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BALCONISTA S/A - Edição 35

Está no ar a revista Balconista S/A - 35ª edição! Experiência com juventude: Rafael Silva mostra que boa bagagem não precisa estar associada com idade e, sim, com força de vontade. Você vai conhecer a história deste balconista que trabalha há mais de 10 anos no ramo de autopeças. Na seção Placa Preta, apresentamos um Fiat Uno Sx, de 1985, que conquistou o coração de uma das principais avenidas da Zona Norte da capital paulista. Tudo isso e muito mais. Boa leitura!

Está no ar a revista Balconista S/A - 35ª edição!

Experiência com juventude: Rafael Silva mostra que boa bagagem não precisa estar associada com idade e, sim, com força de vontade. Você vai conhecer a história deste balconista que trabalha há mais de 10 anos no ramo de autopeças.

Na seção Placa Preta, apresentamos um Fiat Uno Sx, de 1985, que conquistou o coração de uma das principais avenidas da Zona Norte da capital paulista.

Tudo isso e muito mais.

Boa leitura!

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UM PROJETO DE:<br />

EXPERIÊNCIA<br />

COM<br />

JUVENTUDE<br />

Rafael mostra que boa<br />

bagagem pode ser<br />

conquistada cedo<br />

PLACA PRETA<br />

Do Uno a<br />

Mercedes: Dois<br />

amores unidos em<br />

um só coração<br />

POR DENTRO<br />

DO MERCADO<br />

Os carros mais<br />

vendidos no<br />

primeiro bimestre<br />

de 2023.<br />

1


2<br />

3


DIRETOR DE PLANEJAMENTO:<br />

FABIO LOMBARDI<br />

DIRETOR DE CRIAÇÃO:<br />

GABRIEL CRUZ<br />

28 10<br />

Experiência<br />

com<br />

juventude<br />

Rafael mostra que<br />

boa bagagem pode<br />

ser conquistada cedo<br />

PLACA<br />

PRETA<br />

Do Uno a<br />

Mercedes:<br />

Dois amores<br />

unidos em<br />

um só coração<br />

CONSULTOR EDITORIAL:<br />

CLAUDIO MILAN<br />

DIRETOR DE ARTE:<br />

FELIPE VILLAMIZAR<br />

EDITOR-CHEFE:<br />

MIRELLA SCATTOLIN<br />

JORNALISTAS:<br />

GUSTAVO MOREIRA<br />

MIRELLA SCATTOLIN<br />

STÉPHANY NUNES<br />

EQUIPE DE ARTE:<br />

FERNANDO CARVALHO<br />

EQUIPE DE ATENDIMENTO:<br />

THIAGO NOGUEIRA<br />

EQUIPE SK:<br />

CEO:<br />

GERSON PRADO<br />

06<br />

WIKIPEÇAS<br />

FATOS<br />

Burrinho de freio: características,<br />

sinais de desgaste<br />

e dicas para manutenção.<br />

24<br />

8 OU 80<br />

Diferenças entre correia<br />

dentada e corrente de<br />

comando.<br />

27 <strong>35</strong><br />

TV<br />

MOBILITY<br />

Cobertura completa do<br />

Salão Motopeças 2023.<br />

POR DENTRO DO<br />

MERCADO<br />

Os carros mais vendidos no<br />

primeiro bimestre de 2023<br />

51<br />

E<br />

BOATOS<br />

O que é verdade e o que é mito<br />

sobre o uso da embreagem.<br />

GERENTE DE MARKETING:<br />

FERNANDO OLIVEIRA NETO<br />

4<br />

5


WIKIPEÇAS<br />

O<br />

cilindro de roda, popularmente<br />

conhecido como “burrinho de freio”,<br />

é um cilindro hidráulico que compõe<br />

o sistema de freio de um veículo. É<br />

responsável por armazenar o fluido de<br />

freio e distribuí-lo, além de contribuir<br />

para regular a pressão local.<br />

Existe uma peça dessas em cada<br />

roda que atua em conjunto com um<br />

“burrinho mestre”, responsável por<br />

responder ao pedal de parada. Quando<br />

a frenagem é acionada pelo motorista,<br />

um pino é introduzido no burrinho<br />

mestre, liberando assim o fluido de<br />

freio para os burrinhos das rodas que<br />

acionam esse sistema.<br />

Dicas para<br />

preservação<br />

A manutenção em dia deve ser o mantra de todo condutor.<br />

Preservar o burrinho de freio, envolve checagens regulares de<br />

todo o sistema de freio. Como, por exemplo, verificar o nível do<br />

fluido de freio e substituí-lo conforme indicado pelo fabricante;<br />

evitar pisar no pedal de parada com muita força e evitar dirigir<br />

com o pé no pedal do freio, pois isso pode provocar<br />

o envelhecimento prematuro do sistema.<br />

Cuidados na<br />

manutenção<br />

urrinho de freio<br />

Sinais de<br />

desgaste<br />

Se ao acionar o pedal de freio do veículo você observar<br />

que ele baixou até o nível do assoalho, isso pode ser um<br />

problema. Essa inconsistência no pedal reduz a eficiência<br />

da frenagem e pode ter ligação direta com a falha no<br />

burrinho de freio.<br />

A vida útil de um burrinho de freio<br />

depende diretamente do cuidado<br />

do automóvel. Isso quer dizer que,<br />

se o motorista dirige com cautela,<br />

mantendo uma rotina de revisões e<br />

higiene do carro, a peça pode durar<br />

até mais de 100 mil quilômetros.<br />

Entretanto, é muito importante<br />

pedir que o mecânico inspecione<br />

a região do componente para<br />

verificar se há sinais de corrosão.<br />

Quando há vazamento do fluido de<br />

freio, o contato com as sujidades<br />

do ambiente e provenientes do<br />

motor, podem ocasionar a oxidação<br />

do burrinho de freio.<br />

Contudo, esse sintoma também pode estar ligado a<br />

desgastes nas pinças, no módulo ABS ou nas lonas<br />

traseiras. Por isso, é importante procurar seu mecânico<br />

de confiança para um diagnóstico preciso. Afinal, com<br />

sistema de freios não se brinca.<br />

E lembre-se sempre: se uma peça<br />

começa a apresentar defeito, todo<br />

o sistema pode ser comprometido.<br />

Outros sinais de falhas relacionadas ao cilindro de roda,<br />

incluem: vazamento de fluido de freio e luz de freio<br />

acesa no painel de instrumentos.<br />

6 7


8<br />

9


PLACA<br />

PRETA<br />

O FIAT UNO QUE<br />

CONQUISTOU O POSTO<br />

Do videogame à vida real.<br />

Como um amor de criança se transformou<br />

num propósito de vida.<br />

A maioria dos apaixonados por carros têm histórias<br />

similares. Um amor por quatro rodas que vem galgando<br />

por gerações e conquistando pequenos corações.<br />

Pequenos mesmo, porque esse amor começa desde<br />

muito cedo.<br />

Só que a história do Lucas Soana é parecida, mas não<br />

igual. Claro que desde sempre ele tinha interesse por<br />

carros, ainda mais na época dos tão divertidos<br />

