostrar que as práticas de construção do conhecimento científico não são procedimentos isolados,

mas sim aspectos interconectados da investigação científica. Dessa forma, é possível promover uma conscientização sobre valores,

objetivos e normas que regem o empreendimento científico.

A produção de modelos para suportar explicações e/ou propiciar o uso de conceitos em situações determinadas pode ser

incluída nessa modalidade. Ressaltamos a importância de fornecer instruções claras para os alunos sobre como assegurar a integridade

física de todos no laboratório.

As atividades extraclasse/estudos do meio representam momentos em que os alunos podem conhecer outros espaços

educativos, como museus, exposições, observatórios, zoológicos, jardim botânico etc. A realização de uma atividade extraclasse

requer planejamento e organização. É importante pensar que um estudo do meio representa um momento de lazer, mas deve

ter objetivos claros.

X


As simulações compreendem atividades em que os alunos se envolvem com uma situação-problema. Essas atividades

incluem a tomada de decisão e compreendem o uso de recursos como jogos, dramatizações e uso de simuladores em computadores,

aplicativos, softwares etc.

As brincadeiras e jogos desempenham um papel importante na aprendizagem e no desenvolvimento dos alunos. A ludicidade

e a brincadeira fazem parte da infância, possibilitam momentos de lazer, desenvolvem competências intelectuais e socioemocionais

e a criatividade.

Um projeto é orientado por uma situação-problema e resulta em uma produção como um relatório, uma maquete, um modelo

ou outro produto que represente o percurso do trabalho coletivo. Essa modalidade favorece: desenvolvimento da iniciativa, responsabilidade

individual e coletiva, comunicação interpessoal, autonomia das decisões, habilidades socioemocionais, entre outros aspectos.

Nesta coleção, os projetos estão sugeridos na seção Ciências em ação, com o professor orientando o seu desenvolvimento.

Nesta coleção, as orientações no Manual do Professor contemplam estas modalidades didáticas e oferecem sugestões de

encaminhamento, textos de apoio pedagógico e atividades complementares para estruturar a prática em sala de aula. A escolha

das modalidades e em que momentos serão utilizadas é uma prerrogativa do professor. O docente deve considerar a possibilidade

de fazer adaptações que atendam às particularidades da realidade da sua comunidade.

4.1. AS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO (TICS)

Na era digital, temos acesso à informação quase que em um piscar de olhos por meio dos celulares, tablets, computadores e

outras tecnologias. Esses aparatos tecnológicos e todo o repertório de inovações, informações e conteúdos que os acompanham

fazem parte de nossas vidas.

Pensando no espaço escolar, as redes e as tecnologias são tidas como ferramentas inovadoras que podem participar como

mediadoras dos processos de aprendizagem. Tais ferramentas oferecem novas perspectivas para a prática educativa, dando

suporte ao planejamento e à concretização de atividades didático-pedagógicas diferenciadas que utilizam a tecnologia a seu

favor, promovendo o trabalho em grupo e uma aprendizagem colaborativa.

As TICs são uma fonte de recursos que deve ser explorada com objetivos claros. Cabe ao professor selecionar, avaliar e refletir

sobre como e quais recursos tecnológicos da informação e da comunicação serão utilizados na sala de aula.

É importante avaliar previamente os conteúdos e recursos que se pretende recomendar aos alunos em relação à adequação

das TICs à faixa etária dos seus alunos e a conteúdos discriminatórios ou preconceituosos.

As simulações e a modelagem são exemplos de abordagens e modalidades didáticas que possibilitam a inclusão das TICs nos

contextos de ensino e aprendizagem. Comumente as simulações e os modelos científicos são utilizados de maneira demonstrativa,

isto é, para descrever, explicar ou ilustrar conhecimentos e ideias. A possibilidade de os alunos manipularem e trabalharem ativamente

com esses recursos consiste em uma maneira mais atrativa e motivadora para aprender.

Essas abordagens podem também fazer parte de um contexto investigativo. Fazendo essa articulação é possível utilizar as TICs para

desenvolver habilidades como o levantamento de hipóteses, o trabalho com dados, a construção de explicações e a argumentação.

Os jogos digitais são exemplos de TICs que permitem aliar a aprendizagem de conceitos científicos ao desenvolvimento da

habilidade motora, do raciocínio lógico e da leitura.

O site Escola Games reúne jogos gratuitos que versam sobre diferentes temas estudados nas aulas de Ciências e traz indicações

da faixa etária, objetivos para o aluno e sugestões de abordagem de acordo com a BNCC. Disponível em: www.escolagames.com.br/.

Acesso em: 13 ago. 2021.

Outra possibilidade de TICs são os podcasts, que podem ser utilizados tanto em sala de aula quanto em modalidades de ensino

híbrido, nas quais o professor pode indicar aos alunos episódios a serem escutados em casa para posterior discussão em classe.

O podcast Sci Kids tem episódios de 10 a 20 minutos que trazem respostas para questões comuns a muitas crianças.

Disponível em: www.deviante.com.br/podcasts/scikids/. Acesso em: 13 ago. 2021.

O podcast Histórias de ninar para pequenos cientistas discute temas como vida das estrelas, ciclo da água e a vida do

beija-flor. Disponível em: https://anchor.fm/pequenos-cientistas. Acesso em: 13 ago. 2021.

O Meu Gibi é um site gratuito no qual, mediante cadastro, os alunos podem criar histórias em quadrinhos. A variação da paisagem

e dos objetos e personagens disponíveis favorecem a construção de histórias diversas que abordem os temas estudados

nas aulas de Ciências. Disponível em: www.meugibi.com/. Acesso em: 13 ago. 2021.

XI


5. A PRÁTICA DOCENTE

É tarefa do professor planejar e conduzir a prática pedagógica. O processo de planejamento e da organização do

trabalho didático do professor é norteado pelo projeto político-pedagógico da escola. O professor consegue estruturar

sua prática docente por meio da definição dos objetivos educacionais, dos conteúdos que os alunos devem aprender, das

atividades a serem desenvolvidas, das técnicas e estratégias de ensino a serem usadas em sala de aula e dos instrumentos

de avaliação para cada um dos conteúdos estabelecidos. Planejar é importante para que seja possível otimizar o tempo

daqueles que ensinam e daqueles que aprendem. Porém, tal planejamento não pode ser um conjunto de práticas estanques

e imutáveis que impeçam os ajustes necessários para assegurar a aprendizagem dos estudantes.

O processo educativo é complexo e dinâmico, e a prática docente consiste em uma atividade social complexa e multifacetada,

à medida que se atribui ao professor a responsabilidade de formação de seus educandos em diferentes instâncias (intelectual,

socioemocional, valorativa).

É um consenso social de que para lecionar o professor deve dominar os princípios e a didática da área do conhecimento a ser ensinada.

Esses saberes constituem a base do repertório teórico e metodológico para que o professor oriente e racionalize sua prática.

Além disso, o professor desempenha um papel na formação humana de seus alunos. Atuando como mediador, o docente

necessita dispor de suporte socioemocional para perceber as diferentes subjetividades presentes no ambiente da sala de aula.

Empatia, senso de justiça, honestidade, ética, perseverança e respeito são algumas das habilidades socioemocionais necessárias

para o trabalho docente. A interação cotidiana com sujeitos que compartilham um mesmo espaço, mas que provêm de diferentes

origens e contextos sociais, culturais e econômicos, demanda uma conscientização sobre como interagir e lidar com essa

multiculturalidade presente nos espaços educacionais.

O processo de interação de duas ou mais disciplinas na abordagem de saberes e conhecimentos (interdisciplinaridade) pode

se configurar de diferentes maneiras, mas sempre visando à cooperação, ao intercâmbio e ao enriquecimento intelectual. A

interdisciplinaridade também é uma ferramenta didática para a promoção do letramento científico, na medida em que articula

conceitos, ideias e procedimentos de diferentes campos do conhecimento.

6. A AVALIAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO-

APRENDIZAGEM

A avaliação do processo de aprendizagem consiste em uma das principais atribuições da prática docente. Faz parte do ofício

do professor acompanhar e observar os progressos ou dificuldades dos estudantes durante o ensino.

Muitas vezes a avaliação é vista como um processo estritamente de verificação da aprendizagem, cujos resultados medem o

desempenho dos alunos e os classifica em categorias. No entanto, a avaliação educacional deve ser compreendida como um

aspecto formativo e um momento de diagnóstico do processo de ensino e de aprendizagem que permite a elaboração de indicadores

dos progressos de um determinado período.

Os momentos avaliativos também devem ser entendidos como oportunidades de reflexão em que o professor pode identificar

os pontos fortes e as fragilidades de seu trabalho. Essa reflexão é importante, pois possibilita o diagnóstico da prática docente,

direciona a reestruturação de práticas didático-pedagógicas e o replanejamento do trabalho educativo, focalizando as necessidades

formativas dos alunos.

A escolha das metodologias e instrumentos que serão utilizados na avaliação deve se basear nos objetivos formativos (habilidades)

e nos conhecimentos trabalhados em sala de aula, bem como devem ser coerentes com as modalidades didáticas adotadas

pelo professor.

O processo avaliativo exige uma imersão em diferentes aspectos da atuação do professor, que deve procurar conhecer e adotar

novas situações de aprendizagem e instrumentos avaliativos que se adequem aos objetivos estabelecidos no currículo, no

projeto político-pedagógico da escola e no planejamento dos conteúdos que foram trabalhados.

É importante lembrar que os processos avaliativos estão sujeitos à subjetividade, visto que avaliar necessariamente envolve um

juízo de valor. Assim, é importante estabelecer e compartilhar com os alunos, de maneira clara e objetiva, os critérios das avaliações que

serão utilizados. Dessa forma, os alunos terão clareza do que o professor espera e do que devem desenvolver ao longo do ano letivo.

XII


Os alunos podem ser avaliados com o uso de diferentes instrumentos: provas dissertativas; testes; construções de modelos;

redações e relatórios; pelas participações e desempenhos em atividades individuais e coletivas; apresentações de seminários e

de trabalhos; exercícios que proponham a resolução de problemas; entre outros. Esses instrumentos devem ser usados de forma

variada e fornecer subsídios para o monitoramento da aprendizagem dos alunos de modo que, assim, possam ajudá-los a sistematizar

suas aprendizagens e a remediar possíveis defasagens.

Diferentes modos de avaliação usados regularmente configuram uma avaliação formativa, a qual deve ser contínua, cumulativa

e sistematizada porque vai além da verificação se o aluno aprendeu determinado conteúdo. Ela permite detectar defasagem

de aprendizagem e a correção de rumos do ensino para um aluno ou um grupo de alunos. A avaliação formativa não tem caráter

classificatório e é realizada com frequência durante o ano letivo. Como toda prática docente, é importante planejar cada avaliação,

pois esta tem como principal função acompanhar a evolução da aprendizagem individual e coletiva dos alunos.

A autoavaliação consiste em uma outra opção de instrumento avaliativo. Com ela o aluno pode exercitar a capacidade de

reflexão sobre seu desempenho nas atividades propostas pelo educador.

7. APRESENTAÇÃO DOS RECURSOS

DIDÁTICOS DA OBRA

A coleção é composta de cinco volumes, sendo destinada para o ensino de Ciências da Natureza dos primeiros 5 anos do

Ensino Fundamental. Os conteúdos de cada um dos volumes estão organizados em unidades e capítulos.

• A seção Para começar compõe a abertura do volume e tem o objetivo de diagnosticar os conhecimentos prévios e

promover o interesse dos alunos, convidando-os a refletir a respeito dos assuntos que serão estudados na unidade.

• O Mãos à obra propõe uma atividade prática desenvolvida de modo colaborativo. Pode ser uma experimentação,

a observação detalhada de um fenômeno em estudo, a montagem de um modelo, a coleta de dados e montagem

de tabelas, a análise de uma tabela ou gráfico, o levantamento de hipóteses, responder a uma questão-problema e

outras situações que representam etapas da prática científica.

• O Trocando ideias solicita aos alunos que debatam em grupo tópicos relacionados aos temas e assuntos estudados.

Assim, os alunos terão a oportunidade de trocar opiniões com os colegas. Em muitas situações essa seção pode ser

utilizada como um momento da avaliação processual ou formativa.

• A Jornada do saber apresenta, de forma crítica e reflexiva, conteúdos vinculados a temas da unidade. A seção vai

além da disciplina de Ciências e interage com outras áreas do conhecimento ou com temas contemporâneos.

• Na seção Ciências+ há uma série de sugestões de outros materiais que podem ampliar o conhecimento dos alunos.

São sugeridos livros, vídeos, filmes e sites para consulta.

• Um pouco de história traz textos históricos, contos ou lendas para ampliar o conhecimento de temas relacionados

à unidade, valorizando a leitura e a oralidade dos alunos.

• A seção Curiosidade apresenta temas atuais sobre ciência e tecnologia, sempre contextualizados com o assunto

estudado.

• Brincando eu aprendo é uma seção que promove o trabalho didático por meio de atividades lúdicas como jogos,

brincadeiras, encenações, criação de histórias, entre outras possibilidades.

• A seção Atividades aparece ao final de cada capítulo. As atividades nela sugeridas estimulam os alunos a retomar e

repensar os conteúdos tratados. Podem conter questões que solicitam: interpretar imagens, ler tabelas ou diagramas,

justificar e explicar afirmações, relacionar colunas etc.

• A seção Ciências em ação está presente ao final de uma das unidades e consiste em um projeto para ser realizado

em grupo. Esses projetos objetivam o aprofundamento do conhecimento dos alunos e a promoção da interação por

meio do trabalho coletivo e colaborativo.

• A seção Para encerrar, presente ao final do volume, oferece aos alunos atividades de revisão que possibilitam rever

os conteúdos estudados. Essa seção é uma proposta de avaliação de resultados.

XIII


8. TEXTO DE APROFUNDAMENTO

Ensino híbrido como possibilidade

A importância do uso das tecnologias digitais na escola, possibilitando a personalização do ensino, é um desafio para

muitos educadores. [...] A expressão ensino híbrido está enraizada em uma ideia de educação híbrida, em que não existe

uma forma única de aprender e na qual a aprendizagem é um processo contínuo, que ocorre de diferentes formas, em diferentes

espaços.

[...] Podemos considerar que esses dois ambientes de aprendizagem, a sala de aula tradicional e o espaço virtual, tornam-se

gradativamente complementares. Isso ocorre porque, além do uso de variadas tecnologias digitais, o indivíduo interage com o

grupo, intensificando a troca de experiências que ocorre em um ambiente físico, a escola. O papel desempenhado pelo professor

e pelos alunos sofre alterações em relação à proposta de ensino considerado tradicional, e as configurações das aulas favorecem

momentos de interação, colaboração e envolvimento com as tecnologias digitais. O ensino híbrido configura-se como uma combinação

metodológica que impacta na ação no professor em situações de ensino e na ação dos estudantes em situações de

aprendizagem.

As modalidades ao longo do caminho de aprendizado de cada estudante em um curso ou disciplina são conectadas para

oferecer uma experiência de educação integrada. Os autores apresentam as propostas híbridas como concepções possíveis para

o uso integrado das tecnologias digitais na cultura escolar contemporânea, enfatizando que não é necessário abandonar o que

se conhece até o momento para promover a inserção de novas tecnologias em sala de aula; pode-se aproveitar “o melhor dos

dois mundos”.

[...]

MODELOS

Modelo de rotação: os estudantes revezam as atividades realizadas de acordo com um horário fixo ou orientação do professor.

As tarefas podem envolver discussões em grupo, com ou sem a presença do professor, atividades escritas, leituras e, necessariamente,

uma atividade on-line. Nesse modelo, há as seguintes propostas:

• Rotação por estações: os estudantes são organizados em grupos, cada um dos quais realiza uma tarefa, de acordo com os

objetivos do professor para a aula em questão. Podem ser realizadas atividades escritas, leituras, entre outras. Um dos grupos estará

envolvido com propostas on-line que, de certa forma, independem do acompanhamento direto do professor. É importante valorizar

momentos em que os estudantes possam trabalhar de forma colaborativa e aqueles em que possam fazê-lo individualmente.

[...]

• Sala de aula invertida: nesse modelo, a teoria é estudada em casa, no formato on-line, e o espaço da sala de aula é utilizado

para discussões, resolução de atividades, entre outras propostas. O que era feito em classe (explicação do conteúdo) agora é

feito em casa, e o que era feito em casa (aplicação, atividades sobre o conteúdo) agora é feito em sala de aula. Esse modelo é

valorizado como a porta de entrada para o ensino híbrido, e há um estímulo para que o professor não acredite que essa seja a

única forma de aplicação de um modelo híbrido de ensino, a qual pode ser aprimorada.

[...]

Lilian Bacich; Adolfo Tanzi Neto; Fernando de Mello Trevisani. Ensino híbrido: personalização e tecnologia na educação. In:

Lilian Bacich (Orgs.). Ensino Híbrido: Personalização e tecnologia na educação. Porto Alegre: Penso, 2015. Cap. 2.

Para se aprofundar nessa temática que tem ganhado cada vez mais espaço nas discussões sobre a escola, sugerimos que

você faça pesquisas na internet ou consulte os seguintes links:

Ensino híbrido: quais são os modelos possíveis? Nova Escola. Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/19715/ensino-hibrido-quais-sao-os-modelos-possiveis.

Acesso em: 13 ago. 2021.

Para entender o ensino híbrido em 14 perguntas. Nova Escola. Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/19933/para-

-entender-o-ensino-hibrido-em-14-perguntas. Acesso em: 13 ago. 2021.

XIV


PLANILHA DE CONTEÚDOS E CRONOGRAMA – 1º ANO

Objetos de

conhecimento

Corpo humano

Respeito à diversidade

Corpo humano

Escalas de tempo

Características dos materiais

Atividades – Para encerrar

Atividades – Para começar

Unidade 1 – O meu corpo

Capítulos e habilidades da BNCC Conteúdos Avaliações

Capítulo 1 – Quem sou eu?

(EF01CI02)

(EF01CI04)

(4 semanas)

Capítulo 2 – Eu reconheço o ambiente

(EF01CI02)

(EF01CI04)

(4 semanas)

Capítulo 3 – Meus hábitos saudáveis

(EF01CI03) (EF01CI05)

(4 semanas)

Capítulo 4 – O ritmo dos meus dias

(EF01CI03) (EF01CI06)

(4 semanas)

Capítulo 5 – O tempo

(EF01CI05) (EF01CI06)

(4 semanas)

Capítulo 6 – Objetos da minha casa

(EF01CI01)

(4 semanas)

Capítulo 7 – Matérias-primas

(EF01CI01)

(4 semanas)

Capítulo 8 – O meio ambiente é nossa casa

(EF01CI01)

(4 semanas)

Diversidade: características de cada um

Você e sua família

As partes do corpo

Um nome para cada parte do corpo

Ossos e músculos

Siga o mestre (jogo)

A visão

Alfabeto braile

Os olhos: importância da íris e da pálpebra

O tato

A audição

Alfabeto em Libras

O olfato

Sentindo o gosto

O paladar

As refeições do dia

Os cuidados com os alimentos

Como guardar os alimentos

Autorretrato

Unidade 2 – Ciclos e ritmos

Hábitos diários

Dentes de leite e dentes permanentes

Café da manhã

Outras refeições

O banho

Atividades de finais de semana

Direitos das crianças (ECA)

Períodos do dia

Dia e noite

Hora de dormir ou de acordar

Os animais também dormem

Lenda indígena: a origem da noite

Movimento da Terra: dia e noite

Estações do ano

Unidade 3 – Minha casa

Do que os objetos são feitos?

Objetos da cozinha

Objetos de madeira, metal, plástico e vidro

Cuidados na cozinha

Do que os alimentos são feitos?

Alimentos feitos com microrganismos

Matérias-primas de origem animal e vegetal

Matérias-primas de origem mineral: areia, sal, argila e alumínio

A origem do papel

Tipos de moradia

Recursos naturais

Recursos naturais nas regiões do Brasil

Água para viver

Vamos economizar água?

Jogo da memória: partes do corpo

Avaliação diagnóstica

Avaliação formativa

Atividades

Avaliação formativa

Avaliação formativa

Atividades

Avaliação formativa

Atividades

Ciências em ação

Avaliação formativa

Avaliação formativa

Atividades

Avaliação formativa

Avaliação formativa

Atividades

Avaliação formativa

Atividades

Avaliação formativa

Atividades

Avaliação formativa

Atividades

Avaliação formativa

Atividades

Avaliação de resultados

XV


REFERÊNCIAS

BIBLIOGRÁFICAS

LIVROS

ALVES, G. L. (Org.). O Pantanal e sua história na pintura sul-mato-grossense.

Campo Grande: Ed. UFMS, 2014.

ARROIO, A. (Org.). O ensino de Ciências da Natureza. São Paulo: Xamã, 2012.

BRAGA, B. et al. Introdução à engenharia ambiental: o desafio do desenvolvimento

sustentável. São Paulo: Pearson, 2005.

BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Brasília. 2018. Disponível

em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/.

CARVALHO, A. M. P. (Org.). Formação continuada de professores: uma releitura

das áreas de conteúdo. 2. ed. São Paulo: Cengage, 2017.

CASTELLAR, S.; SEMEGHINI-SIQUEIRA, I. Da Educação Infantil ao Ensino

Fundamental: formação docente, inovação e aprendizagem significativa.

1. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2015.

DI CROPANI, O. F. O mundo da eletricidade. Eletropaulo, Eletricidade de São

Paulo. São Paulo: Pau-Brasil, 1987.

FREDERICKS, A. D. Experimentos sencillos con la naturaleza. Barcelona:

Ediciones Oniro, 2001.

FRIZZO, M. N.; MARIN, E. B. O ensino de Ciências nas séries iniciais. Ijuí: Unijuí,

1989.

GARRITZ RUIZ, A.; CHAMIZO GUERRERO, J. A. Química. São Paulo: Pearson

Education do Brasil, 2002.

HELITO, A. S.; KAUFFMAN, P. (Orgs.). Saúde: entendendo as doenças, a enciclopédia

médica da família. São Paulo: Nobel, 2006.

HENRIQUEZ, G. A. C. A mais antiga ciência e a mais nova tecnologia: ensino

de Astronomia e a internet. 1999. 133 F. Dissertação (Mestrado em

Educação). Universidade de São Paulo, São Paulo.

HORTA, N. Vamos comer: da viagem das merendeiras, crônicas e conversas.

Brasil: SEF/MEC, 2002.

LANGHI, R. Aprendendo a ler o céu: pequeno guia prático para a astronomia

observacional. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2016.

MARTÍN, J. A. L. ¿Habrá um terremoto en mi ciudad? Alambique, n. 83, 2016.

MASSARANI, L. (Org.). O pequeno cientista amador: a divulgação científica e

o público infantil. Rio de Janeiro: UFRJ – Casa da Ciência – Fiocruz, 2005.

MIODOWNIK, M. De que são feitas as coisas: 10 materiais que constroem o

nosso mundo. São Paulo: Blucher, 2015.

PECHLIYE, M. M. (Org.). Ensino de ciências e biologia: a construção de conhecimentos

a partir de sequências didáticas. São Paulo: Baraúna, 2018.

RAW, I.; SANT’ANNA, O. A. Aventuras da microbiologia. São Paulo: Hacker

Editores/Narrativa Um, 2002.

ROBERTS, R. M. Descobertas acidentais em ciências. Campinas: Papirus, 1995.

SASSERON, L. H.; CARVALHO, A. M. P. Alfabetização científica: uma revisão bibliográfica.

Investigações em Ensino de Ciências, v. 16, n. 1, p. 59-77, 2011.

SASSERON, L. H.; CARVALHO, A. M. P. Almejando a alfabetização científica no

Ensino Fundamental: a proposição e a procura de indicadores do processo.

Investigações em Ensino de Ciências, v. 13, n. 3, p. 333-352,

2008.

SERWAY, R.; JEWETT, J. Physics for Scientists and Engineers with Modern

Physics. Boston: Cengage Learning, 2013.

SILVA, P. P. Farinha, feijão e carne-seca: um tripé culinário no Brasil colonial.

São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2005.

TEIXEIRA, W. et al. (Org.). 2. ed. Decifrando a terra. São Paulo: Companhia

Editora Nacional, 2008.

TORTORA, G. J.; DERRICKSON, B. Corpo humano: fundamentos de anatomia e

fisiologia. 10. ed. Porto Alegre: Artmed, 2016.

SITES

NOVA ESCOLA. Disponível em: https://novaescola.org.br/. Acesso em: 13 ago.

2021.

Revista digital com temas e abordagens didáticas sobre educação em todos os

níveis.

CHC – Ciência Hoje das Crianças. Disponível em: http://chc.org.br/. Acesso

em: 13 ago. 2021.

Revista digital que aborda temas e curiosidades científicas com linguagem adequada

aos estudantes de diversos níveis de ensino.

REFERÊNCIAS

COMENTADAS

CARVALHO, Anna Maria Pessoa (Org.). Formação continuada de professores:

uma releitura das áreas de conteúdo. 2. ed. São Paulo: Cengage, 2017.

O livro trata da formação continuada dos professores de nossas

escolas do ponto de vista de seus conteúdos específicos, contemplando

as várias áreas de ensino. Os textos são resultado da

preocupação de se investigar a maneira como se ensina, como se

aprende e, principalmente, como se propõe a formação continuada

dos professores.

CASTELLAR, Sonia; SEMEGHINI-SIQUEIRA, Idméa. Da Educação Infantil ao

Ensino Fundamental: formação docente, inovação e aprendizagem

significativa. 1. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2015.

O livro reúne artigos de professores com vasta experiência

em pesquisa educacional e formação docente, inicial e continuada.

Inovações e contribuições concernentes ao ensino e à aprendizagem

de diferentes áreas do conhecimento são objeto de

reflexão.

GARRITZ RUIZ, A.; CHAMIZO GUERRERO, J. A. Química. São Paulo: Pearson

Education do Brasil, 2002.

A Química é uma das ciências que mais influenciam nossa vida,

mas isso muitas vezes passa despercebido. Para o ensino de Química

é importante mostrar que a enorme variedade dos materiais que nos

cercam é formada por poucas unidades químicas presentes na

natureza.

HELITO, A. S.; KAUFFMAN, P. (Orgs.). Saúde: entendendo as doenças, a enciclopédia

médica da família. São Paulo: Nobel, 2006.

O livro é escrito em linguagem médica acessível a leigos. Reúne temas como

nutrição, doenças mentais, doenças genéticas, pediatria, noções de primeiros

socorros, todos abordados em capítulos de autoria de grandes

especialistas.

LANGHI, R. Aprendendo a ler o céu: pequeno guia prático para a astronomia

observacional. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2016.

Este guia incentiva os leitores a reconhecer o céu noturno e a se

interessar pela Astronomia, um campo científico que motiva a compreensão

da natureza e a consciência planetária. De forma didática, o

autor ensina a reconhecer as fases da Lua, eclipses, chuvas de meteoros

etc. Os fundamentos da Astronomia observacional articulam o

ensino de Ciências com Matemática, Artes e História, por exemplo.

MARTÍN, J. A. L. ¿Habrá um terremoto en mi ciudad? Alambique, Barcelona,

España. n. 83, 2016.

O terremoto de Lorca, em 2011, causou muita destruição e vítimas

na cidade espanhola. O autor do livro percebeu o grande desconhecimento

da população sobre a probabilidade de risco sísmico no país

e mostrou a necessidade de educar e divulgar medidas de autoproteção

para reduzir a vulnerabilidade frente aos terremotos.

MASSARANI, Luisa (Org.). O pequeno cientista amador: a divulgação científica

e o público infantil. Rio de Janeiro: UFRJ – Casa da Ciência – Fiocruz,

2005.

Este volume traz oito artigos escritos por autores do Brasil,

México e Chile, discutindo desafios e estratégias para inserir a ciência

no mundo infantil, explorando a curiosidade das crianças para

saber como as coisas funcionam e como é o mundo à volta delas.

MIODOWNIK, M. De que são feitas as coisas: 10 materiais que constroem

o nosso mundo. São Paulo: Blucher, 2015.

XVI


Este livro responde a muitas perguntas sobre os materiais dos

quais as coisas são feitas relatando suas experiências pessoais com

cada material. O autor fala de ciência de um modo acessível para

todos.

PECHLIYE, Magda Medhat (Org.). Ensino de Ciências e Biologia: a construção

de conhecimentos a partir de sequências didáticas. São Paulo: Baraúna,

2018.

A construção do conhecimento e o processo de ensinar e aprender

não são rotineiros. Nesta obra, são apresentadas propostas nas

quais o conhecimento leva em conta a realidade dos alunos, a contextualização

e a menor fragmentação dos conteúdos, de forma que

o trabalho docente se torna intencional, planejado e reflexivo.

RAW, I.; SANT’ANNA, O. A. Aventuras da microbiologia. São Paulo: Hacker

Editores/Narrativa Um, 2002.

Este livro traz informações indispensáveis para tratar a história da

microbiologia com segurança em aulas e embasar discussões sobre o

surgimento deste como campo científico.

TEIXEIRA, W. et al. (Org.). Decifrando a terra. São Paulo: Companhia Editora

Nacional, 2008.

Depois de quase dez anos da iniciativa pioneira em lançar um

livro moderno sobre Geologia, a 2ª edição do livro Decifrando a Terra

chega com avanços significativos em termos de atualização do

conhecimento científico e tecnológico e estruturação dos

conteúdos.

TORTORA, Gerard J.; DERRICKSON, Bryan. Corpo humano: fundamentos de

anatomia e fisiologia. 10. ed. Porto Alegre: Artmed, 2016.

Este livro é uma referência da área: texto claro, objetivo e amplamente

ilustrado sobre os fundamentos de anatomia e fisiologia, com

ênfase na homeostasia.

LOCAIS PARA

VISITAÇÃO

Brasília

Zoológico de Brasília – DF

www.zoo.df.gov.br/

Jardim Botânico de Brasília – DF

www.jardimbotanico.df.gov.br/

Goiás

Parque Nacional das Emas – GO

Zoológico de Goiânia – GO

www.goiania.go.gov.br/

zoologico-de-goiania/

Pará

Museu Paraense Emílio Goeldi

www.museu-goeldi.br/

Paraná

Zoológico de Curitiba

Jardim Botânico de Curitiba

https://turismo.curitiba.pr.gov.br/

conteudo/jardim-botanico/1674

Piauí

Parque Nacional da Serrada Capivara – PI

Rio de Janeiro

Jardim Botânico do Rio de Janeiro – RJ

www.gov.br/jbrj/pt-br

Rondônia

Museu Regional de Arqueologia de

Rondônia – Presidente Médici/RO

São Paulo

Floresta Estadual Edmundo Navarro de

Andrade

Horto Florestal de Rio Claro – SP

Museu do Eucalipto

www.visiterioclaro.com.br/cultura-e-lazer/

floresta-estadual-edmundo-navarro-de-andrade/

Parque Estadual Campos do Jordão – SP

Parque Estadual Ilha do Cardoso –

Cananéia – SP

www.saopaulo.sp.gov.br/conhecasp/

parques-e-reservas-naturais/parqueestadual-ilha-do-cardoso/

Instituto Butantan – SP

www.butantan.gov.br/atracoes

Museu de Zoologia – USP/SP

http://mz.usp.br/pt/pagina-inicial/

Jardim Botânico de São Paulo – SP

Zoológico de São Paulo – SP

www.saopaulo.sp.gov.br/conhecasp/

parques-e-reservas-naturais/zoologicode-sao-paulo/

Museu de Arqueologia Hypólito Barato –

Monte Alto/SP

AQUÁRIOS

Rio de Janeiro

Aquário do Rio de Janeiro – AquaRio

www.aquariomarinhodorio.com.br/

visita-escolar/

São Paulo

Aquário de Santos

www.vivasantos.com.br/aquario

Aquário da Água Branca – município de

São Paulo

Sergipe

Oceanário de Aracaju

www.tamar.org.br/centros_visitantes.

php?cod=10

Rio Grande do Norte

Aquário de Natal

https://aquarionatal.com.br/

Minas Gerais

Aquário do Rio São Francisco

https://prefeitura.pbh.gov.br/fundacao-

-de-parques-e-zoobotanica/jardim-zoologico/aquario-do-rio-sao-francisco

Santa Catarina

Balneário Camboriú – Oceanic Aquarium

https://oceanicaquarium.com.br/

MUSEUS DE CIÊNCIAS

Amazonas

Manaus

Bosque da Ciência

http://bosque.inpa.gov.br/

Goiás

Goiânia

Pátio da Ciência

https://patiodaciencia.ufg.br/

Museu Antropológico

https://museu.ufg.br/

MUSEUS VIRTUAIS

E EXPOSIÇÕES COM

ACESSO ON-LINE

Parque CienTec – São Paulo

www.parquecientec.usp.br/

passeio-virtual

Museu de Zoologia da USP – São Paulo

https://vila360.com.br/tour/mzusp/

Museu do Amanhã – Rio de Janeiro

https://museudoamanha.org.br/

tourvirtualpratodomundo/

Museu Nacional – Rio de Janeiro

https://artsandculture.google.com/project/museu-nacional-brasil

Instituto Inhotim – Minas Gerais

www.inhotim.org.br/visite/

Museu do Sertão – Pernambuco

www.valetourvirtual.com/

museudosertao/

XVII


Aquarela

CIÊNCIAS

Trivellato [ José Trivellato Júnior ]

Licenciado em Ciências Biológicas pelo Instituto de Biociências da

Universidade de São Paulo (USP). Licenciado em Pedagogia pela Faculdade

de Ciências e Letras Nove de Julho. Doutor em Educação e Mestre em

Didática pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP)

Cida Lico [ Maria Aparecida de Almeida Lico ]

Licenciada em Ciências Biológicas pelo Instituto de Biociências da

Universidade de São Paulo (USP)

1

1 0 ANO ENSINO FUNDAMENTAL • ANOS INCIAIS

CIÊNCIAS DA NATUREZA

1 a edição | São Paulo | 2021

1


© 2021 Kit’s editora

São Paulo • 1 a edição • 2021

Kit’s Editora Comércio e Indústria Ltda. - EPP

Rua Henrique Sam Mindlin, 576 – Piso Superior

Jardim do Colégio – São Paulo – SP

CEP: 05882-000

Tel.: (11) 5873-4363

www.kitseditora.com.br/

Direção administrativa

Jane Soraya Apolinário

Equipe M10 Editorial:

Coordenação editorial

Fernanda Azevedo

Coordenação de arte e projeto gráfico de capa

Thais Ometto

Projeto gráfico

Sérgio C.

Edição

Bárbara Odria

Preparação e revisão de textos

Brenda Silva

Assessoria técnica

Giovanna Sarli

Sandra Helena Dittmar Sarli Santos

Produção editorial

Vanessa Dionello

Coordenação de editoração eletrônica

Eduardo Enoki

Editoração eletrônica

Fanny Sosa

Nathalia Scala

Iconografia e ilustrações

M10 editorial

Impressão e acabamento

2


APRESENTAÇÃO

A CURIOSIDADE SEMPRE IMPULSIONOU O SER

HUMANO NA BUSCA POR EXPLICAÇÕES SOBRE O QUE

ACONTECE NO AMBIENTE.

VOCÊ JÁ OBSERVOU OS RAIOS E OUVIU OS TROVÕES

EM UM DIA DE CHUVA? JÁ SE PERGUNTOU COMO

NASCEM AS BORBOLETAS E POR QUE TEMOS O DIA E A

NOITE?

SE VOCÊ É CURIOSO E QUER CONHECER MELHOR OS

SERES VIVOS, COMPREENDER OS FENÔMENOS NATURAIS

E CONHECER A SI MESMO, ENTÃO, SAIBA QUE VOCÊ

GOSTA DE CIÊNCIAS.

AS CIÊNCIAS DA NATUREZA EXPLICAM MUITOS DOS

FENÔMENOS NATURAIS E PROCURAM ENTENDER COMO

FUNCIONA A NATUREZA.

NESTE LIVRO, QUE PREPARAMOS COM MUITO

CARINHO, VOCÊ VAI EXPERIMENTAR, PESQUISAR,

DEBATER IDEIAS, RESOLVER PROBLEMAS E DESCOBRIR

UM NOVO JEITO DE OLHAR A NATUREZA E DE

APRENDER JUNTO COM OS SEUS COLEGAS.

COMPREENDER CIÊNCIAS SIGNIFICA CONHECER

O MUNDO DO PONTO DE VISTA DOS CIENTISTAS, E

VOCÊ ESTÁ CONVIDADO A NOS ACOMPANHAR NESSA

AVENTURA, DESDE A PRIMEIRA ATÉ A ÚLTIMA PÁGINA

DESTE LIVRO.

APROVEITE OS TEXTOS, AS IMAGENS E AS

ATIVIDADES INTERESSANTES PARA COMPREENDER

MELHOR O MUNDO EM QUE VIVEMOS.

OS AUTORES.

3


1 2 3 4

CONHEÇA SEU

LIVRO

PARA COMEÇAR

SEÇÃO DE ABERTURA

DO VOLUME PARA

DIAGNOSTICAR OS

CONHECIMENTOS PRÉVIOS

DOS ALUNOS.

1. OBSERVE AS IMAGENS.

PARA COMEÇAR

A. CARLÍN/ M10

A) QUE IMAGEM MOSTRA O CUIDADO COM OS ALIMENTOS? 3

B) QUE IMAGEM MOSTRA QUE A LOUÇA DEVE ESTAR SEMPRE LIMPA? 2

C) QUE IMAGEM MOSTRA A FALTA DE CUIDADO COM UM ALIMENTO? 4

D) QUE IMAGEM MOSTRA OBJETOS FEITOS DE MADEIRA? 1

E) QUE FRUTA A MENINA ESTÁ LAVANDO? ELA ESTÁ LAVANDO UVAS.

2. OBSERVE AS IMAGENS.

A) COMPLETE CADA FRASE COM UMA PALAVRA.

A. CARLÍN/ M10

FRUTAS MÃOS HIGIENE

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

NÓS DEVEMOS CUIDAR DA

HIGIENE

DO NOSSO CORPO.

B) QUAIS DESSAS AÇÕES VOCÊ FAZ TODOS OS DIAS?

RESPOSTA PROVÁVEL: LAVAR AS MÃOS E TOMAR BANHO OU TODAS.

3. PINTE OS DESENHOS DO DIA E A NOITE.

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10 A. CARLÍN/ M10

FRUTAS

LAVE AS

ANTES DE COMÊ-LAS.

LAVE AS SUAS

MÃOS

ANTES DAS REFEIÇÕES.

10

11

1

TEMA DO LIVRO: DIVERSIDADE

O MEU CORPO

A. CARLÍN/ M10

DENTES DE LEITE

AS CRIANÇAS TÊM DENTES DE LEITE ATÉ POR VOLTA DOS

6 ANOS DE IDADE. DEPOIS ELES CAEM E COMEÇAM A NASCER

OS DENTES PERMANENTES.

PERMANENTE: QUE É

DEFINITIVO.

PARA EXPLORAR

Respostas na Resolução comentada.

OBSERVE A IMAGEM E RESPONDA:

1. AS CRIANÇAS ESTÃO BRINCANDO DE

QUÊ?

2. CONTE PARA OS COLEGAS QUAIS SÃO

AS SUAS BRINCADEIRAS FAVORITAS.

AS CRIANÇAS SE DIVERTEM

DE MUITAS MANEIRAS.

ROB BAYER/SHUTTERSTOCK

DENTES DE LEITE

AS CRIANÇAS TÊM DENTES DE LEITE ATÉ POR VOLTA DOS

6 ANOS DE IDADE. DEPOIS ELES CAEM E COMEÇAM A NASCER PERMANENTE: QUE É

DEFINITIVO.

OS DENTES PERMANENTES.

ROB BAYER/SHUTTERSTOCK

OS DENTES DE LEITE SÃO TROCADOS

PELOS DENTES PERMANENTES.

PARA EXPLORAR

NO INÍCIO DE CADA UNIDADE HÁ

UMA IMAGEM RELACIONADA AO

ASSUNTO QUE SERÁ ESTUDADO, COM

PERGUNTAS DE INTRODUÇÃO.

ESSAS TROCAS ACONTECERÃO DURANTE ALGUNS ANOS.

AO COMPLETAR 13 ANOS, A MAIORIA DAS PESSOAS TERÁ SOMENTE DENTES

PERMANENTES. O NÚMERO DE DENTES PERMANENTES VARIA DE 28 A 32.

OS DENTES DE LEITE SÃO TROCADOS

PELOS DENTES PERMANENTES.

ESSAS TROCAS ACONTECERÃO DURANTE ALGUNS ANOS.

AO COMPLETAR 13 ANOS, A MAIORIA DAS PESSOAS TERÁ SOMENTE DENTES

PERMANENTES. O NÚMERO DE DENTES PERMANENTES VARIA DE 28 A 32.

DENTES DE LEITE (20)

VICTOR B./ M10

DENTES PERMANENTES (32)

ESQUEMA DE UMA BOCA COM OS DENTES DE LEITE E UMA BOCA COM

OS DENTES PERMANENTES.

VICTOR B./ M10

CIÊNCIAS

DENTES DE LEITE (20)

VICTOR B./ M10

DENTES PERMANENTES (32)

ESQUEMA DE UMA BOCA COM OS DENTES DE LEITE E UMA BOCA COM

OS DENTES PERMANENTES.

LIVRO

• A FADA DO DENTE

BANGUELA

AUTORA: LULU LIMA

EDITORA: MIL

CARAMIOLAS

ANO: 2016

O LIVRO CONTA A

HISTÓRIA DE QUANDO

A PRÓPRIA FADA DO

DENTE FICA BANGUELA!

É UMA HISTÓRIA PARA

CAIR NA RISADA E

MOSTRAR TODAS AS

JANELINHAS.

VICTOR B./ M10

51

CIÊNCIAS

LIVRO

• A FADA DO DENTE

BANGUELA

AUTORA: LULU LIMA

EDITORA: MIL

CARAMIOLAS

ANO: 2016

O LIVRO CONTA A

HISTÓRIA DE QUANDO

A PRÓPRIA FADA DO

DENTE FICA BANGUELA!

