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Sumá


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CCXP22

#Netflix terá painel com atores de

Round 6, Wandinha, The Witcher: A

Origem, Recruta, Sandman e Sintonia

A Netflix chegará com

tudo na CCXP 22! O serviço de streaming

confirmou o painel com participação de

atores e atrizes das séries e filmes favoritos

dos fãs brasileiros. Park Hae-soo, Vivienne

Acheampong, Kirby Howell-Baptiste,

Gwendoline Christie, Jenna Ortega,

Noah Centineo, Sophia Brown, Laurence

O’Fuarain, Jotappê, Christian Malheiros e

Bruna Mascarenhas estarão presente no

sábado, 03 de dezembro, no Palco Thunder

by Cinemark Club.

Round 6, um dos maiores hits da história

da Netflix, que influenciou a cultura do

país se tornando tema de aniversário,

música e fantasia, será representado

pelo ator sul-coreano Park Hae-soo, que

também faz parte do elenco de La Casa

de Papel: Coreia, onde interpreta Berlin.

Diretamente do reino dos Sonhos, Vivienne

Acheampong, Kirby Howell-Baptiste e

Gwendoline Christie chegam para sentir

de perto o carinho dos fãs brasileiros

por Sandman, que teve sua 2 temporada

recém-confirmada. E prepare seu melhor

look gótico e estale os dedos para receber

a protagonista de Wandinha, Jenna Ortega,

juntamente com Gwendoline, para contar

um pouco mais sobre fazer parte do

universo tão icônico e amado da Família

Addams.

Mas a programação não para aí, e neste

momento pedimos sua atenção, porque o

nome a seguir pode causar um alto número

de suspiros e corações batendo alto.

Noah Centineo, queridinho do Brasil (e do

mundo), volta ao país para falar da sua nova

série – Recruta – onde interpreta um jovem

agente secreto da CIA.

Diretamente do Continente e trazendo

muita magia para a CCXP22, Sophia

Brown e Laurence O’Fuarain chegam para

apresentar The Witcher: A Origem – spin-off

da franquia do “bruxão” – que estreia dia 25

de dezembro. E claro que a família brasileira

da Netflix não pode ficar de fora: Jotappê,

Christian Malheiros e Bruna Mascarenhas

vão trazer toda a alegria e ritmo de Sintonia

para o palco, contando um pouco mais

da experiência de fazer parte de uma das

produções nacionais de maior sucesso no

streaming.

Se você achou que isso era tudo, se

enganou! Além da presença dos atores

e atrizes, o público pode esperar por

surpresas com teasers e trailers inéditos,

recados especiais e conteúdo em primeira

mão de séries e filmes como Alice in

Borderland, Glass Onion: Um Mistério

Knives Out e The Seven Deadly Sins: Fúria

de Edimburgo – Parte 1. Alguma dúvida de

que será ÉPICO?!


Bruna Marquezine e Xolo Maridueña lançam pôster na CCXP22

#Besouro Azul revela cartaz

A CCXP22 começou o sábado

com tudo, surpreendendo os fãs

presentes no auditório do Palco

Thunder com um painel nãoanunciado

de Besouro Azul. O

momento contou com a presença

de Bruna Marquezine, que surgiu

emocionada no palco e chorou com

a recepção dos fãs e o protagonista,

Xolo Maridueña.

O painel surpresa revelou aos

fãs o primeiro cartaz do filme, e

contou com os dois protagonistas

comentando a experiência no

projeto. “Não tenho palavras para

agradecer

o apoio

desde que

o filme foi

anunciado”,

disse Bruna

no palco.

“Não consigo colocar em palavras o

que é viver isso no meu país, e saber

que vocês são os primeiros a ver”,

continuou, emocionada.

O elenco do filme ainda conta

com Susan Sarandon, George

Lopez, Adriana Barraza e Damián

Alcazar. Angel Manuel Soto vai dirigir

Besouro Azul, a partir de um roteiro

do escritor mexicano Gareth Dunnet-

Alcocer, que escreveu o remake de

Scarface.

Besouro Azul tem estreia prevista

para 18 de agosto de 2023.