videogames e seus jogos de corrida.<br />

E também daqueles famosos carrinhos de brinquedo<br />

colecionáveis que todo jovem queria exibir um<br />

arsenal de respeito.<br />

“Eu sempre gostei muito de carro, desde pequeno.<br />

Tinha jogos de videogame relacionados a carros<br />

e brinquedos também. Mas eu tinha interesse por<br />

carros antigos, porque era mais difícil de vê-los<br />

rodando nas ruas. Mesmo naquela época, meados<br />

de 2003 e 2004, os modelos antigos já me<br />

chamavam a atenção e eu os observava com<br />

outros olhos”, explica ele.<br />

Mas muito se engana quem achou que esse interesse<br />

surgiu “do nada”. Para explicar qual a raiz desse<br />

sentimento, a gente precisa voltar algumas décadas,<br />

lá em meados dos anos 1990/2000, quando o pequeno<br />

Lucas ia visitar seu avô no trabalho, o Senhor Manuel,<br />

que era dono de um posto de combustível.<br />

10<br />

11


O estabelecimento, que até hoje é da<br />

família e fica localizado na Avenida<br />

Itaberaba, na Freguesia do Ó, bairro<br />

que se divide entre a Zona Norte e<br />

Zona Oeste da cidade de São Paulo,<br />

foi o local onde Lucas começou a<br />

estreitar essa relação com carros.<br />

“Uma parte da minha infância eu<br />

passava indo no posto para visitar<br />

o meu avô, não era algo frequente,<br />

mas me lembro que íamos muito lá<br />

e eu gostava bastante”, conta.<br />

Os anos foram passando e o<br />

interesse de Lucas só aumentava,<br />

ainda mais depois que soube que<br />

seu avô possuía uma Mercedes-Benz<br />

220sB. “Eu nunca tinha visto esse<br />

carro lá, mas eu sempre falava para<br />

minha mãe que eu queria muito ficar<br />

com a Mercedes, queria muito pegar<br />

ela pra mim”, lembra.<br />

DE AVÔ PARA<br />

FILHO E DE TIO<br />

PARA SOBRINHO<br />

Enquanto Lucas dedicava-se à<br />

Mercedes de um lado, do outro seu<br />

tio arrumava o carro herdado de seu<br />

pai, um Fiat Uno Sx 1985, que era<br />

utilizado no dia a dia pelo Sr. Manuel.<br />

“Em 1986, ele pegou esse carro, com<br />

15.000 quilômetros rodados, e ficou<br />

com ele até falecer, ou seja, quase 30<br />

anos andando todos os dias”.<br />

“Quando meu avô faleceu, meu tio<br />

pegou o Uno e começou a reformar,<br />

uma porque ele gostava do carro e<br />

outra porque foi o primeiro carro dele.<br />

Ele gostava muito desse carro e eu<br />

também tenho muita memória boa<br />

dele, porque eu andava bastante nele<br />

com meu avô”, lembra ele.<br />

Nesse interim, ele começou a desenvolver<br />

interesse não só pela estética e modelos dos<br />

carros, mas também pela parte mecânica e seus<br />

funcionamentos. “Nessa época eu pesquisava<br />

muito sobre motor, queria entender mais sobre a<br />

parte mecânica, sabe?!”, fala.<br />

“Eu fiquei nisso até ter os gloriosos 18 anos,<br />

que foi quando eu tirei a minha carteira de<br />

motorista e tive o meu primeiro carro, que não<br />

era antigo, era um modelo relativamente novo”,<br />

explica Soana.<br />

Matriculado no curso de engenharia ambiental<br />

e sem nenhum emprego na área, Lucas aceitou<br />

a proposta de começar a trabalhar no posto de<br />

combustível de seu avô, mas que agora era<br />

administrado pelo seu tio, já que o patriarca<br />

havia falecido.<br />

“Nessa fase dos meus 18 ou 19 anos foi a época<br />

que aconteceu o inventário do meu avô. Mas só<br />

foram fazer a partilha dos bens entre 2017 e<br />

2019 e foi nessa época que eu consegui ficar<br />

com a Mercedes. Aí, vira e mexe, eu ia no<br />

terreno ao lado do posto vê-la e também<br />

arrumá-la aos poucos, já que ela ficou 30 anos<br />

parada sem ninguém nem dar a partida”, diz.<br />

“Meu tio reformou o Uno inteiro. Fez<br />

motor, a parte de funilaria, mas teve<br />

vários arrependimentos no meio do<br />

caminho. Ele teve alguns problemas,<br />

inclusive com a própria funilaria.<br />

Ficou seis meses na mão de um<br />

funileiro, não deu certo, levou pra<br />

outro e por aí vai... Ele teve bastante<br />

frustrações nesse meio tempo”, conta.<br />

12<br />

13


PUBLIEDITORIAL<br />

TECFIL COMPLETA 70 ANOS COMO LÍDER<br />

DE MERCADO, E ORGULHOSAMENTE<br />

BRASILEIRA<br />

A Tecfil, maior fabricante de filtros automotivos<br />

da América Latina, completa 70 anos de atividades<br />

consolidando sua posição de liderança no mercado<br />

nacional e como referência mundial no setor de filtros,<br />

exportando seus produtos para mais de 60 países.<br />

Fundada em 1953, a empresa produz mais de 5.800<br />

modelos de filtros, atendendo tanto os segmentos de<br />

leves, pesados e motocicletas, quanto de máquinas<br />

pesadas e implementos agrícolas. Na última década,<br />

mais do que dobrou a sua capacidade industrial,<br />

saltando de quatro milhões para mais de dez milhões<br />

de unidades por mês, o que, aliado à maior eficiência<br />

produtiva proporcionada pelo seu modelo de indústria<br />

4.0, lhe permite garantir o abastecimento do mercado<br />

com regularidade de preços e oferta.<br />

Com uma operação caracterizada pela<br />

excelência em todos os aspectos da atividade,<br />

desde a seleção dos melhores materiais até o<br />

atendimento aos clientes, a entidade investe<br />

constantemente em pesquisa e desenvolvimento<br />

e em equipamentos de produção com elevado grau<br />

tecnológico, visando sempre a melhoria contínua<br />

de seus produtos e processos, com foco na alta<br />

performance, eficiência e qualidade.<br />

Sua posição como líder na transformação e no<br />

futuro do segmento está expressa no movimento<br />

lançado recentemente pela empresa para mostrar<br />

que filtros automotivos não são todos iguais,<br />

tendo como inspiração seu posicionamento, o “Vá<br />

Mais Longe”, e alinhado ao slogan<br />

“O Futuro é Tecfil”, que reflete os atributos da<br />

marca construídos ao longo de sua história.<br />

“A Tecfil é uma empresa que sempre teve a visão<br />

de ir além, de inovar e de oferecer soluções<br />

eficientes para o mercado. Por isso, estamos<br />

muito orgulhosos de chegar ao marco de 70<br />