É UMA HISTÓRIA PARA

CAIR NA RISADA E

MOSTRAR TODAS AS

JANELINHAS.

51

GLOSSÁRIO

PALAVRAS DESCONHECIDAS

ESTARÃO EM DESTAQUE COM OS

SIGNIFICADOS NO GLOSSÁRIO.

4


É POR MEIO DO OLFATO QUE PODEMOS SENTIR O CHEIRO DAS FLORES E DAS FRUTAS.

CURIOSIDADE

COMO SE CHAMA A PARTE COLORIDA DOS OLHOS?

A PARTE COLORIDA DOS OLHOS É CHAMADA DE ÍRIS. A ÍRIS PODE

TER VÁRIAS CORES DESDE O MARROM MUITO ESCURO ATÉ O AZUL MAIS

CLARO.

E VOCÊ SABE POR QUE EXISTEM TANTAS CORES? O QUE DETERMINA A

COR DOS OLHOS SÃO O TIPO E A QUANTIDADE DE UMA SUBSTÂNCIA QUE

SE CHAMA MELANINA. QUANTO MAIS MELANINA TEMOS NA ÍRIS, MAIS

ESCURA ELA É. E SE TEMOS POUCA MELANINA, O OLHO É MAIS CLARO!

E VOCÊ JÁ REPAROU QUE QUANDO OLHAMOS NOS OLHOS DE UMA

PESSOA, PERCEBEMOS QUE NO MEIO DA ÍRIS EXISTE UM CÍRCULO PRETO?

ESTE CÍRCULO É A PUPILA, ELA CONTROLA A ENTRADA DE LUZ NOS

NOSSOS OLHOS PARA QUE POSSAMOS ENXERGAR.

ENTÃO VAMOS REVISAR? O TIPO E A QUANTIDADE DE MELANINA

DETERMINA A COR DA ÍRIS E NO MEIO DE CADA ÍRIS EXISTE A PUPILA.

AGORA JÁ SABEMOS UM POUCO MAIS SOBRE OS OLHOS! E ENTÃO ME DIGA

AÍ, QUAL A COR DA SUA ÍRIS?

FERNANDA GREGORY. COMO SE CHAMA A PARTE COLORIDA DOS OLHOS. UNIVERSIDADE DAS CRIANÇAS. DISPONÍVEL EM:

WWW.UNIVERSIDADEDASCRIANCAS.ORG/PERGUNTAS/COMO-SE-CHAMA-A-PARTE-COLORIDA-DOS-OLHOS/. ACESSO EM: 21 JUN. 2021.

• O QUE DÁ A COR AOS OLHOS DAS PESSOAS?

CURIOSIDADE

TEXTOS COM TEMAS ATUAIS E

CURIOSIDADES SOBRE CIÊNCIAS

E TECNOLOGIA.

A. CARLÍN/ M10

27

CIÊNCIAS

O OLFATO

SE CONSEGUIMOS SABER A DIFERENÇA ENTRE O CHEIRO DE CHULÉ E O

CHEIRO DE SABONETE, É POR CAUSA DO SENTIDO DO OLFATO.

É COM O NARIZ QUE SENTIMOS OS CHEIROS.

É POR MEIO DO OLFATO QUE PODEMOS SENTIR O CHEIRO DAS FLORES E DAS FRUTAS.

MARK PAYNE/SHUTTERSTOCK

MAS NEM TODO CHEIRO QUE SENTIMOS É BOM. QUANDO UM ALIMENTO ESTÁ

COM CHEIRO RUIM, É UM AVISO DE QUE ELE PODE ESTAR ESTRAGADO.

TROCANDO IDEIAS

CONVERSE COM OS COLEGAS E RESPONDA: POR QUE VOCÊ ACHA QUE É

MAIS DIFÍCIL SENTIR OS CHEIROS QUANDO ESTAMOS RESFRIADOS?

Resposta na Resolução comentada.

LIVRO

• DE VÁRIOS JEITOS

AUTORA: FLÁVIA REIS

ILUSTRAÇÕES: ALEXANDRE RAMPAZO

EDITORA: CALLIS

ANO: 2009

O LIVRO CONTA A HISTÓRIA DE UMA MENINA QUE, COM A AJUDA DE UM ESPELHO,

DESCOBRE QUE CADA HORA PODE SER DE UM JEITO.

33

DIVULGAÇÃO

TRAVNIKOVSTUDIO/SHUTTERSTOCK

MAS NEM TODO CHEIRO QUE SENTIMOS É BOM. QUANDO UM ALIMENTO ESTÁ

COM CHEIRO RUIM, É UM AVISO DE QUE ELE PODE ESTAR ESTRAGADO.

CIÊNCIAS

CIÊNCIAS +

NO CIÊNCIAS + VOCÊ ENCONTRA INDICAÇÕES

DE LIVROS, VÍDEOS, FILMES E SITES

RELACIONADOS AO ASSUNTO ESTUDADO.

TROCANDO IDEIAS

CONVERSE COM OS COLEGAS E RESPONDA: POR QUE VOCÊ ACHA QUE É

MAIS DIFÍCIL SENTIR OS CHEIROS QUANDO ESTAMOS RESFRIADOS?

Resposta na Resolução comentada.

LIVRO

• DE VÁRIOS JEITOS

AUTORA: FLÁVIA REIS

ILUSTRAÇÕES: ALEXANDRE RAMPAZO

EDITORA: CALLIS

ANO: 2009

O LIVRO CONTA A HISTÓRIA DE UMA MENINA QUE, COM A AJUDA DE UM ESPELHO,

DESCOBRE QUE CADA HORA PODE SER DE UM JEITO.

33

DIVULGAÇÃO

BRINCANDO EU APRENDO

JOGO DA MEMÓRIA

CONVIDE UM COLEGA PARA JOGAR COM VOCÊ.

MATERIAIS

• TESOURA DE PONTAS ARREDONDADAS;

• COLA EM BASTÃO;

• CARTOLINA OU PAPEL-CARTÃO.

UM POUCO DE HISTÓRIA

TEXTOS QUE CONTAM UM POUCO DE

COMO O CONHECIMENTO CIENTÍFICO FOI SE

TRANSFORMANDO AO LONGO DO TEMPO.

COMO FAZER

PEÇA A AJUDA DE UM ADULTO PARA COLAR AS CARTAS QUE ESTÃO NA

PÁGINA 105 EM UMA CARTOLINA OU EM PAPEL-CARTÃO E RECORTAR ANTES DE

COMEÇAREM A JOGAR.

REGRAS DO JOGO

EMBARALHEM AS CARTAS. DEIXEM AS IMAGENS VIRADAS PARA BAIXO.

DECIDAM QUEM SERÁ O PRIMEIRO A JOGAR.

O PRIMEIRO JOGADOR VIRA DUAS CARTAS. SE FORMAR PAR, ELE JOGA

NOVAMENTE, MAS, SE ERRAR, PASSA A VEZ.

GANHA AQUELE QUE FORMAR MAIS PARES.

OS PARES SÃO FORMADOS POR UMA PALAVRA E UM DESENHO.

VEJA O EXEMPLO:

MÃO

VICTOR B./ M10

UM POUCO DE HISTÓRIA

UTENSÍLIOS ANTIGOS

SHAN_SHAN/SHUTTERSTOCK

CALDEIRÃO CHINÊS DA

DINASTIA SHANG (2017-1600

A.C.).

AS PRIMEIRAS COLHERES ERAM FEITAS COM

GALHOS PRESOS A CONCHAS E USADAS PARA

MEXER OS ALIMENTOS DENTRO DE POTES.

SÓ MAIS TARDE A COLHER COMEÇOU A SER

USADA COMO TALHER NAS REFEIÇÕES.

A PANELA É UTILIZADA HÁ MAIS DE 20 MIL ANOS. INICIALMENTE,

ELA ERA FEITA DE BARRO OU PEDRA. A PANELA DE METAL

COMEÇOU A SER FEITA HÁ 6 MIL ANOS, APROXIMADAMENTE.

COLEÇÃO DE COLHERES ANTIGAS.

TRAVELLER70/SHUTTERSTOCK

104

BRINCANDO EU APRENDO

POR MEIO DE JOGOS E

BRINCADEIRAS, VOCÊ VAI

COLOCAR EM PRÁTICA O QUE

ESTUDOU.

FRIGIDEIRAS

E CHALEIRAS

COMEÇARAM A

APARECER POR

VOLTA DE 400

ANOS ATRÁS.

CHALEIRA DO SÉCULO 18.

PHOTO WIN1/SHUTTERSTOCK

PANELA DE ALUMÍNIO ANTIGA.

82

SHAMILS/SHUTTERSTOCK

O GARFO COMEÇOU

A SER USADO PARA

COMER SOMENTE HÁ

400 ANOS.

GARFO ANTIGO.

AS FRIGIDEIRAS E AS PANELAS

DE ALUMÍNIO COMEÇARAM A SER

FABRICADAS HÁ MAIS OU MENOS

100 ANOS.

NEKRASOV ANDREY/SHUTTERSTOCK

5


ARTE

CIÊNCIAS EM AÇÃO

NESTA SEÇÃO, VOCÊ ENCONTRARÁ PROJETOS

QUE SERÃO DESENVOLVIDOS EM GRUPO.

44

CIÊNCIAS EM AÇÃO

AUTORRETRATO

NESTA ATIVIDADE, VAMOS ELABORAR UM AUTORRETRATO.

VEJA ALGUNS EXEMPLOS ABAIXO.

AUTORRETRATO DA PINTORA BRASILEIRA

TARSILA DO AMARAL.

MATERIAIS

• FOLHA DE CARTOLINA BRANCA

(UMA POR ALUNO);

• TESOURA DE PONTAS

ARREDONDADAS;

• REVISTAS VELHAS;

ORGANIZE O TRABALHO

• COLA EM BASTÃO;

• LÁPIS DE COR;

• GIZ DE CERA;

• TINTAS GUACHE;

• PINCÉIS PARA GUACHE.

• CADA ALUNO RECEBERÁ UMA CARTOLINA BRANCA.

AUTORRETRATO DO PINTOR ESPANHOL

PABLO PICASSO.

• ESCREVA SEU NOME NA PARTE DE TRÁS DA CARTOLINA.

• ESCOLHA O MATERIAL QUE VAI UTILIZAR PARA O SEU AUTORRETRATO. PODE

SER TINTA, LÁPIS DE COR, GIZ DE CERA, COLAGEM...

JORNADA DO SABER

SEÇÃO COM TEXTOS PARA ESTIMULAR

A REFLEXÃO E O PENSAMENTO CRÍTICO.

COLEÇÃO PARTICULAR/ROMULO FIALDINI

NARODNI GALERIE, PRAGUE, CZECH REPUBLIC /BRIDGEMAN IMAGES/KEYSTONE BRASIL

HORA DE DORMIR OU DE ACORDAR?

A MAIORIA DAS PESSOAS FAZ AS SUAS ATIVIDADES, COMO TRABALHAR E

ESTUDAR, DURANTE O DIA E DORME À NOITE.

OUTRAS TRABALHAM À NOITE E, ENTÃO, DORMEM DURANTE O DIA.

VOCÊ CONHECE ALGUÉM QUE TRABALHA À NOITE E DESCANSA DURANTE O DIA?

TROCANDO IDEIAS

CONVERSE COM OS COLEGAS A RESPEITO DAS IMAGENS A SEGUIR E

RESPONDA:

1. O QUE AS PESSOAS ESTÃO FAZENDO?

2. AGORA, MARQUE COM UM N AS IMAGENS QUE MOSTRAM PESSOAS QUE

DORMEM À NOITE E COM UM D AS QUE MOSTRAM QUEM DEVE DORMIR

DE DIA.

64

BOMBEIRO.

MÚSICO.

FABOI/SHUTTERSTOCK

PERKUS/SHUTTERSTOCK

VETERINÁRIA.

MOTORISTA DE CAMINHÃO.

TROCANDO IDEIAS

AQUI VOCÊ VAI

COMPARTILHAR OPINIÕES

E IDEIAS SOBRE DIVERSOS

ASSUNTOS COM OS

COLEGAS.

NEW AFRICA/SHUTTERSTOCK

ALEKSANDAR MALIVUK/SHUTTERSTOCK

JORNADA DO SABER

CRIANÇA TAMBÉM TEM DIREITOS

TODA CRIANÇA TEM DIREITO À SAÚDE, À EDUCAÇÃO,

À ALIMENTAÇÃO, À CULTURA, AO ESPORTE E AO LAZER.

DIREITO: REGRAS E LEIS

QUE REGULAMENTAM A

OS DIREITOS DAS CRIANÇAS E DOS ADOLESCENTES VIDA EM SOCIEDADE.

ESTÃO GARANTIDOS PELO ESTATUTO DA CRIANÇA E DO

ADOLESCENTE (ECA).

OS DIREITOS DAS CRIANÇAS

1. DIREITO À IGUALDADE,

SEM DISTINÇÃO DE RAÇA,

COR, RELIGIÃO

OU NACIONALIDADE.

2. DIREITO À PROTEÇÃO PARA

3. DIREITO A UM

O SEU DESENVOLVIMENTO

NOME E UMA

FÍSICO, SOCIAL E MENTAL.

NACIONALIDADE.

5. DIREITO A UMA

4. DIREITO A

VAGA NA ESCOLA

ALIMENTAÇÃO,

E A CUIDADOS

MORADIA E

ESPECIAIS PARA

ASSISTÊNCIA.

A CRIANÇA COM

DEFICIÊNCIA FÍSICA

OU INTELECTUAL.

6. DIREITO AO AMOR

E À ACEITAÇÃO POR

PARTE DOS PAIS E

DA SOCIEDADE.

9. DIREITO À PROTEÇÃO CONTRA O

ABANDONO E A EXPLORAÇÃO NO

TRABALHO.

7. DIREITO AO LAZER

E À EDUCAÇÃO.

10. DIREITO A CRESCER DENTRO DE

8. DIREITO A SER

UM ESPÍRITO DE SOLIDARIEDADE,

SOCORRIDA EM

COMPREENSÃO E JUSTIÇA ENTRE

PRIMEIRO LUGAR.

OS POVOS.

59

A. CARLÍN/ M10

MÃOS À OBRA

ATIVIDADES

PRÁTICAS QUE

ENVOLVEM

MANIPULAÇÃO

DE MATERIAIS,

OBSERVAÇÃO E

INTERPRETAÇÃO

DE RESULTADOS.

88

MÃOS À OBRA

PRODUÇÃO DE IOGURTE CASEIRO

PODEMOS FAZER IOGURTE EM CASA?

A RESPOSTA É SIM!

LEMBRE-SE

MATERIAIS

NÃO TENTE FAZER ESSA RECEITA

SOZINHO. PEÇA AJUDA A UM ADULTO.

• 1 LITRO DE LEITE INTEGRAL;

• 1 POTE DE 200 g DE IOGURTE NATURAL (SEM AÇÚCAR).

• 1 POTE DE VIDRO COM TAMPA.

COMO FAZER

A. PEÇA A UM ADULTO QUE

AQUEÇA O LEITE ATÉ

COMEÇAR A FERVER. O LEITE

DEVERÁ SER RETIRADO DO

FOGO, IMEDIATAMENTE,

APÓS O INÍCIO DA FERVURA.

B. DEIXE O LEITE ESFRIAR ATÉ

FICAR MORNO, ISTO É, NEM

MUITO QUENTE NEM MUITO

FRIO. PEÇA A UM ADULTO

QUE PASSE O LEITE MORNO

PARA UM POTE DE VIDRO

COM TAMPA.

C. ACRESCENTE O IOGURTE

NATURAL AO LEITE MORNO.

D. MEXA A MISTURA, TAMPE

O POTE E COLOQUE-O EM

UMA CAIXA DE ISOPOR. SE

NÃO TIVER UMA CAIXA DE

ISOPOR, CUBRA O POTE

FECHADO COM UM PANO

DE PRATO.

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

6


ATIVIDADES

1. OBSERVE AS CRIANÇAS QUE APARECEM A SEGUIR.

A) PINTE DE VERMELHO O QUADRADINHO QUE CORRESPONDE À CRIANÇA MAIS ALTA.

B) PINTE DE AZUL O QUADRADINHO QUE CORRESPONDE À CRIANÇA MAIS BAIXA.

C) PINTE DE VERDE OS QUADRADINHOS QUE CORRESPONDEM ÀS CRIANÇAS QUE

USAM ÓCULOS.

D) QUANTAS CRIANÇAS USAM ÓCULOS?

22

A. CARLÍN/ M10

2. VEJA AS PARTES DO CORPO QUE AS CRIANÇAS ESTÃO MOSTRANDO E UTILIZE AS

LETRAS ABAIXO PARA COMPLETAR AS PALAVRAS.

A A R G Ç N A E B Ç I R A E R R B

A) B)

TOEY TOEY/SHUTTERSTOCK

LEUNGCHOPAN/SHUTTERSTOCK

C

A

B

A

C) D)

RICCARDO MAYER/

SHUTTERSTOCK

GLENDA/SHUTTERSTOCK

B

O

P

A

3. DESENHE VOCÊ E O SEU MELHOR AMIGO. DEPOIS, CIRCULE AS PRINCIPAIS

DIFERENÇAS ENTRE VOCÊS.

23

ATIVIDADES

NESTA SEÇÃO VOCÊ

ENCONTRARÁ

EXERCÍCIOS E

ATIVIDADES

PARA RETOMAR

E REPENSAR OS

CONTEÚDOS

TRATADOS NO

CAPÍTULO.

PARA ENCERRAR

1. COMPLETE O DIAGRAMA COM O NOME DAS PARTES DO CORPO.

A

G)

B) D)

D

H) C)

B

E

C

A)

G

F

F)

H

E)

2. LIGUE CORRETAMENTE O SENTIDO À SENSAÇÃO.

OLFATO

SABOR DA SALADA DE FRUTAS.

PALADAR

MACIEZ DOS PELOS DO CACHORRO.

AUDIÇÃO

SOM DA ORQUESTRA TOCANDO.

TATO

BELEZA DA EXPOSIÇÃO DE ARTE.

VISÃO

CHEIRO DO CAMPO DE FLORES.

107

AFRICA STUDIO/SHUTTERSTOCK; MIKKEL BIGANDT/SHUTTERSTOCK; FERENC SZELEPCSENYI/SHUTTERSTOCK; ALEX

SEGRE/SHUTTERSTOCK; PAVLO BALIUKH/SHUTTERSTOCK.

A. CARLÍN/ M10

3. PARA FAZERMOS UM BOLO DE CENOURA, USAMOS OS SEGUINTES INGREDIENTES:

PINEAPPLE STUDIO/

SHUTTERSTOCK

UNAL OZMEN/

SHUTTERSTOCK

NATURALBOX/

SHUTTERSTOCK

PHOTOONGRAPHY/

SHUTTERSTOCK

5 SECOND STUDIO/

SHUTTERSTOCK

AFRICA STUDIO/

SHUTTERSTOCK

AGORA, COMPLETE O QUADRO INDICANDO O NOME DOS INGREDIENTES E ASSINALE

COM UM X A ORIGEM DE CADA UM DELES.

ORIGEM ORIGEM

INGREDIENTE

ANIMAL

VEGETAL

4. ENCONTRE AS PALAVRAS DO QUADRO NO DIAGRAMA ABAIXO.

E T F G R A N I T O O

NATURAL

Á G U A L O B F C D S

ÁGUA

E Q R U V E G E T A L

ANIMAL

G T Á V S E A F D O P

FERRO

N C N A T U R A L D S

GRANITO

G U A T G P L R D I I

VEGETAL

C V S A U L F E R R O

J H A N I M A L D S R

108

PARA ENCERRAR

NESTA SEÇÃO VOCÊ

VAI RETOMAR

OS CONTEÚDOS

ESTUDADOS

DURANTE O ANO.

ÍCONES DE ATIVIDADE

ESTES SÃO OS ÍCONES

UTILIZADOS NO LIVRO:

ATIVIDADE EM DUPLA

ATIVIDADE ORAL

ATIVIDADE EM GRUPO

SELOS INTERDISCIPLINARES

ESTE ÍCONE,

QUE APARECE

NO FINAL DE

ALGUMAS PÁGINAS DO

SEU LIVRO, INFORMA

QUE NELAS HÁ IMAGENS

COM ELEMENTOS

REPRESENTADOS FORA DE

PROPORÇÃO ENTRE SI.

TEMA TRANSVERSAL

7


SUMÁRIO

PARA COMEÇAR .................................................................................... 10

UNIDADE 1

O MEU CORPO, 12

CAPÍTULO 1 • QUEM SOU EU? ............................................................. 14

• VOCÊ E A SUA FAMÍLIA ..............................16

• AS PARTES DO CORPO ................................17

UM NOME PARA CADA PARTE

DO CORPO ....................................................18

• ANDAR, CORRER, NADAR ...........................19

BRINCANDO EU APRENDO –

SIGA O MESTRE ............................................ 21

ATIVIDADES ........................................... 22

CAPÍTULO 2 • EU RECONHEÇO O AMBIENTE ................................ 24

• A VISÃO .................................................. 25

MÃOS À OBRA – A OBSERVAÇÃO DA

BORRACHA DE APAGAR .......................... 29

• O TATO ....................................................30

• A AUDIÇÃO .............................................31

OUTRA FORMA DE OUVIR ......................... 31

MÃOS À OBRA – RECONHECENDO A

VOZ DE UM COLEGA ................................. 32

• O OLFATO ...............................................33

• O PALADAR ............................................34

MÃOS À OBRA – SENTINDO

O GOSTO ....................................................... 35

ATIVIDADES ...........................................36

CAPÍTULO 3 • MEUS HÁBITOS SAUDÁVEIS .................................... 38

• OS CUIDADOS COM OS ALIMENTOS . 40

• COMO GUARDAR OS ALIMENTOS.......41

ATIVIDADES ........................................... 43

CIÊNCIAS EM AÇÃO –

AUTORRETRATO ......................................... 44

UNIDADE 2

CICLOS E RITMOS, 46

CAPÍTULO 4 • O RITMO DOS MEUS DIAS ....................................... 48

• OS DENTES .............................................50

DENTES DE LEITE ........................................ 51

POR QUE É IMPORTANTE

ESCOVAR OS DENTES ................................52

• O CAFÉ DA MANHÃ .............................. 53

OUTRAS REFEIÇÕES .................................. 54

BRINCANDO EU APRENDO ......................57

• OBA! CHEGOU O FINAL DE SEMANA 58

JORNADA DO SABER – CRIANÇA

TAMBÉM TEM DIREITOS ........................... 59

ATIVIDADES ...........................................60

8


CAPÍTULO 5 • O TEMPO.................................................................... 62

• HORA DE DORMIR OU DE ACORDAR? . 64

OS ANIMAIS TAMBÉM DORMEM ..................66

UM POUCO DE HISTÓRIA – A LENDA DO

DIA E DA NOITE .............................................. 68

• O CICLO DO DIA E DA NOITE ................ 69

• AS ESTAÇÕES DO ANO ............................ 71

ATIVIDADES ...............................................73

UNIDADE 3

MINHA CASA, 74

CAPÍTULO 6 • OBJETOS DA MINHA CASA ...................................... 76

• DO QUE SÃO FEITOS OS OBJETOS? .....77

MÃOS À OBRA – UTENSÍLIOS

ANTIGOS .............................................................79

OBJETOS DA COZINHA .................................80

UM POUCO DE HISTÓRIA ..............................82

• CUIDADOS NA COZINHA ........................ 83

ATIVIDADES .............................................. 84

CAPÍTULO 7 • AS MATÉRIAS-PRIMAS ............................................ 86

• DO QUE OS ALIMENTOS SÃO FEITOS.. 86

MÃOS À OBRA – PRODUÇÃO DE

IOGURTE CASEIRO ..........................................88

MATÉRIAS-PRIMAS DE ORIGEM ANIMAL E

VEGETAL ..........................................................90

MATÉRIAS-PRIMAS DE ORIGEM

MINERAL .......................................................... 92

UM POUCO DE HISTÓRIA – ORIGEM

DO PAPEL ...........................................................95

ATIVIDADES ...............................................97

CAPÍTULO 8 • O MEIO AMBIENTE É NOSSA CASA ........................ 98

• RECURSOS NATURAIS............................ 99

RECURSOS NATURAIS NAS REGIÕES DO

BRASIL ........................................................... 100

• ÁGUA PARA VIVER .................................101

VAMOS ECONOMIZAR ÁGUA? ....................102

ATIVIDADES ............................................ 103

BRINCANDO EU APRENDO –

JOGO DA MEMÓRIA .....................................104

Para encerrar ................................................................. 107

Referências ......................................................................111

9


Sugestão de

encaminhamento

Esta avaliação diagnóstica

(avaliação de entrada) tem o

foco nas imagens e você pode

utilizá-la em uma conversa

para perceber os conhecimentos

que os alunos possuem.

Estão presentes nesta

checagem os cuidados com a

higiene pessoal, dos alimentos

e dos utensílios da casa;

evidências da marcação temporal

do dia e da noite e os

materiais de alguns objetos.

Incentive-os a compartilhar

as respostas e darem opinião

sobre as informações nas imagens.

A oralidade e o intercâmbio

de ideias são pontos

que merecem atenção; para

estimular uma conversa sobre

os números, eles foram utilizados

nas imagens.

Apoio pedagógico

Não se espera que os alunos

dominem a escrita convencional,

embora possam

conhecer as letras e comecem

a aventurar-se por esse caminho.

Quando se pede para

que escrevam, em geral, as

palavras solicitadas estão nas

comandas das questões, propiciando

seu reconhecimento

e identificando onde colocá-

-las. As propostas podem ser

comentadas coletivamente,

aproveitando para questionar

como são escritas algumas

palavras. Cada vez que você

recolher os livros para análise,

poderá observar e anotar

os progressos ou dificuldades

que cada um dos seus

alunos está enfrentando na

alfabetização.

1. OBSERVE AS IMAGENS.

PARA COMEÇAR

A. CARLÍN/ M10

A) QUE IMAGEM MOSTRA O CUIDADO COM OS ALIMENTOS? 3

B) QUE IMAGEM MOSTRA QUE A LOUÇA DEVE ESTAR SEMPRE LIMPA? 2

C) QUE IMAGEM MOSTRA A FALTA DE CUIDADO COM UM ALIMENTO? 4

D) QUE IMAGEM MOSTRA OBJETOS FEITOS DE MADEIRA? 1

E) QUE FRUTA A MENINA ESTÁ LAVANDO? ELA ESTÁ LAVANDO UVAS.

2. OBSERVE AS IMAGENS.

A) COMPLETE CADA FRASE COM UMA PALAVRA.

10

A. CARLÍN/ M10 A. CARLÍN/ M10

1 2 3 4

Resolução comentada

A. CARLÍN/ M10

FRUTAS MÃOS HIGIENE

LAVE AS

ANTES DE COMÊ-LAS.

LAVE AS SUAS

ANTES DAS REFEIÇÕES.

FRUTAS

A. CARLÍN/ M10

MÃOS

A atividade 1 discute os hábitos de higiene (EF01CI03). Converse com os alunos sobre por

que, além da higiene do corpo, lavar a louça, descartar recipientes com restos de comida e lavar

as frutas que serão ingeridas também são hábitos necessários para a manutenção da saúde. Os

alunos poderão nomear objetos da sala de aula e de casa feitos de diversos materiais (EF01CI01),

ampliando seu vocabulário e preparando-se para conhecer e nomear muitos outros durante o ano.

A atividade 2 volta a valorizar os hábitos de higiene (EF01CI03) e, ao nomear uma parte do corpo

– as mãos –, contempla a habilidade EF01CI02.

A. CARLÍN/ M10

10


A. CARLÍN/ M10

NÓS DEVEMOS CUIDAR DA

DO NOSSO CORPO.

B) QUAIS DESSAS AÇÕES VOCÊ FAZ TODOS OS DIAS?

RESPOSTA PROVÁVEL: LAVAR AS MÃOS E TOMAR BANHO OU TODAS.

3. PINTE OS DESENHOS DO DIA E A NOITE.

Sugestão de

encaminhamento

Estimule uma discussão

sobre as funções das mãos

(pegar objetos, escrever, desenhar,

proteger o corpo em

uma queda, entre tantas outras)

e a importância de mantê-las

limpas. Esse é mais um

momento para a participação

de todos.

HIGIENE

Resolução

comentada

11

A. CARLÍN/ M10

A ilustração a ser colorida

na atividade 3 permite

que você perceba os conhecimentos

que os alunos

possuem em relação aos

períodos diários (dia e noite).

Observe se nomeiam

corretamente a imagem na

qual consta o Sol – dia – e a

imagem com a Lua e as estrelas

– noite, bem como se

são capazes de colorir o céu

com diferentes tons de azul

para sinalizar a diferença

entre esses períodos do dia

(EF01CI05).

Além dos corpos celestes já

indicados, os alunos podem

distinguir o dia e a noite por

meio dos hábitos dos seres

vivos, temática referente

à habilidade EF01CI06. Na

imagem que representa o

dia, observa-se uma borboleta,

animal de hábito diurno,

enquanto a imagem referente

à noite mostra uma coruja,

de hábito noturno.

Os alunos também podem

perceber duas características

indicativas do ritmo de

atividades diárias dos seres

humanos: a criança pedalando

somente na imagem do

dia e a diferença na abertura

da janela nas duas imagens.

Ao final da atividade, estimule

os alunos a socializarem

e a interpretarem as

imagens e como elas foram

coloridas. Isso favorecerá o

desenvolvimento da oralidade

e permitirá sua intervenção

nos pontos em que

a turma apresentar dificuldades

(como a identificação

dos corpos celestes visíveis

durante o dia e à noite e os

hábitos dos animais). Você

pode pedir que os alunos que

identificaram o hábito diurno

e noturno dos animais nas

imagens compartilhem com

os colegas essa informação

e, caso saibam, comentem

sobre o hábito de outros animais

do seu convívio.

11


APRESENTAÇÃO DO VOLUME

A transição da Educação Infantil para o Ensino Fundamental

deve ocorrer de modo natural, sem traumas emocionais para

as crianças. Do ponto de vista pedagógico, o primeiro ano

do Ensino Fundamental dará continuidade ao processo formativo

intelectual, social e cultural da criança já iniciado em

anos anteriores.

A convivência com outras pessoas, a participação ativa e

construtiva, a exploração do ambiente físico e social, o autoconhecimento

e o apreço pelo conhecimento serão estimulados

e consolidados por meio de atividades educativas

planejadas propostas pelos educadores e intermediadas por

materiais didáticos.

A brincadeira, o jogo, a interação com o entorno e com os

materiais educativos deverão inserir o jovem estudante na

cultura escolar, com ênfase, neste momento, no domínio da

expressão escrita e oral da língua materna (alfabetização).

O estudo de Ciências da Natureza nos anos iniciais do Ensino

Fundamental contribui para o desenvolvimento dos processos

de compreensão e representação dos elementos do ambiente

natural, os quais são evidenciados pelo estudante por meio da

escrita, da representação por imagens e signos matemáticos.

Os conteúdos científicos abordados no primeiro ano são o

conhecimento do corpo humano, suas características e sua

diversidade. Os órgãos dos sentidos nos colocam em contato

com o mundo exterior, por isso, devemos cuidar da saúde

de órgãos como boca, olhos, nariz e pele com regularidade.

Ações cotidianas como tomar banho, escovar os dentes, alimentar-se

e descansar mantêm a saúde do corpo e da mente.

O tema escolhido para este volume é a Diversidade, em seus

vários aspectos.

É em casa que as crianças passam a maior parte do dia e

entram em contato com uma grande variedade de objetos.

O conhecimento do que eles são feitos, para que são usados

e de onde eles vêm possibilita a compreensão e a reflexão

dos alunos em relação a si mesmos, ao ambiente natural e às

relações que estabelecem com o mundo.

1

O

PARA EXPLORAR

Respostas na Resolução comentada.

OBSERVE A IMAGEM E RESPONDA:

1. AS CRIANÇAS ESTÃO BRINCANDO DE

QUÊ?

2. CONTE PARA OS COLEGAS QUAIS SÃO

AS SUAS BRINCADEIRAS FAVORITAS.

2

DEPOIS DE UMA BOA NOITE DE SONO, AS PESSOAS

ACORDAM E SE PREPARAM PARA MAIS UM DIA.

3

MINHA

NOSSA CASA PRECISA ESTAR SEMPRE

ORGANIZADA.

TEMA DO VOLUME: DIVERSIDADE

MEU CORPO

CICLOS E RITMOS

CASA

A

12


INTRODUÇÃO DA UNIDADE 1

QUADRO DE OBJETIVOS PEDAGÓGICOS

O MEU CORPO

Conteúdos e habilidades da

BNCC associadas

Objetivos

Páginas

(numeração)

Pré-requisitos

Capítulo 1 – Quem sou eu?

1. Observar a si mesmos e a outras crianças. 12 a 15 Domínio da fala.

(EF01CI02) Localizar, nomear e representar

graficamente (por meio de desenhos) partes do

corpo humano e explicar suas funções.

(EF01CI04) Comparar características físicas

entre os colegas, reconhecendo a diversidade e a

importância da valorização, do acolhimento e do

respeito às diferenças.

2. Representar o corpo humano por meio de desenhos e

colagens.

17 a 19

3. Refletir sobre os próprios gostos e preferências. 12 a 15

4. Respeitar diferenças físicas e a forma de ser de cada

indivíduo.

16, 21, 22 e 23

Coordenação motora

fina.

Escrever o próprio nome.

Descrever imagens.

Compreender

enunciados simples.

Capítulo 2 – Eu reconheço o

ambiente

(EF01CI02) Localizar, nomear e representar

graficamente (por meio de desenhos) partes do

corpo humano e explicar suas funções.

5. Identificar os órgãos dos sentidos no corpo humano. 24 a 28 Ler imagens.

6. Respeitar diferenças físicas e a forma de ser das

pessoas.

7. Identificar através de atividades práticas a função dos

órgãos dos sentidos.

25, 31 e 33

26, 29, 30, 32, 33, 34

Reconhecer

palavras escritas.

Capítulo 3 – Meus hábitos

saudáveis

8. Relacionar as principais refeições com os períodos do

dia (manhã, tarde e noite).

38 e 39 Ler e interpretar

imagens.

(EF01CI03) Discutir as razões pelas quais os

hábitos de higiene do corpo (lavar as mãos antes

de comer, escovar os dentes, limpar os olhos,

o nariz e as orelhas etc.) são necessários para a

manutenção da saúde.

9. Identificar hábitos de higienização e de conservação

dos alimentos que são consumidos diariamente.

10. Reconhecer a importância da higienização das mãos

para a manutenção da saúde.

40 a 42

40

Compreender textos

simples.

Identificar os órgãos do

sentido humanos.

(EF01CI05) Identificar e nomear diferentes

escalas de tempo: os períodos diários (manhã,

tarde, noite) e a sucessão de dias, semanas,

meses e anos.

11. Relacionar a qualidade da água consumida com a

saúde das pessoas.

12. Reconhecer que uma pessoa não é idêntica a outra

e que há uma grande diversidade física entre os seres

humanos.

42

44 e 45

12 B


Tema: Diversidade

Habilidades

(EF01CI02) Localizar,

nomear e representar graficamente

(por meio de desenhos)

partes do corpo humano

e explicar suas funções.

(EF01CI03) Discutir as razões

pelas quais os hábitos

de higiene do corpo (lavar as

mãos antes de comer, escovar

os dentes, limpar os olhos, o

nariz e as orelhas etc.) são necessários

para a manutenção

da saúde.

(EF01CI04) Comparar características

físicas entre os

colegas, reconhecendo a diversidade

e a importância da

valorização, do acolhimento

e do respeito às diferenças.

(EF01CI05) Identificar e

nomear diferentes escalas

de tempo: os períodos diários

(manhã, tarde, noite) e

a sucessão de dias, semanas,

meses e anos.

1

O

TEMA DO VOLUME: DIVERSIDADE

MEU CORPO

12

Apoio pedagógico

Tema: Diversidade

Nesta unidade, serão trabalhados

a percepção do

próprio corpo e o reconhecimento

de algumas das suas

características. Ao observar

e explorar habilidades físicas

e motoras, os alunos poderão

localizar e nomear as partes

do corpo, a importância dos

sentidos e a relação de cada

um deles com seu órgão

correspondente.

O tema desse volume é

Diversidade. Assim, a diversidade

entre as pessoas e o

respeito às diferenças também

serão trabalhados, e os

alunos terão a oportunidade

de discutir e opinar sobre hábitos

saudáveis, higiene pessoal,

higiene dos alimentos

e a importância de brincar e

descansar.

PARA EXPLORAR

Respostas na Resolução comentada.

OBSERVE A IMAGEM E RESPONDA:

1. AS CRIANÇAS ESTÃO BRINCANDO DE

QUÊ?

2. CONTE PARA OS COLEGAS QUAIS SÃO

AS SUAS BRINCADEIRAS FAVORITAS.


A. CARLÍN/ M10

Sugestão de

encaminhamento

Incentive os alunos a observar

com atenção a ilustração e

peça que descrevam as características

físicas das crianças

e as brincadeiras que estão

sendo realizadas. Pergunte a

eles quais são as brincadeiras

de que mais gostam, o motivo,

com quem eles brincam

e o local onde costumam

brincar. Ao compartilhar suas

brincadeiras favoritas com os

colegas, os alunos ficam mais

desinibidos e podem se sentir

estimulados a citar outras

coisas de que gostam: sua cor

predileta, o que gostam de

comer, entre outras preferências.

O ato de conversar com

os colegas ajuda a desenvolver

a oralidade.

AS CRIANÇAS SE DIVERTEM

DE MUITAS MANEIRAS.

Resolução comentada

Algumas brincadeiras e jogos têm nomes e regras regionais que podem ser o início de uma

conversa sobre o respeito às diferenças.

1. Espera-se que os alunos reconheçam e descrevam as brincadeiras ilustradas na imagem. As

atividades representadas são: bola de gude, jogo de bola com as mãos, futebol, gangorra,

trepa-trepa, bambolê, bicicleta e leitura.

2. Resposta pessoal.

13


Tema: Diversidade

Habilidade

(EF01CI02) Localizar,

nomear e representar graficamente

(por meio de desenhos)

partes do corpo humano

e explicar suas funções.

(EF01CI04) Comparar características

físicas entre os

colegas, reconhecendo a diversidade

e a importância da

valorização, do acolhimento

e do respeito às diferenças.

Objetivos

• Observar a si mesmos e a

outras crianças.

• Representar o corpo humano

por meio de desenhos e

colagens.

• Refletir sobre os próprios

gostos e preferências.

• Respeitar diferenças físicas

e a forma de ser de cada

indivíduo.

1

QUEM SOU EU?

AS CRIANÇAS NÃO SÃO TODAS IGUAIS. UMAS GOSTAM DE DESENHAR, OUTRAS

PREFEREM BRINCAR DE PEGA-PEGA OU DE JOGAR BOLA.

ALÉM DE GOSTAR DE BRINCADEIRAS DIFERENTES, AS CRIANÇAS PODEM TER

MUITAS OUTRAS DIFERENÇAS.

VEJA AS IMAGENS A SEGUIR:

A. CARLÍN/ M10

Apoio pedagógico

Tema: Diversidade

O capítulo apresenta conteúdos

voltados ao reconhecimento

das partes do corpo

humano, propiciando que o

aluno se veja como indivíduo

e integrante de um grupo social

(família e comunidade).

Valoriza a diversidade e o

respeito às diferenças físicas

entre as pessoas. As páginas

14 a 21 formam uma unidade

didática.

Sugestão de

encaminhamento

Estimule os alunos a descrever

a si próprios, citando suas

características físicas. Podem

surgir comentários sobre um

ou mais alunos que tenham

qualquer característica diferente:

um cadeirante, um

indígena ou um oriental, por

14

exemplo. Em algumas regiões

do Brasil, certas etnias são

raras. Caso você saiba com

antecedência que vai receber

um aluno pertencente a alguma

dessas etnias, leve para

a sala de aula informações

sobre ela, e solicite à própria

criança que conte sobre a sua

família.

Com relação às deficiências,

você será informado

para poder preparar-se de

antemão. Muitas delas não

afetam a parte cognitiva e a

própria criança conversará

com os colegas sobre o que

pode ou não fazer.

A melhor arma contra o

preconceito é a informação.

Por isso, fale com os alunos

sobre a diversidade da população

brasileira e conte a

eles, em estilo de conversa,

que somos um país formado

por diferentes povos, o que

se reflete nas características

da nossa população.

14


REPARE QUE HÁ CRIANÇAS ALTAS, BAIXAS, ALGUMAS TÊM OLHOS ESCUROS,

OUTRAS TÊM OLHOS CLAROS.

VEJA QUE A COR DA PELE E A COR DO CABELO TAMBÉM PODEM SER DIFERENTES.

1. PENSE NAS SUAS CARACTERÍSTICAS E FAÇA UM DESENHO MOSTRANDO COMO VOCÊ É.

Produção pessoal.

2. AGORA, COM A AJUDA DO PROFESSOR, COMPLETE A FICHA COM SUAS

INFORMAÇÕES. Respostas pessoais.

MEU NOME É ,

EU TENHO

Atividade complementar

ANOS E NASCI NO DIA

DE DE .

TROCANDO IDEIAS

CONVERSE COM OS COLEGAS E ENCONTRE ENTRE ELES QUEM TENHA

NASCIDO NO MESMO MÊS QUE VOCÊ, E UM COLEGA QUE GOSTE DAS MESMAS

BRINCADEIRAS. Resposta pessoal.

Conhecer esse projeto pode complementar a preparação das suas aulas.

Projeto premiado ajuda alunos a alcançar o autoconhecimento

A professora Marta de Moura Nunes Dias, da Escola Municipal Professora Maria

Ienkot Zeglin, em Curitiba, é uma entusiasta do uso de projetos em sala de aula. [...]

Com o projeto Eu Sei Quem Eu Sou, de Onde Eu Venho, para Onde Eu Vou, um dos ganhadores

da quinta edição do Prêmio Professores do Brasil, Marta quis proporcionar o autoconhecimento

a cada criança de sua turma de educação infantil. Uma forma de elas descobrirem

seus pontos positivos, limitações e preferências. [...]