#Como ‘Pantera

Negra’ mudou a

relação do povo preto

com o cinema

Quando foi lançado em 2018, “Pantera

Negra” estremeceu o cinema mundial. O

longa chegou a ser indicado ao Oscar de

melhor filme ao contar a saga do super-herói

negro que iria salvar a nação africana fictícia

de Wakanda. O território mais rico, estável

e tecnológico do planeta logo conquistou

o público negro brasileiro ávido pela

representatividade que foi negada por um

processo de destruição dessas identidades.

Foi o enredo perfeito para fazer do

Brasil um dos países com maior bilheteria

para o filme. A estreia da continuação de

“Wakanda Para Sempre” não fez diferente. No

primeiro final de semana, foi responsável por

tirar a poeira que se alojava sobre as poltronas

dos cinemas do país desde o pós-pandemia.

Mais de R$ 29 milhões arrecadados em quatro

dias.

O longa, sem dúvida, marca um ponto

de virada na maneira como as histórias de

pessoas negras são contadas. É o primeiro

filme de super-herói a ter a maioria dos

protagonistas, direção e equipe de produção

negros, e contestou

estereótipos sobre a África.

Desde aquele momento

em 2018, a comunidade

negra brasileira passou a se

relacionar de maneira mais

íntima com o cinema e as

artes. As pessoas começaram

a entender a importância

de apoiarmos produções

pretas e grupos para assistir

filmes protagonizados por

atores negros se espalharam

por todo o país. É o caso do

Intelectualidade Afrobrasileira, organizado pelo

casal Ana Paula Evangelista e Durval Arantes.

De sessão de cinema a jantar black, o casal

tem movimentado a cena com encontros entre

a comunidade negra de São Paulo.

Os encontros para assistir aquilombados

a segunda versão de “Pantera Negra” já

estão acontecendo pelo país. De São Paulo

a Salvador, há pessoas mobilizando o povo

preto para lotar as salas de cinema e assistir à

sequência do filme. O diretor Ryan Coogler e

o roteirista Joe Robert Cole tiveram um difícil

desafio pela frente, reescrever a história sem

Chadwick Boseman, astro do primeiro longa

que faleceu em 2020 após lutar contra um

câncer. Para não te dar spoiler, vou me ater a

dizer apenas que eles conseguiram cumprir a

tarefa: o filme é muito emocionante. Wakanda

para sempre!


#Wandinha destrona “1899” e assume 1º

lugar no ranking da

A série “Wandinha”, lançada pela Netflix dia 23 de novembro de 2022, assumiu o topo do

ranking diário das séries mais assistidas entre os usuários brasileiros. Com oito episódios

de humor ácido, “Wandinha” destronou a série de

realidade alternativa “1899”, que liderava o ranking

desde sua estreia. “Elite” caiu do segundo para o

terceiro lugar.

“Wandinha” é um spin-off de “A Família Addams”,

focado na personagem-título, interpretada por Jenna

Ortega. A história se passa na adolescência da

personagem, quando ela é expulsa da escola por suas

excentricidades e é matriculada na Escola Nunca Mais.

Os episódios acompanham sua rotina fazendo amigos,

inimigos e até investigando assassinatos.

Esta série de mistério com toques sobrenaturais

acompanha a trajetória de Wandinha como aluna da

Escola Nunca Mais. Wandinha tenta dominar suas

habilidades psíquicas, acabar com uma monstruosa

onda de assassinatos que aterroriza a cidade e resolver

o mistério sobrenatural que envolveu seus pais 25 anos

antes. E, além de tudo isso, ela ainda tem que lidar

com relacionamentos complicados na Nunca Mais.

Dirigida e produzida por Tim Burton, a série foi criada por Alfred Gough e Miles Millar

(os mesmos de “As Cronicas de Shannara”). O elenco inclui ainda Catherine Zeta-Jones

como Mortícia, Luis Guzmán como Gomez Addams e Christina Ricci – a Wandinha do filme

“A Família Addams” (1991) – em

participação especial como Marilyn

Thornhill.

“Queria criar um mundo onde esses

personagens estão numa realidade

aumentada na escola, na terapia, com

seus pais. Isso fala comigo em todos

esses níveis”, afirmou Tim Burton.