anos, com uma trajetória pautada na inovação,<br />

na qualidade e no compromisso com a excelência<br />

no atendimento aos clientes”, afirma o CEO da<br />

empresa Thomas Bärmann.<br />

“A contribuição de nossos colaboradores, clientes<br />

e parceiros também foi fundamental para<br />

alcançarmos nossa atual posição de mercado”,<br />

destaca. Primeira empresa do setor de filtros<br />

automotivos a ser certificada pela consultoria<br />

Great Place To Work (GPTW) como um dos<br />

melhores lugares para se trabalhar no Brasil,<br />

a Tecfil sempre valorizou o elemento humano<br />

ao longo de sua trajetória como um dos seus<br />

pilares, investindo constantemente em seus<br />

colaboradores.<br />

O compromisso com o desenvolvimento<br />

sustentável e com a responsabilidade social<br />

também marcam a atuação da Tecfil na construção<br />

de um mundo melhor. A empresa desenvolve um<br />

programa de ações voltadas às boas práticas<br />

ambientais, sociais e de governança em sua<br />

estratégia, para tornar suas operações cada<br />

vez mais sustentáveis e com impacto<br />

socioambiental positivo.<br />

Nesse sentido, promove ações de conscientização<br />

sobre a importância de cuidar dos resíduos,<br />

preservar os recursos naturais, combater o<br />

desperdício e incentivar o consumo consciente.<br />

14<br />

15


Contrariado com as adversidades<br />

Por cauda disso, o interesse foi crescendo dia<br />

que apareceram no meio do caminho,<br />

após dia. “Uma coisa que me aguçou muito<br />

o tio de Lucas adiou o projeto de<br />

nele foi a busca por performance, por querer<br />

revitalização do Uno e acabou<br />

fazer ele andar mais. E no carburador é legal<br />

deixando o carro no mesmo terreno<br />

porque você consegue brincar bem mais com<br />

onde estava estacionada a Mercedes.<br />

isso, você consegue aumentar um giclê para<br />

“Ele reformou o carro, fez a funilaria e<br />

o carro andar um pouco mais rápido, mexer na<br />

deixou lá, ele desgostou. Na época ele<br />

mistura e deixar o carro andar um pouco mais<br />

me falou ‘eu lembro muito do meu pai,<br />

então eu não quero mais reformar esse<br />

carro’. Ele até cogitou em vender”, diz.<br />

Nessa mesma época, Soana colocou à<br />

venda seu primeiro carro, aquele que<br />

ele tinha comprado com 18 anos. Não<br />

demorou muito para aparcer um com-<br />

“Então, eu ofereci para o meu tio<br />

um valor e ele falou ‘não, pode<br />

pegar, é seu’”, explica. A partir daí,<br />

Lucas começou a dedicar-se ao Uno<br />

também, mas agora com uma certa<br />

experiência em mecânica, muito<br />

adquirida por causa do outro carro.<br />

liso. Essa parte de experiência na<br />

mecânica, com ele, foi muito boa”, explica.<br />

Foi depois disso também que ele decidiu que<br />

queria colocar placa preta.<br />

Por não ter o costume de ver um Uno com<br />

esse tipo de placa com tanta frequência<br />

rodando por aí, ele começou a pesquisar<br />

DIFERENTE,<br />

MAS IGUAL<br />

Apesar de todas essas mudanças, Lucas<br />

teve o cuidado de deixar o carro quase<br />

Fotos: Arquivo pessoal<br />

prador e eles fecharem negócio. Com<br />

dinheiro na mão e uma<br />

oportunidade, ele fez uma oferta para<br />

seu tio: Comprar o Uno e dar continuidade<br />

ao projeto, mesmo não sendo um<br />

grande admirador da marca.<br />

“Na verdade, nunca fui fã de Uno.<br />

Não era um carro que eu olhava e<br />

pensava ‘um dia quero ter um’,<br />

mas acontece que<br />

Diferentemente da Mercedes,<br />

que tinha muita coisa a ser<br />

arrumada, o modelo da Fiat estava<br />

em uma situação menos deplorável,<br />

mas com o interior totalmente<br />

desmontado.<br />

Apesar disso, o motor e a funilaria<br />

estavam bons, já que tinham sido<br />

refeitos há menos de cinco anos.<br />

O carro só estava, realmente,<br />

precisando de um dono.<br />

mais sobre o assunto.<br />

Com o carro completando 30 anos e com mais<br />

de 80% de originalidade, Lucas foi atrás de<br />

toda a parte de laudo, do clube e, depois de<br />

realizar todos os trâmites, conseguiu a<br />

liberação para mudar a cor da placa.<br />

“Eu coloquei a placa preta e comecei a gostar<br />

do carro, comecei a andar muito mais com<br />

ele. Teve até uma época que ele virou o meu<br />

único carro, o do dia a dia mesmo.<br />

100% original, muito por conta da raridade<br />

em ver um modelo desse com um estado de<br />

preservação tão alto rodando por aí.<br />

“Hoje em dia a gente vê cada vez menos<br />

esses carros, cada vez menos esses tipos<br />

de motores.<br />

Agora, a gente busca motores - com toda<br />

a razão - que poluem menos, com consumo<br />

menor que, na sua montagem, nas suas<br />

peças tenham menos recursos naturais”,<br />

explica Soana.<br />

eu queria aquele Uno porque<br />

ele representava muito meu<br />

avô. Todo mundo do posto e<br />

região conhecia e reconhecia<br />

ele por causa do Uno azul.<br />

“<br />

“Uma coisa legal dele é que,<br />

no começo, eu mexi muito no<br />

carburador e isso me ajudou<br />

muito a ter aprendizado na<br />

parte mecânica. Eu lembro de<br />

momentos que eu chegava no<br />

trabalho, mexia no carburador,<br />

voltava para casa e mexia, de novo,<br />

no carburador”, comenta.<br />

E, com isso, cada vez mais foi aumentando a<br />

minha paixão por carro, muito mais a partir do<br />

Uno”, conta.<br />

Com o carro completando 30 anos e com mais<br />

de 80% de originalidade, Lucas foi atrás de<br />

toda a parte de laudo, do clube e, depois de<br />

realizar todos os trâmites, conseguiu a<br />

liberação para mudar a cor da placa.<br />

O Fiat Uno é um carro que veio para o Brasil<br />

na década de 1980, mais precisamente em<br />

1984. Ele foi um dos primeiros veículos a<br />

álcool a serem fabricados aqui no país que,<br />

há 10 anos, havia implementado o programa<br />

Proálcool, considerada a maior iniciativa ao<br />

incentivo de biocombustíveis renováveis do<br />

mundo, baseada na cana-de-açúcar.<br />

16<br />

17