Fátima Schenini. Projeto premiado ajuda alunos a alcançar o autoconhecimento.

Ministério da Educação. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/ultimas-noticias/

207-1625150495/17321-projeto-premiado-ajuda-alunos-a-alcancar-o-autoconhecimento.

Acesso em: 3 ago. 2021.

15

Atividade

preparatória

Faça um diagnóstico da escrita

das crianças para saber o

repertório que possuem. Isso

ajudará a como encaminhar

as propostas de escrita com

os alunos. Avalie sempre se

precisam de banco de palavras,

de filipetas com o nome

próprio ou letras móveis para

formar as palavras.

Para a atividade 2 (preenchimento

da ficha), prepare

filipetas de papel com o nome

de cada aluno, em letra de

forma maiúscula, e espalhe

pela sua mesa enquanto eles

executam o desenho da atividade

1.

Sugestão de

encaminhamento

Leia para os alunos as atividades

1 e 2. Enquanto eles

fazem os desenhos, você

pode arrumar sobre a sua

mesa as filipetas preparadas

previamente com os nomes

dos alunos. Conforme forem

terminando os desenhos,

cada um vai até a sua mesa,

tenta reconhecer o próprio

nome, pega a filipeta e volta

para o lugar com ela. Alguns

alunos podem saber escrever

o próprio nome, mas outros

precisarão dessa ajuda.

Caminhe pela sala auxiliando

os alunos que necessitarem

de mais orientação.

Resolução

comentada

O dia do aniversário é uma

informação importante para

as crianças, especialmente

nesse início da socialização.

Saber que um colega nasceu

no mesmo mês e que

alguns gostam das mesmas

brincadeiras reforçam a integração,

objetivo dessa seção

Trocando ideias.

15


Habilidades

(EF01CI02) Localizar,

nomear e representar graficamente

(por meio de desenhos)

partes do corpo humano

e explicar suas funções.

(EF01CI04) Comparar características

físicas entre os

colegas, reconhecendo a diversidade

e a importância da

valorização, do acolhimento

e do respeito às diferenças.

Apoio pedagógico

Essa conversa reforça a importância

de fazermos parte

de uma família, seja biológica

ou por adoção. Pesquisas

recentes mostram que as famílias

brasileiras têm diferentes

formatos, e os alunos não

podem ficar constrangidos

ou ser vítimas de preconceito

ao contar que seus pais são

divorciados e moram só com

a mãe ou que são adotados

ou que têm dois pais ou duas

mães, por exemplo.

Além da família, as crianças

pertencem ao grupo da

comunidade onde vivem,

do bairro em que moram, e

estão entrando em um novo

grupo, que é o da escola.

Todas essas relações sociais

são importantes para que as

crianças desenvolvam suas

habilidades e se reconheçam

como indivíduos.

VOCÊ E A SUA FAMÍLIA

HÁ FAMÍLIAS EM QUE OS FILHOS SÃO PARECIDOS COM OS PAIS.

EM OUTRAS, AS CRIANÇAS NÃO SE PARECEM COM OS PAIS.

ALGUMAS FAMÍLIAS SÃO GRANDES, COM PAIS, AVÓS E IRMÃOS.

OUTRAS FAMÍLIAS SÃO PEQUENAS, FORMADAS APENAS POR MÃE E FILHOS,

AVÓ E NETOS, TIOS E SOBRINHOS.

TAMBÉM EXISTEM FAMÍLIAS FORMADAS POR PESSOAS QUE MORAM JUNTAS E

QUE CUIDAM UMAS DAS OUTRAS.

FAMÍLIA DE INDÍGENAS PATAXÓS, NA ALDEIA DE COROA

VERMELHA, NA BAHIA.

3. FAÇA UM DESENHO DA SUA FAMÍLIA.

4. IDENTIFIQUE AS PESSOAS QUE VOCÊ DESENHOU.

JOA SOUZA/SHUTTERSTOCK

FAMÍLIA FORMADA POR PAIS E FILHOS ADOTIVOS.

5. CONTE PARA OS COLEGAS COMO É A SUA FAMÍLIA. Resposta pessoal.

16

Produção pessoal.

VIDA FAMILIAR E

SOCIAL

FIZKES/SHUTTERSTOCK

16


AS PARTES DO CORPO

O CORPO DAS PESSOAS É FORMADO POR MUITAS PARTES.

VOCÊ SABE QUANTAS PARTES FORMAM O SEU CORPO?

TROCANDO IDEIAS

1. OLHE A IMAGEM E RESPONDA:

Respostas na Resolução comentada.

VADIM ZAKHARISHCHEV/SHUTTERSTOCK

Apoio pedagógico

A seção Trocando ideias é

sempre um momento em que

as crianças trabalham em grupos.

O importante é a troca

de opiniões, com formulação

de hipóteses na tentativa de

resolver um problema ou justificar

uma observação.

O CORPO HUMANO POSSUI DIVERSAS PARTES.

• QUANTAS PARTES DO CORPO HUMANO VOCÊ CONHECE?

2.CONVERSE COM OS COLEGAS E RESPONDA:

• TODOS RECONHECERAM AS MESMAS PARTES?

17

Resolução comentada

Essa atividade em pequenos grupos propicia a concentração para a observação da imagem e

uma conversa sobre as partes do corpo que conhecem. Nos trabalhos em grupo, a colaboração e

o respeito entre os colegas são exercitados.

1. Espera-se que os alunos reconheçam as principais partes do corpo humano: cabeça, tronco e

membros.

2. Resposta pessoal. Caso os alunos apresentem dificuldade em reconhecer as partes do corpo,

retome o assunto demonstrando em atividades lúdicas.

17


UM NOME PARA CADA PARTE DO CORPO

Habilidades

(EF01CI02) Localizar,

nomear e representar graficamente

(por meio de desenhos)

partes do corpo humano

e explicar suas funções.

(EF01CI04) Comparar características

físicas entre os

colegas, reconhecendo a diversidade

e a importância da

valorização, do acolhimento

e do respeito às diferenças.

O CORPO HUMANO É DIVIDIDO EM CABEÇA, TRONCO E MEMBROS.

OS MEMBROS SÃO OS BRAÇOS E AS PERNAS. A CABEÇA ESTÁ LIGADA AO

TRONCO PELO PESCOÇO.

PESCOÇO

CABEÇA

Sugestão de

encaminhamento

Instrua os alunos a ficarem

em pé e, conforme for feita a

leitura em voz alta do nome

das partes do corpo, peça a

eles que apontem essa parte

em seu próprio corpo. Uma

outra forma divertida de eles

identificarem as partes do

corpo é propor a tradicional

brincadeira “Cabeça, ombro,

joelho e pé”; você pode adaptar

falando outras partes do

corpo.

TRONCO

PERNA

BRAÇO

A. CARLÍN/ M10

Atividade

preparatória

Providencie o material que

será usado pelas duplas de

alunos na construção do

mapa de gente sugerido na

Atividade complementar:

• dois pedaços de papel manilha

ou pardo um pouco

maior que a altura das

crianças;

• lápis ou canetinha.

18

NA CABEÇA FICAM OS OLHOS, O NARIZ, A BOCA E AS ORELHAS.

OS OMBROS, OS COTOVELOS E AS MÃOS FAZEM PARTE DO BRAÇO.

NO TRONCO TEMOS O PEITO E A BARRIGA, E NA BARRIGA HÁ UM UMBIGO.

NAS PERNAS ENCONTRAMOS OS JOELHOS, OS PÉS, AS COXAS E AS CANELAS.

Atividade complementar

Construção de um mapa de gente

Mapa de gente é o contorno ou desenho da silhueta do corpo de uma pessoa, feito

com lápis ou caneta, em papel um pouco maior que o tamanho dessa pessoa.

Para isso, organize a turma em duplas, entregue o material que usarão e leia, pausadamente,

as orientações de como devem proceder.

Como fazer

a) Um aluno da dupla coloca o pedaço de papel no chão e deita sobre ele com as

pernas e os braços um pouco afastados do corpo. Atenção: Não deixe nenhuma parte

do seu corpo ficar fora do papel.

b) O companheiro de dupla deve contornar o corpo do colega com uma canetinha,

riscando o papel.

18


ANDAR, CORRER, NADAR

VOCÊ JÁ REPAROU QUE NOSSO CORPO

ESTÁ SEMPRE EM MOVIMENTO?

MESMO QUANDO ESTAMOS DORMINDO,

NOSSO CORPO AINDA SE MOVIMENTA.

E VOCÊ SABE QUAIS SÃO AS PARTES DO CORPO

RESPONSÁVEIS PELO NOSSO MOVIMENTO?

O CORPO HUMANO É FORMADO POR MÚSCULOS E

OSSOS. JUNTOS ELES TRABALHAM PARA QUE O NOSSO

CORPO SE MOVIMENTE.

OS OSSOS FORMAM O ESQUELETO.

ELES SUSTENTAM E PROTEGEM ALGUMAS PARTES

IMPORTANTES DO NOSSO CORPO.

VICTOR B./ M10

ESQUELETO HUMANO.

c) Quando terminar o desenho, esse papel deve ser recolhido e no outro pedaço de

papel será desenhado o mapa do outro colega, repetindo o mesmo procedimento.

d) Pinte seu desenho com a cor de que mais gosta e escreva o seu nome e a data na

parte de cima do papel.

Depois que todos os alunos tiverem seus próprios contornos desenhados e pintados,

ajude-os a escrever as partes do corpo: cabeça, braço, mão, barriga, perna e pé.

Os mapas de gente podem ficar expostos na sala ou nos corredores próximos à classe.

A. CARLÍN/ M10

19

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

Apoio pedagógico

O artigo “O corpo em movimento

– o descobrimento

do corpo na educação infantil”,

dos educadores Neuza

Cristina Gava e Marcelo

Bittencourt Jardim, foi publicado

na Revista Educação

Pública. A leitura desse texto

pode dar embasamento para

a importância do conhecimento

do próprio corpo

antes mesmo da Educação

Básica. Reproduzimos parte

da introdução aqui:

O tema corpo e movimento

– o descobrimento do corpo na

educação infantil se justifica pela

necessidade de enfatizar, a partir

de observações, a necessidade de

a criança conhecer as funções de

seu corpo e estabelecer relações

de movimento que pertencem

ao indivíduo em sua totalidade,

revelando sentimentos, emoções,

experiências vivenciadas por ela

assim como a importância de criar

hábitos e atitudes integradas ao

corpo, possibilitando a construção

da personalidade e da identidade;

em outras palavras, se redescobrir.

[...]

O foco principal deste trabalho

se volta para o desenvolvimento

da descoberta do corpo, no âmbito

de investigação da consciência

corporal, com o propósito de

refletir sobre esse nível de complexidade

envolvido no descobrimento

do corpo durante a Educação

Infantil. [...]

Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/

artigos/15/22/corpo-e-movi-

mento-o-descobrimento-do-

-corpo-na-educao-infantil.

Acesso em: 4 ago. 2021.

19


Habilidades

(EF01CI02) Localizar,

nomear e representar graficamente

(por meio de desenhos)

partes do corpo humano

e explicar suas funções.

(EF01CI04) Comparar características

físicas entre os

colegas, reconhecendo a diversidade

e a importância da

valorização, do acolhimento

e do respeito às diferenças.

NOSSO CORPO TAMBÉM

É FORMADO POR MUITOS

MÚSCULOS, E A MAIOR PARTE

DELES ESTÁ LIGADA AOS

OSSOS.

VICTOR B. / M10

CONTRAIR: DIMINUIR

O TAMANHO.

Apoio pedagógico

Os músculos do braço envolvidos

no movimento são

o bíceps e o tríceps.

O bíceps se contrai, puxando

o antebraço em direção ao

ombro, e o tríceps se alonga

(relaxa), permitindo o movimento

do cotovelo (articulação).

No movimento contrário,

é o tríceps que se contrai

puxando o osso do antebraço

para baixo, enquanto o bíceps

se alonga.

Em diversos movimentos,

a atividade muscular fica evidente

e pode ser observada.

Veja alguns exemplos: ao dobrar

o tronco para a esquerda,

os músculos desse lado se

contraem e os do lado direito

se alongam; ao dobrar a perna

para trás, os músculos da

frente da coxa se alongam e

os de trás encurtam (se contraem).

De acordo com o grau

de alfabetização e interesse

dos alunos, os nomes de diversas

partes do corpo poderão

ser apresentados.

Sugestão de

encaminhamento

Organize uma roda de conversa

e peça que os alunos

repitam o movimento de

flexão e extensão do braço

enquanto, com a outra mão,

sentem o músculo contraindo

(ficando mais curto) e voltando

ao normal.

OS MÚSCULOS SÃO CAPAZES DE SE CONTRAIR E DEPOIS VOLTAR AO

TAMANHO NORMAL. QUANDO O MÚSCULO SE CONTRAI, ELE PUXA O OSSO, QUE

ENTÃO SE MOVIMENTA.

VEJA AS IMAGENS ABAIXO:

AGORA É A SUA VEZ DE FAZER “UM MUQUE”.

MOVIMENTE SEU BRAÇO COMO NA IMAGEM, ENQUANTO TOCA SEU MÚSCULO

PARA SENTI-LO CONTRAIR E RELAXAR.

20

MÚSCULO

CONTRAÍDO

FLEXÃO

Explique que o controle

para movimentar o braço é

feito pelo nosso cérebro, que

envia um sinal para o músculo

se contrair; a contração do

músculo, por sua vez, move

o osso do braço, e o braço,

então, movimenta-se.

A. CARLÍN E VICTOR B./ M10

EXTENSÃO

MÚSCULO

RELAXADO

REPRESENTAÇÃO DOS MOVIMENTOS DE FLEXÃO E EXTENSÃO DO BRAÇO.

MÚSCULOS LIGADOS AO ESQUELETO.

A. CARLÍN E VICTOR B./ M10

20


BRINCANDO EU APRENDO

(REFRÃO)

TCHUTCHUÊ, TCHUTCHUÊ

É UMA DANÇA TROPICAL

TCHUTCHUÊ, TCHUTCHUÊ

É UMA DANÇA SEM IGUAL

POLEGAR PRA FRENTE (POLEGAR

PRA FRENTE)

COTOVELO PRA TRÁS (COTOVELO

PRA TRÁS)

(REPETE REFRÃO)

SIGA O MESTRE

POLEGAR PRA FRENTE (POLEGAR

PRA FRENTE)

COTOVELO PRA TRÁS (COTOVELO

PRA TRÁS)

PERNA DOBRADA (PERNA DOBRADA)

OS PÉS PRA DENTRO (OS PÉS

PRA DENTRO)

(REPETE REFRÃO)

POLEGAR PRA FRENTE (POLEGAR

PRA FRENTE)

COTOVELO PRA TRÁS (COTOVELO

PRA TRÁS)

PERNA DOBRADA (PERNA DOBRADA)

OS PÉS PRA DENTRO (OS PÉS

PRA DENTRO)

CABEÇA TORTA (CABEÇA TORTA)

LÍNGUA PRA FORA (LÍNGUA PRA FORA)

(REPETE REFRÃO)

POLEGAR PRA FRENTE (POLEGAR

PRA FRENTE)

COTOVELO PRA TRÁS (COTOVELO

PRA TRÁS)

PERNA DOBRADA (PERNA DOBRADA)

OS PÉS PRA DENTRO (OS PÉS

PRA DENTRO)

CABEÇA TORTA (CABEÇA TORTA)

LÍNGUA PRA FORA (LÍNGUA PRA

FORA)

DÁ UMA RODADINHA (DÁ UMA

RODADINHA)

E NUM PÉ SÓ!

(REPETE REFRÃO)

ARTE

EDUCAÇÃO

FÍSICA

VAMOS FAZER UMA RODA PARA CANTAR, BRINCAR E MOVIMENTAR O CORPO.

A. CARLÍN/ M10

REBECA NEMER. TCHUTCHUÊ. IN: TUDO DE BOM.

SALLUZ PRODUCTIONS, 2009.

Sugestão de

encaminhamento

Esta brincadeira deve ser

feita com as crianças dispostas

em roda, realizando os

movimentos conforme se

pede na música.

Vá dizendo os nomes das

partes do corpo e peça a eles

que apontem. Depois, inicie

a brincadeira “Siga o mestre”.

Ensine à turma os versos

que devem ser cantados e os

movimentos que devem ser

feitos. Esta atividade contribui

para o desenvolvimento

da consciência corporal das

crianças. A música pode ser

encontrada na internet.

Avaliação formativa

As duas atividades lúdicas

sugeridas nesta página darão

informações sobre a atenção

dos alunos aos comandos e

ao reconhecimento da localização

e nomeação das partes

do corpo que foram citadas.

Registre as suas observações

para avaliar os alunos.

21

Atividade complementar

Acessando o link sugerido, é possível ver e ouvir a história do livro Eu me mexo, dos

autores Mandy Suhr e Mike Gordon, que está fora de catálogo. Após assistirem à apresentação,

leve as crianças ao pátio da escola e oportunize a realização de todos os movimentos

enfocados na história: correr, pular, rolar, saltar. Disponível em: www.youtube.

com/watch?v=ls_dH1bjofo. Acesso em: 4 ago. 2021.

Ao final da atividade, peça que se manifestem sobre os movimentos que realizaram

com o corpo. Pergunte se algum desses movimentos os fez ficar mais cansados e como

eles puderam perceber que estavam cansados.

21


Habilidades

(EF01CI02) Localizar,

nomear e representar graficamente

(por meio de desenhos)

partes do corpo humano

e explicar suas funções.

(EF01CI04) Comparar características

físicas entre os

colegas, reconhecendo a diversidade

e a importância da

valorização, do acolhimento

e do respeito às diferenças.

Sugestão de

encaminhamento

Tema: Diversidade

Extrapole a atividade pedindo

para que os alunos

contem quantos colegas da

classe usam óculos, quem

são os mais altos ou os mais

baixos. Explore a diversidade

entre as crianças como forma

de mostrar que todos são diferentes,

e é nessas diferenças

que está a individualidade de

cada um.

ATIVIDADES

1. OBSERVE AS CRIANÇAS QUE APARECEM A SEGUIR.

C

A

C

A. CARLÍN/ M10

B

22

A) PINTE DE VERMELHO O QUADRADINHO QUE CORRESPONDE À CRIANÇA MAIS ALTA.

B) PINTE DE AZUL O QUADRADINHO QUE CORRESPONDE À CRIANÇA MAIS BAIXA.

C) PINTE DE VERDE OS QUADRADINHOS QUE CORRESPONDEM ÀS CRIANÇAS QUE

USAM ÓCULOS.

D) QUANTAS CRIANÇAS USAM ÓCULOS? Duas crianças estão de óculos.

22


2. VEJA AS PARTES DO CORPO QUE AS CRIANÇAS ESTÃO MOSTRANDO E UTILIZE AS

LETRAS ABAIXO PARA COMPLETAR AS PALAVRAS.

A A R G Ç N A E B Ç I R A E R R B

A) B)

C

RICCARDO MAYER/

SHUTTERSTOCK

A

TOEY TOEY/SHUTTERSTOCK

(cabeça)

C) D)

B

GLENDA/SHUTTERSTOCK

LEUNGCHOPAN/SHUTTERSTOCK

A

(barriga)

Sugestão de

encaminhamento

Oriente os alunos a riscarem

as letras que forem utilizando

para completar as

palavras. Se necessário, encaminhe

a atividade de forma

coletiva para que os alunos se

familiarizem com a dinâmica.

B

O

(braço)

P

A

(perna)

3. DESENHE VOCÊ E O SEU MELHOR AMIGO. DEPOIS, CIRCULE AS PRINCIPAIS

DIFERENÇAS ENTRE VOCÊS.

Produção pessoal.

23

Resolução comentada

Atividade 2: Explore essa atividade oralmente pedindo que alguns alunos leiam as palavras

que escreveram e repitam enfatizando a sílaba complexa BRA de braço e ampliando com breque,

briga, bronca e bruxa, tanto a pronúncia como o significado, para ampliar o vocabulário. Pergunte

que outras palavras conhecem que começam como BRA, por exemplo, Brasil, Brasília etc. Faça o

mesmo com barriga, borracha etc.

23


Habilidades

(EF03CI02) Localizar,

nomear e representar graficamente

(por meio de desenhos)

partes do corpo humano

e explicar suas funções.

(EF01CI04) Comparar características

físicas entre os

colegas, reconhecendo a diversidade

e a importância da

valorização, do acolhimento

e do respeito às diferenças.

Objetivos

• Identificar os órgãos dos

sentidos no corpo humano.

• Respeitar diferenças físicas

e a forma de ser das

pessoas.

• Identificar através de atividades

práticas a função dos

órgãos dos sentidos.

Apoio pedagógico

A primeira unidade didática

do capítulo abrange as

páginas 24 a 30 e trata dos

seguintes assuntos: reconhecer

e representar por meio de

desenhos os órgãos dos sentidos,

assim como identificar

a função de cada um deles.

Os cinco sentidos nos permitem

reconhecer e entrar

em contato com o ambiente.

São os sentidos que nos informam

sobre luminosidade,

temperatura, ruídos e cheiros.

Além disso, o som de uma buzina

pode prevenir um acidente,

e o olfato e o paladar

podem evitar o consumo de

alimentos estragados. Esses

dois sentidos (olfato e paladar)

trabalham em conjunto,

pois são sentidos químicos

complementares.

24

2

PRESTE ATENÇÃO AO SEU REDOR.

• VOCÊ ESTÁ OUVINDO ALGUM TIPO DE SOM?

• ESTÁ SENTINDO ALGUM CHEIRO?

• TEM ALGUM OBJETO NA SUA CLASSE QUE CHAMA A SUA ATENÇÃO?

• SUAS MÃOS ESTÃO TOCANDO EM ALGUM OBJETO? ELE É DURO OU MACIO?

A CAPACIDADE DE PERCEBER OS SONS, AS CORES, OS SABORES

E OS CHEIROS OU SENTIR OS OBJETOS AO NOSSO REDOR É CHAMADA

DE SENTIDO.

TROCANDO IDEIAS

Resolução comentada

EU RECONHEÇO

O AMBIENTE

NÓS UTILIZAMOS OS

CINCO SENTIDOS PARA

RECONHECER O MUNDO À

NOSSA VOLTA.

CONVERSE COM OS COLEGAS E RESPONDA: QUE PARTES DO CORPO SÃO

USADAS PARA PERCEBER O AMBIENTE AO NOSSO REDOR?

Resposta na Resolução comentada.

Na atividade da seção Trocando ideias, espera-se que os alunos identifiquem os cinco sentidos

como responsáveis pela percepção do ambiente (visão, audição, tato, olfato e paladar). Os órgãos

citados serão: olhos, orelhas, boca, mãos e nariz.

A. CARLÍN/ M10

24


A VISÃO

A VISÃO É UM DOS

SENTIDOS QUE USAMOS PARA

PERCEBER O AMBIENTE.

COM OS OLHOS, NÓS

ENXERGAMOS A FORMA,

O TAMANHO E A COR DOS

OBJETOS.

TAMBÉM PODEMOS DIZER

O QUE ESTÁ PERTO OU LONGE

E O QUE ESTÁ PARADO OU EM

MOVIMENTO.

ALGUMAS PESSOAS NÃO

SÃO CAPAZES DE ENXERGAR,

POR ISSO, ELAS UTILIZAM

OS OUTROS SENTIDOS PARA

PERCEBER O AMBIENTE.

CURIOSIDADE

O ALFABETO BRAILLE

A

K

U

B

L

V

UTILIZAMOS A VISÃO E A AUDIÇÃO PARA ASSISTIR A UM FILME.

AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL USAM AS PONTAS DOS DEDOS

PARA LER UM ALFABETO ESPECIAL, O ALFABETO BRAILLE.

C D E

F

G H I

J

M N O

P

Q R S

T

W

X

Y

O ALFABETO BRAILLE.

• EM UMA FOLHA, ESCREVA SEU NOME UTILIZANDO O SISTEMA BRAILLE.

MISTURE SUA FOLHA COM A DOS COLEGAS E DEPOIS PEGUE UMA DAS

FOLHAS E LEIA EM VOZ ALTA O NOME QUE ESTÁ ESCRITO. Resposta pessoal.

Z

KYUNGSOO/ M10

25

KITZZEH/SHUTTERSTOCK

WAVEBREAKMEDIA/SHUTTERSTOCK

Apoio pedagógico

Tema: Diversidade

A falta da visão em algumas

pessoas, como condição

temporária ou permanente,

faz com que os sentidos do

tato e da audição passem a

exercer papéis mais importantes

do que desempenham

normalmente. Um exemplo

da importância do tato para

pessoas com deficiência visual

é o uso do alfabeto braile.

O sistema braile é composto

de 63 sinais formados pela

combinação de seis pontos

impressos em relevo sobre

uma superfície. Esses pontos

são organizados em duas filas

verticais, com três pontos em

cada. A leitura é feita deslizando-se

os dedos sobre esses

pontos em relevo, da esquerda

para a direita.

A página da internet da

Fundação Dorina Nowill

para Cegos tem diversas informações

sobre a deficiência

visual. Disponível em:

www.fundacaodorina.org.br.

Acesso em: 3 ago. 2021.

Sugestão de

encaminhamento

Na leitura do texto da seção

Curiosidade, oriente os alunos

a perceberem a correspondência

entre cada letra do

alfabeto latino (o nosso) e o

alfabeto braile. Entregue uma

folha de papel a cada aluno e

leia para a classe a atividade

da seção. Peça que cada um

escreva, na folha avulsa, o

próprio nome em braile (ou

a primeira letra do seu nome)

e, ao terminarem, entreguem

as folhas a você. Em seguida,

misture as folhas e entregue-

-as, aleatoriamente, aos alunos

novamente. Eles deverão

descobrir o nome do colega

que está na folha que receberam

(ou a primeira letra do

nome do colega).

25


OS OLHOS SÃO FORMADOS POR:

Habilidade

(EF03CI02) Localizar,

nomear e representar graficamente

(por meio de desenhos)

partes do corpo humano

e explicar suas funções.

(EF01CI04) Comparar características

físicas entre os

colegas, reconhecendo a diversidade

e a importância da

valorização, do acolhimento

e do respeito às diferenças.

BILLION PHOTOS/SHUTTERSTOCK

AS PARTES QUE FORMAM O OLHO.

SOBRANCELHA

PÁLPEBRA

CÍLIOS

ÍRIS

PUPILA

Apoio pedagógico

Os órgãos dos sentidos

Os sentidos fundamentais

do corpo humano – visão,

audição, tato, gustação ou

paladar e olfato – constituem

as funções que propiciam o

nosso relacionamento com

o ambiente. Existem determinados

receptores, altamente

especializados, capazes de

captar estímulos diversos. Tais

receptores, chamados receptores

sensoriais, são formados

por células nervosas capazes

de traduzir ou converter esses

estímulos em impulsos

elétricos ou nervosos que

serão processados e analisados

em centros específicos

do sistema nervoso central

(SNC), onde será produzida

uma resposta (voluntária ou

involuntária). A estrutura e

o modo de funcionamento

destes receptores nervosos

especializados são diversos.

[...]

Dessa maneira:

É pelo tato – que sentimos

o frio, o calor, a pressão atmosférica

etc.;

É pela gustação – que identificamos

os sabores;

É pelo olfato – que sentimos

o odor ou cheiro;

É pela audição – que captamos

os sons;

É pela visão – que observamos

as cores, as formas, os

contornos etc.

1. QUAL É A COR DOS SEUS OLHOS? Resposta pessoal.

2. FAÇA UM DESENHO DOS SEUS OLHOS.

26

A ÍRIS É A PARTE COLORIDA DO OLHO.

É ATRAVÉS DA PUPILA QUE A LUZ ENTRA NOS OLHOS.

OS CÍLIOS OS CÍLIOS, A PÁLPEBRA E A SOBRANCELHA PROTEGEM OS OLHOS.

Produção pessoal.

Portanto, em nosso corpo, os órgãos dos

sentidos estão encarregados de receber estímulos

externos.

Esses órgãos são: a pele – para o tato; a

língua – para a gustação; as fossas nasais –

para o olfato; as orelhas – para a audição e

os olhos – para a visão. [...]

Descobrindo os cinco sentidos. Disponível

em: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/

storage/materiais/0000016754.PDF. Acesso

em: 3 ago. 2021.

26


CURIOSIDADE

COMO SE CHAMA A PARTE COLORIDA DOS OLHOS?

A PARTE COLORIDA DOS OLHOS É CHAMADA DE ÍRIS. A ÍRIS PODE

TER VÁRIAS CORES DESDE O MARROM MUITO ESCURO ATÉ O AZUL MAIS

CLARO.

E VOCÊ SABE POR QUE EXISTEM TANTAS CORES? O QUE DETERMINA A

COR DOS OLHOS SÃO O TIPO E A QUANTIDADE DE UMA SUBSTÂNCIA QUE

SE CHAMA MELANINA. QUANTO MAIS MELANINA TEMOS NA ÍRIS, MAIS

ESCURA ELA É. E SE TEMOS POUCA MELANINA, O OLHO É MAIS CLARO!

E VOCÊ JÁ REPAROU QUE QUANDO OLHAMOS NOS OLHOS DE UMA

PESSOA, PERCEBEMOS QUE NO MEIO DA ÍRIS EXISTE UM CÍRCULO PRETO?

ESTE CÍRCULO É A PUPILA, ELA CONTROLA A ENTRADA DE LUZ NOS

NOSSOS OLHOS PARA QUE POSSAMOS ENXERGAR.

ENTÃO VAMOS REVISAR? O TIPO E A QUANTIDADE DE MELANINA

DETERMINA A COR DA ÍRIS E NO MEIO DE CADA ÍRIS EXISTE A PUPILA.

AGORA JÁ SABEMOS UM POUCO MAIS SOBRE OS OLHOS! E ENTÃO ME DIGA

AÍ, QUAL A COR DA SUA ÍRIS?

FERNANDA GREGORY. COMO SE CHAMA A PARTE COLORIDA DOS OLHOS. UNIVERSIDADE DAS CRIANÇAS. DISPONÍVEL EM:

WWW.UNIVERSIDADEDASCRIANCAS.ORG/PERGUNTAS/COMO-SE-CHAMA-A-PARTE-COLORIDA-DOS-OLHOS/. ACESSO EM: 21 JUN. 2021.

• O QUE DÁ A COR AOS OLHOS DAS PESSOAS?

A. CARLÍN/ M10

27

Sugestão de

encaminhamento

Leia em voz alta cada parágrafo

do texto da seção

Curiosidade. Ouvir a leitura

feita por um adulto ajuda os

alunos a observarem um modelo

de leitor e a aprenderem

o ritmo da leitura.

Organize os alunos em um

círculo e comece a leitura do

texto. Passe um espelho –

espelho de bolsa, utilizado

em estojos de maquiagem –

pela roda para que eles olhem

seus olhos e identifiquem a

íris e a pupila. Quando terminar,

peça que os alunos

adivinhem a cor dos olhos

do colega.

Depois, escolha um aluno

para começar; ele terá um

tempo determinado para

percorrer o círculo e observar

os olhos de todos os colegas.

Após esse tempo, tape seus

olhos e pergunte a cor dos

olhos de algum aluno do

círculo. Se ele acertar, troca

de lugar com o aluno de

quem ele acertou a cor dos

olhos, mas, se errar, continua

jogando.

Essa atividade divertida

promove a interação da turma

e chama a atenção dos

alunos para as diferenças

entre eles.

27


INTERPRETE A HISTÓRIA CONTADA NAS IMAGENS A SEGUIR.

Habilidade

(EF03CI02) Localizar,

nomear e representar graficamente

(por meio de desenhos)

partes do corpo humano

e explicar suas funções.

(EF01CI04) Comparar características

físicas entre os

colegas, reconhecendo a diversidade

e a importância da

valorização, do acolhimento

e do respeito às diferenças.

Sugestão de

encaminhamento

Faça a leitura da historinha

desta página, depois pergunte

aos alunos:

O que acontece quando

algo se aproxima dos olhos?

Espera-se que eles respondam

que os olhos se fecham.

As crianças da historinha

precisaram pensar antes de

piscar?

Provavelmente eles responderão

que não. Explique que

o mesmo acontece quando

alguma coisa se aproxima

dos nossos olhos: as pálpebras

se fecham e isso ocorre

independentemente da nossa

vontade. É um movimento

controlado pelo cérebro para

proteger nossos olhos.

UFA!

AINDA BEM QUE

NÃO ENTROU NENHUM

CISCO NOS MEUS

OLHOS!

3. O QUE AS CRIANÇAS FIZERAM PARA QUE NENHUM CISCO ENTRASSE EM SEUS

OLHOS? As crianças fecharam os olhos ou cobriram com a mão.

SE ALGO SE APROXIMA DOS NOSSOS OLHOS, AS PÁLPEBRAS SE FECHAM. ISSO

ACONTECE PARA PROTEGER OS OLHOS.

AS LÁGRIMAS AJUDAM A LIMPAR OS OLHOS QUANDO ALGUMA SUJEIRA

ENTRA NELES.

28

A. CARLÍN/ M10

28


MÃOS À OBRA

A OBSERVAÇÃO DA

BORRACHA DE APAGAR

1. PEGUE A SUA BORRACHA DE APAGAR E RESPONDA:

MINHA BORRACHA É: Respostas pessoais.

MACIA

LISA

DURA

ÁSPERA

2. PINTE O QUADRADO ABAIXO COM A COR DA SUA BORRACHA.

AGORA, SERÁ QUE VOCÊ CONSEGUE, DE OLHOS FECHADOS,

ENCONTRAR A SUA BORRACHA?

MATERIAL

• A SUA BORRACHA DE APAGAR.

COMO FAZER

• VOCÊ E OS COLEGAS DEVEM

COLOCAR AS BORRACHAS EM CIMA

DA MESA DO PROFESSOR. ELAS

SERÃO MISTURADAS.

• UMA CRIANÇA DE CADA VEZ, DE

OLHOS FECHADOS OU COBERTOS,

TENTARÁ RECONHECER A PRÓPRIA

BORRACHA.

3. SEM PODER OLHAR, COMO VOCÊ FEZ PARA RECONHECER A SUA BORRACHA?

Resposta pessoal.

4. CONTE PARA SEUS FAMILIARES A EXPERIÊNCIA QUE REALIZOU NA AULA

DE HOJE.

A. CARLÍN/ M10

Apoio pedagógico

O objetivo desta atividade

é que os alunos reconheçam

a própria borracha de apagar

sem o auxílio da visão.

Inicialmente, estimule a observação

das características

da borracha, sem restrição.

Peça a eles que manuseiem

e cheirem a borracha, em vez

de apenas olharem.

Atividade

preparatória

Oriente os alunos na observação

detalhada das próprias

borrachas e nas respostas das

atividades 1 e 2.

Sugestão de

encaminhamento

Peça que todos os alunos

deixem suas borrachas na

mesa do professor e sentem-

-se novamente. Uma criança

de cada vez vai até a mesa e

tenta reconhecer a própria

borracha de olhos vendados.

Sem olhar, como ela poderá

reconhecer a própria

borracha?

29

Resolução comentada

Nas atividades 1 e 2 os alunos buscaram perceber características da própria borracha para poder

reconhecê-la principalmente pelo tato, já que não poderiam usar a visão.

Na atividade 3 os alunos podem ter reconhecido a borracha pelo tato e alguns pelo cheiro (eles

não podem colocar na boca).

Na atividade 4 o aluno deve contar em casa a experiência feita na escola. Isso desenvolve a

oralidade e aproxima os familiares das atividades da escola.

29


Resolução

comentada

Com as questões da seção

Trocando ideias, os alunos

devem perceber que o tato

pode substituir a visão em

algumas situações, como a

forma dos objetos, mas a cor

só a visão pode nos informar.

30

Habilidade

(EF03CI02) Localizar,

nomear e representar graficamente

(por meio de desenhos)

partes do corpo humano

e explicar suas funções.

(EF01CI04) Comparar características

físicas entre os

colegas, reconhecendo a diversidade

e a importância da

valorização, do acolhimento

e do respeito às diferenças.

Sugestão de

encaminhamento

Pergunte aos alunos qual

parte do corpo nós usamos

para perceber as texturas e

formas dos objetos. Pode ser

que eles respondam: as mãos

ou os dedos; nesse caso, faça

uma brincadeira com eles.

Escolha um aluno e peça que

feche os olhos e abra as mãos;

use a ponta de um lápis para

tocar os dedos dele, depois a

palma da mão e pergunte se

ele sente o toque. Em seguida,

toque o braço dele com a

ponta do lápis; depois toque

o ombro. Pergunte se ele sentiu

o toque. Use o lápis para

tocar a panturrilha e o joelho

e pergunte novamente se

ele sentiu o toque. Pergunte

à classe: qual parte do corpo

nós usamos para perceber as

texturas e formas dos objetos?

Os alunos devem concluir

que o sentido do tato é percebido

no corpo todo.

A pele toda é capaz de sentir

o tato, sentido responsável

pelo reconhecimento de

O TATO

O TATO É O SENTIDO QUE USAMOS PARA PERCEBER AS TEXTURAS E AS

FORMAS DOS OBJETOS.

É POR CAUSA DO TATO QUE SENTIMOS QUANDO ESPETAMOS O DEDO EM

UM ESPINHO, QUANDO RECEBEMOS UM CARINHO OU QUANDO A ÁGUA DO

CHUVEIRO ESTÁ QUENTE OU FRIA.

QUANDO ABRAÇAMOS UM AMIGO, É ATRAVÉS DA PELE QUE

SENTIMOS O CARINHO.

O TATO PODE SER PERCEBIDO NA PELE TODA, MAS

ALGUMAS PARTES, COMO AS PONTAS DOS DEDOS, SÃO

MAIS SENSÍVEIS.

30

TROCANDO IDEIAS

texturas, formas e calor dos

objetos, mas as mãos e as

pontas dos dedos são mais

sensíveis.

Avaliação formativa

Forneça uma folha de papel

aos alunos e peça que façam

o desenho de uma pessoa

e mostrem onde estão

os órgãos responsáveis pela

visão e pelo tato. Os alunos

devem apontar no desenho

GREENLAND/SHUTTERSTOCK

esses órgãos e escrever as

palavras olhos e pele. Peça

que coloquem o nome e a

data na folha, antes de entregarem

para sua avaliação.

Atividade complementar

ATRAVÉS DA PELE PODEMOS SENTIR FRIO, CALOR E DOR.

SENSÍVEL: QUE SENTE; QUE É

PERCEBIDO PELOS SENTIDOS.

QUE CARACTERÍSTICAS DOS OBJETOS NÓS PODEMOS PERCEBER COM O TATO?

CONVERSE COM OS COLEGAS E MARQUE UM X NAS RESPOSTAS CORRETAS.

1. COM O TATO PODEMOS DESCOBRIR A FORMA DO OBJETO?

X

SIM

NÃO

2. COM O TATO PODEMOS DESCOBRIR SE O OBJETO É ÁSPERO OU LISO?

X

SIM

NÃO

3. COM O TATO PODEMOS SABER A COR DO OBJETO?

SIM

X

NÃO

Brincadeira de cabra-cega

Essa brincadeira de cabra-cega é bem simples e agrada

os alunos. Se você não conhece, há orientação de como

utilizá-la no link: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=37805.

Acesso em: 3 ago. 2021.

SUZANNE TUCKER/SHUTTERSTOCK


A AUDIÇÃO

A AUDIÇÃO É O SENTIDO COM O QUAL PERCEBEMOS OS SONS.

É POR MEIO DAS ORELHAS QUE ESCUTAMOS OS SONS.

SOMOS CAPAZES DE PERCEBER QUANDO UM SOM É FORTE, FRACO, GRAVE

OU AGUDO. RECONHECEMOS DIFERENTES VOZES, INSTRUMENTOS MUSICAIS E

BARULHOS.

MANTENHA O VOLUME DA MÚSICA BAIXO QUANDO

ESTIVER COM FONES DE OUVIDO. SONS MUITO ALTOS

PODEM PREJUDICAR SUA AUDIÇÃO.

OUTRA FORMA DE OUVIR

AFRICA STUDIO/SHUTTERSTOCK

TRABALHADORES QUE FICAM EM CONTATO COM MUITO

BARULHO DEVEM USAR PROTETOR AUDITIVO.

ALGUMAS PESSOAS TÊM DEFICIÊNCIA AUDITIVA E NÃO CONSEGUEM OUVIR OU

ESCUTAM MUITO POUCO, MAS ISSO NÃO SIGNIFICA QUE ELAS NÃO CONSEGUEM

SE COMUNICAR.

MUITAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA COMPREENDEM O QUE

ESTAMOS FALANDO POR MEIO DA LEITURA LABIAL.

OUTRA MANEIRA QUE ELAS TÊM DE SE COMUNICAR É A LÍNGUA BRASILEIRA DE

SINAIS OU LIBRAS.

Apoio pedagógico

As páginas 31 a 37 constituem

a unidade didática que

fecha esse capítulo.

Os assuntos são a audição,

o olfato e o paladar.

Atividade

preparatória

Sem entrar em detalhes

sobre a anatomia da orelha

– o órgão responsável pela

audição –, ressalte a sua

SOLETRE SEU NOME

EM LIBRAS.

ALFABETO EM LIBRAS.

31

SOPHIE JAMES/SHUTTERSTOCK

VICTOR B./ M10

importância para que se

possa ouvir bem.

Pergunte aos alunos que

sons eles gostam de ouvir e

quais eles acham desagradáveis.

Você pode fazer um

quadro na lousa para registrar

as opiniões deles. Pode

acontecer de alguns alunos

considerarem determinado

som agradável e outros

não concordarem com a

classificação.

Apoio pedagógico

Tema: Diversidade

Algumas informações sobre

as experiências e vivências

dos alunos poderão vir

à tona durante a conversa

sobre os sons agradáveis

ou desagradáveis para cada

um deles. Os que são acostumados

a ouvir música provavelmente

vão mencioná-la

como um som agradável. Os

que vivem em lugares silenciosos

podem dizer que não

gostam de barulho. Talvez algumas

crianças manifestem

que não gostam de gritaria

nem que gritem com elas.