#Chloë Grace Moretz revela conexão de

Periféricos com Kick-Ass

A produtora executiva Lisa

Joy também esteve presente

no painel e contou que as

cenas de Chloë usando suas

habilidades de artes marciais

são inspiradoras. “Assistir

a Chloe quebrando tudo é

magnífico. É muito divertido. Ela

é pequenininha, mas ela é forte,

ela é demais. Eu amei assistir às

cenas dela”, revelou.

Em sua passagem pelo país,

as duas repetiram diversas vezes

como amaram a energia dos fãs

brasileiros. A paixão foi tanta

que Lisa Joy até brincou que

pretende gravar a série aqui no

futuro. “Vamos colocar algumas

cenas da segunda temporada no

Brasil, porque este país é lindo

e eu me apaixonei por pão de

queijo”, afirmou.

A primeira temporada de

Periféricos chegou ao fim nesta

sexta-feira dia 02 de dezembro.

Todos os episódios estão

disponíveis exclusivamente no

Prime Video.

Chloë Grace Moretz esteve no Brasil dia 03 de dezembro

de 2022 para divulgar a série Periféricos na CCXP22. Na

superprodução, ela faz o papel de Flynne Fisher, uma

jovem que assume o controle de um avatar no metaverso

e acaba vivendo aventuras perigosas no mundo virtual. A

atriz revelou, porém, que sua experiência no sucesso Kick-

Ass: Quebrando Tudo (2010) tem grande conexão com seu

novo papel no Prime Video.

A princípio, as duas personagens parecem não ter nada

a ver. Em Kick-Ass, Chloë interpretou Hit-Girl, uma antiheroína

treinada no combate corpo a corpo, que maneja

armas como ninguém e tem apenas 13 anos. Já Flynne é

uma jovem, a princípio normal, que vive em um futuro não

tão distante, com tecnologias avançadas.

Porém, diante dos perigos do metaverso, Flynne

aprende a se defender e precisa atacar seus inimigos para

sobreviver. Chloë Grace Moretz contou que as cenas de

ação na série foram feitas por ela mesma, sem dublês, e

que seu trabalho como Hit-Girl foi fundamental para que

pudesse ter base para executar sequências de lutas de

maneira tão bem feita.

“Eu fui muito sortuda de fazer parte de um filme chamado

Kick-Ass, pois por causa desse papel eu treinei artes

marciais durante cerca de seis meses”, contou a atriz. “E

nessa série incrível, Lisa [Joy, a produtora executiva da

série] me disse: ‘Eu quero que você seja fodona’. E ela me

deixou fazer as cenas de ação e usar minhas habilidades

de artes marciais.”


Materia da capa

Nicole Amber Maines nasceu em 7 de outubro de 1997 como menino e se descobriu

transgênero aos três anos de idade, quando deixou de ser Wyatt. Ela tem um irmão

gêmeo idêntico, Jonas. Ambos foram adotados por Kelly e Wayne Maines, um casal

conservador de classe média de

Maine, nos Estados Unidos.

Aos 2 anos de idade, os

sempre os mesmos:

“Quando meu pênis vai

jornada intensa de

para os pais

Enquanto

Wayne se

ignorar a

anos até

pais se

completo.

pai, você

uma filha”,

aos 9

estavam

iniciar o

os irmãos

uma festa

vizinhança. Foi

deparou com

escada com um

em uma loja de

de ponta a ponta do

#Quem é

Nicole Maines

questionamentos de Wyatt eram

“Quando vou virar menina?” ou

cair?”. Foi o começo de uma

dúvidas sobre gênero

então despreparados.

Kelly tentava ajudar,

afastava e tentava

situação. Foram

a aceitação do

instalar por

“Encare isso,

tem um filho e

disse Jonas,

anos. Quando

prestes a

ensino básico,

ganharam

para conhecer a

quando Wayne se

Wyatt no topo da

vestido rosa escolhido

brinquedos e um sorriso

rosto.