Apesar de toda a experiência<br />

Claro que essa questão não engloba<br />

que envolve restaurar, modificar<br />

todos os modelos de carros, existem<br />

ou manter um carro antigo, tem<br />

aqueles que são raros e que podem<br />

também os desafios que não são<br />

acabar dando mais lucro do que pre-<br />

poucos. A começar pela falta de<br />

juízo quando são vendidos pelos seus<br />

opções de peças, dependendo<br />

donos, como defende ele.<br />

muito do ano do modelo do carro<br />

em questão, fazendo com que,<br />

“Talvez a Mercedes seria um carro<br />

muitas vezes, o proprietário do<br />

que eu não perdesse tanto dinheiro,<br />

veículo tenha de buscar em sites<br />

se um dia precisasse ou quisesse<br />

“Eu cursei engenharia ambiental e isso<br />

me chamou bastante atenção, porque, até<br />

hoje, ele é um carro movido a biocombustível<br />

e é muito menos poluente do que<br />

muito carro feito de 1985 para cá”.<br />

“Lógico que temos evoluções melhores,<br />

mas acredito que manter essa história e<br />

manter esse marco - tanto nos veículos<br />

mais antigos que poluem um pouco mais,<br />

mas vão rodar menos e, assim,<br />

compensar - acredito que a gente precise<br />

guardar isso para ver a nossa evolução lá<br />

no futuro”.<br />

“Ao mesmo tempo que temos que<br />

economizar os recursos e tudo mais,<br />

acho que a gente não pode esquecer<br />

do passado, temos que preservar o que<br />

a gente tem e o que construímos até<br />

hoje”, complementa.<br />

Aliás, falando em preservar, Soana<br />

do veículo, mas nada que descaracterize<br />

muito o modelo italiano.<br />

“Eu pretendo refazer a parte interna,<br />

mais precisamente os bancos. Como eles<br />

são os originais, tem uns rasgados, mas<br />

coisa pouca, nada muito agressivo a ponto<br />

de ter que mudar tudo, só vou trocar os<br />

tecidos, tentar restaurar esses mesmos e,<br />

talvez, mudar a roda e fazer uns retoques<br />

na pintura”, explica.<br />

Já no caso da Mercedes as coisas não são<br />

tão iguais. Lucas conta que montou a parte<br />

interna dela vendo foto no Google, já<br />

que nunca tinha visto um modelo daquele<br />

na vida. “Peguei ela com o interior todo<br />

desmontado e aí pra saber onde que vai<br />

cada coisa? É bem diferente dos carros de<br />

hoje, tem uns acabamentos que eu nunca<br />

imaginava que seria ali. Então eu montei<br />

todo o interior olhando foto do Google,<br />

né?! Deu trabalho demais, mas ficou bem<br />

fora do país.<br />

“A Mercedes, por exemplo,<br />

é um carro que aqui no Brasil<br />

eu não consigo peça de nada,<br />

muito difícil eu achar uma peça<br />

dela, mesmo usada. Normalmente<br />

eu tenho que pegar peças da<br />

Europa, em Portugal ou em outros<br />

países”, diz.<br />

O que interfere diretamente na<br />

parte financeira, uma das maiores<br />

adversidades para quem gosta de<br />

carros antigos e se dedica a eles,<br />

como já aconteceu com ele.<br />

“Já pensei em desistir por<br />

questões financeiras. A gente<br />

sabe que aqui no Brasil é muito<br />

complicado a gente mexer com<br />

isso. E assim, querendo ou não,<br />

é um dinheiro que você não tem<br />

retorno”, fala.<br />

“<br />

vender. Mas, que nem o Uno, que foi<br />

um carro que já foi gasto mais de R$<br />

30.000,00 nele, dificilmente eu venderia<br />

por esse valor”, comenta.<br />

“Mas assim, o mercado é muito volátil<br />

e por isso é difícil falar, né?! Mas,<br />

por questões financeiras eu já pensei<br />

em desistir sim, já pensei em vender<br />

tudo e parar de mexer com carro<br />

antigo e só viver a minha vida, mas<br />

eu sei que minha vida seria triste,<br />

então, eu não desisti”, declara.<br />

Já pensei em vender tudo<br />

e parar de mexer com carro<br />

antigo e só viver a minha<br />

vida, mas eu sei que minha<br />

vida seria triste, então, eu<br />

não desisti.<br />

“<br />

comenta que ainda pensa em fazer<br />

legal”, diz.<br />

algumas modificações na parte interna<br />

18<br />

19


MAIS QUE<br />

UM CARRO,<br />

UM PROPÓSITO<br />

“<br />

É uma sensação diferente e<br />

que, pra mim, por ter esse<br />

gosto, faz toda o sentido.<br />

E é um momento que eu<br />

consigo descontrair e<br />

Aliás, esse é um dos vários pontos em<br />

comum dos amantes das quatro rodas:<br />

esquecer dos problemas.<br />

“<br />

aquela sensação inexplicável que faz<br />

“Você tá andando na rua e sempre<br />

mudança na vida.<br />

vem alguém falar com você. Ela<br />

Todo carro, para quem gosta, não é<br />

simplesmente um carro ou o ato de dirigir<br />

em si. É o curtir, é sentir o volante<br />

na mão, o controle nos pés e, no carro<br />

antigo, esse toque é diferente, como<br />

explica Soana.<br />

“Porque, assim, você tá vendo algo que<br />

foi vivido lá atrás, que as coisas não<br />

eram como são hoje, não tinha nada de<br />

tecnologia, nada digital...<br />

É uma sensação diferente e que, pra<br />

mim, por ter esse gosto, faz toda o<br />

sentido.<br />

E é até um momento que eu consigo<br />

descontrair e esquecer dos problemas”.<br />

pergunta, fala qual carro que tem<br />

e a gente troca uma ideia como se<br />

nos conhecêssemos há anos. E isso<br />

é uma coisa que é muito legal no<br />

carro antigo, isso de unir pessoas”.<br />

“Tantas vezes que a gente já juntou<br />

os amigos pra arrumar o carro<br />

de outro amigo no final de semana<br />

porque quebrou, porque bateu ou<br />

aconteceu alguma coisa, sabe?!<br />

Conheci muita gente, fiz amigo<br />

pra caramba, porque carro<br />

antigo é uma máquina para fazer<br />

amizade. Isso não tem preço, é<br />

muito bom”, afirma.<br />

Sobre dicas para quem tá começando<br />

a mexer com carros antigos ou<br />

pensando em ter esse hobby, Lucas<br />

alerta que resiliência e dedicação<br />

são palavras-chave nesse meio, sem<br />

contar na parte do dinheiro, é claro.<br />

“É um hobby caro, todo mundo tem<br />

que saber disso. Dá pra você fazer<br />

coisa com menos dinheiro se você<br />

tiver tempo, paciência e sede de<br />