Todas essas informações

são importantes e devem

ser registradas, assim você

vai conhecendo um pouco

mais os seus alunos.

Sugestão de

encaminhamento

Tema: Diversidade

Explique aos alunos que a

deficiência auditiva pode ter

diferentes níveis. Algumas

pessoas não escutam nenhum

som, enquanto outras

são capazes de ouvir alguns

sons. Muitas pessoas com deficiência

auditiva utilizam um

aparelho que melhora a capacidade

de audição. A língua

brasileira de sinais (Libras)

é uma maneira de pessoas

com deficiência auditiva se

comunicarem; outra forma é

pela leitura labial.

Estimule os alunos a soletrarem

o próprio nome em

Libras.

31


MÃOS À OBRA

Habilidades

(EF03CI02) Localizar,

nomear e representar graficamente

(por meio de desenhos)

partes do corpo humano

e explicar suas funções.

(EF01CI04) Comparar características

físicas entre os

colegas, reconhecendo a diversidade

e a importância da

valorização, do acolhimento

e do respeito às diferenças.

Atividade

preparatória

Para fazer a atividade da

seção Mãos à obra, organize

a sala de maneira que o aluno

que for identificar o colega

pela voz fique de costas para

os demais.

Sugestão de

encaminhamento

Leia para todos a atividade

da seção Mãos à obra que

vão realizar. Escolha um aluno

para começar a atividade,

que deve ficar de costas para

a turma.

Ao apontar para uma das

crianças da sala, esta deverá

dizer uma frase previamente

combinada, por exemplo: “Eu

gosto de laranja”.

O aluno que estiver de

costas deverá falar o nome

do colega que disse a frase.

Repita a atividade com mais

algumas crianças da classe.

A. CARLÍN/ M10

32

RECONHECENDO A VOZ DE UM COLEGA

VOCÊ CONHECE A VOZ DOS COLEGAS DE CLASSE?

SENTADO DE COSTAS PARA OS COLEGAS DA SALA DE AULA, TENTE

RECONHECER A VOZ DE ALGUNS DELES.

Resposta

1. VOCÊ CONSEGUIU RECONHECER A VOZ DE QUANTOS COLEGAS?

pessoal.

2. A VOZ DE QUAL COLEGA FOI RECONHECIDA COM MAIS FACILIDADE PELOS

DEMAIS ALUNOS? POR QUE VOCÊ ACHA QUE ISSO ACONTECEU? Resposta pessoal.

Atividade complementar

Em casa, as crianças convidarão seus familiares para a brincadeira “Gato mia”. Em um

ambiente escuro ou de olhos vendados, uma pessoa anda pelo ambiente tentando tocar

em um dos participantes, que, ao ser tocado, deve imitar o som de um gato miando. Pelo

som o pegador tenta identificar quem encontrou. Se ele acertar, o “gato” que foi pego

passa a ser o pegador, e a brincadeira se repete.

32


CIÊNCIAS

O OLFATO

SE CONSEGUIMOS SABER A DIFERENÇA ENTRE O CHEIRO DE CHULÉ E O

CHEIRO DE SABONETE, É POR CAUSA DO SENTIDO DO OLFATO.

É COM O NARIZ QUE SENTIMOS OS CHEIROS.

É POR MEIO DO OLFATO QUE PODEMOS SENTIR O CHEIRO DAS FLORES E DAS FRUTAS.

MAS NEM TODO CHEIRO QUE SENTIMOS É BOM. QUANDO UM ALIMENTO ESTÁ

COM CHEIRO RUIM, É UM AVISO DE QUE ELE PODE ESTAR ESTRAGADO.

TROCANDO IDEIAS

CONVERSE COM OS COLEGAS E RESPONDA: POR QUE VOCÊ ACHA QUE É

MAIS DIFÍCIL SENTIR OS CHEIROS QUANDO ESTAMOS RESFRIADOS?

Resposta na Resolução comentada.

LIVRO

• DE VÁRIOS JEITOS

AUTORA: FLÁVIA REIS

ILUSTRAÇÕES: ALEXANDRE RAMPAZO

EDITORA: CALLIS

ANO: 2009

MARK PAYNE/SHUTTERSTOCK

O LIVRO CONTA A HISTÓRIA DE UMA MENINA QUE, COM A AJUDA DE UM ESPELHO,

DESCOBRE QUE CADA HORA PODE SER DE UM JEITO.

33

DIVULGAÇÃO

TRAVNIKOVSTUDIO/SHUTTERSTOCK

Apoio pedagógico

Quando estamos resfriados,

a quantidade de muco

no nariz aumenta. Como as

partículas que causam a sensação

dos odores entram na

cavidade nasal com o ar que

inspiramos, é mais difícil haver

estímulo dos receptores

olfatórios.

Para os alunos, é suficiente

que associem o fato de

o ar ter de entrar pelo nariz

para sentirmos os cheiros e,

por isso, quando o nariz está

cheio de secreção, não sentimos

cheiros.

Resolução

comentada

Na seção Trocando ideias,

espera-se que os alunos associem

o fato de o ar precisar

entrar pelo nariz para sentirmos

os cheiros, e quando o

nariz está “entupido”, cheio

de secreção, isso dificulta o

sentido do olfato.

Atividade

complementar

Tema: Diversidade

No livro De vários jeitos,

indicado na seção Ciências

+, a autora conta a história

de um velho espelho que

mostra as pessoas de diversas

maneiras: magras,

de orelhas pontudas, com

olhos grandões, e em outros

momentos a imagem

é bem diferente. No fim

do livro há um espelho

para o leitor entrar na

brincadeira.

Com essa brincadeira,

um assunto sério como a

diversidade pode ser discutido,

as crianças opinam

e vão percebendo que os

livros fazem pensar, trazem

ensinamentos e assuntos

para conversas.

33


Habilidades

(EF03CI02) Localizar,

nomear e representar graficamente

(por meio de desenhos)

partes do corpo humano

e explicar suas funções.

(EF01CI04) Comparar características

físicas entre os

colegas, reconhecendo a diversidade

e a importância da

valorização, do acolhimento

e do respeito às diferenças.

Atividade

preparatória

Providencie hastes flexíveis

com algodão nas pontas – uma

por aluno para não haver inconveniente

higiênico no procedimento;

copinhos com o

líquido teste – um por grupo.

Atenção: permita a manipulação

das hastes somente na

presença de um adulto para

que não ocorram incidentes.

Sugestão de

encaminhamento

Distribua o material aos

alunos (hastes flexíveis individuais

e copinhos com água

açucarada). A atividade vai

mostrar aos alunos que a língua

é o órgão do paladar. Para

chegar a essa conclusão, eles

farão os testes em três pontos

diferentes da boca, buscando

identificar em qual deles o gosto

é efetivamente percebido.

Para que os testes sejam conclusivos,

é indispensável que,

durante o teste 1 (lado interno

da bochecha), os alunos não

falem e fiquem com a língua

parada dentro da boca. Se a

língua encostar na bochecha,

eles sentirão o gosto. No teste

2 (lado de dentro do lábio),

eles devem puxar e dobrar o

lábio para fora – em direção ao

queixo – e fazer o teste com o

lábio nessa posição, segurando-o.

Após o teste 3 (na ponta

da língua), os alunos chegarão

às conclusões esperadas.

MAKS NARODENKO/

SHUTTERSTOCK

O PALADAR

O PALADAR É O SENTIDO COM O QUAL IDENTIFICAMOS O SABOR DOS ALIMENTOS.

É PRINCIPALMENTE NA LÍNGUA QUE SENTIMOS OS SABORES.

A LÍNGUA RECONHECE OS SABORES, POR EXEMPLO:

A MANGA, COMO A

MAIORIA DAS FRUTAS,

TEM SABOR DOCE.

DOCE AZEDO AMARGO SALGADO

Atividade complementar

O LIMÃO TEM

SABOR AZEDO.

O SABOR DO JILÓ

É AMARGO.

A CARNE-SECA TEM SABOR

SALGADO.

É ATRAVÉS DA LÍNGUA QUE

RECONHECEMOS OS SABORES.

4. FAÇA O DESENHO DE UM ALIMENTO QUE, EM SUA OPINIÃO, TENHA CHEIRO BOM

E QUE SEJA GOSTOSO.

Produção pessoal.

5. ESCREVA O NOME DO ALIMENTO QUE VOCÊ DESENHOU. Resposta pessoal.

34

Leia para os alunos a historinha a seguir: ela ressalta a importância dos sentidos na

percepção do ambiente. No final da leitura, proponha algumas perguntas aos alunos.

A importância dos sentidos

Pedro é o irmão mais velho de Léo. Eles estudam na mesma escola e sempre voltam juntos para casa.

Moram numa cidade do litoral e, certa vez, enquanto caminhavam para casa, Léo resolveu tirar os sapatos e

andar descalço.

Pedro teve uma ideia e disse ao Léo:

— Feche os olhos e deixe que eu guie você.

Enquanto caminhavam, Pedro perguntou:

— Onde você está pisando?

— Numa areia muito quente e sentindo pedrinhas pontudas — respondeu Léo.

Pedro guiou o irmão para a grama e perguntou:

— Agora melhorou?

IURII KACHKOVSKYI/

SHUTTERSTOCK

MANDY GODBEHEAR/SHUTTERSTOCK

JULIO RICCO/

SHUTTERSTOCK

JABOTICABA IMAGES/

SHUTTERSTOCK

34


MÃOS À OBRA

SENTINDO O GOSTO

TODA VEZ QUE COLOCAMOS UM ALIMENTO NA BOCA,

SENTIMOS SEU SABOR. MAS VOCÊ SABE QUE PARTE DA BOCA É

RESPONSÁVEL POR RECONHECER OS SABORES?

PARA RESPONDER A ESSA PERGUNTA, REALIZE O TESTE ABAIXO.

MATERIAIS

• HASTE FLEXÍVEL COM ALGODÃO;

• COPO COM LÍQUIDO.

COMO FAZER

• VOCÊ RECEBERÁ DO PROFESSOR UMA

HASTE FLEXÍVEL COM ALGODÃO NAS

PONTAS E UM COPO COM UM LÍQUIDO.

• MOLHE A HASTE NESSE LÍQUIDO.

• TESTE UM: PASSE A HASTE MOLHADA

NA PARTE DE DENTRO DA BOCHECHA.

• TESTE DOIS: PASSE A HASTE MOLHADA

NA PARTE DE DENTRO DO LÁBIO.

• TESTE TRÊS: PASSE A HASTE MOLHADA

NA PONTA DA LÍNGUA.

HASTE: PALITO OU BASTÃO.

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

Apoio pedagógico

A língua é o principal órgão

do paladar e é capaz

de diferenciar cinco gostos:

doce, azedo, amargo, salgado

e umami. Esse último é o

sabor produzido por alguns

tipos de aminoácidos.

Optamos por trabalhar apenas

com os quatro sabores

clássicos e mais conhecidos

do paladar infantil com os

alunos dos anos iniciais da

Educação Básica.

Resolução

comentada

A atividade 5 pede que

os alunos escrevam o nome

do alimento desenhado.

Estimule-os a escrever, ofereça

ajuda. O importante é

terem algumas hipóteses

de como a palavra deve ser

e, aos poucos, irem se apropriando

da escrita.

CONCLUSÃO

1. EM QUAL PARTE DA BOCA VOCÊ SENTIU O

GOSTO DO LÍQUIDO? Na ponta da língua.

2. QUE GOSTO VOCÊ SENTIU? Doce.

— A grama está bem fresquinha, mas alguma coisa machucou meu pé... Acho que é uma tampinha de

garrafa — disse Léo.

— É isso mesmo, você acertou outra vez. Agora quero fazer um teste. Vou girar você algumas vezes e

fazer umas perguntas.

— Está bem — Léo concordou.

Pedro, então, fez o irmão girar diversas vezes e perguntou:

— Para que lado fica o mar? E a avenida?

Léo ficou quieto por uns instantes, procurando sentir o vento que vinha do mar e escutar os ruídos dos

carros da avenida. Em seguida, deu a resposta correta ao irmão e abriu os olhos.

Quando atravessaram a avenida, os dois começaram a sentir cheiro de comida e reconheceram

diversos alimentos que estavam sendo preparados nas casas. Então perceberam

que estavam com fome e andaram mais rápido para chegar logo em casa e almoçar.

A. CARLÍN/ M10

35

Atividade

complementar

O texto “Umami: o

quinto sabor”, da bióloga

Mariana Araguaia, está indicado

para seu enriquecimento

pessoal:

Além do doce, salgado,

amargo e azedo, alguns cientistas

e profissionais da gastronomia

consideram a existência

de um quinto sabor: o umami.

Este, que significa “sabor delicioso”,

foi descrito no início do

século vinte pelo pesquisador

Kikunae Ikeda, da Universidade

de Tókio... [...]

O texto, na íntegra, está

disponível em: https://

mundoeducacao.uol.com.

br/biologia/umami-quinto-sabor.htm.

Acesso em:

5 ago. 2021.

35


ATIVIDADES

Habilidades

(EF03CI02) Localizar,

nomear e representar graficamente

(por meio de desenhos)

partes do corpo humano

e explicar suas funções.

(EF01CI04) Comparar características

físicas entre os

colegas, reconhecendo a diversidade

e a importância da

valorização, do acolhimento

e do respeito às diferenças.

1. RECORTE E COLE FOTOGRAFIAS DE LUGARES OU OBJETOS QUE PODEM SER

IDENTIFICADOS PELO CHEIRO.

Produção pessoal.

Atividade

preparatória

Leve páginas de revista ou

folhas com imagens impressas

para o recorte e cole da

atividade 1. As imagens para

recortar podem ser figuras

de uma banca de peixe, uma

feira livre ou um mercado, um

vidro de perfume, um sabonete,

uma banca de goiabas,

uma cena de incêndio, um

posto de gasolina, entre muitas

outras.

Sugestão de

encaminhamento

Leia para os alunos o que

deverão fazer na atividade

1 e distribua as imagens por

3 pontos da sala para que

eles selecionem e escolham

algumas. Ao término das colagens,

deixe-os lavar as mãos

e, em seguida, comece a leitura

das demais atividades.

Enquanto eles trabalham, caminhe

pela sala orientando

os alunos com dificuldade e

observando o desempenho

de cada um. Recolha os livros

no final das atividades para

sua avaliação.

36

36


2. DESENHE UM ROSTO HUMANO E INDIQUE OS ÓRGÃOS DOS SENTIDOS.

Produção pessoal.

Avaliação formativa

Sugerimos que a seção

Atividades seja utilizada

como avaliação formativa,

pois apresenta sugestões

que abrangem diversas habilidades

das crianças, como

recortar e colar, desenhar, ler

e escrever.

3. COMPLETE OS ESPAÇOS COM O NOME DOS ÓRGÃOS DOS SENTIDOS.

A) B)

TY LIM/SHUTTERSTOCK

SERGIY BYKHUNENKO/

SHUTTERSTOCK

COM AS O R E L H A S

COM O N A R I Z

ESCUTAMOS O BARULHO DO TROVÃO

SENTIMOS OS CHEIROS.

E AS MÚSICAS.

C) D)

TY LIM/SHUTTERSTOCK

AMELIA FOX/SHUTTERSTOCK

COM OS

O L H O S

ENXERGAMOS A COR DOS OBJETOS.

PERCEBEMOS O GOSTO DOS ALIMENTOS

COM A L Í N G U A .

37

Atividade complementar

O vídeo “Cocoricó especial 20 anos – Instrumentos musicais” foi produzido em 2020

e tem 1 hora de duração. Você pode exibi-lo em trechos de 20 a 30 minutos, se achar

mais conveniente.

O sentido da audição e a criatividade na descoberta de “instrumentos musicais” são

muito bem explorados. Disponível em: www.youtube.com/watch?v=bEj0DA_Razg.

Acesso em: 5 ago. 2021.

37


38

Habilidades

(EF01CI03) Discutir as razões

pelas quais os hábitos de

higiene do corpo (lavar as mãos

antes de comer, escovar os dentes,

limpar os olhos, o nariz e

as orelhas etc.) são necessários

para a manutenção da saúde.

(EF01CI05) Identificar e

nomear diferentes escalas

de tempo: os períodos diários

(manhã, tarde, noite) e

a sucessão de dias, semanas,

meses e anos.

Objetivos

• Relacionar as principais refeições

com os períodos do

dia (manhã, tarde e noite).

• Identificar hábitos de higienização

e de conservação

dos alimentos que são consumidos

diariamente.

• Reconhecer a importância

da higienização das mãos

para a manutenção da

saúde.

• Relacionar a qualidade da

água consumida com a saúde

das pessoas.

• Reconhecer que uma pessoa

não é idêntica a outra

e que há uma grande diversidade

física entre os seres

humanos.

Apoio pedagógico

As páginas 38 a 43 correspondem

à unidade didática

deste capítulo. Os temas tratados

são: higiene no preparo

dos alimentos das refeições

diárias, lavagem das mãos,

conservação dos alimentos

e o consumo de água potável.

Este capítulo valoriza os

hábitos saudáveis que protegem

a nossa saúde, como

higienizar os alimentos crus

antes de comê-los, lavar as

mãos com frequência, principalmente

antes das refeições,

e beber água potável. Hábitos

de higiene evitam um grande

número doenças.

O CAFÉ DA MANHÃ, O ALMOÇO E O JANTAR SÃO AS PRINCIPAIS REFEIÇÕES

DO DIA.

38

3

MEUS

Atividade complementar

HÁBITOS

SAUDÁVEIS

Sempre que tratamos de assuntos como a alimentação das pessoas, logo vem à mente

duas questões: a fome no mundo e a obesidade decorrente, em grande parte, do comportamento

alimentar das pessoas. O texto a seguir expressa a preocupação com o tema

da obesidade infantil.

OMS lança novas diretrizes de combate à obesidade infantil no mundo

Estima-se que 41 milhões de crianças menores de 5 anos sejam obesas ou estejam

acima do peso no mundo. As informações são de especialistas [da] Organização Mundial

da Saúde (OMS) [...].

Diante de evidências que indicam que o problema afeta tanto países desenvolvidos, quanto em desenvolvimento,

a OMS divulgou detalhes sobre como profissionais treinados podem identificar melhor os

jovens que precisam de ajuda. As diretrizes publicadas para tratar a obesidade incluem aconselhamento e

dieta, avaliação dos hábitos alimentares, além das mais comuns medições de peso e altura.

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10


TROCANDO IDEIAS

CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE AS REFEIÇÕES E LANCHES QUE VOCÊS

FAZEM TODOS OS DIAS. DE QUAL REFEIÇÃO VOCÊ MAIS GOSTA? Resposta pessoal.

COMER DEMAIS OU DE MENOS PODE CAUSAR DOENÇAS.

ALÉM DE

COMER NA

QUANTIDADE

CERTA, DEVEMOS

FAZER ATIVIDADES

FÍSICAS.

BRINCAR É UMA BOA ATIVIDADE FÍSICA.

DEVEMOS COMER

SEMPRE ALIMENTOS

VARIADOS E NA

QUANTIDADE CORRETA

PARA GARANTIR UM

CRESCIMENTO SAUDÁVEL.

A OMS diz que a prevalência de obesidade em crianças reflete mudanças comportamentais

que privilegiam dietas não saudáveis e inatividade física. Urbanização, o aumento da

renda, a disponibilidade de fast food, o aumento das demandas educacionais e do tempo

diante da televisão e de videogames levaram a uma elevação no consumo de alimentos

ricos em gorduras, açúcar e sal e menores níveis de atividade física.

[...]

O link a seguir traz mais informações sobre o tema. Disponível em: https://brasil.un.org/

pt-br/77817-oms-lanca-novas-diretrizes-de-combate-obesidade-infantil-no-mundo.

Acesso em: 3 ago. 2021.

MONKEY BUSINESS IMAGES/SHUTTERSTOCK

39

FERNANDO FAVORETTO/CRIAR IMAGEM

Apoio pedagógico

Uma refeição saudável

precisa conter porções adequadas

de cada grupo de

nutrientes. As refeições devem

atender às necessidades

energéticas da pessoa, que

deve incluir na sua rotina a

prática regular de atividades

físicas.

O sedentarismo e a alimentação

incorreta devem ser

evitados, pois podem resultar

em doenças cardiovasculares

e diabetes, tanto em crianças

como em adultos.

Outro ponto a considerar é

sobre a desnutrição e a obesidade,

pois são problemas de

saúde ligados às questões alimentares

que afetam grande

parte da população mundial,

inclusive do Brasil.

Sugestão de

encaminhamento

Em conversa com a classe,

explique aos alunos como

devemos valorizar o hábito

alimentar saudável, isto é, o

consumo de refeições equilibradas

para a condição física

de cada um (criança, adulto,

idoso, atleta, convalescente,

pessoas com restrições alimentares

específicas, entre

outros).

Você pode exibir imagens

de refeições saudáveis para

que os alunos tenham uma

referência clara do que isso

significa.

39


Habilidades

(EF01CI03) Discutir as razões

pelas quais os hábitos de

higiene do corpo (lavar as mãos

antes de comer, escovar os dentes,

limpar os olhos, o nariz e

as orelhas etc.) são necessários

para a manutenção da saúde.

(EF01CI05) Identificar e

nomear diferentes escalas

de tempo: os períodos diários

(manhã, tarde, noite) e

a sucessão de dias, semanas,

meses e anos.

Sugestão de

encaminhamento

Trabalhe a importância do

cuidado e higiene no manuseio

dos alimentos com uma

atividade coletiva: o preparo

de uma salada de frutas, por

exemplo.

Para isso, escolha um espaço

adequado na escola em

que possa ser feita a lavagem

das frutas que serão usadas.

Você pode combinar com os

alunos como vão conseguir as

frutas para a atividade.

Um grupo de alunos poderá

lavar um tipo de fruta,

outro pode secar o que foi

lavado e assim por diante.

Somente você, professor,

deve picar as frutas, caso seja

necessário.

Antes de iniciar a atividade,

explique que todos devem

lavar bem as mãos ao

manusear qualquer tipo de

alimento. Somente com as

mãos limpas é que os alunos

podem ajudar na montagem

da salada de frutas.

A atividade pode ser concluída

no refeitório da escola. Os

alunos ajudarão na distribuição

dos pratos e talheres. Somente

após a lavagem das mãos é que

todos devem se sentar à mesa

e saborear a salada.

A atividade proporcionará

às crianças uma aula gostosa

e com muito aprendizado.

OS CUIDADOS COM OS ALIMENTOS

40

ANTES DE COMER, PRECISAMOS:

LAVAR BEM OS ALIMENTOS...

FRUTAS E VERDURAS CRUAS DEVEM SER

BEM LAVADAS.

...UTILIZAR PRATOS, COPOS E

TALHERES LIMPOS...

PRATOS E TALHERES DEVEM ESTAR SEMPRE LIMPOS.

Resolução comentada

...PREPARÁ-LOS CORRETAMENTE...

OS GRÃOS DEVEM SER LAVADOS E COZIDOS.

...E LAVAR BEM AS MÃOS.

DEVEMOS LAVAR AS MÃOS ANTES

DAS REFEIÇÕES.

TROCANDO IDEIAS

Respostas na Resolução comentada.

CONVERSE COM OS COLEGAS DE GRUPO E RESPONDA:

1. POR QUE É IMPORTANTE LAVAR OS ALIMENTOS QUE COMEMOS?

As atividades da seção Trocando ideias têm como objetivo estimular o compartilhamento de informações

entre os alunos sobre hábitos básicos de higiene relacionados ao manuseio dos alimentos.

As medidas de higiene são importantes para a nossa saúde. Alimentos, talheres, pratos e mãos

podem estar contaminados, por isso, devem estar sempre bem limpos.

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

2. POR QUE DEVEMOS LAVAR OS TALHERES E OS PRATOS QUE USAMOS?

3. POR QUE DEVEMOS LAVAR AS MÃOS ANTES DE COMER?

A. CARLÍN/ M10

EDUCAÇÃO

ALIMENTAR E

NUTRICIONAL

A. CARLÍN/ M10

40


COMO GUARDAR OS ALIMENTOS

VOCÊ SABE COMO GUARDAR CORRETAMENTE OS ALIMENTOS?

1. LIGUE OS ALIMENTOS AO LOCAL EM QUE DEVEM SER GUARDADOS.

Atividade

complementar

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

Você pode ler mais sobre

o tema da alimentação na

escola lendo o trabalho realizado

pelas professoras Maria

de Lourdes e Gisele Maria. O

artigo “A alimentação como

conteúdo de Ciências: um

resgate da saúde” está disponível

em: www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/

cadernospde/pdebusca/producoes_pde/2014/2014_uel_

cien_artigo_maria_de_lourdes_de_almeida.pdf.

Acesso

em: 3 ago. 2021.

O trabalho procura enfatizar

a aplicação da educação

alimentar nas aulas de

Ciências e valorizar a promoção

da saúde. A proposta

contribui para a promoção

da saúde de uma forma lúdica,

valorizando a cultura

alimentar das famílias dos

estudantes.

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

2. CONTE AOS SEUS FAMILIARES O QUE APRENDEU SOBRE OS CUIDADOS COM OS

ALIMENTOS.

41

Resolução comentada

Atividade 1: Os alunos podem sugerir outras formas de ligar os alimentos aos locais onde devem

ser guardados. Por exemplo: as laranjas ficam na fruteira ou na geladeira?

Atividade 2: Contar aos familiares como os alimentos devem ser higienizados e guardados é uma

boa forma mostrar o que aprenderam na escola.

Você pode pedir aos alunos que escrevam o nome dos alimentos que identificam nas imagens.

Assim, eles terão mais uma oportunidade de escrever.

41


Habilidades

(EF01CI03) Discutir as razões

pelas quais os hábitos de

higiene do corpo (lavar as mãos

antes de comer, escovar os dentes,

limpar os olhos, o nariz e

as orelhas etc.) são necessários

para a manutenção da saúde.

(EF01CI05) Identificar e

nomear diferentes escalas

de tempo: os períodos diários

(manhã, tarde, noite) e

a sucessão de dias, semanas,

meses e anos.

Apoio pedagógico

Em regiões com muita pobreza,

crianças menores de

5 anos morrem por causas

que poderiam ser facilmente

prevenidas. De acordo com

a OMS, a diarreia mata cerca

de 3 milhões de crianças nos

países mais pobres.

Alimentos e água contaminada

são as principais formas

de se adquirir a bactéria causadora

da diarreia. O soro caseiro

é uma maneira eficiente

para evitar a desidratação

provocada por essa infecção

em crianças e adultos.

ALIMENTOS COMO O LEITE,

O IOGURTE, A MANTEIGA, AS

VERDURAS, OS LEGUMES E

ALGUMAS FRUTAS DEVEM SER

ARMAZENADOS NA GELADEIRA.

JÁ ALIMENTOS COMO

MACARRÃO, FEIJÃO, CAFÉ E

AÇÚCAR, FRUTAS COMO A

BANANA, A MAÇÃ E A LARANJA,

TEMPEROS, ÓLEO, AZEITE

E ALIMENTOS ENLATADOS

AINDA FECHADOS PODEM SER

GUARDADOS EM ARMÁRIOS.

GUARDAR CORRETAMENTE OS ALIMENTOS EVITA QUE ELES ESTRAGUEM.

A ÁGUA PARA BEBER, LAVAR OS ALIMENTOS E COZINHAR DEVE SER FILTRADA

OU FERVIDA ANTES DE SER UTILIZADA.

BEBER ÁGUA NÃO TRATADA PODE CAUSAR MUITAS DOENÇAS, COMO A

DIARREIA.

A. CARLÍN/ M10

SORO CASEIRO

A. CARLÍN/ M10

LEMBRE-SE

ALIMENTOS MAL CONSERVADOS NÃO

DEVEM SER CONSUMIDOS, POIS PODEM

CAUSAR PROBLEMAS DE SAÚDE.

A. CARLÍN/ M10

• UM LITRO DE ÁGUA LIMPA

• UMA COLHER DE SOPA DE AÇÚCAR

• UMA COLHER DE CHÁ DE SAL

A. CARLÍN/ M10

Atividade

complementar

Como fazer o soro

caseiro

Existem duas formas

diferentes de preparar o

soro caseiro. Ao prepará-lo,

deve-se ter muito

cuidado e seguir rigorosamente

a receita.

Receita de soro caseiro

usando colher de sopa

• 1 litro de água filtrada,

fervida ou mineral

engarrafada;

• 1 colher de sopa bem

cheia de açúcar ou 2

colheres rasas de açúcar

(20 g);

• 1 colher de café de sal

(3,5 g).

O FILTRO DE BARRO FILTRA A ÁGUA

DE MODO EFICIENTE.

42

EM CASO DE DIARREIA, DEVE-SE TOMAR O SORO CASEIRO EM PEQUENOS

GOLES AO LONGO DO DIA.

Receita para 1 copo de 200 mL de soro caseiro

• 2 medidas rasas de açúcar, do lado maior da colher padrão (a colher padrão costuma

ser distribuída nos postos de saúde);

• 1 medida rasa de sal (lado menor da colher padrão);

• 1 copo (200 mL) de água filtrada, fervida ou mineral engarrafada.

O soro deve ser usado em casos de emergência e não é recomendado para crianças

que se alimentam exclusivamente de leite materno. Nesse caso, deve-se continuar oferecendo

o leite materno.

O soro pode ser utilizado em pequenas quantidades, usando uma colher, durante 24

horas.

Mais informações disponíveis em: www.pastoraldacrianca.org.br/soro-caseiro e https://

bvsms.saude.gov.br/bvs/dicas/214_diarreia.html. Acesso em: 3 ago. 2021.

42


ATIVIDADES

1. DESENHE NOS ESPAÇOS ABAIXO O QUE VOCÊ, NORMALMENTE, COME NO CAFÉ

DA MANHÃ, NO ALMOÇO E TAMBÉM NO JANTAR. ESCREVA O NOME DAQUELES

ALIMENTOS QUE SOUBER. Produção pessoal.

CAFÉ DA MANHÃ

ALMOÇO

JANTAR

Você pode solicitar que os

alunos realizem a atividade

em cartolinas durante a aula

de Arte. Depois, os cartazes

podem ser expostos na sala

de aula ou no corredor da

escola.

Apoio pedagógico

A atividade pode ser feita

somente com desenhos e

os alunos podem falar o que

comem. É provável que uma

parte dos alunos já saiba escrever

os nomes dos alimentos

desenhados. Neste caso,

a escrita deve fazer parte da

atividade.

A atividade de escrita pode

ser um incentivo para os alunos

que estão em processo de

alfabetização. Procure respeitar

o ritmo de aprendizagem

de cada aluno e dar atenção

para aqueles que apresentarem

maior dificuldade. Nesses

casos, retome os conteúdos

trabalhados usando outros

tipos de atividades.

Sugestão de

encaminhamento

Inicie a aula exibindo o vídeo

“Fome come”, do Palavra

Cantada” (CD Canções curiosas).

Disponível em: www.

youtube.com/watch?v=-

-G1ozGVDd2I. Acesso em: 3

ago. 2021.

Procure perceber os hábitos

alimentares dos alunos e

suas preferências.

43

Pergunte:

• O que comemos no café

da manhã?

• O que comemos no lanche

da escola?

• O que comemos no

almoço/jantar?

• O que comemos é

saudável?

• Frutas devem fazer parte

da nossa alimentação?

Avaliação formativa

Utilize os desenhos produzidos

na atividade desta

página como registro do

avanço da aprendizagem dos

alunos. Anote na sua folha de

avaliações (formativas ou bimestrais)

as observações referentes

aos desenhos dos alimentos

e às palavras escritas

no cartaz ou livro. Considere

também como foi a participação

oral dos alunos nas demais

atividades propostas no

período, como nas rodas de

conversa e nas atividades em

duplas ou pequenos grupos.

Uma comparação do resultado

desta atividade com

as realizadas no começo do

período letivo vai dar elementos

para acompanhar o

desenvolvimento dos alunos

até o momento.

43


CIÊNCIAS EM AÇÃO

Tema: Diversidade

AUTORRETRATO

ARTE

Habilidade

(EF01CI03) Discutir as razões

pelas quais os hábitos

de higiene do corpo (lavar as

mãos antes de comer, escovar

os dentes, limpar os olhos, o

nariz e as orelhas etc.) são necessários

para a manutenção

da saúde.

Sugestão de

encaminhamento

Esta atividade pode ser desenvolvida

em conjunto com

a aula de Arte.

Explique aos alunos que autorretratos

são retratos que os

artistas fazem de si mesmos.

Pode-se fazer uma comparação

com as selfies tiradas

hoje em dia, mas explique

que os artistas, ao se retratarem,

muitas vezes incluem

na obra alguns aspectos

que revelam características

emocionais, enquanto na selfie

a preocupação principal

é retratar com fidelidade o

momento.

Depois, oriente os alunos a

utilizarem o material que desejarem,

podendo, inclusive,

misturar materiais.

Você pode considerar o

resultado da atividade como

mais uma avaliação.

44

NESTA ATIVIDADE, VAMOS ELABORAR UM AUTORRETRATO.

VEJA ALGUNS EXEMPLOS ABAIXO.

AUTORRETRATO DA PINTORA BRASILEIRA

TARSILA DO AMARAL.

MATERIAIS

• FOLHA DE CARTOLINA BRANCA

(UMA POR ALUNO);

• TESOURA DE PONTAS

ARREDONDADAS;

• REVISTAS VELHAS;

ORGANIZE O TRABALHO

• COLA EM BASTÃO;

• LÁPIS DE COR;

• GIZ DE CERA;

• TINTAS GUACHE;

• PINCÉIS PARA GUACHE.

• CADA ALUNO RECEBERÁ UMA CARTOLINA BRANCA.

• ESCREVA SEU NOME NA PARTE DE TRÁS DA CARTOLINA.

COLEÇÃO PARTICULAR/ROMULO FIALDINI

AUTORRETRATO DO PINTOR ESPANHOL

PABLO PICASSO.

• ESCOLHA O MATERIAL QUE VAI UTILIZAR PARA O SEU AUTORRETRATO. PODE

SER TINTA, LÁPIS DE COR, GIZ DE CERA, COLAGEM...

NARODNI GALERIE, PRAGUE, CZECH REPUBLIC /BRIDGEMAN IMAGES/KEYSTONE BRASIL

44


• QUANDO TERMINAR O AUTORRETRATO, DEIXE SECANDO POR PELO MENOS

UM DIA.

DIVULGUE SEU TRABALHO

• ORGANIZE UMA EXPOSIÇÃO JUNTO COM OS COLEGAS.

• TENTE RECONHECER OS COLEGAS DE CLASSE NOS AUTORRETRATOS QUE

ELES FIZERAM.

1. A ARTISTA MEXICANA FRIDA KAHLO TINHA

SOBRANCELHAS CHEIAS E UNIDAS, E ESSA

CARACTERÍSTICA VIROU SUA MARCA REGISTRADA.

• VOCÊ TEM ALGUMA CARACTERÍSTICA FÍSICA

MARCANTE? QUE CARACTERÍSTICA É ESSA?

Respostas na Resolução comentada.

CARACTERÍSTICA:

QUALIDADE PARTICULAR

DE ALGUÉM OU DE

ALGUMA COISA.

2. VOCÊ RECONHECEU ALGUNS DOS COLEGAS NOS AUTORRETRATOS?

QUE CARACTERÍSTICAS CHAMARAM MAIS SUA ATENÇÃO NAS OBRAS QUE

ELES FIZERAM?

3. COMPARE SEU AUTORRETRATO COM UMA SELFIE SUA. QUAIS DIFERENÇAS VOCÊ

ENCONTRA?

Resolução

comentada

1. Resposta pessoal. Ao tratar

das características pessoais

dos alunos, chame

a atenção para o fato de

que as pessoas são diferentes

umas das outras,

evidenciando a diversidade

de tipos físicos e características

marcantes que

há na população humana.

Fique atento para que ne

nhum estudante seja objeto

de chacota por causa

de alguma particularidade

física.

2. Espera-se que os alunos reconheçam

características

físicas marcantes dos colegas,

como cor e formato

dos olhos, cor do cabelo,

entre outras.

3. Resposta pessoal. Se possível,

leve um celular para a

sala de aula e peça a cada

aluno que tire uma selfie

para depois compará-la

com o autorretrato que

eles fizeram. Se não for

possível trabalhar com

uma selfie, peça que levem

uma foto recente deles.

45

45


CONCLUSÃO DA UNIDADE 1

A ficha a seguir é um modelo que deve ser copiado e ampliado para que o avanço da aprendizagem dos alunos seja registrado

de modo claro e objetivo.

FICHA DE MONITORAMENTO DA APRENDIZAGEM

Objetivos Aluno 1 Aluno 2 Aluno 3 Aluno 4 Aluno 5 ...

Capítulo1 – Quem sou eu? P S I P S I P S I P S I P S I

1. Observa a si mesmo e a outras crianças.

2. Representa o corpo humano por meio de

desenhos e colagens.

3. Identifica os próprios gostos e preferências.

4. Respeita as diferenças físicas e a forma de ser de

cada indivíduo.

Capítulo 2 – Eu reconheço o

ambiente

5. Identifica os órgãos dos sentidos no corpo

humano.

6. Respeita diferenças físicas e a forma de ser das

pessoas.

7. Identifica, através de atividades práticas, a

função dos órgãos dos sentidos.

Capítulo 3 – Meus hábitos

saudáveis

8. Relaciona as principais refeições com os períodos

do dia (manhã, tarde e noite).

9. Identifica a importância da higienização e da

conservação dos alimentos que são consumidos

diariamente.

10. Reconhece a importância da higienização das

mãos para a manutenção da saúde.

11. Relaciona a qualidade da água consumida com

a saúde das pessoas.

12. Reconhece que uma pessoa não é idêntica a

outra e que há uma grande diversidade física entre

os seres humanos.

P = Objetivo atingido plenamente S = Objetivo atingido satisfatoriamente I = Aproveitamento insatisfatório

A 45


INTRODUÇÃO DA UNIDADE 2

QUADRO DE OBJETIVOS PEDAGÓGICOS

CICLOS E RITMOS

Conteúdos e habilidades da

BNCC associadas

Objetivos

Páginas

(numeração)

Pré-requisitos

Capítulo 4 – O ritmo dos meus

dias

(EF01CI03) Discutir as razões pelas quais os

hábitos de higiene do corpo (lavar as mãos antes

de comer, escovar os dentes, limpar os olhos,

o nariz e as orelhas etc.) são necessários para a

manutenção da saúde.

(EF01CI06) Selecionar exemplos de como a

sucessão de dias e noites orienta o ritmo de

atividades diárias de seres humanos e de outros

seres vivos.

Capítulo 5 – O tempo

(EF01CI05) Identificar e nomear diferentes

escalas de tempo: os períodos diários (manhã,

tarde, noite) e sucessão de dias, semanas, meses

e anos.

(EF01CI06) Selecionar exemplos de como a

sucessão de dias e noites orienta o ritmo de

atividades diárias de seres humanos e de outros

seres vivos.

1. Valorizar as atividades regulares diárias, como a escovação

dos dentes, a higiene corporal e as refeições, como essenciais

para a manutenção da saúde.

2. Conscientizar-se de que o corpo humano e os gostos das

pessoas mudam no decorrer da vida.

3. Reconhecer que na população brasileira há diversos tipos

de refeição matinal (café da manhã).

4. Perceber que as pessoas realizam atividades regulares

nos dias úteis e atividades diferentes nos finais de semana

(rotina).

5. Conhecer os principais direitos descritos no Estatuto da

Criança e do Adolescente (ECA).

6. Reconhecer que os ciclos de dia/noite orientam as nossas

atividades diárias.

7. Perceber a importância do descanso (sono) para a

manutenção da saúde das pessoas.

8. Identificar o hábito de vida de alguns animais,

considerando os períodos claro e escuro do dia (hábito diurno

e hábito noturno).

9. Relacionar o período de um dia e de um ano com os

movimentos do planeta Terra.

10. Relacionar as variações do clima de uma região com as

estações do ano.

46 a 52 Ler imagens e pequenos

textos.

50, 51 e 55

53 e 60

48, 54 a 58 e 61

59

Expressar-se por meio de

desenhos e pela escrita.

Identificar ações de higiene

corporal.

62 e 63 Comunicar-se oralmente e

por imagens.

64 e 65

66 e 67

67 a 69

70 a 72

Ler pequenos textos

científicos.

45 B


Habilidades

(EF01CI03) Discutir as razões

pelas quais os hábitos

de higiene do corpo (lavar as

mãos antes de comer, escovar

os dentes, limpar os olhos, o

nariz e as orelhas etc.) são necessários

para a manutenção

da saúde.

(EF01CI05) Identificar e

nomear diferentes escalas

de tempo: os períodos diários

(manhã, tarde, noite) e

sucessão de dias, semanas,

meses e anos.

(EF01CI06) Selecionar

exemplos de como a sucessão

de dias e noites orienta

o ritmo de atividades diárias

de seres humanos e de outros

seres vivos.

2

CICLOS E RITMOS

Apoio pedagógico

As rotinas diárias dos alunos

serão discutidas nessa

unidade. Dia e noite, semana

e mês, ano e década

são escalas de tempo que

marcam momentos da vida

das pessoas: como o dia

do aniversário, o início das

férias escolares, a hora de

dormir, entre outros exemplos.

Os afazeres diários das

crianças são estabelecidos

pelas famílias. A hora das

refeições, a hora de fazer

as tarefas da escola, o momento

de descanso, a hora

de brincar, a hora do banho

etc. garantem a rotina e o

bem-estar de todos. Ainda

nessa unidade, trataremos

dos movimentos de rotação

e de translação da Terra, os

quais determinam as marcações

de tempo do dia e do

ano, respectivamente.

46

Sugestão de

encaminhamento

Proponha aos alunos a leitura

da imagem de abertura.

Faça isso de forma coletiva,

perguntando o que observam

DEPOIS DE UMA BOA NOITE DE SONO, AS PESSOAS

ACORDAM E SE PREPARAM PARA MAIS UM DIA.

e o que pode estar acontecendo

em cada quadro.

Depois, peça aos alunos

que contem em casa sobre

o que estão estudando na

escola. Incentive-os sempre

a compartilhar com os

familiares.