“Wyatt, você não pode usar isso”,

bradou o pai, em volume suficiente para

silenciar a festa e colocar toda a atenção na criança. Seu sorriso logo foi substituído

por uma expressão de confusão e medo. Com a situação longe de estar apaziguada,

Kelly interveio e disse para Wyatt que aquela não era a melhor ocasião para o usar o

vestido. “Eu não posso ser eu mesma. Jonas veste o que quiser. Por que eu não posso?”,

perguntou. Kelly sabia que era verdade e não estava sendo justa com Wyatt. “Vamos

apenas tentar conhecer as pessoas antes”, disse a mãe. A cena é um dos relatos

presentes no livro “Becoming Nicole: The Transformation of an American Family”

(Tornando-se Nicole: A Transformação de uma Família Americana, em tradução livre),

escrito por Amy Ellis Nutt, jornalista do “Washington Post”, que mostra a falta de preparo

dos pais para lidar em uma situação como esta. “Quando a deixamos sair de vestido e a

vi totalmente reluzente de felicidade, eu percebi que tinha que mudar quem eu era”, disse

Wayne, com lágrimas nos olhos, em entrevista ao programa “Nightline”, da ABC, em 2015.


# Por que Nicole?

Era o momento de Wyatt ficar para trás.

Mas como ela chegou ao nome Nicole?

“Eu decidi provavelmente na quarta série.

Comecei a procurar por personagens

da TV que eu adorava e poderiam se

parecer comigo. E aí decidi por Nicole”. E a

personagem que deu a inspiração era Nicole

de Zoey 101, do canal Nickelodeon. “Ela era

divertida e desengonçada. Ela é parecida

comigo. Eu sou Nicole”, afirmou.

# A primeira batalha

O ativismo nasceu cedo dentro de Nicole,

ainda na escola, por causa de um direito

básico e fundamental: ir ao banheiro. Em

2013, ela foi impedida de frequentar o

banheiro feminino após a reclamação do avô

de uma de suas colegas. A direção da escola

a proibiu de usar a instalação. No lugar, ela

deveria usar o banheiro dos funcionários.

A família de Nicole entrou com uma ação

na Justiça por sentir que ela havia sido

discriminada. Em junho de 2014, a Suprema

Corte de Maine concluiu que o distrito

escolar havia violado seus direitos

humanos. A família Maines

recebeu uma indenização

de US$ 75 mil e a escola foi

proibida de impedir alunos

transgêneros de entrar

no banheiro com qual se

identificassem.

# O caminho óbvio

era o ativismo

O papel em “Supergirl”

foi uma plataforma para

Nicole levantar debates,

ganhar representatividade

e exercer sua influência

na mídia. Mas este não

é o início de sua jornada,

e sim uma etapa de

um caminho percorrido desde o episódio do

banheiro da escola.

O livro “Becoming Nicole”, lançado em

2015, traz uma reunião de crônicas sobre os

desafios e adaptações da família durante

todo o processo. A publicação entrou na

lista dos títulos mais vendidos do “New York

Times” e recebeu diversos prêmios. Naquele

mesmo ano, Nicole participou do programa

“Royal Pains”, no qual falou sobre os perigos

sofridos por uma adolescente trans no uso de

hormônios. No ano seguinte, foi entrevistada

no documentário “The Trans List”, da HBO,

em que contou histórias pessoais sobre sua

batalha, além de dar depoimentos para outros

registros em vídeo, como “Not Your Skin.

Toda essa representatividade a colocou no

holofote de inúmeros programas de TV, no

qual fala com orgulho sobre sua trajetória.

Nesta última San Diego Comic-Con, Nicole

ainda falou sobre a responsabilidade e

importância de ser a primeira super-heroína

trans na TV, uma das questões muito

debatidas nos últimos anos.

“Muitas pessoas estão realmente

ansiosas para contar a história

das pessoas transgêneras,

especialmente porque é uma

questão muito importante

para a nossa sociedade hoje.

Parece justo termos um

super-herói trans para as

crianças trans poderem se

inspirar. Eu gostaria que

houvesse uma quando eu

era pequena”, contou a

atriz, hoje com 25 anos.

E você pode conferir

a heroína a partir da

quarta temporada de

Supergirl.


#SÉRIES

LGBTQIAP+


8 séries para você maratonar na

Netflix


Young

Sinopse

Royals

Quando o Príncipe Wilhelm chega ao prestigiado colégio interno

de Hillerska, tem finalmente a oportunidade de explorar a sua

verdadeira natureza e de descobrir o tipo de vida que realmente

quer ter.