aprender. Ainda mais nesse meio<br />

porque, hoje em dia, a gente tem<br />

muito acesso à informação.<br />

A internet tá aí, tem muita coisa”.<br />

E quando a pergunta é se Lucas se vê no<br />

futuro com seus carros, ele não pensa duas<br />

vezes antes de responder: “Com certeza!”<br />

e continua. “Se eu conseguir sustentar os<br />

dois eu quero ficar com os dois. Talvez, se<br />

meu primo fizer 18 anos e se interessar por<br />

carro, eu posso dar o Uno pra ele”.<br />

“Mas só se ele se interessar, porque eu<br />

quero dar o carro para uma pessoa que vai<br />

continuar a história, não para alguém que<br />

vai vender e aproveitar do dinheiro para<br />

comprar outra coisa. Eu quero alguém<br />

que faça o que eu fiz. Talvez seja difícil,<br />

ou talvez não. A gente vai vendo aí as<br />

próximas gerações da família”, finaliza.<br />

“Eu já aprendi na internet a trocar a<br />

pinça de carro, tudo que eu aprendi<br />

sobre mexer no carburador foi por<br />

lá. Aprendi a desmontar a interna<br />

do carro para fazer a manutenção<br />

ou levar só uma parte pro tapeceiro<br />

fazer algum ajuste. Fazendo isso<br />

você consegue economizar dinheiro<br />

e, de quebra, isso é um aprendizado<br />

eterno, você não para, tem muita<br />

peça para trocar, sempre vai ter<br />

alguma coisa para fazer”, frisa.<br />

20<br />

21


PUBLIEDITORIAL<br />

COMPONENTES DA SCHAEFFLER<br />

TORNAM A COMBUSTÃO MAIS<br />

EFICAZ NO MOTOR<br />

consumo de combustível e dos valores de<br />

emissões de poluentes. Além disso, prolonga<br />

os intervalos de manutenção e a vida útil<br />

do veículo, aumenta o conforto e melhora a<br />

dinâmica de condução.<br />

Devido a sua função, o acionamento de<br />

válvulas está sujeito à alta aceleração e<br />

desaceleração. Além disso, as válvulas de<br />

escape devem resistir às temperaturas<br />

extremas causadas pelos gases de escape.<br />

A frota de carros elétricos está crescendo e há<br />

Para funcionar corretamente nestas condições,<br />

avanços significativos no desenvolvimento de<br />

os componentes do acionamento de válvulas<br />

outras formas de locomoção, mas atualmente<br />

devem ser de alta resistência, funcionar com<br />

quem movimenta o mundo são os veículos a<br />

baixo atrito e garantir suficiente dissipação<br />

combustão. Por isso é imprescindível que a<br />

de calor das válvulas.<br />

combustão no motor seja mais eficaz para,<br />

ao mesmo tempo, reduzir as emissões de<br />

Para garantir uma funcionalidade perfeita,<br />

poluentes e o consumo de combustível e,<br />

é também essencial eliminar a folga das<br />

assim, atender à demanda atual do mercado.<br />

válvulas e manter as características de<br />

O comando de válvulas é uma alavanca<br />

desempenho do motor estáveis ao longo<br />

SOLUÇÕES PARA HOJE<br />

E PARA O FUTURO<br />

importante para conseguir esse objetivo.<br />

Com a sua marca INA, a Schaeffler é líder na<br />

fabricação de todos os tipos de componentes<br />

de acionamento de válvulas e um parceiro<br />

da sua vida útil. Os componentes de<br />

primeira classe INA resistem ao aumento da<br />

temperatura e à alta pressão em motores cada<br />

vez menores.<br />

A Schaeffler, focada no negócio dos seus clientes e atenta ao futuro<br />

da mobilidade, concentra seus esforços no desenvolvimento de<br />

soluções de manutenção para transmissões, motores e chassis.<br />

Seja para reparar a atual frota de veículos ou atender as inovações<br />

do mercado com motores híbridos e veículos elétricos, conte sempre<br />

com os produtos LuK, INA e FAG para uma reparação de qualidade.<br />

Faça revisões no seu<br />

veículo regularmente<br />

valioso para a produção em série, além de<br />

ser pioneira no que diz respeito aos avanços<br />

técnicos no comando de válvulas.<br />

A gama de produtos inclui eixo comando de<br />

válvulas, tuchos, balancins, variadores de fase<br />

hidráulicos e elétricos e válvulas de controle.<br />

Com uma ampla gama de soluções de<br />

manutenção, a INA também está posicionada<br />

de forma ideal no mercado de reposição e<br />

possibilita a reparação profissional e eficiente<br />

dos acionamentos de válvulas.<br />

Um dos destaques é o jogo de balancins INA,<br />

com pivô e balancim, que tem a vantagem de<br />

0800 011 10 29 | 15 99798.6385<br />

/SchaefflerBrasil<br />

ser uma solução completa.<br />

sac.br@schaeffler.com<br />

www.schaeffler.com.br<br />

/Company/Schaeffler<br />

repxpert.com.br<br />

Aplicável, como por exemplo, aos modelos<br />

Gol, Fox, Polo, Voyage 1.6 8V EA111, o jogo<br />

de balancins é um produto de precisão que<br />

contribui de forma decisiva para redução de<br />

22<br />

23


OU<br />

CORREIA DENTADA<br />

X<br />

CORRENTE DE COMANDO<br />

CORREIA POLI-V<br />

Mais conhecida como correia dentada, a correia poli-V é flexível e<br />

projetada para resistir ao atrito e abrasão. Em condições normais<br />

do uso do carro, ela possui uma durabilidade de até 50 mil quilômetros.<br />

São silenciosas e servem para sincronizar o movimento entre o comando<br />

de válvulas e o virabrequim.<br />

As correias dos motores de automóveis<br />

evoluíram ao longo do tempo para lidar<br />

com a demanda crescente de potência e<br />

rotação. No início, as correias eram planas<br />

e feitas de couro animal, mas à medida<br />

que os motores se tornaram mais fortes e<br />

tecnológicos, foram desenvolvidas correias<br />

de borracha e cordonéis de nylon.<br />

Posteriormente, foram criadas as correias<br />

poly-V, mais largas e com vários pequenos<br />

cortes em V para aumentar a área de atrito<br />

e evitar o escorregamento, e as polias foram<br />

projetadas para acomodar esses sulcos<br />

da correia.<br />

Seja correia ou corrente, esse item é<br />

fundamental para o funcionamento do<br />

automóvel. As partes de baixo do motor<br />

precisam operar de forma precisa e<br />

sincronizada para que haja uma mistura de ar<br />

e combustível adequada e o mais importante:<br />

sem atrito ou colisão entre as peças.<br />