O foco do primeiro e do

segundo ano do Ensino

Fundamental é a alfabetização.

Nesse sentido, o

Ministério da Educação e

Cultura criou o programa

“Conta pra Mim – Literacia

Familiar” de apoio à

alfabetização.

Acesse o link e saiba o

que é literacia familiar e

descubra como a escola

pode estimular a prática

da leitura e da escrita na

casa dos alunos. Disponível

em: www.youtube.com/

watch?v=gFCs12q32go&list=PL9nJ11ynWg3fH9HOK2sp-QBBaMDf3iTBH&index=2.

A lista dos vídeos está disponível

no link: https://www.

youtube.com/playlist?list=PL9nJ11ynWg3fH9HOK2sp-QBBaMDf3iTBH.

Acesso

em: 8 ago. 2021.


PARA EXPLORAR

OBSERVE A IMAGEM E RESPONDA:

1. VOCÊ ACORDA SOZINHO, COM

A AJUDA DO DESPERTADOR OU

ALGUÉM O ACORDA? Respostas

pessoais.

2. CONTE PARA OS COLEGAS

QUANTAS HORAS VOCÊ

COSTUMA DORMIR POR NOITE.

A. CARLÍN/ M10

Apoio pedagógico

As crianças desenvolvem

autonomia aos poucos. Sua

dependência dos adultos

(pais ou responsáveis) reduz-

-se na medida em que elas

crescem e adquirem novas

habilidades.

Sugestão de

encaminhamento

Aproveite o momento da

discussão da seção Para explorar

em grupo para conhecer

melhor os hábitos de seus

alunos. Questione a respeito

da rotina deles: se dormem

o suficiente, se costumam

dormir muito tarde, se acordam

muito cedo, como são

acordados (sozinhos, com

despertador...), o que fazem

ao acordar (se escovam os

dentes, se tomam banho, se

tomam café da manhã).

Os hábitos dos alunos podem

ser diferentes a ponto

de haver conflito entre eles.

Fique atento para agir rapidamente

caso isso aconteça

na sua aula.

Lembre-se de que os hábitos

e a cultura familiar devem

ser respeitados.

47


Habilidades

(EF01CI03) Discutir as razões

pelas quais os hábitos

de higiene do corpo (lavar as

mãos antes de comer, escovar

os dentes, limpar os olhos, o

nariz e as orelhas etc.) são necessários

para a manutenção

da saúde.

(EF01CI06) Selecionar

exemplos de como a sucessão

de dias e noites orienta

o ritmo de atividades diárias

de seres humanos e de outros

seres vivos.

4

ACORDAR E TOMAR O CAFÉ DA

MANHÃ.

SERÁ QUE TODAS AS PESSOAS

FAZEM AS MESMAS ATIVIDADES

QUANDO ACORDAM?

E VOCÊ? O QUE FAZ DEPOIS

DE ACORDAR?

O RITMO DOS

MEUS DIAS

SERÁ QUE TODAS AS CRIANÇAS FAZEM AS MESMAS COISAS

DEPOIS QUE ACORDAM?

KWANCHAI.C/SHUTTERSTOCK

Apoio pedagógico

As páginas 48 a 57 correspondem

a uma unidade

didática e abordam as

rotinas diárias das crianças:

as principais refeições do

dia, higiene corporal, bucal

e dentição.

Neste capítulo, serão trabalhadas

as habilidades

EF01CI03 e EF01CI06, de

modo que o aluno identifique

os períodos diários

(manhã, tarde e noite) e relacione-os

com suas atividades

diárias, como acordar, ir

à escola, tomar banho, fazer

as refeições etc.

Objetivos

• Valorizar atividades regulares

diárias, como a

escovação dos dentes, a

higiene corporal e as refeições

para a manutenção

da saúde.

• Conscientizar-se de que o

corpo humano e os gostos

das pessoas mudam no decorrer

da vida.

• Reconhecer que na população

brasileira há diversos

tipos refeição matinal (café

da manhã).

• Conhecer os principais

direitos descritos no

Estatuto da Criança e do

Adolescente (ECA).

• Perceber que as pessoas

1. CONTORNE AS FIGURAS QUE MOSTRAM O QUE VOCÊ FAZ ANTES DE TOMAR O CAFÉ

DA MANHÃ. Resposta pessoal.

48

TROCANDO IDEIAS

CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE O QUE CADA UM FAZ PELA MANHÃ.

DEPOIS, DIGA COMO VOCÊ SE PREPARA PARA COMEÇAR O DIA. Resposta pessoal.

realizam atividades regulares

nos dias úteis e atividades

diferentes nos finais

de semana (rotina).

Sugestão de

encaminhamento

Faça uma roda de conversa

e incentive os alunos

a contar o que fazem logo

que acordam e se planejam

o que vão fazer durante o dia.

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

Todos devem ouvir os colegas,

respeitando o momento

da fala de cada um.

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

48


LOGO APÓS ACORDARMOS, DEVEMOS CUIDAR DA HIGIENE DO CORPO.

DEVEMOS ESCOVAR OS DENTES LOGO APÓS ACORDAR.

2. OBSERVE AS IMAGENS ABAIXO E FAÇA O QUE SE PEDE.

AFRICA STUDIO/SHUTTERSTOCK

A. CARLÍN/ M10

TOMAR BANHO TODOS OS DIAS FAZ PARTE DE UMA

ROTINA SAUDÁVEL.

• COMO VOCÊ ACHA QUE É O DIA DOS MENINOS NAS IMAGENS ACIMA?

VOCÊ ACHA QUE HÁ MUITA DIFERENÇA? Resposta pessoal.

• CRIE UMA HISTÓRIA SOBRE O QUE ACONTECE NO DIA DE CADA UM DOS

MENINOS E CONTE-A PARA OS COLEGAS. Resposta pessoal.

49

FERNANDO FAVORETTO/CRIAR IMAGEM

A. CARLÍN/ M10

Sugestão de

encaminhamento

Na atividade 2, estimule

os alunos a expressar livremente

as opiniões e a expor

a criatividade. Os alunos são

convidados a refletir e a criar

uma história sobre o dia de

uma criança em uma tribo

indígena e de uma criança

que vive em uma cidade. A

oralidade, a organização de

ideias e a compreensão das

regras da interação social são

habilidades desenvolvidas

na aula.

Apoio pedagógico

O ato de criar, ouvir e contar

histórias colabora para o

desenvolvimento da criança.

Desde a Educação Infantil, os

alunos são convidados a comentar

e complementar as

histórias infantis, bem como

interagir com seus personagens.

Nesse processo, o vocabulário

é ampliado e as regras

sociais da comunidade são

apresentadas.

No processo de desenvolvimento

da criança, não

basta somente fazê-la aceitar

as instruções dos adultos. A

palavra que não se escuta não

se aprende; por isso, ouvir histórias

deve fazer parte do dia

a dia na infância.

O tipo de conversa, assim

como o tipo de história que é

contada para a criança, é muito

importante. Não basta ler

mecanicamente uma história;

devem-se criar condições

para que as crianças possam

pensar, opinar, analisar e conversar

sobre ela.

À medida que a capacidade

de compreensão das histórias

avança, o espírito crítico e a

identificação dos enredos e

dos personagens, a antecipação

do que vai acontecer na

história, a relação da situação

descrita com a realidade etc.

tornam-se mais complexos.

Em pouco tempo, as crianças

começam a criar novos

finais para histórias conhecidas

e a criar as suas próprias

histórias.

49


50

Habilidades

(EF01CI03) Discutir as razões

pelas quais os hábitos

de higiene do corpo (lavar as

mãos antes de comer, escovar

os dentes, limpar os olhos, o

nariz e as orelhas etc.) são necessários

para a manutenção

da saúde.

(EF01CI06) Selecionar

exemplos de como a sucessão

de dias e noites orienta

o ritmo de atividades diárias

de seres humanos e de outros

seres vivos.

Apoio pedagógico

Os dentes que nascem

nos bebês são chamados

de dentes de leite (primeira

dentição) e eles são substituídos

aos poucos pelos dentes

permanentes ou definitivos

(segunda dentição).

Talvez você tenha alunos

que já começaram a trocar

os dentes de leite pelos

definitivos.

Também pode acontecer

de alguma criança ter perdido

algum dente por acidente ou

por causa de uma cárie, por

exemplo.

Sugestão de

encaminhamento

Para responder à atividade

1, a criança deve conversar

com um adulto da sua casa.

Assim, ele saberá o que a

criança está estudando na

aula de Ciências.

Oriente os alunos na interpretação

do esquema da

primeira dentição ou dentição

de leite. Explique que os

desenhos da atividade 2 representam

os dentes inferiores

da mandíbula e os dentes

superiores da maxila.

Os alunos poderão observar

a própria boca, utilizando

um espelho com a ajuda de

um adulto, e contar quantos

dentes cada um possui na

OS DENTES

NOS PRIMEIROS MESES DE

VIDA, OS DENTES DO BEBÊ AINDA

NÃO NASCERAM. ELE SE ALIMENTA

SOMENTE DE LEITE MATERNO.

mandíbula e na maxila.

Para concluir a atividade 2,

o número de dentes contados

deverá ser representado

no esquema, isto é, para cada

dente da boca, um dente do

desenho deverá ser pintado.

TODA CRIANÇA DEVE SE ALIMENTAR SOMENTE

DE LEITE MATERNO ATÉ OS 6 MESES DE VIDA.

MÃOS À OBRA

1. VOCÊ SABE QUANDO NASCEU O SEU PRIMEIRO DENTE? PERGUNTE A SEUS

PAIS OU A UM ADULTO QUE MORA COM VOCÊ (AVÓS, TIOS OU ALGUM OUTRO

ADULTO). DEPOIS, MARQUE COM UM X A SUA RESPOSTA. Resposta pessoal.

ANTES DE COMPLETAR 1 ANO DE IDADE.

ENTRE 1 ANO E 2 ANOS.

DEPOIS DE 2 ANOS DE IDADE.

2. QUANTOS DENTES VOCÊ TEM? PINTE NAS FIGURAS A SEGUIR OS DENTES QUE

EXISTEM NA SUA BOCA. Resposta pessoal.

50

QUANTOS DENTES?

FAÇA ESTA ATIVIDADE EM CASA.

DENTES DE LEITE SUPERIORES

VICTOR B./ M10

DENTES DE LEITE INFERIORES

VICTOR B./ M10

KINGSPIRIT IMAGE ROOM/SHUTTERSTOCK


DENTES DE LEITE

AS CRIANÇAS TÊM DENTES DE LEITE ATÉ POR VOLTA DOS

6 ANOS DE IDADE. DEPOIS ELES CAEM E COMEÇAM A NASCER

OS DENTES PERMANENTES.

ROB BAYER/SHUTTERSTOCK

PERMANENTE: QUE É

DEFINITIVO.

Apoio pedagógico

Embora os dentes de leite

sejam substituídos pelos permanentes

ainda na infância,

eles são importantes para o

bom desenvolvimento da arcada

dentária, pois orientam

a erupção dos dentes definitivos,

auxiliam na fonação e garantem

uma boa mastigação

e deglutição dos alimentos.

OS DENTES DE LEITE SÃO TROCADOS

PELOS DENTES PERMANENTES.

ESSAS TROCAS ACONTECERÃO DURANTE ALGUNS ANOS.

AO COMPLETAR 13 ANOS, A MAIORIA DAS PESSOAS TERÁ SOMENTE DENTES

PERMANENTES. O NÚMERO DE DENTES PERMANENTES VARIA DE 28 A 32.

DENTES DE LEITE (20)

VICTOR B./ M10

DENTES PERMANENTES (32)

ESQUEMA DE UMA BOCA COM OS DENTES DE LEITE E UMA BOCA COM

OS DENTES PERMANENTES.

VICTOR B./ M10

CIÊNCIAS

LIVRO

• A FADA DO DENTE

BANGUELA

AUTORA: LULU LIMA

EDITORA: MIL

CARAMIOLAS

ANO: 2016

O LIVRO CONTA A

HISTÓRIA DE QUANDO

A PRÓPRIA FADA DO

DENTE FICA BANGUELA!

É UMA HISTÓRIA PARA

CAIR NA RISADA E

MOSTRAR TODAS AS

JANELINHAS.

51

Sugestão de

encaminhamento

Converse com os alunos

sobre o fato de que, talvez,

nem todos tenham o mesmo

número de dentes na boca.

Fatores genéticos e de má-

-formação durante a gestação

podem provocar essas

diferenças.

Caso haja na turma alunos

nessas condições, procure

saber a causa.

Atividade complementar

O livro A fada do dente banguela conta a história de quando a própria fada do dente

estava sem os dentes de leite. É uma história para cair na risada e mostrar todas as janelinhas.

Se possível, leia a história indicada na seção Ciências + para os alunos, que poderão

se identificar com os personagens.

51


POR QUE É IMPORTANTE ESCOVAR OS DENTES?

SAÚDE

Habilidades

(EF01CI03) Discutir as razões

pelas quais os hábitos

de higiene do corpo (lavar as

mãos antes de comer, escovar

os dentes, limpar os olhos, o

nariz e as orelhas etc.) são necessários

para a manutenção

da saúde.

(EF01CI06) Selecionar

exemplos de como a sucessão

de dias e noites orienta

o ritmo de atividades diárias

de seres humanos e de outros

seres vivos.

Apoio pedagógico

A cárie é o problema mais

comum que atinge os dentes

das crianças. Ela é provocada

por ácidos eliminados por

bactérias que se alimentam

de restos de comida, principalmente

de açúcar, presos

nos dentes. Esses ácidos corroem

os dentes, formando as

cáries.

Cáries nos dentes de leite,

decorrentes da falta de higiene

bucal, podem se transformar

em infecção e prejudicar

a formação dos dentes

permanentes.

Portanto, valorize esse momento

para estimular os alunos

a fazer uma boa higiene

bucal.

Sugestão de

encaminhamento

Leia o texto da seção

Curiosidade para os alunos e

pergunte o que entenderam

sobre o surgimento da escova

de dentes.

Proponha uma atividade

coletiva de escovação dos

dentes. Para isso, peça aos

alunos que levem a escova

de dentes no dia combinado

para a realização da atividade.

Você deve providenciar um

tubo de pasta de dentes e

aplicar a quantidade correta

nas escovas dos alunos.

PRECISAMOS ESCOVAR OS DENTES TODOS OS DIAS, PELO MENOS TRÊS VEZES

AO DIA.

A FALTA DE HIGIENE DA BOCA PODE CAUSAR CÁRIES, INFLAMAÇÃO DA

GENGIVA E DIFICULTAR A MASTIGAÇÃO DOS ALIMENTOS.

A CÁRIE É UMA DOENÇA DOS DENTES,

CAUSADA POR MICRORGANISMOS.

ESSES MICRORGANISMOS SE ALIMENTAM

DE RESTOS DE COMIDA QUE FICAM NA BOCA E

LIBERAM SUBSTÂNCIAS QUE FORMAM BURACOS

NOS DENTES, PRODUZINDO AS CÁRIES.

CURIOSIDADE

LEIA O TEXTO A SEGUIR E CONTE PARA O PROFESSOR

O QUE VOCÊ ENTENDEU.

A HISTÓRIA DA ESCOVA DE DENTE

A PRIMEIRA ESCOVA DE DENTE, PARECIDA COM A QUE

USAMOS HOJE, SURGIU NA CHINA POR VOLTA DE 1500.

ELA ERA FEITA DE BAMBU (OU OSSO), COM PELOS DE

PORCO OU CAVALO EM UMA DAS PONTAS. A ESCOVA

COM CERDAS DE NÁILON, A MAIS COMUM ATUALMENTE,

FOI CRIADA SOMENTE EM 1938.

52

Explique como os dentes

devem ser escovados e que a

escova de dentes é pessoal e

não pode ser compartilhada

com outras pessoas.

LUCKY BUSINESS/SHUTTERSTOCK

LEMBRE-SE

SEMPRE ESCOVE OS DENTES APÓS AS

REFEIÇÕES E DEPOIS DE COMER DOCES.

AFINAL, VOCÊ NÃO QUER TER CÁRIES,

NÃO É?

DEVEMOS IR AO DENTISTA PELO MENOS DUAS

VEZES AO ANO.

EXEMPLO DE ESCOVA DE DENTE ANTIGA.

MICRORGANISMOS: SERES VIVOS

MINÚSCULOS E INVISÍVEIS AOS NOSSOS

OLHOS.

CERDA: PELO NATURAL OU SINTÉTICO

USADO PARA A FABRICAÇÃO DE ESCOVAS

E PINCÉIS.

TYLER OLSON/SHUTTERSTOCK

52


O CAFÉ DA MANHÃ

DEPOIS DE ACORDAR E DE FAZER A HIGIENE DO CORPO, É HORA DO CAFÉ DA MANHÃ.

TOMAR UM BOM CAFÉ DA MANHÃ É IMPORTANTE PARA A SAÚDE DE TODOS,

CRIANÇAS E ADULTOS.

FAZER UMA BOA REFEIÇÃO PELA

MANHÃ É IMPORTANTE PARA TER

ENERGIA PARA COMEÇAR O DIA.

ALGUNS DESTES ALIMENTOS

COSTUMAM ESTAR PRESENTES

NO CAFÉ DA MANHÃ DAS

PESSOAS.

FERNANDO FAVORETTO/CRIAR

IMAGEM

O CAFÉ DA MANHÃ É

UMA DAS REFEIÇÕES

MAIS IMPORTANTES

DO DIA.

FERNANDO FAVORETTO/CRIAR IMAGEM

Sugestão de

encaminhamento

Tema: Diversidade

Converse com os alunos sobre

os hábitos alimentares da

sua comunidade. Eles podem

variar de acordo com a cultura

alimentar de cada família.

Conhecer a cultura, alimentar

ou não, de outros povos amplia

a experiência de vida e a

empatia das pessoas.

Afinal, o café da manhã não

é igual em todas as regiões

do Brasil. Você pode realizar

junto com os alunos uma pesquisa

em livros, revistas ou

páginas confiáveis da internet

sobre como é o café da manhã

nas diversas regiões do

nosso país e em outras partes

do mundo. Organizem um

cartaz com as descobertas.

NEM TODOS CONSOMEM OS MESMOS ALIMENTOS

NO CAFÉ DA MANHÃ. NAS DIVERSAS REGIÕES DO BRASIL

EXISTEM COSTUMES DIFERENTES NA HORA DAS REFEIÇÕES.

CONSUMIR: COMER,

ALIMENTAR-SE COM.

CAFÉ DA MANHÃ TÍPICO DO

NORDESTE, COM CUSCUZ E TAPIOCA.

FERNANDO FAVORETTO/CRIAR

IMAGEM

CAFÉ DA MANHÃ TÍPICO DO MATO

GROSSO DO SUL, COM CAFÉ E CHIPAS

DE QUEIJO.

ARNALDO KIKUTI/

SHUTTERSTOCK

EM MANAUS, O COSTUME É COMER

PÃO COM TUCUMÃ.

53

ISAQUE M NASCIMENTO/

SHUTTERSTOCK

53


OUTRAS REFEIÇÕES

Habilidades

(EF01CI03) Discutir as razões

pelas quais os hábitos

de higiene do corpo (lavar as

mãos antes de comer, escovar

os dentes, limpar os olhos, o

nariz e as orelhas etc.) são necessários

para a manutenção

da saúde.

(EF01CI06) Selecionar

exemplos de como a sucessão

de dias e noites orienta

o ritmo de atividades diárias

de seres humanos e de outros

seres vivos.

Apoio pedagógico

A passagem do tempo é

marcada por eventos que

se repetem periodicamente.

É o caso das refeições: para

as crianças que estudam de

manhã, a hora de ir para a

escola é após o café da manhã,

e chegar em casa significa

que é hora do almoço,

assim como o jantar marca o

momento antes de ir dormir.

Para alunos que frequentam o

período integral ou ampliado

da escola, a hora do almoço é

um momento coletivo que se

repete nos mesmos horários

todos os dias.

COMEMOS E BEBEMOS VÁRIAS VEZES AO DIA, ATÉ A HORA DE DORMIR.

DEPOIS DAS ATIVIDADES DA MANHÃ, PRÓXIMO AO MEIO DO DIA, ALMOÇAMOS. E

AO FINAL DO DIA, JANTAMOS.

TROCANDO IDEIAS

CONVERSE COM OS COLEGAS. QUE ATIVIDADES CADA COLEGA FAZ NA

PARTE DA MANHÃ, APÓS O CAFÉ DA MANHÃ E ANTES DO ALMOÇO?

Resposta na Resolução comentada.

PARA MUITAS PESSOAS, AS REFEIÇÕES MARCAM OS PERÍODOS DO DIA.

• O CAFÉ DA MANHÃ MARCA

O INÍCIO DO DIA.

• O LANCHE MARCA O

MEIO OU O FIM DA TARDE.

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

• O ALMOÇO INDICA O FIM DA

MANHÃ E O COMEÇO DA TARDE.

• E O JANTAR INDICA QUE A NOITE

CHEGOU.

A. CARLÍN/ M10 A. CARLÍN/ M10

Resolução

comentada

As respostas da seção

Trocando ideias podem

variar bastante. Há crianças

que vão à escola no período

da manhã e há aquelas que

estudam à tarde. Assim, os

horários em que fazem as tarefas

escolares ou participam

de atividades lúdicas variam

de acordo com o período escolar

das crianças.

Os alunos poderão contar

como é a rotina de outras

pessoas da família, como

irmãos ou primos.

54

Sugestão de

encaminhamento

Converse com os alunos

sobre as rotinas diárias e pergunte

como eles reconhecem

a passagem do tempo,

se sabem quando é hora

de ir para a escola, quando

o dia está finalizando ou o

momento de dormir.

Além disso, é interessante

escutar as explicações das

crianças sobre a passagem

do tempo e, a partir daí, trabalhar

com os conceitos de

horas, dias, semanas e meses.

54


QUAL É O SEU ALIMENTO FAVORITO?

3. DESENHE SUA FRUTA FAVORITA.

Produção pessoal.

4. FAÇA UMA COLAGEM COM SEUS ALIMENTOS FAVORITOS E ESCREVA OS NOMES DELES.

Produção pessoal.

5. CONVERSE COM OS SEUS FAMILIARES E PERGUNTE SE HÁ ALGUM ALIMENTO QUE

VOCÊ NÃO COMIA QUANDO ERA BEBÊ E HOJE COME. Resposta pessoal.

55

Resolução

comentada

Tema: Diversidade

Ao realizar as atividades 3

e 4, os alunos deverão usar

como referência o gosto pessoal

de cada um, que pode

ser bem variado. Diga aos

alunos que as diferenças de

gostos devem ser respeitadas

por todos.

Na atividade 5, há o envolvimento

de membros

adultos da família na resposta.

Conversar com os

pais ou responsáveis sobre

como era a alimentação da

criança desde que ela era

bebê favorece o desenvolvimento

de laços afetivos e o

autoconhecimento.

Provavelmente, os alunos

dirão que, quando eram

bebês, alimentavam-se só

de leite e de alimentos que

podiam ser engolidos sem

ser mastigados.

Depois de 1 ano de idade,

as crianças começam a comer

uma boa variedade de

alimentos e o gosto alimentar

começa a se formar.

Já aos 6 anos, as crianças

comem qualquer tipo de comida,

mas o gosto pessoal e a

cultura alimentar da comunidade

interferem nas escolhas

do que comer nas refeições.

55


ALÉM DE COMER, REALIZAMOS DIVERSAS ATIVIDADES DURANTE O DIA, COMO

BRINCAR, ESTUDAR, ASSISTIR À TELEVISÃO E NAVEGAR NA INTERNET.

Habilidades

(EF01CI03) Discutir as razões

pelas quais os hábitos

de higiene do corpo (lavar as

mãos antes de comer, escovar

os dentes, limpar os olhos, o

nariz e as orelhas etc.) são necessários

para a manutenção

da saúde.

(EF01CI06) Selecionar

exemplos de como a sucessão

de dias e noites orienta

o ritmo de atividades diárias

de seres humanos e de outros

seres vivos.

Sugestão de

encaminhamento

Continue o trabalho de

discutir a rotina das crianças:

pergunte quais atividades

elas realizam ao longo

do dia, mas, para isso, monte

um cartaz escrito ATIVIDADES

DIÁRIAS e separe em MANHÃ,

TARDE e NOITE.

Depois, pergunte para a

turma que atividades eles

realizam pela manhã; conforme

forem respondendo,

preencha o quadro; faça o

mesmo para as atividades da

tarde e da noite. Eles podem

ajudar a montar o cartaz com

desenhos e você registra as

atividades com frases curtas.

Esse repertório ajudará

na realização das propostas e

sistematização do que estão

estudando.

Promova a atividade de

forma que todos tenham

oportunidade de falar. Alguns

alunos podem ter atividades

extras, como aula de idiomas,

escolinha de futebol, reforço

escolar ou outra.

Apoio pedagógico

Muitas crianças atualmente

estão sobrecarregadas com

atividades extraescolares; é

importante reconhecer quando

algum aluno apresentar

queda no desempenho

6. FAÇA UM DESENHO DA SUA ATIVIDADE PREFERIDA DO DIA.

NO FIM DO DIA NOS PREPARAMOS PARA DORMIR. TER UMA BOA NOITE DE

SONO É MUITO IMPORTANTE PARA A SAÚDE.

7. FAÇA UM DESENHO MOSTRANDO O QUE VOCÊ COSTUMA FAZER ANTES DE IR

DORMIR.

56

Produção pessoal.

Produção pessoal.

escolar por conta do excesso

de atividades.

Ressalte que o tempo para

brincar e descansar também

é muito importante para a

manutenção da saúde física

e mental das crianças.

56


8. EM QUE HORA DO DIA VOCÊ COSTUMA TOMAR BANHO?

Resposta pessoal.

O BANHO LIMPA A SUJEIRA E O SUOR DO CORPO, EVITANDO O MAU CHEIRO E

VÁRIAS DOENÇAS DE PELE.

BRINCANDO EU APRENDO

VAMOS APRENDER UMA MÚSICA PARA CANTAR NA PRÓXIMA VEZ

QUE TOMARMOS BANHO?

TCHAU, PREGUIÇA

TCHAU, SUJEIRA

ADEUS, CHEIRINHO DE SUOR

LAVA, LAVA, LAVA

LAVA, LAVA, LAVA

UMA ORELHA... UMA ORELHA...

OUTRA ORELHA... OUTRA ORELHA...

LAVA, LAVA, LAVA

LAVA A TESTA, A BOCHECHA,

LAVA O QUEIXO, LAVA A COXA E LAVA

ATÉ...

MEU PÉ, MEU QUERIDO PÉ

QUE ME AGUENTA O DIA INTEIRO

ÔU, ÔU

E O MEU NARIZ, MEU PESCOÇO, MEU

TÓRAX

O MEU BUMBUM

E TAMBÉM O FAZEDOR DE XIXI.

LA LA, LAIA RAIA RA...

HUM... AINDA NÃO ACABOU, NÃO

VEM CÁ, VEM... VEM

UMA ENXUGADINHA AQUI, UMA

COÇADINHA ALI

FAZ A VOLTA E PÕE A ROUPA DE PAXÁ:

AHH!

BANHO É BOM

BANHO É BOM

BANHO É MUITO BOM

AGORA ACABOU!

HÉLIO ZISKIND. RATINHO TOMANDO BANHO.

IN: MEU PÉ MEU QUERIDO PÉ. VELAS, 1997.

1. CIRCULE NA LETRA DA MÚSICA OS NOMES DAS PARTES DO CORPO LAVADAS

DURANTE O BANHO.

2. ESCREVA O NOME DE UMA DAS PARTES DO CORPO QUE FALTA SER LAVADA.

Não foram citadas: mãos, braços, cabeça, cabelo, perna, joelho, cotovelo e umbigo.

A. CARLÍN/ M10

57

Sugestão de

encaminhamento

Organize os alunos em

roda e ouça a música

“Banho é bom”, também

conhecida como “Ratinho

tomando banho”. A música

de Hélio Ziskind apresenta

de modo bem-humorado

a importância do banho

na vida das pessoas. Disponível

no canal do autor:

www.youtube.com/watch?-

v=IM7Ki0-Mh7M. Acesso

em: 3 ago. 2021.

Enquanto canta com eles,

faça movimentos imitando

o ato de tomar banho, “lavando”

as partes que a música

indica.

Essa atividade é uma forma

de os alunos relembrarem

as partes do corpo, exercitarem

a coordenação motora

e expressão corporal e uma

forma lúdica e divertida de

compreenderem como deve

ser um banho bem tomado.

Avaliação formativa

Ofereça aos alunos uma

página com 4 imagens que

representam pessoas realizando

algumas das atividades

diárias que foram abordadas

até o momento. Você deve

escolher as imagens que deseja

usar nesta avaliação. Elas

devem ser em branco e preto

e selecionadas em bancos

gratuitos de imagens da internet.

Sugestões de imagens:

tomando café da manhã, tomando

banho, acordando, a

caminho da escola, jantando,

escovando os dentes etc.

Deixe um espaço abaixo

das imagens para que os alunos

façam a colagem das palavras

que você vai entregar.

Prepare uma folha com as

palavras que descrevem as

ações e recorte-as de modo

que caibam no espaço abaixo

de cada imagem. Entregue

um conjunto de palavras para

cada aluno.

Peça aos alunos que relacionem

cada uma das imagens

com a palavra correspondente.

Elas devem ser coladas nos

espaços reservados. Peça que

pintem as ilustrações e entreguem

ao final da aula.

57


Habilidades

(EF01CI03) Discutir as razões

pelas quais os hábitos

de higiene do corpo (lavar as

mãos antes de comer, escovar

os dentes, limpar os olhos, o

nariz e as orelhas etc.) são necessários

para a manutenção

da saúde.

(EF01CI06) Selecionar

exemplos de como a sucessão

de dias e noites orienta

o ritmo de atividades diárias

de seres humanos e de outros

seres vivos.

OBA! CHEGOU O FINAL DE SEMANA

ROTINA É QUANDO REPETIMOS AS MESMAS ATIVIDADES, NOS MESMOS

HORÁRIOS, TODOS OS DIAS.

GERALMENTE, TEMOS UMA ROTINA NOS DIAS DA SEMANA E OUTRA AOS

FINAIS DE SEMANA.

9. O QUE VOCÊ FAZ NOS FINAIS DE SEMANA QUE NÃO COSTUMA FAZER DURANTE

A SEMANA? Resposta pessoal.

10. ASSINALE COM UM X AS ATIVIDADES QUE VOCÊ COSTUMA FAZER TODOS OS

FINAIS DE SEMANA. Resposta pessoal.

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

Apoio pedagógico

As páginas 58 a 61 correspondem

à segunda unidade

didática do capítulo. Os

temas tratados nela são: as

atividades dos finais de semana,

a rotina de uma criança

e os direitos das crianças e

adolescentes.

VISITAR OS AVÓS.

A. CARLÍN/ M10

BRINCAR NO PARQUE.

A. CARLÍN/ M10

Sugestão de

encaminhamento

Faça um quadro em uma

cartolina ou papel pardo,

divida-o em sete e preencha

cada espaço com um dia da

semana; peça que os alunos

o ajudem nessa tarefa.

Explique que a semana é

dividida em setes dias, cinco

dias são os dias chamados de

úteis e dois dias são o fim de

semana.

Conte sobre o que costuma

fazer em seu final de semana

e depois pergunte aos alunos

o que eles costumam fazer

aos finais de semana. Abra

espaço para que todos os

alunos possam expressar-se.

Realize o registro das atividades

com os alunos por uma

semana, assim eles podem

perceber melhor a passagem

dos dias e as atividades

realizadas.

58

Resolução

comentada

ANDAR DE BICICLETA.

IR AO SUPERMERCADO.

Estimule os alunos a contar

o que costumam fazer

nos finais de semana. Fique

atento para não causar constrangimentos,

caso alguns

estudantes não se sintam à

vontade para contar o que

fazem.

A. CARLÍN/ M10

IR AO TEATRO.

IR À PRAIA.

Atividade complementar

Construção de um calendário semanal

Para construir um calendário semanal, você precisará

de uma folha de cartolina, régua, lápis, canetinhas coloridas,

lápis de cor, papéis coloridos, cola, fita adesiva

transparente e colorida.

Desenhe um quadro na cartolina, divida-o em sete e,

em cada quadro, escreva um dia da semana. Indique as

atividades que se repetem semanalmente.

Depois, enfeite o calendário usando o material que

preferir.

A. CARLÍN/ M10

58


JORNADA DO SABER

CRIANÇA TAMBÉM TEM DIREITOS

DIREITOS DAS

CRIANÇAS E DOS

ADOLESCENTES

Sugestão de

encaminhamento

TODA CRIANÇA TEM DIREITO À SAÚDE, À EDUCAÇÃO,

À ALIMENTAÇÃO, À CULTURA, AO ESPORTE E AO LAZER.

OS DIREITOS DAS CRIANÇAS E DOS ADOLESCENTES

ESTÃO GARANTIDOS PELO ESTATUTO DA CRIANÇA E DO

ADOLESCENTE (ECA).

7. DIREITO AO LAZER

E À EDUCAÇÃO.

OS DIREITOS DAS CRIANÇAS

1. DIREITO À IGUALDADE,

SEM DISTINÇÃO DE RAÇA,

COR, RELIGIÃO

OU NACIONALIDADE.

2. DIREITO À PROTEÇÃO PARA

O SEU DESENVOLVIMENTO

FÍSICO, SOCIAL E MENTAL.

4. DIREITO A

ALIMENTAÇÃO,

MORADIA E

ASSISTÊNCIA.

8. DIREITO A SER

SOCORRIDA EM

PRIMEIRO LUGAR.

5. DIREITO A UMA

VAGA NA ESCOLA

E A CUIDADOS

ESPECIAIS PARA

A CRIANÇA COM

DEFICIÊNCIA FÍSICA

OU INTELECTUAL.

3. DIREITO A UM

NOME E UMA

NACIONALIDADE.

DIREITO: REGRAS E LEIS

QUE REGULAMENTAM A

VIDA EM SOCIEDADE.

6. DIREITO AO AMOR

E À ACEITAÇÃO POR

PARTE DOS PAIS E

DA SOCIEDADE.

9. DIREITO À PROTEÇÃO CONTRA O

ABANDONO E A EXPLORAÇÃO NO

TRABALHO.

10. DIREITO A CRESCER DENTRO DE

UM ESPÍRITO DE SOLIDARIEDADE,

COMPREENSÃO E JUSTIÇA ENTRE

OS POVOS.

Esse calendário semanal poderá ser pendurado na parede da sala de aula, na altura

dos alunos, para que eles possam consultá-lo sempre que necessário.

É importante trabalhar com o calendário diariamente para que os alunos compreendam

a passagem dos dias e aprendam a identificar os dias da semana.

A. CARLÍN/ M10

59

Tema: Diversidade

Faça a leitura da seção

Jornada do saber com os

alunos e depois converse

com eles sobre a importância

das leis para a proteção

do cidadão.

Explique o significado da

palavra “direitos” no sentido

jurídico. Se for possível ou

desejável, discuta os direitos

que mais chamaram a atenção

dos alunos.

Apoio pedagógico

O Estatuto da Criança e

do Adolescente (ECA) é um

conjunto de leis publicado no

início da década de 1990. São

leis que têm como objetivo

proteger jovens e crianças

de situações de risco, como

violência e trabalho infantil.

Além disso, o ECA garante

à criança o direito ao lazer, à

saúde, à alimentação, à cultura,

à educação, ao esporte, à

liberdade e à dignidade.

A revista Turma da Mônica

apresenta de modo divertido

os principais pontos desse

Estatuto e pode ser encontrada

no link: www.crianca.

mppr.mp.br/arquivos/File/

publi/turma_da_monica/monica_estatuto.pdf.

Acesso em:

4 ago. 2021.

Você pode apresentar aos

alunos os temas principais

que são tratados nas leis. A

página 19 da revista indica

quais são esses temas.

Escolha e discuta com os

alunos alguns dos direitos da

criança e do adolescente que

estão mais ligados à comunidade

da sua escola.

59


ATIVIDADES

Habilidades

(EF01CI03) Discutir as razões

pelas quais os hábitos

de higiene do corpo (lavar as

mãos antes de comer, escovar

os dentes, limpar os olhos, o

nariz e as orelhas etc.) são necessários

para a manutenção

da saúde.

(EF01CI06) Selecionar

exemplos de como a sucessão

de dias e noites orienta

o ritmo de atividades diárias

de seres humanos e de outros

seres vivos.

1. CIRCULE AS FIGURAS QUE MOSTRAM OS ALIMENTOS QUE VOCÊ COSTUMA CONSUMIR

NO CAFÉ DA MANHÃ. Resposta pessoal.

A. CARLÍN/ M10

Sugestão de

encaminhamento

Tema: Diversidade

Oriente a classe a escrever

os nomes dos alimentos consumidos

na primeira refeição

do dia.

Você poderá escrever as palavras

na lousa e associá-las às

figuras. Para isso, recorte de

revistas e cartazes ou imprima

figuras dos alimentos que

costumam ser consumidos na

comunidade.

Por exemplo, quando escrever

a palavra “suco”, coloque

ao lado a figura de um copo

de suco.

Depois, divida os alunos em

grupos para que busquem,

com a ajuda de um adulto,

figuras em várias fontes para

recortá-las: revistas usadas,

jornais, cartazes de propaganda,

entre outros. Escreva o

nome dos alimentos embaixo

de cada figura.

2. AGORA, CONVERSE COM A SUA FAMÍLIA E PERGUNTE A ELES O QUE COSTUMAVAM

FAZER, DURANTE O DIA, QUANDO ERAM CRIANÇAS. A ROTINA DELES ERA MUITO

DIFERENTE DA SUA? Resposta pessoal.

60

Resolução comentada

Pode ser que alguma das ilustrações seja de alimento desconhecido dos alunos. Por isso, antes

de realizar a atividade 1, estabeleça com os alunos o que cada ilustração representa. Feito isso,

escreva os nomes dos alimentos na lousa ou no quadro branco. Eles funcionarão como um banco

de palavras, caso você queira que os alunos escrevam abaixo das figuras.

A conclusão da atividade 2 pode ser feita em uma roda de conversa, na qual os alunos podem

contar como era a rotina de uma pessoa adulta da sua família quando ela era criança.

60


3. OS QUADRINHOS ABAIXO MOSTRAM COMO É A ROTINA DE AMANDA, UMA MENINA

DE 7 ANOS DE IDADE QUE MORA COM A MÃE E O IRMÃO MAIS NOVO.

COLOQUE EM ORDEM AS ATIVIDADES QUE AMANDA FAZ AO LONGO DO DIA.

1-B; 2-F; 3-C; 4-A; 5-E; 6-G; 7-D.

A) A

B) B

C) C

D) D

E) E

F) F

G) G

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

4. AGORA, CONTE PARA OS COLEGAS COMO É A SUA ROTINA DIÁRIA. Resposta pessoal.

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

61

Sugestão de

encaminhamento

Atividade 4: Oriente os alunos

a se sentarem em roda

para conversarem sobre suas

rotinas. Explique que os dias

são formados pelo dia e pela

noite e que esse ciclo se repete,

moldando nossa rotina.

Por isso, nos acostumamos a

fazer as mesmas coisas, nas

mesmas horas, todos os dias.

Avaliação formativa

Nessa avaliação, os alunos

construirão a sua agenda

semanal.

Imprima uma tabela com

7 colunas e escreva um dia

da semana em cada uma.

Entregue uma folha para cada

estudante.

Cada aluno deverá anotar

com poucas palavras, ou desenhar,

2 das atividades diárias

que realizam durante o

período de uma semana.

O preenchimento de cada

coluna pode ser na sala de

aula. Dessa forma, você vai

observar os alunos enquanto

eles escrevem o que fizeram

e perceber quais são os que

apresentam dificuldade em

relação à escrita das palavras.

Prepare uma atividade

extra para os alunos que

apresentarem alguma dificuldade

na escrita. Você pode

distribuir letras móveis em

envelopes para que formem

palavras em duplas, em que

um forma a palavra e o outro

escreve. E invista na leitura

diária para apoiar o conhecimento

sobre a linguagem.

61


Habilidades

(EF01CI05) Identificar e

nomear diferentes escalas

de tempo: os períodos diários

(manhã, tarde, noite) e

sucessão de dias, semanas,

meses e anos.

(EF01CI06) Selecionar

exemplos de como a sucessão

de dias e noites orienta

o ritmo de atividades diárias

de seres humanos e de outros

seres vivos.

5

O TEMPO

É DURANTE O DIA QUE REALIZAMOS A MAIOR PARTE DAS NOSSAS ATIVIDADES.

MAS, QUANDO CHEGA A NOITE, O QUE VOCÊ COSTUMA FAZER?

1. LIGUE AS ATIVIDADES ABAIXO AO PERÍODO DO DIA EM QUE VOCÊ AS REALIZA.

Resposta pessoal. Espera-se que os alunos relacionem

as atividades de tomar café da manhã e ir à escola ao

período do dia e assistir à televisão com a família e dormir

ao período da noite.

A. CARLÍN/ M10

Objetivos

• Reconhecer que os ciclos

de dia/noite orientam as

nossas atividades diárias.

• Perceber a importância

do descanso (sono) para a

manutenção da saúde das

pessoas.

• Identificar o hábito de vida

de alguns animais, considerando

os períodos claro e

escuro do dia (hábito diurno

e hábito noturno).

• Relacionar o período de um

dia e de um ano com os movimentos

do planeta Terra.

• Relacionar as variações do

clima de uma região com

as estações do ano.

DIA.

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

TOMAR CAFÉ DA MANHÃ.

IR À ESCOLA.

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

ASSISTIR À TELEVISÃO COM A FAMÍLIA.

A. CARLÍN/ M10

Apoio pedagógico

As páginas 62 a 67 compõem

a primeira unidade didática

do capítulo e abordam

assuntos como: a importância

do sono para as pessoas

e exemplos de animais de

hábitos diurnos e noturnos.

62

NOITE.

Resolução comentada

DORMIR.