Wilhelm começa a sonhar com um futuro repleto de liberdade e

amor incondicional, longe dos deveres da realeza, mas quando se

torna inesperadamente o próximo na linha de sucessão ao trono,

o seu dilema é elevado a um novo patamar e ele tem de fazer uma

escolha: amor ou dever?

2021-Presente

Gênero: Romance/drama

adolescente

Duração: 45 minutos

País de Origem: Suécia

Temporadas: 2 temporadas

Classificação etária: 16 anos


Sinopse

Os adolescentes Charlie e Nick

descobrem que são mais que apenas

amigos e precisam lidar com as

dificuldades da vida escolar e amorosa.

2022-Presente

Gênero: Adolescência/drama/

comédia romantica/amadurecimento

Duração: 30 minutos

Temporadas: 1 temporada

Classificação etária: 12 anos

Heartstopper


Sinopse

O inexperiente Otis entede tudo de aconselhamento

sexual, graças à sua mãe sexóloga. Ele se junta com a

rebelde Maeve para abrir uma clínica de terapia sexual

na escola.

2019-Presente

Sex Education

Gênero: Comédia/Drama

Duração: 53 minutos

Temporadas: 3 temporadas

Classificação etária: 16 anos


One day

at a time

Sinopse

Uma família americana com raízes cubanas,

composta por uma mãe recém-divorciada e exmilitar

que precisa criar sua filha adolescente

e o filho mais jovem, com a ajuda de sua

mãe, uma cubana conservadora, e seu amigo

Schneider.

2017-2020

Gênero: Família/Comédia

Duração: 29 minutos

Temporadas: 4 Temporadas

Classificação etária: 14 anos


Queer Eye

Sinopse

Cinco especialistas em estilo ajudam

homens e mulheres que moram na região

de Atlanta a repensarem não apenas

seus guarda-roupas, mas também o

estilo de vida de cada um, resultando em

transformações emocionantes.

2018-Presente

Gênero: Reality

Duração: 50 minutos

Temporadas: 6 Temporadas

Classificação etária: 12 anos


Sinopse

Em 1996, na cidade de Boring, alunos

dos clubes de teatro e vídeo encaram

os altos e baixos da vida adolescente.

2018-2018

Gênero: Sitcoms, Séries Teens,

Séries dramáticas

Duração: 24 Minutos

Temporadas: 1 temporada

Classificação etária: 14 anos

Everything

Sucks!


COMO E POR

QUE, MESMO

PARTINDO DE

GERAÇÕES

JOVENS, AS

TENDÊNCIAS

ATUAIS

RETOMAM

DÉCADAS

PASSADAS

Em um período em que o consumo é tão incentivado

pela internet, as tendências são criadas e

destruídas rapidamente — em alguns casos, em

questão de semanas. É natural que exista essa

confusão entre a moda do passado e a do presente,

especialmente porque esse movimento acelerado

de produção que é empregado pelas marcas

do chamado fast fashion limita as possibilidades

criativas e gera a necessidade de revisitar o passado.

“A moda é muito cíclica. Ela é um reflexo da

sociedade. A geração que dita a moda atualmente

não necessariamente viveu os anos 2000, ou seja,

para ela, o que estava em alta naquela época é

uma novidade, mesmo que, para quem viveu o

período, seja algo ultrapassado”, afirma Nathalie

van der Zee, designer de moda para a marca

Mindse7.

Ainda assim, tendências que partem da Geração

Z não são exatamente uma cópia das revistas ou

passarelas do passado. É característica desse público

o pensamento criativo, voltado para a sustentabilidade,

visível, por exemplo, no nicho de

upcycling do TikTok. As referências são do passado, mas a forma com que elas são aderidas é

extremamente atual. À primeira vista, o guarda-roupa dos jovens do TikTok e Instagram pode

parecer idêntico ao dos típicos adolescentes dos anos 2000,


A “nostalgia” de algo que não foi vivido abre espaço para uma romantização que não considera

os aspectos negativos que estavam atrelados a essas tendências Y2K. A estética Y2K surgiu

no final da década de 1990, momento no qual as pessoas temiam o bug do milênio, enquanto

ainda celebravam o surgimento da tecnologia. Desse modo, a moda futurística e o consumismo

luxuoso eram moldados através do vestuário.