Elástica<br />

Esse componente foi amplamente usado nas décadas de 70, 80, 90 e no<br />

início dos anos 2000. Porém, essas correias necessitam de manutenção<br />

com frequência, haja vista que sua quebra pode provocar uma série de<br />

danos ao motor. O manual do fabricante indica o momento ideal para a<br />

troca e, caso essa recomendação não seja seguida, há grandes chances de<br />

rompimento e comprometimento de parte do motor.<br />

Sulcos em V<br />

A partir dos anos 2000, no entanto, alguns<br />

motores mais robustos passaram a exigir um<br />

substituto para a correia poli-V. Isso porque<br />

os carros tornaram-se ainda mais velozes<br />

e com mais tecnologia empregada, o que<br />

provocava a deterioração da correia de forma<br />

prematura. Foi neste cenário que os veículos<br />

não populares passaram a ser equipados com<br />

a corrente de comando.<br />

Silenciosa<br />

24<br />

25


CORRENTE DE COMANDO<br />

A corrente de comando,<br />

especialmente por sua composição<br />

metálica, é muito mais resistente,<br />

por outro lado, é menos elástica.<br />

Via de regra, esse material<br />

permanece em perfeita<br />

conservação, ele foi projetado<br />

para não precisar ser substituído<br />

durante toda a vida útil do motor.<br />

Correntes de comando são mais<br />

comuns em motores grandes ou<br />

em veículos de marcas japonesas,<br />

mas correias podem ser mais<br />

benéficas em alguns casos devido<br />

a sua flexibilidade, permitindo<br />

um circuito mais complexo<br />

e movimento de mais polias.<br />

Correntes muitas vezes precisam<br />

de ajuda de correias secundárias<br />

para mover periféricos e podem<br />

complicar o design do motor,<br />

enquanto as correias são mais<br />

econômicas e compactas.<br />

Resistente<br />

Não exige manutenção<br />

26<br />

27


PUBLIEDITORIAL<br />

AUTOMEC 2023<br />

COFAP É PIONEIRA NA OFERTA DE<br />

AMORTECEDORES PARA CARROS<br />

ELÉTRICOS NA REPOSIÇÃO<br />

O pavilhão do São Paulo Expo, na capital paulista,<br />

recebeu entre os dias 25 e 29 de abril a 15ª edição<br />

da Feira Internacional de Autopeças, Equipamentos<br />

e Serviços – a tradicional Automec.<br />

O evento, organizado pela RX e o Sindipeças, é<br />

o maior do B2B na América Latina e o líder no<br />

aftermarket automotivo em toda a América. Neste<br />

ano, 1100 marcas nacionais e 450 estrangeiras, de<br />

12 países diferentes, levaram a um público de 90 mil<br />

pessoas as grandes tendências do segmento e os<br />

lançamentos mais aguardados para 2023.<br />

E, claro, a TV Mobility acompanhou bem de pertinho<br />

tudo o que rolou nessa mostra tão importante<br />

para fortalecer conexões comerciais, inspirar<br />

profissionais e fomentar novos negócios.<br />

Para assistir a cobertura na íntegra e a volta<br />

triunfal da Automec após o hiato da pandemia,<br />

clica aqui embaixo!<br />

A frota de veículos eletrificados,<br />

sejam híbridos ou 100% elétricos,<br />

vem apresentando crescimento<br />

também no Brasil. Segundo dados da<br />

ABVE (Associação Brasileira do Veículo<br />

Elétrico), já são mais de 100 mil<br />

veículos leves com essas tecnologias<br />

circulando no Brasil.<br />

Sempre atenta a todas as demandas<br />

do mercado automotivo brasileiro,<br />

a Cofap, marca líder do mercado,<br />

sai na frente mais uma vez com o<br />

lançamento de amortecedores para<br />

veículos elétricos. Os amortecedores<br />

estão disponíveis para aplicações<br />

Nissan Leaf e Caoa Chery Arrizo 5e,<br />

mantendo as especificações originais<br />

para a garantia do máximo conforto,<br />

segurança e durabilidade, com a<br />

confiança da marca Cofap.<br />

Além desses lançamentos, a marca<br />

está desenvolvendo o componente<br />

para o Chevrolet Bolt e Renault<br />

Zoe. Também, está trabalhando nos<br />

projetos dos amortecedores para o<br />

Fiat 500e e Renault Kwid E-tech.<br />

No caso dos veículos híbridos, Toyota<br />

Prius, Corolla Hybrid, Corolla Cross<br />

Hybrid e Rav4 Hybrid também já<br />

contam com amortecedores Cofap em<br />

catálogo, lembrando que os produtos<br />

da marca seguem as especificações<br />

dos componentes genuínos.<br />

28<br />

28<br />

29


A VOZ DA EXPERIÊNCIA<br />

COM A CARA DA<br />

JUVENTUDE<br />

Na lida desde adolescente, Rafael mostra que uma boa bagagem pode ser<br />

conquistada mais cedo do que se imagina.<br />

O número 2233 na Estrada Guaianazes<br />

Itaquera é o endereço para onde Rafael<br />

se dirige todos os dias para trabalhar.<br />

Seu destino: a Autopeças São Bento,<br />

um negócio familiar situado no Jardim<br />

Helena, Zona Leste de São Paulo, que cresce<br />

não só com o apoio dele, mas do pai, do irmão<br />

e de uma tia.<br />

Como um típico brasileiro de sobrenome<br />

Silva, Rafael aprendeu a batalhar pelo<br />

próprio salário desde muito cedo. Fugir do<br />

trabalho nunca foi opção. Em atividade desde<br />

os 15, já fez de tudo um pouco, inclusive se<br />

dedicando a diferentes áreas ao longo da<br />

vida: de depósito de construção à balada,<br />

passando pelo mercadinho da família, antes<br />

de finalmente chegar ao balcão. Hoje, do alto<br />

de seus 36 anos de idade, ajuda a tocar uma<br />

loja tradicional na região, recheada de<br />

prateleiras e com mais de 10 anos de atuação<br />

no segmento de autopeças. Ali, ele garante<br />

conhecer cada corredor, porém sem dispensar<br />

uma mãozinha tecnológica. Rafael diz que a<br />

informatização foi fundamental para otimizar<br />

o dia a dia dos balconistas.<br />

“<br />

Antigamente, era tudo no caderno.<br />

Para vender uma peça, era mais de meia<br />

hora”, conta, bem-humorado e sentado<br />

à mesa nos fundos de um galpão que,<br />

de fora, não aparenta ser tão grande.<br />

Contudo, mesmo reconhecendo o valor<br />

dos recursos atuais, ele afirma que só<br />

a tecnologia não é o bastante no dia a<br />

dia da função e que leva tempo para um<br />

balconista estar pronto.<br />

É estilo faculdade: no mínimo<br />

5 aninhos para se tornar bom<br />