A leitura das imagens e a ligação entre elas permitem que você comente com os alunos o que

geralmente as pessoas fazem durante a manhã, a tarde e a noite. Pergunte às crianças em que

horário do dia elas brincam e em que hora costumam dormir. Dar atenção para a fala dos alunos

ajuda você a conhecer cada um deles e melhora a autoestima de todos na classe.

62


O PERÍODO DE TEMPO ENTRE O NASCER DO SOL DE UM DIA E O NASCER DO

SOL DO DIA SEGUINTE CORRESPONDE A UM DIA.

O DIA É DIVIDIDO EM HORAS. UM DIA COMPLETO TEM APROXIMADAMENTE

24 HORAS.

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

Apoio pedagógico

É importante explicar aos

alunos que a palavra “dia”

pode ser utilizada tanto para

designar o período de tempo

entre duas observações seguidas

do nascer do Sol (um

dia ou 24 horas) como para

indicar o período de luminosidade

que vai do nascer do

Sol até o pôr do Sol.

Sugestão de

encaminhamento

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

Peça aos alunos que expliquem

o que a criança está

fazendo em cada uma das

imagens. Depois, peça que

digam o que representam os

números que aparecem em

cada uma. Aproveite o momento

para abordar o significado

dos signos numéricos

e aspectos da literacia matemática,

como a ordenação de

uma sequência de atividades

ao longo do dia.

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

63

Atividade complementar

Astronomia é um tema científico muito interessante que aguça a curiosidade das

crianças. A marcação do tempo em dias, meses e anos está ligada aos movimentos de

astros do Sistema Solar. No link a seguir, você vai encontrar um volume, publicado pelo

Ministério da Educação, que trata de aspectos históricos e atuais da Astronomia. A leitura

de vários capítulos dessa coleção vai fornecer elementos para a preparação das suas aulas

relacionadas com a Astronomia.

Salvador Nogueira e João Batista Garcia Canalle. Coleção Explorando o ensino: Fronteira

espacial parte I – Livro 11 – Astronomia. Ensinos Fundamental e Médio. Ministério da

Educação. Secretaria de Educação Básica. 2009. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/

index.php?option=com_docman&view=download&alias=4232-colecaoexplorandooensino-vol11&category_slug=marco-2010-pdf&Itemid=30192.

Acesso em: 4 ago. 2021.

63


Habilidades

(EF01CI05) Identificar e

nomear diferentes escalas

de tempo: os períodos diários

(manhã, tarde, noite) e

sucessão de dias, semanas,

meses e anos.

(EF01CI06) Selecionar

exemplos de como a sucessão

de dias e noites orienta

o ritmo de atividades diárias

de seres humanos e de outros

seres vivos.

HORA DE DORMIR OU DE ACORDAR?

A MAIORIA DAS PESSOAS FAZ AS SUAS ATIVIDADES, COMO TRABALHAR E

ESTUDAR, DURANTE O DIA E DORME À NOITE.

OUTRAS TRABALHAM À NOITE E, ENTÃO, DORMEM DURANTE O DIA.

VOCÊ CONHECE ALGUÉM QUE TRABALHA À NOITE E DESCANSA DURANTE O DIA?

TROCANDO IDEIAS

CONVERSE COM OS COLEGAS A RESPEITO DAS IMAGENS A SEGUIR E

RESPONDA:

1. O QUE AS PESSOAS ESTÃO FAZENDO? Resposta pessoal.

2. AGORA, MARQUE COM UM N AS IMAGENS QUE MOSTRAM PESSOAS QUE

DORMEM À NOITE E COM UM D AS QUE MOSTRAM QUEM DEVE DORMIR

DE DIA.

TRABALHO

Sugestão de

encaminhamento

Tema: Diversidade

Após os alunos conversarem

sobre as propostas da

seção Trocando ideias, explique

que muitas profissões

podem ser exercidas durante

a noite, pois alguns tipos

de serviço estão disponíveis

24 horas. Alguns exemplos

são: funcionários de hospitais,

eletricistas da rede pública de

energia elétrica, operários de

manutenção de vias públicas,

padeiros, guardas noturnos,

bombeiros etc.

A experiência pessoal dos

alunos pode contribuir para

a discussão. Como se trata

de uma atividade que diz

respeito à vida das pessoas,

é provável que os alunos

queiram se manifestar sobre

pessoas do seu convívio que

exerçam profissões diurnas

ou noturnas.

Aproveite o interesse da

classe para desenvolver a capacidade

de expressão oral

dos alunos, incentivando-os

a relatar seus conhecimentos

sobre pessoas e profissões.

Principalmente em grandes

centros urbanos, há um grande

número de atividades que

são desenvolvidas à noite.

É importante você salientar

que, independentemente

64

D

D

BOMBEIRO.

MÚSICO.

da ocupação, todos precisam de repouso, e

dormir regularmente contribui para a manutenção

da saúde.

FABOI/SHUTTERSTOCK

PERKUS/SHUTTERSTOCK

N

N

VETERINÁRIA.

MOTORISTA DE CAMINHÃO.

NEW AFRICA/SHUTTERSTOCK

ALEKSANDAR MALIVUK/SHUTTERSTOCK

64


N

DURANTE O SONO, NOSSO CORPO

RELAXA E DESCANSA DAS ATIVIDADES

QUE REALIZAMOS AO LONGO DO DIA.

O SONO TAMBÉM É IMPORTANTE

PARA O APRENDIZADO, POIS ENQUANTO

DORMIMOS O CÉREBRO PROCESSA TUDO

O QUE APRENDEMOS DURANTE O DIA.

ALÉM DISSO, UMA BOA NOITE DE

SONO MELHORA A MEMÓRIA, O HUMOR E

A ATENÇÃO.

HORAS DE SONO POR DIA RECOMENDADAS DE ACORDO COM A IDADE

0 A 3

MESES

4 A 11

MESES

1 A 2

ANOS

3 A 5

ANOS

6 A 13

ANOS

14 A 17

ANOS

18 A 64

ANOS

MAIS DE

65 ANOS

DE 14 A 17

HORAS

OPERÁRIO.

DE 12 A 15

HORAS

DE 11 A 14

HORAS

COOLKENGZZ/SHUTTERSTOCK

DE 10 A 13

HORAS

CIÊNCIAS

FONTE: NATIONAL SLEEP FOUNDATION (2020).

2. SEGUNDO A TABELA, EM QUAL IDADE PRECISAMOS DE MAIS HORAS DE SONO?

De 0 a 3 meses de idade.

3. COM A AJUDA DE UM FAMILIAR, MARQUE A HORA EM QUE VOCÊ FOR DORMIR HOJE À

NOITE E, AMANHÃ DE MANHÃ, A HORA EM QUE VOCÊ ACORDAR.

COM A AJUDA DO PROFESSOR, PREENCHA O QUADRO ABAIXO E DESCUBRA

QUANTAS HORAS VOCÊ DORMIU. Resposta pessoal.

HORA EM QUE FUI DORMIR HORA EM QUE ACORDEI QUANTAS HORAS EU DORMI?

D

DE 9 A 11

HORAS

TRABALHADOR DE COLETA DE LIXO NOTURNA.

LIVRO

• DIA E NOITE

AUTORES: MARY FRANÇA E ELIARDO

FRANÇA

EDITORA: ÁTICA

ANO: 2019

LIVRO INFANTIL QUE TRATA DAS

ATIVIDADES FEITAS PELAS CRIANÇAS

DURANTE O DIA. À NOITE, ELAS SONHAM.

DE 8 A 10

HORAS

DE 7 A 9

HORAS

KRABIKUS/SHUTTERSTOCK

DE 7 A 8

HORAS

65

Apoio pedagógico

A tabela traz a informação

média do número de horas

de sono em diversas idades,

porém, existem variações individuais.

Pode ser que você

conheça adultos ou crianças

que durmam mais ou menos

horas do que o indicado na

tabela. É possível que você tenha

alunos que estejam fora

da faixa de sono da tabela e

isso não é, necessariamente,

indício de algum problema de

saúde. Existem especialistas

da área médica que avaliam

as condições específicas de

sono da pessoa.

A leitura da tabela permite

que os alunos apliquem os

conhecimentos matemáticos

que já possuem.

Sugestão de

encaminhamento

Faça a leitura da tabela com

os alunos e explique que os

dados foram obtidos a partir

de pesquisas realizadas por

cientistas.

Explique que bebês e crianças

pequenas precisam dormir

mais, pois nessa fase eles

estão crescendo, e o sono é

um período em que o corpo

produz diversas substâncias

relacionadas ao crescimento.

Conforme ficamos mais velhos,

as horas de sono necessárias

diminuem.

Resolução comentada

Oriente a realização da atividade: peça aos estudantes que anotem o horário em que foram dormir

e o horário em que acordaram. Se necessário, podem pedir a ajuda dos pais ou responsáveis.

Anote no espaço indicado na tabela.

Você pode pedir que os alunos anotem o quanto dormem durante um dia em que vão à escola

e quantas horas dormem em dias em que não há aula.

Na sala de aula, anote no quadro as informações trazidas pelos alunos.

Compare o número de horas que os alunos dormem com o que está na tabela. Seus alunos estão

dormindo o suficiente?

Atividade

complementar

Leia o livro Dia e noite,

indicado na seção Ciências

+, para os alunos. É um

livro com somente duas

frases por página e ótimo

para quem está aprendendo

a ler.

65


Habilidades

(EF01CI05) Identificar e

nomear diferentes escalas

de tempo: os períodos diários

(manhã, tarde, noite) e

sucessão de dias, semanas,

meses e anos.

(EF01CI06) Selecionar

exemplos de como a sucessão

de dias e noites orienta

o ritmo de atividades diárias

de seres humanos e de outros

seres vivos.

Apoio pedagógico

O título desse tópico pode

levantar uma discussão entre

os alunos.

Será que os animais dormem?

Eles sonham?

Uma pesquisa na internet

pode responder a muitas

das questões sobre o local

de abrigo e o modo de descanso

dos animais.

A curiosidade dos alunos

quanto a esse tema costuma

ser muito grande.

É comum os alunos se lembrarem

das baleias e dos golfinhos

e perguntarem se eles

dormem. A resposta é sim.

Sugestão de

encaminhamento

Explique aos alunos que a

ciência ainda não encontrou

respostas sobre o sono de

muitos animais, como peixes,

sapos e jacarés, por exemplo.

O sono (período de descanso)

desses animais pode ser

completamente diferente do

sono dos seres humanos.

OS ANIMAIS TAMBÉM DORMEM

OS ANIMAIS TAMBÉM DESCANSAM OU DORMEM.

ALGUNS FICAM ACORDADOS DURANTE O DIA, ENQUANTO OUTROS

FICAM ACORDADOS DURANTE A NOITE.

4. OBSERVE AS IMAGENS A SEGUIR E ASSINALE COM UM X OS ANIMAIS QUE VOCÊ

ACHA QUE DORMEM DURANTE O DIA.

66

X

X

MORCEGO.

ONÇA-PINTADA.

CAVALO.

ALTURA 1,5 METRO

COMPRIMENTO 2,4 METROS

Resolução comentada

COMPRIMENTO

10,5 CENTÍMETROS

2,5 METROS

A resposta à questão 4 depende da experiência de vida de cada aluno. É provável que os alunos

apresentem hipóteses sobre o sono dos animais representados. Ouça e provoque uma discussão

a respeito das hipóteses dos alunos. O exercício de fazer suposições acompanhadas de argumentações

é importante para a formação crítica dos estudantes.

ZUZULE/SHUTTERSTOCK

RUDMER ZWERVER/SHUTTERSTOCK

LEONARDO MERCON/SHUTTERSTOCK

X

MOCHO.

ARARA.

GALINHA.

COMPRIMENTO

25 CENTÍMETROS

80 CENTÍMETROS

50 CENTÍMETROS

JOSE PAULO XAVIER DIOGO/SHUTTERSTOCK

STANISLAV DUBEN/SHUTTERSTOCK

ARIENE STUDIO/SHUTTERSTOCK

Atividade complementar

Para saber mais sobre o sono dos animais, leia o texto indicado a seguir. Ele traz uma lista

com o número médio de horas que alguns animais dormem por dia. São citados 40 animais.

Maria Ramos. Todos os animais dormem? Invivo. Fundação Oswaldo Cruz. Disponível

em: www.invivo.fiocruz.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=724&sid=2. Acesso em:

4 ago. 2021.

66


OS ANIMAIS DE HÁBITOS DIURNOS SÃO MAIS ATIVOS DURANTE O DIA

E COSTUMAM DORMIR DURANTE A NOITE.

OS ANIMAIS DE HÁBITOS NOTURNOS SÃO MAIS ATIVOS DURANTE A NOITE E

COSTUMAM DESCANSAR DURANTE O DIA.

RINI KOOLS/SHUTTERSTOCK

Resolução

comentada

Espera-se que os alunos digam

que os animais não se

encontram porque um deles

tem hábito diurno e o outro

tem hábito noturno.

COMPRIMENTO

MACHO: 29 CENTÍMETROS

FÊMEA: 25 CENTÍMETROS

XEXÉU CONSTRUINDO O NINHO. O XEXÉU É UM PÁSSARO DE HÁBITO DIURNO.

A LUZ DO SOL INFLUENCIA O NOSSO MODO DE VIDA E O DOS ANIMAIS.

AO ANOITECER, OS ANIMAIS DIURNOS BUSCAM UM ABRIGO PARA PASSAR A

NOITE, ENQUANTO OS NOTURNOS SAEM DE SEUS ESCONDERIJOS.

TROCANDO IDEIAS

CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE A SEGUINTE SITUAÇÃO: DOIS ANIMAIS

VIVEM EM TOCAS PRÓXIMAS E SAEM PARA CAÇAR TODOS OS DIAS, MAS NUNCA

SE ENCONTRAM.

Resposta na Resolução

POR QUE SERÁ QUE ELES NÃO SE ENCONTRAM? comentada.

Apoio pedagógico

A proposta da seção

Trocando ideias é fazer com

que os alunos pensem em

dois animais que possam viver

próximos um ao outro,

mas que habitualmente não

se encontrem.

Deixe claro aos alunos que

67

é importante a tentativa de

descobrir o porquê de não

se encontrarem.

É provável que os alunos

concluam que um animal

deve sair da toca durante o

dia e o outro durante a noite,

o que caracteriza o animal de

hábito diurno e o de hábito

noturno, respectivamente.

Sugestão de

encaminhamento

Depois da conversa entre

os alunos, leia o seguinte

exemplo:

Apesar de pequenos mamíferos

terem vivido nos mesmos

ambientes e na mesma

época que os grandes dinossauros,

eles normalmente não

se encontravam. A explicação

é a mesma: os dinossauros

tinham hábitos diurnos, enquanto

os pequenos mamíferos

tinham hábitos noturnos.

Avaliação formativa

Esta avaliação deve ser realizada

a partir do vídeo produzido

pela Stardesenhos.

Disponível no link: www.

youtube.com/watch?v=Fw-

ZvRGNyIzc. Acesso em: 5 ago.

2021.

Exiba o vídeo na sala de

aula. Interrompa a exibição

logo após a pergunta do

narrador: “O (nome do animal)

tem hábito noturno ou

diurno?” Dê um tempo para

que os alunos escolham uma

das opções. Depois continue

a exibição do vídeo para saber

a resposta.

São classificados 13 animais

de acordo com o hábito de

vida. São eles: elefante, macaco,

tigre, castor, sapo, raposa,

morcego, coruja, borboleta,

tatu, girafa, arara e lobo.

Depois peça que cada

aluno diga o nome do animal

que mais chamou a sua

atenção.

67


Habilidades

(EF01CI05) Identificar e

nomear diferentes escalas

de tempo: os períodos diários

(manhã, tarde, noite) e

sucessão de dias, semanas,

meses e anos.

(EF01CI06) Selecionar

exemplos de como a sucessão

de dias e noites orienta

o ritmo de atividades diárias

de seres humanos e de outros

seres vivos.

Apoio pedagógico

Tema: Diversidade

A segunda unidade didática

desse capítulo é composta

pelas páginas 68 a 72. A partir

do texto, os alunos serão capazes

de responder às seguintes

questões: Por que ocorre

a sucessão de dias e noites?

Por que o ano tem 365 dias?

Sugestão de

encaminhamento

Faça uma leitura dialogada

do texto “A lenda do dia

e da noite” para os alunos.

Interrompa a leitura sempre

que aparecer uma palavra

desconhecida e dê o seu significado.

Depois, releia o texto

sem interrupção, para que os

alunos tenham um modelo de

leitor, percebam a entonação

e a fluência na leitura. Em seguida,

peça que expliquem o

que entenderam.

UM POUCO DE HISTÓRIA

EXISTEM DIVERSAS LENDAS QUE CONTAM COMO SURGIRAM O DIA E A

NOITE. A DO POVO INDÍGENA KAYABI, HABITANTES DO PARQUE INDÍGENA DO

XINGU, NO ESTADO DO MATO GROSSO, É UMA DELAS.

1. EM UMA FOLHA DE PAPEL SULFITE, FAÇA UM DESENHO PARA ILUSTRAR A

LENDA KAYABI. DEPOIS, COM OS COLEGAS, FAÇA UMA EXPOSIÇÃO COM TODOS

OS DESENHOS NA SALA DE AULA. Produção pessoal.

2. EM CASA, RELEIA A LENDA DO DIA E DA NOITE EM VOZ ALTA E CONTE PARA UM

ADULTO O QUE VOCÊ ENTENDEU.

68

A LENDA DO DIA E DA NOITE

NO INÍCIO DO MUNDO [...] NÃO TINHA A

NOITE, SÓ EXISTIA O SOL. [...]

AS PESSOAS TRABALHAVAM SEM PARAR.

CL2004LHY/SHUTTERSTOCK

TIM UR/SHUTTERSTOCK

ENTRE 3 E 7

CENTÍMETROS

DIVERSIDADE

CULTURAL

PAJÉ: LÍDER ESPIRITUAL E

CURANDEIRO DE UMA TRIBO.

QUANDO DAVA SONO, ELAS DORMIAM, ACORDAVAM, E O SOL ESTAVA

NO MESMO LUGAR.

O SOL ERA MUITO QUENTE. [...]

ATÉ QUE CERTO DIA O PAJÉ PENSOU EM MUDAR.

ELE PEGOU DUAS CABAÇAS DE AMENDOIM, UMA COM AMENDOIM

BRANCO E OUTRA COM AMENDOIM PRETO.

PRIMEIRO, ELE QUEBROU A CABAÇA DE AMENDOIM PRETO, E A NOITE

CHEGOU.

O PAJÉ DORMIU PARA FAZER A DISTÂNCIA DA NOITE.

QUANDO DERAM 5 HORAS, ELE QUEBROU A OUTRA CABAÇA, DE

AMENDOIM BRANCO, E O DIA CLAREOU.

POR ISSO É QUE TEMOS O DIA E A NOITE.

ATURI KAYABI. A LENDA DO DIA E DA NOITE. XAPURI. 21 AGO. 2016.

DISPONÍVEL EM: WWW.XAPURI.INFO/CULTURA/MITOSELENDAS/LENDA-DO-DIA-E-DA-NOITE/. ACESSO EM: 18 JUN. 2021.

AMENDOIM PRETO E

AMENDOIM BRANCO.

Apoio pedagógico

Tema: Diversidade

O povo kayabi vive, em sua

maioria, no Parque Indígena

do Xingu, no norte do estado

de Mato Grosso.

As lendas são importantes

para a cultura dos povos

indígenas. É por meio das

lendas e mitos que muitos

fatos são explicados, como

a origem da agricultura,

da floresta, de diversos

alimentos e das práticas

culturais e dos fenômenos

naturais, como a chuva, o

raio e o trovão.

Cada povo indígena tem

o seu modo particular de

explicar os astros visíveis no

céu (Lua, Sol e estrelas) e a

origem da sua própria tribo.

A transmissão oral dessas

lendas e mitos contribui para

a manutenção do tecido social

e reforça a identidade

étnica da comunidade.

Resolução comentada

Atividade 1: Os desenhos produzidos pelos estudantes para

ilustrar a lenda devem ser identificados. Após a exposição dos

desenhos, recolha-os. Eles serão considerados na avaliação

formativa do capítulo.

Atividade 2: Pergunte aos alunos: Para qual adulto da sua casa

você leu a lenda do dia e da noite? Qual foi a reação do adulto

quando você contou o que entendeu dessa lenda?

68


O CICLO DO DIA E DA NOITE

POR QUE EXISTEM DIA E NOITE?

O PERÍODO CLARO E O PERÍODO ESCURO DOS DIAS SE REPETEM DEVIDO A UM

MOVIMENTO DA TERRA.

AGORA, OBSERVE A POSIÇÃO DA SOMBRA DA HASTE NAS FIGURAS A SEGUIR.

ALEXANDRE R./ M10

Apoio pedagógico

Para exemplificar aos alunos

por que, apesar de a Terra

estar se movimentando ao redor

do Sol, temos a impressão

de que é o Sol que se movimenta,

use o exemplo de um

carro em movimento.

Explique a eles que, quando

estamos dentro de um

carro e olhamos para fora,

temos a impressão de que o

que se move são as ruas, árvores

e pessoas e que nós é

que estamos parados. Isso é o

que se chama de referencial:

dentro do carro em movimento,

temos a impressão de que

são as coisas fora dele que se

movem.

O mesmo acontece com a

Terra. Como estamos no planeta,

achamos que ele está

parado e o que se move é

o Sol, mas, se pudéssemos

olhar do espaço, veríamos

que o movimento é da Terra.

A POSIÇÃO DA SOMBRA DA HASTE MUDA SEGUINDO A POSIÇÃO DO SOL.

PARECE QUE É O SOL QUE ESTÁ TODO DIA GIRANDO EM VOLTA DA TERRA,

NÃO É?

MAS O QUE SE MOVIMENTA, NA VERDADE, É O PLANETA TERRA.

A TERRA GIRA EM TORNO DE SI MESMA. ENQUANTO UMA METADE RECEBE

LUZ SOLAR, A OUTRA METADE ESTÁ NO ESCURO.

POR ISSO, ENQUANTO É DIA AQUI NO BRASIL, JÁ É NOITE NO JAPÃO,

POR EXEMPLO.

69

Atividade complementar

Para conhecer alguns mitos e lendas dos indígenas brasileiros,

acesse o site do Programa de Documentação de Línguas e

Culturas Indígenas, disponível em: http://prodoc.museudoindio.

gov.br/noticias/retorno-de-midia/68-mitos-e-lendas-da-cultura-indigena.

Acesso em: 4 ago. 2021.

69


Habilidades

(EF01CI05) Identificar e

nomear diferentes escalas

de tempo: os períodos diários

(manhã, tarde, noite) e

sucessão de dias, semanas,

meses e anos.

(EF01CI06) Selecionar

exemplos de como a sucessão

de dias e noites orienta

o ritmo de atividades diárias

de seres humanos e de outros

seres vivos.

Sugestão de

encaminhamento

Oriente os alunos na interpretação

dessas figuras.

Chame a atenção para a posição

da América do Sul e do

Brasil.

Note que em uma das figuras

o Sol está iluminando a

região do planeta onde está

o Brasil, e na outra a parte

iluminada é a oposta.

Pergunte aos alunos qual

período do dia eles imaginam

que as ilustrações estão representando:

dia ou noite?

Leve um globo terrestre

para a sala de aula. Reduza a

iluminação da sala e acenda

uma lanterna. Depois, faça o

movimento de rotação com o

globo e simule o ciclo do dia

e da noite no planeta.

Você pode também exibir

o vídeo disponível no link:

www.youtube.com/watch?-

v=bSmk5bpvc4c. Acesso em:

5 ago. 2021.

5. OBSERVE AS FIGURAS A SEGUIR.

• COM A AJUDA DO PROFESSOR, LOCALIZE O BRASIL NO

GLOBO TERRESTRE.

A

B

LUZ SOLAR

LUZ SOLAR

• AGORA, INDIQUE EM QUAL DAS IMAGENS É DIA NO BRASIL.

A figura A está representando o dia.

70

VICTOR B/ M10

VICTOR B/ M10

GLOBO TERRESTRE:

REPRESENTAÇÃO EM

TAMANHO REDUZIDO

DO PLANETA TERRA.

70


AS ESTAÇÕES DO ANO

NA NATUREZA, ALGUMAS REPETIÇÕES OCORREM EM PERÍODOS MAIS

CURTOS DE TEMPO, COMO O NASCER E O PÔR DO SOL, ENQUANTO OUTRAS SÃO

OBSERVADAS EM INTERVALOS MAIS LONGOS.

PODEMOS PERCEBÊ -LAS, POR EXEMPLO, OBSERVANDO A FLORADA DO IPÊ-

-AMARELO, QUE OCORRE TODO ANO NO PERÍODO MAIS SECO.

IPÊ-AMARELO FLORIDO.

A TERRA TAMBÉM GIRA AO REDOR DO SOL E O TEMPO QUE O PLANETA LEVA

PARA DAR UMA VOLTA COMPLETA É DE UM ANO. A DURAÇÃO DE UM ANO É DE

APROXIMADAMENTE 365 DIAS.

POR ISSO, DURANTE O ANO, PERCEBEMOS QUE EXISTEM ÉPOCAS EM QUE

CHOVE MAIS E OUTRAS EM QUE O TEMPO É MAIS SECO.

AS CONDIÇÕES DO TEMPO TAMBÉM VARIAM DE UM LUGAR PARA OUTRO.

71

GIBATFF/SHUTTERSTOCK

Apoio pedagógico

Utilize as estações do ano

para explicar a passagem

do tempo ao longo do ano.

Apesar de em muitas regiões

do Brasil as estações do ano

não serem tão marcadas, os

alunos têm como referência

o verão e o inverno, que em

muitos lugares são a estação

chuvosa e a estação seca,

respectivamente.

Nas regiões Sudeste e Sul,

o clima das estações do ano

costuma ser mais definido.

Sugestão de

encaminhamento

Escreva no quadro os meses

do ano e peça a ajuda

dos alunos para essa tarefa;

em seguida, pergunte a eles

quando começa o verão, o

outono, a primavera e o inverno.

Espera-se que os alunos

respondam em que mês as

estações do ano começam.

Explique que as estações

do ano duram cerca de três

meses cada uma.

É importante, também, que

eles entendam que as estações

do ano compreendem

um ciclo que se repete todos

os anos e que esse ciclo é dividido

em meses.

71


Habilidades

(EF01CI05) Identificar e

nomear diferentes escalas

de tempo: os períodos diários

(manhã, tarde, noite) e

sucessão de dias, semanas,

meses e anos.

(EF01CI06) Selecionar

exemplos de como a sucessão

de dias e noites orienta

o ritmo de atividades diárias

de seres humanos e de outros

seres vivos.

Apoio pedagógico

O termo “tempo” pode ser

usado para se referir tanto a

período ou duração de um

fenômeno (por exemplo, um

ano corresponde ao intervalo

de tempo que a Terra leva

para completar seu movimento

de translação, ou seja, uma

volta completa ao redor do

Sol) como ao tempo meteorológico,

isto é, ao estado

momentâneo da atmosfera

(temperatura, massas de ar,

vento, chuva, ciclone etc.).

Para definir o clima de uma

região, é necessário analisar

as condições meteorológicas

de muitos anos. Dessa forma,

é possível estabelecer o padrão

das condições da atmosfera

em determinada região

e período do ano.

No entanto, podemos dizer

que o tempo meteorológico

corresponde às mudanças

rápidas, momentâneas, da

atmosfera. Já o clima corresponde

às médias das condições

atmosféricas nos últimos

decênios ou um espaço de

tempo maior.

Quando dizemos que o

verão é um período de temperaturas

altas e chuvas rápidas,

estamos nos referindo

ao clima da região. Não é

uma previsão, mas sim uma

expectativa baseada em informações

coletadas durante

muitos anos.

TROCANDO IDEIAS

OBSERVE AS IMAGENS A SEGUIR E CONVERSE COM OS COLEGAS.

QUAIS DAS SITUAÇÕES MOSTRADAS COSTUMAM ACONTECER NA SUA REGIÃO?

Resposta pessoal. Depende da região do país em que os alunos moram.

AS MUDANÇAS DO CLIMA ESTÃO RELACIONADAS COM AS ESTAÇÕES DO ANO.

INÍCIO E TÉRMINO DAS ESTAÇÕES DO ANO EM 2025

ESTAÇÃO DO ANO

VERÃO

OUTONO

INVERNO

PRIMAVERA

Resolução comentada

ENCHENTE EM MANAUS, NO

ESTADO DO AMAZONAS, 2021.

6. PINTE O MÊS EM QUE VOCÊ NASCEU. Resposta pessoal.

PERÍODO DE TEMPO

21 DE DEZEMBRO A 19 DE MARÇO

20 DE MARÇO A 19 DE JUNHO

20 DE JUNHO A 21 DE SETEMBRO

22 DE SETEMBRO A 20 DE DEZEMBRO

FONTE: www.iag.usp.br/astronomia/datas-de-inicio-das-estacoes-do-ano-2021-2025. ACESSO EM: 18 JUN. 2021.

JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO

JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO

7. ESCREVA QUAL É A ESTAÇÃO DO ANO DO MÊS DO SEU NASCIMENTO.

72

DIA ENSOLARADO EM

COPACABANA, NO ESTADO DO

RIO DE JANEIRO, 2020.

Resposta pessoal.

MAARTEN ZEEHANDELAAR/SHUTTERSTOCK

Procure acompanhar os alunos durante a pintura do quadro correspondente ao mês de seu

nascimento na atividade 6 e a escrita da estação do ano na atividade 7. Neste momento do ano,

espera-se que os alunos tenham um maior controle da coordenação motora fina para a realização

da pintura e da escrita.

NELSON ANTOINE/SHUTTERSTOCK

NEVE EM SÃO JOAQUIM, NO

ESTADO DE SANTA CATARINA,

2013.

NELSON ANTOINE/SHUTTERSTOCK

72


ATIVIDADES

1. RECORTE DE JORNAIS E REVISTAS FIGURAS DE ANIMAIS DOMÉSTICOS DORMINDO.

DEPOIS, COLE-AS NO CADERNO. TODAS ESSAS FIGURAS SÃO DE ANIMAIS COM

HÁBITOS DIURNOS? Resposta pessoal.

2. ENCONTRE AS PALAVRAS NO DIAGRAMA.

FRIO

SOL V J C I A C A S A C O

CASACO

NOITE G F R I O P M I T D Q

INVERNO

OUTONO X H J P N D N R S M O

L O C B N O I T E H H

S O L P G V O D F O T

V R M N J O U T O N O

C S C A H D G M E T M

R Q I N V E R N O I F

3. LIGUE O ANIMAL AO SEU LUGAR DE DORMIR.

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

73

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

Resolução

comentada

Atividade 1: Provavelmente,

os alunos encontrarão

fotos de animais domésticos

dormindo (gatos, cães,

cavalos etc.).

Normalmente, os animais

domésticos têm hábitos diurnos,

com exceção de gatos e

hamsters, que possuem hábitos

noturnos. Pode ser que

alguns alunos encontrem

também imagens de outros

grupos de animais.

Avaliação formativa

Utilize os desenhos realizados

na atividade da página

68 – A lenda do dia e da noite

– para avaliar a habilidade

dos alunos em representar

por meio do desenho o conteúdo

do texto lido.

Escolha um parágrafo de

qualquer texto do capítulo

para avaliar a fluência de leitura

dos seus alunos. Desta

forma, você terá um momento

para identificar como está

o processo da alfabetização

deles. Peça também que, depois

de ler, eles expliquem o

que compreenderam.

Anote na sua folha de avaliação

o progresso dos alunos.

73


CONCLUSÃO DA UNIDADE 2

A ficha a seguir é um modelo que deve ser copiado e ampliado para que o avanço da aprendizagem dos alunos seja registrado

de modo claro e objetivo.

FICHA DE MONITORAMENTO DA APRENDIZAGEM

Objetivos Aluno 1 Aluno 2 Aluno 3 Aluno 4 Aluno 5

Capítulo 4 – O ritmo dos meus dias P S I P S I P S I P S I P S I

1. Valoriza as atividades regulares diárias, como a escovação

dos dentes, a higiene corporal e as refeições como essenciais

para a manutenção da saúde.

2. Identifica que o corpo humano e os gostos das pessoas

mudam no decorrer da vida.

3. Reconhece que na população brasileira há diversos tipos

de refeição matinal (café da manhã).

4. Percebe que as pessoas realizam atividades regulares

nos dias úteis e atividades diferentes nos finais de semana

(rotina).

5. Conhece os principais direitos descritos no Estatuto da

Criança e do Adolescente (ECA).

Capítulo 5 – O tempo

6. Reconhece que os ciclos de dia/noite orientam as nossas

atividades diárias.

7. Percebe a importância do descanso (sono) para a

manutenção da saúde das pessoas.

8. Identifica o hábito de vida de alguns animais,

considerando os períodos claro e escuro do dia (hábito diurno

e hábito noturno).

9. Relaciona o período de um dia e de um ano com os

movimentos do planeta Terra.

10. Relaciona as variações do clima de uma região com as

estações do ano.

P = Objetivo atingido plenamente S = Objetivo atingido satisfatoriamente I = Aproveitamento insatisfatório

A 73


INTRODUÇÃO DA UNIDADE 3

QUADRO DE OBJETIVOS PEDAGÓGICOS

MINHA CASA

Conteúdos e habilidades da

BNCC associadas

Objetivos

Páginas

(numeração)

Pré-requisitos

Capítulo 6 – Objetos da minha

casa

(EF01CI01) Comparar características de

diferentes materiais presentes em objetos de

uso cotidiano, discutindo sua origem, os modos

como são descartados e como podem ser usados

de forma mais consciente.

1. Relacionar os materiais que formam os objetos com a sua

função.

2. Enfatizar os cuidados necessários na manipulação de

objetos, em especial os comumente localizados na cozinha.

3. Valorizar a história do desenvolvimento de utensílios

domésticos.

76 a 82 Fazer comparações.

77, 81 e 83

81 e 82

Descrever imagens.

Adquirir vocabulário

específico.

Capítulo 7 – As matérias-primas

(EF01CI01) Comparar características de

diferentes materiais presentes em objetos de

uso cotidiano, discutindo sua origem, os modos

como são descartados e como podem ser usados

de forma mais consciente.

4. Conhecer as matérias-primas utilizadas na produção de

diferentes produtos.

5. Conhecer como são produzidos alguns objetos e alimentos

do seu dia a dia.

6. Diferenciar matérias-primas de origem animal, vegetal e

mineral.

86, 87, 90, 91, 93, 95

a 98

86 a 89; 97 e 98

90 a 94

Compreender

enunciados simples.

Reconhecer palavras

escritas.

7. Avaliar como diferentes produtos podem ser reutilizados,

prejudicando menos o ambiente.

94 a 96

Capítulo 8 – O meio ambiente é

nossa casa

(EF01CI01) Comparar características de

diferentes materiais presentes em objetos de

uso cotidiano, discutindo sua origem, os modos

como são descartados e como podem ser usados

de forma mais consciente.

8. Definir o que são recursos naturais. 98 e 99 Ler textos curtos com

informações explícitas.

9. Conhecer alguns recursos naturais do Brasil. 100

10. Reconhecer a importância de preservar os recursos

naturais, especialmente a água.

101 e 102

73 B


Habilidade

(EF01CI01) Comparar características

de diferentes materiais

presentes em objetos

de uso cotidiano, discutindo

sua origem, os modos como

são descartados e como podem

ser usados de forma

mais consciente.

3

MINHA

CASA

NOSSA CASA PRECISA ESTAR SEMPRE

ORGANIZADA.

74


PARA EXPLORAR

Respostas pessoais.

1. OBSERVE NA IMAGEM OS OBJETOS QUE FAZEM PARTE DE CADA CÔMODO

DA CASA. QUAIS DESSES OBJETOS VOCÊ MAIS USA?

2. EXISTE ALGUM OBJETO NA IMAGEM QUE VOCÊ NÃO CONHEÇA? QUE

OBJETO É ESSE?

3. NA SUA OPINIÃO, QUAL DEVE SER O USO DESSE OBJETO DESCONHECIDO?

A. CARLÍN/ M10

Apoio pedagógico

Essa unidade aborda conteúdos

como: os materiais

de que os objetos são feitos

e suas funções, matérias-primas

de origem animal, vegetal

e mineral e os recursos

naturais, enfatizando a necessidade

de preservá-los.

Com base na imagem de

abertura, discuta a importância

de ter boas condições de

moradia.

Uma moradia organizada e

com um espaço para a criança

estudar dá segurança e auxilia

no seu desenvolvimento

mental, físico e social.

A realidade não é a mesma

para todas as famílias brasileiras,

porém, a busca por melhores

condições de moradia

é um direito do cidadão.

A conquista de um local

adequado para morar, com

boa infraestrutura (saneamento

básico, iluminação

pública, escolas, espaço

para lazer, posto de saúde

etc.), aumenta a autoestima

dos cidadãos e melhora as

relações entre as pessoas da

comunidade.

Sugestão de

encaminhamento

Converse sobre o assunto

moradia levando em consideração

a condição particular

das famílias da comunidade

em que a escola se encontra.

Cada região do país tem

uma realidade diferente, assim

como a vida no campo

ou na cidade.

Fique atento para que não

ocorram atitudes de preconceito

ou bullying entre

as crianças em virtude das

diferenças sociais, econômicas,

crenças, gênero, cor,

origem etc. Todos devem ser

respeitados na sua condição

de ser humano, sem distinção

de qualquer ordem.

75


Habilidade

(EF01CI01) Comparar características

de diferentes materiais

presentes em objetos

de uso cotidiano, discutindo

sua origem, os modos como

são descartados e como podem

ser usados de forma

mais consciente.

6

NOSSO DIA COMEÇA QUANDO DESPERTAMOS.

COMO É O LUGAR ONDE VOCÊ DORME?

OBJETOS DA

MINHA CASA

76

Objetivos

• Relacionar os materiais que

formam os objetos com a

sua função.

• Enfatizar os cuidados necessários

na manipulação

de objetos, em especial os

comumente localizados na

cozinha.

• Valorizar a história do desenvolvimento

de utensílios

domésticos.

Apoio pedagógico

As páginas 76 a 85 formam

a unidade didática deste capítulo

e apresentam conteúdos

voltados para o reconhecimento

dos materiais utilizados

em objetos que fazem

parte do cotidiano: objetos

que estão em casa, na escola

e no entorno desses ambientes,

enfatizando a função que

desempenham e os cuidados

necessários ao manipular alguns

deles.

Sugestão de

encaminhamento

O desenho representando

o lugar onde a criança dorme

pode conter objetos dos

quais ela não saiba o nome.

O importante é que, ao desenharem

seu espaço de dormir,

os alunos percebam os objetos

que fazem parte de sua

rotina diária.

Caminhe pela sala conversando

com os alunos sobre

os desenhos. Pergunte o que

está retratado, para que serve,

do que é feito. O importante

1. DESENHE O LUGAR ONDE VOCÊ DORME.

76

PODEMOS TER UM QUARTO SÓ NOSSO OU DIVIDI-LO COM OUTRAS PESSOAS.

PODEMOS DORMIR EM UMA CAMA OU EM UMA REDE.

Produção pessoal.

nesse momento é promover

o interesse sobre o assunto

que será tratado.

SCOTT-LEE/SHUTTERSTOCK

O MUNDO DE LE/SHUTTERSTOCK

PHOTOGRAPHEE.EU/

SHUTTERSTOCK

MALIJA/SHUTTERSTOCK


DO QUE SÃO FEITOS OS OBJETOS?

OS OBJETOS SÃO FEITOS DE MATERIAIS ADEQUADOS

PARA O SEU USO.

UMA CADEIRA PODE SER FEITA DE DIVERSOS MATERIAIS,

MAS TODOS ELES PRECISAM GARANTIR A QUALIDADE E A

SEGURANÇA DA CADEIRA.

2. CIRCULE OS MATERIAIS QUE PODEM SER USADOS PARA A

PRODUÇÃO DE UMA CADEIRA.

MADEIRA.

STOCKPHOTO MANIA/

SHUTTERSTOCK

UMA CADEIRA NÃO

DEVE QUEBRAR QUANDO

ALGUÉM SENTA NELA.

Os alunos deverão circular os seguintes materiais: madeira,

plástico, ferro e tecido.

FERRO.

SICHKARENKO.COM/

SHUTTERSTOCK

TOUKUNG DESIGN/

SHUTTERSTOCK

TECIDO.

MR_MRS_MARCHA/

SHUTTERSTOCK

KAVRING/SHUTTERSTOCK

LOCA4MOTION/

SHUTTERSTOCK

Sugestão de

encaminhamento

Tema: Diversidade

Peça a um aluno que leia

o título do texto “Do que são

feitos os objetos” e também

os dois parágrafos que se

seguem. Outro aluno pode

ler a legenda da imagem da

cadeira.

Ao fazer a atividade 2, peça

a alguns alunos que leiam o

nome de cada material nas

legendas das imagens.

Caso ainda apresentem

dificuldade de leitura, opte

por fazer uma leitura coletiva.

VIDRO.

PLÁSTICO.

VOCÊ SABE DE QUE MATERIAIS SÃO FEITAS AS ROUPAS QUE

VOCÊ USA?

MUITAS SÃO PRODUZIDAS COM FIOS NATURAIS, COMO

O ALGODÃO, A LÃ E A SEDA.

FIOS NATURAIS:

FIBRAS RETIRADAS

DIRETO DA

NATUREZA.

F OMAR/SHUTTERSTOCK

LIGHTFIELD STUDIOS/SHUTTERSTOCK

7 METROS

O ALGODÃO DA CAMISETA VEM DO ALGODOEIRO.

77

Resolução comentada

Tema: Diversidade

Atividade 2: O tecido muitas vezes é usado na confecção de cadeiras, portanto, pode-se considerar

correto circular esse material.

O vidro, no entanto, não é apropriado para a fabricação de cadeiras, porque o risco de quebra e

o peso inviabilizam a sua produção em grande quantidade e dificultam o transporte.

A madeira, o plástico e o metal são os materiais mais utilizados na produção da peça.

77


Habilidade

(EF01CI01) Comparar características

de diferentes materiais

presentes em objetos

de uso cotidiano, discutindo

sua origem, os modos como

são descartados e como podem

ser usados de forma

mais consciente.