A maior parte da inspiração dessa onda vinha de ícones da cultura pop com seus materiais

brilhantes, óculos de sol coloridos e mix de estampas e estilos, além disso, silhuetas justas

e expostas eram cultuadas. Para van der Zee, “Sem dúvida é uma romantização de décadas

passadas. Não é tão distante, mas é distante o suficiente para ser cool. As pessoas não viveram

aquelas décadas, e é aí que está o perigo: nos anos 2000, as meninas usavam cintura baixa,

barriga de fora, as coisas todas cortadas: estamos falando da magreza de novo, as pessoas

tinham que ser super magras para conseguir caber nas roupas”.


No kpop, o comeback nada mais é do

que o retorno aos palcos de grupos e

solistas, independentemente do tempo

de espera desde seu último trabalho

(pode ter levado poucos meses ou até

mais de um ano). Isso quer dizer que

esses artistas vão apresentar um novo

trabalho nos programas televisivos

coreanos, seja ele um single, um mini

ou um full álbum.

O comeback geralmente é

antecipado por imagens e vídeos

teaser que servem para aumentar

ainda mais a curiosidade em consumir

esse novo conteúdo.

O que é

Comeback no

K-pop

Quando uma empresa confirma

o retorno de um de seus artistas, a

movimentação dentro do fandom

é grande para promover esse

novo trabalho. Por isso, quando as

apresentações de comeback começam,

é muito importante assistir a todas elas

(pelo YouTube mesmo), e dar apoio aos

seus ídolos, pois essa é uma das formas

de contribuir com seu sucesso.


Músicas


Indigo - RM

Indigo é o álbum de

estúdio de estréia do

rapper sul-coreano RM,

lançado em 2 de dezembro

de 2022, pela Big Hit

Music. O álbum marca o

primeiro trabalho completo

do rapper desde Mono.

Lista de faixas

1. “Yun” (com part. de Erykah Badu)

2. “Still Life” (com part. de Anderson .Paak)

3. “All Day” (com part. de Tablo)

4. “Forg_tful” (com part. de Kim Sa-wol)

5. “Closer” (com part. de Paul Blanco e Mahalia)

6. “Change Pt.2”

7. “Lonely”

8. “Hectic” (com part. de Colde)

9. “Wild Flower” (com part. de Youjeen)

10. “No.2” (com part. de Park Ji-yoon)


Jack in The box

- J-Hope

Jack in the Box é o

primeiro álbum de estúdio

do rapper sul-coreano

J-Hope, lançado em 15 de

julho de 2022, pela Big Hit

Music.

Lista de faixas

1. “Intro”

2. “Pandora’s Box”

3. “More”

4. “Stop”

5. “=” (Equal Sign)

6. “Music Box: Reflection”

7. “What If...”

8. “Safety Zone”

9. “Future”

10. “Arson”


Maxident

- Stray Kids

Maxident é a sétima peça

estendida em coreano e a

décima primeira no geral da

boy band sul-coreana Stray

Kids. Foi lançado em 7 de

outubro de 2022, pela JYP

Entertainment e Republic

Records, sete meses após

o lançamento de seu EP

anterior, Oddinary.

Lista de faixas

1. “Case 143”

2. “Chill”

3. “Give Me Your TMI”

4. “Super Board”

5. “3Racha” (Bang Chan, Changbin, Han)

6. “Taste” (Lee Know, Hyunjin, Felix)

7. “Can’t Stop” (Seungmin, I.N)

8. “Circus” (Korean version)


Minisode 2:

Thursday’s Child

- Tomorrow X

Together

Minisode 2: Thursday’s Child

é o quarto extended play (EP)

em coreano (quinto no geral)

da boy band sul-coreana

Tomorrow X Together. Foi

lançado em 9 de maio de 2022,

pela Big Hit Music e Republic

Records. Centrado em um

conceito “intenso” e “sombrio”,

o EP consiste em cinco faixas,

incluindo o primeiro single

“Good Boy Gone Bad”.

Lista de faixas

1. “Opening Sequence”

2. “Good Boy Gone Bad”

3. “Trust Fund Baby”

4. “Lonely Boy”

5. “Thursday’s Child Has Far to Go”


Contra

Capa

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