profissional – se tiver interesse,<br />

pontua.<br />

De acordo com Rafael, é importante<br />

que o balconista ofereça conhecimento<br />

técnico, mas também saiba contornar<br />

situações complicadas na prática, como<br />

por exemplo a compra equivocada de<br />

uma peça, por parte de um cliente pouco<br />

informado, ou lidar com a reclamação<br />

de possível defeito em uma mercadoria.<br />

Para ele, tudo isso evidencia o quanto<br />

a paciência e o jogo de cintura são<br />

necessários durante a rotina<br />

desse profissional.<br />

“<br />

Mas ainda assim, é possível que um<br />

balconista crie boas relações por meio do<br />

serviço prestado. Essa, aliás, é uma das<br />

vantagens apontadas na conversa acerca<br />

da função e do trabalho de atendimento<br />

ao público que o profissional realiza.<br />

“A gente faz amizades legais... às vezes,<br />

o próprio cliente traz o orçamento do<br />

concorrente, dizendo que quer comprar<br />

aqui e perguntando se dá para chegar a<br />

um acordo”, comenta, mostrando aquele<br />

tato que só os bons negociadores têm.<br />

Tarefa essencial atualmente no comércio<br />

de autopeças passou a ser a utilização<br />

das redes sociais para fomentar vendas,<br />

e nesse sentido a São Bento não faz<br />

diferente. O estabelecimento dispõe<br />

de uma conta comercial no Whatsapp<br />

bastante ativa, além de um perfil<br />

no Instagram totalmente voltado à<br />

divulgação, o @autopecassaobentodistr.<br />

É por meio dessa vitrine que a loja tem<br />

alcançado um número cada vez maior de<br />

compradores.<br />

Na visão do balconista, hoje em dia quem<br />

não marca presença no mundo digital<br />

acaba passando “perrengue” e ficando<br />

para trás. A propósito, a atividade online<br />

se tornou fator preponderante para a<br />

sobrevivência de milhares de negócios,<br />

de 2020 para cá, e não apenas no setor<br />

de serviços.<br />

30<br />

31


Segundo Rafael, embora inicialmente a<br />

Justamente atravessando esse período<br />

pandemia mundial tenha trazido efeitos<br />

sombrio que a autopeças foi, pouco a<br />

comerciais negativos para o comércio<br />

pouco, conquistando novos clientes,<br />

familiar, inclusive demandando<br />

mecânicos, parceiros.<br />

Mas nem só de trabalho vive o balconista! O<br />

Por fim, questionado sobre o futuro dos<br />

demissões de funcionários, ela também<br />

lazer se tornou um fator essencial na vida do<br />

balconistas e se há algum recado relevante a<br />

foi responsável por impulsionar um<br />

“O RESULTADO FOI<br />

Rafael, recentemente. “Estou viajando mais,<br />

ser dado a eles, Rafael primeiramente aponta<br />

processo não somente de readaptação<br />

ESPETACULAR. A UNIDADE<br />

conhecendo lugares. Para chegar ao patamar de<br />

que os profissionais têm que gostar do que<br />

de mercado, mas de reinvenção visando<br />

CONSEGUIU DOBRAR O<br />

poder viajar, demorou muito tempo. Hoje, meu<br />

fazem, questão mais importante. E acrescenta<br />

a sobrevivência. “2022 para mim foi um<br />

FATURAMENTO QUE TINHA<br />

hobbie, o que eu mais gosto de fazer, é pegar<br />

que a classe deve, sempre, buscar se atualizar e<br />

boom de vendas”, diz, enaltecendo as<br />

ANTES DA CHEGADA DO VÍRUS”<br />

minha família e sair… eu já fiquei muito preso”,<br />

saber como manter uma relação de proatividade<br />

vitórias do último ano.<br />

diz, em referência à rotina puxada atrás do<br />

com os consumidores.<br />

Tendo como base a comercialização<br />

balcão. Os passeios ocorrem principalmente na<br />

A esse respeito, o balconista, que<br />

de diferentes tipos de produtos,<br />

companhia da mulher e da filha.<br />

“Hoje, o balconista não é mais passivo, ele<br />

também tem papel de administrador<br />

mas especialmente estes cinco:<br />

precisa ser ativo… tem que ligar, buscar,<br />

do negócio, explica que as saídas<br />

rolamento, pivô, disco, pastilha e óleo,<br />

Além das viagens, ele conta que também<br />

enfim. O bom balconista é realmente um<br />

aumentaram consideravelmente em<br />

todos exclusivamente voltados a<br />

pratica caminhadas e pedaladas. O que Rafael<br />

vendedor, porque ele não pode só esperar<br />

razão das mudanças que a família<br />

automóveis de 4 rodas das linhas leve<br />

não faz, de fato, é jogar bola, por causa de<br />

aqui no balcão. Ele tem que possuir uma<br />

precisou implementar a fim de manter<br />

(como Gol, Celta, Corsa e outros) e<br />

um desgaste lombar. Brincando com a própria<br />

carteira de clientes, algo que antes não<br />

as portas abertas durante as<br />

utilitária (como Ducato, HR, Sprinter<br />

idade, ele entrega que se correr e forçar o corpo,<br />

era necessário”, afirma.<br />

conturbadas fases da Covid 19.<br />

e Iveco).<br />

acaba travado.<br />

E ainda fala mais.<br />

32<br />

33


v<br />

“<br />

Tem que levar o<br />

produto ao cliente,<br />

visitar, fazer parceria…<br />

o desafio é grande,<br />

mas não é impossível.<br />

Rafael<br />

Balconista na<br />

Autopeças São Bento<br />

“<br />

34<br />

<strong>35</strong>


OS 5 CARROS<br />

MAIS VENDIDOS<br />

EM 2023<br />

OR DENTRODO MERCADO<br />

Com a chegada de 2023, o mercado automotivo brasileiro está pronto para uma nova rodada<br />

de vendas. No primeiro bimestre, houve uma oscilação considerável na saída de veículos<br />

das concessionárias.<br />

De acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave),<br />

o mês de fevereiro marcou um declive de 8,20% nas vendas quando comparado aos<br />

resultados de janeiro.<br />

Explicando detalhadamente, isso quer dizer que, apenas em janeiro deste ano, foram<br />

negociados 130.460 automóveis leves, já em fevereiro as unidades comercializadas<br />

foram 119.755. Ainda assim, as vendas continuam em alta, especialmente entre os<br />

carros mais procurados.<br />

Para entender melhor o cenário automotivo no Brasil neste início de ano, a Balconista<br />

S/A fez um levantamento para identificar os veículos mais vendidos atualmente no país,<br />