Atividade

preparatória

Selecione algumas peças

de roupas ou amostras de tecidos

de fios distintos (naturais

e artificiais) para mostrar

aos alunos.

Sugestão de

encaminhamento

Explique que muitas roupas

confeccionadas atualmente

são feitas de uma mistura de

fios, por isso temos tantos

tecidos diferentes.

Mostre aos alunos as peças

de roupa e as amostras

de tecidos; deixe que toquem

e manipulem para que façam

comparações de maciez,

textura, transparência etc.

Depois, leia as etiquetas e

diga quais fios foram usados

em cada uma das roupas.

Convide um estudante a ler

o texto da seção Curiosidade,

em seguida faça uma nova leitura

e converse com a turma

sobre o vocabulário e as informações

lidas. A ampliação

do vocabulário e a aplicação

em situações semelhantes se

dão aos poucos e devem ser

estimuladas.

A LÃ NATURAL USADA EM BLUSAS, GORROS E CACHECÓIS É PRODUZIDA A PARTIR DO PELO DA OVELHA.

A SEDA DO LENÇO É PRODUZIDA A PARTIR DOS FIOS DO CASULO DO BICHO-DA-SEDA.

ALÉM DOS FIOS NATURAIS, EXISTEM

TAMBÉM FIOS ARTIFICIAIS, COMO A VISCOSE

E O POLIÉSTER.

CURIOSIDADE

FIOS SINTÉTICOS

O POLIÉSTER, MATERIAL MUITO COMUM USADO NA

FABRICAÇÃO DE ROUPAS, TEM SUA ORIGEM INDIRETA NO

PETRÓLEO – UMA MISTURA OLEOSA E INFLAMÁVEL RETIRADA DE

CAMADAS DE ROCHAS DO SOLO OU DO FUNDO DO MAR.

3 METROS

BECKART/SHUTTERSTOCK

NIWAT CHAIYAWOOT/SHUTTERSTOCK

ENTRE OS PRODUTOS ORIGINADOS DO PETRÓLEO, ESTÃO: COMBUSTÍVEIS,

FIBRAS PARA A PRODUÇÃO DE ROUPAS E TECIDOS, PLÁSTICOS, DETERGENTES E

INSETICIDAS.

78

CASULO: ENVOLTÓRIO CONSTRUÍDO PELA

LAGARTA DE ALGUNS TIPOS DE INSETOS.

FIOS ARTIFICIAIS: FIBRAS PRODUZIDAS

EM LABORATÓRIO.

INFLAMÁVEL:

MATERIAL QUE

PODE PEGAR FOGO.

FABRIKASIMF/SHUTTERSTOCK

FOCAL POINT/SHUTTERSTOCK

78


MÃOS À OBRA

MATERIAIS

ESSA ATIVIDADE DEVE SER FEITA EM CASA.

VAMOS FAZER UMA PESQUISA PARA DESCOBRIR QUE TIPO

DE MATERIAL COMPÕE AS ROUPAS E OUTROS OBJETOS QUE

USAMOS EM CASA?

• LÁPIS COMUM;

COMO FAZER

Atividade

preparatória

Essa atividade da seção

Mãos à obra será feita em

casa. Os alunos levarão os livros

para preencher a tabela

e devem ter lápis e borracha

para a execução.

• TABELA NO FINAL DA PÁGINA.

A. PEÇA A UM ADULTO QUE OLHE A ETIQUETA OU O RÓTULO QUE

INDICA A COMPOSIÇÃO DOS OBJETOS INDICADOS NA TABELA.

B. MARQUE COM UM X A COMPOSIÇÃO E O USO QUE SE FAZ DO OBJETO.

CASO NÃO ENCONTRE A ETIQUETA DO OBJETO, PERGUNTE A UM ADULTO

QUE MORA COM VOCÊ DO QUE ELE É FEITO.

PREPARE-SE E CONTE PARA A CLASSE OS RESULTADOS DA PESQUISA.

OBJETO COMPOSIÇÃO USO Resposta pessoal.

CAMISETA

COBERTOR

MOCHILA

PANELA

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

( ) ALGODÃO

( ) POLIÉSTER

( )

( ) ALGODÃO

( ) LÃ ACRÍLICA

( ) POLIÉSTER

( )

( ) NÁILON

( ) ALGODÃO

( ) POLIÉSTER

( )

( ) ALUMÍNIO

( ) AÇO (FERRO)

( ) VIDRO

( )

( ) PROTEÇÃO DO CORPO

( ) ALIMENTO

( ) TRANSPORTE DE OBJETOS

( ) LIMPEZA DA CASA

( ) PROTEÇÃO CONTRA O FRIO

( ) PROTEÇÃO E TRANSPORTE DE OBJETOS

( ) PROTEÇÃO CONTRA O FRIO

( ) ALIMENTO

( ) PROTEÇÃO DO CORPO

( ) PREPARO DE REFEIÇÕES

( ) PROTEÇÃO CONTRA A LUZ SOLAR

79

Sugestão de

encaminhamento

Leia toda a atividade com

os alunos, mostre na lousa

um exemplo de como devem

fazer o preenchimento

das colunas e enfatize que

o adulto entrevistado pode

e deve auxiliá-los na tarefa.

O envolvimento familiar

promove o desenvolvimento

da criança, graças a interações

em atividades escolares, leitura

de histórias e conversas

sobre temas de seu interesse.

Apoio pedagógico

Essa pesquisa tem vários

objetivos: propiciar que os

alunos recolham informações

relevantes sobre a função e a

composição de objetos que

existem na sua casa; experimentar

uma técnica de coleta

de dados por meio de entrevistas

com adultos; desenvolver

a habilidade de registrar

informações (dados) em tabelas

(atividade relevante para a

alfabetização científica).

Além disso, a pesquisa fornecerá

informações sobre a

realidade dos alunos. Você

pode utilizá-las para preparar

aulas de modo a atender

à realidade objetiva do aluno.

O resultado de cada pesquisa

obtida pode desencadear

uma discussão sobre as

diferentes composições dos

objetos. Uma porta ou janela,

por exemplo, pode apresentar

diferentes materiais na sua

composição.

Sugestão de

encaminhamento

Chame a atenção dos alunos

para as novas palavras

que estão sendo incorporadas

ao seu vocabulário, como

poliéster, petróleo, aço etc.

Estimule os comentários

sobre os resultados da pesquisa.

Isso contribuirá para

que os alunos desenvolvam

a oralidade e a capacidade

de expor ideias em público.

Você pode solicitar que levem

imagens (fotos, ilustrações,

desenhos) dos objetos

estudados ou dos rótulos e

etiquetas dos produtos para

serem compartilhados com

a turma.

79


OBJETOS DA COZINHA

Habilidade

(EF01CI01) Comparar características

de diferentes materiais

presentes em objetos

de uso cotidiano, discutindo

sua origem, os modos como

são descartados e como podem

ser usados de forma

mais consciente.

Sugestão de

encaminhamento

Selecione alguns objetos

utilizados na cozinha feitos

de diferentes materiais e leve

para a sala de aula. Deixe-os

expostos onde os alunos possam

manuseá-los.

Conforme for apresentando

cada objeto, peça que eles

separem aqueles que são feitos

do material apresentado:

escreva METAL em um cartão

e coloque na frente do grupo

de objetos feito desse material;

faça o mesmo com madeira,

vidro e plástico.

Essa atividade colabora

com o processo de alfabetização

e formação dos alunos

como leitores observadores,

pois poderão reconhecer as

palavras e relacioná-las com

os objetos expostos.

Inicie a discussão da seção

Trocando ideias perguntando

para que usamos a madeira.

Pode ser que alguns alunos

respondam que usamos a

madeira em fogões à lenha;

explique que podemos usar

a madeira nesse caso porque

ela é um material que pega

fogo facilmente, ou seja, é

inflamável.

Pergunte se um material inflamável

poderia ser usado

para fazer uma panela (espera-se

que a resposta seja não).

Explique que outros materiais

também são inflamáveis,

alguns plásticos, por exemplo.

OS OBJETOS DE COZINHA SÃO FEITOS DE DIFERENTES MATERIAIS, COMO

METAL, MADEIRA, VIDRO E PLÁSTICO.

3. DESENHE CONFORME O INDICADO ABAIXO: Produção pessoal.

• UM OBJETO DE COZINHA

FEITO DE METAL.

• UM OBJETO DE COZINHA

FEITO DE VIDRO.

TROCANDO IDEIAS

Resolução comentada

Tema: Diversidade

• UM OBJETO DE COZINHA

FEITO DE MADEIRA.

• UM OBJETO DE COZINHA

FEITO DE PLÁSTICO.

CONVERSE COM OS COLEGAS E RESPONDAM: POR QUE AS PANELAS NÃO

PODEM SER FEITAS DE MADEIRA? Porque a madeira é inflamável e, por isso, não pode

ser levada ao fogo.

80

A atividade 3 deve ser realizada antes que os alunos leiam a página seguinte. Assim os desenhos

expressarão o que eles já sabem sobre o material que é usado para a fabricação de alguns objetos

de cozinha.

80


OBJETOS DE METAL

UTENSÍLIOS DIVERSOS.

OBJETOS DE MADEIRA

UTENSÍLIOS DIVERSOS.

OBJETOS DE PLÁSTICO

ROBERT WOLKANIEC/

SHUTTERSTOCK

ENDEAVOR/SHUTTERSTOCK

AFRICA STUDIO/

SHUTTERSTOCK

FORMA PARA BOLO.

TÁBUA DE CORTE.

FFOLAS/SHUTTERSTOCK

EVGENIA BOLYUKH/

SHUTTERSTOCK

GUIYUAN CHAN/

SHUTTERSTOCK

PANELA.

CONCHA.

LIPSKIY/SHUTTERSTOCK

M. UNAL OZMEN/

SHUTTERSTOCK

ROMAN SAKHNO/

SHUTTERSTOCK

Apoio pedagógico

Os objetos da cozinha fazem

parte da rotina das crianças

(pratos, talheres, copos).

Porém, nessa idade, muitos

podem ter mais contato com

objetos de plástico ou outro

material inquebrável, como

alumínio e aço inoxidável.

Sugestão de

encaminhamento

Trabalhe o vocabulário pedindo

aos alunos que leiam as

legendas das imagens desta

página; falem os nomes das

cores dos objetos e escolham

duas palavras para escreverem

no caderno. Em seguida,

identifiquem o material de

que cada objeto é feito.

UTENSÍLIOS DIVERSOS.

POTES.

COPOS.

OBJETOS DE VIDRO

TANUHA2001/

SHUTTERSTOCK

FINALDREAM/

SHUTTERSTOCK

GLOVERK/SHUTTERSTOCK

JARRA.

POTES.

COPOS.

REPARE QUE OS MESMOS OBJETOS DE COZINHA PODEM SER FEITOS DE

DIFERENTES MATERIAIS.

81

81


Habilidade

(EF01CI01) Comparar características

de diferentes materiais

presentes em objetos

de uso cotidiano, discutindo

sua origem, os modos como

são descartados e como podem

ser usados de forma

mais consciente.

Sugestão de

encaminhamento

A seção Um pouco de história

conta o desenvolvimento

dos utensílios de cozinha.

Escolha a melhor estratégia

de leitura para sua turma.

Vários alunos devem participar

da leitura: ela pode

ser coletiva ou outra forma

que julgar pertinente. Cada

quadro pode ser lido por um

aluno com o seu auxílio na

leitura dos números e das

palavras desconhecidas. Há

diversas palavras e sons de

letras a serem trabalhados,

como colher, chaleira, aproximadamente,

talher entre

outros.

UM POUCO DE HISTÓRIA

UTENSÍLIOS ANTIGOS

CALDEIRÃO CHINÊS DA

DINASTIA SHANG (2017-1600

A.C.).

AS PRIMEIRAS COLHERES ERAM FEITAS COM

GALHOS PRESOS A CONCHAS E USADAS PARA

MEXER OS ALIMENTOS DENTRO DE POTES.

SÓ MAIS TARDE A COLHER COMEÇOU A SER

USADA COMO TALHER NAS REFEIÇÕES.

CHALEIRA DO SÉCULO 18.

PHOTO WIN1/SHUTTERSTOCK

SHAMILS/SHUTTERSTOCK

SHAN_SHAN/SHUTTERSTOCK

A PANELA É UTILIZADA HÁ MAIS DE 20 MIL ANOS. INICIALMENTE,

ELA ERA FEITA DE BARRO OU PEDRA. A PANELA DE METAL

COMEÇOU A SER FEITA HÁ 6 MIL ANOS, APROXIMADAMENTE.

FRIGIDEIRAS

E CHALEIRAS

COMEÇARAM A

APARECER POR

VOLTA DE 400

ANOS ATRÁS.

COLEÇÃO DE COLHERES ANTIGAS.

GARFO ANTIGO.

O GARFO COMEÇOU

A SER USADO PARA

COMER SOMENTE HÁ

400 ANOS.

AS FRIGIDEIRAS E AS PANELAS

DE ALUMÍNIO COMEÇARAM A SER

FABRICADAS HÁ MAIS OU MENOS

100 ANOS.

TRAVELLER70/SHUTTERSTOCK

NEKRASOV ANDREY/SHUTTERSTOCK

82

PANELA DE ALUMÍNIO ANTIGA.

Atividade complementar

Para conhecer mais sobre a história do uso de talheres e outros objetos de cozinha,

leia o artigo de Jaqueline Sayuri Nishimura e Shirley Gomes Queiroz. Disponível em:

www.epublicacoes.uerj.br/index.php/demetra/article/download/22229/19078. Acesso

em: 5 ago. 2021.

Outra sugestão é a leitura do livro Como fazíamos sem, de Bárbara Soalheiro. São Paulo:

Panda Books, 2006. O livro aborda como as pessoas comiam sem os talheres.

82


CUIDADOS NA COZINHA

VOCÊ SABIA QUE A COZINHA É UM DOS LOCAIS DA

CASA ONDE MAIS ACONTECEM ACIDENTES?

É PRECISO TOMAR MUITO CUIDADO QUANDO SE

ESTÁ NA COZINHA.

• EVITE FICAR PRÓXIMO AO FOGÃO, AO FORNO E AO FERRO ELÉTRICO, POIS

ELES PODEM CAUSAR QUEIMADURAS.

• GAVETAS COM FACAS, TESOURAS E OUTROS OBJETOS CORTANTES DEVEM

SER EVITADAS. SÓ UTILIZE ESSES OBJETOS SE ESTIVER ACOMPANHADO DE

UM ADULTO.

• PRODUTOS DE LIMPEZA E FRASCOS DE REMÉDIOS DEVEM SER MANTIDOS

NA EMBALAGEM ORIGINAL E LONGE DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

EVITE FICAR PERTO DO FOGÃO

QUANDO ALGUÉM ESTIVER

COZINHANDO, POIS VOCÊ PODE

SE QUEIMAR.

A. CARLÍN/ M10

SÓ UTILIZE TESOURAS COM A

SUPERVISÃO DE UM ADULTO.

EM UMA CASA ORGANIZADA E LIMPA, O RISCO DE ACIDENTES É PEQUENO.

SENDO ASSIM, TODOS DEVEM AJUDAR A MANTER A CASA ARRUMADA. VOCÊ

DEVE TER UM LUGAR CONFORTÁVEL PARA ESTUDAR, PARA SE DESENVOLVER BEM

E COM SAÚDE.

A. CARLÍN/ M10

ACIDENTE: ACONTECIMENTO

IMPREVISTO, INESPERADO.

PRODUTOS DE LIMPEZA DEVEM

FICAR FORA DO ALCANCE DE

CRIANÇAS.

83

A. CARLÍN/ M10

Apoio pedagógico

Um dos locais da casa em

que acontece grande parte

dos acidentes domésticos

com crianças é a cozinha.

Produtos de limpeza, forno/

fogão, instrumentos cortantes,

bebidas e comidas quentes

constituem os principais

perigos.

Estudos indicam que as

principais causas de morte e

de hospitalização de crianças

entre 0 e 14 anos são: sufocação,

queda, queimaduras

com fogo, afogamento, atropelamento,

acidentes automobilísticos,

choque elétrico

e queda de bicicleta.

Para mais informações, consulte

a Cartilha de Acidentes

Domésticos Infantis, produzida

pela Proteste – Associação

de Consumidores e publicada

no site da Sociedade

Paranaense de Pediatria

(SPP). Disponível em: www.

spp.org.br/wp-content/

uploads/2017/05/Cartilha-

Acidentes-Infantis.pdf.

Acesso em: 4 ago. 2021.

83


ATIVIDADES

Habilidade

(EF01CI01) Comparar características

de diferentes materiais

presentes em objetos

de uso cotidiano, discutindo

sua origem, os modos como

são descartados e como podem

ser usados de forma

mais consciente.

Avaliação formativa

A seção Atividades deve

ser realizada em sala de aula

e constitui a avaliação desta

unidade didática que incluiu

todo o capítulo em estudo.

As atividades sugeridas mobilizam

habilidades diversas,

e sob a sua orientação e observação

vão fornecer informações

avaliativas valiosas.

1. ESTE QUARTO ESTÁ

UMA BAGUNÇA. VAMOS

ARRUMÁ-LO?

CIRCULE O QUE ESTÁ FORA

DO LUGAR E FAÇA UM

TRAÇO LIGANDO O OBJETO

AO LOCAL ONDE ELE

DEVERIA ESTAR.

Resposta na Resolução comentada.

2. ESCREVA, PARA CADA OBJETO, O NOME DO MATERIAL UTILIZADO NA SUA FABRICAÇÃO.

CONSIDERE OS OBJETOS QUE EXISTEM NA SUA CASA.

A. CARLÍN/ M10

VAMOS ARRUMAR

ESSA BAGUNÇA?

Pode ser de metal

ou de plástico.

A. CARLÍN/ M10

Pode ser de plástico,

de metal ou de vidro.

A. CARLÍN/ M10

COLHER.

POTES.

Pode ser de vidro,

Metal (alumínio,

A. CARLÍN/ M10

de metal ou de plástico.

A. CARLÍN/ M10

aço inoxidável ou ferro).

84

COPO.

PANELA.

Resolução comentada

1. Sugestão de resposta: o caderno e os livros vão para dentro da mochila; a mochila vai para a

cadeira; as roupas vão para as gavetas; o travesseiro fica em cima da cama.

2. Peça aos alunos que digam em voz alta de que material é feito cada um desses objetos, depois

peça que escrevam no espaço delimitado.

No caso da panela, dependendo da região em que está localizada a escola, podemos encontrá-las

feitas de barro/cerâmica.

Circule pela sala de aula e os ajude nessa tarefa, depois escreva no quadro os nomes dos materiais

utilizados na fabricação dos objetos. Peça para que eles comparem as palavras escritas na lousa

com as que escreveram e corrijam, se for necessário.

84


3. LIGUE OS OBJETOS AOS MATERIAIS DE QUE SÃO FEITOS.

DONATAS1205/

SHUTTERSTOCK

METAL

Resolução

comentada

YOSHI0511/

SHUTTERSTOCK

MESA.

PANOS DE PRATO.

MADEIRA

3. Peça que os alunos façam

a leitura em voz alta das

palavras antes de começarem

a atividade. Depois,

pergunte de qual material

é feito cada um dos objetos

mostrado nas imagens

e, por fim, peça que eles

liguem as duas colunas.

ROMAN PYSHCHYK/

SHUTTERSTOCK

VIDRO

Essa atividade também

auxilia no processo de

alfabetização.

UTENSÍLIOS DIVERSOS.

OLGA POPOVA/

SHUTTERSTOCK

ALGODÃO

TRAVESSA.

FERNANDO

FAVORETTO/CRIAR

IMAGEM

FORMA DE BOLO.

PLÁSTICO

ANTON STARIKOV/

SHUTTERSTOCK

VASO.

BARRO/CERÂMICA

85

85


Habilidade

(EF01CI01) Comparar características

de diferentes materiais

presentes em objetos

de uso cotidiano, discutindo

sua origem, os modos como

são descartados e como podem

ser usados de forma

mais consciente.

Objetivos

• Conhecer as matérias-primas

utilizadas na produção

de diferentes produtos.

• Conhecer como são produzidos

alguns objetos e

alimentos do seu dia a dia.

• Diferenciar matérias-primas

de origem animal, vegetal

e mineral.

• Avaliar como diferentes

produtos podem ser reutilizados,

prejudicando menos

o ambiente.

Apoio pedagógico

As páginas 86 a 96 constituem

a unidade didática do

capítulo que vai tratar da classificação

das matérias-primas

quanto à sua origem animal,

vegetal ou mineral; vamos conhecer

como são produzidos

alguns alimentos e objetos

que usamos cotidianamente.

Sugestão de

encaminhamento

Questione os alunos a respeito

da origem de alimentos

comuns, como o pão, o

iogurte, a gelatina e o cuscuz

ou a polenta. Muitos outros

alimentos podem ser incluídos

na atividade. Você deve

incluir, por meio de uma imagem,

um alimento que seja

comum na sua região e pertença

ao universo alimentar

dos alunos.

86

7

DO QUE OS ALIMENTOS SÃO FEITOS

PÃO.

VOCÊ SABE DO QUE SÃO FEITOS OS ALIMENTOS ABAIXO?

GELATINA.

CUSCUZ.

TODOS ESTES ALIMENTOS SÃO PRODUZIDOS

A PARTIR DE MATÉRIAS-PRIMAS COM ORIGEM

EM ALGUM SER VIVO.

AS MATÉRIAS-

-PRIMAS

HORUS2017/SHUTTERSTOCK

STUDIO 11/SHUTTERSTOCK

IOGURTE NATURAL.

MATÉRIA-PRIMA: PRODUTO NATURAL

QUE É UTILIZADO NA FABRICAÇÃO DE

OUTROS PRODUTOS.

LILIYA KANDRASHEVICH/SHUTTERSTOCK

FERNANDO BRANCO - AEROCAM/SHUTTERSTOCK

86


ALIMENTOS FEITOS COM MICRORGANISMOS

O PÃO É UM DOS

ALIMENTOS MAIS

CONSUMIDOS NO

MUNDO.

ANTIGAMENTE, O

PÃO ERA FEITO APENAS

COM ÁGUA E FARINHA

DE TRIGO.

HOJE, O FERMENTO

FAZ PARTE DOS SEUS

INGREDIENTES, USADO

EM CASA OU NAS

PADARIAS.

O FERMENTO DE

PÃO, CONHECIDO COMO

FERMENTO BIOLÓGICO,

CONTÉM SERES VIVOS

MUITO PEQUENOS QUE SÓ PODEM SER VISTOS

COM A AJUDA DE UM MICROSCÓPIO.

REPRESENTAÇÃO DA PRODUÇÃO DE PÃES NO ANTIGO EGITO

(HÁ MAIS DE 4 MIL ANOS).

1. PERGUNTE A UM ADULTO QUE MORE COM VOCÊ

POR QUE SE COLOCA FERMENTO NA MASSA DE PÃO.

Resposta na Resolução comentada.

AILISA/SHUTTERSTOCK

MICROSCÓPIO: APARELHO UTILIZADO

PARA AUMENTAR A IMAGEM DE SERES

VIVOS E COISAS MUITO PEQUENAS.

BACTÉRIAS: SERES VIVOS MUITO

SIMPLES E MICROSCÓPICOS. ALGUNS

TIPOS DE BACTÉRIAS PODEM CAUSAR

DOENÇAS.

JSP/SHUTTERSTOCK

Sugestão de

encaminhamento

Ao discutir a origem dos alimentos,

dê preferência aos

que não tenham uma relação

direta com a sua origem. Por

exemplo, evite carnes, frutos,

raízes etc. Anote na lousa as

opiniões dos alunos. Deixe-os

expressar suas concepções

sobre a origem dos alimentos

sugeridos para a discussão.

No decorrer da aula, as explicações

serão oferecidas, e

as dúvidas, sanadas.

OS BURACOS QUE VEMOS NO MIOLO DO PÃO

SÃO FEITOS PELA AÇÃO DO FERMENTO.

O IOGURTE TAMBÉM É UM ALIMENTO BEM ANTIGO. ELE JÁ ERA FEITO HÁ 6 MIL

ANOS. SUA COMPOSIÇÃO BÁSICA É LEITE E BACTÉRIAS.

O SABOR AZEDO DO IOGURTE NATURAL SE DEVE ÀS SUBSTÂNCIAS

PRODUZIDAS PELAS BACTÉRIAS.

87

Resolução comentada

Atividade 1: O interesse dos pais ou responsáveis para com as atividades escolares aumenta na

medida em que as crianças levam questões para serem respondidas por adultos. Em sala de aula,

peça que os alunos digam quem ajudou a responder a essa atividade. É provável que a maioria

responda que o fermento faz a massa do pão crescer, deixando-o macio.

87


MÃOS À OBRA

Habilidade

(EF01CI01) Comparar características

de diferentes materiais

presentes em objetos

de uso cotidiano, discutindo

sua origem, os modos como

são descartados e como podem

ser usados de forma

mais consciente.

Atividade

preparatória

Essa atividade da seção

Mãos à obra pode ser realizada

na própria escola, sob

a sua orientação. O pote de

iogurte produzido deve ser

armazenado em geladeira e

de preferência consumido no

mesmo dia do preparo.

Providencie os materiais

citados e siga as orientações

do “Como fazer”.

Sugestão de

encaminhamento

A bactéria que transforma o

leite em iogurte está no pote

de iogurte natural comprado

no mercado.

Diga aos alunos que devem

observar a data de validade e

as condições de armazenamento

do produto. Ele deve

estar refrigerado.

Os alunos poderão usar

um termômetro para medir

a temperatura ideal para a

produção do iogurte (cerca

de 40° C a 45° C).

Um teste que o adulto

pode fazer é colocar o dedo

(limpo, evidentemente) no

leite por, aproximadamente,

10 segundos para sentir se o

calor é suportável. Em caso

positivo, a temperatura do

leite está boa para receber o

iogurte natural.

88

MATERIAIS

PRODUÇÃO DE IOGURTE CASEIRO

PODEMOS FAZER IOGURTE EM CASA?

A RESPOSTA É SIM!

• 1 LITRO DE LEITE INTEGRAL;

• 1 POTE DE 200 g DE IOGURTE NATURAL (SEM AÇÚCAR).

• 1 POTE DE VIDRO COM TAMPA.

COMO FAZER

A. PEÇA A UM ADULTO QUE

AQUEÇA O LEITE ATÉ

COMEÇAR A FERVER. O LEITE

DEVERÁ SER RETIRADO DO

FOGO, IMEDIATAMENTE,

APÓS O INÍCIO DA FERVURA.

B. DEIXE O LEITE ESFRIAR ATÉ

FICAR MORNO, ISTO É, NEM

MUITO QUENTE NEM MUITO

FRIO. PEÇA A UM ADULTO

QUE PASSE O LEITE MORNO

PARA UM POTE DE VIDRO

COM TAMPA.

C. ACRESCENTE O IOGURTE

NATURAL AO LEITE MORNO.

D. MEXA A MISTURA, TAMPE

O POTE E COLOQUE-O EM

UMA CAIXA DE ISOPOR. SE

NÃO TIVER UMA CAIXA DE

ISOPOR, CUBRA O POTE

FECHADO COM UM PANO

DE PRATO.

LEMBRE-SE

NÃO TENTE FAZER ESSA RECEITA

SOZINHO. PEÇA AJUDA A UM ADULTO.

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

88


E. DEIXE O POTE DESCANSAR ATÉ O DIA

SEGUINTE. VOCÊ PODERÁ CONSUMIR O

SEU IOGURTE MISTURADO COM AÇÚCAR,

MEL OU PEDAÇOS DE FRUTAS.

O IOGURTE QUE VOCÊ PRODUZIU DEVE SER ARMAZENADO NA

GELADEIRA E CONSUMIDO EM ATÉ SETE DIAS.

A. CARLÍN/ M10

Apoio pedagógico

A temperatura elevada

mata os microrganismos,

impedindo que o leite se

transforme em iogurte.

Como o leite se transforma

em iogurte? Os lactobacilos

(tipo de bactéria) se nutrem

dos açúcares do leite e liberam

ácido lático. Esse ácido

transforma as proteínas do

leite, deixando-o cremoso. O

iogurte é rico em vitaminas,

cálcio e proteína.

Para saber mais sobre o

processo de produção de iogurte

caseiro, acesse o link:

www.manualdomundo.com.

br/2011/09/a-transformacao-

-do-leite-em-iogurte/. Acesso

em: 4 ago. 2021.

A. CARLÍN/ M10

Respostas na

1. QUAL É O SABOR DO IOGURTE NATURAL QUE VOCÊ FEZ? Resolução

comentada.

2. QUE DIFERENÇAS VOCÊ OBSERVA ENTRE O LEITE INTEGRAL E O IOGURTE

PRODUZIDO?

A MUDANÇA DE SABOR E A TRANSFORMAÇÃO DO LEITE INTEGRAL

EM IOGURTE SE DEVEM À AÇÃO DAS BACTÉRIAS PRESENTES NO IOGURTE

NATURAL. ESSAS BACTÉRIAS NÃO CAUSAM PROBLEMAS PARA A NOSSA SAÚDE.

89

Resolução comentada

Os alunos poderão responder às perguntas por escrito ou oralmente na sala de aula. Eles perceberão

diferenças no sabor (o iogurte é azedo) e na consistência (o iogurte é cremoso, enquanto

o leite é líquido).

1. O iogurte natural é azedo. Para mudar o seu sabor, podemos misturar pedaços de frutas e/ou

adoçá-lo com mel ou açúcar.

2. Resposta esperada: os alunos poderão citar diferenças no sabor e na consistência. Podem perceber,

também, uma mudança no aroma.

89


Habilidade

(EF01CI01) Comparar características

de diferentes materiais

presentes em objetos

de uso cotidiano, discutindo

sua origem, os modos como

são descartados e como podem

ser usados de forma

mais consciente.

Sugestão de

encaminhamento

MATÉRIAS-PRIMAS DE ORIGEM ANIMAL E VEGETAL

FALAMOS QUE UM ALIMENTO OU UM PRODUTO É DE ORIGEM ANIMAL

QUANDO SUA MATÉRIA-PRIMA É OBTIDA DE ANIMAIS.

ALIMENTOS E PRODUTOS SÃO CONSIDERADOS DE ORIGEM VEGETAL

QUANDO SUA MATÉRIA-PRIMA É OBTIDA DAS PLANTAS.

VOCÊ CONHECE A ORIGEM DOS ALIMENTOS QUE CONSOME?

2. ESCREVA QUAL É A ORIGEM DOS ALIMENTOS ABAIXO.

A

A. CARLÍN/ M10

B

A. CARLÍN/ M10

Tema: Diversidade

Questione os alunos quanto

aos alimentos mostrados

na imagem. Caso não conheçam

a origem de algum

alimento representado, pergunte

do que ele é feito. Por

exemplo, a tapioca é feita a

partir da fécula extraída da

mandioca; então, pergunte

se a mandioca é um animal

ou um vegetal.

Inclua alimentos típicos

da culinária regional e outros

comuns ao dia a dia das

crianças.

CIÊNCIAS

C

MANTEIGA.

TAPIOCA.

FILME

Origem animal.

Origem vegetal.

A. CARLÍN/ M10

D

QUEIJO.

AÇÚCAR.

Origem animal.

Origem vegetal.

A. CARLÍN/ M10

• DE ONDE VEM O LEITE?

O VÍDEO MOSTRA A MENINA KIKA DESCOBRINDO QUE O LEITE QUE TOMAMOS É

PRODUZIDO PELAS VACAS.

DISPONÍVEL EM: https://www.youtube.com/watch?v=iGAwTwdB5NA.

ACESSO EM: 8 MAR. 2021.

90

Atividade complementar

O vídeo indicado na seção Ciências + mostra a menina Kika descobrindo de onde vem

o leite. Os questionamentos da menina Kika são sempre voltados a situações comuns na

vida das crianças, o que aproxima suas histórias do cotidiano delas.

90


3. AGORA, ASSINALE COM UM X A ORIGEM DOS OBJETOS ABAIXO.

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

Sugestão de

encaminhamento

PAPEL.

ANIMAL

X

VEGETAL

A. CARLÍN/ M10

CAMISETA DE ALGODÃO.

ANIMAL

X

VEGETAL

A. CARLÍN/ M10

Conduza a atividade 3 perguntando

aos alunos do que

é feito cada um dos objetos

citados. Depois, pergunte

se eles sabem de onde vem

determinado material e, por

fim, pergunte se é de origem

vegetal ou animal.

Peça que escolham um objeto

de origem animal e um

de origem vegetal para escrever

seu nome no caderno.

BLUSA DE LÃ NATURAL.

LÁPIS DE COR.

X

ANIMAL

VEGETAL

ANIMAL

X

VEGETAL

A. CARLÍN/ M10

CIÊNCIAS

FILME

• DE ONDE VEM O SAPATO?

O VÍDEO MOSTRA A MENINA KIKA

DESCOBRINDO COMO É O PROCESSO

DE TRANSFORMAR O COURO DE UM

ANIMAL EM UM SAPATO BEM BONITO.

SAPATOS DE COURO.

X

ANIMAL

VEGETAL

DISPONÍVEL EM: https://

www.youtube.com/

watch?v=Kkpje9rXzQ8. ACESSO EM:

8 MAR. 2021.

91

Atividade complementar

Aqui temos mais um questionamento da menina Kika, trazendo informações de forma

divertida para a sala de aula. O vídeo indicado na seção Ciências + mostra a Kika descobrindo

como é o processo de transformar o couro de um animal em um sapato.

91


Habilidade

(EF01CI01) Comparar características

de diferentes materiais

presentes em objetos

de uso cotidiano, discutindo

sua origem, os modos como

são descartados e como podem

ser usados de forma

mais consciente.

Apoio pedagógico

Os alunos nessa faixa etária

têm grande curiosidade, principalmente

pelas coisas que

estão mais próximas deles. O

que é o vidro, de onde vem o

sal, de onde vem o ferro, do

que é feito o plástico etc. são

algumas dúvidas comuns.

Muitas das dúvidas das

crianças são esclarecidas na

escola. Aqui vamos tratar da

origem de alguns objetos e

materiais com os quais temos

contato diariamente.

O granito é um tipo de rocha.

Quando ela é cortada e

polida, são produzidas placas

que podem ser usadas na produção

de pisos, bancadas etc.

O mármore é uma rocha diferente

do granito. Ele é mais

frágil e mais poroso. Por isso,

o mármore é mais usado em

decoração e o granito em locais

úmidos, como cozinhas

e banheiros.

MATÉRIAS-PRIMAS DE ORIGEM MINERAL

ALGUNS ALIMENTOS E OBJETOS NÃO SÃO

DE ORIGEM ANIMAL NEM VEGETAL. SÃO DE ORIGEM

MINERAL.

ALGUNS EXEMPLOS DE MATERIAIS DE ORIGEM

MINERAL SÃO: O SAL, A AREIA, O GRANITO, O FERRO, O

ALUMÍNIO E A ARGILA.

A AREIA É UTILIZADA NA FABRICAÇÃO DO VIDRO.

O GRANITO É UM TIPO DE ROCHA USADO NOS PISOS

DAS CASAS.

92

YES058 MONTREE NANTA/SHUTTERSTOCK

MATÉRIA-PRIMA MINERAL:

MATERIAL QUE NÃO TEM

ORIGEM EM UM SER VIVO.

COM A ARGILA PODEMOS FAZER POTES, PRATOS,

ESTÁTUAS E OBJETOS DE DECORAÇÃO.

RDONAR/SHUTTERSTOCK

DEDMITYAY/SHUTTERSTOCK

92


SAL

O SAL QUE USAMOS NO BRASIL

VEM DO MAR.

A ÁGUA DO MAR É COLOCADA

EM TANQUES GRANDES E RASOS. À

MEDIDA QUE A ÁGUA VAI SECANDO,

O SAL VAI SE ACUMULANDO NO

FUNDO DO TANQUE.

AREIA

VISTA AÉREA DE INDÚSTRIA DE EXTRAÇÃO DE SAL EM

GALINHOS, NO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE.

A AREIA É UTILIZADA NA FABRICAÇÃO DO VIDRO.

ELA É MISTURADA A OUTROS MATERIAIS E ESSA MISTURA É AQUECIDA ATÉ

QUE FIQUE DERRETIDA.

O VIDRO GANHA FORMA DEPOIS QUE A MISTURA ESFRIA.

A MISTURA DE AREIA E OUTRAS SUBSTÂNCIAS É DERRETIDA E MOLDADA AINDA QUENTE PARA DAR O FORMATO DOS

OBJETOS DE VIDRO.

CIÊNCIAS

FILME

• DE ONDE VEM O VIDRO?

O VÍDEO MOSTRA A MENINA KIKA DESCOBRINDO COMO O VIDRO É FEITO.

DISPONÍVEL EM: https://www.youtube.com/watch?v=gj9R3nmB67Q. ACESSO EM: 12 FEV. 2021.

93

CAIO PEDERNEIRAS/SHUTTERSTOCK

VERA LARINA/SHUTTERSTOCK

Apoio pedagógico

No Brasil, 95% do sal consumido

no tempero de alimentos

e utilizado em processos

industriais é proveniente da

água do mar.

O sal bruto é obtido por

meio da evaporação da água

do mar. O material sólido que

fica no fundo do tanque após

a evaporação da água é refinado,

separando-se o cloreto

de sódio. A produção de sal

por evaporação da água do

mar corresponde a apenas

5% da produção mundial.

O sal é também encontrado

em depósitos subterrâneos

ou em depósitos superficiais

(o Salar de Uyuni, na Bolívia, é

um exemplo). Nesses locais,

ele é extraído no estado sólido

ou como salmoura.

A China é o maior produtor

de sal do mundo, contribuindo

com 27% da produção

mundial.

A areia é uma mistura de

pequenos fragmentos que se

descolaram de uma rocha (pó

de pedra). O processo de erosão

de rochas ocorre ao longo

de milhares, às vezes milhões,

de anos. A cor dos grãos de

areia depende do tipo de rocha

que foi desgastada.

Os ventos, a água e a variação

da temperatura são fatores

que fragilizam as rochas e

ajudam na sua fragmentação.

Atividade complementar

O vidro mais comum é produzido com areia, cal (óxido de cálcio) e soda cáustica. Os

diferentes tipos e cores de vidro se devem ao acréscimo de pequenas porções de outros

minerais.

A seção Ciências + traz um filme curtinho que mostra a menina Kika descobrindo como

o vidro é feito. Exiba para os alunos.

93


Habilidade

(EF01CI01) Comparar características

de diferentes materiais

presentes em objetos

de uso cotidiano, discutindo

sua origem, os modos como

são descartados e como podem

ser usados de forma

mais consciente.

Apoio pedagógico

A argila é uma das partículas

finas que formam o solo.

Em contato com a água, as

partículas de argila se unem,

formando uma massa uniforme

e maleável. Quando moldada

e queimada em fornos

de alta temperatura, ela se

transforma em cerâmica.

A porcelana é um tipo de

cerâmica impermeável. Para

saber mais, acesse o link:

www.porcelanabrasil.com.

br/p-07.htm. Acesso em: 4

ago. 2021.

ARGILA

ALGUMAS PEÇAS DE

DECORAÇÃO E OBJETOS QUE

USAMOS EM CASA SÃO FEITOS DE

ARGILA.

A ARGILA, OU BARRO, É

EXTRAÍDA DO SOLO E MOLDADA

PARA DAR FORMA AO OBJETO.

DEPOIS, ESSE OBJETO É LEVADO

A UM FORNO MUITO QUENTE,

ONDE SERÁ AQUECIDO POR UM

BOM TEMPO ATÉ FICAR SECO E

ENDURECIDO.

ALUMÍNIO

O ALUMÍNIO É OBTIDO DE UMA ROCHA CHAMADA

BAUXITA.

ELE É USADO EM UMA GRANDE VARIEDADE DE

PRODUTOS, COMO LATINHAS, PANELAS, TALHERES DE

COZINHA, JANELAS, PORTÕES ETC.

O BRASIL É O CAMPEÃO MUNDIAL NA

RECICLAGEM DE ALUMÍNIO.

ARTESÃO MOLDANDO UM VASO DE BARRO.

ANDREAS JENSVOLD/

SHUTTERSTOCK

RECICLAGEM: RETIRAR A

MATÉRIA-PRIMA DE UM OBJETO

USADO E USÁ-LA NOVAMENTE

PARA FABRICAR UM OBJETO

NOVO.

VOLODYMYR BURDIAK/SHUTTERSTOCK

Sugestão de

encaminhamento

Ao falar do alumínio, ressalte

a importância da reciclagem

das latinhas que são

feitas desse metal. Comente

com os alunos que o processo

para retirar o alumínio das

rochas de bauxita consome

muita energia elétrica, o que

torna o processo bem caro.

A reciclagem das latinhas e

outros objetos de alumínio

é importante, pois diminui

os impactos ambientais que

o processo de extração de

bauxita causaria. O Brasil é

um dos países que mais recicla

alumínio.

Você pode encontrar mais

informações no site da Abal

– Associação Brasileira do

Alumínio. Disponível em:

https://abal.org.br/sustenta-

bilidade/reciclagem/fluxo-

-da-reciclagem/. Acesso em:

5 ago. 2021.

NO PROCESSO DE RECICLAGEM, O

ALUMÍNIO É RETIRADO DOS OBJETOS

E USADO NA FABRICAÇÃO DE

OBJETOS NOVOS.

4. CONVERSE COM OS FAMILIARES E DESCUBRA QUE OBJETOS SÃO FEITOS COM AS

MATÉRIAS-PRIMAS DESCRITAS. Resposta pessoal.

94

94


CIÊNCIA E

TECNOLOGIA

UM POUCO DE HISTÓRIA

ORIGEM DO PAPEL

ANTES DA INVENÇÃO DO PAPEL,

AS PESSOAS COSTUMAVAM ESCREVER

EM FOLHAS DE PAPIRO OU EM

PERGAMINHOS.

O PAPIRO É UMA PLANTA

ENCONTRADA NAS MARGENS DE LAGOS

E RIOS. ANTIGAMENTE, OS EGÍPCIOS

FATIAVAM O CAULE DO PAPIRO,

PRENSAVAM E PRODUZIAM AS FOLHAS

EM QUE ESCREVIAM. ALIÁS, A PALAVRA

“PAPEL” VEM DE “PAPIRO”.

O PERGAMINHO FOI DESENVOLVIDO

NA CIDADE DE PÉRGAMO, NA TURQUIA.

ELE ERA FEITO DE PELE DE CARNEIRO OU

DE OUTRO ANIMAL.

A PELE ERA TRATADA ATÉ FICAR

MACIA E LISA. NO PERGAMINHO PODIA-

SE ESCREVER NOS DOIS LADOS.

O PAPEL FOI INVENTADO PELOS

CHINESES HÁ QUASE 2 MIL ANOS.

ELES UTILIZAVAM FIBRAS DE BAMBU

E DE AMOREIRA PARA PRODUZIR AS

FOLHAS, QUE ERAM USADAS PARA ESCREVER E DESENHAR. COM O AUMENTO

DO CONSUMO, A TÉCNICA DE PRODUÇÃO DE PAPEL FOI SENDO ALTERADA COM

O TEMPO.

PRODUÇÃO TRADICIONAL DE PAPEL NA CHINA ANTIGA.

COMPRIMENTO

6 METROS

O PAPIRO CRESCE EM LOCAIS ENCHARCADOS.

PERGAMINHO ANTIGO.

SOMSAK SUWANPUT/SHUTTERSTOCK

TEM404/SHUTTERSTOCK

EREBORMOUNTAIN/SHUTTERSTOCK

95

Sugestão de

encaminhamento

Contar histórias é um modo

de atrair a atenção das crianças

e de valorizar o desenvolvimento

tecnológico e

científico através do tempo.

Também é uma estratégia

de ensino muito eficiente,

pois a atenção dos alunos é

redobrada. Para tirar proveito

desse momento, procure desenvolver

a sua habilidade de

“contador de histórias”.

Algumas dicas para melhorar

a sua performance

são: estude o tema que será

abordado na sala de aula;

fique atento às reações dos

ouvintes; leve para a sala de

aula apetrechos que possam

servir como cenografia ou

como peças para ilustrar a

história; procure interpretar,

sempre que possível, os personagens

que participam do

enredo; valorize a produção

das gerações passadas e relacione

os eventos tratados na

história com situações atuais.

Dessa forma, o seu entusiasmo

ao contar a história

irá contagiar os alunos e

estimulá-los a valorizar os

acontecimentos do passado.

Procure esclarecer as dúvidas

que surgirem sobre o tema

tratado na atividade.

O retorno didático e a boa

interação entre professor e

alunos são dois benefícios pedagógicos

obtidos com essa

estratégia de ensino.

95


Sugestão de

encaminhamento

Explique que o papel é

fabricado, principalmente, a

partir da madeira de eucaliptos,

uma espécie de árvore

que cresce rapidamente. O

problema é que muitas vezes,

para o cultivo dessas

árvores, a mata natural é retirada

ou não é reconstituída

naturalmente. Atualmente a

indústria do papel tem áreas

próprias de reflorestamento

para evitar danos maiores à

natureza.

Uma forma de ajudar a

preservar o ambiente é economizar

papel, ou seja, usar

frente e verso das folhas, por

exemplo. Em vez de descartar

o papel usado em lixeiras,

pode-se separá-lo e enviá-lo

para a reciclagem. Muitas

cidades contam com coleta

seletiva de resíduos e enviam

os materiais para as empresas

recicladoras.

Resolução

comentada

A reciclagem deve fazer

parte das ações de proteção

à natureza e deve envolver

a comunidade. Essa atitude

favorece a sociedade como

um todo. Informe aos alunos

que alguns tipos de papéis

não podem ser reciclados,

como papel higiênico, papéis

contaminados com material

hospitalar e papéis engordurados.

Você pode fazer uma

pesquisa sobre os materiais e

objetos que podem e os que

não podem ser reciclados.

5. Os restos de papel que não

podem ser reaproveitados

devem ser reciclados. As

latinhas de alumínio usadas

também devem ser

separadas e enviadas para

a reciclagem.

ATÉ O ANO DE 1720, APROXIMADAMENTE, O PAPEL ERA FEITO COM FIBRAS

DE ALGODÃO E ROUPAS VELHAS. NESSA ÉPOCA, UM FRANCÊS PASSOU A USAR

SOMENTE TRONCOS DE ÁRVORES NA PRODUÇÃO DE PAPEL. ESSA TÉCNICA É

USADA ATÉ HOJE.

O BRASIL É UM GRANDE PRODUTOR DE PAPEL E UTILIZA MADEIRA DE UMA

ÁRVORE CHAMADA DE EUCALIPTO PARA PRODUZIR PAPÉIS DE DIFERENTES

TIPOS: PARA ESCREVER, PARA DESENHAR E PAPELÃO PARA EMBALAGENS.

A RECICLAGEM DE

PAPEL AJUDA A REDUZIR

O NÚMERO DE ÁRVORES

QUE SÃO CORTADAS TODO

ANO.

ANTES DE DESCARTAR

AS FOLHAS DE SEU

CADERNO OU DE PAPEL

SULFITE, VEJA SE É

POSSÍVEL REAPROVEITÁ-

-LAS.

AGORA QUE VOCÊ

CONHECE A HISTÓRIA DO

PAPEL, QUE TAL USAR UMA

FOLHA DE PAPEL PARA

CONTAR A SUA HISTÓRIA?

FÁBRICA MODERNA DE

PRODUÇÃO DE PAPEL.

5. QUAL É O DESTINO QUE DEVE SER DADO ÀS LATINHAS DE ALUMÍNIO E AOS RESTOS

DE PAPÉIS USADOS? Resposta na Resolução comentada.

CIÊNCIAS

96

SITE

• COM QUANTAS ÁRVORES SE FAZ UM CADERNO?

A NOTÍCIA FALA SOBRE O TIPO E A QUANTIDADE DE ÁRVORES QUE SÃO UTILIZADAS NA

PRODUÇÃO DE PAPEL.

DISPONÍVEL EM: HTTP://CHC.ORG.BR/COM-QUANTAS-ARVORES-SE-FAZ-UM-CADERNO/.

ACESSO EM: 21 JUN. 2021.

Atividade complementar

Com quantas árvores se faz um caderno? Essa é uma

pergunta que interessa a todos que consomem objetos

de papel, como cadernos, revistas e livros. Leia o artigo

indicado na seção Ciências +, que fala sobre o tipo e a

quantidade de árvores que são utilizadas na produção

de papel.

Aproveite para ver a possibilidade de reciclagem das

folhas de papel usadas na escola. Uma caixa com folhas

que podem ser reaproveitadas utilizando o verso para

desenhos e colagem pode ajudar. Já as aparas podem ser

encaminhadas a uma cooperativa local.

Avaliação formativa

Em grupos, os alunos devem

escolher um dos filmes

da Kika que foram apresentados

(“De onde vem o leite”,

“De onde vem o sapato” ou

“De onde vem o vidro”), revê-

-lo e recontá-lo aos colegas.

Observe e registre a coerência

temporal da sequência

contada, a clareza da fala

e das ideias de cada grupo.

Peça que façam um desenho

ILYAS YASIN USLU/SHUTTERSTOCK

96


ATIVIDADES

1. LIGUE A MATÉRIA-PRIMA AO OBJETO.

BJOERN WYLEZICH/

SHUTTERSTOCK

LFRABANEDO/

SHUTTERSTOCK

WORRADIREK/

SHUTTERSTOCK

BAUXITA.

ÁRVORES (MADEIRA).

ARGILA.

2. CIRCULE DE VERMELHO OS OBJETOS E ALIMENTOS DE ORIGEM ANIMAL E DE VERDE

OS OBJETOS E ALIMENTOS DE ORIGEM VEGETAL. DEPOIS PINTE-OS COM AS CORES DE

SUA PREFERÊNCIA. Resposta na Resolução comentada.

LÁPIS.

PANELAS DE ALUMÍNIO.

CANECA.

HEDZUN VASYL/

SHUTTERSTOCK

SEVENKE/SHUTTERSTOCK GALUSHKO SERGEY/SHUTTERSTOCK

Sugestão de

encaminhamento

Aproveite a atividade 1

para retomar o conteúdo que

explica de que são feitos os

objetos. A matéria-prima para

a produção deles é de origem

animal, vegetal ou mineral?

Pode-se realizar essa atividade

em conjunto com a sala.

Resolução

comentada

2. Os alunos deverão circular

de vermelho o sapato, o

leite e o ovo. Deverão circular

de verde a pipoca,

a camiseta e a caixa de

papelão.

OVO.

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

LEITE.

A. CARLÍN/ M10 A. CARLÍN/ M10

PIPOCA.

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

SAPATO DE COURO.

CAMISETA DE ALGODÃO.

CAIXA DE PAPELÃO.

97

do que mais chamou a atenção

e monte uma galeria.

Depois, os alunos podem

levar o desenho para casa e

também recontar os vídeos

para os seus familiares.

97


Habilidade

(EF01CI01) Comparar características

de diferentes materiais

presentes em objetos

de uso cotidiano, discutindo

sua origem, os modos como

são descartados e como podem

ser usados de forma

mais consciente.

Objetivos

• Definir o que são recursos

naturais.

• Conhecer alguns recursos

naturais do Brasil.

• Reconhecer a importância

de preservar os recursos

naturais, especialmente a

água.

Apoio pedagógico

Tema: Diversidade

As páginas 98 a 103 formam

a unidade didática deste capítulo,

que encerra o livro do

primeiro ano. Os conteúdos

apresentados são os recursos

naturais, sua importância e a

necessidade de preservá-los.

8

A NATUREZA É A CASA DE TODOS OS SERES VIVOS. NELA, ENCONTRAMOS

TUDO DE QUE PRECISAMOS PARA VIVER, COMO ÁGUA, AR E ALIMENTO. ALÉM

DISSO, RETIRAMOS A MATÉRIA-PRIMA PARA FABRICAR OBJETOS.

1. OBSERVE AS IMAGENS.

QUAL DELAS É MAIS PARECIDA COM O LUGAR ONDE VOCÊ MORA? Resposta pessoal.

A

C

E

LINHARES, NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO.

SÃO PAULO, NO ESTADO DE SÃO PAULO.

O MEIO

AMBIENTE É

NOSSA CASA

CIFOTART/SHUTTERSTOCK

LEONARDO MERCON/

SHUTTERSTOCK

JULIAN TORRES/

SHUTTERSTOCK

B

D

F

SALVADOR, NO ESTADO DA BAHIA.

OURO PRETO, NO ESTADO DE MINAS GERAIS.

SANCASTRO/SHUTTERSTOCK

CURIOSO.PHOTOGRAPHY/

SHUTTERSTOCK

PHOENIX1423/

SHUTTERSTOCK

98

PALAFITAS SOBRE O RIO AMAZONAS, NO ESTADO

DO AMAZONAS.

PRÉDIOS HISTÓRICOS NA CIDADE DE RECIFE,

NO ESTADO DE PERNAMBUCO.

98


RECURSOS NATURAIS

TUDO O QUE RETIRAMOS DA NATUREZA PARA O NOSSO SUSTENTO É

CHAMADO DE RECURSO NATURAL.

2. CIRCULE AS IMAGENS QUE REPRESENTAM RECURSOS NATURAIS.

Todas as imagens devem ser circuladas.

LUZ SOLAR.

ANIMAIS.

POKIN SETHAPOKIN/SHUTTERSTOCK

DELFIM MARTINS/PULSAR IMAGENS

3. UTILIZE AS SEGUINTES PALAVRAS PARA COMPLETAR AS FRASES:

GRANITO VEGETAIS ANIMAIS SOLO LUZ DO SOL ÁGUA

A) A

LUZ DO SOL

AQUECE NOSSO PLANETA.

ÁGUA

B) NÓS USAMOS PARA BEBER, COZINHAR E

LAVAR ALIMENTOS E OBJETOS.

ANIMAIS

C) OS CRIADOS EM FAZENDAS, COMO OS

BOIS, SERVEM DE ALIMENTO PARA AS PESSOAS.

D) OS VEGETAIS SÃO CULTIVADOS NO SOLO .

GRANITO

E) AS BANCADAS DE PIA E ALGUNS PISOS SÃO FEITOS COM O

RETIRADO DE PEDREIRAS.

ÁGUA.

SOLO.

SJ TRAVEL PHOTO AND VIDEO/

SHUTTERSTOCK

IURII STEPANOV/SHUTTERSTOCK

VEGETAIS.

JAZIDA DE GRANITO.

99

MONTICELLO/SHUTTERSTOCK

VALLEFRIAS/SHUTTERSTOCK

Apoio pedagógico

O tempo necessário para a

formação de matérias-primas

como a areia, que pode demorar

milhões de anos para

ocorrer, é uma noção abstrata

demais para a compreensão

das crianças dessa faixa etária.

A formação da chuva (etapa

do ciclo da água) e o crescimento

de seres vivos são

eventos que ocorrem em um

espaço de tempo curto quando

comparado com a formação

do solo ou a formação da

areia e do granito. A noção

de tempo está em processo

de formação na criança que

está nos primeiros anos do

Ensino Fundamental.

A noção de tempo pode ser

pequena nesse momento, porém,

aos poucos, os alunos se

sentirão cada vez mais detentores

da ideia de tempo.

Sugestão de

encaminhamento

Escreva o banco de palavras

na lousa e ajude os alunos a

fazer uma leitura coletiva inicialmente.

Depois, devem ler

cada uma das frases e escrever

a palavra que a completa.

99


RECURSOS NATURAIS NAS REGIÕES DO BRASIL

Habilidade

(EF01CI01) Comparar características

de diferentes materiais

presentes em objetos

de uso cotidiano, discutindo

sua origem, os modos como

são descartados e como podem

ser usados de forma

mais consciente.

Apoio pedagógico

Tema: Diversidade

A identificação dos estados

no território brasileiro é um

tema tratado em Geografia,

nas aulas de cartografia.

Outras disciplinas escolares

também se utilizam desses

conceitos.

ALGUNS RECURSOS NATURAIS SÃO ENCONTRADOS

SOMENTE EM ALGUNS ESTADOS DO BRASIL.

NOS ESTADOS DE MINAS GERAIS, ESPÍRITO SANTO,

BAHIA, CEARÁ, ALAGOAS E RIO DE JANEIRO, POR

EXEMPLO, É ENCONTRADA UMA GRANDE QUANTIDADE

DE GRANITO.

4. NO MAPA A SEGUIR, PINTE DE VERMELHO OS ESTADOS

PRODUTORES DE GRANITO.

MAPA POLÍTICO DO BRASIL

ROCHA DE GRANITO.

BRUNO S./ M10 MICHAL812/SHUTTERSTOCK

Sugestão de

encaminhamento

Peça a um ou dois alunos

que leiam o texto “Recursos

naturais nas regiões do Brasil”.

Faça a leitura novamente, solicitando

que localizem no

mapa os estados produtores

de granito que foram citados.

Em seguida, leia a comanda

da atividade 4 e peça que a

executem.

Oriente os alunos na identificação

dos estados mencionados

na atividade usando

como legenda a cor vermelha

para os que possuem jazidas

de granito.

Se a escola não estiver localizada

em nenhum desses

estados, peça que o localizem

e pintem de outra cor.

100

FONTE: ATLAS GEOGRÁFICO ESCOLAR. 7. ED. RIO DE JANEIRO: IBGE. P. 90.

100


ÁGUA PARA VIVER

UM DOS RECURSOS NATURAIS MAIS IMPORTANTES PARA A VIDA É A ÁGUA.

NÓS USAMOS A ÁGUA PARA BEBER, COZINHAR, TOMAR BANHO E PARA A

LIMPEZA. Resposta na Resolução comentada.

5. OBSERVE A IMAGEM ABAIXO.

A. CARLÍN/ M10

Apoio pedagógico

A água é essencial para a

vida, é o hábitat dos seres vivos

aquáticos e faz parte da

composição dos corpos de

todos os seres vivos.

Aproximadamente 65% do

nosso corpo é composto de

água.

Nas atividades humanas,

sejam elas domésticas, agrícolas

ou industriais, a água é

um dos recursos naturais mais

importantes.

O aumento da população

humana acarretou o aumento

do consumo e da poluição da

água – a cada ano que passa,

precisamos tratar um volume

maior de água.

• CONVERSE COM OS COLEGAS E CIRCULE AS ATITUDES QUE ECONOMIZAM

ÁGUA E FAÇA UM X NAS ATITUDES QUE A DESPERDIÇAM.

EMBORA EXISTA MUITA ÁGUA NO PLANETA, A MAIOR PARTE DELA ESTÁ NOS

OCEANOS, OU SEJA, É SALGADA E IMPRÓPRIA PARA BEBER E COZINHAR.

TROCANDO IDEIAS

CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE QUE ATITUDES VOCÊS TOMAM NO DIA

A DIA PARA EVITAR O DESPERDÍCIO DE ÁGUA.

Atividade complementar

101

A conversa proposta na seção Trocando ideias pode gerar um trabalho coletivo. Você

pode, junto com os alunos, elaborar cartazes para divulgar a importância da água no dia

a dia das pessoas e divulgar atitudes individuais e coletivas que a economizam em casa

e na escola. A escola, o município e o planeta agradecem.

Resolução

comentada

5. Oriente os alunos na leitura

detalhada da imagem,

identificando oralmente

as atitudes que economizam

água e marcando

com o X as atitudes que a

desperdiçam.

Economizam: fechar as torneiras

ao escovar os dentes,

reutilizar a água da máquina

de lavar roupa, tampar a caixa

d’água e regar as plantas

com regador.

Desperdiçam: ligar o chuveiro

e se distrair falando ao

telefone e usar mangueira

para lavar a calçada.

101


Habilidade

(EF01CI01) Comparar características

de diferentes materiais

presentes em objetos

de uso cotidiano, discutindo

sua origem, os modos como

são descartados e como podem

ser usados de forma

mais consciente.

Sugestão de

encaminhamento

Faça a leitura coletiva das

imagens e suas legendas. Veja

se os alunos já aplicam alguns

desses cuidados e pergunte

quais outros eles acham que

podem ser implementados.

Atividade

complementar

Para saber mais sobre

a preservação dos recursos

naturais, leia o artigo

da revista Ciência Hoje

das Crianças que discute

o uso de energia limpa

como um meio de preservar

os recursos do planeta.

Disponível em: http://

chc.org.br/energia-limpa/.

Acesso em: 4 ago. 2021.

Você também pode assistir

ao vídeo “O futuro

que queremos”, que trata

dos efeitos da exploração

dos recursos naturais para

o planeta e o papel de

cada cidadão na manutenção

das condições do meio

ambiente. Disponível em:

http://chc.org.br/o-futuro-

-que-queremos/. Acesso

em: 4 ago. 2021.

A. CARLÍN/ M10

VAMOS ECONOMIZAR ÁGUA?

VEJA ALGUNS CUIDADOS QUE PODEMOS TER PARA NÃO DESPERDIÇAR ÁGUA.

NO JARDIM, NO QUINTAL E NA

CALÇADA

A. CARLÍN/ M10

NA COZINHA

Atividade complementar

A. CARLÍN/ M10

LIMPE PRATOS E PANELAS ANTES DE

LAVÁ-LOS JOGANDO OS RESTOS DE

COMIDA NO LIXO.

ENSABOE A LOUÇA COM A

TORNEIRA FECHADA E SÓ DEPOIS

ENXÁGUE TODA A LOUÇA.

NÃO USE

MANGUEIRA

PARA LAVAR O

CARRO. USE BALDE

E PANO.

REGUE AS

PLANTAS PELA MANHÃ OU

À NOITE, USANDO

UM REGADOR.

NO BANHEIRO

O site indicado na seção Ciências + apresenta a revista on-line da Turma da Mônica –

Cuidando do planeta. No link você terá acesso, também, a outros temas.

A. CARLÍN/ M10

FECHE A TORNEIRA

AO ESCOVAR OS DENTES.

NA LAVANDERIA

NÃO TOME BANHOS

DEMORADOS.

A. CARLÍN/ M10

NÃO JOGUE LIXO NA

PRIVADA, POIS A DESCARGA

CONSOME MUITA ÁGUA.

6. CONVERSE EM CASA SOBRE COMO VOCÊS PODEM ECONOMIZAR MAIS ÁGUA.

Resposta pessoal.

CIÊNCIAS

102

SITE

DEIXE A ROUPA ACUMULAR E

LAVE TUDO DE UMA VEZ SÓ.

• TURMA DA MÔNICA: REVISTAS ESPECIAIS

REVISTAS DE HISTÓRIAS EM QUADRINHOS ONLINE COM OS PERSONAGENS DA TURMA DA

MÔNICA, DE MAURICIO DE SOUSA. SÃO DIVERSAS REVISTAS COM TEMAS COMO: CUIDANDO

DO PLANETA, USO RACIONAL DA ÁGUA E SANEAMENTO BÁSICO, ENTRE OUTROS.

DISPONÍVEL EM: HTTPS://TURMADAMONICA.UOL.COM.BR/REVISTASESPECIAIS/. ACESSO EM:

5 AGO. 2021.

A. CARLÍN/ M10

EDUCAÇÃO

PARA O

CONSUMO

A. CARLÍN/ M10

102


ATIVIDADES

1. AJUDE O GAROTO A LEVAR O LIXO PARA O LUGAR CORRETO DE DESCARTE.

2. ASSINALE COM UM X AS IMAGENS QUE MOSTRAM AÇÕES QUE ECONOMIZAM

RECURSOS NATURAIS.

X

A. CARLÍN/ M10

Há mais de 1 resposta possível.

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

Avaliação formativa

Realize a seção Atividades

com a sala toda e pergunte

para os alunos por que as atividades

que eles assinalaram

economizam recursos naturais

e por que as atitudes que

eles não assinalaram não economizam

recursos naturais.

Essa discussão pode servir

como ponto de partida para

falar sobre os hábitos de cada

um no dia a dia, de forma que

os alunos compreendam que

é papel de todos atuar em

prol de um mundo melhor.

Observe os alunos nessa

discussão e peça que escrevam,

em duplas, duas frases:

uma frase com atitudes que

economizam recursos naturais

e outra que fale sobre

o desperdício de recursos

naturais.

RECICLAR O LIXO.

LAVAR A CALÇADA COM A MANGUEIRA.

A. CARLÍN/ M10

X

A. CARLÍN/ M10

ESCOVAR OS DENTES COM A TORNEIRA ABERTA.

LAVAR CARRO COM PANOS E BALDES.

103

103


BRINCANDO EU APRENDO

Habilidade

(EF01CI01) Comparar características

de diferentes materiais

presentes em objetos

de uso cotidiano, discutindo

sua origem, os modos como

são descartados e como podem

ser usados de forma

mais consciente.

Apoio pedagógico

Esse jogo tem o objetivo de

retomar as partes do corpo

por meio de uma atividade

lúdica. Você pode utilizá-lo

no final da unidade 1 quando

esse conteúdo é trabalhado

ou no final do ano como revisão

dos nomes das partes do

corpo e para análise da leitura

dos alunos.

Atividade

preparatória

Prepare com antecedência

o material que será usado na

atividade. Leia com atenção

as regras do jogo.

No dia da atividade, organize

os alunos em grupos e

oriente-os quanto à preparação

do jogo. Não se esqueça

de explicar as regras e deixar

que eles se organizem para

recortar e colar as cartas.

JOGO DA MEMÓRIA

CONVIDE UM COLEGA PARA JOGAR COM VOCÊ.

MATERIAIS

• TESOURA DE PONTAS ARREDONDADAS;

• COLA EM BASTÃO;

• CARTOLINA OU PAPEL-CARTÃO.

COMO FAZER

PEÇA A AJUDA DE UM ADULTO PARA COLAR AS CARTAS QUE ESTÃO NA

PÁGINA 105 EM UMA CARTOLINA OU EM PAPEL-CARTÃO E RECORTAR ANTES DE

COMEÇAREM A JOGAR.

REGRAS DO JOGO

EMBARALHEM AS CARTAS. DEIXEM AS IMAGENS VIRADAS PARA BAIXO.

DECIDAM QUEM SERÁ O PRIMEIRO A JOGAR.

O PRIMEIRO JOGADOR VIRA DUAS CARTAS. SE FORMAR PAR, ELE JOGA

NOVAMENTE, MAS, SE ERRAR, PASSA A VEZ.

GANHA AQUELE QUE FORMAR MAIS PARES.

OS PARES SÃO FORMADOS POR UMA PALAVRA E UM DESENHO.

VEJA O EXEMPLO:

MÃO

VICTOR B./ M10

104

104


CARTAS DO JOGO

Sugestão de

encaminhamento

NARIZ

JOELHO

PERNA PESCOÇO BRAÇO

BOCA ORELHA UMBIGO

VICTOR B./ M10

Uma forma de recortar as

cartas é cortar a folha inteira

e depois cortar a folha em

pedaços menores.

Os alunos dessa faixa etária

têm dificuldade em cortar

com muitos detalhes, por

isso, ajude-os quando for

necessário.

Os grupos podem ser organizados

para que, enquanto

dois alunos cortam as cartas,

dois as colem na cartolina.

Com o jogo pronto, é só

deixá-los se divertir enquanto

aprendem.

MÃO

CABEÇA

COTOVELO

OLHO

TRONCO

105

105


106


Resolução comentada

PARA ENCERRAR

1. COMPLETE O DIAGRAMA COM O NOME DAS PARTES DO CORPO.

F)

OLFATO

PALADAR

AUDIÇÃO

TATO

VISÃO

E)

B) D)

Nas atividades 1 e 2 os alunos vão identificar, localizar e nomear algumas partes do corpo humano

e explicar suas funções (EF01CI02).

Você pode ler o enunciado e lançar perguntas sobre as partes do corpo e os órgãos dos sentidos.

Pergunte: Onde estão localizados os olhos? Que parte do corpo é mais sensível ao tato? Qual parte

do corpo é responsável por sentir os sabores? Quantos dedos temos nas mãos?

Ainda, se necessário, forneça um banco de palavras para a atividade 1 aos alunos que necessitem

desse apoio.

G)

H) P É C) B A R R I G A

A)

E R N

S A A

C A B E Ç A

J O E L H O O

2. LIGUE CORRETAMENTE O SENTIDO À SENSAÇÃO.

Ç

M Ã O

P

E

C

G

SABOR DA SALADA DE FRUTAS.

B

MACIEZ DOS PELOS DO CACHORRO.

SOM DA ORQUESTRA TOCANDO.

BELEZA DA EXPOSIÇÃO DE ARTE.

CHEIRO DO CAMPO DE FLORES.

A

D

F

H

107

E

A. CARLÍN/ M10

AFRICA STUDIO/SHUTTERSTOCK; MIKKEL BIGANDT/SHUTTERSTOCK; FERENC SZELEPCSENYI/SHUTTERSTOCK; ALEX

SEGRE/SHUTTERSTOCK; PAVLO BALIUKH/SHUTTERSTOCK.

Apoio pedagógico

As atividades propostas na

seção Para encerrar formam

a avaliação de resultados,

ou seja, uma avaliação do

aprendizado. Elas devem ser

realizadas sob sua orientação

em sala de aula, permitindo

que você perceba quanto

cada estudante avançou em

relação às habilidades e aos

conteúdos trabalhados ao

longo do ano.

Sugestão de

encaminhamento

A retomada dos conteúdos

abordados nas unidades

pode ser feita em pequenos

grupos. Assim, as experiências

e os conhecimentos

podem ser compartilhados,

preparando os alunos para a

resolução das atividades.

Leia todas as atividades e

caminhe pela sala atendendo

às dúvidas individuais.

Enquanto os alunos realizam

as atividades, é possível perceber

o avanço cognitivo de

cada um. Essa é mais uma

avaliação dentre aquelas que

foram desenvolvidas durante

o ano. Vale lembrar que esse

é um dos instrumentos para

apoiar sua prática em sala de

aula.

Você pode recolher os livros

para ter o registro das

respostas dadas e fazer anotações

a respeito de cada

aluno. No final do ano você

terá material para redigir

um pequeno relatório a ser

entregue ao professor que

assumir a turma no 2 o ano.

Assim, o próximo professor

começará o ano letivo com

um conjunto de informações

que potencializará o seu trabalho

pedagógico.

107


Resolução

comentada

Tema: Diversidade

Atividade 3: Na receita do

bolo de cenoura os alunos

vão perceber, a partir das

imagens, quantos ingredientes

diferentes são usados

para produzir esse alimento.

Vão retomar o conceito de

matéria-prima e identificar

a origem dos ingredientes

(EF01CI01).

A Atividade 4 apresenta

um banco de palavras conhecidas

que os alunos deverão

encontrar no diagrama,

valorizando o processo de

alfabetização. Dê uma dica

aos alunos: todas as palavras

estão na horizontal.

3. PARA FAZERMOS UM BOLO DE CENOURA, USAMOS OS SEGUINTES INGREDIENTES:

AGORA, COMPLETE O QUADRO INDICANDO O NOME DOS INGREDIENTES E ASSINALE

COM UM X A ORIGEM DE CADA UM DELES.

INGREDIENTE

OVO

PINEAPPLE STUDIO/

SHUTTERSTOCK

FARINHA DE TRIGO

LEITE

ÓLEO

CENOURA

AÇÚCAR

UNAL OZMEN/

SHUTTERSTOCK

ORIGEM

ANIMAL

4. ENCONTRE AS PALAVRAS DO QUADRO NO DIAGRAMA ABAIXO.

NATURALBOX/

SHUTTERSTOCK

X

X

PHOTOONGRAPHY/

SHUTTERSTOCK

5 SECOND STUDIO/

SHUTTERSTOCK

ORIGEM

VEGETAL

X

X

X

X

AFRICA STUDIO/

SHUTTERSTOCK

NATURAL

ÁGUA

ANIMAL

FERRO

GRANITO

VEGETAL

E T F G R A N I T O O

Á G U A L O B F C D S

E Q R U V E G E T A L

G T Á V S E A F D O P

N C N A T U R A L D S

G U A T G P L R D I I

C V S A U L F E R R O

J H A N I M A L D S R

108

108


5. PINTE COM AS CORES QUE DESEJAR OS OBJETOS QUE DEVEM FICAR NO QUARTO.

Espera-se que os alunos pintem a cômoda e a cama.

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

Resolução

comentada

As atividades 5 e 6 apresentam

situações em que as

características dos materiais e

objetos utilizados no cotidiano

podem ser evidenciadas.

Os materiais usados na produção

dos objetos devem ter

propriedades que atendam à

função que estes desempenharão

(EF01CI01).

6. LIGUE O OBJETO À SUA PRINCIPAL FUNÇÃO

USADO PARA DORMIR

A. CARLÍN/

M10

CORTAR ALIMENTOS

A. CARLÍN/

M10

FRITAR ALIMENTOS

A. CARLÍN/

M10

PROTEGER DO FRIO

A. CARLÍN/

M10

GUARDAR OBJETOS

A. CARLÍN/

M10

ABRIR A PORTA

A. CARLÍN/

M10

LAVAR OBJETOS

A. CARLÍN/

M10

109

109


Resolução

comentada

Tema: Diversidade

As atividades 7, 8 e 9 discutem

os hábitos saudáveis e a

rotina das crianças durante o

dia (EF01CI03).

A interpretação das imagens

que representam alguns

momentos da rotina

de uma menina permite que

os alunos criem diferentes

histórias. Durante o ato de

contar a sua história para um

colega, pode-se perceber a

diversidade e a valorização

de aspectos que são incorporados

à história que cada

um criou. A escala temporal

também estará presente na

história, pois as atividades

realizadas pela menina estão

relacionadas aos períodos do

dia. Muitas ações marcam o

horário do dia, como acordar,

escovar os dentes, ir à escola

e conversar com familiares

durante uma refeição ou um

momento de lazer (EF01CI05

e EF01CI06).

A atividade 10 estimula

a empatia, o acolhimento e

o respeito à diversidade em

relação às pessoas que apresentam

alguma deficiência.

Embora a atividade seja de

cunho pessoal, espera-se que

os alunos identifiquem que

o cego é uma pessoa plena

dos seus direitos e deveres e

que, apesar da falta de visão,

pode interpretar o mundo e

aprender como qualquer

outra pessoa. Estimule os

alunos a contarem histórias

que demonstrem o respeito à

diversidade (EF01CI04).

Resposta pessoal.

7. FAÇA UM X NOS QUADRADINHOS QUE INDICAM O QUE VOCÊ FAZ DURANTE O DIA.

BRINCO COM

MEUS AMIGOS.

ASSISTO À

TELEVISÃO.

TOMO BANHO.

PRATICO

ESPORTES.

FAÇO LIÇÃO

DE CASA.

TOMO CAFÉ DA

MANHÃ.

DURMO.

DANÇO.

ALMOÇO.

8. NUMERE AS FIGURAS PARA FORMAR UMA HISTÓRIA.

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

JANTO.

VOU À ESCOLA.

ESCOVO OS

DENTES.

9. CONTE PARA UM COLEGA A HISTÓRIA QUE VOCÊ CRIOU PARA O DIA DA MENINA.

10. A MENINA ESTÁ CONTANDO AOS FAMILIARES QUE NA CLASSE DELA TEM UM ALUNO

CEGO. CONTE PARA UM COLEGA COMO VOCÊ ACHA QUE ESSE ALUNO FOI RECEBIDO

PELA TURMA. Resposta pessoal.

110

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

A. CARLÍN/ M10

110


CONCLUSÃO DA UNIDADE 3

A ficha a seguir é um modelo que deve ser copiado e ampliado para que o avanço da aprendizagem dos alunos seja registrado

de modo claro e objetivo.

FICHA DE MONITORAMENTO DA APRENDIZAGEM

Objetivos Aluno 1 Aluno 2 Aluno 3 Aluno 4 Aluno 5

Capítulo 6 – Objetos da minha casa P S I P S I P S I P S I P S I

1. Relaciona os materiais que formam os objetos com a sua

função.

2. Percebe os cuidados necessários na manipulação de

objetos, em especial os comumente localizados na cozinha.

3. Valoriza a história do desenvolvimento de utensílios

domésticos.

Capítulo 7 – As matérias-primas

4. Conhece as matérias-primas utilizadas na produção de

diferentes produtos.

5. Conhece como são produzidos alguns objetos e alimentos

do seu dia a dia.

6. Diferencia matérias-primas de origem animal, vegetal e

mineral.

7. Avalia como diferentes produtos podem ser reutilizados,

prejudicando menos o ambiente.

Capítulo 8 – O meio ambiente é nossa casa

8. Define o que são recursos naturais.

9. Conhece alguns recursos naturais do Brasil.

10. Reconhece a importância de preservar os recursos

naturais, especialmente a água.

P = Objetivo atingido plenamente S = Objetivo atingido satisfatoriamente I = Aproveitamento insatisfatório

110 B


REFERÊNCIAS

GREGORY, Fernanda. Como se chama a parte colorida dos olhos? Universidade das Crianças. Disponível em: www.universidadedascriancas.org/

perguntas/como-se-chama-a-parte-colorida-dos-olhos/. Acesso em: 21 jun. 2021.

Nesse texto a curiosidade das crianças sobre a parte colorida dos olhos é satisfeita. A conversa é sobre a íris.

KAYABI, Aturi. A lenda do dia e da noite. Xapuri. 21 ago. 2016. Disponível em: https://www.xapuri.info/home/lenda-do-dia-e-da-noite/. Acesso

em: 18 jun. 2021

As lendas em geral, e as indígenas em particular, fazem parte do repertório imaginário infantil. Esta lenda conta a origem da noite.

NEMER, Rebeca. Tchutchuê. Projeto Viva Música. 2009. Disponível em: youtube.com/watch?v=w-1lbTum7fA. Acesso em: 15 ago. 2021.

Um grupo de crianças canta a música Tchutchuê no Recital Viva Música 2015 no Teatro Carlos Gomes. A coreografia desenvolve o ritmo e a

coordenação motora das crianças.

ZISKIND, Hélio. Ratinho Tomando Banho (Banho É Bom) – Castelo Rá-Tim-Bum. Hélio Ziskind. Disponível em: youtube.com/watch?v=IM7Ki0-Mh7M. Acesso em: 15 ago. 2021.

De maneira bem-humorada, a música estimula as crianças a tomarem banho enquanto ensina os nomes de partes do corpo.

LEITURAS COMPLEMENTARES

LIVROS

ALBO, Pablo. Gigante pouco a pouco. 1. ed. São Paulo: Biruta, 2015.

Manuel era um garoto como seus amigos, mas com uma diferença: seus pais eram gigantes. Quando Manuel começa a crescer demais, fica preocupado que seus amigos não queiram mais brincar com ele.

CAMILIS, Maria de Lourdes Stemato. Uma menina e as diferenças. 1. ed. São Paulo: Biruta, 2018.

Todas as pessoas têm olhos, narizes, bocas e orelhas, mas, mesmo assim, elas são muito diferentes. Uma menina fica curiosa sobre isso e acaba fazendo uma descoberta.

MURRAY, Roseana. Brinquedos e brincadeiras. São Paulo: FTD Educação, 2014.

Descubra vários brinquedos e brincadeiras que fazem o corpo se movimentar lendo essas poesias. Aproveite para aprender as brincadeiras e chame sua família para participar.

PARR, Todd. O livro da família. 1. ed. São Paulo: Panda Books, 2003.

Muitas famílias podem ser diferentes e gostar de fazer coisas diferentes, o que importa é que todas são especiais. O livro da família apresenta de maneira simples a diversidade de famílias que existem.

ROCHA, Ruth. Marcelo: de hora em hora. 11. ed. São Paulo: Salamandra, 2001.

Entenda o motivo para as pessoas dividirem o tempo em pedacinhos e como contá-lo se divertindo junto com o Marcelo.

SITES

CARTILHA para crianças explica o direito a um meio ambiente seguro, saudável e sustentável. Programa da Nações Unidas para o Meio Ambiente. Disponível em: unep.org/pt-br/noticias-e-reportagens/press-release/cartilha-para-criancas-explica-o-direitoum-meio-ambiente.

Acesso em: 15 ago. 2021.

Todos têm direito a um meio ambiente saudável, inclusive as crianças. Isso é importante para que estejam seguras e possam brincar e se desenvolver. Na cartilha indicada estão explicados os direitos e as responsabilidades

para ter um ambiente saudável, seguro e sustentável.

CINCO sentidos. Escola games. Disponível em: escolagames.com.br/jogos/cincoSentidos. Acesso em: 15 ago. 2021.

Cada um dos cinco sentidos nos ajuda a perceber o ambiente por meio de imagens, sons, cheiros, sabores e toques. O monge precisa de ajuda para meditar, se concentrando em qual sentido se relaciona com cada tipo de informação.

COLETA seletiva. Escola games. Disponível em: escolagames.com.br/jogos/coletaSeletiva. Acesso em: 15 ago. 2021.

O descarte do lixo em lixeiras de coleta seletiva deve ser feito sempre tomando cuidado para separar os diferentes materiais. Isso ajuda a manter o ambiente limpo e permite que esses materiais sejam reciclados e

transformados em outras coisas. Separe corretamente os materiais no jogo indicado.

O CAMINHO da lâmpada. Escola games. Disponível em: escolagames.com.br/jogos/oCaminhoDaLampada. Acesso em: 15 ago. 2021.

Devemos cuidar da nossa casa e do meio ambiente com carinho, prestando atenção em como os objetos são descartados e onde eles acabam chegando. Nesse conjunto de quebra-cabeças, vamos entender qual o caminho

que uma lâmpada percorreu.

PARA ONDE Vai o Sol de Noite? Temporada 1 – Episódio 4. Coisa de criança. Disponível em: coisadecrianca.com.br. Acesso em: 15 ago. 2021.

Esse episódio do podcast Coisa de Criança explica o que acontece com o Sol à noite.

VÍDEOS

BONS sonhos cavalinhos. 1 vídeo (11m40s). O Show da Luna! Disponível em: youtube.com/watch?v=l7j8PInErVo. Acesso em: 15 ago. 2021.

Depois de estudar e brincar durante o dia, ficamos com sono e dormimos à noite para descansar. Todos os animais precisam descansar, mas alguns têm hábitos diferentes dos nossos, como os cavalos, que Luna sempre vê de pé.

CINCO chaves para uma alimentação mais segura. 1 vídeo (3m38s). Organização Mundial da Saúde. Disponível em: youtube.com/watch?v=4487VycN9sE. Acesso em: 15 ago. 2021.

Os alimentos, além de serem gostosos, dão energia para o corpo funcionar bem e é muito importante que eles sejam bem guardados, limpos e preparados para que continuem saudáveis e seguros para serem ingeridos.

COMO cuidar do ambiente. 1 vídeo (3m44s). Smile and Learn. Disponível em: youtube.com/watch?v=Ekbd_hSQOhc. Acesso em: 15 ago. 2021.

Já sabemos que devemos cuidar do meio ambiente e nesse vídeo há dez dicas para isso que envolvem economizar água e energia e também cuidar do descarte do lixo.

COMO escovar os dentes? 1 vídeo (3m40s). Smile and Learn. Disponível em: youtube.com/watch?v=qHI-CybmJOM. Acesso em: 15 ago. 2021.

Escovar os dentes é um hábito muito importante para manter a boca saudável, mas isso deve ser feito da forma correta.

OS TRÊS porquinhos e a Mata Atlântica. 1 vídeo (3m6s). Fundação SOS Mata Atlântica. Disponível em: youtube.com/watch?v=5iTQ2tSus14&t=91s. Acesso em: 15 ago. 2021.

No Brasil, muitos ambientes naturais foram prejudicados com o crescimento das cidades. Acompanhe nesse vídeo como os personagens fazem para recuperar o ambiente em que vivem, mesmo na cidade.

SE NÃO serve se recicla. 1 vídeo (2min 38 s). Palavra Cantada. Disponível em: youtube.com/watch?v=Ir0jvAm0u1Q. Acesso em: 15 ago. 2021.

Esta música do grupo Palavra Cantada fala sobre a reciclagem, uma atividade que ajuda a manter o meio ambiente saudável.

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