continue a leitura e confira.<br />

36<br />

37


Ranking do primeiro<br />

bimestre do ano<br />

5<br />

HYUNDAY HB20<br />

No acumulado de 2023, o HB20 totalizou 7.832 vendas. Este é<br />

um carro moderno e elegante, considerado um dos queridinhos da<br />

montadora japonesa, com um interior espaçoso e tecnologia de ponta.<br />

Seu motor 1.0 ou 1.6 litros oferece conforto, boa economia de<br />

combustível e desempenho excepcional.<br />

38<br />

39


4<br />

IAT ARGO<br />

Entre janeiro e fevereiro, 8.847 unidades do Fiat Argo foram<br />

entregues a novos proprietários. Este modelo é uma ótima opção<br />

para quem busca um carro com design moderno e esportivo. Seu<br />

motor 1.0, 1.3 ou 1.8 litros oferece bom desempenho e eficiência em<br />

combustível, com opções de transmissão manual ou automática. Além<br />

disso, ele vem com uma série de recursos de segurança e tecnologia.<br />

40<br />

Foto: Reprodução<br />

41


3<br />

YUNDAI CRETA<br />

O Hyundai Creta possui um motor 1.6 ou 2.0, com potência máxima de<br />

130 a 166 cv. A cabine é espaçosa e confortável, com acabamentos de<br />

alta qualidade e recursos como ar-condicionado automático e sistema<br />

de entretenimento com tela sensível ao toque.<br />

Além disso, o Hyundai Creta é equipado com tecnologias avançadas<br />

de segurança, como controle eletrônico de estabilidade e sistema de<br />

monitoramento de pressão dos pneus. Não é à toa que foram vendidas<br />

9.575 unidades.<br />

42<br />

43


2<br />

IAT STRADA<br />

A famosa picape da Fiat começou o ano em um ótimo ritmo,<br />

alcançando 13.837 exemplares vendidos. Disponível nas versões<br />

Ranch, Volcano e Freedom, são equipadas com câmbio manual ou<br />

automático do tipo CVT, a depender da preferência do cliente.<br />

O modelo topo de linha conta com motor EVO Flex 1.4, enquanto as<br />

demais acompanham o Firefly 1.3. Além da robustez do veículo, o que<br />

realmente chama a atenção dos compradores é o conforto da cabine,<br />

que inclui: ar-condicionado automático, central multimídia e<br />

carregador por indução.<br />

44<br />

45


1<br />

HEVROLET<br />

NIX<br />

A General Motors levou a melhor no ranking do primeiro bimestre,<br />

emplacando o Chevrolet Onix no topo com 13.946 saídas de automóveis.<br />

Este modelo de carro é conhecido por sua excelente economia de<br />

combustível, desempenho confiável e baixo custo de manutenção.<br />

Ele é equipado com um motor de 1.0 ou 1.4 litros.<br />

46<br />

47


CARRO<br />

AIS BARATO<br />

Embora o Renault Kwid não tenha entrado na lista de automóveis<br />

mais vendidos, ele é o carro mais barato do país na atualidade,<br />

com valores a partir de R$ 63.990. Esse modelo se destaca por sua<br />

economia, com um motor 1.0, ele oferece bom desempenho e baixo<br />

consumo de combustível, com uma média de 15km/l na cidade e<br />

17km/l na estrada. Sua cabine é confortável e bem equipada, com<br />

destaque para o sistema de ar condicionado e a central multimídia.<br />

48<br />

49


PUBLIEDITORIAL<br />

A CORTECO, MARCA DO GRUPO<br />

FREUDENBERG AMPLIA PORTFÓLIO<br />

COM 18 NOVAS APLICAÇÕES EM COXIM<br />

PARA LINHA LEVE<br />

Os produtos atendem diversos veículos de nove montadoras<br />

A Corteco, marca do Grupo Freudenberg<br />

e uma das principais fornecedoras de<br />

componentes para o mercado de reposição,<br />

disponibiliza 18 novas aplicações de coxins<br />

para o segmento. Os lançamentos atendem<br />

veículos das montadoras Fiat, Ford, GM,<br />

Honda, Hyundai, Nissan, Peugeot, Renault e<br />

Volkswagen.<br />

Dentre as novidades estão coxim do<br />

amortecedor da suspensão traseira, coxim<br />

dianteiro do motor (lado direito), bucha da<br />

bandeja da suspensão traseira e bucha da<br />

bandeja da suspensão dianteira.<br />

E também coxim traseiro do câmbio (restritor<br />

de torque), coxim do motor e coxim superior<br />

do amortecedor dianteiro (sem rolamento).<br />

“Atenta às necessidades do mercado,<br />

a Corteco, marca do Grupo Freudenberg<br />

ampliou recentemente a linha de<br />

produtos com novas aplicações em<br />

coxim. Isso reforça o nosso compromisso<br />

em manter o setor abastecido com<br />

produtos de alta tecnologia, qualidade<br />

e confiabilidade da marca”, comenta<br />

Alexandre Morselli, gerente de Produtos<br />

da Corteco, marca do Grupo Freudenberg<br />

Coxim dianteiro do motor/sem ar (lado<br />

direito), bucha da bandeja da suspensão<br />

dianteira, coxim do amortecedor da<br />

suspensão direita (sem rolamento), coxim do<br />

amortecedor da suspensão dianteira (com<br />

rolamento) e coxim superior do amortecedor<br />

da suspensão dianteira.<br />

50<br />

51


FATOS E<br />

BOATOS<br />

USO DA EMBREAGEM<br />

Um componente fundamental para o funcionamento<br />

dos carros com transmissão manual é a embreagem.<br />

Ela tem como objetivo acoplar o câmbio ao motor e<br />

garantir a transferência ideal de torque conforme<br />

a troca de marcha. Existem várias recomendações<br />

populares relacionadas ao uso correto da<br />

embreagem, mas é preciso saber diferenciar os<br />

fatos dos boatos para não prejudicar o automóvel.<br />

B O A T O S<br />

FATOS<br />

O pedal fica<br />

mais duro<br />

com o passar<br />

do tempo<br />

A embreagem possui uma vida útil de<br />

aproximadamente 40 mil quilômetros,<br />

essa estimativa pode variar de<br />

montadora para montadora, por isso<br />

é importante consultar o manual do<br />

veículo. No entanto, quanto maior a<br />

quilometragem, isto é, conforme a<br />

Descansar o pé no<br />

pedal esquerdo é<br />

prejudicial<br />

Os motoristas que possuem o mau hábito de dirigir<br />

com o pé na embreagem acabam condenando a sua<br />

vida útil. Ainda que não haja uma troca de marchas,<br />

o pedal acionado provoca um desgaste prematuro<br />

da pastilha e reduz a aderência do disco. Por isso,<br />

a embreagem deve ser pressionada exclusivamente<br />

na hora do uso.<br />

Sair de segunda<br />

marcha também<br />

é válido<br />

Com o passar dos anos, os condutores<br />

passam a ter algumas “manias” ao<br />

dirigir, como, por exemplo, sair de<br />

segunda marcha quando parados<br />

no farol vermelho. Erros como esse<br />

comprometem o motor e a caixa de<br />

câmbio, já que exigem muito mais<br />

esforço do carro na hora da partida.<br />

Sempre que o veículo estiver parado,<br />

lembre-se de utilizar a primeira marcha<br />

para seguir em frente.<br />

O freio deve ser<br />

acionado após<br />

a embreagem<br />

A regra é clara: pise primeiro no freio e em<br />

seguida na embreagem.<br />

O ato de acionar a embreagem primeiro<br />

deixa o carro momentaneamente “solto”,<br />

afinal, uma marcha foi desengatada para<br />

que a outra seja engatada.<br />

Nesse curto período o veículo poderia<br />

ficar desgovernado e acidentes graves<br />

podem ocorrer.<br />

necessidade de substituição da peça<br />

se torna mais próxima, o pedal começa<br />

a endurecer. Isso acontece porque<br />

a mola do disco perde flexibilidade.<br />

Para que o acionamento do pedal seja<br />

sempre suave, respeite as indicações do<br />

fabricante em relação à manutenção.<br />

52<br />

53


PUBLIEDITORIAL<br />

TEM COISAS QUE NÃO<br />

TEM COMPARAÇÃO<br />

O MELHOR FILTRO, A MELHOR ESCOLHA.<br />

MANN-FILTER DESENVOLVE NOVA LINHA<br />

DE FILTROS AUTOMOTIVOS PARA<br />

VEÍCULOS NOVOS COM A QUALIDADE<br />

E PREÇO COMPETITIVO!<br />

Para atender com as exigências do mercado<br />

de linha leve, onde qualidade e preço são<br />

levados em consideração na hora da escolha<br />

dos filtros automotivos para veículos de<br />

passeio, a MANN-FILTER, marca do grupo<br />

MANN+HUMMEL líder em sistemas de<br />

filtragem, desenvolveu junto ao time de<br />

inovações em produtos uma nova linha de<br />

filtros do óleo blindados que une qualidade<br />

a um preço mais competitivo.<br />

Com presença nos 05 continentes e mais de<br />

80 localidades, a MANN-FILTER busca o que<br />

há de melhor em tecnologia e performance<br />

entre sua equipe de engenharia, para trazer<br />

aos consumidores o produto que precisam<br />

com um preço corretamente posicionado e<br />

ampla disponibilidade de aplicações para<br />

diversos modelos de veículos.<br />

MOBI, Etios, YARIS, Creta, Cronos etc são<br />

destaque no portfólio de filtros e chegam<br />

para completar a linha de produtos e<br />

trazer soluções inovadoras em sistemas<br />

de filtragem para atender as demandas<br />

mais exigentes das novas e modernas<br />

motorizações de veículos leves.<br />

Ar, combustível e cabine completam<br />

as aplicações e são a solução de alta<br />

performance e confiança para um serviço<br />

completo de troca dos elementos filtrantes<br />

dos veículos mais rodados na frota brasileira.<br />

Essas e outras aplicações fazem parte<br />

do portfólio da MANN-FILTER e estão<br />

disponíveis nos melhores distribuidores de<br />

autopeças.<br />

Os destaques ficam para os modelos<br />

de veículos novos (até 05 anos) – Onix,<br />

HB20, POLO, VIRTUS, T-Cross, Kwid, Argo,<br />

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as principais montadoras do mercado. A MANN-FILTER agora vem com preços mais<br />

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importados, seja para a linha leve, utilitária ou pesada.<br />

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